CONECTANDO COM O PALESTRANTE JULIO CESAR DE SÁ RORIZ | PARTE 2
Link para a parte 1: https://www.youtube.com/live/_TFyB4FZsMQ?si=iAwrD3ACyapvT3Z0 "Conectando com o palestrante" é um programa do canal CONECTA ESPIRITISMO no formato de entrevistas com o objetivo de apresentar ao público informações pessoais dos mais requisitados palestrantes do movimento espírita. Conduzido por Paulo Witter, do CEAK Conchal/SP, vai ao ar todas as segundas, às 20h30! Conecte-se conosco! https://www.youtube.com/@ConectaEspiritismo https://www.instagram.com/conectaespiritismooficial/ #kardec #kardeciscmo #espiritismo #evangelho #conectaespiritismo ✅ Inscreva-se no canal 👍 Deixe seu Like ✍️ Escreva seu comentário 🔔 Ative as notificações para não perder nenhum vídeo. 📲 Compartilhe com seus amigos.
Olá, meus amigos. Estamos aqui novamente com o nosso querido Júlio César de Sarroris, diretamente do Rio de Janeiro, para a nossa segunda parte dessa conversa, cuja primeira parte rendeu demais. Foi tão bom, mas tão bom. E a pedido nós estamos aqui paraa continuidade do nosso bate-papo. Tudo bom, Júlio? >> Tudo bem, graças a Deus. Que maravilha, meu querido. Mais uma vez, assim como na semana passada, te agradeço demais a tua disponibilidade de estar conosco para contar essas histórias, a sua experiência, o teu trabalho junto ao movimento espírita. Tá bom? Eu vou começar aqui com uma prece e aí já depois a gente já te passa a palavra pra gente continuar a nossa a nossa conversa. Pode ser? Então vamos lá. Deus, Pai de amor e de bondade, toda justiça, todo bem, todo amor, Jesus, nosso mestre, nosso irmão maior, Senhor dos nossos destinos, amigos espirituais, benfeitores, agradecemos a oportunidade de aqui estarmos mais uma vez para esse encontro, rogando o teu amparo, a tua inspiração e a tua orientação para essa atividade, assim para com todos os passos, todas as tarefas, todas as funções que exerçamos em nossas vidas. Obrigado, Senhor, por tudo hoje e para sempre. Muito bom, Júlio. Você contava pra gente a sua trajetória e nos contou um pouco sobre a vida dos seus filhos, né? Aquela a a as as revelações mediúnicas que depois foram se concretizando. E você teve aquela experiência com o Chico também, não é? E tem uma história relacionada com mais um filho, não é isso? É verdade. É verdade. Lá na história com Chico Xavier teve um episódio. Então, relembrando aí ao nosso espectador, a eu tive quatro filhos, né? três do primeiro casamento e um do casamento meu com Ana Teresa. Dos três filhos, dois desencarnados e um tá morando no Rio Grande do Sul, é psicanalista, casado, tá vivendo uma vida normal. Já contei a história dele no vídeo passado, né? E o, eu e Ana Teresa tivemos uma experiência muito bonita. Nós estamos junto há 30 anos, estamos casados há 30 anos. E o nosso
vivendo uma vida normal. Já contei a história dele no vídeo passado, né? E o, eu e Ana Teresa tivemos uma experiência muito bonita. Nós estamos junto há 30 anos, estamos casados há 30 anos. E o nosso filho Bruno, ele veio a desencarnar com 19 anos de idade. Então, a eh é claro que com isso eu comecei a desconfiar porque eu reencarnei numa família espírita, né? Porque se não fosse o espiritismo, meu amigo, não sei. Eh, eh, seria uma >> como seria, né? Difícil, viu? Porque você lidar com essa as questão das cirurgias é comigo, né? Mas quando é com os filhos a gente fica mobilizado, não é verdade? Então, eh, eu tenho um episódio com a filha, com a com a experiência com o Chico Xavier, com a a a experiência do Chico, ela foi de uma uma de uma profundidade incrível, relembrando, né, quando eu tinha 4 anos de idade, a minha mãe me levava para Belo Horizonte lá com o Martin Esperalva, com a turma toda da da União Espírita Mineira, nós íamos para Pedro Leopoldo, aniversário do Chico, tem uma famosa história de um retrato do aniversário do Chico, um bolo maravilhoso. Eu naturalmente de olho no bolo, né? Parece essa foto de volta lá presente. Isso aí, gente, olha só, eu tinha 4 anos. Hoje eu tô com 80. Você já imagina o tempo que é isso, né? Então, eh, lá ele, eh, conversou comigo, me pegou no colo e perguntou à minha mãe: "Eu é que esse menino tá pedindo?" Tava fazendo um pedido a ele. Aí minha mãe me perguntou isso narrativa da minha mãe, porque eu mesmo não me lembro, né? Eu falei, eu pedi a ele eh um uma um doce chamado queimado, que na Bahia é uma bala puxa chamada bala puxa, aquela que arranca nos nossas obturações, né? Então ele não sabia o que era. Ele como bom mineiro, ele não sabia o que era, né? Então ele foi, pegou um docinho de mamão e aí tá um item importantíssimo, esse docinho de mamão. E me deu até a minha mãe contava que ele andava para lá e para cá comigo no colo e tal. Isso aí são lembranças da minha mãe, né? >> Certo. >> Muito tempo depois eu fui fazer uma
esse docinho de mamão. E me deu até a minha mãe contava que ele andava para lá e para cá comigo no colo e tal. Isso aí são lembranças da minha mãe, né? >> Certo. >> Muito tempo depois eu fui fazer uma palestra. Muito tempo. Eu era engenheiro da Varig, que eu já fui engenheiro durante 30 anos. Depois me formei, depois passei para psicologia clínica, né? Fiz mestrado na UF, que é Universidade Federal Fluminense aqui no no em Niterói. Eu fiz então a psicologia e até hoje faço atendimento clínico com psicólogo. Mas na época eu era engenheiro da VAR. >> Sim. Eu levei a minha filha no carro, ela ela desencarnou com 37 anos de idade, mas a idade mental dela era de 5, 6 anos, muito amorável, muito tomava seus remédios controlados, direitinho. Então eu levei ela para uma cidade no interior, na zona da mata. Eu tô com dificuldade para me lembrar agora o nome da cidade, >> tá? >> Eh, depois de Juiz de Fora, na região da Zona da Mata. Cheguei lá na casa da dirigente do Centro Espírita, onde eu ia fazer a palestra à noite. Eu cheguei de tarde assim, eh, num sábado, né? Cheguei de tarde, ela era dona de um comércio, ela ela, ela tinha a casa dela no fundo e era dona de uma loja comercial que vendia um monte de cois secos e molhado e tal, >> certo? Eu cheguei lá e contei para ela que a Juliana, quando eu entrei no portal da cidade, a Juliana começou a passar mal. A Juliana tinha uma sensibilidade mediúnica muito aguçada. Ela mesmo medicada, ela dava tava com aquela aquele aspecto de quem vai entrar em convulsão, que ela tinha convulsões, né? E ela não tava bem, tava sofrendo. Logo que entrei na cidade, para mim foi uma denúncia de que o ambiente ali na cidade não tava nada bom, né? A gente confia, né? >> Já percebeu? E >> eu f eu falei com a senhora lá, falei com ela: "Olha, eu vamos fazer uma prece, vamos aplicar um passe na Juliana, porque eu entrei na cidade", ela falou: "Ah, aqui tem muito alambique na cidade, tem muita gente com aqui a cachaça, água ardente é mais vendida".
