A VIDA FUTURA - Leandro Irigonhê [MOMENTOS DE REFLEXÃO]
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na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz. Olá, minhas irmãs e meus irmãos. Vamos iniciar nesta quinta-feira, no horário das 13 horas, uma sequência de palestras com título Momentos de Reflexão. Então, a ideia é que toda quinta-feira, às 13 horas, a gente possa trazer um um estudo que possa esclarecer um pouco mais sobre a nossa vida, sobre o que buscamos na Terra, os nossos anseios, as nossas expectativas em relação à continuação da vida. E assim, hoje, nesse início, nós vamos começar com o primeiro momento intitulado A vida futura. Nós vamos seguir daqui o Evangelho. Vamos buscar no Evangelho Segundo o Espiritismo o consolo, a orientação que Jesus nos deixou. Então, a gente vai ter sempre a parábola, a fala de Jesus e a explicação de Kardec, a explicação dos espíritos para que possam clarear o nosso entendimento, né? Convido a todos então para fazermos uma rápida prece, a fim de nos unirmos em pensamento à espiritualidade maior. Jesus, amigo de todas as horas, agradecemos pela presença dos irmãos espirituais, os nossos dirigentes, aqueles que nos inspiram, que nos estimulam a esse trabalho. Pedimos a eles que possamos todos nós recolher o carinho, a esperança que eles nos trazem e também saímos aqui com um pouco mais de compreensão sobre os teus ensinamentos. E com a tua permissão, nós passamos ao estudo dessa tarde. Que assim seja. Bom, no capítulo 2 do Evangelho Segundo Espiritismo, de título Meu reino não é desse mundo, nós vamos encontrar no item um diálogo de Pilatos com Jesus, que se encontra na Bíblia em João 18 33, 36 e 37. Olha o que diz lá. Pilatos, tendo entrado de novo no palácio e feito vir Jesus a sua presença, perguntou-lhe: "És o rei dos judeus?" Respondeu-lhe Jesus: "Meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse desse mundo, a minha gente houvera combatido para impedir que eu caísse nas mãos dos judeus. Mas o meu reino ainda não é aqui. Disse-lhe então Pilatos: "És pois rei?" Jesus lhe respondeu: "Tu o
fosse desse mundo, a minha gente houvera combatido para impedir que eu caísse nas mãos dos judeus. Mas o meu reino ainda não é aqui. Disse-lhe então Pilatos: "És pois rei?" Jesus lhe respondeu: "Tu o dizes, sou rei. Não nasci e não vim a este mundo, senão para dar testemunho da verdade. Aquele que pertence à verdade escuta a minha voz." Muito interessante a colocação de Jesus quando ele responde a Pilatos, ele diz que não, meu, eu sou rei, meu, mas o meu reino não é deste mundo. Se o meu reino não fosse daqui, né, o meu pessoal iria combater para evitar que eu fosse preso, né, que eu estivesse nessa situação. E ele termina assim a frase: "Mas o meu reino ainda não é aqui". Então o que que ele diz com essa frase? Meu reino ainda não é aqui. Ele nos dá duas ideias, né? que o reino dele não é geograficamente naquela região ou que ainda não era o tempo desse reino, era em outro local, em outro momento. Como ele já caminhava ali pela Galileia, como ele já falava desse reino de Deus, mas ele dizia que o reino ainda não era ali, ainda não é aqui. É, então se ainda não é aqui, é aonde? Mas ele dizia que era ali. Ele vinha trazer o reino de Deus. Como é que ele traz o reino de Deus para um lugar que não é aqui? É porque não era naquele momento, não era ali que se iria encontrar o reino dele. O reino dele iria se encontrar em outro local, em um momento posterior. Vamos ver o que o Kardec diz pra gente. Por essas palavras, Jesus claramente se refere à vida futura, que lhe apresenta em todas as circunstâncias como a meta que a humanidade irá ter e como devendo constituir objeto das maiores preocupações do homem na Terra. Gente, vida futura, meta para todos nós, preocupação, foco de todo homem na terra. Então, olha que que interessante. Ele ele lembra que a preocupação com a vida futura não é alguma coisa para se deixar para o fim da vida, vamos dizer. é uma preocupação para durante a vida. E por que então eu tenho que me preocupar com alguma coisa durante a vida e não quando a minha vida terminar, porque
