T7:E22 • Autodescobrimento • Viciações mentais (parte 1)
No episódio 22 da sétima temporada da série "Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis", Gelson Roberto, Marluce Renz e Guadalupe Amaral apresentam o estudo do capítulo 9 da obra "Autodescobrimento: Uma Busca Interior", de Joanna de Ângelis. Intitulado "Viciações mentais", o episódio foca nos itens "Insatisfação" e "Indiferença", abordando como essas posturas mentais negativas podem comprometer o equilíbrio emocional e espiritual, além de enfraquecer a capacidade de viver com plenitude. Os apresentadores discutem os impactos dessas viciações na vida cotidiana e como superá-las. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #autodescobrimento #viciaçõesmentais #insatisfação #indiferença #equilibrioemocional #equilíbrioespiritual
nossas saudações nesse momento a todas nosos irmãos que nos assistem um grande abraço bem-vindos a esse encontro esse momento especial de estudo da série psicológica Joana de Angel aqui com a gente a malúcia Guadalupe né para poder colaborar nesse estudo que hoje Versa sobre viciações mentais Capítulo 9 do autodescobrimento e hoje trabalhar então dois temas do Capítulo que é insatisfação e indiferença então que possamos né contar com o Amparo do nosso mestre Jesus da Inspiração da benfeitora em favor do nosso estudo e dando já as boas-vindas né Guadalupe e Marluce acheo interessante esse início do Capítulo que é subs satisfação onde ela vai trabalh o tema mas ela começa iniciando dessa necessidade né da mente se renovar e ela fala usa um termo que ela não é a primeira vez que ela usa que é reprogramar se a mente reprogramação da mente né eh como é que você vê isso né porque ela vai falar também de Uma Mente mal desenvolvida né ou que não tá pronta ou entorpecida começar a falar isso para chegar nessa ideia de insatisfação eu achei interessante e Seme os títulos que ela dá né se no outro Capítulo é sicários aqui ela fala de viciações né que é um termo bastante forte assim pensando nessa ideia do vício aquela coisa repetitiva que vai produzindo dano na gente né e e a partir do título é que ela para mim ela começa a dizer né Então dessa necessidade de reprogramar que é interessante isso né mas reprogramar o quê O que que precisa ser reprogramado aí e aí ela segue ali né na primeira frase hábitos longamente mantidos né viciações sustent por longo prazo acomodações psicológicas acontecimentos de atitudes justificadas por mecanismo de evasão do Ego tornam-se outra forma de natureza nos automatismos da própria natureza né interessante essa forma como ela coloca eh que a gente vai por por coisas que vamos mantendo ao longo do tempo criando né uma segunda natureza vamos dizer assim que depois precisa precisa ser desfeita reprog amada né achei bastante eui várias vezes aqui né isso para
coisas que vamos mantendo ao longo do tempo criando né uma segunda natureza vamos dizer assim que depois precisa precisa ser desfeita reprog amada né achei bastante eui várias vezes aqui né isso para entend tu acha que a insatisfação é esse tipo de segunda natureza esse automatismo que ela tá chamando de viciação é um vício aação se tá num vício porque depois ela vai chegando vai desenvolvendo o pensamento dela e vai dizendo E ela e ela vai trazer um tema que todo que nos toca todos né quem aqui não se sente insatisfeito mas ela traz insatisfação Não assim A ah como algo trivial como a gente pode tentar olhar não ela tá trazendo depois realmente como algo que precisa ser reprogramado porque parte de uma visão equivocada que a gente tem da vida né então achei bastante eu tive que reler algumas vezes para entender esse essa essa estrutura de pensamento dela aqui Uhum eu eu achei bem forte a questão viciações mentais forte e apropriada Justamente por isso que que tá trazer né do vício quando a gente traz os vícios eh de de drogadição enfim e o quanto eh isso também se correlaciona com o que ela tá falando aqui porque começando com a insatisfação né Principalmente Quanto mais a pessoa busca mais ela se sente no caso aqui insatisfeita né como Aquela questão do vício que tu busca e cada vez tu tá mais aprisionado e isso traz uma grande sensação de vazio e o quanto a viciação mental aqui insatisfação indiferença leva também para esse vazio porque tu busca em um lugar que não é o adequado né então eu eu me parece num primeiro momento esse mesmo mecanismo né onde tu fica num círculo vicioso eh insatisfeito e sem mudar então a necessidade como ela começa ali a necessidade de reprogramar de olhar para isso de mudar esse padrão de de olhar para essa consciência entorpecida Ela É urgente E aí eu fico perguntando né me me perguntando aqui quando eu tava lendo como é para essa pessoa sair desse lugar né o quanto é difícil para as pessoas que que vibram nesse padrão de pensamento
urgente E aí eu fico perguntando né me me perguntando aqui quando eu tava lendo como é para essa pessoa sair desse lugar né o quanto é difícil para as pessoas que que vibram nesse padrão de pensamento conseguir dar esse esse salto e sair realmente desse lugar de insatisfação e indiferença e o quanto é necessário o comprometimento esse olhar paraa nossa realidade espiritual para realmente ah ver que tem uma saída né perceber que não tem por vibrar num lugar de insatisfação né enquanto um vício Mental é pensando Então nesse processo todos estão falando a partir do que a benfeitora coloca e ela vai trazer isso também em vários momentos né da da da da obra dela que ela vai sempre dar uma visão evolutiva né em vários momentos ela vai dar esse processo aonde essa caminhada né antropológica espiritual vai se se dando na jornada do espírito e então a gente pode pensar que esses hábitos né Eh automatismos mentais esses hábitos parciais e limitantes fazem parte justamente dessa mente entorpecida ou mal desenvolvida essa mente essa consciência de sono como ela coloca em outros momentos tá então uma consciência não desperta entorpecida eh que não se desenvolveu plenamente porque quando está plenamente desenvolvido a benfeitora coloca que as coisas de maneira eh favorável eh e e e as coisas de uma certa maneira corresponde né numa numa fluidez e uma Harmonia eh entre o movimento da vida e a nossa postura interna então é claro que essa mente entorpecida mal desenvolvida é uma mente em desarmonia né E aí eu fico pensando se esses hábitos adquiridos ainda de de maneira ilusória já é a própria insatisfação ou a insatisfação é um outro hábito que decorre desses padrões mentais limitados que a gente vai construindo ao longo da nossa jornada espiritual né porque a gente vai vendo assim padrões vários né que envolvem eh formas de lidar com a vida né limitados egoísta fantasias Ilusões né padrões de medos de reações agressivas e assim por diante né Di tem uma série de de de de de comportamentos que ficam estratificados