s fazer uma prece, vamos aplicar um passe na Juliana, porque eu entrei na cidade", ela falou: "Ah, aqui tem muito alambique na cidade, tem muita gente com aqui a cachaça, água ardente é mais vendida". Então ela falou que o ambiente lá não era fácil, no centro espírita as coisas não eram fáceis, mas eu vou levar você no médium. E aí, entrei no carro, ela ela sentou do lado com a Juliana e tudo e fomos numa estrada de terra assim uns 20 minutos para dentro, vi uma lagoa, casinhas e tal. Cheguei num centro espírita, num povoadinho pequeno, um centro espírita muito humilde, muito, muito humilde. E veio um senhor receber a gente e ela falou: "Ó, esse aqui é o seu fulano de tal". Qual o nome dele? Ele é o médium do lugar. Ele é que atende todo mundo. >> O Dr. Fulano de tal, um espírito atende através dele, atende todo mundo. Aí ele me levou pro centro e a Juliana passando mal, né? Tinha um lugar cirúrgico com bitinante. Era um centro cirúrgico. >> Olha só. >> Ele contou que o médico incorporava nele e fazia a cirurgia. Ele era o médico do local, que não tinha médico, não tinha hospital, não tinha nada lá. E aí ele falou comigo assim, num linguajar minerez, aquele linguajar gostoso do mineiro, né? Nós também com um pouco nós vai, nós traz, ele ele com a linguagem muito simples falou comigo assim: "Doutor, ele me chamou de doutor, né? Eu não sei falar a língua de vocês, a língua complicada. Eu falo as coisas que os espíritos me dizem. Eu falei: "Não, fique à vontade. Isso a minha filha passando mal do lado, né? E a senhora do s espírita também. E aí eu vou fazer a minha prece." Eu falei: "Faça sua prece". Ele tá querendo me preparar para linguajar dele, >> certo? >> Eu acho que a entidade tomou conta dele naquele momento, fez uma uma psicofonia, falou uma língua estranha que eu não entendi direito e aplicou um passe na Juliana. Imediatamente Juliana ficou ótima, ficou bem, >> ótima. >> E aí ele chegou para mim, o a entidade, ele tava visivelmente tomado, né? uma entidade boa do bem, né? Falou assim:
icou um passe na Juliana. Imediatamente Juliana ficou ótima, ficou bem, >> ótima. >> E aí ele chegou para mim, o a entidade, ele tava visivelmente tomado, né? uma entidade boa do bem, né? Falou assim: "Olha, esta menina, ela tá protegida e tem um um santo lá no céu e tem fez assim com a mão, ó. Tem uma uma curva, uma ele falou curva, não, foi uma uma uma bóboda. >> Ele não falou abóbada, não. Tem um trem, coisa de mentira, tem um tremula >> falando numa linguagem muito simples, >> onde é a proteção dela e vem um raio de luz desse santo até a cabeça dela, tá protegida, tá tudo certo, tá tudo bem. Aí eu falei: "Olha, eu tô eu tô sabendo, eu conheço a história dela, minha avó reencarnada, ela pertenceu a um, ela era espírita, contei para ele, então agradeci, fizemos uma prece, eu fiz uma prece muito emocionado, né? E aí eu peguei, perguntei para ele, olha, eu vou fazer uma palestra lá na cidade, no centro da cidade, você quer ir?" falou: "Meu filho, eu não tenho tempo. Você não sabe a fila que fica de gente aqui para ser atendida. Hoje no tarifeiro do bem, que eu faço os atendimentos de 9 da manhã até 1:30 da tarde, eu vejo o que que ele tá dizendo. >> Você entendeu bem? >> Multidão de pessoas que eu Aí eu entendi porque na verdade a necessidade é assim, ela busca >> eh refrigério, né, alívio, como aconteceu comigo, né? Fiz palestra no centro de noite, peguei o carro e fui para casa. Cheguei umas 3 horas da manhã em casa e a Juliana dormiu no carro. Muito bem. Cheguei em casa com ela muito bem. Guarda esse registro aí, né? Quando >> Júlia, deixa eu só colocar uma coisinha para quem tá nos assistindo agora e você fez a bção da de ser a sua, a Juliana ser a sua avó reencarnada. Nós vamos deixar aqui embaixo depois na descrição do vídeo o link paraa primeira parte, para quem quiser depois voltar lá, que não assistiu a primeira parte, assista e poder entender esse ponto que você colocou agora com relação à tua avó, Rencard, tá bom? Exatamente. A família Sarroriz, eh, o Ederlindo Sarroriz, a minha mãe,
não assistiu a primeira parte, assista e poder entender esse ponto que você colocou agora com relação à tua avó, Rencard, tá bom? Exatamente. A família Sarroriz, eh, o Ederlindo Sarroriz, a minha mãe, meu pai, a Ana Teresa, minha esposa, ela não tem o nome de Sarroriz, ela é Ana Teresa Camasmi, né? Eh, a gente sempre foi ligado ao espiritismo, a família toda, todos, todos são espíritos, todos. Pai, mãe, tio, avô, avó, família toda. Eu nasci num lar espírita. Eu eu agradeço a Deus assim todos os dias por isso, né? Então, passado um tempo, quando o segundo filho desencarnou, ele, eu já contei na na na semana passada, né? Eh, ele desencarnou com um problemática do Rim. Era uma entidade que era um toureiro espanhol suicida, que se comunicou na nossa reunião mediúnica quando Divaldo e Nilson eh trabalhavam na casa do meu pai e da minha mãe em Salvador. Nós somos todos baianos. Só para lembrar, pegar pedal aí, quem tá acompanhando, né, espanhol, >> ele veio a reencarnar como esse meu filho que veio com sequelas terríveis. E eu contei inclusive a cicatriz ficou na barriga da cirurgia de rim. Ele desencarnou com 4 meses depois de muito sofrimento. Ou seja, o suicida deixou no corpo a marca e liberou-se, né, da sua situação de trauma, né? Bom, eu tava eh ainda sobre o aspecto do luto, né? Eh, e as entidades que acompanhavam esse filho, que eram talvez parceiras nossas do passado e hoje a gente vai evoluindo, elas vão ficando para trás, né? E elas cobram da gente fidelidade, né? Só aqueles velhos comparsas do passado que muitos de nós tivemos, né? Eles não nos perdoam e tentam nos atacar. Foi o que aconteceu. O o menino desencarnou, continuou sua trajetória, foi atendido no plano espiritual e os obsessores tentaram me atacar de todas as maneiras. Então eu fui ao Chico Xavier, que ele estava no Rio de Janeiro, numa organização chamada Maria Tagaio, que eu citei também na semana passada, Bol Sucesso, aqui no no na zona norte do Rio de Janeiro. E lá eh fiquei na fila. Quando eu
e ele estava no Rio de Janeiro, numa organização chamada Maria Tagaio, que eu citei também na semana passada, Bol Sucesso, aqui no no na zona norte do Rio de Janeiro. E lá eh fiquei na fila. Quando eu cheguei à frente do Chico, eu não falei nada. Lembrem-se, o Chico me viu com quatro anos de idade. Ele falou: "Júlio César de Sarroriz completo, meu filho. Olha só, vou dizer uma coisa pro seu coração. Aquele jeitinho. Você você conheceu o Chico de perto, amigo? >> Infelizmente alegria. Ai, meu Deus! É uma bênção. Não tem quem tenha chegado perto dele que não tem uma história para contar. É impressionante. Dá para você ser escrito o livro das pessoas que conviveram com ele, né? Ele falou: "Olha, não se preocupe, ele vai voltar". Aí eu falei: "Chico, eu sei disso, Chico. Eu sei". Ele me pegou pela mão e começamos a conversar. E ele falando comigo, puxando conversa, conversando comigo. Mas ali naquele momento eu senti que ele tava me dando um passe, que eu tava muito envolvido na defesa com as entidades. Porque quando a obsessão se instala, a gente sabe pelo livro dos espíritos, Kardec pergunta como é que uma pessoa do bem, que trabalha no bem, tá tá zanada pelas entidades que estão assediando, como é que o faz? Cansar-lhe pela paciência. É isso que a resposta do livro dos escritos. Eu tava fazendo isso em oração 24 horas por dia, porque a coisa tava braba, né? Eu sendo médium, trabalhando na desobsessão na casa espírita, você pode imaginar como é que isso ficou, né? E ele segurando a minha mão, eu senti uma vibração, meu amigo, é indescritível. Por isso que as pessoas perto do Chico Xavier se sentem tão bem, se sentem pessoas boas do bem, porque ele potencializa a mediunidade, a bondade que tem na gente. É uma coisa extraordinária. Eu falo no presente porque ele continua fazendo isso, né? Claro, agora desencarnado. >> Claro, prefeito. >> E aí uma senhora que tava muito ciosa porque a fila era grande, me pegou na outro braço, ficou me puxando, dizendo: "Ó, o Chico tá cansado, tem muita gente
