T9:E24 • Vida: Desafios e Soluções • Capítulo 11 (parte 1)

Mansão do Caminho 27/01/2026 (há 2 meses) 1:02:22 379 visualizações

Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis • Temporada 9 Temporada 09 – Vida: desafios e soluções Episódio 24 – Vida: Desafios e Soluções (Capítulo 11, parte 1) Iniciando o estudo do capítulo “Vida: desafios e soluções”, este episódio analisa o texto introdutório da obra e o item “O cérebro intelectual e o cérebro emocional”. Joanna de Ângelis esclarece a distinção e a necessária integração entre razão e emoção, demonstrando como o desequilíbrio entre esses dois polos compromete o comportamento e a saúde psicológica. A reflexão convida à harmonização das funções mentais como passo indispensável para enfrentar os desafios da vida com lucidez, responsabilidade e maturidade espiritual. 📖 Obra: Vida: Desafios e Soluções, Joanna de Ângelis – psicografia de Divaldo Franco 🎙️ Apresentação: Gelson Roberto 👥 Convidadas: Marluce Renz e Guadalupe Amaral #PsicologiaEspírita #JoannaDeAngelis #VidaDesafiosESoluções #CérebroIntelectual #CérebroEmocional #EquilíbrioEmocional #Autoconhecimento #DivaldoFranco #Espiritismo #EspiritismoPLAY #TVMansãoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Meus amigos, meus irmãos, muito bem-vindos a esse momento especial que aqui nos reunimos para o nosso estudo da série psicológica Joana de É. É sempre uma grande alegria estarmos juntos se ocupando dessa proposta maravilhosa que tanto nos ensina, tanto desperta a nossa consciência e abre novos horizontes em favor da nossa caminhada evolutiva. E hoje estamos dando continuidade ao livro Vida, Desafio e Soluções com o capítulo 11, Vida, Desafios e Soluções, que é o o título também do livro. Então, esse esse capítulo 11, ele talvez fez a essência, né, da proposta do livro. E conosco a Guadalupe e a Marluz para poderem trabalhar esse início do capítulo, que é a introdução e o item, o cérebro intelectual e o cérebro emocional. Bem-vindas então Guadalupe, Marluce e Joana na sua proposta. eh ela vem trazer eh vem iniciar de novamente, como ela ela às vezes inicia com um aspecto mais geral de um de de fazer um certo eh resumo ou uma síntese, né, da de do tema que ela vai eh trabalhar a partir de uma configuração eh que nos dá perspectiva de um movimento eh, que ela traz para para onde ela quer chegar. E ela começa falando da vida física como sintam a base da espécie iluminativa, porque ela encerra o capítulo dela justamente com essa proposta de autorrealização do espírito, na medida que ele vai vencendo a matéria, vai ser vai revencendo a esse lado mais animalizado, né? E ela então começa a trazer justamente esse movimento da vida que vai provocando um processo de amadurecimento, novas necessidades, novos esforços e junto com o instinto gregário começa então esse campo afetivo, relacional e estabelecendo os vá vários núcleos das relações sociais que sustentam a nossa sociedade. E a partir disso, ela começa então eh trazer toda essa dinâmica que é vida nas trocas interativas entre nós, que envolve, né, justamente eh eh desafios afetivos, desafios sensíveis, já que o afeto e as relações começam a se impor no campo da nossa necessidade, da nossa sensib ibilidade maior, né? E então é isso, uma

lve, né, justamente eh eh desafios afetivos, desafios sensíveis, já que o afeto e as relações começam a se impor no campo da nossa necessidade, da nossa sensib ibilidade maior, né? E então é isso, uma introdução que ela tá fazendo aqui. Não sei como é que vocês sentem esse primeiro momento de chegada dela no capítulo para poder depois trabalhar o primeiro item e e esse convite dela então para um processo relacional que vai caminhando pro processo eh interno. Como é que fica isso, Guadalupe? É interessante, reforçando que essa introdução é interessante que ela eh nos traz essa necessidade de nós entendermos o mundo relacional, como tava trazendo essa essa questão de nós aprendermos a viver eh no grupo social, como ela diz ali, recebendo auxílio e oferecendo recurso. nessa via que é de mão dupla, que é dinâmica e que é e que é fluida. Então ela ela traz isso nesse nesse primeiro momento aqui da introdução, ao mesmo tempo. E eu tô reforçando, Gelson, o a introdução que tu tu pudestes, né? Ao mesmo tempo nos nos mostrando que é preciso também essa essa busca interior e que isso de alguma maneira se dá ao mesmo tempo. Então a gente não não é primeiro assim. Primeiro tu te trabalha como um todo, chega à plenitude e depois vai trabalhar com as questões sociais e e gregárias e de relação, não, né? como a gente em outros momentos já pontuou, eh eh o mundo todo está em relação e o que ela nos ensina é que a gente eh busque isso a partir do nosso mundo interior, mas já nos relacionando com o mundo lá fora, eh seja o que significa essa relação no sentido de que tudo está em relação. E outra questão que ela traz, que eu também acho dessa introdução que que é muito, acho muito interessante, ela tem algumas algumas questões que ela pontua sempre, é esse convite à vida como experiência iluminativa, que em outros momentos da série psicológica, claro, mas aqui nesse livro onde o título é vida, desafios e soluções e o nosso capítulo é vida, desafios e soluções, ela pontua onde tudo ela traz ali onde

ue em outros momentos da série psicológica, claro, mas aqui nesse livro onde o título é vida, desafios e soluções e o nosso capítulo é vida, desafios e soluções, ela pontua onde tudo ela traz ali onde tudo acaba sendo oportunidade. Aí ela diz: "Para onde se volta?" No último parágrafo meu é página 153. Para onde se volta nós, né? depara com convites ao crescimento, ao mesmo tempo testemunhos que o assustam e vai trazendo como a gente vai se comportando. Então, acho muito acho muito eh perspicaz ela nos reforçar questões que ela já trouxe, mas cada vez aprofundando mais e ao mesmo tempo colocando mais na prática, né? Então, acho que isso foi a primeira questão que me impactou de compartilhar quando eu li esse a introdução aqui do capítulo 11. É, eu acho que ela foi trabalhando ao longo do capítulo, né, os desafios da nossa vida, né? Ela foi falando dos dos nosso autodespertamento, depois ela fala dos conflitos e relacionamentos. Eh, no capítulo anterior, ela fala dessa necessidade do ser humano, né, de de buscar eh essa as metas, necessidades que ela fala, né, das das nossas necessidades que estão além só das nossas necessidades básicas aqui. E aqui ela tá falando desse ser humano que tá fadado a construção do grupo social. E aí eu acho que um dos grandes, uma das grandes questões, me lembro do que o Jung falava, né, que é essencial a relação pro nosso desenvolvimento. Então, todo o nosso processo de despertamento, de enfrentar os conflitos, vai passar necessariamente por esse mundo relacional que tu tava falando, né, Guadalupe. Então, é, é nessa e que é um grande desafio para nós mesmo, né? Viver num grupo social, eh, administrando os conflitos que estão ali nessa convivência com outro que é diferente de mim, mas também com tudo que esse outro que é diferente de mim desperta dentro de mim, né? Então, e é justamente nessa, nesse nesse nessa conflitiva aí, nesse desafio que é como é que eu vou pro mundo, para relação com tudo que eu carrego dentro de mim, tudo que o outro provoca que vai ocorrendo,

