T7:E20 • Autodescobrimento • Sicários da alma (parte 1)

Mansão do Caminho 12/02/2025 (há 1 ano) 1:01:38 238 visualizações

O episódio 20 da sétima temporada da série "Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis" é apresentado por Gelson Roberto, Marluce Renz e Guadalupe Amaral. Neste episódio, os estudiosos iniciam a análise do capítulo 8 da obra "Autodescobrimento: Uma Busca Interior", escrita pela autora espiritual Joanna de Ângelis. Intitulado "Sicários da alma", o episódio foca nos itens "O passado" e "Incerteza do futuro", abordando como essas forças podem atuar como inimigos internos, influenciando negativamente a saúde mental e emocional. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #autodescobrimento #sicáriosdaalma #opassado #incertezadofuturo

Transcrição

Alô a todos bem-vindos é uma grande alegria termos esse momento rogando a Jesus que nos abençoe nesse encontro através do estudo da série psicológica Joana de Ângeles Estamos aqui com a Guadalupe a marl para dar continuidade ao nosso estudo nós que estamos entrando no Capítulo 8 do autodescobrimento Capítulo que se chama siic da alma e hoje vamos trabalhar o os dois temas primeiro do Capítulo que é o passado e incerteza do futuro então Obrigado pela presença Guadalupe marl Vamos focar Então nesse momento nesse primeiro it que é o passado né e e realmente é um tema interessante porque tem uma tendência né natural do passado querer tirar o lugar do presente né a gente tem a gente não consegue muitas vezes aproveitar e ficar no presente né E aí esse passado nos captura ou porque a gente tá preso lá naquele passado ou porque ele emerge por uma necessidade de poder atualizar e resolver questões não trabalhadas ainda né o fato que de uma certa maneira a Juana vai dizer que tudo aquilo que não foi resolvido e que fica ficou nosso inconsciente em alguma medida tenda então a voltar né precisa aflorar para ser trabalhado né E ela em especial coloca a questão da culpa né um elemento que acaba eh sendo o fator de perturbação e de aprisionamento né a a a este conteúdo do passado da Qual é necessário a gente se libertar Então aí tem vários temas importante passado culpa o trabalho de de de do inconsciente que faz esse movimento de de atualizar né e e e Nessa proposta que a gente não pode fugir de nós mesmos então inicio com com essas colocações PR a gente começar a pensar né a a esse texto da benfeitora é eu já comecei procurando no dicionário o que que era sicários né eu achei interessante esse título né sicários da alma e o que eu encontrei foi que aquilo que é cruel que é bárbaro que é desumano ou é até alguém que é contratado é um Pistoleiro contratado para matar alguém né daí eu fiquei pensando Poxa vida que forte isso aqui né E aí ela coloca três itens aqui o passado incerteza do futuro

o ou é até alguém que é contratado é um Pistoleiro contratado para matar alguém né daí eu fiquei pensando Poxa vida que forte isso aqui né E aí ela coloca três itens aqui o passado incerteza do futuro e o desconhecimento de si mesmo e aí no passado né então fiquei pensando o que que Como que o passado pode se tornar algo desumano Bárbaro né cruel e aí ela já começa dizendo aqui né que eh a gente pode ter duas atitudes em em relação às coisas do passado né ou a gente lamenta o que aconteceu ou a gente faz essa consciência de culpa e aí isso começa a se tornar algo extremamente perturbador que passa inclusive pode passar Inclusive a definir a forma como eu tô vivendo hoje então o passado eh que não foi como ela diz aqui né diluído né ou erradicado ela diz então é algo que ficou lá e Não entendi aquilo direito né Eu não entendi mas eu só não não entendi eu fiquei preso ali e isso vai gerando uma série de consequências E aí eu eu eu achei muito forte isso aqui né porque eu acho que isso diz respeito a se tem coisas que para nós né Às vezes a gente reconhece puxa fizi na bola errei né E a culpa vem como um algo que me sinaliza que eu ah ultrapassei o sinal vermelho aí vem a multa vamos dizer assim né e eu vou ter que pagar aquilo e reparar aquilo a culpa pode ser uma armadilha muito eh Cruel para nós né e e evitando que a gente entre na vida e e aproveite aquela experiência né então eu aí eu entendi como um sicário mesmo né Como algo desumano mesmo né que que pode atrapalhar muito e e e e lembrando assim também o sentido eh dos silícios né que antigamente se usava como essa autopunição é a primeira questão que eu fiquei pensando é isso porque ela na na mesma página aqui nos primeiros parágrafos ela nos traz essa questão da consciência de culpa e logo abaixo no quarto parágrafo Mas lá embaixo ela diz ninguém há destituído de valores positivos e Conexões emocionais generosas e eu fiquei pensando que relacionamento é esse que nós temos conosco que a gente acaba eh agindo e

afo Mas lá embaixo ela diz ninguém há destituído de valores positivos e Conexões emocionais generosas e eu fiquei pensando que relacionamento é esse que nós temos conosco que a gente acaba eh agindo e atuando nesse polo da culpa sem lidar com aut perdão sem olhar né para esses valores positivos que nós temos E aí não é à toa que a mentora nos traz tanto sua importância do auto amor explicando o que que é isso e que E por que que a gente deve começar por aí né né porque que ser é esse que só lembra do que fez errado que não se acha merecedor do amor de Deus e de tentar novamente e isso é muito nefasto na nossa eh dinâmica espiritual e acho que a gente né vai acabar abordando um pouco mais isso porque a culpa paralisa e a culpa por vezes nos deixa a beira da loucura de uma ruptura né realmente uma realidade de que ela é cheia de possibilidades Então a primeira questão que eu fico pensando é isso né ali o passado incerteza do futuro e o desconhecimento de si mesmo a gente vai ter um momento de abordar Mas por que que a gente reencarna e já vai para esse lado né muitos de nós né de não olhar pro nosso potencial então isso Acho interessante na nossa dinâmica coletiva eu acho interessante né guardalupe acho bem bem importante bem Central porque esse passado que volta ele pode ser neurótico né como já foi colocado aqui tinha preso nessa fixação mas ele é um mecanismo de atualização e como forma de renovação né então eu repasso o questões minhas né o passado se atualiza aqui como forma de eu poder ter oportunidade de transformar de elaborar de superar aquelas coisas não resolvidas e a e agora como M falou mas por que que então se o se a vida é um convite Generoso né Para Redenção tudo pode ser redimido por que que eu fico nessa questão toda aí como tu falou prisioneiro no ruim se a vida é boa eu também também tem uma parte boa como a Joana colocou ninguém é Desprovida como tu falou de sentimentos nobres de de situações positivas mas eu acho que a tá alguns fatores que é muito da nossa