ormas de lidar com a vida né limitados egoísta fantasias Ilusões né padrões de medos de reações agressivas e assim por diante né Di tem uma série de de de de de comportamentos que ficam estratificados né arraigados na nossa vida né e impedindo a gente de avançar então a insatisfação é por uma tensão entre esse processo de busca do que é maior e eu não consigo ção desses hábitos negativos ou insatisfação já é o próprio hábito negativo que permanece dentro de mim Eh impedindo eu de ser feliz a excelente pergunta né J porque eu fiquei pensando né Tá mas a insatisfação não é uma coisa eh boa em determinados momentos né então eu acho que ela pode ser vista dessa dessas duas maneiras quando tem algo que não tá bom não vem essa esse sentimento de insatisfação e eu isso pode me movimentar para mudar as coisas né não tô satisfeito com o meu peso Então tá vamos lá fazer uma dieta e chegar naquilo que faz eu me sentir bem mas tem um tipo de insatisfação que ela tá trazendo aqui que aí é uma insatisfação que vai gerando uma série de consequências porque eh tem algo na forma como a gente olha o mundo que faz com que e as coisas nunca sejam suficientes pra gente então quer como eu disse ah então não tá bem eu fico trocando de carro eu fico trocando de trabalho eu fico trocando de companheiro eu fico fazendo então é é uma insatisfação por uma falta de consciência da forma como eu tô olhando a vida né então eu tenderia a pensar que são duas coisas assim um nível de insatisfação que nos movimenta que diz bom isso não tá legal vai e muda mas o que ela tá trazendo aqui por isso como viciação eu acho que é uma maneira de estar no mundo olhar o mundo né em que a pessoa não consegue fica tudo muito projetado fora né Há uma desconexão com o mundo interno e ela não entende o que tá o que não tá o vazio tá ali dentro não não diz respeito à coisas ali fora né e me parece que vem com uma voracidade muito muito intensa e essa questão de não ter uma uma autoimagem correta não se perceber como tu já
vazio tá ali dentro não não diz respeito à coisas ali fora né e me parece que vem com uma voracidade muito muito intensa e essa questão de não ter uma uma autoimagem correta não se perceber como tu já trouxeste né então Eh realmente eh eu eu vejo muito ligado essa essa voracidade em relação ao mundo a a pedir que o mundo dê as coisas a projetar no mundo suas ins satisfações e uma uma uma perda de conexão consigo que tem muito a ver com aquele Capítulo anterior que a gente eh conversou no no outro dia sobre a não percepção da realidade espiritual dos seus verdadeiros valores né E essa transferência vai fazendo a pessoa essa projeção vai fugindo e continua cada vez retroalimentando eh essa insatisfação com o mundo e consigo né então tem a questão das frustrações da vida que são inerentes da vida né porque uma certa maneira nem tudo que eu quer eu consigo nem tudo que eu gostaria de poder eu posso nem tudo que eu invisto da certo então a frustração de uma certa maneira faz parte da realidade né desse desse processo de aprender a viver eh e por isso que eu acho que J fala da harmonia né quando a mente começa a a está pronta né ela consegue eh dialogar com esses elementos né e com discernimento com crítica avaliação E aí ela não fica decepcionada nem tão frustrada diante das limitações inerentes a a ao nosso caminho e e tem essa condição daí já que é uma patologia ess Esse vício mental da insatisfação já é uma patologia que uma questão de postura né interna é um padrão que que se opõe Justamente a essa harmonia interna que é um desassossego né gente a pessoa fica né tá sempre mesmo que as coisas estejam boas a que tá a pessoa insatisfeita né ela não consegue aproveitar a vida né Porque mesmo que as coisas não estejam boas ela como ela tá insatisfeita ela não consegue viver o presente e nem tirar o sabor de cada coisa eu eu eu vejo assim vários casos e que a insatisfação é uma é algo mais presente do que do que a gente imagina mais comum no nosso na vida e às vezes ela consciente né porque não é essa
de cada coisa eu eu eu vejo assim vários casos e que a insatisfação é uma é algo mais presente do que do que a gente imagina mais comum no nosso na vida e às vezes ela consciente né porque não é essa frustração consciente Ah tô incomodado é uma é um é algo lá dentro que às vezes a pessoa não se dá conta então eu fico assim ou exigentes demais ou irritadas e não sabe por que tá irritadas ou de uma certa maneira invejosas ou incomodadas com as coisas né de interfere no humor ter fé na na capacidade delas às vezes não tem paciência por quê Porque tão insatisfeitas e não se dão conta disso eh eu lembro de um de um caso de uma de uma pessoa que ela ela queria muito eh casar e e e e ter filhos né e conseguiu eh e só que ela tinha uma dificuldade né que que tem a ver com essa autodepreciação que juna coloca né de se aceitar de reconhecer e criou um núcleo muito infantil de uma como se fosse uma criança exigente né que que quer demonstrar que tá tudo bem na vida para não ter para mascarar no fundo os medos e limitações dela então isso fo foi gerando o conflito interno que ela tava sempre tendo que dem mostar se exigindo mais do que que podia criando uma Persona uma imagem de adequação que ela não sustentava E ao mesmo tempo então Eh infeliz porque ela acabava eh se se colocando numa condição que ela não poderia criando inconscientemente para compensar um grau de exigência em relação a aos outros já que eu dei já que eu tem que me mostrar perfeita né né E ela ficou uma fantasia que ela era muito Justa e legal com o mundo mas o mundo não era legal com ela mas na verdade não era o mundo que não é legal é ela que se punia se vigia de maneira enlouquecida e inadequada E aí ficava uma carência interna e isso que a ag falou essa voracidade então ela conseguiu tudo aquilo que ela queria mas eh paraa surpresa dela aquilo não não nutria não realizou e ela começou a ficar irritada com com o filho impaciente com o filho exigente com o esposo e e por mais que el ele tentassem preencher a vida dela o cara adequado o
