ASSISTÊNCIA PARTICULAR - Roberta Assis [PALESTRA ESPÍRITA]
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que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor, vibrando luz, buscando a ti. buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui para agradecer. >> Bom dia. Bom dia a todos. Muito bem-vindos a essa casa que acalma, que abraça, que conforta, que nos consola, que nos coloca no colo naqueles momentos em que nós mais precisamos. Para iniciarmos esse momento, eu vou fazer uma pequena leitura do Evangelho Segundo Espiritismo, que eu abri por acaso e acaso eu já aprendi que não existe. Eh, dai gratuitamente o que gratuitamente recebeste do capítulo 16, mediunidade gratuita. Item sete, os médiuns atuais, pois que também os apóstolos tinham mediunidade, igualmente receberam de Deus um dom gratuito, o de ser intérpretes dos espíritos para instrução dos homens, para lhes mostrar o caminho do bem e conduzi-los à fé. Não para lhes vender palavras que não lhes pertencem a eles médiuns, visto que não são fruto de suas concepções, nem de suas pesquisas, nem de seus trabalhos pessoais. Deus quer que a luz chegue a todos. Não quer que o mais pobre fique dela privado e possa dizer: "Não tenho fé porque não a pude pagar. Não tive o consolo de receber os encorajamentos e os testemunhos de afeição dos que planteio, porque sou pobre. Tal a razão porque a mediunidade não constitui privilégio e se encontra por toda parte. Fazê-la paga seria, pois, desviá-la do seu providencial objetivo. E eu agradeço, agradeço essa casa. Por isso, agora eu sugiro que fechemos os olhos. Vamos sentir esse conforto, esse consolo, esse carinho que provém desse mestre tão amado, tão querido, Jesus, nosso irmão, mestre dos mestres, bezerra de Menezes, amigo e mentor desta casa, que transformou a tua vida em um hino de amor, de abnegação, de conforto para todos nós e que hoje
, tão querido, Jesus, nosso irmão, mestre dos mestres, bezerra de Menezes, amigo e mentor desta casa, que transformou a tua vida em um hino de amor, de abnegação, de conforto para todos nós e que hoje ainda permanece aqui para nos auxiliar a construirmos em nós esse amor imenso. Agradeço a dona Ivone do Amaral Pereira. essa senhora que hoje, neste momento, nos dirige aqui neste salão, que fez de cada um uma das suas dificuldades, um hino de amor que transformou o seu viver, que nos permitiu enxergar que podemos construir em nós a melhoria de nós próprios, que podemos estender os braços, mas principalmente o coração. agradecidos a cada um por tudo o que tem nos oferecido, mas também por nos auxiliar a oferecermos de nós também aos outros. Nós vamos pedir a licença para iniciarmos este momento dando graças a Deus e graças a Jesus. Ei, meus amigos, eu tô com uma amiga querida aqui ao meu lado, né, que é a Roberta. E ela também vai conversar sobre algo que por acaso eu abri, assistência particular. Então, Robertinha, a palavra é tua. Bom dia a todas. Bom dia a todos. Eh, hoje a gente vai conversar com o Emanuel, né? Esse, essa mensagem tá no livro Encontro Marcado e ela tem esse título, assistência particular. E a gente fica assim pensando, né, do que que será que Emmanuel tá falando, né? E num primeiro momento falei: "Ah, deve ser da ajuda dos dos mentores com relação à gente e tudo". Sempre é, né, gente? Mas não especificamente. Emanuel vai conversar com a gente, vai nos chamar a atenção sobre um assunto de bastante delicadeza, mas é sobre o quanto a gente consegue se desdobrar no pequeno. Tem o pequeno e o grande, né? as grandes coisas, as nossas grandes responsabilidades, mas também as pequenas e particulares. É nesse sentido. E é interessante que a gente tenha a nota de entrada da nossa reflexão de hoje falando sobre a mediunidade, mas sobretudo sobre a gratuidade da mediunidade. Eh, nós não temos muita afinidade, eh, e causa para nós às vezes até um certo estranhamento, esse sentido da
