REMÉDIO PARA DOR - Leandro Irigonhê [MOMENTOS DE REFLEXÃO]
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dessa missão. Foi [música] nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando [música] amor, vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Hum. Pronto. Boa tarde, minhas amigas e meus amigos. Prazer renovado nos encontrarmos mais uma vez para um episódio novo de Momentos de Reflexão. Hoje o de número 15 com o título remédio para dor. A gente tá seguindo aí no momento esse estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo. Estamos no capítulo 5. Bem-venturados aflitos. Hoje no item 19, o mal e o remédio, é assim que tá no evangelho, é um um texto de Santo Agostinho que inspirou essa nossa conversa de hoje com um título um pouco diferente, mas a ideia é a mesma, né? Remédio para dor remete a duas coisas muito conhecidas nossas, remédio e dor. Mas antes de chegarmos na nossa conversa, vamos fazer uma leitura introdutória, como a gente costuma fazer, para harmonizar os nossos pensamentos. E hoje eu trouxe, então para essa leitura o vidro, o vidro, o livro, né? Vida feliz de Jona de Angeles tem 200 mensagens muito interessantes. Eu abri aqui na mensagem de número 172 e olha o que ela diz. A conquista do conhecimento é um logro pessoal, uma conquista pessoal. intransferível. Esse tesouro sempre se multiplica quando é repartido e ninguém pode usurpá-lo, pode tirá-lo de quem o possui, nem a morte o arrebata, porquanto continua com o espírito que o detém, constituindo-lhe um tesouro. de valor constante e de fácil manejo. Luta, pois, por adquiri-lo, jamais considerando ser tarde demais para este empreendimento, aumentando-o, se já o possuis, ou iniciando-o, caso ainda não tenhas experimentado o prazer que dele se exterioriza. O homem que sabe conduz-se com mais segurança, poupando-se a incontáveis sofrimentos. Por outro lado, a ignorância é a responsável por males sem conta. Então, pensando nesse texto de Jonas deângeles, que nos remete à necessidade do conhecimento para embasar a nossa caminhada feliz para nos retirar da situação de
a é a responsável por males sem conta. Então, pensando nesse texto de Jonas deângeles, que nos remete à necessidade do conhecimento para embasar a nossa caminhada feliz para nos retirar da situação de ignorância, de desconhecimento que nos leva, então, ou pode nos levar a incontáveis males, a situações difíceis. é que vamos elevar o nosso pensamento a Jesus, nosso mestre, pedindo a ele que as forças do bem possam nos envolver a todos, aqueles presentes no salão Bezerra de Menezes da Comunão Espírita de Brasília e a todos aqueles que nos assistem também pelo YouTube. pelas redes sociais da casa. Que a tua paz, mestre, os envolva a todos, permitindo que cada um possa extrair das palavras que aqui serão ditas aquele remédio, aquele consolo, aquela esperança para menorar, para orientar o melhor procedimento em relação às suas dificuldades. Então, Jesus, permaneça conosco, inspire-nos, intua-nos a todos nós para que tenhamos um momento de estudo proveitoso. Que assim seja. Bem pessoal, olha que interessante, né? Essa essa leitura aberta ao acaso. No final tá falando na questão do conhecimento, que sem ele a gente acaba sofrendo mais, a gente acaba passando por situações que não precisava, né? a gente vivencia o que ele chamou de males, que são as dificuldades da vida, são aquelas vivências que muitas vezes nós não entendemos o porquê. Isso dói mais ainda, né? Porque você tá numa situação difícil, você não está confortável, você não está feliz. E você não imagina porque tá passando isso ou não compreende o porquê desse tipo de situação para você e para os outros. E muitas vezes a gente fica até a duvidar de Deus. Poxa, mas se Deus existe, será que ele não tá vendo o que tá acontecendo comigo? Será que ele não tá vendo o que tá acontecendo com os outros? Esse mundo parece que tá se acabando. Embora se nós prestarmos atenção e aí é com outro sentimento de alma, é com tranquilidade, observando pacientemente o que tá acontecendo em volta, procurando detalhes em todas as sociedades, mundo afora,
