CONECTANDO COM O PALESTRANTE ROOSEVELT TIAGO | 29/12/26 | 20h30
"Conectando com o palestrante" é um programa do canal CONECTA ESPIRITISMO no formato de entrevistas com o objetivo de apresentar ao público informações pessoais dos mais requisitados palestrantes do movimento espírita. Conduzido por Paulo Witter, do CEAK Conchal/SP, vai ao ar todas as segundas, às 20h30! Nesta oportunidade o convidado é o amigo Roosevelt Tiado de Barra Bonita/SP Conecte-se conosco! https://www.youtube.com/@ConectaEspiritismo https://www.instagram.com/conectaespiritismooficial/ #kardec #kardeciscmo #espiritismo #evangelho #conectaespiritismo ✅ Inscreva-se no canal 👍 Deixe seu Like ✍️ Escreva seu comentário 🔔 Ative as notificações para não perder nenhum vídeo. 📲 Compartilhe com seus amigos
Olá, olá para você que já está conosco conectado para o mais um conectando com o palestrante e hoje com esse amigo queridíssimo no meu coração, Rusivel Thaago, boa tarde, bom dia, boa madrugada, boa noite, a depender do horário que quem for nos assistir, não é, Rusil? Tudo bem com você? Tudo bem, meu querido? Realmente, né, a gente percebe que a ferramenta da internet, ela possibilita que as pessoas acessem de vários lugares, em vários horários. Essa democracia digital, realmente a gente nunca sabe onde chega, mas é sempre bom conseguir colocá-la a serviço da doutrina espírita e está com você, Paulo, é alguém também muito caro ao nosso coração, um amigo muito querido. É motivo de alegria. >> Alegria é toda nossa. Quero deixar aqui já um grande beijo para Giovani, nossa querida Jô, que possa estar em breve conosco aqui também, dando a sua entrevista e trazendo para nós informações, lembrando então o propósito desse nosso programa, que é trazer informações eh diferenciadas desses palestrantes, dessas eh desses nomes, né, que tanto nos ensinam. e nos orientam na doutrina espírita e no movimento espírita brasileiro e também, porque não dizer mundial, né, Rusiro? >> Exatamente. Até até no período que nós vivemos agora, as pessoas realmente nas fronteiras todas caíram, já não existe essa limitação. E eu consigo ver isso, Paulo. Às vezes a gente viaja para estados longe, que a gente tá chegando pela primeira vez. Quando você chega lá pela primeira vez, as pessoas já te tratam como conhecido. Então é, eu sei sempre assim, gente, tô acabando de chegar e eles já falam com uma intimidade, aí eles falam da da nossa cidade já. Então você vê que eles já sabem da gente bastante no aeroporto. Você acabou de chegar, as pessoas têm essa sensação de já conhecia há muito tempo. Então se você não tiver até lá, você não tem essa noção >> de que elas já acompanham o material, já acompanham o trabalho há muito tempo. Então é a prova prática de que realmente nós vivemos um período especial. Às
não tiver até lá, você não tem essa noção >> de que elas já acompanham o material, já acompanham o trabalho há muito tempo. Então é a prova prática de que realmente nós vivemos um período especial. Às vezes você tá dando ensinamento aqui que tá beneficiando gente do outro lado do mundo, você não faz nem ideia. Então o aprender a usar isso a nosso favor é algo absolutamente fundamental, porque a gente sente na pele isso, né? As pessoas são próximas, falam dos nossos livros, falam: "Olha, eu gosto da palestra tal, palestra antiga, nem eu lembro, né?" e eles contam um pedacinho pra gente. Então é internet, tudo é internet que proporciona. Então realmente o benefício vai longe, é difícil até de medir. Legal demais. E o intuito, então além dessas informações que já estão públicas na internet, outros detalhes, né, da vida dos nossos nossos palestrantes, daí o propósito de conectar nesse sentido, né? Lembrando que nós partimos aqui do canal Conecta Espiritismo e vou iniciar com a prece pra gente poder dar o start depois. Me peço para você no final fazer a prece de encerramento. Tudo bem? Perfeito. >> Então vamos lá, elevando os nossos pensamentos ao nosso pai criador, a Jesus, que é o nosso mestre, que é o nosso amigo celeste, nosso irmão maior e aos benfeitores espirituais que nos auxiliam, que nos orientam, que nos advertem. Queremos agradecer, Senhor, por aqui estarmos mais uma vez e mais em mais um programa hoje na companhia deste irmão querido Rosivel, que tanto tem nos ensinado ao longo da nossa trajetória e que tanto tem ensinado e compartilhado os seus estudos com todos nós. Abençoe o Senhor hoje e sempre. abençoe a todos nós para que possamos nos invoir de um sincero propósito de colocarmos em prática os teus ensinos que nos são tão belamente transmitidos, relembrados, explicados pela doutrina espírita que escolhemos paraar as nossas vidas e os nossos passos. Sendo assim, fica conosco, Senhor, hoje e para todo sempre. >> Muito bom, meu amigo. Eu não vou te apresentar, já que o nosso propósito
pírita que escolhemos paraar as nossas vidas e os nossos passos. Sendo assim, fica conosco, Senhor, hoje e para todo sempre. >> Muito bom, meu amigo. Eu não vou te apresentar, já que o nosso propósito aqui é exatamente entrevistar, né, o palestrante. Então, eu vou pedir que você comece contando para nós um pouco da sua trajetória, como é que você começou na doutrina espírita. a a sua cidade de nascimento, se você é de beço espírita ou não. Conta pra gente um pouquinho. >> Muito bem, Paulo. Eh, sempre que às vezes eu acompanho, né, as outras entrevistas que você faz, eu conheço outros palestrantes, a minha história, eu acho que é meio do avesso de todo mundo, né? >> Começa estudando, começa no centro. Uns passaram pela mocidade, outros até pela educação espírita infantil, estudaram no centro. Muito bem. >> E comigo foi totalmente o contrário, né? Eu não tenho berço espírita, mas por volta dos 14 anos de idade isso aconteceu algumas coisas interessantes. Eh, com os amigos informalmente, não sabia que existia espiritismo, nem centro espírita, nem nada. Eu começava a conversar com as pessoas e conversar quando? Eh, no final de festa dos amigos, no final de jogar bola, no final de informalmente, moleque, conversa de moleque. Mas por alguma razão que hoje eu entendo e naquela época eu nem sequer percebia quanto mais entendia, né? Eu começava a falar de coisas que as pessoas prestavam atenção. Então, começou a ficar comum que no final do jogo, no final das festas, no final do passeio, fazia aquela roda de gente em volta, eu falava e todo mundo ouvia. Nada programado, nada assim, ó, vamos fazer para isso. Acontecia e foi passando o tempo. Um dia a gente tava jogando vôlei na rua, coisa de moleque e a gente parou aí. A gente tava indo embora e uma das pessoas, eu me lembro até do rosto dele, não lembro do nome, mas eu lembro do rosto da imagem, ele falou assim: "Viu, nós vamos conversar hoje". Então você percebeu que já virou padrão parar e ficar batendo papo, conversando. E
o rosto dele, não lembro do nome, mas eu lembro do rosto da imagem, ele falou assim: "Viu, nós vamos conversar hoje". Então você percebeu que já virou padrão parar e ficar batendo papo, conversando. E falava de quê? Falava da vida. Um falava, >> tinha uma expectativa ali. >> É, nada programado. Um falou assim, ó, nossa, tô com problema do meu pai, minha mãe é isso, meu pai é aquilo. Briguei na escola e não sei o que tem, tô sem dinheiro e coisas da vida. E eu ia falando que eu achava que devia e foi indo muito bem. Passou algum tempo, né? Estamos falando de tempo assim, 2 anos, eh, o grupo ficou muito grande. Aí um dos rapazes falava assim: "Rapazes, nada, tudo molecada. Tô falando agora já tô com 17, vamos marcar um dia só para conversar." Falei: "É, vamos, né? Onde é que a gente vai?" Aí, nessa época minha avó morava sozinha e eu falei assim: "É, vou na casa da minha avó então". E começamos lá, marcamos dia e horário. Era toda quarta-feira às 7:30 da noite. Rapidamente, Paulo, o grupo ficou tendo umas 60, 80 pessoas. >> Uau! >> E aí eu já comecei, moleque, preparar tema, já ia levar um aluno do Já eu já ia pronto, né? já ia pronto. E aí, só que até então nunca ouvi falar em Espiritismo, nunca ouvi falar em Kardec, nunca ouvi falar em nada, mas as palestras começaram, não começava, já falava uma hora, depois ela abria pergunta, tal. E no nesse grupo começou a frequentar os espíritas, que é no centro, aliás, espírita não. Eram pessoas que eram parentes de quem tinha trazido a doutrina para nossa cidade, Barra Bonita, São Paulo. Eles trouxeram para cá a doutrina espírita, foram os pioneiros. Eles foram lá, >> sim. >> Começaram a frequentar os estudos >> e no meio el assim: "Rúsiel, você não quer fazer palestra lá no centro?" Falei, que que é centro? Centro é um lugar aqui, ó, estuda, essas coisas que você estuda aqui e tal, tal, tal, tal. Eu não conhecia a obra básica, nada, meu amigo. Ó, ele é o que você tá falando aqui. É igual, pode falar a mesma coisa que você fala aqui lá. Eu falei, tá bom,
