CONECTANDO COM O PALESTRANTE ADEILSON SALES | 02/02/26 | 20h30
"Conectando com o palestrante" é um programa do canal CONECTA ESPIRITISMO no formato de entrevistas com o objetivo de apresentar ao público informações pessoais dos mais requisitados palestrantes do movimento espírita. Conduzido por Paulo Witter, do CEAK Conchal/SP, vai ao ar todas as segundas, às 20h30! Adeilson Sales é ✏️ Escritor | 🗣️ Poeta | 🧑⚕️ Psicanalista Clínico | 📖 Palestrante Conecte-se conosco! https://www.youtube.com/@ConectaEspiritismo https://www.instagram.com/conectaespiritismooficial/ #kardec #kardeciscmo #espiritismo #evangelho #conectaespiritismo #adeilsonsales ✅ Inscreva-se no canal 👍 Deixe seu Like ✍️ Escreva seu comentário 🔔 Ative as notificações para não perder nenhum vídeo. 📲 Compartilhe com seus amigos.
Olá, meus queridos amigos. Estamos aqui para mais um Conectando com o Palestrante e hoje temos a grata satisfação de receber o querido Adeísson Sales para esse nosso bate-papo. Boa tarde, boa noite, bom dia, boa madrugada. A gente fala assim porque a gente não sabe que horas que o pessoal vai assistir, né, Deus? Tudo bem? >> Tudo bem, Paulo. Boa tarde, boa noite, bom dia, boa vida para todo mundo. Uma alegria e uma honra poder participar contigo, viu, Paulo? nossa alegria toda nossa. Agradeço demais a tua disponibilidade, o teu tempo, o teu carinho para poder aqui compartilhar conosco um pouco da sua da sua trajetória, já que o propósito desse nosso programa é exatamente aproximar esses nomes que tanto nos oferecem na tribuna espírita, no movimento espírita, eh com informações, com colocações, com orientações, reflexões, né, e tudo mais que a gente recebe de vocês é Deus. Então, a ideia é aproximar um pouco vocês do público e aí a proposta de trazermos aqui algumas algumas informações a respeito de vocês, aquelas obviamente que você queira compartilhar, né? Tirando o acidente aqui que o celular já tava despencando, o resto a gente compartilha tudo. >> Tá tudo certo. Tá tudo certo. Eu vou te pedir para fazer uma prece pra gente inicial. Pode ser. Claro, claro. Paulo, eu a gente vai fazer, eu vou fazer a prece primeiro. É dedicando essa prece aos amigos e amigas que estão tendo a iniciativa do conectam. Eu acho que o espiritismo ele precisa alcançar os corações dessa forma como estão trabalhando, sabe? Porque nós precisamos ocupar os espaços e a gente só consegue ocupar espaços com iniciativas eh que sabem a joia preciosa que é a doutrina espírita, estão colocando efetivamente sobre o alqueir, >> perfeito, >> né? A candeia sobre alqueira. Então, conecta é uma candeia, uma candeia de um grupo de pessoas competentes que estão tratando o espiritismo como ele precisa ser tratado dentro do universo da divulgação. Então, a gente pede a Jesus, aos bons espíritos, que possam amparar essa iniciativa,
pessoas competentes que estão tratando o espiritismo como ele precisa ser tratado dentro do universo da divulgação. Então, a gente pede a Jesus, aos bons espíritos, que possam amparar essa iniciativa, inspirar os companheiros que estão à frente. E esse programa, esse nosso encontro também está dentro desse universo de realizações que a Semente do Conecta eh está fazendo germinar nos corações, nas mídias, portanto nos valendo dos recursos tecnológicos, já que a ciência é bênção de Deus, nos valendo desses recursos, nós conseguimos chegar até você que vai nos assistir, a você que vai estar conosco no Conect. um único objetivo, a doutrina dos espíritos e o evangelho de Jesus. Sendo assim, nós pedimos aos benfeitores espirituais que possam propagar através dos eventos do Conecta, e este é um deles, mensagens de esperança e fortalecimento para todos aqueles que sintonizarem com o evangelho de Jesus e com a doutrina dos espíritos. E tu possas, Senhor, estender a tua mão amorosa sobre todos nós e nos abençoar hoje e sempre. Assim seja. >> Que maravilha. Muito obrigado, Adéísson. Como é um programa de entrevista, não vou te apresentar, é você que vai se autoapresentar, tá certo? Eu queria que você começasse, além de falando um pouquinho de você, nos contasse se você nasceu em bispação espírita, se não, quando é que você teve contato com a doutrina e daí por diante, por favor. >> Paulo, eh, eu não nasci em berço espírita. Eh, e também oficialmente eu não nasci em berço católico, embora meus pais dissessem, se você perguntasse para eles qual a religião, eles diriam que é católico, apostólico ou romanos. Mas eles, eu nunca vi meus pais numa igreja, né? Mas eu com 9 anos, 8 anos, eu ia paraa igreja sozinho. Então eu me recordo que a escola que eu estudava na minha infância, o grupo escolar, era esse o nome exatamente, grupo escolar Lions Clube de São Vicente. Aos domingos, o pátio da escola se transformava numa igreja e tinha uma missa. Então eu pedia paraa minha mãe, mãe, eu
po escolar, era esse o nome exatamente, grupo escolar Lions Clube de São Vicente. Aos domingos, o pátio da escola se transformava numa igreja e tinha uma missa. Então eu pedia paraa minha mãe, mãe, eu quero ir na missa e a gente era, nós tínhamos muitas carências materiais e a melhor roupinha era roupinha mesmo uniforme da escola. Então a minha mãe tirava o distintivo da escola naquela época que era com alfinete, colocava na camisa e eu ia para pra missa. Eu comecei a ir pra missa porque eu sentia que era importante eu ir pra missa. Nesse tempo eu já escrevi alguns poemas que os meus pais não sabiam que era poemas e eu também não sabia. Eles não tinham cultura, eu muito menos. Todo mundo só achava bonito que aquilo que eu escrevia falava de evangelho e falava de Jesus. Não me pergunte por que nessa idade eu escrevia sobre isso. As pessoas achavam aquilo tudo muito interessante e curioso. Aí começaram assim, de certa forma algumas alguns estranhamentos quanto a minha pessoa, por parte da minha família e principalmente por parte dos meus pais. Alguns fatos curiosos aconteciam e assustadores. Eu sempre quando me perguntam com relação a mediunidade, eu eu me recordo dos fatos dessa fase em que uma mulher sentava à noite na minha cama. >> Olha só. >> E eu e eu corria pro quarto dos meus pais, né? >> E que idade você tinha, Deus? Ah, eu tinha 7 8 anos. Eu ia choroso pro quarto deles, eles brigavam comigo e me obrigavam a voltar paraa cama. É, então tinha que obedecer. Eu cobria a cabeça e tal, acabava adormecendo. Essa mulher apareceu reiteradas vezes e depois de um tempo, meu pai me pediu para descrever essa mulher. Quando eu descrevi, ele reconheceu a irmã dele que tinha morrido alguns anos antes. Então, foi um foi um primeiro fato bem contundente. E a minha vida sempre foi permeada de fenômenos, né, fenômenos mediúnicos. Mas houve um tempo, né, só na idade adulta mesmo, com quando eu passava por um processo obsessivo grave de influência espiritual, muito delicado isso, é que eu fui parar
