QUANDO SE MORRE CEDO - Leandro Irigonhê [MOMENTOS DE REFLEXÃO]

Comunhão Espírita de Brasília 23/01/2026 (há 2 meses) 42:16 209 visualizações

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Transcrição

Perdi coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. >> Senhor, mesmo tão longe [música] de atingir a perfeição. [música] >> Boa tarde, minhas amigas, meus amigos. Prazer estarmos aqui reunidos mais uma vez para um estudo da série Momentos de Reflexão hoje de número 17. E nós trouxemos aqui um tema muito caro, né? Um tema que tá no Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 5, bem-aventurados os aflitos, tem 21, intitulado Mortes Prematuras. Então, eu trouxe hoje aqui o tema um pouco modificado, eh, com o título Quando se morre cedo, né? Quando a gente vai embora da terra, eu então já vou voltar ao tema. Mas antes queria convidá-los a uma prece inicial para que todos nós pudéssemos nos reunir mais facilmente em torno de um mesmo pensamento, onde fica mais fácil para a espiritualidade, para Deus nos reunir em volta da compreensão que há de nos chegar. esclarecimento que vai favorecer a nossa caminhada. Então assim, agradecidos pelo dia de hoje, pela noite que terminou bem, pedimos que os bons espíritos, que é a espiritualidade maior, que sempre nos ampara, que sempre nos consola, possa levar também junto com o nosso estudo com a nossa boa vibração, o seu amor a todos aqueles que, de uma maneira ou de outra, estão ligados a cada um de nós, principalmente aqueles que partiram antes, mesmo aqueles que nós julgamos, que partiram antes do tempo. Ess Senhor, agradecidos pela oportunidade dessa reunião, dizemos que a tua paz esteja com todos. Que assim seja. Bom, retomando então capítulo 5 do Evangelho Segundo Espiritismo em momento de reflexão, 17, hoje com item 21. mortes prematuras, perda de pessoas amadas. Eu queria ler só o primeiro parágrafo, que é pra gente entender da importância do estudo desse item, porque é um é um assunto que nos toca muito, é um assunto que mexe com a gente de maneira profunda. É uma situação em que não compreendemos muitas vezes ou não

der da importância do estudo desse item, porque é um é um assunto que nos toca muito, é um assunto que mexe com a gente de maneira profunda. É uma situação em que não compreendemos muitas vezes ou não aceitamos ou estamos tentando aceitar, mas não estamos conseguindo. É sempre uma uma dificuldade, né? um momento quase sempre de dor. E entender essa situação, entender esta realidade pode trazer um um consolo, um abraço pro nosso coração sofrido muitas vezes, aquele aquele abraço acolhedor, aquela sensação de que de repente amos bem novamente e que parece que tudo está bem novamente. Vamos lá, então. Olha o que ele diz aqui. Quando a morte seifa nas vossas famílias, arrebatando sem restrições os mais moços antes dos velhos, costumais dizer: Deus não é justo, pois sacrifica um que está forte e tem grande futuro e conserva os que já viveram longos tempos, cheios de decepções. Deus não é justo, pois que leva os que são úteis e deixa os que para nada mais servem. Não é justo, pois que despedaça o coração de uma mãe, privando-a da inocente criatura que era toda a sua alegria. É normalmente a visão que nós temos quando a gente vivencia isso na na própria casa, na própria família ou famílias próximas, amigos, os vizinhos conhecidos ou quando nós ouvimos falar, ficamos quase sempre com esse pensamento, né, de que meu Deus do céu, Que coisa! O jovenzinho, a jovenzinha, a criança, o bebê, a bebezinha e não deixamos de fazer a comparação, né? Um momento triste também a comparação, mas fica meio assim como uma revolta. Poxa, por que que esse de 8, 9, 10 anos, 12, 15, 18, 20, vão embora? E o de 80, 85, 90, que tá dando um trabalhão, tá atrapalhando a minha vida, não serve mais para nada. É assim que a gente pensa? Ficou. Então imagina como a gente se sente. Alguém que muitas vezes nos trazia alegria, era a nossa esperança de vida, se vai. E quem já está numa posição de exigir um cuidado maior da nossa parte, muitas vezes numa condição em que não nos traz alegria, fica. No mínimo a gente pensa assim, né? Tem