e você estuda aqui e tal, tal, tal, tal. Eu não conhecia a obra básica, nada, meu amigo. Ó, ele é o que você tá falando aqui. É igual, pode falar a mesma coisa que você fala aqui lá. Eu falei, tá bom, se puder falar a mesma coisa, eu vou. Aí fui, então assim, eu comecei a fazer palestra antes de ser espírita, mas já falando de espiritismo, mas não sabia que era espiritismo. Aí eu fui pro centro, muito bem, fui pro centro, fiz palestra lá e por ser muito jovem, por e aí sim foi muito muito bom receptividade. Aí pessoal assim, se precis estudar no centro, porque tem a regra do centro lá, tem 4 anos de curso, não tinha obra básica onde eu estava, no centro que eu comecei, eles estudavam as obras da Terezinha de Oliveira, não tinha Kardec lá também. Falava-se de Kardec da >> Teresinha, mas direto no livro não. Muito bem. Eu estudei, Paulo, eu estudei o quê? uns 10 meses no centro. Por quê? Aí começou, faltou o professor, algum problema que eu também não lembro. Eu sei que faltou. Quem que vai? Quem que vai, pessoal? Ruso. >> É o Rus. >> É o Rúio. Mas cara, tava no começo de estudar lá. O que eu aprendia, meu amigo, eu aprendia. Eu sabia que eu falava, por exemplo, o livro dos espíritos para mim é muito claro. Agora se você aprendeu onde? Não foi aqui, não foi nessa vida que eu aprendi. Ele é muito claro. Eu me e a e ainda tem isso, ó. Eu passei por um período de desacreditação pessoal. Acho que é isso, porque eu falava primeiro, que era instintivo, eu falava, depois eu ia procurar nas obras para ver se tava certo. Então eu fui ganhando confiança. Aí quando eu via que eu falava, eu ia procurar e tava certo. E aí eu fui indo. Aí eu comecei a estudar doutrina espírita, não no centro, separado, porque >> eu entendi desde cedo que Kardec era o trilho seguro. Mas muito bem. Então eu comecei como aluno em 8 a 10 meses eu já era professor e comecei a dar os cursos do centro. Então eu fui passando nos anos, mas eu já sempre substituindo, tal. Muito bem. Acabou o quarto ano, né?
o eu comecei como aluno em 8 a 10 meses eu já era professor e comecei a dar os cursos do centro. Então eu fui passando nos anos, mas eu já sempre substituindo, tal. Muito bem. Acabou o quarto ano, né? >> E você tava com quê? 18 anos, mais ou menos. >> Mais ou menos. Aí eu fundei lá que não tinha o quinto ano que era estudo do livro dos espíritos. Aí eu quei, porque isso aí para mim era e até hoje é e até hoje é assim, ó. Você quer que ser conhecido como como palestrante, o melhor, o que fala mais bonito, o que tem mais eloquência. Não, eu quero ser conhecido por alguém fiel a Kardec. É o meu coração disso. Tem gente que tem nada contra pessoas. Tem gente que se dedica à obra sócial, tem gente que se dedica a a educação infância, um monte de coisa. Tá tudo certo, mas a minha alma, eu sinto isso, que a minha bandeira é a da fidelidade a Kardec. Por, já entrando no outro assunto, né? Se todo mundo fala de espiritismo, deveria ser uma coisa meio óbvia. Na prática não, meu amigo, >> prática não é não. A gente tá andando aí tem muitos lugares distantes que a gente vai, centa os espíritas inteiros que quando eu falo de Kardec parece que é novidade. Me sinto sozinho falando de Kardec. Então assim, deveria ser um pleonasmo, né? De Kardec, todo mundo já fala: "Não, não é assim não. Não é assim não." Então é uma bandeira pessoal. Então eu digo assim, eu comecei a fazer palestra espírita antes de ser espírita, antes de conhecer o a doutrina espírita, antes de ir pro centro. Mas quando eu conheci, aí eu percebi que aquilo que eu falava já tinha nome, já já consegui dar nome aos bois, já sabia que aquilo era a doutrina espírita. E aí eu comecei a estudar com mais profundidade e eu estudo até hoje constantemente. Todos os dias eu estudo. Então essa é a minha jornada sem origem espírita, mas aí a intensidade das palestras, porque eu sempre falei muito, né? E nós terminamos esse ano aqui, mas a gente sempre bate uma média de 200 palestras por ano. Então é uma quantidade grande é muito tempo. Então
ensidade das palestras, porque eu sempre falei muito, né? E nós terminamos esse ano aqui, mas a gente sempre bate uma média de 200 palestras por ano. Então é uma quantidade grande é muito tempo. Então isso me faz estudar muito. E como eu acho que eu estudo a coisa certa, isso tem rendido bastante, né? Mas é um caminho diferente. A maioria passa pelo Eu não, eu eu fui para o grupo de mediunidade para formar o grupo. Eu fui pro grupo de passe para formar o grupo de passe. E assim foi indo. Aí ficamos lá muito tempo. Depois nós fundamos o ACEAC, que é uma casa em Barra bonita, né? Fundamos, era um lugar assim distante, não tinha um um lado da cidade que não tinha nada, não tinha centro, não tinha nem asfalto quando a gente foi para lá, >> né? e construímos ali o centro, alugamos primeiro, fomos trabalhando os 10 primeiros anos do centro, eu fui presidente do centro, porque era tudo a gente, era um grupinho pequenininho de trabalhadores. Então, a gente dava assim a parte intelectual, né, que é curso, palestra, era eu fazia de direto. Conforme foi chegando as pessoas, você vai parando de fazer. Hoje, hoje nós não participamos de Centro Espírita nenhum, nem o que a gente fundou, nem outro. E às vezes quando você tá numa cidade por aí, eles vão te apresentar, eles falam: "Você participa de qual centro?" Eu não vou ficar explicando de nenhum, porque na verdade é nenhum, gente. Não tem tempo mais quando você pega 200 palestras, e não são 200 palestras, é assim, tem palestra que é distante, você demora um dia para ir, aí você faz três dias de palestra, um dia para voltar. É a semana. >> Acabou a semana. >> Acabou a semana. Então assim, frequentar uma casa espírita hoje para nós não é possível mais, mas nós temos como referência de ter fundado a SEAC, de ter ficado lá os 10 primeiros anos como presidente, né? É uma casa que hoje tá com 30 e poucos anos. Então assim, é uma história bonita, uma história boa, mas eu sei que é diferente. Então assim, e e eu e até uma coisa que é referência para
