T9:E14 • Vida: Desafios e Soluções • Descobrindo o inconsciente (parte 1)

Mansão do Caminho 20/01/2026 (há 2 meses) 1:02:04 495 visualizações 84 curtidas

Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis • Temporada 9 Temporada 09 – Vida: desafios e soluções Episódio 14 – Descobrindo o inconsciente (capítulo 7, parte 1) Neste episódio, Gelson Roberto recebe Guadalupe Amaral e Marluce Renz para o estudo do capítulo 7 da obra Vida: Desafios e Soluções, de Joanna de Ângelis (psicografia de Divaldo Franco). A análise do item 7.1 Análise do inconsciente apresenta uma reflexão sobre as forças ocultas que influenciam o comportamento humano, destacando a importância do autoconhecimento, da observação interior e da integração das emoções reprimidas como caminhos para a harmonia psíquica e espiritual. 📖 Obra: Vida: Desafios e Soluções, Joanna de Ângelis – psicografia de Divaldo Franco 🎙️ Apresentação: Gelson Roberto 👥 Convidadas: Guadalupe Amaral e Marluce Renz #VidaDesafiosESoluções #JoannaDeAngelis #DivaldoPereiraFranco #PsicologiaEspírita #Espiritismo #DescobrindoOInconsciente #Autoconhecimento #SaúdeEmocional #EstudosJoannaDeAngelis #EspiritismoPLAY #TVMansaodoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Queridos amigos, é com muita alegria que damos início a mais um estudo da série psicológica Joana de Angeles nesse momento importante do estudo do livro Vida, Desafio e Soluções, que é o capítulo sete, Descobrindo inconsciente. um momento marcante na obra da benfeitora, porque nesse capítulo ela inaugura eh essa imersão na dimensão da alma a partir desses conceitos, né, psicológicos. E ela então vai nos apresentar a visão dela do inconsciente, eh, não só eh dela, mas a partir de uma reflexão que ela faz, do que o mundo, né, tem a nos dizer em relação ao inconsciente. ela vai eh trazer autores, né, como o Jung, em especial aqui no capítulo, para poder explorar a partir da visão dela, que é uma visão de cunho espiritual, né, reencarnacionista, né, que envolve a imortalidade da alma. O que que é esse inconsciente, né, gente? Então, ela começa de uma maneira mais didática para depois ir ampliando essa essa compreensão dessa realidade que é o inconsciente. Então, é a primeira parte do capítulo que é o que a gente vai ficar hoje é justamente isso, a análise do inconsciente. Depois eu ten processo de individuação e os arquétipos. hoje, né, a gente vai tentar, né, porque é um é uma parte longa do capítulo, tentar meio que eh resumir, né, e e trazer alguns elementos importantes em cima desse tema. Como é que vocês foi contato de vocês com capítulo Guadalupe, Marluc? Vamos dar uma olhadinha então nesse material, né? Olá, gente. Gelson Marlúci. é um como começaste um capítulo importante, bastante importante e muito denso. Então, em poucas páginas, ela traz realmente muita informação e muito importante para questões que depois no decorrer da série psicológica ela ela vai retornando. E eu gostei muito quando ela diz que o ser é manifestação do pensamento divino o criou para vigorosa manifestação de si mesmo. E a partir do que gira em torno do significado dessa frase, ela vai nos trazendo realmente a a amplidão do inconsciente, fazendo aquela comparação que a gente pode falar seguir, né, com a Rolha e iceberg e o

tir do que gira em torno do significado dessa frase, ela vai nos trazendo realmente a a amplidão do inconsciente, fazendo aquela comparação que a gente pode falar seguir, né, com a Rolha e iceberg e o quanto a o eu parcial, o ego, não tem essa percepção do eu total, se não tiver essa essa atitude mais aberta, e essa perspectiva das possibilidades enquanto ser espiritual. Eh, então, realmente, eh, o que mais me impressionou e mais me causou impacto foi eh o quanto ela traz de informações extremamente importantes para que a gente entenda toda a nossa dinâmica enquanto ser espiritual aqui na Terra. nesse capítulo onde ela começa, né, essa questão da importância do inconsciente, que não é só impulso, pulsão. É, eh, esses dias estávamos num grupo de estudos de Joana, né, e nós falávamos justamente que quando a gente começa a ficar um pouco mais familiarizado com a Joana de Angeles, a gente fala com uma certa naturalidade, né, inconsciente, consciência, mas no geral eh são conceitos assim que talvez pra maioria das pessoas é mais difícil, né, de de compreender, porque justamente o esforço da benfeitora é nos trazer assim, eh, um mapa, né, de de como funcionando. e como é que isso influencia na nossa vida. Então eu gostei muito de de duas coisas que ela coloca. primeiro título, né, descobrindo o inconsciente. Isso já me veio com aquela imagem, né, de que tem alguma coisa que tá coberta e nós vamos descobrir isso. E depois ela fala em explorar o inconsciente. Então ela tá falando uma dimensão, né, que muitas vezes nós não temos familiaridade e ela traz imagens aqui pra gente começar a pensar essa ideia de inconsciente muito muito linda, né? que ela quando a gente começa a pensar, né, nas imagens que ela diz, né, a partir do que o Jung fala que o inconsciente é um verdadeiro oceano. Então, só o oceano nos dá uma dimensão assim incrível, né, do que que seria o inconsciente. E ela já vai relacionando a consciência, né, eh, dizendo: "Olha, essa consciência tá mergulhada aí nesse oceano, né?" E daí

ano nos dá uma dimensão assim incrível, né, do que que seria o inconsciente. E ela já vai relacionando a consciência, né, eh, dizendo: "Olha, essa consciência tá mergulhada aí nesse oceano, né?" E daí ela tá falando da consciência como esse iceberg, né? o iceberg, cuja parte visível, né, seria a área da consciência, né, e e e mais ela traz uma outra imagem riquíssima que é a consciência como uma rolha flutuando no oceano. Então, só isso nos dá uma dimensão de que ela vai começar a explorar e nos ajudar a descobrir um universo incrível, impressionante, que nós não vamos ter acesso. Nós vamos ter acesso a uma pequena parte dela. vai explicando ao longo do capítulo como é que a gente acessa esse oceano, que partes é possível a partir do que a Guadalupe começou a trazer, né, desse eu pequenininho aí e de todas as potencialidades do espírito, né, que estão nesse oceano. Então eu achei um capítulo assim, ó, muito didático, como estava dizendo, né, Gels, ao mesmo tempo profundo e trazendo um tema que talvez para nós seja fácil mais assim de lidar, mas para muitas pessoas pode ser surpreendente ler e começar a aprofundar Joana a partir daqui, né? Claro, até porque o conceito de consciência e de inconsciente, ele é de ele ele ele é divergente até às vezes, né? Ele ele ele pode ser visto de várias maneiras. E aí eu acho que é importante realmente nessas imagens que tu traz, né, entender o que que ela tá dizendo consciência quando ela pega a imagem do iceberg e da rolha, o que que ela quer dizer com o inconsciente quando abarca essa imagem do oceano? Então essas duas imagens acho que ajudam a gente entender o conceito, né? Porque o conceito de consciência não é o conceito de consciência que tá lá no livro dos espíritos. Quando eh pergunta espírito, onde tá escrito a lei de Deus na consciência dos homens, né? Então existe várias noção de consciência. Consciência como está consciente, consciência ética, consciência cognitiva, consciência reflexiva, consciência entre sono e vigília, está

