T8:E26 • Desperte e seja feliz • Conserva-te em harmonia
No episódio 26 da oitava temporada, Gelson Roberto, Guadalupe Amaral e Marluce Renz conduzem o estudo do capítulo “Conserva-te em harmonia”, da obra Desperte e Seja Feliz, de autoria espiritual de Joanna de Ângelis. Um convite ao cultivo da serenidade íntima como instrumento de equilíbrio diante das lutas cotidianas e caminho seguro para a plenitude espiritual. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #despertardaconsciencia
Alô, amigos. Bem-vindo a esse momento tão especial do nosso estudo série psicológica Joana deângeles. Nós que estamos estudando o livro Desperte, Seja Feliz. E hoje em especial vamos trabalhar o capítulo 26, Conserva-te em Harmonia. Então é uma alegria estar com vocês junto aqui com a Marú e com Guadalupe para podermos trabalhar esse capítulo, um capítulo importante, né, que ela vai nos trazer ainda mais desde cenário que a gente vive atualmente, né, de muitas tribulações. E ela realmente nos dá uma uma configuração, né, ela nos dá uma imagem muito eh clara. dos processos que a humanidade vive, né, dos embates que todos nós temos, mas ela fala que isso faz parte, né, da da nossa dinâmica, né, e ela até tem um começa com uma frase, né, no texto que que é anterior a a ao a ao texto do capítulo, o texto que que introduz do capítulo que fala que a luz brilha mais quando a escuridão predomina, né? Então, né, ela tá trazendo essa questão da polaridade, né? Quanto mais uma polaridade eh se move a partir de uma direção, mas o outro lado é ativado também. E aí a proposta e e não só proposta, mas de uma certa maneira ela vem nos trazer o quanto a gente pode então manter eh a nossa harmonia em momentos difíceis. Então vamos trabalhar um pouquinho mais essa ideia, como é que isso chega em vocês pra gente poder começar a pensar melhor esse capítulo que a Bvitora nos traz. Eu eu gosto muito desse texto que introduz o capítulo. Todos os capítulos ele é sempre belíssimo e profundo. E esse aqui não é diferente. Então, eh, se vê assim o cuidado desses avisos que nos trazem e um aviso justamente como eh nos mostrando, nos possibilitando enxergar que, por mais difícil que seja a situação, nós estamos no lugar certo e a gente tem capacidade, tem recurso interno para lidar com isso. Então, o livro lá de 1996, né? Eu voltei ali para pegar a data e extremamente atual dentro do do que nós estamos vivendo. E um pouco mais abaixo nessa introdução, que todas as frases são muito importantes, ela diz: "Os
de 1996, né? Eu voltei ali para pegar a data e extremamente atual dentro do do que nós estamos vivendo. E um pouco mais abaixo nessa introdução, que todas as frases são muito importantes, ela diz: "Os espíritos que h habitam a terra passam pelo teste seletivo da qualidade moral. E os bons prosseguirão, os maus aguardarão em outros planos onde se modificarão para melhor. E é uma frase que ela traz não de um não de uma forma determinista, né, mas mas também mostrando que que bom mesmo os maus também vão ter esse caminho em algum momento. Nasce por um lado, né? Aqueles que não vão não vão se conectar com a lei de Deus de uma forma mais profunda, se conservando em harmonia dentro de tudo que se está vivendo, né? vão ter o seu momento lá adiante. Aqueles que se conectarem tibilidades de seguir desde agora auxiliando nesse momento tão ímpar que nós estamos vivendo, ímpar para nós, porque se a gente for ver, né, na grande realidade espiritual, esses momentos de transformação, a gente sabe que de tempos em tempos ocorre, mas eh eu vejo essa introdução como essa grande oportunidade, né, onde ela nos convida a ser então instrumentos na mão de Deus e e fica esse convite, né? Então, acho muito muito bonito o jeito que ela traz, né? Muito atual, né? >> Bem atual, né? Sabe, eu me detive um pouco no título, né? Conserva-te, minha mãe. Eu fiquei pensando, ah, conservar, né? não ter. Então, ela tá trazendo porque nós eh simplesmente falamos em harmonia, a gente diz: "No, vamos procurar se harmonizar". Até me me veio assim todo o preparo que a gente tem eh quando chega na casa espírita ou numa reunião mediúnica que a gente diz, né? Vamos procurar harmonizar para criar esse clima, né? Pra gente poder se conectar. E aí, eh, então ela, ela traz essa proposta de que é possível a gente manter um estado de harmonia, né? E nesse estado aí eu achei tão bonito ela trazer no início do texto ali que vocês estavam lendo, que ela daí segue, né, o Gels começou a ler, mas ela diz que o medicamento destina-se ao enfermo, a
né? E nesse estado aí eu achei tão bonito ela trazer no início do texto ali que vocês estavam lendo, que ela daí segue, né, o Gels começou a ler, mas ela diz que o medicamento destina-se ao enfermo, a água fresca sacia a sede e o pão generoso vence a pô. Então, não é qualquer pão, é o pão generoso, não é qualquer água, é água fresca. Então, ela traz esses esses opostos, esses contrastes quando a gente tá na harmonia. E eu pensei na harmonia aqui como um estado de alma, né, onde a gente se coloca nessa receptividade aí que que tava falando, né, Guadalupe, nessa nesse se torna receptivo com uma possibilidade, uma conexão a algo que sai, que transcende esse caos. esse tumulto que ela descreve aqui. Então ela diz assim: "Não é pra gente fugir do causo do tumulto, né? Não é pra gente ter essa fantasia de que não vai ter isso, porque vai ter, mas ao mesmo tempo a necessidade desse da gente buscar esse estado, porque ela diz, né, que a tua harmonia ela é necessária desde hoje para diminuir o tumulto e o caos. Então, ao mesmo tempo que ela é um estado de alma, onde a gente, né, quando quando tenta se harmonizar, começa a sentir aquilo que vem, né, com uma energia que acalma, que nos equilibra, nós também eh quando fazemos isso, nós também estamos participando de todo um movimento maior. Então, e me marcou muito isso assim, nessa possibilidade da gente manter, né, se a gente souber, se a gente conseguir praticar isso e também daí colaborar nesse momento de tanto tumulto. interessante que o cenário que ela nos coloca é de de uma realidade em transição, né, aonde por ser um planeta ainda de provas expiações, começando mundo de regeneração, né, a gente tem um prazo de depuração e nesse prazo de depuração há o predomínio do desequilíbrio. Então, desequilíbrio são forças de tensões, né, que atuam hora uma, hora outra, gerando, né, nessa tensão muitas vezes uma perturbação, o conflito. Então, o homem é um animal em conflito, né? A neurose, ela representa essa dimensão nossa ainda de sermos
