FAMÍLIA ESPÍRITUAL - Roberta Assis [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 08/04/2026 (há 1 mês) 722 visualizações

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Transcrição

Senhor, [música] estou aqui para agradecer [canto] de [música] coração a paz dentro [canto] de mim que encontrei. >> Bom dia. Bom dia a todos. Sejam muito, mas muito bem-vindos. mesmo, né? A nossa casa, a comunhão espírita de Brasília, que nos traz tanto conforto, tanta paz, tanto carinho, serenidade e nos lembra que nós não estamos sós, olha que coisa boa. Nós estamos cheios de companhias que nos amam, que não desistem de nós. Não somos nós que não desistimos deles, não, porque às vezes a gente faz isso, mas eles não desistem. Eles não desistem de falar que nos amam, não desistem de nos lembrar que nos amam e trazer serenidade e paz. E por isso eu vou, eu selecionei, não me selecionaram aqui um pequeno trecho de um de momentos, minutos de sabedoria do pastorino. Eu agora estou na fase do pastorino. Eu tenho, tô quase uma mulher de fases. Se o sofrimento bateu a sua porta, não se desespere. São bem-aventurados os que choram porque serão consolados. O sofrimento parece a todos um mal. A dor apavora. Mas quando aprendemos que a dor é uma libertação que nos devolve a paz ao espírito, passamos a julgá-la menos dolorosa. Foi por acaso. Para que sua dor doa menos, aprenda a conformar-se com ela, porque ela representa sua libertação. Olha que lindo. Eu não sei não. É por isso que eu fui pra Robertinha e falei, né? É porque nós duas estávamos aqui antes conversando e a resposta veio, né? E nada é por acaso. Então vou sugerir que fechemos os olhos e vamos agradecer e agradecer de verdade [roncando] por não nos deixarem sós, por nos abraçarem, por mostrarem que a esperança existe, que o amor perdura. que Jesus ilumina o nosso caminho com seus ensinamentos. Ensinamento de amor, de paz, de esperança, de resignação e resiliência. Vamos agradecer a esse mestre querido, agradecer a Bezerde Menezes, mentor dessa casa, que seguiu os passos, que transformou a sua vida, embora vertendo muitas lágrimas em ensinamento de paz e esperança e carinho. que hoje, mentor desta casa tão querida,

erde Menezes, mentor dessa casa, que seguiu os passos, que transformou a sua vida, embora vertendo muitas lágrimas em ensinamento de paz e esperança e carinho. que hoje, mentor desta casa tão querida, nos abre o seu coração para nos acalmar e agasalhar a nossa dor. Vamos agradecer a dona Ivânia da Amaral Pereira, que transformou cada um dos seus percalços, cada um dos seus erros passados. ensinamento, ensinamento de paz, de esperança, de resignação e resiliência, que [roncando] nos traz tantos ensinamentos e que hoje, neste momento, nos auxilia nessa jornada assim, muito mais tranquilos, mais serenos e é muito agradecidos. Nós vamos dizer obrigado, Senhor, e pedir licença para iniciarmos este momento, dando graças a Deus. Meus amigos queridos, hoje eu tô com uma pessoa muito especial, a Robertinha, que vai conversar conosco sobre algo imenso, que é a família espiritual. Então, com a palavra, minha amiga. Um bom dia a todas e todos. Eh, sempre um privilégio, uma alegria a gente poder estar junto e no caso agora começarmos o dia, né, fazendo uma reflexão com a espiritualidade superior e com Jesus que possa iluminar os nossos caminhos. O nosso tema hoje é sobre família espiritual. Valéria já falou. Eh, e é interessante, a gente conversa bastante sobre os sobre a nossa família encarnada, com os seus desafios, com suas propostas de transformação para cada um de nós, mas hoje a nossa proposta é uma abordagem um pouco mais ampla. E essa mensagem, ela tá no livro Bilhetes Fraternais, é uma mensagem do Rodrigo e ele separa um trechinho do Emanuel para começar essa reflexão. E Emanuel diz assim: "A maior revelação de teu amor aparece brilhando quando permites que o Cristo em ti e contigo possa amar e servir aos outros sem procurar saber quem são e como são." Eh, interessante que a gente procura muito o Cristo, a gente estuda, a gente vem, né, em palestras, a gente se dedica aos evangelhos, a gente faz orações e pede ajuda, mas frequentemente a gente esquece que o Cristo vive em cada um de nós.

