OS MUNDOS MELHORAM - Leandro Irigonhê [MOMENTOS DE REFLEXÃO #8]
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buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe. >> Boa tarde, meus irmãos. Eh, um momento de muita paz e tranquilidade nos encontrarmos para mais um estudo da doutrina dos espíritos, para mais um estudo das palavras de Jesus. Então, sejam todos muito bem-vindos a mais um episódio de Momentos de Reflexão hoje no de número oito, com o título Os mundos melhoram. Então, nessa sequência de estudos, hoje nós vamos abordar daqui a pouco, após a nossa prece, uma passagem do Evangelho Segundo Espiritismo, do capítulo 3, há muitas moradas na casa de meu pai, aonde vai se falar da melhoria do progresso que acontece nos muros. Mas antes, como sempre fazemos, vamos levar o nosso pensamento a Jesus, ao mestre amado, agradecer por esse momento de encontro, por esse momento de pacificação da alma e pedir que ele nos conceda a intuição. a inspiração de vidas para um falar adequado que chegue ao coração e à mente de todos nós. Que assim seja. Bom, meus irmãos, então vamos lá. Olha como ele começa no capítulo 3. Ele começa aqui no item oito e ele vai falar de mundos inferiores e mundos superiores. Ele diz que a qualificação de mundos inferiores e mundos superiores nada tem de absoluta, é antes muito relativa. Tal mundo é inferior ou superior com referência aos que lhes estão acima na escala progressiva. Tomada a Terra por termo de comparação, pode-se fazer ideia do estado de um mundo inferior, supondo seus habitantes na condição das raças selvagens ou das nações bárbaras que ainda entre nós se encontram, restos do estado primitivo do nosso ORB. É, é sempre bom a gente lembrar que as considerações dos espíritos e de Allan Kardec nesse pentateco, nas obras básicas do espiritismo, são concernentes a uma visão, uma realidade de meados do século XIX. Então, algumas coisas que são colocadas
derações dos espíritos e de Allan Kardec nesse pentateco, nas obras básicas do espiritismo, são concernentes a uma visão, uma realidade de meados do século XIX. Então, algumas coisas que são colocadas muitas vezes como argumentos ou que nos são trazidas para comparação, já não tem mais a devida amplitude nos dias de hoje, porque a sociedade já passou, né, já se modificou, já se vão aí quase 200 anos. Então, muita coisa mudou. Mas a ideia aqui não se refere muito ao século XVII da Terra ou ao século XX, se refere aos planetas de forma geral. Quando pensamos numa escala progressiva deles, nós vamos imaginar, como nos foi colocado aqui em outras passagens do Evangelho, cinco níveis, que também nada tem de absoluto, mas que grosso modo nos traz uma ideia da progressão que os planetas vão sofrer. que começa falando de mundos primitivos. Depois ele fala de mundos de expiação e prova, mundos de regeneração, mundos felizes e mundos celestiais. Aqui ele tá falando hoje do mundo inferior e do mundo superior de maneira geral. Podemos entender então que há uma gradação de um tipo de planetário para outro. E isso teria a ver não só com a matéria que constitui o planeta, como também com as pessoas que lá habitam. Nós vamos encontrar os primórdios da civilização humana em qualquer órbe do qual estivermos falando, em qualquer planeta aqui na Terra ou em outros que estão na mesma categoria ou que estiveram na mesma categoria enquanto planetas primitivos. As primeiras reencarnações do ser humano. É mais ou menos como se nós pensássemos na época das cavernas. Não dispomos de nenhuma tecnologia, não conhecemos a roda ainda. Não sabemos produzir o fogo para aquecimento, luz, conforto, ferramentas, armas para nos defendermos das feras. Então, é é uma situação muito difícil. E o ser humano nessas condições, início da sua carreira, não tem uma inteligência desenvolvida e muito menos uma moral. A rudeza do seu espírito reflete-se também no seu corpo, pois que um reflexe do outro. Então vamos encontrar