presidente, né? É uma casa que hoje tá com 30 e poucos anos. Então assim, é uma história bonita, uma história boa, mas eu sei que é diferente. Então assim, e e eu e até uma coisa que é referência para mim, quando eu comecei a no Espiritismo a primeira vez, as primeiras vezes, né, que eu não sabia o que era ainda, eu não fui de bom grado, eu fui com algumas reservas, né, algumas reservas, porque a minha mãe começou a ir primeiro. Não, vamos lá que é legal sim, vamos lá, você faz palestra lá, vai ser legal. Mas eu fui com algumas reservas porque eh eu nunca tinha ouvido falar nisso, né? Então assim, mas quando eu fui, eu identifiquei, eu me senti que eu tava em casa. Eu me sinto muito tranquilo quando eu vou falar da doutrina espírita. Eu acho que é uma coisa muito lógica. E o que pontuou foi a minha própria história. Por exemplo, eu via que eu tava ensinando coisas que ninguém tinha me ensinado hoje nessa encarnação. Então assim, ó, prova que a reencarnação existe. Eu eu ensinava coisas que ninguém tinha me ensinado e depois ia procurar nos livros, depois ia procurar nas obras e eu fui, ó, tá certo, cara. Na hora eu falava, eu não sabia por que eu falava. né? Eu só falava e depois eu vi que dá tão hoje eu ganhei segurança com isso, mas no começo era assim, será que tá certo o que eu tô falando? P será, mas da onde é que eu tirei isso? E até hoje eu não sei da onde eu tirei isso, mas hoje eu confio porque eu já fui nas obras, hoje eu estudo muito, mas naquela época não. Então é um caminho meio do avesso do que a maioria. >> É diferente. É diferente. Não tem dúvida. E você tem mediunidade ostensiva ou essa essa fala intuitiva, >> Paulo? Eu eu sim, claro, do ponto de vista técnico, né, Kardec ensina que é mais ou menos médiuns, se você tem uma sensibilidade em qualquer grau, entendo isso. Agora vou responder do ponto de vista prático, né, para que todo mundo entenda você também. Não, eu não vejo, não ouço, não sinto, mas por exemplo na hora da palestra, os minutos que antecedem a palestra, eu
ou responder do ponto de vista prático, né, para que todo mundo entenda você também. Não, eu não vejo, não ouço, não sinto, mas por exemplo na hora da palestra, os minutos que antecedem a palestra, eu tenho algumas sensações estranhas. Toda a palestra, toda, eu sinto a temperatura do meu corpo aumentar. Então, se alguém pegar na minha mão, tá suado e que alguém fala assim, ó, você tá nervoso? Não, zero nervoso não, mas eu sinto a temperatura aumentar de dentro para fora antes da palestra. é um um sinal que eu sinto. E outra coisa, assim, uma segurança muito grande. >> Uhum. Mas >> eu me sinto muito seguro para fazer a palestra, né? Então são coisas assim, mas ver, ouvir, osten diretamente, nada, nada, nada, nada, nada. Isso aí não, isso aí é um, é um algo que não faz parte do meu, né? Mas eu me sinto muito seguro a com relação assim a à certeza de que a resposta, o conteúdo que eu preciso vai vi e se eu tenho porque Mas eu não, você ouve não, eu sinto dentro. >> É uma coisa interior, né? Eu me sinto muito seguro. Às vezes a pessoa fala assim, ó, posso fazer uma pergunta? Eu já sei a pergunta e a resposta antes dela. Olha só, >> mas é uma coisa de dentro. não ouço, não vejo. Então eu acho que são coisas diferentes, né? Mas é tudo muito interno. Inclusive >> hoje eu teria mais habibilidade para l lidar com isso. Quando eu comecei jovem, eu tive problema no centro porque os os dirigentes antigos eram todos já muito idosos, tudo já >> tudo que nem eu assim, cabelo branco >> branca. Então ele, eu falava assim, ó, eu ensinava, dava aula e a pessoa falava assim para mim: "Você aprendeu isso onde?" E eu falava: "Em lugar nenhum e aí ficava uma interrogação, mas eu era muito menina, não sabia administrar isso, né?" Depois os mais antigos falam assim, ó: "Não fala isso, não fala que você fala que você estudou no livro, fala que você que é mais fácil das pessoas entender. Não fala você: "Tá bom, eu vou falar que eu estudei no livro". Mas não é verdade. >> Mas não é verdade.
la que você fala que você estudou no livro, fala que você que é mais fácil das pessoas entender. Não fala você: "Tá bom, eu vou falar que eu estudei no livro". Mas não é verdade. >> Mas não é verdade. >> Não é verdade. Eu vou falar, mas não é verdade. Porque eu sei que era meio estranho para eles, porque assim, todo mundo cabecinha branca e eu, moleque, dando aula para eles de coisa que eu não aprendi. Faz sentido isso, >> né? Que não faz sentido, né? Então eles pediam para mim não falar isso que eu tô falando hoje, não falar que eu que eu não estudei e tô ensinando. Mas é real, foi assim que aconteceu, né? Eu sempre fui falando de coisas e depois que eu fui estudar, a vantagem é depois que eu fui estudar, eu percebi que aquilo que eu falava tava certo. Então fiquei tranquilo, fiquei seguro, >> mas foi diferente, né? Eu comecei a fazer palestra antes. Então agora eu tô completando, esse ano agora 2026, tô completando 40 anos de palestra, né? Quando eu falo 40 anos assim, é que eu comecei muito novo, comecei quando eu comecei, eu nunca parei, nunca fiquei um tempo sem fazer palestra. É 40 anos ininterruptos de palestra. >> Então foi muito, muito bom. É um caminho diferente. >> E em algum momento algum médio te passou uma informação do que aconteceu ou de outras vidas ou desse preparo pré-encarnação para esse trabalho acontecer de forma tão esplêndida, >> amigo. Não diretamente o que eu tive experiências assim, ó, quando ainda muito jovem, né? Eu comecei a fazer palestra no centro, mas não era espírita, eu tava conhecendo o centro. Então, as pessoas me convidavam e até hoje é assim, me convida, eu vou. Já fui em igrejas evangélicas, já fui em vários lugares e eu me lembro de algumas oportunidades que eu fui em em trabalhos de Umbanda, né, que tinha muito centro de umbanda, perto de onde eu morava, tal. E os espíritos da Umbanda falavam assim: "Ó, o seu lugar não é aqui." Só que até então não tinha raiz em nada, mas era o seu lugar não é aqui. Eu e eu assim, mas não é onde que eu me lugar
orava, tal. E os espíritos da Umbanda falavam assim: "Ó, o seu lugar não é aqui." Só que até então não tinha raiz em nada, mas era o seu lugar não é aqui. Eu e eu assim, mas não é onde que eu me lugar até a chave. vocês estão me mandando embora, né? Meu lugar não, seu lugar não é aqui. Isso lá no começo. E eles falavam assim, ó, só que, ó, você tem que estudar bastante. Aí na minha cabeça estudar geografia, matemática, português, não conhecia nada, não fazia muito sentido. Então, hoje tudo faz sentido. >> Sim, >> né? Mas naquela época, até quando eles falaram assim, ó, o seu lugar não é aqui e você tem que estudar bastante. Eles diziam que eu ia viajar muito, se eu gostava de estrada, que eu ia andar muito nas estradas, mas na época eu nem tinha carta. Então você imagina que eu não tinha, não tinha, tinha nada. Nós temos uma origem muito pobre, muito pobre mesmo. E então assim, não tinha carta, não tinha carro, não tinha nada. E eles falam assim, ó, você vai andar muito, você vai pegar muita estrada. Isso era moleque. Então assim, sob esse ponto de vista agora, eh, com relação a depois, vamos dizer assim, que eu já tava já sabia da doutrina, já conhecia o centro, já tava mais oficializado o negócio, não, eu sim não tenho contato dos espíritos. Eu até falo assim que não tive o privilégio, né? Porque eu acho muito bom quando você percebe assistência, ve, as pessoas sabem nome do mentor, sabe nada. Isso aí nada, né? Isso aí não. Isso aí, na verdade, eh, eu chega para mim como eh a minha convivicção, ela é ela tem raízes no estudo, né? Mas mediunicamente não, nem comigo, nem fora. Eu me sinto muito bem assistido, uma segurança interna, mas sem nada assim de ver, ouvir, psicografar, nada. Isso não. >> Que legal, que legal. E como como entrou a sua parceira Jô na história? Parceira em duplo sentido, né? >> Sim. A J ela ela quando eu conheci ela foi através do trabalho, né? Ela tinha uma empresa, eu tinha outra. Eu fui prestar serviços onde ela trabalhava e a gente se conheceu lá, né? Ela já tinha