boa eu também também tem uma parte boa como a Joana colocou ninguém é Desprovida como tu falou de sentimentos nobres de de situações positivas mas eu acho que a tá alguns fatores que é muito da nossa natureza ainda uma é a infantilidade da gente né a gente tem ainda muito medo a gente tem uma certa acomodação de não querer ser responsável e a culpa é uma forma de hum de evitar o compromisso com a com essa transformação enquanto eu me culpo eu não me comprometo né então porque me ver capaz de superar acreditar em mim e ser responsável ainda é um processo difícil da gente assimilar e outra né Há uma combinação de onipotência e fragilidade ao mesmo tempo São coisas que não combinam t no fundo é a gente é crianças assustadas e inseguras Mas age de maneira potente fo essa máscara de que eu não não preciso eu não eu não não não dependo do outro então isso gera de uma certa maneira uma incompatibilidade de integração com as minhas questões mal resolvidas daí eu eu eu evito olhar para isso Ou me culpo né Tina um momento que de uma certa maneira aquilo veio na forma de culpa como uma forma de enfrentar uma situação que naquele momento é insolúvel para mim então a culpa é justamente esse momento de eu eu não tô em paz comigo eu tô em litígio porque eu tô eu tô em confronto com a lei n uma lei seja da consciência coletiva ou da da da ética da Lei natural que tá dentro da minha consciência profunda mas há um conflito e e todo conflito eh exige reconciliação né e eu acho que essa reconciliação envolve humildade para tu poder te aceitar e te perdoar e isso a gente não tem ainda então eu acho que falta sentir amado e e ter um mil para dizer assim eu sou pequeno eu erro eu aceito que eu sou pequeno mas eu tenho coisinha boa Deus gosta de mim mesmo assim e eu vou acertando devagarinho a gente não consegue de fazer isso né É complicado então a culpa ela também é o caminho para eu eh acessar e e e ressignificar isso que ficou ali no meu passado a própria culpa já é um sintoma para eu olhar né Mas de fato a culpa ela

o né É complicado então a culpa ela também é o caminho para eu eh acessar e e e ressignificar isso que ficou ali no meu passado a própria culpa já é um sintoma para eu olhar né Mas de fato a culpa ela é uma uma questão então que eu não aceito a minha condição né E aí eu fiquei pensando como é interessante essa isso é meu eu eu eu gosto de pensar assim né a gente acha que o passado é fixo e na realidade ele não é fixo porque cada vez que eu olho pro passado a partir de uma outra perspectiva eu tô achando um outro sentido para aquilo então isso é uma coisa muito simples assim é só a gente se lembrar de bobagens que a gente fez lá quando tinha 10 anos quem aqui não fez uma bobagem né e e a gente olha com que perspectiva hoje ah de uma mulher adulta que olha e diz meu Deus como é que a gente podia fazer aquilo né e tal Então olha para aquilo e reconhece aquela condição então eu não mudo aquele fato que eu fiz mas eu já consigo olhar de outro jeito agora então e na realidade a forma cada vez que eu olho com mais consciência Eu acho que isso para mim é o que a Joana diz assim né da gente ir diluindo isso né da gente ir elaborando e encontrando um outro sentido só que se eu fico só naquilo meu Deus como é que tu pode fazer isso como é que tu n eu não Não tô encontrando um sentido para aquilo eu não tô dando um outro significado e aquilo fica fixo e tudo que fica fixo impede eu de seguir aante né E isso eu acho lindo por exemplo no processo terapêutico né onde a pessoa consegue dizer às vezes ela chega porque a Joana trabalha aqui daí como que a gente lida com o passado ela fala três coisas né o aut perdão trabalhar culpa e corrigir o ressentimento né E quando ela vai trabalhar o aut perdão então uma das primeiras coisas que ela diz é o seguinte ela usa essa expressão linda né luar Zarco né Essa coisa poética né Qual é a luz da lua luz da lua é diferente da luz do sol então eh elá uma lua de noite no mar é diferente de olhar o sol aino na praia né então é é a gente não vir

luar Zarco né Essa coisa poética né Qual é a luz da lua luz da lua é diferente da luz do sol então eh elá uma lua de noite no mar é diferente de olhar o sol aino na praia né então é é a gente não vir com esse monte de julgamentos com essas coisas assim né que acabam reforçando aquilo ali né então olhar tem uma outra atitude em relação a nosso passado também não de autocomiseração de passar a mão em cima da cabeça não é isso né mas é uma atitude assim vou mudar a perspectiva né Eu acho interessante essa essa questão aqui é uma luz Branda e reflexiva da Lua né uma luz indireta Mas tu ver né mar Lu essa questão que tu tá falando que que o passado muda conforme o olhar da gente e da nossa maturidade mas às vezes isso em vez de ser um auxílio pode ser uma armadilha porque eu posso que me exigir ter essa compreensão de agora naquele tempo que eu não tinha e usar isso para me continuar me culpando que eu fiz no passado né Que vergonha mas lá o o Gelson a marlu de lá era uma agora mas se eu me cobrar a consciência que eu tenho em relação a aquele passado eu vou continuar ainda me exigindo uma condição que eu não tenho por isso que eu acho que tem um orgulho aí tu quer exigir de ti algo que tu não tem e se culpa por uma realidade da Qual tu não tem não teve condição de fazer seja por causa de falta de conhecimento de habilidade ou por egoísmo não importa tu tem que aceitar esse lado manco e e saber que ele esse lado manco prec ser amado e ent aut perdão aceito e responsabilizar por esse lado humano porque ele vai continuar se atrapalhado em algum momento né então se eu pegar ele e trazer para perto de mim e cuidar dele eu vou conseguir aos pouquinhos criar novas condições para aquele lado meu que ainda não não é não é hábil não me atrapalhar tanto e ele me ensinar coisas interessantes e me acrescentar algo de bom também na minha vida é não não se eximir da responsabilidade mas também não ficar ali salgando paralisado né E E isso também eh quando a gente traz para nós essas questões e