nos, né, fenômenos mediúnicos. Mas houve um tempo, né, só na idade adulta mesmo, com quando eu passava por um processo obsessivo grave de influência espiritual, muito delicado isso, é que eu fui parar uma casa espírita, mas não nasci em beço espírita. Então aí o contato com a doutrina foi em função da mediunidade. É isso >> foi. Na verdade eu era eh hoje em dia como psicanalista e tudo, eu isso faz parte do meu discurso. Você já deve ter ouvido eu falar isso nas minhas palestras que não dá para separar o contexto emocional do espiritual. >> Sim. >> Então eu fui por problemas que até então na eu julgava problemas emocionais. >> Sim. Mas existia um contexto espiritual. Eu nunca tive um esclarecimento muito claro e objetivo sobre o que era a mediunidade. Então, a princípio, eu fui, aí eu me descobri, né, potencialmente médium, porque eram fatores, eram muitas coisas que aconteciam ao mesmo tempo, desde ouvir espíritos, a ver e aismo. e as questões emocionais, eh, junto potencializavam essa minha angústia e esse meu sofrimento. Quando eu entrei na casa espírita pela primeira vez, eu me deparei com uma situação de uma emoção tão profunda que eu caí num pranto, sabe? Profundo assim, >> convulsivo. Chorei demais, demais, demais. Eu ouv aquela música, eu olhava para aquele ambiente, via aquilo tudo, não entendia muito bem porquê de tanta emoção. Quando eu passei a fazer tratamento na casa, eu tomava passe e eu caía depois, sabe? Parecia que eu tava bêbado, as minhas pernas >> trançavam mesmo e eu caía. Então esse foi o começo lá e e a minha >> Isso em São Vicente mesmo. >> Isso não, no Guarujá. >> Guarujá. >> No Guarujá, que é minha cidade natal, na casa espírita. Maria Modesto Cravo, que foi onde eu comecei, mas eu não imaginava, né, que haveria um périplo de muitos anos, muito sofrimento, de muita angústia para poder permanecer, né? Existem experiências que eu nunca narrei assim para ninguém de humilhação que eu passei, humilhado por dirigentes, etc. Aí eu queria, aí eu eu sempre eu não podia
a angústia para poder permanecer, né? Existem experiências que eu nunca narrei assim para ninguém de humilhação que eu passei, humilhado por dirigentes, etc. Aí eu queria, aí eu eu sempre eu não podia acreditar que aquilo tivesse acontecendo, porque eu não conseguia acreditar que as pessoas que tivessem dentro de uma instituição que elas agissem daquele jeito. Então eu tive muitas frustrações, muito desejo de de me afastar, né? Mas eu perseveri. É, se eu contar para você aqui, daria pra gente ter um uma entrevista só para falar das situações de perseguição. Assim, eu não entendia muito bem, né? Tudo hoje eu entendo, sabe? >> Uhum. >> Eu tive um encontro com Humberto de Campos muitos anos depois. Então, todos esse todo esse universo, a ajuda dos benfeitores, Paulo, ela foi chegando paulatinamente à medida que eu resistia. Perfeito. >> Que eu resistia. Medida que eu fui permanecendo, eu consegui. Os sinais dos espíritos foram muito claros para mim. >> Então você chega a casa espírita por volta aí dos seus 6, 7 anos. É isso? >> Não, eu chego à casa espírita com 30 e poucos anos. Ah, foi bem depois, então >> foi bem depois na idade, >> você começou com os fenômenos de de vidência, de verão. >> Isso. >> Depois que você foi. >> É, então eu tinha uma adolescência em que eu era visto como eu era esquisito. >> Sim. >> Até até na concepção dos meus pais. Agora em 2025, faz 40, fez 40 anos do desencarne do meu pai. Eu fui falar no Congresso Espírita do Ceará dia 1eiro e 2 de novembro e o meu pai se comunicou lá num centro espírita da grande fortaleza 40 anos depois. >> Aí na carta ele me pede desculpas. Ele falava: "Eu não entendia você, não conseguia te entender, não sabia que tinha tanta coisa dentro da tua cabeça." >> Nossa, >> palavras de Deus. Foi muito emocionante assim, porque eu >> não conhecia o Centro Espírita lá de Fortaleza, na grande Fortaleza, não conhecia Médium, não conhecia ninguém. Foi uma experiência, então eu só citei essa experiência, >> sim, >> porque vinculou com o meu pai, né? Então
o Espírita lá de Fortaleza, na grande Fortaleza, não conhecia Médium, não conhecia ninguém. Foi uma experiência, então eu só citei essa experiência, >> sim, >> porque vinculou com o meu pai, né? Então na infância, na adolescência, >> eu quis muitas vezes me matar, né? Por causa porque eu não entendia o que eu sentia. Eu sentia uma solidão absurda. e o bullying que eu sentia mais a incompreensão dos meus pais. Então, era uma bomba atômica. É por isso que hoje eu falo tanto, grito, berro clamando no deserto, uma voz que a gente precisa cuidar da mediunidade dos adolescentes. >> Sim. O adolescente que sofre que tem conflitos emocionais, Paulo, se ele é médium ostensivo, ele tá muito vulnerável as influências espirituais que podem conduzi-lo à ideação suicida, automutilação. Você vê que não falta assunto para falar, né? P >> a gente pode fazer assim um uma série então, né? Com alguns episódios. Liva, nem fala muito bom. Outra coisa >> é que eu tive a impressão equivocada então que você logo na infância quando surgiram os primeiros >> famicos já teria ido para casa espital teve um um grande percurso aí né >> agora eu queria te contar uma coisa interessante. >> Eu não lembro se eu tinha cinco cinco ou se anos de idade. >> Eu não, essa isso nunca saiu da minha cabeça. Veja como são as coisas. 5 ou se anos de idade. Eu me recordo que a minha mãe estava conversando com uma vizinha, >> certo? >> E aí a vizinha falou para ela o nome de Allan Kardec, quando a ela falou pra minha mãe o nome de Allan Kardec, a minha mãe falou assim: "A Kardec é um bom caminho". Isso ficou colado na minha mente. Ela sabia quem era Allan Kardec. Eu tinha cinco ou se anos de idade e até hoje, né, com a idade que eu estou, isso tá impregnado >> no meu espírito, na minha alma. Então, era uma uma semente, um chamado, sei lá, a gente não entende muito bem. >> Hoje eu compreendo com clareza, >> vivendo tudo que eu vivi, né? >> Sim. Aquela coisa, né? Você trouxe do plano espiritual isso e aquele nome acendeu a luz, né? Exatamente. Aqui é
ntende muito bem. >> Hoje eu compreendo com clareza, >> vivendo tudo que eu vivi, né? >> Sim. Aquela coisa, né? Você trouxe do plano espiritual isso e aquele nome acendeu a luz, né? Exatamente. Aqui é por aqui que eu que eu tenho que ir. Interessante. Muito interessante. >> Exatamente. >> Quando você então vai lá pro Guarujá na no centro espírita Maria Craba, é isso, né? >> Isso. Isso. >> Você começa por ali e depois passa a perguntar outras casas também. >> Sim. Porque a questão você entrar na casa espírita ou entrar no espiritismo é uma coisa, espiritismo entrar na gente é bem diferente, né? >> É. >> Então eu tive eu tive o meu périplo de aprendizado no Maria Modesto Cravo em outras casas. Eu sou uma pessoa que realmente sou estranha, porque quando eu tava divorciado, morando no Guarujá, eu simplesmente fui lá em Bauru, aluguei uma casa e fui morar em Bauru para trabalhar no Centro Espírito Amor e Caridade com Richard Simonete. Acho que eu comentei isso contigo. >> Comentou. Eu ia até te perguntar disso, mas que bom que você já entrou nesse nesse nessa fase. >> Então eu tinha um uma coisa dentro de mim, o ideal, Paulo, é assim, eu não tenho uma palavra para definir para você. Isso tá tão entranhado em mim, tão entranhado que eu fui capaz de ter atitudes como essa. Como quando eu me divorciei da mãe das minhas filhas, foi uma entrega total assim ao trabalho. Claro que eu tentava viver a minha vida afetiva e sempre um fracasso, >> certo? A minha vida sempre foi um fracasso, porque muita gente queria conviver comigo, mas não dava para pagar o preço que era para viver comigo, que era o preço de uma dedicação a esse universo. >> Sim. Então, eu morei em Bauru do anos e tive o privilégio de estar ao lado desse homem que eu considero que é um mestre para mim, Richard Simonete. Simonete >> de de ir na casa dele, ser recebido e ele querer me colocar na diretoria para que eu assumisse o lugar dele na instituição, né, como presidente, porque o >> Centro Espírita Amor e Caridade é uma um
