Aplaudir as Palestras Espíritas – Programa Fidelidade Espírita 13

Conecta Espiritismo TV 09/04/2026 (há 1 mês) 12:52 176 visualizações

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Transcrição

aplaudir ou não aplaudir as palestras espíritas. Essa é uma questão que tem uma grande variação nas casas espíritas, nas regiões. Umas acham que é adequado, outras até proíbem. E essa será a temática da nossa reflexão de hoje. Meu nome é Rosivel Thaago e esse aqui é o programa Fidelidade Espírita, uma produção do Conecta Espiritismo. >> Muito bem. Se você frequenta apenas a sua casa espírita, você talvez nem saiba que em algumas casas bater palmas no final das palestras espíritas é proibido. Mas isso acontece em algumas casas é proibido, em outras é absolutamente natural, em outras eles batem quando querem bater. Não existe regra para isso. E nós vamos falar a respeito disso, porque a questão de bater ou não bater palmas não é o grande diferencial e o foco do nosso estudo. A questão são os motivos pelos quais eles batem ou não palma. E é por isso que é um assunto que interessa pra fidelidade espírita. O primeiro argumento ou o primeiro motivo que faz com que algumas casas não adotem esse procedimento, que venham a proibir de que se batam palmas no final das palestras espíritas, é de que as palmas, seja o ato, seja o som, as palmas em si, elas atrapalham a estrutura fluídica da casa, que elas ven comprometer os fluídos harmônicos do local. E esse argumento, se nós colocarmos sobre Kardec, olharmos as bases da doutrina espírita, não faz o menor sentido. Os espíritos ensinam no livro a Gênese, no capítulo 14º, eles vão falar sobre os fluídos e eles [limpando a garganta] dizem que nada que nós podemos fazer influenciam ou modificam os fluídos. Bater palma, gritar, nada disso. Os fluídos só são influenciáveis e ganham as suas qualidades pela qualidade dos pensamentos. E mesmo os espíritos manipulam os fluídos pelo pensamento, independente de ter ou não palmas. Ou seja, as nossas palmas, que são geralmente manifestações de gratidão, de alegria, de êxito, não teriam o menor comprometimento fluídico na casa espírita. Existem outras coisas que comprometem muito mais. Eu já passei pela situação onde uma casa

anifestações de gratidão, de alegria, de êxito, não teriam o menor comprometimento fluídico na casa espírita. Existem outras coisas que comprometem muito mais. Eu já passei pela situação onde uma casa era proibido de bater palmas. E eu fiz a minha palestra e no final as pessoas bateram palmas, ou pelo menos uma metade do público que estava ali, e o dirigente que estava sentado na primeira fileira levantou rapidamente, asperamente, olhou para trás e fez assim para todo mundo. E a pergunta é: o que compromete mais o ambiente fluídico da casa espírita? as palmas que para o fluído são intocáveis ou o constrangimento que aquele dirigente gerou ou aquela sensação que quem bater palma depois ficou sentindo de vergonha de aquela situação constrangedora para todo mundo. Isso sim compromete a estrutura fluídica. Mas as palmas não tem a menor possibilidade dentro da doutrina espírita de causar essa reação negativa. Esse argumento não faz o menor sentido. Mas há um segundo argumento. Eles dizem que é por causa da vaidade dos palestrantes, que se eles baterem palmas, o palestrante vai ficar vaidoso. E esse argumento não faz o menor sentido. A vaidade está inserida nas profundezas das entranhas da alma humana. Quem é vaidoso é com palmas e sem palmas. Se ele é vaidoso e bateram palmas, ele vai achar que ainda é pouco. E se ele for, não for vaidoso, as palmas não vão fazer coisa nenhuma para ele. Se ele for uma pessoa vaidosa e ninguém bater palma, ele vai achar que a casa é ruim, que as pessoas nem sequer entenderam ele e ele vai continuar vaidoso. Ou seja, a vaidade é uma problemática inserida na alma humana. As pessoas à volta pouco importam para isso. Quem é, é que resolver isso. E quem não é, as palmas não farão absolutamente nada. Nós temos coisas mais complexas e mais importantes para dar atenção, como por exemplo, as pessoas que estão ali para serem atendidas e que se elas tiverem uma boa palestra, se elas tiverem um ambiente adequado, é muito melhor do que se preocupar com a vaidade do palestante. O

r exemplo, as pessoas que estão ali para serem atendidas e que se elas tiverem uma boa palestra, se elas tiverem um ambiente adequado, é muito melhor do que se preocupar com a vaidade do palestante. O foco são aqueles que estão buscando ajuda. O foco são aquelas pessoas que estão ali em busca de uma orientação. E assim nós vemos que a questão da vaidade, ela fica diminuída a sua insignificância. Não é por causa de mais ou menos palmas que alguém que não era vaidoso vai se tornar ou quem já é vai continuar sendo mais ainda. Não é essa questão. Esse argumento, ele não consegue ser defendido sob a ótica espírita, que a vaidade existe, claro que sim, mas não são mais uma vez. E assim como os fluidos, não são com as nossas palmas, com as nossas mãos que nós vamos influenciá-los. Quem é, é, quem não é, não é. E o problema deve ser tratado individualmente, mas o foco ali na hora não é querer tratar o palestrante, mas aqueles que estão ali a procura de ajuda, à procura de apoio, buscando uma informação segura. Isso sim deve ser cobrado do palestrante. Há um terceiro argumento. Todos esses que eu ouvi nas inúmeras palestras e andando aí por onde nós passamos, eles dizem que eles são contra ou proíbem de bater palma porque o foco não é o palestrante, é a mensagem. O palestrante troca, não tem problema nenhum. A as pessoas têm que ir no centro por causa da mensagem. E eu entendo isso, é muito legal isso, mas na prática não funciona. Nós temos palestrantes e eles são todos diferentes antes que alguém diga que os palestrantes são todos iguais. Não, não são todos iguais. A pergunta é muito simples. Todos estudam em igualdade? Todos se preparam iguais? Todos se dedicam iguais à divulgação da mensagem espírita? Todos se preocupam com a performance. com o conteúdo, todos não. E assim é natural que as pessoas gostem, se sintam mais atraídas por uns palestrantes do que por outros. É uma situação absolutamente natural. Tão natural que as próprias crianças gostam mais desse professor do que daquele