e é justamente nessa, nesse nesse nessa conflitiva aí, nesse desafio que é como é que eu vou pro mundo, para relação com tudo que eu carrego dentro de mim, tudo que o outro provoca que vai ocorrendo, que vai a gente vai se desenvolvendo, né? E aí é bonito isso que tu estavas lendo, Guadalupe, né? Recebendo auxílio e oferecendo recursos, né? Então, dentro de novo que ela traz, né? que são somados os contributos do passado. Quer dizer, tudo que a gente traz enquanto vai se apresentar enquanto dificuldade, mas também enquanto aquilo que a gente já angareou, né? >> E só complementando, Gelson, desculpa, posso só complementar com que ela trouxe que a mesma frase? >> Eh, e é isso, né? Nós sempre temos o que dar e sempre temos o que receber. Então isso isso está sempre presente. Não tem alguém que não tem o que dar e não tem alguém que não precise do outro, né? Então isso nessa frase também tá muito essa essa dinâmica relacional. É, eu acho que de uma certa maneira aqui no capítulo ela tá começando mostrar que a vida em relação envolve não só a minha relação com as coisas concretas da vida, não a sua relação comigo, mas essa complexidade de fatores onde o outro e a própria natureza, eh, né, os animais começam a criar uma outra escala. fala de de possibilidades e de eh novas questões que vão surgindo eh na provocação realmente de eh aprofundar o nosso aprendizado, nosso crescimento espiritual. Eh, porque na medida que sou sou uma pessoa presa em mim mesmo, aonde a minha vontade é só ganhar dinheiro ou eh só nutrir minhas necessidades fisiológicas, eu tô num universo muito estreito de realização, de busca e de completude. Agora, se eu começo a ter carência e tenho de um afago, de ser escutado, de poder falar, de ser compreendido e que existe também eu poder compreender o outro, como agora fala, de poder realmente dar também alguma coisa em troca, começa realmente, né, eh, um movimento muito maior. Ela fala dessa complexidade de dramas que começam a surgir, éonde eh eh tanto coisas boas nos acontecem como

mente dar também alguma coisa em troca, começa realmente, né, eh, um movimento muito maior. Ela fala dessa complexidade de dramas que começam a surgir, éonde eh eh tanto coisas boas nos acontecem como eh processos que desestabilizam a a a nossa realidade psíquica, né? as paixões, os tormentos da alma. E assim ela vai trazendo uma série de de questões até ela chegar nessa frase que eu acho muito bonita, que é viver é construir-se interiormente e superando cada etapa, cada patamar da nossa existência, né? Então, acho bem bem interessante isso que ela vai provocar aqui a partir de desse convite de viver a vida, né? Mas que isso reflete as nossas questões internas >> também essa questão do caminho, um pouco acima da dessa frase, essa questão do caminho que vai se dando e que o próprio caminho é realmente o lugar de aprendizado, de autoconhecimento, onde ela vai falando ali em cada etapa uma escala de valores que tem um grande significado. Então, todas as etapas quando vista vistas com os olhos espirituais de de perceber o significado, o sentido, elas têm um grande valor até que seja ultrapassada, né? E quando é ultrapassada, sorvendo introjetando esse valor, surgem novos que passam a interessar e a exigir esforços. E aí ela vai mostrando também essa essa dinâmica de que onde nós estamos é o lugar para que a gente vá se conhecendo e que todo o lugar ele tem esse ganho e que após isso, após esse passo, tem o passo seguinte. E a questão do passo seguinte, eh, me lembra muito, eh, isso que a gente também, de certa maneira traz do caminho de que o passo ele desestabiliza, que nós não estamos parados, mas é no desestabilizar que a gente vai realmente conseguindo seguir adiante, procurando equilíbrio. Então, do ponto de vista metafórico, simbólico, esse caminhar também ele ele traz muito essa dinâmica espiritual. né, de não ficar parado, de entender os valores a partir do sentido. E então realmente é muito muito profundo que ela vai trazendo em palavras e que trazem vários, né, caleidoscópicas, como, né,

tual. né, de não ficar parado, de entender os valores a partir do sentido. E então realmente é muito muito profundo que ela vai trazendo em palavras e que trazem vários, né, caleidoscópicas, como, né, nosso amigo Arismar trazia em outros momentos, né, trazia que ele, né, eh, continua aí na seara espírita, mas não especificamente aqui, eh, nesse eh, né, nesse nosso trabalho. e dessa questão da obra da Joana, que realmente é caleidoscópio, né? Realmente a gente volta agora para ler a mesma frase que eu estou pontuando e pode trazer um outro sentido. Então aqui fica muito presente isso. >> E a Joana pontua aqui também dentro que tu tá lendo, Gadut, assim de como a gente percebe a vida, né? Então, pensando nas nossas relações, pensando nessa imagem inicial que ela traz aqui do ser humano que é fadado ao grupo social, a construção social, né, ela diz que quando esse ser humano, né, não desenvolveu a escala de autodescobrimento, de imaturidade, ele mergulha nos complexos dramas do desequilíbrio, perdendo-se no emaranhado das paixões e dos tormentos que o alienam, né? Então eu fiquei pensando aqui nas nas pensando numa coisa bem concreta, assim, nas dificuldades que nós temos de estar em relação, né? Seja na família, seja na casa espírita, seja com amigos, né? E e quantas vezes realmente nós hã queremos fugir das relações, né? Queremos nos defender das relações, queremos evitar as relações justamente porque nos conhecemos muito pouco, né? a gente não não consegue perceber assim o que que o outro tá provocando em mim, né? Como é que eu me fico nessa relação, o que que tá acontecendo ali, né? Às vezes falta um pouquinho de imaturidade da gente antes de querer se livrar logo daquilo e querer evitar tentar refletir sobre aquilo, né? Então aqui para mim ela tá trazendo esse manancial, esse essa potencialidade que tem as relações humanas de revelar coisas a nosso respeito, né, e de nos desacomodar, né? E aí fico pensando nessa lei, né, de Jesus trazendo a questão da fraternidade, da necessidade da gente