ncia dos homens, né? Então existe várias noção de consciência. Consciência como está consciente, consciência ética, consciência cognitiva, consciência reflexiva, consciência entre sono e vigília, está acordado, está, né? Eh, então, a o termo consciência é um termo que eh cabe muita coisa dele, né? E e até a noção tá de mente, até de espírito, né? Mas não é dessa consciência que Joana tá falando. Ela tá falando do aparelho psíquico, né? Enquanto psíquico tudo é o espírito, a totalidade é o espírito, né? E essa totalidade do espírito, né? Ela vai dizer, tem uma parte dessa totalidade maior, vasta e profunda que a gente chama de inconsciente, que a gente pode comparar com um oceano, que a gente não consegue penetrar na profundidade. É até difícil chegar até lá, né? humanamente, sem sem um instrumento adequado, a gente não consegue chegar na oceano, né? E ao mesmo tempo toda a vida nasceu no mar, né? Então, oceano como origem da vida, né? E como aquilo que sustenta também no planeta. Porque toda a questão a gente sabe hoje em dia que a grande parte de oxigênio do planeta não vem das águas, mas vem do mar, através das algas. Então, o inconsciente sustenta a vida de uma certa forma e ela vai aos pouquinhos a mostrar que esse inconsciente ele é não só o resultado de das experiências guardadas, então a gente tem uma uma visão eh geológica do inconsciente, né? a eh eh de uma visão de camadas geológicas, né, de substratos do espírito, né? Então vocês pode ser ser visto assim, mas ela vai além, né? Não é só uma história que ficou guardando da gente, né? Do que a gente desenvolveu, evoluiu até o momento. E também no inconsciente tá toda potência guardada. o vir a ser, né? Então, ela tá vendo o inconsciente como o passado e o futuro, aquilo que em outro momento vai chamar de superconsciente, mas que também tá no inconsciente, porque ela vai dizer assim que até o momento da lucidez, o pensamento lógico que nós transitamos, né, com vistas ao estágio mais elevado do pensamento cósmico para onde rumamos.

ém tá no inconsciente, porque ela vai dizer assim que até o momento da lucidez, o pensamento lógico que nós transitamos, né, com vistas ao estágio mais elevado do pensamento cósmico para onde rumamos. Esse pensamento cósmico também é eh tá no inconsciente. Então o inconsciente aqui é aquilo que a gente já conquistou e automatizou do espírito, aquilo que é meu, né? E que eu não preciso nem pensar que porque isso já é uma conquista, né? Eh, o inconsciente também são as coisas mal resolvidas, os conflitos que estão lá não reconhecidos pela pela minha consciência. E o inconsciente também é o potencial e que tá ali a ser despertado e conquistado na no nosso processo evolutivo. Então, e é realmente é um oceano de, né, de possibilidades aí que não só, né, e ela fala da consciência como e essa condição eh limitada. Então, ela tá falando da consciência enquanto ego, o campo da consciência, o ego, ou seja, esse lugar que instaura a nossa identidade. Eu, Gelson, a Marlúcia, Guadalupe, que, né? Mas a consciência é uma consciência. Aí, então, enquanto uma faceta de um eu maior, que ela chama de eu maiúsculo, né? Então ela fala do ego com e com com e minúsculo e um eu, né, que também é uma conceito. Então, olha só quão quão complexo é isso, né, gente? Não sei como é que você compreenderam aqui quando ela começa a trazer esses elementos para poder pensar, né, a realidade da alma, né, mas porque ela vai dizer, tem que ter em mente que a gente tá falando do espírito, né? E aí ela vai poder começar a dialogar com esses conceitos a partir dessa noção de espelho. >> É, realmente ela tá dizendo, né? E mais uma coisa que ela tá dizendo a partir de tudo isso que estava comentando já. Ela diz assim, ó: "É muito difícil dissociar-se o inconsciente das diferentes manifestações da vida humana, porquanto ele está a ditar de forma poderosa as realizações que constituem os impulsos e atavios existenciais. Então esse mundo todo desconhecido, né, que a gente vai ter acesso com essa que ela vai começar a falar ali do ego, essa

orma poderosa as realizações que constituem os impulsos e atavios existenciais. Então esse mundo todo desconhecido, né, que a gente vai ter acesso com essa que ela vai começar a falar ali do ego, essa consciência menor ali, né, que vai que é fundamental e é menor, considerando a sua dimensão em relação ao inconsciente, a todo esse esse conceito de consciência que o J estava trazendo. É a partir dele que a gente vai começar a entrar em contato com os conteúdos que estão ali. E por que que é importante que a Joana tá trazendo aqui? Porque mesmo que a gente não saiba o que tem dentro desse oceano, nessas camadas aí, isso influencia e muito a nossa vida aqui em cima, né? Então, se a gente pudesse continuar nessa imagem do oceano, como é que a gente vai conhecer ali? Vai conhecer a partir desse ego, né? Então eu vou mergulhar ali e vou começar a identificar, né? Alguma, algumas coisas eu vou ver com mais facilidade. Eu fiquei pensando na luz do sol quando ela incide no mar. tem até um determinada altura ali, a gente consegue ver coisas a olho nu, depois fica mais difícil. Então essas camadas geológicas, né, que tava falando, já ficou pensando também, né, pensando lá naquele oceano profundo, naqueles abismos do oceano que a gente nunca vai saber até o momento, né, com a tecnologia que a gente tem, o que que tem lá, né, assim a nossa vida psíquica. Mas a Joana tá dizendo: "Olha, esse mundo que aparentemente a gente não percebe, ele se manifesta". ele se manifesta, ele é importante porque ele exerce influência na vida que a gente tem aqui consciente. E daí ela começa a trazer, né, essa questão, como é que ele se manifesta, de que forma simbólica, como é que a gente acessa esses conteúdos e por que isso é importante, porque ele passa muitas vezes a determinar coisas e a gente nem sabe o que tá acontecendo aqui, né? Então, como é que esse inconsciente vai se manifestar na nossa vida? Quando a gente diz uma coisa que não queria dizer, né? Quando a gente se surpreende, a gente age de um jeito, diz assim:

aqui, né? Então, como é que esse inconsciente vai se manifestar na nossa vida? Quando a gente diz uma coisa que não queria dizer, né? Quando a gente se surpreende, a gente age de um jeito, diz assim: "Puxa, como é que eu pude reagir assim?" Então, a gente vai sentindo essa pressão, isso vai desacomodando esse nosso eguinho aqui e aí então ali a gente pode começar a identificar que isso que tá vindo lá nas profundezas, né, desse oceano, tá sim influenciando o meu barquinho que tá navegando aqui em cima, né? Então, tanto é que ela chama eh e esse processo como uma função, né? Então ela vai ela vai equiparar o o espírito numa certa condição, né? não de de como totalidade como o inconsciente. Ou seja, o espírito exerce a sua função na condição de inconsciente. Ou seja, o inconsciente é uma forma do espírito enquanto totalidade tá ativo, como tu tá falando, né, Marcia, e responder, movimentar energias e eh e mobilizar as forças de si mesmo, né, neste ego que tá operando na relação com a vida, né? Então, eh tá então realmente eh eh trazendo o inconsciente como a uma dimensão muito importante da nossa natureza, né? Então inconsciente não é como a a don falou, não é só impulso cego, não, não é instinto, né? Que é uma visão de uma visão arcaica que algumas psicologias têm. O inconsciente aqui de Joana se parece muito com o inconsciente de unuiano que é o inconsciente criativo, autogerador, com uma potência, tá sempre movimentando forças em favor de uma direção. É, tem um sentido teleológico, uma finalidade. Então, nosso inconsciente ele ele ele funciona dentro de uma lógica, né, dentro de uma realidade e e que pulsa como forças atuantes que não sejam só apenas instintivas. Tá, eu tava ouvindo vocês e procurando elaborar o que eu gostaria de trazer, porque a gente trata de um assunto que é tão abrangente, eh, mas essa questão de que inconsciente somos nós, né? passado, presente, futuro e e ao mesmo tempo de alguma forma, mas o quanto ah isso vai ao encontro, né, da das questões que a gente lê no

gente, eh, mas essa questão de que inconsciente somos nós, né? passado, presente, futuro e e ao mesmo tempo de alguma forma, mas o quanto ah isso vai ao encontro, né, da das questões que a gente lê no espiritismo em geral, no Pentateuco, quando se toca na questão da lei do esquecimento, porque mesmo esse trabalho estão todas nossas experiências ali, né, nós nos trazemos juntos, mas vai vindo à tona vai vai emergindo de uma forma mais consciente, indo através do ego, da autoconsciência, a partir do momento que nós vamos conseguindo lidar, elaborar melhor as questões que a gente traz, que de uma maneira ou de outra são as questões ligadas às nossas vidas espirituais passadas, né, e muitas, claro, a essa, mas que de uma forma ou de outra reflexo das passadas. Então isso também é muito interessante porque a gente pode ser arrastado e aí inconscientemente como a Marlúcia tava trazendo, né? Eh, vocês estavam trazendo eh isso vai de uma maneira ou de outra refletir inconscientemente na nossa dinâmica de vida? ou nós podemos eh nesse trabalho de auto de autoconhecimento, desculpa, eh realmente lidar de uma forma mais elaborada com esse passado, que é o que a gente de uma maneira veio fazer aqui. E também lá do outro lado, né? Claro que a gente o que tem é o presente, então isso é interessante. Nós temos que aprender a lidar com o passado de uma forma mais consciente, sem eh nos deixar ser carregados, né? E mas ao mesmo tempo a gente também tem no no inconsciente que é o nosso por vir, eh o futuro nosso, eh também de alguma maneira a gente sente, né, nos momentos em que nós estamos mais conectados, eh, em momentos de alguma experiência anômala, enfim. Então, é eh eh é eh a junto com a complexidade existe essa perfeição da obra, né? E isso realmente é muito interessante e bonito, porque é para viver, né? E aí assim eu eu, né, que eu passo para vocês a palavra, mas passa pelo que tanto Joana nos ensina que é a experiência. Então agora, né, nós estamos tendo a parte didática disso e

ue é para viver, né? E aí assim eu eu, né, que eu passo para vocês a palavra, mas passa pelo que tanto Joana nos ensina que é a experiência. Então agora, né, nós estamos tendo a parte didática disso e agora o que que eu vou fazer com isso, né? Vou vou seguir de que maneira? Então, na experiência do hoje, nós trabalhamos o ontem. e sentimos o amanhã de alguma maneira, né? Eu acho muito bonito essa essa dinâmica. Ela fala, né, Guadalupe ali, que a gente normal, os indivíduos normalmente se movimentam na vida em estado de quase de sono, né, sem dar-se conta do que acontece à sua volta, sem conscientizar-se das ocorrências nem dos seus mecanismos. E aí retomando um pouquinho, né, o que já estava falando desse por que que o inconsciente quer se manifestar, né? Por que que a gente então ele se manifesta assim a a nossa revelia, vamos dizer, né? Então a partir dessa ideia de que tem um sentido, de que tem todo um movimento na nossa vida que quer integração, né? Então aquilo, né? Não há nada oculto que não venha a ser revelado. Então as coisas que estão ali, elas querem vir paraa luz dentro, claro, né? tava dizendo das nossas condições, né, daquilo que a gente tem estrutura para lidar. Então, existe todo um movimento que eu acho lindo isso assim de trazer aqueles conteúdos que estão lá para para vir paraa nossa consciência, para que a gente possa tomar conhecimento disso, sair dessa dessa consciência de sono, como a Joana diz, né? E nesse sentido valorizar a riqueza que é uma encarnação aqui, porque ela diz, né, a existência humana é uma aprendizagem valiosa que não pode ser desperdiçada de maneira vulgar ou vivida utopicamente, qual se fosse uma viagem ao país da ilusão, no qual tudo tem lugar de maneira temporal, mecânica, destituída de sentido ou de razão. Então aqui ela traz o sentido da nossa encarnação. A gente tá aqui para se desenvolver, paraa gente explorar, né, descobrir todas essas potencialidades que a gente tem e que muitas vezes elas vão ser descobertas e exploradas a partir da