me acrescentar algo de bom também na minha vida é não não se eximir da responsabilidade mas também não ficar ali salgando paralisado né E E isso também eh quando a gente traz para nós essas questões e esses exemplos eh do passado mais presente aqui e é também o bom humor que a Joana Traz né de também olhar para aquelas questões e claro isso tem a ver com a com a humildade com trabalho com orgulho eh né para para diluir o orgulho mas também olhar como vocês estão dizendo não era isso ou era assim fazer o quê né sou um ser humano mas ao mesmo tempo que se usa dessa leveza é se utilizar também da responsabilidade de reparar né não não não usar de artifícios para Não reparar quando realmente fez algo que prejudicou de alguma forma eh outra pessoa ou uma situação né então a responsabilidade é também acho é bem importante nisso e não não não é o o assunto principal aqui mas é sempre é bom a gente lembrar a questão eh desse passado que é um fantasma eh em relação a eu colocar minha vida nas mãos dos do outro né então isso é muito comum em relacionamentos né aí o relacionamento então acaba e um ou outro ou a relação com os pais coloca então a minha vida deu errado porque meus pais isso a minha vida deu errado e também além porque meu meu companheiro companheira aquilo e aí além de não perdoar é também um desamor né porque também fica naquela dinâmica onde não existe o perdão onde tá preso ao passado mas projetando aí em um objeto em uma outra pessoa ou situação a a responsabilidade pela nossa vida e apesar de ser uma postura vitimista eh eu entendo que ela é cheia de orgulho também né e de infantilidade que eu acho que quando a Joana fala né guard ali do alut Perdão eh eu eu eu tomar as rédias eu me responsabilizar E aí eu poder compreender eu achei lindo ela dizer isso né uma no exame dos insucessos uma atitude deve prevalecer a do auto perdão por considerar-se que aquela era a maneira que caracterizava o estado de evolução no qual se encontrar por quanto se houvesse mais conquistas

os insucessos uma atitude deve prevalecer a do auto perdão por considerar-se que aquela era a maneira que caracterizava o estado de evolução no qual se encontrar por quanto se houvesse mais conquistas ter seria agido de de forma diferente sem atropelos nem Desires né então é é um reconhecimento humilde mesmo né de que eu eu tô na vida né então eu deixo de colocar culpa nos outros né e tal e é uma forma como a gente olha as coisas não é fácil né não é fácil mesmo porque Como tava o gesso dizendo a gente ainda é muito orgulhoso também n já tá melhor do que tá né não é complicado e a própria questão que ela fala um pouco mais ali embaixo do ressentimento logo depois vcina de água trabalhar a culpa corrigir o ressentimento caso se haja sido a vítima ou o al gós como essa questão do ressentimento está nos dois polos né da vítima e do algos né às vezes tu causa algo a alguém e mesmo assim tu é o ressentido né então o quanto a gente tem realmente como o json começou a falar essa essa infantilidade psicológica e espiritual de lidar com essas questões que fazem parte da nossa evolução como a mentor atras o erro é uma forma de não mais agir Então como a gente não assume o nosso tamanho e vê pom errei eu tentei fazer o melhor mas naquele momento era o que eu podia fazer como é que eu vou reparar como Mas mesmo quando Eu causo isso por vezes fico eu ressentida então realmente esse mecanismo assim nosso eh ele é muito infantil e precário se a gente não consegue perceber né é interessante que eh que acontece a gente usa defesas né para evitar o confronto com a realidade Então ela diz olha a gente não pode fazer de conta que não aconteceu aconteceu O equívoco eu errei então a a a se autop perdoar é eh não e não não precisa cobrar da gente né O que o que a gente não conseguiu fazer no passado mas também eh não desconsiderar aquilo né porque eh eh que isso é um outro perigo que a gente pode cair né ou a gente fica na culpa preso nesse processo autop punitivo que paralisa a nossa energia e

o mas também eh não desconsiderar aquilo né porque eh eh que isso é um outro perigo que a gente pode cair né ou a gente fica na culpa preso nesse processo autop punitivo que paralisa a nossa energia e aí não não movimenta uma energia em favor da renovação do Progresso ou a gente nega desconsidera o acontecido e eh também dissocia no processo de eh anestesiamento dos sentimentos que é naqueles fos perversos que vão se emutec porque não se porque se justifica daí eu fiz porque eh eu sou Justiceiro porque eu tenho a verdade e entro numa fantasia de um direito e de um lugar muito perigoso como forma de não se culpar e que vai levando também a um desastre espiritual terrível mais adiante porque ele vai tomando eh essa inflação né de ego de achar que é Deus e que ele não tem culpa e aí tu tá fica identificado com essa onipotência né porque E aí é um perigo maior Porque quanto mais ele evita a culpa mais essa culpa vai crescer na sombra né então não adianta né Eh todo o processo de de reconciliação de autoperdão começa tu aceitando a a realidade que foi feita e não se justificando né A olha reconhece n né e mas eh considera eh o que tá em jogo ali né para poder realmente fazer consciência como a est trazendo aqui que a juda propõe e trabalhar esse ressentimento trabalhar a questão da Reconciliação trabalhar a questão de tu poder realmente redimir eh esse passado através de uma nova atitude para não ter que errar novamente né tudo isso isso que faz parte da nossa caminhada evolutiva e que faz valer a pena Realmente esse processo de autoperdão e superação da culpa senão não teria sentido nenhum Ou seja a culpa a a a o perdão e a superação exige tudo isso de uma certa maneira e e pensando nessa imagem inicial dela do sicário né do que é Bis humano essa coisa do ressentimento é uma coisa bem e dura né assim é agora tá falando já estou me lembrando assim eh de pessoas que trazem ressentimentos de uma vida inteira né que não conseguem sair daquilo ali ficam presas em algo que aconteceu há 30 anos atrás né 50