ito o Cristo, a gente estuda, a gente vem, né, em palestras, a gente se dedica aos evangelhos, a gente faz orações e pede ajuda, mas frequentemente a gente esquece que o Cristo vive em cada um de nós. E essa experiência de encontro, ela é íntima e profunda. Toda oração a gente projeta Deus e às vezes a gente eh projeta Deus longe, sendo que a oração é muito mais um mergulho em nós mesmos para encontrar Deus dentro e Jesus dentro do que uma projeção para o exterior. Mas os espíritos nos dizem que as leis divinas estão todas inscritas na consciência do ser humano. Então esse processo de autodespertamento é também um processo de conhecer o divino a partir de nós mesmos. Eh, esse despertamento espiritual que vai também revelando para nós o universo inteiro. Nessa medida é importante a gente parar aqui com Emanuel e pensar. É preciso que a gente permita que o Cristo seja em nós e conosco. É preciso que a gente abra espaço para que o amor se expresse a partir de nós. Do jeito que a gente dá conta, logicamente nós estamos longe da perfeição. Logicamente que nas na nossa jornada da vida existem inúmeras arestas. a gente não vai acertar todo dia. Aliás, a gente vai cometer uma quantidade razoável de erros, estando nós no estágio evolutivo que nós estamos de imperfeição. O problema não é o erro. A gente se confunde também com bastante frequência, tentando ser o que ainda não somos, tentando ser perfeitos. Então, se a gente não consegue amar integralmente, o amor que a gente dá conta de fazer parece que é insuficiente ou que não vale a pena. E aí a gente desiste. E toda vez que a gente desiste, o desânimo ganha espaço e espaço em nós, no nosso campo emocional, nossa vontade de viver ficando comprometida. Mas é preciso que a gente faça esse esforço. Toda vez que na casa espírita vão falar com a gente, olha, o caminho da evolução passa pelo autoaprimoramento, pela reforma íntima, é porque é mesmo, é esse encontro com Deus a partir de nós, é essa aceitação de quem nós somos. mas num sentido de compreensão, de

aminho da evolução passa pelo autoaprimoramento, pela reforma íntima, é porque é mesmo, é esse encontro com Deus a partir de nós, é essa aceitação de quem nós somos. mas num sentido de compreensão, de entender os nossos limites e daí superá-los, mas superá-los permeados pelo amor do Cristo, deixar o Cristo ser em nós. E tudo isso vai fazer muito sentido na medida que a gente vai desenrolar aqui essa conversa do Rodrigo. E ele começa nos dizendo assim: "Olha, estende os braços em laços de luz e aconchegga ao coração os irmãos que de ti se aproximam ao influxo do amor." Aqui a gente também vai sendo chamado a atenção que nós convivemos com um grande número de pessoas. Todos nós, todos os dias a gente acorda, tem a nossa convivência mais íntima da nossa família e a gente vai sair para fazer os nossos afazeres e nós vamos nos encontrar com uma multidão de pessoas. O que Rodrigo vai nos dizendo é para que a gente tenha atenção que não há eh acaso nesses encontros. Todos nós que encontramos, todos nós que nos encontramos no nosso cotidiano, podemos ter significado uns para os outros. Basta que a gente volte ali no Emanuel e deixe que o Cristo aja em nós amorosamente, que a gente se permita viver uma vida amorosa. Isso significa que a gente vai cumprimentar a para começar, né? Cumprimentar todo mundo que a gente encontrar de fato olhando pras pessoas, enxergando as pessoas. A gente vai saber se, por exemplo, eu chegar aqui e falar com a Valera quem eu encontrei antes de chegar aqui. Não foi muita gente, ainda são 8 horas da manhã, mas é preciso que eu consiga me lembrar com quem eu falei. Falei com a minha filha, falei com o porteiro do meu prédio, eu falei com quem mais eu encontrei. Às vezes a gente passa tão inadvertidamente pela vida que a gente não sabe nem quantas pessoas e quem eram as pessoas com quem a gente esteve ao longo do dia. E não é para ser assim. A vida é para ser vivida com presença. Eu não preciso saber o nome da pessoa que vai me atender, por exemplo, no mercado, mas eu