>> de de ir na casa dele, ser recebido e ele querer me colocar na diretoria para que eu assumisse o lugar dele na instituição, né, como presidente, porque o >> Centro Espírita Amor e Caridade é uma um centro espírita gigantesco, né? Em >> homem, né? >> 2013 2014, o orçamento do Centro Espírita do CAC era 5.300.000, né? >> Uau! em 2013, 2014 tinha editor, etc. E aí de Bauru eu fui trabalhar na Fergção Espírita do Rio Grande do Sul, né? Fui levado para lá e tal. Também foi uma experiência, tudo isso só me deu ganho, mas o preço que eu paguei de certa forma a vida pessoal, né? >> Porque eu queria viver a vida pessoal, né? Mas parecia que eu ficava pela metade. Mas enfim, foi >> você não sentia completo, né? >> Não me sentia. >> Preenchia, preenchia um lado e ficava carente de outro. Interessante. >> Exatamente. >> Interessante. Muito interessante. E aí lá >> como quando começa a tribuna espírita, o Adeilson palestrante e quando começa o Adeíson escritor. Supemos já falou que vem desde a infância. >> É, mas as duas coisas se confundem. Eu escrevi alguns poemas, essa coisa toda. Na adolescência eu fazia redação pros colegas. da classe para não apanhar, né? Porque eles me batiam todos os dias. Eu comecei a trocar redações por chocolate, por pipa. Aí eles começaram a me conhecer como um garoto que era bom de redação. Eu deix aí comecei a apanhar menos. >> Poxa, aos 18 anos eu escrevia cartas de amor paraas namoradas dos meus amigos. Eles me pediam, aí eles passavam a limpo com a letra deles e tal. Eu casei muito novo, muito novo, muito experiente, inexperiente, com 20 anos. E aí com 40 anos, 41 anos, eu mandei o meu primeiro livro para casa editora Clarinho. Eu já tinha mandado para várias e era só não, né? Então eu pensei, o problema tá entre o lápis e a cadeira, né? vou desistir. [risadas] E aí eu aí eu me recordo, aconteceu tanta coisa inusitada na minha vida, Paulo, muito inusitada. Eu te conto, eu te conto, eu te conto tudo isso, só que não dá tempo para contar tudo hoje mesmo. Eh, eu
aí eu aí eu me recordo, aconteceu tanta coisa inusitada na minha vida, Paulo, muito inusitada. Eu te conto, eu te conto, eu te conto tudo isso, só que não dá tempo para contar tudo hoje mesmo. Eh, eu mandei para Casa Editor o Clarinho, o Orson Peter Carrara trabalhava no Clarinho, >> certo? >> Era ele que tava lá no Conselho Editorial. Orson foi muito importante para mim. Eu me recordo que eu mandei texto que eu tinha o primeiro livro Aprendendo a amar. Eu mandei numa, eu mandei por Cedex, né? Naquela época eu não mandava assim por e-mail. Imprimi, mandei para ele numa quinta-feira antes do carnaval, na quarta-feira de cinzas, ele o texto estava aprovado. >> Uau! Foi, >> ele recebeu e já leu. >> Recebeu e leu. Aí o texto foi aprovado. Ele me perguntou se eu fazia palestras nessa minha no Maria Modesta do Cravo, que aí eu me separei, eu tava no Maria Modesta do Cravo, aí eu eu não tinha oportunidades também no Maria Modesta do Cravo para falar essa coisa toda. Isso tudo foi bom. Eu não vejo como perseguição, nem como castigo. Eu vejo como amadurecimento para que eu pudesse falar. Eu não tinha estrutura para sofrer assédio, >> certo? >> As pessoas dizerem que o que eu falava era bom ou se era assertivo. Então isso tudo faz parte do Adeilson que eu sou hoje. >> Perfeito. >> Eu não me importo de falar para 2000, 3.000 pessoas, isso não altera em nada. A minha vida revela responsabilidade perante as pessoas e o conteúdo que eu tenho que passar. Mas evidente que naquela época eu não tava preparado. Então, ao mesmo tempo que o livro foi lançado, eu comecei a fazer umas poucas palestras em algumas casas no Guarujá e o Orson Peter Carraira me perguntou: "Você não faz palestras?" Eu disse: "Eu disse: "Faço, mas eu não fazia. Eu falava porque o povo era caridoso." Você chama ele aí pro caridade para ele falar, coitada. Aí o Orson começou a montar jornadas de palestras para mim no interior de São Paulo. Então eu viajava trabalho. >> É, ele é agregador, né? O >> Então eu saía para fazer palestra na
ele falar, coitada. Aí o Orson começou a montar jornadas de palestras para mim no interior de São Paulo. Então eu viajava trabalho. >> É, ele é agregador, né? O >> Então eu saía para fazer palestra na segunda-feira, viajava com a mala nas costas, aí falava a semana inteira, cada dia numa cidade diferente, era igual um cacheiro viajante mesmo. >> Sim, >> isso tudo foi, eu nunca imaginei, né? Eu olhava assim para Divaldo, o próprio Richard Simonete que eu via fazer palestras, depois vê-lo assistindo minhas palestras foi um choque para mim. A Terezinha Oliveira que nós conversamos aquele dia. >> Teresinha >> é está no setting assim, eu sentado de volta do meu lado, o Arudo do do outro lado, eu olhava para eles assim, não me via com condições ou ter uma estatura de oratória, vamos dizer assim, para estar ali com aquelas pessoas. Claro que hoje eu sei que eu tenho essa estatura. Eu sei que, >> Claro que tem, >> eu aprendi, né? A coisa caminhou. Mas então, veja que era uma descoberta de um mundo diferente. Você está eh eu lia livro do Luiz Sérgio, de repente tô psicografando Luiz Sérgio ou o que aconteceu ontem, né, que a nossa a nossa conversa uma conversa informal, né, Paulo? >> Claro. >> Posso Ontem eu fui a uma reunião em São Paulo com a equipe da editora Vida e Consciência, a editora lá da Zib, >> certo? Então eu fiquei, é, quando eu cheguei lá tinha uma a turma lá para falar comigo, pessoal, sabe, super profissional. Então, a gente vai desenvolver um trabalho bacana agora. Eles me ofereceram todos os recursos, estúdio, um monte de coisa. E o livro não foi lançado ainda, mas ele tá pronto. É esse livro aqui, eh, do outro lado do espelho. >> Do outro lado do espelho. >> Primeira mão, hein? Primeira mão. Mostrei para ninguém ainda. Ninguém viu. Ninguém viu. >> Primeira mão. >> E como é que eu ia imaginar que >> E como é que eu ia imaginar que um dia Rochester ia meditar um romance? >> Entende Paulo? Aí tá aqui o nome dele, né? Baixo do meu. Não sei se tu consegue ver.
