T6:E13 • O Ser Consciente • Condicionamentos (Parte 01)

Mansão do Caminho 06/02/2025 (há 1 ano) 59:34 146 visualizações

Gelson Roberto, acompanhado por Adriana Lopes e Guadalupe Amaral, inicia a análise do sexto capítulo da obra "O Ser Consciente", intitulado "Condicionamentos", no qual a autora espiritual Joanna de Ângelis destaca a dualidade presente na natureza humana. Durante esse episódio, eles exploram dois tópicos específicos do capítulo: "O Bem e o Mal" e "Paixão e Libertação Psicológica". Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #serconsciente #Condicionamentos

Transcrição

alô amigos Nossa Alegria de estarmos juntos mais uma vez esse desejo que Jesus nos abençoe que a Ben feitura nos enva também nos dando a intuição necessária em favor de mais um estudo momento sempre muito gostoso muito rico e profundo para nossa alma esses moment de estudo da psicológica Joana de Angel ão bem-vindos a mais um encontro juntamente com Adriana Guadalupe está aqui para trabalhar hoje iniciar o capítulo se condicionamento n então Eh hoje em especial vai abordar dois itens do capítulo o bem e o mal e o item paixão e libertação psicológica né então bem-vindas como tio aqui no Sul bem-vindo a gurias né para mais esse espaço aí de esse encontro de troca e de estudo da série psicológica e é uma questão Fundamental e exe complexa a questão do bem e do mal né desde que o mundo é mundo eh as questões filosóficas Morais religiosas se debatem né O que é o bem e o mal e a ética depois vem trazer também questões dessa ordem né que o ser humano é um ser moral né então do ponto de vista psicológico né o mal existe né Eh Santa Agostino diz que o mal não existe que o mal seria na verdade essa ausência do bem fruto da arrogância do homem que opõe então o mal não foi criado por Deus mas é permitido em nome da nossa liberdade dizer não para para a verdade dizer não para Deus então o mal psicologicamente ele existe né ele tem cheiro Ele tem ele ele tem peso ele tem substancialidade E aí a ideia a gente poder começar a falar um pouquinho sobre essa questão tão importante do ponto de vista da nossa caminhada psicológica e espiritual Então vamos começar a provocar algumas coisas como é que vocês sentiram aqui esse dualismo que Joana apresenta no do capí né que a dualidade me parece que é uma das características da nossa consciência da nossa natureza e vamos a partir disso ir trabalhando esses conceitos então assim eu achei bonito como ela faz essa construção do texto iniciando falando dessa questão complexa mesmo né porque desde que o mundo é mundo nós nós nos debatemos Entre esses pares do de

eitos então assim eu achei bonito como ela faz essa construção do texto iniciando falando dessa questão complexa mesmo né porque desde que o mundo é mundo nós nós nos debatemos Entre esses pares do de opostos né bem e mal e e é interessante ver Freud dizer Endo que seríamos bem melhores se não quisermos não quiséssemos ser tão bons né então a a tentativa de negar uma polaridade em detrimento a outra sempre causa a assisão maior então é é uma questão complexa por isso porque ingenuamente nós acreditamos que temos que ser bons Claro que sim nós temos devemos procurar cada dia mais eh ser melhor que nós mesmos mas eh também integrar esses aspectos não tão bons quanto a gente gostaria que fosse isso é importante e aqui ela vai fazer ela elenca né a várias concepções que tiveram no passado sobre a temática bem e mal aí ela fala né Que em todos esses períodos da cultura sempre teve esse esforço né tanto da religião do pensamento para estabelecer esses paradigmas que que que que que atravessaram né a humanidade desde que gente existe né e e ele começa desde uma abstração filosófica ou religiosa E aí ele perpassa pela ética na questão da moral aí vai pra sociologia ao comportamentalismo e chega na psicologia e agora chega na psicologia Espírita onde ela então vai dar fazendo essa construção de uma forma tão bonita eh que vai passando desde uma lei aí depois vai ser então uma energia de depois vai ser forças e aí ela vai construindo como um mosaico muito bonito eh O que seria isso pra gente eu acho as discussões filosóficas e teológicas e de outras Vertentes lindas importantes sobre essa questão do bem e do Mal nos trazem muitas reflexões e mas me parece que no tempo que nós estamos a a nossa ânsia por saber se nós somos bons e querer sermos bons nos afasta de realmente vivenciar uma bondade simples naquele simples que na verdade é vivenciar o momento com o coração de boa vontade e dando o melhor de nós porque a gente se apega em e é lindo né ver sees espíritos eh que nos trazem a gente se apega em