ões, início da sua carreira, não tem uma inteligência desenvolvida e muito menos uma moral. A rudeza do seu espírito reflete-se também no seu corpo, pois que um reflexe do outro. Então vamos encontrar sociedades em mundos mais inferiores, sociedades duras. Sociedades de difícil convívio, sociedades aonde a dor fala mais alto. A força é a lei que se conhece. E isso não tá muito distante do que vivemos hoje. Vamos pensar então planetas ditos mais inferiores ou nessa condição, né? planetas primitivos em que o homem começa a se desenvolver enquanto humanidade. Ele vai começar a trabalhar a sua engiosidade, ele vai começar a trabalhar a sua inteligência para que ele consiga um mínimo de conforto, um mínimo de segurança, um mínimo de estabilidade e possa permanecer no planeta. Quando ele adquire esse mínimo, ele percebe que ele tem alguma coisa. Ele não é mais um ser solto, sem condição alguma de poder oferecer ou pedir auxílio. Ele já começa nos rascunhos dos utensílios, das moradias. Então ele começa a perceber a necessidade do agrupamento. Ele vai pelo interesse inicialmente. Como é que eu vou me manter vivo conservando o que já conquistei ou o que imagino ter? Se eu não tenho a cooperação dos demais? E começam a surgir então as dificuldades de relacionamento, porque todos pensam parecido, né, tem mais ou menos os mesmos objetivos porque estão mais ou menos na mesma situação, tanto evolutiva quanto física, né, digo moralmente, quanto física aqui na matéria. Então começam a surgir ainda ainda que cambiadas pela força física, ainda que dirigidas por elas paraas forças dos que têm o grupo mais forte, consegue dominar os outros, o que tem um pouco mais de inteligência, o que já desenvolveu alguma característica que os permite controlar, obrigar, tomar deles alguma coisa. Mas começam a surgir então as primeiras regras de convivência, começa a surgir o início da moral, mas a vida ainda é muito dura. Então, nesses planetas, a situação é basicamente a lei do mais forte para que haja a sobrevivência. Mas a
eiras regras de convivência, começa a surgir o início da moral, mas a vida ainda é muito dura. Então, nesses planetas, a situação é basicamente a lei do mais forte para que haja a sobrevivência. Mas a organização social já começa a se fazer presente, um pouco precária, mas já é o início. Passado um esse tempo em que a sociedade se organiza e nós deixamos de ter apenas aldeias, passamos a ter povoados maiores, viagens de um para outro. Quer dizer, há conhecimento já por parte dos habitantes de uma região que existem outros habitantes que estão estabelecidos em outro local, começa a se ter a noção de habitação sobre a terra e vai ou passa-se a se estabelecer a troca, a troca de informação, a troca de mercadoria, começa a comunicação, a integração dentro das possibilidades. nesses mundos mais primitivos, mas os mundos melhoram. Então, chega um ponto em que o ser humano percebe claramente que ele habita uma região, que ele é um ser que pode controlar relativamente o meio ambiente, ele pode alterá-lo a seu favor. ele começa a estabelecer possibilidades de observação do plano astral, né, ou do espaço sederal, como queiram. Ele olha para cima, vê as estrelas, vê os movimentos e isso começa a trazer também motivo de preocupação. O quanto isso junto com a natureza interfere ou não minha vida? Começam aí os rudimentos da percepção de que tudo tá integrado e que existem mais coisas, outros lugares além do mundo em que nos encontramos. Surgem os rios, os lagos, os mares como tarefas a serem cumpridas, obstáculos a serem vencidos. Surge a embarcação nesse momento. Talvez já tenhamos a roda que vai nos levar à carroça. Já temos ferramentas para trabalhar a madeira, a pedra. Começamos a construir uma sociedade, isso se avoluma e o planeta deixa de estar nessa categoria de planeta primitivo e então evolui passa um planeta de provas e expiação. Por que provas e expiação? Porque é um planeta aonde as pessoas que lá residem já existiram por várias vezes, né? já tiveram várias encarnações e já