ora se nós prestarmos atenção e aí é com outro sentimento de alma, é com tranquilidade, observando pacientemente o que tá acontecendo em volta, procurando detalhes em todas as sociedades, mundo afora, iremos perceber que o bem aumenta significativamente a cada dia, que o pensamento de bondade, que a vontade de dividir, de cooperar, de ajudar, tem se manifestado em muitas partes do globo, em todas as classes sociais, em todas as sociedades diferentes. que formam esse nosso planeta. Mas para os dias atuais, infelizmente, ainda nem sempre os detentores das grandes mídias de comunicação estão preocupados em mostrar esse tipo de notícia. Então fica parecendo que o mundo tá feio, que o mundo tá doído. Mas o que tem isso a ver, né, com o remédio pra dor é que quando a gente ouve, lê as notícias, quando a gente se entera do que tá acontecendo no mundo, se parece que tudo ao redor tá ruim, isso aumenta ainda mais a sensação que nós temos da nossa própria dificuldade. Não tá bom para mim, tá pior e fora. Parece que não vai melhorar para ninguém, então também não deverá melhorar para mim. Ai meu Deus, até quando eu vou passar por isso? Será que tem solução? E a gente começa a caminhar, a descambar para o lado do pensamento negativo, para perda de esperança. Isso não nos leva, a gente já experimentou isso na vida. Isso não nos leva a uma situação confortável, boa. Ninguém se sente bem perdendo esperança. Ninguém se sente bem só vendo perspectivas ruins pela frente. Isso desanima, nos coloca ou nos propicia querer descer a ladeira de vez, né? Já que eu tô ruim mesmo, já que nada presta, ferrado, ferrado e meio, eu vou meter o pé na jaca, eu vou me atolar de vez na vida. É um pensamento que pode ocorrer, aquele pensamento de já que não tem jeito de melhorar, parece que só tá piorando. Então eu vou aproveitar mesmo, dependendo do tipo de dor, de dificuldade que eu tô passando, e vou me afundar nessa dor. Vou tentar tirar algum proveito dela, o que não deixa de ser um pensamento
ndo. Então eu vou aproveitar mesmo, dependendo do tipo de dor, de dificuldade que eu tô passando, e vou me afundar nessa dor. Vou tentar tirar algum proveito dela, o que não deixa de ser um pensamento muito bom. Tirar um bom proveito da dor é um pensamento excelente, maravilhoso. A questão é: o que vem a ser tirar um bom proveito da dor? Será que se eu tô naquela situação de um vício mental ou moral que eu tô tentando combater, tentando melhorar? E se eu não vejo muita perspectiva de melhora, eu vou me deixar afundar ainda mais no vício. Tô tirando, a princípio, um aproveitamento prazeroso desse comportamento, mas logo depois eu vou notar que isso tem consequências ruins, porque eu pioro a minha condição moral e a minha condição física, consequentemente a minha condição espiritual. Então, uma coisa que iniciou como uma boa ideia, logo se verificou ruim. Mas há uma outra possibilidade também de nós tirarmos um bom proveito da dor. É quando a gente, a despeito do que possa estar acontecendo com o mundo ou em volta da gente, paramos para analisar o que estamos atravessando, o que estamos passando, o que estamos sentindo. Podemos dizer até o que estamos sofrendo e procuramos buscar um sentido para isso. Por ou que é que eu posso retirar de bom dessa situação? Às vezes a contrariedade, o não, a impossibilidade, a dificuldade, a demora, nos trazem lições. São nomes diferentes para desenvolvimento de paciência, de tolerância, de resignação, de abnegação, de amor ao próximo, de renúncia. são oportunidades valiosíssimas para a nossa alma, porque desenvolvem, né, virtudes. Então, atravessar a dificuldade com um olho clínico no bem vai nos trazer conhecimento. E o texto inicial já falava dele, vai nos trazer conhecimento, vai nos tirar da ignorância, do desconhecimento, do significado daquela situação. E quando a gente consegue perceber que é possível retirar algo de bom da dificuldade que estamos atravessando, a dificuldade parece que vai mudando de cara. Já não é uma coisa tão mal recebida, já