tuam hora uma, hora outra, gerando, né, nessa tensão muitas vezes uma perturbação, o conflito. Então, o homem é um animal em conflito, né? A neurose, ela representa essa dimensão nossa ainda de sermos pessoas em conflito. Eh, então isso faz parte do cenário, tanto interno como do mundo. Mas ao mesmo tempo ela diz: "Mas vocês são espíritos com capacidade, cap de gerenciar de que não são seres inteligentes e que não precisa ficar refém desses dessa atenção, né? Então ela faz a importância da gente trazer essa lucidez, né, para para perto de nós e fazer um trabalho de transformação interior, optando, ela diz assim, né, eh, por um pelo sacrifício enquanto uma ação elevada. Ou seja, eu vou sacrificar esses impulsos automáticos e ainda muitos sem limites, sem elaboração, em nome dessa capacidade que eu já tenho de administrar. Então, é como se eu pudesse me separar, né, desse dessa tensão e dar um passinho para trás, manter um pé dentro e um pé fora, né? e podendo avaliar, né? Então eles tem tem calma. Ela diz aqui no no início capítulo, harmoniza-te com bem e aguarda. Ou seja, olha, tem momentos que que o que é de tempestade, que a gente faz quando tá numa tempestade, né? Fica em paz, né? E aguarda a tempestade passar, que uma hora ela passa. Então, essa tempestade que nos habitam ou e habita o mundo não deve nos assustar. não deve nos perturbar, não deve fazer com que a gente se identifique com essa perturbação. né, que a gente pode de uma certa maneira diante de momentos tumultuosos e vai ter vários, né, na família, dentro da gente, na sociedade, nesse mundo em convulsão, como ela coloca aqui, né, nesse momento de de dinâmica que a gente vive, né, e quando ela fala em conflito, em tensão, em desequilíbrio, a gente tá falando de de um tema que eu gosto muito, que usa, que é enantiodromia. em termo grego, que ele vai perceber no estudo psicológico de fato os comportamentos eh da cultura, da sociedade, dos indivíduos como um todo, que é uma tendência do ser humano oscilét
enantiodromia. em termo grego, que ele vai perceber no estudo psicológico de fato os comportamentos eh da cultura, da sociedade, dos indivíduos como um todo, que é uma tendência do ser humano oscilét a consciência tá muito unilateral, né, voltada para um lado, ela esquece outro lado e a mat do inconsciente provocar uma reação, né, de processos opostos para buscar o equilíbrio. Então a gente vê isso, né? A gente oscila, né? Então se a gente reprime os impulsos, mas não trabalhou eles, e é uma mentira, a gente pensa, botou um venizinho, esses impulsos em algum momento vão irromper em tempo em tempo, como forma dessa soma vir para fora e nos confrontar ainda com partes de nossas não trabalhadas, né? Então tem fal humanidade, né, dessa dinâmica parece que a gente regrediu, a gente parece que a gente perdeu o rumo, mas porque isso é de uma certa maneira eh um processo natural, né, que vai acontecer nesse jogo, né, de equilibração, assim como a Terra, tem terremoto, tem processos que passa para equilibrar, né, o cenário, as paisagens do Globo e de uma certa maneira manter tendo, né, uma autorregulação necessária em benefício do próprio planeta. E aí que ela fala, isso vai acontecer, mas como a gente como a gente pode lidar com >> É uma pergunta. Eu tava, eu tava eh não, >> é, eu, eu tava aqui refletindo, brinquei um pouco, mas tava refletindo porque eh eu ouvi de uma pessoa que estuda bastante, Joana, que, né, faz os as aulas conosco, o quanto ela e e eu trago esse assunto pra gente também trabalhar isso, o quanto ela se sente solitária por eh ter por ter escolhido um caminho onde se sente excluída porque as pessoas pensam eh diferente, né? E isso também é algo pra gente que me parece que é interessante a gente trabalhar nesse nesse lugar aqui de conserva em harmonia de entender que esse caminho assim ele pode por vezes ser único, mas passa por também a gente aprender a lidar com essas questões e não se sentir eh solitário porque tá vendo o mundo de outra forma, por mais que o
ue esse caminho assim ele pode por vezes ser único, mas passa por também a gente aprender a lidar com essas questões e não se sentir eh solitário porque tá vendo o mundo de outra forma, por mais que o caminho seja único no sentido de que mesmo que a gente faça opção por se conservar em harmonia, independente de como os outros vão perceber isso, que a gente continue em relação com essas pessoas, sejam elas quem for, por vezes uma relação mais estreita, mas por vezes em afastamento, mas não tentando afastar de nós tudo que não é perfeito, tudo que não tempestade, né? Uma coisa, eu eu entendo que eu não sei o que que vocês acham disso, né? Uma coisa eu entendo que a gente se se proteger de uma tempestade, né? Outra coisa é a gente se afastar do mundo, achando que não estando no mundo se vai conseguir manter em harmonia. Então, harmonia se dá aqui, como a Joana diz, né? eh na voluta do prazer de te conservar em harmonia, na delinquência de te conservar em harmonia, mas entendendo, né, que a gente também faz parte disso enquanto humanidade, porque nós também temos essa sombra, nós também estamos nesse mundo, né? Então isso acho que foi muito ao encontro do que o do que o Gelson falou de que quando a gente não percebe e também faz parte disso, acaba reprimindo questões e elas irrompem de de uma certa maneira eh de uma forma não trabalhada. Então, claro que o caminho de todos acaba sendo de certa maneira solitário porque o único, mas não no sentido de não ter relação com tudo, né? Da gente também aceitar algumas questões, enfim. Não sei como é que vocês veem eh isso, né? Mas isso que eu fiquei pensando quando quando o Gelson trouxe a questão também da antiodomia, né? Assim, a gente coloca o o mal lá no outro e eu tô isolada no bem, né? E não é bem assim que funciona. E que eu acho que vocês estão trazendo coisas assim e bastante complexas da gente entender. E isso me faz pensar eh porque a Joana uma coisa aqui que me tocou muito, né? Ela vai descrevendo, ela começa esse capítulo numa descrição