lexão de hoje falando sobre a mediunidade, mas sobretudo sobre a gratuidade da mediunidade. Eh, nós não temos muita afinidade, eh, e causa para nós às vezes até um certo estranhamento, esse sentido da gratuidade. E ele vai est desenhado aqui na nossa mensagem de hoje também, que essa reflexão que Emanuel traz para nós, né? Assim, as bênçãos do mais alto, elas não nos pertencem, elas muitas vezes nós somos médiuns do amor de Deus sem nem saber. Porque se a gente lembra lá da conversa de Kardec e ele pergunta se todos somos médiuns e a resposta que ele recebe é que sim e que os espíritos desencarnados nos influenciam bastante, sendo muitas vezes eles que nos dirigem. E a gente costuma ficar bastante assustado com essa assertiva. a gente costuma eh colocar muita energia de medo nos espíritos desencarnados que porventura possam nos influenciar para o mal ou nos obsediar. No entanto, a gente precisa trazer essa questão. Eh, e hoje o nível de desenvolvimento tecnológico que a gente está nos permite entender essa questão com mais propriedade. A maioria de nós tem redes sociais. A maioria de nós está sob a influência uns dos outros. inclusive virou até uma profissão, influenciador. Ah, então é natural que nós consigamos ser influenciados e também influenciar. Nessa medida, as os espíritos desencarnados que se encontram também vinculados ao planeta Terra e nos acompanham, certamente nos influenciam, mas também são influenciados por nós. E nós todos temos em natureza essa possibilidade de trocarmos energias com a espiritualidade. E aí cabe a cada um de nós fazermos escolhas. Nas nossas redes sociais, nós fazemos escolhas com o grau da atenção que a gente dá, com aquilo que a gente curte, com aquilo que a gente lê mais. E aquilo é entendido pelos mecanismos das redes sociais como foco do nosso interesse e é entregue cada vez mais daquilo que a gente dá mais atenção, correto? Ah, com a influência espiritual se dá da mesma forma. Onde está o foco dos nossos pensamentos, onde está o foco da nossa
eresse e é entregue cada vez mais daquilo que a gente dá mais atenção, correto? Ah, com a influência espiritual se dá da mesma forma. Onde está o foco dos nossos pensamentos, onde está o foco da nossa atenção, onde está o cerne da nossa concepção da vida, aí também estarão as nossas companhias desencarnadas ressoando na mesmo no mesmo tom, no mesmo diapazão. E por que que eu tô fazendo todo esse preâmbulo? Porque nós muitas vezes somos chamados para sermos médiuns do amor no pequeno, no detalhe e naquilo que a gente ignora que estamos sendo médiuns do próprio Deus, porque Deus é apenas outro nome para o amor. E por isso que nós também damos como um nome para o amor a caridade. A caridade não a caridade como nós nos acostumamos a chamar a caridade como a dispensação do excesso de bens materiais que a gente tem. Muitas vezes quando a gente fala caridade a gente entende só isso. Eu dar bens materiais em excesso que eu tenho para aqueles que não têm. Caridade é muito mais do que isso. Caridade é profundamente um sinônimo do amor, do amor ágape, do amor que escolhe todos os dias amar toda a criação, mesmo na sua imperfeição. Em se tratando de nós, espíritos. Nós somos perfectíveis, mas ainda mais a nossa coletividade terrena aqui ainda bastante distantes dessa compreensão plena do amor. Mas muito embora estejamos distantes da compreensão plena do amor, não estamos distantes da possibilidade de, naquilo que nós já conseguimos, no pequeno, no detalhe, sermos médiuns do amor, da caridade em essência, da caridade fundante e escolha de aprendizado dos nossos dias. Paulo erige a caridade com uma virtude excelente. Fora da caridade não há salvação. A caridade, o amor é aquilo que vai nos redimir. O amor que se traduz nos nossos atos é ele que nos cura, é ele que nos pacifica. A dor, o sofrimento fazem parte da jornada, especialmente ainda se tratando nós, de espíritos imperfeitos que vamos errar, que não vamos acertar sempre. O que se pede nós não é perfeição. Os espíritos superiores, Deus não espera
rte da jornada, especialmente ainda se tratando nós, de espíritos imperfeitos que vamos errar, que não vamos acertar sempre. O que se pede nós não é perfeição. Os espíritos superiores, Deus não espera de nós perfeição. O que se espera de nós é perseverança, é não desistirmos. é levantarmos após a cada queda, é tentarmos novamente até que a gente consiga ter todas as virtudes, especialmente a caridade em proficiência, em excelência no nosso ser. Quando esse dia chegar para cada um de nós, nós poderemos repetir junto com Jesus: "Eu e o Pai somos um. Não no sentido de que seremos Deus, mas no sentido de que todo o nosso ser estará alinhado nas mínimas coisas e também nas grandes. Ao amor que rege os mundos, não só o nosso mundo, os mundos e os universos. Muito bem, mas Emanuel vai nos chamar a atenção para o grande, sem dúvida, mas também para o pequeno. E ele