T7:E11 • Autodescobrimento • O inconsciente e a vida (parte 2)

Mansão do Caminho 12/02/2025 (há 1 ano) 1:01:06 237 visualizações

Continuando o estudo do capítulo quatro, "O Inconsciente e a Vida", da obra "Autodescobrimento: Uma Busca Interior", Gelson Roberto, Guadalupe Amaral e Marluce Renz abordam o seu último item: "O Inconsciente Sagrado". Neste ponto, a autora espiritual Joanna de Ângelis utiliza o termo "sagrado" para se referir ao nosso mundo interior, destacando uma dimensão cada vez mais rica e complexa, que é explorada pela equipe. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #autodescobrimento #inconsciente #vida #sagrado

Transcrição

alô amigos mais uma vez nos encontramos nesse espaço maravilhoso onde estamos estudando a série psicológica Joana de Ângeles e em especial nesse momento estudando o livro autodescobrimento uma busca interior eh nós no último encontro trabalhamos Capítulo 4 o inconsciente e a vida o item o inconsciente e o subconsciente né onde a gente pode trabalhar a questão do inconsciente cortical subcortical e desenvolver um pouquinho a noção de Joana em relação essa ideia do inconsciente e do subconsciente dando seguimento ao encontro anterior onde a gente vai trabalhar a ideia do inconsciente sagrado que é o último item do do capítulo quatro né então conosco hoje tá a Guadalupe a Marluce para podermos pensar um pouquinho Nessa proposta de Joana deangel em relação ao inconsciente sagrado né que é um termo interessante que ela usa e de uma certa maneira Tem certas correlações com alguns conceitos e termos também usado por outros autores então bem-vinda a Guadalupe marl pra gente poder trabalhar agora esse processo né da alma humana desse processo profundo que envolve o nosso mundo interior e e que de uma certa eh de uma certa forma implica então numa dimensão cada vez mais rica e complexa que a gente vai tentar trabalhar hoje aqui né isso aí é primeira eh questão quando eu eu eu gosto muito dessa parte aqui do do autodescobrimento o livro todo eh que eu fico pensando é da gente já colocar esse fato de que eh nós vamos evoluindo partes de nós eh mais rapidamente outras partes de uma um tanto devagar Então essa chegada ao inconsciente sagrado ela vai se dando aos poucos na elaboração das várias ilhas de personalidade que a gente tem até que realmente seja aquele ser integral vivenciando o inconsciente sagrado estado luminoso então aí eh recapitulando uma forma da gente ver essa questão que se tem também no no eh no Livro dos Espíritos em outras obras básicas de que nós vamos primeiro paraa parte mais dos instintos e não que depois eles não sobrevivam de outra forma e são extremamente necessários mas

no no eh no Livro dos Espíritos em outras obras básicas de que nós vamos primeiro paraa parte mais dos instintos e não que depois eles não sobrevivam de outra forma e são extremamente necessários mas de uma parte mais ligada então Eh digamos ao corpo eh menos ao mental depois eh eh se vai passando então para algo um pouco mais mental mas ainda não tão ligado a uma vivência energética e aí depois então se vai vivendo de uma forma mais interpessoal as relações interpessoais para daí então o transpessoal que acho que é algo que nós vamos abordar um tanto mais aqui né E aí sim Então evoluindo para perceber e vivenciar como um todo o que a Joana nos traz como inconsciente sagrado e e passando a palavra para vocês eh também essa questão que me veio comentar eh nessa nesse nosso encontro é o fato de que nós vamos podemos ter eh pequenas vivências tocar nesse nesse mundo e não vivenciar como um todo como uma forma da da criação de nos mostrar que existe um lugar melhor existe um lugar maior que muitas vezes nos atravessa mas que também somos nós nessa busca que a gente tem de seguir paraa unidade então mesmo que isso vá se dando aos poucos existem esses lampejos dos quais Nós Somos muitas vezes agraciados mesmo quando ainda absortos no mundo das Sensações sei como é que vocês veem isso né mas é algo que eu comecei pensando quando li acho que só o termo né Gente assim para mim ler inconsciente sagrado já dá um calorzinho no coração assim depois que a gente passa pelo inconsciente subcortical cortical né E aqui me chama ção já na primeira frase que ela abre esse item né à medida que o ser se conscientiza da sua realidade ele transfere-se de níveis e patamares isso me chamou atenção da percepção psicológica para aprofundar buscas e sentir o apelo das possíveis realizações então quando ela traz o sagrado aqui e ela fala de níveis e patamares isso me remete assim a esses níveis de consciência né que a gente vai galgando Mas é interessante que eu fiquei pensando por que que ela usa níveis e

az o sagrado aqui e ela fala de níveis e patamares isso me remete assim a esses níveis de consciência né que a gente vai galgando Mas é interessante que eu fiquei pensando por que que ela usa níveis e patamares né então a gente pode chegar a um determinado nível e ainda dentro desse nível ficar galgando eh eh patamares meso T num patamar mais baixo mais alto né mostrando o quanto quão gradativo é esse processo evolutivo de tomada de consciência né e a ponto de a gente poder daí ela dizer aqui sentir o apelo das possíveis realizações então aqui ela tá eh ela tá trazendo essa ideia desse inconsciente sagrado como algo de um vira né de algo enquanto potencialidade dentro de nós que a gente à medida que vai aumentando o nosso nível consciencial A gente vai acessando uma espécie de Sabedoria que ela vai trabalhar ao longo aqui desse item né quer dizer aquilo que está enquanto Potência em nós então essa ideia que a gente já trouxe que ela traz em outras obras né de que a gente trabalha simultaneamente né o passado presente o futuro no inconsciente sagrado tem essa ideia né daquilo tudo que a gente que tá como potências em nós né é interessante de que de uma certa maneira né quando a ela coloca aqui a ideia de uma percepção psicológica ela tá justamente falando dessa capacidade da gente não só de perceber pelo sentidos mas de uma percepção psicológica é a compreensão dessa percepção ou seja na medida que o esto vai avançando nós capaz de compreender a realidade né reconhecendo valores princípios espirituais e Morais vai se abrindo né ao longo desse processo então de uma certa maneira essa percepção psicológica que ela coloca aqui né Eu Fala em em certas condições que nós vamos construindo de uma de uma síntese que a gente vai estabelecendo de vários elementos como diz aqui né falaste né que que vai dar em níveis e patamares diversos né que vão nos levar nessa compreensão a conheo mais profundo tanto da vida como de mim mesmo até chegar na questão dos princípios e Valores que regem a nossa vida que

