T6:E9 • O Ser Consciente • Fatores de desintegração da personalidade (Parte 01)
Reunidos mais uma vez para estudar a obra da benfeitora Joanna de Ângelis, Gelson Roberto, Marluce Renz e Guadalupe Amaral compartilham suas impressões sobre o capítulo quatro do livro "O Ser Consciente", focando no item "Autocompaixão e Queixas". Neste trecho, a autora espiritual apresenta um texto enriquecedor, abordando questões relevantes e comuns a todos nós no âmbito comportamental. Os facilitadores, então, analisam pontos intrigantes trazidos pela mentora acerca do que impulsiona nossas ações em uma dinâmica psicológica que nos leva a cultivar a autopiedade. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #serconsciente #desintegraçãodapersonalidade #autocompaixão #Queixas
alô amigos Estamos mais uma vez aqui reunidos para estudar a obra da benfeitora Joana de Ângeles bem-vindo a todos nesse momento especial de encontro com a obra hoje especial Capítulo 4 fatores de desintegração da personalidade o item autocompaixão e queixa do livro O C consente então a tá acompanhando o estudo desse livro e hoje conosco a Guadalupe Marluce para poder compartilhar desse estudo com todos que nos assistem bem-vindas Guadalupe Marlúcia a esse mais mais um encontro né da da da obra da benfeitora num texto que me parece muito rico que envolve questões muito pertinentes e e comuns para todos nós a nível de comportamento né que é autocompaixão e a queixa Então já vamos trazendo aí essa questão que a nos traz do que que nos move né dentro dessa dinâmica psicológica da um a cultivar né isso que ela chama de autopiedade ela começa o texto falando sobre isso querem trazer alguma questão como é que isso de uma certa maneira eh fez refletir a partir do estudo do capítulo eh o que eu achei interessante é isso que ela nos traz com frequência de de questões que parecem simples parecem explicadas do nosso dia a dia e ela Traz essa profundidade do quanto esses comportamentos que a gente tem e que percebe como corriqueiros e até naturais são extremamente perniciosas para nosso desenvolvimento espiritual se a gente não percebe o que tá por trás e e daí depois ela vai explicando né Mas ela já começa então de uma forma muito pontual eh trazendo que traz tormentos a autopiedade tormentos de desnecessários que deprimem então o homem né na razão direta em que se entrega e e esse chamado eh Ela traz muito para nós porque a gente tem esse olhar pro outro que se queixa pro outro que está errado pro mas ela traz muito sempre para nós então a primeira questão que me chama atenção é o quanto comportamentos que a gente não releva tanto são de extrema importância para nosso nosso desenvolvimento a ponto dela usar esse título fatores de desintegração da personalidade Então não é pouca coisa né e
ortamentos que a gente não releva tanto são de extrema importância para nosso nosso desenvolvimento a ponto dela usar esse título fatores de desintegração da personalidade Então não é pouca coisa né e desintegra não é uma quetinha é eu fique Eu também achei um Guadalupe impactante essa primeira frase aqui né porque quando a gente fala em autocompaixão me remeteu assim quanto à vezes a gente diz olha a gente tem que se acolher né tem que entender o que passa com nós a gente tem que ter Auto amor mas aqui eu acho que a Joana tá trazendo um aspecto dessa autopiedade que ela fala que é desintegrador né então é diferente desse aspecto de eu me acolher de eu dizer olha realmente aqui tu não te saiu bem mas tenta de novo aqui não aqui acho que ela tá trazendo um padrão de comportamento que a gente pode inconscientemente tá olhando o mundo se colocando no mundo onde nos aciona então depois o que ela vai falar ali né né do arquétipo da vítima né onde eu passo a ver o mundo com essa lente E aí nesse sentido Toda a Minha experiência de estar no mundo ela vai ser atravessada por isso e isso eu fiquei pensando que tormentos que poderiam causar o fato de eu ficar preso aqui de eu cultivar essa autopiedade né Eu acho que uma das questões do um tormento imenso é essa sensação da pessoa ficar presa eu fiquei me veio a imagem de um animal enjaulado né ele fica atormentado porque a pessoa que tá nesse comportamento de autopiedade ela não vê saída ela acha que tudo tá constrangendo ela ali e ela não tem possibilidade nenhuma de dar conta daquilo né Então realmente eu acho um texto assim que todos nós vamos nos nos identificar porque em algum momento né a gente tá se queixando às vezes de coisas desnecessárias assim e acha que e isso pode pode ser uma coisa pequena como a Guadalupe estava dizendo mas na realidade não pode ter consequências bem importantes para nós né é interessante tudo isso estão trazendo porque realmente aqui é um uma questão conceitual eh Porque alguns até alguns algumas pessoas que leram mais de
de ter consequências bem importantes para nós né é interessante tudo isso estão trazendo porque realmente aqui é um uma questão conceitual eh Porque alguns até alguns algumas pessoas que leram mais de um momento que a juda fala de autocompaixão não é só aqui eh não eh não entende esse termo porque autocompaixão é visto como uma coisa positiva na das vezes né já me perguntar mas a autocompaixão não é boa G tem compar consigo mesmo é que aqui ela tá descendo bem claro o termo tem uma psicóloga que que estuda né a autocompaixão que é chis ne que é uma psicóloga da do Texas do departamento de Psicologia Educacional de Austin e ela realmente dá uma uma ênfase positiva para autocompaixão que é essa atitude de poder realmente né te acolher de poder de uma certa maneira ser ser positivo contigo ser gentil consigo mesmo eh aceitar tuas falhas eh eh ter uma visão equilibrada da situação eh e assim vai mas é é muito tu perigoso nessa autocompaixão positiva tu cair num num movimento que é mais comum e o que o que Justamente a juna tá colocando aqui que tuna marlu e a Guadalupe estão trazendo que essa autopiedade exagerada que puxa a gente para baixo né que daí então ela tá dando essa ênfase negativa do termo né de ficar obsecado com a minha dor ficar no processo de eh sinalizar minha deficiência me deixando que é uma aquilo que a gente chama comumente de pena ter pena de mim mesmo né E daí fica naquela dor e aí realmente né Eu acho que tem essa essa dimensão emocional que a gente vai criando de maneira a a criar um campo que eu acho negativo que é uma forma de autodepreciação de nós mesmo né a gente tá de uma certa maneira eh ficando achando que a gente não tem condições que a gente merecia uma vida melhor e que o mundo não nos compreende que e a gente fica nos nos nos colocando numa situação não de dignidade mas de inferioridade E negativismo então é disso que a tá falando né E que a a marl Agora se colocou nessa atitude né marl de que tu emocional como uma coisa de sufoco de aprisionamento né que tu