começa assim: Serás uma coluna sólida para a sustentação do Instituto de Fraternidade a que pertenças. No entanto, terás também a tua obra de assistência particular. Todos nós desempenhamos vários papéis. e alguns de muita importância que nos ocupam muito os dias, seja profissionalmente, seja na nossa família, onde quer que nós estejamos situados, nós temos atividades que são bastante importantes e bem claras para nós e temos que desempenhá-las com o nosso melhor. Mas não é só isso. E aí, Emanuel vem chamar a atenção para o pequeno, para o detalhe. Não te limitarás, contudo, a desfazer os obstáculos de natureza estritamente material. transportarás contigo os tesouros do coração em disponibilidade constante, de tal maneira que os outros possam sacar da tua alma as cotas de amparo moral, de que precisam para o desempenho das tarefas que a vida lhes assinala. Nós, uma vez conscientes de que queremos o aprendizado do amor, entendendo a caridade, o amor em ação nas nossas vidas como roteiro de iluminação, roteiro de pacificação de nós mesmos, roteiro de equilíbrio, nós então teremos esse lugar que o Emmanuel nos fala,
r, entendendo a caridade, o amor em ação nas nossas vidas como roteiro de iluminação, roteiro de pacificação de nós mesmos, roteiro de equilíbrio, nós então teremos esse lugar que o Emmanuel nos fala, nós transportaremos conosco tesouros do coração em disponibilidade constante, qual pequenos celeiros onde as pessoas podem vir e receber de nós um pouco de amparo, não necessariamente o material. Claro que cabe a nós também realizarmos a caridade material, né? Eu não canso de chamar a atenção. É quando a gente está falando da caridade, a gente sempre quer chamar a atenção pra caridade é muito mais do que simplesmente a beneficiência ou a caridade material, mas ela ainda é bastante necessária, especialmente no mundo como o nosso, em que nós somos capazes de produzir alimentos para alimentar a toda a população do planeta. E ainda assim, milhares de irmãos nossos morrem de fome todos os dias. Nós, cada um de nós individualmente já toma para si isso com alguma dor, essa consciência dessa situação, com alguma dor. Então, façamos o que podemos. sempre é bem-vinda à caridade material, mas ela é só uma parte, um degrau de uma escada que se erige para muito mais, mas que não é impossível de realização. Exigirá de nós disciplina e exercício constante de autoeducação. Porque Emmanuel vai vir falando aqui vários exemplos. Começarás no ambiente doméstico, ouvirás com paciência as opiniões contraditórias do parente difícil e prestará o serviço nas circunstâncias que te exijam, incluindo encargos humildes considerados de servidão. pequeno da nossa casa, de termos paciência com aqueles que convivemos, com aqueles que muitas vezes a gente vê eh a temos resistente em mudar de comportamento. Teremos a paciência de lidar da melhor forma e escolhermos as melhores palavras ou ainda o silêncio, se não houver oportunidade de um diálogo construtivo, um silêncio que espera o tempo do outro, porque a gente vai se lembrar que Deus também espera o nosso tempo e nós temos sido ao longo das nossas existências e
r oportunidade de um diálogo construtivo, um silêncio que espera o tempo do outro, porque a gente vai se lembrar que Deus também espera o nosso tempo e nós temos sido ao longo das nossas existências e ainda nessa bastante temosos com relação à aquilo que nos favoreceria. E nós ainda não fazemos por pura temosia, por puro apego ao orgulho e ao egoísmo. A gente é bastante reticente em largar, em renovar atitudes que são egoístas e que são orgulhosas. E a gente disfarça essas atitudes de nós. Pequenos atos de caridade são nós permitirmos que os outros sejam tal qual eles são e não como a gente gostaria que eles fossem. Deus se expressa em cada um de nós de maneira única. Somos todos centelhas divinas. Só encarnados. A gente repete isso com alguma frequência. Só encarnados estamos algo em torno de quê? 7 8 bilhões de pessoas. Deus se expressa pelo menos. E é bem pequeno esse número, muito embora para nós seja gigante de 8 bilhões de formas diferentes para falar só dos encarnados. Porque se todos somos e todos somos mesmos centelhas divinas, expansão do amor de Deus, todos nós expressamos Deus na nossa frequência. Então, todo ser precisa ser respeitado na sua condição existencial, sobretudo no seu direito de existir, de ser, de viver, de conviver. Mas