A DESGRAÇA REAL - Leandro Irigonhê [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 18/07/2025 (há 8 meses) 45:24 559 visualizações

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Transcrição

A paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Boa tarde, sejam todos bem-vindos. Sintam-se acolhidos com muito carinho pela equipe espiritual responsável por este horário. Que a paz do Mestre Jesus nos envolva pacificando as nossas mentes e os nossos corações. E com certeza essa mesma paz chega aos nossos irmãos e irmãs internautas que nos assistem através dos meios de comunicação da comunhão espírita de Brasília. Hoje nós temos o prazer de receber o nosso irmão Leandro, que nos falará sobre um tema muito importante para todos nós, que está lá no Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 5, que fala sobre a desgraça real. E como sempre fazemos uma leitura, uma prece para depois passarmos a palavra para o nosso irmão. E nós vamos ler uma mensagem que tem por título Perseverança. Está contida neste livrinho Conselhos úteis, que é editado pelo espírito Hilda Pereira Magalhães e a psicografia da dona Hilda Luns. Vejamos. Perseverança. A persistência depois da sensatez é uma virtude muito importante na conquista da perfeição. Sem ela depressa, se esgotarão tuas reservas físicas e morais. Na caminhada terrena, muitos são os percalços e para ultrapassá-los, exige-se certo espírito de persistência. Só vencem aqueles que demonstrarem a fibra da fé e da coragem. Uma atitude de contínua atividade e vigilância pode valer-te muito. O Cristo te ensinou a ser forte, a não desanimar diante das dificuldades, a prosseguir sempre mesmo diante das barreiras e apesar dos tropeços. Caminha, pois, com entusiasmo, porque para os que confiam no Cristo, há sempre esperança de dias melhores, conforme ele prometeu. Vamos neste momento elevar os nossos pensamentos, nos conectando no sentimento maior que emana do nosso mestre Jesus e que nos envolve. Jesus nos convida a caminhar com ele e sermos perseverantes no bem. E que a esperança, a alegria, o amor seja uma constante em nossas vidas. Não nos desanimemos,

nosso mestre Jesus e que nos envolve. Jesus nos convida a caminhar com ele e sermos perseverantes no bem. E que a esperança, a alegria, o amor seja uma constante em nossas vidas. Não nos desanimemos, tudo passa. Vamos confiar no Mestre Jesus. Vamos confiar no nosso pai maior que está sempre nos amparando, nos protegendo. Ser conosco, Senhor, hoje e sempre. E neste momento pedimos a Dr. Bezerra de Menezes, mentor desta casa, e toda a equipe espiritual, responsável por este horário, que possa inspirar e intuir nosso irmão Leandro, que está com a palavra. Que assim seja. Boa tarde, minhas amigas, meus amigos. Eh, a gente fica bem calminho depois da presta, Vânia, né? Eu gosto muito porque dá uma calmada, nossos corações batem até mais devagar, a nossa mente se acerena. Fica fácil a gente conversar, né, Vânia? Muito obrigado. E o bate-papo de hoje, moçada, tem a ver com um dos capítulos mais mais interessantes do Evangelho Segundo o Espiritismo, um dos mais consoladores, é o capítulo 5, bem-aventurados os aflitos. Então, para quem não conhece o Evangelho Segundo o Espiritismo, por orientação dos espíritos, Kardecou as mensagens de acordo com os assuntos da Bíblia. Então, cada capítulo vai reunir vários textos, várias mensagens que dizem respeito a certos momentos de Jesus. E o capítulo 5, então vamos localizá-lo aqui. Ele fala, ó, bem-aventurados os aflitos. Vamos pegar aqui o início dele. Tá aqui. Bem-aventurados os aflitos. Vamos só ler pra gente lembrar do que é que vamos abordar. Na prece da Vânia, a Vânia já disse assim: "Vamos confiar em Deus, em Jesus, porque tudo passa, tudo há de melhorar". Então, olha o que diz aqui. Bem-aventurados os que choram, pois que serão consolados. Bem-aventurados os famintos e os sequiosos de justiça, pois que serão saciados. Bem-aventurados os que sofrem perseguição pela justiça, pois que é deles o reino dos céus. Isso está em Mateus, capítulo 5, versículos 4, 6 e 10. Também temos em Lucas. Bem-aventurados vós que sois pobres, porque vosso é o reino dos céus.

