A VIDA PRESENTE - Leandro Irigonhê [MOMENTOS DE REFLEXÃO #02]

Comunhão Espírita de Brasília 16/05/2025 (há 10 meses) 40:46 385 visualizações

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Transcrição

Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que há. Olá, meus irmãos, meus irmãos. que nos encontramos em mais um momento de reflexão, mais um dia de estudo. Já comentávamos em um outro estudo desse sobre o capítulo dois do livro dos espíritos, desculpem, do do Evangelho Segundo o Espiritismo. Eh, de título Meu reino não é deste mundo, onde falamos da vida futura. E hoje, dando sequência ao estudo desse capítulo, os itens 5, 6 e 7, no Evangelho tem o título de O ponto de vista, mas eu achei aqui que a gente poderia falar um pouco mais dessa relação da nossa vida presente, nossa vida de encarnada aqui na Terra, a nossa vida material e a nossa vida futura. Então, a ideia é fazer um uma espécie de paralela entre uma e outra para chegarmos a uma conclusão mais mais confortável, mais consoladora em como a gente pode conduzir a nossa vida. Então, dentro dessa ideia, vamos fazer uma leitura aqui que nos ajude em torno de um mesmo pensamento, em torno de um mesmo ideal cristão, facilitando a nossa evolução do pensamento, a nossa compreensão. O livro Gotas de Esperança de Dolivar Lopes. Nós vamos encontrar aqui a a lição de número 58, que diz o seguinte: "Como é importante saber usar a palavra. A palavra é dom de Deus, leva, traz e multiplica o bem". A palavra impensada exige retificação. Pense antes de falar. Com a palavra você constrói ou destrói? Guardea para a hora, o assunto e a pessoa certa. Não a utilize para fins vãs. A sua palavra transmite os pensamentos. Cuide, pois, de pensar e falar somente coisas boas e proveitosas. O mestre Jesus se exemplificou sabiamente, utilizou-se também da palavra no ministério do amor. Então fica aqui a leitura do Lorival para nos ajudar nesse nosso início de estudo, onde vamos elevar o nosso

stre Jesus se exemplificou sabiamente, utilizou-se também da palavra no ministério do amor. Então fica aqui a leitura do Lorival para nos ajudar nesse nosso início de estudo, onde vamos elevar o nosso pensamento a esse mestre Jesus. agradecer pela oportunidade de aprendizado, por termos chegado até essa casa de paz e de amor, essa casa de consolo, essa casa de inspiração. agradecer pelos espíritos aqueles que nos ajudam, que nos auxiliam, nos inspiram, nos guiam e pedindo permissão a Jesus, iniciamos então o estudo dessa tarde, dando graças a Deus. Bom, pessoal, dando sequência, então, a à série eh Momentos de Reflexão, hoje a gente vai falar então da vida presente. Olha como como fica a coisa, né? Voltando ao que eu tinha dito, no capítulo dois do Evangelho Segundo Espiritismo, cujo título é meu reino não é deste mundo, nós encontramos lá nos itens 1, 2 e 3 a referência à vida futura quando Jesus falava disso. E nos itens 5 67 ele vai falar da visão que a gente tem dessa vida futura ou não e das implicações que isso tem na nossa vida. Então, olha que interessante. Eh, nós nós podemos pensar assim sobre alguns pontos que foram de lá tirados. Buscar conhecer a vida futura. é aumentar a esperança no porvir. Quando eu conheço e eu passo a saber o que vai acontecer comigo depois que eu morrer, isso me dá uma esperança, nem que seja pelo fato de eu saber que eu vou continuar, que não é o fim de tudo. Então, já me alivia muita coisa. Eu já sei que não é o fim. Então, muit das minhas preocupações, dos das minhas dúvidas, né, minha ansiedade, principalmente quando a gente vai chegando perto da hora de retornar para o plano espiritual, né, quando a gente vai ficando próximo à morte, como se diz, a gente vai pensando mais sobre esse momento. Ah, eu vou morrer ou porque estou muito velho, ou porque estou muito doente, ou por um motivo ou por outro, a gente às vezes sabe que a morte não tá longe e a gente se preocupa com isso. Então, quando eu conheço a realidade da continuação, quando eu sei que existe