ão. E quando a gente consegue perceber que é possível retirar algo de bom da dificuldade que estamos atravessando, a dificuldade parece que vai mudando de cara. Já não é uma coisa tão mal recebida, já não é uma coisa tão feia de se olhar, já não incomoda tanto, porque ela passa a ser inicialmente, a princípio, interessante. Ah, Leandro, você tá dizendo que eu posso achar a dor interessante? Claro, o nosso aprendizado na vida não é só através das flores. Como valorizar o bem? Como entendê-lo? Se eu não vejo o mal, se eu não sinto um pouco dele, se eu não me aproximo, se eu não vou lá para conhecê-lo, trabalhá-lo, minorar o sofrimento alheio. Se não conheço o mal, dificilmente vou poder entender o bem e o seu valor. Ah, tem razão. Pois é, mas tem umas coisas que eu estou passando que eu não estou gostando e eu já entendi o bem, mas não tô achando uma razão para isso. Gente, quando falamos da doutrina dos espíritos, quando conhecemos a amplidão da nossa vida, as inúmeras existências que temos, as que já tivemos e as que teremos pela frente, vamos reconhecer. Sim, claro, por que não? com muita tranquilidade que o dia de amanhã é uma consequência do dia de hoje. Ou seja, o que fizermos hoje vai trazer vai nos trazer um amanhã melhor ou não tão bom. Ah, sim, da mesma forma que o dia de hoje, uma consequência do dia de ontem. E se hoje as coisas não estão exatamente como nós gostaríamos, é porque o tipo de plantação que fizemos ontem não foi exatamente o que gostaríamos de colher hoje. Não que todo sofrimento seja consequência de uma má plantação. as nossas dores, podemos dizer, elas podem ser entendidas como provenientes de três aspectos. Um primeiro aspecto, que é o o aspecto natural, o aspecto da evolução de cada um de nós, é o aspecto da aprendizada, da aprendizagem, né? O aprendizado virá através do esforço. Pensem num atleta daqueles de salto em altura e ele quer saltar mais alto, né? Tem aqueles dois mastros, tem uma uma reguinha lá, uma vareta no meio, um colchão o outro lado.
virá através do esforço. Pensem num atleta daqueles de salto em altura e ele quer saltar mais alto, né? Tem aqueles dois mastros, tem uma uma reguinha lá, uma vareta no meio, um colchão o outro lado. O atleta vem correndo, ele tem que saltar a vareta sem derrubar a vareta. Ele vai aumentando a régua, vai subindo cada vez mais o nível, porque ele quer saltar mais alto. Isso vai exigir dele, obviamente, um treinamento maior, um esforço muito grande, dor muscular, dor moral. Ele vai ter que se abster de uma série de coisas que ele gostaria de fazer, mas não vai poder. Muita disciplina, muita vontade, muito querer para chegar aonde quer. Isso tem o preço para a pessoa, o preço do aprendizado, a exigência natural da evolução e que nós chamamos comumente de dor. Não dá para viver em êxtase permanente, no que costumamos chamar de felicidade, mas senão a gente estaciona, a gente vai ficar saltando só naquela varetinha baixa. Nós vamos ter que nos esforçar para aumentar a altura da vareta. Ah, então muitas dores que passamos são apenas estímulos naturais divinos para que mudemos, para que subamos de nível. Hum. Olha que coisa boa. A dor, porque nós chamamos de dor, que não é dor, né? É aprendizado como instrumento de evolução da aprendizagem. Existe uma segunda possibilidade também. que é quando o atleta atinge o que ele quer, ele consegue saltar naquele nível, ele para e diz: "Saltei, tá bom?" ou ele continua treinando para manter aquele nível que ele salta e no futuro superá-lo. Ele se testa várias vezes para saber se ele realmente já conseguiu ou se foi só um momento diferente, um dia diferente, quase que com sorte, ele vai insistir para verificar se ele realmente já está treinado, se já é dele, se ele já adquiriu aquela capacidade, aquela habilidade. vai doer, vai, vai insistir, vai se esforçar, vai se abster de um monte de coisa, vai se disciplinar, vai continuar seu treinamento. Ele já atingiu, ele já chegou naquele patamar, mas ele quer consolidar aquela situação.