né? >> Sim. A J ela ela quando eu conheci ela foi através do trabalho, né? Ela tinha uma empresa, eu tinha outra. Eu fui prestar serviços onde ela trabalhava e a gente se conheceu lá, né? Ela já tinha uma ligação com a doutrina antes de mim. Digo assim, já na infância, a família dando livro dos espíritos, já teve uma, né, mas também para ela intensificar, né, dela estar comigo viajando, fazendo junto, já foi bem depois, porque foi mais quando ela tava perto de aposentar, então não teve mais liberdade. No começo era só final de semana, né? E hoje realmente ele começou a escrever, nós estamos, acredito 52 ou 54 livros, porque a gente escreve muito, fala muito e tudo é assunto para livro, né? Se a gente pegar o que nós falamos aqui hoje, se quiser aprofundar um item desse, já dá um livro, >> porque tudo tem muita história, né? E como a gente teve essa parceria assim, eu escrevo, passo para ela, ela escreve, quando ela me devolve, já não tem nada a ver com o que eu escrevi. Aí eu vou lendo de novo, já dou um outro, entendeu? Porque o livro tem isso. Qualquer livro, se alguém me escreve, vai ver, vai entender o que eu estou dizendo. Eu costumo dizer assim, o livro ganha vida própria. Conforme assim, vou escrever um livro sobre o tema X. Aí você começa, vai escrevendo tema X. Não, chega um determinado ponto que às vezes o livro começa a pegar um outro caminho. Eu já cheguei ter que trocar o tema no final. Assim, a gente saiu com um objetivo, quando ele ficou pronto, se não tem nada a ver com o tema. Então aí tem que trocar o tema que ele vai ganhando vida própria, né? Vou dar um uma um exemplo. A primeira vez que a gente foi falar sobre comunicação, a gente escreveu um livro assim, ó, eh, comunicação, arte de falar. Aí eu escrevi, mandei para ela, mandei porque ela escreve no no no notebook dela, né? Depois ela me devolve. Quando ela devolveu, o tema já tava assim. Eu coloquei comunicação, arte de falar. Quando ela devolveu para mim, tava comunicação, arte de falar e viver
no no notebook dela, né? Depois ela me devolve. Quando ela devolveu, o tema já tava assim. Eu coloquei comunicação, arte de falar. Quando ela devolveu para mim, tava comunicação, arte de falar e viver melhor. Falei: "Pera agora mudou bastante, agora já não é mais só comunicação. Então agora >> desculpa ampliou muito, né? >> Amplia, você entendeu? Aí eu escrevo, aí eu mando para ela de novo e assim vai indo, né? E e por que que a gente escreve muito? Porque, por exemplo, eu escrevi um escrevi esse, por exemplo, mando para ela, enquanto ela não me devolve, eu vou escrever no outro. Então, às vezes, quando acaba um, às vezes fica dois livros pronto junto. Por quê? Porque é assim, né? Então assim, a nossa produção é muito grande. Sem gostar de apostila, sem contar, Paulo, livro que a gente perde. Por exemplo, assim, ó, uma vez roubaram um notebook nosso no aeroporto, né, >> há muito tempo atrás, não tinha nuvem, não tinha nada, né? Roubaram o notebook. Desse notebook devia ter uns sete, oito livros pronto, né? Época não tinha pen drive, era umas coisas enorme, tudo grandão, não dava para andar. Hoje é tudo fácil, né? Na época não tinha, roubaram. A gente ficou mais triste com o que perdeu de conteúdo do que com o notebook, >> com o próprio notebook, né? >> Hoje tá tudo em nuvem, hoje não perde quase mais nada, né? Mas naquela época não tinha, então a gente já perdeu muita coisa. Então se fosse ver o que tem um dos livros terapia queixa, né? Eh, é um livro bom, eu gosto muito dele, estamos reeditando agora, né? Ele tem o prefácio do maestro João Carlos Martins e ele é um livro interessante por isso, ó, a gente escreveu terapia de queijo é o tema. Amigo, dá para explicar. Um dia eu pego, tava com 80 páginas, eu pego o computador para continuar escrevendo. Cadê o livro? Tá lá. Eu não aqui, tava aqui, então onde é que foi? Só tem esse sumiu. Se não é possível, cara. Sumiu. Tava com 80. Sumiu. Ninguém acha, ninguém viu. Levei pro técnico ver se tava algum lugar, ele vasculha nada. Tava com nome
qui, então onde é que foi? Só tem esse sumiu. Se não é possível, cara. Sumiu. Tava com 80. Sumiu. Ninguém acha, ninguém viu. Levei pro técnico ver se tava algum lugar, ele vasculha nada. Tava com nome terapi de queixa. >> Bom, lembrei do tema, falei: "Vou começar a escrever de novo, sem reclamar". Aí comecei escrevi o livro que é o >> lembrou do tema. >> E aí eu comecei a escrever assim, ó. Fizemos o livro, perdemos o arquivo, comecei sem reclamar, escrever de novo. Conclusão, esse livro começa na segunda edição. Foi. Foi. Então, a gente produz muito, né? >> Muito bom. Mas é uma coisa que eu acho que realmente o outro lado juntando as duas coisas, o Rosvio e a Jô escritor com o Rusvio palestrante, porque esse fluxo de escrita também me força a estudar mais. Então uma coisa reforça a outra. São coisas similares, >> né? Então a gente tem que estar sempre estudando muito. Eu sou muito preocupado com fidelidade doutrinária, né? Se você falar assim que eu usei uma palavra errada, um erro de português, eu não tô nem aí para isso, mas um erro doutrinário me incomoda, que eu acho que nós temos que ser muito fiel à doutrina. Eu vejo a doutrina espírita com muita fidelidade à aquilo que ela se propõe, o que eu acho que já combate um dos grandes problemas do meio espírita hoje, quer fazer com que as instituições espíritas continuem sendo espíritas, porque a quantidade de modismos que chega de toda a sorte são muito grande, né? E não é pessoas que querem prejudicar a doutrina espírita. Eles viajam lá num canto, vê uma coisa esquisita, eles quer trazer pro centro deles, né? Porque se lá faz, deve ser e não é nem lá e nem lugar nenhum. Então essa é a bandeira pessoal. Eu acho que doutrina espírita vale a pena, mas ela tem que ser praticada com fidelidade a Kardec, que nos faz ter fidelidade ao que Jesus propõe também. É um trilho seguro. Eh, posso errar alguma coisa? Claro que posso, mas é ignorância. Mas dentro do que eu estudo, eu prezo muito pela fidelidade doutrinária. >> Sim. E é uma coisa que eu admiro demais
É um trilho seguro. Eh, posso errar alguma coisa? Claro que posso, mas é ignorância. Mas dentro do que eu estudo, eu prezo muito pela fidelidade doutrinária. >> Sim. E é uma coisa que eu admiro demais o trabalho de vocês. Inclusive tem livro desse tema, tem seminário a respeito, né? é um é um viés muito importante que eu vou querer que você volte depois nessa questão porque já tem até o o canal, né, do no Instagram e tudo mais, mas eu queria que você contasse um pouquinho. Você começa lá então no na rodinha de conversa, depois o futebol, depois o vôlei na rua, vai pra casa da tua avó, aí vai pro pro centro a convite para palestrar, faz as palestras sem ser espírito, depois passa a ser espírita, vai funda o o ACEAC. E quando quando vocês começam a rodar esse Brasil todo e também depois fora do Brasil? É, aí a primeira pessoa que começou a falar, a pedir, né, falou assim, ó, chamo Rus, chamo Rus, foi o Orson, né, o Orson Peter Kara, ele muita gente que tá falando fora hoje, fora assim, fora da sua casa, né, era colocado por por ele. Então ele marcou muita palestra pra gente. E começa assim, quando você vai num lugar, quem tá lá já marca a volta ou marca pra casa dele. Então assim, e às vezes até é uma coisa estranha que a pessoa falar assim, ó, vamos marcar a palestra na qualquer hora a gente marca. Aí eu falo assim, ó, se você quiser marcar, marca já, porque e a pessoa não entende isso, né? E realmente não dá. Tem lugar que há muitos anos tá assim, ó. Vamos marcar, hein? Nunca dá. Nós estamos agora gravando hoje final de 25. O ano de 26 já tá fechado. Nós estamos, já estamos na metade do 27. Então é muito lor, por quê? Quando você sai de um lugar, o retorno para esse lugar praticamente já vem. Então é muito rápido, fé fecha muito. E como a gente vai em muito lugar, fecha muito rápido, né? Organizando isso com a vida, né? Você tem que fazer o quê? A gente faz marca um final de semana sim, um final de semana não. Um viaja, um não. C de família e outras coisas. Mas isso
