COISAS TERRESTRES E CELESTIAIS - Leandro Irigonhê [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 20/02/2026 (há 1 mês) 46:51 622 visualizações

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Transcrição

Senhor, [música] estou aqui para agradecer de [música] coração a paz dentro de [música] mim que encontrei. na comunhão. Foi nessa casa que [música] aprendi toda a beleza [música] de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi [música] qual o valor dessa missão. [música] Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando [música] amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando [música] a ti. Obrigado a [música] comunhão espírita de Brasília. >> Senhor Estou aqui para agradecer [música] de coração a paz [música] dentro de mim que encontrei na [música] comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. >> Senhor, mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu entendi qual o valor. >> dessa missão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver [música] doando amor, vibrando luz, [música] buscando a ti. Oi, >> bom dia. Sejam todos muito bem-vindos, muito bem-vindas à Com Espírito de Brasília. Saúdo aqueles que estão presencialmente no salão Bezerra de Menezes e também aqueles que nos acompanham pela internet agora ao vivo ou posteriormente gravado, né? Saúdo aqui a a Jennifer, Riba Martins, Fátima, Fátima Santiago, Fátima Pimenta, Liliana e Carolina, todos que vão entrar posteriormente. Estamos aqui com o nosso irmão Leandro Irigonê, quase que a gente não chega aqui. É uma chuva bem forte, né, aqui em Brasília. Eh, e o Leandro vai falar sobre coisas terrestres e celestiais. Para ajudar a gente acalmar nossos pensamentos e estarmos presentes aqui no momento da palestra, eu vou ler um trecho do livro Conselhos Úteis, de autoria de Hilda Pedra Magalhães, que foi recebido da Pela Médio Hilda Alonso, editada aqui na comunhão espírita de Brasília, né? São mensagens simples, mas ao mesmo tempo muito profundas. Sinais de evolução. É sinal de evolução aceitar a vida tal como ela se apresenta, sem murmurações,

aqui na comunhão espírita de Brasília, né? São mensagens simples, mas ao mesmo tempo muito profundas. Sinais de evolução. É sinal de evolução aceitar a vida tal como ela se apresenta, sem murmurações, sem reclamações, com espírito de paciência e compreensão. Só Deus sabe as necessidades do teu espírito. Tua vida é exatamente aquilo que mais se adapta às tuas imperfeições e o que te convém como ser humano e como espírito eterno. Preparas aqui do plano da Terra a que te espera na outra face da vida, na espiritualidade. Sim, quando te surpreenderes com o acontecimento imprevisto, desagradável, reflete sobre a sabedoria divina, que aproveita tudo no benefício dos seres da criação. Procura perceber o sentido profundo de tudo que ocorre e tira o melhor proveito dos fatos. ser inteligente bastante para entender a utilidade da dor e do sofrimento e exercita isso plenamente, fazendo crescer o teu espírito. Então, nossa irmã Hilda aqui trazendo algumas reflexões, né, com relação eh a gente ter sempre mente da sabedoria divina, né? Deus é inteligência suprema. Então, tudo que nos acontece, por mais difícil que possa parecer, ela coloca aqui imprevisto, por mais desagradável que possa ser a sabedoria divina, né? Tudo que nos acontece é paraa nossa evolução, embora na maioria das vezes a gente não consiga consiga perceber e entender, né? Após essa breve reflexão que volta a frisar, tem o intuito da gente acalmar nossos pensamentos. acalmar nossa respiração, nos ajudar a estarmos concentrados aqui no presente momento. Nesse sentido, rogamos a espiritualidade amiga que aqui já se faz presente, que nos ampare, que nos consola e que ajude a gente a refletir no que ouviremos nesta manhã. Em especial pedimos pelo nosso irmão Leandro para que ele seja intuído em seus pensamentos e palavras na condução da palestra de agora. Que assim seja. Boa palestra. Bom dia, meus queridas e meus queridos. Uma chuva muito forte em Brasília agora. Aquelas que você não enxerga nada, cidade inundada.