aquilo não não nutria não realizou e ela começou a ficar irritada com com o filho impaciente com o filho exigente com o esposo e e por mais que el ele tentassem preencher a vida dela o cara adequado o filhinho Crescendo com saúde aquilo mais incomodava ela e ela foi adoecendo cada vez mais porque havia esse essa mente aqui como diz Joana mal desenvolv vida desencontrada com ela mesmo né Eh eh é uma é uma pessoa que não que não não consegue encontrar valor E aí acaba criando essa expectativa e compensando essa infelicidade através de exigências infantis e incômodos em relação ao mundo quando ele se Atravessa no seu nos seus movimentos então é uma pessoa que nunca tá feliz né Essa satisfação realmente se torna uma condição neurótica né constante como um transtorno de personalidade é acho isso é bem bem bem mais comum mesmo do que a gente imagina né Essa insatisfação isso me faz pensar também que uma porque a a Joana nos convoca aqui né quando ela fala muito dessa questão da autodepreciação né da nossa autoimagem como a gente se vê eu fico pensando também que uma das questões da da das insatisfações é que como eu me distancio muito de mim eu nem sei mais Quais são meus valores eu tendo a comprar os valores que vem de fora né achando que aquilo vai suprir questões minhas né Então vem essa questão da comparação de eu me comparar com outro então se eu tiver o que o outro tem se eu for parecido com que o outro é né eu vou me perdendo e e isso vai gerando uma satisfação muito grande porque não tá conectado com aquilo que é verdadeiro dentro de mim né então não tem não tem nada nem ninguém que possa dar conta desse nível de insatisfação né Assim como ninguém nos dá felicidade né ninguém pode dar um sentido e aí ela diz uma coisa né como a gente tende a ter essa autoimagem ela fala autoimagem incorreta né que vai ali pela autopiedade ou autopunição né então isso tudo eh vai gerando esse mecanismo que ela vai colocar ali né que a gente vai transferindo fugindo e e e e e não
fala autoimagem incorreta né que vai ali pela autopiedade ou autopunição né então isso tudo eh vai gerando esse mecanismo que ela vai colocar ali né que a gente vai transferindo fugindo e e e e e não encontra um não encontra sossego que é exatamente o que o vício dá na pessoa né ela fica o tempo todo num desassossego muito grande né ela tem Breves momentos de tranquilidade depois então essa essa ideia da reprogramação A partir dessa ideia da viciação ela é muito muito forte né essas imagens que Joana atrás aqui e essa essa questão que que também vocês estão trazendo o quanto é um padrão porque eu tô insatisfeita comigo aí eu tô insatisfeita com o filho eu tô insatisfeita com o trabalho eu tô insatisfeita com parceiro eu tô insatisfeita com a fila do supermercado eu tô então é realmente é um vício onde a pessoa se eu me lembro do do sísifo né onde a pessoa ela realmente tá aprisionada em um padrão onde ela não vive né ela vai ali eh deixando a vida o o bonito da vida se esvair pelas mãos e em em um padrão realmente muito adoentado mas né o patologizar também tem né Essa função paraa alma então eu eh entendo né que chega o momento que o exaustão realmente eh força a pessoa a mudar esse padrão Ou um grande uma um um grande acontecimento na vida psíquico né alguma grande chamada enfim e aí vem essa chance de de que realmente a pessoa consiga trabalhar mais a tolerância para consigo mesmo consiga olhar com outros olhos a vida Entender a questão dos valores fazer essa esse diálogo ego self né mas eh eu fico pensando que Claro em algum momento a gente né a pessoa vai sair dessa Roda Viva mas eu fico pensando o tempo que se pode perder nessas viciações mentais né como essa analogia que não nem é só uma analogia com com os vícios de de drogadição alcoolismo outra outro tipo de dependência né que que existe uma forma de de ser quebrado tratado mas precisa o comprometimento da pessoa né e e e um suporte todo então o quanto é difícil realmente é até porque né guardalupe como a bem lembrou o que a benfeitora
ma forma de de ser quebrado tratado mas precisa o comprometimento da pessoa né e e e um suporte todo então o quanto é difícil realmente é até porque né guardalupe como a bem lembrou o que a benfeitora coloca né e que essa situação decorre dessa ignorância do eu profundo né do self né então a a pessoa só vai ter satisfação quando ela realmente fazer as pazes com ela ou seja tem que ver uma reconciliação comigo mesmo né E essa reconciliação é um ato de autoamor que é poder se aceitar né se aceitar na D da da condição que eu me encontro e poder também começar a enxergar n se aceitar não só a reconhecer a limitações e poder suportar elas mas também descobrir possibilidades novas que vão me dar justamente é um sentido e possibilidade de de de de um prazer que não tá fora né tá no próprio exercício de conseguir aprender a tirar da vida eh satisfação alegrias aprendizados que vão me preenchendo Pouco a Pouco né então ela ela diz que que que é importante né nesse processo todo a gente reconhecer que todos somos diferentes né na sua singularidade né mas que todos nós temos lutas e aí em vez de fugir da vida transferindo né a expectativa ou a justificativa da infelicidade pelas coisas do mundo ter o que ela chama de a coragem para enfrentar-se e se despir né Eh Para para que a gente possa realmente eh eh cá né a reconhecer eh que esse caminho não tá numa expectativa da vida mas de um se reconhecer e se modificar aos poucos na medida que a gente se apazigua dentro da gente e esse movimento que eu acho que é difícil quebrar enquanto vício né porque a pessoa tá tão identificado comesse padrão da vítima da da pobre menina rica que né as pessoas TM tudo não consegue né reconhecer ou eh tá tão fora de si na inveja na irritação n sentido injustiçada que ela não consegue ter o Insight que a questão é ela que o problema é ela que é algo que ela tem que fazer em termos de uma decisão interna e a pessoa pode ficar muito tempo né nesse estado eh até doenças somáticas né enrijecendo né dores né porque assim a gente vai