quele simples que na verdade é vivenciar o momento com o coração de boa vontade e dando o melhor de nós porque a gente se apega em e é lindo né ver sees espíritos eh que nos trazem a gente se apega em comportamentos que a perfeição e deixa de aproveitar o momento para fazer aquilo que nós podemos nessa eh inconsciência e e ao mesmo tempo ingenuidade de que não somos bons e que não vamos alcançar a bondade ou querendo saber se o que a gente fez é bom ou mal é quantas vezes eh nós ouvimos né acredito que você também tem essa experiência discurso seos questionamentos de pessoas que querem saber se aquela boa ação Foi boa mesmo ou se foi uma ação só do Ego se foi boa mesmo ou se foi algo claro que isso é importante do ponto de vista de raciocino mas mais importante do que isso é fazer é se experimentar é procurar sempre fazer o Melhor é procurar sempre fazer o bem e assim Ir alcançando do ponto de vista PR aquilo que filosoficamente a gente aprende porque é como tavas trazendo né abre o reconhecimento de que existe o mal e a a a aceitação de que de que ele existe o que não quer dizer a convivência nos nos possibilita viver o bem de uma forma mais plena nesse trabalho na nossa dualidade onde reconhecendo o mal e reconhecendo o bem a gente pode optar né porque isso eu acho importante nessa nesse jogo de bem e mal é a questão do nosso livre arbítrio o nosso intelecto e as nossas vivências vão nos mostrando o que que é bem e mal mas a gente vai sempre ter a possibilidade de optar E se a gente opta por aquilo que vai em favor da Gratidão da da caridade a gente vai tá caminhando no bem então mais importante de ficar se questionando Mas como será que eu fiz o bem será que é é fazer mas se percebendo né nessa dualidade e escolhendo o caminho então eu acho que a prática dessas eh literaturas belíssimas vivências belíssimas importantes do do da discussão do bem e do Mal eh a prática que vai nos colocar então em viver esse conflito e escolher o caminho do meio e e através da função transcendente Então

vivências belíssimas importantes do do da discussão do bem e do Mal eh a prática que vai nos colocar então em viver esse conflito e escolher o caminho do meio e e através da função transcendente Então realmente procurarmos essa essa conexão eu acho que realmente a soberba né ou a ou a a a a cegueira do Ego queria fazer fazer um ego ideal né eu sou o cara que cheira bem que é limpinho que é bem arrumadinho né então eu acho que eu sou o cara bom e que não existe maldade em mim ou que eu busco uma uma iia muito grandiosa de ser bom E aí eu esqueço de da minha humanidade né de aceitar a minha pequeneza fazer esse esforço adequado ao meu tamanho é uma questão realmente bem importante e muito comum eh a todos nós eu acho que é necessário essa questão é muito muito importante né Guadalupe eh e mas dentro disso eu acho que tem também aade de poder então Eh distinguir né O que eh melhor como é que se dá essa dinâmica do ponto de vista interno pra gente poder reconhecer e discriminar um pouquinho o que seja esse mal o que seja esse bom porque esse mal às vezes o que é bom pela moral coletiva né a moral do mundo né pode ser negativo do ponto de vista espiritual e vice Vera né então acho importante que a gente porque é o que a j tá fazendo aqui no capítulo ela começa a apresentar várias noções de mal e de bem desde o ponto de vista da cultura de certas visões eh de época né ou da sociologia ou da metafísica ou da Bíblia ou de algumas eh de alguns livros sagrad então ela vai começar a mostrar né Essa questão do mal E aí eu me lembrei e do do acho que é do São Ford né que ele tem um um livro O mal o mal o lado sombrio da realidade Se não me engano o título do livro é é esse né e é legal porque de uma certa maneira nessa n nesse livro ele ele fala de três tipos de mal que que tem muito a ver com a com a visão que nós temos no espiritismo né Ele fala de uma perspectiva do mal que é ligado a ao ego né então nós temos uma tendência de analisar ponto de vista egocêntrico ou da consciência coletiva né ou seja