dade mas de inferioridade E negativismo então é disso que a tá falando né E que a a marl Agora se colocou nessa atitude né marl de que tu emocional como uma coisa de sufoco de aprisionamento né que tu comentaste e de uma certa maneira a benfeitora refere aí a um padrão que gera depressão né porque ela vai colocar examente Quando o homem cultiva autopiedade aqui bem no comecinho do capítulo tormentos desnecessários Então esse tipo de autopiedade de penalização de si mesmo é uma forma de gerar tormento e ela continua que eu deprime na razão direta em que a ele se entrega Claro na medida que tu vai se colocando nessa imagem emocional deficiente tendo pena de meso eu não posso não consigo o mundo né ah como sou pobrezinho querendo atenção do mundo querendo reconhecimento E aí Tu perde essa posição positiva digna tu vai desqualificando e despoten socializando a tuas força espiritual e aí tu fica nesse jogo de tormento que vai com certeza deprimindo né vai nos deprimindo porque vai realmente Tirando esse lugar de capacidade de possibilidade que nós podemos construir enquanto caminhada em função dessa imagem de aut penalização de autopiedade que ela coloca aqui isso às vezes eh vai por caminhos tortuosos o Gelson tava falando tava lembrando na área da saúde mas em outras é muito comum a gente ouvir diálogos e às vezes a gente participar do Diálogo quase como se fosse uma competição de vitimismo né mas a minha doença me levou a isso ah mas a minha me levou aquilo ou fora passando fora da da doença mas ah mas quando eu né naquela relação eu sofri isso Ah mas eu sofri aquilo e isso a gente não percebe que inconscientemente como foi trazido tá ali se enredando em uma onda mental e uma desintegração é muito eh muito complexa muito maior do que a gente imagina num diálogo que parece eh sem grande importância mas que tá mostrando ali como é que a gente se movimenta na vida então isso que eu acho interessante a gente consegue e se percebendo também no dia a dia dia e revendo essas atitudes né Eh porque
ncia mas que tá mostrando ali como é que a gente se movimenta na vida então isso que eu acho interessante a gente consegue e se percebendo também no dia a dia dia e revendo essas atitudes né Eh porque Quantas vezes a gente não já não viu né competição de de vitimismo né quem sofreu mais e é muito diferente de levar uma experiência da dor que teve né e e daquela experiência então Eh realmente se colocar mais inteiro e não mais des integrado e ainda reforçando essa onda então isso Acho interessante também tu falaste né Guadalupe do do sofrimento né então acho que isso é uma grande questão que a Joana coloca aqui que essa forma de autopiedade que pode ser uma forma patológica né eu me identifico com esse padrão tem a ver como é que eu entendo os Sofrimentos ou as coisas que me acontecem na vida porque daí ela vai dizer né que toda aprendizagem assenta-se nos critérios do erro e do acerto selecionando as experiências com consideradas saudáveis benéficas que se fixam pela natural eh repetição e desse modo os insucessos eles são patamares que propiciam avanços para que se alcancem degraus mais elevados mas na realidade quando eu fico nessa autopiedade assim que a Joana tá trazendo aqui eu não tô aprendendo eu não tô entendendo essa experiência que eu tô passando como uma forma que a vida tá me dando né eu eu não e aí que eu acho que eu sou vítima Lina aquilo aconteceu Por que que aconteceu isso comigo por que que que que injustiça é isso que a vida tá fazendo comigo né então eu fico achando justificativas para na realidade eu não entrar naquela experiência de eu não entender e não espera um pouquinho o que será que a vida tá querendo me dizer com isso né E aí eu fico projetando a culpa fora e com isso eu não assumo a responsabilidade das coisas que eu tenho que então não deixa de ser porque ela falala em algum momento ali de imaturidade psicológica uma dificuldade realmente né de eu aceitar o que a vida tá me colocando enquanto experiência é interessante isso me lembra o Gerônimo
porque ela falala em algum momento ali de imaturidade psicológica uma dificuldade realmente né de eu aceitar o que a vida tá me colocando enquanto experiência é interessante isso me lembra o Gerônimo Mendonça Ribeiro né o o gigante deitado que foi um excelente trabalhador Espírita eh que ficou Tet Atlético e viajava numa comzinha dando palestra mas no no processo dele de caminhada espiritual ele começou a ter um sangramento muito forte assim e uma hemorragia que não cedia e ele achou que ia morrer ele estava em São Paulo e aí ele falou eu eu vou morrer mas quero ver o Chico antes antes de morrer preciso ver o Chico daí ele pediu uma carona pro empresário que ia para aquela região lá do Chico ele chegou até lá e disse pro Chico Chico eu estou morrendo né minha situação é grave e eu Chico justamente tu está morrendo e é realmente grave e tu sabe por meu filho e disse não não sei por quê Por causa do coitadinho tu tem pena de ti dis coloca como Coitadinho Então é isso que tá te matando se tu não abrir mão disso Isso vai te matar então eh o Chico falou assim então vamos eh com muito cuidado dar um um beijo na face né do Gerônimo né Para que não desp que sa flor não não se despeta p e aí e aí ele ouvindo aquilo ele despertou para essa consciência né do quanto essa postura de vítima da vida que a benfeitora coloca aqui né gera né Essa eh condição de de infelicidade né mas as falam uma lamentável condição de infelicidade então de uma certa maneira esse movimento né que autoinfligido para si mesmo né que o J fazia com ele Talvez de chamar atenção de que ele por carência por autoestima baixa daí fica nesse jogo de tá ficar se arrastando né e mostrando Olha só minha vida minha minha condição E aí eh ele já com aquela situação de se acol lido ali recebeu o carinho das pessoas a orientação espiritual de noite ele já tava dando palestra na casa do CH então a gente vê assim a o padrão né impressionante isso né ele mudou a atitude dele e claro tem toda o Amparo espiritual todo o movimento ali que tava