sa encarnação. A gente tá aqui para se desenvolver, paraa gente explorar, né, descobrir todas essas potencialidades que a gente tem e que muitas vezes elas vão ser descobertas e exploradas a partir da dor, daquilo que a gente não entende do nosso sofrimento. Mas o movimento é um movimento amoroso de dizer, ó, vamos trazer pra luz pra gente poder lidar com isso. Então é lindo esse sentido também, né? da desses conteúdos verem e da gente sair dessa nossa, olha, a tua realidade não é só essa realidadezinha aqui que tu tá olhando, né? Tem coisas se movimentando ali embaixo. Vamos deixar isso vir à tona, vamos explorar isso pra gente não se assustar muito, né? Porque aí tá esse trabalho eh espiritual mesmo aí que vem as nossas transformações e aquilo que a gente chama no espiritismo de evolução. >> É por isso que ela vai falar em vários eus, né? tá falando do ego, esse ego que busca se tornar autoconsciente, fala do eu na condição de ser, né? E que e que esse eu não só é é essa dimensão que pensa somente em si, mas também que existe uma dimensão do inconsciente que é que é que é o eu total, né? Formando o eu total. Então ela tá falando assim: "Olha, gente, tudo é um grande eu, né? Tem o ego, tem o eu inconsciente, que é o outro dentro da gente, e dentro desse inconsciente tem vários deus que que ela vai falar aqui, né? Da ânima, do ânimos, da sombra. Então, a gente é formado de instâncias, de ilhas de consenso. Agora tô falando com vocês aqui, né? Mas se eu fechar os olhos e parar, tô vendo que tem fantasias, preocupações, desejos, impulsos. outros eus que tão tão aqui presente independente do movimento do ego. Então o ego tá aqui nesse momento controlado, mas se de repente eu fico emocionalmente alterado ou bebo demais, esse ego perde o controle e vem outras conteúdos e instâncias da minha natureza, outros eus que aparecem. Então, e e na medida que ela disse, quando a gente consegue ter uma experiência de totalidade, quando o eu ego, né, eh, e sintoniza, reconhece, vivencia,

as da minha natureza, outros eus que aparecem. Então, e e na medida que ela disse, quando a gente consegue ter uma experiência de totalidade, quando o eu ego, né, eh, e sintoniza, reconhece, vivencia, né, e consegue abrir espaço de poder realmente isso que o chama de função transcendente, ou seja, um diálogo para que esse fluxo de energia entre o ego e consciente se dê, acontece uma experiência que a gente chama de luminosa, que tá escrita aqui no na para mim na página 92, ela diz o seguinte: "Toda vez que a mente consciente dá-se conta de que o inconsciente se encontra envolvendo-a, puxa, eu não sou só isso aqui, não sou só meu corpo, eu não sou só minha cor de pele. Eu não sou minha dimensão social, porque o ego fica muito preso nessas identidades transitórias, né? Quando eu consigo alargar e me dar conta e é dis que eu que se encontra envolvendo é tomado por certas expressões de deslumbramento ou choque, já que é a totalidade oceano incluido em siber que vem à tona. Então, em algum momento eu sou tomado por uma experiência, né, seja emocionalmente, seja num site, numa num cliquezinho de de entendimento, seja em relação a algum aspecto meu que se atravessa, né, e luminoso, seja o luminoso, uma experiência emocionalmente grandiosa, independente se o conteúdo é terrível, né, porque tem conteúdos que são terríveis paraa gente suportar. ou de conteúdos que sejam deslumbrantes e e que nos afiassem pela grandiosidade e beleza que eles têm também, né? Porque que o que é belo e grandioso também nos assusta, né? Então, na verdade a gente é tomado por essa experiência, né? e que de uma certa maneira a aí a Joana vai falar que justamente eh se por um lado a experiência ela tem esse caráter emocional de deslumbramento ou choque, por outro lado, enquanto manifestação, o inconsciente tende a ser trazido a partir de símbolos. e ela começa a falar um pouquinho sobre isso, >> traz essa grande importância do entendimento do que é símbolo e de como trabalhar a questão do símbolo no nosso dia a dia,

razido a partir de símbolos. e ela começa a falar um pouquinho sobre isso, >> traz essa grande importância do entendimento do que é símbolo e de como trabalhar a questão do símbolo no nosso dia a dia, que também é algo que, como né, eh vocês trouxeram, é, se a gente lê Joana já até está um pouco acostumado, mas é algo que também não é corriqueiro esse trabalho com o simbolismo, com simbolizar, com a psique criativa, com realmente eh olhar as experiências de uma forma a ver o que que elas trazem saindo do concreto. Então, é outro ponto que acho bastante importante nesse capítulo, dado a importância que ela dá e o quanto ela vai daí nos ensinando, né, vai trazendo a questão onírica, a questão dos sonhos, eh, num primeiro momento, assim como como importante. Isso também quando a gente estuda dentro, estuda Joana, é claro, dentro do espiritismo, mas pelo viés psicológico, é outra questão, porque muitas vezes se vem eh estudando o espiritismo de uma forma eh um pouco menos ampla, trazendo Joana, né? E aí se pensa no sonho só como desdobramentos, vivências espirituais. Isso tudo é maravilhoso também, mas não é só isso. Então, ela amplia mais o nosso o nosso olhar em relação a esse tempo da nossa vida que é grande, né? Então vamos botar aí 6 a 8 horas a cada 24. É um tempo onde a gente tem uma outra vida nessa vida e claro, né, é a mesma. Então é um ponto interessante. Olha, tem desdobramento sim, né? Tem tem os sonhos espirituais, tem tem várias questões ligadas aos sonhos, sim, mas existe vida também, né, dentro desse lugar que vai muito além só da só de uma vivência espiritual não desmerecendo. Então isso acho muito interessante, né, a riqueza desse momento em que a gente está em outro estado de consciência, ainda sendo nós, né? É legal, né? ela recupera aqui, né, na página 93, né, que tanto para Freud quanto para Jung, o inconsciente somente se expressa através dos símbolos, né? E aí, eh, eu gosto de pensar sim que o inconsciente ele fala um idioma, uma linguagem que é diferente da

tanto para Freud quanto para Jung, o inconsciente somente se expressa através dos símbolos, né? E aí, eh, eu gosto de pensar sim que o inconsciente ele fala um idioma, uma linguagem que é diferente da consciência, né? E, e, e é como se a gente fosse para um país estrangeiro, vamos dizer, que a gente não falasse aquela língua, né? A gente vai pra China, né? Quem é que fala mandaria, né? Aí nós vamos chegar lá, mas a comunicação ela é impedida? Não, só que a gente vai ter que usar criatividade, né? A gente vai ter que usar outros recursos. Então, eh, o inconsciente, ele trabalha numa lógica que é diferente da lógica da consciência. E por isso, se a gente é muito literal, muito concreto, que é tudo muito organizadinho, isso nos desacomoda. Por isso que quando a gente sonha, né, pensando no sonho como uma linguagem assim do inconsciente, muitas vezes a gente diz: "Nossa, eu tive um sonho muito maluco. Nossa, esse sonho é muito estranho." E a gente tenta organizar aquele sonho, né? Porque a nossa consciência, ela funciona por esse pensamento mais eh dirigido, racional, que é organizar. e o inconsciente busca uma outra lógica, né? Então, eh, isso é uma das questões. Agora, é muito bonito quando a gente começa a, mesmo que a gente não interprete, né, porque a gente acaba não interpretando mas assim, se deixando levar pelas imagens, né, e e tentando dar uma visão mais simbólica, o quanto isso vai enriquecendo e vai mudando, inclusive a forma como a gente percebe, né, o mundo lá fora. E e um, por exemplo, uma outra questão também, né, como o inconsciente manifesta através do nosso corpo, né, do nosso sintoma. Se a gente olhar e pensar: "Ah, é uma dor de garganta, vou lá com uma pastilha e deu." Agora, se eu dou um olhar, né, simbólico, poxa, que dor é essa? Eu já mudo a minha visão, né? Então essa relação com o inconsciente também desacomoda o ego no sentido de demandar dele eh um exercício, né, de de de ampliar realmente a forma, né, da de lidar com esses conteúdos. Isso é