essoas com quem a gente esteve ao longo do dia. E não é para ser assim. A vida é para ser vivida com presença. Eu não preciso saber o nome da pessoa que vai me atender, por exemplo, no mercado, mas eu posso trocar meia dúzia de palavras com ela. Eu posso dar um sorriso, eu posso dar uma palavra de apoio, eu posso receber uma palavra de apoio. Mas para isso é preciso que eu esteja presente ali enxergando na vida os outros seres humanos, enxergando na vida toda uma família. E é interessante que quando a gente vai falar sobre família espiritual, a gente vai expandir esses laços numa compreensão primeiro de afetos, mas depois numa compreensão crística de família. Quando a gente fala sobre família espiritual, a gente vai falar daqueles nossos afetos de já consolidados, não é? Normalmente, quando a gente faz essa diferença, existe essa explicação. Existem os laços da carne e os laços espirituais. Na nossa família encarnada, nós temos muitas vezes pessoas com as quais nós não temos laços de afeto tão profundos, estabelecidos ao longo de várias existências. E muitas vezes nós vamos encontrar essas pessoas fora dos nossos círculos carnais. Valéria é uma dessas para mim, minha família espiritual, pessoa que eu amo profundamente. A gente se reconheceu, a gente se encontrou até online, né, dando aulas online aqui na comunhão e é nossa, quanto tempo, que saudade, [risadas] né? Então, a gente fala desses laços que o amor já construiu ao longo de várias existências que quando a gente se encontra, a gente se reconhece, a gente sabe que ali está um membro da nossa família nesse amor que não precisa de explicação, não precisa de racionalidade. Há uma ressonância de alma, já a gente se reconhece. Mas quando a gente vai conversar com o Cristo, esse conceito de família é alargado ainda mais. E o Cristo vai nos chamar a considerar como família a família humana. Todos nós vinculados ao planeta Terra. E se nós estamos fazendo uma leitura espírita deste conceito, aí ele alarga ainda mais, porque a gente está falando

r a considerar como família a família humana. Todos nós vinculados ao planeta Terra. E se nós estamos fazendo uma leitura espírita deste conceito, aí ele alarga ainda mais, porque a gente está falando dos encarnados e dos desencarnados vinculados ao planeta Terra. Todos nós somos família. E daí vale um paralelo, né, uma comparação com a família encarnada mesmo, né, porque muitos nós teremos afinidades, facilidades, amor profundo e muitos nós teremos muitas dificuldades, como numa família. No entanto, quando a gente começa a ressignificar este olhar de entender a família humana como nossa família, a gente vai mudar um pouco o nosso comportamento. E aí o Rodrigo segue dizendo assim, ó. São todas as pessoas, todos que se aproximam de nós no nosso cotidiano, são todos eles integrantes da tua família espiritual, aos quais deve o contributo da fraternidade pelo imenso benefício que te trazem, possibilitando-te o aprendizado do amor e da paz. Não coloques assim limites ao teu âmbito afetivo, restringindo-o aos espíritos que a ti te enlaçam a família carnal. Ah, os mentores têm este hábito, né, assim como Cristo, complicar um pouco as coisas, né, assim, nesse sentido de que o nosso desafio de aprender o amor, porque nós precisamos aprender a amar, esse desafio vai além da nossa família em carnal, pais, filhos, enfim, tios. E ele vai ser expandido para que a gente compreenda que nossa família é a humanidade inteira. Nessa nessa semana, né, nessa última semana agora, nós temos visto, acho que todos nós vimos que há uma missão eh espacial da NASA com astronautas que saíram do planeta Terra, se aproximaram da Lua, deram uma volta na lua, conseguiram fotograf até o lado oculto da lua, que a gente não tinha conseguido ainda, e já estão voltando, vão entrar no planeta Terra de novo, aí provavelmente dia 10 amanhã. [limpando a garganta] E é muito incrível. Eu eu gosto muito de notícias, de astronomia, de, né, é difícil de compreender, mas é muito muito muito impactante. Mas uma das coisas que chamou mais