o. >> E como é que eu ia imaginar que >> E como é que eu ia imaginar que um dia Rochester ia meditar um romance? >> Entende Paulo? Aí tá aqui o nome dele, né? Baixo do meu. Não sei se tu consegue ver. >> Sim. Sim. Dá para ver embaixo pelo espírito Rochester. Maravilha. >> Linda a capa, né? >> Linda. >> Pessoal da vida, pessoal da vida e consciência é muito competente. >> Linda capa. >> Então, de repente eu leio Luiz Sérgio do Rochester, eu só li um livro, A Vça do Judeu, que é um livro espetacular. Aí quando veio esse livro, esse livro aqui falando de Tôlei do 1643 e começa a descrever a Inquisição e falar de lugares e falar, sabe, eu fiquei será que eu tô precisando de tratamento, que que tá acontecendo comigo, né? E aí eu tive que checar os locais, tive que checar as coisas. E quando eu enviei para vida e consciência, a pessoa que responsável pelo departamento editorial é especialista em Rochest. Aí a menina, a mulher me disse simplesmente isso, Paulo, coisas da mediunidade, >> nada por acaso, né? >> Ela me disse assim: "Ó, Deon, de eu sou especialista, né? O médium, o texto que mais se aproxima da médium russa, Vera Kvinovskaya, é o seu. >> Uau! >> Aí eu fiquei assim, sabe, Paulo? Falei: "Meu Deus do céu, né? O que que tá acontecendo, né? >> Meu Deus! >> E aí é é a fala de alguém que conhece, né?" Então, >> aí eu fiquei fiquei motivado. Essa semana eu comprei três livros do Rochester psicografados pela Vera Cris Noviscaia, né? O nome complicado dela. >> Isso eu já tô com outro ol aqui até tô até pesquisando aqui. >> Isso. Faz isso. É esse essa sopa de letrinha aí, né? >> É, eu até, Paulo, já tô com outro romance pronto dele, >> rapaz. >> E é de época também. Então assim, veja como os caminhos da mediunidade, quando eu tive a experiência com o senhor Humberto de Campos, que ele me chamou para conversar comigo, eh, eu assim me chamaram para ir para Belo Horizonte, eu jamais ia imaginar isso, né? Me chama para um lugar para dizer que o espírito me chamou. Coisa meio doida isso.
e chamou para conversar comigo, eh, eu assim me chamaram para ir para Belo Horizonte, eu jamais ia imaginar isso, né? Me chama para um lugar para dizer que o espírito me chamou. Coisa meio doida isso. >> Sei, né? >> Ele me falou, é, aí ele me falou, tem uma fila de espíritos para escrever com você e disse isso lá 12, 13 anos atrás. Mas enfim, não sei se eu tô atrapalhando a tua entrevista. Não, não, tá ótimo. Pode seguir o teu fluxo. >> É isso. Quiser >> falar, perguntar alguma coisa. >> Então, foi dentro desse contexto aí, com 41 anos, eu publiquei o primeiro livro pela casa editora Clarinho. >> Repete o nome pra gente, por favor. >> Aprendendo a amar. Casa editora o Clarin. >> Foi um romance. >> Que maravilha. A partir dali, a questão da oratória, o Orson começou a me >> se encaixar e de >> encaixar. Só que euale >> é eu não valorizava a minha fala assim, né? Não achava. Eu falo porque o povo é gentil. E eu só vou hoje, evidentemente que eu percebo o meu, que a minha fala ela é uma fala única dentro do universo espírito. Ela não é melhor, ela é única. tem uma singularidade. Ela não é melhor que a de ninguém. >> Perfeito. >> Cada palestrante tem uma singularidade. E eu tenho essa singularidade quando eu trago espiritismo, psicanálise, filosofia, essa coisa toda dentro do meu discurso. E aí eu sei que hoje tem relevância junto com os dos meus amigos palestrantes, mas levou um tempo, né? Primeira vez que eu fui falar no Centro Espírita Leão Deni no Rio de Janeiro, que eu entrei assim, que vi era um auditório, tinha acho que 1000 pessoas, as minhas pernas tremeram, né, natural. >> Aí tava o seu, tava o seu altivo Pampiro do meu lado. Seu altivo é uma figura também emblemática, né, >> no meio espírito, já é desencarnado e tal. >> É. E aí ele ficava, ficou do meu lado assim, eu falei, aí me eu terminei a minha fala, ele me deu de presente um livro chamado Psiquiatria iluminada. Tem um outro livro recente com esse mesmo título, mas o que seu ativo me deu há muitos anos atrás, só quem tinha era
rminei a minha fala, ele me deu de presente um livro chamado Psiquiatria iluminada. Tem um outro livro recente com esse mesmo título, mas o que seu ativo me deu há muitos anos atrás, só quem tinha era a editora Celdia iluminado. >> É. Aí as coisas foram acontecendo, eh, mas as provas continuaram a >> em paralelo. >> Aconteceu >> é relação que não deu certo e aí tentaram me execrar publicamente, tentaram acabar comigo na literatura, tentaram acabar comigo falando que eu era isso, que eu era aquilo. Eu nunca me defendi, né? até até paraas federações ligaram paraas editoras que eu publicava e nunca falei nada, sabe Paulo? Eu não nunca me defendi. Eu fiquei quieto, eu entrei em depressão, >> deitava para dormir, deitava para dormir assim no no prédio que eu morava, eu me via caindo do prédio, sabe? Aí eu acordava assustado. As coisas que eu estou falando para você, eu nunca disse a ninguém. É a primeira vez que eu conto essas coisas, porque eu nunca, >> porque eu nunca expus minha vida. >> As pessoas próximas sabiam e viam o que eu tava passando e o que estavam fazendo comigo. >> Sim, >> estavam fazendo porque eu porque eu não queria continuar numa relação. Então a pessoa achou que, >> enfim, uma pessoa, evidentemente que merece meu respeito, mas uma pessoa na época estava enferma e agiu dessa forma. E essas coisas foram difíceis para que eu pudesse continuar, mas a gente perseverou e hoje eu tô assim, pode bater que eu fiquei com couro de rinoceronte. >> Tá resistente. Muita pode alfinetar que tá tudo bem. >> Muita resiliência. Muita resiliência. Mas assim, as custas de lágrimas, né? Não, claro. É, a gente se caleja no sacrifício, né? É por aí mesmo. >> Exatamente. >> Então, quer dizer que a a as palestras começaram a partir do primeiro livro, né, que hoje já são, >> aliás, falando >> 103 >> três, >> 103 >> 103. Esse do Rochester será o C3º >> é o C4 eh da editora da Folha Espírita lá da Dra. Marlene Nobre >> que tá saindo, já tá impresso também. Eu não sei o que eu faço com tanto livro,