o que nós temos no espiritismo né Ele fala de uma perspectiva do mal que é ligado a ao ego né então nós temos uma tendência de analisar ponto de vista egocêntrico ou da consciência coletiva né ou seja aquilo que não reflete a moral coletiva a verdade do mundo ou a verdade do nosso ego né É é visto como algo eh eu devo negar ou ameaçador ou negativo e eu projeto a sombra daí nesse lugar que se opõe a mim né então Eh essa visão egoísta Nossa porque a gente vai ver que se a gente for analisar a todo o processo da Origem do Mal ele tá no egoísmo então eu vejo muito essa visão realmente né de poder n interpretar as coisas do nosso jeito e relativizar ela né e e isso é um um um uma perspectiva do de ponto de vista outra perspectiva é do ponto de vista eh do sentimento humano né e eh o sentimento realmente é a capacidade de discriminar avaliar e determinar valor paraas coisas então os nossos valores depende da capacidade do nosso sentimento de qualificar aquela experiência ou qualificar aquela realidade ou qualificar aquela pessoa né e e isso e ele fala de uma história de Moisés e que que di né e que el que que mo teve sentimentos muito fortes contra o outro né e mas na medida que ele foi conhecendo o movimento e conhecendo o contexto né que se passava ele começou a experienciar e viver aquela realidade ele começou a reconhecer que o que di tava certo e começou a passar a ver as coisas tal como o outro via né então a gente vê que esse Foi uma mudança de sentimento eh eu comecei a sentir as coisas de maneira diferente porque eu comecei a vivenciar possibilidades outras que do ponto de vista não era sensível para mim enquanto eu não tinha não não era tocado pelo sentimento então sentimento Um Outro fator de avaliação e de ponto de vista bem mal e o terceiro fator que o STF coloca é o ponto de vista do céu ou Divino né Eh que a PR divina ou questão das leis naturais a consciência né que que de cada um de nós consciência ética que né onde tá escrita a lei de Deus como diz o

loca é o ponto de vista do céu ou Divino né Eh que a PR divina ou questão das leis naturais a consciência né que que de cada um de nós consciência ética que né onde tá escrita a lei de Deus como diz o espírito né que que que aí realmente relativiza essa Ótica do Ego né a ótica do Ego humano né O que o que pode ser bom para mim do ponto de vista Divino pode ser negativo pode ser eh foi para mim do ponto de vista Divino pode ser positivo então ele vai falar dessas três perspectivas né e o quanto há um choque dessa dinâmica até fala de um de um nazista né de um jovem Aviador nazista que fez uma cegueira histérica ele não conseguia mais distinguir cores ele era de Berlim na Segunda Guerra Mundial e como ele não tinha as cores perdeu as cor a visão das cores ele ele foi eh afastado da do combate e e buscou uma terapia buscou um médico um terapeuta e e e que foi o São Forte né Eh o outro analista mas sen que que que relata esse caso né E aí eh ele ele era ele era sempre identificado pelo com hitter ele acreditava na proposta do hitter quando ele fazia parte da Juventude nazista do Terceiro Reich né dos objetivos do terceiro R ele achava que Hit fazo maior bem pra humanidade então ele tinha toda uma identificação egóica com o rit mas ele começou a ter sonhos né aonde o rit aparecia como um homem Malu e das mãos pingavam sangue no senho dele do rit e a e a irmã dele tinha uma visão oposta a ele que a a irmã dele condenava ritler e ele odiava a irmã achando que a irmã tava enganada tava equivocada porque resistia a aceitar o pensamento de Rita e no sonho o sonho apresentava ela como uma santa uma vestido de um branco resplandecente né cujo rosto então ele ficava chocado de tanta luminosidade que vinha dela então aí então é uma contradição entre o ego eh enganado identificado com a perspectiva do pensamento do Hitler e o sonho dele que invertia e mostrava uma outra realidade da qual ele não se identificava né E E então e daí diante do sonho ele ficou chocado então ele resolveu Lar ele mesmo e atrás dos

