EUTANÁSIA E ESPIRITISMO - Leandro Irigonhê [MOMENTOS DE REFLEXÃO]

Comunhão Espírita de Brasília 08/04/2026 (há 1 mês) 195 visualizações

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Transcrição

Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Muito boa tarde, minhas amigas, meus amigos. Sejam todos muito bem-vindos a ao auditório Bezerra de Menezes da Comunão Espírita de Brasília. Bem-vindos também aqueles que nos assistem pela internet agora ao vivo ou no futuro, né? Estaremos todos reunidos em torno desse aprendizado sempre que nos encontrarmos para um crescimento espiritual. Hoje, em mais um momentos de reflexão, hoje de número 24, nós vamos falar de um tema muito importante, um tema que tem no evangelho e que chama atenção de uma forma eh, vamos dizer, intensa, importante demais. nos dias de hoje, o título é eutanásia e espiritismo. Tá no capítulo 5 do Evangelho Segundo Espiritismo, item 28. Já já eu chego nele. Vamos então fazer a nossa leitura preparatória ao nosso estudo com o fim de nos harmonizarmos todos nós em torno de um mesmo ideal maior, né? A nossa união em pensamento, em espírito, com o plano superior, aquele que vai nos ajudar. a compreender, a perceber muitas vezes os detalhes daquilo que conversamos aqui. Bom, no livro Dias Melhores de Carlos Bacelli, ditado pelo irmão José. Vamos abrir aqui ao acaso e chegamos então na mensagem. Se te propões a amar, se te propões a amar como Jesus nos amou e ama, não esperes pela consideração do mundo. Não creias que te seja possível conciliar interesses tão antagônicos. Quanto os do espírito imortal e os da matéria que passa. Sempre haverás de viver com o que te seja estritamente necessário, porque todo excesso de qualquer natureza pesar te há na consciência. Sentir-teás. na obrigação de mais dar que receber. Quando se tratar de renúncia, a iniciativa de ceder em favor dos outros caberá a ti. Não contarás com a compreensão da maioria, dos que te cercam, principalmente daqueles que te integram o círculo familiar. Conhecerás o desprezo e a humilhação da parte dos que haverão de rotular-te de desajustado social, porque incomodarás consciências adormecidas. Raros reconhecerão o valor do teu esforço, que farão questão de deixar no

rezo e a humilhação da parte dos que haverão de rotular-te de desajustado social, porque incomodarás consciências adormecidas. Raros reconhecerão o valor do teu esforço, que farão questão de deixar no desconhecimento. Muitos te admirarão, mas jamais se encorajarão a citar-te publicamente com o exemplo de servidor fiel aos princípios do Evangelho. Dentre eles, inclusive, alguns veladamente permanecerão na expectativa do teu fracasso. Outros haverão de considerar-te pretencioso demais em face de tuas naturais limitações, atribuindo-te eles mesmos uma condição em que nunca te supuseste. Contudo, se te propões imitar Jesus no amor com que ele nos amou e ama, pagarás ao mundo tributo que lhe é devido e prosseguirás, sabendo que este é o caminho. Então, mensagem do livro Melhores dias, dias melhores do Basser e do irmão José, mensagem se te propões a amar, nos mostrando através desse texto que caminhar decididamente com Jesus em direção a uma vida futura melhor exige o cuidado, o carinho com a atitude alheia, exige o não se importar com as dificuldades que vão surgir. Porque aqueles, muitos de nós, que ainda não compreendem esse caminho ou que não estão com vontade de segui-lo, irão se opor. Mas quem ama como Jesus nos amou e continua amando, quem quer seguir esse caminho, quem ama dessa maneira, vai seguir com Jesus no coração a despeito dos problemas que vão surgir. Isto colocado, convido a todos para pensarmos em Jesus, o nosso guia espiritual, nosso pastor, aquele que nos conduz a Deus. através dos seus ensinamentos, dos seus exemplos e juntos todos vamos dizer muito obrigado, meu mestre, pela oportunidade desse encontro e deste aprendizado. que os teus amigos espirituais, aqueles verdadeiros dirigentes desse encontro, possam nos inspirar, nos intuir a todos para um melhor aproveitamento do que vamos conversar. Que assim seja. Bom, pessoal, então hoje momento de reflexão de número 24, eutanásia e espiritismo. O título vem do Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 5, bem-aventurados

