T7:E25 • Autodescobrimento • Conteúdos perturbadores (parte 2)

Mansão do Caminho 12/02/2025 (há 1 ano) 1:01:00 141 visualizações

No episódio 25 da sétima temporada da série "Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis", Gelson Roberto, Guadalupe Amaral e Marluce Renz continuam o estudo do capítulo 10 da obra "Autodescobrimento: Uma Busca Interior", de Joanna de Ângelis. Nesta segunda parte de "Conteúdos perturbadores", os itens "Lamentação" e "Perda pela Morte" são analisados. O episódio examina como a lamentação constante e a dor diante da perda pela morte podem afetar profundamente o equilíbrio emocional, oferecendo reflexões e orientações sobre como lidar com essas experiências, promovendo a aceitação e o entendimento diante dos desafios da vida e da morte. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #autodescobrimento #conteúdosperturbadores #lamentações #perdapelamorte

Transcrição

meus irmãos meus amigos bem-vindo a esse momento especial nosso encontro do estudo da série psicológica Joana de Ângeles sempre um momento muito interessante de estarmos juntos da qual agradecemos a presença de todos e hoje conosco a Guadalupe e a Marluce para dar continuidade né a nosso estudo do Capítulo 10 do livro autodescobrimento uma busca interior eh hoje especial trabalhando o item lamentação e perda pela morte então bem-vinda Guadalupe marlu para mais esse encontro especial e se ocupar de um tema que é muito ente em nossas vidas né que é à ve ter um vício que é a questão da da lamentação assim como também a p da morte é algo que nos afeta diretamente e muitos de nós acabam tendo que lidar né com a perda o período de luto e as implicações emocionais que envolve esse processo todo né então vamos focar um pouquinho na ação né e e a própria Joana fala que diante dos processos que envolvem a dinâmica né emocional das pessoas né ela vê a a lamentação como como algo que tem que ser reconhecida no lugar de destaque no nosso comportamento né Eh então a benfeitora tá dando aqui realmente um valor importante a Esse aspecto né e não é por acaso ela tá chamando a atenção de todos nós para essa questão é porque é uma questão relevante que exige então todo o nosso eh nossa atenção nosso cuidado e reflexão em torno do tema e ela chama a a a lamentação de de vício né olha só que forte né vício perturbador né então então tem do dois ponto aqui que ela já inicia a a a proposta dela em relação à temática que é eh o quanto a lamentação é um tema importante e o quanto ele se torna um vício na nossa forma de viver né então a gente abre aqui a nossa reflexão e o entendimento aqui da página dela a partir dessas duas colocações como é que vocês veem isso é gente a a primeira vez né A primeira vez que eu que eu li eh chega a surpreender porque às vezes e isso né já faz bastante tempo e hoje claro vem outras questões mas às vezes a gente nem se dá conta desse desse padrão é um vício mesmo e então passado essa

li eh chega a surpreender porque às vezes e isso né já faz bastante tempo e hoje claro vem outras questões mas às vezes a gente nem se dá conta desse desse padrão é um vício mesmo e então passado essa surpresa inicial de como a mentora traz o que eu acho muito interessante é a forma como ela vai nos educando porque ela vai pegando em questões que são do nosso cotidiano e Realmente são são vícios né viações mentais de comportamento e vai nos mostrando ali o quanto nós achamos que estamos prontos para uma outra realidade mas nós estamos deixando coisas muito básicas para trás e aí a partir daí vem vem essa né né passada surpresa enfim vem essa oportunidade de Nós olharmos realmente o quanto é tóxico esse comportamento para nós e pros outros em outras outros comportamentos assim el ela também traz essa questão de de quanto e é é diferente lamentar e muito diferente de compartilhar né porque é claro que é interessante a gente compartilhar algumas questões nesse mundo de relação mas ela vai trazendo em outros momentos de outros comportamentos o quanto a gente querendo trazer as pessoas para perto de nós seja psíquica ou realmente né Eh literalmente nós afastamos as pessoas com esse tipo de comportamento Então realmente como a gente precisa olhar né como precisa olhar para isso né então acho muito é é uma Educadora muito amorosa e que nos pega bem ali em coisas que a gente pensa ahi que nem faz mas não é bem assim né e e é muito importante mesmo acho muito apropriado que ela traga com essas cores fortes inclusive porque realmente né é um vício interessante guardalupe que eu tava pensando ela começa ali dizendo né que entre os hábitos negativos Primeiro ela fala de Hábito e depois ela fala de vício né Eh a lamentação ela vai ter um lugar de destaque aí eu fiquei pensando bom a lamentação ela faz parte da vida da gente né a gente diz assim assim olha Eu lamento que isso tenha acontecido Eu lamento muito que tu Tenhas que passar por isso eu lamento a tua perda né então isso é um nós é uma maneira que a gente

da gente né a gente diz assim assim olha Eu lamento que isso tenha acontecido Eu lamento muito que tu Tenhas que passar por isso eu lamento a tua perda né então isso é um nós é uma maneira que a gente tem de expressar né um outro sentimento às vezes uma tristeza né a gente reconhece aquilo expressa mas A grande questão eu acho que não é Esse aspecto da lamentação que ela tá trazendo aqui ela tá trazendo a lamentação quando eu além eu não só Expresso algo mas eu eu fico fixo naquilo né eu não sigo adiante né e e e por quê Porque ele vai dizer assim a pessoa ela acaba ficando presa num padrão que por trás depois ela vai aprofundar ao longo desse item né Na realidade fala de um comportamento ainda bastante infantil assim né ela relaciona ali a autocompaixão né então na realidade tu fica tu não tá naquele processo natural de lamentar que algo aconteceu mas vamos lá vamos seguir adiante mas quando se torna um vício um padrão eu uso aquilo como uma desculpa para mim não seguir adiante né E aí ela vai trabalhar o que que tá por trás disso então algo que parece muito singelo né Às vezes a gente até começa exatamente o que está dizendo né a gente começa às vezes as conversações se queixando né ah por causa disso por causa daquilo n n como uma forma e não se dá conta que isso daqui a pouco vira hábito e daqui a pouco se transforma em vício né então como é interessante ela colocar um tema que faz parte do nosso da nossa do nosso dia a dia da nossa vida dizer olha cuidado às vezes uma coisa que parece tão pequenininha acaba se tornando algo que vai Te complicar depois né É então a gente vê assim a a lamentação eh em termos de um comportamento né então todo comportamento ele envolve vários fatores né então Eh tu tá colocando né uma psicodinâmica então o comportamento é a forma de agir e esse comportamento que é a forma de agir que é a lamentação ele tá arraigado a fantasias a a a a condicionamentos internos a visão de mundo há um jogo psicológico H emoções que de uma certa maneira são mobilizadas