trazendo coisas assim e bastante complexas da gente entender. E isso me faz pensar eh porque a Joana uma coisa aqui que me tocou muito, né? Ela vai descrevendo, ela começa esse capítulo numa descrição e aí ela diz assim: "São tantos os abusos e tais as aberrações que te percebes estranho no contexto social odierno, sentindo-te deslocado no lar, no trabalho onde te apresentas, né? Com efeito, a depressão te ameaça, o medo te assusta, os conflitos te perguntam, indagas aturdido, como será o futuro? que conduta eu deverei assumir nestas graves circunstâncias? Aí, pensando no que vocês dois estão trazendo, eh, eu acho que essa harmonia que a Joana fala aqui tem muito a ver eh, com com o nível de consciência que a gente tem. E aí essa essa questão que tu levanta, Guadalupe, de se sentir eh solitário pensando de uma maneira, eu acho que isso me remete assim, ó, que às vezes quando a gente vai conversar com alguém eh e a pessoa não tem uma perspectiva maior, uma perspectiva espiritual da realidade, então ela olha essa realidade. mesmo nós que temos, nos sentimos aturdidos, como a Joana diz, imagina quem não tem essa essa perspectiva de que há uma realidade espiritual, que que na realidade é a verdadeira realidade. E aqui essa realidade material é um reflexo disso, mas não é a realidade última, né? E então a gente tá falando de níveis e consciência que pra gente poder chegar nesse estado de harmonia que ela tá falando, eh, isso precisa nos conectar com essa ideia, né, de que tem um Deus, tem uma divindade, tem uma força, tem algo maior que está no comando disso, né, que está no comando dessa realidade. E aí essa conduta diante disso é que a gente vai poder, eh, se questionar e perguntar, tá, mas qual é a minha conduta? eu me desesperar como todo mundo, né? E às vezes as pessoas que não conseguem compreender isso, elas podem achar um pensamento um tanto poerio ou um otimismo um tanto assim também mais ingênuo, né? Porque na realidade estamos falando de níveis de consciência e de
não conseguem compreender isso, elas podem achar um pensamento um tanto poerio ou um otimismo um tanto assim também mais ingênuo, né? Porque na realidade estamos falando de níveis de consciência e de entendimento diferente. Então é complexo mesmo, né? Eu tenho, por exemplo, amigos que às vezes a gente começa a conversar e é isso mesmo. Como que tu pode entender que tem uma função na guerra dentro dessa ideia que o Gels tava trazendo de que a gente vai para um extremo para poder depois ir pro outro extremo para poder chegar a um ponto de equilíbrio ali, né? Então a gente precisa ir pra guerra para entender o valor da paz para depois poder compor alguma coisa, né? Então eu acho que vocês estão falando de níveis conscienciais aí que muda radicalmente a forma como a gente pode viver um momento caótico, tumultuado, né, como a gente tá vivendo agora. >> E ela vai em outro momento colocar, né, aquilo que eu tava comentando. Ela diz, sempre houve períodos de loucura na Terra. Depois ela coloca logo em seguida. de quando em quando a transição da humanidade faculta a eclosão de paixões dissolventes e alucinadas. Então isso é um processo da vida, é natural. Mas só natural não quer dizer que seja eh que a gente tem que se acostumar com isso, né? Ou achar isso normal, né? Então, e ela diz, esses são grave, ou seja, isso não quer dizer que a gente não tem que ter todo o cuidado do mundo, porque realmente são situações muito delicadas, que envolvem limites importantes, que põem muito em perigo justamente eh os processos da vida, né? A gente sabe que nesses momentos não só a loucura nossa é ativada, né? motivado por vários fatores, seja internos do nosso egoísmo, orgulho, violência, que motiva a violência no mundo também, porque o mundo é reflexo da nossa psicologia individual, mas também essas forças que atuam a partir dos irmãozinhos desencarnados que querem ver o ciclo pegar fogo também, né, que estão ali, né, querendo eh gerar o caos para poder realmente provocar insegur segurança para poder
as que atuam a partir dos irmãozinhos desencarnados que querem ver o ciclo pegar fogo também, né, que estão ali, né, querendo eh gerar o caos para poder realmente provocar insegur segurança para poder realmente ter o controle e assim por diante. Então são processos muito densos, eh, muito delicados, né, e que, apesar de serem eh naturais acontecer em tempo em tempo, isso envolve todo um cuidado. Por isso que a Joana ela é realmente é muito categórica, né, desse momento a de ter a postura adequada, o cuidado necessário para lidar com essas situações, pra gente não ser não descompensar ou não ser aquele que vai alimentar mais ainda essa loucura que tá no mundo. E aí dentro disso, desse desse nível de consciência que tá trazendo, né, que cada um tem a sua própria maturidade, né, e é desafiado em suas questões internas, naquilo que consegue já lidar, daquilo que, de uma certa maneira, nos atravessa de forma negativa e que também traz em nós, seja o desequilíbrio de forças eh destrutivas. seja o de equilíbrio das fragilidades também que habitam na gente, né? Porque tem esses dois perigos, né? Então a gente e se alimenta muitas vezes dessa desarmonia provocado pelo ódio, por visões distorcidas, provocando mais harmonia no sentido de botar mais gasolina na fogueira ou a gente não sabe lidar com isso e e recua assustado e fragilizamos e não acreditamos na na capacidade de encontrar um caminho de superação nisso. e entramos numa visão muito pessimista da realidade. E aí que a Jona daí dá dá uma uma dica pra gente, ela dá dois elementos fundamentais aqui pra gente poder manter, né, essa calma. Uma é a fé, porque a gente tem que se banhar na fé, eh, que ela é realmente um alicefe fundamental. Essa fé é um eh ela é um antídoto e e uma armadura para fazer o enfrentamento desse momento, né? E de outro lado também é a promoção de uma atitude ativa no bem, que é a caridade. Então essas duas coisas, olha só o que que tem a caridade com com ver com a harmonia, né? Porque por a fé é mais fácil da
