CONECTANDO COM O PALESTRANTE JULIO CESAR SÁ RORIZ | PARTE 1 | 12/01/26

Conecta Espiritismo TV 13/01/2026 (há 2 meses) 58:23 70 visualizações 11 curtidas

"Conectando com o palestrante" é um programa do canal CONECTA ESPIRITISMO no formato de entrevistas com o objetivo de apresentar ao público informações pessoais dos mais requisitados palestrantes do movimento espírita. Conduzido por Paulo Witter, do CEAK Conchal/SP, vai ao ar todas as segundas, às 20h30! Conecte-se conosco! https://www.youtube.com/@ConectaEspiritismo https://www.instagram.com/conectaespiritismooficial/ #kardec #kardeciscmo #espiritismo #evangelho #conectaespiritismo ✅ Inscreva-se no canal 👍 Deixe seu Like ✍️ Escreva seu comentário 🔔 Ative as notificações para não perder nenhum vídeo. 📲 Compartilhe com seus amigos.

Transcrição

Olá, amigos. Sejam todos bem-vindos a mais um Conectando com o Palestrante e hoje na companhia desse queridíssimo Júlio César de Sarroriz, do nosso tarefeiros do bem no Rio de Janeiro. Júlio, tudo bem com você, meu querido? >> Tudo bem. Nós estamos aí entrando no ano de 2026, não é? Eu já tô com 80 anos, meu amigo. >> Meu Deus. Fortaleza. Já passei dos 80 anos. >> Que maravilha. Que maravilha. >> Então, já tô assim na na paz do nosso Senhor Jesus Cristo, como a gente fala, né? >> Tá firme e forte. Júlio, muito agradecido da tua disponibilidade. Você deu o teu tempo pra gente para contar um pouquinho da sua trajetória no movimento espírita, né? Lembrando que esse programa é um programa do canal Conecta Espiritismo e a gente tem entrevistado nomes do nosso movimento espírita brasileiro, especialmente aqueles que fazem uso da tribuna. E já tivemos aqui a Ana Teresa, já tivemos a Lará, já tivemos o Rafael Siqueira, né, e outros grandes queridos amigos, a Clícia também, a Evana Risk. Então você é mais um coração querido que a gente convida para que possamos aqui eh enriquecer os nossos conhecimentos a respeito desses nomes que tanta diferença fazem em nossas vidas. E você em especial, pro meu coração, tem um lugar reservadíssimo, viu, meu querido? Obrigado. Obrigado. >> Eu vou pedir para você fazer uma prece inicial pra gente. Pode ser, Júlio. >> Pode, pode. Vamos lá, então. Vamos elevar os nossos pensamentos, fazer uma conexão importante nesse momento do nosso planeta, as guerras, as questões aí que estão abalando o mundo, atravessando a sociedade humana. Vamos elevar o nosso pensamento e entrar em conexão com a espiritualidade superior, colocar o nosso coração afinado com a nossa mente e podermos dizer assim: "Jesus, amado mestre, cá estamos nós aqui reunidos, corações amigos, dispostos ao trabalho do bem. Nossa intenção, nosso propósito é ser contigo, sendo com o outro e conosco a todo tempo. Nesse desafio, Jesus, nós contamos com a presença, a presença sempre luminosa da

dispostos ao trabalho do bem. Nossa intenção, nosso propósito é ser contigo, sendo com o outro e conosco a todo tempo. Nesse desafio, Jesus, nós contamos com a presença, a presença sempre luminosa da espiritualidade maior que coordena os serviços do bem na face da terra. Todos nós que labrutamos, que trabalhamos no bem cotidianamente na casa espírita, no movimento espírita, na sociedade, somos muito agradecidos. E nessa prece nós fazemos então a conexão importante, necessária, aquela que todos nós necessitamos para estarmos vinculados com o teu pensamento. Jesus, fica conosco, Senhor, porque é muito bom estar contigo agora e sempre, Senhor. É muito bom estar contigo. Muito bem. Que bom, Júlio. Como o nosso formato aqui é de entrevista, eu não vou te apresentar. Eu vou pedir que você se apresente pro pessoal e depois comece nos contando um pouquinho sobre a sua infância, se você é espírita de berço. Eu sei que tem informações interessantes aí. É um é um desafio. Toda vez que a gente é chamado a se apresentar, a falar quem somos, né, dentro do contexto do nosso trabalho, né, é sempre um desafio, porque >> Uhum. >> Eh, eu, você sabe que eu e Ana Teresa somos psicólogos, já fui engenheiro muito tempo na minha vida e estive navegando com a filosofia. com os filósofos, etc., trabalhando na clínica psicológica com os clientes e a gente sabe que a gente tem uma identidade, mas nós espírita, então sabemos, os filósofos já falam sobre isso, que é uma essência cuja vestidura é isso que a gente vai falar aqui agora, mas a essência, aquela que nos é inerente, que fala realmente do filho de Deus, que tem o DNA de Deus, de que todos nós somos. Esse aí é a gente dizer assim, ó, eu estou aqui, tá? A dizendo assim, já tá dizendo que tá presente de corpo e alma com coração, com a mente. E a a história da identidade, ela se constitui numa família espírita. Eu nasci em 1945 em Salvador, duas irmãs mais velhas, meu pai e minha mãe. Meu pai era funcionário público civil da Marinha. A minha mãe teve que suspender os

, ela se constitui numa família espírita. Eu nasci em 1945 em Salvador, duas irmãs mais velhas, meu pai e minha mãe. Meu pai era funcionário público civil da Marinha. A minha mãe teve que suspender os estudos dela, ela queria fazer pedagogia e aí tem um dado importante para adiante a gente falar mais adiante desse personagem na minha vida que a gente de mãe, né? E eh em Salvador eh a minha mãe e meu pai procuraram eles procuraram um centro espírita. Vinham de Juazeiro da Bahia. E souberam que na casa de uma senhora, acho que chamava Don Ana, se não me engano, Dona Ana, né, o Divaldo e o e o e o e o Nilson estavam morando ali, eram vizinhos nossos, próximo, casas próximas, né? E formou-se uma amizade. E aí já teve um episódio, eu vou contar esse episódio, vou acabar gastando o tempo todo do programa. E só contando essa relação com o Chico de volta, [risadas] acaba eh mesclando com a identidade da gente, né? Se eu tiver passando aí do limite, me avisa aí. Mas veja só que interessante, quando eles bateram na porta, no tempo que a gente chegava nas casas e batia na porta, né? O Nilson abriu a porta e falou assim, ela disse que queria, conheci, ouviu falar no Divaldo, família espírita e tal, o casal, meu pai e minha mãe, e queriam frequentar e ali funcionava um centro espírita caseiro, né? Aí ele falou: "Olha, o Divaldo tá doente, ele tá muito, muito agora tá enfermo, ele não pode falar com vocês. Vocês, por favor, voltem amanhã para conversar e a gente senta e conversa". E eles dis: "Tá bom, tudo bem". Deram meia volta, foram embora. Quando eles estão indo assim a uns 15 passos, vem o Divaldo de pijama, venham cá, venham cá com aquele baianês bem clar gostoso, né? Venham, venham cá, venham cá. Aí eles entraram de volta, atendeu eles, conversaram. Depois com a intimidade mais tempo, ela ele explicou paraa minha mãe que foi que ocorreu já nesse primeiro encontro, que ele fazia preces todo dia pedindo trabalhadores bons para casa. estavam formando a casa que se chamava eh Caminho da Redenção. Primeiro nome