ção pela justiça, pois que é deles o reino dos céus. Isso está em Mateus, capítulo 5, versículos 4, 6 e 10. Também temos em Lucas. Bem-aventurados vós que sois pobres, porque vosso é o reino dos céus. Bem-aventurados vós que agora tendes fome, porque sereis saciados. Deosos sois vós agora que chorais, porque rireis. Lucas, capítulo 6, versículos 20 e 21. E ainda em Lucas na sequência, mas ai de vós, ricos, que tendes no mundo a vossa consolação, mas ai de vós ricos, que tende no mundo a vossa consolação. Ai de vós que estais saciados, porque tereis fome. Ai de vós que agora rides, porque sereis constrangidos a gemer e a chorar. Lucas, o mesmo capítulo 6, versículos 24 e 25. E aí fica aparecendo, né, Vânia? A gente ouve isso, lê na Bíblia, ouve alguém falando e pensa assim: "Esse negócio de Jesus, de Bíblia, de Deus, tem hora que me deixa um pouco confuso, porque se fala tanto em Deus de amor e bondade, Deus de misericórdia, de perdão, mas tem umas passagens assim meio duras, né? Um negócio assim meio, poxa, só porque o cara é rico vai se lascar depois. Tem rico bom, né? Tem pobre terrível. Já viu o pobre orgulhoso? Pobre arrogante. O pobre que você olha pro pobre, pra pessoa naquela condição de penúria e você não vê ali uma pessoa numa condição de penúria. Você vê um espírito orgulhoso que naquele momento está numa condição de dificuldade justamente para trabalhar o seu orgulho. Assim como você encontra pessoas muito ricas, você olha para elas e as vê humildes, desinteressadas do dinheiro, pelo dinheiro. Então, temos que ter um pouco de bom senso quando a gente interpreta os ensinamentos de Jesus. Por isso que Jesus nos disse, queria enviar um consolador, queria relembrar tudo o que ele disse, esclarecer o que foi dito à época, como essa leitura da agora, né, que acabamos de fazer e ensinar outras tantas coisas. E a doutrina espírita chega, o espiritismo chega justamente cumprindo esses desígnios de Jesus. E no 24 desse capítulo 5, nós temos o subtítulo A desgraça real, que é o nome

inar outras tantas coisas. E a doutrina espírita chega, o espiritismo chega justamente cumprindo esses desígnios de Jesus. E no 24 desse capítulo 5, nós temos o subtítulo A desgraça real, que é o nome dessa dessa palestra de hoje, a desgraça real. Aí a gente quando lê o título, dependendo do contexto que você lê, você não sabe se ele tá falando de uma desgraça verdadeira ou se uma desgraça da realeza, né? E assim mesmo, qual seria do do que se trata? No nosso caso aqui, no caso do Evangelho, a desgraça real tem a ver com o verdadeira desgraça. Leandro, não precisa vir me falar de desgraça, porque na minha vida eu tenho algumas, na vida dos outros eu vejo outras tantas. O mundo tá cheio delas. Parece, aliás, que é só o que tem. Pensando bem, eu vou até me lembrar de uma de uma frase que alguém disse, a gente vive repetindo por aí, na vida não há felicidade, Vân, há momentos felizes, porque quase tudo é um sofrimento. Essa terra é um local de padecimentos. A gente tá aqui para sofrer, para se acabar. E um dia a gente vai morrer e vai pro céu para se libertar de todo esse sofrimento. Será? Será que a vida e a sua sequência cabem numa visão tão simplista, tão resumida assim? Jacoube, já nos alentou, já nos orientou, já nos deu esperança durante muitos séculos nas nossas caminhadas em várias existências aqui na Terra. Mas é preciso que nós compreendamos o significado verdadeiro da desgraça. E o que é a desgraça? A Leandra, a desgraça, a desgraça é a falta de um emprego que te tira dignidade, que te humilha, que te deixa profundamente angustiado e doído, porque vê teus filhos com fome, tua família com fome E você procura emprego e procura e não consegue. Se oferece para trabalhar e não arranja emprego. Vai pedir, não consegue. Quer lavar um carro, fazer um trocado, não consegue também. Isso vai te dando um desespero. Isso é uma desgraça. Hum. Que eu tô desgraça, V. A morte. Ah, Leandro, não vem dizer que morte não é desgraça, porque a morte é a morte é uma coisa que que não devia