a se deixar para o fim da vida, vamos dizer. é uma preocupação para durante a vida. E por que então eu tenho que me preocupar com alguma coisa durante a vida e não quando a minha vida terminar, porque eu não vou cuidar da minha futura futura vida quando eu chegar nela. por causa das das implicações, por causa das repercussões do que eu faço aqui e do que eu vou ter como consequência dos meus atos depois lá. É por isso que a gente tem que ter esse cuidado, essa atenção com a nossa vida futura durante a nossa vida presente. Ele diz em seguida, né, todas as suas máximas de Jesus, né, se reportam a esse grande princípio. Com efeito, sem a vida futura, nenhuma razão de ser teria maior parte dos seus preceitos. morais. Hum. De onde vem que os que não creem na vida futura, imaginando que ele falava apenas da vida presente, não os compreendem ou os consideram poeris? Bom, muito legal, porque na colocação que na explicação de Kardec, no raciocínio dele, ele chama atenção para o seguinte: sem a compreensão, sem a ideia de vida futura, não faz sentido o que Jesus falava. as suas máximas morais, os seus ensinamentos morais. De que adianta lembrarmos ou de que adiantaria lembrarmos das bem-aventuranças? Bem-aventurados aflitos, bem-aventurados críce de justiça, bem-aventurados os os humildes, os povos de espírito, sempre colocando nessas bem-aventuranças a recompensa no futuro. Por não cumprir ou porque cumprir os mandamentos de Deus? Por que está preocupado com as coisas que Jesus falava? Elas só fazem sentido quando o nosso comportamento de hoje vai ter uma reação, né? É, é, é a história do plantil e da colheita. Mas se eu não vou ter retorno do que eu faço, para que amar os inimigos? Para que perdoar? Minha vida acabou. Acabou. Então, só faz sentido o que Jesus falava quando a gente se atalhe. Ele vem falar do nosso comportamento na Terra, da nossa maneira de agir aqui, mas nos lembrando, isso tem implicações futuras conforme a gente se comporta aqui, né? nosso comportamento, a nossa
talhe. Ele vem falar do nosso comportamento na Terra, da nossa maneira de agir aqui, mas nos lembrando, isso tem implicações futuras conforme a gente se comporta aqui, né? nosso comportamento, a nossa maneira de ser, conforme será a nossa situação depois. A gente consegue compreender isso aqui dentro de um certo espaço de tempo. Por exemplo, conforme eu me porto na escola, conforme será a minha situação ao final do ano. Então, estudei, me dediquei, corri atrás, como se diz, o resultado será bom. ao final do ano escolar e ao final dos anos escolares, eu teria uma condição de instrução melhor para me colocar frente aos desafios da vida. É a mesma coisa. Jesus vem nos alertar de que existe uma vida futura, que o reino dele não está aqui, o reino dele está lá. E para fazer parte desse reino, a gente tem que seguir as dicas, né, os ensinamentos que o mestre deixou pra gente. Na sequência aqui, o que que vamos ter aqui? Assim, é, ele continua aqui, né, esse dogma, né, essa essa ideia, essa ideia da vida futura de que não é aqui o reino dele, o reino dele é lá. Portanto, pode ser entendido como o eixo do ensino do Cristo. Ou seja, Jesus vem trabalhar, vem nos trazer a orientação para a vida futura. Todo o trabalho dele é no sentido de que nós devemos proceder de uma certa maneira durante a nossa vida terrena. para que após ela nós tenhamos os frutos que desejamos. Então esse é o eixo de trabalho de Jesus, é alertar para a nossa maneira de ser para que no futuro o resultado seja positivo. É que ele tem de ser o ponto de mira de todos os homens, né? Só ele justifica as anomalias da vida terrena e se mostra de acordo com a justiça de Deus. Se eu não entendo vida futura, eu muitas vezes não vou compreender a vida presente. Que Jesus vai explicar mais na frente, nós vamos ver isso na nos próximos encontros, das quintas-feiras às 13 horas, quando nós falarmos da necessidade de nascermos de novo na terra. Porque Jesus não nos dá uma única oportunidade de aprendizado. Ele sabe que isso é difícil, é impossível, né?