a gente orgulhosamente acha que sabe o que é melhor para Deus e todo mundo. Deus inclusive. A gente tem uma mensagem que sai para mim com frequência no meu livrinho da manhã, né? Eu deixo um livrinho para ler todas as manhãs e tem uma frase que sai para mim com alguma frequência. Você em vez de se colocar nas mãos de Deus, age como se Deus tivesse nas suas mãos. A gente quer falar: "Não, Senhor, olha, é aqui que você tem que fazer isso, tá? Por favor, providencia aqui, ó. Ó, tem atenção, porque nos colocarmos nas mãos de Deus é sobretudo um exercício de humildade, de entrega, de confiança. O orgulhoso, o egoísta tem muita dificuldade de confiar. O orgulhoso acho que só do jeito dele dá, vai dar certo. De outro jeito é impossível. E Deus tem tantos caminhos
ade, de entrega, de confiança. O orgulhoso, o egoísta tem muita dificuldade de confiar. O orgulhoso acho que só do jeito dele dá, vai dar certo. De outro jeito é impossível. E Deus tem tantos caminhos insuspeitos para nos levar aonde a gente precisa ir. É preciso um salto de fé, é preciso um salto de confiança. E para isso a gente vai ter que ir abrindo mão de um querer controlar tudo, porque a gente não controla nada, dessa ilusão orgulhosa de que a gente controla qualquer coisa porque não controlamos nada. e começarmos a dançar esse balé com a vida numa atitude mais receptiva. Ainda que seja difícil, a vida sempre quer nos beneficiar e Deus não nos faltará. O salmo é verdadeiro. O Senhor é meu pastor e não me faltará. Então, eu posso fazer saltos de confiança e me jogar nos colos, no colo Deus. Eu fiz o melhor que eu podia. O resto do Senhor tá nas suas mãos. Eu não compreendo e nem dirijo o mundo. Então, eu confio em Deus. é humildade. É preciso que a gente tenha confiança na riqueza da misericórdia divina, mas nós estamos acostumados a funcionar no egoísmo, num ambiente de escassez. O que que a gente faz? A gente retém, a gente segura. Primeiro para mim e para os meus. A gente para de compartilhar. A misericórdia nos chama num ambiente de escassez, ao contrário, a sermos fraternos. E Jesus faz o quê nesse particular? Na passagem em que narra a multiplicação de pães e peixes, é preciso que a gente tenha atenção aqui. Os discípulos chegam para Jesus bastante preocupados, falando: "Olha, a gente só tem aqui esse pouco de peixes e pães e tem uma multidão para comer. Não vai dar. O que que a gente faz? Nós numa situação feito essa, a gente já ia logo escondendo, né, gente? Não vamos aqui esconder para ninguém ver que a gente tá com comida, porque não vai dar para todo mundo mesmo. Pelo menos a gente segura aqui e a gente come, enfim, vida que segue. Jesus faz o quê? É tudo que vocês têm, esses pães e esses peixes? E os discípulos falam: "Sim". E eles conseguem nesse momento fazer esse ato
a gente segura aqui e a gente come, enfim, vida que segue. Jesus faz o quê? É tudo que vocês têm, esses pães e esses peixes? E os discípulos falam: "Sim". E eles conseguem nesse momento fazer esse ato de confiança. É tudo que a gente tem tá aqui, ó. Tá aqui naquele dia, Jesus pegando o pouco de cada um, transformou em abundância e todos se alimentaram com fartura. A misericórdia divina pede o mesmo de nós. A providência divina pede o mesmo de nós. Que a gente traga tudo que a gente tem a compartilhar e Deus fará o resto. Então, se a gente tá fazendo tudo que a gente pode, Deus fará o resto. É preciso que a gente tenha esse salto de confiança e de fé. Estabelecido tudo isso, a gente vai no nosso cotidiano refundar o nosso comportamento. E é disso que Emanuel tá falando. Não é porque a gente tá fazendo grandes coisas, cuidando da casa, né, sendo os responsáveis pelo lar ou eh sendo os responsáveis pelo trabalho, grandes trabalhos, enfim, tudo isso é ótimo e maravilhoso e a gente precisa fazer mesmo. Mas no pequeno, na assistência fraterna no lar, no trato com as pessoas na rua, nós precisaremos ser gentis. E Emanuel vai desdobrando aqui na passagem. Eu fica o convite para vocês visitarem o livro, tá? A gente tem na internet, encontro marcado, assistência particular. Vocês leiam uma mensagem inteira. Mas Emanuel vai enumerando vários passos cotidianos da vida e vai nos dizendo: "Olha, seja gentil, seja a sua melhor versão." Seja na rua ou no ônibus, não te recusarás a estender o braço amigo ao doente ou à criança sob o pretexto da falta de tempo. Abster-se a de tomar a atenção dos balconistas quando o horário de trabalho esteja findo, ponderando que eles possivelmente estarão presos a compromissos familiares que nunca te pesaram no ombro. E por aí vai. É no detalhe, é na gentil, a gente presta atenção. Por exemplo, quando a gente tá num caixa de mercado, a gente consegue, a gente visualiza o rosto daquela pessoa que tá nos atendendo. A partir de hoje a gente vai e a gente