então evolui passa um planeta de provas e expiação. Por que provas e expiação? Porque é um planeta aonde as pessoas que lá residem já existiram por várias vezes, né? já tiveram várias encarnações e já puderam optar aquilo que nós vamos chamar de um caminho mais curto até Deus ou um caminho mais longo. Já puderam consultar sua consciência de forma intuitiva e começar a escolher um padrão de Minas Gerais amoroso ou um padrão também em Minas Gerais. egoístico. A ideia é, eu vou tender para o lado colaborativo ou eu vou tender para o lado competitivo. Essa escolha que cada um de nós faz determina os nossos objetivos nas próximas encarnações, nesse momento, nessa vida, naquele planeta, neste em todos. é o que nos move, o nosso objetivo, nosso interesse, a nossa meta. Por isso acontece que quando escolhemos o padrão na linha egoísta, vamos ter a necessidade de retornar para refazer o aprendizado no sentido amoroso, que é o que Deus nos lega como a expectativa do nosso desenvolv Vimento. Deus nos cria simples e ignorante e nos convida amorosamente para que sigamos esse padrão, desenvolvamo-lo e passemos a ter encaminhar nessa direção. Mas a gente lá pela necessidade do início, da proteção, da alimentação, da perpetuação da espécie, tendo um pouco mais do que o instinto como ferramenta, inteligência muito pequena, nos fizemos egoístas, pouquíssimo amorosos, por uma questão de sobrevivência e de estabelecimento. da raça humana. Mas isso passa, isso passou. Era de se esperar que junto com a evolução da inteligência viesse também a da moral. Mas é aí quando a gente começa a resvalar nessa nessa mudança, né, que não vai nos trazer bons resultados. Era para seguirmos o caminho da compreensão, da divisão, mas insistimos em manter ainda aqueles padrões que nos traziam o poder, a riqueza, o domínio. É quando o egoísmo fala mais alto e a gente se acostuma e não quer mudar o caminho. Então, seremos convidados. a repetir as nossas encarnações, as nossas vindas a esse planeta, né? No sentido de abrandarmos o coração.
o fala mais alto e a gente se acostuma e não quer mudar o caminho. Então, seremos convidados. a repetir as nossas encarnações, as nossas vindas a esse planeta, né? No sentido de abrandarmos o coração. Diz: "Olha, larga disso. O egoísmo tá na base de todos os vícios, de todos os nossos defeitos. Ele alimenta o orgulho, a vaidade por aí fora. Vamos deixar isso de lado e vamos seguir para cá. É nesse momento, obviamente que cada encarnação pode não ser uma encarnação do tipo: "Tá tudo bem, tá correndo tudo como deveria". Vem as dificuldades, né? as atribulações começam a aparecer pra gente questões que precisamos resolver que foram criadas anteriormente. Surgem os desafetos, a necessidade do acordo com eles, a necessidade de devolver ou de, né, de promover na sociedade aquilos aquilo que retiramos ou que não deixamos ir paraa frente ou não ajudamos. começam a surgir o que nós chamamos de expiações. E por que é planeta de provas e expiações? Porque a prova, como diz o nome, é um teste ou é um teste que me sugerido. Olha, eu acho que você já está em condições de validar esse seu aprendizado. Que tal passar por essa prova? É, eu acho que faz sentido. Eu vou me testar, ver se realmente já estou convicto dessa dessa postura. Eu já introjetei esse comportamento, já é um hábito. Eu aceito a prova ou eu me antecipo e apeço e posso ouvir um não como resposta. Não, ainda não é a hora. Você precisa se preparar um pouco mais. Então, provas são momentos de teste que me chegam por sugestão ou por solicitação para verificação minha. sobre um determinado comportamento que eu imagino ter adquirido. E a expiação, expiação, resgate, reparação involuntária. É quando eu sou obrigado, eu sou constrangido, eu sou posto a força, digamos assim, em situações que vão me obrigar ou deveriam me obrigar a pensar de forma diferente, demonstrando a necessidade de mudança de rota. E aí dói, dói. Aí dói porque era algo que eu não queria. Muitas vezes eu não esperava e no meu ponto de vista eu não concordo