muito rápido, né? Organizando isso com a vida, né? Você tem que fazer o quê? A gente faz marca um final de semana sim, um final de semana não. Um viaja, um não. C de família e outras coisas. Mas isso geralmente fura. A gente faz o ano certinho, arrumadinho, aí os amigos começa assim: "Não dá para você vir aqui, ó, não dá." Nossa, mas ol, precisava, é um evento, é disso, é aniversário da casa ou alguém que não veio, alguém que precisava aí como a gente acaba criando amizade com as pessoas, >> aí se abre mão daqui, faz uma exceção ali, então acaba. É muito difícil, muito difícil, né? Então a gente sempre assim, ó, se precisa, a gente tem que marcar por causa disso, tá muito rápido, fecha muito rápido. E Paulo pós internet piorou, né? Porque assim, chega pedido de gente que você nem conhece. Se os que conhece já garante o ano inteiro de atitividade, hoje alguém que você não conhece pega no Instagram, fala: "Ó, sou fulano e tal, do centro espírita fulano de tal, da cidade de tal, como é que faz? Vamos agendar." Fidão ficou muito rápido. Então, por exemplo, a gente abre a agenda para fechar, é rapidinho, é muito rápido, porque a gente conhece bastante gente, né? Aí para chegar nas palestras do exterior tem que passar antes pelos congressos, né? Quando você vai para congresso, F já esteve no congresso do Rio Grande do Sul, que é um belíssimo congresso, para Goiás. E aí vem pessoas fora do país para esses congressos que são oradores já que todo mundo conhece, são eventos maiores para 5, 10, 15.000 pessoas e vem muita gente do exterior e é a ponte, né? Então a gente chegou para alguns países a fazer palestras para grupos brasileiros lá ou pessoas que entende o nosso idioma, né? Quando você pega aqui o Sul, Uruguai, Paraguai, eu confesso que eu não os entendo quando eles estão falando, mas segundo eles eles nos entendem. Então a gente vai lá na divisa tudo e consegue, eles estão ali presentes, né? Então, porque o Brasil é muito grande, então a gente consegue ter acesso a esses outros
as segundo eles eles nos entendem. Então a gente vai lá na divisa tudo e consegue, eles estão ali presentes, né? Então, porque o Brasil é muito grande, então a gente consegue ter acesso a esses outros países, mas por causa disso, passando pelos grandes congressos das federativas, né, que faz um evento muito bem organizados, né, os congressos são, aliás, quem não participa dos congressos, eu sempre indico, vai, porque é uma oportunidade especial e não só a oportunidade especial para ouvir a palestra que a pessoa Pessoa que me ouve pode falar assim: "Ah, eu vejo aqui em casa pela internet. Legal, mas eh tô falando de outra coisa. >> A experiência de tá ali, de ver vários espíritas juntos, conhecer espíritas de outros lugares, de outros estados, palestrantes novos, conversar com as pessoas, trocar contato, isso é indescritível pro movimento espírita, né? Quando você pega assim os nossos irmãos evangélicos, né? Eu acho que a organização deles é muito superior à nossa. Tanto é que eles enchem estádio, eles enchem campo futebol, eles enchem o que eles quiserem, né? Por quê? Porque eles entenderam isso. Não adianta eu tô na minha casa, você tá na sua casa, ele tá na casa dele. Mas é importante todo mundo se desinstalar pra gente se encontrar, fazer eventos juntos, maiores, para as massas. O próprio conecta agora, qual que é a grande vantagem do conecta? >> Eu ia, eu ia espírita. >> Você entendeu? Tem muita gente que não vai num centro espírita por preconceito, porque não gosta, porque não sabe como é que é, porque a religião dele não gosta. Agora, e num auditório é outra conversa. E num salão de eventos, num seu, é outra conversa. Então isso tem uma importância, né, especial, fazer com que os eventos não fiquem limitados à casa espírita, lembrando que não diminui da casa espírita, que às vezes fala assim, vamos fazer um evento grande, a pessoa f, ah não, mas para que um evento tão grande não podia fazer no centro, mas já faz no centro, não vai parar de fazer, não vai, não é uma coisa que não vou
assim, vamos fazer um evento grande, a pessoa f, ah não, mas para que um evento tão grande não podia fazer no centro, mas já faz no centro, não vai parar de fazer, não vai, não é uma coisa que não vou fazer um evento grande e vai parar de ter palestra na casa. Não vai continuar da casa, vai continuar a feira do livro, vai continuar a palestra gratuita em todo lugar. É a coisa a mais. >> Então não tem por não fazer se não diminui nada, né? >> Uma coisa não excluir a outra, né? >> Exatamente. >> Aliás, para passar as datas certinho, né? O Ruswell se refere a um evento que que acontecerá em fevereiro, nos dias 20, 21 e 22 de fevereiro, no no centro de exposições do Parque Dom Pedro, Shopping Dom Pedro em Campinas. Então, promovido pelo Conecta Espiritismo, esse evento chama-se Conecta Campinas. Então, tá todo mundo convidado pra gente se reunir lá, se abraçar, confraternizar, aprender, vivenciar uma experiência em conjunto, não é, Ros? >> Conjunto, conjunto, né? Você tá transitando, é muito livro espírita, muito espírita, é assunto de espírita, troca eh WhatsApp, troca telefone, tira foto. Sou muito saudável pro movimento, né? Aí eu eu vou para muitas cidades, onde é que eles me acharam? lá no congresso, você tá autografando, alguém dá um cartão, alguém pega telefone, troca um WhatsApp, pega um e-mail, pega o que quiser e assim vai estendendo e criando redes. Isso é muito positivo. Então você pode assistir só pela internet, pode, porém é muito diferente, é a vibração do lugar, as pessoas todas juntas, as pessoas que saíram das suas casas para est num lugar, então isso é muito bom. Então eu super recomendo. Quem conhece o espiritismo só da própria casa, só vai na sua casa, na casa, na sua cidade e tal, muito bem. Porém, tendo a oportunidade, vá para os grandes eventos, que é muito importante que a gente se una. E você falou eh no início e e citou outras vezes a questão da internet, né, dessas possibilidades todas. Eu acho que um ponto importante, uma contribuição muito importante que é um advento pós
se una. E você falou eh no início e e citou outras vezes a questão da internet, né, dessas possibilidades todas. Eu acho que um ponto importante, uma contribuição muito importante que é um advento pós pandemia, eh, a questão das lives, os programas online e tudo mais, é exatamente quebrar um pouco dessa questão do espiritismo lacarte, não é? Ou seja, você falou de fidelidade espírita também quando a gente pensa o quanto que eh uma não é uma padronização, mas uma disseminação dos conceitos mais corretos, mais fiéis a Kardec, porque muitas vezes você vai para, como você roda muito, né, uma casa espírita que você percebe que ali tem uma coisa um pouquinho torta, né, você citou às vezes de práticas não espíritas, o mesmo conteúdo né? Não fiel a Kardec, que quando você coloca eh o a internet, o YouTube, o Instagram, todas as redes sociais falando uma forma mais fiel a Kardec, de alguma forma robustece, né, a doutrina e o movimento, no caso. >> É porque acontece hoje, a gente pode até dizer assim, ó, só no estudo e não aprende quem não quer. >> Sim, >> se você quiser, você tem como aprender. Você vai, você tem e até assim, não, mas eu não concordo. Sem problema nenhum de não concordar. Se você tem um celular na mão, aprofunda o tema que aí você vai entender, né? Se ficar na superfície é uma coisa, mas se você aprofundar, então todo mundo pode aprender hoje. E é esse é o grande momento que nós vivemos. O importante é entender o quê é que não vale a pena doutrina espírita sem Cristo e Kardec. Sem Cristo e Kardec não vale a pena, que a gente fica só na superfície, né? Aí a pessoa é espírita, que que ela faz com toda a vida espírita dela? Toma passe. Pode, pode, mas você tá perdendo o pior, eh, perdendo o mais importante. Você tá deixando porque o o a cereja do bolo da doutrina espírita é a transformação moral. O que vai nos tirar do mundo de provas, expiações pro mundo melhor é justamente transformação moral. Eh, o próprio conhecimento da realidade espiritual ajuda muito. Então, assim, ir