e noite ele já tava dando palestra na casa do CH então a gente vê assim a o padrão né impressionante isso né ele mudou a atitude dele e claro tem toda o Amparo espiritual todo o movimento ali que tava se dando na relação dele com Chic com os demais e ele pôde deite então poder eh se colocar de maneira digna né né E poder trabalhar e t um excelente trabalhador da Seara né Espírita eh mas tu Verê é fácil a gente escorregar nessa nessa dimensão emocional negativa né como uma forma de querer a a o afeto do mundo e aí e se acomodar né porque esse tipo de de vitimização é é é tu abrir mão da tua capacidade de acreditar em você né e de ser um vencedor e Joana coloca eh no Jesus né a luz Evel a luz da Psicologia profunda eh que a que uma das questões que faltam muito pra Humanidade em termos de de educação psicológica justamente é é uma confiança mais abrangente da nossa parte né de poder confiar na vida confiar em nós confiar em Deus e ter uma atitude positiva né digna que ela tenta promover aqui naquilo que estão falando né que dificuldades nós vamos ter né faz parte da da das ações da vida e e e do processo de Despertar de consciência em favor de avaliar de aprender de Despertar recursos dentro de nós então o exercício da vida eh não requer ainda perfeição requer compromisso e essa atitude positiva frente a ela pois é essa questão do compromisso é outra outra coisa que acaba tocando nesse assunto porque eh além de se despoten calizar eh não se compromete e coloca no outro toda a responsabilidade e E aí eu eu achei acho interessante as figuras assim que a que a Joana traz na quando ela escreve conduzida então pelos escuros corredores da lamentação ã que D estrela condicionamentos que a aprisionam o ser demoradamente Então essa pessoa se despoten coloca no mundo a culpa e vai nessa retroalimentação eh Dia Dia Após noite realmente fugindo de si e e em seguida ela vai trazendo outro tipo de atitude de pessoas que tiveram grandes dificuldades que poderiam estar nesse lugar e que tiveram
alimentação eh Dia Dia Após noite realmente fugindo de si e e em seguida ela vai trazendo outro tipo de atitude de pessoas que tiveram grandes dificuldades que poderiam estar nesse lugar e que tiveram uma vida produtiva uma vida que realmente trouxe um significado para elas e pra sociedade paraa sua época então como isso é como a Marlúcia havia trazido a a postura que a gente tem perante aquilo que a vida traz né porque sempre traz para algo que vá nos nos melhorar nos dá oportunidade de de nos melhorar e quando está falando eh é interessante que eu acho que um dos efeitos colaterais entre aspas mais sérios dessa questão da autopiedade é a pessoa realmente não entrar em contato com a sua potencialidade porque eu fiquei muito intrigada da Joana colocar como título né fatores de desintegração da personalidade né eu mas por que que tá colocando aqui e agora né pensando Claro se eu me identifico só com aquilo eu não consigo eu não posso eu sou assim porque eu fui criado assim eu não tenho condições de enfrentar isso na realidade eu não tô olhando para um outro aspecto meu que é onde reside todas as minhas eh aonde eu tenho a potencialidade de me desenvolver e por isso que se eu não aceito as experiências que a vida me dá enquanto aparente sofrimento e que eu não tenho que enfrentar isso eu não vou despertar isso que tá em mim né Eu não sei o quão forte eu sou até que eu seja confrontado mas mar tu tem coragem de enfrentar isso né então é é é um jogo interessante esse né onde a gente fica cindido a gente fica separado eu fico só com o que é ruim em mim entre aspas porque eu tô me enxergando nisso né E aí eu eu perco a possibilidade de enxergar aquilo que é bom eu não sei se vocês entendem entendem assim eh também que eu achei interessante esse título desse Capítulo aqui é e e com certeza e isso vai gerando né potencialmente alg do do tempo uma cadeia realmente de eh ruínas internas né de despenalização e desintegração do ser mas o interessante disso tudo né Eu queria ver o que se pensa sobre isso é
ando né potencialmente alg do do tempo uma cadeia realmente de eh ruínas internas né de despenalização e desintegração do ser mas o interessante disso tudo né Eu queria ver o que se pensa sobre isso é que ela fala que isso é determinado pela própria vontade do indivíduo aqui ou seja o desejo né Central nosso que sustenta a nossa vida psíquica e ela fala que essa vontade ela pode ser tanto Libertadora como um Car sombu E aí que tá o que que leva a gente mesmo que inconscientemente porque às vees Não essa vontade às vezes não é não é do Ego mas é do cero do Espírito por trás do Ego mas o ego não tem consciência disso mas há uma vontade inerente a todos nós espíritos porque nós temos já livre arbítrio ou seja de maneira direta ou indiretamente está sempre fazendo escolhas e e e tá por trás desse jogo de vitimização uma vontade ou seja uma atitude deliberada Nossa de assumir esse lugar de de vítima de pena de autocomiseração que ela tá colocando aí e e e a gente poder entender que que vontade é essa O que que tem aí em jogo quando ela propõe eh e e desvela né Essa essa dinâmica e e e essa vontade de est ali presente de uma certa maneira que pergunta né Pois é Gelson a nível do espírito é interessante essa colocação porque ela fala ali do ganho que a gente tem né Ela fala mas aí seria nível de ego né esse ganho secundário eh o onde a pessoa porque ela diz né que parece que é infeliz essa postura de infelicidade que torna a pessoa feliz mas aí eu acho que isso é nível egóico daí né a pessoa tem um ganho em ficar ali agora a nível de espírito uma excelente pergunta é eu porque eu percebo também muito por esse lado da da carência de querer ser visto e e e só que atravessar atrapalhada né de uma forma atrapalhada essa essa vontade de alguma forma de ser acolhido de ser amado ã mas também né Eh tem eh essa questão de que é alguém um lado que que né um outro lado é alguém que acha que também que o mundo tá devendo né E que o mundo e que a pessoa já tá completa porque vê no outro