ade que tem as relações humanas de revelar coisas a nosso respeito, né, e de nos desacomodar, né? E aí fico pensando nessa lei, né, de Jesus trazendo a questão da fraternidade, da necessidade da gente conviver, né? Então, o quanto pra gente poder exercitar isso dessa convivência, isso vai passar por essa construção interior mesmo, né? Quem sou eu? Por que que essa pessoa me mobiliza tanto, né? Por que que eu quero fugir? Quanto que eh, né, eu tenho dificuldade de aceitar muitas vezes esse desafio existencial, né? É interessante que eh nesse processo, né, eh quando vi uma Luc de uma certa maneira se deparar, né, com com os desafios da vida, né, e ela começa a falar exatamente que esse momento de tomada de consciência, né, e e despertar a nossa jornada espiritual, justamente a gente começa a compreender que O desafios da vida e a superação dele não tá no controle das coisas externas, não tá na na facilidade tecnológica, não tá em em algum elemento que possa suprir a a necessidade. Tá realmente na nossa capacidade de solucionar desafios e superar as diversidades, porque tem certas coisas que a gente não vai conseguir mudar, né? Aliás, tem muita coisa que a gente não consegue mudar. Ah, aliás, ainda mais adiante, o Jung diz que as que as questões fundamentais da vida, os problemas fundamentais não tá não estão aí para serem resolvidos, né, mas sim para serem eh trabalhados que para gerar, né, questões em nós, questões da da vida e da morte, do amor, das paixões, né, e e outras questões que invariavelmente todos nós vivos. vivemos de um jeito e do outro não tá aí para ser solucionados, mas justamente para refletir a própria realidade do espírito na sua eh no seu na sua capacidade, né, e desafio de poder, como diz a Juna aqui, solucionar esses desafios ser reservas e retóricos, ou seja, eh, na medida que a que a matéria que a vida me desafia e eu tento transformar a matéria, eu sou transformado. tem que eh recuperar, eleger, despertar, desenvolver habilidades em mim para dar

ou seja, eh, na medida que a que a matéria que a vida me desafia e eu tento transformar a matéria, eu sou transformado. tem que eh recuperar, eleger, despertar, desenvolver habilidades em mim para dar conta do que é exigido. Então, no fundo, não existe eh uma transformação só do mundo. Toda transformação do mundo é necessariamente uma transformação que começa também na gente e essas coisas andam juntos. Como a Guadalupe falou, >> eu me lembro da do processo de análise de terapia, né, que às vezes o mundo não muda, é a pessoa que muda, né? Então todo um processo de às vezes não consegue se relacionar com alguém, por exemplo. Aí depois de um longo processo assim de se debruçar sobre isso, daqui a pouco a pessoa se dá conta: "Puxa, mas nem tá tão difícil mais conviver com determinada pessoa." A pessoa não mudou, ela continua fazendo as mesmas coisas. O que muda é a forma como eu encaro aquilo, né? >> Certo. >> A gente vai entrando na na nessa questão da tomada de consciência, consciência enquanto esse conceito mais amplo, né? mas trazendo aí consciência de de um ser espiritual, psíquico, que que cada um estagia no grau de consciência no qual se reconhece, no qual está e o como realmente isso que tu estás trazendo, Lúcia, vem a partir do nosso mundo interno, né? A gente pode trazer aí da questão das projeções, enfim, mas é de acordo com o que eu tenho lá dentro, é que é a minha realidade externa. E e é interessante isso porque no momento que a gente vai para esse capítulo aqui, vida, desafios e soluções, tem tudo a ver com o que nós estamos falando, né? Esses essas questões de desafios, elas vêm para que a gente ao se transformar, vá levando essa transformação pro mundo e ao mesmo tempo percebendo o mundo diferente, né? né? Então, a gente a a atua ali no mundo, mas individualmente eh as pessoas não mudam porque nós mudamos, elas são afetadas e podem mudar a relação, mas não porque a gente controla isso, sim porque a partir de mim é que tudo começou. Então a gente volta à questão da necessidade de

udam porque nós mudamos, elas são afetadas e podem mudar a relação, mas não porque a gente controla isso, sim porque a partir de mim é que tudo começou. Então a gente volta à questão da necessidade de começar conosco, porque não tem nada a ver com egoísmo, né? Pelo contrário, porque no momento que eu me transformo, bom, não só eu vou energeticamente vibrando diferente, mas eu conseguindo me relacionar diferente com o outro, que no princípio não mudou, talvez a partir dessa relação ele mude, né? E para mim já não faz diferença se o outro muda ou não, porque eu, como uma vez até a Marl que usou em um outro outro momento, né, que que ela falou e que estava junto, eu não estou colonizando o outro, né? Lembra quando tu troueste assim, a gente não coloniza, só deixa o outro ser e ele vai se transformando. Então, como eh todo esse processo de vivenciar a vida nos seus desafios e e perceber o sentido e se autossolucionando, ele realmente afeta o mundo, não do jeito que a gente quer, como o Gelson tava trazendo, não é que eu controlo agora aquela pessoa, né, que faz daquele jeito aquela que faça do outro, porque não, né, é algo muito maior que tá regendo isso. E se a gente não se entrega a esse maior com a resignação ativa, como Joana traz, né? Eh, a gente não percebe e não vivencia isso. Então, é muito muito perfeita toda essa linha, né? É. E aí nesse processo que ela fecha o item dizendo que essa viagem interior visa então justamente a superação e a solução dos desafios, né, que é inadiável, ela entra então no no item sobre o cérebro intelectual e o cérebro emocional, ou seja, ela começa a entrar na questão da inteligência, né? Basicamente é sobre isso. Então nós espíritos somos os seres inteligentes que povoam o universo. Eh, então vamos eh vamos usar a nossa inteligência para poder ter recurso e habilidade para lidar com a vida, porque a inteligência justamente pressupõe eh a a nossa faculdade de aprender, eh aprender, aprender e compreender, né? Ou seja, e isso buscando então tanto uma adaptação