il, a gente presta atenção. Por exemplo, quando a gente tá num caixa de mercado, a gente consegue, a gente visualiza o rosto daquela pessoa que tá nos atendendo. A partir de hoje a gente vai e a gente vai dar um bom dia, um boa tarde para além do mecânico, porque a nosso serviço particular, porque para sermos fiéis no grande, precisamos ser fiéis no pequeno. Para merecer os grandes desafios de superação, precisamos dar conta dos pequenos. E a gentileza, a gentileza é um desdobramento da caridade. A gentileza é filha da paciência. A paciência que é tantas coisas, é uma virtude passiva no sentido de esperarmos com bom ânimo aquilo que a gente deseja que se realiza. Sim, é, mas é também uma virtude ativa no sentido de que nós vamos compreender que aquilo que está e espera e não é para agora permanece no tempo de Deus, no tempo oportuno, mas resta ainda na nossa esfera de ação e no nosso tempo em nossas mãos, muito a fazer. E lógico que a gente tá confrontado por dores. Isso não nos dará a justificativa de sermos cruéis uns com os outros. Porque todos nós, irmãos encarnados na terra, estamos atravessando os nossos fardos. Todos nós carregamos dores. É isso que Emanuel tá chamando atenção aqui. Então, sejamos gentis com o outro, porque a gente ignora a dor do outro, que talvez seja ainda maior que a nossa. Não custa nada sermos gentis. Custa a nossa autoeducação, a nossa reforma íntima. é nós sabermos que a nossa questão está encaminhada a Deus e em tudo o que resta eu vou colocar a minha melhor versão. O que que eu vou fazer enquanto eu espero aquilo que eu estou desejando tanto acontecer? Eu vou encher os meus dias com as melhores ações que eu tiver. Eu vou ser gentil com todos que eu encontrar. Porque nesse momento da gentileza, nós estamos sendo os médiuns do amor. Estamos nos deixando influenciar por tantos mentores que também estão espalhados nesse mundo afora, auxiliando a nós. Voltando ao exemplo do caixa do mercado, às vezes o anjo da guarda da pessoa tá ali só esperando alguém que esteja
por tantos mentores que também estão espalhados nesse mundo afora, auxiliando a nós. Voltando ao exemplo do caixa do mercado, às vezes o anjo da guarda da pessoa tá ali só esperando alguém que esteja sensível o suficiente para uma palavra que aquela pessoa precisa receber. E para ela ver que ela não é mais uma coisa, ela não é parte daquela máquina que registra os preços e cobra as coisas. Ela é um ser humano e o outro ser humano que passou por ali conversou com ela, enxergou que ela tá ali. Isso faz muita diferença. É no pequeno, é no detalhe que a gente vai se transformando. E muitas vezes, pessoal, muitas vezes mesmo, a o principal exercício que a gente precisa fazer é esse das pequenas gentilezas, é nos educarmos a sabermos suportar a nossa parcela de sofrimento. Claro, vamos chorar as nossas lágrimas, mas de não fazer disso um peso para toda a comunidade, muito antes ao contrário, porque suportamos as dores que suportamos, conseguimos entender o outro. Muito contribui num ambiente de nervosismo aquele que consegue manter a paz, manter o equilíbrio. E será justamente esse o médium dos mentores ali tentando ajudar aquela coletividade. Nos eduquemos para sermos essas pessoas. Lembrando que fica sempre um pouco de perfume nas mãos que oferecem rosas e sabem ser generosas. Se o bem, se a boa palavra de bom ânimo que a gente espalha desce do mais alto na nossa intuição e nesse momento somos médiuns do amor, se as nossas melhores palavras são inspiradas pelo mais sagrado que existe e nós a ofertamos aos nossos irmãos em jornada, em caminhada, gratuitamente, porque não nos pertence, certamente. A nossa alma permanecerá perfumada e equilibrada, porque todo aquele que oferta algo precisa mergulhar nessa energia antes de poder transbordar para o outro. Que escolhamos transbordar o melhor que tivermos através da nossa querida irmã gentileza. Um bom dia para todos. Obrigada, Roberta. Que consigamos deixar o perfume nas nossas mãos. Também vou sugerir que fechemos os olhos.