outro lado também é a promoção de uma atitude ativa no bem, que é a caridade. Então essas duas coisas, olha só o que que tem a caridade com com ver com a harmonia, né? Porque por a fé é mais fácil da gente entender, né, que a fé é algo que nos mantém equilibrado, que a fé alimenta a nossa alma, isso nos dá uma compreensão mais profunda da realidade e nos dá uma uma uma capacidade de ter um fazer um ver um sentido nesse caos e gera segurança e suporte emocional. Então a fé é algo realmente fundamental que a gente compreende um pouquinho mais. Mas a caridade, né? O que a gente pode tirar de dessa colocação de Joana para compreender essa relação da caridade com a harmonia? >> Que na caridade, né, um um uma questão que eu pensei é que a gente sai da gente, né? A caridade eh quando eu vou a serviço do outro, né? Na realidade eu não tô indo a serviço do outro, tô a serviço de mim mesma, mas ela nos dá um outro ponto de vista. Eh, é incrível isso assim, né? A gente tem, o ego tende a sair, claro, se é uma caridade sincera, se eu tô ali me colocando mesmo, né? Então, eu me coloco diante de uma outra realidade, né? Tanto que eh é comum a gente ouvir isso, né? Puxa, eu achei que o meu problema era gravíssimo, eu tava desesperada e daqui a pouco eu escutei a outra pessoa ali e me dei conta eh que a situação dela é é muito mais complexa que a minha. Então, na caridade, quando eu me coloco e à disposição do outro, a serviço do outro, e é como se eu saísse do centro e pudesse olhar sobre uma outra perspectiva, né? E isso nos dá um outro horizonte, assim. Então, eh, pensei nesse sentido assim, né, de que sem contar que quando a gente começa a gerar todo um movimento de se colocar à disposição e de fazer o bem, veja que pode ser qualquer caridade. A a caridade de Não sei se o Gels tá falando, ele tá com o microfone desligado. Ah, tá. Eh, às vezes a caridade de ouvir, né, nós não estamos falando só de caridade material aqui, né, porque a caridade ela se expressa de inúmeras maneiras, né? Eu
ele tá com o microfone desligado. Ah, tá. Eh, às vezes a caridade de ouvir, né, nós não estamos falando só de caridade material aqui, né, porque a caridade ela se expressa de inúmeras maneiras, né? Eu acho que ela torna eh ela relativiza a nossa dor, ela relativiza as situações, ela ela coloca em cheque uma série de coisas, né? E a gente se sente muito bem, porque acaba criando, né, todo um vínculo, um campo. E eu acho que a caridade também é um veículo eh que nos faz sentir que nós pertencemos a algo maior, né? Então, que tem algo que tá acima de nós aqui e a gente também pode ter a possibilidade de sentir que nós sim somos agentes transformadores, né? Então, o que a gente faz, que a princípio em prol do outro também repercute meu benefício. Então, eu acho que ela traz essa série de conexões assim, né, para nós. >> Acho interessante isso. E falando, eu tava pensando de algo que, né, só tô repetindo aqui que pro CEST, que essa questão do desse campo, esse campo energético que vai se criando e que vai reverberando em nós, no outro, no mundo. E são coisas que ultrapassam aí, eh, são transpessoais também, seja a caridade eh moral, a caridade, né, um abraço, uma, um auxílio material, mas sair de ti realmente tem um potencial transformador que a gente não alcança com esses sentidos e com essa razão que a gente acostuma, eh, tá mais acostumado a usar. Eh, mas é o que é o que sustenta, né? É o que transforma, o que sustenta e é o que conserva-nos em harmonia no final das contas, né? Porque como a Marlúcia tava trazendo, a gente vai percebendo que puxa, o outro também tem suas dores, também tem suas dificuldades. Eu não sou tão eh nem tão boa assim, nem tão ruim assim, ou seja, eu tenho o que dar, né? Mas eu também tenho que aprender. Então ela realmente é um campo de relação com toda essa dinâmica espiritual, né? espiritual mesmo. E aí nos traz pro nosso pro nosso eixo, pro pro nosso eixo maior de de selfie mesmo, de conexão com o criador. Então, realmente ela que que harmoniza, porque
dinâmica espiritual, né? espiritual mesmo. E aí nos traz pro nosso pro nosso eixo, pro pro nosso eixo maior de de selfie mesmo, de conexão com o criador. Então, realmente ela que que harmoniza, porque aí a Joana, um pouco antes dessa frase, ela diz: "Tem calma, harmoniza-te com o bem e aguarda." E aí, como é que harmoniza? Então, realmente a fé e a caridade elas trazem esse a vivência, o sentimento e a percepção do que ela nos indica a fazer. >> Eh, e acho bem interessante isso tudo estão trazendo. Eu queria reforçar dentro desses pontos todos, essa questão de quanto a caridade promove o melhor, né? promove melhor e e e e e favorece realmente saída. Quando a gente teve a enchente aqui no Rio Grande do Sul, mais de 200 cidades afetadas e o caos, né, o desespero e esse caos eh trazendo sofrimento, dor, eh incerteza, insegurança, eh desespero nas pessoas que perderam tudo, né, ou que não perderam, mas ficou completamente inutilizado, né, seus lares, perderam móveis, né, e então é o momento realmente de total falta de perspectiva positiva e de isolação. E isso podia gerar um, nesse caos, uma onda cada vez maior de de raiva, né, de de de uma resposta negativa, de de se sentir injustiçado, de se revoltar contra o mundo, violência, criminalidade, roubo. E não que is não não não não não não não não não não não não não não não não não aconteceu em alguma medida, mas foi muito menor. Por quê? Porque de uma certa forma houve uma resposta solidária que mobilizou o espírito cooperativo de toda a comunidade. Aí tinha pessoas vindo de outros lugares do do do Brasil, de outras cidades, né? eh limpando as casas das pessoas delas tinham mais sozinha, já viam que tinha uma saída, que era possível se transformar aquela realidade e ter uma perspectiva de mudança, né? Então, eh, e realmente a caridade foi um caminho que deu a certeza que a gente pode sobreviver ao caos e poder manter essa harmonia, porque agora eu tô aqui nesse momento sendo acolhido por uma família que eu não conheço, que me