três, >> 103 >> 103. Esse do Rochester será o C3º >> é o C4 eh da editora da Folha Espírita lá da Dra. Marlene Nobre >> que tá saindo, já tá impresso também. Eu não sei o que eu faço com tanto livro, né Paulo? Mas tá saindo esse mês. E aí, eh, ontem eu estava aqui e recebi mensagem da da gerente editorial da Ferges, da Federação Espírita do Rio Grande do Sul. >> Antes de se falar do desse filme As Vidas de Emanuel, eu já tinha escrito um livro infantil As Vidas de Emanuel. >> Meu Deus. Aí quando foi agora ontem a Ferg me mandou mensagem, já de você já está com alguém esse texto? Eu falei: "Não, não está com ninguém". Então a Ferges vai publicar. Então a Ferges vai lançar em março. Eu vou lançar o >> em março eu vou lançar o Boa Nova para Criança. >> Boa Nova para Criança. Você me contou. >> É que chama-se A maior história de todos os tempos e o inspirado no livro Boa Nova, né? E vai por aí, meu amigo. >> Sensacional. Você citou o o o Simonete? O Simonete eh, quando perguntavam para ele, né, qual o seu último livro? Disse: "Olha, não morri ainda, não desencarnei". Então, >> é o mais recente é esse. >> Exatamente. >> Ele é maravilhoso. Nossa, eu sinto uma saudade dele. Ele tinha, o SEA que tinha 83 grupos mediúnicos naquela época. Ele me tinha como médium de confiança dele. Então ele me mensalmente tinha reunião dos 83 dirigentes. Ele me levava para essa reunião para que eu recebesse mensagem dos espíritos para orientar, sabe? Enfim, é um tempo inesquecível e muito emocionante para mim. >> Muito legal. E e dessa centena e alguma coisa de obras que você recebeu e produziu, o método mediúnico depende do espírito ou você tem um método próprio que independe da de como que se como que se dá na prática? Quando o livro é mediúnico, é sempre o mesmo método. Sempre o mesmo método. Eu vou sendo impregnado de imagens, sendo impregnado a minha cabeça, durante a produção do do livro, eu entro num processo emocional de convivência com os personagens. Eles fazem parte do meu dia a dia acabar
endo impregnado de imagens, sendo impregnado a minha cabeça, durante a produção do do livro, eu entro num processo emocional de convivência com os personagens. Eles fazem parte do meu dia a dia acabar a obra. eu acordo e o livro e e vai vem aquela enchurrada de ideias, de informações. Então, eh não depende de mim o desenvolvimento de um livro mediúnico, mas eu eu esse exemplo não nem lembro se eu dei esse exemplo para você. É como se eu passasse um perfume e o perfume leva muitos dias para sair o cheiro. >> Entendo. >> É, eu não sei se a minha linguagem >> é pobreza, se é muito pobre a minha, o meu exemplo, né? >> Não, não, não. >> Fica aquele perfume, com o tempo ele vai saindo até que acaba, entende? Perfeito. Não é pobre, não. É rico >> e e dá a imagem perfeita pra gente. Legal. Muito bom. >> Os espíritos, quando eu trabalhava com Richard Simonete naquela época, ele queria que eu recebesse mensagens mediúnicas publicamente e eu fugia, sabe? Eu não queria, não queria. Se fosse hoje eu faria. Aquela época eu não queria não. Eu consegui consigo receber mensagem mediúnica no meio de 100 pessoas, 200, 300, não importa quantas pessoas tenho. Se eu me concentrar e os espíritos quiserem passar uma mensagem, eu recebo. Aí eu fui os espíritos me ensinar como como pegar a mensagem que eu vou falar para você que pode ser considerada uma linguagem pobre também, mas eu acho para mim foi sensacional que eles esse esse esse careca a gente precisa falar as coisas para ele de maneira simples para ele entender, senão ele não entende. Eles falaram assim: "Iagine você indo dormir às 11:30 da noite, a casa está em silêncio, você se deita, silêncio absoluto." Aí você ouve a torneira da cozinha pingando. Você escuta aquela gota que cai lá, tum tum. Tu tá na deitado no quarto, mas tu tá ouvindo aquela gota na cozinha. Se você prestar atenção na gota, que é uma frase, começa a pingar uma frase. A frase pinga, ela se repete. Aí eu já tô treinado, né, burro velho, escrevo a frase, aí começa a gotejar.
gota na cozinha. Se você prestar atenção na gota, que é uma frase, começa a pingar uma frase. A frase pinga, ela se repete. Aí eu já tô treinado, né, burro velho, escrevo a frase, aí começa a gotejar. e vou escrevendo e eu não tô mais preocupado se a primeira frase tem a ver com a 25ª frase ou com o parágrafo, entende? Aí vira uma enxurrada. Aí vocês podem estar conversando à minha volta, porque a minha eu tô concentrado na gota e tá pingando. >> É a gota que importa. >> A gota que importa. Eu faço, eu consigo minha me abstrair do que acontece ao meu redor. Compreende o que eu digo? CL. Perfeito. Excelente. Analogia é ótimo. Muito bom. >> Agora eu também penso, por exemplo, que quando você tem tem esse processo mediúnico que você vai recebendo as imagens, eh, e me corrija se eu tiver errado, por favor. É porque você tem essa capacidade muito latente em você, né? Você conta aí contorno pra gente, né? Da redação, pro pessoal. Não, não se fazer pula. Então assim, para você joga a ideia que ele se vira. Se fosse comigo ter que fazer um ditado, >> letra por letra, palavra por palavra. >> Exatamente. Exatamente. Paulo, você foi muito feliz na sua definição. Você foi muito feliz. É exatamente isso. Eu tô, eu eu tenho assim uma criatividade absurda, absurda. Assim, quem convive comigo se espanta >> se espanta, né? Quem convive comigo se espanta. >> É, não é? É, é admirável mesmo. E tem uma coisa que eu acho muito interessante, Deus, porque assim, parece simples escrever para criança. >> Não, mas >> mas só parece, só parece. >> Vou te dar até uma, vou até te dar uma informação. Eu terminei hoje o segundo volume do livro dos espíritos. >> Uau! Nós publicamos o primeiro volume que atende que tem histórias da pergunta 1 a pergunta 584 e o segundo volume é da pergunta 585 a pergunta 1019. Hoje eu decidi terminar, faltavam quatro histórias porque até a as as anteriores já estão ilustradas. O livro já tá ilustrado. Só falta essas quatro. Sentei ali de manhã e escrevi as quatro histórias.