agora tá falando já estou me lembrando assim eh de pessoas que trazem ressentimentos de uma vida inteira né que não conseguem sair daquilo ali ficam presas em algo que aconteceu há 30 anos atrás né 50 anos atrás e não não conseguem seguir adiante né então aquilo fica uma coisa realmente que E aí quando a pessoa Às vezes consegue elaborar aquilo e dizer puxa vida né Se Eu Olhar de outro jeito né se eu me implicar nisso aí se eu conseguir olhar pro outro dizer bom mas era o que a pessoa podia fazer mudaria tudo né A forma como a gente olha as coisas muda tudo né eu me lembro de uma de uma pessoa assim que tinha muita raiva né da da mãe porque a mãe teve uma doença e essa mãe então quando sentiu que ia desencarnar essa mãe escreveu cartas PR é mais velho e não escreveu uma carta pra filha mais nova né E essa pessoa ficou muitos anos assim muito ressentida com isso né E aí conversando sobre isso um dia né Alguém disse para ela assim mas olha e e se tu considerar que talvez a tua mãe não tenha conseguido escrever para ti porque tu era filha menor né tu já pensou como seria para tua mãe isso né E daí essa pessoa começou a pensar puxa eu nunca tinha pensado no olhar da minha minha mãe de quem tava ali né numa situação difícil então a gente não sabe as razões Porque que a mãe escreveu para uma e não para outra mas só pode tu considerar uma outra hipótese tu olhar pro outro pode talvez dissolver um ressentimento que tava ali há muito tempo que nunca tinha sido se não dissolveu ao menos foi eh diluindo aos pouquinhos isso né então por isso que eu digo que às vezes né a perspectiva com que a gente olha não só os nossos processos mas o outro a gente dá uma chance né quando a gente não fica porque o ressentimento uma das questões é que ele enrijece também né quando eu tô rígido quando eu tô com o pescoço duro eu não consigo olhar de outro jeito eu só vou olhar o que tá aqui na minha frente né Então nesse sentido as as as eh pode atrasar e muito aqui a gente fica preso nesse passado mesmo

com o pescoço duro eu não consigo olhar de outro jeito eu só vou olhar o que tá aqui na minha frente né Então nesse sentido as as as eh pode atrasar e muito aqui a gente fica preso nesse passado mesmo né el resume ali trazendo a frase missão anotada aprendizagem garantida Então isso é isso é importante né elaborou tudo aprendeu segue em frente né na escola da vida então vamos vai vai seguindo também sem ter esse aprisionamento ao passado mas entendendo que como vem acima todo o conhecimento bem vivido é uma experiência valiosa que a gente tire Então essa experiência do passado e como tu muito bem disseste né malúcia todo a todo momento se reatualiza também aos nossos olhos mas que siga né aprendeu segue então isso acho que também é algo importante quando a gente estuda essas questões do passado e como a gente vai se movimentando porque a gente vai ficando eh tem essa questão da lei da causa e efeito que ela traz um pouco mais acima e a gente tem que cuidar para não ficar tá aprisionado Nessas questões de de outra vida e o exemplo que a gente sempre dá e brinca né Ah então agora eu tô nesse nesse casamento nesse relacionamento Então agora eu vou ficar porque eu quero me livrar né Quantas vezes a gente já ouviu isso em palestra em casa Espírita né eu quero ficar porque eu não quero vir na outra vida porque eu tô pagando Então isso é uma falta total de de entendimento do que que o passado vem trazendo e como é que é lei da causa efeito que ela é uma uma lei de de puro amor e nos traz lições valiosas né onde todo mundo tá ali para se relacionar para aprender para crescer né não existe maldade não existe eh algo que a gente tenha que pagar propriamente dito a gente tá li num oportunidade é eu acho que tem uma questão aí que fecha com a questão do refletimento que a mal fazia que eh de uma maneira o o ressentir né É realmente da fixação né tu fica sentindo sentindo que eh na visão do do Jung e do rmon tem a ver com a a mulher de LW né que ficou uma estátua de sal porque ficou lendo no

a maneira o o ressentir né É realmente da fixação né tu fica sentindo sentindo que eh na visão do do Jung e do rmon tem a ver com a a mulher de LW né que ficou uma estátua de sal porque ficou lendo no para passado ressentida né vai ficar amargurada esse excesso de sal né é essa subjetividade da dor do da da né daquela coisa que é coisa salgada que o sal é uma coisa preciosa é o o produto da experiência mas sal de Malu mais vai deixando a pessoa amargurada então é um excesso de sal né um excesso desse ressentimento E aí que eu acho que tem uma questão importante que ela coloca logo em seguido que tem a ver com isso né Guadalupe que é a questão de que eh eh se eu fiz a minha parte e mesmo que eu tava me equivoquei com o outro se o outro fica continua preso lá daí já não é mais culpa minha então o meu compromisso vai até uma certa parte Olha eu errei me perdoa o que eu posso fazer né Eu aceito eu tento conciliar eu tento resolver eu tento né peço perdão mas se o outro não me perdoou se o outro acha que eu sou devedor ainda e não consegue eh me dar essa essa chance do perdão daí já não é mais a minha questão né e por isso que de uma certa maneira essa frase né estão anotada a pesade garantida ou seja se eu aprendi e e vou adiante Ah o outro tá lá preso aar do outro Ah mas fui eu que Machuquei o outro não eu machuquei o outro mas o que despertou nele de raiva de ódio de ressentimento são coisas dele não são não são minhas e eu só liberei o monstro que tava lá com a minha atitude equivocada mas eu já pedi perdão já tentei eh facilitar a vida tentei né Agora se ele não quer isso a questão ele vai ter que lidar então com esse lado dele né que que é dele né então eu acho que o importante é isso né Eh porque ela fala que o essencial é o gesto daquele que se arrepende que se reequilibrou e resgata os prejuízos causais né E aí poder realmente seguir à frente né E poder eh avançar senão eu estaria tendo que tá carregando 20.000 pessoas na minha volta mesmo estando já melhor né porque se o