ras na condução da palestra de agora. Que assim seja. Boa palestra. Bom dia, meus queridas e meus queridos. Uma chuva muito forte em Brasília agora. Aquelas que você não enxerga nada, cidade inundada. A gente chegou hoje aqui já em cima da hora. Bom, Anderson fez uma leitura muito feliz agora. Hilda. E eu achei interessante, conveniente, até porque vai ao encontro do nosso tema, as coisas terrestres celestiais, quando a Ilda diz assim que nós tivéssemos aceitação, aceitação da vida e mais na frente que nós usássemos, que nós tivéssemos inteligência para perceber a utilidade da dor. Então, do duas palavras muito interessantes, aceitação e inteligência no que se refere à nossa vida. E por que isso? Porque quando você não aceita, quando você não se predispõe a passar pelo que você tem que passar, isso significa quando você não quer, quando você se revolta, quando você recusa, né, ou tenta recusar a sua vida, Aquele contexto no qual você está inserido, você sofre. Você sofre porque você não pode mudar a vida. E a revolta, a chateação só vai fazer com que você fique mais incomodado ainda. Então, quando nós não aceitamos, quando nós recusamos ou tentamos recusar o que nos chega, é como segurar ou tentar segurar um rio. A água tá chegando, tá passando pela gente e você quer conter o rio aqui, se você conseguir, né, vai virar uma barragem. O volume de água cresce, chega um ponto que rompe tudo. A mesma coisa na vida quando nós não aceitamos, ou seja, quando nós não procuramos viver, veja bem, Anderson, viver a nossa vida aqui na terra. O recado foi para nós encarnados, porque a Ilda dá conselhos para a filha Ida também. é uma mãe que faz é nesse livro uma uma dissertação sobre certos temas, desculpem. E ela, claro, conselhos para a filha, conselhos úteis, mas que são úteis para todos nós. Bom, se eu percebo a minha realidade nesta encarnação, nesse contexto que eu tô vivendo, eu vou cair na segunda palavra, inteligência. A inteligência vai fazer com que eu tire o melhor proveito

s nós. Bom, se eu percebo a minha realidade nesta encarnação, nesse contexto que eu tô vivendo, eu vou cair na segunda palavra, inteligência. A inteligência vai fazer com que eu tire o melhor proveito do que eu recebi, do que eu tenho. Então, vai me ajudar a atravessar essa etapa, a passar por ela. Isso não significa que seja uma coisa ruim, não. Pelo contrário, isso significa que é uma coisa boa ao usar da inteligência. Ela por si só vai se ampliando e nós vamos compreendendo melhor a nossa existência. Então, uma coisa leva a outra. Se eu tenho paciência, como no texto da da Hilda, eu vou poder usar de inteligência. Usando de inteligência, eu compreendo melhor a vida e passo a ter mais paciência com ela. Então, é um uma parceria, né? Paciência com a inteligência, inteligência levando a paciência e isso vai fazendo com que eu caminhe melhor pela vida. E aí entra um detalhe novamente, Anderson, esta vida, este momento, este contexto em que nós estamos encarnados. Mesmo lembrando que nossa vida principal é no plano espiritual e que quando encarnamos estamos no momento de como quem vai a uma escola é um dia de aula. Podemos pensar assim: cada encarnação representaria um dia de aula aqui na nossa terra. mant as proporções. Claro. Então, a gente vai à escola todo dia, depois daquelas poucas horas na escola, nós retornamos para nossa casa, para a nossa vida, né? E não ficamos presos na escola. A escola a gente vai para adquirir conhecimento e para aferir os conhecimentos que já adquirimos. É uma relação de aprendizado. A nossa vida no plano espiritual. também tem aprendizado, mas tem momentos em que nós precisamos nos concentrar para mais facilmente adquirirmos novos conhecimentos e verificar se aqueles que já foram adquiridos realmente estão bem sedimentados. É o momento da escola. Então, faz todo sentido nós nos dirigirmos a um ambiente sobre condições controladas para verificar nosso aprendizado e realizar novas etapas. Depois a gente sai da escola e volta pra vida.