Hoje eu decidi terminar, faltavam quatro histórias porque até a as as anteriores já estão ilustradas. O livro já tá ilustrado. Só falta essas quatro. Sentei ali de manhã e escrevi as quatro histórias. Já mandei pro ilustrador lá na nos Estados Unidos. Ele tá morando lá. Mandei pra Cláudia Saigusa, né, esposa do Luís, que eles cuidam. É deles essaíter >> essas obras. >> É interítera. Então a gente vai lançar esse ano ainda esse livro. Agora, olha só que coisa doida, né? Eh, já aconteceu comigo coisas inusitadas. Por exemplo, a minha vida mudou quando eu comecei a publicar pela FEB, né? Porque foi uma coincidência que não é coincidência. Eh, eu escrevi três histórias infantis e eu não vou falar o nome das editoras para não ficar chato. Eu comecei a bater na porta das editoras, as pessoas nem queriam me ouvir, né? nem queria ouvir. Teve editora que nunca me respondeu. Aí eu mandei esses esse eu mandei um texto desses três paraa FEB, mas me avisaram antes, olha, FEB no mínimo um ano, né, para avaliar, para responder e tal, tá bom, vamos lá, né? Se é esse o caminho, eu mandei um texto, aí eles aprovaram em 2006, três meses. Aí eu mandei mais dois. Aí em 60 dias eles aprovaram os outros dois. >> Aí na Bienal do livro de 2007 no Rio de Janeiro, foi a minha primeira Bienal. Minha vida mudou. Eu não queria ir para Bienal porque o meu sobrinho de 21 anos tinha desencarnado, tinha batido a moto assim mês antes da Bienal e teve morte instantânea. Eu não queria ir. >> E a Febe com paciência comigo, sabe? Meu Deuson, você. O stand da FEB naquela época, meu, era uma loucura. Era 500 m². Sabe lá o que é isso? 500 m. A FEB ainda dava espaço para Adel. Era uma associação de editoras, espíritas, todo mundo pequenininho ali, um espaço que a FEB oferecia. Beleza. Aí eu decidi, fui para Bienal, cheguei no Rio de Janeiro, havia, o carro me pegou lá no aeroporto, me trataram assim, né? Tá até estranhar. Não tô acostumado. Quando eu fui pro Rio Centro no Rio de Janeiro, que eu me aproximei do stand da febre,
de Janeiro, havia, o carro me pegou lá no aeroporto, me trataram assim, né? Tá até estranhar. Não tô acostumado. Quando eu fui pro Rio Centro no Rio de Janeiro, que eu me aproximei do stand da febre, que eu olhei os luminosos assim com a cara dos meus personagens, que eu cheguei no stand, os funcionários todos com camiseta, com os meus personagens, eu parei, comecei a chorar, sabe? Puxa, emocionante mesmo. É, é. Incrível, né? A a as voltas que o mundo dá e o quanto que o trabalho quando tem que ser realizado ele vem a lume, né? Eu acho que você quando você conta essa essa tua trajetória inicial de muita dificuldade na infância, né? Desde desde a essa aquilo que você chamou, né? que você era esquisito. Imagino a adolescência, o que tenha sido essa essa essa fase crítica que todo mundo passa quando e quando se tem mediunidade da da do nível que você tem, né, que a gente que a gente percebe, complica muito mais. E aí quando os frutos começam a chegar, né, é muito bonito de ver. Parabéns. >> E aí eu olhei assim, eu falei, descobri o que eu tenho que fazer o resto da vida. Eu me recordo, Paulo, que a FEB contratou uma companhia de teatro. Dois personagens foram feitos em tamanho natural. >> Uhum. >> Que o ator se vestia do personagem. Aí eu surgia no meio do gelo seco com as os personagens. Para você ter uma ideia, naquele naqueles 10 dias de Bienal no Rio de Janeiro, eu v a FEB vendeu de livros meus 1500 livros infantis. >> Poxa, >> eu só eu só perdi primeiro foi o Chico, então eu não perdi, eu fui o primeiro. >> É, é o concur, né? Aí, aí começou uma, >> é o concurso começou uma coisa impressionante. Eu lançava todo ano lançava dois, três livros pela FEB. Tem histórias para contar assim, não dá para contar, como eu te disse, dentro da na minha trajetória com a FEB. Mas o que eu posso te dizer, contando para você hoje, mas que um eu mandei um livro paraa FEB que se chama Carta aos jovens, que eu escrevi em cima de Emmanuel, de Paulo e de Timóteo. O livro ficou belíssimo. O livro que eu
izer, contando para você hoje, mas que um eu mandei um livro paraa FEB que se chama Carta aos jovens, que eu escrevi em cima de Emmanuel, de Paulo e de Timóteo. O livro ficou belíssimo. O livro que eu enviei em 2023 pra FEB, no dia 23 de agosto, dia 31 tava aprovado, >> ou seja, aquele prazo dilatado que demorava, né? >> É, então bateu o recorde, eu acredito, né, de ter um livro aprovado assim. Recentemente eu fiz adaptação dos mensageiros para crianças e coloquei o título de Os pequenos mensageiros. Os pequenos mensageiros. >> É. E a CEB já aprovou e vai lançar >> os pequenos mensageiros. >> Só que no esse livro é interessante porque o garoto e a garota que eu coloquei, eles conseguem abrir um portal e André Luiz vem ao encontro deles. Então André Luiz convida eles para conhecer os mensageiros. E aí eles vão passar por alguns personagens, viver experiências com personagens do livro Os mensageiros. >> Sensacional. Já estamos ansiosos então por esses lançamentos aí do Rochester, os mensageiros ou boa nova para crianças. Que legal. >> É, e teve teve o do Luiz Sérgio, né? >> Sim, verdade. Do Luz. do Luiz Sérgio. >> Esse saiu quanto? >> Esse saiu a semana passada. >> Ano passado. >> Fazer palestras em Rio Preto e Catanduva e ele ficou pronto, né? Um livro que ficou maravilhoso, sabe? Mas veja que é tanta coisa para falar, né, Paulo? Mas diga aí. >> Maravilha. Eu queria que você contasse pra gente sobre o livro Alice, que vai compor o livro, o filme, né? Eh, do como é que é? Não me esqueci o nome do título agora. Alguma coisa. >> É um tio quase perfeito. É um tio quase perfeito. Três. >> Três. >> Três. >> Três. >> Três. >> É o livro Alice no País das Famílias. Ele nasceu de uma interação com as crianças numa escola em Santa Catarina. Concórdia. Eu estava em Santa Catarina, fui falar com as crianças. Aquele universo de crianças me pediram para falar sobre família e paz. família e paz. Não podia dizer para aquelas crianças que elas só seriam felizes se elas tivessem presente pai e
com as crianças. Aquele universo de crianças me pediram para falar sobre família e paz. família e paz. Não podia dizer para aquelas crianças que elas só seriam felizes se elas tivessem presente pai e mãe, porque diante de mim estavam estava um universo variado de famílias. Então, na hora eu inventei a história, fiz uma releitura e comecei a contar a história de uma liorfa que vai parar no país das famílias. Quando eu terminei de contar histórias que eu estava inventando na hora, as crianças aplaudiram, a diretora da escola, a professora, elas vieram me perguntar onde poderiam comprar o livro. Eu disse para ela, eu nem escrevia, >> aguarda alguns meses. >> Aí eu fui pro hotel porque tem texto infantil que eu escrevo com 30 minutos assim, sabe, Paulo? Porque o texto infantil, dependendo do projeto, ele dá aí 10, 12 laudas de folha A4, né? Dependendo do projeto. Escrevi, quando eu voltei, procurei, o livro foi publicado. Hoje ele hoje ele é publicado voltado para escolas e tudo, né? Então, já fazem, eu publiquei esse livro, até hoje nós estamos, soubemos que nos deixou eh deixou a vida material o senhor Miguel de Jesus Sardano. Senor Miguel de Jesus Sardano, ele era anfitrião do Divaldo em São Paulo. >> Divaldo, >> na creche Amélia Rodrigues, >> é Santo André. Por isso que eu Por que que eu tô falando dele? O que que tem a ver com a com a Alice? E quem lançou primeiramente a Alice foi a editora EPM que era gerida por pelo Senhor Miguel de Jesus Sardano. Ele me recebeu lá, só faltou colocar tapete vermelho para mim assim. Lindos. Enfim, o livro foi publicado agora, foi publicado pela Intelítera, trabalhado paraas escolas. E há alguns meses atrás, eu tava fazendo uma palestra para professores, eu recebi a mensagem de uma produtora de cinema, né? A produtora de cinema, eh, me explicou e me mandou o roteiro para que eu lesse, né? O ator Marcos Magela, que era parceiro do nosso querido Paulo Gustavo, que desencarnou na pandemia, né? Aquele ator da minha mãe é uma peça inesquecível para nós.