pensar de forma diferente, demonstrando a necessidade de mudança de rota. E aí dói, dói. Aí dói porque era algo que eu não queria. Muitas vezes eu não esperava e no meu ponto de vista eu não concordo porque não aceito. E não aceito porque prefiro desenvolver o lado egoísta do que o lado amoroso. E os exercícios vão se acumulando. A Terra é uma escola. Os planetas são escolas e quando a gente passa por isso e não aprende, não aprende, não aprende, a gente tem um tempo de livre arbítrio para optar pelo não aprender. Nós temos um tempo de livre arbítrio para errarmos voluntariamente. E pior fica quando nós já temos a percepção de que o que estamos fazendo amoroso. A gente já sabe quando a gente já percebe que o que fazemos vai provocar a dor no outro, mas não nos afeta, não nos incomoda. Nós não nos importamos, só estamos preocupados conosco, o meu objetivo com o que eu quero. E aí eu tomo, eu pego, eu destruo, eu faço o que eu acho melhor para mim. Mas isso também tem um limite. E aí chega um momento em que eu sou convidado a pensar sobre isso várias vezes até eu entender como é que funciona. Deus não deixa que eu me perca nesse caminho do mal indefinidamente. Vire e mexe, eu sou trazido para uma situação que me fará pensar. Então, planetas como esse que têm esse tipo de situação, provas, expiações, como a Terra ou é, já estão no nível segundo, primeiro era o primitivo, que era muito mais difícil. A vida era quase que totalmente material, vida moral mínima, quase nenhuma, lei do mais forte, a dificuldade era imensa, inclusive do ponto de vista material. Hoje já já temos a Terra com muita tecnologia, com muita inteligência, relativamente falando ao nosso passado primitivo na Terra, mas ainda falta muito. Estamos agora em um processo, a Terra se encontra em um processo de migração, né, uma transição planetária, aonde no futuro breve nós deixaremos de estar na condição de planeta de provas de expiação e passaremos à categoria dos planetas de regeneração. E qual é a diferença? Bom, nos planetas
ção planetária, aonde no futuro breve nós deixaremos de estar na condição de planeta de provas de expiação e passaremos à categoria dos planetas de regeneração. E qual é a diferença? Bom, nos planetas de provas e expiação, o mal prevalece sobre o bem. Em outras palavras, há uma quantidade maior de espíritos, de pessoas que se interessam em manter a posição egoísta e um número menor de quem quer trabalhar com a posição altruísta, posição amorosa. No mundo de regeneração, é um mundo em que nós damos uma parada, é o momento do recreio nas cinco categorias. O regeneração, a a categoria regeneração tá no meio. É o momento do descanso. É um momento em que o espírito dá uma uma parada, digamos assim, nas lutas para refazer as forças. É o lanche da manhã. Teve duas aulas, parou um pouco no recreio, esfria a cabeça, volta a bater mais duas e termina a manhã dele, digamos assim. Ah, então todos estarão aqui? Não, não, não, não. Só estarão nesse momento de descanso e de refazimento das das das forças. Aqueles comprometidos com o caminho amoroso altruísta que leva a Deus. os colegas, os amigos, os amores, todos os nossos conhecidos, afetos e desafetos, todos nós que estivermos com o coração ainda interessado no caminho do egoísmo, vamos ser convidados a habitar um outro planeta para que continuemos o nosso aprendizado. Ninguém fica sem escola. E no planeta de regeneração, ainda há o mal. Ainda há o mal, mas numa escala muito menor. O bem sobrepuja o mal. Ainda temos mal, mas não aquele mal tão acirrado, né? Vamos dizer assim, não aquela maldade tão doída. A gente vai eliminar as guerras, a gente vai eliminar as grandes corrupções, a gente vai ter uma sociedade mais equilibrada, mais justa, não é perfeita ainda, mas já não teremos os tormentos das grandes preocupações, dos conflitos mundiais, das grandes discussões ideológicas que leva a sociedade para um lado, pro outro e sempre uma quantidade grande acaba acaba sofrendo as consequências no planeta em detrimento de outro que se