nsistir, vai se esforçar, vai se abster de um monte de coisa, vai se disciplinar, vai continuar seu treinamento. Ele já atingiu, ele já chegou naquele patamar, mas ele quer consolidar aquela situação. É como na escola a gente fazia exercício de aprendizagem para aprender. Quando aprendíamos, passávamos aos exercícios de fixação para fixar. dever de casa. Faltou a terceira situação da dor, que a gente chama de dor. A primeira o aprendizado. A segunda são as provas e a terceira, a terceira, gente, que nós chamamos de expiação, eh, alguns chamam de castigo, o nome que quiser, eu chamo de educação. É quando eu não estou querendo fazer o meu exercício. É quando eu não estou querendo evoluir. É quando eu não quero mudar o meu comportamento que não tá fazendo bem nem para mim, nem para os outros. Deus me dá um tempo para que eu possa aprender. Claro, todos nós. Me coloca na situação de aprendizado, me convida com muito amor e carinho, uma vez, duas, três, quatro, para que eu vá em frente, para que eu melhore, para que eu evolua. Mas se eu insisto em fazer a coisa da forma errada ou em não fazê-la, ou se eu resolvo fazer de forma contrária, até provocando aquela situação que não deveria, prejudicando a mim, aos outros. Ainda assim, o convite amoroso vai, né, virar várias vezes. Olha, Leandro, não é assim. Vamos mudar. Mas pode ser que eu insista no caminho que não deveria. E Deus que é infinito amor e bondade não vai deixar que eu enverede infinitamente por um caminho que só vai aumentar a minha dor, a minha dificuldade. Ele vai enviar uma mestra infalível, a mestrador. Que é aquela mestra que chega perto da pessoa que está se debatendo, que está confusa? descontrolada e vai abraçá-la para acalmá-la. E quanto mais a pessoa se descontrola, mais a mestradora a abraça, mais ela a contém, a envolve para que ela se acalme, se conscientize da situação, consiga raciocinar e retomar o caminho da sua vida. E isso é o que chamamos de castigo, de punição, de expiação. É a situação forçada
ém, a envolve para que ela se acalme, se conscientize da situação, consiga raciocinar e retomar o caminho da sua vida. E isso é o que chamamos de castigo, de punição, de expiação. É a situação forçada a qual somos submetidos para a nossa própria reeducação. E antes que perguntem, vou logo dizendo, não é necessária essa terceira situação. Não precisa acontecer. Porque quando nós percebemos que ela está chegando, ela vai chegar por conta do nosso comportamento, nós podemos lembrar de uma palavra de Jesus, de uma frase muito interessante e que nós não damos muito valor. O amor cobre a multidão dos pecados. Quando nós saímos na direção do outro, nós estamos voluntariamente nos colocando a serviço de Deus. Ele então passa a observar se eu estou construindo o aprendizado que eu deveria ter construído, se eu estou fixando aquilo que eu preciso fixar. E se perceber que tá tudo certo, não tem por passar pelo castigo, pela expiação, pela, né, condução coercitiva. Vai de qualquer jeito, vai na marra, porque você aprendeu voluntariamente. Você se voluntariou para a aula de recuperação, para aula de reforço. Você veio de boa vontade, correu atrás e passou de ano junto com os outros. Olha que maravilha. Mas o nosso título da conversa hoje é o mal e o remédio, não é? O mal e o remédio, tá no evangelho. E nós colocamos o título então de remédio para dor. Por que que digo isso, né? a gente entendeu que a dor não é dor. A dor ou é um aprendizado ou é uma verificação desse aprendizado, uma fixação da nossa evolução, ou então eu tô sendo conduzido a bem da minha sorte para uma situação que vai me obrigar a aprender. Mas ainda assim para nós muitas vezes fica difícil caminhar, fica duro, porque tem hora que dói, dói, dói muito, a gente não tá entendendo direito, a gente não não compreendeu muito bem, então a gente vai reclamar, resmungar. E aí, nessa nessa leitura do do Evangelho Segundo o Espiritismo, nesse item 19, o mal e o remédio, quem assina é Santo Agostinho. Ele nos dá o remédio para as nossas dores. Ele nos dá