resgata os prejuízos causais né E aí poder realmente seguir à frente né E poder eh avançar senão eu estaria tendo que tá carregando 20.000 pessoas na minha volta mesmo estando já melhor né porque se o povo não me me libera como é que fica né então a libertação é de cada um né se o outro não me liberou e tá preso lá o aprisionamento é dele não já não é meu então isso eu acho importante é uma colocação bem importante que ela faz aqui no é eu eu tô a gente tá rindo né mas assim é realmente importante porque nessa dinâmica espiritual nós todos nós vamos ter essas essas faltas né a a reparar seja dessa vida né seja de outras Então realmente eh é muito importante isso que a gente saiba Eh toda essa questão de de uma reparação mas de bom lição anotada aprendizagem garantida com a consciência tranquila com a responsabilidade com aquele cuidado de né não não errar mais naquela situação porque já aprendeu realmente então com uma consciência mais lúcida dentro dessa aprendizagem mas realmente se libertando se perdoando né então acho bem importante isso porque acho que essa imagem isso me faz pensar então que a reconciliação realmente vai acontecer quando as duas partes puderem se responsabilizar por aquilo né e e cada um tomar sua parte cada um só que como nós temos tempos diferentes é isso às vezes eu consigo enxergar as coisas e o outro ainda não às vezes ao contrário né eu também tenho dificuldade né E aí eu fico pensando que o passado ele só é cruel se eu não uso aquilo que aconteceu no passado como um recurso né uma e e e um instrumento eh eh para me instrumentalizar melhor pro presente né então se eu uso as experiências que eu tive né como formas realmente porque a Joana De Angeles ela diz isso o nosso aprendizado aprendizado ainda é por erro e acerto né então Eh se eu fico preso no passado né e não uso aquela experiência como um um algo que me motive para est melhor aqui no no no presente né E para desejar o que eu quero pro Futuro também né minha além de que eu vejo a vida aí o

passado né e não uso aquela experiência como um um algo que me motive para est melhor aqui no no no presente né E para desejar o que eu quero pro Futuro também né minha além de que eu vejo a vida aí o passado é cruel mesmo né aí eu fico nessa mulher de Ló né só no sal ali né é fixado no passado olhando para trás né não podendo aproveitar as oportunidades da vida né manas ex e ela coloca aqui uma um um uma forma de de de se ocupar desse processo de reconciliação e transformação com a técnica da visualização né então ela traz que a visualização pode ser um ótimo recurso para poder justamente elaborar né de recuperar né e fazer esse trabalho né de Redenção de de apaziguamento de elaboração e eu e eu vejo essa técnica de duas maneiras uma uma catártica né tu tu retoma lá no passado não para ficar eh cortando mais L ferida né ardendo botando n daí não adianta nada na visualização né daí tu tá no ressentimento né ah ah é tem pessoas que fica lá mas olha o que ela me fez e repete né porque ela não podia ter feito isso daí visualiza lá de novo a cena do passado e e fica de novo condoída e aí fica a daí não é uma técnica de visualização daí é uma martírio sem direção ela fala que que o objetivo é a recuperação Então tu se tu pode tu então tu visualiza lá com uma forma de recuperar aquela situação do passado para liberar para ver que emoções vê e a partir disso Esquece já o passado Esquece o que fez o que que aconteceu e trabalha a emoção né no sentido de poder Então se ocupar quem dentro de mim tá ferido que parte minha é essa né e conversar e trabalhar e e E aí desmanchada e ver depois que tomar de novo e ver e ver como é que tá se tá tão forte ainda não tá forte aquela experiência do passado né ou conversar com a pessoa ou orar pedindo perdão visualizar a pessoa eu te perdoo eu peço perdão da minha pequeneza quer dizer é um tipo de trabalho que tem um caráter catártico mas tem um um trabalho de realmente de reflexão e de elaboração do processo não simplesmente uma fixação

eu peço perdão da minha pequeneza quer dizer é um tipo de trabalho que tem um caráter catártico mas tem um um trabalho de realmente de reflexão e de elaboração do processo não simplesmente uma fixação onde tu visualiza que que é uma tipo de uma magia negra tu fica emitindo ainda lembrando e emitindo coisas ruins né Eh ou para ti ou pro outro em função dessas imagens da qual que tu fica eh alimentando então a visualização é um trabalho realmente de eh de manchar o conflito de poder trabalhar a ideia também mas por que que eu me sinto tão tão lesado pelo outro eu não sou um Coitadinho né Por que que o outro me me tocou tanto onde bateu em mim né Eh e Verê ele também como irmão assim como eu já errei ele também errou que não é nada pessoal E se ele tem uma coisa contra mim é porque de repente tem alguma coisa que bateu nele muito mal resolvida que eu sou um personagem do drama dele né poder trabalhar no sentido de realmente se ocupar dessas imagens como forma de poder ir processando refletindo elaborando e dando uma nova direção trazer outras imagens né que possam aos pouquinhos E desmanchando essas imagens do passado que estão ainda muito vivas isso que eu ia ia contribuir até uma visualização prospectiva né fazer esse trabalho pré e realmente também se imaginando num lugar já sem esses sentimentos isso vai eh mudando né o nosso campo também nessa marcha que é longa né como ela diz e com isso a gente vai desalojando então o que ela falou ali dos hóspedes indesejáveis da perturbação né porque muitas da da da nossa questão em relação ao futuro tem a ver com as coisas que não estão lá resolvidas esses hóspedes que a gente deixou eles ficarem por ali né mas é a gente que perturba a gente né não é hóspede agradável que a gente troca ideia nova e né Não então isso vai achei muito bonita essa imagem que ela Traz né de quem a gente deixa entrar e hospeda na nossa casa né E que vai gerando Então essas perturbações a ponto de eh limitar ou definir a forma como eu vejo a vida né gerando insegurança