o do que vamos conversar. Que assim seja. Bom, pessoal, então hoje momento de reflexão de número 24, eutanásia e espiritismo. O título vem do Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 5, bem-aventurados os aflitos, item 28, que diz assim, ele é uma pergunta, o título, será lícito, né? Será permitido? abreviar a vida de um doente que sofre sem esperança de cura. Então Kardec pergunta aos espíritos: Será de acordo com a vontade de Deus? Será permitido antecipar a morte de alguém tá sofrendo muito e não tem nenhuma esperança de melhora. Tá se encaminhando paraa morte e a gente não vê possibilidade de cura. Será que a gente pode adiantar a morte para evitar mais sofrimento para o doente? É uma coisa que a gente pensa, né? Alguém tá num sofrimento às vezes terrível, com dores atrozes, muita dificuldade para atravessar aquela situação. E aí a gente fica pensando, olha, sei não, melhor se fosse logo, ia sofrer menos. Como a gente pensa assim, a gente também pensa: será que eu não podia ajudar? a ir logo, né? Parece que não tem volta mesmo, já tá embalado, tá numa situação muito difícil, mas tá sofrendo muito horrores. Dá uma dó de quem vê, imagina de quem passa. Então essa foi a pergunta, em resumo, que o que o Kardec fez aos espíritos e quem responde em 1860 foi São Luís. Mas antes de nós chegarmos no texto, na resposta de São Luís, vamos fazer algumas considerações sobre eutanásia. Eutanásia é um termo muito conhecido, um termo muito utilizado, principalmente na área da saúde, na área médica, no sentido de que alguém encurtou a vida de alguém, alguém apressou a morte. A gente não gosta de falar dessa maneira, mas eh alguém matou alguém que estava sofrendo muito para que não sofresse mais. Essa é a ideia básica. Então vamos alguns conceitos ligados à eutanásia. Primeiro, a eutanásia é vista como antecipação da morte de paciente terminal. é aquele paciente que tá numa condição sem retorno, né, com o fim, com a intenção de interromper o sofrimento intenso. Então, não é matar qualquer

vista como antecipação da morte de paciente terminal. é aquele paciente que tá numa condição sem retorno, né, com o fim, com a intenção de interromper o sofrimento intenso. Então, não é matar qualquer pessoa, né, digamos assim, não é qualquer doente que iria passar pela eutanásia. São aqueles que estão numa fase terminal, tão morrendo aos pouquinhos sobre grande sofrimento. Em alguns países que adotam legalmente esse procedimento, que permitem esse procedimento, geralmente são consideradas situações físicas, sofrimento físico muito grande do corpo, o corpo tá, né? A dor é muito grande, a dor é insuportável ou sofrimentos de natureza. psíquica. O psicológico não tá bom. A dor é moral, não é física. Eh, eu não suporto mais a vida que eu vivo. Eu não consigo viver. Não consigo aceitar a vida que eu tenho, as dificuldades que eu passei e passo. Tá sendo demais para mim. eu não consigo mais suportar, está num nível muito elevado, né? Então, nesses países, essas duas possibilidades com o referendo médico, claro que é teste que há esse sofrimento, a pessoa pode pedir que a matem, né? O doente pode pedir, olha, eu queria passar pela eutanásia, que é essa morte de uma pessoa numa fase terminal, numa fase muito difícil. Alguns países na Europa adotam essa essa postura. Holanda, ah, Luxemburgo, Espanha, Portugal, Suíça. Aqui na América do Sul nós temos também o Uruguai recentemente, Equador. Então, temos alguns países poucos no mundo que permitem isso, mais uns três ou quatro estados americanos também que permitem isso. Oregon, Montana, Washington, Vermon e mais um. Então, nessas localidades, você pode pedir por conta do seu sofrimento, pode pedir para morrer. Essa essa morte, essa eutanásia, ela pode ser voluntária. É quando o paciente pede, eu sou um doente terminal, eu tô sofrendo muito, esse tratamento não tá resolvendo, eu não aguento mais, eu não quero mais continuar, eu quero morrer. Se é permitido por lei, eles vão lá e te matam. Mas existe também a eutanasia que é não