ansformação moral. O que vai nos tirar do mundo de provas, expiações pro mundo melhor é justamente transformação moral. Eh, o próprio conhecimento da realidade espiritual ajuda muito. Então, assim, ir no centro só para tomar passe, virar as costas e ir embora, você pode, pode, mas é muito pouco. Então, quando você morre, começa a mostrar como o conteúdo é encantador, como aprender pode ser legal, como aprender é bom, né? Isso estimula as pessoas a estudarem também. Então essa é uma outra coisa que a internet facilita muito, ajuda muito. Eu ia te perguntar com relação ao perfil que você entende que você tem na oratória, né? Eh, eu eu admiro muito no teu trabalho que você tá sempre buscando trazer coisas do dia a dia, do cotidiano das pessoas, em que elas se enxergam na utilizando aquilo que a doutrina nos oferece, nos ensina na prática, no dia a dia. Você diria que isso é um viés? Quais outras características você traria para nós? Eh, Paulo, pergunta boa. Pergunta boa que assim, ó, eh, nem sei se eu tenho como responder com mais profundidade, mas assim, ó, as pessoas sempre ri muito nas minhas palestras, elas ri uma palestra geralmente descocontraída. >> Sim. Porém, agora que é o negócio, quando eu vou construir, ela tem zero programação para que as pessoas venham a rir. É zero. Eu só programo conteúdo, a parte que as pessoas ri e tal, que é na hora depois que ela acontece, aí passa a fazer parte da palestra. Mas eu estudo só a parte seca. Ó, eu o foco é conteúdo. Ponto. E quando você fala de trazer exemplos da vida prática, isso é sempre. Por quê? Eu monto assim a palestra, eh, conteúdo, tal. Sei que o conteúdo serve para quem? Para quem é espírita. Quando você fala de reencarnação per espírito, só serve para espírita. Depois que eu falei para espírita, em todos os casos eu pego exemplos práticos pensando assim, como é que eu explico isso para quem não é espírita? Para quem não sabe que é perespírito, alguém não sabe que é bicorporeedade, alguém não sabe que é mediunidade, como é que eu explico isso
do assim, como é que eu explico isso para quem não é espírita? Para quem não sabe que é perespírito, alguém não sabe que é bicorporeedade, alguém não sabe que é mediunidade, como é que eu explico isso para um cara que tá vindo hoje? É hora que os exemplos vêm. Então você pega casa, uma planta, aquela árvore que aí você pega exemplos, mas a tentativa é essa. É depois que eu já expliquei para os espíritas, eu vou explicar para quem não tem conhecimento nenhum da doutrina espírita. É onde os exemplos nascem. Eu penso assim, como é que eu explico isso para alguém que não sabe nada de espiritismo? Então, já não posso usar o vocabulário espírita, eu tenho que usar um outro vocabulário. E aí eu vou colocando exemplo do dia a dia, pensando como é que eu faço alguém que não sabe nada de espiritismo. Aos exemplos nascem e o exemplo é muito forte, porque às vezes anos, anos mesmo, anos que eu falo é 15 anos, eu vou numa cidade, ele fala assim: "Lembra que você falou a história? Não sei". Cara, eu não lembro, entendeu? Mas você percebe que marcou, né? Quando eu falei sobre o terapiante queixa, né, eu usei uma frase, né, depois que eu falei pros espíritas, procurando falar para não espírita, eu cunhei uma frase assim, estou em tratamento, né? O acontece, dá tudo errado, bate o carro, aquele negócio e você não pode reclamar. Então assim, para respira e pensa: "Eu estou em tratamento, amigo." >> Pegou >> essa frase tem 30 anos. Eu viajo hoje, as pessoas têm camiseta, estou em tratamento. Eles têm escrito em centro, estou em tratamento. Eles me dão um papelzinho, as pessoas falam: "É uma preceo, você entendeu?" Então você falou assim, eu nem lembrava mais, aí você não consegue esquecer porque pegou, pegou, são coisas que pegam. Então assim, o o conteúdo espírita é bom, mas para mim para mim a cereja do bolo é quando depois do conteúdo eu penso como é que eu vou explicar isso para um não espírita. Aí nasce essas coisas, né, que você vai pegar coisas práticas. E tem uma outra característica tua que eu
bolo é quando depois do conteúdo eu penso como é que eu vou explicar isso para um não espírita. Aí nasce essas coisas, né, que você vai pegar coisas práticas. E tem uma outra característica tua que eu gosto quando você tá falando para os espíritas, você diz assim: "Espírita, escuta aqui, espírita, ouça bem, espírita é um chamamento, né, como diz: "Olha, ex >> e assim eu eu ouço isso da segunda da seguinte forma, não sei se é a tua intenção, é é uma outra pergunta". Quando você diz assim, espírita, presta atenção, espírita, escuta aqui assim, ó, você já tem um conhecimento, meu amigo. Vem aqui, faz, faz, né? Para de teoria, vamos pra prática. >> Isso, exatamente isso. Por quando você fala espírita, você tá chamando atenção de quem? Do espírita. Então, se você não é, não é com você. Fique tranquilo. Você ainda pode estar no caminho. Agora, se você já se sente espírita, essa frase espírita já dá um um constrangimento positivo de como você. Presta atenção, né? >> Eu já sou, cara. Eu já sou. Eu tenho que mostrar isso. Eu já sou. É comigo o negócio, né? Eu já sou. E essa é outra frase que às vezes eu vou e as pessoas estão falando palestra que a gente vai em evento com outros país eles falam assim, ó, como diz o Rusel, espírita. E deveria ser uma coisa comum, porque todo mundo é espírita, né? Mas pegou. Então eu digo que são coisas às vezes óbvias, né? mas que dependendo como você fala, a intensidade do que você fala, faz toda diferença. Um dos livros que eu gosto muito, que foi editado pela Federação Espírita do Rio Grande do Sul, é só a reencarnação explica. Essa é outra frase nossa que pega todo lugar que você vai, porque você vê coisas tão absurdas. Você vê uma coisa, você vê um cara ali educado, gentil, casado com uma mulher grosseira, bruta, você olha e fala assim: "Gente, só a reencarnação explica isso. Foge da lógica. Você vê uma pessoa eh boa com ruim, você vê uma uma pessoa assim que faz tudo certinho e dá errado. Outro que faz tudo errado e dá certo. Só a reencarnação explica, né? Olhando da
sso. Foge da lógica. Você vê uma pessoa eh boa com ruim, você vê uma uma pessoa assim que faz tudo certinho e dá errado. Outro que faz tudo errado e dá certo. Só a reencarnação explica, né? Olhando da terra não dá. Essa frase só a reencarnação explica que dá título para alguns livros, né? Porque tem para adulto, infantil e jovem. Só reencarnação explica é outra frase. A gente viaja por aí e acontece alguma coisa e o pessoal fala: "É, só a reencarnação". Explica. Pegou, pegou, não tem como, né? >> Muito legal isso. Muito legal. Fala um pouquinho pra gente sobre o canal no Instagram Fidelidade Espírita. a proposta dele. Eh, eh, antes ainda, Paulo, eu vou fazer uma um outro comentário que é assim, >> ótimo. >> Eu acho que nós espíritas, nós espíritas, modo geral somos muito ruim de internet, muito ruim. Vou explicar porquê. A gente fala assim, ó, que nós estamos no mundo digital, perfeitamente. O mundo é digital, o movimento espírita analógico. Eu não concordo. Tá bom? Então, entra aí no evento da sua casa espírita, vê quantos frequentadores tem no centro e quantas curtidas tem no post. Então, você tem uma casa espírita com 100 frequentadores, você posta lá, núncia na palestra, tem meia dúzia de curtida. Onde é que tá essa gente? Então, como você pode se olha no nas redes sociais do espírita e não sabe que ele é espírita, porque não tem conteúdo ali que identifique ele. Então isso eu acho que é um equívoco da nossa parte. A ideia, se a doutrina espírita me beneficia tanto, me ajudou tanto, faz tanto por mim, eu vou usar as minhas redes sociais para que essa mensagem chegue para outras pessoas. É o óbvio. Então, quando nós pensamos no fidelidadespírita.com, tem o site, depois tem Instagram, Facebook, YouTube, todos, todos iguais, fidelidade espírita. É o quê? Que que o pessoal gosta? Vídeo curto. Vamos fazer vídeo curto. Então, são vídeos curtos sempre faz pegando conteúdo das obras básicas. Para quê? Que as pessoas possam, né? Às vezes você entra numa rede social do Centro Espírita lá tá