m que ela Traz né de quem a gente deixa entrar e hospeda na nossa casa né E que vai gerando Então essas perturbações a ponto de eh limitar ou definir a forma como eu vejo a vida né gerando insegurança né e a gente pode entrar já no segundo livro que o tempo tá avançando a gente não entrou ainda no no próximo que é incerteza do Futuro né de uma certa maneira tudo isso de vai criando uma imagem negativa e vitima em relação à Vida que muitas vezes a gente fica eh que eu acho uma forma de ingratidão gente em vez de ver a vida como presente né confiando no amor de Deus e confiando na gente também né A jo fala que a gente criando aí né um um um substrato do passado que nos pesa né E que vai vai marcando por uma imagem infeliz emocional infeliz E aí a gente vai criando uma uma condição de olhar pra vida desse lugar né Desse Lugar desfavorável e inseguro impreciso desconfiado e muitas vezes até Amargurado né E aí fica essa incerteza do Futuro também como um Cico da Alma né como algo que tortura e impede né A minha felicidade dentro disso tem um ponto que que acho essencial é essa questão de de nós vivermos lá no no futuro e ela vai trazendo aqui o quanto é importante viver cada momento o quanto é importante ter as as as projetar-se no futuro Ter suas aspirações mas vivenciar o momento né a viver a vida por inteiro no momento que se está Vai tirando vai diluindo essa incerteza do Futuro porque justamente o que se tem é aqu aquilo ali onde a gente vai podendo então ir transformando o passado e criando ao mesmo tempo um futuro e nesse eterno presente né na verdade então é o momento que a gente tem para para atuar e ela vai nos trazando essa importância de nós estarmos nessa existência no momento em que nós temos para transformar muitas vezes a gente esquece disso né E ela diz aqui é Guadalupe que quando a gente não deseja inconscientemente fazer alguma coisa a gente estatui um dia ah um dia eu vou fazer isso né Ela traz isso né esse dia e essa oportunidade Não existirão porque não

uadalupe que quando a gente não deseja inconscientemente fazer alguma coisa a gente estatui um dia ah um dia eu vou fazer isso né Ela traz isso né esse dia e essa oportunidade Não existirão porque não foram definidos assim também é esse futuro não delimitado vazio ameaçador né isso acho que é nos nos nos diz muito na nossa realidade ainda né Tem coisas que a gente ainda não quer ou não consegue ou vamos deixar para depois né então ela fala dessa dessa questão de entrar na vida mesmo né de viver na sua eh inteireza né contudo que ela porque senão a gente fica assim ou fica presa lá no passado ou fica lá no futuro e ou aqui agora né fico ansioso pelo futuro tô lá no passado e eu agora e aí daqui a pouco eu cai a minha ficha e digo Meu Deus fiquei tanto preocupada com isso não vivia aquilo que tinha que viver né Eu acho que é muito que a gente se dá conta quando desencarna não sei né que os espíritos dizem né que a gente tem essa sensação de que puxa per tanto tempo em coisas que não eram importantes né daí a gente consegue relativizar né A gente já vai tendo uma visão dos valores também porque aquela aquela velho quando me aposentar quando os filhos crescerem Quando eu ganhar isso ou aquilo e assim a vida vai passando e e todos esses planos dá para ir se colocando em prática e aí dentro daí eu volto paraa questão do tamanho né dentro das possibilidades que a gente tem né que que eu posso fazer hoje para para usufruir do melhor da vida para mim e pros outros mas essa essa questão de Deixar para depois a gente vê os espíritos nos trazendo o quanto isso é nocivo desencarnam e se dão conta puxa né quanto tempo eu perdi com isso com aquilo então realmente é algo muito importante da gente trazer acho que tem quatro coisas aí que a gente pode compreender do que a benfeitora nos coloca uma é o que a gente projeta no futuro então a gente pode projetar uma coisa muito idealizada muito grandiosa futuro é tudo então aqui não é nada então é a aposentadoria é o dinheiro que eu vou juntar é a

é o que a gente projeta no futuro então a gente pode projetar uma coisa muito idealizada muito grandiosa futuro é tudo então aqui não é nada então é a aposentadoria é o dinheiro que eu vou juntar é a facilidade de est que votar tem uma condição né então a gente idealiza muito futuro ou a gente teme muito futuro né Na incerteza né a a uma visão futura como ameaçador como difícil como complicado e tanto uma uma como o outro gera um peso as duas aspectos tanto idealizar como eh ter uma visão negativa do Futuro ameaçadora As duas são impeditivas porque fica uma coisa muito grande para dar conta né rouba muito energia e aí a qual é a a resposta que a gente tem geralmente em relação a esses dois ess esses dois aspectos projetados ou a gente tem história controlador tem pessoas que são controladoras para senente segura controlam tudo e seão e se não não pode controlar ficou muito ansiosa né Ah tem que est tal coisa tal coisa né e fica sempre atento e são muito controladoras e aí fica um excesso de de atenção muito desgastante e se elas não estão no controle elas não conseguem relaxar e daí tá sempre tendo que se antecipar esse futuro para poder ter o o a segurança ou fica nessa questão que a Malú falava né de tu procrastinar né não conseguir se botar energia porque Ah não né de conseguir focar reconhecer o que é pertinente de poder eleger né algumas coisas e aí as coisas ou ou eu tenho um medo e vou deixando né ou eu não acredito em mim ou eu acho que éo é coisa demais eu tô eu não consigo me organizar E aí tudo vai ficando para um depois e eu não consigo de uma certa maneira realmente aproveitar esse momento para que esse futuro possa quando ver se tornar algo palatável algo real numa dimensão do razoável para mim e ela daí fala da importância então de tu ter a pequenas metas né não lá mas né e e e aí ela ela fala do recurso de tu ter uma imagem né Eh já razoável uma imagem possível e à vontade né então o desejo de realizar algo né né e e estabelecer metas né horário ou seja se ocupar daquilo porque

la ela fala do recurso de tu ter uma imagem né Eh já razoável uma imagem possível e à vontade né então o desejo de realizar algo né né e e estabelecer metas né horário ou seja se ocupar daquilo porque a questão toda não é ficar preso ao resultado né e o resultado não depende só da gente pode fazer tudo direitinho e não dá certo que às vezes as coisas não dependem só da gente então a gente ficar muito preocupado com o resultado também é ansiogênico então a gente tem metas olha não eu quero passar num concurso né para ter eh me realizar profissionalmente ou ter um uma condição financeira melhor tudo bem um desejo meu Ah então da minha realidade o que que eu posso fazer de estudar de buscar de ver de que é possível e tá ali né talvez eu consiga não consiga mas de uma certa maneira eu vou estabelecendo caminhos viáveis dentro de uma escolha que eu tenho que fazer então ten que realmente estabelecer a partir de um desejo um compromisso com esse desejo e uma razidada de caminho da qual eu tô comprometido então uma coisa muito simples o a juda coloca assim ol gente na não vão ficar enlouquecendo a coisa é é um passo de cada vez uma casa se faz em cada tijolinho né não adianta querer fazer pelo teto começa né Um Passo de Cada vez mas Passos firmes mas eh Seguros Como diz nosso irmão de menes né e pequenos mas firmes né Então essa é a proposta né E aí a gente vai realmente na medida que a gente vai vivendo vai desmistificando essas fantasias a gente vai criando uma razo e aquelas fantasias de insegurança ou grandiosas vão podendo ir o lugar delas também né a gente vai trabalhando esse mundo real que tá ali agitando e movimentando fantasias e Emoções negativas aí tira um peso né nesse idealismo todo que às vezes a gente faz né porque daí ela vai falar ali que aí vai ficar para fazer amanhã o que não seja possível fazer hoje né mas aí não vai ter angústia nem remorso então eu tô mais lúcido ali né e e e e inclusive com isso eu tenho a capacidade eu achei linda essa metáfora do plantar os Cedros né

