T3:E11 • Plenitude • Terapia Desobsessiva

Mansão do Caminho 24/01/2025 (há 1 ano) 59:36 284 visualizações

Em mais um estudo da obra Plenitude, Gelson Roberto, Marluce Renz e Guadalupe Amaral abordam, neste episódio, o capítulo dez, que trata de um tema bastante comum no movimento espírita, a obsessão, chaga moral do espírito, segunda a mentora Joanna de Ângelis. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #Plenitude #desobsessão

Transcrição

Alô meus amigos meus irmãos bem-vindos a mais um estudo da série psicológica Joana De Angeles nós que estamos estudando no momento o livro plenitude e hoje em especial estaremos abordando o capítulo 10 terapia desobsessao para compartilhar nesse momento de estudo a marl e a Guadalupe bem-vindas então a mais um encontro aqui da Sé psicológica e nesse capítulo a gente vai abordar um tema que é extremamente comum no movimento Espírita Né desde Kardec que vem estudando a influência dos Espíritos que é a obsessão e Joana não poderia deixar de se ocupar desse tema como dos grandes Sofrimentos humanos Então nesse capítulo Plenitude que é um livro que vai abordar justamente o tema do sofrimento da dor do sofrimento e os meios que a gente tem para poder superar esse sofrimento esse capítulo é destinado então ao tema da obsessão e ela chega a afirmar aqui eu acho interessante destacar aqui no início do capítulo que a ela é uma chaga moral do espírito né E ela compara a uma virose de contágio acelerado de contágio eh rápido né então a gente realmente eh grandes males e Sofrimentos que envolvem a realidade humana em todos os níveis né crimes guerras eh conflitos eh loucura tem por base em grande parte também a obsessão então dando boas-vindas a todos trazendo agora marl é a Guadalupe para o nosso debate como é que vocês sentiram esse capítulo 10 onde ela aborda essa questão da desobsessão da obsessão e a terapia desobsessao então marl né E aí a gente vai formando esse pensamento eu acho que é é interessante quando ela fala que só há obsessão porque há débitos de quem a sofre Então esse é um ponto que acho importante a gente destacar para que a gente não fique com aquela questão de que tá sendo eh vítima de um obsessor né são laços Que Nós criamos e que agora a gente precisa então eh é trabalhar isso dentro da lei do amor como ela nos traz e e cada indivíduo é isso que eu tô trazendo são palavras do Manuel Filomeno de Miranda né no tormentos da obsessão que eu se der tempo vou trazer alguns

r isso dentro da lei do amor como ela nos traz e e cada indivíduo é isso que eu tô trazendo são palavras do Manuel Filomeno de Miranda né no tormentos da obsessão que eu se der tempo vou trazer alguns apontamentos mas ele diz que cada indivíduo é a história viva dos seus atos passados e isso eh é algo que a gente precisa sempre ter muito à frente das questões que chegam como questões obsessivas para que a gente saia daquele pensamento simplista reducionista de que nós estamos sendo vítimas de um obsessor eh depois ela trabalha melhor isso ali mas eh ora vai existir a vítima ora o algos mudando de lado mas na verdade são pessoas são espíritos interconectados pela lei da causa e efeito e que podem desfazer esses laços única e exclusivamente pela lei maior que é a lei do amor né não pela Vingança não querendo se livrar mas entendendo realmente que essa dinâmica é é uma dinâmica que vem em nosso favor para que a gente aprenda Justamente a desenvolver a irmandade a caridade e a e essa luz de de dentro para fora né Eh eh juntando o que vocês dois estavam falando porque ali no quando ela inicia o capítulo que o g tá mencionando de ser uma virose de contágio rápido né ela diz também que eh se impõe como uma necessidade saneadora dos volumosos compromissos negativos que permanecem na economia da sociedade e aí eu fiquei me perguntando né isso eu disse Mas como é esse mecanismo da obsessão que vem sanar alguma coisa E aí pensando no que tu tá trazendo Guadalupe eu fiquei pensando que sempre que a gente tá falando de obsessão a gente tem que trazer essa ideia sim de que nós também estamos implicados ali então de alguma maneira quando a gente tá falando de processo obsessivo o obsessor sempre vai pra gente poder usar essa terapia des obsessiva isso vai implicar sempre numa numa busca que nós vamos ter de Se autom melhorar né então esse sofrimento que vem pela obsessão ele vai nos desacomodar e para mim lidar com essa obsessão então eu necessariamente vou ter que mexer em aspectos meus vou ter que me modificar

melhorar né então esse sofrimento que vem pela obsessão ele vai nos desacomodar e para mim lidar com essa obsessão então eu necessariamente vou ter que mexer em aspectos meus vou ter que me modificar porque ela começa lá anterior a isso ela cita três três partes ali do Livro dos Médiuns né E ela fala que a única coisa que a gente pode exercer junto a um a um a um espírito obsessor é a questão da superioridade moral então quando a gente tá falando de obsessão a gente tá falando bom nós vamos ter que mexer no nosso mundo íntimo a gente vai ter que mexer nos nossos valores Então até até no sofrimento até no processo obsessivo eu não vou poder me livrar entre aspas do obsessor sem trabalhar questões em mim então eu vou ter que exercitar a eu vou ter que exercitar a paciência eu vou ter que rezar por este obsessor eu vou ter que me implicar nesse processo é interessante tudo isso estão trazendo porque realmente a gente vê que mesmo dentro da dinâmica obsessiva que se torna um conflito gerador de vários de outras várias perturbações a gente vê a lei do amor presente aí né Toda a dinâmica da Vida fala nessa nesse processo que é relacional né então a obsessão Como diz a benfeitora aqui é um é é uma patologia de vínculos né que um vínculo de ódio e a gente sabe como o ódio vincula tanto quanto o amor né então eh na obsessão há uma engrenagem psíquica onde uma tá ligada à outra por uma questão de afinidade ou por culpa Como diz a Joana aqui eh os dois né ambos eh os litigantes diz a Joana né se estão eh vinculados e tomados né por processos internos que se deixaram vencer estabelecendo então uma cumplicidade de forças onde um subjulgação outro né pela obsessão né claro existe outras obsessões como a auto-obsessão a obsessão de encarnados mas a gente vê de uma maneira que mesmo conosco mesmo é uma relação que tá em jogo relação comigo ou relação com o outro né então Eh de uma certa forma eh por isso né Marluce ela pode ser ela vem para sanar né Eh vem trabalhar também eh eh esse volume de dor de conflito de

