A FACE BOA DO MAL - Leandro Irigonhê [MOMENTOS DE REFLEXÃO]
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buscando a ti. Obrigada com >> Boa tarde, minhas amigas, meus amigos. Um prazer encontrá-las novamente em mais um momento de reflexão hoje de número 20, com o título O lado bom do mal. Mas como sempre temos o costume de fazer essa casa, vamos iniciar o nosso encontro elevando o nosso pensamento a Jesus para que o mestre nos auxilie através dos bons espíritos que nos socorrem e para que possamos todos aqui estarmos congregados em torno de um mesmo ideal relativo ao bem. Que assim seja. Então, sejam todos mais uma vez muito bem-vindos, inclusive aqueles que nos assistem hoje ou mais tarde pela internet. O tema de hoje é baseado no Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 5, bem-aventurados os aflitos, item 24, intitulado A desgraça real. É uma mensagem de um espírito de 1861 a dona Delfine de Girardã. Girardã, né? Bom, essa senhora foi uma escritora francesa que desencarna alguns anos antes e já retorna então nesse momento aqui trazendo a sua contribuição. E ela vem falar pra gente do significado da do que é o verdadeiro malefício, o que que realmente se traduz como infelicidade. que na nossa vida, né, a gente sempre percebe um momento de de insatisfação, porque é um fato que ninguém vive em alegria perfeita, perene na terra. Por estarmos em um planeta de provas e expiação, a característica é de maior sofrimento e menor alegria, digamos assim. Então, por mais venturosos, por mais alegres, mais felizes que nós sejamos, não existe aquela ideia da felicidade completa aqui na Terra. Por isso eu digo então que todos nós, malgrado a nossa posição de bem-estar durante a vida, vamos enfrentar momentos de menor alegria, vamos dizer assim, às vezes momentos até que nos incomodam e momentos até de dor. E para nós aqui, as pessoas comuns, as que as pessoas medianas na vida, aquelas que nós observamos convivendo com a gente, esses momentos de dificuldade eles se apresentam muitas vezes na vida. Muitas vezes. Não é dizer que uma vez ou outra alguma coisa me incomoda. Não. Ao longo da vida.
bservamos convivendo com a gente, esses momentos de dificuldade eles se apresentam muitas vezes na vida. Muitas vezes. Não é dizer que uma vez ou outra alguma coisa me incomoda. Não. Ao longo da vida. Nós temos insatisfações, infelicidades. Às vezes até dizam assim: "Nossa, mas foi uma desgraça o que aconteceu na minha vida? Ou foi uma desgraça de que aconteceu com com o meu amigo, ou foi uma coisa muito ruim que aconteceu para instituição onde eu trabalho ou para a economia do meu país, né, ou para para os sistemas naturais desta daquela região. foi uma infelicidade o que acometeu tal ou qual personagem pública, né? Nós temos essa essa realidade. E aí vem a questão que ela coloca aqui no no Evangelho, aonde ela procura dar uma nova visão do que nós chamamos de desgraça, do que nós chamamos de infelicidade, do que nós chamamos de mal, o bem e o mal. Ela diz assim: "Olha, não é bem assim. Olha que interessante. Ela era uma escritora francesa, eh, uma jovem, né, 50 e poucos anos, eu acho. Ela nasce em quatro e falece em 55, ela com 51 anos em Paris. E ela já realizava, mais pro fim da vida dela, reuniões espíritas. E notem que Kardec ainda não havia lançado o livro dos espíritos, que é de 57. Ela falece em 55, mas ela já atuava nessa seara, porque isso já acontecia principalmente na Europa, que foi inclusive o que levou o Kardec estudar. o assunto. Bom, e ela então escreve e o Kardec coloca o o texto dela no Evangelho que é de 61. Então, aí 6 anos depois da sua morte, ela retorna com essa mensagem e ela fala o seguinte, que o mal não é o que parece ser. O que nós costumamos chamar de mal, e a gente já experimentou isso ou já viu acontecer nas mais variadas situações, nós temos aquele mal físico, às vezes digo o mal corporal, a doença, né, que pode ser uma dificuldade de nascença, né, de ter uma limitação física já do nascimento, pode ser uma doença do nosso organismo que se manifestou ao longo da vida. Pode ser um mal moral, uma dificuldade que eu tenha de convivência, de