isão, né? Então essa relação com o inconsciente também desacomoda o ego no sentido de demandar dele eh um exercício, né, de de de ampliar realmente a forma, né, da de lidar com esses conteúdos. Isso é bastante desafiador. >> Eh, eu acho importante estão trazendo que realmente a Juna falar de um lado da linguagem do inconsciente, né, que é sempre simbólica. E depois ela fala das manifestações do inconsciente, que não é só simbólica, né? Ela fala do da oração, da meditação, da das experiências anômalas, mediúnicas, né, o corpo, né? Então eu acho importante esclarecer um pouquinho e isso que a J tá trazendo aqui, porque eh na verdade não existe assim o inconsciente lá, né, separado, né? Inconsciente tá sempre presente. Eu tô falando aqui, eu consigo falar porque o inconsciente desce, né? inconscientemente tô eu tô gerando coisas pela minha vibração. De repente eu tô triste, de repente eu tô eh empolgado, de repente eu tô movido por por Então, meu inconsciente tá aqui, gerando também realidades a todo momento, permeado e atravessando os movimentos do do do meu ego, tá? Então o inconsciente não tá lá separado e a todo momento quando ele pode se manifestar, ele se manifesta seja dando uma uma rasteira no ego, num ato falho, né? Tu fala uma coisa e falo outra, né? Né? Num estado de consciência, onde ele pode se manifestar melhor ou num cansaço ou cansado. Daí vem vem coisas internas que eu não tava conscientemente pensando, mas que estavam dentro de mim. Então, a manifestação do inconsciente, ela pode se dar várias maneiras, mas a a linguagem realmente é simbólica. Quando ela fala somente se expressa dos símbolos, a gente pode ler assim que o inconsciente se expressa plenamente. O somente aí é sempre, né, pelo seu por quê? Porque tudo ganha uma linguagem simbólica quando inconsciente eh se reveste de uma intenção. Por exemplo, agora eu tô segurando uma caneta. Uma caneta é um objeto, né? E como objeto ele serve para escrever, para mim anotar, para mim desenhar, né? Ele é um

ciente eh se reveste de uma intenção. Por exemplo, agora eu tô segurando uma caneta. Uma caneta é um objeto, né? E como objeto ele serve para escrever, para mim anotar, para mim desenhar, né? Ele é um instrumento na mão, né? deliberado do ego. Então, e ele é um uma realidade, um fato, ele é um objeto. Então, ele pode ele pode sinalizar conscientemente certas coisas para mim, né? Né? Todo mundo que vê a caneta sabe que existe representações conscientes do que seja uma caneta, seja um conceito, seja da experiência de cada um, né? Então eu tô segurando uma caneta, o pessoal dizer: "Ah, o Jon vai escrever alguma coisa natural". Mas tudo que existe, se quando ganha um uma mensagem maior do que representa conscientemente se torna simbólico. Então o símbolo é quando as coisas da vida como um todo, qualquer coisa pode ser simbólica, né? Não é que tudo seja simbólico, mas tudo pode ser simbólico. E aí a caneta não é mais só a caneta. A caneta é o lugar da manifestação do mistério da vida. A caneta é o a a a verdade que coagula. A caneta é a força que gera o conhecimento. E daí a caneta começa a ser eh ser utilizada pelo inconsciente para trazer algo que vai além do do que do que é do que é meramente conhecido por mim. Então o inconsciente tá sempre tentando dialogar com a gente, sempre de um de qualquer maneira. E aí quando uma experiência da vida, um fato ganha valor subjetivo, ganha valor interno, esse fato se torna não só um fato, mas uma experiência psicológica. E como experiência psicológica, ela ganha recursos profundos da alma e pode dar se embora. Então, né, um o a o telefone pode ser o o instrumento onde eu guardo informações, mas pode ser o símbolo da comunicação. Eu sonhar com um telefone que não que não tá funcionando, não é só o instrumento que pode estar estragado, mas você pode dizer: "Olha, tem alguma coisa na tua comunicação que não tá sendo legal, não tá sendo." Então, e você pode, então, percebe que a a a realidade da vida, quando ela permeada pelo inconsciente, ela ganha

izer: "Olha, tem alguma coisa na tua comunicação que não tá sendo legal, não tá sendo." Então, e você pode, então, percebe que a a a realidade da vida, quando ela permeada pelo inconsciente, ela ganha recurso e possibilidades de informações. E essas informações que não são convencionadas pelo ego, a gente chama de símbolos, né? uma linguagem que é que vem trazer realmente aquilo que tá oculto, não revelado, o que tá além da compreensão do ego. Porque quando genteente, acima de tudo, não é só o inimigo que nos combate, mas o amigo que quer despertar alguma coisa em nós desconhecida e necessária. Então, só pra gente poder entender um pouquinho isso, >> acho interessante eh complementar com essa questão da do símbolo que ele não se esgota em significado, porque a questão da nossa tendência de uma mente racional é de fechar, né? Ah, então agora que eu estou em contato com o inconsciente, eu já entendi, usando o exemplo ali que o Jaon trouxe que o telefone, então tem a ver com comunicação. Então, e não é assim que funciona, né? Isso tudo é correto, mas é algo para que a gente vá se relacionando e entendendo que o símbolo ele nunca se esgota de significado, diferente de um sinal. E o que é o telefone para mim hoje, daqui um mês? Talvez eu tenha um outro entendimento, entendimento ampliado que não eh desmerece, não invalida o primeiro, né? Mas então essa esse entendimento de que não é para categorizar símbolos e sim para se relacionar, né? Assim como a questão do inconsciente, acho que também é interessante nós pontuarmos para que para que as pessoas eh consigam entender, né, essa questão de que existe esse movimento, né, e é um movimento que ele não restringe, ele sempre amplia, ele tá em constante expansão, né? Então, quanto mais a gente vai ganhando consciência, se relacionando com o inconsciente, as questões simbólicas também vão se transformando. Então, isso eu tava pensando, né, eh, mesmo que a gente não entenda às vezes de uma forma eh racional na consciência, o símbolo ele exerce um um efeito assim,