á em jogo relação comigo ou relação com o outro né então Eh de uma certa forma eh por isso né Marluce ela pode ser ela vem para sanar né Eh vem trabalhar também eh eh esse volume de dor de conflito de ódio de incompreensão de busca de amor não correspondida de traições de crimes que tão que lesaram a alma né e que não foi trabalhado não foi compreendida vinculando aí na questão da vingança do ódio e outro do apego e assim por diante né tudo isso são questões que tão dentro da dinâmica eh obsessiva e que tem a ver então com justamente com afeto e com vínculos né uma doença da Alma uma doença de de afeto e de relação acima de tudo obsessão né até porque a gente sabe que a partícula do pensamento ela é passiva perante o sentimento Então quem dá forma e a natureza vibratória do pensamento e a direção do pensamento para o bem e para o mal é o sentimento e na obsessão o sentimento tá adoecido tá comprometido porque por essas esse jogo de dramas eh terríveis que envolvem as relações humanas eh ela vai trazendo também eh essa questão do nosso comprometimento e da falta de entendimento nessa dinâmica E aí também eu eu me lembro quanto a gente vê assim eh os pacientes nós né quando eu falo eles eu eu nos incluo claro né Eh que vão a a desobsessão mas não modificam seus hábitos que é algo que claro a gente sabe né mas não faz sabe que tem que modificar mas não faz e essa questão de que às vezes o tem muitos motivos para esse processo obsessivo persistir claro que o principal a gente entender é essa questão de de entender o vínculo o autoamor e o amor ao próximo mas às vezes é um paciente que é eh mais Soberbo e que não aceita as mudanças que que são necessárias às vezes é um paciente que é extremamente eh agressivo e Rebelde né ela usa rebeldia sistemática e Rebelde e não aceita aquela condição principalmente como fazendo parte dela né Ou acha que pode lutar só com uma né com uma uma força eh não ligada à força do amor às vezes é autocompaixão né aí a pessoa se torna acha que é uma grande vítima e

palmente como fazendo parte dela né Ou acha que pode lutar só com uma né com uma uma força eh não ligada à força do amor às vezes é autocompaixão né aí a pessoa se torna acha que é uma grande vítima e também permanece nessa dinâmica Então a partir daí como é importante quando a Joana traz nesse capítulo o quanto esses processos são sutis em suas apresentações e a gente precisa est muito atento a isso para não eh se deixar levar por toda essa dinâmica e no final das contas o que que é tá atento a isso é e se percebendo né Tá atento Justamente a comprometido com o seu com seu processo eh de individuação dentro hã justamente desse amor que é completo por si só né porque se alguém quer se vingar de mim como que eu vou combater essa pessoa o que que eu tô entendendo então da espiritualidade se eu quero através de um irmão que tá equivocado eh me equivocar mais ainda e me comprometer mais ainda e às vezes quando é fácil quando a gente fala mas quando se está envolto Nessas questões eh se perde esse padrão de que somos espíritos Imortais Então acho que isso é É interessante como ela chama atenção é e pegando essa analogia que é tão atual né do da do vírus né como é que a gente faz para para se cuidar de um contágio a gente precisa ter o al eu preciso cuidar de mim para poder cuidar do outro né então se para mim evitar um contágio aí a gente hoje né Fala tanto desses cuidados de lavar as mãos de cuidar da saúde de cuidar do sistema imunológico pra gente também evitar esses contágios a gente vai ter que cuidar do nosso mundo íntimo né como G estava trazendo a questão do sentimento é fundamental Então essa ideia que a gente tem de que a obsessão tá fora eu preciso me livrar disso é alguém que quer implicar como se eu não tivesse uma implicação ali não vai funcionar daí eu posso ir para casa Espírita receber vários trabalhos mas se não há realmente uma mudança se eu não consigo sanar essa relação acho muito bonito isso que tu disse J de ser uma doença da relação se eu não consigo

ara casa Espírita receber vários trabalhos mas se não há realmente uma mudança se eu não consigo sanar essa relação acho muito bonito isso que tu disse J de ser uma doença da relação se eu não consigo tentar mudar essa relação a partir de uma eh de um de uma de uma mudança de postura mesmo aquilo ali vai ser paliativo eu não vou est atuando realmente nas nas nas nas causas né Então até nessa dor tudo isso vem P processo obsessivo pra gente combater esse aparente mal a gente não tem outro antídoto que não ser o amor não tem outro antídoto não tem outra forma porque como ela diz enquanto permanece esse sentimentos que ela vai falar ali né de ressentimento de desconfiança de rancor enquanto isso permanecer eu continuo vinculado àquela aquela energia né E aí eu tenho uma frase que é atribuída ao Shakespeare que eu não sei se é dele que ele diz assim a raiva é o veneno que tu toma esperando que o outro morra né então a gente fica eh assim envolto em ressentimento em mágoas né E queer que o outro melhore mas na realidade isso está gerando um vínculo ali então se eu não se eu não TR esse sentimento que vai mudar tudo é muito difícil trabalhar com é por isso que ela diz que só obsessão porque a déb do quem o sofre a sofre né então de uma certa maneira a gente tem dois grandes imenso na na obsessão primeiro é a dinâmica interna da gente né que tá ali implicado por culpa por uma dificuldade interna moral de consciência e por isso que o trabalho conosco meso a transformação moral reforma moral do obsediado é fundamental Como diz a benfeitora né Eh porque vai e outra é a sintonia né que vai quebrar justamente com com com esse vínculo então de um lado eh tem a a nossa vida interna que alimenta né Toda esse campo eh favorável paraa obsessão ocorrer né e a a d Cadence pert falava do papel das emoções el tem um livro que fala justamente sobre a molécula da emoção e dessa conexão mente corpo e espírito né dessa visão espírita né a gente sabe que os bió que são unidad de força psicossomáticas que atua no citoplasma