rto. Vamos fazer vídeo curto. Então, são vídeos curtos sempre faz pegando conteúdo das obras básicas. Para quê? Que as pessoas possam, né? Às vezes você entra numa rede social do Centro Espírita lá tá assim palestra, palestra, tá? Só comunicado, não tem conteúdo espírita. Então é uma forma que a casa espírita pode pegar conteúdo de vídeos, vídeos curtos, como todo mundo gosta, diretamente das obras básicas ou fundamentais e porque é importante que as nossas redes sociais tenha conteúdo espírita. Isso eu sinto muita falta. Eu acho que nós espíritas, do ponto de vista digital pecamos muito. Já com relação aos dirigentes, dirigente de centro espírita, de qualquer coisa assim, eu acho que o que tá faltando cair pra gente a ficha é que rede social é assunto, é conversa de profissional hoje em dia, não é? É conversa de, não, vou fazer o meu site, aí eu coloquei lá no Face, tá? Mas 10 pessoas viu, filho. Coloquei no Insta, tá? Mas 20 pessoas viu hoje. Instagram tem regras, tem algoritmos. é assunto para quem estuda, entende. Nós demoramos para entender isso. Então, acho fundamental e que aconteça isso de que os dirigentes espíritas falam assim: "Gente, nós precisamos de alguém que entenda, que estude como é que funciona, como é que faz chegar para mais gente? Tem que pôr dinheiro, coloca, porque é barato, não é investimento caro. Você pega uma palestra, você coloca lá no na rede social, 20 pessoas vê. Se você colocar R$ 20, 3.000 pessoas vem. É barato. Dá mais e eh e o que não vale a pena é fazer, colocar e ninguém saber. Então, eu acho que de maneira geral nós espíritas temos que olhar para eh a rede social com os olhos mais profissionais, com olhos de mais assim, não, isso aqui não é. Aí alguém vai falar assim: "Lá no meu centro tem um rapaz que sabe". Não é disso que eu tô falando, não. Alguém que sabe saber, todo mundo sabe postar. Tô falando alguém que entenda como os algoritmos funcionam. né? Como é que eu faço, qual o melhor horário, qual a melhor estratégia, né? Então, tudo isso,
lguém que sabe saber, todo mundo sabe postar. Tô falando alguém que entenda como os algoritmos funcionam. né? Como é que eu faço, qual o melhor horário, qual a melhor estratégia, né? Então, tudo isso, eh, eu acho que falta muito pra gente sobre esse ponto de vista. Então, quando colocamos sobre o fidelidade espírita, é oportunidade de fornecer material que todo mundo pode baixar, compartilhar, mandar de doutrina espírita direto das obras básicas para as redes sociais das instituições que eu acho que falta às vezes conteúdo espírita. Perfeito. E no momento em que o movimento espírita fala tanto da questão de do engajamento e de e da dar protagonismo aos jovens, né, você pode delegar esse trabalho para a juventude, paraa mocidade espírita, não é? E aí pede para que eles se envolvam, façam cursos, aprendam a entender do tráfego se não entende, mas eu tenho certeza que isso vai deslanchar na mão do jovem enquanto a gente ficar na mão do dirigente, né? analógico, como você bem citou. >> Exatamente. >> Trava, trava, >> trava. Agora, Paulo, se você for falar isso para um dirigente que não tem uma visão, que ele tá no centro há 50 anos, sabe que ele vai falar? Não precisa. É esse o problema. Não, se dependendo a visão que os dirigentes têm, ele falou assim: "Não tem ali o centro espírita, eh, metade do que poderia ter, mas tá bom". Não, gente, não é essa questão de tá bom, não. É que a nossa mensagem é transformadora, a nossa mensagem é poderosa e se ela não chegar para as pessoas, perde. Então, ela tem que chegar a a gente tem que pensar assim, ó, ó, a mensagem espírita salvou minha vida, então não vou poupar esforços dela chegar paraas outras pessoas, não vou. E não é, não vou fazer o que eu gosto, vou fazer o que funciona. >> Isso, >> por exemplo, vídeo curto não é o que eu gosto. Eu sou chato, eu gosto de seminário longo, eu gosto, eu gosto, eu sei que tô na contramão, então não interessa o que eu gosto, o que o dirigente gosta. É como é que chega pras pessoas, vídeo curto, direto, rá, vão
eu gosto de seminário longo, eu gosto, eu gosto, eu sei que tô na contramão, então não interessa o que eu gosto, o que o dirigente gosta. É como é que chega pras pessoas, vídeo curto, direto, rá, vão fazer isso, >> vão fazer isso, >> você entendeu? Então assim, não é a questão do eu gosto, é fundamental que chegue para as pessoas, porque é é a a esperança nossa é essa. A doutrina espírita, ela tem um poder de transformação absoluto e ela tem que chegar para as pessoas. >> Que maravilha. Olha, a nossa hora voou aqui. Tô adorando essa conversa. ficaria aqui mais tempo, mas falando em vídeo curto, nós temos uma proposta de ter uma hora de de >> de programa, mas assim, show de bola, show de bola música. A gente vai entrar então para caminhar pro nosso final num quadro que a gente denominou de tríades. Então eu te fazer algumas perguntas porque a gente fala que Kardec um um bom um bom Celta, ele ele gostava das tríades, né? Ele como um céu tá reencarnado. Então eu vou te pedir para dizer para nós três livros espíritas da tua eleição, tua preferência. >> Paulo, eu sei que provavelmente as pessoas quando vão falar isso exclui as obras básicas, mas no meu caso não dá, meu amigo. Eu não li livros clássicos da doutrina espírita. Não vou nem citar nome, mas são clássicos que todo mundo leu, eu não li. Eu falo há 40 anos das cinco obras básicas e da revista espírita. Ponto. Sei coisas pontuais que eu aprendo isoladamente de um que eu adoro Emanuel. Acho que Emanuel é profundo. E por que que eu gosto de Emanuel? Porque você não vê ele divergir de Kardec. É muito bom. Então eu reconheço que tem obras fantásticas, mas sendo honesto com você, a minha vida espírita se resume as obras fundamentais. >> Então da cinco, separa três. >> Dizer, ó, Evangelho, a obra mais importante do planeta. Evangelho é a obra mais importante do planeta. O livro dos espíritos é encantador. Encantador, encantador pela pluralidade de lições. Se você gostar de ciência, ele te dá. Se você gostar de coisas morais, ele te
a obra mais importante do planeta. O livro dos espíritos é encantador. Encantador, encantador pela pluralidade de lições. Se você gostar de ciência, ele te dá. Se você gostar de coisas morais, ele te oferece. Se você gostar de detalhes da vida espiritual, tem. É uma obra monumental, né? E colocando entre elas, se fosse colocar três, a gênese, eu acho que tem um conhecimento que a nossa ciência do mundo hoje quando caminha é que vai encontrando o que já está lá. >> É uma hora monumental, >> monumental. Monumental. >> Exatamente. Exatamente. Então, o livro dos espíritos, o Evangelho Segundo o Espiritismo e a Gênesis de Kardec. >> Agora, três obras não espíritas. Meu amigo, mais uma vez, eu só tenho conteúdo de espírita até às vezes, por assim, eh, os livros não espíritas que eu já li, eram todos específicos. Por exemplo, eu estudo psicanálise, então eu tô lendo Freud agora por uma necessidade de estudo. Então, estudando Freud, estudando Lacan, estudando mais uma necessidade de estudo. Porém, até isso eu vou estudando, já estabelecendo ligação onde é que eu compreend as obras básicas, né? Mas eh eu estou estudando atualmente hoje alguns caminhos da psicanálise, mas tentando estabelecer sempre essa ligação, essa parte. >> Então é Freud, Lacan e Charcot, os três maiores pensadores que eu acho que construíram aquilo que hoje onde a psicanálise se estrutura. >> Maravilha. Três filmes inesquecíveis. >> O segredo da libélula, você já viu? Lindo, maravilhoso. Bom demais, né? O segredo da Libela é muito bom. Eu acho assim que é um filme antigo. Quem assiste hoje não vê graça, porque os efeitos da época eram outros. Mas quando você pega para estudar ghost, você acha ali materialização, comunicabilidade, a mediunidade, variações de mediunidade, como eles operam com a com a mente, não com o corpo. Aquilo lá a gente estudou muito para quando você pega jovens, né, de você tá colocando ali, isso faz toda diferença. você tem um material riquíssimo, embora a estruturação você tem que explicar, porque tudo que vai