nha mãe que foi que ocorreu já nesse primeiro encontro, que ele fazia preces todo dia pedindo trabalhadores bons para casa. estavam formando a casa que se chamava eh Caminho da Redenção. Primeiro nome era esse. >> Isso >> era ali que tava começando. Tava um embrião da instituição. As entidades que vinham ainda não tinha comunicação do Joana Deângeles. E aí quando o Nilson fez aquilo, a entidade apareceu pro Divaldo e disse para ele assim: "Você pede ajuda, a gente manda ajuda e vocês mandam ajuda embora. >> Vai na porta, vai na porta". >> Aí ele levantou, Nilson, vamos lá chamar seu pessoal que tá chegando. Então foi assim. E aí eles foram na casa do meu pai e da minha mãe e faziam as reuniões mediúnicas lá. E aí é que entra o episódio primeiro da minha experiência, né? Tava recém-nascido, 1945, uma residência comum, uma casa, tinha quarto, sala, tinha um quintalzinho atrás. Outro dia estivemos lá visitando, né? E as reuniões ocorriam ali. Foi lá que primeira vez se manifestou um espírito amigo, Joana de as atas eram feitas, minha mãe fazia as atas. quando surgiu aquele emissário da febre, foi lá que foi feita a reunião, enfim, a aconteceram ali episódios e aí entra um primeiro aspecto importante, que uma entidade se comunicava constantemente através do Divaldo e era esclarecido. A o Nilson que esclarecia, minha mãe também era médium, meu pai não, meu pai ficava quietinho no campo. era um homem de muita fé, uma energia boa. Ele só tinha uma dificuldade, ele fumava, então ele ficava fora da mesa, né? >> E aí e uma entidade que era um toureiro espanhol, que tinha feito um pacto de morte, deixou se pegar pelo touro. E foi um uma morte, isso na Espanha, né? E aconteceu um para todos ele foi um herói, mas ele na na consciência dele, ele sabia que ele se deixou pegar pelo tour, ele suicidou-se num pacto de morte e as entidades se comunicava muito, chorava muito, etc, etc. Também existia nessa casa a minha avó, mãe da minha mãe. Aí tem um segundo episódio. Eu tenho contando assim porque a história é muito

orte e as entidades se comunicava muito, chorava muito, etc, etc. Também existia nessa casa a minha avó, mãe da minha mãe. Aí tem um segundo episódio. Eu tenho contando assim porque a história é muito rica de detalhes. >> Não sei se é assim, se você quer, né? pode fazer do teu jeito. >> Então, nesse segundo momento aí que eu vou contar agora, eh, a minha avó, ela tinha estado no estado que se chamava na época estado de loucura, foi internada no hospício, que era o único recurso que existia. Graças a Deus, hoje não existe mais hospício, não existe mais. Eh, houve um movimento antimanicomial, né? Acabou isso. >> E você sabe, a pessoa ia pro hospício e morria lá um hospício público abandonado, etc, etc. A minha mãe quando se casou com o meu pai fez uma exigência com ele, que se trouxesse a mãe do hospício para casa. E a minha mãe então veio morar, a minha avó veio morar então com meu pai e com a minha mãe. E eles contam histórias e mais histórias dessa minha avó. Eh, guarda bem essa figura, minha avó, porque mais tarde ela vai aparecer num outro personagem da minha história, da minha vida, né? >> Legal. Então, eu recém-nascido tinha ali uma entidade que se comunicava na reunião mediúnica, que era um toureiro espanhol suicida, constantemente, eh, aquela entidade que que perseguia o Divaldo se comunicava lá constantemente, que todo mundo conhece, sabe da história. Certo. >> Isso. E a a minha avó, ela olhava, por exemplo, Divoldo e chamava ele de Dr. Joaquim. Olha, >> pô, recentemente eu perguntei ao Divaldo, recentemente, por que que a minha avó chamava você de Dr. Joaquim? Fale o Joaquim da Silva Xavier que frequentava o nosso grupo. Você sabe que eu falei: "Meu Deus do céu, a reunião numa casa, uma casa simples, né, na sala de uma casa >> da unidade de esporte ali se comunicando, né, Joel? Qu da Silva Xavier chamado Tiradente, né? Que estava se até eu perguntei, ele reencarnou? Sim, ele reencarnou, ele tava se preparando para reencarnar, etc, etc. Bom, é só um detalhezinho da história,

Qu da Silva Xavier chamado Tiradente, né? Que estava se até eu perguntei, ele reencarnou? Sim, ele reencarnou, ele tava se preparando para reencarnar, etc, etc. Bom, é só um detalhezinho da história, né? Então, eh, com o tempo, eh, com o desenvolvimento da do trabalho profissional do meu pai, a minha mãe com necessidade também de melhorar os ganhos, que ele era funcionário público da Marinha em Salvador, ela veio pro Rio de Janeiro porque havia um concurso naquele tempo. O Divaldo, por exemplo, ele era do IAPC, se não me engano. Existia IAPB dos bancários, IAPI dos industriários e os IAPs que existiam, que depois virou tudo INSS. >> Sim. >> Eram os institutos de aposentadoria e pensão dos industriários, dos e tal. A minha mãe veio fazer um concurso no Rio de Janeiro e dependendo da nota, ela ganharia uma um apartamento na Penha, chamado IAPI da Penha. foi criado um um foi um um bairro criado na época >> Paraí, Getúlio Vargas, inclusive, né? E onde moravam os funcionários os funcionários moravam lá. Eh, e ela ganhou um apartamento de três quartos e a gente se mudou. Vocês podem imaginar a situação, porque na mudança ela levou um tempo para conseguir eh assumir, para entrar, para poder usufruir do apartamento. Então, meu pai ficou com a minha irmã em Salvador. >> A minha irmã Gilka, que já é desencarnada hoje, ela fundadora da nossa casa também, a Gilka, né? desencarnou o ano passado agora que passou, né? >> Sim. Eh, a Gilca ficou em Belo Horizonte na casa do Ederlindo, que era é o nosso tio, irmão da minha mãe, espírita, atuante. Vou contar só, tir a relação com Ederlindo e aí a gente vai levar três dias e três noites conversando, porque ele foi fundador também de várias instituições e a a nosso contato com em Belo Horizonte com a família eh as famílias espíritas, que a gente não sabia que Abreu era uma pessoa tão famosa que a gente entrava em contato com as pessoas, mas não sabia que elas eram famosas pessoas como Divaldo. Divaldo era o tio Divald >> que entrava na nossa casa e dizia assim:

era uma pessoa tão famosa que a gente entrava em contato com as pessoas, mas não sabia que elas eram famosas pessoas como Divaldo. Divaldo era o tio Divald >> que entrava na nossa casa e dizia assim: "Eu vou ver em qual em qual xixi que eu vou dormir hoje". Tinha os nossos berços, né? Ele dormia nos berços da gente. >> Ele tinha 16 anos, na 16, 17 por aí. >> Nossa, novíssimo, né? >> Por aí, 16, 17 anos. Então, a com a mediunidade explodindo, aquele homem ele era um psiquismo feminino no corpo masculino. E você pode imaginar o que é isso na década de 40 em Salvador, no Rio de no Rio de Janeiro de São Paulo, no mundo, como é que era a situação, os preconceitos, as perseguições, os bullyings que ele sofreu, né? >> Desafio, né? A minha mãe, a minha mãe contava assim coisas que a gente não a gente não contou isso. Tem muita coisa que a gente não conta, né? A gente não, não deve contar. São coisas que a gente não pode contar porque são coisas íntimas >> eh ligadas à nossa estrutura familiar. >> Mas tem coisas que a gente já pode contar. Por exemplo, ele um dia entrou em casa muito nervoso. Eu Divaldo chegava em casa, ele entrava e saía normal. Era, era o nosso tio de volta. >> Sim. E na casa >> é, eu e minhas irmãs brincávamos assim, a gente pegava uma laranja, laranja grande, aquela laranja da Bahia grande, e a gente ficava cortando a a minha mãe quando cortava a laranja, a gente ficava apostando nós três que se a casca não cortasse, se ela fosse inteirinha cortada, o Divaldo ia aparecer. Se ela interrompesse, Divaldo não ia aparecer, ficava: "Ah, ele não vai vir hoje" e tal. Você vi a brincadeira nossa era essa na época. >> Que legal. >> Então ele entrou em casa muito nervoso e falou com a minha mãe assim: "Unice, eu vou casar com uma maluca qualquer que eu encontrar na vida. Eu não aguento mais essas agressões." Um homem deu um soco na cara dele na rua, assim gratuitamente, passou perto dele na na calçada assim e deu um soco nele. Uma coisa assim muito gratuita, totalmente gratuita,

nto mais essas agressões." Um homem deu um soco na cara dele na rua, assim gratuitamente, passou perto dele na na calçada assim e deu um soco nele. Uma coisa assim muito gratuita, totalmente gratuita, >> do nada. Então, na nas reuniões mediúnicas, isso quem relatava era minha mãe, meu pai para mim, né, que eu era recém-nascido, né? Ah, aquela entidade ela foi esclarecida e a minha avó, ela tinha um obsessor tenebroso, que foi o que levou a minha avó >> ao manicômio, >> né? Uma obsessão terrível, uma subjulação terrível. acusando uma doença mental muito grave. E é claro que quando o Divaldo entrava em casa, ele via a entidade lá a acionando o psiquismo dela. Essa entidade foi atendida na na mesa mediúnica durante várias vezes. E houve um caso da minha avó que foi um caso que não tá registrado em livro nenhum. Eu vou dar para você a notícia em primeira mão. Ninguém sabe disso, né? Ah, a minha avó teve uma uma morte aparente, aquele fenômeno que aconteceu, eh, que a gente chama de de catalepsia, >> letargia, né? Não é isso? Eles acharam que eles tinham morrido, que ela tinha morrido, mas foi uma estratégia da espiritualidade. Na verdade, ela não havia desencarnado. Ela ficou fria e vários dias e a coisa tava assim. Então, eh, começaram a processar a ideia da de do enterro, etc. Lembra-se que a medicina na época era muito incipiente, era um bairro pobre como aqueles onde eles moravam, né? Mas aquilo foi uma estratégia. Obsessou então se saiu de perto, largou, deixou de lado e aí ele pode ser atendido mais eh de maneira mais clara, mais direta. Eh, só pra gente ter uma ideia da estratégia da espiritualidade. >> Que interessante isso, desobjeção, né? Daqui a pouco a minha avó volta e a partir daí ela foi, ela só desencarnou quando eu tinha 12 anos de idade. E esse é um aspecto também importante, um índice importante na história, porque essa minha avó, ela tem um aí um um elemento importante na no processo da vida, né? Daí para adiante. Foi sempre tendo uma dificuldade mental,

mbém importante, um índice importante na história, porque essa minha avó, ela tem um aí um um elemento importante na no processo da vida, né? Daí para adiante. Foi sempre tendo uma dificuldade mental, >> certo? uma dificuldade bastante acentuada. Ela tinha um gênio muito forte no enagrama, que é um estudo que se faz da da leitura de Gorf, uma um aspecto que se trabalha na psicologia, ela ela seria o número oito do eneagrama, uma pessoa assim eh de um uma posição muito firme junto aos filhos. Educou os filhos todos, cinco filhos. Ah. Ah. E ela era espírita e ela era médium. A minha mãe contava fenômenos de efeitos físicos que ela ela lia cartas fechadas, um fenômeno fantástico, né? Tocava violão. >> Enfim, era uma pessoa, uma mulher que ela se viu numa situação dramática. Essa situação dramática a gente não fala. São questões pessoais onde ela enlouqueceu e aí o obsessor pode ser um obsessor realmente de outra vida, mas pode ser que tenha sido alguém que com um gênio dela indomável ela tenha cometido algum algum delito. A gente não sabe. Minha mãe não sabe. Minha mãe não tava sabendo até então. Ela eu sempre perguntava: "Mas que espírito é esse? Eu acho que veio de outra vida e tal". Enfim, passa o tempo, a gente se muda. Então, todo mundo se mudou, mudou todo mundo pro Rio de Janeiro. >> Ficamos no Rio de Janeiro, na na bairro da zona norte. Você tem uma ideia, o Rio de Janeiro ele tem zona sul, que é a parte mais elegante, mais cara, e a zona norte, que é a mais barata. E tem a zona oeste, a zona leste, a zona a zona a zona leste é o mar, a zona oeste é região de Jacarpaguá hoje que hoje tá bastante habitada. Mas 1950 quando nós chegamos, 1949, 50, eu com 4 anos de idade a gente ia para Belo Horizonte. A família toda, a minha mãe me levava sempre para Belo Horizonte. Nesse período todo que eu fiquei com ela no Rio, ela viajava Belo Horizonte, porque o Martin Esperalva era muito amigo nosso. Olha, os filhos de Martin Esperava nossos, para nós era, era com seus primos.