que fala justamente sobre a molécula da emoção e dessa conexão mente corpo e espírito né dessa visão espírita né a gente sabe que os bió que são unidad de força psicossomáticas que atua no citoplasma para esse projeto sobre as células eh eh São movimentados são são mobilizados justamente pela mente através das emoções né e a j vai falar muito das das emoções perturbadas aqui no livro Plenitude né o quanto essas emoções perturbadas criam um campo interno emocional desfavorável né ela fala do do monod deísmo né que que eh seja de revide seja de culpa ou seja esses padrões mentais que acompanham estados emocionais negativos e que vão criar então de certa maneira entre a mente minha e a mente do obsessor essa essa força de rede transmissora e receptora eletromagnética que envolve o vínculo entre essas duas esses dois espíritos então há uma interligação entre eh seja entre encarnado e desencarnado ou mesmo entre encarnado encarnado né que eh gera um pensamento e um sentimento no mesmo padrão vibratório né então que cria essa imantação e esse circuito elétrico que é um circuito mental envolve então afinidade e sintonia né entre o s e obsidiado e e aí que para quebrar essa corrente que é difícil porque muitas vezes a gente vê em vários momentos assim do nosso trabalho diário na terapia des obsessiva nos grupos mediúnicos que muitas vezes O OBS obsediado chama obsessor Às vezes o obsessor já tá numa num nível de consciência para se desligar já tá cansado de querer gerar a a a a pela raiva a vingança já tá um pouco mais compreensível mas às vezes o mecanismo interno do nosso funcionamento né aprisiona também o obsessor a nós alimentando um a outra nessa faixa negativa aí e de enfermidade acima de tudo espiritual que vai ter consequência Como diz também a a juna De Angeles na n doenças mentais né muita loucura muito processo de desarranjo mental levando a psicoses tem um o efeito da obsessão ali Como Um dos fatores importantes assim como enfermidades físicas também que acabam

oenças mentais né muita loucura muito processo de desarranjo mental levando a psicoses tem um o efeito da obsessão ali Como Um dos fatores importantes assim como enfermidades físicas também que acabam aparecendo fruto do campo obsessivo ela usa ali a na página 118 do meu livro A palavra ingerência né a palavra por se só já traz muito dessa dinâmica a qual a gente acaba se se expondo né ela diz trata--se da alienação mental por obsessão Isto é pela ingerência da presença psíquica de um desencarnado num encarnado então é é muito isso que tu tá trazendo né G essa eu achei interessante essa palavra a ingerência e é justamente a gente conseguir entender e e e trabalhar essas forças da alma e essas potencial idades que a gente tem hã realmente comprometidos né Aí eu me lembro do do do Evangelho Segundo espiritismo lá no capítulo seres perfeitos que fala desses espíritas né E quando eu falo esses né volto a dizer que né eu sei que nós estamos todos eh nesse momento de desse planeta mas imperfeitos que ainda estão muito na questão da forma do fenômeno mas quando toca para para para eles né A transformação moral o testemunho eh se perdem muitas vezes né outras tantas não já que essa oportunidade é claro que traz Bons Frutos E é isso que a mentora traz né no no potencial eh curativo a partir de um de um processo de obsessão que pode ser desfeito né mas ainda existe essa questão de que os espíritas têm um grande entendimento mas na hora de dar o testemunho de de vivenciar se perdem muitas vezes achando que são vítimas ou que estão eh com forças acima daquilo né Para para lutar com a sua vontade mas só a vontade de ego esquecendo que precisa daquela entrega e daquele entendimento de uma lei maior que nos rege E aí a a palavra ingerência me me resumiu muito assim essa dinâmica aqui que a gente se expõe eu acho que nesse capítulo ela Ela traz muito eh fica muito Evidente assim como tem força né gente o nosso pensamento ela fala aqui inclusive eh dessa constante ingestão psíquica de

e a gente se expõe eu acho que nesse capítulo ela Ela traz muito eh fica muito Evidente assim como tem força né gente o nosso pensamento ela fala aqui inclusive eh dessa constante ingestão psíquica de uma onda mental enferm produz distúrbios orgânicos variados né Então olha só como nós a gente sempre fala né que nosso pensamento cria realidade e a gente não sei se a gente consegue ter noção do quanto o nosso pensamento que depois ela vai falar da obsessão né entre os próprios encarnados o quanto ter ter ter ter ter consciência disso né quanto isso é é é fundamental e eu me lembrei de uma passagem da da Boa Nova no quando Jesus tá conversando com Tadeu né e Jesus eh eh liberta né um um um um espírito ali que tava obsediado uma outra pessoa e aí Jesus sai e tal e Tadeu é convocado para fazer o mesmo ele não consegue E aí ele fica né Muito chateado Poxa como é que Jesus conseguiu e eu não consegui né E daí quando ele volta conversar com Jesus eh Tadeu pergunta né mas olha o que que preciso fazer para afastar essas entidades de E aí Jesus diz assim olha Tadeu tu necessitas da edificação do Reino no âmago do teu espírito porque só a luz do Amor Divino é bastante forte para converter uma alma verdade né então o reino de Deus é edificação da Divina Luz e aí essa luz ela dispensa os longos discursos então Jesus pontua ali a a modificação a a crença que ele tem que ter né e o compromisso que ele tem que ter para lidar com isso então não é uma técnica só né da desobsessão e lá de falar umas palavras para aquele espírito e tal não tem a ver com o teu mundo Interno também né com tua autoridade para gente poder fazer Aquila autoridade moral é com certeza eh porque o mecanismo do processo obsessivo ele envolve vários esquemas né esquemas de afinidade de sintonia a questão do circuito mental e da indução mental os agentes de indução a permuta vibratória e tudo isso tem a ver com nossos padrões né marl que envolve a a dinâmica e por isso que de uma certa maneira eh do ponto de vista