m. Isso vai te dando um desespero. Isso é uma desgraça. Hum. Que eu tô desgraça, V. A morte. Ah, Leandro, não vem dizer que morte não é desgraça, porque a morte é a morte é uma coisa que que não devia existir. Se você perguntar pr os outros, vocês querem que morte exista ou querem que morte não exista mais? Aí todo mundo vai dizer: "Não, ninguém morre mais. Vamos ficar aqui na terra a de eterno. Todo mundo, todo mundo vai nascendo, vai nascendo, vai nascendo, vai nascendo, vai nascendo. A terra nunca mais esvazia. Não vai ter como controlar todo mundo aqui. Vai, vai ficar difícil, né? Imagina a gente vivendo aqui há 1 milhão de anos, todo mundo junto. Será que haveria tolerância, paz e progresso? Aí tem o entendimento do que é a morte. Mas para nós, a sensação de finitude, a sensação de perda é uma coisa que incomoda muito quando não, no mínimo nos preocupa, mas ainda ainda tem um lado desgraçado da morte. Quando a gente chega em casa e encontra um berço vazio porque nosso filho faleceu de uma doença inesperada. Quando um filho criança, a gente perde. Quando um filho adolescente se vai. Quando um filho adulto vai também. Como no caso da avó da minha esposa, que enterrou uns seis filhos antes de ir ou mais. A senhora é muito conformada, muito assim, buscando atender a vontade de Deus. Ficou chateada, claro, sentiu a dor, mas não se revoltava. E assim nós temos várias senhorinhas dessas mundo afora. É a morte do marido recém-casado e teus sonhos parecem que foram por água baixa. é o seu trabalho de uma vida que de repente é colocado no lixo porque a sociedade não entende ou movimentos de outras pessoas acabam com a sua honradez, lhe confundem, lhe colocam numa situação em que você, de alguém bem quisto na sociedade passa a ser alguém detestado. se não procurado. Então, tudo de ruim que nos acontece, ah, quer ver uma desgraça moderna hoje em dia? Tá muito na moda, câncer, né? Não estou fazendo piadinha com a dança de ninguém, gente. Estou dizendo que hoje em dia nós temos inúmeras razões

acontece, ah, quer ver uma desgraça moderna hoje em dia? Tá muito na moda, câncer, né? Não estou fazendo piadinha com a dança de ninguém, gente. Estou dizendo que hoje em dia nós temos inúmeras razões para colocarmos o nosso olhar em cima do que chamamos de desgraça. Todo mundo consegue achar uma desgraça na vida, algo desagradável, algo que dói, algo que machuca, algo que não faz o menor sentido, algo que nos faz pensar muitas vezes, mas que Deus é esse, Vânia? Não tô entendendo isso. E aí, o que é que o espírito, no caso, uma uma mulher, uma senhora que tinha estado na terra mais cedo, quando encarnada, nos informa nesse item 24, depois quem quiser chegar em casa e dar uma lida, deve fazê-lo. Ela vai dizer que isso não é desgraça. Como é que é? É isso mesmo, Van que você ouviu. A desgraça não é desgraça. Não é a verdadeira desgraça. Meu filho, isso não é a desgraça. O que que é a desgraça? Então aí ela diz que ela vai nos apresentar a desgraça sobre o aspecto belo, agradável. A verdadeira desgraça é o oposto do que nós chamamos de desgraça aqui na Terra. Aí é para vai a cabeça balançada. A gente fica meio assim confuso. Como é que é o negócio? O que é ruim não é desgraça e o que é bom é desgraça. Vai dizer é porque é o seguinte, vamos pensar num quadradinho, né? uma tela de um televisor. Quando você vê o que se passa na tela, num filme ou numa novela, num episódio de uma série, você só consegue saber, obviamente, só pode se ater ao que está passando no limite daquele quadradinho. E quando a gente vem acompanhando o filme a sério ou ou a novela, seja lá o que for, a gente fica pensando no que poderia estar acontecendo com as outras personagens, mas a gente não tem certeza, a gente não sabe. Então, como a gente não sabe, o que existe pra gente é o que tá no quadrado. Fora do quadrado, eu não vejo, eu não sei. É a mesma coisa quando consideramos por hábito até, e é um hábito ruim, vou dizer logo assim, que a nossa vida tá circunscrita, tá limitada, tá definida nesses nossos