se período todo que eu fiquei com ela no Rio, ela viajava Belo Horizonte, porque o Martin Esperalva era muito amigo nosso. Olha, os filhos de Martin Esperava nossos, para nós era, era com seus primos. >> Eh, a União Espírita Mineira é o lugar que a gente entrava, eu era menino, entrava lá. E a convivência com a os companheiros do movimento espírita era uma coisa maravilhosa. Eu conheci de Amorim muito cedo, muito cedo, né? Mais tarde tive uma experiência mediúnica muito interessante com ele, mas eu vou deixar para depois isso. Olha, se eu for contar tudo, meu amigo, >> ô Júnior, vou fazer acho que uns cinco episódios com você, só para contar tudo que você tem para contar pra gente. >> É muita coisa. Que bom, né? >> É muita experiência, né? >> Riqueza, que riqueza. >> Então, nós começamos então a ficar sem um centro espírita para frequentar, porque lá não tinha, lá era um conjunto habitacional, >> certo? >> Uma época difícil, uma época muito difícil. A minha mãe trabalhando, meu pai trabalhando na Marinha do Rio de Janeiro e a a minha todos nós três estudando. Minhas irmãs com 16 anos, 17 anos começaram a trabalhar e eu com 14, 15 anos também comecei a trabalhar. E a gente se encontrava numa pensão no centro da cidade para poder ter a família junto almoçando, porque todo mundo trabalhando, porque família pobre é assim, né? Todo mundo trabalhando, todo mundo >> garantindo. Ah, a convivência no meio não tinha, não tinha uma casa espírita para ir. >> É. Aí a minha mãe descobriu um um um espírita que estava eh abrindo uma instituição. Ele e ele ficou muito feliz de de conhecer a minha mãe porque ele tava chegando ao espiritismo. esse personagem, eh, você sabe do livro, eh, eu tô emocionado, por isso que eu tô assim, eu tô emocionado quando eh ao ao fazer a conexão com a minha mãe, com o meu pai, toda vez que eu falo sobre eles, eu fico emocionado, né, >> Júlio? Olha só, retomando aqui os nomes que você citou até agora, nós temos Divaldo Franco, nós temos Tio Nilson, Honório Abreu, Cloves Tavares,

vez que eu falo sobre eles, eu fico emocionado, né, >> Júlio? Olha só, retomando aqui os nomes que você citou até agora, nós temos Divaldo Franco, nós temos Tio Nilson, Honório Abreu, Cloves Tavares, Deolindo Amorim e você tem mais um para colocar para trazer pra gente, não é isso? >> É verdade. É verdade. Carlos Torres Pastorino. >> Meu Deus do céu. >> Carlos Torres Pastorino. Ele ele era professor do Pedro II na época. de português. >> Ele ele tava coordenando uma atividade na rua 7 de setembro. >> Uau! >> E a a gente ia para lá paraas reuniões e tinha reuniões mediúnicas, ele tava montando, ajudei ele a a a arrumar a livraria, fazer as coisas. Eu já era um jovem, já era médium, já com meu 16 anos, sentei, sentei na mesa mediúnica e ele foi meu orientador de mediunidade, né? >> Que idade? >> Eh, eu tinha 16, né? É, 16, 16. >> Na mesa mediúnica com 16 já. >> Ah, a minha mãe era média também lá. Eh, eh, é claro que o Dr. Jorge Andreia também fazia parte do grupo, né? Ele era o ele era o Jorge Andreia, nosso amigo Jorge Andreia, né? Então, a o livro o a que ele fez de tradução do Evangelho tirado lá do grego, eu tive um episódio com ele lá, rapaz, impressionante. Ele tava datilografando, que naquele tempo era datilografar mesmo, não é digitar, não datilografar, era máquina de escrever. E eu não entendi nada que ele tava escrevendo. Falei: "Pastorino, o que é isso que você tá escrevendo?" Falei: "Você é grego, meu filho". [risadas] Ele estava escrevendo em grego. >> Uau! >> Na no papel falei: "Meu Deus do céu". E ele eh era também radialista de uma rádio chamado Rádio Relógio a Rádio Relógio era muito conhecida. Aqui era o Distrito Federal no Rio de Janeiro, né? E a rádio relógio era o que a gente aferia nossos relógios. Não tinha o relógio digital que tem hoje, não era rádio relógio. Era a no terceiro sinal aí dava pão pão. Terceiro sinal era ele dizia era ele o locutor da rádio relógio. E ele fazia umas frases, ele dizia umas umas umas uma uma aforismos. Ele colocava frases positivas todo o

rceiro sinal aí dava pão pão. Terceiro sinal era ele dizia era ele o locutor da rádio relógio. E ele fazia umas frases, ele dizia umas umas umas uma uma aforismos. Ele colocava frases positivas todo o programa dele e as pessoas assistiam a rádio Relógio para ouvir a fala desse nosso amigo. Ele não é o >> Já seria já seria o embrião do dos minutos de sabedoria. >> Isso daí que nasceu o minuto de sabedoria. Eu vi esse livro nascer. Ele foi um livro que nasceu na casa espírita. E aí tem um episódio, né, que foi quando ele desencarnou, muito tempo depois que ele se separou da esposa, etc. tem alguns detalhes. Mudou para Brasília, quando Brasília foi criada, ele já era professor de Universidade Federal, então ele foi morar, ele já com a segunda esposa. Essa segunda esposa dele vendeu os direitos para a editora Paulos, a editora católica. >> Católica. >> E nisso aí eu tenho uma leitura, sabe? Isso é minha leitura é minha, né? Eu não nunca li isso lugar nenhum, mas porque eu escutava as histórias dele, ele ia paraa nossa casa, assistir o evangelho do lar com aquele gravador enorme. Se você pegar o livro Instruções Psicotônicas e Vozes Grande Além, o compilador fala desse gravador do do do Peral do do Pastorino. Ele andava com aquele gravador enorme de rolo, gravador muito pesado, grande no carro dele, né? E ele gravava o evangelho do lá da nossa casa, que ele queria aprender o evangelho segundo a doutrina espírita. >> Vinha uma entidade através da minha mãe dava explicações para ele, fazia perguntas. Era uma coisa assim muito bonita, muito bonita, né? um homem daquela cultura, aquela capacidade, ele fazia perguntas assim que a gente fazia também todo sábado assim de noite tinha meia hora de evangelho, meia hora de livro dos espíritos e a gente tinha lá uma um homem que ia visitar nosso evangelho lá, que era uma pessoa muito querida. Outros passaram por lá também, como o próprio Divald foi lá um dia, passou pelo Rio de Janeiro, passou por lá também, >> passou por lá. Eh, até que apareceu uma pessoa que