, agora desencarnado. >> Claro, prefeito. >> E aí uma senhora que tava muito ciosa porque a fila era grande, me pegou na outro braço, ficou me puxando, dizendo: "Ó, o Chico tá cansado, tem muita gente para atender." E o Chico segurando da outra, eu fiquei num cabo de guerra. Chico puxando de um lado, eu falei para ela, olha, ele ele tá conversando comigo, ele tá me dando aqui, eu tava sentindo uma vibração boa, né? Bom, passou. Divaldo Franco estava ao lado assistindo tudo isso. Ele tava no Rio de Janeiro nesse dia. E aí ele ele me apresentou ao ao ao ao Divald falou: "Chico, eu conheço o Julinho. Nós fomos vizinhos, conhece a mãe dele, o pai dele." Aí contou pro Chico a história. >> Tudo começou lá, o Fit amigo se se comunicou lá pela primeira vez, tal, tal, tal. Acabou. Fui-me embora, me sentindo assim na quinta galáxia, né? Eh, voando, né? É uma bênção, meu amigo. É levitando. >> É uma bênção. Então, no dia seguinte, eu recebo o recado de várias pessoas espíritas do Rio de Janeiro, que o Divaldo queria falar comigo que tinha um recado para me transmitir. Ele tava fazendo uma série de palestras no Rio e aproveitou e foi lá no Maria ver o Chico, né? Eu fui lá, ele tava falando aqui na na concha verde que chama nage Universidade do Rio de Janeiro, tem um auditório muito grande que ele fala, então que ele falava, né? Então ele, eu fui lá, sentei com ele ali e falei: "De que foi, Cho, que que foi de volta?" Ele falou: "Olha, quando você saiu, ah, ele pediu para te dar um recado do Emanuel". Eu falei: "Ah, não me diga uma coisa dessa, porque o o Emanuel para mim é o melhor escritor que eu já vi na história da minha vida. Eu estudo Emanuel, assim como eu estudo Kardec Euripo Barçanfo, todos os escritores, mas o Emano é uma coisa maravilhosa, né?" Então ele disse que você escreveu um artigo no jornal Correio Fraterno do ABC deu muita polêmica defendendo a psografia dele. Olha só, olha só a antena do do do médium dando detalhes. E de fato, naquele ano eu tinha escrito um artigo
um artigo no jornal Correio Fraterno do ABC deu muita polêmica defendendo a psografia dele. Olha só, olha só a antena do do do médium dando detalhes. E de fato, naquele ano eu tinha escrito um artigo porque o quadro foi o seguinte, depois eu volto aí a ao recado, né? Ah, na época do Fotolito, a as as publicações coloridas eram muito caras. Sete cores, seis cores, seis e era muito. Nós vimos uma cor, duas cores de olho lá por causa do fotolito. É diferente hoje. Hoje é digital, né? >> Sim, sim, sim. >> Então faziam assim, pegavam a página do Emano, pegavam cada frase, botava no pé da página e botava de flores coloridas. Então ficava um álbum de fotografia com as frases embaixo, um livro caríssimo e o povo não tinha acesso a mensagem. Eu tava conduído, era com povo e defendendo a mensagem do Emanuel. Eu fiz um artigo e trouxe uma polêmica. Eu fiquei assustadíssimo com a polêmica. Detesto polêmica. Eu f, eu fiquei assustadíssimo. Eles tiveram que fazer tiragem extra, teve muita polêmica, me convidaram para falar em São Paulo. Foi muita coisa assim, naquele tempo não existia internet, tá gente? Então tem que dar o desconto da mídia de hoje, né? Sim, claro. >> Então era sobre isso que ele tava referindo. Ele disse: "Os inimigos da causa espírita que estão combatendo o livro espírita entenderam que você fal eu, né, está aliado a eles no combate ao livro espírita. Os editores que estão cuidando disso, cuidando dessa polêmica sobre o livro, estão preparando algo muito, muito, muito violento. Tome cuidado. Quer dizer, me avisou de um perigo que tava próximo. Eu falei: "Ai, meu Deus, >> não, eu quase lei poça d'água nessa hora". Eu falei: "Meu Deus, aí eu falei: "O que que eu faço?" Ele falou: "Não, que você tem sido muito lido, naquela época eu tinha saúde, tinha juventude, né? Podia viajar. Eh, a gente quando tem idade para isso e tem saúde é uma beleza, né? >> Sim. >> Então, uma semana depois eu recebo um telefonema de um dos editores citado dizendo assim: "Eu vou passar pelo Rio
iajar. Eh, a gente quando tem idade para isso e tem saúde é uma beleza, né? >> Sim. >> Então, uma semana depois eu recebo um telefonema de um dos editores citado dizendo assim: "Eu vou passar pelo Rio de Janeiro, queria ir na sua casa". Eu falei, mas tem alguma coisa? Eu tô cabreiro já, já pensando, né? Opa, demand um manifesto, um livro e eu queria que você pudesse tomar consciência disso, tal. Falei: "Tudo bem, pode vir aqui". Ele na semana seguinte foi na minha casa, tomou o café comigo na sala e me mostrou um documento lá violento contra a Federação Ca Brasileira, contra Chico, contra o Divaldo, contra a mediunidade, contra Olha, eu fiquei olhando para ele, eu dei tanto graças a Deus aquele aviso do Emanuelo, eu falei: "Meu amigo, olha só, o que que te fez achar, que que te fez achar que eu ia aderir uma coisa dessa? Rapaz, eu amo o Chico, eu amo o Divaldo, amo a Federação Espírita Brasileira, eu eu amo movimento espírita, eu sou uma pessoa muito grata ao espiritismo. Por que que você achou que eu que eu podia assinar uma coisa dessa? Porque tava uma situação constrangedora que eu tava dentro da minha casa, né? Claro, >> ele ficou muito chateado, ficou contrariado, surpreso, ficou muito surpreso. Nós, >> olha só, ele, nós achamos que você tinha o mesmo orçamento que a gente. Aquele artigo que você escreveu, olha aí o não é um pessoal ao lado do correio bater da ABC, não. Era, eram, eram pessoas ligadas ao movimento espírito que tava localizado de São Paulo em Santos na época. tá fazendo um movimento, um barulho muito grande, mais ligado a Santos do que São Paulo capital, né? Não vou citar nomes aqui que não vale a pena. Não era o Correio Fraterno do ABC que era um jornal publicava um artigo. >> Era um grupo de pessoas que lendo o artigo, exatamente o que o Emânio falou, >> interpretou errado. Embora. Quando ele foi embora, eu juro para você, cara, me ajoelhei. Me ajoelhei na sala. Eu que nunca fui católico, me ajoelhei na sala e agradeci a bênção do aviso espiritual sobre isso,
tou errado. Embora. Quando ele foi embora, eu juro para você, cara, me ajoelhei. Me ajoelhei na sala. Eu que nunca fui católico, me ajoelhei na sala e agradeci a bênção do aviso espiritual sobre isso, né? E você veja aí a mediunidade de Chico Xavier, a bondade do Eman, né? fazendo. Depois ele me perguntou sobreagem, aliás, o Chico >> me fez uma pergunta, porque eu contei para vocês aqui também na semana passada, de um casal chamado Ronaldo Tornel e El Tornel Silvinelli, que eram de de Jó. O pai deles era, o pai dele era um espírita, eh, ele abriu muitas casas espíritas, ele era do Banco Central na época, ele viajava muito, ele abria casas espíritas nessas regiões, zona da Mata e tal. Então, e eh e o Chico me perguntou assim: "Você tem como localizar o original da página de Cruze Souza que está no livro Parnado de Elentômulo?" Ele perguntou assim: "Você pode pedir o Ronaldo para ver se o Exaltino, pai dele, já foi direto nesse dia do Maria Tagaio." Aí até o Divaldo se aproximou e falou assim: "Ó, se você quiser, eu vou passar pro Pedro Leopoldo, eu posso levar a página lá". Então eu fui a Jas de Fora falar com o Ronaldo. O Ronaldo virou a casa de cabe para baixo e não achou porque teve um episódio inédito em que o Exaltino ficava segurando a página do Parnázulo enquanto ele pisografava e o homem tentou agredi-lo. Mais tarde, eu já contei isso em várias palestras, uma pessoa já publicou isso. Um homem quis agredi-lo com uma paulada na cabeça, né? e era um uma um médium ligado a outra outras doutrinas, né? Esse episódio, essa folha ela se perdeu nesse episódio, >> nesse >> essa folha original foi publicado porque a a memória do plano espiritual é que foi editada, >> registrou, >> mas a página ninguém sabe, deve ter se perdido na correria porque teve uma correria danada. Se eu for contar esse caso, eu vou vou gravar o tempo todo da tua palestra aí, o teu estudo. É um monte de caso, meu amigo. Desculpe aí que eu acabo. >> Não, é ótimo. Mas falando em falando em casa, Júlio, me fala, nos fale sobre
