NEM SEMPRE DÁ PRA MUDAR - Leandro Irigonhê [MOMENTOS DE REFLEXÃO]

Comunhão Espírita de Brasília 31/10/2025 (há 5 meses) 39:06 369 visualizações

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Transcrição

Senhor Senhor, [música] estou aqui para agradecer [música] de coração a paz dentro [música] de mim que encontrei na [música] comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. >> Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi [música] qual o valor. dessa missão foi >> boa tarde, meus amigos. Sejam todos muito bem-vindos ao Auditório Bezerra de Menezes da Comunão Espírita de Brasília e também sejam bem-vindos aqueles que nos assistem pelas redes sociais, pelo YouTube da casa, né? Hoje nós estamos aqui então com mais um episódio de Momentos de Reflexão, episódio de número 13, com o título Nem sempre dá para mudar. Título que dá margem a a muita muita interpretação, né? Diferente. Nem sempre dá para mudar, mas o que é que não dá para mudar? Estamos falando do quê, né? Mas então, antes de adentrarmos no assunto, vamos fazer uma leitura introdutória para harmonização, vamos fazer a nossa prece e depois, então, vamos conversar um pouquinho sobre esse tópico do livro Senhor e Mestre do Carlos Bacelli, ditado pelo irmão José. Esse livrinho aqui, ó. Muito bacana. Eu abri aqui um acaso. Me saiu aqui a mensagem de número 21, intitulada qual é a tua intenção? Enquanto fazes, não deixes de perscrutar a intenção que te move. O que é que o teu espírito está a preparar ardilosamente? Conheces-te o bastante para te defenderes de ti mesmo? O que é que se esconde por detrás de tuas palavras amáveis e de tuas atitudes de aparente desinteresse? Aonde pretendes chegar no relacionamento que estreitas? Tens agido com transparência e sinceridade? Qual é o propósito do elogio ou da crítica que efetuas? Então, uma lição que nos conclama, que nos chama a atenção para pensarmos no que é que a gente realmente pretende na vida, né? texto nos chama atenção para o que às vezes nós classificamos de as nossas segundas intenções. O que aparentamos é uma coisa, mas o que buscamos é outra. Então, aí vai um outro dia para

e na vida, né? texto nos chama atenção para o que às vezes nós classificamos de as nossas segundas intenções. O que aparentamos é uma coisa, mas o que buscamos é outra. Então, aí vai um outro dia para discussão sobre o assunto, mas quando quando o que pretendemos, e aí no caso é interno, né? Porque você, quando você quer algo não muito bom para os outros, você muitas vezes não vai colocar isso tão aparente. Você guarda para si. Ou quando você quer alguma coisa que só vai te beneficiar, você vai agir da mesma forma. Então, nesse sentido que o texto nos chama atenção, para que nós nos preocupemos com essa diferença entre o que estamos mostrando e o que estamos sentindo. Ideal seria que nós pudéssemos espelhar nas nossas ações, nos nossos olhares, nos nossos relacionamentos. Sempre atitudes boas. né, apoiadas em sentimentos também bons. Mas passemos então a um a um outro momento aqui e vamos à nossa prece de abertura do estudo. Jesus, mestre de amor e paz. Permite, Senhor, que o nosso coração possa buscar o teu, para que assim, irmanados no teu amor, nós consigamos uma interpretação adequada. dos teus ensinamentos, para que aqueles que nos ouvem possam compreender as nossas intenções benéficas naquilo que colocamos amostra. Que assim seja. Bom, pessoal, hoje momento de reflexão número 13. vai nos trazer aqui, como já havia dito, o estudo do Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 5, ainda bem-aventurados aflitos, nos tópicos 12 e 13. Lá no evangelho, eles têm o título Motivos de Resignação. Então, hoje a gente vai falar sobre por sermos resignados, porque a postura, vamos dizer assim, de aceitação inteligente de alguma coisa, de alguma pessoa, hum, de alguma realidade em geral. Então o título dado foi nem sempre dá para mudar. Vamos entender porquê. Primeiro, na fala do Kardec lá, eu pude notar que ele ele traz logo a referência bíblica. Ele começa falando da resignação quando ele fala logo de Jesus. Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados. Então ele começa falando da da