lidade para lidar com a vida, porque a inteligência justamente pressupõe eh a a nossa faculdade de aprender, eh aprender, aprender e compreender, né? Ou seja, e isso buscando então tanto uma adaptação eh como uma transformação satisfatória em relação ao que é exigido na vida e também em relação a nós mesmos. Então, eh, é a inteligência é essa capacidade que nós temos e ela então vai começar buscar realmente, né, como é que a gente lida com a vida e que são os elementos necessários para lidar com a vida para que essa inteligência possa ser compreendida e entendida também por nós pra gente poder aprimorar ela em favor desse processo. Porque a inteligência, como a gente sabe, é formada por uma série de habilidades, né, intelectuais, né, abstração, memória, as operações matem lógica matemática, a linguagem, né, ou seja, ela cita o Alfred Binet, né, eh, nessa escala métrica da inteligência, era um era um uma dimensão puramente intelectual inteligência e muito muito eh restrita aos genética, porque eh essas visões iniciais do concílio de inteligência, o Binê ele começa no início do século XX a a a fazer uma uma teoria mais elaborada e científica do conceito de inteligência. Então isso vem crescendo no final do século XIX, no começo do século XX. E ele estrutura então uma um mapa, né, e uma ideia do que seja inteligência. muito calcada na questão genética de um processo de um processo que é eh muito eh já pronto e definido a a no primeiro estágio da da vida, né, e baseado nesses processos mais intelectuais. E isso não muda durante muito tempo. Se caminha assim por longo tempo até que, né, isso começa a ser questionado dela for essa ditadura realmente dos Qi, né, do dos coeficiente de inteligência para regular a capacidade intelectual da pessoa. Eh, aqui me chamou atenção algo que ela, uma palavra que ela usa assim, a verdadeira ditadura dos elevados QI selecionava os tipos eleitos pela natureza e ela segue. e como isso é é verdadeiro por por e aí a epigenética que eu né, acho incrível quando ela ela

a usa assim, a verdadeira ditadura dos elevados QI selecionava os tipos eleitos pela natureza e ela segue. e como isso é é verdadeiro por por e aí a epigenética que eu né, acho incrível quando ela ela chegou no sentido de de se perceber isso, ela veio romper com todas essas questões, mas o quanto isso ainda na nossa geração, né, era uma ditadura. Agora a gente pode falar que está numa era pré-paradigmática, enfim, mas o quanto, né, eh, existia aquela questão de da pessoa se tem o QI maior ou menor, vai ter mais ou menos sucesso na vida e o quanto isso linearmente era ligado, né, que sucesso, enfim, e como isso já caiu por terra, né? Então, e é isso que ela vai elaborando aqui. A gente vai percebendo o quão mais complexos nós somos e e o quão mais ricos nós somos enquanto seres eh constituintes de uma realidade que vai muito além da inteligência. E ao mesmo tempo não que a gente negue a importância da inteligência, mas a inteligência eh pura e simples, né? O cérebro intelectual sem a o trabalho com cérebro emocional. E a gente, né, pode depois expandindo pro espiritual, ele ele não ele não vai ter o valor que ele pode ter, né? ele não vai servir do que ele pode servir. Então, a gente tem, né, e pode se pensar em em pessoas, né, comíss muito elevados e e sem nenhuma habilidade emocional ou social, eh, que realmente, eh, não aproveitam tanto a encarnação quanto poderiam outras, que, infelizmente, se comprometem justamente por ter um QI elevado, mas não ter nenhuma eh percepção dos valores e dos sentidos. Então, como isso é relativo e como nós não estamos mais nessa ditadura, por mais que ainda existam bolções da ditadura do do Qi, né? Eh, eh, nesse sentido a gente tem muito mais liberdade, muito mais informações para perceber a nossa complexidade. Então, isso acho muito positivo nesse mundo que nós estamos, que que tem um lado aí mais duro, né? Mas assim, tem muita coisa muito boa acontecendo na ciência e no dia a dia, né? Não sei se se vocês percebem assim, mas hoje em dia, né, QI

mundo que nós estamos, que que tem um lado aí mais duro, né? Mas assim, tem muita coisa muito boa acontecendo na ciência e no dia a dia, né? Não sei se se vocês percebem assim, mas hoje em dia, né, QI é só QI, né? Eh, >> não que não tenha valor, né? Pois é, da lup sabe, eu tava falando, eu tava pensando, achei muito interessante a a Joana de Angeles trazer esse assunto aqui, porque eu eu não sei, eu tenho aí uma impressão bem empírica assim, né, que isso aqui ainda tá muito presente em nós. >> Ah, não, eu valor ainda tá na, né? Tanto que, por exemplo, as formas de avaliação, né, se a gente pensar nas formações, nas academias, é é por essa via, só por essa via, né? né? Então, às vezes, tu tem lá um excelente profissional e que pode naquele momento não desempenhar tão bem, mas ele tem outras habilidades, né? Então eu eu achei muito interessante ela trazer isso, porque claro, ela começa dizendo que nos últimos 80 anos, aproximadamente a psicologia tava aprisionada. Então, óbvio que essa ideia das múltiplas inteligências é uma coisa nova que a gente tá percebendo agora, né? Mas é muito comum, por exemplo, na no consultório, na clínica, a gente ouvir as pessoas trazer esse tipo de sofrimento. Ah, às vezes eu me sinto burra, não consigo desempenhar. E, no entanto, a pessoa tem inúmeras outras habilidades que naquele momento não são consideradas. Então, eu acho que a gente tá numa mudança ainda num momento bem de início de transição assim. Mas isso eu eu gostei dela trazer isso pra gente refletir também. Quantas coisas que às vezes a gente tem de bom enquanto habilidades e que a gente a gente mesmo não dá valor para isso, né? Por exemplo, a habilidade de tu eh ter empatia, de tu te relacionar com as pessoas, de tu ser, né, uma pessoa que tem essa capacidade de compor, né? E às vezes não, a a a questão da inteligência, como ela coloca aqui do que, né, talvez não seja lá, né? Então, achei importante para ela trazer como autoconhecimento também e reflexão, né? E >> o que eu

às vezes não, a a a questão da inteligência, como ela coloca aqui do que, né, talvez não seja lá, né? Então, achei importante para ela trazer como autoconhecimento também e reflexão, né? E >> o que eu >> é interessante porque realmente eh a os estudos de inteligência vão aos pouquinhos ampliando, né, a noção de inteligência. tem mais de 30 e poucos fatores que podem influenciar na ideia de inteligência, ou seja, inteligência eh é formado por vários eh aspectos. O Gardener, ele fala em em vários tipos de inteligência, né, interpessoal, intrapessoal, a emocional e assim vai, né? Ele ele realmente eh vai e mantente global, né? Ou seja, essas inteligências elas são eh vistas de maneira eh como os núcleos, né, operacionais e funções eh da nossa vida, mas elas também estão interagindo uma com as outras. Então, veja a complexidade da coisa. Não tem uma única inteligência e essa inteligência também não funciona sozinha. Se f sozinha, ela tá mal, né? Que ela precisa que a gente a gente vive de maneira global, né? Quando eu me relacionando com a vida, eu tenho que tá automaticamente eh de prontidão para poder desempenhar e e levantar aspectos meus de vários eh eh vários eh várias partes da minha natureza para mim poder dar conta de uma realidade. Então essa ideia que da inteligência emocional, né, do do intelectual emocional que a Joana tá introduzido aqui. E depois vai entrar também a inteligência espiritual, que ela não vale aqui nesse momento, mas que ela vai abordar em outro momento. Eh, é é fundamental. Ela tá ampliando aqui, né, justamente a essa noção para que a gente possa reconhecer que não basta a gente sever intelectualmente, tem a gente tem que investir em outras áreas da nossa vida, né? É fundamental isso. É aí que ela vai trazer a questão das habilidades relacionais e emocionais como fundamentais pra gente poder também ter êxito e alcançar os objetivos que se impõe na vida. É o que eu ia complementar e e seguindo, né? Hã, antes era vergonhoso um médico, um psicólogo