o do Hitler e o sonho dele que invertia e mostrava uma outra realidade da qual ele não se identificava né E E então e daí diante do sonho ele ficou chocado então ele resolveu Lar ele mesmo e atrás dos campos de concentração para ver como é que funcionava E aí ele caiu em si como diz a j né de ca em si e reconheceu que por muito tempo ele acreditava que o preto Era branco né E então a cegueira histérica era um sintoma Dee não conseguia distinguir pelo sentimento a realidade né e e só que o p Deli é trágico né diante do tamanha dor que ele sofreu né e ele falou assim que nem todas as cores do mundo poderiam ajudá-lo mais diante do do que ele viu e ele acabou se suicidando ele conseguiu suportar né Essa verdade infelizmente né e acabou tirando a própria vida porque ele se reclinou de ter acreditado tanto tempo em algo que parecia E aí vem essa história de vocês podia saber suportar também a nossa pequenez a nossa imaturidade o nosso limite e aceitar puxa realmente eu me equivoquei porque eu não tava enxergando direito não tava distinguindo as cores da vida ão questões bem complexas é essa essa questão que seste me lembrou muito quando a gente estuda a sombra que também se fala Justamente na questão do Mal quente do Mal frio e o quanto essa percepção pelo essa se percepção né mas esse gués do intelecto e de e de uma personalidade manipuladora enfim n parece ser comparado a alguém mais colérico e que esbraveja eh não transparece o mal que pode existir eh nesse tipo de comportamento então eh não sei jelson e a e se não vale a pena a gente falar um pouco do Mal quente e do Mal frio para para explicar um pouco melhor eu me atrapalho um pouco né mas para mim é bem é bem isso Às vezes a gente vê naquela pessoa ali que é colérica esbraveja e é muito eh espontânea nas suas emoções porque né tá tá inconsciente ali eh fazendo várias coisas equivocadas mas quando você tá naquela frieza do intelecto naquele naquele pensamento que vai manipular que que é eh articulado tem toda uma uma logística