ndo muito, esse tratamento não tá resolvendo, eu não aguento mais, eu não quero mais continuar, eu quero morrer. Se é permitido por lei, eles vão lá e te matam. Mas existe também a eutanasia que é não voluntária, é quando o paciente não tá em condição de decidir. Terceiros, né, outras pessoas irão decidir por ele. caso de um paciente em coma ou de um paciente que não tem um um controle mental suficiente para dizer o que quer, não consegue determinar a sua realidade, um bebezinho, alguém numa condição que não possa se expressar, aí os parentes é que vão solicitar ou não essa eutanásia baseada na lei do país ou do estado de um país. E existe uma terceira hipótese ainda que é a eutanásia involuntária. É quando o paciente não quer morrer, ele tá ali sofrendo. É uma coisa terrível, mas ele quer continuar, seja pelo motivo que for. E aí, médicos, parentes, outras pessoas acham que o melhor seria para ele ir-se logo. Isto é considerado assassinato, porque alguém tá querendo aliviar o outro de uma coisa que ele não quer. Não pode, né? Não pode. Mas seria essa ideia. E para o espiritismo, como é que fica essa visão da eutanásia? Quais são as suas implicações? Bom, as implicações para o espiritismo é que quando ela é voluntária, né, quando você pede para que te abreviem a vida, eh, isso se assemelha a um suicídio assistido ou não, porque tem aquele suicídio que você toma uma atitude para deixar a vida. Mas dentro das Tanázias, dentro das das possibilidades de morte assistidas, né, em hospitais, dentro da legislação, existe um tipo que inclusive tem na Suíça, que é o suicídio assistido. O médico não injeta nada em você para você morrer. Não é o profissional da saúde que providencia a inclusão do veneno que te mata. Ele deixa tudo preparado e um botão na sua mão. É você quem aperta o botão e aí libera o medicamento, o veneno, seja lá o que for e você morre. Isso é chamado de suicídio assistido. Mas para o espiritismo, o suicídio, a eutanásia voluntária, o suicídio assistido,

rta o botão e aí libera o medicamento, o veneno, seja lá o que for e você morre. Isso é chamado de suicídio assistido. Mas para o espiritismo, o suicídio, a eutanásia voluntária, o suicídio assistido, tá tudo na mesma categoria, é o abandono voluntário da vida e tem as mesmas implicações, digamos assim, depois de consumado a morte do corpo físico. O primeiro e mais importante motivo para você não fazer isso é que Deus não permite. Isso é contra a lei divina. Deus nos deu a oportunidade de crescimento para avançarmos até a condição de perfeição possível, mas não nos deu a prerrogativa de decidirmos se vamos continuar vivos ou não. A gente até pode tentar se matar, mas aí o que é que a gente descobre mesmo na eutanásia que a morte do corpo físico não eliminou a sua vida e nem as suas aflições. Então, quem olha do lado de cá, o corpo parou, o coração parou, pulmão parou, os rins pararam, o corpo parou. Quem tá olhando daqui vai dizer: "É, morreu, acabou. Realmente morreu, acabou o corpo, o corpo físico, como dizemos. Mas você, o ser pensante, aquele que imaginou que iria adormecer junto com a anestesia dada no corpo, você não morre, você é imortal. Então você vai despertar do lado de lá, muitas vezes sem nem saber que o seu corpo já morreu, um tanto confuso. Mas pera aí, mas eu busquei a morte, eu continuo vivo? Aquilo que me atormentava, os pensamentos não sumiram. Como eu estou muito ligado ao evento, a situação, eu estou energeticamente ainda ligado ao corpo por processos que agora não dá para explicar, eu posso até sentir a decomposição desse corpo, aquele que foi enterrado, ou posso continuar sentindo as dores, as agonias que eu sentia quando eu tava no corpo. Então, essa é a principal descoberta frustrante de quem busca sair da vida. Não tô dizendo, gente, que tá certo, não tô dizendo que tá errado a atitude da pessoa. Não, não tô julgando a pessoa do ponto de vista espírita, os espíritos nos explicam. Não pode, porque Deus não deu esse direito à gente. A gente não consegue se matar.

e tá errado a atitude da pessoa. Não, não tô julgando a pessoa do ponto de vista espírita, os espíritos nos explicam. Não pode, porque Deus não deu esse direito à gente. A gente não consegue se matar. A gente consegue matar o corpo, mas não consegue matar-se a si próprio, ao ser pensante que somos. Isso Deus não deixa. Então, a gente apenas abandona a vida terrena, a encarnação. A gente sai do corpo, mas a gente não elimina a gente nunca. E aquela tarefa que a gente deixou pela metade, a gente já vai falar sobre isso, ela vai voltar num futuro. Bom, o fato é que cada caso é um caso, cada pessoa é uma pessoa, dependendo da situação, você vai ter atenuantes, dependendo da situação, você vai ter agravantes. Mas isso é história para quem tá do lado de lá e passou por esse caminho. Vamos ver agora no Evangelho o que que São Luís respondeu. Ele dizia o seguinte, né? Quando uma pessoa está em agonia ou em grande sofrimento, irreversível, pode se abreviar a vida? É a mesma pergunta, né? A gente pode matar alguém que já tá para morrer, tá sofrendo muito? E ele responde assim, com três perguntas de início. Quem é que sabe a vontade de Deus? A gente sabe dos compromissos, das necessidades espirituais daquela pessoa. Depois ele diz: "Será que Deus não pode levar aquela pessoa até a beira da morte e salvá-la da morte para que ela tenha um um instante aflitivo que é leve a considerar os seus passos nessa vida e desperte para uma outra realidade." Ainda na sequência, nós temos sempre certeza da morte. Vai morrer mesmo? Será que a ciência nunca se enganou? Ainda no texto dele, agora num próximo parágrafo. E quando a pessoa tá morrendo mesmo, vai morrer, né? morte natural, tá indo, né, tudo como deveria ser, tá naquela agonia, tá naquela confusão mental e tal, mas de repente, nos últimos instantes, ela recobra a consciência, ela consegue ter uma clareza de ideias, noção do que tá acontecendo, isso teria algum valor? E ele então responde: "Olha, é o momento da maior importância, porque