mental e da indução mental os agentes de indução a permuta vibratória e tudo isso tem a ver com nossos padrões né marl que envolve a a dinâmica e por isso que de uma certa maneira eh do ponto de vista psicológico o o o trabalho des obsessivo é um trabalho de de cura psicológica também né porque eh eh a gente falava antes né que toda obsessão é uma é é uma doença relacional e e a j vai colocar isso no no final do capítulo até vou ler que eu acho bem interessante ela diz Toda a forma de de obsessão resulta de uma de um interrelacion pessoal interrompido pelas forças negativas da agressividade do ódio da traição do crime ou das expressões do amor e desalinho que destrambelhado comprometido gerando essa perturbação do sentimento que aprisionam cada um no seu dinamismo interno o obsessor eh no orgulho ferido na raiva no ódio pela decepção na incapacidade de perdoar de amar na questão do revide né do orgulho que foi ferido obsediado por um Também não soube pedir perdão tá preso na culpa eh então de uma certa maneira a a a questão da obsessão ela ativa isso que é o perigo né porque ela eh interrompe não só uma dinâmica favorável de relacionamento mas traz eh os os dois os os elementos comprometidos que é obser obsessor obsediado pro nível de regressão emocional mental que eh ativam esses paradores mal resolvidos então de uma certa maneira é um é um grande atraso evolutivo para ambos né porque fico daí preso num num nessa mono ideia né ou do ódio ou da vingança ou nas ativações de padrões meus internos pela culpa e aí eu fico também preso em processos internos de coisas mal resolvido no meu passado ou por afinidade através do vício né que a gente sabe que a obsessão tá também se dá não Só Por uma questão de subjulgação de uma mente para outra por por uma questão de Vingança e de revide mas também por sintonia e vampirização por afinidades outras né do vício seja sexual seja do vício do ácool entre outros aonde de certa maneira não há um uma vítima uma um comparsa né um comparsa do outro na verdade né aí não é

ampirização por afinidades outras né do vício seja sexual seja do vício do ácool entre outros aonde de certa maneira não há um uma vítima uma um comparsa né um comparsa do outro na verdade né aí não é vítima é comparsa né porque há uma afinidade de interesses né E aí realmente há um alimentar-se de padrões da qual eu não quero abrir mão lá no fundo né o meu self né o self enquanto realidade da minha condição eh existencial enquanto espírito né Mesmo que o ego eh se depara se confronta com eh necessidades que se impõe sair daquela condição internamente Eu não me sinto capaz ou não quero sair dessa condição né seja porque eu me comprazo seja porque ou ou por culpa e remorço né que me faa preso e ficar também de uma maneira subjulgar aquela mente negativa que me atormenta mas de uma certa maneira a gente vê padrões mentais padrões comportamentais que são reforçados e como é é é difícil romper com isso né porque a gente não se não se dá conta porque isso vai desde Uma Obsessão simples Sutil né que que toca naqueles pontos que eu não me percebo ligado aos meus desejos mais profundos as minhas tendências eu só me deixo levar num movimento automático até numa subjugação que vai ao ponto de uma Fascinação né que pode levar Como diz a benfeitora a própria loucura né ou no caso de processos eh espirituais terríveis como no caso da licantropia zoot Tropia né onde a pessoa vão tomando mudando a forma per espiritual por essa indução mental da qual eu tô me identificando com aquela indução e me tornando por uma uma receptividade infeliz gerado pela culpa né pelo Estado de hipnose a qual eu me deixo levar eh uma deformação pelo espiritual né então e para romper com isso que é que é difícil e a terapia desobsessao n não não se precisa tentar sozinho depois de né quando já está envolto nisso mas o comprometimento como eu já comentei também é tava vocês estavam falando e eu tava pensando o quanto eh essas máximas que a gente tem orar e vigiar são importante da gente colocar em prática então quanto nesse processo

omo eu já comentei também é tava vocês estavam falando e eu tava pensando o quanto eh essas máximas que a gente tem orar e vigiar são importante da gente colocar em prática então quanto nesse processo orar e vigiar é importante mas eh entendeu que é isso e também do ponto de vista psicológico a diferença da disciplina e da repressão né porque eu me lembro lá quando na na obra de André luí quando se aprende sobre o desejo central e como existe inteligências superiores eh né os os os enfim esses irmãos ainda equivocados né não não quer dizer que não sejam muito mais inteligentes do que nós que acabam justamente eh conseguindo influenciar e retardar a toda a nossa evolução espiritual porque conhecem o nosso desejo Central que são que é aquele ponto que a gente pode esconder Até de nós mas que tá muito claro pras energias desencarnadas então por isso o Orai e vigiai do ponto de vista mais da do espiritismo né trazendo as palavras mas o entendimento de disciplina e e repressão né ou controle é muito importante porque não é porque eu não estou colocando a vista dos outros as minhas dificuldades que elas não estão às vistas das energias desencarnadas e justamente como o o Gelson tá trazendo vocês estão trazendo a o meu mundo interno ali ele ele tá aberto né se eu nego ele ele tá aberto para que ele seja manipulado E aí o manipulado eh por esses irmãos né mas até mesmo e desencarnadas mas até mesmo essa questão da da da obsessão de encarnado eh em relação a encarnado que também ocorre muito né a gente acaba eh se vinculando e se permitindo vincular por eh emoções por sentimentos por pensamentos que não não trazem benefício Porque estão justamente nos conectando com um passado do qual a gente gostaria muito de ser vincular Mas ou se compraz ou tem dificuldade Então acho acho importante a gente entender isso né que que é precisa a oração e que é precisa a disciplina mas que a disciplina eh e o comprometimento e a responsabilidade A humildade é muito diferente de não olhar para si né precisa olhar com com com