de notar que ele ele traz logo a referência bíblica. Ele começa falando da resignação quando ele fala logo de Jesus. Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados. Então ele começa falando da da bem-aventurança, especificamente dessa. É bem-aventurado dos aflitos, porque serão consolados. Isso está em Mateus 5, versículo 4. É, é uma frase que muitas vezes a gente pode até achar ela simples. Ah, ela é óbvia, né? Tá. Aqueles que estão hoje numa aflição, que se encontram hoje em uma aflição, serão consolados. Mas serão quando, né? No sermão da montanha, sermão do monte, sermão das bem-aventuranças, Jesus coloca essas bem-aventuranças, essas felicidades no futuro. Ele coloca no futuro. E aí tem duas implicações. A primeira é que esse futuro se justifica porque ele não vai se dar nesta vida, né, durante esta existência. Ele vai acontecer quando do nosso retorno ao plano espiritual ou ele pode até acontecer numa futura vida material, né? Uma futura existência material, em um futuro retorno nosso à terra. Mas bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados. E aí até peço desculpas agora por uma auto interpretação, porque pode até ser, né, que nessa mesma existência, nessa mesma vida, venhamos a encontrar esse consolo. Mas a temática principal aqui é: não espere um consolo para agora. Ele virá depois. ele virá depois no plano espiritual ou ele virá depois em uma outra encarnação. E o segundo tópico, o segundo quesito que devemos prestar atenção, né, a segunda implicação, é que não basta dizer que ele virá depois, é que esse virá depois tem o tempo, né, o tempo até chegar o depois. Ah, sim. Tem tempo até chegou depois. E daí é que este tempo é o tempo da vivência para o recebimento da bem-aventurança. Não estou entendendo dentro. É o seguinte. Bem-aventurados os aflitos, após terem vivido as suas aflições de uma maneira conveniente às leis divinas, aí sim receberão o consolo. Então, a frase de Jesus, ela diz muita coisa. Não é simplesmente vai haver um consolo após um sofrimento.

ivido as suas aflições de uma maneira conveniente às leis divinas, aí sim receberão o consolo. Então, a frase de Jesus, ela diz muita coisa. Não é simplesmente vai haver um consolo após um sofrimento. É, vai haver um consolo. Esse tempo não é determinado porque ele depende da forma como nós soframos essas aflições. não gosto muito da palavra sofrimento, porque ela denota assim uma uma angústia, né? Uma situação aflitiva em que não pode ser talvez vista de outra maneira. Eu gosto mais do que a gente disse por aí, né? O entendimento budista de que a dor é inevitável, né? o que a vida nos traz, as situações, mas o sofrimento é opcional. A forma como eu vou encarar essa situação que eu passo é que vai dar o tom do sofrimento, se ele vai ser grande, se ele vai ser pequeno, se eu vou ter tranquilidade ou não. Bom, enfim, a bem-aventurança traz pra gente duas nuanças. Então, a primeira é tem um tempo futuro, não é agora, não pode ser agora, porque esse tempo do consolo depende da vivência que nós tivermos dessa dessa aflição. Então, seremos consolados no futuro depois que, digamos assim, bem tenhamos vivido as nossas aflições. Olha quanta coisa numa frase simples, quanto ensinamento. Tem uma implicação assim muito triste pra gente, né? No sentido de que às vezes ou muitas vezes, talvez nós pensemos em esperar, por esperar que um dia Deus nos console, porque nós passamos por uma situação difícil demais. Mas será que isso sempre vai ocorrer? Será que essa espera por esperar vai nos trazer o consolo que pedimos ou que esperamos por termos vivido de forma aflitiva? Vamos continuar então aqui com com o o texto dele, né? Ele passa a falar então da questão do sofrimento. E o que que ele vai dizer aqui? Ele diz assim: "É preciso reparar as questões equivocadas, né, com outras palavras, mas ele diz que o sofrimento, né, as dificuldades, essas aflições, esses incômodos, essas dessincronias, as coisas não acontecem no tempo que a gente quer, da forma que a gente quer. Parece que a coisa não