u vou vou gravar o tempo todo da tua palestra aí, o teu estudo. É um monte de caso, meu amigo. Desculpe aí que eu acabo. >> Não, é ótimo. Mas falando em falando em casa, Júlio, me fala, nos fale sobre essa imagem aqui. Ah, essa foto aí foi o seguinte, eu e Ana Teresa eh abrimos uma depois que a gente montou a toda a estratégia do estudo sistematividade da da doutrina espírita, eu tô aí de barba, segurando a mão do Chico Xavier, a Ana Rosa, atriz aqui. Todos são atores, todos eles partiam, faziam parte de uma peça teatral e nós fomos a Uberaba e eu convidei através da TV Manchete que o Chico e o filho dele pudesse ir assistir. Então ele gentilmente me convidou para ir lá e aí relembramos vários fatos. Ele ele já tava surdo, já tava praticamente paralítico, praticamente cego, muito falando muito devagar, né? naquela sala onde tem tinha as reuniões mediúnicas. E nesse dia aí eu perguntei a ele que o Eurip não deixava a gente fotografar o IP, filho dele, né? Aí eu pedi Chico, a gente pode fotografar para registrar? Ele falou: "Pode, meu filho?" Aí nós fotografamos isso que tá aí, que é esse documento. Foi uma peça teatral que eu e Ana Teresa conversando com a Ana Rosa, que era da Rede Globo, trabalhava no Rei do Gado, naquela época uma novela >> e a gente resolva contar a história >> do livro Violetas na janela. Não era o conceito doutrinário de violeta na janela, era a história. Conversamos com a médium, com o editor, eles liberaram os direitos autorais e Ana Teresa e o marido da da Ana Rosa, eh, e mais eu e a própria Ana Rosa, fizemos uma adaptação e a peça foi um sucesso. Foi um ano e meio de casa cheia no Rio de Janeiro. 1 ano e meio. >> Nós movimentamos R 1 milhão deais. Nossa, >> você vê como o teatro não dá dinheiro. Nós só ficamos com R$ 80.000 R$ 1.000 de 1 milhão de porque a despesa é grande, muita fiscalização, muitos impostos, tem muita coisa que acontece no teatro, direitos autorais, tinha música, era música com banda ao vivo. E aí a o pessoal de de de Minas, nós
que a despesa é grande, muita fiscalização, muitos impostos, tem muita coisa que acontece no teatro, direitos autorais, tinha música, era música com banda ao vivo. E aí a o pessoal de de de Minas, nós fizemos no Minas Tênis Clube lá, nós tivemos duas sessões com 1200 pessoas, lotado também, lotado. Tivemos em Arcozelo, onde o Pascoal Carlo Magno fez um um tablado, fez um um lá uma escola de de teatro, né? E depois fomos a Uberaba e depois a Uberlândia. E o Uberlândia tinha me fazer duas sessões, que lotou, lotou, lotou, tinha fazer duas sessões e Uberaba nós fizemos uma sessão. Eh, essa essa história trouxe para mim uma série de complicações, porque apesar de sempre ser uma pessoa pró unificação, sempre foi a favor do movimento espírita, as pessoas achavam que eu estava aderindo às teses da autora do livro. Eu falava, eu falava, não é a história do livro, é a história. Se você chegar na peça e encontrar algum erro doutrinário, aí me liga. Selecionei tudo, conferi tudo. Nós fizeram uma adaptação. Adaptação, eles não conhecem isso. Adaptação, você pegar a história e faz um um enredo no teatro. e colocamos muita coisa, muita coisa boa, eh, muita gente lá lá no no teatro acontecendo um fenômeno de efeitos físicos, por exemplo, a, por exemplo, existia uma uma médium aqui na zona norte do Rio de Janeiro, eh, ela era uma médium audiente, ela não era claro audiente, ela era audiente. A instituição que ela participa vive existe até hoje. Ela foi com um grande grupo do Centro Espírita, chegou para mim e falou assim na no assim na entrada do teatro, bem dentro do teatro, falou assim: "Quem é Nilton Sarroriz?" Escutei aqui que tem um espírito aqui chamado Newton Sarroriz. Eu falei: "Meu tio, irmão da minha mãe, ele veio trazendo 200 jovens para assistir a peça". Uau! 200. >> A minha mãe chorou de emoção. Minha mãe tava do lado, minha mãe tava lá na época. Eh, chegou para uma um rapaz que era ator e perguntou assim: "Você tem um parente alemão?" Eu falou: "Tenho, porque o nome dele é
chorou de emoção. Minha mãe tava do lado, minha mãe tava lá na época. Eh, chegou para uma um rapaz que era ator e perguntou assim: "Você tem um parente alemão?" Eu falou: "Tenho, porque o nome dele é tão complicado que eu não sei dizer, mas é assim, deu uma ideia do alemão. >> Aí ele corrigiu, falou: "É meu avô ficou muito emocionado e e várias coisas, vários médunos, várias pessoas. Tivemos problemas, por exemplo, com o juizado de menores, que tinha meu filho, meu filho, que era ator e tinha a filha da Ana Rosa, que era atriz. A filha dela tinha desencarnado, sendo foi atropelada no aterro do Flamengo, né? Então, a havia uma comoção e essa filha foi identificada. E essa média falava assim: "Está aqui presente fulano de tal, dava o nome completo, telefone tal, CPF, tá tá tá tal, carteira de identidade, número tal, tal, tal, tal, até da pessoa. >> Aí as pessoas, ai meu Deus, é meu pai, é minha mãe, é isso, é aquilo, coisas assim impressionante. Nós tivemos assim prêmio Shell, prêmios sharp de teatro, várias coisas aconteceram, né? Mas o nosso objetivo era ter dinheiro para montar uma instituição espírita, que de fato é o que ocorre hoje, no começo uma nação é muito cara. >> Então nós começamos o tarefeiros do bem, centro espírita tarefeiro do bem assim. E aí no início eu e Ana Teresa fizemos capacitação de trabalhadores. Eu e ela que fazíamos as palestras, eu e ela que aplicava um passo e minha irmã Gilka que tá desencarnada. Eu tenho uma outra irmã que é presidente do S espírito cé fraterno, mas a a que trabalhava com a gente, tá desencarnada. A minha mãe participava também da da das reuniões, foi fundadora da casa. E aí a gente fazendo o que a gente chamava de mergulhos, a gente reunia os trabalhadores e fazia um mergulho sobre milindres, suscetibilidades, eh questões do livro dos espíritos profundas que levavam, fazíamos encontros e ali a gente ia peneirando os trabalhadores, fomos trazendo. Até hoje tem gente lá com 25, quase 30 anos com a gente trabalhando. A nossa casa ela tem quase 30 anos de
que levavam, fazíamos encontros e ali a gente ia peneirando os trabalhadores, fomos trazendo. Até hoje tem gente lá com 25, quase 30 anos com a gente trabalhando. A nossa casa ela tem quase 30 anos de existência. Se bem que na sede que tá hoje só tem 15 anos, que não é pouco tempo, né? >> Só entre aspas, né? >> Aquela que você conheceu em Botafogo, na rua Mena Barreto, >> 110. >> 110. Então, a gente tem lá 25 atividades semanais, eh, de manhã, de tarde, de noite, e temos as salas de conversa, temos a, tivemos são atividades que não tem no movimento espírito nos são rodas de conversa com temas do Emanuel. A gente incentiva o estudante espírita a aprender a ler um texto, extrair as ideias forças, fazer acoplagem certa, concreta com a doutrina espírita, as obras básicas e em vez dele dar uma aula, ele roda o tema, ele faz a aquilo que o pestolose faz. as pessoas aprendem fazendo, vivendo, vivenciando. Então, a pessoa, se o tema é, vamos dizer assim, eh, reencarnação, que o tema foi esse? Que o Emanu esteja abordando, a gente tem um conceito, a gente chama de focalizador. A pessoa que chega e focaliza o tema, então ele roda o tema. O o tema é ele não é dado uma aula, o tema é vivenciado através das experiências das pessoas >> sobre recarção. >> E aí no final o expositor fala a opinião da doutrina espírita e fecha e depois vai todo mundo paraa reunião pública. Inclusive esses coordenadores são coordenadores da reunião pública também. Então, com isso, adquiro um gosto por estudar e um gosto de conversar, que é a nossa tese, a tese da Ana Teresa e a minha é conversar, que a gente chama de versar com >> a gente poder trocar. E tem vários exemplos. Chico na sombra do abacateiro. Paulo de Tasso, antes de ser o Paulo, quando ele tava lá em Antióquia, não Antióquia de Pisídia, mas em Antióquia, ele ficava ali curtindo, fazendo trabalho profissional e ouvindo as pessoas. Ah, Jesus sentava, comia, conversava junto. Então, conversar não é problema. Houve uma reação no início muito grande