nça, né, de ter uma limitação física já do nascimento, pode ser uma doença do nosso organismo que se manifestou ao longo da vida. Pode ser um mal moral, uma dificuldade que eu tenha de convivência, de relacionamento, de entendimento, alguma coisa que tem a ver com com eu, né, comigo, com com o meu eu interno, não necessariamente com o físico. Pode ser uma dificuldade financeira. Pode ser uma dificuldade amorosa, uma dificuldade de socialização, pode ser um problema de moradia. Então, e o mal, como nós enxergamos, é facilmente detectado, né, pela nossa mente, pelos nossos sentidos e amplamente divulgado e comentado. Todo mundo fala: "Não, isso é ruim, isso aqui não presta, aquilo ali é uma desgraça, tal coisa não tá bom, tal coisa aconteceu." E nós sempre, sempre reforçamos essas situações como coisas ruins, meramente ruins, que vem para nos prejudicar. A questão é que esse esse ponto de vista até certo ponto limitado, ele por si só já nos traz infelicidade, porque a gente vê tudo de um ponto de vista difícil. A gente não pinta a vida ou não pinta essas situações com uma tinta mais leve. A gente carrega na tinta, bota, né, cores mais escuras, faz aquela pintura mais fechada. E ela alerta no texto dela que não é bem assim, que esta visão, olha que interessante, esse posicionamento é para quem só enxerga ou só está enxergando essa vida presente. Quem só veu aqui agora, quem tá acostumado ou quem pensa: "Ah, eu já tô com 50 anos, a minha vida vai até 80, no máximo, 80 e poucos, talvez 75, então eu tenho mais 25 de vida, mais ou menos, né? depende da expectativa aí que cada um se apoia e a coisa tá ruim, eu não vejo possibilidade de melhora e a gente entra naquele ciclo de reclamação, de insatisfação, e a vida vai ficando horrorosa, cada dia que passa mais horrorosa. diz que é porque a gente enxerga só o presente, que valeria a pena a gente colocar o nosso ponto de vista, o nosso olhar a partir da nossa vida completa, verdadeira. E aí muitos podem se perguntar: "Mas, mas esa aí,
e a gente enxerga só o presente, que valeria a pena a gente colocar o nosso ponto de vista, o nosso olhar a partir da nossa vida completa, verdadeira. E aí muitos podem se perguntar: "Mas, mas esa aí, minha vida completa, verdadeira, né?" Claro que é. Só que ela não termina daqui a 20, 25, 30 anos. Ela não termina com a morte do corpo. Ela segue. Você, eu, todos nós somos imortais. Então a gente continua vivendo. E o detalhe mais importante que a gente não se atina muitas vezes aqui é uma passagem transitória. 70 anos, 80 anos, 50 anos, não importa. É um tempo em uma escola. A terra, quando nós estamos encarnados nela, funciona como uma escola, um local para realizarmos atividades de forma controlada. É um laboratório, mas a aula vai acabar, o curso vai terminar. Cada um de nós chegou em horários diferentes na escola, realiza as suas tarefas em tempos diferentes, convive com colegas diferentes e depois o curso acaba, sai, sai da escola e volta paraa sua vida. Essa analogia com a escola e a saída de volta para sua vida após o curso, terminar, é o que nós podemos fazer com a nossa vida encarnada e a nossa vida desencarnada. Então, passamos pouco tempo aqui realizando o nosso aprendizado específico, um laboratório, atividades controladas, fim do aprendizado, fim do tempo de existência encarnada na Terra. Retornamos ao plano espiritual, que é o nosso local natural de moradia. Por isso, ela nos pede que nós pensemos nessas dificuldades, não do ponto de vista terrestre encarnado, mas do ponto de vista terrestre espiritual. Diz, então não é do ponto de vista material da encarnação que nós deveríamos considerar os males, as dificuldades e sim do ponto de vista espiritual. Por quê? Porque ela disse que a grande realidade do mal, a grande essência do mal não está em si. no fato, no que nos acontece, no que a vida nos traz. Olha que interessante, mas nas consequências deste acontecimento. Se eu entendo que esses males podem ocorrer para mim enquanto encarnado neste corpo, quando eu acabar o meu curso, quando a