ntas-feiras às 13 horas, quando nós falarmos da necessidade de nascermos de novo na terra. Porque Jesus não nos dá uma única oportunidade de aprendizado. Ele sabe que isso é difícil, é impossível, né? Todos nós precisamos passar várias vezes pelo aprendizado, nem que seja pelo fato de aprendermos na primeira vez, fixarmos na segunda, praticarmos na terceira, avaliarmos na quarta, né? reforçarmos a ideia na quinta, passarmos a divulgá-la na sexta encarnação. Quer dizer, em vários momentos da nossa vida, a gente vai precisar repassar para aquele ponto até para avaliá-lo. Sendo assim, a gente vai para o plano espiritual, né? Passam tempo lá vivindo a nossa vida. Voltamos à terra, voltamos à escola para os aprendizados, as tarefas necessárias para a nossa evolução. Aqui é o nosso campo experimental, aqui é o nosso laboratório. Feito o trabalho, terminado o serviço, a tarefa, a gente retorna pra nossa vida. E nesses, nessas vidas e vindas é que vamos compreendendo que os ensinamentos de Jesus são o norte para que na vida futura, para que no nosso retorno, todas as vezes que retornarmos à nossa vida, estejamos numa condição melhor do que a condição que aqui estivemos. E também para compreendermos que muitas vezes o que estamos vivendo aqui no momento ainda é um resquício, um resto das consequências do nosso plantil indevido. Não agir como deveria numa vida, em uma outra eu vou ter que aprender a agir de forma correta. E às vezes essa vida futura não vai ser tão doce quanto a gente imagina, né? Quem planta vento colhe tempestade, não colhe calmaria. É nesse sentido. E Jesus vem justamente para nos orientar sobre o que plantar, porque ele avisa o que vamos colher. Aí ele continua aqui, né, no num num próximo tópico. Ele ele diz assim: "Apenas ideias muito imprecisas, muito imprecisas, não eram ideias claras. Tinham os judeus acerca da vida futura. Os judeus já sabiam da vida futura? Sabiam, mas olha como eles pensavam. Acreditavam nos anjos. considerando-os seres privilegiados da criação, né? Então, tem
. Tinham os judeus acerca da vida futura. Os judeus já sabiam da vida futura? Sabiam, mas olha como eles pensavam. Acreditavam nos anjos. considerando-os seres privilegiados da criação, né? Então, tem uma vida futura, tem os anjos, mas eles são seres que Deus criou diferente da gente, né? São seres especiais. Não sabiam, porém, que os homens podem um dia tornar-se anjos e partilhar da felicidade deles. Eles não compreendiam na época que o que se chamava de anjo, o que se imaginava como anjo do Senhor, era apenas um irmão, filho de Deus como nós, um espírito, uma pessoa que já havia caminhado muito antes da gente, que já havia se melhorado muito, que já havia esse desfeito das suas dificuldades, dos seus desvios, que já havia optado pelo caminho do bem, irmãos, como Jesus. E muito menos eles iriam adivinhar que um dia poderiam chegar lá. Então, dá pra gente ver que as ideias que eles tinham eram ideias limitadas, bem certas a respeito da vida futura. Olha só aí o Kardec continua aqui falando dos judeus no sentido do da compreensão deles em relação a essa recompensa. Se eu observo a lei de Deus, se eu sigo a lei de Deus, e vale lembrar que Jesus chegava justamente para, como tá no capítulo um e do evangelho, não vim destruir a lei, a lei de Moisés, a lei de Deus, né, o Velho Testamento, mas sim cumpri-la, dar-lhe cumprimento. Então, Jesus veio mostrar que aquela lei tinha lá seus equívocos. e chamar a atenção para o ponto principal a respeito de Deus, que era o amor. O Deus deixa de ser um Deus de poder, um Deus vingativo, um Deus cruel, um Deus terreno, material, e passa a ser um Deus de amor, de piedade, de perdão. Então, essa é uma mudança significativa que Jesus trouxe. Mas vejamos aqui a situação dos judeus aqui. Segundo eles, a observância das leis de Deus era recompensada com os bens terrenos. Olha que interessante, com a supremacia da nação a que pertenciam, com vitórias sobre os seus inimigos. E as calamidades públicas e as derrotas eram o castigo da desobediência à aquelas