que que é precisa a oração e que é precisa a disciplina mas que a disciplina eh e o comprometimento e a responsabilidade A humildade é muito diferente de não olhar para si né precisa olhar com com com coragem e e entender que bom né que aquela questão que eu gosto muito de trazer que nós somos amados do jeito que a gente é então vamos procurar também nos amar e nos aceitar para que a gente não caia nessas armadilhas que a gente mesmo coloca e acaba nos retardando é uma Um Destino tão tão bonito e tão mais leve e e tão mais amoroso eh que é justamente usar todos os nossos atributos pro bem né É acho importante né isso né porque o amor é uma forma de cativar né porque como a a benfeitora vai colocar se se a obsessão envolve esse interrelacion momento que foi eh mobilizado por forças negativas né a desobsessão consiste na interrupção do processo de mentação né de de dessas duas mentes ou das mentes envolvidas ali e o amor ele cativa o amor dulf o amor eh ele eh também é uma força que atrai né e é um vínculo potente também né então por isso que muitas vezes para para desfazer uma obsessão vem alguém que muito ama e que aquele espírito tem uma certa respeito consideração a mãe daquele espírito né vem ali Toca então na desobsessão o trabalho desobsessão um trabalho de de de gerar consciência né para o espírito que tá ali eh obsediado ou encarnado e ao mesmo tempo eh acolher com amor com compreensão aquele espírito Então aquela aquele amor justo justo junto com uma firmeza espiritual vai ajudar a desbloquear e romper essa alimentação negativa né agora eh eh se a gente não quiser não tem com isso ser rpido né então de uma certa maneira esse processo que uma falou depende de um processo que envolve realmente uma decisão interna e essa decisão interna implica então eu tomar consciência eu me arrepender eu eu eu eu perdoar e pedir perdão ser humilde então é importante eh no trabalho des obsessivo no trabalho de autoconsciência de autoconhecimento eh de até perceber questões

nsciência eu me arrepender eu eu eu eu perdoar e pedir perdão ser humilde então é importante eh no trabalho des obsessivo no trabalho de autoconsciência de autoconhecimento eh de até perceber questões repetitivas na minha vida enfermidades que não cedem eh temas que se repete de desencontro na minha vida ou de equívocos ou de conflitos constante eh estados emocionais e mentais que me atormentam e que de uma maneira ecou na minha mente mesmo eu não querendo né fantasias que eu sou assaltado né tendências minhas que estão ali mobilizadas de uma maneira me envolve e tento me seduzir então a a o campo de manifestação dos sintomas obsessivos são os mais diversos né e a Joana vai citando aqui no decorr do capítulo né A questão tá da enfermidade física aí vai falando dessa ingestão psíquica de ondas negativas né Essas energias que vão diando de maneira deletéria que vai condensando né que de um lado Mina minha vontade Então vai destruindo minha capacidade de agir de me de de ter firmeza espiritual de me posicionar de outro lado vai se agregando no meu per espírito né E vai ou sugando minhas forças ou gerando Campos de enfermidade física vão aparecer no corpo depois então a gente vê que que que isso tem implicações muito sérias e muito amplas na nossa vida e que se a gente não olhar para para para essa realidade a gente vai em alguma medida sofrer a influência dos efeitos obsessivos porque não há uma pessoa nessa face da terra que que não tenha né ainda algum irmãozinho contrário né seja um perseguidor do passado seja um perseguidor do bem seja Porque motivo vos foram ou por vínculos emocionais com outros encarnados de apego vínculos de de vício seja que de que maneira se constitui Mas isso é uma realidade que nos pertence a todos sem exceção né e é uma questão da qual a gente tem que olhar com cuidado porque muitas vezes a gente não não percebe o quanto a gente a gente tá sendo influenciado espiritualmente né tanto é que quando o Kardec pergunta aos espíritos se eles influenciam nas nossas vidas os

porque muitas vezes a gente não não percebe o quanto a gente a gente tá sendo influenciado espiritualmente né tanto é que quando o Kardec pergunta aos espíritos se eles influenciam nas nossas vidas os benfeitores responderam que muito mais que do que a gente imagina a ponto de gu guiar nossa vida então a gente pensa que que é dono de que a gente é dono de nós mesmos gente e se é uma coisa que não é que a gente não é dono de nós mesmos que tanto Freud e Jung muitas em muitos momentos os seus escritos vamos vão falar do que a gente não é senhor da nossa própria casa eles vão se referir a esse essa imagem né que nós temos uma casa onde a gente não é senhor ainda da nossa casa e quanto é difícil conquistar esse lugar e e a e a tarefa Então desse confronto com a com os obsessores né implica no confronto connosco mesmo né de olhar pra gente de Estar atento desse orar e vigiar que Jesus nos anda no seu evangelho e aí ISO que eu acho que aí reside a beleza né da da da obra da Joana De Angeles porque ela nos ajuda a compreender esse nosso esse nosso mundo íntimo essa casa que a gente se acha senhor mas mas não Toma Posse né e uma coisa que Jesus também diz para Tadeu naquela naquela parte do da Boa Nova é que vai dizer né que esses obsessores esses adversários eles sempre são necessitados e que ele disse olha tu pode não convidar eles paraa tua mesa mas não fecha a porta do teu coração né porque encara a vinda deles como uma oportunidade de servir uma oportunidade de trabalho então Eh se é Um Desafio se é como tu tá dizendo né que não tem como a gente não ser influenciado pela nossa própria história já que todos estamos aqui vivendo simplesmente uma nova experiência nosos espíritos né que já passaram por inúmeras experiências e com isso certamente deixamos débitos então Eh também o obsessor nos nos traz essa oportunidade da gente ter que exercitar paciência né porque a gente tem que exercitar muita paciência exercitar caridade Rezar orar né não querer rapidinho achar que que