mento que é a forma de agir que é a lamentação ele tá arraigado a fantasias a a a a condicionamentos internos a visão de mundo há um jogo psicológico H emoções que de uma certa maneira são mobilizadas dentro de mim que vão se refletir nesse comportamento e na medida que esse comportamento ele é repetitivo né ele se torna realmente um hábito e um vício então a gente tá falando desse comportamento que é que é o lamento e ela vai falar então que por trás né mar como tu estava dizendo eh existe personalidades inseguras primeiro tem esse ponto né né pessoas que são inseguras né então o lamento é uma forma de jogo que a bev coloca de querer eh não Assumir o compromisso alimentação é uma forma de autopiedade negativa né conosco mesmo com uma forma de desqualificar a mim mesmo indiretamente porque da eu acabo hiper valorizando as coisas de maneira negativa como s não tivesse capacidade nem recurso para lidar com elas né então a a Joana fala dessa insegurança e fala de de pessoas que estão em conflitos que são atormentadas né e e a gente vê realmente né que eh O Lamento ele vem de várias formas né pode vir disfarçada de controle né no certo controle excessivo diante dessa insegurança ou uma visão negativa que tá ali presente né com o pano de fundo né mesmo que eu não não expresse isso de uma maneira muito eh eh declarada né mas ali aquele negativismo tá ali né como eh impedindo né de poder me abrir pra vida então esse lamento vem na fala né nas pessoas que se lamentam muito né mas vem também em em atitudes né lamentos né então a gente pode falar em em atitudes lamentos de pessoas que buscam a A Fuga e a e a Joana coloca até de Fugas que são compensatórias como o álcool né as drog adição de droga de fumo como uma forma de de compensação né de gratificação infantil né com dezar para poder de uma certa maneira para eh apaziguar né esse estado emocional ou mesmo das queixas das pessoas poliqueixosa lamento pode se dar de várias maneiras tem essas queixas ligado à saúde né queixa ligado à família

erta maneira para eh apaziguar né esse estado emocional ou mesmo das queixas das pessoas poliqueixosa lamento pode se dar de várias maneiras tem essas queixas ligado à saúde né queixa ligado à família queixa da vida do governo da política né Tem gente que adora se queixar né a gente se queixa de tudo impressionante e basta falar alguma coisa que a pessoa já tá trazendo alguma queij alguma crítica né que que tá ligado a esse jogo de lamentação lembrei uma uma imagem que eu que eu vi na na mídia social de um IP lindo né E que árvore linda com aquelas flores aí dois né dois dois bonequinhos né como é que você é a vida vê a vida enfim é um dizia Nossa que P lindo olha Essas flores e o outro dizia Nossa tá cheio de sujeira no chão vou ter que varrer tudo porque olha que essa árvore então é muito isso também né porque nós estamos expostos as as situações eh semelhantes cada um dentro da sua dinâmica mas é muito da forma como a pessoa se relaciona com a vida e e a e a Joana chama Mita atenção eh e eu eu sei que eu já falei mas isso quanto a gente vai as pessoas que fazem assim vão afastando porque vai ficando algo que puxa tu até quer acolher né tu quer te relacionar mas aí a pessoa sempre tá naquela lamentação né Isso é muito triste porque na verdade eh me parece assim que que em última instância a pessoa quer é ser acolhida é ser vista mas de uma forma muito atrapalhada e tão atrapalhada que larga como ela diz essas vibrações tóxicas que contaminam o ambiente e causam também essa questão contaminam energeticamente e essa questão da contaminação psíquica porque é preciso ter muito equilíbrio e tá muito eh centrado em si no sentido de de conectado para não se deixar levar também né porque é um pouco chato né gente desgastante assim é por isso que eu digo é diferente de tu acolher quando alguém né tá num momento mais ruim é é um padrão é um vício né então a Joana aqui tá falando disso não tá falando de situações pontuais é um vício né como tem aquele desenhinho antigo Ó céus ó

quando alguém né tá num momento mais ruim é é um padrão é um vício né então a Joana aqui tá falando disso não tá falando de situações pontuais é um vício né como tem aquele desenhinho antigo Ó céus ó vida né então é é sempre nesse lugar e e é tão bondoso da parte dela nos mostrar isso é nos dizer olha né daí a gente pode pensar que é só nos outros mas a gente também se olhar a partir tament porat e e outra questão que vocês disseram que eu acho muito importante a gente também prisar destacar é que essas né pessoas atormentadas vão se deixando arrastar e vão buscando esse alívio em Fugas é muito difíceis de de sair né da da drogadição fumo álcool assim por diante das compulsões E aí vai centrando em em lugar onde daí vem as as obsessões talvez não diretas no sentido de comprometimento eh cármico de outras encarnações mas por afinidade Então olhe o lugar que a gente vai se colocando né É É realmente eh é muito bom que ela nos traga essa chamada né nos chame a luz da consciência Olha só como a marus falou Olha o que tu tá fazendo né não é quando tu vê tu tá preso nisso e a gente às vezes acha queim e e ela faz um contraponto aqui né que é então a lamentação ela fica presa no negativo né naquilo que vai dar errado né então não eh não tem benefício nenhum né tu ficar na lamentação porque depois ela faz esse jogo né Tu poderia sair desse desse desse ciclo aí negativo se caso se resolvesse por adotar o vício do otimismo eu eu achei tão bonito isso porque aí a gente tá falando de uma postura existencial né E E então H na lamentação eu acho isso essa questão que tu trouxeste fundamental eu vou criando todo um padrão vibratório ali também que cansa né ela diz ali são pessoas que acabam se tornando pessoas cansativas não tem nada que tu diga pra pessoa que vai resolver que porque na realidade ela quer se quech por se quech ela quer ficar na lamentação quando ela tá viou é viciou é como o Jó estava dizendo aquelas pessoas por exemplo que sempre tem algum problema de saúde e aí tu