tá inconsciente ali eh fazendo várias coisas equivocadas mas quando você tá naquela frieza do intelecto naquele naquele pensamento que vai manipular que que é eh articulado tem toda uma uma logística uma estratégica existe um mal muito maior e se nós não percebemos eh que o bem e o mal eh nos habitam a gente às vezes cai nessas armadilhas como se pode fazer uma relação aí meio atravessada mas com a história que o Gelson contou né que que talvez ele não ele ele ele não percebeu na sua ingenuidade onde ele tava se metendo e acabou não suportando isso né Não sei se eu né consegui trazer a diferença assim dos dois mas acho que é algo importante quando a gente fala de de bem e mal também que nem tudo é o que parece né seria mais Fran apresenta esses dois conceitos né fala do mal quente que é o nosso lado mais impulsivo mais animal esse calor né Que inv e e nos age a de fun de mana irracional né mas ela diz que esse mal ele não é intencional né é um mal advindo dessa condição ainda nossa de ser perturbado emocionalmente e no momentos extremos agir de maneira impensada né que isso vai existir sempre e que em momentos extremos cada um de nós não tem como eh ter certeza de que resposta a gente vai dar pro mundo né quem vai quem pode me garantir que no momento limite da minha vida a minha resposta vai ser adequada ou vai ser uma resposta né então ess é o mal quente né movido pel esse esse lado realmente nosso animal das emoções que são ativadas nesse momento e esse mal ela diz né Eh é um mal eh mais fácil mais de de de reconhecer e aceitar Porque fala justamente desse limite do humano né que ainda nos nos nos move e do quando a gente é contaminado também por forças coletivas né que que nos contagiam e a gente acaba agindo de uma maneira impensada Mas o pior mal ela vai dizer né justamente é o mal frio e é o conhecimento quando o conhecimento o conhecimento eh dá um grande poder pro homem né o conhecimento desper que revela possibilidades de controle de exploração da natureza de recursos quase infinitos

o conhecimento quando o conhecimento o conhecimento eh dá um grande poder pro homem né o conhecimento desper que revela possibilidades de controle de exploração da natureza de recursos quase infinitos a gente vê isso com a tecnologia hoje em dia com outros manipulando geneticamente as coisas né a gente cria novos vírus a gente deforma né animais Então vamos falar do perigo desse conhecimento quando ele é usado tem o sentimento né quando esse conhecimento ele vem né esse esse justamente essa frieza do ser humano tá dissociado Daí dessa dinâmica mais amorosa sentimental e aí esse conhecimento que poderia ser algo muito útil e muito positivo se torna extremamente cruel e destrutivo a ponto de colocar o mundo em perigo né porque esse conhecimento sem uma sustentação verdadeira de um sentido de um sentimento de um trabalho né que possa realmente ancorar ele se torna realmente algo muito perigoso ela vai falar desses dois tipos de mal eu acho que aí entra essa parte que aí a Joana coloca a necessidade da consciência então para ampliar aí essa capacidade de identificação e entre o bem e o mal e e e e a consciência ajuda nessa escolha do bem porque a consciência que vai fazer a pessoa o indivíduo mesmo tendo esse impulso instintivo mesmo tendo essa questão do conhecimento mas ela vai conseguindo escolher o bem apesar de tudo né aí ela coloca caso caia né no mal pelo Ódio pelo medo angústia Volúpia ela adentra um quadro de consciência de culpa e sofre as patologias que são mecanismos reparadores Então veja que interessante né então quando essa consciência ela vai eh optar pelo bem mas ela não consegue e ele derrapa no mal então eh ele vai desenvolver a patologia então aqui ela vai até dando continuidade nessa questão da da patologia que não é necessariamente né uma ação eh de algo do passado necessariamente mas já pode ser também fruto de uma consciência culpada que aí o ser fica eh naquela consciência preso àquela questão e ele adoece com essa com esse movimento eh de culpa não fazer a outrem o que não