idade foi um caminho que deu a certeza que a gente pode sobreviver ao caos e poder manter essa harmonia, porque agora eu tô aqui nesse momento sendo acolhido por uma família que eu não conheço, que me deu pouso porque a minha casa não existe mais, né? Então, o quanto a caridade, ela realmente demonstra que existe o melhor dentro da gente e promove o olhar. E promovendo, promovendo o melhor, ela encontra saídas nesse momento difícil que muitas vezes a gente passa e vai passar, né, nesse nesse processo da vida. Aí ela nos tira daquilo que tu tava trazendo antes, né, que a gente se sente refém, que a gente não precisa se sentir refém das situações, né? E foi muito bonito mesmo todo esse movimento, porque de alguma maneira eh as pessoas eh a dor ela nos iguala, né? ela nos identifica enquanto humanos, assim. Então, essas situações limites também, eu acho que eh nos conectam com o nosso lado humano, assim, aí as diferenças que antes ficam mais exacerbadas, quando aparentemente tá tudo bem nesses momentos de crise assim. E e realmente teve histórias belíssimas, né, de de pessoas que me lembro de um de um conhecido que ele eh fazia como esporte, ele rema, né, participava aqui de uma equipe de remo e aí eles se juntaram e o que era antes um esporte, eles foram ajudar a resgatar pessoas, a resgatar animais, né, na nas águas e tal. Então, eh e os depoimentos assim de coisas muito transformadoras. E eu também, Guadalupe, tu lembra eh de uma época que tinha um movimento tão singelo de alguém deixar pago um café para outra pessoa? Eh, tinha um movimento de gentileza, gera gentileza, né? Eu eu me lembrei disso. Tu lembra disso? >> Não, como eu eu, né? Tu é portoalegrense, eu sou numa cidadezinha menor, né? >> Né? Então, mas isso aconteceu em várias cidades, >> mas tudo gentileza gera gentileza esse movimento. >> Então cria esse campo assim, né? >> Esse campo que tu tava falando, né? Cria um campo onde tu te coloca a serviço de algo, né? E aquilo vai mudando aquela realidade ali, né?
ntileza esse movimento. >> Então cria esse campo assim, né? >> Esse campo que tu tava falando, né? Cria um campo onde tu te coloca a serviço de algo, né? E aquilo vai mudando aquela realidade ali, né? E e eu e eu quero, né, lembrar assim, Jons, né, da do que a gente passou aqui no Sul, né, nós três somos do Sul e o quanto foi interessante também, né, eh, Alegre foi atingida e a cidade que eu moro, que é próxima, foi muito atingida também. E e bom, eh, e eu vi isso muito de perto, como, né, vocês, mas o quanto foi interessante que pessoas eh que a gente chama eh ligadas à criminalidade, ligadas a a lugares assim onde a gente, né, não deve se conectar, começaram a ajudar, né, e esqueceram daquilo e foram ajudadas também. Então, houve houve casos de de criminalidade, sim, nós não estamos sendo ingênuos, né? Mas assim, o quanto isso transformou pessoas que vibravam no mal, trabalhavam no mal e viraram a chave. Então, foi tão lindo também. Alguns foram acolhidos sem nenhuma discriminação, outros acolheram. Então, como em cidades menores a gente conhece um pouco a realidade, né, das pessoas, muitas histórias muito bonitas assim de transformação, né, onde uma enchente que é um caos, que foi algo muito triste, né, e que trouxe sim muita dor, mas nesse limite, e aí me lembra aquela frase, né, Jon que eu conheci contigo, que eu gosto muito, que o limite do homem é oportunidade de Deus, né, como nesse limite tantas histórias bonitas de pessoas pessoas que realmente agiam de uma forma muito equivocada e mudaram ali, né, e aflorou o melhor. Então isso também, né, nesses lugares assim. E aí vem outra questão que muitas vezes, né, a gente também traz que a gente sempre pode escolher, a gente sempre pode escolher como se movimentar. E esses exemplos dessas pessoas me tocam porque eh mudaram, né? Mudaram, optaram, ao invés de saquear as casas, foram auxiliar, né? ao invés disso, então, ao então a gente sempre pode optar. E o que é mau, ele não é só mau, ele tem o bem e ele pode também eh dentro disso se
ptaram, ao invés de saquear as casas, foram auxiliar, né? ao invés disso, então, ao então a gente sempre pode optar. E o que é mau, ele não é só mau, ele tem o bem e ele pode também eh dentro disso se transformar. Então, realmente foi um momento assim ímpar, né, para quem viveu e e muito bonito que que mostrou isso, né? Não só como a gente pode se conservar em harmonia, deve tentar e o quanto é difícil, mas o quanto esses lugares que a gente tá vivendo, né, às vezes onde tinha escuridão, a luz também começou a brilhar. >> Uhum. É, e ela trazos exemplos aqui fantásticos também. de pessoas que que mantiveram, né, em momentos graves, né, da vida delas e da da vida também da da do histórico da humanidade, que elas mantiveram, eh, né, um a total confiança, firmeza diante de um cenário que era totalmente contra elas, né, ela fica Jano Bruno, a Jona, a Jona Dark, né, um momento assim que o mundo todo diz: "Olha, tu tá errado eh sendo acusado, né? E a pessoa diante de um de um cenário totalmente adverso, a ela onde ela ela é pichada de ou demoníaca ou de errada ou como se ela tivesse, né, sendo do lado da injustiça ou do lado da pessoa que tá errada, né, contra, né, as normas e leis. convencionadas, né, e ela conseguir ter essa lucidez e ao mesmo tempo o a maturidade, o equilíbrio de se manter nesse embate sem perder a calma, né, e dar o testemunho dela, né, e morrer em nome disso com com a honradez e a tranquilidade daquele que tá realmente confiante e sereno frente a esse mundo que é de total eh eh hostilidade e oposição a a a ao que ela promove a postura dela, né? Então não é fácil, gente, né? Diante de acusações, de humilhação, de situações extremas, onde eu tô tô perto da morte, eu tô vendo familiares meus sendo também sacrificados. aonde eu tô sendo pressionado de várias formas, manter essa postura, né? E então isso mostro que que é possível, né? Que claro, a gente não é um um desses mártires, né? Que que conseguiram, mas, né? Temos um caminho possível a construir dentro da gente.