uito doente, ou por um motivo ou por outro, a gente às vezes sabe que a morte não tá longe e a gente se preocupa com isso. Então, quando eu conheço a realidade da continuação, quando eu sei que existe uma vida futura, isso já alivia o coração, já me dá um pouco mais de tranquilidade, pode me gerar uma outra ansiedade, como é que é do outro lado? O que é que eu vou encontrar? Como é que eu vou continuar? Mas se eu continuar estudando a respeito, se eu buscar informação, eu vou começar a entender que não é nada de diferente. Deus não ia, não vai, já que ele é um pai amoroso, imensamente amoroso e justo, nos colocar numa situação de desconforto tamanho. A ideia é que nós aprendamos paulatinamente, que nós consigamos evoluir e necessariamente pelos nossos próprios meios. Somos nós quem temos que aprender, pensar a respeito, executar, experimentar, avaliar. Se se há um uma quebra nessa cadeia, nesse aprendizado, se há um súbito momento de completa desconexão com o que eu tinha, a situação de desequilíbrio, de perturbação, é muito grande e isso inviabiliza atrasa, atrapalha a nossa caminhada. Então, se nós não faríamos isso uns com os outros, muito menos Deus. Então, a continuação da nossa vida, quando nós passamos pelo umbral, e aí tem uma palavra que muitas vezes não é no meu espírita, ela ela tá relacionada a uma a uma ida para um local ruim. Um brau, gente, é simplesmente portal, um local de passagem. Então, quando nós morremos, entre aspas, né, quando nós desencarnamos, quando o nosso corpo físico morre, a gente adentra os portais da outra dimensão. Então, como eu disse antes, isso vai aumentar a nossa esperança no porv. Nós vamos saber que algo bom, algo confortável nos espera, né? No mínimo algo relativamente conhecido, não muito diferente. Quero dizer que nós não vamos encontrar situações eh muito esdrúchulas para o nosso para a nossa existência, para o nosso dia a dia, digamos assim. Eh, é uma ideia que pode ser resumida naquela frase que diz assim: "E a vida continua. Aqui nós temos pessoas com

drúchulas para o nosso para a nossa existência, para o nosso dia a dia, digamos assim. Eh, é uma ideia que pode ser resumida naquela frase que diz assim: "E a vida continua. Aqui nós temos pessoas com quem nós nos relacionamos, nós temos habitações, né? Nós temos cidades, ruas, árvores, animais, edificações, tarefas. Do lado de lá também não muda muita coisa. O que vai mudar é o seu estado emocional, é a maneira como eu vou me ver do lado de lá. Então esse conhecimento ele é confortador, ele promove a nossa a nossa elevação de moral, né? Quando a gente pensa no que tá pela frente, quando a gente já conhece as condições para estarmos emocionalmente, equilibradamente, bem do lado de lá, a gente começa a se adequar a ter uma vida apropriada. Para onde eu vou, na verdade, para onde eu vou voltar. É quando eu começo a perceber que isso aqui não é a vida principal, é só uma escola, tô só fazendo um curso, vou voltar paraa minha casa, que eu não tô me recordando bem como é que é, mas eu sei que para eu voltar para lá, eu tenho que, vamos dizer assim, eh, seria interessante que eu saísse da minha escola e retornasse paraa minha casa com louvor nos meus estudos. se possível, até com uma menção honrosa do que eu me esforcei. Então, a minha moral, o o meu ponto de de viver a vida, de me relacionar com os outros, passa a ser naturalmente voltado paraa condição que eu quero no futuro. Então, eu começo a selecionar as minhas atitudes, os meus pensamentos enquanto estou na escola. para que eu possa arregimentar a maior quantidade possível de bons pensamentos, de boas condutas, de bom aprendizado. A minha moral começa a se elevar com a minha preocupação de amar. Então, o saber da vida, o saber como ela funciona me promove a elevação moral pelo amor. É por meio do amar ao semelhante que eu começo a entender como funciona essas vidas divindas numa condição satisfatória. Porque isso também acontece sobre outras formas. Vai depender do que a gente coloca no nosso coração. Que mais? A gente começa a