r em níveis e patamares diversos né que vão nos levar nessa compreensão a conheo mais profundo tanto da vida como de mim mesmo até chegar na questão dos princípios e Valores que regem a nossa vida que última instância são as leis naturais as leis divinas né que que que movem a nossa existência e que de uma certa maneira tão registrada aonde dentro de nós justamente o nosso inconsciente né naquilo que a gente chama de uma consciência ética então de uma certa maneira eh esse inconsciente eh sagrado que a Jo tá colocando aí que vai de uma certa maneira sendo percebido reconhecido e ativado na medida que o ser humano vai se aut penetrando vai se autoconhecendo vai compreendendo melhor a realidade da vida de si mesmo envolve eh essa uma um um tipo de consciência também né porque a gente não pode esquecer né gente que no inconsciente não não é só pulsões e instintos como a gente viu no enquanto passado comuns elementos ligados ao inconsciente mas também eh um uma consciência né então chegar no inconsciente Sagrado é chegar numa consciência transpessoal como a guardalupe tava colocando aí então não não n é uma é inconsciente Talvez para o ego né Nem tudo é consciente para o ego porque o ego é o centro da consciência mas aquilo que é inconsciente para o ego não é desprovido de consciência Então existe uma uma força autorreguladora da nossa existência que tá dentro de nós que é justamente essa consciência quando Kardec vários momentos já troue essa questão né quando Kardec pergunta aos espíritos onde está escrito a lei de Deus n os espíritos respondem na consciência do homem então essa consciência não é consciência do é uma consciência mais profunda dessa dimensão transpessoal aquilo que de uma certa maneira o vor Franco chamou de inconsciente espiritual n e que o Jung vai chamar de psiquê objetiva Então dentro dessa dimensão mais profunda da nossa realidade existe o qu né existe uma sabedoria uma sabedoria e essa sabedoria vem da onde vem da própria Essência que é o espírito né então esse inconsci

ão dentro dessa dimensão mais profunda da nossa realidade existe o qu né existe uma sabedoria uma sabedoria e essa sabedoria vem da onde vem da própria Essência que é o espírito né então esse inconsci sagrado tá refletindo nessa consciência ética né essa capacidade de gerar sentido significado porque pro Vitor frankel a o consciente espiritual ele vai reconhecer isso na medida que a gente não tá determinado pela hereditariedade nemos impulsos porque na experiência da concentração quando ficou preso pelos nazistas ele reconheceu que a gente é livre e pode ser determinar e que além dessa autodeterminação existe movimentos regidos por uma busca de significado e sentio então toda essa base que sustenta a nossa autodeterminação para superar a realidade instintiva cultural a hereditariedade e toda essa força que envolve a o processo criativo da Alma né na nessa condição que nos pertence de poder de uma certa forma dar sentido à Vida justamente vai vindo desse inconsciente sagrado Então ess isso que eu vou compreendendo aqui na medida que a j vai aprofundando nesse item me parece que eh no início dentro dessa questão da psí objetiva vai existir um esforço maior de nós encarnados para que a gente realmente pqu fique o instinto objetive eh Veja a realidade subjetiva de uma forma que fique em consenso com a consciência de self né então no no início é um exercício de certa maneira para alguns de nós seguir por esse caminho escolher né com aquela vozinha lá de dentro o que que eu o que que eu devo e o que que eu quero né falando de de verdades divinas mas à medida que isso vai sendo exercitado que a gente vai conseguindo Então se colocar na vida de uma forma eh mais ética mais sincera dentro daquilo que se entende por moral de self como o Gelson trouxe essa consciência que já tá escrita dentro de nós isso vai se tornando cada vez mais natural e menos eh forçoso ensaiado ou né não sei qual a palavra que viria melhor até que se torna realmente uma realidade inconsciente quase no sentido

entro de nós isso vai se tornando cada vez mais natural e menos eh forçoso ensaiado ou né não sei qual a palavra que viria melhor até que se torna realmente uma realidade inconsciente quase no sentido de automática né Acho que esse que seria o caminho no nosso momento evolutivo né não sei é que que você como é que vocês veem né porque o inconsciente sagrado a gente já quer tá lá 100% né mas mas é um caminho né exige também uma uma força uma uma diretriz uma determinação das forças da Alma pensamento sentimento e vontade de em uníssono irem pro lugar que almejam chegar mas que nem sempre é fácil dentro do momento que a gente vive enquanto espírito encarnado é Guadalupe eu tava pensando agora o j falou uma palavra ali da Liberdade né E hoje quando eu tava lendo esse esse esse item me veio aquele Versículo que tá lá no Gênesis né e o homem foi criado a imagem semelhança de Deus né então eh como é esse caminho da gente se reconhecer e de reconhecer o Divino dentro de nós então há esse primeiro esse primeiro e fiquei pensando nessa relação nossa com esse nosso com todo esse processo quer dizer não existe outro caminho a não se esse esse caminho de autodescobrimento da gente ir superando a gente mesmo né num processo evolutivo assim que o espiritismo explica muito bem individual e coletivo até a gente ir conseguindo entender essas leis todas que regem esse universo né onde cada um de nós tem um um um lugarzinho específico ali por isso o nosso processo é importantíssimo né pensando que cada um vai ter eh um papel vamos dizer assim nessa nessa dinâmica nesse drama Divino né E ao mesmo tempo eh isso tudo já tá em nós então é todo esse caminho que a gente vai percorrendo e que e que na realidade para nós parece algo muito hã difícil às vezes até difícil de conceber como essas coisas vão acontecendo mas elas vão acontecendo se a gente olhar os nossos processos psíquicos por exemplo quantas coisas né que eram difíceis da gente lidar há um tempo atrás agora a gente já consegue