realidade ela quer se quech por se quech ela quer ficar na lamentação quando ela tá viou é viciou é como o Jó estava dizendo aquelas pessoas por exemplo que sempre tem algum problema de saúde e aí tu tenta dizer não mas você quem sabe já procurou isso já pensou nisso não eu já fiz tudo eu a pessoa não tem abertura porque na realidade ela não quer sair desse padrão porque a Joana diz que o grande desafio aqui seria tu ir pro teu Auto encontro tu olhar e ver o que que é difícil para ti né E quando eu fico presa nesse vício porque o vício é isso né ele faz só um caminho ele não consegue achar uma alternativa né É como se a gente andasse sempre numa mesma trilha ali né então por isso que é preciso romper né e uma das questões que eu achei genial dela é trazer então o otimismo né para tentar quebrar isso e entender que isso é uma forma muito pessimista realmente de olhar ência né É realmente a lamentação ela faz parte desse Campo negativo né um tipo de negativismo que se opõe ao otimismo como tá reforçando aqui né Marlus então de uma certa maneira a Joana vai colocar essa condição como não impedimento da vida não uma condição que se impôs diante de um sofrimento de difícil para me lidar ela vai vai colocar e esse comportamento esse padrão como um obstáculo voluntário olha só é uma opção existencial então Eh ninguém pode dar desculpa ah porque eu não tenho recurso Porque a vida é difícil porque não tenho e porque eu não tenho oportunidade não na verdade é um jogo que nós fizemos conosco mesmos como opção diante da vida né E que vem então de certa maneira me parece que tem um uma misturinha aí né de uma fraqueza dessa insegurança mas ao mesmo tempo de um certo orgulho porque geralmente as pessoas que se lamentam elas não dizem assim olha eu me sinto insegura eu me sinto incapaz eu tenho que encontrar em mim recursos que eu não acredito geralmente eh as pessoas que se lamentam elas projetam no mundo e a a justificativa para essa postura e não reconhece que são delas né então a Jona

ho que encontrar em mim recursos que eu não acredito geralmente eh as pessoas que se lamentam elas projetam no mundo e a a justificativa para essa postura e não reconhece que são delas né então a Jona coloca que que que é uma ótica sombria né que as pessoas que se lamentam consideram tudo e E que tudo e todos conspiram contra a sua paz e sua felicidade né ou seja né O problema não é meu é o mundo que não me deixa ser feliz né E na verdade ela que perturba né porque ela mal percebe que nesse jogo de lamentação ela estão estão invadindo com seu negativismo como vocês colocaram né e não os ambientes eh com com essa carga pestilenta de Emoções pesadas né que puxa para baixo que que desfavorece que cria campo para obsessão como foi colocado né E que de uma certa maneira eh impede o fluxo natural da vida então a o o o lamento tem dois efeitos do ponto de vista energético primeiro que ele interrompe o fluxo da vida segundo que ele desestabiliza da vida perturbando ele não não só impede como perturba eh criando como ela falou que sim obstáculo tornando mais difícil para mim as pessoas que convive com ISO então eu vou criando essa Massa pesada né E que vem muitas vezes disfarçada Às vezes vem como uma exigência disfarçada né ah eu não vou lá porque a a eh as pessoas não são legais porque a o trânsito é muito ruim porque eh eh não me dão condições porque então a pessoa dá desculpa e poressa desculpa não fund ter uma exigência infantil eu não quero assumir responsabilidade Eu não quero fazer nenhum esforço eu não quero lidar com a realidade então eu dou uma disfarço justificando e no fundo ter essa exigência infantil né ou até de empurrar eh pro mundo a culpa da deste impedimento né como colocava aí né Eh então no fundo O que tem aí é uma recusa uma recusa de enfrentar uma recusa de se posicionar e uma visão muito ingrata também em relação a vida porque eu acho que a pessoa que se lamenta é uma pessoa não só pessimista mas ingrata também ao amor divino Porque tudo que a vida

a de se posicionar e uma visão muito ingrata também em relação a vida porque eu acho que a pessoa que se lamenta é uma pessoa não só pessimista mas ingrata também ao amor divino Porque tudo que a vida oferece é visto como uma coisa ruim né como se Deus né não ofee nada de bom e que tudo que vem dele fosse estragado né então isso para mim também leva em conta aí a a a ingratidão não sei se você percebe assim É sim é muito é muito triste isso né e e a questão da preguiça física e mental também da compaixão e que também a a a mentora aponta aqui e a pessoa que tá envolta nisso aí não se dá conta né não não se dá conta e realmente eh em geral existe me parece né no meu entender essa postura que que vocês estão apontando de que o mundo me deve de que eu mereço muito mais eu não tô recebendo disfarçada de uma eh falta de oportunidade porque na verdade é aquilo tudo é oportunidade então assim ai meu Deus eu fui pro hospital de novo puxa né mas que bom que eu cheguei num hospital né E eu então é é é o jeito que a gente vai vendo as coisas né Puxa mas eu né fui demitida daquele emprego e mas o que que a vida quer me dizer com com isso né Será que não acabou um ciclo E então é esse olhar viciado e ingrato de não se abrir né como vocês colocaram não se abrir pra vida né mesmo em situações que parecem assim mais difíceis não se abrir pra vida e quando E aí realmente eu trouxe assim ah o hospital emprego mas é um padrão que ele vem de coisas pequenas né então assim nossa olha que dia lindo é mas tão calor né então é um padrão que vem nesse nesse pequeninho não vem nessas grandes coisas e isso é realmente é de uma mistura de uma inconsciência e como né o Gelson trouxe uma ingratidão de não perceber de não abrir os olhos né de não abrir os olhos do tanto que dá pra gente fazer com cada coisinha que aparece na nossa vida né então Acho sim acho acho muito difícil assim muito eh muito arraigado e e muito nocivo para nossa Encarnação quando a gente não percebe e eu acho que tem uma questão muito