uadrado, eu não vejo, eu não sei. É a mesma coisa quando consideramos por hábito até, e é um hábito ruim, vou dizer logo assim, que a nossa vida tá circunscrita, tá limitada, tá definida nesses nossos 70, 80, 90 anos aqui na terra. Mas não tem uma tal de uma morte, Vânia. Hora no espiritismo não fala que é desencarnação. Tantas doutrinas no mundo que falam disso. Aliás, desencarnação foi retirada da Bíblia con Niceia lá pelo ano 500 depois de Cristo. Também fazia parte do cristianismo. Mas vamos lá. Por que que isso faz diferença? Porque quando eu começo a me lembrar ou a compreender que a minha vida não é somente esses 70, 80, 90 anos aqui na terra e que, aliás, nem é a minha vida principal. Então o que que eu tô fazendo aqui? Estou cumprindo uma tarefa que Deus me deu. Estou numa escola realizando um aprendizado e fazendo alguns testes. É isso que eu estou fazendo aqui na Terra. Estou estudando e fazendo provas. Estudando, fazendo provas. Ah, é? É, é. E daqui mais um tempo a gente desencarna. a gente sai do corpo de carne, deixa o corpo de carne aqui na terra e volta paraa nossa vida. Viram como mudou o foco? Muita coisa que pra gente tinha importância até um segundo atrás, dois. Quando a gente se posiciona na nossa vida verdadeira, que não é essa daqui agora, perde importância. Tem coisa que vira banal. Qual é a cor do carro? É verde ou é azul? Pensando bem se se eu ten carro, se eu não tenho. Será que paraa minha vida imortal de espírito, saber se eu ten um carro ou não tem um carro faz diferença? Ou você anda de Uber ou de ônibus, op, de bicicleta. Isso é o mais importante para mim. as questões materiais começam a ter menos importância. E aí a gente fica pensando, pera aí, o que que é importante para mim? Importante para mim é aquilo que me faz viver bem na minha vida verdadeira. É aquilo que me faz progredir, no caso do lado de lá. Bom, se aqui é escola, eu venho aqui então para estudar. Eu faço os meus estudos, faço as minhas provas, terminou a minha aula.

a vida verdadeira. É aquilo que me faz progredir, no caso do lado de lá. Bom, se aqui é escola, eu venho aqui então para estudar. Eu faço os meus estudos, faço as minhas provas, terminou a minha aula. Não sei se se vocês têm essa doce lembrança, mas eu tenho lembrança da minha época de de primário, Vânia. A gente ia pra escola, né? Shortinho azul, camisa branca de botãozinho, escudo da escola, não sei o quê, sapato, meia, pá p pa pá p pa pá. Depois a gente voltava para casa quando batia o sino, tocava sirene, né? Acabava a aula, a gente saía correndo, o pai ia pegar, a gente ia para casa. Brasília chovia muito, ti as luzinhas à noite, comprava pão quentinho na padaria, ia para casa. Tenho memórias tão doces de um final de dia escolar. Chegava em casa, a gente fazia um monte de coisa que a gente queria, dormia para acordar no dia seguinte para voltar pra escola. E a gente não sabia exatamente o que ia acontecer na escola no dia seguinte, mas nós não estávamos preocupados. Porque a gente pensava o tempo todo na nossa vida fora da escola. O que que eu vou fazer aqui fora? A escola eu cuido da escola. Tá entendendo? O foco principal, os valores não estavam no momento que eu tava na escola. Na escola era o momento de estudar, aprender, fazer a prova. Estava na minha vida. Quando eu me coloco assim em relação à vida espiritual, que é a vida do espírito, que e nós somos espíritos, é a vida verdadeira, passam a fazer sentido aquelas situações que me fazem progredir, evoluir. E quando é que eu vou saber quais são essas situações? É simples. É a lei de Deus que Jesus nos trouxe de forma, né, explicadinha através do seu evangelho. Para resumir, ele disse assim, né, na Santa Ceia, lá no final, na última Ceia, deixe-vos um novo mandamento. Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. É isso que a gente vem fazer na terra, aprender a amar. todo mundo. Só que, claro, isso não é de um dia pro outro. Isso envolve uma série de modificações internas, desenvolvimento de virtudes, né? Transformação de algumas atitudes