m o obsessor nos nos traz essa oportunidade da gente ter que exercitar paciência né porque a gente tem que exercitar muita paciência exercitar caridade Rezar orar né não querer rapidinho achar que que pode se livrar disso de uma forma eh superficial né por isso que eu acho que esse trabalho psicológico toda essa consciência que a Joana traz dessa busca desse autodescobrimento ela é fundamental Porque de fato à medida que a gente vai eh reconhecendo as nossas dificuldades psíquicas a gente vai diminuindo Campos de obsessão né Quanto mais a gente consegue trabalhar os nossos complexos entendendo que talvez a gente nunca vai se livrar deles assim mas quanto mais conscientes a gente tá É como se a gente tivesse menos pontos C onde eles podem nos nos nos se vincular a nós também é acho importante né a gente eh tá alerta porque muitas vezes relações que a gente acha que são positivas que são por serem agradáveis ou porque nós compreendemos que que aquilo é importante pra gente por uma necessidade infantil ou mes do tia a gente eh põe a conta de coisas boas né E são terríveis obsessões até de encarar como encarnado Como já citaram aqui né quantas mães não obedi os seus filhos aprisionando Eles num amor do entil muitos vcos de amizade eh sintonizados pelo crime pelo vício né criam relações de interdependência por interesses escusos e emam a outro por comprometimento no comportamento e nas emoções perturbadas quantas ligações afetivas que a gente pensa que é amor né nas relações eh tanto afetivas como sexuais que são necessidades egoístas da gente trabalhada no apego na sedução no envolvimento que mascarada de de de afeto mas que são pura necessidade egoísta num jogo de manipulação de sedução que que que é usado para usufruir seduzir e e tirar aproveito do outro né Então tudo isso não deixa de ser um jogo de obsessões que estão aí né então a obsessão ela ela ela envolve uma dinâmica muito presente no jeito de ser do homem né pela pela pela por esses vínculos de e controle de apego de de

de ser um jogo de obsessões que estão aí né então a obsessão ela ela ela envolve uma dinâmica muito presente no jeito de ser do homem né pela pela pela por esses vínculos de e controle de apego de de vício de sintonias e e de necessidades né nas patologias também psicológicas das relações sadomasoquista aonde o masoquista se vincula ao stico e um alimenta a mente do outro num jogo de interesses né que que perpetuam eh um uma necessidade emocional que de uma certa maneira É patologizado nesse jogo ritualizado Que que eles ficam né então e assim a gente vê vários conluios em relações complementares de mentes que se vinculam e tão ali felizes achando que aquilo é uma coisa boa paraa vida delas e muitas vezes estão impedindo né de um de um processo criativo renovador estagnando a sua vida e muitas vezes comprometendo-se espiritualmente para longas encarnações mais tarde depois né e e não se dão conta que ali tem um processo obsessivo essa questão do do comprometendo-se eu acho interessante e a gente lembrar que tudo né todas as pequenas relações Os Pequenos contatos que a gente tem eh a gente se interliga né as energias vão se interligando Então esse esse cuidado e eu não falo assim um cuidado de controle mas uma uma vigilância e um amor eh para com a vida ele deve estar sempre presente porque nós estamos sempre eh a cada eh encontro por mais casual que seja nos ligando uns aos outros então que a gente se ligue por essa lei do amor não do apego né E muito menos da vingança ou do ódio mas se ligue justamente por essa essa lei do da caridade da Liberdade do outro e e entenda que a partir daí as as nossas ligações sendo mais saudáveis mesmo nesses pequenos momentos já é um exercício para que essas questões mais difíceis eh para que a gente vá aprendendo como lidar né então se é muito difícil e claro que as questões que vê para nós são as difíceis para nós porque são as necessárias né E que a gente vá vá vá treinando entre aspas nesses pequenos encontros né é naquela pessoa que eu nem conheço e que e que me

stões que vê para nós são as difíceis para nós porque são as necessárias né E que a gente vá vá vá treinando entre aspas nesses pequenos encontros né é naquela pessoa que eu nem conheço e que e que me irrita ou é naquela pessoa que eu mal conheço e que me encanta E ali a gente vá se percebendo porque o que fica muito para mim Eh também nessa questão nesse livro quando a Joana fala disso e e toda a a dinâmica do Plenitude essa necessidade da dessa escuta né da dessa escuta hã da Alma essa Escuta mais feminina né no sentido de se perceber mesmo ali e e e se percebendo perceber o outro eh eu eu me lembro do do do rman né que que traz um psicólogo que traz falas muito bonitas e e nos faz pensar que ele traz que que os ouvidos eles são a parte feminina da cabeça né alguma coisa assim e essa e essa Escuta mais amorosa para conosco e para com outro né não precisa ser o o ouvido ali literal né que também precisa mas a gente se escutar a cada momento não só nesses grandes dramas eh internos da nossa vida porque a cada momento a vida Tá se dando e tá nos trazendo essa oportunidade de se refazer de tentar romper com padrões e de tentar exercitar essa lei que jesus veio nos ensinar é porque esses laços não pode ser desmanchados né por força violência né Assim como essas duas mes se encontraram num vínculo de ódio né E para poder romper esse víc desmanchar essa essa Li é um processo de educação né Educação do das mentes envolvidas Então essas práticas que a gente vê aí eh ah vou prender o espírito vou levar ele para Marte para urânio vou pegar ele e aprisionar isso não não não existe do ponto de vista kardecista né porque não vai eh não pode achar que que até porque o as atrações de ódio imantações por comprometimento do passado é muito maior de qualquer indução mental e não é força com violência que tu vai romper esse vin Então tem que haver uma educação profor e do bedi muitas vezes né porque se o se se eu já adquiri uma consciência mais esclarecida e consigo e eh sanar o meu