da escola. Então, faz todo sentido nós nos dirigirmos a um ambiente sobre condições controladas para verificar nosso aprendizado e realizar novas etapas. Depois a gente sai da escola e volta pra vida. Por que que eu tô falando isso? Porque o tema de hoje tem tudo a ver com a situação de quando estamos no plano celestial, no plano etéreo, no plano espiritual. E quando nós estamos num momento de escola, um momento em que nos encontramos encarnados na terra, vivendo neste corpo físico, e aí para nós muita coisa agora fica mais eh velada, mais discreta, necessitando da paciência e da inteligência que o Anderson nos trouxe no início para que nós consigamos realizar nossas tarefas. Então, o texto de hoje, Coisas Terrestres e Celestiais, ele vem de um livrinho da da coleção Fonte Viva chamado Caminho, verdade e vida, na mensagem de número 136, com o exato título: Coisas terrestres e celestiais. É uma parceria do Chico com o Emanuel. Então, nessa coleção Fonte Viva, nós temos ali caminho e verdade e vida, vinhas de luz, pão nosso, né? o próprio Fonte Viva e um quinto livro que pode ser Palavra de Vida Eterna ou um outro que agora não me recordo, mas ele ele Emanuel comenta versículos da Bíblia e traz a explicação do que se aplica à nossa vida aqui encarnado. Vamos lembrar que essas essas mensagens que os espíritos nos trazem, e eu já estou no tema, essas mensagens que os espíritos nos trazem tem quase sempre uma utilidade prática aqui. Porque o os bons espíritos, os espíritos sérios, aqueles que trabalham pela evolução da humanidade, pela sua própria evolução, evolução da humanidade, não tem tempo a perder. Eles não vêm à terra, né, digamos assim, não chegam junto dos encarnados para trazer uma mensagem que não tenha um sentido de orientação, que não explique alguma coisa útil para nossa vida aqui neste momento. Olha que interessante, Anderson. Nós já estamos concluindo que eles não virão nos trazer informações que não sejam interessantes para a nossa vivência na Terra. Algum professor em sala de aula

omento. Olha que interessante, Anderson. Nós já estamos concluindo que eles não virão nos trazer informações que não sejam interessantes para a nossa vivência na Terra. Algum professor em sala de aula vai ficar falando o tempo todo do jogo de futebol, da novela, da política, da economia, do seu bairro, do dos novos veículos, das férias? Claro que não. O foco dele não é ficar falando das coisas da vida. O foco do professor lá é falar daquela disciplina, daquela matéria. Embora ele pudesse nos trazer outras informações, pudéssemos trocar figurinha durante a aula, o cara não tá lá para isso. Ele tá lá para trocar figurinha com a gente de um tema específico, de alguma coisa útil para aquele momento. Com isso em mente, vamos aqui à epígrafe desse texto, né? Aquele texto pequenininho lá que vai direcionar a a dissertação depois do Emmanuel, que vai chamar a atenção. É um móte, aquilo que deu a a a enchança, motivo a Emanuel para escrever sobre isso. É uma frase de João falando ou replicando as palavras de Jesus. se encontra em João, capítulo 3, versículo 12, onde Jesus diz o seguinte: "Se vos tenho falado de coisas terrestres e não me credes, como crereis se vos falar das celestiais?" Então, Emanuel pega essa frase de Jesus e diz: "Olha, se quando eu falo, se quando eu oriento, se quando eu trago diretrizes para a nossa vida ou para a sua vida de vocês, né? Isso Cristo dizendo aqui na terra enquanto encarnados e vocês já não estão compreendendo como é que vão querer que eu venha falar das coisas do plano espiritual que nesse caso seriam mais amplas, mais complexas, com um escopo muito maior de conhecimento. Então Jesus já chama atenção. Olha gente, tô trazendo informação pro dia a dia de quem tá aqui na terra nesse momento encarnado, vivendo num corpo de carne, vivendo o que nós aqui comumente chamamos de vida. Mas se ainda assim já não estou sendo bem entendido, imagina se eu fosse falar do resto. Então Jesus já fazia, já fazia aí, Anderson, um alerta, um alerta muito importante que passou