ndou o roteiro para que eu lesse, né? O ator Marcos Magela, que era parceiro do nosso querido Paulo Gustavo, que desencarnou na pandemia, né? Aquele ator da minha mãe é uma peça inesquecível para nós. Marcos Magela havia lançado o filme Umio quase perfeito, um dois e vai lançar o três agora em 2026. E um tio quase perfeito. Três. Dentro do filme tem uma peça de teatro apresentada pelas crianças que é o meu livro Alice no País das Famílias. >> Que maravilha. Aliás, eh, eu tenho essa essa publicação da intelittera e as ilustrações são sensacionais também. >> É o mesmo ilustrador do livro dos espíritos, um e dois do Evangelho Segundo o Espiritismo para crianças. A maioria dos meus livros da FEB foram ilustradas por esse ilustrador. >> Esse que tá nos Estados Unidos agora. >> Esse que tá nos Estados Unidos. Tem dois dois ilustradores meus nos Estados Unidos. Esse o Bandeira L Bandeira, ele ilustrou já uma uma infinidade de livros meus. Ele é genial. E o Alice no País das Famílias foi ele que ilustrou. >> É lindo. É muito bem, muito bem ilustrado mesmo. Aí faz um casamento perfeito. Muito legal. >> Foi isso que aconteceu. Você vê que a gente não sabe onde vai parar o trabalho, né, Paulo? >> É, >> dá para dimensionar. E eu também queria que você contasse pra gente eh sobre um livro que foi fruto de um trabalho seu nas escolas que que é fora do movimento espírita, não é isso? >> Exatamente. É o livro Construtores de Asas. O livro Construtores de Asas, ele é fruto do meu trabalho na Secretaria de Educação de Farrupilha há muitos anos atrás. Eu fui convidado a fazer palestra lá para professores e para adolescentes e eles gostaram muito do da minha abordagem e me convidaram a fazer um trabalho com os adolescentes. Adolescentes em condição de risco, de questões emocionais muito graves. E aí eu desenvolvi um projeto chamado inclusão emocional. E a partir do contato com eles, não é, fui percebendo que eu tinha muita facilidade de falar com adolescente, trabalhar esse universo, não imaginava
u desenvolvi um projeto chamado inclusão emocional. E a partir do contato com eles, não é, fui percebendo que eu tinha muita facilidade de falar com adolescente, trabalhar esse universo, não imaginava nada, né? Como é que pode isso tudo, né? E aí eu desenvolvi esse projeto e fui me aperfeiçoando. E aí no meio espírito as pessoas foram me chamando no Conecta, me convidaram para estar com os jovens também. Eu estarei com os jovens conversando. >> É, também. E aí, Paulo? Eh, a vida se encaminhou e o livro Construtores de Asas é para pais, professores e adolescente, de eu falo sobre o sofrimento emocional de pais, de professores e de adolescentes. E uma coisa, é uma coisa importante, eu trouxe essa questão do construtor de almas. Por quê? Porque eu acho muito relevante e quase fundamental que pessoas com a capacidade que você tem de comunicação, de transmitir ideias, eh com essa com essa tua, eh, facilidade de tocar o coração das pessoas, precisam sair da bolha do espiritismo, né? É preciso, preciso >> não estar apenas na tribuna espírita e uma vez serem convidados para outros projetos para além do do movimento, é muito importante, né? Então, ah, mas eu sou eu sou espírita, então eu não vou falar no Rotary Clube, eu não falo no LOS, eu não falo na escola >> na maçonaria. >> Na maçonaria, exato, né? Existe isso, né? Eu falo em tudo que ela l é falo em todos os lugares que me chamam. Eu vou, esse livro Construtores de Asas me leva a falar na Secretaria de Educação aí pelo Brasil aa >> Olha aí que que importante, né? Que importante. E você vai estar então conosco no Conecta Campinas agora no mês de fevereiro, não é isso? >> Exatamente. Estaremos no Conecta a Campinas. A minha agenda já tá totalmente tomada no ano. Esse ano tem viagem para pra Europa, né? Tem palestras lá também. Tem visita a minha filha que mora lá em Berlim. A gente aproveita para trabalhar. Então >> já dar uma rodada por lá. >> É, tem muita coisa para acontecer, né? Eu tô bem feliz, né, Paul? Outra uma com
Tem visita a minha filha que mora lá em Berlim. A gente aproveita para trabalhar. Então >> já dar uma rodada por lá. >> É, tem muita coisa para acontecer, né? Eu tô bem feliz, né, Paul? Outra uma com uma em primeira mão aqui para você. Eh, eu estarei com o programa na TV Mundo Maior, na Rádio e na Rádio Boa Nova. Estarei também desenvolvendo um programa no Conecta, que eu pretendo falar sobre psicanálise espiritualidade no Conecta. trabalhando nesse universo e a partir de fevereiro a gente começa as gravações do programa da TV Mundo Maior em Rádio Boa Nova. Estou também com eu eu decidi trabalhar para pagar logo os boletos espirituais que são muito altos e um e um programa também na rádio ID Fran, lá de Franca. >> Sim, de Franca, né, >> pessoal? Muito bom. Voltando ali para pra região Bauru e Arredores. >> Exatamente. >> Virtualmente, virtualmente falando. Mas isso, >> examente. >> Nós temos aqui, a gente sempre encerra o nosso bate-papo com uma com umas tríades. A gente chama de tríades, porque eu costumo brincar que Kardec adora o número três, né? >> Sim. Então, se a gente for observar ele como um bom celta reencarnado, ele sempre tinha as tríades, né? Então, eh, corpo físico, perespírito, e espírito, né? E assim vamos. Então, queria que você nos contasse três livros espíritos, >> a trindade universal. A trindade universal, né? Espírito, eh, fluído cósmico e corpo, né? Não lembro agora. Minha memória tá me traindo, mas era também. >> É Deus espírito matéria, né? >> Exatamente. Deus espírito matério. >> Deus espírito matério. E não, eu tenho, sabe que eu tenho anotado, né? Eu tenho uma relação de de trídades que eu vou anotando ec tem um monte. E então eu queria que você colocasse para nós três livros espíritos que você elenca como os da sua preferência. O primeiro livro espírita que eu li, portanto, é inesquecível para mim, foi justamente quando eu cheguei com muito sofrimento na casa espírita. É um livro que muita gente conhece. Quando eu li esse livro, eu comprei 12 exemplares
eu li, portanto, é inesquecível para mim, foi justamente quando eu cheguei com muito sofrimento na casa espírita. É um livro que muita gente conhece. Quando eu li esse livro, eu comprei 12 exemplares dele para dar pra família inteira, né? Acho que ninguém leu, porque ninguém se tornou espírito, só eu que fiquei. E não era para se tornar espírita, era mais para ajudar. Era o livro, é o livro Coragem, psicografado pelo Chico. >> Coragem é um livro relativamente curto, né? >> É, é, mas muito profundo, né? >> Não é significativo. É verdade. >> Foi significativo para aquele momento emocional que eu vivia. >> Então, inesquecível >> que eu prosseguisse. >> O outro livro que eu li cinco vezes, que foi determinante, todas as vezes que os meus joelhos ameaçavam dobrar, eu lia. Paulo Estevão, eu li cinco vezes, né? E eu tô falando de livros que eu li, não tô falando dos meus livros, né? >> Sim, sim. falando dos livros que eu li. E eu posso considerar também um livro exuberante, fascinante, que eu recomendo a todos os médiuns, embora as pessoas estejam muito preguiçosas, é um livro do grande escritor que eu tive a honra de conhecer ele pessoalmente numa Bienal. Ele é tão grande que eu fui autografar com ele, ele estava na cadeira de rodas. Ele, eu dei o livro para ele autografar, ele autografou para mim, aí ele falou assim para mim: "Agora você dá um seu que eu quero seu autógrafo." Ele se chama Hermínio de Miranda. >> Hermínio Miranda. >> E o livro dele, >> que maravilha, >> chama-se Diversidade dos Carismas, um livro para ser estudado. Por que, né? É um livro, >> eu não li esse livro, mas já ouvi falar muito a respeito dele. Preciso ler. >> Então esse livro eu não falo dos livros da codificação, porque isso aí a gente não precisa falar, mas você me perguntou alguns que eu li que foram significativos. Então esses três eu posso elencar como essa tríade que foi determinante para mim. E relembro a frase do Chico que é sempre oportuna. Do nada não sai nada. >> Perfeito. Eu vou abrir aqui um um uma