entender como funciona essas vidas divindas numa condição satisfatória. Porque isso também acontece sobre outras formas. Vai depender do que a gente coloca no nosso coração. Que mais? A gente começa a entender que essa vida aqui é como um curso. Ela é ela ela é limitada, ela é passageira, ela é transitória, ela tem um escopo, ela tem um objetivo. A gente vem para cá para cumprir uma tarefa. Então não é à toa. O que que eu vim fazer aqui? a gente passa a entender o nosso papel na Terra, nosso papel nessa nossa vida e entender o que é que nós precisamos fazer, o que é que nós não devemos fazer, o que é proveitoso pra gente, proveitoso para o nosso curso e o que não é. Quais disciplinas são mais interessantes, quais são dispensáveis e quais não nos interessam. Então a gente consegue compreender, encaixar melhor a nossa posição na vida. A vida terrena passa a fazer mais sentido porque ela tem um objetivo, uma expectativa, um um roteiro definido. Eu vim aqui para fazer isso, isso, isso, isso. Eu tô cumprindo ou não tô cumprindo? N. Então, quando eu conheço a vida futura, eu posso aumentar a esperança, eu posso me elevar moralmente, eu posso perceber melhor o que eu faço aqui, eu posso minimizar, eu posso diminuir, eu posso sentir menos, porque compreendo mais as provas e as expiações. Eu agora entendo que quando eu tô aqui passando por uma situação difícil, não é porque Deus não gosta de mim ou porque algum malvado resolveu me colocar numa situação difícil, é porque eu pedi, porque me aconselharam, porque eu preciso realizar um determinado aprendizado. E como Jesus no no nos exemplificou, quando Jesus falou do pai amoroso, precisamos lembrar que os convites nos chegam sempre pelo amor. Quando inúmeras vezes, pela misericórdia divina, a gente não aprende, não, não se importa e estamos nos prejudicando, estamos tomando um caminho que será muito pior pra gente. E como Deus já sabe disso, tá vendo para onde a gente tá indo, não é por maldade, é por prevenção para nos corrigir. Ele nos

nos prejudicando, estamos tomando um caminho que será muito pior pra gente. E como Deus já sabe disso, tá vendo para onde a gente tá indo, não é por maldade, é por prevenção para nos corrigir. Ele nos freia para que a gente não descambe ladeira baixo. E aí ele chama a mestra infalível, a mestra dor. Quando dói, a gente para, opa, tá doendo. Ela começa a te despertar para que você volte à sua realidade, realidade da vida, e veja, esse caminho que a gente tá tomando não é o melhor. Preciso voltar ou preciso retomar o caminho correto. É por isso que chegam as provas, chegam as dificuldades, porque elas nos reposicionam na rota, na búsula correta, nos trazem os desafios, as experiências pelas quais nós vamos adquirir conhecimento, sabedoria, amorosidade. Então, quando a gente sabe disso, fica mais fácil, porque a gente entende melhor a vida. Baseado na compreensão da vida futura, no conhecimento dela, a gente passa a reclamar menos porque entende mais. A gente passa até a achar interessante certas situações que às vezes nos parecem muito difíceis na vida. pensando bem, eh, foi difícil, tá sendo difícil, mas não é o fim do mundo. Eu sei que tem data de validade para acabar, tem um prazo. E com esse foco melhor, com essa tranquilidade maior, a gente supera com mais facilidade e retira boas coisas mais facilmente daquele momento que a gente tá vivendo. Outra coisa boa quando te busca conhecer a vida futura é que a gente, claro, acabei de dizer, né? a gente melhora o nosso estado de espírito. Na medida que eu tenho percepção do que é a a minha tarefa aqui na terra e de quais são os tipos de provas mais ou menos que eu vou enfrentar, eu começo a ficar mais alegre, mais animado, porque eu sei que isso aqui não é uma passagem única, isso aqui não é a minha vida. Só que é um um momentinho, um pedacinho de uma vida imortal como é a nossa. Um dia na escola não é nada demais. Pensemos quando nós éramos crianças na escola, às vezes eram colocadas no no no quadro pelos professores algum tipo de exercício que