nos traz. Olha que interessante, mas nas consequências deste acontecimento. Se eu entendo que esses males podem ocorrer para mim enquanto encarnado neste corpo, quando eu acabar o meu curso, quando a morte do corpo chegar, quando eu estiver liberto para voltar à minha vida, o que o que eu estaria sofrendo aqui, que ficou. As minhas dificuldades materiais ficam na matéria. Quando eu retorno para minha vida natural, tudo fica mais fácil. É interessante essa colocação dela, né? Então, ele disse, ela diz o seguinte: "Não é necessariamente no acontecimento, não é necessariamente na dor, não é necessariamente na dificuldade que está o problema. O problema vai estar nas consequências. Então não é o fato em si. Não é o fato em si, é o que ele acarreta. Ali é que tá o problema. E as consequências da nossa passagem na Terra, da nossa vivência, serão conhecidas quando do nosso retorno à pátria espiritual. É lá que nós vamos computar, analisar, somar, verificar os pontos, ganhos, os acertos que fizemos em nossa prova ao longo da vida e os momentos em que não acertamos, as questões que não acertamos e teremos que estudar novamente aquele assunto para repetir aquela verificação da aprendizagem. é quando existe o retorno, à reencarnação, para que nos aprimoremos continuamente. Então, o que que ela tá dizendo pra gente? Que se reside nas consequências dos acontecimentos e não necessariamente nos atos em si, deveríamos prestar atenção que existem situações que nos parecem muito boas. felizes, alegres, momentos de júbilo. Nossa, eu fui muito venturoso, eu me dei bem, eu estou muito bem. Mas às vezes essas situações de aparente conforto, de aparente beleza, de aparente benefício, podem se reverter ou podem nos levar a uma consequência ruim. Da mesma forma, né, olhando o outro lado da moeda, que situações aparentemente difíceis, complicadas, dolorosas, aquelas que dóem lá dentro, a gente quer morrer, a gente acha que não vai superar, que não vai suportar, que a gente precisa de amparo, é claro.
tuações aparentemente difíceis, complicadas, dolorosas, aquelas que dóem lá dentro, a gente quer morrer, a gente acha que não vai superar, que não vai suportar, que a gente precisa de amparo, é claro. podem também se mostrar felizes, compensadoras ao final do processo. Então, voltando aqui ao início, o mal não é o que parece ser. Ele vai depender da ótica que a gente tiver sobre ele. Se eu penso só na minha vida limitada aqui na Terra durante a minha encarnação, realmente tem muita coisa ruim me acontecendo. Mas se eu entender, e aí entra um outro aspecto da nossa vida, né, que o que está me chegando, que eu classifico de mal, é de duas uma, um estímulo, um desafio para que eu aprenda, para que eu venha ter novas habilidades, novas qualidades, novas capacidades. Então isso não é ruim, né? É uma possibilidade. A outra possibilidade que nós chamamos de mal também é quando nós estamos na colheita daquilo que plantamos. Como nós vamos e voltamos à escola? Vamos para casa, voltamos pra escola, passamos um tempo em casa, retornamos à escola, né? como se cada dia na escola fosse uma encarnação. A gente passa algumas horas na escola do dia e a maior parte do dia em nossa vida fora da escola. Então, podemos pensar assim, passamos o nosso tempo no plano espiritual e de vez em quando, seria um dia aqui na Terra, a gente encarna aqui para dar continuidade ao nosso estudo, ao nosso aprendizado, que muitas vezes só pode ser realizado num ambiente controlado como a Terra, que seria a escola, né? É difícil você, por exemplo, falar de estudar qualquer assunto, história, geografia, ciências, matemática, filosofia, astronomia, eh, dentro de um clube, numa pracinha, na beira da praia, jogando bola. É muito difícil. você até entende, compreende e tal, mas não tá concentrado, não sabe realmente se entendeu, se fixou aquilo. Então, muitas vezes é preciso virmos pra escola para averiguarmos o quanto já aprendemos. Bom, então tem coisas que são boas e que depois ficam ruins, né? trazem consequências ruins e tem
