MOISÉS, JESUS E O ESPIRITISMO - Leandro Irigonhê [MOMENTOS DE REFLEXÃO #03]

Comunhão Espírita de Brasília 06/06/2025 (há 10 meses) 41:45 288 visualizações

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Transcrição

Senhor, estou aqui para agradecer de coração. A paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz. Sejam bem-vindos a mais um momento de reflexão. Hoje com o tema Moisés, Jesus e o Espiritismo. E como sempre fazemos, vamos iniciar o nosso estudo pedindo a Jesus que nos auxilie. Mestre amado, obrigado pela oportunidade que nos é dada de estudar, de compreender mais um aspecto dos teus ensinamentos. Estão certos do teu amparo, da tua assistência. Iniciamos o encontro de hoje, dando graças à vida. Que assim seja. Bom, meus amigos, no capítulo primeiro do Evangelho Segundo Espiritismo, logo no início da obra, esse esse capítulo intitulado Não vim destruir a lei, o primeiro item traz a a eh uma parte da Escritura, uma parte da Bíblia que se encontra em Mateus, capítulo capítulo 5, versículos 17 e 18. E o que é que diz nessa parte da Bíblia? É Jesus falando assim: "Não penseis que eu tenha vindo destruir a lei ou os profetas. Não os vim destruir, mas cumpri-los. Porquanto em verdade vos digo que o céu e a terra não passarão sem que tudo o que se acha na lei esteja perfeitamente cumprido, enquanto reste um único iota e um único ponto. Bom, desse pedaço aqui a gente pode entender muita coisa, pode não entender outras tantas. Mas o que o Cristo pretendeu dizer com não vim, né, não vim destruir a lei, mas fazê-la cumprir, cumprir-se, se ao mesmo tempo o Cristo indicou novos caminhos, revogou uma série de comportamentos, dito como eh, plausíveis paraa época. É aí que a gente vai ter que voltar um pouquinho na história. Os hebreus estavam numa escravidão no Egito. E Moisés, o seu libertador, os tira do Egito e os conduz pelo deserto até a Palestina. Mas essa condução leva 30 anos. Imagine então um povo sem uma identidade social, sem uma cultura propriamente estabelecida ao longo de centenas milhares de anos, porque tinham sido escravos na Babilônia, depois tinham tinham sido escravos no Egito. Então, era um povo

idade social, sem uma cultura propriamente estabelecida ao longo de centenas milhares de anos, porque tinham sido escravos na Babilônia, depois tinham tinham sido escravos no Egito. Então, era um povo que estava acostumado a ser escravo, tinha vivido sob a de outros povos e tinha trazido para si, tinha incorporado para si também algumas das culturas dos outros povos. parte da cultura tão no deserto, estão num numa condição meio de descontrole do que pode ser feito, que pode prejudicar ou não os outros. Se libertaram, estão soltos. E agora, como vamos estabelecer a nossa sociedade? Em que bases nós vamos seguir? É então que Moisés recebe no Monte Sinai os 10 mandamentos. Então, começa a história, digamos assim, das leis mosaicas após esse primeiro recebimento. Então, vamos dizer assim, Moisés recebe de Deus os 10 mandamentos. Esses 10 mandamentos são de origem divina e eles são imutáveis. Olha só que interessante, rapidamente o que eles dizem aqui. Amar a Deus sobre todas as coisas, porque ele é o Senhor, vosso Deus, que vos tirou do Egito. Não tereis diante de mim outros deuses estrangeiros. Ele vai continuando, né? No do No dois, não pronunciareis em vão o nome do Senhor vosso Deus. Três, lembrai-vos de santificar o dia de sábado. Honrai a vosso pai e a vossa mãe. Não mateis. Não cometais adultério. Não roubeis. Não presteis falso testemunho. Não desejais a mulher do próximo. Não cobiceis a casa do próximo. Nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu as, nem qualquer coisa que lhe pertençam. Então, começa aí a orientação para a organização do povo hebreu, mas faltava mais, faltavam mais detalhes, faltava organizar muito mais. Moisés então começa a promulgar as suas leis, as suas leis civis, digamos assim. Mas como é que ele ia fazer isso e esperar que o povo desorganizado, desordenado, rebelde por natureza ali naquele momento conseguisse unir em torno de um pensamento qualquer e executar o que estava previsto, o que se esperava da sociedade? Moisés teve que colocar tudo