amar, resmungar. E aí, nessa nessa leitura do do Evangelho Segundo o Espiritismo, nesse item 19, o mal e o remédio, quem assina é Santo Agostinho. Ele nos dá o remédio para as nossas dores. Ele nos dá a indicação de como passarmos pelas dificuldades. E elas são doídas, claro que são. Não, não, não tô minimizando a dor de ninguém aqui, não. Quem calça o sapato sabe onde o cala aperta, sabe a dor que tem, sabe o tanto que dói. Mas tem um jeito da gente passar por ela com mais tranquilidade além do entendimento, além do conhecimento. É a fé. A fé. a certeza de que Deus é pai amantíssimo. É o maior amor que possa existir. Deus é amor, já dizia João nas suas epístolas. Então, se Deus é amor, se ele é misericórdia absoluta, o amor absoluto, o perdão, isso vai ter um fim, porque isso tem um propósito, tem um objetivo, logo isto vai passar, seja uma situação física, uma situação moral, né, uma condição de vida, de vivência ou uma condição de sentimento. vai passar até essa certeza de que eu não tô abandonado, de que meu anjo da guarda tá comigo, que os bons espíritos, os anjos estão comigo, que Deus está comigo, isso reconforta a minha alma, isso me traz esperança. E quando eu tenho esperança, eu espero. Eu espero o tempo dessa condição que eu tô vivenciando. Quero fazer um bolo de chocolate, preparo o bolo, boto o bolo no forno. A gente ainda não tem uma máquina para pegar os ingredientes todos e no segundo o bolo tá pronto, o que ainda assim teria um tempo, por menor que fosse. Compreendemos claramente que existe a necessidade de aguardarmos o término do processo de cada coisa. Isso nós já sabemos. Só que com a fé a gente aguarda com paciência. E sem paciência a gente não constrói nada na vida. Com fé, a gente aguarda com paciência e com esperança. A gente sabe que vai passar e a gente sabe que vai dar certo e que ao final, quando tudo estiver concluído, a alegria que invadirá o nosso coração, a felicidade por termos conseguido ultrapassar aquela régua ou aquela varinha que te pulou.
abe que vai dar certo e que ao final, quando tudo estiver concluído, a alegria que invadirá o nosso coração, a felicidade por termos conseguido ultrapassar aquela régua ou aquela varinha que te pulou. A satisfação de termos vencido a nós mesmos. de sermos pessoas melhores, mais amorosas, mais altruístas, mais fraternas, contribuindo para um mundo melhor, no qual vamos viver e vamos receber também essa fraternidade, essa alegria que virá dos outros. Quando pensamos assim, meus irmãos, a dor fica mais que suportável, né? Ela fica até quase amiga. Como dis Agostinho, a gente deve agradecer a Deus. Obrigado, Senhor, por estar me provando. Obrigado por essa dor que chegou, porque eu já sei que eu sou capaz de superá-la. Deus frio conforme o cobertor. Obrigado pela oportunidade, obrigado pela dor, obrigado dor amiga, que eu posso não compreender direito, mas eu sei que está me trabalhando, mexendo comigo, me dando a oportunidade de crescimento com fé, paciência e esperança. Ou se quiserem, fé, esperança e paciência. PEP, pé, esperança e paciência. PEP. Qual é a outra opção? É não considerarmos a fé, nem a esperança, nem a paciência. E aí a falta de entendimento, o que o texto aqui inicial chamou de ignorância, desconhecimento da situação, do processo que eu tô passando, do que eu vou atingir, do quão bom vai ser depois para mim e para todos, vai fazer parecer a dor muito maior do que ela é pode prolongar esse aprendizado por muito mais tempo. que o necessário. No fim das contas, gente, a dor tem o tamanho e dura o quanto a gente quiser. Que tenhamos todos, então, a confiança em Deus, a fé, a esperança e a paciência, para que esse aprendizado seja o menos intenso possível e o mais rápido possível. E com o pensamento em Deus, na vida maior, na alegria que virá, todos nós caminharemos cada dia com mais alegria no coração, com mais facilidade pela vida a despeito do que estivermos passando. Vamos então à nossa prece de encerramento. Jesus, querido amigo, aquele que nos abraça, que nos sorri,
com mais alegria no coração, com mais facilidade pela vida a despeito do que estivermos passando. Vamos então à nossa prece de encerramento. Jesus, querido amigo, aquele que nos abraça, que nos sorri, que nos estende as mãos e diz: "Vem comigo, vem sofrer menos, vem ser mais alegre. Caminha meu lado, caminha com amor no coração, caminha em direção ao próximo. Estende as mãos aos teus irmãos. Pois quando procuramos diminuir a dor alheia, esquecemos a nossa. Com as tuas bênçãos, Jesus, nós nos despedimos do teu coração magnânimo e pedimos humildemente, permita que nós possamos levar um pouquinho da tua paz a todos aqueles que encontrarmos pelo caminho. Que assim seja, meu irmão. Muito obrigado. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante [música] o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária
reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa [música] as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse [música] momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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