ma vida imortal como é a nossa. Um dia na escola não é nada demais. Pensemos quando nós éramos crianças na escola, às vezes eram colocadas no no no quadro pelos professores algum tipo de exercício que a gente tinha dificuldade, mas ser de qualquer matéria. Botou algo no quadro que a gente não dominava ou não tava interessado, não tava compreendendo. dizia: "Meu Deus, tava aquele desespero e tal na hora, mas a gente não achava que ia morrer. A gente sabia que daqui a pouco aquela aula acabava, vinha outra matéria, depois o turno na escola acabava, a gente a gente voltava para casa, pedia ajuda aos pais, estudava um pouco mais, via com os colegas, a gente sabia que a gente ia superar, se quisesse, aquela dificuldade. Ah, porque às vezes a gente até relaxar, tá? Tá, tá, depois eu cuido disso. Não preciso me apavorar. Compreendendo a vida futura, compreendendo o seu mecanismo, a gente se desespera menos, vive a vida com mais leveza e consequentemente o conhecimento da vida futura, lhe derruba, cai por terra o temor da morte, se desmistifica a morte. A morte não é nada mais, nada menos que o retorno à nossa vida. O que vai ficar aqui é o nosso corpo de carne, que nem a nossa é o empréstimo. Nós somos, vamos dizer, o espírito, a alma, o ser pensante que estamos usando esse corpo agora para experimentarmos o que precisamos aqui na Terra. Quando acabar o nosso curso, a gente devolve o uniforme e volta para casa. Saímos do colégio interno. Simples assim. Morte não dói. Morte não é desespero, né? Morte é como uma sonolência que você vai apagando com uma luz de uma vela que vai sumindo e você desperta pro outro lado. Ah, mas como é que eu vou despertar? Como será meu despertar? Vamos tratar disso mais na frente em outros capítulos, em outros estudos. Mas para dar um spoilerzinho, a gente vai despertar numa condição, numa situação correspondente ao nosso coração. São os nossos sentimentos verdadeiros aqui já do fundo, os nossos ideais. São eles que vão dar a o colorido, o brilho

gente vai despertar numa condição, numa situação correspondente ao nosso coração. São os nossos sentimentos verdadeiros aqui já do fundo, os nossos ideais. São eles que vão dar a o colorido, o brilho da vida do que vamos encontrar do lado de lá. A gente atrai o que a gente é, a gente convive com os iguais. Olha a importância do conhecimento da vida futura, do se interessar por saber. Alguns de nós não se interessam, desprezam a ideia, outros não estão preocupados com ela, outros têm uma leve noção, mas não se aprofundam. A maioria tá mais preocupada agindo como se desconhecesse a vida futura, como se fosse uma coisa para eu me preocupar na hora que eu tiver lá. Não sei, na hora que eu que eu morrer, eu vejo. Se não tiver nada, não tem. Morri, morri, acabou. Mas se tiver alguma coisa, na hora eu resolvo, eu descubro, eu aprendo. É, é, é uma posição. É uma posição. O ruim é que você vai chegar lá despreparado. Você vai chegar lá em situação desvantajosa. Porque quando você voltar para casa, e aí filho? E aí, filha? Como é que foi a hoje em dia na escola? Que que você aprendeu? Escola. aprender. Ah, não. Eu eu tava me divertindo, eu tava fazendo isso, eu tava tava correndo um recreio, tava subindo na árvore. Sim, filho. Mas e e a aula lá, o professor, professora, que que você Ah, não, gostar muito de aula não. Aquele tr é muito chato. Ah, filho, você vai ter que voltar e eu acho que eu vou ter que te, não sei, vou botar você num psicólogo. Talvez você precise ir para uma escola com menos diversão, porque esse parquinho, né, essa essa escola boa que você tava, tá lhe distraindo muito. Você não tá lá se concentrando. Vou ter que botar você mais horas de estudo para você recuperar. Aí você vai voltar pra escola numa condição às vezes desvantajosa. Aí vai dizer: "Puxa vida, se eu tivesse me preocupado com os estudos, não tava agora nessa situação". É por isso que não é bom a gente deixar para descobrir na hora o que fazer quando a gente volta para casa. E tem outras implicações, né?