a é ela que é algo que ela tem que fazer em termos de uma decisão interna e a pessoa pode ficar muito tempo né nesse estado eh até doenças somáticas né enrijecendo né dores né porque assim a gente vai numa eh numa introversão negativa né criando daí processo cada vez mais complicados diante da impossibilidade de gente poder encontrar um caminho de alegria de satisfação e e nesse movimento vicioso é como se o mundo fosse se corroborando daí a crença de que nada dá certo agora eu acho que uma das grandes questões aqui que ela tá né que é que tá trazendo né já sua coragem para enfrentar-se acho que isso é uma grande dificuldade Nossa da gente realmente se olhar como a gente é né porque a gente sempre espera tá melhor sempre espera ser melhor né então é um ato de coragem mesmo reconhecer né E aí é muito reconfortante ela dizer que cada um tem uma caminhada né mas a gente tende muito a eh se comparar né Isso é um motivo de muito sofrimento também né Então essa questão da gente poder olhar a partir da nossa realidade Porque ela disse uma coisa ali né que para onde a gente vai a gente se leva né ela diz né leva-se Para onde o ser se transfere fugindo leva-se consigo e reencontra-se logo mais no novo lugar assim se acostume com a novidade né então a gente hum a gente pode mudar né as as as as questões exteriores aí e trocando as coisas mas o que tá ali o que tá sempre que não muda é nós mesmos né então é precisa de coragem mesmo eu acho pra gente reconhecer né quem somos realmente né e a partir daí mas isso também deve tir um peso imenso né porque daí tu não precisa mais parecer ser outra coisa né tu assume um compromisso contigo mesmo né e é muito mais autêntico daí esse movimento né e é essa questão assim Ela traz né lá no primeiro no segundo parágrafo quando a mente está pronta parece que todas as coisas o estão Igualmente e mais adiante Então ela fala né de desse ser que começa a perceber esse padrão e no meio então de um parágrafo ela diz desaparecem os privilegiados e os
parece que todas as coisas o estão Igualmente e mais adiante Então ela fala né de desse ser que começa a perceber esse padrão e no meio então de um parágrafo ela diz desaparecem os privilegiados e os abandonados pela sorte passando a ser compreendidos e tolerados como são e não pela sua forma de da apresentação Então essa mudança eh eh eh de de visão do mundo né a a objetivando e percebendo com com outras lentes onde então Toda a realidade é o mesmo tempo que é a mesma se transforma E aí desaparece então é tão tão bonito ver isso acontecer né quando a pessoa consegue então Eh romper com esse padrão de vício mental eh tudo tá igual mas ao mesmo tempo tudo tá diferente né naquela questão da subjetividade do Ego e de realmente conseguir perceber a realidade de uma forma onde aquela aquele padrão adoentado desaparece né Não como um passe de mágicas porque que é um trabalho árduo mas é é interessante a gente perceber que é assim que é né como outros padrões né porque nós estamos aqui NS NS NS três numa mesma realidade mas ao mesmo tempo ela ela é eh Vista com os olhos de cada um então ao mesmo tempo ela é diferente então para para esse padrão de viciação mental desaparece né apesar do caminho uma e uma das coisas que ela coloca né Guadalupe para isso ela tá chamando de psicologia da religião né que é valores a fé recursos né que que a religiosidade né que a espiritualidade positiva nos oferece né os interesses espirituais que abrem novos horizontes essa conexão com a vida né de de que que a consciência eh espiritual nos nos nos dá enquanto eh um sentido na vida a própria fé que ela coloca aqui que vai realmente construindo eh essa reprogramação que ela colocou no início do capítulo né Ou seja a gente vai trazendo daí elementos positivos né Eh como ela diz saturando o subconsciente de forças positivas né vai se alimentando de mensagens da oração de uma perspectiva nova né E mesmo que isso não seja uma coisa fácil porque mesmo que a gente tenha o hábito de compor a nossa vida
nte de forças positivas né vai se alimentando de mensagens da oração de uma perspectiva nova né E mesmo que isso não seja uma coisa fácil porque mesmo que a gente tenha o hábito de compor a nossa vida com elementos saudáveis e nobres eh a intensidade emocional às vezes esses padrões antigos são muito fortes então eu posso me me me rodear de coisas boas né mas acontece alguma coisinha né que foge já vem aquela parte de mim ainda eh eh muito viva que tem uma intensidade emocional tão grande que acaba manchando e se sobrepondo a todos os movimentos positivos que eu tô fazendo mas não importa né Isso vai acontecer porque há uma diferença entre o que o o movimento do Ego no seu processo de maturidade e de conquista e os embates ainda de núcleos muito ferrenhos né que estão lá então Eh é natural que eu possa ter eh um esforço e aí mas até ainda um coração meio triste ou essa sensação ainda tá lá mesmo que eu já cont tenha a consciência do amor de Deus mesmo que eu vejo que a vida vem ao meu encontro para favorecer minha caminhada mas tem uma parte minha lá que não se convenceu ainda né Tem uma parte minha que ainda tá né nesse vício né tá identificado que então é um processo de que de de de de ir drenando lavando né que nem um um um um cano sujo né imundo água vai passando água limpa vai passando mas a vai sendo sujo sujo até que uma hora a água limpa el vem pura porque todo aquele resíduo lá foi embora e então é um processo Como ela mesmo diz aqui né que a gente vai né Eh ter momento de de para mudar que a gente vai esquecer a gente vai essas fixações vão voltar né que a gente vai perder um pouco a energia à vontade né de de em frente mas o exercício é é perseverar né e continuar nesse compromisso que a nossa Lucidez já proporcionou para nós então a gente vai ter umas cía Mas é para levantar de novo né porque ela diz ali eu achei um amor né Isso esse negativismo Então tudo deve ser eliminados sem saudades não vamos ficar preso na recaída ali né E aí depois ela vai dizer que mesmo que aconteçam esses