a com violência que tu vai romper esse vin Então tem que haver uma educação profor e do bedi muitas vezes né porque se o se se eu já adquiri uma consciência mais esclarecida e consigo e eh sanar o meu passado e o outro não me perdoa ainda tudo bem com a minha paciência suportando o assédio eu vou educar também aquele irmãozinho uma hora ele vai despertar tá assim que muitas vezes o espírito obsessor já tem uma certa consciência Mas como eu falava eu atraio ainda pela minha MA educação Então é só Educação de ambas as partes né na Lucidez de uma consciência que vai amadurecendo na reforma moral que há condições de haver eh essa e esse amor que vai sendo despertado para poder ter condições de superar esse processo obsessivo né senão a gente não supera E então não é com violência não é com eh força que a gente vai conseguir isso não e a gente Ah desculpa Marlus Pode falar não eu só tava pensando né diante que vocês estão falando se a gente pensar na nossa história a gente enquanto humanidade Olha só há quantos séculos se nós pensar em povos que vem se odiando né e mesmo com essa lei da reencarnação assim de uma hora eu reencarno num lugar outra hora no no outro como é difícil romper isso que o g tá falando e e e e se não é pelo amor e como como é difícil pra gente ainda aprender isso né e e suportar e mediar e porque a gente tende a querer resolver as coisas na violência mas nós estamos falando de coisas de forças muito muito fortes mesmo né pensando na nossa história enquanto humanidade eu eu eu lembrei eh dessas questões assim né me lembrei da basicamente do fígado né mas rapidamente Dizer para vocês porque vem coisa né de eh porque o fígado é um órgão que filtra né e a gente vê assim ele vem bonitinho para nós a não ser aqueles que né tem alguma questão genética e eu vejo muitos pacientes como eu trabalho com exames de imagem também eh com muita o depósito de gordura no fígado né E que tem graus e daí eles começam a fazer uma dieta E então passaram a vida eh Comendo errado

os pacientes como eu trabalho com exames de imagem também eh com muita o depósito de gordura no fígado né E que tem graus e daí eles começam a fazer uma dieta E então passaram a vida eh Comendo errado muitos bebendo enfim e começa a fazer uma dieta e na no exame seguinte de se meses ficam muito frustrados porque o fígado ainda tá eh comprometido né mas então daí Claro a gente conversa que é um processo lento E e essa analogia me veio agora porque as questões obsessivas também né ninguém é santo aqui então nós nós temos as nossas questões a gente não sabe o que fez mas foi toda foram todas muitas vidas até a gente chegar onde está com muitas eh muitas virtudes desenvolvidas mas muitos muitos débitos Então calma né calma paciência e a gente não sabe o que fez né se eu me melhorei como vocês estão trazendo e aquele irmão que eu que eu me equivoquei comprometi me vinculei de forma errada ainda está ali eh eh eh Calma né como fígado ele tem seu tempo para limpar ele foi anos e anos e anos e anos submetido a a uma força deletéria então a gente também tem que ter essa responsabilidade sobre as questões que a gente traz de outra vida e e não é para punir nós os dois estaremos aprendendo né os dois vinculados E então não é eh pra gente assim achar que tá dando errado né quando tá conseguindo se melhorar e ainda se sente eh sobre influência né dessas energias tem todo um passado por trás e e ele precisa ser depurado precisa ser limpado no seu tempo né E a gente não não é no nosso tempo é é no tempo da criação que sabe o melhor para nós é então de uma certa maneira né Guadalupe esses esses processos como eles foram padrões hábitos automatismo que a gente fica Prisioneiro eh sem um esforço né Eh consciente um trabalho com a vontade e trabalho assim do dos pensamentos das emoções e focando né nos ideais e metas superiores é difícil a gente romper né e é um processo realmente longo perseverante e de outro lado também educar nossa mediunidade porque a Jona vai colocar que muitos

e focando né nos ideais e metas superiores é difícil a gente romper né e é um processo realmente longo perseverante e de outro lado também educar nossa mediunidade porque a Jona vai colocar que muitos obsediados também são médios né justamente por terem esse campo aberto e não educado eles acabam sendo mais suscetíveis essas influências perturba vias então um dos processos também de de de trabalho des obsessivo é a nossa educação anímica e mediúnica né então é uma educação interna da alma e também da da nossa capacidade de poder trab a nossa mediunidade a fim de dar uma direção proveitosa e até ser útil né ser benéfica para aqueles irmãos in citados como uma forma de nós também engar recursos e conquistas espirituais a serviço da caridade então tudo isso é necessário nesse movimento que envolve a a terapia desobsessao nos coloca aqui no capítulo eh eu me lembrava quando estava comentando aqui né do Nabuco dinozor né que eh que ficou caiu numa Fascinação né E foi expulso entre os homens e diz lá a Bíblia né que ele ficou eh passou a comer erva como os bois e o corpo cresceu o cabelo né e e unhas e ele agia como animal né Então nesse caso aí vê um processo que eh onde a pessoa foi ficou bestializada né tomada e pelo espiritualmente eh talvez até deformada né numa caso de alcant Tropia mas quanto de nós né também não Agimos de maneira eh como bestas né como eh animais desumanizando e e justificando nessa sociedade aí tá tão perdida de valores espirituais e Morais né então a gente poder realmente eh não achar que obsessão eh porque é a obsessão para mim é um confronto com a sombra seja a sombra no outro como a sombra em nós mesmos e a questão do contraste muitas vezes confunde a gente porque como o outro nos persegue a gente pode põe a culpa e a soma projetado no inimigo no outro como ele fosse o ruim como se ele que o mal tivesse no outro e não em nós né né E a gente não percebe o quanto essa sombra tá tá dentro da gente ainda mais quando ela ela trabalha em M os tons né quando há um uma contradição