ixou aquilo. Então, muitas vezes é preciso virmos pra escola para averiguarmos o quanto já aprendemos. Bom, então tem coisas que são boas e que depois ficam ruins, né? trazem consequências ruins e tem coisas ruins que depois se revertem em situações boas. Isso é é importante a gente pensar. Então, nós temos que pensar sempre quando formos analisar o mal que nos chega, temos que cotejar essa esse mal, o quanto de mal eu recebi, se é realmente mal ou não, pensando nas suas consequências, né, desse momento. Ou seja, as consequências virão na vida pós morte, no corpo físico, no retorno ao plano espiritual. Então, eu tenho que pensar que o meu contexto encarnado vai ter reflexos no meu contexto desencarnado. As minhas atitudes aqui, as minhas ações aqui serão, né, repercutidas no plano espiritual. É a história do o que eu tô fazendo hoje para mim vai me ajudar ou não quando eu voltar para casa, né? Sempre com o pensamento, segundo ela, de que a dificuldade de hoje pode se tornar a alegria de amanhã. Depende de como a gente entende, de como a gente encara esse mal, ou melhor dizendo, né? Eh, será que eu tô olhando paraa dificuldade, paraa dor, pro mal e colocando a culpa nele da minha dificuldade, da minha falta de progresso? Será que eu tô realmente trabalhando dentro de mim, buscando ser uma pessoa boa? cordata que convive em paz com todos os semelhantes, porque a gente busca isso. Todo mundo quer viver em paz, todo mundo quer ser amado, quer amar, quer tá tranquilo, mas você não pode pretender viver num mundo tranquilo dessa maneira se você não for assim. Já pensaram? Se todos nós fôssemos tranquilos, amorosos, pacíficos, o mundo seria um paraíso. A terra encarnada seria um paraíso, né? a terra para os encarnados não é porque nós não somos assim. Logo, é a gente que faz o nosso ambiente. Então, se eu quero desfrutar de um mundo assim, se eu quero ser assim, eu preciso começar a olhar para dentro, começar a me preparar para me tornar quem eu quero ser. comenta-se que a Terra, né, se diz que a
se eu quero desfrutar de um mundo assim, se eu quero ser assim, eu preciso começar a olhar para dentro, começar a me preparar para me tornar quem eu quero ser. comenta-se que a Terra, né, se diz que a Terra está mudando de de nível de nível planetário, indo para um nível mais elevado, a chamada transição planetária, aonde na nova condição, novo patamar, novo nível, o bem vai sobrepujar o mal. Então vai ter muito mais bem do que mal. Até que a gente vai conseguir eliminar esse mal. E aí novamente uma nova mudança, um novo upgrade, não é isso? Da categoria espiritual da Terra. Mas até lá, já contando com a maioria do bem, o trabalho vai ficar mais fácil, porque o mal pesado, aquele que nos aflige tanto, as grandes dificuldades, as grandes dores não estarão mais aqui. Porém, para conviver nesse novo planeta, nessa nova condição do planeta, nós temos que estar em sintonia com essa realidade. É a hora em que nós temos que ter um mínimo de vontade em ser melhores, começar a nos trabalhar para desenvolvermos o bem dentro de nós e colocarmos esse bem para fora. Isso passa pela visão que temos do mal. Ah, pensando bem, o mal não é tão mal assim. [risadas] Ele tem sua razão de ser. Ele tem um lado bom. Ele me chama a atenção através da dor para que eu aprenda alguma coisa ou corrija algo. E aí muitos de nós podemos pensar, né? Nossa, mas a gente só aprende na base do né? Não poderíamos aprender de outra forma? Podemos, claro. Aliás, a vida nos traz. Jesus, Deus nos enviam várias oportunidades na vida para que realizemos variados aprendizados pelo amor, mas a gente rejeita. Mas como Deus é infinitamente bom, não vai deixar que nenhuma de seus filhos, nenhuma de suas crias criações se perca, se acabe, descambe pelo caminho do mal. A gente vai descendo até um certo ponto. Aí quando a gente não tá aprendendo pelo amor, o que que ele faz? nos envia a mestra infalível, a mestrador, porque ela nos salva do abismo. Então, vejam, o mal não é mal, é um alerta. Olha, você, eu, nós não estamos aprendendo
rendendo pelo amor, o que que ele faz? nos envia a mestra infalível, a mestrador, porque ela nos salva do abismo. Então, vejam, o mal não é mal, é um alerta. Olha, você, eu, nós não estamos aprendendo pelo amor. Vamos ser coagidos a aprender pela dor. E aí eu lhe pergunto, quanto vai doer? Sabe qual é a resposta da mestrador? Vai doer o quanto você quiser na hora que você acordar, tomar coragem e disser para si mesmo: "Eu vou no caminho do bem com Cristo, porque não é uma opção pra gente, é uma obrigação." Ele veio carinhosamente à terra com meia dúzia de palavras, meia dúzeia de exemplos, nos mostrar o caminho para a gente sair de todo esse lodassaal de dificuldades e estamos refugando, não estamos querendo tomar o remédio. Vou ter que tomar, né? Senão a gente não fica bom. Pois