seja possível fazer hoje né mas aí não vai ter angústia nem remorso então eu tô mais lúcido ali né e e e e inclusive com isso eu tenho a capacidade eu achei linda essa metáfora do plantar os Cedros né ele não por que que tu vai plantar hoje se demora 2000 anos para se desenvolver alcançar a Plenitude né E aí a gente tem energia para ah para se envolver em coisas que a gente sabe que talvez o resultado não vai ser agora mas aquilo tem um sentido de alma né então isso dá uma Lucidez uma calma Uma tranquilidade incrível né e é como tu tava dizendo Já parece tão simples né e a gente se atrapalha tanto ainda aqui né é do do movimento não do resultado em si né também tem esse esse gosto do Movimento Eu gostei muito quando ela diz ali eh no meio do parágrafo ela diz o meu é 109 vivendo bem cada momento em profundidade o futuro torna-se natural acolhedor gratificante por quanto será conforme os atos de ontem em reencarnações passadas e de hoje na existência atual que alterará o mapeamento do amanhã então é toda essa dinâmica desse momento que é o que a gente tem para transformar né E aí a gente às vezes fica preso ao passado de culpa né almejando um futuro de possibilidades né Como diz acho que é roles e perde o presente né a gente vive ali num lugar às vezes vazio Sem ação olhando para tudo que é lado menos pro momento onde a gente pode transformar n então é é muito interessante e como né você é simples né A Teoria é simples Uhum E ela fala uma coisa assim ó não sei se chama para mim Me cham muita atenção né então Ness nesse nesse eh vislumbrar outras coisas ela fala por né Eh paraa gente gerar decisões Salutares né e tal a gente precisa do cultivo dos Pensamentos enobrecedor né é necessário pensar alto a fim de colher resultado satisfatório aí olha só quem pensa a mesma coisa recebe sempre aquilo que já tem variar para melhor é candidatar-se ao superior ao não fluído Olha gente né quanto a gente fica preso mesmo né nessa coisa do funcionamento E aí não muda um padrão não não sai dali né E então como

tem variar para melhor é candidatar-se ao superior ao não fluído Olha gente né quanto a gente fica preso mesmo né nessa coisa do funcionamento E aí não muda um padrão não não sai dali né E então como ela é Clara assim sintética e traz de uma forma muito inteligível simples né E aí eu claro eu volto né gente simples a teoria mas o quanto a gente ainda Rema e se atrapalha né mas é muito clara a mensagem é e ela tá retomando aí também a questão do subconsciente né que a gente pode mudar os painéis da da mente né então ela vai falar realmente que na medida que tu vai ela fala né digitalizando Né o subconsciente através de novas ideias de novos elementos né tu vai se afastando daquele hábito mental daquele padrão antigo né E oportunizando para para você uma nova paisagem né tudo é um processo sem ansiedade E por que não a inquietação eh a um sintoma eh importante da gente tá atento porque inquietação é justamente ainda uma desconexão com com contigo e com Deus né porque se Deus é amor e me ama se ele é justo perfeito e a e e a suas leis né dão conta de tudo por que que eu vou me inquietar E se eu confio que sou filho dele e e aceito que eu tô em evolução e que tudo tem um o seu momento né de de de aprendizado despertar porque eu tem que me inquietar então a inquietação é dese ergo ou ou que quer muito né e não quer pagar o preço né ou que não se conhece que é último que de uma certa maneira vai vai ter o o elemento do próximo encontro né que fica nessa incerteza do Futuro porque não consegue enxergar no presente todas as ilidades elementos necessário pra gente ser feliz e ser feliz não no sentido da fantasia do do dos homens na relatividade de uma vida bem vivida vivida porque esta a proposta viver com inteireza viver com o que tu tem viver com entrega e ver dando conta das possibilidades e e aprendendo e experi isso né é dentro do que tu estavas falando ela diz uma coisa aqui né que esses hábitos esses padrões que estão ali digitados acabam escondendo aspirações e valores nobres que a pessoa

endendo e experi isso né é dentro do que tu estavas falando ela diz uma coisa aqui né que esses hábitos esses padrões que estão ali digitados acabam escondendo aspirações e valores nobres que a pessoa tem né eu achei muito interessante isso né porque a gente perde aquilo que ela tava falando antes de das coisas boas das potencialidades que estão em nós né então quando a gente começa a cultivar outros pensamentos né e mudar e querer receber algo e Virtudes vão sendo despertadas em nós também a gente vai descobrindo coisas que achava que não tinha né então eu acho que isso isso é muito importante também né ela vai retornando trazendo de novo a importância da de de trabalhar consciência de culpa né ela onde ela diz ali ó todo fator que possa desencadear consciência de culpa necessita ser eliminado substituído por outros criadores de confiança e serenidade e assim ela segue então de novo essa importância desse trabalho com as questões ligadas à culpa culpa e responsabilidade enfim e e seguir reparação né culpa responsabilidade e reparação mas o seguir em frente né diluindo essas questões trabalhando a sombra tendo a serenidade então de de perceber o caminho e seguir em frente ela ela volta né a isso eh e a importância da gente olhar para as questões relacionadas com a culpa aut perdão uhum e traz de novo né gente a autossugestão otimista interiorização mediante a prece né meditação no serviço do amor né então todo um trabalho assim que el ela disse num determinado momento que não tem Milagre né as coisas não vão mudar de uma hora para outra assim magicamente né Então até pra gente sair desse padrão né que estavas trazendo Gelson ou de uma coisa muito idealizada que a gente tem ou de achar que a gente nunca pode nada até pra gente mudar padrões assim é um longo caminho né Eh eh é uma disposição assim de não desistir mesmo né porque a gente quer tá uma frase nova como ela diz ali né para ter uma outra coisa mas tem aquela tendência de voltar a repetir aquilo então é todo um trabalho de compromisso