oisas vão acontecendo mas elas vão acontecendo se a gente olhar os nossos processos psíquicos por exemplo quantas coisas né que eram difíceis da gente lidar há um tempo atrás agora a gente já consegue ter um outro patamar um outro nível de consciência né E tem partes nossas que às vezes fiquei pensando eu fiquei encucada com os os níveis e patamares né então tem partes nossas que já consegue se conectar muitas vezes com uma Instância muito maior né consegue ter uma percepção Em algum momento de uma realidade mais ampliada e isso a Joana trabalha aqui dizendo né que a medida que a gente vai galgando é é a a a visão do Ego vai se ampliando também então falando dessa compreensão que a gente vai tendo que traz esse ess esse nível de liberdade aí que o g estava dizendo né então é um ego que não fica mais numa visão muito limitada Só da sua realidade ali do seu dia a dia mas ele consegue ter uma percepção do vir aer de forças que regem que estão acima de nós e que é justamente isso que nos sustentam para viver aquilo que a gente precisa viver no aqui e agora né que muitas vezes é bastante limitante para nós Uhum é interessante que vocês estão a a gente tá avançando nessa ideia que trazendo né porque ela vai justamente apresentando né que na medida que a gente vai evoluindo e ampliando né essa noção de consciência não só a consciência cognis não só a consciência egóica mas a conscia reflexiva e uma consciência para Além Do ego né a gente vai vendo que essa consciência ela vai de uma certa maneira se tornando sinônimo de inconsciente eh de inconsciente Sagrado porque ele vai falar né Eh da aquisição da consciência plena né que faculta uma sabedoria imediata então de uma certa maneira é como se aquela realidade que já é que já existe em nós né de uma certa forma desabroche e o ego vai eh quebrando as amarras e ilusões para reconectar com aquilo que de uma certa maneira sempre esteve presente dentro da gente né que é justamente a lei divina e aa mago Divina de nós então de uma certa

eh quebrando as amarras e ilusões para reconectar com aquilo que de uma certa maneira sempre esteve presente dentro da gente né que é justamente a lei divina e aa mago Divina de nós então de uma certa forma quando a gente fala nesse inconsciente eh religioso ou transpessoal ou espiritual ou sagrado ou psique objetiva né como a gente tem vários nomes para para falar sobre isso né a gente tá falando tá pegando dois aspectos aí né uma dessa sabedoria Ou seja que existe uma verdade uma sabedoria inscrita dentro de nós que é lei natural né e de uma certa maneira a gente tá falando de duas dimensão dessa sabedoria então a sabedoria que representa a própria essência do espírito que justamente envolve essa intencionalidade né Porque mesmo eu confundido com a matéria o meu livre arbitro Sempre coloca eh em cheque eh a minha própria realidade interna e a minha capacidade de dizer sim ou não paraas coisas né então essa de dizer sim ou não tá lá nessa dimensão mais profunda que envolve também então a minha força superior né Ou seja a capacidade abrangente né de gente poder eh construir né Eh uma uma condição de se superar né e reconhecer potencialidades dentro da gente que que tão latentes mas que existem né então de uma certa maneira a gente tem esse poder criativo essas qualidades latente Então esse sagrado representa essa dimensão do Essencial e dessa virtuosidade latente mas também esse incito Sagrado é o arquétipo de Deus né no nosso inconsciente né E como arqué de Deus eu essa imagem da totalidade que busca essa unidade essa conexão eh e por ser um arquétipo né essa capacidade que vai além do pessoal né ou seja essa dimensão transcendente que de partes minhas que vão sendo eh Integradas numa completude maior né com essa dimensão eh essencial que é o próprio espírito e que carrega como filho de Deus também é sua marca né então a gente pode pensar que tanto o arquétipo de Deus né é o próprio espírito né na sua capacidade de avaliar por est por ter dentro dele né a a a a energia que emana da divindade

bém é sua marca né então a gente pode pensar que tanto o arquétipo de Deus né é o próprio espírito né na sua capacidade de avaliar por est por ter dentro dele né a a a a energia que emana da divindade né e por isso que Joana vai também relacionar o o inconsciente sagrado com o luminoso né e e de uma certa maneira então isso isso fala de algo que mim né de respeito à aquilo que os espíritos falam da nossa angelitude né já presente Nossa inconsciente como possibilidade né E ao mesmo tempo arqué de Deus como C ordenador de toda a psique também é a própria lei Divina marcando o amor dele e a perfeição dele que habitam a minha consciência ética então de uma certa maneira quando a gente fala em inconsciente sagrado a gente tá falando dessa dimensão também moral da existência que confere significado sentido e de uma certa maneira uma direção né que que é de uma finalidade maior que muitas vezes o ego a nossa menor não consegue perceber né que é aquilo que a gente chama de individuação que depois no final do capítulo a juda vai falar então desse processo de eh aproximar-se do Estado luminoso eu eu gostei eh vou eu gostei aqui muito dessa Palácio da sabedoria e do Eu gostei muito dessa frase dela aqui que diz né no terceiro parágrafo a sabedoria resulta da União do conhecimento com o amor cujos valores tornam o ser tranquilo não insensível afetuoso não apaixonado Então acho que é uma frase muito profunda trazendo assim uma fotografia em palavras desse ser que realmente tem a sabedoria do inconsciente né do inconsciente enquanto in ciente sagrado Enquanto Deus em nós e e achei muito muito bonita mesmo né é lindo né porque a sabedoria aqui é uma sabedoria que que é sensível né então aqui é uma compreensão de uma outra ordem e você sabe eu tava lendo esses dias umas cartas que o Jung o Jung se correspondia com muitas pessoas né E aí ele ele ele se corresponde com um professor de de filosofia chinesa taoísta em na universidade de Nova York e justamente eles estavam falando sobre a sabedoria