porque ela diz ali eu achei um amor né Isso esse negativismo Então tudo deve ser eliminados sem saudades não vamos ficar preso na recaída ali né E aí depois ela vai dizer que mesmo que aconteçam esses choques sociais emocionais eles vão passar por critérios novos de avaliação então Eh por mais que a gente tenha isso ainda né já no nosso coraçãozinho ali a gente já pode avaliar de uma forma diferente não quer dizer que vá se transformar de uma hora para outra né Uhum certe mas enquanto eh no momento que posso só completar gels passa sim para depois a gente passar diferença então Ah tá bom no momento que tem um pouquinho já de de discernimento eh já dá para dar mãozinha para aquela criatura insuportável e irritante e dizer não já tá já sei mas vem junto né então já é uma uma questão diferente para lidar né já tem aquela aquela aquele aquele lugar de acolher também essa parte enquanto vai limpando essa energia né isso aí que eu queria complementar é é isso é insatisfação é algo realmente muito sério né e geradora de tamanhas armadilhas e impedimentos a indiferença me parece algo também muito perigoso pro nossa caminhada espiritual porque ela nos nos afasta de tudo que é essencial e valoroso e inclusive da nossa capacidade de sentir né de amar então isso acaba realmente se tornando algo muito perigoso ponto de vista da estagnação da nossa caminhada evolutiva é enquanto uma viciação que ela coloca ali ela vai falar que mata os sentimentos né então quando eu tô na indiferença né eu fico eh passivo perante as coisas eu perco a capacidade de ter empatia de me conectar com o outro né então Eh e é muito sério isso né porque daí nada mais te toca né e E aí tu eu acho que é assim é que vão se construindo né eh todas as coisas assim eh barbáries o que a gente vê né E esse olhar de indiferença é a impossibilidade de eu ver o humano ali né então é uma coisa realmente muito séria né muito grave mesmo ela fala de quatro tipos de indiferença chegaram a reconhecer esses quatro tipos que ela vai citando ao
ibilidade de eu ver o humano ali né então é uma coisa realmente muito séria né muito grave mesmo ela fala de quatro tipos de indiferença chegaram a reconhecer esses quatro tipos que ela vai citando ao longo aqui do do processo né que ela vai falando de uma indiferença tá ligada à apatia né ligado ao estado depressivo que de uma certa forma não deixa estar ligada à frustração né insatisfação interna e a pessoa vai desistindo né T um senso de apatia né E aí forma uma indiferença tormentosa que vai isolando a pessoa do mundo então esse é um primeiro tipo de de indiferença né pelas questões emocionais frustrações dores eh relações com o mundo que foram desagradáveis que eu vou de me me me colocando nesse lugar apático e mais faando da vida depois ela fala daquela que é a viciação mental né da dessa indiferença que é um tipo de egoísmo né Eh que que que defensivo né a pessoa vai eh vai eh entrando num processo né de não se preocupar com o outro então uma forma me defender da vida enquanto que o depressivo fica tomado pela dor o segundo indiferente né ele vai para não ter que sofrer para não ter que lidar com a decepção e não e não se frustrar eles se Torn indiferente é uma defesa de então já que o mundo não me dá o que eu quero já que a vida é ruim então eu não vou pensar mais em ninguém vou ficar ligado a mim né Eh e E aí eh começo a entrar num processo realmente de eh eh ter na na indiferença uma forma de lidar com a vida né um padrão de lidar com a vida ess é o segundo ponto que ela coloca né eh e e o terceiro ponto né Eh é daquele que da da da infância né de processos infantis que a pessoa eh eh também e fica diferente com uma defesa mas daí é como uma mágoa né pela imaturidade a pessoa não se sentiu eh madura para lidar com a vida né Eh e E aí ela eh ela se considera desamparada né eh e e e e aí ela Desiste da vida como se ela não tivesse chance de triunfar como se ela realmente eh viver um cansaço né porque como a minha mente fica infantilizada e eu me sinto da incapacitado né parece que a
í ela Desiste da vida como se ela não tivesse chance de triunfar como se ela realmente eh viver um cansaço né porque como a minha mente fica infantilizada e eu me sinto da incapacitado né parece que a vida é maior do que do que eu posso levar por isso que que a vida não é não é um convite para ser feliz mas uma grande exigência né eu acabo também criando um caminho de de de diferença como uma certa acomodação né um tipo de derrota a priori da vida né E que que que de uma certa maneira todas elas vão matando o sentimento e aí depois ela fala de um quarto tipo de diferença que é próprio dos psicóticos especial esquizofrênicos né que trazem no seu inconsciente na sua memória núcleos de conflito né eh e e e para não sentir culpa e para fugir eles criam uma capa muito grande de indiferença por Os crimes e e horrores que eles praticaram no passado né Então tudo isso são formas que ela vai Citando de indiferença Achei bem interessante esse eh eh esses processo né que ela que ela relata aqui né fiquei pensando quando eu fui lendo essa parte porque na na indiferença tem essa questão de de uma perda de vínculo né eh e e e aí exceção a essa última dos algozes da humanidade acho que a questão é bem mais profunda e complexa né nas outras eu eu fiquei pensando assim que são são padrões de de inciação mental enfim que a pessoa foge do vínculo né mas ao mesmo tempo é sedenta por ele porque foge como uma forma de defesa de de uma estrutura egóica tão fragilizada que acha melhor eh então ficar apática Mas eh e aí né eu entendi assim mas na verdade o que mais quer é o vínculo é ser vista mas não não não suporta a frustração né O que mais quer Não não seria o o correto mas na verdade é uma desvinculação de alguém que gostaria muito de ter vínculo diferente da questão muito de de se relacionar diferente da questão da psicopatia ali né então achei interessante o quanto a defesa eh de novo tira a pessoa da vida daquilo que ela mais eh gostaria de ter eu acho também na na esquizofrenia né na Psicose e também na psicopatia