a esperança de vida, se vai. E quem já está numa posição de exigir um cuidado maior da nossa parte, muitas vezes numa condição em que não nos traz alegria, fica. No mínimo a gente pensa assim, né? Tem aluma coisa errada, tem alguma coisa errada, porque quem era para ficar não ficou e quem era para ir. No mínimo Deus se enganou. No mínimo. Porque se eu, que não sou Deus consigo ver o erro, né, do embarque era para ser esse e não aquele? Como é que Deus não vê? Então, esse simples raciocínio de que se eu vejo o erro do embarque, Deus não vê, como é que Deus não vê? já nos leva à percepção de que o nosso raciocínio tá limitado, ele tá baseado na nossa visão, que não é a visão do todo, independentemente de ser doloroso para a gente ou não, essa visão é É uma visão acanhada, é uma visão limitada. Por quê? Porque ela começa estabelecendo, é uma visão que começa acontecendo a partir da nossa vida aqui na Terra. Eu tô olhando pra vida que eu tô vivendo, que os outros estão vivendo, e eu tô dizendo: "Ah, não, isso aqui tá certo, isso aqui tá errado". Mas se eu não sei nem da minha vida, como é que eu vou saber da vida dos outros? Como é que eu vou saber das determinações de Deus para cada um de nós? O que será que está programado para a vida de cada um? Então isso já é um ponto para nós pensarmos. Isso já traz um consolo, porque Deus é infinitamente bom e justo. Ele não nos coloca na terra para nos fazer sofrer só pelo prazer de nos fazer sofrer. Isso não é característica, não é perfil. do supremo amor, da suprema bondade, da suprema justiça. Aí a gente então já fica confortado com essa perspectiva, com essa descoberta. É, o meu raciocínio, ele não tá completo, tá doendo. Claro, tá doendo e dói muito, mas tem uma razão de ser, tem um motivo. Então, o consolo já vai chegando a partir do momento que a gente compreende isso. E aí a gente pode começar a compreender ou pensar em outras coisas também, né? É, será que aquela pessoa que partiu mais cedo, 8 anos de idade, 10, 20, 25,

rtir do momento que a gente compreende isso. E aí a gente pode começar a compreender ou pensar em outras coisas também, né? É, será que aquela pessoa que partiu mais cedo, 8 anos de idade, 10, 20, 25, ia ter na sequência, se aqui tivesse ficado, uma vida boa, tranquila, como se espera, com sucesso Ou será que poderia estar envolvida ou envolver-se em situações difíceis, doídas para a pessoa e para os outros que estão confiando de de próximo com ela. Então é um segundo momento de consolo. É quando eu descubro que eu não sei o futuro ou eu me lembro que eu não sei nem o meu e nem um dos outros. A gente estima, trabalha para que a nossa vida caminhe mais ou menos dentro das possibilidades que a vida nos oferece, né? A gente imagina que a nossa vida vai ser assim o assado. Isso quando a gente é mais jovem, né? Eu vou estudar, eu vou trabalhar, eu, né? Cada um pensa de um jeito, mas imagina mais ou menos a vida que vai ter no futuro. E os pais fazem isso muito com os filhos. Eles buscam dar ferramentas para que os filhos atinjam vidas agradáveis. E isso é mais ou menos dentro do que o pai acha agradável, a mãe acha agradável. Mas quantos exemplos na vida nós não temos de pais e mães que mais na frente se deparam com uma situação muitíssimo dolorosa em relação ao filho ou a filha e que pensam assim ou que falam assim tivesse tivesse morrido na juventude, tivesse morrido na infância, não teria chegado ou feito o que fez ou chegado onde chegou. Então, quando nós nos lembramos dessas histórias, nós percebemos que às vezes um retorno, e aí eu quero chamar a atenção de que não é ir embora, não é partir, não é simplesmente nos deixar para ir a lugar nenhum ou a um lugar desconhecido. Não é retornar à casa do pai. É muito diferente o nosso ente querido que se foi se foi no sentido de se afastou um pouco de mim, mas foi para um lugar, retornou, na verdade retornou a um local de vida muito melhor. Morar no plano espiritual, morar numa colônia espiritual é muitíssimo melhor do que morar aqui.