mocionais como fundamentais pra gente poder também ter êxito e alcançar os objetivos que se impõe na vida. É o que eu ia complementar e e seguindo, né? Hã, antes era vergonhoso um médico, um psicólogo falar sobre eh pensamentos, sobre cuidar dos sentimentos e e hoje em dia, eh, não só é necessário, como existem muitas publicações e e muitos, eh, médicos ou psicólogos, eu acabo, né, conhecendo mais da área médica ser minha minha formação primeira era com que avantajados e e alguns, né, dentro da área da espiritualidade de e eh lá, né, falando que não importa sim a espiritualidade, importa sim o que você sente, importa como se relaciona, né? Então isso é muito interessante porque a gente pega uma inteligência robusta, um QI alto, né, que realmente está operando em favor de uma realidade espiritual e e de uma forma eh honrosa, né, é realmente comprometido o que antes seria motivo de chacota, né? Então hoje essas realidades coexistam e isso é muito bom porque aqueles que precisam desse reforço do externo ou mesmo a gente, né, sempre quer que é claro saber sobre os pares, vão se sentindo mais seguros para ou falar sobre isso ou ao menos admitir que precisam olhar. Só que eu concordo também contigo, Marlci, que isso são bolsões tanto de um lado quanto do outro, porque o que a gente vê também na prática é, por mais que isso esteja assim, né, em qualquer eh revista eh boa, em qualquer mídia social, falando sobre essas outras capacidades necessárias, é muito difícil as pessoas entrarem em contato com isso, né? É muito, >> é uma coisa, é os conceitos indo, indo mudando teoricamente. Outra coisa é a cultura mudar, né? Ou seja, poder chegar até nós e criar realmente uma mudança social, cultural, né? Porque as pessoas arraigadas aquela as certas concepções e mesmo que elas já ouçam falar de algo novo, esse novo ainda fica distante da vida delas, né? Então é um processo demorado traduzir esse conhecimento em comportamento, né? Isso demora um bom tempo às vezes. >> E eu acho que isso agora vocês me

, esse novo ainda fica distante da vida delas, né? Então é um processo demorado traduzir esse conhecimento em comportamento, né? Isso demora um bom tempo às vezes. >> E eu acho que isso agora vocês me fizeram pensar, né? Eh, que às vezes pode confundir também a pessoa achar que porque ela tem conhecimento, ela entende, isso vai gerar uma mudança nela e não necessariamente, né? É, é por isso que a a Joana trazia aqui habilidades relacionais e emocionais como fundamentais por do ser humano. E aí eu me lembrei de um exemplo, eu adorava ver uma série chamada House, que ele era um médico, né? Ele era extremamente inteligente com que ia acima da média, mas ele não tinha habilidade nem relacional, nem emocional. Então ele tinha a capacidade de fazer um diagnóstico perfeito, mas ele não conseguia interagir com o paciente. Então quando tinha que ter uma interação, ele tinha que chamar alguém, ó, tu vai lá e fala com o paciente. Ele não, ele de preferência ele não queria ver o paciente. Ele era muito bom em olhar exames e olhar as pessoas, né? Então é um estereótipo assim interessante, né? E à medida assim eh que ele tinha as dificuldades pessoais mesmo de como se relacionar. Então, um saber incrível ali, mas eu fiquei pensando na via inversa assim de que quando a gente valoriza demais, isso tá no nosso psiquismo ainda tá no nosso inconsciente, né? essa coisa do da inteligência, do saber muito, ou talvez a gente relacione, ou eu tô relacionando aqui inteligência com muito conhecimento, a gente pode achar que isso por si só vai promover alguma transformação ou me coloca num lugar diferenciado. E o que a Joana acho que tá trazendo aqui é que não, que é na relação que eu vou me desenvolvendo, né? >> Nós vamos longe, né, Marlúcia? A gente vê a questão da guerra, né? Ou seja, a gente tem uma vivência horrorosa das tragédias que as grandes guerras provocaram, pobreza, fome, destruição, eh dores e todas as consequências que é de um campo eh experimental. Ou seja, as pessoas viveram na pele. Mesmo vendo na

osa das tragédias que as grandes guerras provocaram, pobreza, fome, destruição, eh dores e todas as consequências que é de um campo eh experimental. Ou seja, as pessoas viveram na pele. Mesmo vendo na pele, os governantes atuais, eles têm uma série de de de eh de vários justificativos de não fazer guerra, que a guerra empobrece o país, que a guerra retarda o desenvolvimento de um país, que a guerra eh gera um um uma limitação muito grande, uma série de de de processos que envolvem a dinâmica social, até a questão eh da das próprias gerações, né, reprodução, essas coisas todas, porque muitos homens vão morrendo e assim por diante, né? Então, a a a questão do perigo de uma guerra eh pode gerar o o botar em risco o próprio planeta. Ou seja, logicamente nós temos todo esse entendimento, mas a gente continua fazendo guerra. Por quê? que falta justamente essa eh esse cérebro, como a Jon coloca, né, emocional que eh abre campo para essa sensibilidade ético estético que ela falava lá no capítulo anterior, que nos faz realmente reconhecer a necessidade desses processos todos que envolve o relacionamento, que envolvem outras articulações e que são negligenciad ado quando as pessoas estão presas só nessa visão eh racionalista, intelectual, né, e de um de um de um cego intelectivo. E e porque o intelecto nem é reflexão, que a reflexão de uma outra capacidade da inteligência que nem chega às vezes ao intelecto. a pessoa pode ser intelectualmente muito avantajada, mas pouco reflexiva do ponto de vista do do seu processo eh eh interno, da sua inteligência, né? Então é uma uma questão importante. Vem isso nos psicopatas, né? A maioria dos psicopatas t um uma um conceito até um conceito como fala eh até estético, né? Né? um conceito muito aprimorado, né, de de, né, eh, muitos muitos psicopatas têm um eh uma capacidade não só de de de uma inteligência, mas de habilidades outras da sua inteligência que é muito requintada, mas, né, tem um erros de muleta, né, um erros que não funciona. esse essa esse o