que aparece na nossa vida né então Acho sim acho acho muito difícil assim muito eh muito arraigado e e muito nocivo para nossa Encarnação quando a gente não percebe e eu acho que tem uma questão muito importante assim que vocês estão trazendo que é quando eu quando a pessoa fica presa então nessa preguiça nesse pessimismo nessa lamentação na realidade ela não não acredita que ela tem condições né Então essa ingratidão aí também né dizer poxa mas eu eu tenho condições eu sou capaz né Ela não ela não aceita que ela possa superar os próprios limites dela não é difícil mas vamos lá e sempre que eu não faço a minha parte eu Gero um peso pra economia do todo ali né então eh eh alguém vai ter que carregar esse piano né numa gía assim né então isso sobrecarrega sobrecarrega os familiares né sobrecarrega os teus os colegas de trabalho sobrecarrega o teu cônjuge Então sempre que a gente não assume não aceita e não toma responsabilidade daquela partezinha que me toca alguém vai carregar esse peso né então por isso que ela Traz essa questão muito aqui da questão da do do da autoconsciência né de tu eh ter noção do lugar que tu ocupa no mundo de não achar que a outra pessoa como ela diz né recebem as coisas sem né então eu acho que o grande convite aqui é a gente olhar para essa postura que é muito comum ainda em nós de vítima né onde a gente fica projetando fora né então sempre a culpa do outro né E a gente tem dificuldade né de tomar as redes e dizer tá é difícil porque ela diz né ó ninguém alcança patamares superiores sem o empenho para conquistar os mais baixos aqueles edifícil acesso então a Joana não tá dizendo que é que tudo vai ser fácil não né Mas a nossa o nosso desenvolvimento vai passar pela capacidade que a gente tem dizer bom é difícil né A gente até se dá uma lamentador que se queixa o tempo todo né gente Isso realmente é algo gera um peso né para para aquele ambiente ali é pois é eu eu tava pensando aqui eu acho bem cansativo e e o que eu tava eh pensando também é que

e se queixa o tempo todo né gente Isso realmente é algo gera um peso né para para aquele ambiente ali é pois é eu eu tava pensando aqui eu acho bem cansativo e e o que eu tava eh pensando também é que eh isso se trata de sair da zona de conforto né então é muito melhor isso é algo que serve para outros comportamentos outras situações mas claro a a pessoa não se não percebe mas acaba ficando ali porque já sabe como é né E tem esse esse medo mais consciente menos consciente bem não inconsciente né do que que tem se mudar né então nem muda e projeta Porque mesmo que inconscientemente como é que é se eu sair disso como é que é esse mundo se eu não reclamo porque não lamento né porque aí também tem essa questão de de de Economia energética enfim do Nossa psique que quase que maciça mente tá para um lugar né E como é que eu se eu tiro dali como é que eu faço como é que eu vou ser otimista com algo que eu só sei ser pessimista Enfim então isso tudo de alguma forma se passa e aí realmente é preciso muita eh coragem e muita humildade até porque também me parece que tem né como a gente falou nesse nessa questão toda Aquilo é mais fácil eu projetar e botar culpa no outro do que eu assumir que talvez eu não seja eh No Limite seja menor eu consiga fazer menos coisas né mas mesmo assim tem valor né então também me parece que tem um pouco de da da questão do orgulho como o Gelson trouxe atrapalhando né porque daí as se eu tendo eu sair disso bom eu vou né eu eu vou errar eu vou me atrapalhar e talvez eu não seja tão boa assim né e e os outros tão ruim Enfim então é bem complexo eh ao meu ver esse mecanismo todo dentro da realidade espiritual de cada um cada um pode ter uma uma dificuldade ali de de Comper com esse padrão Mas a questão de sair da zona de conforto me parece que é algo eh comum né que às vezes a a pessoa não pode nem percebe né só sabe assim não sabe fazer de outro jeito não sei como é que vocês v e acaba sendo né Guadalupe um jogo narcis Vista né porque na medida

o eh comum né que às vezes a a pessoa não pode nem percebe né só sabe assim não sabe fazer de outro jeito não sei como é que vocês v e acaba sendo né Guadalupe um jogo narcis Vista né porque na medida que a pessoa se lamenta desqualificando né tudo né ela tá chamando atenção para ela como foi colocado mesmo que inconscientemente né E aí eh eh essa recusa de pagar o preço pela vida como também foi colocado quer dizer eh e esse esforço né essa esse peso que a falou que que a gente acaba depositando na na carga dos outros não adianta em nada porque ela vai dizer no que diz respeito aos desafios de cada um de nós isso não pode ser transferido pro mundo né o mundo pode até nos apoiar o mundo pode nos compreender mundo pode nos pegar no colo mas eh a a luta né e o esforço para transformar e para criar um estado de consciência e de recurso interno é um processo que cabe a cada um de nós não tem como alguém fazer isso por nós né e a Joana fala que sem esse esforço né não há transformação porque justamente o processo todo do do do do desafio da vida não é para nos impedir não é para nos fazer infeliz as limitações as dificuldades os desafios na verdade são convites como a benem feitura coloca né para extrair de nós o nosso melhor e reconhecer as potências que estão latentes na gente e que precisam realmente da resistência do mundo para que eu possa eh fazer valer aquele recurso que antes eu não reconhecia se a vida não não testa não provoca como é que eu vou me conhecer como é que eu vou me reconhecer como é que eu vou descobrir partes minhas se de uma certa maneira eu não tenho não não não não tem que me exercitar e tem que responder à Vida a partir daquele desafio né então Eh é uma lógica que se opõe à lógica não só otimista da da vida mas essa lógica positiva de Deus que acredita em nós que confia né e que de tá jogando em nosso favor então Eh realmente na lamentação eh eu eu eu eu cria uma lógica muito egoísta muito fechada em mim mesmo muito insegura muito desconfiada eh Da Da Lógica Divina na