desordenado, rebelde por natureza ali naquele momento conseguisse unir em torno de um pensamento qualquer e executar o que estava previsto, o que se esperava da sociedade? Moisés teve que colocar tudo na conta de Deus. É tudo lei divina. Na verdade, Moisés recebe os 10 mandamentos e dali paraa frente, Moisés começa a criação de suas leis civis, mas falou: "Olha, gente, é tudo divino e nós temos que seguir isso aqui ao pé da letra e assim se vão mais de 500 anos até que Jesus chega." Então, nós temos aí um organizador da vida civil hebreia, os hebreus, que começa com os 10 mandamentos, que tem origem divina e coloca em volta, né, uma couraça de leis civis para atender as necessidades do comportamento e da convivência na terra. Mas como é que tendo Moisés recebido na primeira parte, na parte divina, leis que diziam: "Não matarás", pode depois nas suas leis civis indicar o apedrejamento, a morte, o conflito. com os adversários não faz muito sentido. Então eles tinham naquela época e precisavam para poder aceitar que era tudo um um conjunto de leis divinas, eles tinham a ideia de que um Deus era um Deus poderoso, terrível, um Deus vingativo, um Deus que exigia o cumprimento ao pé da letra das suas vontades. E dentro desse ponto de vista, eles foram caminhando, tornando-se muitas vezes excessivamente, vamos chamar de letristas, né? tomando a lei ao pezinho da letra, esquecendo detalhes importantes quando se falava de ter um olhar mais amigável para com o próximo. De certa maneira, desenvolveu-se um um ponto de vista meio que egoísta. Eu atendo a Deus e depois o que tiver a gente vai poder botar na conta dos outros se o se o que tiver paraa frente não for bom, porque eu estou escusado, eu sou o cumpridor da lei. Então, era mais um jogo de vamos seguir o que está definido para a vida aqui na Terra, achando que o nosso Deus vai nos levar para um mundo melhor após a nossa passagem por aqui. A ideia básica era essa. E aí nós temos, dentre as várias facções, né, dos dos hebreus ali, dos

ui na Terra, achando que o nosso Deus vai nos levar para um mundo melhor após a nossa passagem por aqui. A ideia básica era essa. E aí nós temos, dentre as várias facções, né, dos dos hebreus ali, dos judeus, dos dentro do próprio povo, você tinha origens diferenciadas para a formação de grupos que eram ligeiramente diferentes ou às vezes bastante diferentes? Um deles era os fariseus. E os fariseus estudavam muito a lei, se inteiraram muito dela e viraram uma espécie de guardiões da lei. Eram quem tomavam conta do do templo de Jerusalém, das sinagogas, ditavam o que era certo e o que era errado. Eles tinham a lei na mão. E nessa época a lei religiosa e a lei civil era uma coisa só. Tava todo mundo debaixo do mesmo guarda-chuva. Então os legisladores, os juízes, eram também os sacerdotes. Tinham um controle muito grande. E assim a tradição de Moisés seguia. Mas isso não tava trazendo ainda um avanço para o mundo. Nós tínhamos vários povos com um pensamento politeísta, vários deuses. Nós tínhamos um Deus para cada situação climática. Nós tínhamos deuses para situações do dia a dia e já tínhamos aí o povo hebreu com a ideia monoteísta, um único Deus. Mas a ideia era que esse Deus traria aos hebreus a supremacia sobre os demais. O meu Deus vai guerrear com o resto do mundo e nós seremos os vencedores. Nós herdaremos a terra. Essa era a ideia que se tinha dentro do judaísmo, a época que Jesus chega. E Jesus chega e diz: "Olha, eu não vim, eu não vim destruir a lei". Hum. Mas fazer com que fosse cumprida. Fazer com que fosse cumprida. Como não estamos cumprindo a lei. E aí é que não entenderam o que Jesus dizia. Porque o cumprir a lei era o cumprir a lei divina. Era a parte que tinha vindo do mais alto para orientar a formação daquela sociedade e não as leis mosaicas. É por isso que Jesus quando interpelado no templo de Jerusalém, se ele conhecia o primeiro mandamento e ele é longo porque ele fala que eu sou o Senhor seu, né, vosso Deus que vos tirou do Egito, não fareis