u um pouco de mim, mas foi para um lugar, retornou, na verdade retornou a um local de vida muito melhor. Morar no plano espiritual, morar numa colônia espiritual é muitíssimo melhor do que morar aqui. Não tem as dificuldades de ordem física que nós temos e muitas vezes as de ordem moral. Então, terceiro pensamento interessante que nos ajuda a ter tranquilidade, né? Adquirir um consolo na situação. Eh, não podemos ser egoístas. Se nossos parentes, se nossos filhos queridos passam numa prova, são admitidos numa instituição aonde vai ser bom para o futuro deles, segundo a escolha deles, e às vezes até o nosso ponto de vista, a gente vai dizer assim: "Não, não, você não vai, você não vai não." Mas pai, mas mãe, era aquela universidade ou aquela academia ou aquela condição aquele estado. Não quero saber. Eu sei que esse é muito bom para você. Eu sei que é o que você queria. Eu sei que a sua felicidade está nesse caminho, mas eu não quero ficar sem você. Você não vai. A gente iria agir assim? Não, nós não iríamos agir assim. A gente ia ficar com saudades, com frangidos, mas a gente iria ter que entender que é o caminho dele, que é a felicidade dele. Então, por que quando nossos entes queridos voltam à casa do Pai, vão a um local melhor, se livram dessa confusão que é muitas vezes a nossa vida aqui na Terra, a gente se revolta. Vamos olhar por esse prisma, mantê-los aqui sem saber qual seria o futuro deles, porque a gente não sabe. Não tô dizendo que a separação é boa. Não estou dizendo que a separação não dói. O que eu estou dizendo é que não faz sentido a gente se revoltar quando Deus chama. Devíos pensar o contrário. Foi um prêmio. Não vai precisar ficar tantos anos aqui. Não vai precisar passar pelo que eu tô passando. Que bom. E isso vai nos ajudando porque a gente vai se acalmando, a gente vai se consolando. E mesmo que o futuro não fosse ruim, fosse um futuro bom. Bom para quem? Bom, sobre que ótica? Eh, não. Eh, meus filhos têm tudo para serem pessoas na vida, pessoas honestas, empreendedoras,

nsolando. E mesmo que o futuro não fosse ruim, fosse um futuro bom. Bom para quem? Bom, sobre que ótica? Eh, não. Eh, meus filhos têm tudo para serem pessoas na vida, pessoas honestas, empreendedoras, trabalhadoras, profissionais liberais, empresários, funcionários, empregados. Nós moramos num bom país, vamos morar num país melhor, temos condições disso, temos condições daquilo. E a perspectiva dentro da nossa classe social ou como anda o país ou como, né, toca a banda, é que tal coisa se suceda. Mas isso é bom sob a gente tá muito preocupado normalmente, né, muito mais com o andar da carruagem no plano material, com as coisas materiais, com a nossa situação no plano material, do que com a nossa evolução moral, que é a nossa evolução espiritual. Acontece que muitos de nós está mais preocupados em ter uma boa moradia, um bom emprego, fazer boas viagens, vestir-se bem, ter uma condição material muitíssimo boa. E olha que não é na média, não. A gente tem uma condição boa, aquela que não tenha problema. Então é acima do problema, é dali para cima. E obviamente desejamos aos filhos também, mas será que nós estamos também com essa mesma vontade, esse mesmo empenho em fazermos uma listinha do que poderíamos melhorar dentro de nós? Menos egoísmo, menos vaidade, menos arrogância, menos orgulho, menos foco no material. mais altruísmo, mais piedade, mais amorosidade, mais tolerância, mais honestidade, mais amor ao próximo. Perceberam como a gente se chateia com as possibilidades que os filhos ou os parentes, aqueles que foram antes do tempo, no nosso tempo que a gente julga, perderam a chance de ter essas coisas boas, quase sempre do ponto de vista material. E vamos nos lembrar que ter essas coisas boas do ponto de vista material aqui na Terra é uma faca de dois gumes. que o poder, o dinheiro, ao mesmo tempo que ele te incorpora, os bens e as possibilidades materiais, ele te coloca na beira do abismo das tentações. Orgulho, vaidade, arrogância, já chegam junto. Dali pra gente escorregar é muito fácil.