é e que de tá jogando em nosso favor então Eh realmente na lamentação eh eu eu eu eu cria uma lógica muito egoísta muito fechada em mim mesmo muito insegura muito desconfiada eh Da Da Lógica Divina na lógica da vida e me impeço né me impeço essa essa oportunidade então eu perco uma uma oportunidade muito grande e ainda arras comigo uma carga que depois eu vou ter que dar conta de eh de enfrentar serar né porque esse peso todo vai se constituir depois em em em padrões negativos que eu vou ter que lutar em fantasias em doença que vou somatizar em companhias espirituais que eu vou entar e vão me acompanhar ou seja eu só tô complicando mais a minha vida e e colocando né nessa Desculpa lamentosa mais peso ainda eh na minha vida do que se libertar desse PES dentro do do Espiritismo a gente tem bem claro o quanto nós somos cocriadores e somos energia pensante Então se entra principalmente na na nossa Seara né muita porque muitas pessoas têm o entendimento da teoria que somos energia pensante cocriadores da nossa realidade mas entra num local de muita prática do que a gente aprendeu né então se nós somos cocriadores da nossa realidade né O que que nós estamos fazendo conosco e com tudo que a gente aprendeu até agora e e é interessante que eu tô trazendo assim pro meio Espírita religioso espiritualista Mas é interessante que existe e claro isso é uma questão nossa né Enquanto encarnados aqui no no patamar que a gente tá existe esse nosso conhecimento a gente entende isso quando lê mas na hora de vivenciar parece que a gente esquece né porque se a gente cria nossa realidade a partir da forma como nós nós vamos relacionando com o mundo e a gente pode mudar isso né para melhor ou para pior O que que a gente tá fazendo né como é que nós estamos parando nesse lugar nessa viciação de lamentar a gente não entendeu Já que nós vamos criando conforme a gente vai se se posicionando e que nós somos energia mental e quando a gente desencarna né Isso fica mais ainda eh é eh aparente no sentido da gente se

não entendeu Já que nós vamos criando conforme a gente vai se se posicionando e que nós somos energia mental e quando a gente desencarna né Isso fica mais ainda eh é eh aparente no sentido da gente se relacionando eh do ponto de vista muito mais energético do que né físico claro né então o que que a gente faz como é que é isso e a gente entra nessa questão do Espiritismo que nos é muito clara que foi trazida pelos espíritos que a gente sabe muito mas ainda não consegue colocar em prática o que sabe n e entra Nessas questões nossas da dificuldade que a gente tem de realmente vivenciar dentro do tamanho que a gente consegui né mas tentar cada dia mais a a vivenciar a lei de Deus que tá escrito na nossa consciência na consciência do espírito imtal que nós somos né Não nessa consciência aí que se perde às vezes quando não dá abertura para receber esse Divino em nós o problema né Guadalupe é que toda essa essa carga que a gente vai colocando eh uma hora se volta contra a gente porque tudo que a gente alimenta né com a nossa mente né já que o falou né essas coisas são criadas por nós chega o momento como diz Joan aqui no final do item né que esse processo todo não só retarda a marcha da nossa evolução mas como vai impor situações perturbadores penosas então toda essa e e esse jogo de lamentação que eu fiz justamente para fugir da vida eu vou gerando um mundo pesado condensado e Em algum momento eu vou ter que dar conta de respirar e enfrentar a própria realidade que eu alimentei por por tempos muitas vezes até de várias encarnações então e a vida vai impor e vou ter que tragar esse veneno eu vou ter que de uma certa maneira dar conta e porque porque eh vai ser talvez o único jeito de romper com esse ciclo e fazer gente despertar pela pior caminho né a gente pega acaba pegando um caminho mais difícil e mais longo justamente por essa atitude Nossa de recusa e de oposição né a vida eu me lembrei do André luí no nosso lar quando ele chega lá o Clarêncio Diz para ele André cuida com essas queixas

ícil e mais longo justamente por essa atitude Nossa de recusa e de oposição né a vida eu me lembrei do André luí no nosso lar quando ele chega lá o Clarêncio Diz para ele André cuida com essas queixas cuida para não ficar falando te lamentando muito né Eh ele diz isso aí não não faz bem e aí ele diz assim porque a pessoa que fica se lamentando ela ela enxerga padecimento onde há luta edificante eu achei tão bonito isso né então Eh aquilo que a gente porque a gente não tá falando aqui a Joana não tá falando daquilo que é difícil para nós a gente dizer puxa fo muito difícil fazer isso não é isso que a gente tá falando né mas é é ficar eh preso nisso né porque ao mesmo tempo ouvindo vocês assim que a pessoa que lamenta Ela tá de uma certa forma tentando achar um alívio para aquela coisa que tá dentro dela é um alívio como aquele que se busca nas drogas né como ela começa ali nos vícios né H que não vai levar a lugar nenhum então é interessante porque daí muda a visão de mundo da gente né muda completamente né sim e aí ela entra com uma outra aflição também né no segundo item aqui que dá continuidade ao lamento que é a perda pela morte né porque muitas pessoas também ficam lamentando né numa aflição lamentosa a perda do ente querido né E tem pessoas que TM um luto patológico né Tem pessoas que carregam por toda a vida um um tipo de lamento e e e que desviste da vida né e fico também nesse ar eh pesado em função da da perda pela morte né então isso é uma questão que a benfeitora vai colocar aqui né e e o quanto ainda a gente não consegue lidar com naturalidade com esse processo biológico do do do Nascimento e da Morte física que inerente à natureza da qual isso se insere né na vida de todos nós mas aind isso é palco de experiências aflitivas do ponto de vista emocional Gostei da quando ela trouxe assim né Conce falando da morte né uma que a gente dá uma conceituação frágil e insustentável né até eu eu mais pro não sei on dia é que tá aqui mas frágil e insustentável achei muito interessante