isso que Jesus quando interpelado no templo de Jerusalém, se ele conhecia o primeiro mandamento e ele é longo porque ele fala que eu sou o Senhor seu, né, vosso Deus que vos tirou do Egito, não fareis imagens de outros deuses, tal, etc. Ele fala o seguinte: "Olha, amarás o Senhor, teu Deus sobre todas as coisas. Este é o primeiro mandamento, já ligeiramente diferente do que estava nas leis mosaicas. E aí tendes o segundo, parecido com o primeiro. Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Opa, já ficou interessante. Tá um pouco diferente dos 10 mandamentos. a interpretação que Jesus dá. E ele então faz uma terceira afirmativa. Aí estão contidos toda a lei e os profetas. O que Jesus disse então para nós que toda a lei civil, os profetas que descreviam a sua chegada, tudo o que precisávamos saber desde essa época de Moisés até o presente, até a presente chegar a dele, eram duas coisas que importavam: ter a consciência de Um Deus único, supremo, ao qual devemos obediência, muito mais que obediência, né? Amor, buscar compreendê-lo na medida das nossas possibilidades, aceitá-lo, nos submeter a Deus, aceitar a vida como a vida é do ponto de vista das determinações divinas. Então, amar a Deus sobre tudo, porque toda a nossa vida, todo o universo é uma emanação, é uma criação divina. Então, se ele é o pai do universo, é o pai de nós todos, é o pai de tudo, segundo a questão primeira do livro dos espíritos, é a inteligência suprema e a causa primária de todas as coisas, então nós precisamos, não tem palavra melhor, amar a Deus sobre todas as coisas. Isso é a nossa principal obrigação na vida, o tempo todo. Mas como nós temos como princípios básicos do Espiritismo, a existência de Deus, a existência dos espíritos, né, das pessoas, das almas, como queiram, a comunicação, a possibilidade de comunicação, né, entre os espíritos, as muitas vidas que nós temos e os muitos planetas habitados. Então, tudo isso traz uma importância muito grande para a segunda frase de Jesus. Amar ao próximo como a ti

cação, né, entre os espíritos, as muitas vidas que nós temos e os muitos planetas habitados. Então, tudo isso traz uma importância muito grande para a segunda frase de Jesus. Amar ao próximo como a ti mesmo. Então, não é só eu imaginar que eu tenho que amar o próximo, porque poderia passar batido e eu esquecer de mim. Ah, mas isso não é uma postura egoísta, não. Não é o como a ti mesmo. É dizer que você também precisa estar nessa condição do amor. Você tem que amar a si tanto quanto você tem que amar o próximo. E você tem que amar o próximo da mesma forma que você se ama, pretendendo o melhor para si mesmo. Então, tem que pretender o melhor para o outro. Não vamos fazer ao outro aquilo que não queremos que nos façam. Essa é a ideia. Então, amar a Deus sobre todas as coisas, vem Jesus dizer: "Io ao próximo como a ti mesmo." Ele preservou a ideia central das leis divinas que Moisés tinha trazido. Sim. Só que ele veio fazê-la cumprir. Ele pegou a letra, ele pegou a lei que chegou com Moisés e ele coloca essa lei em ação. Eu sei que vocês estão um pouco confusos, mas eu vou mostrar como é que se faz. E ele parte para explicação, né, para a ampliação do que Moisés vinha trazer como germe. E diz: "Olha, eu vou desenvolver isso que tá lá. Eu vou dizer para vocês como é que nós devemos viver. Mas eu não vou só dizer, eu vou dar o exemplo e para mostrar o quão poderoso Deus é, o quão fora da nossa possibilidade de compreensão, ele está. Eu vou realizar algumas ações que vocês não podem realizar porque ainda não conseguem compreender esse Deus e vivenciar a vida da forma como eu vivencio. É o que nós chamamos muitas vezes de milagres. Na verdade, são ações normais, naturais, para o nível espiritual de Jesus. Então, Jesus veio, veio veio colocar no centro de toda a nossa vida Deus. Mas que Deus? O Deus vingativo, o Deus guerreiro de Moisés. Não, ele veio revelar um Deus amoroso, um Deus de amor, um Deus de perdão, um Deus de misericórdia, um Deus de indulgência. É certo que muita gente não