chamamos de vida. Mas se ainda assim já não estou sendo bem entendido, imagina se eu fosse falar do resto. Então Jesus já fazia, já fazia aí, Anderson, um alerta, um alerta muito importante que passou batido. Não vamos ficar correndo atrás do que tá lá querendo descobrir, né, com grande intensidade. Se eu nem ainda conseguir entender o que tá do meu lado, não é obviamente que nós vamos deixar de procurar saber da nossa continuação depois do desencarne. Não é isso. É claro que nós queremos saber, mas o mais importante para quem está na escola é o ensino da escola, não é o que tem depois da aula. É claro que o professor pode dizer assim na sala de aula: "Bom, pessoal, hoje mais tarde, 4 horas tem jogo do time tal contra o time tal". Ou o professor pode dizer assim: "Já estamos chegando no final do período letivo, as férias já estão chegando, tem alguns lugares bacanas pra gente ir." Ou ele pode falar que esse Natal vai ser diferente porque tem um novo brinquedo, que é a sensação do momento. É claro, uma palhinha ou outra que nos alegue, que nos motive acerca do que vamos encontrar após a aula. Mas ele rapidamente retoma o assunto da da aula e é nesse assunto que ele foca. Então é isso que Jesus veio dizer e é isso que Emanuel vem explicar quando ele fala o seguinte: "Nós perguntamos por os espíritos não dão mais detalhes do plano espiritual?" Isso é uma queixa, Anderson, muito comum, principalmente em quem estuda espiritismo, esoterismo, religiosidade de uma maneira geral, filosofia, né? Quando nós nos deparamos com essa fonte de informação, que são as pessoas que não se encontram no corpo físico, somos nós fora do corpo físico, né, que nós chamamos de irmãos ou simplesmente aqui de espíritos. desencarnados e nós espíritos encarnados. Mas acabou ficando assim, né? Os mortos e os vivos. Mas então quando a gente encontra essa fonte de informação, quando a gente tem essa possibilidade de saber algo do lado de lá, a gente já fica querendo saber além do necessário muitas vezes. Mas é aquela curiosidade,

a gente encontra essa fonte de informação, quando a gente tem essa possibilidade de saber algo do lado de lá, a gente já fica querendo saber além do necessário muitas vezes. Mas é aquela curiosidade, Anderson, aquela coisa assim, não, pera aí, você só contou um pouquinho e aí nós vamos a primeira metade do século passado com a publicação no final dos anos 40 ali, 49, se não me engano, do nosso lar, o livro que fez sucesso, tamanho virou até filme. Primeiro livro da série A vida no mundo espiritual. parceria do Chico com o espírito André Luiz, aonde ele pela primeira vez nas obras espíritas traz uma informação bastante ampla, clara da vida no plano espiritual. Ele fala da colônia que ele mora, ele conta o que é que tem lá. Então isso já é muito interessante. E a partir daí ele trouxe mais 12 livros ainda falando da vida lá, um monte de informação que muitos de nós ainda não digeriu e ainda assim não tá compreendendo. Mas não bastasse isso, continuamos insistindo. Queremos mais informação, queremos saber como é que tá aí. Mas pera aí, Anderson. Você vai ficar na janela da sala agora olhando pra rua, se preocupando com o que tá passando lá fora e não tá mais olhando pro quadro, esqueceu a aula. Não pode, não pode. Então ele diz o seguinte, né? Porque nesse afan querer saber muito, a gente fica fica assim querendo querendo saber os detalhes, né? Eh, como é que são os relacionamentos, porque isso é uma coisa que que nos preocupa. Como é que vai ficar essa história de marido e mulher e filhos, pais, avós, netos, amigos? Quando a gente desencarna? Será que nós vamos nos casar a vida inteira com a mesma pessoa? Todas as nossas existências na Terra. Será que muda? Será que quem nunca se casou nunca vai se casar? Quem sempre se casou vai se casar? Quem nunca teve filhos nunca vai tê-los? Quem sempre teve sempre vai tê-los. Então, como é que é o relacionamento lá? Existe essa relação? A gente leva daqui para lá as relações sociais? Eh, poxa, eu acho que sim, né? Eu eu acho que a gente leva. Mas e pera aí,

pre vai tê-los. Então, como é que é o relacionamento lá? Existe essa relação? A gente leva daqui para lá as relações sociais? Eh, poxa, eu acho que sim, né? Eu eu acho que a gente leva. Mas e pera aí, você não veio de lá? É, vim. Você não teria trazido as relações de lá para cá? Bom, não sei. Eh, então a gente começa a pensar sobre os relacionamentos, sobre as cidades. Tem moradia para todo mundo, não tem? Como é que é lá? E por falar em moradia para todo mundo, será que tem um plano do governo lá? Aliás, tem governo lá, não tem? Como é que é isso? E essa coisa de política, economia, escola, comunidade, organismos, instituições, são coisas que a gente fica querendo o tempo todo saber, querendo detalhes para saber como é que é exatamente a nossa vida do lado de lá. E olha que André Luiz já trouxe muita informação, mas aí o que acontece? Passar esse momento de de curiosidade, de como é que é a vida do lado de lá, existe um um outro aspecto que também se questiona muito os espíritos ainda dentro dessa temática de querer saber o que é que tem do lado de lá, por é já que essa vida continua, já que nós estamos do lado de lá e do lado de cá e do lado de lá e do lado de cá, porque é que quem foi para lá e era, por exemplo, da área de ciências, de pesquisas, não vem nos ajudar, não vem trazer a solução, a cura pro câncer, pro HIV, sei lá, tanta coisa hoje em dia que tá nos incomodando em termos de saúde. Não é muito mais fácil vocês ditassem pra gente, olha, usa essa fórmula aqui para tal remédio, faz o seguinte experimento, faz assim, faz assado. Vou te dar umas dicas de ciência que você não tá nem imaginando, não, não tá nem sabendo. E eu vou te explicar. Ah, seria ótimo. Aliás, não dá para me ajudar a fazer uns uns aparelhos novos, alguma coisa que facilite minha vida no dia a dia, na cozinha. né, no no divertimento, no sono, no banho, na higiene, no tratamento do lixo, na utilização dos recursos naturais. Diz aí, ó. Diz aí, ó. Por que que você não fala nada pra gente? Nós estamos