uma capacidade não só de de de uma inteligência, mas de habilidades outras da sua inteligência que é muito requintada, mas, né, tem um erros de muleta, né, um erros que não funciona. esse essa esse o sentimento, a questão da dor do outro, de se colocar no lugar do outro, de poder ser se sentir culpado, essas coisas todas que vem com essa outra inteligência que que Jonas tá trazendo aqui da necessidade de do campo emocional ser trabalhado e ser investido. >> Passa pela empatia, né, invariavelmente acaba e e se afasta da rigidez. Então, a gente vai de novo para esse trabalho de de autoconhecimento, de realmente suportar e vivenciar os opostos e e entender o que que é esse trabalho, porque >> senão a gente fica olhando só um lado, né, sem a complexidade da vida. e ela fala eh um pouco abaixo dessa frase que de alguma maneira ali a Marus trouxe, né? Eh, trouxe um pouco antes. As habilidades relacionais e emocionais são fundamentais para o êxito do ser humano e não apenas as resultantes de sua inteligência. Aí logo abaixo tá sem o óculos aqui, né? Ela fala da questão da inteligência interpessoal, né? Hum. >> Então, o quanto é um termo, a gente não costuma chamar, eu, né, não costumo chamar inteligência interpessoal, mas o quanto esse termo é apropriado também, né, que que tá ligado à inteligência emocional e de alguma maneira espiritual, mas esse essa relação mesmo eh interpessoal e transpessoal, eu diria, né? Então, como é importante a gente >> aprender a se movimentar. E aí eu volto pro que vocês pontuaram, o quanto é difícil, porque a gente sabe muito, né? Nós temos um grande desenvolvimento intelectual enquanto coletivo, se a gente for, né? Mas o quanto a gente eh faz pouco no sentido de vivenciar e pouco e colocar em prática o que a gente já sabe, como o Gelson, né, trouxe um pouco antes ali dentro do que a gente tava falando. Então esse acaba sendo o grande desafio. Vamos colocar em prática tudo isso que nós já sabemos, porque pode existir um, né, a uma consciência

uxe um pouco antes ali dentro do que a gente tava falando. Então esse acaba sendo o grande desafio. Vamos colocar em prática tudo isso que nós já sabemos, porque pode existir um, né, a uma consciência dominante, enfim, uma uma coletividade dominante que isso ou aquilo, mas existe uma grande eh a disposição de nós todos um um nível muito bom de informações >> que a gente já consegue discriminar, né? Nós, só que nós não sabemos como utilizar isso na prática. Aí a gente vai pra questão que aqui a gente traz como do consultório, mas que é da nossa vida, né? Uma coisa é o que eu sei, outra coisa que eu faço, né? Como é que eu vou colocar isso em prática? E aí acho que que esse é o grande desafio nosso, né? Harmonizar as emoções, fazer com que elas andem eh de mãos dadas com os pensamentos, com sentimento, né? Então é realmente >> acho que dentro disso, Lupe tem duas grandes questões que João tá trazendo aqui no no texto. Primeiro é a própria noção de inteligência, que ela tá ampliando essa noção, né? A gente vê o Garden é um um dos autores mais atuais inteligência, né? Ele coloca três grandes áreas, níveis, né? eixos, né? A habilidade de criar, a habilidade de resolver problemas e a habilidade de contribuir em um contexto social. E dentro desses três eixos, ele coloca sete eh grupos, digamos assim, né? que é a inteligência linguística, a inteligência lógico matemática, a inteligência musical, a inteligência espacial, a inteligência interpessoal que que Joana coloca, a inteligente corporal sinestética a e a inteligência intrapessoal, que é poder reconhecer mesmidade, ter habilidade de se autoconhecer, né? E eu diria a inteligência espiritual também, né? junto com essa que isso que a transção. T ver são vários grupos de inteligência aí, né? Então isso é é um fator que que Joana tá abrindo. Olha, vamos abrir a nossa noção das coisas, vamos expandir a nossa compreensão da realidade. E uma outra coisa que que ela tá colocando aqui também de maneira indireta, que não só a inteligência, ela é muito mais

abrir a nossa noção das coisas, vamos expandir a nossa compreensão da realidade. E uma outra coisa que que ela tá colocando aqui também de maneira indireta, que não só a inteligência, ela é muito mais complexa e e envolve uma natureza muito maior de habilidades, mas também ela não tá presa eh estaticamente, estaticamente, porque a ideia antiga do Minê é que tu tinha aquele coeficiente de inteligência e tu morria com aquele coeficiente né, com aquele Q e e as pesquisas vão mostrando que a inteligência vai se desenvolvendo através do convívio social. Olha só, então a inteligência emocional e interpessoal gera mais inteligência, né? Ou seja, né? E e essas pesquisas são bem eh são bem interessantes, porque você achava que a pessoa tinha aquela capacidade estabelecida e ela tinha que lidar com aquilo e se contente, né? Porque é isso que a vida te deu. E a verdade não é essa. E ela cita aqui a a memória funcional e e a questão da emoção ligada ao corte pré-frontal. Isso é uma outra coisa que também mudou, né? Porque antigamente se achava que o eh que o eh pré-frontal seria desenvolvido da na infância, né? E na verdade as últimas pesquisas mostram que o desenvolvimento do corte pré-frontal se dá até depois dos 20 anos. Tem algumas pesquisas que de 30 a 40 anos ver? Então, eh, a gente continua, eh, desenvolvendo o nosso cérebro, né, e podendo trabalhar questões ligado ao comando a e à operações do do corte eh pré-frontal, né, que justamente qual é o papel dele, né, é controlar os impulsos e gerenciar as emoções, tá ligado com esse campo. a questão da concentração da atenção, a organização de informações complexas e para colocar em prática, né? E também onde fica a nossa memória do trabalho, as habilidades cognitivas que permite eu ter uma imediata relação com as coisas que eu tenho que fazer. essa memória funcional aqui que Jona coloca aqui a memória eh mais eh momentânea ali em relação às estratégias e metas que eu tenho que elaborar no planejamento e estratégias para mim agir no mundo. Isso