s simbólicas também vão se transformando. Então, isso eu tava pensando, né, eh, mesmo que a gente não entenda às vezes de uma forma eh racional na consciência, o símbolo ele exerce um um efeito assim, né, quantas vezes, né, gente, que a gente sonha e às vezes é um sonho transformador, né, aquele sonho vem com uma emoção muito forte, né, ou pensando num outro símbolo assim, né, às vezes um abraço numa forma que a pessoa dá, o olhar que a gente recebe, aquilo tem um sentido e um significado, né, que nos move e que transforma. Então, essa capacidade de transformar realmente, de dar uma outra visão, de dar, né, eh uma uma um sentido pras coisas. Então isso a gente sente na vida da gente. Só que e eh eu eu tenho essa sensação assim que a gente tende sempre a querer tudo muito muito muito detalhadinho, tudo muito explicadinho. Às vezes a gente mata aquilo, né? Daí eu fiquei me lembrando até da própria experiência do Jung, né, nas das duas personalidades que ele tinha, né, as duas vozes que falavam com ele, né, que um era jovem, era, né, daqui da época e o outro ele dizia: "É um velho que fala comigo, né? né, é de outra época. E ele dizia quando ele começa, então, a partir das experiências que ele tem, porque ele foi um homem que eh realmente teve uma abertura muito grande pros conteúdos, né, que vinham ou desses conteúdos que ele estava imerso, porque essa esse que tava trazendo já é muito interessante a gente pensar que nós estamos imersos do inconsciente, né? Isso é algo esse oceano aí de novo a imagem do oceano é bem bacana, né? Então o dizia, ele começa a conversar com essas vozes, ele disse: "Gente, isso aqui não é dissociação, eu não tô louco, eu não tô não, eu tô dando espaço para essas inúmeras instâncias que eu, né, identifico aqui, né? E a partir disso, então, com esse contato, a a como a ele começa a compreender, né, toda essa nossa dinâmica psíquica, né, e a função dos sonhos e como é importante a gente dar espaço para isso, mesmo que a gente não entenda de uma maneira às vezes

omo a ele começa a compreender, né, toda essa nossa dinâmica psíquica, né, e a função dos sonhos e como é importante a gente dar espaço para isso, mesmo que a gente não entenda de uma maneira às vezes racional, né? Então, só o fato de botar atenção num sonho, anotar um sonho, isso tudo já tem um valor terapêutico importante. Tanto é que ela coloca aqui, né, Marlúci, na página minha aqui 94, né, no parágrafo de cima aqui. Eh, o objetivo não é resolver imediatamente os distúrbios da natureza erótica, ou seja, as interpretações das mensagens do inconsciente, né, e sim utilizar de forma conveniente as suas forças portadoras de energia, de crescimento, de elevação, de conhecimento e de liberação. Porque justamente a a Joana fala que mais logo em seguida que o grande desafio então é é poder explorar esse mundo desconhecido por ego e dialogar com a nossa partes internas, né? Porque ela vai dizer que existe forças positivas e favoráveis e forças negativas contrárias, né? Ou seja, a gente é atravessado por várias naturezas, coisas que a gente já aprendeu, já evoluiu, já tá humanizada, parte da gente mais primitivas, parte da gente mais conflitiva, natureza nossa mais infantil, natureza mais madura, porque a gente não evolui assim tudo de mão dada igual, né? Tem partes das nossas que estão mais crescidinhas, mais trabalhadas e parte da gente que tá no calcar do pé, né? dedão do pé, né? Muito. Então, de uma certa maneira, o trabalho em poder reconhecer a totalidade do nosso ser é justamente expandir as possibilidades de, em reconhecendo essas partes, dar uma direção positiva ou aproveitar o potencial ou ou educar o que precisa ser educado e assim por diante, né? Então, todo movimento que a Jona vai aí começar a trazer aqui no capítulo, né? para para esse mergulho no eu total, para que as imagens e conflitos sejam liberado. que exatamente isso, vó. Se a gente não conseguir fazer esse encontro conosco mesmo, a gente não tem como apaziguar nossa alma, se a gente não reconhecer

ara que as imagens e conflitos sejam liberado. que exatamente isso, vó. Se a gente não conseguir fazer esse encontro conosco mesmo, a gente não tem como apaziguar nossa alma, se a gente não reconhecer quem somos, se a gente não ter um compromisso com a verdade, sem julgamento, sem culpa, mas uma abertura de de autoencontro, não tem como transformar e lidar com essas realidades internas da gente. ela diz ali no iniciozinho da 97 no meu livro. Eh, e daí os resíduos, né, do das nossas questões continuam produzindo distonias quando não tem então toda toda essa atitude. E mais adiante, nessa mesma página, acho interessante que ela nos traz, que toda essa energia de que é portador o inconsciente pode ser, como nós, né, estamos falando, canalizada para edificação de si mesmo, superação dos medos e perturbações dos fantasmas do cotidiano que respondem pela insegurança e desequilíbrio emocional do indivíduo, porque essa energia ela está ali Então, a questão é como é que nós vamos lidar com ela. Eh, se nós não vamos lidar de uma forma mais autoconsciente, esses resíduos, toda essa questão energética vai continuar cada vez, cada vez mais, não, mas causando distonias e e nós inconscientes aí realmente, né, na nas projeções, nas relações, no corpo, no nosso corpo que conta uma história e e assim por diante. Mas existe esse potencial imenso que pode eh trabalhar em nosso favor. Então ela vai deixando isso o tempo inteiro muito claro, assim como ela vai dizendo, vocês trazem toda uma herança e vocês têm esse, né, esse esse porvir. Mas preciso olhar para isso, né? Precisa olhar para isso, se relacionar. Eh, tá tudo bem, vamos um dia por vez, mas não se deixem ser arrastados, né? Vamos então usar essa energia em favor da evolução. Eu acho bem bem interessante. Aí depois ela começa a trazer a questão dos símbolos que nós estávamos falando e e entra no no feminino e masculino, no indan. E assim ela vai seguindo, né, nesse nesse monte de de informações preciosíssimas. Só queria voltar um pouquinho ali,