também né Eh tem eh essa questão de que é alguém um lado que que né um outro lado é alguém que acha que também que o mundo tá devendo né E que o mundo e que a pessoa já tá completa porque vê no outro eh uma necessidade eh de de ver ver que que as outras pessoas estão fazendo para ele algo que ele já não faz porque já teria passado por por esse momento então eu também vejo um lado que não é tão inferior assim mas como se tivesse um lado mais onipotente de sombra também presente né mas se eu fosse responder eu tô pensando agora e eu acho que essa questão da carência e de querer se sentir Amado de alguma forma me parece que faz parte mas mais a ponto de ego né marl como C né É mas quando eu falei ação do cé do Espírito não quer dizer que o ego não esteja n junto só que muitas vezes essa decisão não é consciente pelo ego mas claro vai se refletir no EGO né comportamento egóico então de uma certa maneira isso tá tá na dinâmica do Ego mas muitas vezes ele vai dizer questionar ele dizer ah mas eu não quero ser assim né o ego Vai dizer que não mas o espírito quer ficar nesse lugar Então nesse sentido que muitas vezes não passa pela consciência do Ego mas claro né a é um jogo do Ego né É um jogo do Ego que se coloca nessa postura masoquista como um jogo masoquista e claro que todo movimento nosso ele busca uma autoafirmação do nosso ser nessa questão de querer ser alguém ser alguma coisa ou seja nós temos que nos confirmar a a partir de uma imagem de um lugaronde eu consigo ser reconhecido por isso que agora falava agora falava assim puxa eu ter a PR Malú né eu eu eu ser feliz por ser assim né ou seja né que me faz eu ser feliz por ser atormentado para me colocar numa situação dolorosa de ficar num lugar de de de de eh desqualificação da minha vida e eu me prazo com isso que é masoquista né Eu me eu fico tirando proveito dessa imagem inferior de mim mesmo né Para que eu tenha então que a pessoa realmente não consegue reconhecer como a falou esse outro lado da sua potência positiva né E
é Eu me eu fico tirando proveito dessa imagem inferior de mim mesmo né Para que eu tenha então que a pessoa realmente não consegue reconhecer como a falou esse outro lado da sua potência positiva né E esse jogo masoquista né ele de uma certa maneira pôr pros outros né um uma uma resposta né eu não fal a gente não faz isso de graça né a gente almeja alguma coisa com essas coisas e e é e acho que é isso que eu estou falando a gente que é sensibilizar o outro para que o outro se Curve em a A nossa condição e possa dizer ó Coitadinho do fulano mas não aqui eu tô aqui tu é legal tu é interessante né então por isso que é que agora falava que existe um egoísmo por trás disso muitas vezes a j coloca aqui uma coisa bem interessante que é um tipo de egoísmo que é uma valorização pessoal atravessado eu me me valorizo mostrando o meu lado inferior como se fosse um um grande esforço na minha vida Olha o que eu faço para viver olha a minha condição veja só né né Eh então é um tipo de pseudo aflição que ele gera né mas no fundo é às vezes muitas vezes uma manipulação ali para ter o que ela quer em relação aos demais pessoas isso é isso É bem interessante né G porque a gente percebe assim aquelas pessoas que estão sempre se queixando reclamando e depois ela diz né que Geralmente quem se entrega a isso geralmente nunca se satisfaz com o que tem com com o que é com os valores de que dispõe e pode movimentar não raro encontra-se mais bem aqui em oado do que a maioria das pessoas no seu grupo social no entanto reclama e convence se da desdita que imagina encarcerando se no sofrimento e exteriorizando malestar à volta com que contamina as pessoas Então é aqueles funcionamentos né poxa a pessoa tá sempre lá reclamando que nada dá certo n e vem todo mundo querendo ajudar e a pessoa nunca aceita né então ela tem aquele ganho secundário ali eu achei muito interessante ela colocar nessa postura de infelicidade que o torna feliz como isso é Sutil né e a gente pode cair nisso mesmo sem perceber
a né então ela tem aquele ganho secundário ali eu achei muito interessante ela colocar nessa postura de infelicidade que o torna feliz como isso é Sutil né e a gente pode cair nisso mesmo sem perceber querendo atenção e na realidade eu não quero sair daquilo eu reclamo mas fica fica reclamação pela reclamação né é isso me faz lembrar um outro caso de uma pessoa que durante a pandemia pediu eh recursos eh lá no grupo espírita Porque ela tava com dificuldade de se manter da da pandemia e tá eí realmente as pessoas era foi uma mais muito difícil e as pessas sensibilizaram com ela e alcançaram recurso daqui e dali né e e e só que ela não não questionou Se as pessoas até onde podiam ir qual é as condições dos outros também então Então ela seou no lugar de vítima como a Mais vítima de todos e eh na cabeça dela as pessoas tin que ter obrigação de dar para ela ficou uma uma obrigação e claro eh por alguns anos a algumas pessoas mantiveram ainda né até que chegou o momento né que a pessoa a pessoa não agradece a pessoa não busca uma um trabalho não busca uma forma de de compensar isso E aí quando as pessoas começ a dizer olha Fulano agora a gente tá Pou recurso agora tu já pode buscar um trabalho né ah ela vem com aquelas queixas Ah mas é porque é difícil conseguir trabalho porque eu tô estudando não ten que da Queria que pagasse a faculdade para ela ou ou que de uma certa maneira e sempre trazendo um drama para justificar pro que o mundo pudesse dar conta das suas necessidades se eu me colocando assim como se ela fosse a vítima realmente do mundo uma pessoa Sadia com bastante energia nova né que pode dizer assim olha tá me dando recurso Mas eu posso te ajudar alguma coisa eu posso na tua casa colaborar então e fazer uma faxina ou colaborar com alguma coisa que tu precise quer dizer de uma certa maneira mas a pessoa fica nessa nessa condição que ela não pode nada e e que o mundo pode tudo e por isso o mundo tem que ter é obrigado a a dar para ela e sustentar a pessoa então