correspondia com muitas pessoas né E aí ele ele ele se corresponde com um professor de de filosofia chinesa taoísta em na universidade de Nova York e justamente eles estavam falando sobre a sabedoria do taoísmo que encantou tanto o Jung nessa ideia né desse universo que tem forças complementares e que tudo busca o equilíbrio né E daí o Jung responde para esse senhor né dizendo é eh se alguém pudesse simplesmente aprender a sabedoria pelas palavras o mundo já estaria resolvido desde laut Sé né que foi o grande eh sábio né do taoísmo mas A grande questão ele diz é que a sabedoria a gente não é ensinada por palavras ele falou né só é possível ele dizer por pelo contato pessoal e pela experiência imediata né então e eu achei muito linda essa relação que a Joana faz aqui dessa postura desse de Sabedoria que chega esta pessoa que alcança esse nível de ão de consciência da realidade inclusive dizendo assim que ela compara um educador né que fica acompanhando o aluno ali acompanhando o esforço e Sacrifício do aluno até a sua exaustão Se necessário paraa aprendizagem eu achei que lindo isso né porque tu ficar ali do lado né entendendo que é um processo por isso que é é uma sabedoria sensível né não é uma informação não é um conhecimento é tá na relação entendendo que as coisas vão chegar lá né Elas têm esse direcionamento mas precisa de tempo porque cada um vai tá num nível e num patamar distinto né E aí ele diz havendo transitado pelo mesmo caminho esta pessoa esse sabe o bem diz agradecendo a sua permanência que propicia outros candidatos experiências equivalentes isso eu também achei de uma profundidade porque à medida então que tu vais galgando essa essa consciência tu já começa a ter um sentimento eh ético em relação ao coletivo aos outros e aí eu penso nesses espíritos de luz né que já poderiam usufruir de de de de lugares Assim Sem sofrimento e querem vir aqui nos ajudar né Por Um por justamente porque aí a gente consegue entender a questão da evolução coletiva né eu não posso estar

oderiam usufruir de de de de lugares Assim Sem sofrimento e querem vir aqui nos ajudar né Por Um por justamente porque aí a gente consegue entender a questão da evolução coletiva né eu não posso estar bem vendo o meu irmão mal ali né porque eu tenho um nível de compreensão maior né eu tem duas questões que me vem a partir disso né marl ah o que que tá falando e tá trazendo aí da benfeitora a primeira questão é justamente esta ideia né de um Deus tá sempre presente mas que é oculto né Eh esse Deus vivo que é sempre é um Deus oculto para nós porque a não consegue ainda perceber mas tá sempre presente de uma certa maneira esse processo de chegar a Inc sagrado e de aprendizado aí né que a gente vai reconhecendo e que vai sendo vivenciado a partir então da gratidão né E de de uma de outros valores que vão eh se apresentando na medida que a gente vai eh eh tomando eh concia ao ao encontro dessa realidade mais profunda né então eh E então a gente fala desse Deus vivo né Mas que que que tá falando mas que é uma fala que muitas vezes não é eh percebido pelo ego né Eh então eh o quanto esse Deus oculta tá também imanente dentro de nós assim como tá na natureza tá na vida tem em toda a sua presença né se se apresenta em em cada situação em cada momento ou seja eh é um um pulsar existencial então eu vejo esse enc sagrado com a capacidade de perceber se Deus oculta e de se pulsar existencial aonde né as minhas meu sangue as minhas veias né são são percorridas né e e pulsam uma vida em abundância mas que é possível na medida que eu vou encontrando esse caminho do conhecimento e do amor né e e isso é um ponto né e outro ponto né é que dentro dessa dessa dimensão eh do ser oculto né é justamente a forma de compreender isso que ponto cego é esse né para pro ego que não percebe uma realidade que tá toda hora presente mais ou menos se oculta pela nossa pelo nosso orgulho e pelo nosso egoísmo né E aí a essa relação justamente de Deus com o inconsciente né e nos Veda né diz eh diz que Deus é o que nos faz ver

resente mais ou menos se oculta pela nossa pelo nosso orgulho e pelo nosso egoísmo né E aí a essa relação justamente de Deus com o inconsciente né e nos Veda né diz eh diz que Deus é o que nos faz ver eh que nos faz ver não pode ser visto o que nos faz ouvir não pode ser ouvido o que nos faz pensar não pode ser pensado Então se a gente pode pensar nessa ideia do inconsciente espiritual sagrado né e a gente pode pode reconhecer que justamente e e o inconsciente Sagrado é aquela Instância que decide se algo deve ser se tornar consciente ou permanecer inconsciente e que funciona ela própria De forma inconsciente né Ou seja é como se a todo momento Deus estivesse dialogando com nós e o Espírito também na sua consciência ética sabe mesmo que o ego diga eu não sei eu não tô sabendo né mas a lei tá dentro da gente né então eh eh de uma certa maneira todos nós eh de uma certa maneira sabemos da realidade né Eh só que a gente não consegue eh encontrar esse Deus oculto dentro de nós e não consegue reconhecer a presença dele que sai vai sendo só despertada na medida como vocês colocaram aqui a gente vai avançando alargando a nossa capacidade de compreensão e de amar né a ponto de da j falou dessa dessa nossa natureza se e desindividualização que a mar fala né da dor do outro da comunhão com a vida e da do meu compromisso né de ser também essa eh esse Templo Vivo onde Deus age por mim e de uma certa maneira então eu tô comprometido não só comigo mas a a a fazer parte desse drama do universo e ocupar um papel importante né naquilo que Deus me coloca eh enquanto o meu lugar nesse universo Então tudo isso tá e E aí eu me lembrei só já te dou a palavra Guadalupe do vós sois a luz do mundo de como né também Deus então também precisa da gente pra gente descobrir todo esse tudo que tá oculto também para que ele possa se manifestar através de nós né então ser a luz do mundo né fiquei pensando agora nisso né da da gente poder esse esse processo nosso de autodescobrimento de auto iluminação ali como ela diz né é a