as pessoas gostem, se sintam mais atraídas por uns palestrantes do que por outros. É uma situação absolutamente natural. Tão natural que as próprias crianças gostam mais desse professor do que daquele professor. Nós temos pessoas na nossa vida que nós gostamos mais dessas do que daquela. Isso é natural, dizer que a pessoa ela vai no centro, não pelo palestrante, pela mensagem, mas a mensagem muitas vezes é a mesma. Ele vai ouvir lá, fora da caridade não há salvação. No outro mês ele fora da caridade não há salvação. No outro mês for a mensagem é sempre a mesma. O diferencial é o palestrante. Temos aqueles que se dedicam, que estudam a mensagem, que buscam a sua profundidade, que são comprometidos em trazer para o seu público, para as pessoas, algo que sozinhas elas não conseguiram ver, que dividem os seus estudos, que se dedicam, enquanto outros não estão com essa preocupação. Vão lá e fazem muitas vezes a mesma palestra, sempre que é o mesmo tempo. Tanto que a maioria das pessoas do público até já sabe o que ele vai dizer. Então não, os palestrantes não são todos iguais. Então é natural que as pessoas motivadas pelo trabalho, pelo estudo, pelo empenho, pela dedicação de uns queiram aplaudir e quando percebe que outros não têm o mesmo a dedicação, o mesmo empenho, se limitam a não aplaudir. Mas nós temos que dar uma finalização a essa questão. Afinal de contas, aplaude ou não aplaude? É certo ou não é certo? E o que nós poderíamos usar como métrica para equacionar essa questão é o uso do livre arbítrio. A liberdade é algo tão importante que até Deus respeita. Não é assim que nós aprendemos. Deus pode tudo, mas respeita suas escolhas. Deus é soberano. Deus sabe tudo, pode tudo, é tudo, mas respeita as suas escolhas. Tanto que algumas pessoas optamin destituído de valor, um caminho imoral e segue. Os bons espíritos respeitam isso, Deus respeita isso. Então, liberdade é um grande valor, é uma grande conquista e mostra a maturidade de cada um de nós, o uso que fazemos com a liberdade que

e segue. Os bons espíritos respeitam isso, Deus respeita isso. Então, liberdade é um grande valor, é uma grande conquista e mostra a maturidade de cada um de nós, o uso que fazemos com a liberdade que temos. Dessa forma, aplaudir palestra é certo ou é errado? nem certo, nem errado. O certo é deixar que o público, quando se sinta motivado em aplaudir, aplauda. Quando não se sinta, não se sinta, porque é só uma manifestação de gratidão. Agora, na prática, o que é que nós percebemos? que as casas que aplaudem, elas são a casas mais alegres, são casas mais felizes. O ambiente da casa fica melhor quando há o êxito da palestra, quando as pessoas demonstram gratidão e quando o palestrante percebe que o esforço, o empenho dele foi reconhecido pelas palmas, independente das questões espirituais, o clima das casas que aplaudem são geralmente mais felizes. algumas casas você entra, é um absoluto silêncio, todo mundo falando baixinho, a palestra baixa acaba naquele silêncio e muita gente acaba dormindo. Então, não é essa a questão. As casas espíritas devem ser lugares também alegres, felizes e as palmas não vão ter problema nenhum com isso. Então, se você perguntar o que é melhor, eu acho melhor que a mensagem espírita seja divulgada, proclamada em ambientes felizes, onde as pessoas têm a liberdade, inclusive de aplaudir quando desejam. Nem obrigado, nem proibido. A liberdade é o nosso maior valor e com relação às palmas, assim que deve ser. As casas mais felizes são aquelas que as pessoas podem se manifestar mais. Casas muito trancadas, além de criar climas frios, pequenos, afasta principalmente os jovens que estão buscando locais com vitalidade. Por essa razão, deixa o público livre para ser e fazer o que ele quiser. Nada que comprometa a estrutura doutrinária da casa. Nada que comprometam os fluídos da casa, [limpando a garganta] porque a alegria, alegria sempre faz bem. Aguardo aqui seu comentário, sua manifestação, que você envie esse vídeo para outras pessoas, porque esta temática é muito importante

a, [limpando a garganta] porque a alegria, alegria sempre faz bem. Aguardo aqui seu comentário, sua manifestação, que você envie esse vídeo para outras pessoas, porque esta temática é muito importante quando nós falamos do ambiente da casa espírita. Espero que você tenha gostado e nos encontramos semana que vem até o nosso próximo vídeo. Um forte abraço.

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