óquia, ele ficava ali curtindo, fazendo trabalho profissional e ouvindo as pessoas. Ah, Jesus sentava, comia, conversava junto. Então, conversar não é problema. Houve uma reação no início muito grande e é compreensível. do movimento espírita na zona sul do Rio de Janeiro, porque as pessoas começaram a falar da eficácia do trabalho, as pessoas foram ficando. A gente tem 130 trabalhadores e em diversas atividades, diversas habilidades. Nossa casa não tem presidente. Nossa casa não é presidencial, é uma é uma matriz. Ela, a gente tem um comitê de trabalhadores daquele que segura o andor, 23 trabalhadores desde o começo estão com a gente ali firme. É dali que saem os dirigentes, coordenadores e e tem um grupo de associados que ajudam a manter a casa, né? Trabalhos simples, como você viu lá. E a gente tem a figura do porteiro divino que a gente chama. >> Você conheceu o porteiro divino lá? Não conheceu? >> Porteiro divino? É, a pessoa fica na porta de entrada. >> Ah, sim. >> Porque o prédio tem abertura com a rua e a zona sul é muito perigosa. Nós estamos perto de uma favela na zona sul do Rio de Janeiro. >> Então o porteiro ele tá ali na porta, ele recepciona todo mundo, inclusive os trabalhadores. Quando ele percebe que o a pessoa não tá bem, ele encaminha pro atendimento fraterno na hora. Então, eu e Ana Teresa fizemos inúmeras capacitações de atendimento fraterno, inúmeras, anos afirm todos os trabalhadores são atendedores fraternos em potencial. Todos. >> E é na hora. Não fica esperando no ano seguinte, dia seguinte, semana seguinte, é na hora. Porque a pessoa tá querendo suicidar assim na hora. Eu até brinquei o dia que eu tive lá no no Tarefeiros, que foi a primeira casa espírita que eu tive que chegar e tocar a campainha, tocar o interfone. E tá acostumado com casa espírita pequena, cidade pequena. >> A gente compreende que a desobsessão começa no primeiro aperto de mão. >> Sim. >> Quantas pessoas que hoje são trabalhadoras chegaram obsidiadas, chegaram deprimidas. Quantos? Eu perdi a
e pequena. >> A gente compreende que a desobsessão começa no primeiro aperto de mão. >> Sim. >> Quantas pessoas que hoje são trabalhadoras chegaram obsidiadas, chegaram deprimidas. Quantos? Eu perdi a conta porque o nosso trabalho é esse. É o trabalho é feito todo pro trabalhador. E tem uma frase que a gente fala: >> "Se for bom pros trabalhadores, vai ser bom para todo mundo. Se não for bom paraos trabalhadores, não é bom para ningém". Preciso. Aí tem eh cinco reuniões mediunicas, tem uma reunião de estudos da mediunidade que é o filtro, um conhecimento de doutrina, tem desenvolvimento, reunião de obsessão, tem sete reuniões públicas, todas elas muito pequenas, nada de reuniões grandes, sete reuniões pequenas, cada atividade tem no mínimo três coordenadores, no mínimo. Muito legal. >> Por se um sai, viaja, adoece, desencarna, tem o segundo. E aí o terceiro que entra, entra no terceiro já pegando no howal. é dentro do pestalose e é muito simples, Paulo. É uma coisa simples, como você viu, é a gente tenta fazer com que a casa espírita seja a regeneração antecipada da humanidade. Pode parecer pretensão, mas a gente também tá se esforçando. >> É eficaz, é eficaz. Muito bom. Muito bom. Excelente, Júlio. Obrigado. Conta pra gente sobre a questão do Bruno. >> É, o Bruno é o meu o filho querido meu e da Ana Teresa, né? Ele é o terceiro filho dela, né? É o meu quarto filho, né? E quando a gente juntava todo mundo, eram os meus, os seus nossos. >> Sim. >> Tinha que arranjar uma combi para sair com todo mundo, né? É uma beleza. Uma beleza. Então, a a o Bruno é um menino muito bonito, dedicadíssimo a cuidava da saúde. Olha, só para você ter uma ideia, eu quando eu viajava com ele, eu levava ele comigo, as moças no no no aeroporto dava em cima dele. No meu tempo, no seu tempo, era os homens que davam em cima das mulheres, né? Agora tô ao contrário, meu amigo. >> Invete. >> Ah, ele falava, ele mostrava assim, tá aqui, pai. Olha, ó o recado que eu recebi, o telefone, o nome da menina.
mens que davam em cima das mulheres, né? Agora tô ao contrário, meu amigo. >> Invete. >> Ah, ele falava, ele mostrava assim, tá aqui, pai. Olha, ó o recado que eu recebi, o telefone, o nome da menina. Era, o lugar onde ele andava. Era assim. As meninas que faziam 15 anos eh pagavam a ele para ser o príncipe, para dançar a valça de 15 anos. Quantas vezes levei ele em festas? Quando ele era garoto, quando ele era garoto, assim com 9, 10 anos, eu levava ele na escola, era perto da minha casa. Na porta do meu portão tinha uma menina esperando ele. Ele até falava: "Tá vendo, pai, que mico? Eu sou homem, o meu pai vai me levar na escola. Essa menina tá aqui na calçada me esperando. Chegava na porta da escola, tinha três meninas esperando por ele. Era assim o tempo todo. A mulherada dando em cima dele o tempo todo, porque ele era muito bonito, né? >> Não só bonito por fora, como por dentro também. >> Bonito. Sim. E ele com 19 anos, ele ele tentou o primeiro vestibular que era ele queria fazer direito na Universidade eh do estado da Guanabara, do estado do Rio de Janeiro, a Erge, que é chamado. O direito não er é o é é o é fora a medicina é a mais difícil de entrar, é a mais difícil. A pessoa quando se forma advogado da ERG, ela já tem um gabarito, porque lá a coisa é séria, vestibular é dificíimo. E ele queria entrar, queria ser advogado, entrar para o direito da >> primeiro ano namorando, os amigos e tudo mais, perdeu o vestibular. A gente botou ele em cursos, a gente tentou, ele perdeu, não conseguiu. Era assim, sem exagero, eram 5.000 pessoas para conseguir 100 vagas. Uma coisa de doido, coisa de doido. Tinha gente que vinha de fora do do estado para fazer >> muito concluído. >> Então nós sentamos com ele na mesa e falamos: "Olha, Bruno, esse ano você namorou muito, passeou muito, se divertiu muito, mas agora tá na hora de estudar, que senão você não vai passar. Você você reconhece ele? Eu reconheço que que não dei muito valor, mas esse ano eu vou e realmente ele estudou muito. A
divertiu muito, mas agora tá na hora de estudar, que senão você não vai passar. Você você reconhece ele? Eu reconheço que que não dei muito valor, mas esse ano eu vou e realmente ele estudou muito. A namorada dele era uma >> pegou filmeina, era uma uma menina muito bonita, muito muito muito assim bela por dentro também. Ela era estudante vestibular de medicina muitas vezes. Eh, o irmão do do o filho da Teresa, que hoje casado com dois filhos, né? Eh, chegava de madrugada, tava o Bruno estudando com a namorada do lado, estudando também. 3 horas da manhã ele falou assim: >> "Júlio, ele vai passar". Eu cheguei 3 horas da manhã, ele tava estudando. >> Então, aí ele passou no vestibular, passou uma comemoração muito grande. Ele e os amigos, ele tinha uns amigos assim próximos dele, né? E aí a vaga era para julho. Isso devia ser fevereiro, por aí. Eh, não, no fevereiro não. Era era outubro. Não, não, eu agora eu tô confundindo as datas. Era para julho para ele entrar. Isso era fevereiro. Exatamente. Ele teve que ficar um semestre sem sem nada, né? porque eu tinha que esperar abrir a vaga em julho. E aí que foi talvez o grande perigo, que ele e os amigos foram para onde? Para bar, pro bar, para uma vez eu tava em casa, eu saí, fui num restaurante, cheguei lá, eu vi ele bebendo cerveja, menor de idade, bebendo cerveja com os amigos. Eu fui lá, levantei ele, falei: "Vem cá, falei com os amigos: "Ó, eu já perdi dois filhos, eu não quero perder o terceiro não." Ele: "Pai, que mico é esse, pai?" Ele falava: "Que mico é esse?" Eu falei: "Meu filho, olha só, eu eu quero que você tenha saúde, tá bebendo demais com esses amigos." E foram esses amigos que tiveram com ele no dia que ele desencarnou, porque eles foram comemorar, a faculdade fazia comemorações que eles chamam de Jogos Olímpicos. A universidade toda elege uma cidade, por exemplo, aqui Petrópolis, por exemplo, >> certo? >> E lá tem jogos, futebol de salão, basquete, vôlei, natação, disputas entre turmas. E tem a noite, a Night que tem a