amanhã. [limpando a garganta] E é muito incrível. Eu eu gosto muito de notícias, de astronomia, de, né, é difícil de compreender, mas é muito muito muito impactante. Mas uma das coisas que chamou mais atenção foi logo que eles saíram, né, e estavam se encaminhando lá pra pra órbita da Lua. E é interessante observar que não é uma linha reta. Eles saíram da Terra e foram aproveitando o a gravitação do planeta Terra e da Lua para não gastar muito combustível e tal, enfim, para conseguir ir voltar. Eh, e tudo isso é muito incrível e quem consegue fazer isso é a família humana. E a gente conversando sempre fica pensando a confiança dessas quatro pessoas na família humana que fez cálculos. confiam tanto na nossa capacidade de fazer cálculos, na nossa capacidade de compreender a criação, como funciona a criação, porque a matemática, todas as ciências é essa compreensão do homem, das leis do universo, a compreensão de Deus também, a confiança, a fé, é lógico que tá certo. Vai dar, claro que vai dar certo. Tô confiando. Vocês não fizeram os cálculos. não conferiram. Bora, vai dar certo. E a gente fica assim incrível, né? F assim, será que eu dava conta, né? Assim, meu Deus do céu, né? E eles saíram da órbita do planeta. Mas eu tô falando tudo isso porque uma coisa me chamou bastante atenção e tem muito a ver com o que a gente tá conversando aqui. Em determinado momento, eles tiraram uma foto do planeta Terra, né? Tiraram várias, mas enfim. Um astronauta tirou uma foto que a NASA publicou nas redes sociais e alguém colocou a legenda. Olha só, uma foto de todos nós juntos. É uma foto da nossa família. Aquilo me emocionou profundamente pensando nesse texto. Quando eu fui estudar para fazer essa palestra, eu me lembrei disso. É a foto da nossa família, todo mundo junto. Nós estamos no mesmo lugar, nesse planetinha frágil no universo, viajando no universo. Por que que a gente briga tanto? Eu fiquei imaginando, né? Porque também nessa mesma semana a gente com notícias perturbadoras de guerras, eu fiquei

lanetinha frágil no universo, viajando no universo. Por que que a gente briga tanto? Eu fiquei imaginando, né? Porque também nessa mesma semana a gente com notícias perturbadoras de guerras, eu fiquei imaginando, falei: "Gente, nessa foto sai uma explosão sem precedentes. Por quê? Por que que a gente tá fazendo isso com a gente?" Uma foto de todos nós juntos. É essa dimensão que não é tão difícil assim da gente alcançar, que a gente precisa se conscientizar todos os dias, precisa dar certo para todo mundo, gente. Não tem no momento um outro planeta para nós. É aqui que a gente vive as experiências da nossa encarnação. É aqui que estão todos que nós amamos profundamente. A partir daqui que a gente experimenta o amor. É lógico que nós temos inúmeras e grandes diferenças, grandes e pequenas diferenças. Claro que temos, mas tem que ser neste panorama, nessa nessa certeza maior do que somos, da família que somos, que a gente precisa construir o cotidiano, um cotidiano que seja possível para todos nós da mesma família. É esse o chamado do Cristo. Compreendam que somos uma coletividade interdependente. E compreendendo isso, será menos difícil para nós aprendermos o respeito e na sequência o amor. aprendermos a conviver com o diferente, com o diverso, tendo espaço para todos e cuidando de um todo que serve a todos nós, porque o planeta serve a todos nós. Sem ele é inviável para todos nós. A vida não fica inviável só para quem eu não gosto. vida fica inviável para todos nós. A gente consegue compreender bem o conceito de família e da tolerância que é necessária numa família. Muitas vezesão, sabe como é que é, né, meu irmão, a minha irmã, sabe como é que é, né, família. Então, quando a gente diz isso, a gente tá ali expressando o quê? Concordo muito, me incomoda, mas eu reconheço que existe um laço afetivo, um laço maior, um laço que vale a pena ser mantido. E por conta deste laço amoroso, eu faço um esforço para contribuir. Eu faço um esforço para pacificar. O que o Cristo nos chama é que esse