dizer de uma certa maneira mas a pessoa fica nessa nessa condição que ela não pode nada e e que o mundo pode tudo e por isso o mundo tem que ter é obrigado a a dar para ela e sustentar a pessoa então Eh aí tem esse jogo realmente né de de de de ficar nessa satisfação né de ser um um o centro do mundo então ela se coloca como se fosse a vítima Mas é uma vítima que tá que na verdade é o centro do mundo e todo mundo tem que olhar para ela e dar conta dela de uma certa maneira a é aí e bom aí a Joana vai dando exemplos ali né achei interessante que ela diz que esses grandes vitoriosos ali eles não nasceram fortes né Então essa necessidade que a gente tem realmente de de passar pela experiência né eles tornaram-se vigorosos no fragor das batalhas travadas não se detiveram na lamentação porque investiram na ação todo o tempo disponível né então Eh aí vem a vontade também né Gelson do Espírito de de de de estar no mundo eu quero né eu tenho medo Eu acho que eu não posso mas mas eu vou tentar eu quero né porque depois ela vai fazer eu não sei se vocês querem falar alguma coisa antes porque uma das frases mais impactantes para mim aqui desse Capítulo foi a relação que ela faz eh do amor né quando se mantém a autocompaixão ex termina-se o amor não se amando nem tampouco a ninguém né isso aqui eu eu me deparei aqui nessa frase né eu fiquei pensando Poxa a vida Olha a relação que ela faz da pessoa que fica nessa autopiedade ela tá matando o amor aí o meu pensamento foi pra seguinte questão né se eu sou filho de Deus né E Deus me ama ele acredita em mim então eu tenho potenciais e quando eu fico me auto né com essa autopiedade me achando incapaz né vítima sem potencialidade eu não tô honrando essa filiação divina e se eu não honro em mim como é que eu vou honrar no outro né então eu eu Para mim essa frase aqui foi bem bem impactante assim e na verdade ela e até a própria questão pode falar Guadalupe e até essa questão de que acaba nesse padrão justamente querendo achar um lugar de pertencimento mas se afastando
bem bem impactante assim e na verdade ela e até a própria questão pode falar Guadalupe e até essa questão de que acaba nesse padrão justamente querendo achar um lugar de pertencimento mas se afastando Porque como quando a gente fala da lamentação as pessoas vão se afastando e realmente aquela pessoa tem aí ã o seu padrão né Ela vem a que se queixa né então é justo aquilo que a pessoa não quer é pelo que ela é reconhecida que é uma pessoa que tem condições né e acaba sempre agindo nesse padrão O que é diferente até tava em algum momento conversando com a marlu ela me me contando né dessa dessa diferença achei muito interessante eh da questão da dos dois tipos de vítima né que se se a Mar vai vai poder falar melhor do que eu mas da vítima l e da vítima sagrada onde a gente tem até algumas coisas que fogem um pouco desse texto mas que se correlacionam com ele quando a gente pega aqui então Milton rosvel eh epíteto o o gigante deitado que a gente pode ver em um olhar onde realmente tiveram vidas difíceis e por esse olhar a gente poderia até trazer essa conotação de de vítima entre aspas muito entre aspas mas que fizeram disso realmente vidas de de muito sucesso espiritual como eu tinha comentado antes né então Eh como a Joana fala né passar pelos vários papéis todos nós passamos né então a gente vai passar pelo papel do ponto de vista arquetípico até da vítima né Gelson me me corrige se eu tô equivocada Mas uma coisa é tu ser atravessado por essas situações e a postura que tu vai ter frente a elas que é muito diferente quando a gente vê esses exemplos aqui que ela traz né Outra coisa é tu te colocar como se aquele aquele é teu padrão Aí o teu arquetípico o teu arquétipo é o da vítima por uma Encarnação inteira ou mais né O que é algo extremamente desestruturando e Desnecessário né E aí fica aquela pessoa que pode ser nós né gente o que a gente tem que cuidar que que chega já ninguém aguenta mais né porque é claro que a gente gosta e Dev gosta de ser acolhido e deve acolher né
é E aí fica aquela pessoa que pode ser nós né gente o que a gente tem que cuidar que que chega já ninguém aguenta mais né porque é claro que a gente gosta e Dev gosta de ser acolhido e deve acolher né Isso é muito diferente do que a Joana tá trazendo aqui é um padrão de repetição de um comportamento de alguém que se despoten caliz que acha que o mundo tem que suprir suas necessidades Então são coisas muito diferentes né Não não tá se dizendo aqui que não se deve ter a a essa autocompaixão positiva né quando quando usa daí o linguajar da da outra psicóloga e nem que não se deve ter momentos em que a gente deve se acolher eh eh ou acolher o próximo então a gente não pode também eh tentar deturpar as palavras da mentora eu digo né quem lei e tenta ter um outro significado porque ela é muito clara não é disso que ela tá falando ela tá falando de algo que realmente ultrapassa essas questões que nos atravessam nas quais a gente não deve ficar né é interessante que realmente é que há um desamor aí generalizado com consigo mesmo e com o mundo né porque na verdade é um egoísmo mas esse egoísmo eh é se dá importância mas não quer se dá amor que se dá amor é diferente e e e Realmente são discurso que pode enganar algumas pessoas em algum momento mas depois isso vai cansando Então são pessoas muito pesadas porque elas não compõem com a vida eh elas querem roubar energia né Elas Querem envolver as pessoas nesse drama e e puxando as coisas para esse nível mais denso mais negativo então isso em vez de promover promover a vida promover engrandecer a vida movimentar algo novo fica paralisando a vida né fica amarrando as pessoas nessa história dela e e e e e e que se opõe a esses exemplos todos que J coloca onde essa coragem né esse compromisso essa dignidade com a vida né que que mesmo frente à limitações um uma dimensão que fala de uma dor de uma limitação mas que em vez de me paralisar acaba sendo um motivo para me descobrir uma uma vocação ou superação e levando a minha vida de