ra uma pessoa muito querida. Outros passaram por lá também, como o próprio Divald foi lá um dia, passou pelo Rio de Janeiro, passou por lá também, >> passou por lá. Eh, até que apareceu uma pessoa que fazia evangelização no conjunto habitacional, era espírita, fazia evangelização, botou uma folhinha debaixo da porta. Aí minha mãe falou: "Olha, eu tenho uma uma eu tô voltando do tempo. Eu menino lá na Penha, eu fui pra frente, fui para trás, né?" >> E você foi lá aos 16 e voltou, recorou de novo. >> Voltei quando eu era garoto, com meus 9 anos, 8 anos, né? era menino, né? E assistindo ela, dando uma aula, eu vi os livros e tinha lá o retratinho do Chico, do Divaldo, um livro. Aí eu falei para ela, falei: "Olha, eh, eu conheço eles, eu já tive na casa deles, que a gente já tinha estado lá em Pedro Leopoldo e de vol. Aí a professora estranhou, me chamou de mentiroso, [risadas] falou: "Como é que é um menino que mora na Penha conhecer o mentir, menino. Você não sabe que mentir não é bom?" E eu insisti com ela, fiquei muito chateado, mas fiquei muito chateado. >> Verdade. >> Cheguei em casa, fi minha mãe assim: "Não vou mais". Ela não é boa evangelizadora. Ela duvidou de mim dizendo que eu tava mentindo. A minha mãe teve que ir lá explicar pra senhora e eu não quis voltar mais. Rapaz, falei: "Eu lá não vou. Ela não, ela não serve para ser evangelizadora". [risadas] >> Muito bom. >> Emborreci que duvidou da palavra de um menino. Foi uma ineficiência grande. >> Precisava, né? E aí a a com o passar do tempo, é claro que o que que aconteceu? Houve a a a Brasília surgiu, o acabou a instituição ali, ela o o ele o o pastorino foi paraa Brasília, né? >> Foi para Brasília, né? >> E a gente então começou a Júlio, >> eu ia na casa, >> qual era o nome dessa? Casa de um espírita. É o quê? >> Qual era o nome da da instituição que o pastorino e sua mãe? >> Espíritos com V. >> Espíritos. >> Espíritos. >> Tá. >> Mas com V. É em latim. >> Certo. >> Espíritos. Tinha um jornalzinho. Jorge

uê? >> Qual era o nome da da instituição que o pastorino e sua mãe? >> Espíritos com V. >> Espíritos. >> Espíritos. >> Tá. >> Mas com V. É em latim. >> Certo. >> Espíritos. Tinha um jornalzinho. Jorge Andreas escrevia nesse jornalzinho. Ah, chamava a Barca de Genesaré. A a a que o Jorge André escrevia. Jorge André, você sabe, ele desencarnou com 100 anos, né? 100 anos, né? >> Foi longevo, né? Ele foi longe, né? A minha mãe desencarnou com 99. Você vai longe também, J, se Deus quiser. >> Mas a, então, nessa época aí eu fui na casa de um senhor chamado Lauro, que era muito amigo do do do do movimento espírita, muito iniciante. No Rio de Janeiro, tava a Liga Espírita do Rio de Janeiro ainda. Você tem que lembrar que o Pacto Áuro aconteceu em 1949. 49 nós já estávamos >> com as reuniões em casa, já estávamos morando na Penha. já foi quando houve o pacto auro, né? Então essa vivência toda, essa essa ebulição do movimento espírita era conhecido. Tanto que eu eu cresci com uma discussão muito grande acontecendo no meu entorno e eu eu perguntava muito ao pastorino Audivaldo, perguntava ao Chico, que história é essa, que discussão é essa questão do Rustém, que era muito discutida na época, né? E a Federação Brasileira na época tinha pessoas lá que trabalhavam lá que eram postulantes, que faziam eh escritas e e faziam iam nas casas espíritas, propunam as casas espíritas estudar Rustenha. Era uma era uma guerra sem quartel, era uma guerra, uma coisa. Eu cresci no movimento espírita, >> fui para, fui evangelizado em casa espírita, >> mas participei do centro espírita André Luiz, onde aconteciam as materializações. Lá fiquei um ano e pouco. Depois fui pro Seara Fraterna, Centro Espírito de Seara Fraterna, que era na rua das Laranjeiras ali perto na zona sul já do Rio de Janeiro, né? >> É a zona sul. na como jovem me chamaram para ser dirigente da mocidade espírita e eu fui para lá, coordenei uma, fazia as dinâmicas, já gostava muito do Cal Roja, minha mãe estudava muito C Roger,