símbolos que nós estávamos falando e e entra no no feminino e masculino, no indan. E assim ela vai seguindo, né, nesse nesse monte de de informações preciosíssimas. Só queria voltar um pouquinho ali, Guadalupe, que eu achei fundamental ali na página 96, que ela fala, né, que no inconsciente é que estariam a presença e o significado de Deus, do espírito, das percepções em torno da divindade. E aí, né, para Jung, né, quando o ser demora-se ignorando as possibilidades do inconsciente, rompe as ligações com o seu eu profundo, portanto, com os mecanismos que levariam à compreensão de Deus, da alma e da vida imortal. Então, bom, só aqui nós poderia ficar falando, né, horas, né, mas a importância dessa conexão de de explorar esse esse mundo desconhecido que ela diz, porque aí está também essa imagem, né, da nossa divind da nossa natureza espiritual, do nosso contato. E isso quando a gente perde esse contato, realmente a vida fica muito empobrecida e a gente adoece, né? Porque a gente não suporta, né, perder essa conexão com a nossa essência, realmente. Então, olha que que importante, eu achei isso aqui, né? né? Eh, eh, essa capacidade de ir ligação. >> É, eu acho realmente fundamental esse aspecto, Marl, que ela vai falar realmente quando a gente faz esse caminho para dentro de si, né, apoio profundo, pro nosso inconsciente, pro nosso mundo interno, a gente encontra a presença da nossa realidade maior, né, ou seja, do espírito, nossa essência espiritual, como falou, né, o ser, não só o ente, né, mas o ser. O ente é a manifestação trajetória do ego, a existência, o ser, a dimensão espiritual, onde encontra o espírito e encontra também Deus, né? Então, e ela vai falar um pouquinho depois, né? Diz: "O ser manifestação do pensamento divino que o criou para vigorosa realização de si mesmo, né? Desse modo, é necessário deixar de de ignorar o seu mundo interior, o seu inconsciente, mergulhoo no abismo de si mesmo e autorrevelando-se em sem traumas ou choques, sem ansiedades ou inquietações, em um

e modo, é necessário deixar de de ignorar o seu mundo interior, o seu inconsciente, mergulhoo no abismo de si mesmo e autorrevelando-se em sem traumas ou choques, sem ansiedades ou inquietações, em um processo de individuação, que é esse processo que depois a gente vai estipular um pouco mais, né? Não hoje que arquétipo, individuação, a gente vai deixar para próximos encontros que é muito material, né? Então, mas é isso que é interessante, né? Porque por que que todo inconsciente dá essa dimensão mais profunda nossa realidade e e como tu falasse, essa perda de conexão conosco mesmo. Então, se eu não consigo entrar para dentro de mim, eu não vou saber quem eu sou e eu não vou chegar também no divino dentro de mim, porque Deus tá dentro de nós. Tá dentro de nós enquanto as leis naturais, como tá lá no no livro dos espíritos, né? As leis de Deus estão na con. Então a gente sabe, a lei tá dentro da gente, a lei representa então a verdade dentro de cada um, né, que rege. Então isso é a manção de Deus e tá tá também a presa de Deus como força geradora na minha vida, nesse amor que que me sustenta. Então, esse essa dimensão mais profunda do inconsciente que Y chamou de self, né? Esse eu profundo, como diz a Jana aqui, né? Eh, eh, é tanto a dimensão do espírito como a dimensão do que é mais criativo e da potência divina dentro de nós. As duas coisas simultaneamente, né? Então, sem um um processo de ligação com essas raízes essenciais, né, essas raízes, esses fundamentos que fundamenta nossa vida, o que sustenta, o que eh regula a nossa vida, o a sabedoria que tá instaurada de nós como força organizadora dos processos e da dinâmica. Então tudo isso são fundamentais e envolve então essa esse encontro com a gente. E se a gente tá desencontrado, perdeu a conexão com a nossa essência, então dá confusão, da ilusão, da medo, eh da superfcialidade, da eh da projeção desse divino em coisas equivocadas, porque o divino vai ser projetado no dinheiro, no sexo, no poder. seja, né? Essa desconexão gera

fusão, da ilusão, da medo, eh da superfcialidade, da eh da projeção desse divino em coisas equivocadas, porque o divino vai ser projetado no dinheiro, no sexo, no poder. seja, né? Essa desconexão gera uma série de confusão, de perturbação na nossa vida. Falta o oxigênio, que tu diz que a maioria do oxigênio vem das algas que estão no mar, né? Falta o alimento. É verdade. >> É, >> é. E e de alguma maneira o mundo mudou muito, tá mudando muito, mas ainda é um retrato da do nosso coletivo essa desconexão, se nós formos generalizar. Então, é preciso muito eh vibrar no bem, divulgar no sentido de vivenciar essa essa realidade que a mentora nos apresenta aqui, nos convida, né, a colocar em prática para que a gente vá sendo então o veículo nesse oceano, aquela gotinha que é importantíssima e que vai mudando isso, porque, e claro, né, que que existem muitos que que entendem e vibram, mas existe uma uma esmagadora maioria de de pessoas na Terra que perderam o endereço de si mesmo, como se costuma falar, e que realmente eh vivem só para fora, sem uma conexão consigo e com o divino e com o verdadeiro sentido da vida no que realmente ela significa. Então, como é importante nós termos consciência disso, mas fazermos a nossa parte. E aí eu lembro do Jung, como ele também nos trouxe, que se a gente ganha um pouquinho de consciência, o mundo também ganha, né? Então, que a gente não fique nesse eh tem que ter sim a noção da realidade, mas não fique nessa vibração negativista, pessimista, eh, de que as coisas, né, estão assim, o assado. Não que a gente se comprometa, então, em se transformar para daí transformar a realidade à nossa volta aos nossos olhos, mas também num padrão vibratório que tu muda realmente a realidade externa, cada um um pouquinho. Então isso também acho importante e algo que, né, que a gente já trouxe, mas que eu que eu que eu acho a questão do inconsciente, né, o quanto que tem de consciência no inconsciente. E e espero que aqui a gente já tá mais pro final do

e algo que, né, que a gente já trouxe, mas que eu que eu que eu acho a questão do inconsciente, né, o quanto que tem de consciência no inconsciente. E e espero que aqui a gente já tá mais pro final do encontro do que pro início. Isso é muito importante que que quem tá tendo contato com a obra da Joana entenda, né, que é um um lugar riquíssimo de consciência, de da gente se descobrir e de realmente entender que o sentido também passa pela conexão com com todo esse inconsciente que tem consciência, que não é só eh uma bagunça ou são só pulsões Sim e assim por diante. >> É isso é bem importante também, né, Guadalupa, porque eh ela vai falar das pessoas inconscientes, né, no momento, pessoas que dormem. Então tu vê como muda a noção de inconsciente. Olhando do ponto de vista do ego, o o estar inconsciente, estarem na inconsciência é tá num estado negativo. E o inconsciente, como ela fala aqui, é a fonte de sabedoria e de luz, né? Não só das forças contrárias não resolvidas. Então, eh, tem essa visão geral que é muito essa inversão oriental, porque o oriental ele vê o ego como eh o aspecto ilusório, né? Eh, o G de Maia, mundo material, das ilusões do ego, né? O inconsciente como eh a a a dimensão profunda e divina, né? E ao mesmo tempo, né, o inconsciente pode ser aquele lugar obscuro da qual o ego tá preso e por não enxergar as coisas. Então, a gente tem que ter esse cuidado quando ler aqui o material de Joana e para poder entender que no inconsciente tem sabedoria, tem consciência, como falou, e o inconsciente sabe, então tem o inconsciente tá consciente, é inconsciente para nós, né, né? Tem que entender que quando a gente fala do inconsciente é porque tá tá partindo do ego, né? Mas se a gente não partir do ego e partir do espírito, o inconsciente se torna, né, essa dimensão muito mais ampla, como J tá colocando aqui. Então acho que realmente é importante ter ter esse cuidado que tu tá apontando, né? E até se a gente fosse tentar trazer paraa teoria, o inconsciente não está em nós. Nós