idade toda elege uma cidade, por exemplo, aqui Petrópolis, por exemplo, >> certo? >> E lá tem jogos, futebol de salão, basquete, vôlei, natação, disputas entre turmas. E tem a noite, a Night que tem a muita garota, muito rapaz e namoro e rock and roll e daí para diante. E tem drogas também, né? E foi nessa que ele entrou, né? A gente tava muito preocupado porque ele comprou um monte de cerveja. Falei: "Mas vem cá, que que é isso? Para paraa viagem, né?" "Não, nós vamos comemorar lá". E tava animadíssimo. No dia da despedida eu tava dormindo, a Teresa também. Ele deu um beijo nela, deu um oi para ele, ele saiu e a gente não viu mais ele encarnado. No dia seguinte ele tava desencarnado. Ele certamente ele experimentou alguma coisa, botaram alguma coisa no copo dele ou ele quis experimentar algo. Ele teve uma parada cardíaca. Os amigos dele eh chegaram chapados, né? Eles alugaram uma casa e participaram dos Jogos Olímpicos, assistiram tudo mais e de noite iam para night, né, com essas coisas todas de divertimento. Quando eles retornaram 7 da manhã, tomaram um café, foram dormir e aí que ele desencarnou dormindo, ele teve uma barata cardíaco e eu acho que ele afogou no próprio vômito, porque a eu vi no corpo, né, nós estávamos lá no tarifeiros quando recebemos a notícia. Então nós subimos para Itaipava, que é próximo de Petrópolis, e a médica todo jeito, eu falei: "O que que aconteceu? Fala direto. Ai, seu filho morreu e tal". E é a coisa mais chocante que você pode ver um filho morto numa numa máca de hospital. É a coisa chocante. E aí quando nós nos aproximamos do corpo, né? Eh, todo mundo chorando e tudo mais, né? Eu fiz uma prece, falei: "Gente, vamos fazer uma prece." E quando eu fiz a prece, eu vi meu pai com ele no colo. Falei: "Ah, na a clarividência, a bendita clarividência que eu falei: "Olha, meu pai está aqui, tá com ele, ele tá amparado". E aí eu falei em voz alta para ele: "Meu filho, agora tá na hora de você fazer tudo aquilo que você aprendeu em casa,
larividência que eu falei: "Olha, meu pai está aqui, tá com ele, ele tá amparado". E aí eu falei em voz alta para ele: "Meu filho, agora tá na hora de você fazer tudo aquilo que você aprendeu em casa, no evangelho do lar". E aí desencarnou, dia seguinte teve o enterro, né? E a cantaram quanta luz tudo aqui foi foi tranquilo, os amigos dele foram, né? E coincidência com esse programa, com esse programa que você tá promovendo, nessa semana nós recebemos o contato de um desses colegas dele que quer conversar com a gente. Vai hoje, hoje à noite ele vem na nossa casa, ele tava lá. Ele tava com ele, ele viu, ele foi testemunha bem ele e a mãe dele. E isso já tem 9 anos, né, que ele desencarnou. Eh, coincidência ou sincronicidade, né, como diz o Jung, né? >> Sim. E você me chama para esse compromisso, falar na minha vida, minha identidade. Eu narro aí essas questões de desencarnação dos meus filhos e nessa semana a gente recebe, eu e Ana Teresa, vamos enfrentar agora, reviver tudo de novo, que ele vai narrar pra gente que foi o que aconteceu no bastidor. Ele tá com muita culpa no coração porque o o ele contou que o João Pedro salvou ele das drogas. tirou ele das drogas. Olha só, >> olha isso. Olha isso. >> Ele falou: "Eu tenho uma dívida com seu filho. Ele me tirou das drogas. vem ele e a mãe. Então, eh, eu me sinto culpado porque ele tava junto comigo, ele bebeu junto comigo e ele experimentou o que eu experimentei, só que ele não contou o que foi. A gente vai saber ainda o que foi. O IML na época tava, o estado tava falido. Lembra que teve não sei quantos governadores presos aqui no Rio? Sim, sequência. Então, os pedidos todos de ML estavam 2000 casos na frente e a gente ficou sem saber o laudo, né? Então, nós estamos diante, eu tô aqui narrando para vocês realidade, vida, experiência. O o espiritismo ele não afasta o sofrimento, ele nos ajuda a ultrapassar o sofrimento. O que é o sofrimento senão o modo como a gente lida com a colheita do que a gente semeou no passado.
experiência. O o espiritismo ele não afasta o sofrimento, ele nos ajuda a ultrapassar o sofrimento. O que é o sofrimento senão o modo como a gente lida com a colheita do que a gente semeou no passado. Então, quando Ana Teresa fala e tá esse êxito todo, eh, pode crer que é fruto de experiência de vida, né, de de no combate corpo a corpo todo dia na casa espírita, contra a desobsessão, ajudando os jovens. E ela agora tá numa mobilização de a gente capacitar os nossos trabalhadores para que possam estar cada vez mais conscientes com as doenças patológicas da mente que estão surgindo. Meu amigo, se eu for contar para você as doenças patológicas da mente que chegam na casa espírita, teria que fazer quatro programas com você ver. as experiências mediúnicas, os quadros de reabilitação, mas muito simples. Não é uma clínica psicológica e psiquiatra, é um centro espírita. >> Claro, >> o movimento espírita do Rio eu tinha contado, estranhou porque eles acharam que a gente ia transformar a nossa casa espírita num centro de psicologia, que o Gaspareto fez isso, e a mãe Gaspareto fechou as casas escritas, formou em centro de psicologia. Então eles estavam com medo. E num dia numa palestra aqui para eles, eu até agradeci, falei: "Eu agradeço estar aqui junto com vocês para esclarecer, gente, o espiritismo é minha vida. Psicologia chegou depois. Eu sou espírita. Minha mulher é espírita, de berço, >> não é um psicólogo espíritar. Como é que foi a formação dela em casa? Ela evangelizava junto com a avó, as crianças que vinham na favela na casa dela. Casa a na casa dela tinha um centro espírita. Se a senhora contou isso para você? >> Contou. Contou, >> não é? Então é uma é eu não digo isso como um troféu. Eu queria que vocês entendessem que estão ouvindo. Não, não tô fazendo apologia do heroísmo, não tô fazendo isso. Pelo amor de Deus. Já tô dizendo assim. Vale. É bom ser espírito. É bom. Espiritismo ajuda. Sim. É verdade o consola do prometido. É sim. A regeneração é sim. Porque se não fosse o
ão tô fazendo isso. Pelo amor de Deus. Já tô dizendo assim. Vale. É bom ser espírito. É bom. Espiritismo ajuda. Sim. É verdade o consola do prometido. É sim. A regeneração é sim. Porque se não fosse o Espiritismo na minha vida, eu não sei o que seria de mim. Eu não sei. Não sei, não sei dizer para você como é que seria. Que bonito, que bonito. No caso, você é um espírita psicólogo e não um psicólogo espírita, né? Você, Ana Teresa, tão nação inversa. >> Perfeito. Perfeito. Emanuel, não tem aquela aquela mensagem espírita seja o nome do seu nome, que é a página do Emanuel. >> Isso, isso. Exato, >> né? Exatamente, Júlio. Que legal, amigo. Vou eu vou pedir agora para você, nós temos uma sessão que é são que nós denominamos de tríades. Então, eu vou pedir para que você fale para nós três livros espíritas da sua preferência, aqueles que você coloca entre o top três. >> Isso. Bom, o primeiro é o livro dos Espíritos. Gente, eu sou apaixonado pelo livro dos espíritos. Ontem na reunião mediúnica, na parte de estudo, eu abri o livro dos espíritos e falei das simpatias e antipatias. Falei: "Olha, olha a claridade, olha a clareza do quantificador". E aí rodando, conversando com eles. Isso antes da reunião começar, né? Falei: "Olha aí, tá vendo? Ele tá dizendo lá que eh a antipatia não é um sinal de inferioridade espiritual. Há espíritos superiores que são simpáticos com uns e não com outros. Tanto que eles têm grupos. A antipatia aí não é antipatia no sentido de adversidade, de adversário. É que não é afinação de centro interesse. É vibratório também. No item três, três, trouns, que é o segundo livro, né? Livro dos médiuns, né? No item 33 3, caramba, olha de arrepiar os cordão do sapato. Eh, se você lê lá, Kardec desenvolve o seguinte, que pessoas com rigorismo, rigorismo com hora, rigorismo com isso, com aquilo, rigorismo é um pejorativo do rigor, tá? Não é uma coisa boa, não >> é pejorativo. Rigorismo é pejorativo. >> São demonstram pelo rigorismo inferioridade espiritual. Anotem aí item 333 do livro dos médiuns.