r essa postura, né? E então isso mostro que que é possível, né? Que claro, a gente não é um um desses mártires, né? Que que conseguiram, mas, né? Temos um caminho possível a construir dentro da gente. >> Eu acho que ela fala disso quando ela diz, né? A tua tarefa de crescimento para Deus, tu a realizarás. Então tem uma tarefa aqui que é nossa e aí a gente se dá conta como a gente se desestrutura fácil, né? Porque ela dá exemplos aqui realmente e de situações limites, né? E nós por muito menos por situações cotidianas, assim, por desentendimentos, eh, porque a uma pessoa não nos entendeu ou a gente fica perturbado, né? a gente rapidamente perde essa tranquilidade, rapidamente perde essa lucidez, o discernimento, porque se mistura tudo, né? mistura as nossas inseguranças, mistura as nossas confusões íntimas e aí a gente não consegue muito eh discernir as coisas e fica naquele caos ali. E aí ela diz, esses dias, esses são dias graves, quer dizer, realmente a gente vive um momento, ã, sério, importante, difícil, né? Mas daí ela diz assim, né? Conduz-te com robustez. Eu fiquei pensando, olha, o que que é uma coisa robusta, né? Então, eh, fiquei pensando nessa imagem, né, com robustez apoiado no evangelho de Jesus, seguindo confiante, né? Então, a fé com essa possibilidade de dar uma sustentação, mesmo que a gente às vezes não compreenda as coisas. Eu acho que aqui tem uma questão porque esse nível de consciência da Joana de Cusa, né, Joana Dart ali, a gente tá longe talvez de ter, né, mas a gente pode ter uma sementinha, uma fé pequenininha ali que é capaz de dizer assim, não te apavora, não te desespera, calma, né, como ela diz ali, né, mantenha a calma, né? Então, um ponto que eu acho importante eh a gente tá longe desse nível de consciência desses citados, né? Mas às vezes a gente esquece, como ali também foi trazido pelo Gelson, que que a luta também foi árdua, né? Tava lembrando também do do dos místicos aqui do Ocidente. Teresa Dávila, São João da Cruz, né? A gente, ai, que lindo, né?
omo ali também foi trazido pelo Gelson, que que a luta também foi árdua, né? Tava lembrando também do do dos místicos aqui do Ocidente. Teresa Dávila, São João da Cruz, né? A gente, ai, que lindo, né? Que história bonita. Eí, e sim, são é algo que que transcende até as palavras do quanto é belo o exemplo deles e o que vivenciaram, mas a gente esquece que teve uma luta por trás, né, que para eles também teve um lado muito humano e muito difícil em época de contrarreforma, enfim, coisas muito muito da vida, do dia a dia da terra, né? E a gente só vê pensando que, ah, para eles foi fácil. Então, eh, eu acho que a gente precisa lembrar isso. Cada um desses aqui, que são exemplos belíssimos para nós e tanto outros e outros anônimos, tem por trás uma luta pessoal muito intensa, né? Por mais que eles tenham uma consciência, né, que a gente admira e, né, e usa como exemplo, eh, por vezes me parece que a gente acaba esquecendo que eles também pagaram preço, né, e que tudo bem, né, se se mantiveram com robustez nesse caminho, né? Então, o caminho, se a gente for levar pra nossa humanidade não é fácil para ninguém, né? Mas não quer dizer que ele não seja bonito e que ele não seja válido e que a gente não deva se conservar em harmonia, né? Então acho que é importante a gente lembrar isso. >> É, com certeza, né? Agup é um conquista árdua e mesmo já tendo uma eh eh valores éticos, morais e grandeza espiritual, né? enquanto maturidade, enquanto amadurecimento, eh, e eles passaram por solidão, por dúvidas, por momento de insegurança. Será que eu tô certo, né, São João da Cruz, né, quando tava preso no cárcere, sendo acusado, ele o religioso, por toda a comunidade religiosa que ele fazia parte como sendo uma pessoa maldita, né, que tava sobre o a do demônio, né? Então, em algum momento ele pode dizer: "Puxa, mas será que realmente sou porta-voz do mal e eu e realmente eu tô equivocado", né? Então ele passou por dúvida, aquela fase da noite escura da alma, de uma solidão. E claro que nesse
de dizer: "Puxa, mas será que realmente sou porta-voz do mal e eu e realmente eu tô equivocado", né? Então ele passou por dúvida, aquela fase da noite escura da alma, de uma solidão. E claro que nesse momento ele e eh teve momento de questionamento e e e ponderações que que eram marcadas por por esses estados emocionais de de insegurança, de dúvidas, mas o que ele buscou, né, eh resgatar realmente esses elementos que ele já tinha da fé e se alimentar e a e a oração e a a reflexão para poder superar a si mesmo, né, e fazer frente a esse processo todo que ele tá vivendo. E aí eu acho que tem realmente duas questões aqui que tá eh subentendido no texto que João nos coloca, que uma a gente vê na psicologia das massas quanto é fácil de se contaminar emocionalmente, né? É, a gente vê isso na estrada, vira um caminhão de de leite, que é um caminhão de bebida, um caminhão de de coisas, uma pessoa desce ali e pega para ser um produto, começa todo mundo descer e e roubar uma o material, né, como se fosse uma permissão. Então, é muito fácil nós perder a nossa consciência individual arrastado por contaminações emocionais dado pelo movimento coletivo. Então, a gente vê o quanto a nossa individualidade é frágil e facilmente influenciável pelas coisas do coletivo e quando se justifica a partir do coletivo. Então, uma das questões é justamente isso, né? eh não se deixar contaminar pelas nossas estados emocionais de de insegurança, de negativismo, de ou qualquer outro estado emocional que habita em nós e que muitas vezes ecoa eh através do mundo, mas que diz respeito diretamente aos nossos estados internos. Então isso é um ponto importante de ter realmente a lucidez do autoconhecimento, os critérios da gente poder realmente trabalhar nossas emoções. E outro é a prontidão de uma resposta ali serçada justamente nos instrumentos que a escritur nos traz. São João da Cruz não deixou de orar e de buscar uma prontidão de dizer assim: "Pera aí, né? Eu tô meio eh inseguro, meio meio meio que eh no