>> É a zona sul. na como jovem me chamaram para ser dirigente da mocidade espírita e eu fui para lá, coordenei uma, fazia as dinâmicas, já gostava muito do Cal Roja, minha mãe estudava muito C Roger, que era o psicoterapeuta norte-americano mais famoso, trabalho centrado na pessoa e uma um movimento muito grande em torno desse desse autor, né? Eu devorava os livros do Carod. A minha mãe também estudava muito. Aquele meu tio Ederlindo, ele eles eles eram orientadores no INSS da época, né? Certo? >> E aí na mocidade eu consegui fazer ali um trabalho com a equipe, com a família, com os primos, reunindo um grupo significativo. E um dia entra na mocidade uma uma jovem que hoje é da minha idade, né? Uma jovem, eu também era jovem na época, né? Darc. A Darcia, ela já era diretora na Liga Espírita e ela veio me convidar para fazer uma palestra na Liga Espírita do estado do da Guanabara, que é assim que chamava na época, né? >> Sim. >> E eu nunca tinha feito palestra fora, só tinha feito dentro do Centro Espírita, eh, dentro das reuniões públicas. O centro era pequenininho, era gostosinho, bem pequeno, né? Era atrás de um cabeleireiro, gente. Era uma coisa pequenininha. era era um era uma instituição muito muito precária no sentido assim físico, mas de muita espiritualidade, muito trabalho. E lá nós tivemos oportunidade de conhecer um casal chamado Ronaldo Tornel e Elane Tornel Siminelli. Ele já é desencarnado. Ela é encarnada, tá morando em Juiz de Fora. Foram líderes no movimento de Juiz de Fora, estiveram no Rio de Janeiro trabalhando, ele era neurologista. nos conhecemos, eles foram a uma cidade e a partir dali eles deram um incremento muito grande e deram início a um trabalho muito interessante que a gente pôde fazer e até hoje existe lá no Centro Espírita Seara Fraterna, que era o Centro de Estudos da Mediunidade, >> onde depois eles voltaram para Jas de Fora e eu fiquei coordenando as reuniões e assim trabalhando como médium me chamaram para presidente. Eu eu eu passei a ser o presidente da casa e daí

unidade, >> onde depois eles voltaram para Jas de Fora e eu fiquei coordenando as reuniões e assim trabalhando como médium me chamaram para presidente. Eu eu eu passei a ser o presidente da casa e daí demoliram a casa. A prefeitura resolveu demolir a casa. Nós ficamos, eu fiquei presidente de uma casa que não existia. >> A casa foi >> para negócio de ampliação de rua e tal, né? E aí nós fizemos uma mobilização muito grande e compramos primeiros alugamos uma casa antiga perto do Palácio do Catete, ali bem pertinho do Palácio do Catete, onde tudo aconteceu na época do Getúlio, né? Sim. >> Aquela a casa bem antiga do tipo, né? Tá lá até hoje que é o Cara Fraterna, né? E a gente fez um trabalho ali, eu fiz um trabalho, chamei um amigo muito bom na área jurídica, né? E ele trabalhou a parte estrutural e a gente fez uma campanha da Só e compramos o andar de cima. Eram dois andares. Isso trabalhando, já fazendo palestra, eu já t engenheiro da VAR, que já tava formado em engenharia. Eu dei um pulo muito grande. Aí sim, sim. eh já fazia palestra em vários lugares, etc. Eh, participei do Congresso Internacional Espírita de que ocorreu em Brasília. Esse congresso até hoje não tem um vídeo disponível. O que eu soube é que houve um problema na empresa que filmou eh nesse nesse evento, a Federação Brasileira tava lançando na época os livros do Instituto Satizado da Dutrina Espírita. Foi aí que o G Simão Monteiro, que era dirigente do da da do do órgão de unificação do Rio de Janeiro, né, lembrando que o Rio de Janeiro ele foi dividido politicamente, >> deixou de existir a Guanabara, a o Rio de Janeiro para atu capital que é o Rio de Janeiro, e Niterói ficou sendo um município. >> Em termos de movimento espírito, o que foi que aconteceu, né? Você pode imaginar a a aquela liga espírita que tinha na Guanabara passou a ser um órgão de unificação do estado todo. >> Isso trouxe problemas e mais problemas. >> Uhum. >> Que levou muitas décadas aí para se resolverem. E justamente nessa época,

tinha na Guanabara passou a ser um órgão de unificação do estado todo. >> Isso trouxe problemas e mais problemas. >> Uhum. >> Que levou muitas décadas aí para se resolverem. E justamente nessa época, exatamente no dia que o Diolina Amorim desencarnou, Diolina Amour, se vou contar a história de Olina, Deolina é demais na conta, como um sábio, um sábio. O homem era um sábio, impressionante. Eu convidava ele para ir paraa mocidade, ele ia, ele falava assim: "Meu filho, eu vou na onde você me chamar". Eu falava: "Mas eh, para jovem, não, eu quero ir." e ia e falava dos filhos dele, um deles até já desencarnou e até da canal de televisão, um dos filhos dele, né? Contava histórias da vida dele, a esposa dele também. E ele era um homem muito simples. Ele criou a Liga Espírita do Estado da Guanabara, que chamava na época. depois com a sua ser liga espírita do estado do Rio de Janeiro funcionando dentro do órgão de unificação. E eu ia lá fazer palestra a convite dele porque eu tinha assim, meu Deus do céu, ali a gente, Jorge André e ele formavam a dupla de oradores, imaginando >> falav, >> imagina quer falar entre os dois. Que situação difícil, né? Então, a no dia do enterro do corpo do Diolindo, no cemitério, tava o corpo de Diolindo ali, eu de um lado, G Simone do outro. Jess falou assim: "Agora, Júlio, olha só, tá eu, você e de Olindo". Eu falei: "Não, Diolindo não tá aqui não, isso aqui só tá o corpo. Ele já deve est no reino do céu brincando com ele, né?" Aí me convidou para ser coordenador dirigente de doutrina que chama, né? para lançar o o o ESD, o estudo simatizado no Rio de Janeiro, eram seis volumes, né? E então eu estudei bastante, verifiquei a o que que tava ocorrendo nas apostilas, corrigi algumas coisas que eu achava, principalmente aquelas questões do Rusten, eu cortava tudo, né? e comecei a fazer viagens com a Edivaldo Roberto. Edvaldo Roberto morador do Rio de Janeiro também na minha idade, fez muitas palestra nessa época no Rio de Janeiro. O Edivaldo Roberto, ele era mais ligado à