patia ali né então achei interessante o quanto a defesa eh de novo tira a pessoa da vida daquilo que ela mais eh gostaria de ter eu acho também na na esquizofrenia né na Psicose e também na psicopatia também que anun cita aqui que tu comentou agora n guadalup que éa de inflação de ego né de pessoa numa numa no no arrobo de de onipotência né nesses espíritos essas que que coordenam falanges né e e se opõe a Deus e e acaba assumindo esse poder né de querer direcionar a vida dos outros F indiferente as leis e e a sensibilidade o afeto Acho que todos eles sem exceção T essa questão de uma de um vazio de uma de uma fantasia de achar que pode viver sem amor de uma Oposição a Amor no Fundo realmente eu acho que há um amor frustrado e que ele eh tem eh cria essa defesa assim eu não preciso amar eu não preciso do mundo Deixa para lá como ela diz assim né E aí acabam criando realmente essa indiferença como uma forma de se anestesiar o sentimentos né e e se opor aí achar que precisa do outro e da vida né de Deus também é tão triste né gente porque assim Deus é vida vida e amor e a gente tá aqui para né aprender desenvolver isso então nos afasta tanto do nosso finim único né é é é é triste vibrar assim nesse padrão de viciação e ela ela fala daí de uma coisa que eu acho que nos toca a todos aqui como é que se inicia como é que pode iniciar indiferencia ela diz olha inicia-se às vezes numa acomodação mental em relação aos acontecimentos como mecanismo de defesa né Para poupar ao trabalho a preocupação caracterizado num triste conceito Deixa para lá toda questão não resolvida retorna complicada né Quantas coisas a gente quer ficar indem Deixa para lá né Às vezes até como uma forma de eu não sei o que fazer com a minha sensibilidade em relação a aquilo então deixa para lá é melhor eu isolar aquilo ali que daí eu não sofro por isso que ela fala nesse mecanismos de defesa mas ess muitos Deixa para lá acaba criando um caminho complicado né que aí eh porque ela diz que eh ninguém se pode manter em indiferencia no
não sofro por isso que ela fala nesse mecanismos de defesa mas ess muitos Deixa para lá acaba criando um caminho complicado né que aí eh porque ela diz que eh ninguém se pode manter em indiferencia no inevitável o processo da evolução né Então essa essa questão de não querer se envolver na vida é contra o movimento da vida né porque Justamente a gente tá aqui para se envolver e aí eu me lembrei da fala de Jesus né reconcilia-te com o teu inimigo enquanto tem tempo ele Jesus não diz assim ô ignora teu inimigo faz de conta que ele não existe deixa para depois né então nessa fala de Jesus Ele diz vai pra relação não fica indiferente aquilo né Então realmente a indiferença se ela num primeiro momento pode nos poupar né de de de lidar com coisas que são difíceis se a gente vai se acostumando com isso a gente vai eh eh quebrando as possibilidades de justamente estar nas relações né nos compreendendo melhor né e entrando na vida é eu eu considero a a indiferença um quadro de dissociação né mas de uma dissociação grave como se fosse fazendo uma cisão entre aquele que sente né E e aí vou vou negando o sentimento a minha necessidade né deixar para lá que tu tá falando né marú E aí eu vou realmente eh me anestesiando e e criando um um falso eu né uma nova personalidade então cindida né e a gente vê essas pessoas que cal Killer né que muitas vezes tem uma cisão e e e e reprimiram suas emoções de tal maneira que elas lidam com a vida como se fosse indiferente né mas matam né Eh às vezes com crueldade porque dentro dela tem uma dor muito grande que tá eh escondida mas que vem né na na na na forma de punir o mundo frente aquilo que eles sentem e não suporte se relacionar então toda indiferença acaba nos apartando realmente de tudo né né da vida das pessoas de nós mesmos e por isso que ela vai falar na acho tão importante mais adiante aqui o fluxo Divino da da força da vida é incessante e qualquer indiferença Ola qualquer indiferença né significa rebeldia aos códigos do movimento da ação proporcionando
o tão importante mais adiante aqui o fluxo Divino da da força da vida é incessante e qualquer indiferença Ola qualquer indiferença né significa rebeldia aos códigos do movimento da ação proporcionando hipertrofia do ser e paralisia da alma acho isso realmente muito sério muito significativo né E que realmente eh é um caminho muito muito perigoso porque a a apatia que leva indiferença é uma forma de morte psicológica do espírito é de Fato né e e às vezes né fiquei pensando nessa questão da sensibilidade né Eh que é comum a gente ouvir isso Ah não eu não quero me envolver naquilo porque eu eu não dou conta eu não sei o que fazer com os meus sentimentos né coisas muito simples assim desde tu parar no sinal do trânsito e ver alguém pedir coisas né eu vejo que às vezes a gente tem dificuldade de lidar com situações do nosso cotidiano que são duras que são difíceis né Mas uma coisa eu ficar indiferente a isso como essa defesa de não querer essa iia da alma é forte essa expressão que ela usa né Outra coisa é eu me relacionar com isso eu não sei o que fazer com isso mas eu não matar isso né eu eu não me distanciar Nisso porque às vezes a gente não tem solução mesmo pras coisas né Às vezes a gente tá diante de situações que são extremas que são difíceis que são dolorosas né e que também se a gente se mistura ali e se perde ali também não nos ajuda né então é ter essa tranquilidade de olhar né reconhecer que aquilo dói que aquilo é sofrido né mas eh jamais optar por essa por esse por essa cisão mesmo né porque daí eu acho que a gente vai matando um pouco da nossa humanidade também né entender que às vezes é só é só pode só dá para suportar né mas que suportar é tudo né então é é no momento que eu fico indiferente aí no teu exemplo a há uma situação de um irmão né eu eu tô também matando a minha alma não tô só matando e dissociando aquela pessoa no meu mundo né então é realmente mar eu fico pensando que a gente no mínimo tem que entender que a gente precisa olhar precisa suportar e isso já