afetivo, um laço maior, um laço que vale a pena ser mantido. E por conta deste laço amoroso, eu faço um esforço para contribuir. Eu faço um esforço para pacificar. O que o Cristo nos chama é que esse esforço transborde dos limites da nossa família encarnada e alcance o nosso convívio com todo mundo, absolutamente todo mundo. E aí o o Rodrigo continua dizendo assim: "O amor é a mensagem que espraia por todo o universo. Abre o seu coração a essa mensagem da vida e não te deixes limitar pelo egoísmo que sobesta no acanhado círculo das relações humanas. A fraternidade, o amor é este valor que quer se estabelecer como pilar na nossa vida, a caridade, o convite do Cristo. E muitas vezes a gente vai chorar lágrimas porque é difícil nós eh nós abatermos o pilar do egoísmo para no seu lugar estruturarmos o pilar da caridade como eixo existencial. O egoísmo vai dizer tudo para mim ou para os que me fazem a minha vontade, que pensam como eu, para os outros o extermínio. Então, se você não concorda comigo, você não merece [limpando a garganta] nada. Isso é o egoísmo. E como o Rodrigo chamou atenção aqui, ele vai se disfarçar, se disfarçar nas nossas atitudes, no nosso, porque a gente finge para nós mesmos que a gente muitas vezes não quer enxergar a crueldade que reside em nós. Não é o outro que é egoísta, sou eu. Como estabelecer uma conduta equilibrada e porque a gente confunde muitas vezes a caridade e a humildade com prodigalidade e subserviência e não é. Então, eu tenho que dar tudo para todo mundo e eu tenho que me humilhar para todos e deixar toda sorte abuso acontecer. Ninguém falou isso. E caridade não é isso. E humildade também não é isso. Humildade é ter consciência de quem se é, dos seus limites, mas das suas potencialidades. não se furtar, a usar as suas potencialidades para ajudar a todos, beneficiar a todos, não só a você mesmo, ultrapassando os limites do egoísmo, sem desejar paga em troca. E aí a caridade ela conversa, ela tá interligada com a humildade e é também saber estabelecer limites.

iar a todos, não só a você mesmo, ultrapassando os limites do egoísmo, sem desejar paga em troca. E aí a caridade ela conversa, ela tá interligada com a humildade e é também saber estabelecer limites. Olha, isso aqui eu não posso, isso aqui não tem condições, isso aqui eu não não tem como eu eu realizar. Este é o meu limite. Quando Jesus diz para que a gente apresente outra face quando formos agredidos, a interpretação dessa orientação, ela não é literal no sentido continue sendo agredido. Ela é no sentido de encontro formas equilibradas de fazer cessar a agressão. Não se resolve mal com mal ainda maior. formas de resolver este mal, de impedir este abuso de uma maneira equilibrada e sobretudo não se oponha a que o outro se retrate, se refaça, se reorganize. Não seja violento de volta. É isso que Jesus está nos pedindo. É compreensão e maturidade. Identifica em todo aquele que se acerca de você, sedento de luz, um componente querido da tua família espiritual, agasalhando-o no coração sem receios, sem exigências, sem preferências e em paz. Quando a gente chega aqui, é inevitável a gente não não é inevitável a gente lembrar, né? A gente se lembra da passagem do bom samaritano, quando Jesus conta a história do bom samaritano. E quando Jesus conta essa história do bom samaritano, é interessante porque tem um diálogo antes em que um religioso da época eh aborda Jesus e pergunta para ele: "Mestre, o que é preciso para ser salvo?" Como era um religioso, um conhecedor dos mandamentos? Jesus responde com outra pergunta: "O que diz a lei?" Porque Jesus sabia que a pessoa sabia o que tava escrito lá na lei. Amar ao próximo como a ti mesmo. Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo. E aí, eh, Jesus fala então com essa pessoa, respondeu bem, faz isso e você viverá. Isso basta para conquistar a vida eterna. Aí a gente tem que lembrar do Chico, né? Tem uma frase do Chico que diz assim que Jesus não pediu nada muito complicado, não pediu pra gente escalar o Evereste, só pediu pra gente amar uns