sa se manifestar através de nós né então ser a luz do mundo né fiquei pensando agora nisso né da da gente poder esse esse processo nosso de autodescobrimento de auto iluminação ali como ela diz né é a gente ir manifestando no mundo isso que está oculto na natureza em nós nessa imagem semelhança da qual nós somos criados que profundo isso né Eu fic até né quero comentar outra coisa mas é isso que eu fico pensando que que algumas vezes a gente já trouxe para mim é muito importante essa questão de que a todo momento a gente pode escolher né Nós podemos escolher a cada momento da nossa vida e como aí também tá uma representação eh de nós externos esse Deus em nós Essa Via eh realmente conectada com com inconsciente sagrado Eh mas vocês estavam falando e eu estava lembrando um exemplo mais Raso mas que eu acho que que é interessante também eh são essas questões que acontecem na nossa vida e às vezes a gente eh ou é impelido a seguir um caminho diferente do que gostaria ou Escolhe um caminho apesar de outras circunstâncias Racionais mostrarem que não é o o melhor e a gente vai com medo né vai com insegurança enfim aí dependente depende Claro da da da estrutura de cada um mas quando lá anos depois ou meses depois enfim se olha para trás a gente percebe o quanto recebeu uma graça naquele momento o quanto ali tava agindo toda essa força que ou sendo nós impelidos ou levados pela mão nós conseguimos de uma maneira ou de outra seguir por aquele caminho e Quanto isso a gente acaba dando graças por seguir Talvez uma inspiração talvez por ser arrastado mas está nesse lugar onde nós somos cuidados onde nós temos um lugar que é muito nosso em toda a criação e as coisas assim vão se dando de uma forma desde mais inconsciente quando nós somos arrastados até mais consciente quando Realmente nós estamos ali em um patamar né marcou um nível de consciência que consegue operar de uma forma mais lúcida nessa questão que a gente tá trazendo né mas me parece assim que um exercício são essas situações que a gente na hora se

né marcou um nível de consciência que consegue operar de uma forma mais lúcida nessa questão que a gente tá trazendo né mas me parece assim que um exercício são essas situações que a gente na hora se atrapalha ou ou mesmo é arrastado e depois olha né e vê Nossa como foi bom ter acontecido aquilo né de alguma maneira também é essa mão aí agindo eu eu acho que é isso que ela tá dizendo ali né atingindo os níveis superiores de consciência Nos quais vivencia estados alterados quando a gente não é arrastado então né quando a gente se conecta lentamente abre com portas psíquicas que se assin por traços dessas percepções até emergir no inconsciente profundo Então acho que o inconsciente sagrado aqui também fala desse homem conectivo né dessa possibilidade da gente acessar eh esse esse outros níveis de percepção né que que vem né por essa conexão com com com com uma Instância muito maior que a gente eh sente né pode sentir isso eh num num momento de oração no momento de meditação ou mesmo pessoas me lembrei agora de um caso de uma pessoa eh que disse que não acreditava em Deus né mas essa pessoa tava tão desesperada que um dia perguntou estava diante de um problema muito grave e disse que que eu faço para me aliviar né E aí eu disse bom se tu tá perguntando para mim eu te diria vai receber um passe e a pessoa aceitou e recebeu o paz e ela chegou lá na casa Espírita e diz que ficou assim se sentiu bem se sentiu incomodada porque aquilo que ela ouvia não fazia sentido nenhum mas se sentiu bem a ponto de voltar lá e a segunda vez que essa pessoa volta ela ela se concentra assim e aí ela ela teve uma experiência profunda de conexão e ela fica muito nervosa depois porque ela não conseguiu enquadrar essa experiência que ela teve de profunda conexão que que refletiu num estado de calma onde as ansiedades e tudo aquilo foi amenizado ela não conseguiu enquadrar isso dentro do pensamento lógico dela como eu não acredito em Deus eu não acredito nisso que estão falando aí mas ela teve uma

nde as ansiedades e tudo aquilo foi amenizado ela não conseguiu enquadrar isso dentro do pensamento lógico dela como eu não acredito em Deus eu não acredito nisso que estão falando aí mas ela teve uma experiência direta né onde ela entra num estado alterado ali e aquilo gera um bem-estar profundo e aquilo faz com que isso eu acho que é uma outra questão do inconsciente sagrado que quando a gente acessa essas instâncias isso tem um poder de transformação muito grande porque desacomoda o ego né faz o ego ampliar sua perspectiva e mostra um um Horizonte muito mais amplo do que muitas vezes a nossa visão Estreita que a gente tem né então e por isso que a experiência ela é fundamental né porque aí não tem nada que contradiga aquilo você viveu aquilo né então fala dessa sensibilidade também né que vem essa sabedoria sensível né que vem por uma outra forma de percepção que não é só aqui os os cinco sentidos nossos a nossa compreensão intelectual né é interessante que de uma certa maneira né então a gente vê que esse homem né esse homem eh religioso né espiritual esse essa dimensão desse homem lúcido consciente ou desse inconsciente sagrado que reflete essa dimensão então Eh mais profunda da nossa natureza e que representa todas as as conquistas que o espírito vai vai adquirindo chegando ao um nível de Lucidez e de consciência eh não nos não nos tira da vida né como a juda colocou antes e aí a gente vê que que esse estado alterado na verdade é é entrar numa capacidade de reconhecer uma outra realidade então a mediunidade é um presente que nós ganhamos justamente ever recursos psíquicos que do ponto de vista do a gente não poderia não teria ainda mas que nos é ofertado para saber que existe outras dimensões e níveos de realidade que a nossa natureza ainda não consegue conviver de maneira natural mas que em certo momento a gente entra em contato com essas experiências que que o estado alterado nos possibilita adentrando também em em numa dimensão mais viva mais rica e e mais plena eh da própria