cozinha. né, no no divertimento, no sono, no banho, na higiene, no tratamento do lixo, na utilização dos recursos naturais. Diz aí, ó. Diz aí, ó. Por que que você não fala nada pra gente? Nós estamos aqui quebrando a cabeça, lutando que nem um uns danados e vocês ficam aí só olhando. Isso é uma coisa que passa pela nossa cabeça, que nos incomoda e tá dentro daquela história de que Jesus estava falando pra gente das coisas da terra, a gente não tava nem entendendo e já tava querendo saber além. Sabe como Emanuel classificou isso? Ele diz que são são questões apressadas. Anderson vai gostar. Questões apressadas da preguiça humana. Ângelo. Preguiça humana. Diz aí qual é a cura da doença. Diz aí qual o novo utensílio que eu vou produzir paraa cozinha ou um novo tipo de veículo. Questões apressadas da preguiça humana. Aí a gente já fica logo ofendido, né? Que história é essa? Como é que eu sou preguiçoso? Aí você vai começar a perceber o seguinte, a gente vai voltar lá em Jesus, né? quando ele faz o alerta de que não dá para falar muito do que tá para lá, quando nem daqui eu tô entendendo. Se nem daqui eu estou entendendo, é uma forma educada de dizer que eu preciso entender daqui primeiro. Em outras palavras, ele ele nos disse, né? Não vou falar mais coisas. Se vocês não não nem estão se dando ao trabalho de compreender as coisas iniciais, não entendeu o começo, o princípio das coisas, como se dizia antigamente, né? Tá querendo colocar a carroça na frente dos bois. Quem puxa a carroça são os bois, não? A a carroça que puxa os bois tem uma ordem, tem uma sequência natural. Já que eu tô aqui, tratemos de nos entender aqui. Então, o o que significa isso? que nós ainda não estamos nem percebendo, não compreendemos o nosso aspecto físico, corporal, material. Não, não compreendemos também que somos mais do que esse aspecto físico, corporal, material, que nós são seres que extrapolam, que ultrapassam este corpo físico, este corpo material. Transcendemos a matéria, viemos de um plano espiritual para lá

do que esse aspecto físico, corporal, material, que nós são seres que extrapolam, que ultrapassam este corpo físico, este corpo material. Transcendemos a matéria, viemos de um plano espiritual para lá retornaremos e somos constituídos de uma outra forma de energia e de matéria que não esta, vamos dizer assim, mais densa, mais materializada. Não estamos percebendo a nossa realidade momentânea material em conjunção com a nossa perene realidade espiritual. Não estamos dando a devida consideração as informações do Cristo quando nos coloca a relação de causa e efeito de que nossas atitudes aqui durante a escola, no plano material, quando encarnados terão reflexos, terão consequências no retorno. a pátria espiritual. Se fazemos as lições bem feitas, se nos esforçamos nos exercícios, se nos tornamos bons alunos, o reflexo é levarmos o conhecimento para a nossa vida, aquele aprendido na escola ou reforçado na escola ou clarificado ou praticado. Mas se somos avessos a essa busca, esse esforço, vamos retornar à nossa vida com pouco ou nenhum conhecimento ou até mais confusos do que chegamos. Porque talvez algumas verdades que nós tínhamos para nós agora já não são mais tão seguras, mas também não temos outras coisas para colocar no lugar. Então, se ruim cheguei, pior voltei. É um aspecto. Como se bem vim, melhor voltei. Também é outro aspecto. Precisamos então, como se diz hoje em dia, cair na real. O que é que eu tô fazendo na terra? O que é que eu vim fazer? Ah, entendi. Então vamos à obra. Ah, então não. Sim, sim, sim. Deus nos ajuda. Deus, claro, sempre nos ajuda, nos suporta, nos dá esse suporte, nos dá essa essa essa estrada que nos sustenta para que nós caminhemos. Deus nos ajuda, mas o desenvolvimento da inteligência e da moral é esforço nosso. Se costuma dizer que Deus dá o amor, mas cabe a cada um de nós aprender a amar. Olha a dimensão do pensamento. É a mesma coisa. O desenvolvimento da inteligência e da moral cabe a cada um de nós. É a nossa parte da tarefa. Ele conclui, então, podemos dizer assim,