ha alma não tô só matando e dissociando aquela pessoa no meu mundo né então é realmente mar eu fico pensando que a gente no mínimo tem que entender que a gente precisa olhar precisa suportar e isso já às vezes é o máximo e a gente tem que lembrar que a energia pensante e às vezes vibrar al junto isso é já é muito né então é só que para isso tu tu precisa contactar com a dor do outro que também é tua dor né E E então é a gente pensa a não tem o que fazer e eu compactuo contigo Tem situações são difíceis a gente fica tocada e não pode se misturar ali mas o não se misturar não quer dizer que não tenha o que fazer e a oração ela é muito né então e a gente pode citar exemplos que da oração se acaba eh acaba se abrindo alguma alguma questão eh material no sentido de se materializar ali uma solução que a gente nem imaginava seja qual for a situação então a gente sempre tem o que fazer mas se a gente não olha se dissocia eh não se começa né Então realmente né eu não mato só o que eu não quero ver eu me mato junto é é por isso que ela que ela coloca né Guadalupe uma coisa que que que é é fundamental ela diz assim né Eh eh eh quando a gente reconhece um núcleo né um sinal de de indiferença eh já lutar contra isso eu falo assim que é urgente né interromper qualquer movimento de diferença justamente porque se tu deixar isso acontecer vai se acostumando com essa indiferença Ela diz que você vai virando esse um vício mental de muito difícil de ser corrigido depois né porque tem um cara anestesiante e muito tóxico que dura ao longo do tempo então o primeiro indício sinal a benfeitora coloca da gente perceber que a gente tá ficando diferente que a gente procure né algum tipo de terapia né que é que é uma mudança do interesse né e Ah não deixar aquilo busca alguma coisa na tua vida né vai né Qualquer coisa que possa quebrar esse jogo de diferença e despertar algum tipo de sensibilidade interesse em alguma área da tua vida ela diz assim né seja qual for para para movimentar essa energia espiritual e energia da vida
uebrar esse jogo de diferença e despertar algum tipo de sensibilidade interesse em alguma área da tua vida ela diz assim né seja qual for para para movimentar essa energia espiritual e energia da vida para não para não deixar que essa indiferença vá realmente petrificando né E a tua alma a petrificação lembra de medur né que tu olhava para ela tu ficava petrificada né então é como se e essa diferença fosse e essa dimensão aterrorizante da Medusa que paralisa a alma então a alma não pode petrificar né Porque a vida é movimento como ela fala aqui então a gente tem que ter muito cuidado de não deixar nos levar por qualquer tipo de indiferença pro mais pequena que ela se mostre né porque ela é muito perigos go é e eu fiquei pensando aí numa outra questão agora já que tu tá falando né que tem pessoas por exemplo né que elas são super eh engajadas em determinadas causas e tal e extremamente indiferentes em outras né então Nós também somos seres bastante complexos assim né Tem áreas que a gente se afinizar muito ativamente de algum movimento de alguma coisa e tem outras áreas que aquilo não nos toca né então nós nó nós somos bastante complexos assim né É por mais egoísta que seja nosso interesse por mais parcial que possa ser nosso compromisso com algumas coisas né Eh mar ainda é mais interessante né mes que seja indiferente aos outros ou às outras áreas né Tem gente que é muito seletivo né e Realmente são muito preconceituosos e são sensível Ah eu sou sensível aos meus filhos né mas pros outros filhos dos outros azar né Eu sou sensível as pessoas que pensam igual a mim ou que tem mesma cor de pele então tem pessoas que realmente são muito ainda muito fechadas né na na sua forma de se movimentar no mundo e acabam sendo indiferentes aquilo que não convém a elas ou não concordam com com a vida delas elas e então s p muito primitiva mas pelo menos algum núcleo de vida tem ali né que desperta né o desejo algum tipo de afeto algum tipo de de fantasia mesmo que ilusória que faz ela se ocupar
da delas elas e então s p muito primitiva mas pelo menos algum núcleo de vida tem ali né que desperta né o desejo algum tipo de afeto algum tipo de de fantasia mesmo que ilusória que faz ela se ocupar com alguma coisa na vida né mas com certeza a o ser humano ainda eh acaba tendo essa contradição muito forte né e o perigo é que tu possa se afastar de qualquer coisa que possa ser mobilizador e motivo de tu colaborar e e se ocupar de uma certa maneira né pensando nisso e realmente porque é interessante isso que a manuce trouxe de de de do do proceder proceder seletivo né mas realmente Pelo menos tem ali tem um movimento né em algum cantinho ali tem um movimento que pode começar algo então interessante a forma como o Gelson trouxe porque tem pessoas que que realmente se se isentam de tudo e de todos né E aí E aí é difícil né E aí realmente é um corpo que vive só então hã que seja seja um mesmo que seja fundamentalista que faça algo já é menos pior né é ela diz né nunca deixar que indiferença se raíz né E aí ela Traz essa coisa de experimentar dar-se ao próximo né então uma das questões da gente lidar com a indiferença é ir ao encontro né porque quando eu tô indo ao encontro eu tô saindo de mim mesmo né eu tô me abrindo pro outro então isso é achei tão bonito isso aqui né ela fala que é uma forte de arrebentar aos gemas né dessa é essa fantasia né que a vida não tem sentido nem significado né então realmente é um lema que é uma proposta n um mantra que a gente tem que acompanhar a gente né é que ela usa a escolha pelo amor sem recompensa né Vamos escolher amar e não se amar vamos escolher eh exercitar um um uma entrega um um se doar um se colocar na vida né porque é isso que realmente vai fazer que essa essa água da vida né possa movimentar as engrenagens do nosso ser e a gente possa reconhecer que a O Mistério do amor não tá a ser amado mas a gente poder descobrir que viver no amor através da entrega da cooperação do reconhecimento que Deus é amor é o maior alegria que que a gente pode ter como