s? O Deus vingativo, o Deus guerreiro de Moisés. Não, ele veio revelar um Deus amoroso, um Deus de amor, um Deus de perdão, um Deus de misericórdia, um Deus de indulgência. É certo que muita gente não gostou e mais certo ainda que muitos de nós não entendemos nada na época. E por quê? Porque nós ouvíamos e víamos com o ouvido e com os olhos. Por isso que Jesus muitas vezes dizia: "Aqueles que têm ouvido de ouvir que ouçam". Mas é claro, se eu estou falando para as pessoas, as pessoas têm ouvido, elas estão ouvindo. Elas estão ouvindo, mas elas não estão entendendo, não estão assimilando. Olha, olha a importância de Jesus quando diz: "Eu vim fazer a lei cumprir-se". Ele veio exemplificar para ver se a gente vendo e sentindo o que ele fazia, passássemos a sentir também com o nosso coração, a absorver os seus ensinamentos, a sentir-los no fundo de nossa alma e não apenas ouvir e ver com o coração fechado. sem que pudéssemos perceber e desfrutar de um enorme amor que ele veio exemplificar e trazer pra gente. Bom, ele passou lá um tempo, conversou com a gente, dizem que aproximadamente 3 anos, falou, exemplificou, não dava para falar muita coisa também, não é? Então, o que é que eu vou fazer, já que eu não consigo falar tanto para as pessoas que não compreendem as coisas simples que eu estou dizendo, ele passa a usar de parábolas. Os discípulos perguntam a ele, mestre, por que que o senhor fala por parábolas? Pela incompreensão das pessoas. Não conseguem entender, não conseguem assimilar. Sabe aquela história quando a gente não aceita uma coisa, quando a gente não abre o coração, podem argumentar, podem falar, a gente pode ver que não adianta, a gente não aceita a ideia, a gente não quer aceitar. No fundo, a gente não não quer ter que sair, né, da nossa posição, nosso lugar de conforto, nossa zona de conforto e ter que parar, prestar atenção, introjetar aquele novo conhecimento que vai seguramente mudar a gente por dentro. A não quero. Então Jesus fazia o seguinte, ele