mundiais, das grandes discussões ideológicas que leva a sociedade para um lado, pro outro e sempre uma quantidade grande acaba acaba sofrendo as consequências no planeta em detrimento de outro que se privilegia. Então, o plano de regeneração dá uma trégua, traz uma calmaria, um momento de refazimento para todos, inclusive aqueles de nós que somos ainda pouco amorosos, que ainda ficamos com vontade muitas vezes de voltar ao caminho do egoísmo. Então, estamos lá para aprender e assim seguiremos. Finda esta etapa de aprendizado, sabe-se lá quantos mil anos pela frente, este planeta hipotético, né, passaria então ou passará a categoria dos mundos felizes. Ah, pode-se dizer que nos mundos felizes o mal nem existe mais, porque já não é mais o mal como nós conhecemos, são os defeitos. Não podemos dizer que o bem prevalece em 100%, porque nós ainda temos algumas limitações devido a um resto de imperfeição em cada um de nós, devido ainda à influência da matéria sobre o espírito durante a encarnação, por menor que seja. Mas é um mundo feliz, é um mundo praticamente onde se comparado com o nosso de hoje não não tem nenhum mal. É só felicidade, é só estudo e trabalho, sociedade equilibrada. Existe ainda o patrimônio? Existe, mas ele é devido ao trabalho legítimo e ninguém vai ficar desamparado por não ter o mínimo para viver. Existe a posição hierárquica, o comando, o controle e as decisões planetárias, né? Os os governos? Sim, mas esses representantes, esses diretores planetários ou de países, como queiramos chamar, lá estarão pelo seu mérito, pela sua capacidade moral e não por outros motivos. Quem vai dirigir vai dar o exemplo. Quem vai dirigir tem mais condição oral para isso. Ama mais. E são esses que nessa condição de planeta feliz, quando chegam nesse topo, que já não tem mais o que aprender lá, quando já expressaram todo o seu amor pela população com quem convivem, é que acenderão. O planeta vai também, mas os espíritos podem ir antes, independentemente, né? A gente não tá
o que aprender lá, quando já expressaram todo o seu amor pela população com quem convivem, é que acenderão. O planeta vai também, mas os espíritos podem ir antes, independentemente, né? A gente não tá preso a um planeta. Se um planeta evolui e nós não evoluímos, a gente muda de planeta. Se nós evoluímos antes, a gente pode mudar de planeta e o planeta fica, não tem problema. Mas no caso, né, mundos primitivos, provas de expiação, depois nós chegamos então a regeneração, mundos felizes agora e mundos celestiais, morada dos espíritos puros, dos espíritos depurados, dos anjos, como se diz, aqueles que não sofrem mais nenhuma influência da matéria, que pode se dizer não tem mais livre arbítrio, ou, melhor dizendo, não usam mais porque não erram. Eles são do time de Deus, do time de Jesus. O cara não pensa em outra coisa, não faz outra coisa que não seja cuidar do amor ao próximo. Ah, mas ele não estuda, ele não trabalha. Ele só estuda, ele só trabalha. Mas todo o seu estudo, todo o seu trabalho, todo o seu aprimoramento visa uma coisa, construir com Deus em prol dos outros. Então assim, gente, tenhamos a certeza, Terra não é o fim do mundo. O momento que vivemos não é o fim do mundo. Os mundos melhoram. Todos nós, né? Já passamos por momentos mais difíceis e vamos passar por momentos cada vez melhores. Temos essa confiança. Mantenhamos a certeza de que a terra não está abandonada. Jesus é o seu governador. Jesus está no leme desse barco e com certeza amanhã será um dia melhor. Vamos então à nossa prece de encerramento. Mestre Jesus, obrigado pelo teu apoio. Agradeço a intuição e inspiração dos bons espíritos ao longo das palavras que foram ditas e pedimos que essa alegria que nos vai no coração e nos anima a mente seja irradiada, Senhor, para os nossos lares, nossos locais de trabalho, por toda a terra. Abramos o coração. Deixemos que essa luz que tu nos envia se espalhe como um sinal de que os novos tempos chegaram e que tu vens com ele. Obrigado, mestre, e até o nosso próximo encontro. Que
a terra. Abramos o coração. Deixemos que essa luz que tu nos envia se espalhe como um sinal de que os novos tempos chegaram e que tu vens com ele. Obrigado, mestre, e até o nosso próximo encontro. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade.
a colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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