erçada justamente nos instrumentos que a escritur nos traz. São João da Cruz não deixou de orar e de buscar uma prontidão de dizer assim: "Pera aí, né? Eu tô meio eh inseguro, meio meio meio que eh no momento de crise, mas então eu vou e aí ela eles busqué, como diz ali a Joana, né? Busca o remédio adequado, busca água fresca. Vamos então e e essa prontidão para mim é exatamente isso, né? Se a fé e a caridade sustentam a minha a minha paz, a minha harmonia, minha capacidade de poder lutar e enfrentar, então eu vou buscar recursos, porque eu sei que eu sou fraco ainda, eu sei o quanto eu sou limitado. Então eu vou buscar recursos que me ajudam nesse momento, né, a me equilibrar, né, essa água fresca da luz do evangelho, esse pão generoso que é a fé e o medicamento que que necessário à minha enfermidade para se tornar, como ela diz, o cristão robusto, que daí o meu papel é outro, né? Na medida que eu consigo essa robusteza, eu e essa fortaleza pode ser o apoio em favor de da da de de poder contrapor a loucura do mundo e ser uma referência de segurança, de paz, de acolhimento. Mas para isso tem todo esse trabalho aí dentro da gente. >> Pra gente encontrar harmonia tem ação, né? Tem investimento, tem trabalho, tem força de vontade, tem disposição, né? Pra gente chegar naquele estado que às vezes a gente imagina que está em harmonia, é estar zem ali sentadinho e tal, tem muito trabalho, né? tem demanda da gente uma atitude, né, perante a vida, assim, de buscar isso. E e eu acho que demanda eh essa questão das massas que tava trazendo, Gels e a gente como isso é cada vez mais presente, né? que cada vez mais, como a gente vive cada vez mais conectados, aja vista, né, todas essas redes sociais, toda a mídia, tudo que a gente se conecta, é muito fácil essa contaminação e a gente nem percebe, nem percebe, tá gente tá bem ali, tá fazendo a nossa, as nossas coisinhas, vivendo a nossa vidinha e daqui a pouco a gente começa a a ler uma notícia e ler a opinião do outro, né? Aí quando tu vê aquilo ali,
cebe, tá gente tá bem ali, tá fazendo a nossa, as nossas coisinhas, vivendo a nossa vidinha e daqui a pouco a gente começa a a ler uma notícia e ler a opinião do outro, né? Aí quando tu vê aquilo ali, tu já foi indo para um lugar e quando vê já tá, já mudou o teu estado interno, né? Então e e por isso eu gostei do tipo, né? Conserva. Tinha essa coisa de conservar. Para conservar uma coisa dá trabalho, né? Precisa da temperatura certa, do tempero certo, né? Então é é um exercício mesmo, né? Não é algo que vai vir do nada sozinho assim, né? Como a gente pode imaginar às vezes na nossa fantasia infantil. E não, e é bem isso, né? Uma postura volátil assim, né? Permanece, persiste, continua até conseguir essa robustez, né? Eh, nesses dias graves. Então, é, é bem isso, tem que tem que perseverar, né? Perseverar. E e eu gostei muito ali que ela trouxe um resumo, né? Não te aturdas a balbúrdia dos enfermos sorridentes, dos embriagados jubilosos, dos intoxicados zombeteiros e e de certa maneira traz assim essa imagem desse coletivo, dessa sociedade, né, generalizando que a gente vive, eh, né, que que é isso, né, que sorriso é esse, né, que júbilo é esse, que valores são esses que estão atrás eh do que a a gente percebe assim na superficialidade. Então, claro que existe um júbilo verdadeiro, né, conectado. Claro que existe um um sorriso, né, que é um sorriso do coração e não o zombeteiro, né, mas alegria de viver deve estar presente, então aquela leveza, né? Mas assim, o quanto ela traz essa questão mesmo que do do do que a gente vê, né, da do ter, né, como a gente do ter predominando e da gente se perdendo, o homem se perdendo de de si mesmo nesses valores que são irreais. são dos olhos e, né? Acho muito interessante aí a forma como ela trouxe. >> É bem importante, né, G? Porque a gente pensa no caos e na desordem só enquanto conflitos que geram essas perturbações eh de eh dor ou ou desarticulação, desestabilização, mas já tá indo muito além de assim a profundidade da benfeitura. que tá
sa no caos e na desordem só enquanto conflitos que geram essas perturbações eh de eh dor ou ou desarticulação, desestabilização, mas já tá indo muito além de assim a profundidade da benfeitura. que tá falando desse caos, dessa dessa dessa doença, dessa desarmonia, dessa ilusão que vem eh revestida de uma aparência parece favorável e sedutora, né? Ela fala, né, de enfermos sorridentes, embriagados jubilosos e intoxicados sombeteiros, né? Então, eu tava falando assim, quando as pessoas passam aparentemente uma uma ideia de de poder, de sucesso, de satisfação e é puro desespero, gente. É uma compensação de uma vida vazia, de uma vida completamente sem sustentação, né? E e às vezes beira a ao suicídio, beira a processos graves do ponto de vista da enfermidade mental. mas que aparentemente não tá lá a pessoa, né, vivendo nessa nessa volúia e ansiedade de consumo, de de de eh dificuldades, né? Eh, eu até me lembrei de um de uma cena interessante de um de um comentário de um de um rapaz da filosofia na na num canal. Ele mostra um uma liquidação de uma loja e e a multidão esperando abrir os portões da loja. Daí quando o rapaz abre o portão, começa a entrar aquele povo num desespero e que o portão cede e toda o muro que que de contenção cai, né? e num desespero e ele questiona, estão à procura de quê nesse desespero? Não, o que que move ele, né? Que desespero é esse? Que ansiedade é esse? Que busca é essa? Ol, estão em pro de quê? E depois diz e estão fugindo do quê com isso, né? que não estão só à procura de algo, estão fugindo de si mesmo na e naquela ânsia de comprar, como se fosse a coisa mais do mundo, como se eles não comprassem, não não quis não adquirissem aquela eh aqueles produtos, né, estariam sendo trouxa ou perdendo oportunidade ou não aproveitando o momento porque são levados o pensamento, né? E na no fundo tem pessoas ali que vão se endividar, pessoas que nem sabem o que fazer com aquilo que compraram, pessoas que tão se movidos pela pela pelo estado emocional