mpo que ele te incorpora, os bens e as possibilidades materiais, ele te coloca na beira do abismo das tentações. Orgulho, vaidade, arrogância, já chegam junto. Dali pra gente escorregar é muito fácil. Então, a prova da riqueza, isso é um outro assunto, mas vale só uma pincelada, é uma prova dificílima, porque é uma prova que a gente erra fácil. Nesse aspecto, a prova da pobreza é melhor, mais fácil de ser cumprida. Mas voltando aqui ao nosso assunto, então nem sempre o que nós julgamos que quem foi mais cedo perdeu vale realmente a pena ter conseguido. Quando pensamos nisso, achamos mais um motivo de consolo. Mais um motivo de consolo. Ah, então eu tô vendo aqui que tem uma série de de situações em que eu posso enxergar sobre um outro prisma. A minha dor não diminui de imediato. A minha revolta também não se acalma tão facilmente. O meu entendimento não vem rapidamente, mas esses pensamentos ajudam ao longo do tempo. E quando eu decidi, porque só eu que posso decidir, quando eu decidi que é hora de eu sofrer menos, que é hora de eu buscar alguma coisa que me acalme, porque eu estou perdendo e prejudicando alguém. Quando eu tô nesse desespero todo, nessa revolta, nessa tristeza profunda que me acaba, que me destrói essa autoflagelação, será que o nosso filho, nossa filha que tá do outro lado vai achar isso bom? Será que ela não vai sofrer? Ele, ele não vai sofrer do lado de lá e vai dizer: "Pai, mãe, pelo amor de Deus, não é nada disso. Eu tô super bem, eu tô ótimo, tá tudo certo. Aquela passagem, aquela situação, aquela condição foi só um momento, um momento de resgate meu, talvez, mas estou muito melhor do que se eu estivesse aí. Para com isso, não se machuca mais. E aí a gente percebe outra coisa, a vida verdadeira não é essa e não acaba aqui. A nossa vida é lá. Nós viemos para uma escola ou para um hospital ou para uma casa de corrigenda, cada um na sua condição, né, na sua necessidade particular. Pai, mãe, deixa de besteira, vocês vão voltar para cá e não demora

iemos para uma escola ou para um hospital ou para uma casa de corrigenda, cada um na sua condição, né, na sua necessidade particular. Pai, mãe, deixa de besteira, vocês vão voltar para cá e não demora muito, mas vão voltar para cá numa condição melhor ou pior, de acordo com a vida que levarem. Eu venho te visitar, eu tenho vindo, por isso que eu tô triste, por causa do teu comportamento. Eu venho para te abraçar. Você não nota o meu abraço. Eu venho para te consolar, para te trazer a doce lembrança da nossa convivência e eu não consigo uma sintonia de pensamento contigo. Olha só, machucamos e perdemos aqueles que amamos. Deixamos de ter o contato com eles. Nossos sonhos não serão sonhos de encontro com os que partiram e que nos trariam um amanhecer de uma lembrança salutar. Às vezes dói, claro, tá uma saudade, mas tem aquele calor no coração, tem aquele abraço que sentimos, não sabemos da onde às vezes, mas sentimos a presença, sentimos a lembrança, o amor, uma força que nos envolve, que nos faz paraa frente, com a certeza de que Deus tá certo, de que tudo tá acontecendo como deveria. e que eu deveria aproveitar, mesmo com dor, mesmo sofrendo, mesmo chorando, procurar ver o lado bom, porque tem sempre tem, porque Deus sempre está presente. Então, de maneira geral, os que vão antes vão por mérito, vão por merecimento. Ah, mas e a dor que ficou? é também uma forma de merecimento. Significa que a gente ficou, que ficou com a dor, já tem condições de passar por esse aprendizado. Mas que aprendizado é esse, Leandro, de sofrer a perda de alguém? a mesma que você ligi lá atrás para outra pessoa e que você ou todos nós não transmutamos, não transformamos em amor ao próximo através do arrependimento e da boação. Quando não conseguimos avançar, Deus nos lembra de uma forma ou de outra. a necessidade da repetição daquele exercício. Então, para todos nós, os que ficam, né, e os que partem, é sempre um momento de agradecimento a Deus, mesmo que não gostemos, mesmo que não compreendamos.