a terra, aprender a amar. todo mundo. Só que, claro, isso não é de um dia pro outro. Isso envolve uma série de modificações internas, desenvolvimento de virtudes, né? Transformação de algumas atitudes que não servem mais dentro da gente em atitudes que sejam proveitosas. Problema ou a questão, melhor dizendo, é que quando eu tô na escola e eu erro um exercício, eu preciso repeti-lo. E se eu continuar errando, eu vou paraa aula de recuperação, porque eu preciso aprender aquele exercício. Eu preciso aprender a resolver aquela situação, a ter aquela capacidade, aquela habilidade desenvolvida. E se eu não me esforço, se eu não quero, se eu recuso o aprendizado, ele não vai embora. Ele fica ali esperando, ele volta. E aí isso se torna uma chateação. Era onde eu queria chegar, na desgraça. O que nós chamamos de desgraça aqui na Terra tem duas origens. A primeira é o fruto, é a consequência do nosso comportamento em outras vidas. É a colheita do nosso plantil, né? Eu plantei giló lá atrás, supondo que eu não gosto de giló. E agora tem que comer de ló que que foi o que eu plantei. Não vou poder comer quiabo. Então desgraça ou é consequência dos meus atos pretéritos, ou seja, é a colheita do que eu plantei, ou é um novo exercício que eu não estou querendo fazer, uma nova tarefa, um novo aprendizado que eu reclamo. Ah, isso é uma desgraça, Vânia. Que coisa chata. A gente não faz isso, gente. Estamos lá no nosso serviço, nossa tarefinha, tudo bonitinho. Aí de repente chega o chefe, moçada, reunião. O seguinte, tô voltando da diretoria e agora nós temos que fazer isso e isso, isso e aquilo, aquilo. E aquilo que a gente fazia assim, assim, assado, agora vai ser feito assim, assim, assim. Ah, que coisa chata. Lá vem ele, vai mudar tudo que eu fazia. Não tô afim, não quero, não quero aprender, não concordo, não acho que tem que ser feito, mas eu sou obrigado. Então aquilo se torna uma coisa chata e quanto mais eu resisto, pior fica. Isso é uma coisa que a gente chama de desgraça.

aprender, não concordo, não acho que tem que ser feito, mas eu sou obrigado. Então aquilo se torna uma coisa chata e quanto mais eu resisto, pior fica. Isso é uma coisa que a gente chama de desgraça. Então vamos lá. As dores da vida tem duas origens. Uma é o que tá chegando lá de trás. E a outra é o que tá chegando como aprendizado. Por isso que dizia Jesus aqui através de Lucas que os que sofrem, que os que choram vão rir, porque são aqueles que estão passando, se bem passarem, pelo seu aprendizado. Aqueles que estão, digamos assim, ressarcindo seus débitos, pagando a sua conta, estão finalizando a sua tarefa, vão rir depois. Claro, aliviou, passou, terminou, que bacana. Mas ele coloca a posição do outro. Ele fala de que os ricos vão sofrer, os que aqui rimem agora depois vão chorar. Porque no evangelho, o espírito que faz o texto, a desgraça real, fala que a fuga dos valores verdadeiros da vida, o querer evitar os problemas, o querer ignorar a necessidade de transformação interna nossa. para sermos melhores. O ignorar o mundo, o sofrimento, a confusão que tá rolando. Vânia, eu quero saber das festas. Vânia, eu quero saber é do bom e do melhor. A gente ouve isso muito na vida, não ouve? A gente fala também. Eu quero uma boa moradia, eu quero um bom emprego. Aliás, eu quero nem trabalhar. Eu quero ganar lota, eu quero um bom dinheiro, eu quero viajar, quero coisas boas. Chega de coisas ruins, já tem muita notícia nesse mundo. Eu só quero saber de coisas boas. Ou seja, eu quero me alienar no no fim das contas do que tá acontecendo, porque eu não quero saber, não me interessa. Eu só quero viver na paz. Tá adiando o seu aprendizado. Porque a terra não é um parque de diversão. A terra é uma escola. Você não pode querer ficar no recreio o tempo todo, cara. Tem um momento para aula, tem um momento para o recreio. Tem as duas coisas, mas nós temos a mania de pensar, porque estamos só limitado à aquela cena que tá passando no televisor, lembram? Nós estamos colocando o foco da nossa