r de conforto, nossa zona de conforto e ter que parar, prestar atenção, introjetar aquele novo conhecimento que vai seguramente mudar a gente por dentro. A não quero. Então Jesus fazia o seguinte, ele contava historinhas que faziam referência ao dia a dia das pessoas. E aí, mal ou bem, a gente registrava o ensinamento e ficava com aquela historinha na cabeça. Vai dar o que pensar. E deu o seu amor era tão grande, a sua capacidade divina é tão grande o trabalho que veio fazer que Jesus não passou pra história como uma pessoa que fazia coisas diferentes na sua época ou que foi um revolucionário, um uma pessoa que realizava entre aspas, milagres e curas. Jesus manteve vivo o seu evangelho a boa nova, impregnando esse planeta e a todos nós com o seu amor, com como legítimo representante do Pai. Eu e o Pai somos um. E eu não vim aqui senão para testemunhar sobre essas coisas. Então nós saímos de Moisés, que foi importante, trouxe as diretrizes básicas, trouxe a lei, trouxe ali uma justiça severa, trouxe um ordenamento. Mais tarde chega Jesus e disse: "OK, nós já temos aí a base, mas eu queria esclarecer uma coisa. O que conta não é a dureza, não é o egoísmo, não é a supremacia terrena de uns sobre os outros, de um povo sobre outros. O que conta é a vida espiritual. Nossa vida verdadeira não é aqui. Meu reino não é deste mundo. A vida com o Pai é lá e não aqui. Então vamos nos preparar para vivermos lá. E para vivermos lá, nós precisamos amar. Precisamos amar a Deus sobre todas as coisas. Precisamos amar ao próximo como a nós mesmos. E Jesus segue nessa toada nos seus 3 anos. Quando ele tá indo embora já na última ceia, ele diz aos apóstolos, né, aos discípulos que ainda não eram apóstolos: "Se me amais, guarda essas minhas palavras. Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Então lá atrás ele diz amar a Deus sobre todas as coisas, depois amar o próximo como a ti mesmo. Mas fica ali uma dúvida, ou talvez pudesse ficar uma dúvida. Amar como a ti mesmo. Como assim? Eu tenho que amar igual eu amo a

mar a Deus sobre todas as coisas, depois amar o próximo como a ti mesmo. Mas fica ali uma dúvida, ou talvez pudesse ficar uma dúvida. Amar como a ti mesmo. Como assim? Eu tenho que amar igual eu amo a mim, eu tenho que amar o próximo. Ou eu tenho que amar ao próximo e também tenho que amar a mim. Ou eu tenho que fazer as duas coisas. E mesmo que eu tenha que amar ao próximo com amo a mim, como é que eu faço isso? Como é que eu pego o amor que eu tenho por mim e eu coloco no amor que eu tenho pelo próximo? Se eu não tenho muito amor pelo próximo? Como é que são essas coisas? Eu não tô entendendo bem, não. Não ficou muito claro. Quando ele sai, ele fala: "Olha, vou deixar assim: "Deixo-vos um novo mandamento". Que novo mandamento? Ele havia reduzido tudo a dois, lembram? E agora ele deixa um terceiro, deixa-vos um novo mandamento. Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Então ele se coloca como modelo. Para quem não tinha entendido ainda, fala: "Olha, eu sou o modelo. Eu sou o caminho, a verdade e a vida. E ninguém vai ao Pai senão por mim". Quer saber como amar o próximo? Veja como Jesus nos amou. Quer saber como amar a si? segue o mesmo procedimento. E ele foi-se embora e disse que enviaria um consolador, porque nós não tínhamos ainda entendido direito, não podíamos compreender coisas que ele poderia falar e não pôde falar na época. E esse consolador, que é o espírito de verdade, vos relembrará o que foi dito, explicará todas as coisas e ensinará outras tantas que vós não podeis compreender por agora. Então, na metade do século XIX, como predito por Jesus, chega a doutrina dos espíritos. Moisés personnifica a chegada da lei. Jesus significa a chegada do Deus amoroso. E o espiritismo, ou seja, a doutrina dos espíritos, que não tá focada numa pessoa, mas é comandada por Jesus, significa o reavivamento do Cristo na terra, em nossos corações. O Espiritismo vem nos lembrar do que Jesus dizia. vem esclarecer o que lhe disse à época e nós não compreendemos direito e vem