ida eterna. Aí a gente tem que lembrar do Chico, né? Tem uma frase do Chico que diz assim que Jesus não pediu nada muito complicado, não pediu pra gente escalar o Evereste, só pediu pra gente amar uns aos outros. E a gente para e pensa, mas será que o Evereste não não tá valendo? Tô achando porque não é complicado, porém é exigente de nós mesmos, de alteração, de autocontenção, de mudança, de não agredir de volta. Isso gasta um esforço nosso de procurar recursos diferentes do que a gente tá acostumado para reagir, de mudar certos comportamentos, muitos. Então é trabalhoso e desafiador, mas é o necessário para ser salvo. E aí a conversa não termina aí, né? A conversa de Jesus não termina aí porque o religioso não se deu por satisfeito, né? Ele queria continuar ali com aquela conversa com Jesus, desafiando o aquele que se dizia ser um mestre. que era de fato. E aí, eh, ele pergunta assim: "Mas quem é o meu próximo? Porque amarrar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo?" E aí ele pergunta: "Quem é o meu próximo?" era uma questão bastante sensível à época, que continua sendo uma questão bastante sensível hoje. Naquela época, o meu próximo era aquele que tinha a mesma religião e os mesmos conceitos dentro daquela religião, porque na religião também haviam dissidências, mas os que tinham os meus aqueles eram meus próximos a quem eu deveria ajudar. todos os outros poderiam ser largados de mão. E Jesus conta então a parábola do bom samaritano para responder essa indagação. E aí ele conta a história que uma pessoa viajava de até indo para Jerusalém e caiu na mão de bandidos e foi assaltada, largada no chão com toda maltrapilha. Não dava para saber quem era aquela pessoa. Isso é importante na história e é importante pra gente aqui agora porque era uma pessoa jogada no chão. Então eu não sabia qual era, né, as roupas todas rasgadas. Você não sabe se é qual é a orientação religiosa, se a pessoa é rica, se a pessoa é pobre. é uma pessoa machucada, jogada no chão.

a no chão. Então eu não sabia qual era, né, as roupas todas rasgadas. Você não sabe se é qual é a orientação religiosa, se a pessoa é rica, se a pessoa é pobre. é uma pessoa machucada, jogada no chão. E Jesus conta a história. Eu vou resumir aqui, nosso tempo já vai pro fim, mas Jesus segue falando que passaram várias pessoas ali e viram aquele cidadão jogado no chão, precisando de ajuda, às portas da morte. E Jesus elenca várias pessoas ligadas à lei e à religiosidade que passaram, viram aquela pessoa jogada no chão e seguiram o caminho. Ah, não é problema meu, né? até olharam, vê, não é problema meu. E passou um samaritano. Jesus faz referência ao samaritano porque era uma uma classe, uma classe de pessoas, uma classe social, uma classe étnica que era odiada, era vista como impura, era vista como inferior. E aí Jesus diz, o samaritano parou. Ele olhou aquela pessoa, desceu do cavalo, cuidou das feridas, mas viu que só aquele cuidado ali não ia adiantar. Colocou a pessoa no cavalo, interrompeu a viagem. Veja, o samaritano também tinha coisa para fazer. Ele não tava à toa. Cada signo dessa história, cada símbolo dessa história é importante. Jesus vai pontuando para nós. É lógico que a gente tá fazendo um monte de coisa no nosso dia a dia. E é o que o Rodrigo chama atenção aqui. Preste atenção ao seu redor, porque todo mundo que estiver no caminho faz parte do seu compromisso com Deus, de servir a Deus, amar a Deus sobre as coisas. O que eu tenho de material que sirva a Deus em primeiro lugar. Então eu vou interromper a viagem feito. O samaritano interrompeu e viu uma culpada daquela pessoa ali entendendo que aquela pessoa é o meu próximo, é a minha família que precisa de ajuda. Assim o samaritano fez, levou para uma hospedagem, colocou lá, falou com o hospedeiro: "Olha, tá aqui um dinheiro, se ele gastar mais do que eu tô pagando, na volta eu passo por aqui e saldo o resto." Ele tinha condições. o samaritano de fazer isso e fez dentro dos limites do que ele tinha, entendendo