nte estudou muito para quando você pega jovens, né, de você tá colocando ali, isso faz toda diferença. você tem um material riquíssimo, embora a estruturação você tem que explicar, porque tudo que vai para filme, né, você tem que entender que o cara do filme tem que fazer algumas coisas, né, né? Então assim, né, agora, fora tudo isso que não é um filme, é uma série, eu acho que é fundamental o que o The Chosen tá fazendo, né? Isso aí é é muito bom, muito bom. Alguém pode falar assim: "Não, mas eu não acho que é bem assim, bem assado, detalhe, mas na grande massa é necessário. Todo mundo precisava ver. Acho que desperta Jesus numa num pessoal que não estuda, mas é é arrebatador. Eles foram de uma felicidade muito grande com aquilo. Tanto até que todo lugar que eu posso eu falo: "Ass vale muito a pena, >> vale muito a pena. e aproxima Jesus da gente, né? De hoose apresenta um Jesus do dia a dia, Jesus humano, que brinca, que dança, que dá risada, que que, né, tira tira um pouco Jesus do pedestal sem sem diminuí-lo em, em nenhuma instância. E como você bem colocou, um um detalhe ou outro que tem que tem a ver com a questão da da da liberdade narrativa, né, de uma necessidade poética ali no momento. Então tá tudo bem entendendo isso, é realmente necessário demais. Muito bem. Muito bem. >> Necessário. Defino assim, uma obra necessária também. >> Muito bom. E para terminar, três personalidades que você admira. espíritas ou não, tá? Eh, eu vou dizer assim, ó, Emanuel, para não pegar Kardec, Emanuel, eu acho que Emanuel ele, eu não dá para saber ainda, eu não sei defini-lo, mas eu vejo uma beleza no que Emanuel faz, no que ele escreve, nas suas obras, que eu acho que é assim, absurda. Bom, se ele orienta Chico, ele tem que tá já acima dessa condição, né? Mas ele consegue pegar um assunto difícil e deixar fácil. Acho que qualquer pessoa lê Emanuel e a beleza tá aí, que isso é difícil, você pegar assuntos complexos e deixar ao entendimento de todos. Esse é um. Eu vou dar um outro nome que não é muito comum
il. Acho que qualquer pessoa lê Emanuel e a beleza tá aí, que isso é difícil, você pegar assuntos complexos e deixar ao entendimento de todos. Esse é um. Eu vou dar um outro nome que não é muito comum pra gente, eu acho, né? né, que é o próprio Divaldo. O Divaldo, eh, como toda personalidade marcante, tem quem gosta e quem não gosta. Tem, sim. Mas vamos falar de obra. Quem já conheceu o que ele fez na mansão do caminho, fala assim: "Ele, eu podia até ser mudo. Quem fez o que ele fez lá, ele podia até ser mudo que já tava feito mais que todo mundo." Então, quando o que ele fez lá na mansão do caminho, o que ele fez como orador, porque assim, ó, todo mundo é palestrante, até se escuta o Divaldo. Aí você fala: "Pera um pouquinho, deixa eu me preparar que não é assim não. Não é só abrir a boca e falando. Então, por isso que eu tô citando ele, ele elevou o padrão. Todo mundo que falava de qualquer jeito, depois do Divald, você falar: "Não, vamos preparar a palestra, vamos usar vocabulário, certo? Vamos falar peito cheio, vamos vamos melhorar isso". Então ele fez fez uma revolução, entendeu? que eu acho que faz toda a diferença hoje ele se foi a mensagem dele, a obra deles. E quando eu falo obra, obra psicografada, a obra física, a obra nas pessoas, ficou tão assim, não, mas eu não gostava dele disso ou daquilo. É tudo pequeno, tudo pequeno, perto, né, perto do que ele fez, né? Perto do que ele fez. E aí por último, eu vou colocar Chico Xá Xavier. E por que que eu vou colocar? Porque Paulo, você já cometeu uma gaf na sua vida? >> Uma? >> É. >> Você quer de você quer de baciada? Como é que você quer? Mas a grande gaf da minha vida, a grande gaf da minha vida, assim, pisar na bola bonita, foi ter vivido num na mesma era época desse homem e não ter ido conhecê-lo pessoalmente. Isso é uma >> Estamos junto, nessa, estamos junto. >> Falei que pisada na bola, que coisa mais tem. E eu pensava sempre assim, aquela fila de gente, fila de aflitos, ele tá atendendo os necessitados, eu tô bem,
>> Estamos junto, nessa, estamos junto. >> Falei que pisada na bola, que coisa mais tem. E eu pensava sempre assim, aquela fila de gente, fila de aflitos, ele tá atendendo os necessitados, eu tô bem, para que que eu vou lá? Então é aquele pensamento e vai deixando, deixando. Hoje eu penso, é que coisa mais sem noção, cara, não ter ido lá, entendeu? Não ter visto esse homem que é a maior antena mediúnica do século, é um monstro, né? Uma coisa assim fora da curva totalmente. A passagem dele pela Terra mudou o planeta. Sabe assim? Tem um espírita. Vou dizer mais hoje. Se é difícil Kardec no movimento espírita, Chico não. Chico tá em tudo. Chico tá em todos, né? as grandes, os todos os palestrantes cita Chico. Então ele, o trabalho dele é monumental e eu cometi essa gaf de não ter ido lá falar com ele pessoalmente, vivendo na mesma era dele. Acho que essa aí eu não consigo consertar, mas são três referências que eu acho que mudaram aqui o o nosso mundo. >> Maravilha, maravilha. Eu tô junto com você nessa gaf, viu? também cometi essa grande bobagem de não ter ido conhecer o Chico, apesar de da contemporaneidade, né? É muito legal. Eh, seria teria sido muito bom, mas enfim, teremos oportunidades de outro em outros formatos, se Deus quiser. Deus há de permitir. >> Meu querido, excelentes citações, excelente conversa. ficaria aqui mais algumas horas contigo. Agradeço demais a tua disponibilidade do teu tempo e vou pedir para você fazer a prece final pra gente. >> Perfeito, meu irmão. Eu também agradeço. Você é sempre muito agradável, seja pessoalmente, seja através da rede social. Você é sempre um amigo querido. Nosso coração fica feliz quando te encontra, né? A J deixou um abraço para para você, porque a gente realmente vê você de maneira muito especial. É sempre bom estar com você. Obrigado. >> E aqueles que nos acompanham da mesma forma, fica com a nossa gratidão. Sempre pedindo que comecemos dar mais atenção às questões de de de digitais. Então é curta, compartilha, comente para mostrar
>> E aqueles que nos acompanham da mesma forma, fica com a nossa gratidão. Sempre pedindo que comecemos dar mais atenção às questões de de de digitais. Então é curta, compartilha, comente para mostrar pros algoritmos que a nossa mensagem tem valor, tem importância. E você que nos assiste pode deixar essa contribuição. Então nós vamos orar. Senhor da vida, pela oportunidade do trabalho, do trabalho que fazemos em nós, do trabalho que podemos realizar, contribuindo com a grande obra da vida, é que nós agradecemos. Obrigado pela oportunidade de servir. Obrigado pela oportunidade de ter um Deus para crer. Obrigado pela oportunidade de ter encontrado Jesus em nosso caminho, fazendo com que os nossos dias mais escuros ganhem sentido, ganhe valor pela certeza de vitória sobre todas as dores do caminho. Permita-nos, Senhor, como pequenos trabalhadores que somos, deixar a nossa contribuição com a doutrina espírita para que através de nós, do nosso trabalho, daqueles que nos ouvem, ela possa despertar novos corações que, atraídos pelo bem e pela verdade, cheguem até ti. Paz para todos. Que maravilha, meu querido. Beijo no teu coração. Beijo pra Jô. Será >> até a próxima, se Deus quiser. Até o Conecta poderos próximar. >> Até conectar. Exatamente. Um forte abraço. >> Até mais. เฮ
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