o frente à limitações um uma dimensão que fala de uma dor de uma limitação mas que em vez de me paralisar acaba sendo um motivo para me descobrir uma uma vocação ou superação e levando a minha vida de maneira a me engrandecer e engrandecer também as pessoas e a própria sociedade né então Eh até porque eh né Gelson marluc eh tem muito aquilo que a gente aprende com com Jesus que nem sempre o que nós queremos é o que nós precisamos então a caridade ela Claro que ela é necessária sempre E é isso que a gente né tá aprendendo eh do ponto de vista evolutivo mas nesse jogo de que a caridade sempre né é necessária a gente tem que ter muito cuidado para não tirar também da pessoa aquilo que deve ser feito por ela e e e vice-versa de não cobrar do mundo questões que nos dizem respeito porque é Nem sempre o que eu quero o que eu preciso né É porque aqui a benfeitora coloca né é uma recusa de crescer né eh de de não tá é diferente a pessoa tem uma necessidade e nós somos sensíveis à necessidade do nosso próximo acolher estimular apoiar promover aquele ser humano compensar ele em alguma necessidade que ele tenha mas aqui a esse jogo realmente de uma recusa de de luta de e e a pessoa fica nesse lugar que que é uma certa amargura diz a benfeitora e por isso que isso gera toda essa desintegração emocional e comportamental que ela vai vai trazer no capítulo né é eu achei bom frisar né isso porque para que não haja né mas como assim agora a gente sempre uma coisa é é é ajudar né mas outra coisa é o que a Joana tá trazendo aí e é essa amargura que vai contaminando né que ela diz contamina aqueles que tão e com relação a a essas a essas esses exemplos que ela dá só retomando um pouquinho que a Guadalupe falou essa uma autora junguiana que eu não lembro o nome Ela traz esse arquétipo da vítima num livro chamado espelhos do self ela fala só sobre isso e ela fala do aspecto eh positivo entre aspas né quando a quando a vítima É no sentido daquele que é capaz de se sacrificar por algo maior algo que tem
chamado espelhos do self ela fala só sobre isso e ela fala do aspecto eh positivo entre aspas né quando a quando a vítima É no sentido daquele que é capaz de se sacrificar por algo maior algo que tem sentido né então é aquele sofrimento com sentido né então é é então são grandes eh exemplos que a gente tem né né o próprio Jesus né que se sacrifica ali mas com um sentido profundo de testemunho para nós então há uma compreensão espiritual muito grande aí né Aí tem tem um outro significado né daí eu não me sinto vítima de algo que é imposto para mim Eh porque eu sou incapaz mas eu aceito voluntariamente aquela experiência eu achei muito interessante esse aspecto né que daí traz a questão questão do sentido né porque o Jung vai dizer né que é o sentido que faz as coisas se tornarem eh a gente ser capaz de de viver uma vida na sua integralidade n a gente não suporta viver uma vida sem sentido então quando a gente começa a ter sentido na experiência que eu tô passando aí eu já tô num outro patamar né Mais maduro não tão infantil assim de recusa né que que é o que a Joana traz aqui e aí entra a questão da queixa né né que é o o segundo item do Capítulo que é algo que é extremamente comum a nossa natureza né a tendência ainda do ser humano é essas atitudes infelizes né de de se queixar Então e e parece que uma coisa puxa a outra as pessoas tem parece que gostam né de de criar situações tanto de de se queixar como de gerar movimentos em torno de de comentários queixosos né ou de levantar né elementos que tenham essa características que favorecem a queixa como é que você vê essa tendência nossa ainda de de ficar na queixa Você sabe que eu tava revendo o filme Nosso Lar e tem uma cena que o lisas vai levar o André Lu então quando ele tá começa a melhorar né vai levar ele para conhecer ali Nosso Lar né E daí o André Luiz faz algum comentário lisas disz para ele olha André quem Reclama não tem tempo para sorrir eu achei tão interessante né ele ele falando agora eu acho que muitas das
ali Nosso Lar né E daí o André Luiz faz algum comentário lisas disz para ele olha André quem Reclama não tem tempo para sorrir eu achei tão interessante né ele ele falando agora eu acho que muitas das queixas assim no primeiro pensamento que me vem Gelson é a nossa a gente acha que isso não dá nada é quase um comportamento Assim Que a Gente se Encontra ai Mas como tá frio hoje né ai mas como não sei o quê então acho que tem muito de uma inconsciência nossa assim sabe de não refletir muito eh que isso pode pode gerar assim consequências até acaba gerando um campo ali que não é favorável nem pra gente nem quem tá com a gente então acho que muito tem a ver com uma inconsciência mesmo nossa sabe e uma outra questão é também ligado a isso e a uma imaturidade onde eu fico eh porque aesta é assim né eu fico fico botando tudo no outro né então a culpa é ah porque minha família me fez isso porque o governo é isso porque é o meu meu chefe é isso então é esse mecanismo que eu tenho de botar tudo que acontece fora né então acho que fala de uma inconsciência e maturidade nossa ainda como é que tu vê isso Guadalupe Sim concordo com a marluc tava pensando que que justo por onde vai a nossa a queixa fala bem mais de nós do que do outro né como uma máxima mas como sempre é bom lembrar então Eh isso é é muito se a gente tá mais centrado e né Não não tá no aí no papel do queixoso se percebe né o o o padrão de queixo é justamente aquilo que em mim tá totalmente inconsciente e ativado e é interessante que a queixa rende né rende assunto então acaba que as pessoas eh as pessoas né enfim e e nós né todos a gente tem que cuidar porque não é uma forma boa né de puxar assunto que só o lindo ou Bom dia OK né pode ser um eh algo coloquial Mas que bom mas o o lado negativo ele não tem motivo de existir a não ser o nosso vício de tentar criar vínculo por um lado que não é legal né Por que que a gente não busca o outro e claro que é muito fácil ali sem insuflar e e e aí às vezes cria quase que uma