um dinheiro, se ele gastar mais do que eu tô pagando, na volta eu passo por aqui e saldo o resto." Ele tinha condições. o samaritano de fazer isso e fez dentro dos limites do que ele tinha, entendendo que Deus é superior às coisas e que havia ali um chamado para servir. E ele amou a Deus e ao próximo. E aí Jesus pergunta: "Qual dessas pessoas foi o próximo daquele caído no chão?" Não restava opção a dizer o samaritano. E Jesus vai e diz assim: "Vai e faz o mesmo". E ele tá dizendo para aquela pessoa e tá dizendo para nós também sobre como seguirmos na vida. Não é sobre um despojamento total dos nossos bens, mas é sobre sabermos aplicar estes bens em favor do humano, da vida, da solidariedade, do bem de todos, no limite das nossas forças. Logicamente é que nós olhemos para as pessoas em necessidade e não coloquemos barreiras do tipo: "Ah, mas é meu amigo? Ah, mas pensa como eu! Ah, mas torce para tal time. Ah, mas eh tem esse ou aquele partido político. Se é um ser humano precisando da sua ajuda, é sua família e o endereço não está errado. Cabe a você a oportunidade de auxiliar, porque é uma oportunidade. Se a gente não quiser, paciência. Quem perde somos nós. Porque todas as vezes que a gente se dispõe a auxiliar alguém, a gente tem que lembrar daquela música, né, que fica sempre um pouco de perfume nas mãos que oferecem rosas e sabem ser generosas. A caridade atravessou primeiro por mim. Quem auxilia é sempre Deus. Os mensageiros de Deus, os anjos, muitas vezes nos convidam a ser sermos instrumentos das bênçãos do mais alto. Ó que coisa maravilhosa. Nós temos cotidianamente 1000 oportunidades de sermos parceiros dos anjos da guarda de alguém que vão ver a gente passando. Fala assim: "Não, com certeza. Vou pedir ali uma ajuda paraa Roberta que ela vai auxiliar o meu tutelado. E aí a gente faz um amigo, mais um amigo, vários amigos espirituais, inclusive, porque todos nós temos quem gosta de nós, encarnados e desencarnados. Quem faz um bem a alguém que eu amo ganha para sempre a minha gratidão.