em um momento para o recreio. Tem as duas coisas, mas nós temos a mania de pensar, porque estamos só limitado à aquela cena que tá passando no televisor, lembram? Nós estamos colocando o foco da nossa percepção somente nessa vidinha nossa aqui de 70, 80, 90 anos. E aí realmente se não tem antes, se não tem depois, eu quero me dar bem agora. Mas a realidade é que existe o antes e o depois. Isso aqui é muito rápido. Então não vale a pena ficar desperdiçando o meu tempo com coisas que não vão me fazer crescer ou que é pior, podem significar um plantil indevido que vai redundar numa colheita dolorosa lá na frente. Aí o cara desencarna, chega do lado de lá e diz: "Meu Jesus, eu esqueci tudo, Vânia". Continuava já bateu o co da escola e eu não fiz o trabalho em grupo e eu não não entendi a explicação, não procurei saber e e agora como é que a prova no final do ano? Não tem problema não. Você fica de recuperação, você vai ter aula no sábado. Ou então na semana que vem, quando os coleguinhas saírem para o recreio, você não vai ter recreio. Você vai ficar sentadinho aqui fazendo exercício. Ai, a minha vida é uma desgraça. A do fulano é ótima e a minha não é. Ué, quem é que não estudou? Foi você, não fui eu. Percebe? Então, a desgraça verdadeira não é a passagem difícil pela vida, porque isso é a nossa colheita ou é o nosso aprendizado de um de um de um de uma coisa que a gente precisa desenvolver novo. Às vezes a dor chega, gente, pra gente como um estímulo para aprendermos a amar, para aprendermos a perdoar, para aprendermos a ser mais tolerantes. Deus não é mau. Deus não faz nada à toa. Nada nos acontece por acontecer. Tudo tem uma razão de ser. Quando a gente para para entender isso, para para aceitar e para para procurar o que é que eu preciso entender, aprender e mudar dentro de mim. Começa a fazer sentido. E a gente diz assim: "Meu Deus, muito obrigado pel essas dificuldades que eu tô passando". A gente não vê mais como desgraça, a gente vê como oportunidade. Ao mesmo tempo que a gente percebe que

tido. E a gente diz assim: "Meu Deus, muito obrigado pel essas dificuldades que eu tô passando". A gente não vê mais como desgraça, a gente vê como oportunidade. Ao mesmo tempo que a gente percebe que aquilo que a gente estava achando que era o viver bem a vida, o gozar a vida, o levar a vida na flauta, a gente começa a notar que aquele não é o melhor caminho. Então, a desgraça real é a plantação indevida, é a fuga do aprendizado, é a aparente alegria, descompromisso, desafogo nessa vida encarnada. Não nos iludamos, não estamos aqui para passear no parque. A terra é tudo menos isso. A terra pode ser encarada como um hospital. como um reformatório, como uma escola, depende de como você quer ver, mas ela não é um local que nós viemos todos aqui encarnarmos aqui na terra para passarmos as férias. Não é uma coluna de férias, é uma escola, né? E antes que que nós fiquemos tristes, mesmo que que a nosso plantil não tenha sido bom e que nós já saibamos que a nossa colheita não vai ser nada boa, Jesus deixou um remedinho pra gente e disse: "O amor cobre a multidão dos pecados. Tem um trecho de Emanuel no livro Perante Jesus, mensagem número quatro, livro remuneração espiritual, que tem um parágrafo que todo mundo conhece, pelo menos no meio espírito, né? Quando a justiça divina nos procura para ajustar as contas conosco, e essa hora ninguém quer. ela nos encontrar trabalhando para o bem do próximo, a outra, a misericórdia divina, manda suspender com a lei, porque a a misericórdia divina não mandou cancelar a sua pena, mandou suspender. Quando chegar o dia da execução, aí todo o bem que nós tivermos feito, todas as pessoas que nós tivermos ajudado, ajudados, né, virão ao nosso encontro para nos ajudar a passar pela nossa provação, se é que ainda vai restar alguma provação, porque você transformou a sua colheita de dores em uma colheita de amor e flores. Bom, gente, Joana de Angeles tava ali conversando com a Vânia ali na mensagem 132 do livrinho Vida Feliz. Tem um trecho que vai resumir o que a