tir a não ser o nosso vício de tentar criar vínculo por um lado que não é legal né Por que que a gente não busca o outro e claro que é muito fácil ali sem insuflar e e e aí às vezes cria quase que uma participação Mística porque quando um queixa ser um ambiente maior todos queixam e se sentem pertencentes e mas isso tudo podia acontecer lá no outro Polo né num Polo positivo de todos vibrarem numa numa energia legal então como isso é um um vício eh de de um padrão viciado particular pessoal e coletivo no qual em massa ainda se caminha e quando é diferente como é bom né quando a gente vai num lugar que vai elevando o pensamento olha como é bom né então a gente tem outros lugares para se sentir pertencente para se conectar com outro que não pela queixa que costuma ser o padrão né em geral né o ônibus que atrasou eh enfim o né aí a gente pode né começar aqui mas tem outras formas também né de de de se vincular procurar se vincular a gente percebe assim no que estou falando né que a queixa eh por ser também um lamento né um tipo de lamúria né pessoa queixosa se fosse um um gemido né um ai ai ai né em relação à Vida uma lástima a pessoa fica naquela lamentação né um uma coisa meio ressentida até em relação à Vida eh e é um é um núcleo com a pessoa que tem autopiedade é mais ou menos igual né porque as duas falam dessa imaturidade frente à Vida as duas há uma tendência Então dessa desse dessa atitude infantil né de de de insegurança né mas interessante que enquanto a pessoa que se autocomp desce el queira sensibilizar a a pro outro a sua dor sublinha a sua dor com uma forma de ter esse ganho secundário essa tensão e esse esse colo do mundo sem compromisso a pessoa queixosa ela é uma atitude mais eh de de ataque né em vez de trazer pro outro para para si o apoio ela ela projeta o a culpa nos outros a minha vida tá assim é é uma vida desinteressante terrível e e e o mundo é culpado disso então eu não quero eu faço eu não preciso do mundo eh que nem o outro que se autoc compadece
culpa nos outros a minha vida tá assim é é uma vida desinteressante terrível e e e o mundo é culpado disso então eu não quero eu faço eu não preciso do mundo eh que nem o outro que se autoc compadece mas eu eu tenho raiva do mundo né porque eu eu eu ocupo o mundo pelo meu estado então a j vai falar justamente disso né que há uma tendência da pessoa queixosa a transferir para os outros né a as causas da sua incompetência do seu insucesso né em vez de reconhecer de lutar também de poder avaliar de poder encontrar uma lógica para poder desmanchar aquela realidade ela fica jogando né e dizendo Ah também olha só o Fulano olha essa vida como é que tá Como é que eu vou viver nesse mundo né eh ah como é que eu vou ter filho não vou dar filho tem gente ah como é que eu não quero engravidar porque o mundo tá tão ruim que eu vou como se fosse uma justificativa como se fosse um amor pela criança não querer engravidar quer dizer é é uma lógica muito estranha né quer dizer de não acreditar na cap de superação e e como se o mundo estivesse impedindo ela de poder fazer um movimento eh e assim então ela resolve Então não se ocupar com aquilo ou ficar se lamentando frente a essa ou aquela a situação Então essa transferência né de justificativa eh e aí Claro na medida que ela põe nos outros ela não se compromete ela não assume a parte dela no processo eu me lembro de conhecer uma pessoa que ela fazia negócios assim de uma forma muito descuidada displicente mas assim ó todos quase todos os negócios que óbvio não eram bem sucedidos tinha sempre uma causa externa nunca era ela então ah porque o governo mudou o plano ai porque o Fulano me enganou ai porque né então eh e aí ficava nessa nessa revolta com o mundo com todos e aquilo gerava uma paralisia muito grande né E era um padrão interessante isso porque era um padrão que se repetia né e e e e a pessoa não conseguia fazer consciência né Porque daí a Joana vai dizer ali que certamente há fatores humanos e ocasionais que respondem e pelas dificuldades e
era um padrão que se repetia né e e e e a pessoa não conseguia fazer consciência né Porque daí a Joana vai dizer ali que certamente há fatores humanos e ocasionais que respondem e pelas dificuldades e problemas humanos claro né A vida tem as suas intercorrências são no entanto a fragilidade a insegurança do paciente que ocasiona um insucesso que poderia ser transformado em êxito caso no qual abandonando a queixa perseverá na ação bem direcionada então enquanto tu fica naquela queixa naquele funcionamento que acaba como tá dizendo fica quase um vício ali né a gente não se dá conta eu não faço consciência e aí eu permanece essa minha fragilidade essa insegurança sem possibilidade quando seria mais prático né e e rápido né jáa pessoa reconhecer é eu não sou boa em fazer negócio quem sabe eu peço ajuda para alguém ou aprendo ver como é que faz isso né Isso me lembra na na na questão da justiça né a queixa crime né que que a queixa crime é é é um o a denúncia né de algo né onde eu me sinto realmente vítima onde eu exponho então um fato criminoso e eu me sinto então ofendido querendo então um reconhecimento ou mesmo um um uma reparação da daquele daquele dano então a pessoa que chosa sabe desse lugar realmente da de que o mundo fez um crime com ela né e e visindo que a vida que a vida não deixa né Então ela tá nesse estado realmente patológico né de se ver nessa incapacidade aí realmente tem essa fragilidade que tu tá falando né am lci dessa atitude da pessoa se colocar né como uma Ben feitura também coloca né Eh nesse lugar de que vez de reconhecer a sua insegurança a sua fragilidade e e e e e buscar o processo então de superação de crescimento de fortalecimento é mais fácil né botar a culpa então que o como se o mundo tivesse impedindo ou gerando alguma dor alguma lesando ela de uma certa forma e e dá uma exaustão a pessoa pode não não se perceber mas assim O Mundo Continua né girando como se diz não não é tão pequeno assim né Eh e a pessoa se exal eh encarcerada como como a marluc trouxe essa imagem