e me preocupado com os estudos, não tava agora nessa situação". É por isso que não é bom a gente deixar para descobrir na hora o que fazer quando a gente volta para casa. E tem outras implicações, né? Quando a gente despreza, se despreocupa e ignora, a gente passa a valorizar a vida terrestre, essa vida nossa aqui, a vida material de forma excessiva. Porque se eu só tô focado nisso aqui, se é só isso aqui que existe, se é só isso aqui que eu tenho, que importa isso aqui. E quanto mais eu foco nisso aqui, obviamente mais eu não foco no resto. Então, quanto mais eu me preocupo com o que tá aqui, menos eu vou me preocupar com o que tá lá. E posso chegar a um ponto tão grande em que eu passe a acreditar que só o que conta é esse momento. E aí quando eu enxergo a minha vida de maneira limitada, em 70, 80, 90, 100 anos, uma série de preocupações me vem, porque eu tô nesse mundo aqui agora. Esse mundo não é fácil. Eu tô vendo gente chegar no topo das carreiras. Eu eu tô vendo gente chegar e ficar muito bem na vida. Eu tô vendo gente brilhar, aparecer, acontecer, crescer. E eu tô vendo um monte de gente se desgraçar na vida. Eu tô vendo países numa guerra horrorosa. Eu tô vendo outros numa vida tão boa. E eu começo a perceber as injustiças e eu começo a ficar agoniado, angustiada. Eu vou para que caminho? Eu quero crescer para onde? Também quero me dar bem? Mas eu vou subir em cima dos outros. Se eu não vou? Cadê a ética? Mas tem gente que não tem. Começa a ficar angustiante aquilo vai apertando o coração, aquilo vai deixando a nossa vida cinza. A gente começa a dizer: "Realmente isso aqui não vale a pena. Parece que tudo é consumismo. Parece que tudo é aparecer, é querer ser mais. Parece que o que importa é o ter. ter para mostrar, ter para exibir. Mas o que traz felicidade, a gente descobre isso porque a gente sabe, é quando a gente é, tem nada a ver com o que a gente tem, tem a ver com o que nós somos e conseguimos fazer com isso que somos. É aí que encontra a felicidade. Mas o

descobre isso porque a gente sabe, é quando a gente é, tem nada a ver com o que a gente tem, tem a ver com o que nós somos e conseguimos fazer com isso que somos. É aí que encontra a felicidade. Mas o cara não sabe disso. Ele tá valorizando a vida material em excesso. Ele ele, como disse já antes, ele vai restringindo pelo pouco tempo que ele concede ao seu pensamento, a sua, a sua consciência para descobrir a vida futura. Ele vai restringindo essa condição da visão, da continuação da vida. Isso vai perder no sentido. A vida parece que vai acabar mesmo. Pensando bem, eu nunca falei com ninguém que tenha voltado. Ah, gente, você fala todo dia quando você dorme, você sai do corpo, fala com os outros, você vai de lá e volta. Como é que você nunca falou com com quem já morreu? Você fala todo dia. Que papo é esse? Que ignorância é essa sua de você mesmo? Você tá perdendo a sua sensibilidade, a sua percepção de quem você é, do mundo que você está. Porque algumas pessoas disseram que o mundo era assim e você engoliu. Você não pensa mais com seu próprio coração, com a sua mente, com as experiências que você tem, com que a vida lhe traz no dia a dia. Assim, não, pera aí. Você gosta de materialismo não tá muito certo. Eu tenho um sentimento, eu tenho uma percepção, outros têm também. Não pode estar o mundo inteiro iludido com isso, desde que o mundo é mundo. Tem alguma coisa errada nessa visão que está nos impingindo. Mas se você não tá preocupado com isso, você vai aceitar essas ideias e acabam se prejudicando. Você vai se desesperar quando chegarem as perdas significativas na sua vida, porque tem momentos que nós perdemos e dói. E são per grandes, são per significado especial pra gente, são momentos dolorosos. Mas se você não tem conhecimento de que depois isso passa, o desespero pode bater. Você pode se revoltar quando a dor parece inexplicável. Por que comigo? Porque eu que que eu fiz? Não tô entendendo porque essa e esse bairro, esse país, essas pessoas não tem explicação. Você vai se revoltando e