a memória funcional aqui que Jona coloca aqui a memória eh mais eh momentânea ali em relação às estratégias e metas que eu tenho que elaborar no planejamento e estratégias para mim agir no mundo. Isso também tem a ver com corte pré-frontal. Então tem uma série de de questões aí e eu o co préfrontal também tem a ver com a avaliação do dos sucessos, né, ou fracasso das minhas ações em favor dos objetivos. Então, por tudo sim que a gente vê, isso tem muito a ver com essas habilidades de eh de fazer relações, de trabalhar as emoções, de poder tomar decisões, né? Tudo isso tá em jogo aí. E e a ideia é que a gente, o ser humano continua então eh criando habilidades, desenvolvendo esses recursos ao longo da idade, né? e não uma coisa que tá estática lá pré-estabelecida eh até a partir da infância, né? é a própria questão da a própria questão da plasticidade neuronal, que também, né, há muitos anos a gente tinha aqueles neurônios e, como diz, né, morreu, morreu. Então, a própria questão da de o cérebro enquanto expressão momentânea, né, nossa aqui de seres espirituais, eh demonstrando que existe a plasticidade neuronal, que eles vão eh se refazendo em funções, que a gente pode ter novas conexões. Então, realmente, é um momento ímpar para que a gente consiga eh vivenciar uma outra realidade, que a gente entenda que independente do QI, seja, né, coeficiente intelectual, seja emocional, enfim, outros que a gente, né, em outro momento vai tocar, a todo momento a gente pode construir uma realidade a partir dos recursos que nós temos nesse momento, né? Mas a gente precisa e como como ela como ela diz, a gente precisa querer porque ela diz antes ali de último penúltimo parágrafo antes de entrar no no subitem do cérebro intelectual, emocional, ela diz eh dessa criatura a nós, né, acomodada por hábitos ancestrais, receia autodescobrir-se, justificando não saber como enfrentar-se, já que durante todo o tempo esteve fugindo de sua realidade. Então, se por um lado a gente pode ter alguns de nós que por terem um QI

receia autodescobrir-se, justificando não saber como enfrentar-se, já que durante todo o tempo esteve fugindo de sua realidade. Então, se por um lado a gente pode ter alguns de nós que por terem um QI elevado acham que estão, como a gente diz, com a vida ganha e a vida é só isso e se perdem nessa rigidez. Por outro, outros de nós, porque tem um Q que não é elevado, eh se acomodam e acham que não tem possibilidades. Então aqui de outra maneira, ela tá dizendo, não é nada disso, né? Tudo que vocês têm compõe vocês para que vocês usem desses atributos para realmente vivenciar o que é possível. E aí a gente tem a neurociência andando junto, né? Então é é muito interessante também a questão da plasticidade neuronal junto com a questão do do superconsciente aí que de alguma forma, né, quando a gente fala ali, tá tá até trazendo também eles, né? E ela faz uma coisa bem didática aqui, falando como é importante todas essas habilidades, porque ela diz, né, que se as emoções quando elas estão mal direcionadas, elas vão perturbar o pensamento, vão dificultar a concentração e trabalhando em sentido diferente do intelecto. Então, a pessoa pode ser hiper inteligente, tando perturbada emocionalmente, aquilo vai influenciar, né? Da mesma forma, ela vai dizer que essa inteligência fria e lógica, ela cria obstáculos a doação afetiva, a concentração emocional, tornando o indivíduo destituído de amor e de sensibilidade. Então aqui ela traz, né, esses amplos e aspectos nossos, né, que a gente eh buscando esse ser esse ser integral e buscando, né, a nossa completude, a gente precisa desenvolver. E quando ela fala aqui da inteligência interpessoal, gente, ela diz assim, ó, que se responsabiliza pelo relacionamento social. Isso me chamou atenção porque a gente percebe, né, como realmente isso é uma habilidade. Por exemplo, quando a gente tá num grupo, vamos pensar num grupo de estudos que a gente tá que tem pessoas muito diversas, né? essa habilidade de tu poder construir aquilo ali, de tu observar, de

ade. Por exemplo, quando a gente tá num grupo, vamos pensar num grupo de estudos que a gente tá que tem pessoas muito diversas, né? essa habilidade de tu poder construir aquilo ali, de tu observar, de de tu poder lidar com as diferenças de cada um. Isso aparece muito nas dinâmicas de grupo, né? Então, eh, para determinadas pessoas é quase impossível ficar na convivência. Às vezes opto por sair, inclusive tem outras pessoas não, que já sabem compor, que já sabem ouvir, que já sabem acolher. Então, tudo isso tá falando dessa inteligência. E para te poder ter essa capacidade, né, de de de compor, tem que ter um mínimo de trabalho consigo mesmo, com o seu mundo emocional. Então veja que as coisas estão todas interligadas mesmo, né, dentro do que tu tava falando, né, já a gente vai desenvolvendo. Medida que eu vou cuidando desse meu mundo, tendo essa inteligência intrapessoal que tava falando, que é a capacidade de lidar comigo mesmo, eu vou ampliando a minha capacidade interpessoal de estar na relação com o outro. >> Uhum. Mas é bem importante estar falando, né, Marlúci? Eh, porque a questão realmente é é é ver que nenhuma é melhor do que a outra, né? uma pessoa muito emocional, ela é exageradamente descompensada ou não consegue refletir ou está impulsiva quando essa emoção realmente não tá guiada para um trabalho mais elaborado do sentimento, de uma capacidade realmente de eh qualidades que ela foi desenvolvendo no campo da afetividade e ela se torna muito impulsiva. e essa impulsibilidade pode colocar em risco, né? Então, realmente a o intelecto eh pode avaliar, pode confrontar, pode gerar discernimento, pode ajudar a avaliar que aquilo é desmentido, inadequado. Então, uma coisa opera na outra, né, de poder de uma certa maneira realmente eh e se equilibrar para que uma não predomina de maneira negativa em relação à outra. Então eu fico pensando, né, o que que faz a diferença, né? Aí, hum, eh, pensando numa pessoa que tá tendo que lidar consigo mesmo e não tem muita habilidades ainda, tanto

negativa em relação à outra. Então eu fico pensando, né, o que que faz a diferença, né? Aí, hum, eh, pensando numa pessoa que tá tendo que lidar consigo mesmo e não tem muita habilidades ainda, tanto intelectuais como emocional, que que tá em jogo, como é que eu que eu que eu construo, né, e esse essa capacidade de autorregular, né, e poder, eh, eh gerenciar que esses dois aspectos da minha vida, né, o o o intelectual e o emocional, possam caminhar juntos e serem bem desenvolvidos num campo de cooperação em favor da minha totalidade. Como é que eu faço isso? O que que tem em jogo aí para que isso aconteça? >> Boa pergunta, né? Vamos ver que vamos esperar tu responder. >> Eu tava eu tava eu tava absorta. É, >> eu tava absorta assim pensando, mas é é é >> eu acho que o que pode estar em jogo, né, pensando, por exemplo, numa situação bem prática, né, vão e me veio assim essa questão da dificuldade das dinâmicas de grupo, de lidar com as diferenças no grupo. Eu acho que o que faz a diferença é o teu nível de consciência que tu tem quanto as tuas dificuldades. >> Uhum. >> Tá? Aí volta o que tá no início que ela vai falando ali daquele ser humano que começa ter um certo amadurecimento, né, que não vê aquilo como uma ameaça, mas consegue perceber como um desafio e dizer: "Pom, isso aqui é desafiador. >> Eu tô lidando com coisas aqui que mexem comigo porque eu tendo assim impulsiva, eu tenho dificuldade, eu tô lidando com o outro. Então não sei, né, Jels? pensando agora, talvez seja um certo nível de cons de autoconsciência, né, de saber o que que tá acontecendo ali. Então, não é evitar o que tá acontecendo. Por isso que essa coisa de se responsabilizar pelo relacionamento social, isso me chamou muito atenção, porque é eu ter uma maturidade e dizer, pode ser muito difícil lidar com isso, mas eu sei o que que tá acontecendo aqui. Então, vamos ver como é que eu consigo me movimentar hoje. Então, não é tu acertar, tu já ser assertivo de cara, mas é essa disposição de enfrentar aquela situação e tentar