ei a fazer viagens com a Edivaldo Roberto. Edvaldo Roberto morador do Rio de Janeiro também na minha idade, fez muitas palestra nessa época no Rio de Janeiro. O Edivaldo Roberto, ele era mais ligado à filosofia, né? Então, efetivamente meus filhos foram crescendo enquanto isso tá acontecendo, acontecendo no movimento espírito, trabalhando na VAR como engenheiro. E o que que aconteceu? Um dia Divaldo foi fazer uma visita, foi fazer uma palestra em Niterói e ele falou assim: "Olha, eu tenho um recado do seu pai. Meu pai já era desencarnado para você. A sua avó está reencarnando na família. A minha avó, lembra dela, né? >> Tá voltando. >> A velha minha avó. Minha avó reencarnando na família. E de fato a a gestação não foi nada fácil. Minha primeira esposa foi, não foi nada fácil. Ela nasceu com várias formações congênitas, má formações congênito, uma paralisia cerebral, não tinha fala, dificuldade visual de audição, veio com sequelas muito fortes, mas ela tinha uma habilidade música. Lembra que eu falava que minha avó tocava violão? Cavolão. >> E aí um dia eu fui lá, levei Juliana, minha filha Juliana lá em Salvador, levei ele lá, levei lá ela lá. Era ainda a a instituição não era lá como é hoje. Era o caminho da redenção, era no centro da cidade >> de Salvador, não era até hoje, né? Então, a a gente podia eh nesse momento conversar um pouco sobre essa questão, né, reencarnatória. Como é que diz assim pra gente? Já pensou, meu amigo, olha, sua avó vai reencarnar com você. Não é uma coisa fácil, né? E com aquelas sequelas todas. os médicos queriam engaçá-la e ele dizia: "Não, ela pediu para vir com essa, ela tinha 90º de escoliose, ela tinha uma curcunda. Agora ela se achava uma bailarina. Ela ela ela ela se achava linda no espelho. E e essa vaidade era boa, porque desmontava muita coisa boa. Ele fala, ela falava três palavras: papai, mamãe e Coca-Cola. Coca-Cola era delícia da vida dela, né? E a Juliana me acompanhava nas palestras. Eh, eu tenho um episódio, não vou contar

uita coisa boa. Ele fala, ela falava três palavras: papai, mamãe e Coca-Cola. Coca-Cola era delícia da vida dela, né? E a Juliana me acompanhava nas palestras. Eh, eu tenho um episódio, não vou contar não, tem muita coisa, vou passar adiante. Tem muita coisa da Juliana. O >> Juliana durou 37 anos. >> Durou 37 anos. Ela foi assim o grande amor da minha vida, né? A Juliana foi a e na minha separação da minha com a minha mulher do casamento, foi o que eu mais sofri. Que mais sofri foi ter ficar longe dela. Não ficar tão longe, mas ficar longe era uma significativo, né? >> Sim, sim. >> Nasceu ainda no primeiro casamento um segundo filho. Se lembra que eu falei do toureiro espanhol? >> Sim. >> O Divaldo avisou a mesma coisa. Ó, o toureiro espanhol tá reencarnando lá. O toiro espanhol, o suicida, esse veio com um quadro, rapaz, um quadro dramático. Ele veio com uma problemática no rim, nos dois rims. Fez uma cirurgia plástica, uma operação de 8 horas, durou 8 horas. cirurgia dele durou 4 meses. E interessante que ele veio a desencarnar com 4 meses, mas antes você via a cicatriz da cirurgia como se fosse uma chifrada mesmo. Olha na barriga. >> Olha só. >> Então o Divaldo falava assim, ele deixou no corpo a sequela, liquidou a a fatura, >> mataborrão >> liquidou. E eu me lembro na época o pessoal da Vargo, compareceu, todo o centro espírita presente era fraterna, todo mundo cantando Quanta Luz. Meus colegas engenheiros ficaram impressionados com a a serenidade, porque eu e minha mulher éramos, nós somos espírita, ela também é espírita, a minha primeira esposa, então uma mãe muito dedicada, então pessoa muito consciente da da de toda essa situação, sofreu muito, como eu também sofri muito, né? >> E aí nasce, vem o terceiro filho, né? ainda desse primeiro casamento. Aí eu fui lá no Divaldo, primeiro deu aqui, segundo falei, eu falar >> quando eu sou da gravidez, eu falei: "Div, do que é isso?" Falou: "Não, mas agora é o touro, [risadas] agora é o touro brincando com a gente, né? Esse é um

rimeiro deu aqui, segundo falei, eu falar >> quando eu sou da gravidez, eu falei: "Div, do que é isso?" Falou: "Não, mas agora é o touro, [risadas] agora é o touro brincando com a gente, né? Esse é um touro. Isso aí não tem nada. Vem bem. tá aí hoje, é psicanalista no Rio Grande do Sul, casado, muito meu amigo, é um meu filho querido, é o que ficou, né? Um dia eu falei com ele assim: "Meu filho, por favor, vê se você fica, meu filho, fica aí, rapaz, eu quero ter netos". Ele tá adotou uma criança agora de 13 anos de idade, um pré-adolescente. >> Adotou, tá tá com ele agora. Ele e a mulher dele passaram por aqui pelo pelo Rio agora nesse final de ano e a gente eh estiveram na casa da mãe que mora em Araruama. Enfim, hoje nós temos um regime de muita paz, muita serenidade. >> Maravilha. >> E tudo isso, tudo isso a gente olha assim e diz: "Graças a Deus, >> graças a Deus. >> Graças a Deus". Né? Porque durante o processo você sofre durante todo o processo que a gente viveu, eu não posso dizer para você que eu não sofri, seria uma demagogia, né? >> Claro. >> Mas a gente jamais, em momento algum perdeu o fio do pensamento de fio de prumo, que eu chamo fio de prumo no pensamento espírita que faz parte da estrutura da vida da gente, não é? Quando eu casei de novo, a Teresa já tinha dois filhos, né? E eu convivi com eles, o filho mais novo dela usava fraldinha na época, né? A mais velha que hoje é uma fisioterapeuta. Ela é minha fisioterapeuta. Ela é especialista em fisioterapia cardíaca. >> Olha isso. >> Mas ela era uma menininha de 8 anos de idade, né? quando a gente foi morar junto. E aí começou um processo eh dessa tentativa de reunião das famílias, o meu, os seus e os nossos, essas questões da separação, casamento, né? E até hoje a gente tá vivendo numa harmonia muito grande, graças a Deus, né? E aí começaram a surgir a as problemáticas minhas. Até agora eu tava cuidando das problemáticas dos meus filhos. >> Sim. Agora começaram as minhas, porque eu um dia eu tive uma tosse, né?