le diz que o sofrimento, né, as dificuldades, essas aflições, esses incômodos, essas dessincronias, as coisas não acontecem no tempo que a gente quer, da forma que a gente quer. Parece que a coisa não caminha, né, como a gente queria. Ou isso tá me incomodando, ou isso não tá chegando, ou isso tá doendo demais, ou isso tá muito difícil, que aprendizado mais doloroso. Tudo isso, tudo isso tem uma explicação. Isto significa que nós estamos refazendo o exercício de aprendizado. Vamos dizer assim, alguma coisa que nós plantamos, que nós fizemos, não fizemos bem feita. Fizemos de qualquer jeito, sem nos preocuparmos nem conosco e nem com os outros. Agimos, vamos dizer assim, de uma forma inconsequente, ou seja, sem nos preocuparmos, sem levarmos em conta as consequências. Mas como se brinca muito hoje em dia, né? Você fez uma dívida, o boleto vai chegar para você pagar. Então, se nós, por um motivo, às vezes fútil por um um excesso de egoísmo, de vaidade, de orgulho, de desrespeito ao outro, de não nos preocuparmos com o sentimento alheio, do querermos somente realizar a nossa vontade sem pensarmos nos outros. outros ou no planeta ou nos animais, na natureza em geral. Quando agimos dessa maneira, nós infringimos as leis de Deus. Então, significa que nós não entendemos como deveríamos ter agido. Então, retornaremos ao exercício. Várias vezes convidados por amor, né? oportunidades de refazimento daquela tarefa em que somos convidados gentilmente pela espiritualidade para que tomemos à frente e refaçamos o aprendizado de forma correta. Mas se nós não aceitamos, se nós relutamos, se nós não queremos, chega um ponto em que é necessário que nós avancemos. E para avançar, vamos ter que saber um pouco mais dessas leis divinas. Então vamos ter, né, que fazer esse exercício forçosamente. E aí paraa gente que não tava querendo, pra gente que não tava aceitando, isto se torna um sofrimento. Então o sofrimento vem daí de uma reparação que eu preciso fazer por conta de um de uma atitude equivocada

a gente que não tava querendo, pra gente que não tava aceitando, isto se torna um sofrimento. Então o sofrimento vem daí de uma reparação que eu preciso fazer por conta de um de uma atitude equivocada no passado. Então já é um ponto de conforto pra gente, porque o sofrimento não é aleatório. Deus não distribui pela terra assim sofrimento para uns e para os outros, né? para os outros, sorteando quem vai sofrer nessa vida. Não é assim. A gente agora já sabe que o sofrimento é representa muitas vezes a necessidade de consertarmos, né, de retratarmos, de repararmos atitudes equivocadas do passado. É a tal história, né? Plantamos de forma livre e agora precisamos colher de forma obrigatória. É isso. Bom, e aí tem um segundo quesito, né? Quando eu já entendo isso, quando eu já sei disso, o que que eu faço? Eu vou aceitar o exercício, eu vou aceitar a dificuldade, a experiência, digamos assim, de forma tranquila. Diz o Kardec, conversa com os espíritos, que quando nós aceitamos de bom grado realizar, refazer esse aprendizado de forma correta, adequada, reparando os equívocos do passado, isso nos poupa séculos de sofrimento. E aí pensamos, por que séculos? Porque, gente, nós vivemos aqui na Terra uma média, sei lá, de 80 anos. Depois, mais um tempão do lado de lá em nossa vida verdadeira, né, normal, digamos assim, que não é aqui, é lá, mas sei lá, sem tantos anos. Então, é fácil de uma encarnação para outra terem se passado 200 anos. E se precisamos nos ajustar com uma ou duas ou três pessoas, o tempo para conseguir que reencarnemos juntos novamente, que nos encontremos, não é muitas vezes tão simples, tão fácil, tão imediato. Então, pode levar sim alguns séculos, talvez milênio, para que consigamos reunir as condições necessárias novamente para aquele aprendizado. Enquanto isso, a conta tá pendurada lá no prego, estamos devendo e aquilo nos atrasa, aquilo nos incomoda, aquilo nos impede de avançar. Por isso que ele fala então que bem aceitas essas experiências redentoras