uxe assim né Conce falando da morte né uma que a gente dá uma conceituação frágil e insustentável né até eu eu mais pro não sei on dia é que tá aqui mas frágil e insustentável achei muito interessante né porque realmente a forma não se tenta a forma que a gente resolveu a gente enquanto humanidade v e definir a morte e e a partir disso né dessa insustentabilidade da forma como enquanto humanidade é conceituada e vivenciada não se gosta de falar na morte né do corpo físico e aí não se vive porque não se sabe morrer né claro morrer eu tô falando da morte do corpo físico porque né o Espírita Imortal então eh eh eh eu vejo isso um egoísmo de quem fica né ela vai trazendo essas questões um egoísmo de né não não não entender que a pessoa enfim cumpriu aqui com o seu tempo e e ao mesmo tempo eh essa essa questão de que não se quer falar sobre isso né como se não falando fosse a algo que não fosse acontecer e e a gente entendendo que o corpo vai deteriorar que o corpo vai morrer ou numa numa história natural ou enfim de uma hora para outra não se sabe né mas a gente consegue daí eh entender redimensionar nossa vida nesse momento e perceber bom o tempo que eu tenho é hoje eu posso viver 100 anos eu posso desencarnar no minuto seguinte mas não é é essa questão eu tô aqui para viver o máximo né beber até o último gole da vida no presente né prospectando pro Futuro Enfim então eu achei né quando ela falou conceituação frágil e insustentável Eu eu achei muito eh gostei muito da forma como como ela trouxe né E que a morte ela constela uma série de Emoções na gente né que ela vai trazer aqui né então é natural a gente sentir saudade né sentir tristeza puxa a gente convive com a pessoa né pensar no familiar né perder um pai perder uma mãe isso é uma experiência humana difícil né faz parte do nosso aprendizado aqui pra gente não achar assim que Porque nós começamos a entender que são espíritos Imortais que a gente não vai sofrer a gente sofre né O que ela tá trazendo é quando esse sofrimento passa da medida

aqui pra gente não achar assim que Porque nós começamos a entender que são espíritos Imortais que a gente não vai sofrer a gente sofre né O que ela tá trazendo é quando esse sofrimento passa da medida né E E aí vai impedir o fluxo da vida aí entra nisso né que tu estavas comentando para da pessoa não aceitar né Eh que bom as coisas vão ter um desenrolar nem sempre vai ser como eu gostaria como eu imaginei e ela traz uma questão né que eh quando morre alguém constela em nós também puxa culpas coisas que eu não resolvi aquilo que eu deveria ter feito e não fiz aquilo que eu queria que o outro tivesse feito por mim ele não fez e aí eu me lembrei de Jesus quando ele diz olha reconcilia-te com o teu inimigo enquanto tem tempo né então como é importante a gente ir apaziguando as coisas porque muitas vezes morre alguém que eu tenho algo que eu que era um ponto chave ali para mim eu não consegui resolver e vai ser nessa perda aí que pode começar a vir um luto mais patológico né então eu acho que a morte ela é uma experiência muito forte assim que movimenta muitas emoções nossas né E a gente tem que ter consciência disso senão a gente pode realmente ficar preso nessa lamentação prejudicando não só a nós que estamos aqui mas também a o espírito que desencarnou e que precisa de tranquilidade né para continuar a sua trajetória os estudos mostram né Maru quanto mais bem resolvido os vínculos afetiv né Quanto mais saudáveis mais amorosos mais eh capacidade de de aceitação e de uma relação eh saudável mais rápido é o lucro quando as relações são preenchidas por culpa exigência e outros processos né Eh mal elaborados né de mágoa mais tempo para para poder elaborar o luto então a gente vê assim que na verdade essa questão do luto não tá ligada à perda in do outro Claro que tem essa representação eh da de outos na minha vida do lugar que ele ocupa a energia que que me vinculava aquela pessoa e que sa indo eu preciso de um tempo para elaborar e para recolher aquela energia e redistribuir

ntação eh da de outos na minha vida do lugar que ele ocupa a energia que que me vinculava aquela pessoa e que sa indo eu preciso de um tempo para elaborar e para recolher aquela energia e redistribuir na vida novamente então tem o luto natural né dessa perda mas a própria noção de perda Joana falou que é um equívoco que ninguém perde né aquilo que agora falando de ser um um fim frágil insustentável que esse conceito né é um conceito equivocado que a gente faz né porque ninguém desaparece né que muda é o lugar da pessoa na nossa vida né e e o tipo de vinculação né mas as relações de amor nunca se perde as relações in espirituais se perde Então como tu falaste né Eh Marci a gente a pega carona no luto para poder viver na verdade outras coisas então eh primeiro que o se a gente coloca o outro como objeto realmente eh tu tá perdendo porque daí tu tá usando ele né como necessidade tua né então se tu coisifica e objetiva o outro na relação ão tu trata o outro como objeto de consumo e aí tu pode realmente pelo apego sofrer uma série de de de de de de reações negativas pela falta que o outro faz na tua vida mas isso não quer dizer que seja amor não quer diz que seja afeto né Tem tem muito a ver com mais com a tua necessidade emocional do que realmente um valor que o outro representa na tua vida enquanto aeto legítimo né Eh um tempo atrás procurou uma senhora com luto assim patológico na casa Espírita dizendo seim Ah o meu o meu meu ex-esposo né meu marido não me larga ela dizia assim né E aí eh com conversando sobre o sofrimento dela né a gente notava duas coisas primeiro que eh eh ela colocou uma marido no c da vida dela não pela importância que ele tinha como pessoa mas por ele servia aos Caprichos dela né então de uma certa maneira ele preenchia todas as necessidades egocêntricas dela e tinha que est ali a serviço dela então ela tava muito mal acostumada né então e além dele ser essa figura de suporte e de digamos assim assim de utilidade aos Caprichos infantis dela a gente via que