são levados o pensamento, né? E na no fundo tem pessoas ali que vão se endividar, pessoas que nem sabem o que fazer com aquilo que compraram, pessoas que tão se movidos pela pela pelo estado emocional dos outros, né, que contam que aquilo é legal, que não tem maturidade para avaliar. Então a gente vê que muitas vezes o mundo sorri, mas que no fundo é para poder disfarçar a grande dor que ele se encontra. É, e a gente compra facilmente essas histórias do mundo que sorri, né? Porque a gente acredita muito, né, naquilo. E se cria, se cria uma vida paralela tantas histórias que a gente sabe, né, de pessoas próximas que a gente conhece, que uma coisa é aquela vida pública apostada e outra coisa é a realidade mesmo, né? Então, >> é, são dias graves, não se compra só objeto, se compra padrões, né? Se compra eh >> fantasias, >> coisas que não existem. fantasias, né? E aí quando a gente não consegue eh comprar aquilo que vê, né? Realmente já tá perdido, se perde como a gente vê pessoas tirando vida mesmo, né? Chegando ao extremo de perder uma encarnação. Então é é realmente e e é incrível como a mentora traz numa frase um resumo de parte da nossa sociedade, né? Eu digo parte porque realmente a gente tá aí nesse avorecer, né, do mundo de regeneração. Então nós não somos só isso. Nós também temos um lado que tá tentando, né, tomar consciência, que tá agindo na caridade, no bem. Então tem também esse contraponto, né? Se por um lado a gente não pode deixar de ver isso. Por outro lado também tem um movimento tão intenso, tão bonito e tão profundo em favor desse novo mundo que que tá, né, ombro a ombro aí. Eh, mas realmente assim é é um retrato complicado de quem nós somos ainda também, né, nessas nossas contradições enquanto, né, sociedade coletiva. E e por último, ela traz aí a figura do Cristo, né, o nosso mestre maior, o grande psicólogo, né, que que compreende a alma humana e justamente como a dive teve de braços conosco, com os homens e situações, né, de uma de um cenário que
a do Cristo, né, o nosso mestre maior, o grande psicólogo, né, que que compreende a alma humana e justamente como a dive teve de braços conosco, com os homens e situações, né, de uma de um cenário que é o cenário que também cada um de nós enfrenta, desfeitora, né, e nesse clima de de desalento, dez de injustiça, de incerteza, né? Ele se manteve, né, na sua grandeza, como diz a benfeitora, né, permanecendo em harmonia, sem perder os objetivos e a fidelidade a Deus, né, sem se perturbar e tendo sempre, né, junto com a situação de enfrentando de de armadilhas que ele enfrentava, de injustiça, de, né, um uma postura não só firme, digna, né, mas também de acolhimento, de amor, de promover, né, o melhor do outro. E é assim, né, se manteve íntegra e harmonia plenamente durante toda a sua encarnação. Então ele tá aí para nos ensinar, né, esse caminho e que a gente possa seguir com ele para poder justamente fazer valer essa harmonia tão necessária para todos nós. >> E Jesus tinha momentos, né, de que ele ia buscar um contato mais direto com Deus. Então ele também nos dá formas, né, como era importante também esse recolhimento, esses espaços, né? E eu acho que isso é um desafio para nós hoje, assim, a gente vive uma vida muito corrida, com muito compromisso, né? Essa coisa do 24 horas. E então esse essa essa harmonia que a gente tanto quer também eu acho que demanda a gente criar espaços na vida da gente, né? Espaços internos. Não que a gente precise ter algo, mas eu fico pensando, né? quando Jesus ia pro deserto rezar, entrar em comunhão, como era importante isso, né? Ele aceitava todas as situações que vinham para ele com essa calma e essa tranquilidade, mas ele também tinha momentos de refazimento, né? Enquanto a gente precisa reconhecer isso em nós também para que a gente possa eh eh ficar ter experiências de conexão com essas energias que nos equilibram com mais frequência, né? Isso a gente vai assimilando, daí isso vai começando a se transformar num estado interno nosso. Aí
h eh ficar ter experiências de conexão com essas energias que nos equilibram com mais frequência, né? Isso a gente vai assimilando, daí isso vai começando a se transformar num estado interno nosso. Aí a gente vai poder chegar naquele ponto em que a gente tá num ambiente muito perturbado, mas nós internamente nos mantemos ali calmos em harmonia. Vamos ser essas pessoas, como ela disse, que estão colaborando naquele momento ali, né? Sendo essa essa esse instrumento dócil nas mãos de Deus, né? Quer dizer que o divino passa a fluir através de nós. Então, em vez de nós ser aqueles que estão perturbando ali, a gente pode ser com a nossa energiazinha ali bem pequenininha, ser um instrumento, aquele que talvez acalme ali, né, que junto com o outro vai começando a criar um outro ambiente e aquilo vai se propagando e as coisas vão encontrando um outro lugar. >> Isso aí temos um um belo caminho pela frente, né? É, então acho que fica essa mensagem para todos nós, né? Não sei se a Guadalupe quer ainda trazer mais alguma coisa. Era Guadalup capítulo. >> Não, eu eu tava pensando, é isso que a Marúcia falou, quanto a gente prioriza tantas coisas em agenda, né? E às vezes deixa de priorizar até do ponto de vista assim de eh comportamental no início, no sentido de ter um tempo para realmente se conectar. como isso é importante nesse mundo que a gente corre tanto, né? Então, às vezes a gente tem que abrir esses caminhos de uma forma um pouco comportamental no início, mas pensando realmente em em agregar esse valor interno, em ter esse tempo e que ultrapassa, né, essa vida. >> Com certeza. Muito bem. Então fica essas reflexões, né, que a preenfeitura nos oferece do capítulo 26, já convidando a todos a a estarmos juntos no capítulo 27, que é sobre oração. Eh, o título é orações solicitadas para que a gente possa continuar nessa nessa proposta do estudo da série psicológica. Nossa gratidão a todos, rogando que Jesus nos abençoe e até o nosso próximo encontro. Um abraço a todos. Obrigado, Mar. Até o próximo
ssa continuar nessa nessa proposta do estudo da série psicológica. Nossa gratidão a todos, rogando que Jesus nos abençoe e até o nosso próximo encontro. Um abraço a todos. Obrigado, Mar. Até o próximo encontro. Ah.
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