sua colheita de dores em uma colheita de amor e flores. Bom, gente, Joana de Angeles tava ali conversando com a Vânia ali na mensagem 132 do livrinho Vida Feliz. Tem um trecho que vai resumir o que a gente conversou hoje. É bem rapidinho. São considerados infortúnios as ocorrências naturais do processo da existência humana. Perda de pessoas queridas, acidentes com sequelas dolorosas, ruína econômica, palência afetiva, terremotos e outros cataclismos. Certamente constituem problemas graves, não, porém desgraças reais, exceto para quem se deixa revolucionar pelos seus efeitos, destruindo os valores elevados da vida. Sabendo-se enfrentar esses fenômenos geradores de dissabor, deles se retiram valiosos bens que felicitam. Então, meus queridos, minhas queridas, desejo a todos nós que repensemos o nosso olhar sobre a vida, que entendamos que todo o nosso sofrimento é provocado por nós em outras vidas ou é um momento de aprendizado que nos chega para crescermos e que o que aparentemente às vezes Tá bom demais. Pode não ser o melhor caminho. Sigamos em paz com Jesus em nosso coração, na certeza de que ao final tudo vai ficar bem. Como disse nossa amiga Vân no início, com Jesus tudo passa. Muito obrigado. Agradecemos nosso irmão Leandro pela reflexão e neste momento vamos agradecer a Deus, a Jesus pelas oportunidades que nos são oferecidas para o nosso aprendizado, para a nossa renovação moral e que ele nos fortaleça, nos dando a resignação necessária diante daqueles problemas que ainda não conseguimos resolver. Tudo tem seu tempo. Mestre Jesus, nos ampare, nos dê o consolo necessário diante das dores. E pedimos, Senhor, que envolva todos aqui presentes, encarnados e desencarnados, com o vosso infinito amor, com a vossa infinita paz. E que este mesmo amor, esta mesma paz sejam direcionados ao nosso planeta Terra, que estão passando por tantas, tantos conflitos, tantas dores, tantos sofrimentos, tantos desequilíbrios, tantos desesperos. Envolva todos, Senhor, para que despertem suas mentes, seus corações, o

ra, que estão passando por tantas, tantos conflitos, tantas dores, tantos sofrimentos, tantos desequilíbrios, tantos desesperos. Envolva todos, Senhor, para que despertem suas mentes, seus corações, o sentimento maior, o amor fraternal. Se conosco hoje e sempre. Graças a Deus e graças a Jesus. Que assim seja. Meus irmãos e irmãs, antes de passar a palavra pro nosso irmão para a chamada para o passe, nós temos aqui a comunhão sempre, todo ano faz a campanha do agasalho e como todos estão percebendo, o frio tá aí bem forte, né? Então aqueles que puderem doar, tá? Eh, não só blusas de frio, cobertores, meia, touca, luva, o que puder. E é entregue aqui ao lado a campanha Alta de Souza. E tem também uma um aviso que muitos devem saber, mas é sempre bom lembrar o atendimento fraterno que a comunhão proporciona. Muitas pessoas vêm aqui com problemas sérios, emocionais ou até materiais, né, e que passam por momentos difíceis. Então existe o atendimento fraterno de segunda a sábado, só que tem horários diferenciados, tá? Aí vocês podem olhar na na frente que tem os horários e domingo que não havia passou a ter que é 17:30 às 19:30. Então esse recado, se vocês conhecem, conhecerem alguém que tá passando por momentos difíceis, a comunhão tá de braços abertos para receber, para acolher, para orientar. Fique em paz na paz de Deus. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável,

tilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente,

das, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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