e tinha que est ali a serviço dela então ela tava muito mal acostumada né então e além dele ser essa figura de suporte e de digamos assim assim de utilidade aos Caprichos infantis dela a gente via que por trás dessa necessidade infantil também tinha um certo tipo de eh controle emocional sobre ele como se uma certa tirania inconsciente como se ela quisesse ou punir ele ou impedir ele de ser ele tinha que se se jeitar a ela não sei se tem alguma coisa do passado aí ou que ela impunha a ele uma culpa uma cobrança inconsciente mas a gente via que de uma certa maneira ele se tornou um escravo dela não só pelo Capricho emocional mas porque ela queria realmente impor limite e constranger ele a uma a essa condição e desencarnando ele se liberta dela el pode ser livre para dizer agora agora eu posso fazer escolha Agora posso cuidar de mim então parece que tinha uma raiva dele se libertar dela e agora ele tá livre para fazer as coisas dele e não então mas isso vinha de maneira muito assim ó inconsciente no falar dela ficava Claro para mim mas eu não tinha noção nenhuma e na cabecinha dela ela achava que que que era por afeto que ele também tava muito ligado a ela e que ele não se Liv que ele que ela ele via ela toda hora no no no no na residência mas que ela não podia abrir mão né então a gente vê assim essa voracidade dela né disfarçado de sentimentos nobres ou culpando ele como ele também não tivesse condições de se libertar é como uma uma recusa de abrir mão desse lugar né então muitas vezes o desespero que a Jo coloca aqui né que não se justifica é muito mais dessas questões emocionais que tão ligado aos conflitos e projeções depositar no outro do que realmente em relação aos afetos né Eh porque o afeto não deve gerar isso né um afeto bem vivido um afeto amad ido né e baseado no respeito na compreensão no melhor gera sofrimento claro né a gente né mas não não não torna isso um complicador a ponto de fazer um tamanho luto né Na hora de perder a presença do outro do ponto de vista

peito na compreensão no melhor gera sofrimento claro né a gente né mas não não não torna isso um complicador a ponto de fazer um tamanho luto né Na hora de perder a presença do outro do ponto de vista físico a gente né como tocou aqui antes no assunto a gente sabe que nós todos somos cuidados Então ninguém vai est a a a mercê sem um cuidado e claro que que a gente daí né De novo cada um tem a sua vivência Mas e ela diz ali mas todos vão estar cuidados e aí ela diz eh falando que o desespero não se justifica Ela traz eu achei bonito o jeito que ela traz aqui no meu embaixo na 137 na edição comemorativa que extravazar a dor mediante como né você também estava comentando mas o jeito que ela traz estravazar a dor mediante as recordações felizes orvalhadas de Lágrimas reviver episódios marcantes Com ternura repartir os averes pros necessitados em sua memória envolv os em vibrações e crescer intimamente são recursos valiosos para a liberação das máguas decorrente da morte então é tem esse período que a gente vai elaborando vai mesmo aquilo que ficou mais né não ficou tão resolvido vai trabalhando mas tem uma forma saudável de fazer isso então aqui ela não traz assim que a gente não deve eh viver esse momento Ela traz a questão de que o conceito de morte como fim é insustentável né E que nós somos eh muitas vezes n a maioria mas egoístas em achar E aí Claro a pessoa que a gente objetivou tornou um objeto que a pessoa lá devia ficar aqui né O que a pessoa foi como ela tá depois foi viajar né numa hora em que não devia e mas tem forma da gente fazendo isso né E ela Traz essa naturalidade para mim de certa maneira comparando com o que que é patológico né e com com esses nossos mecanismos mais disfarçados assim né né como o Gelson trouxe o exemplo eu acho que tem a ver né Guadalupe com o que ela tá dizendo ali que eu fiquei pensando né que ninguém pertence a outrem e somente se perde o que não se tem eu fiquei pensando nisso né então aquilo que tá no meu coração aquilo que eu já tenho comigo eu não vou

ali que eu fiquei pensando né que ninguém pertence a outrem e somente se perde o que não se tem eu fiquei pensando nisso né então aquilo que tá no meu coração aquilo que eu já tenho comigo eu não vou perder né por isso que as memórias né as recordações felizes é o que tá no meu coração não eu não vou perder isso né os episódios marcantes eu me lembro que o meu filho era pequeno e tinha um desenhinho que era de uns Porquinhos assim e aí teve um momento em que ele tinha eh o bichinho de estimação dele era um peixe um peixinho e o peixinho morre e aí o piggly Winx que era o porquinho ele disse puxa eu tô muito triste que o meu peixe morreu e aí o amigo dele que era um touro disse para ele assim vamos fazer uma homenagem pro peixe não me lembro o nome do peixe e aí então a homenagem que eles faziam era que cada um dizia o que que o peixinho tinha sido para eles eu achei tão linda a forma como eles trabalharam a questão da morte para crianças era um desenho para criança na faixa dos quatro C se anos né porque eles justamente valorizaram ali o que ficou no coraçãozinho deles então cada um dizia né que o peixinho foi isso foi com meu companheirinho ele não sei o quê né e eu achei tão bonito porque eu acho que tem a ver com que a Joana fala aqu aquilo que tá dentro de nós nós não vão perder né mas isso fala também Como as vezes os nossos vínculos são frágeis né E às vezes a gente só se dá conta do valor da coisa quando a gente perde né E aí então eu achei muito bonito assim essa forma que ela coloca aqui quando o Freud diz que o instinto de morte sempre vence né Em algum momento então a morte nos arrebata eh é é sinal que a morte sempre é vencedora mas aí eu acho que que a Joana e tu tá trazendo né mal como a gente vence a morte como é que a gente pode vencer a morte justamente né a gente não ficar na perda e ficar realmente reconhecendo quanta coisa foi construída quanta coisa eu aprendi quanta coisa eu pude vivenciar e poder ter essas lembranças positivas e tirar o proveito dos