sso, a conta tá pendurada lá no prego, estamos devendo e aquilo nos atrasa, aquilo nos incomoda, aquilo nos impede de avançar. Por isso que ele fala então que bem aceitas essas experiências redentoras nos poupam séculos de sofrimento. Ele até dá um exemplo lá. É como se nós devêsemos a alguém e essa pessoa diz assim: "Olha, eu tô vendo que você tá com grande dificuldade. Vai ser penoso para você ter que pagar tudo que você me deve. Vou fazer uma proposta. Vou te arranjar aqui umas tarefas, uns trabalhos correspondentes a um centésimo da dívida. Se você realizar isso para mim, tá tudo bem, te dou por kit. Porque o objetivo de Deus não é nos punir. O objetivo é nos educar, é nos dar oportunidade de através da tarefa refeita, bem feita dessa vez, nós aprendamos como proceder de forma amorosa com o próximo e conosco mesmo. Então, a ideia é essa. Basta um pouquinho de esforço, basta uma experiência relativamente pequena em relação ao ao ao mal que realizamos. Quando mostramos que aprendemos de boa vontade, não tem por ficar sofrendo tudo que fizemos. Basta mostrar boa vontade no aprendizado. Como como já disse, repito, a ideia é aprender e não ser punido. Tá, entendi. Reparei, aprendi, mas aí eu tô aprendendo, tô repando, mas ainda tô muito focado no caso específico, nas pessoas específicas. Aí daqui a pouco eu vou e faço a mesma coisa, né, sem me aperceber com outra pessoa. Então, acabo de pagar uma conta aqui e abro outra ali. Quer dizer, eu não entendi que o aprendizado em relação a uma pessoa, não fazer o mal e fazer o bem, vale para todas. Mas eu às vezes não me percebo. Eu acho que é uma questão pessoal com aquela com aquele outro espírito, aquela outra pessoa. Ou até eu entendo que vale para todo mundo, mas eu acabo escorregando ali na frente com outra pessoa. Que o que que vai acontecer? Bom, enquanto eu não aprender, efetivamente para com todos, né? Enquanto eu não demonstrar esse comportamento amoroso para com todos. O ensino se repete. Então eu não me livro do aprendizado.

ontecer? Bom, enquanto eu não aprender, efetivamente para com todos, né? Enquanto eu não demonstrar esse comportamento amoroso para com todos. O ensino se repete. Então eu não me livro do aprendizado. Veio aquilo que nós vamos chamar de dor uma vez para que eu pudesse aprender. Eu passei pela experiência, aprendi ou achei que tinha aprendido. Daqui a pouco eu resvalo novamente na mesma questão. Não tenhamos dúvida. Volta ao aprendizado. Deus não nos desampara. Se uma lição não foi suficiente, não tem problema. Vai ter a recuperação, a recuperação da recuperação, assim até que a gente consiga entender no nosso ritmo. Então, se nós reincidirmos, a gente volta, né? O aprendizado vai se repetir a cada nova dívida, um vamos chamar assim, novos resgates, novas reparações. Então, fez, reparou, fez de novo, repara de novo. Ainda tem um detalhe, Kardec fala em relação aos espíritos, né? Se a gente reclama, se a gente não aceita aquela prova que a gente tá vivendo, a gente até passa pela prova, passa pela prova, mas passa pela prova reclamando, resmungando. No fundo a gente não aceita, a gente tá inconformado, né? Só passa por ela porque não tem jeito muitas vezes da gente se livrar. Gente, foi um sofrimento inútil, porque o objetivo era desenvolver uma virtude, uma qualidade a partir daquela vivência. Se você só reclamou, resmungou, não aceitou e não desenvolveu aquele aprendizado que precisava, a lição vai se repetir. Olha o alerta aí deles, né? Muitas vezes a gente acha que o simples passar pela dificuldade quita a nossa dívida. Ah, eu já passei por isso, já tive a minha cota de sofrimento, eu tô livre com relação a esse problema. Mas será? Porque o passar pela situação não é para sofrer, não é, não é para ser punido, é para aprender. Mas se eu não aprendi, adiantou sofrer? Sofri à toa. Vou ter que recomeçar a tarefa. Vou ter que recomeçar lá do início tudo de novo para ir sentindo, percebendo, me modificando dia a dia até chegar ao término da minha tarefa. Então é um ponto de atenção importante