la, como J tá colocando aqui. Então acho que realmente é importante ter ter esse cuidado que tu tá apontando, né? E até se a gente fosse tentar trazer paraa teoria, o inconsciente não está em nós. Nós estamos no inconsciente, né? Então isso também é uma questão. A gente acaba ficando egocentrado e achando que então é é o meu inconsciente. >> De certa maneira quando a gente fala tá certo, mas >> o meu espírito, né? Como se >> então >> o meu espírito, não. A gente é espírito, né? A gente o ego essa mania, né? se colocar fora e achar que ele é o centro e o maior de tudo, né? É, então isso é interessante a gente também eh se familiarizar com essa questão. >> E aí ela lembra, né, que para Iung ali no finalzinho da 97, o que que tá nesse inconsciente, né, que ela fala desse grande pluralismo que tem nesse inconsciente, né, e que tem esse caminho de atingir, ela começa a falar da harmonia, do equilíbrio, né? Então, todos esses movimentos de integração, de compreensão, até chegar na na no que ela tá falando ali do pensamento cósmico, né? Quando o psiquismo divino se desenvolve no ser humano, ele pode exclamar qual fez Jesus Cristo, eu e o Pai somos um. Então, todo esse eh esse pluralismo que tá ali, né? Em algum momento, quando a gente vai integrando isso, isso vai dando riqueza, sentido e aí a gente vai, né, numa linguagem espírita evoluindo, vai que que é evoluindo, né, tendo uma consciência maior de tudo, né, e a ponto de num processo lá que um dia nós vamos chegar, né, que é do átomo ao arcanjo, a gente vai ter um pensamento aí muito conectado com a mente divina, né, porque a gente tá imerso nisso. É interessante isso que a gente vai trazer porque realmente é múltiplas vozes dentro da gente, né? Então, de um lado tem a unidade e de out tem a multiplicidade. A gente trabalha com essas duas noção da unidade e da multiplicidade. Então, a gente tem uma mulher da gente, uma criança, um velho, né? Um um ser atrapalhado, um ser bem resolvido, né? E assim vai. Então nós somos atravessado tanto por forças da

de e da multiplicidade. Então, a gente tem uma mulher da gente, uma criança, um velho, né? Um um ser atrapalhado, um ser bem resolvido, né? E assim vai. Então nós somos atravessado tanto por forças da alma, como ela coloca aqui do y e do yang, forças masculinas, femininas, a vontade, o sentimento, a imaginação, a gente tá e e ao mesmo tempo, né, essas instâncias psicológicas que reflete também eh unidades de significado e de de de organização emocional, que é fruto do nosso passado, né? Então aquele ser que eu fui lá em outra vida pode estar muito forte de mim, né? Ele tá mascarável agora como uma sombra. Eu fui um um assassino, um désputa, agora eu venho eu venho numa condição humilde, numa condição de limitações e eu me identifico um pouco com isso, mas se deixar, né, se me der poder, não sei, sai da frente, né? Aí eu não sei o que eu faço. Então, de uma certa maneira, eh, tem essas personalidades que carregam experiência, que carregam valores e cargas emocionais de mim para poder realmente chegar daí num trabalho de elaboração e integração nessa unidade como tá falando, né, Marlúci, e chegar então nos valores divinos, né, cósmico, que é eh superar não só uma lógica limitada, superar não só uma compreensão da realidade, mas desenvolver as potências que estão no inconsciente, que é o amor, que são os, né, que que essa dimensão ética, essa dimensão ética que vem dos valores espirituais de poder, né, a compaixão, a bondade, né, o respeito, né, e todas aquilo que resume, né, a a a dimensão, né, eh do do homem de bem lá no Evangelho Segundo Espiritismo, né, e que envolve então a busca da perfeição, né, possível para nós. E a Joana tá já tá citando aqui, né, questão da saúde e da paz total dessa harmonia que que ela tá chamando de individuação, que começa primeiro com essa harmonização e integração das nossas partes para depois ir para um movimento mais profundo e alargado que é a plenitude enquanto perfeição também. Mais alguma coisa, gente, em relação a essa parte do capítulo?

ção e integração das nossas partes para depois ir para um movimento mais profundo e alargado que é a plenitude enquanto perfeição também. Mais alguma coisa, gente, em relação a essa parte do capítulo? Acho que já deu para ter uma ideia, né, mais ou menos de das coisas que ela tá falando, né? E cada instância dessa, né, a ânima, o ânimos, o sombra também tem uma função positiva necessária. Não é só conteúdo emocional, não é só, né, ela tem um papel também. e que com um tempo a gente vai poder desenvolver aqui, né? A gente vai ter a JA vai retomar esses conceitos de ânima, ânimo, sombra, persona, eh, e assim por diante, né? O papo selfie. Então, a gente vai poder ter oportunidade com com os estudos adiante, aprofundar um pouquinho. Então, fica já esse esse aperitivo, né? esse apelo gostoso que ela tá fazendo a gente, da gente poder tentar entender melhor essas partes que não só carrega conteúdos, mas que tem uma função dentro de cada um de nós, um papel a desempenhar. Tá bom? Mais alguma coisa, Marlus? >> só me lembrei do Jung, né, que no final da vida ele diz: "Minha vida é um inconsciente, se realizou". Que profundo, né? uma pessoa poder chegar, né, no final da vida e dizer: "Puxa, eu me dediquei à minha alma", né? Eu acho que ele ele é uma inspiração, né? Pra gente >> é. E e quando ele fala em conceito se realizou também essa dimensão do meu ser como um todo, né? Né? e na minha essência e na minha totalidade. Realmente bem interessante. Então, com isso a gente encerra, né, o nosso estudo de hoje e convidamos para estarem dando continuidade esse capítulo que é muito interessante com a ideia que ela vai trazer aqui do processo de individuação. Que que é processo de individuação? como é que se dá, que questões são tão em jogo, que a gente fala quando a gente fala em processo, processo, uma coisa que é dinâmica. Então, convidamos a todos de estarmos juntos novamente no próximo encontro. É uma alegria e a nossa gratidão por estarem conosco junto a esse canal da manção do caminho. Um grande abraço e

é dinâmica. Então, convidamos a todos de estarmos juntos novamente no próximo encontro. É uma alegria e a nossa gratidão por estarem conosco junto a esse canal da manção do caminho. Um grande abraço e até a próxima.

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