rdar o melhor que tivermos através da nossa querida irmã gentileza. Um bom dia para todos. Obrigada, Roberta. Que consigamos deixar o perfume nas nossas mãos. Também vou sugerir que fechemos os olhos. Vamos sentindo que todo esse amor nos penetrou e que esse perfume nós vamos conseguir espalhar ao nosso lado, a nossa volta e às vezes até um pouquinho mais distante. Vamos agradecer ao nosso mestre querido por este momento em que olhamos para dentro de nós e procuramos esse amor imenso que provém do nosso pai. Vamos agradecer a Bezerde Menezes que encontrou esse amor e por seu exemplo nos auxilia a segui-lo. Vamos agradecer a dona Ivone Damarel Pereira que conseguiu transformar cada um dos seus erros, cada um dos seus percalços. em exemplo de superação de si própria, que conseguiu transformar em amor, amor a cada um de nós. Vamos agradecer por estarmos aqui agora sentindo toda essa vibração amorosa e vamos lembrar daqueles que porventura estejam sofrendo por qualquer motivo que seja. Vamos lembrar que podemos dar carinho ou no mínimo compreensão a mesma que pedimos para conosco. Assim, mais tranquilos, mais serenos, nós vamos dizer obrigado, Senhor. Graças a Deus e graças a Jesus. Meus amigos, foi um prazer, né, ter a Roberta aqui. Mas além disso, caso vocês queiram, antes de ir pro passe, nós temos a casa oferece o atendimento fraterno de segunda a quinta, de 8:30 às 10:30 e de 15:30 às 21. Na sexta é um pouquinho mais, é de 8:30 às 10, mas de tarde é de 13:30 às 21 horas. Sábado de 10 até 11:30 e de 15:30 às 19:30. E agora voltou, eu já tenho falado isso, o domingo de 17:30 às 19:30. Mas aqueles que não podem vir, não fiquem triste. Nós temos o atendimento online também. É só mandar um e-mail paraa comunhão. Qualquer coisa tem no site, mas é dal@comunhãoespíritatudojo.org.br, que aí vocês podem receber em casa. E a comunhão convida a todos, todos para mostra de arte e cultura espírita. que vai acontecer nos dias 5, 6 e 7, no dia 5, que é uma sexta, de 18 às 22 horas, no dia 6, que
ocês podem receber em casa. E a comunhão convida a todos, todos para mostra de arte e cultura espírita. que vai acontecer nos dias 5, 6 e 7, no dia 5, que é uma sexta, de 18 às 22 horas, no dia 6, que é um sábado, de 10 às 22 e no dia 7 de setembro é domingo, das 12 às 21 horas. Tem almoço, tem pastel, tem torta, tem bombom, tem cultura, tem um monte de coisinha que fizeram também. E para quem gosta de comer, que nem que eu, é muito bom. E quem quiser também se divertir olhando os livros ou o que os artesãos da casa fizeram ou doaram, também vão se divertir um monte e além de vir por teatro poder apresenciar que vai ter teatro e tudo mais. Então são todos muito, muito bem-vindos. E agora a nossa querida Denise vai convidar vocês para irem pro passe. O tem o passe virtual e o passe presencial. E eu peço a gentileza, embora nós não sejamos muitos aqui presentes, mas se porventura qualquer coisa dê vaga sempre para aqueles que tm que voltar correndo pro trabalho primeiro e depois os outros como eu que tiveram coragem de vir para essa encarnação logo, né? E seguir de exemplo, servir de exemplo para os demais. E aí os aqueles mais novos, os jovenzinhos, que hoje não temos aquela menininha bonitinha aqui, mas temos várias outras meninas bonitinhas também. Então, sejam todos muito bem-vindos e que tenham um excelente dia. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável,
tilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente,
das, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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