instantes, ela recobra a consciência, ela consegue ter uma clareza de ideias, noção do que tá acontecendo, isso teria algum valor? E ele então responde: "Olha, é o momento da maior importância, porque evita tormentos futuros. Porque muitas vezes durante essa agonia, durante esse padecimento, durante aqueles anos ou aqueles meses ou aqueles dias de sofrimento, a pessoa faz um exame de consciência, a pessoa desperta para realidades que não tinha percebido, como por exemplo, ela se arrepende, ela compreende, se arrepende do que fez, compreende o que estava fazendo. Endo, podem surgir reflexões positivas a partir desse momento de aflição que ela passou. É claro que o materialista que não acredita na na sequência da vida não aceita, não compreende, não entende. Mas o espírita que já sabe o que acontece depois conhece o valor desse último instante. Então, preserva a vida a qualquer custo. Já vamos chegar lá, porque tem gente pensando, né? Poxa, preserva a vida a qualquer custo, então vai deixar o outro sofrer até se acabar. Não é bem assim. No final, pergunta-se aqui, pode-se aliviar os sintomas, diminuir as dores desse paciente, dessa pessoa que tá sofrendo? Sim, claro que se pode fazê-lo. Pode-se fazer por meio do do que nós chamamos cuidados paliativos. O objetivo é aliviar a dor e dar conforto ao paciente e aos familiares. Então, a gente pode fazer todo o possível para confortar, para diminuir o sofrimento. Agora, claro, com cuidado para não errar na dose, para não errar na mão e acabar matando a pessoa. Ah, mas só tinha mais um dia de vida, só tinha mais um minutinho, não tem problema, tem, porque um minuto pode evitar muitas lágrimas no futuro, como ele coloca. E aí, para finalizarmos, gente, a questão 106 do livro chamado O Consolador de Chico Xavier e Emanuel. A eutanásia é um bem nos casos de moléstia incurável? Emanuel responde: "O homem não tem o direito de praticar eutanásia em caso algum, ainda que ela seja a demonstração aparente de medida bem fazerja, né? Um ato bom.

bem nos casos de moléstia incurável? Emanuel responde: "O homem não tem o direito de praticar eutanásia em caso algum, ainda que ela seja a demonstração aparente de medida bem fazerja, né? Um ato bom. Ainda que ela pareça um ato bom, o homem não tem esse direito. E aí ele conclui, a agonia prolongada pode ter finalidade preciosa para a alma. A agonia prolongada pode ter finalidade decisiva para a alma. A moléstia incurável pode ser um bem como a única válvula de escoamento das imperfeições do espírito de vida imortal. Além do mais, os desígnios divinos são insondáveis e a ciência precária dos homens não pode decidir nos problemas transcendentes das necessidades do espírito. Conservemos, pois, a sabedoria que os bons espíritos nos trazem, nos mostrando que cada dor que passamos, cada momento, cada sofrimento tem uma razão de ser, um motivo e deve ser aproveitado para alguma causa. Há de nos trazer um bem no futuro. E qualquer coisa, não vamos nos esquecer. Deus é pai de amor, de misericórdia, não é um Deus de maldade. Portanto, tranquilizemos o nosso coração. Peçamos a esse Deus, a esse pai, que nos dê força para cumprirmos a nossa prova, para vermos o outro cumprir a prova dele, providenciando, claro, na medida do possível da realidade da medicina atual, todo o conforto, toda a diminuição da dor que nós pudermos, sem adiantarmos a passagem dos outros. Vamos então agradecer pela oportunidade de estudo, pela compreensão, Jesus que tivemos e que agora carregamos em nossa mente, em nosso coração, representando a certeza de que a vida é patrimônio divino e só cabe a Deus a decisão de quando ela vai terminar. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa [música] sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios [música] por fluidos benéficos. Durante o [música] passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, [música] guiadas pelo melhor sentimento, que é o

ubstituindo os fluidos deletérios [música] por fluidos benéficos. Durante o [música] passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, [música] guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos [música] pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, [música] fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, [música] abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a [música] serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a

amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus [música] nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu [música] reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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