a O Mistério do amor não tá a ser amado mas a gente poder descobrir que viver no amor através da entrega da cooperação do reconhecimento que Deus é amor é o maior alegria que que a gente pode ter como espírito a gente tá vivendo o amor independente das circunstâncias e e e não dependente do outro né E só que a gente não a gente não não não confia ainda né que o amor tá né que o amor é né a gente acaba neste lugar né de de quer provas né quem gente Amado exigir muito e pouco dá ainda né em relação vida perder esse medo de ação também no sentido de que o que que o outro vai achar né se eu se eu fizer esse Ou aquele movimento Então realmente com coração aberto se doar se doar nas pequenas coisas da vida não esperar algo grandioso e só ir movimentando essa energia porque eu eu penso que quando se vibra nessa questão de insatisfação e de indiferença esse primeiro movimento deve ser muito estranho né porque a pessoa tá cheia de de padrões viciados de pensamento então fazer esse movimento é complicado Ah mas que que Como como é que eu começo o que que o outro vai pensar mas eu penso isso só vai né só vai só faz então se for só hora só faz uma oração ou só estende a mão ou só puxa uma conversa no caso do diferente né puxa uma conversa numa fila diz oi como é que tá o tempo não não não é não é a questão eh não é como vai ser é começar né realmente começar com coisas bem simples Às vezes a gente quer um um grande evento para sair de de algum padrão assim muito adoentado que a gente já já tá na exaustão de tá naquele padrão então a gente já percebeu que tem que dar algum movimento Mas fica esperando algo grandioso não vai tentando a gente vai tateando e e e que se comece né que tire o limo né que faça aquela água ali movimentar às vezes um bom dia no elevador né guardal às vezes um bom dia no elevador É a gente começais é é começar com coisas assim que a gente considera simples considera né banais mas não são banais não são banais tu olhar nos olhos das pessoas né como tá difícil hoje né porque ela fala de sair
eçais é é começar com coisas assim que a gente considera simples considera né banais mas não são banais não são banais tu olhar nos olhos das pessoas né como tá difícil hoje né porque ela fala de sair do Gelo interior né como é que a gente derrete o gelo né Qual é o calorzinho que vai fazer eu derreter esse gelo e às vezes são coisas muito simples mesmo claro né que muitas pessoas às vezes não dão Bom dia ou porque são tímidas ou porque né clar não tá simplificando demais mas é nesse sentido mesmo de eh com mais naturalidade a gente entrar na vida né e usando a questão do Bom dia né Desculpa já questão do Bom dia bom se a outra pessoa não te der daí não não é comigo tu ter essa essa noção também que cada um tem seu mundo né enfim né É por isso que ISO que que agora tava eh Lembrando aqui né que de de do darse ao próximo experimentar dar seu próximo e ela realmente coloca né a quem desejar viver a quem na paralisia e na enfermidade busca uma cota mínima de alegria então quantas pesso pessoas né numa situação delicadas e esperando uma cota mínima de atenção de delicadeza de afeto de cuidado né que não tão podendo dar porque estão doentes né então para gente poder de uma certa maneira é reconhecer que talvez o outro não consiga dar ainda ou tá precisando mais do que a gente né E aí ela fala que né Eh uma co de alegria de companheirismo de feto de Paz fazendo esse indivíduo descobre que se encontra consigo mesmo no seu próximo ao doar-se Então se encontrar consigo no outro quando se doa no outro assim recuperando a razão e o objetivo para viver em atividade realizadora né Então realmente né Eh a gente vai ver assim que esse calor né humano de afeto de amor de de sentido né Eh tá ente movimentar nossas engrenagens né esse calor tá dentro de nós não tá né E aí a gente vai encontrar nós Justamente na atitude de poder estender a mão ao próximo e cooperar com ele de alguma maneira né E aí a gente vai realmente descobrir o que Sign fica amar verdadeiramente a gente vê esses grandes
nós Justamente na atitude de poder estender a mão ao próximo e cooperar com ele de alguma maneira né E aí a gente vai realmente descobrir o que Sign fica amar verdadeiramente a gente vê esses grandes espíritos que se doam né uma vida de doação plena de renúncia total né e a gente fica espantado Mas eles lá dentro estão sorrindo né n Estão lá em comunhão numa condição que a gente nem sabe o que é porque sabem realmente se doar e e entender Qual é a linguagem verdadeira do amor a gente vai chegá né Um dia é eu penso assim que às vezes uma coisa que para nós é tão pequeno às vezes é tão significativo pro outro né a gente não tem noção quando a gente sai da gente né às vezes um sorriso uma qualquer coisa né Gente Quem de Nós não teve um dia aí que tava ruim alguém deu um sorriso Alguém disse alguma palavra ou não disse nada né mas tava numa postura acolhedora mas justamente porque a gente tá ali olhando outro né se envolvendo não ficando indiferente é muito bem então isso é que é importante né a gente poder de uma certa maneira não se fechar n na indiferença e sair de nós sair de nós um pouquinho seja Em que momento em favor do outro porque o nós tá lá no outro também né encerra o nosso estudo de hoje né a gente agradece então a Guadalupe Marluce pela colaboração sempre muito prestativa e rica e convida a outro tema do Capítulo que é pânico algo muito importante na Man de hoje então é um tema valiosíssimo e então que possamos eh permanecer né nesse compromisso de com a benfeitora est juntos no próximo encontro nossa gratidão a todos que estão conosco partilhando desse projeto de estudo que Jesus nos abençoe e nos dê força para levar adiante a nossa caminhar um grande abraço a todos
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