as que em certo momento a gente entra em contato com essas experiências que que o estado alterado nos possibilita adentrando também em em numa dimensão mais viva mais rica e e mais plena eh da própria realidade então a gente vive de uma certa a gente participa como ser humano de uma forma de uma forma dupla no universo por um lado a gente tem esse essa dimensão do mundo humano que tá muito Ligado ao ao papel a fantasia que a gente ocupa aqui enquanto ego né eu pessoa homem mulher brasileiro Sei lá o qu né Eh e e e que tá confinado então de uma certa maneira essa a esse condicionamento né e por outro lado uma vida transhumana né que é justamente que nos leva essa essa transcendência e a ruptura da vida ordinária fo a vida extraordinária essa dimensão do inconsciente profundo e desse estado de uma consciência alterada né Eh mediúnica conectiva como tu falou né mar né que nos dá uma uma dimensão de de totalidade cada vez maior da nossa experiência e consequentemente eh do da da dimensão Luminosa da existência que é justamente o luminoso é eh essa experiência emocional de pertencimento e de ser atravessado por essa dimensão maior do divino ou dessa realidade né que é captada quando a gente tá ou em oração trans mediúnico estado meditativo ou qu consegue vivenciar O que é realmente o amor tudo isso são experiências que rompe com ordinário e nos leva para o extraordinário em nossas vidas e o destino É extraordinário nosso destino é não é ordinário É extraordinário né E também não é sobrenatural porque ele é né então às vezes né se usa essa questão do Sobrenatural eh sabe que que essa essa questão da humanidade é é interessante porque nesse Alvorecer nosso do mundo de regeneração né se passa por por muitas questões eh difíceis e muitos falam do fim da humanidade enfim e tem uma uma uma carta uma escrita de de Paulo no acho que não Livro dos Espíritos eu eu não tô exatamente aqui mas eu li faz pouco onde onde ele fala lá quando a gente fala das provas e dos gozos futuros enfim

ma uma carta uma escrita de de Paulo no acho que não Livro dos Espíritos eu eu não tô exatamente aqui mas eu li faz pouco onde onde ele fala lá quando a gente fala das provas e dos gozos futuros enfim expiações onde ele fala do fim da humanidade né E aí ele diz o quanto Nós não entendemos o que que é o fim da humanidade e o quanto nós somos infantis eh quando a gente fala disso porque enfim é um texto muito bonito mas fala assim a humanidade vai acabar assim quando todos nos amarmos quando todos nós passarmos pelas questões acabar o egoísmo orgulho e formos só amor e caridade né no sentido de que nós estamos num corpo que é humano que a gente deve prezar e e amar assim como nosso estado de humanos mas que é um momento de transição então quando acabar a humanidade nós pelo contrário não acabaremos estaremos todos né enfim um grande corpo psíquico mais evoluídos do ponto de vista de consciência e realmente vivenciando o amor vivenciando A fraternidade então achei muito interessante o jeito que ele colocou justamente nos chamando a atenção para o quanto o nosso pensamento ainda é infantil ainda é rudimentar nesse sentido e e e isso em um momento que é um momento eh onde tempo e espaço não existe mas em um momento que nós já somos esse puro amor como de certa maneira Vocês trouxeram a gente só tem que ir desvelando esse inconsciente sagrado no qual a gente já está só não se percebe como um todo dentro dele né então acho tão bonita tão perfeita a toda essa dinâmica eh e esse cuidado da criação para conoso por isso como é importante Se despertar né para essas possibilidades ocultas e o e ess isso que tu tava falando né Guadalupe da nossa vontade né que daí ela vai dizer né diante das possibilidades agigantados Então à medida que esse ser começa a ter essa conexão maior né o indivíduo lentamente Deixa todos os Apegos remanescentes do Ego todos os desejos reflexos perturbadores do Ego todas as reações persistência dominadora do Ego né então vai mostrando um universo muito

indivíduo lentamente Deixa todos os Apegos remanescentes do Ego todos os desejos reflexos perturbadores do Ego todas as reações persistência dominadora do Ego né então vai mostrando um universo muito maior que é isso né que que o e muito do nosso sofrimento muitas vezes é porque a gente não consegue ter uma visão um pouco mais ampliada porque nós nos restringimos todas as quantas de nós já tiveram experiências profundamente transformadoras e num momento assim onde eu não sei o que fazer me sinto totalmente perdido e daqui a pouco me conecto faço uma oração ou faço com alguém e aquilo vai me acalmando e daqui a pouco o as coisas vão como que clareando então efetivamente o meu problema não mudou mas a forma como eu tô ali olhando aquilo mudou radicalmente né então esse contato com essas forças divinas que estão em nós né se nós somos a imagem semelhança de Deus ao mesmo tempo que elas estão ali se desvelar né Guadalupe vem também por uma postura minha né de buscar isso de buscar eh de de porque nós somos muito distraídos aqui aqui o tempo todo né então eu imagino que o tempo todo a gente tá recebendo eh provas e mensagens né e pensando na sincronicidades aquelas coisas que vão acontecendo na nossa vida eu tava pensando em alguém alguém me ligou e e eu tava com um problema e alguém me ligou e e e vai me ajudar a resolver mesmo sem saber o tempo todo o universo tá nos mostrando quão conectados a gente tá mas se a gente fica muito distraído né esse ego aqui muito preso numa realidade material a gente perde essa beleza né é interessante que por isso que o chama de psiquia objetiva também porque na medida que tu eh vai rompendo com essa subjetividade do Ego né que é essa vivência limitada do nosso sentir da nossa percepção ainda a pequena a pequena da nossa interpretação a partir dos limites que que se apresentam ainda a nossa evolução e a gente vai rompendo com isso a gente vai ficando igual né a nossa consciência plena vai ficar igual a lei Divina né a ponto de de de uma