gente não ficar na perda e ficar realmente reconhecendo quanta coisa foi construída quanta coisa eu aprendi quanta coisa eu pude vivenciar e poder ter essas lembranças positivas e tirar o proveito dos momentos felizes e difíceis também né porque também são valiosos e aproximam e criam intimidade e nos ajudam a nos fortalecer e né e ter passado aqui com aquela pessoa eh em especial foi foi foi muito gratificante e Rico paraa minha vida então a gente V a morte assim justamente né vivendo bem e mantendo vivas eh isso tudo que foi resultado dessa caminhada comum não é então com certeza né a benfeitora fala aqui então eu acho realmente uma coisa bem importante de tudo que a gente tem tá falando aqui e comentando a partir do texto da de Joana né que que a gente tem que avaliar né O que que é realmente um sofrimento natural né que faz parte assim do da dor da da saudade né do tempo de elaboração necessário né desse processo que fazem parte pela ausência pelo pela ternura daqueles que nos deixam e que recompõem a vida de uma outra maneira e tem que de uma certa maneira então se reorganizar né E deste eh luto que começa a se tornar realmente uma enfermidade e que de uma certa maneira eh eh não só faz mal pra gente mas faz mal paraas pessoas que de uma certa maneira estão lá também preocupados conosco e não conseguindo est em paz em função da nossa vibração não é por isso que ela diz aqui no final né que é fundamental evitar depressão e os ligados a a essa essa depressão essa perda né Ant a morte de alguém querido né porque isso que isso não é prova de amor né então evitar é prova de amor né porque eu tenho esse cuidado comigo e com o outro em nome do que a gente construiu eu vou honrar a vida dessa pessoa eu vou fazer o melhor para quando voltar lá ter mérito e recurso para reencontrar a pessoa né porque toda a luz que eu puxo para mim de uma certa maneira vai ao encontro dos entes queridos meu também porque esses vínculos como a gente tá comentando aqui não se perde pelo cont só se fortalece

é porque toda a luz que eu puxo para mim de uma certa maneira vai ao encontro dos entes queridos meu também porque esses vínculos como a gente tá comentando aqui não se perde pelo cont só se fortalece então tudo que eu agrego né em meu favor do ponto de vista espiritual é uma luz que eu puxo também paraas pessoas que eu amo e e e se eu tenho eh recurso espiritual eu tenho o mérito de interceder então se eu trabalhar né eu posso de uma certa maneira lá no plano espiritual dizer assim olha então eu conquistei a liberdade da visita do apoio ou de poder intervir no caso de uma necessidade de um de um espírito que que é do meu ciclo de amor precisando de de suporte então quanto mais né eu aproveitar a vida e e e fazer a minha parte mas eu tenho elementos para vou distribuir isso e interceder em favor daqueles que eu amo e mais também eu dou força porque o outro também possa lutar e do lado de lá também fazer a parte dele em favor de uma caminhada que permanece mesmo que não fisicamente essa caminhada de interação de troca de convívio vai se dando né Mesmo que seja no momento de repouso físico ou no momento especial de visita desse irmão se assim é permitido dependendo do meu equilíbrio daquil da pessoa que faltou né então isso vai depender sempre da gente né então a gente tem que realmente se a gente quer o encontro se a gente valoriza o encontro Então a gente tem que favorecer ele né e não impedir isso eh e até porque quando a gente desencarna a nossa percepção da realidade é muito diferente do que está aqui né E então a gente tem que entender que que a nossa visão material é sempre limitado Então a gente tem que desconfiar um pouquinho também dessas questões né que que nos aprisionam em dor em lamento ou perda excessiva né puxa Será que isso desz respeito a visão que que que que condiz com uma concepção mente espiritual porque deente o o o outro que que foi antes tá reencontrando também os amigos os parentes tá num projeto bonito é que nem a gente torcer por alguém né quando

condiz com uma concepção mente espiritual porque deente o o o outro que que foi antes tá reencontrando também os amigos os parentes tá num projeto bonito é que nem a gente torcer por alguém né quando nosso filho vai pro mundo né e vai para um outro país vai vai viver um projeto interessante tu viba meu filho tá lá em tal lugar fazendo tal coisa realizando uma coisa importante olha só que maravilha que a gente não pode pensar da mesma maneira em relação as pessoas que partiram e Puxa agora ele tá lá conquistou uma vida de esforço agora tá lá sem o peso da matéria podendo estudar e e se aliar outros a parentes e e preparar o meu caminho a minha chegada lá também ou seja né Tem uma visão positiva e natural Dante desse processo todo muito bem então é um assunto realmente de extrema importância né que a gente possa ter essa eh visão natural que a Bea nos coloca e lidar né com os impes sabendo que a CMA de todos geralmente eles são nossos né e não da vida e não da realidade porque a morte faz parte da equação da vida né nascer e morrer né Faz parte daquilo que a gente chama de vida ok então a gente agradece a todos que nos acompanham um grande abraço né e convidando pro próximo tema que encerra né o capítulo 10 que é a amargura que também é algo bastante importante e fundamental do processo emocional que também traz uma série de desafios para nossas questões aí humanas tá Um abraço a todos que Jesus nos abençoe h

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