necessidade da repetição daquele exercício. Então, para todos nós, os que ficam, né, e os que partem, é sempre um momento de agradecimento a Deus, mesmo que não gostemos, mesmo que não compreendamos. E mais ao final do texto tem uma uma oração aqui, período do próprio espírito que escreve. Quem dita essa mensagem, quem ditou essa mensagem, perda de pessoas amadas, mortes imaturas, foi Sanson. Sanson é um ex-membro da sociedade espírita de Paris. Ó que interessante. Ele começa ali com Kardecos dos anos 50 e ele desencarna e ele então depois na própria Sociedade Espírita de Paris manda essa mensagem que é essa que eu li, né? E tem um momento aqui muito interessante que ele diz assim já quase ao final: "Mães, sabei que vossos filhos bem amados estão perto de vós? Sim, estão muito perto. Seus corpos fluídicos, seus corpos espirituais vos envolvem, eles nos abraçam. Seus pensamentos vos protegem. A lembrança que deles guardais os preenche de alegria. Mas também as vossas dores desarrazoas, descabidas, os afligem, porque denotam, porque mostram falta de fé e exprim Deus. muito muito muito interessante essa, esse final dele, porque reforça o consolo, reforça a esperança, porque traz a certeza, a clareza de que ninguém foi abandonado, de que não finalizou nada. Ah, mas tal pessoa está enterrada em tal lugar. Não, querido, a pessoa não está lá. O corpo que a pessoa tinha, que ela usou na terra, está lá. A pessoa não. A pessoa está mais viva do que nunca, porque nem mais corpo para incomodar ela tem. Esse corpo físico está perto da gente, convive com a gente, nos abraça, nos inspira, se alegra quando nos alegramos e se entristece quando nos entristecemos. Quem de nós não ia querer os filhos, os bem-amados numa situação de proteção em relação à vida? Nossos filhos estão protegidos. Nossa família está protegida. Não é uma das metas que temos na vida? Um dos objetivos, com os propósitos. Quer proteção maior do que tá no plano espiritual lá com Deus. Mas como é que eu faço isso?

s. Nossa família está protegida. Não é uma das metas que temos na vida? Um dos objetivos, com os propósitos. Quer proteção maior do que tá no plano espiritual lá com Deus. Mas como é que eu faço isso? Começa a abrir a visão de que a vida verdadeira não é essa aqui, é a outra. Quer dizer, a vida é a vida o tempo todo, né? Mas a nossa casa verdadeira, o local de morada verdadeira não é esse aqui, é lá. Nós estamos numa situação temporária, um curso que fomos fazer numa escola. Já já a gente acaba o curso e volta. Quando entendemos isso, quando mudamos o ponto de vista em relação à vida, tudo fica mais fácil. Inclusive a separação momentânea. Olha a diferença. Olha a diferença de quem vê por esse prisma material e aí dói muito mais porque parece infinito aquela perda. E quem vê a coisa do ponto de vista espiritual, dói. Dói a separação, dói a tristeza, mas é pouquinho porque sabe que tá junto, sabe que no sonho se encontra e sabe que com passar dos anos logo logo estaremos todos reunidos. é uma grande diferença. Então, dentro dessa perspectiva, com muito carinho no coração, desejo a vocês essa compreensão para que o consolo se faça presente na alma, no pensamento, no sentimento de cada um de nós, daquele que experimentamos, que vamos experimentar, ou que possamos estar frente a alguém que precise de uma ajuda nessa situação, compreendendo que Deus não nos desampara nunca. que a sua luz e seu amor sempre nos acompanha. Então assim, convido a todos para que unamos os nossos pensamentos em agradecimento por esse momento, meu Deus. Que esse teu consolo, que essa tua tranquilidade, que essa tua paz que hora e desembarca e envolve nosso espírito, permaneça bem registrada em nossa mente, nossa consciência, para que sejamos daqui paraa frente mais côncios da nossa verdadeira existência e e do que aqui viemos fazer. Que possamos compreender as nuances da vida com mais amor no coração e com mais fé. E que sobretudo, meu Deus, acima da minha dor, eu possa, com a tua ajuda, virador do próximo e partir

viemos fazer. Que possamos compreender as nuances da vida com mais amor no coração e com mais fé. E que sobretudo, meu Deus, acima da minha dor, eu possa, com a tua ajuda, virador do próximo e partir na direção de diminuí-la, pois assim a minha dor vai sumir muito antes que eu perceba que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio [música] do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita [música] que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa

a caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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