a exaustão a pessoa pode não não se perceber mas assim O Mundo Continua né girando como se diz não não é tão pequeno assim né Eh e a pessoa se exal eh encarcerada como como a marluc trouxe essa imagem encarcerada em si mesma correndo ao redor do próprio rabo como se fosse um cachorro ou imagens assim porque o mundo né a vida continua a vida é movimento e então é algo que vai a gente vai colocando fora esses minutinhos que são tão preciosas apesar de uma vida aqui encarnada depois lá não parecer tanto tempo são são tempos preciosíssimos né que que se perde nesse padrão tava pensando nisso Guadalupe Nossa como a gente atrasa a nossa a o nosso caminho né às vezes em coisas que nem nos damos conta e estamos repetindo al a gente vai repetindo piora que a gente vai repetindo esses padrões e aí quando a gente desencarna chega lá e se queixa é ainda se quecha hora n Nosa tem que ter paciência conosco né tem que ter paciência e por isso que a benfeitora ela ela vai trazendo nesse item começa né o item falando do Oráculo de dpos do do Apolo né que era justamente o Deus Solar do conhecimento que tinha lá no no Oráculo de devos é aquela inscrição né conhece a ti mesmo da importância né do do confronto com a verdade né não ter medo da sua realidade né não se esconder da vida culpando a vida e buscando o conhecimento Então ela ela coloca assim a importância realmente né do enfrentamentos tranquilos das ocorrências ninguém tá pedindo paraa pessoa dar conta de tudo ou ser perfeita ou tem que ter sempre uma eh capacidade a gente vai ter fracasso né a gente pode fazer tudo direitinho mesmo assim não dá certo porque tem coisa que não depende da gente né então Eh ela fala da importância da compre ção frente da vida para que a gente possa compreender esse jogo do processo que são os elementos e os mecanismos que envolvem a dinâmica da vida e a minha para que de maneira honesta verdadeira humilde eu possa reconhecer o que eu eu tenho de bom e o que tem de limitações e a partir disso tirar proveito da realidade né porque de
nâmica da vida e a minha para que de maneira honesta verdadeira humilde eu possa reconhecer o que eu eu tenho de bom e o que tem de limitações e a partir disso tirar proveito da realidade né porque de uma certa maneira do ponto de vista espiritual a questão toda não é o sucesso muitas vezes do empreendimento resultado mas é a transformação do nosso espírito né que isso é o que tem de mais valor e se a gente realmente poder eh não se desculpar no sentido de ficar se justificando eh frente às nossas limitações e também não ficar culpando o mundo aceitando nós como nós somos mas não compactuando com a nossa limitação e nem se justificando então a gente tá começando um caminho de autoconhecimento necessário para fazer esse movimento de eh superação ou não né ou entra num processo como Joana coloca de de ser um cruel verdugo né uma aqu uma ferrugem né que vai eh carc que vai né des aando as engrenagens do nosso psiquismo e vai criando um processo que muitas vezes na hora a gente não sente mas que tem consequências muito graves do ponto de vista do nosso futuro espiritual e da nossa saúde psicológica ela relaciona essa compreensão com saúde psicológica E ela diz ali que sucesso né tem a ver quando o indivíduo em qualquer circunstância mantém administração dos seus problemas com serenidade né e quecha não tem nada de serenidade né quecha é né fala em harmonia aqui né é que bonito essa essa essa esse conceito de sucesso sucesso não é o resultado externo não é o ganho não é o fator x o isso que que que possa se se ter como como algo que eu esperava e aquilo deu o retorno almejado não sucesso é capaz de eu administrar a mim mesmo ser dono de mim mesmo olha só que qual é maor sucesso do que esse né da gente poder realmente sermos donos de nós mesmos né E poder ter serenidade dialogar com a vida tirar o melhor proveito que ela pode nos oferecer saber lidar com as situações ter paciência e assim por diante essa essa questão uma das um dos das pessoas dos Espíritos que ela traz ali né personagens foi epíteto
proveito que ela pode nos oferecer saber lidar com as situações ter paciência e assim por diante essa essa questão uma das um dos das pessoas dos Espíritos que ela traz ali né personagens foi epíteto né histório E ele fala e ele traz essa questão da de ser dono de si como a maior liberdade e e tem essa frase que é mais ou menos assim que escravo mesmo é aquele que luta contra o que não pode mudar e não faz nada com as variáveis com aquilo que pode mudar então é é bem isso a gente às vezes vive numa escravidão né encarcerados de novo né esse Esse aspecto assim figurativo porque o verdadeiro sucesso a verdadeira liberdade é realmente nós sermos donos de nós mesmos né Essa integridade que J coloca né dessa inteireza nossa né dessa confiança na vida em nós né que ela comentava antes a coragem né de poder então levar nosso compromisso sabendo que em algum momento seja pelo esforço de agora ou de um esforço permanente eh isso vai redundar em alguma conquista e a maior conquista é essa interna de nós mesmo muito bem muito interessante né esse esse esse capítulo esses dois itens né Ainda temos um terceiro item que vai ser visto Então no próximo encontro nós convidamos a todos então para no próxima semana poder dar continuidade a esse capítulo que são os fatores de desintegração e onde nós vamos nos ocupar com item comportamentos exóticos que faz parte Então desse dessa Tríade aqui que que que Joana tá colocando em relações a esses comportamentos desintegradores da personalidade alguma coisa mais Marlúcia Guadalupe para encerrar nosso estudo Paulo numa carta aos Filipenses ele recomenda eles Façam tudo sem queixas nem discussões né bonito me lembrei dessa frase dele muito bem Tá certo Guadalupe mais alguma questão não isso aí aprender a queixar menos e fazer né alguma queixa gente é é uma alegria né não tem como achar a Joana mas realmente assim eh para eh eu realmente eu comecei falando isso e vou terminar falando isso o quanto é eh fértil esse terreno que ela nos traz a gente prestar atenção Nessas questões
achar a Joana mas realmente assim eh para eh eu realmente eu comecei falando isso e vou terminar falando isso o quanto é eh fértil esse terreno que ela nos traz a gente prestar atenção Nessas questões que parecem tão pequenas mas que são tão grandes e que tem um potencial transformador enorme né então que a gente se cuide se acolha sem autocompaixão negativa e fente tem realmente um pouquinho de lucidez espiritual e do quanto o amor do pai nos acolhe possibilidades novas para regenerar nossa alma não pode ter lugar para aqu Então vamos meditar sobre esse material de Joana tão maravilhoso e buscar fazer essa parte de superar esses limites que a gente impõe para nós mesmos um grande abraço a todos que a paz e o amor do pai nos envolva nessa caminhada até mais
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