a Deus, né? E aí começaram a surgir a as problemáticas minhas. Até agora eu tava cuidando das problemáticas dos meus filhos. >> Sim. Agora começaram as minhas, porque eu um dia eu tive uma tosse, né? Eu tava já como já na instituição espírita tarefeiros do bem, eh já tava atividade 1000 acontecendo. Uma tosse meu médico homeopata com >> a camiseta aqui, ó, de vocês, ó. >> É, a camiseta tá aí. É isso mesmo. Esse símbolo aí quer dizer que eh todo mundo é tratado de maneira igual. Todo mundo é diferente porque tem cores, tem varianças. Aquele quadro que você deu tá lá na sala, aquele que foi feito por uma companheira nossa daí, não é >> isso mesmo. >> Quadro. Aquilo é bordado. Aquilo >> aquilo, aquilo é aquele círculo. >> Aquilo é feito com com pedrinhas. >> Com pedrinhas. >> Tá lá na sala de palestras, >> chama salão de palestra. Eh, Joana de Angeles, tá lá que você conhece. Perfeitamente. Você vê. Então comecei a ter um problema de tosse, fui no médico, o médico falou: "Rapaz, seu coração tá enorme. Seu coração tá enorme, tá dilatadíssima." E aí passei a tomar medicações, medicações que tinham efeitos colaterais terríveis. Ele não queria que eu fizesse mais nada. Eu falei: "Não posso ficar sem fazer nada". >> Como assim? Eu trabalho, eu tenho trabalho. Eu já era psicólogo na época, porque quando 10 anos antes de aposentar, eu falei com a Ana Teresa. Eu tô casada há 30 anos com Ana Teresa, né? Então, 10 anos antes de aposentar, eu falei com ela: "Olha, eu eu vou fazer psicologia". Entrei lá na faculdade de psicologia, sentei lá na cadeira, estudei dois, fiz 3 anos e meio. Foi muito fácil para quem trabalha com filosofia, como a gente trabalha, foi mais fácil, né? E aí, trabalhando como psicólogo, trabalhando já aposentado na engenharia, surgiu esse problema do coração com essas medicações todas que me limitaram muito a não poder pegar peso e tal. >> Depois veio o marca-passo, né? Marca-passo, a necessidade do marca-passo. Com a entrada do marca-passo melhorou tudo. Foi incrível isso, que aí

que me limitaram muito a não poder pegar peso e tal. >> Depois veio o marca-passo, né? Marca-passo, a necessidade do marca-passo. Com a entrada do marca-passo melhorou tudo. Foi incrível isso, que aí funcionou melhor o sistema. Você me viu dar um piripque lá naquele dia que eu fiquei sem comer um tempo lá. Você você me carregou, me ajudou, né? Naquela época ainda não tinha um marca-passo ainda, né? Mas agora tem. Agora tá tudo normal, tudo bem. Eu digo normal porque eu sou biônico agora, né? Agora é biônico [risadas] >> e trabalhando na mediunidade, reunião de obsessão, nunca parei, fazendo palestra, escrevendo, ajudando, fazendo trabalho de capacitação, que nós, eu e Ana Teresa, temos lá uma um segmento só de capacitação de trabalhadores, né? E depois veio a a hérnia Enginal, que foi exigiu também uma anestesia geral. E agora por último vem o trigêmeo que você acompanhou aí. Meu trigêmeo, acho que você já tava aí, já eram conhecidos, né? Sim. >> Ele viu atacar aqui no rosto. E se o quem tiver assistindo quiser saber o que é uma dor de trêmeo, pega aí no Google, você vai ver o que é uma dor de trêmeo. Uma coisa terrível. Vinha numa hora assim mais inesperada e ia embora. Então eu podia estar fazendo uma palestra, podia estar na reunião mediúnica, o negócio me atacava. Era era uma coisa terrível, terrível. Suspendi muitas palestras, atendimento, um período muito difícil, onde a questão do trigêmeo eh era vacaladora, porque a medicação tinha efeitos colaterais. >> Uhum. A medicação para dor é uma medicação utilizada para o as dores do trigêno, mas o pessoal da epilepsia usa também. E eu ficava preocupado porque eu vi lá o caso do do Monteiro, acho que é Monteiro no livro nos domínio da mediunidade, não, no mundo maior. >> No mundo maior, acho >> Marcelo, o caso do Marcelo, o caso do Marcelo no no mundo maior que ele tinha crises epiléticas e os espíritos recomendavam que ele não tomasse a medicação, que era essa que eu tava tomando. Que a medicação ela é analgésica, era

o caso do Marcelo no no mundo maior que ele tinha crises epiléticas e os espíritos recomendavam que ele não tomasse a medicação, que era essa que eu tava tomando. Que a medicação ela é analgésica, era única. que diminuía a dor. E aí a mediunidade, ó, imagina eu, eu não consigo imaginar eu sem mediunidade, eu fiquei uma pessoa comum, eu brincava com as pessoas, agora eu sei o que é uma pessoa comum. A gente que vê espírito que tá sempre cercado des obsessão trabalhando, é muito estranho você não não sentir, porque bloqueava, né? >> Sim. >> E com a cirurgia que foi feita, tem 12 pontos aqui na cabeça, né? É uma cirurgia intracraniana, né? Fiquei cinco dias internado. Eh, o doutor que fez a cirurgia, Niemia, Dr. Neemaia, foi assessorado pro Dr. Bezerra de Menezes. E esse episódio é um episódio singular também, ver, tá tudo cheio de de episódio, né? >> Que maravilha. Tava fazendo as lives com o Divaldo >> e em off ele falou assim, eh, ele chama ela de Aninha, né? Ó, queria dar um recado pro Julinho. Ela sempre me chamou de Julinho, né? 1,90 m, né? Mas sempre chamou de [risadas] Julinho. >> Mas era uma criança, né? >> Bezerra tá mandando um recado, dizendo para ele aguentar firme que ele tá purgando, tá purgando as coisas do passado. Agora você imagina, cara, o que que eu arrumei com essa história toda que eu tô contando, vocês que estão ouvindo aí, que que é que eu arrumei na minha vida passada, né? E aí eu aguentei firme, né? Mas a a ele contou pra Teresa que o pai do cirurgião, o o Paulo Niema o original, esse é o filho, né? Certo. Eh, tava lá presente junto com Bezerra de Menezes acompanhando a cirurgia que foi num sucesso extraordinário. Hoje eu tenho só uma parestesia lateral onde eu não sinto o alimento do lado, eu não sinto botando a mão assim, mas isso daí nada diante da questão total, né? Então, chegamos no dia de hoje. Tá vendo? Você foi me pedir para contar a história, Leo. >> Nós tivemos uma queda aqui na internet e mas nós vamos fazer o seguinte, tava tão

ante da questão total, né? Então, chegamos no dia de hoje. Tá vendo? Você foi me pedir para contar a história, Leo. >> Nós tivemos uma queda aqui na internet e mas nós vamos fazer o seguinte, tava tão bom o papo com o Júlio que nós vamos fazer um episódio dois, talvez um terceiro, não sei, porque olha quanta história boa, né, que ele tá contando pra gente a sua trajetória. Então, a gente vai encerrar por aqui e iremos fazer um segundo episódio com o nosso querido Júlio César de Sroris. Vou deixar para vocês aqui para finalizar o nosso vídeo de hoje uma vinheta do nosso Conecta Espiritismo Campinas para que a gente possa então retornar na próxima segunda-feira. Até já. الله [música]

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