ismo é um pejorativo do rigor, tá? Não é uma coisa boa, não >> é pejorativo. Rigorismo é pejorativo. >> São demonstram pelo rigorismo inferioridade espiritual. Anotem aí item 333 do livro dos médiuns. >> Acabei de anotar. A gente tem, a gente tem o livro dos médiuns. Meu pai do céu, a mediunindade é uma bênção. Eu ia contar aqui um caso de um jovem, eu não vou contar, senão eu acabo contando o caso e passo o tempo. Eu já ia contar um caso que o livro dos médicos converteu uma pessoa que eu ajudei. Olha só, o livro dos médicos converteu uma pessoa. É lindo o livro dos médios. Na introdução do livro dos espíritos, peguem lá o item sete da introdução. Pega o sete, pega o oito, mas o sete e o oito, gente, a doutrina espírita tá toda lá. Agora a gente fala assim, os pontos básicos principais da doutrina espírita tá tudo lá, >> tudo lá. >> Tá tudo lá. >> E lá na conclusão o homem, o homem dá um show. Então é uma bênção. Então o livro dos espíritos, livro dos médicos. E o terceiro, eh, eu tenho assim uma alegria muito grande no coração quando eu posso ver um suicida recuperado. Então, memória de um suicida fala muito perto das entidades com as quais eu trabalhei, aquelas que se aproximaram de mim, os filhos que já passaram na minha vida, né? >> Sim. Então, Camilo Castelo Branco, ele ele tem um momento significativo. Ele ele já a turma dele toda já tinha reencarnado, turma de suicidas, faltava só ele. E ele já convencido, ele era materialista e ateu, né? Ele convencido de que ele deveria reencarnar no meio espírita. Ele queria o espiritismo. Eu quero trabalhar, eu quero ser médium fascista. Então ele pede a espiritualidade para fazer um curso de magnetismo, aprender a dar passe no plano espiritual para ser médium. Muita gente pensa que médium passista é uma coisa banal, não é? >> Centro dos mensageiros tá aí para mostrar isso. >> Então eles dizem assim: "Diga lá o gajo assim, um português de Portugal, né? Tu estás aqui como um passageiro clandestino. Você tem que ir paraa terra, meu amigo,
nsageiros tá aí para mostrar isso. >> Então eles dizem assim: "Diga lá o gajo assim, um português de Portugal, né? Tu estás aqui como um passageiro clandestino. Você tem que ir paraa terra, meu amigo, né? para cima não. Você tem que ir pra terra, você tem uma dívida com seu corpo, com a sociedade, o buraco que você deixou lá. Perfeito. >> E ele era artista, ele era um poeta. >> Sim. >> Ele era um poeta português, né? Não era do nível de Camões, mas era um poeta. Aqui teve um poeta cego, porque sabe que Camilo Castelo Branco também teve, ficou cego, né? Depois ficou escondido no ouvido. >> Sim. Cam, o o o Mileco, o Mileco, ele foi um poeta, criou o telecristo, atendia por telefone pessoas que tinham ideias suicída, 24 anos aqui no Rio de Janeiro. Eh, fazia transformação de livros para cegos, livros ditados, livros ditados. Chamava os espíritas para ditar livros para os cegos poderem ler, entre aspas, ouvindo. >> Fez um trabalho magnífico de de serviço social. Era um era um filósofo. Eu fiz palestra com ele uma vez. Eu tenho desconfiança de que ele é o Camilo Castelo Branco reencarnado. >> Ah, sim. >> Aí se você quiser pesquisa aí. Quem tá aí assistindo pesquisa história do Eco >> e ele tem músicas belíssimas, >> belíssimas sobre Jesus. E lá você sabe que o centro de Maria lá na acima de Portugal e Espanha é realmente é é Maria e Jesus, né? É uma bênção. É uma bção. Então eu citei aí para você >> os três livros. Não consegui só citar o livro, né, meu amigo? Olha só. livro, livro dos médiuns, livro dos espíritos, livro dos médiuns e memória de um suicida. >> Isso, isso, >> perfeito. Agora para nós >> assim, por necessidade, eu ten necessidade dele >> até hoje eu leio o livro dos espíritos todo dia e encontro sempre uma coisa nova. É uma bção. >> Já tive dúvidas na minha juventude liderando uma cidade espírita. Eu já rodava tema naquele tempo. Eu tinha dúvidas. Eu procurava Julina Amour, procurava Lindo, procurava Martins Peralva orientar, porque eram os as pessoas amigas, como eu citei para
cidade espírita. Eu já rodava tema naquele tempo. Eu tinha dúvidas. Eu procurava Julina Amour, procurava Lindo, procurava Martins Peralva orientar, porque eram os as pessoas amigas, como eu citei para você. >> Sim. >> Que são os amigos que a gente tem, né? >> Incrível. Incrível. Três filmes inesquecíveis. Então, olha, eh, o primeiro filme que eu que eu gosto muito é um homem de família. Homem de família é aquele ator, >> tem dois filmes com o mesmo nome, tem que tomar cuidado. Eu mesmo quando eu vou procurar, eu já vi umas 500 vezes esse filme. Eu adoro ele, porque embora não seja sobre reencarnação, é assim, por exemplo, você se formou, você se casou, você teve filhos, mas se não fosse assim, qual seria outra coisa? Aí ele lembra de quando ele teve uma namorada, se ele casasse com ela e aí vive isso, >> tá? >> É, é lindo porque na verdade é um processo, é um processo muito bonito. >> E é o livro, ele é lindo, lindo. O filme é muito bonito. Eh, chama-se Um Homem de Família, né? OK. O segundo livro é o segundo filme, eu gostei muito do nosso lar. Eu assisti junto com a minha mãe. A minha mãe viu vários episódios que ela tava lá. Ela chegou para mim e falou assim: "Meu filho, você sabe que não foi assim, né?" Eu falei: "Eu não sei, eu não me lembro, minha mãe, eu não lembro. Ela pensava que eu lembrava coisas que ela vivenciou. Eu contei essa história no na primeira parte do homem, eu contei para você a história que ela queria dar um presente pro Chico. Contei isso para você. >> Não, não, >> não contei não. Ah, então eu vou vou contar porque tá no filme. Tá nesse filme >> de uma outra maneira, mas tá nesse filme. >> A minha mãe estava em Belo Horizonte comigo lá. Eh, Martin Esperalv, os primos, todo mundo. E aí era aniversário do Chico. Aí minha mãe falou assim: "Eu vou comprar um presente, vou levar pro Chico". Falou pro Martin Peralva. A Operava falou assim: "Ois, não é bom. O Peralva era a pessoa mais calma desse mundo, gente. Peralv era ele era um excelente orientador de casa espírita,
u levar pro Chico". Falou pro Martin Peralva. A Operava falou assim: "Ois, não é bom. O Peralva era a pessoa mais calma desse mundo, gente. Peralv era ele era um excelente orientador de casa espírita, esclarecedor de espírito. Ele falou: "Olha, não se dá presente pro Chico, porque os inimigos vão sempre dizer que ele tá ganhando dinheiro, ganhando prendas por causa da mediunidade." Aí minha mãe falou assim: "Poxa, coitado do Chico, não pode nem ganhar um presente no aniversário, que coisa." Reclamou. "Guarda isso aí". Olha só. em Belo Horizonte vão vão todos nós para Pedro Leopoldo. Aí acontece aquela cena que tá no filme. Tinha uma fila, um homem com pacotão na mão, a minha mãe assistindo falou assim: "Eu quero ver agora". Tava na cara que era um homem que ia dar um presente no aniversário do Chil, todo mundo para cumprimentar ele, né? Quando chegou a hora do pacote, ele abriu, botou a camisa, chamou: "Fulano, vem cá, você não me falou que queria uma camisa? Olha aqui a providência divina. Maravilha. Deu a camisa pra pessoa. Foi assim, não foi relógio. Como tá lá lá ele botou um relógio, não foi, >> foi uma camisa. >> Foi uma camisa. Uma camisa. E o cara escutou, gente. Aí ele se virou e falou pra minha mãe assim, falou, chamou ela pelo nome, presente dado vale duas vezes. Olha só a mediunidade desse homem. Fantástica, né? >> Incrível. Então, o segundo filme é o nosso lar, né? O terceiro filme foi o Ghost. >> Sim. >> Por que o Ghost, apesar de ter ali umas absurdidades doutrinárias, ele despertou a o modo que o americano entende a imortalidade. É, é completamente diferente. Eles entendem que a pessoa vira uma energia e se perde no todo. Viram uma fumacinha. É assim que eles representam. Mas se ele tem alguma coisa a resolver, ele fica por aqui. Quando resolve, vira fumaça e vai pro todo. Kardec estudei isso direitinho para todos nós, né? Então, eh, no filme Gosto mostra uma pessoa que a treva assessorando uma pessoa que faz um crime para roubar uma pessoa amando de uma pessoa que tinha de