ue que tá acontecendo aqui. Então, vamos ver como é que eu consigo me movimentar hoje. Então, não é tu acertar, tu já ser assertivo de cara, mas é essa disposição de enfrentar aquela situação e tentar achar um caminho melhor que não seja ser tomado pelo teu mundo emocional ou fugir daquilo ali, né? Ou indo paraa indiferença também. É o que eu fiquei pensando enquanto, né, o Gelson tava fazendo essa provocação e eh é como como se dar conta, né, o dar-se conta, né, e acho que que essa essa pergunta assim, pelo menos que que a que a pessoa que nós que a gente se faça essa pergunta, não, mas se eu tô aqui, eu faço parte disso, né, como tá fazendo da responsabilidade. Então, qual é a minha parte nisso? Então, talvez, independente do grau de consciência que o difícil é parece que é começar ali e que a gente se questione, tá? Mas eu faço parte disso, então onde é que eu tô nesse jogo, né? Não é tudo neles, mas eu eu não eu acho que que é bem difícil assim, às vezes a gente se dar conta, né? Então essa que é a questão que eu fiquei reflexiva, né? É, mas >> tu acha que é lá no outro, né? Então, >> mas eu acho que isso é a mesma coisa que a Manúcia tá fal falou, né? >> É, sim, sim. >> E poder reconhecer que eu faço parte, que eu pertenço e que eu sou daí eu tô comprometido também é um tipo de autoconsciência, né? Então, eu acho que realmente eh a o grande de diferencial é justamente eu ter consciência, porque é essa consciência que vai eh possibilitar de eu poder reconhecer tanto a minha deficiência, a minha falta de habilidade de algumas coisas, tanto reconhecer as minhas habilidades, né, e poder então me ocupar delas de maneira mais honesta. e verdadeira possível. Então, com certeza. Eh, eh, e, e isso a Jova depois vai falar sobre justamente o despertar do si, né, do dessa dimensão que é a a consciência eh espiritual, não a consciência do ego, né? a consciência espiritual, aonde nós somos eh capazes de refletir a nós mesmos, né? Ou seja, de olhar, viver a realidade e olhar

ensão que é a a consciência eh espiritual, não a consciência do ego, né? a consciência espiritual, aonde nós somos eh capazes de refletir a nós mesmos, né? Ou seja, de olhar, viver a realidade e olhar paraa realidade que tá sendo vivida, olhar para nós mesmos e poder reconhecer que quem é esse que tá agindo ali, que que isso que tá, que que tem em jogo, que aspectos estão envolvidos, aonde eu me perco, aonde, né? e com um tempo criando uma habilidade de estar junto com essa consciência e a ponto de eu conseguir não deixar, por exemplo, que esse impulso, né, a age de maneira automática ou que esse pensamento se concretize, porque eu tenho consciência que ele não é interessante, não é legal, né? Então, eh eh todo esse movimento aqui de um jogo de forças que Joana tá tá tá trazendo aqui das habilidades do ser humano, né, é justamente para se chegar não a uma questão apenas operacional do cérebro ou do nosso campo intelectivo, mas num numa num processo que é tomar consciência de mim mesmo. Por isso que ela fala em viagem interior, por isso que ela fala de de uma dimensão eh eh interior mais alargada, que viver é de uma certa maneira eh estabelecer, né, uma expansão de mim mesmo. E isso exige realmente uma expansão da minha consciência. Então não basta consciente, tem que ter consciência, que são coisas diferentes, né? E >> e entender que aquilo faz parte, que é importante para mim aquela experiência. Eu acho que isso também, né? Eh, porque por porque quando ela fala ali, né? Viver é construir-se interiormente, né? Então, eh, mesmo que eu esteja vivendo aquela situação externa ali numa relação, por exemplo, complicada, às vezes aquilo faz parte, né? Eu eu como tá dizendo, aquilo é essencial para mim, então eu consigo me relacionar com aquilo diferente, né? E aí me lembro daqui daquilo que a gente sempre fala aqui da alquimia, né? O que tá dentro tá fora. Então eu tô vivendo aquele conflito aparentemente difícil ali fora, mas isso tá dentro de mim também. Quando eu começo a ter consciência disso e

pre fala aqui da alquimia, né? O que tá dentro tá fora. Então eu tô vivendo aquele conflito aparentemente difícil ali fora, mas isso tá dentro de mim também. Quando eu começo a ter consciência disso e dizer: "Opa, aqui tem uma chance então de eu tentar aprender um pouquinho aqui, superar aqui e eu vou pra vida, eu não fujo da vida, >> né?" Então aí eu começo a compor essas duas instâncias que ela tá falando ali, a emocional e a racional. >> É, ela tá começando aqui eh introduzir a temática. Então aqui no mesmo momento ela tá apresentando esses dois tipos perspectiva de mente, né? uma mente emocional, intelectual e claro, ela vai avançando ao longo do capítulo para trazer daí outros aspectos que se juntam aqui. Apenas para dizer, olha, existe é uma coisa bem didática, existe forma de operar diferente, nós temos que aprender a a usar as duas as duas forças de de operacionalidade para poder compor com a vida. É isso que ela tá dizendo aí, a importância de poder regular isso e não deixar um mod de lado para ir avançando ao longo do capítulo, né, que é isso que a gente vai ver, né, exatamente no próximo encontro nosso, né, que vai que ela começa a falar daí sobre meditação e visualização. Então, eh eh a gente vai encerrando, né, que nosso tempo já tá esgotado, esse primeira parte aqui do capítulo e já convidando a ir adiante no na no que ela propõe para estudar no próximo encontro, meditação e visualização, que é o próximo item do capítulo 11. Obrigado, Guadalupe, Marluci, pela colaboração sempre muito eh afetiva e profunda ao mesmo tempo, né? E agradecemos a todos que nos acompanham. Um grande abraço, que Jesus nos abençoe e até o próximo encontro. Ah.

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