vos. Então esses três eu posso elencar como essa tríade que foi determinante para mim. E relembro a frase do Chico que é sempre oportuna. Do nada não sai nada. >> Perfeito. Eu vou abrir aqui um um uma nova sequência que é te perguntar então dos seus livros, dos seus 103, agora indo para 104 livros, qual que você escolheria? Eu sei que pai escolher filho é difícil, né? Mas >> você conseguiria colocar três para nós que você fala: "Não, esses três são >> não os melhores, mas os mais significativos para você". Eu diria que eu um dos que eu lancei na Bienol do Rio de Janeiro em 2007, o infantil que eu escrevi paraa minha neta Belinha e a lagarta Bernadete. Depois ele foi traduzido pra língua inglesa, um livro muito significativo, >> muito sensível, né? O livro assim, eu tô falando o que vem na lembrança, porque tem livro que eu nem lembro, né? Tem, teria que esperar um tempo >> para poder buscar. Mas o livro eh para jovens fugindo para viver, adolescentes. Eu falei um infantil, falei um para pré-adolescente e agora assim recentemente tem os livros do Luiz Sérgio. Mas eu tô assim muito impactado com o Rochester, porque os livros dele são livros de época, sabe? >> Sim. e que eu me lembro, eu não vivi nessa época para saber essas coisas e para falar sobre esses assuntos. Tanto esse como o outro que eu já terminei, né? Eh, são livros significativos. Então, eh, o livro, o outro lado do espelho, é um livro que eu recomendo. >> Maravilha. Agora, três livros não espíritas. >> Três livros não espíritas. A mulher que escreveu a Bíblia de Moassir Sclear, mulher que escreveu escreveu a Bíblia. >> Eu li duas vezes assim, é um livro, não é livro espírita. >> Sim. >> OK. Eh, eu posso dizer para você também a alma e moral do rabino Newton Bonder e recentemente esse livro me surpreendeu muito positivamente, que é a sociedade do cansaço do filósofo coreano, a sociedade do cansaço do filósofo coreano Ban Chuan. >> B Sh. Mas assim, sabe, eu tô falando porque tá aqui do meu lado. Eu gosto muito dos
ivamente, que é a sociedade do cansaço do filósofo coreano, a sociedade do cansaço do filósofo coreano Ban Chuan. >> B Sh. Mas assim, sabe, eu tô falando porque tá aqui do meu lado. Eu gosto muito dos livros. >> Os livros de Zigmund Balman, eles me encantam e me ensinam muito. Os livros de Freud. Aí vai um universo universo enorme. Três filmes pra gente, Adeuson, três filmes que eu diria que sim. Na infância eu me recordo Ben Ur, aquele ainda da versão primeira com Charleston Hston. >> Charlton Hston >> Benhur, um livro que me mexeu muito comigo. Eh, mais recentemente, eh, o extraordinário. >> Poxa, que sensação ótima. >> Tomordinário. Sensacional. Aquele, eu chorei as bicas naquele filme porque é >> é arrebatador aquele filme. >> Estamos junto no choro. >> Então é porque é lindo o livro aquele filme, né? >> É. É >> aquele filme é maravilhoso. E eu poderia citar para você três filmes. A gente pode trazer, eu poderia trazer o filme do meio espírita. É, não espírita pode ser espírita, né? Pode, o que você preferir. >> O que me emocionou muito também foi o próprio filme Chico Xavier, né? >> Muito bem produzido, né? >> Muito bem produzido. >> Dodival também foi muito bem feito, muito legal, sensacional. E pra gente finalizar é as tríades, três personalidades espíritas ou não que você admira. Ruben Alves. >> Rubben Alves. >> Rubben Alves. Eh, NIT. E tem são muitas, né? Por isso que eu tô demorando assim para >> Tem que selecionar >> para selecionar. E Sigmund Freud, >> Rubén Alves, Nate e Freud. Poxa vida. Que tríade, hein? Que trio. >> É, eu gosto muito de ler, de lê-los, né? >> Perfeito. >> De lê-los. Eu gosto muito de lê-los. >> Muito bom. >> E eu não contei, eu não contei a você, mas a gente conta em outro momento. A minha, meu encontro com José do Patrocínio. >> Pode contar, se der tempo, pode contar. Quiser contar. >> Não, foi um foi um encontro inesquecível. Depois eu tive outros encontros com ele. Eu estava em casa. no quarto e entrou aquele homem estatura média, ele não era muito alto,
contar. Quiser contar. >> Não, foi um foi um encontro inesquecível. Depois eu tive outros encontros com ele. Eu estava em casa. no quarto e entrou aquele homem estatura média, ele não era muito alto, eh, com aquela barba dele negro, aquela gravatinha assim que caía assim, duas fitinhas assim, ele disse para mim assim: "Tome de uma pena que eu vou lhe ditar uma mensagem". >> Quer dizer, pena caneta, o lápis, né? >> Sim. >> Aí eles me ditou uma mensagem que se chama alforria das consciências. E nessa mensagem ele fala que o homem está dentro da censala do egoísmo, preso ao tronco da ignorância. Ele vai descrevendo, ele vai descrevendo e no final ele diz assim: "Salve Allan Kardec, abolicionista da razão e salve Jesus Cristo, abolicionista do amor." >> Caramba, >> esqueci. Eu assisti um filme sobre ele. Queria lembrar o nome do filme agora, não vou lembrar, mas a história dele é muito bonita, né? muito bonito. >> É, ele também era uma pessoa de personalidade rígida, né? Difícil. Você sabe que as pessoas que quando elas acabam aparecendo de alguma forma, elas são muito apedrejadas e combatidas, né? >> Sim. >> Por aqueles que não querem sair do lugar. Perfeito, perfeito, meu amigo, muitíssimo obrigado pelo teu tempo. >> Obrigado, eu >> pela disponibilidade. >> Obrigado pela paciência aí, >> não >> os adiamentos aí >> capaz. E assim, eh, também pela tua, pela, pelas coisas que você nos trouxe de primeira mão aqui, né? As informações que você >> É, foram muitas, hein, Paulo. Foram muitas. >> Legal, hein? Muito bom. Obras, coisas pessoais suas. abri-lo para nós aqui o teu coração. Muito, muito obrigado mesmo, Deus. Vou fazer uma prece final paraa gente encerrar, tá bom? >> Obrigado. Vamos nos conectar. >> Vamos conectar. Senhor da vida, Senhor dos nossos corações e dos nossos destinos, agradecemos imensamente a oportunidade desses momentos tão especiais. que tu nos concede para que possamos nos remanar e nos conhecermos um pouco mais. Que a fraternidade que permeia o nosso universo
agradecemos imensamente a oportunidade desses momentos tão especiais. que tu nos concede para que possamos nos remanar e nos conhecermos um pouco mais. Que a fraternidade que permeia o nosso universo possa estar cada vez mais introjetado em nós, Senhor, para que nos remanemos formando um só rebanho para sermos sempre do teu aprisco, nosso pastor. Fica conosco hoje e sempre. Muito obrigado. >> Querido, >> beijo grande. >> Beijo teu coração. >> Nos vemos no Conecta. >> Nos vemos no Conecta. Dia de 20 a 22 de fevereiro no Parque Dom Pedro, Campinas. Forte abraço. Até.
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