ec estudei isso direitinho para todos nós, né? Então, eh, no filme Gosto mostra uma pessoa que a treva assessorando uma pessoa que faz um crime para roubar uma pessoa amando de uma pessoa que tinha de tá querendo roubar a mulher dele, etc, etc. Eu gostei porque o Gost no Brasil fez um sucesso enorme. O ator >> Paul já tá até desencarnado, ele disse que no Brasil foi o maior sucesso do mundo. Esse filme ele não fez tanto sucesso nos Estados Unidos, na França, na Inglaterra. aqui teve um sucesso absurdo. >> Foi um espetáculo e foi bom porque a gente pode conversar com as pessoas leigas sobre a sobre corrigente a história de que vai pros ralos >> até ela tá morando os ralos de esgoto, aquela coisa toda que >> a gente deixa para lá, né? >> Perfeito. Muito bom. Muito bom. Então, um homem de família, nosso lar e ghost. Perfeito. E para nós encerrarmos, Júlio, três personalidades que você admira, espíritas ou não. Eu até acho que já sei quais são. >> Olha, a primeira pessoa é minha mãe, Zonis, médium, mãe espírita. Foi ela que abriu o roteiro. Hoje eu tenho informações do Divaldo maravilhosas dela. Maravilhosa. Tá ajudando a minha filha Juliana. Meu filho João Bruno, tá? Ela que tá dando informações pro Divaldos que dava quando o Divaldo tava encarnado, muita amiga do Divaldo. Ela dava, ela cuidava do Divaldo, Divaldo doente, só dava remedinho na boca, sempre foi uma pessoa muito cuidadosa, né? Trabalhadeira, trabalhadora, conhecedora profunda da doutrina espírita médium. Então, meu primeiro voto é delas o coração, né? E o segundo é o Chico Xavier e o terceiro é o Vivaldo, né? Chico Xavier pela mediunidade, pelo amigo que foi. Eu hoje quando eu oro pelo Divaldo, pela pelos Chico, pela minha mãe, eu sempre oro pelos três. Eh, eu agradeço, eu oro agradecendo a eles porque formaram a base fundamental, porque você sabe que tudo tem que ter uma condição de possibilidade, né? >> Sim. por exemplo, a condição de possibilidade para eu vencer essas minhas minhas expiações e as provas do
base fundamental, porque você sabe que tudo tem que ter uma condição de possibilidade, né? >> Sim. por exemplo, a condição de possibilidade para eu vencer essas minhas minhas expiações e as provas do meu as expiações dos meus filhos e a foi a condição possí foi um espiritismo, condição de possibilidade, sem dúvida, o exemplo no lar e o espiritismo. Então você, por exemplo, pega um, você pega um objeto colorido no escuro, nem sabe dizer a cor, porque para você para poder ver a cor, você tem que ter a luz. A condição de possibilidade de você ver a cor é existir luz. a nossa condição de possibilidade evoluir a gente estar junto essas pessoas de luz que aproveitemos a oportunidade. Então aí os oradores, volta e meia eu mando o recado pro Dutra, Aroldo Dutra, grande amigo Aroldo Dutra, os outros espíritas, todos que fazem parte da mocidade espírita que já desencarnaram, a idade traz essas coisas. A gente vai citar pessoas já desencarnou, né? Mas eu sempre agradecendo, né, a amizade, como você que é um amigo, amigo do coração, né, e que Deus abençoe na sua tarefa aí. E o meu beijo para todo mundo que tá nos assistindo. >> Que maravilha, que maravilha. Júlio, nem tenho como te agradecer. Quanta, quanta informação boa, quantos ensinamentos, né, na, na, na na aí nas nos relatos que você trouxe, porque a gente percebe claramente, a gente não tá, né, a primeira parte com essa segunda parte, como você bem colocou, o quanto que o espiritismo é pano de fundo da da vida, da tua vida, da vida da Ana Teresa, da família como um todo, das famílias como um todo e o quanto que eh a doutrina trouxe esse fortalecimento, essa essa base de sustentação, né, para esses desafios todos que vocês vivenciaram e você especialmente aí com esses filhos, né, com essa com essa com essa vivência toda que você traz pra gente. E o resultado disso para nós, além do tarefeiros, dessa casa que é e que eu admiro demais, é a essa quantidade de informações, o relato que vocês fazem, o trabalho que vocês desenvolvem, o nosso
ente. E o resultado disso para nós, além do tarefeiros, dessa casa que é e que eu admiro demais, é a essa quantidade de informações, o relato que vocês fazem, o trabalho que vocês desenvolvem, o nosso movimento espírita brasileiro. Muito obrigado pela tua um trabalho simples, você viu lá, é simples. Não, a gente não não podemos deixar complicar o espiritismo. É pro povo, é para as pessoas, é simples. Não, não tem cabimento complicar algo tão lindo, tão eficaz para para é a solução do mundo. As problemáticas psiquiátricas não são sendo resolvidas por remédio. >> As psicoterapias estão claudicantes porque elas não têm evangelho, não tem essência de evangelho. O Divaldo antes desencarnado deu uma orientação paraa Ana Teresa, ela e o Leonardo, aquele o psiquiatra Leonardo, >> Leonardo Machado aquele que a a instrução de Guizer de Menezes era tratar, porque as doenças psiquiátricão aí, os umbrais estão sendo esvaziados, as doenças psiquiátricas estão aí. Que Deus nos abençoe nessa luta, né, irmão? Exato. E você falando sobre as rodas de conversa, o método que você utiliza no tarefeiros. Eh, eu tô sabendo que você e Ana Teresa no Conecta Campinas, que vai acontecer agora em fevereiro, dia dias 20, 21 e 22 de fevereiro, vou vou trabalhar rota de conversa com o público, não é isso? É verdade, é verdade. Eu juro para você que eu tô preocupado com isso, por causa da minha saúde. >> Não, você vai tá ótimo. >> Eu é por causa da minha saúde, entendeu? Então, eh, eu tô com uma saúde muito precária, embora eu esteja bem. >> Uhum. >> É esquisito falar isso, né? tá bem, mas a saúde, o coração, essas coisas todas na idade. >> Mas eu tô preocupado que já me convidaram, já tiveram contato. Eu já fiz muito o que eu chamava de estiva doutrinária. Eh, a estiva doutrinária, trabalho de combate corpo a corpo, viagens. A saí de sexta-feira de casa, voltava segunda de manhã fazendo jornada em dois estados para pegar avião. Já fiz muito isso hoje. Eh, eu não tô mais falando como deputado federal, tô falando como
gens. A saí de sexta-feira de casa, voltava segunda de manhã fazendo jornada em dois estados para pegar avião. Já fiz muito isso hoje. Eh, eu não tô mais falando como deputado federal, tô falando como senador agora. >> Excelente. Mas você vai est ótimo. Tenho certeza. Nós vamos ter alegria de te >> te ouvir no Conecta. >> Querido, você faz uma prece final para nós, por favor. Sim, certamente. Certamente, Jesus, amado mestre, todos nós que cá estamos aqui reunidos, aliando o nosso pensamento, a nossa emoção, todos nós que já tivemos e temos experiências duras existenciais, provações, expiações, nós queremos dizer muito obrigado, Senhor Muito obrigado pela presença dos amigos espirituais em nossas vidas, os protetores espirituais, esses espíritas que estão na vanguarda do trabalho dia e noite, abrindo mão do conforto do lar para trabalhar na divulgação da nossa amada doutrina. Abençoa-nos, Senhor, no esforço imenso da evolução. É tão bom estar contigo, Senhor. Fica conosco agora e sempre. Que assim seja, Senhor. >> E é tão bom estar contigo, Júlio César de Sarrorismo. Muito obrigado mais uma vez. Um beijo na tua pineal e até a próxima. Obrigado. Beijo na sua glândula Pinel também.
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