tir dos limites que que se apresentam ainda a nossa evolução e a gente vai rompendo com isso a gente vai ficando igual né a nossa consciência plena vai ficar igual a lei Divina né a ponto de de de uma certa hora não há diferença entre uma coisa e outra né e isso me lembra um sonho de uma pessoa que relatou que Deus tinha decidido que aquele era o último dia da sua vida né E E no sonho ficar desesperado tem saber o que fazer né tomado por Grande e o e o temor dele não era pelo fato da morte em si mas o que fazer com aquele último dia que ele restava então de uma certa maneira né e a a gente vive assim né como ou a gente fica inconsciente né das coisas como se eh não vai chegar esse último dia né E a gente não tem consciência de que eh o do significado que é viver ou no caso do paciente tu tem eh o significado ganha tamanha dimensão que eu não sabe o que fazer então com o último dia da sua existência né então e E aí que que que a gente vai encontrar esse caminho né de que na medida que o ego eh a gente vai desapegando do Ego né a gente vai compreendendo e vai acalmando o coração como di Malú porque as co se tornam tão tranquilas tão óbvias tão simples né Sem angústia sem a aflição sem dor porque nós sabemos vivemos essa objetividade e não eh do apego do Ego eh baseado Nas suas carências nas nos seus medos nas no seu egoísmo né então que tudo isso está ligado ainda ao nosso apego e a dimensão desse ego que que quer se autoafirmar porque na medida que a gente vai compreendendo a realidade o ego não quer se autoafirmar e ele se abre então para essa dimensão mais profunda que é justamente eh reconhecer que tá tudo certo na vida né E que o que o que importa é a minha atitude né minha atitude frente a ela e de como aproveitar cada momento que a vida oferece por isso que talvez esse desafio pro sonhador era tão terrível né o que que eu faço nesse último dia da minha existência né como é que eu vivo ele e a grande questão é É essa mesmo como é que eu vivo a minha vida né E como viver a

io pro sonhador era tão terrível né o que que eu faço nesse último dia da minha existência né como é que eu vivo ele e a grande questão é É essa mesmo como é que eu vivo a minha vida né E como viver a minha vida como se fosse o último dia dela mas sem a perturbação né na confiança de que eu tô em conexão com essa verdade mais profunda e vivendo plenamente cada segundo da minha existência é é interessante isso né daí me lembra também eh o James hillman né que é um analista indiano americano ele já já desencarnou né E ele dizia né Eh ele traz a ideia de que cada um de nós tem um Diamond né Tem algo para ser realizado para ser vivido né cada pessoa então tem uma singularidade né e que isso já tá dentro de nós então Eh agora tu tava falando essa relação né Desse ego que confia então eh a gente vivendo aquilo que tá dentro de nós e esse ego poder estabelecer essa relação de parceria de confiança com o espírito né ele ficar a serviço de algo maior e porque o que nos Angustia muito é achar que é a gente que tá tudo nas nossas mãos que nós é que Vamos decidir tudo que nós é que vamos quando não a vida é muito maior que isso né então entender essa essa nossa pequenez nesse sentido nos liberta de de muitas de de de de muita coisa né e também eh confiar na vida né confiar no movimento da vida né o rman dizia né Por que que a gente muitas vezes prefere a segurança de uma pólice de seguro do que a as garantias invisíveis da existência né então se a gente é filho de Deus né Eh por não confiar então isso é é é bonito e é todo esse caminho nosso né porque ess essa confiança também ela vai aparecendo à medida que eu vou vivendo a vida né me entregando para as coisas não querendo controlar tudo segurar tudo né então isso gera cada vez mais ansiedade em nós uhum com certeza equilíbrio né entre entre a não isso não tem nada a ver com passividade e também a gente não pode achar que só com uma vontade e um controle se resolve tudo então é é um equilíbrio realmente em uma atitude de entrega de confiança mas ativa no seu

ada a ver com passividade e também a gente não pode achar que só com uma vontade e um controle se resolve tudo então é é um equilíbrio realmente em uma atitude de entrega de confiança mas ativa no seu processo de individuação ativa na sua Encarnação então é é um movimento muito muito bonito é E aí vem ao encontro que ela tá falando aqui né que ela diz eh que na medida que a gente vai eh avançando nesse nessa Superação do Ego o mal e os males não o atinge porque sua compreensão do bem o leva a identificar Deus em tudo então e essa sintonia né eu o pai somos um só como falava o Cristo né amando as mais variadas ou agressiv ou persuasivas formas de alcançá-lo aí diz a Joana né Essa libertação essa desidentificação com ego inunda o de equilíbrio de consciência o que a gente estava falando agora né Sem pressa nos acontecimento sem angústia sem ansiedade sem ressentimentos nos insucessos né E aí então eu rompo essa barreira espaço temporal do Ego e crio uma outra dimensão de tempo que é o tempo eterno né o tempo presente no estado de Plenitude permanente aonde eu vivo essa conexão que do ponto de vista eh psicológico eu chame chamei de um estado de gratidão né ou num outro sentido um estado luminoso para mim estado de gratidão e de luminosidade que que que Joana coloca aqui eh elas são equivalentes né Eh o tornando-se plenamente realizado diz a benfeitora tente-se purificado das mazelas sem ambições nem tormentos aproxima-se do Estado luminoso ou seja estado de plenitude de comunhão Divina né de uma experiência né porque o luminoso é a experiência eh digamos assim psicológica emocional eh de um de um contato com o sagrado com com a experiência Divina né então o luminoso é está nesse estado de uma dimensão do Sagrado do divino né e ele liberta se di jo adante né Então essa liberdade não é fugir da vida mas também de transcender essa visão pequena e ter e viver na compreensão dessa dimensão mais profunda e mais eh consistente que é a dimensão do espírito e consequentemente