r Jesus, significa o reavivamento do Cristo na terra, em nossos corações. O Espiritismo vem nos lembrar do que Jesus dizia. vem esclarecer o que lhe disse à época e nós não compreendemos direito e vem fazer mais, vem mostrar a relação que existe entre o plano espiritual, que agora não resta menor dúvida de que exista. Então, existe a sequência da vida, sim, ninguém morre, somos imortais. E vem dizer como é o lado de lá e vem dizer como é a relação de lá para cá. Essa é uma tarefa imensa que pesou sobre os ombros do professor Rivaelu, né, pseudônimo Allan Kardec, no trabalho científico de arregimentar os médiuns, os intermediários dos espíritos para que pudesse fazer as perguntas. era o maior pedagogo da França, um dos maior um dos maiores pedagogos do mundo, reformou as bases da educação na Alemanha e na França, era um cara de ponta. E ele então usa todo esse seu conhecimento, toda essa esse seu viés científico para organizar, para pesquisar, para perscrutar essas informações que chegavam do além. recebe, constata, confere, compara e compila, reúne, organiza e publica a obra dos espíritos, o espiritismo, a doutrina espírita que vem relembrar o que o Cristo disse, esclarecer o que ele falou e trazer muito mais informações. Então nós temos aí essa essa sequência sobre a terra, podemos dizer aí nos últimos 2.500, 3.000 anos para cá, em que chegamos, iniciamos com Moisés, com com Moisés, trazendo a ideia de um único Deus, o Deus que deve ser a nossa meta de caminhar pela vida. Passado esse momento de aceitação dessa ideia e vivência dentro das possibilidades que tínhamos, chega Jesus que vem trazer a luz divina pra gente. E o verbo fezse carne. Jesus era o verbo divino que nos veio orientar, que nos veio trazer a grande notícia, o amor imenso de Deus. E com esse amor vem nos mostrar que a vida no plano espiritual é uma vida de amor, que aqui é uma vida ainda um pouco de tribulação, porque é uma vida de aprendizado. E aprendizado implica em sacrifício, implica em dificuldade, em

r que a vida no plano espiritual é uma vida de amor, que aqui é uma vida ainda um pouco de tribulação, porque é uma vida de aprendizado. E aprendizado implica em sacrifício, implica em dificuldade, em transposição de etapas, em compreensão, dedicação, esforço, porque é assim que Deus o qu. Não nos criou à toa para virmos à Terra passar um tempo e do nada morrermos e ficarmos eternamente numa situação ou em outra. Que possibilidade de vida estranha é essa? Deus nos criou para trabalhar com ele e para tal nos cria em condição simples e ignorante para que caminhemos, construamos por nossas próprias mãos a nossa evolução e lá chegando nos tornarmos cocriadores menores do universo junto com ele, assim como Jesus já o fez. Então Jesus vem trazer essa grandeza, vem mostrar esse lado, mas dentro do que a gente podia entender, mas sobretudo deixou a esperança e então retorna ao plano espiritual dizendo: "Olha, vou enviar o espírito de verdade". Então o espiritismo chega para cumprir isso. Quem está no comando desse grupo espírito de verdade ou espírito de verdade? Jesus novamente e sempre e eternamente conosco. Então, meus queridos, que tenhamos uma esperança renovada, uma alegria nova em nossos corações, uma expectativa imensa em nossas mentes. Quando buscamos a trajetória de Moisés, de Jesus e do Espiritismo e compreendemos o imenso amor que Deus tem por nós, o quanto Jesus é o nosso amigo, é o nosso irmão, é o nosso protetor, é aquele cara a quem devemos recorrer sempre que tivermos um problema para pedir ajuda e sempre para agradecer quando estivermos bem. E assim eu espero que o estudo de hoje tenha trazido aí algum consolo, alguma esperança, alguma informação para todos nós. Que a paz do mestre continue com todos. Vamos a nossa prece de encerramento. Então, Jesus, querido amigo, querido irmão, querido protetor, obrigado mais uma vez por essa possibilidade de conversar sobre os teus ensinamentos. Agradeço também a espiritualidade amiga, aquela que nos intuiu, que nos inspirou,

querido irmão, querido protetor, obrigado mais uma vez por essa possibilidade de conversar sobre os teus ensinamentos. Agradeço também a espiritualidade amiga, aquela que nos intuiu, que nos inspirou, que nos auxiliou durante esse estudo. E pedimos, Jesus que nós sejamos capazes de levar essa tua paz, não a nossa, mas a tua, a todos aqueles com quem cruzarmos o caminho durante a nossa semana. Que assim seja. Graças a Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e

rio necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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