então, o mal, o mal verdadeiro, segundo ela, é quando ele tá disfarçado de bem. Por exemplo, eu vou usar esses dias que acabaram de passar recentemente, essa semana, o dito carnaval. É, a gente vê muita coisa por aí e tal, né? Então ele fala que a então ela fala, né, que a alegria forçada, o prazer descontrolado, desmedido, os tumultos, as agitações vãs, a satisfação da vaidade, do orgulho, essas coisas todas. que parecem boas, que parecem felicidade e não são. Porque esses comportamentos limitam a consciência e o pensamento do ser em relação ao seu futuro, nos anestesiam para a nossa realidade que tá logo ali. A gente tá achando que tá tudo bem, vamos deixar rolar. Tudo é festa, tudo pode, é uma bagunça só quando, claro, a gente se encontra nesse caminho, né? Não tô criticando o carnaval, gente. Tô dizendo que o descuido, né? Eh, é é que é o perigo. Ela falou que esse é é um problema. Ela chamou de de o ópio do esquecimento dos compromissos do espírito que a gente tanto busca segundo ela. O óbio do esquecimento. Então, essas coisas forçadas, essas coisas que estão em cima do do prazer do corpo, prazer excessivo, do foco, principalmente ou quase que só nas coisas materiais. nos afastam da nossa consciência, do nosso
essas coisas forçadas, essas coisas que estão em cima do do prazer do corpo, prazer excessivo, do foco, principalmente ou quase que só nas coisas materiais. nos afastam da nossa consciência, do nosso pensamento, de espíritos que continuam e que logo ali retornaremos ao plano espiritual. Então isso é um perigo. Então essas não são alegrias, são males. Os verdadeiros males. Vamos procurar ver então o lado bom do mal. Antes ela até coloca mais uma coisa aqui também, o repouso ilusório. Aí tô de boa na lagoa, minha vida tá tranquila, tá tudo dando certo, não faço mal para ninguém, tô aqui. Bom, os outros aí que se virem, paciência. Eu já cheguei onde tinha que chegar e já tô tranquilo. Postura também de descompromisso com o próximo também não é uma alegria boa essa, porque ela vai ser revertida em agonia, dor e insatisfação, infelicidade, quando você estiver no lugar do outro para aprender pela dor, a lição que não quis aprender pelo amor. Então, eu sei que isso dói, dói para todos nós. Então, vamos procurar pensar diferente. Então, procure ver o lado bom do mal. Dor é oportunidade de aprendizado que gera bem-estar. Momentos de dificuldade nos preparam para a felicidade. Pequena importância tem o sofrimento que melhora o futuro. É preciso lutar para transformar nossa cegueira espiritual em luz dos próprios caminhos. Então, minhas amigas, meus amigos, todos felizes agora por entendermos que a dor não é o inconveniente, ela nos chega como estímulo para o aprendizado ou como estímulo para a revisão, mas sempre chega porque precisamos avançar. E se não conseguimos avançar com os convites amorosos, somos convidados de uma forma um pouco mais dura, mas a dor, normalmente aquilo que julgamos dificuldade vai se reverter em algo bom lá na frente. que se e somente se soubermos aproveitar as oportunidades de crescimento que essa dificuldade nos trouxer, porque se não soubermos aproveitar, ela volta. Ou seja, só faz sentido se a gente realizar o aprendizado. Bacana. Convido todos então
as oportunidades de crescimento que essa dificuldade nos trouxer, porque se não soubermos aproveitar, ela volta. Ou seja, só faz sentido se a gente realizar o aprendizado. Bacana. Convido todos então para agradecermos a Papai do Céu, a Jesus pela oportunidade de aqui nos encontrarmos pensando sobre a nossa caminhada, sobre mais um dia na terra. Mestre Jesus, que o teu amor, que a tua paciência, que o teu carinho extremos nos envolvam e que nós possamos sair daqui e levar um pouco disso a todos aqueles que encontrarmos. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar [música] a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, [música] guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira [música] tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o [música] nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos [música] necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o
os de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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