revoltar quando a dor parece inexplicável. Por que comigo? Porque eu que que eu fiz? Não tô entendendo porque essa e esse bairro, esse país, essas pessoas não tem explicação. Você vai se revoltando e você vai se envenenando. Então, porque não é um sentimento bom. Você não melhora a sua vida, você piora. você passa a trabalhar ou a viver pela competição e não pela cooperação. Então não é uma boa ideia materializar a ideia da vida. É só aqui acabou. Não. E quando chegar na hora da morte, ei morrendo e aí agora? Agora eu não sei. Você cria uma angústia tremenda porque você indetermina. O que acontece depois da morte? Se abriu mão de pensar, de pesquisar. Agora vai do jeito que tá. Vou descobrir se é que vou descobrir do jeito que for. Então, abrir mão de conhecer e estudar e procurar saber da continuação da vida é o mesmo que dizer: "Olha, eu quero ser mais triste, eu quero ter menos esperança, eu quero me chatear mais, eu quero sofrer". Então, isso não é interessante. E como é que eu vou, como é que eu devo conduzir então a minha vida presente, bem conduzi-la? Vamos pensar em em algumas ideias. Vamos notar que os homens, as pessoas, os astros planetas, eles se multiplicam na imensidade. Vamos lembrar que vamos entender que as nossas existências se perdem no tempo. Vamos compreender que todos nós temos a mesma origem, filhos criados por Deus e o mesmo destino, o retorno ao Pai. Vamos observar a transitoriedade e os reais objetivos da vida na Terra. Isso aqui é passageiro e tem uma tarefa a ser cumprida. Vamos estar em consonância com os preceitos da vida futura que Jesus veio nos explicar, veio nos trazer aí o rascunho, as primeiras palavras, as primeiras instruções desse bem viver. E como é que o Kardecos Espíritos arremato, que ele diz assim, né, no final do item C, a importância dada aos bens terrenos está sempre em razão inversa da fé na vida futura. De outra maneira, quando eu muito me foco só na vida presente, material, eu pouco acredito, pouco valorizo a sequência da vida, pouco me

ens terrenos está sempre em razão inversa da fé na vida futura. De outra maneira, quando eu muito me foco só na vida presente, material, eu pouco acredito, pouco valorizo a sequência da vida, pouco me importo. Não é nenhum demérito, gente. Cada um de nós tá num num nível evolutivo, mas ele diz que esse é o termômetro. Aonde estiver o teu tesouro, lá estará o teu coração. Então, vamos viver a nossa vida presente da melhor maneira possível, correndo atrás do progresso, melhorando, querendo sempre um mundo melhor, nos esforçando, mas sem não desesperarmos, achando que ela é única e é só isso aqui. Vamos lembrar que ela tá dentro de um contexto muito maior, muito maior, né? Agradeço. Então, hoje a gente encerra em momentos de reflexão, a vida presente até a próxima quinta-feira, quando a gente retorna então com outro título de momentos de reflexão. A todos muito obrigado. Vamos então à nossa prece encerramento. Jesus, nosso professor maior, nosso guia, nosso grande amigo. Obrigado pelo estudo que realizamos. Obrigado pelas ideias que nos ficarão na mente, nos ajudando a melhorar a nossa perspectiva em relação à vida que levamos aqui no momento e a vida que teremos ao retornarmos para casa. Então, quanto à permissão, nós encerramos momentos de reflexão, dando graças a Deus pela vida que o Pai nos deu. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável,

tilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento,

nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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