recomeçar a tarefa. Vou ter que recomeçar lá do início tudo de novo para ir sentindo, percebendo, me modificando dia a dia até chegar ao término da minha tarefa. Então é um ponto de atenção importante que devemos ter, né? Eles nos alertam. E aí, para isso, gente, para eu começar essa tarefa em que eu vou me empenhar, eu preciso de resignação. Ele coloca também isso no texto, né? A questão da resignação. Aceitar com paciência a situação, gente. Vamos aceitar a situação com paciência. Sem paciência a gente não faz nada. Sem paciência a gente não consegue se perceber. A gente não consegue se conhecer melhor, a gente não consegue se amar, fazer as modificações que nós precisamos, né? Procurar buscar amar o próximo, fazer coisas boas, realizar transformações positivas, mas tudo isso demanda tempo, esforço, vontade e tudo isso, gente, precisa de um chão de paciência. Saber esperar, saber esperar a hora do término, saber esperar a hora das mudanças, saber esperar sem ansiedade o que a vida vai trazer, o que Deus vai enviar. Então, primeira coisa que ele fala: "Olha, vamos aceitar isso, mas com paciência, não é? Vai ficar muito mais fácil, senão é capaz de ficar impossível até, né? E vamos nessa caminhada pacientemente perceber o que é que tem que ser melhorado. Por que é que eu tô passando esse sufoco, gente? Por que que isso tá acontecendo na minha vida, na nossa vida? O que é que eu preciso entender, compreender que eu não percebi? Então, ter paciência, buscar perceber o que é que eu preciso aprender. Ainda tem uma coisa importante que ele fala pra gente, agradecer, ter gratidão pela situação difícil que estamos passando. Olha só, agradecer pela dor, porque essa dor é um despertador. Essa dor é um momento em que a gente vai pra frente, é um momento em que a gente vai descobrir novas possibilidades dentro da gente, a gente vai se reinventar, a gente vai se melhorar. Então, para isso, a visão tem que ser de gratidão, não de revolta. Porque essas dores, no fim das contas, elas nos fazem

ibilidades dentro da gente, a gente vai se reinventar, a gente vai se melhorar. Então, para isso, a visão tem que ser de gratidão, não de revolta. Porque essas dores, no fim das contas, elas nos fazem avançar. né? Nos fazem avançar, nos fazem cuidar do nosso corpo, que é o veículo que temos para estar aqui na terra, e da nossa mente, o veículo de comunicação de nós mesmos, os espíritos, com o nosso corpo e o meio de interação inteligente com as pessoas e o planeta. Bom, e aí tem aqui uma pequena, um pequeno fio que fala da revolta. A revolta, gente, quando a gente não aceita, quando a gente se revolta, quando a gente se chateia, ela vai trazer o que pra gente? A revolta vai trazer um aumento nas angústias e nos medos. Se eu acho que já tá ruim, quando eu me revolto, eu me apavoro. Eu vejo as coisas mais pretas do que são. O tempo fechou, a nuvem tá mais carregada, não vai passar, o sol não volta a brilhar. Então, revolta aumenta medo, aumenta angústia. Revolta não diminui sofrimento. A minha dor não diminui só porque eu tô, só porque eu me revoltei, continua doendo e às vezes até mais, né? Que mais que a revolta vai me trazer? Vai limitar a paz e a esperança que eu poderia ter. Então também não é uma boa ideia manter a revolta, né? Por fim, a revolta vai reduzir o prazer e a felicidade na vida. Olha quanta coisa a gente vai perder quando a gente não usa de resignação e deixa se levar pela revolta. O sofrimento é necessidade de reparação. A a resignação é o compreender isso, buscar se modificar para ser feliz. E a revolta é a recusa dessa oportunidade e o pedido para que ela se repita. Então, queria deixar para vocês aqui um pensamento final antes da nossa prece de encerramento que dá uma resumida no que a gente falou. Recebamos com alegria e inteligência os acontecimentos da vida, porque são lições que nos aperfeiçoam. Peçamos a Deus que alivie e transforme as nossas dores, mas aceitando que nem sempre dá para mudar. Às vezes a gente vai ter que ir até o final com elas.

a vida, porque são lições que nos aperfeiçoam. Peçamos a Deus que alivie e transforme as nossas dores, mas aceitando que nem sempre dá para mudar. Às vezes a gente vai ter que ir até o final com elas. Bom, meus irmãos, vamos então fechar os nossos olhos, pedir as forças do bem, aos espíritos encaminhados do nosso tratamento, da nossa recuperação, aqueles que estão sempre prontos a nos ajudar, que nos apoiem em nossas reformas, que nos ajudem na travessia das nossas dificuldades. E a ti, meu Deus, muito obrigado por mais um dia e pela esperança de uma vida melhor no futuro. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. [música] Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o

os de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário [música] para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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