bens terrenos. Olha que interessante, com a supremacia da nação a que pertenciam, com vitórias sobre os seus inimigos. E as calamidades públicas e as derrotas eram o castigo da desobediência à aquelas leis. Perceberam? Deus recompensa que se eu sigo a lei de Deus, eu serei vitorioso nesta vida. Se algo de ruim está acontecendo, é porque eu não estou entendendo Deus. Eu não estou fazendo o que Deus quer que eu faça, mas a visão, a limitação dessa visão é em relação a vida material. É aqui, enquanto eu tô vivo, eu tenho que receber isso. A recompensa divina agora era esse o entendimento que se tinha. E por quê? Aí Kardec continua aqui falando de Moisés. Moisés não pudera dizer mais do que isso a um povo na época, né, que Moisés vem trazer as informações. Um povo pastor e ignorante que precisava ser tocado, antes de tudo, pelas coisas desse mundo. Então, Moisés traz a ideia da recompensa do do efeito da sua ação, né, da reação da das consequências dos seus atos em relação a Deus. Se você cumpre o que Deus manda, você será beneficiado. Se você não cumpre, você será prejudicado. Então, era necessário que tivéssemos uma proa, um norte. Olha, vamos seguir as leis de Deus, porque se nós agirmos conforme Deus pede, tá tudo bem. Se nós não agirmos, tá tudo mal. Era o necessário na época, era o suficiente. Sim. Se passasse disso não dava. Se naquela época 10 mandamentos já era difícil de cumprir, de entender, havia toda uma discussão a respeito das leis mosaicas, porque misturava-se as leis religiosas com as leis civis. Tudo era uma lei só, passivo de interpretação pelos doutores da lei. Se fosse algo tão claro, tão fácil de se seguir, tão imediato, todo mundo iria simplesmente seguir os 10 mandamentos e viver em paz uns com os outros. Mas a gente não conseguia porque nós colocávamos o nosso dia a dia, as nossas crenças, as nossas práticas, as nossas crendices misturadas com o ensinamento moral que levava a Deus. Como a gente misturava tudo, era natural que o nosso foco estivesse em um Deus que fosse me trazer
renças, as nossas práticas, as nossas crendices misturadas com o ensinamento moral que levava a Deus. Como a gente misturava tudo, era natural que o nosso foco estivesse em um Deus que fosse me trazer a supremacia. Na época os judeus pensavam assim, né? A supremacia sobre os demais povos. Nós somos o povo de Deus e vamos herdar a terra. Que terra? Terra, terra que eu oro, essa terra daqui. Nós vamos vencer os inimigos, vamos dominar o mundo todo, porque nós somos os filhos de Deus, os outros serão aniquilados. O Deus guerreiro. Era essa a ideia. Aí vem Jesus para dar um pouquinho mais de informação. Olha o que acontece. Jesus, porém, lhes revelou que há outro mundo onde a justiça de Deus segue seu curso. É esse o mundo que ele promete aos que cumprem os mandamentos de Deus e onde os bons acharão sua recompensa. Aí o seu reino, lá é que ele se encontra na glória e para onde voltaria quando deixasse a terra. Então Jesus já já chega dizendo: "Olha, meu reino não é deste mundo. Eu não vim destruir a lei. Eu vim cumpri-la, eu vim esclarecê-la, explicá-la. Eu vim dar um norte para vocês. Eu vim falar um pouco mais de que não é bem por aqui, não é bem assim. O reino de Deus é lá, né, digamos assim, do outro lado, em outra dimensão. Não é agora, não é aqui. Imagina como isso não foi confuso pra época, como isso não nos irritou, né, digamos assim, na época tudo estabelecido, tudo andando, tudo conforme a gente tá acostumado na nossa zona de conforto durante centenas de anos e aparece um sujeito falando que não é bem assim, que precisamos amar os inimigos, que precisamos perdoar. que o importante não é a vida material, que a supremacia dos que seguem a lei de Deus não é supremacia material, supremacia espiritual, não é supremacia, supremacia física, é moral, não é a força, é o amor. E não é aqui. É, quer dizer, é aqui também, mas a vida verdadeira não é essa. A vida futura, ele falava da vida verdadeira. Interessante. Jesus, então, conformando seu ensino com o estado dos homens de
não é aqui. É, quer dizer, é aqui também, mas a vida verdadeira não é essa. A vida futura, ele falava da vida verdadeira. Interessante. Jesus, então, conformando seu ensino com o estado dos homens de sua época, não julgou o conveniente dar-lhes luz completa, percebendo que eles ficariam deslumbrados, visto que não a compreenderiam. limitou-se a, de certo modo, apresentar a vida apenas como um princípio, como uma lei da natureza, a cuja ação ninguém pode fugir. Todo cristão, pois, necessariamente crê na vida futura, mas a ideia que muitos fazem dela é ainda vaga, incompleta e, por isso mesmo, falsa em diversos pontos. Para grande número de pessoas não há a tal respeito, mais do que uma crença balda de certeza absoluta, né? Tá faltando alguma coisa. De onde que vem as dúvidas e mesmo a incredulidade? Como Jesus não pôde esclarecer tudo, não dava para falar do plano espiritual, da vida espiritual, de uma série de coisas para quem mal compreendia a sua situação na Terra. Nós já não tínhamos muito eh a noção do reino de Deus, pensávamos