migo, mais um amigo, vários amigos espirituais, inclusive, porque todos nós temos quem gosta de nós, encarnados e desencarnados. Quem faz um bem a alguém que eu amo ganha para sempre a minha gratidão. Eu acho que de desafeto já tá o suficiente o que a gente tem. Que a gente possa optar por semear afetos, simpatias, auxílio, compreendendo que é difícil mesmo ajudarmos uns aos outros, mas que não é necessário que a gente goste muito das pessoas para auxiliar-nos. Para auxiliar os outros, basta a nossa vontade, o nosso querer orientado, que a gente se permita amar, que a gente permita que o Cristo viva em nós, que a gente dê uma chance para a caridade no nosso cotidiano, na nossa vida, nas nossas ações. Esse é o convite do Rodrigo pra gente hoje. Um bom dia. >> Uma delícia, né? Vou sugerir que fechemos os olhos e vamos sentir todo esse amor, todo esse carinho que nos abraça, que nos conforta, que nos traz força e muita resignação. Vamos agradecer a Jesus, mestre, amigo de todas as horas que [roncando] nos envolve em seu amor. Vamos agradecer a Bezer Menezes, mentor desta casa, que também não desistiu de nós e que nos pede para seguirmos os passos do mestre querido. Vamos agradecer a dona Ivone do Amaral Pereira, essa senhora que dirige os trabalhos neste momento aqui neste salão e que [roncando] nos lembra que o erro não somos nós. nós cometemos erros, mas que podemos e sabemos amar. E cercados desse amor, desses luminares, nós vamos pedir licença para encerrarmos este momento, dando graças a Deus e graças a Jesus. Meus amigos, eu fico aqui no celular porque eu também converso com as pessoas online. Eu sempre lembro isso a vocês. Temos, antes que deu pedir paraa Denise levar vocês para tomar essa energia de amor, eh, que em forma de passe e o passe virtual, dá só alguns recadinhos. Aqui na casa nós temos grupos de apoio fraternos. Que grupos são esses? Se nós temos o grupo a colher, que na quinta e na sexta, que que significa esse grupo? Ela nos ajuda a trabalharmos em nós a

os. Aqui na casa nós temos grupos de apoio fraternos. Que grupos são esses? Se nós temos o grupo a colher, que na quinta e na sexta, que que significa esse grupo? Ela nos ajuda a trabalharmos em nós a ansiedade que todos temos, alguns em um grau um pouquinho maior. Então esse grupo funciona na sala 13 às 19 horas, tanto na quinta quanto na sexta. E é só chegar, não precisa passar em lugar nenhum, é ir direto. Temos o grupo Viver. Que grupo é esse? É um grupo que ajuda aqueles que estão pensando em desistir de si mesmo ou que tiveram alguém que amavam, que desistiu de si próprio? Eh, que também é na quarta-feira às 19 horas, na sala 14. E temos os grupos de dependência química, tanto na segunda quanto na quarta, na sala 13. E serve não só para aqueles que estão passando por essa situação de serem independentes, como paraos seus familiares também às 19 horas. E todos esses grupos é só chegar. Quem precisa conversar, trocar a ideia, nós temos o atendimento fraterno. De segunda a quinta, de 8:30 às 10:30 e de 15:30 às 21 horas. Na sexta tem um plus a mais aqui que é de 8:30 até 10:30, de manhã igual, mas de tarde começa às 13:30 e vai até às 21. Temos no sábado das 10 às 11:30 e de 15:30 às 19:30 e no domingo também de 17:30 às 19:30. E aqueles que não puderem vir presencial, não tem problema. É só mandar um e-mail paraa comunhão espírita que é da éda do dia da oo@comunhãoespíritatudojo.org.br br e pedir preciso de um atendimento, eu quero um atendimento e que vai ter o atendimento virtual. E agora a nossa querida Denise vai convidar vocês e eu vou pedir a gentileza de permitirem que aqueles que estão precisando retornar pro trabalho, vieram aqui só pegar um uma palhinha para poder ganhar forças e trabalhar, que sejam os primeiros a serem atendidos. em sequência aqueles que, como eu, né, tiveram muita coragem, vieram para cá primeiro, os mais antigos e depois os jovenzinhos, né, os demais que estão aqui também, tá? Então, sejam todos muito bem-vindos e que Jesus nos abençoe

mo eu, né, tiveram muita coragem, vieram para cá primeiro, os mais antigos e depois os jovenzinhos, né, os demais que estão aqui também, tá? Então, sejam todos muito bem-vindos e que Jesus nos abençoe a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual. da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, [música] guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais [música] dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada [música] no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, [música] abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus [música] corações. E também os mentores espirituais possam

oando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus [música] corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes [música] de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos [música] a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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