berdade não é fugir da vida mas também de transcender essa visão pequena e ter e viver na compreensão dessa dimensão mais profunda e mais eh consistente que é a dimensão do espírito e consequentemente nessa integralidade e comunhão com o Divino em cada momento da nossa vida um estado de gratidão estado de luminosidade né de Plenitude que de uma certa maneira nos espera a cada momento dessa etapa evolutiva na medida que a gente vai avançando nessa escala né então é uma proposta bastante arrojada dela aqui para todos nós né É e ela fala daí né ali gente ela termina falando eh eh nesse nesse sentimento de liberdade né então isso é muito bonito também né porque aí a gente vê se a gente olhar a nossa dimensão agora o quão preso a gente se sente né Quanto quanto o momento por exemplo atual que a gente vive é um momento assim de muita angústia de Muita ansiedade muito então na realidade a gente já tem o caminho né Tá tudo dentro de nós e a gente vê né que que que nesse momento de crise mundial né Justamente esse momento ou tu busca esse atavismo do passado esse ego que quer reforçar controle reforçar poder né frente à insegurança ao medo né Eh se anestesiar através de álcool consumo e outra coisa ou ele tem que avançar né tem que realmente romper essa identificação egóica e e e encontrar né E como diz a Jona aqui né Essa irradiação Generosa de um coração desapegado né que é então que se movimenta sobre uma realidade mortal né Eh desse inconsciente sagrado ou seja como começa então a romper Essa visão e me entrego verdadeiramente para esse sentido maior aonde eu não preciso mais disso dessas coisas todas do mundo de me autoafirmar de garantias e consigo Então ser livre verdadeiramente né livre no sentido de não estar então aprisionado nesses condicionamentos e Apegos do Ego isso é a verdadeira liberdade que é difícil da gente conquistar mas que tá acessível de certa maneira a todos nós na medida que a gente vai realmente assimilando essa compreensão que a benfeitora nos coloca aqui

rdadeira liberdade que é difícil da gente conquistar mas que tá acessível de certa maneira a todos nós na medida que a gente vai realmente assimilando essa compreensão que a benfeitora nos coloca aqui né é muito do desse momento de esse mundo transformação por fora mas também internamente então é muito o reflexo né é um espelho de quem nós somos e essa como vocês estão trazendo essa luta para voltar a uma zona de conforto a uma realidade que não existe mais quando se tem um um vir a ser e quando se tem a possibilidade de Reconstruir sem deixar para trás o que nós somos né E claro que é difícil mas não é impossível e E aí a gente vai para aquela questão que para mim é muito básica de nós nos reconhecermos na nossa realidade espiritual reconhecermos que somos Imortais reconhecermos o amor do Criador reconhecermos que tudo que acontece mesmo que agora a gente não entenda as coisas né não só vão tendo um sentido como todos nós estamos amparados só que isso é muito difícil né Como como o Gelson tá trazendo é o momento de transformação é muito difícil mas essa entrega ela realmente nos leva a um outro grau de de consciência estejamos nós onde a gente estiver seja nesse corpo seja em um outra em outra dimensão nesse momento de tempo eterno né Eu acho tão bonito assim essa essa questão do do tempo eterno para nós espíritos Imortais né onde tudo já é e e uma liberdade né quando ela fala ali que vem por essa postura existencial e por uma confiança que é uma confiança lúcida também né não é uma confiança cega no sentido né de algo que eu não compreendo que alguém me diz que é assim não é uma confiança a partir da minha experiência deem vida de eu ter me entregue pela vida de eu eh ter experimentado né E que aí eu vou adquirindo essa sabedoria sensível né das coisas de percepção então isso aqui é muito lindo então não é é um caminho que realmente cada um de nós vai ter que trilhar né E ao mesmo tempo eu vou trilhando o meu caminho eu tô ajudando o outro que tá ali também isso eu acho lindo assim essa profunda

o não é é um caminho que realmente cada um de nós vai ter que trilhar né E ao mesmo tempo eu vou trilhando o meu caminho eu tô ajudando o outro que tá ali também isso eu acho lindo assim essa profunda conexão que a gente tem né que o que a gente faz o nível de consciência que a gente vai adquirindo aumenta o nível de consciência do universo né então como é importante esse engajamento lúcido nosso né essa decisão nossa né E que é um projeto é uma postura perante a vida né na verdade essa Lucidez é é a característica ela chama né do do da pessoa que chegou nesse lugar né mar Dent dessa ideia que a guardal tá tá trazendo né que a gente Às vezes tem que ser lembrado que existe essa realidade espiritual né a gente tem consciência que ela existe mas a gente não vive ainda a realidade espiritual né não assimilou ainda e e e manter uma essa Lucidez seria justamente isso viver a todo momento A partir dessa lógica dessa perspectiva do espírito então de vez em quando a gente tem noção disso De vez em quando a gente consegue compreender isso e assimilar e em pares noa vida eh Trazer isso mas a gente não consegue viver plenamente a todo momento dentro dessa consciência dessa lógica do Espírito E aí essa Lucidez que ela propõe né E que vem tudo junto né Essa Lucidez é de uma lógica racional apenas mas de uma lógica como tu falou amorosa de uma lógica que é de uma realmente de um entendimento de uma compreensão que passa Então por uma postura né Por uma atitude vivencial que se reflete então em cada momento da nossa existência Esse é justamente né O Grande Desafio e essa compreensão né que Deus tá em tá em todo momento e eu tô me relacionando de maneira pessoal com ele ele comigo mesmo que eh os fatos se apresenta se apresenta para todos nós de uma certa maneira Mas eh cada fato Mesmo ele sendo comum a todos Ele tem sua particularidade e sua dimensão própria naquilo que o significado se reflete no sentido no movimento e no propósito que me move naquela situação ou naquela outra que a vida vai

omum a todos Ele tem sua particularidade e sua dimensão própria naquilo que o significado se reflete no sentido no movimento e no propósito que me move naquela situação ou naquela outra que a vida vai nos colocando Então essa é o convite de se libertar e chegar no se luminoso e viver essa psique objetiva né Essa psique objetiva eh um dia a gente chega lá né pois bem então a gente tá com o nosso tempo encerrado né a gente convida vocês a continuar conosco porque esse livro é maravilhoso tem coisas preciosas né esses conteúdos são eh extremamente ricos e e no próximo encontro a gente vai então adentrar o capítulo C viagem interior então a gente faz o convite de nos encontrarmos de novo para o próximo encontro né que é o capítulo 5 vi interior onde a gente vai trabalhar o item busca da unidade agradeço aqui a Guadalupe a Marluce e um carinho abraço a todos que Jesus nos abençoe no Nosso propósito

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