nele de forma material. Tudo que imaginávamos estava aqui. Tudo o que queríamos e pretendíamos estava aqui. Jesus chega e diz: "Olha, não é bem assim. O Deus não é o Deus bruto, é o Deus suave, não é o Deus da guerra, é o Deus do amor, do perdão, do amparo, da tolerância, da caridade. Isso já deixou as pessoas confusas e, como vimos, muito irritadas na época. Não entenderam, não gostaram. Uns poucos que o compreenderam o seguiram, os que entenderam a mensagem. Imagina se ele tivesse explicado o que o espiritismo explicou aí que ia dar um nó na cabeça de todo mundo. Então ele falou por parábolas, apontando, mostrando a direção do que é que ele queria falar, tirando o nosso foco daqui e colocando o nosso foco nas coisas da vida futura, nas coisas de Deus, no reino dele que não era aqui, que era depois a morte em outro lugar. Aí chega o espiritismo, né? Moisés vem primeiro, nos traz ali a ideia básica de como nos comportarmos. Jesus vem depois,
de Deus, no reino dele que não era aqui, que era depois a morte em outro lugar. Aí chega o espiritismo, né? Moisés vem primeiro, nos traz ali a ideia básica de como nos comportarmos. Jesus vem depois, traz o amor, amansa aquela aquela ideia da força bruta, mostra que o reino de Deus não é aqui, é lá. confirma isso e diz: "Ó, eu venci a morte quando ele volta, mostrando que a vida continua, deixa as suas parábolas, conta suas histórias, nos dá um direcionamento e promete o consolador." 2000 anos depois, quase chega o Espiritismo, consolador prometido. E olha o que acontece aqui no texto do Kardec. O espiritismo veio completar nesse ponto, como em vários outros, o ensino de Cristo, fazendo quando os homens já se mostravam maduros bastante para aprender a verdade. Com o Espiritismo, a vida futura deixa de ser simples artigo de fé, mera hipótese. torna-se uma realidade material e os fatos demonstram, porquanto são testemunhas oculares os que a descrevem nas suas fases, todas e em todas as suas peripécias. e de tal sorte que além de impossibilitarem qualquer dúvida a esse propósito, facultam a mais vulgar inteligência a possibilidade de imaginá-la sob seu verdadeiro aspecto. Como toda a gente imagina um país cuja pormenorizada descrição leia. Ora, a descrição da vida futura é tão circunstanciadamente feita, são tão racionais as condições ditosas ou infortunadas da existência dos que lá se encontram, quais eles próprios pintam, que cada um aqui a seu mace a si mesmo que não pode ser de outra forma, porquanto, assim sendo, patentifica a verdadeira e a justiça de Deus. Então, o que acontece com o espiritismo quando se comprova a continuação da vida através da comunicação com os espíritos. Então, dentro dos princípios da doutrina espírita, a existência de Deus, a existência dos espíritos, a comunicação entre os espíritos, as várias moradas, né, os vários planetas e as várias vidas, a reencarnação. Com essa possibilidade de comunicação, com esse contato com os espíritos, nós temos a informação
icação entre os espíritos, as várias moradas, né, os vários planetas e as várias vidas, a reencarnação. Com essa possibilidade de comunicação, com esse contato com os espíritos, nós temos a informação diretamente da boca deles, contando como cada um colheu o que plantou. Eles vêm descrever a sua vida. Eles nos trazem detalhes pormenores, não nos deixam dúvida alguma se alguma coisa não tinha ficado clara, agora tá na luz do sol. Então, gente, vida futura é um assunto para nós muito tranquilo a partir de hoje. Se ficou alguma dúvida, vamos voltar no Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 2, itens 1, 2 e 3, para relermos e meditarmos a respeito. Então, momentos de reflexão hoje com o episódio um, a vida futura chega ao final. E vamos então à nossa prece. de encerramento antes do passe. Jesus, irmão que nos assiste o tempo todo, bons espíritos que nos acompanham, nos intuem, nos dirigem. Agradecemos pela oportunidade de aqui estarmos e pedimos que nosso coração se mantenha ligado ao alto tanto quanto possível para que nós sejamos pessoas melhores, não necessariamente para nós em primeiro lugar, mas que sejamos pessoas melhores para os nossos semelhantes. Queremos e precisamos seguir os ensinamentos que o mestre veio nos deixar. E assim, Jesus, com a tua permissão, encerramos mais esse momento de estudo, dando graças ao Pai pela vida. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável,
tilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento,
nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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