de não desistir mesmo né porque a gente quer tá uma frase nova como ela diz ali né para ter uma outra coisa mas tem aquela tendência de voltar a repetir aquilo então é todo um trabalho de compromisso n dizer não quero mudar essa forma que eu tô na vida né Eu eu quero ver as coisas diferentes né Eu quero est diferente aqui mas isso não vai acontecer de uma hora para outra assim de uma forma mágica né por isso que a gente angariar esses recursos que vem através dessa conexão que a gente tem né espiritual com os benfeitores né né que nos que nos dão incentivo que nos dão força é fundamental a gente não perder essa perspectiva né Uhum é e é interessante que eh que que ela ela ela lida com naturalidade essa condição de erro né E ela vai dizer assim que que que a experiência resulta da vivência do do fato e que o mal é a tentativa incorreta de agir na busca do melhor né né então é bem A etimologia da palavra pecado pecado é errar o alvo né então a gente tenta a gente erra alvo então retoma né E aí que que é importante is tu tá falando né marl para que a gente possa realmente a partir daí né não ficar num jogo de fuga né que que a juna fala né que a Fatalidade não é da vida a Fatalidade é do que do que a gente imprime para nós mesmos né enquanto eh esse padrão que a gente vai estabelecendo de de condição e e questões da qual a gente tá se impondo e tá Prisioneiro de uma certa maneira então assim como a gente tem a gente cai a gente faz a armadilha para cair nelas né e assim como a gente cai nas maras tem a chave para também sair delas né Depende da gente né E aí é a questão de realmente Ter uma atitude amorosa né Eh que é seu caminho né e e amoroso não é de ser displicente nem complacente mas sim responsável né e cuidadoso conosco permitir esses momentos de interiorização não só oração mas ela traz n além da da visualização as questões de de meditação o quanto importante que a gente vá tornando ábito né um hábito que nos ensina independente da da vertente que se us em relação à

ação mas ela traz n além da da visualização as questões de de meditação o quanto importante que a gente vá tornando ábito né um hábito que nos ensina independente da da vertente que se us em relação à meditação nos ensina a ficar conosco mesmo a serenar a mente a conectar melhor conosco né porque no no mundo que a gente vive isso faz toda a diferença então é é também é transformador não por acaso a mentora traz em todos os momentos né to é eu gosto que a juna dar coisas práticas né ela diz não pode dar visualização tu pode né trabalhar com frase fixar né pode trabalhar com reflexão há uma gama el falou não tem desculp olha aqui ó tem isso tem aquilo né né Vai tomar consciência de quem tu é lembra tá sua consciência que tem o filho de Deus Lembra que tu é pequeno né faz um trabalho de de olhar paraa tua mente e e fazer uma visualização procura vicar no teu painel coisas positivas então ela dá muito eh elemento prático aqui né Eh que são muito úteis se a gente se a gente quiser realmente se comprometer com com o nosso processo né e a sensação que eu tenho sabe gente quando eu leio ela aqui é que ela nos coloca assim Olha gente tá todo mundo nessa mesma vida né ela ela Ela traz uma dimensão muito humana Nossa das nossas dificuldades né Eu acho que por isso ela fala tanto assim olha tem que ter paciência com vocês mesmos tem que levar com leveza né tem que ter alegria ela fala muito da Alegria em vários momentos eh meio para nos desmistificar essa coisa né de que a gente acha assim que então tá fazendo meia coisinha de coisas já vai mudar tudo e eu já tô lá num outro patamar não ela ela ao mesmo tempo que faz coisas muito simples ela eu acho que ela nos localiza assim ela diz olha essa é a luta é isso que a gente tem que lidar né porque nós também temos aquela coisa meio idealizada né e tal eu eu eu gosto muito eu eu acho que ela traz um dado de realidade nossa assim e nos faz sentir estamos mesmo realmente lidando com senão com questões parecidas Todos nós né né e no ní de dificuldade

l eu eu eu gosto muito eu eu acho que ela traz um dado de realidade nossa assim e nos faz sentir estamos mesmo realmente lidando com senão com questões parecidas Todos nós né né e no ní de dificuldade semelhante também e a única e ela fala também que faz parte que a luta faz parte né que não adianta a gente querer fugir da vida da experiência né E que a luta fortalece o caráter e nos capacita justamente de eh trazer enfrentar superar e e ganhar né cada vez mais lasro interno então a única coisa que ela pede PR gente de não fazer é ficar na insatisfação numa postura de fugir botando culpa no mundo nos outros né então vamos eh pagar o preço né do jeito que a gente pode de maneira consciente reconhecendo Nossa pequenez Mas Não fuja da vida Abra o teu coração confia e vamos viver por inteiro esse processo porque é assim que a coisa vai acontecer e vai se resolver Então essa é a proposta dela de um enfrentamento né com dignidade né com com Lucidez com autoamor né E aí a gente vai aos pouquinhos se descobrindo e encontrando recursos e caminhos novos surgindo né É E esse é o caminho da sabedoria né porque ela diz que a sabedoria se aprende mas não se doa né então o caminho da sabedoria é viver é com certeza muito bem alguma coisa mais que vocês queiram trazer para fechar o nosso estudo de hoje tudo certo então fica para nós esses elementos preciosos que a benfeitora nos coloca e no próximo encontro a gente vai dar continuidade ao terceiro sicário que é o desconhecimento de si mesmo então vamos ver o que que Joana tem a nos dizer sobre esse tema tá bom eh um abraço a todos Obrigado Guadalupe Malu que Jesus nos abençoe e vamos nessa caminhada bonita onde a alma se revela e se planifica abraço a todos

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