aprender a amar. Olha a dimensão do pensamento. É a mesma coisa. O desenvolvimento da inteligência e da moral cabe a cada um de nós. É a nossa parte da tarefa. Ele conclui, então, podemos dizer assim, com a seguinte ideia. Mas então, por que que os espíritos vêm aqui dar notícia, falar, orientar e tal, ajudar? Bom, moçada, a tarefa dos espíritos, os que estão desencarnados, né, nós também somos espíritos. A tarefa dos espíritos não é fazer o nosso trabalho de evolução própria. A tarefa deles não é fazer o nosso trabalho de evolução própria. É fazer com que percebamos nossa natureza e iluminemos a nós mesmos. Os espíritos não vem fazer o nosso dever de casa. Ele vem nos ajudar. Eles vêm nos ajudar para que nós adquiramos condições de realizar o aprendizado próprio. E com essa certeza, com essa nova alegria no coração, eu desejo a todos uma semana de muita paz e de muito aprendizado. Obrigado. >> Obrigado. também o Leandro pelas reflexões agora nessa sexta pela manhã. Agradeço também a presença de todos que estão aqui, São Lão Bezerra de Menezes, inclusive com essa chuva que caiu agora pela manhã aqui em Brasília. Saúdo também todos que estão aqui no no chat, né? Eu vi que chegaram aqui a Liliane, a Ananda, Elivânia, Shaira, eh, Raquel, a Eliana falando das moradas de lá, também tem que trabalhar muito para conquistar. cita inclusive o caso da Patrícia em Violetas na Janela, né, que foi morar com a sua avó, tantas outras obras espíritas, né, que vão abordar, né, sobre o lado de lá, mas com a com essa perspectiva que o que o Leandro falou, né, de a gente ficar atento do que que eles estão ensinando do lado de cá, né, que do lado de lá ainda tem muita coisa ainda para assimilar e se a gente não consegue entender o daqui, imagina o que vem de lá, né? Então eu volto a agradecer a todo mundo e nesse sentimento de agradecimento, elevemos o nosso pensamento ao nosso pai, criador de todas as coisas. agradecer por esta oportunidade que estamos tendo cada um de nós em sua própria

a todo mundo e nesse sentimento de agradecimento, elevemos o nosso pensamento ao nosso pai, criador de todas as coisas. agradecer por esta oportunidade que estamos tendo cada um de nós em sua própria encarnação, mas em especial vamos agradecer pelo dia de hoje, esse dia que se inicia diante de nós cheio de oportunidades. É uma página em branco que temos diante de nós. O que vamos escrever vai depender de cada um de nós. Agradecer também toda a espiritualidade que nos acompanha, que nos orienta, em especial aquele espírito que podemos chamar como quisermos, mas que nos acompanha desde o nosso planejamento reencarnatório. agradecer a esses espíritos e pedir que continue nos fortalecendo, nos orientando nos guiando para que possamos executar o que combinamos antes de chegarmos aqui. agradecer todas essas energias positivas e que a gente possa levar um pouco delas pros nossos ambientes de trabalho, nossos ambientes de estudo, paraas nossas relações sociais, mas em especial para os nossos lares. Que todo aquele que nos esbarramos hoje possa também receber todo o amor que estamos recebendo aqui neste momento. E possamos sair daqui então fortalecidos, tendo uma ótima sexta-feira e um ótimo final de semana. Que assim seja. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de [música] amor,

ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de [música] amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio [música] do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. [música] Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa [música] as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música]

m como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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