mo se ele que o mal tivesse no outro e não em nós né né E a gente não percebe o quanto essa sombra tá tá dentro da gente ainda mais quando ela ela trabalha em M os tons né quando há um uma contradição dentro de nós mais polarizada é mais fácil de perceber mas quando essa essa conção não aparece porque ela tá diluída numa sociedade também que é que é hipócrita e alimenta o que é Medíocre o que é equivocado E aí ela reverbera em meio os t né em tons da da mesma tons de vermelho tons de amarelo Mais Laranja mais Amarelo fica difícil de perceber essa dinâmica dentro da gente então de uma certa maneira uma questão que é importante quando se depara com com a nossa sombra e que tem a ver com a obsessão é é perceber o que que é e eh espontâneo e inesperado em nós porque nos momentos de inesperado e espontâneo aparece muito daquilo que a gente é né então esses momentos são os momentos que a gente pode tá atento a certas inclinações que eh realmente participam do nosso processo interno como dinâmico Mas é difícil de perceber pela consciência mas a gente realmente tá atento nesse momento de espontaneidade e de situações inesperadas tin apego de surpresa ali o nosso a nossa natureza tinha de se mostrar de maneira não defensiva né ou não justificada porque se alguém grita comigo no trânsito e e o o o E aí eu fico com raiva essa raiva parece que tá legitimiza pelo contraste ali né eu fui agredido então eu tenho razão de me sentir incomodado mas quando o nosso incômodo vem em situação Inesperada de maneira espontânea da a gente vê o quanto aquilo faz parte da natureza e muitas vezes tá encoberto né disfarçado e não reconhecido por nós então isso é uma questão importante né gente gente poder Estar atento a essa dimensão do espontâneo inesperado na nos nossos comportamentos situações que a vida nos apresenta mas Gelson nunca esqueci uma aula que tu deu que eu assisti né tá falando da da misericórdia divina que Deus é tão misericordioso com nós que a gente vem em cada Encarnação tendo

a vida nos apresenta mas Gelson nunca esqueci uma aula que tu deu que eu assisti né tá falando da da misericórdia divina que Deus é tão misericordioso com nós que a gente vem em cada Encarnação tendo direito a acessar só uma partezinha né do que nós do que nós já fizemos porque se a gente pudesse acessar todo o nosso passado e tudo que a gente já aprontou a gente não suportaria a gente enlouqueceria né Então essa questão da da sombra de tá projetado sempre no outro do inimigo se o outro né também eu eu tava pensando me lembrei disso eu disse nossa realmente Se a gente pudesse se olhar num espelho e ver a real a gente não não daria conta né e por isso que muitas vezes é difícil a gente entender processos obsessivos Porque nessa Encarnação por mais que a gente enquanto Espírita saiba que é um espírito Imortal é difícil ter essa perspectiva de outras existências né a gente tem uma perspectiva intelectual disso mas quando tá aqui sofrendo por exemplo sério de uma entidade ou e isso trazendo um um prejuízo pra nossa vida eh às vezes é complicado a gente entender isso num nível mais profundo né É É por isso que ela vai colocar que a que a criatura é sempre responsável pela sua própria vida né E que a obsessão Só existe justamente porque nós elegemos comportamentos doentios e negativos então que possamos realmente assumir essa responsabilidade quantos males Sofrimentos pode ser evitados a gente conseguir compreender esse circuito mental esse jogo de forças emocionais que envolve a nossa relação com nosco mesmo e com o mundo a gente poder Estar atento a isso e evitar que Como diz né o algumas colocações a gente não tem como evitar que os urubus sobrevoam a nossa cabeça mas a gente pode evitar que eles façam ninho né então que a gente não possa ser ninho dos urubus seja os urubus internos com osos externos que estão por aí né gente e não podemos esquecer que ela fala aqui também da interferência dos benfeitores espirituais a favor de nós isso ela menciona aqui no capítulo né Isso é bem

com osos externos que estão por aí né gente e não podemos esquecer que ela fala aqui também da interferência dos benfeitores espirituais a favor de nós isso ela menciona aqui no capítulo né Isso é bem interessante sempre né Sempre então a gente nunca tá sozinho né Por mais que a gente afronte e erre passe e aconteça nós nunca estamos sozinho né E aí ela diz que eles interferem quando eles constatam o esforço da alma para reabilitar-se e auxiliar o seu perseguidor isso eu achei bem bacana então quando eu procuro al quando me coloco nessa postura de auxiliar aí eu também sou auxiliar então não eu acho que isso é uma um ponto muito importante assim e sempre Há Uma Saída né Desculpa Gelson eh e sempre tem uma saída sempre né Sempre quando a gente se coloca como espíritos Imortais Por mais difícil que seja o o processo obsessivo sempre existe então é sempre nós estamos amparados e a gente pode não enxergar a saída mas ela existe e aí a gente volta a questão da da importância da da oração e e e da fé e do comprometimento é nosso tempo tá esgotado Então realmente reforçando isso que a Marlus e a Guadalupe estão H trazendo para nós lembrando desse comentário da benfeitora né que a boa vontade o esforço a humildade ele atrai essa empatia dos bons espíritos né então mesmo que a gente não consiga superar nossas inclinações negativas que isso realmente é um processo a gente tá comprometido né naquela proposta que conhece o verdadeiro Espírita pelo esforço que ele faz para superar suas mais inclinações né esse esforço é de grande valor né né então possa fazer a nossa parte sabendo que não falta da parte Divina o Amparo o carinho o cuidado para com todos nós né Muito bem gente fica então esse convite que possamos continuar o nosso estudo então indo pro Capítulo 11 né terapias alternativas E que possamos estar aí no nossa proposta des obsessiva do que propôs Jesus um grande abraço a todos então

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