mas já pode ser também fruto de uma consciência culpada que aí o ser fica eh naquela consciência preso àquela questão e ele adoece com essa com esse movimento eh de culpa não fazer a outrem o que não deseja que ele lhe faça né também é outra outra dessas frases que a gente sabe decor e que tão pouco nos ajudam na prática se nós também estivermos atentos a a vivenciar o que tá escrito ali eu acho eu acho muito bonita essa frase que tá no final ali né quando ela diz então que o que o o bem é tudo que contribui paraa paz íntima da criatura e pro seu desenvolvimento intelecto moral então tudo que contribui paraa paz pro desenvolvimento intelecto moral né a gente já falou sobre intelecto sozinho dissociado é bem né que se deve cultivar e desenvolver irradiando-se como bênção que provém de Deus e finalizando assim essa parte que eu gostaria de comentar o quanto é importante a gente lembrar que intelecto moral né moral dentro das leis de Deus não das leis eh especificamente as leis do homem porque realmente Como já foi comentado aqui o o nosso intelecto hoje em dia ele é poderosíssimo mas nem sempre ele caminha junto com a nossa moral que do ponto de vista de coletivo por mais que ainda bem graças a Deus né estamos aí em transição né Eh tá caminhando mas eh ainda muito longe daquilo que se esperava de nós dentro do que a gente poderia estar dando o que né a gente não é para que a gente se COB assim e que a gente procure melhorar a cada dia e essa noção de bem de mal ela já apresenta antes no capítulo né quando ela fala que o bem contribui para o progresso e todas as realizações que promovem o ser grupo social ambiente exesso a grandeza a ação concreta que resulta da capacidade seletiva de valores éticos para harmonia e a felicidade ela vai dizer também que o mal decorre de todo e qualquer fenômeno que se opõe ou conspira contra esses contributos superiores e antes também ela de novo Faz uma outra noção de bem e de mal né onde ela diz bem é tudo quanto fomenta a beleza o ético a vida

er fenômeno que se opõe ou conspira contra esses contributos superiores e antes também ela de novo Faz uma outra noção de bem e de mal né onde ela diz bem é tudo quanto fomenta a beleza o ético a vida constante a moral e o mal vem ser aquilo que se opõe ao edificante ao harmônico ao bem e numa outra obra dela né E ela também vai falar algo muito parecido ela fala assim que o bem é tudo que vai vai em que gera a vida que é em favor da vida que engrandece que embeleza que promove a vida e mal é tudo que vai contra a vida que se opõe a vida que impede a vida que limita vida no sentido de um de de um sentido pleno do que seja essa vida né então eh eu acho muito interessante justamente essa ideia de bem e de mal né porque eh ela tira Desse relativismo que ela apresenta antes né E depois também do quanto que o bem o mal ele é fluído e sua luia divisória ela é muito eh imprecisa né então aquilo que é bem para uma cultura é mal para outra né O que é mal em uma época é bem em outra então essa relativização do bem e do mal que é movido pelo ego pela consciência coletiva e por isso que essas duas coisas que você falaram acho bem importante que Justamente que a questão do do mal do bem é resolvida na medida que a gente tem consciência n que ela fala desse nível eh psicológico do ser humano do Sono sem sonhos né que a consciência ainda tá entorpecida aa tá anestesiada então ela vai realmente associar o mal a ignorância né incapacidade de reconhecer e o que que realmente promove a vida o que favorece a vida né e desse atavismo do Mal quente né que que é dos instintos agressivos que nos impulsiona ainda uma atitude agressiva ou destemperada então tudo isso são processo de amadurecimento do homem então do ponto de vista da das emoções trabalho com sentimento como dessa consciência que vai despertando e vai de uma certa maneira então Eh reconhecendo o significado verdadeiro da existência isso tudo Tá tá tá em jogo aqui quando tá falando de bem e de mal e o interessante que o capítulo

ai despertando e vai de uma certa maneira então Eh reconhecendo o significado verdadeiro da existência isso tudo Tá tá tá em jogo aqui quando tá falando de bem e de mal e o interessante que o capítulo esse tema tá dentro do capítulo condicionamento né então o quanto que esses pensamentos que estão registrado em nós desde o há muito tempo que a gente vem eh eh inconscientemente introjetando esses pensamentos nós nos condicionamos a isso como bem ou como mal e eu achei muito bonita como ela vai descendo como um fio condutor quando ela parte lá do código de hamurabi definindo Então como consequências legais no comportamento em relação a si mesmo a sociedade ao próximo E aí evolui né aí evolui não aí sai desse pensamento do código de amurado vai lá pro livro sagrado né do zen Vesta que o o mal tinha que ser eliminado né Então veja como vai construindo em nós essa tendência inconsciente de negar o mal de negar aquilo que que não é né ou seja e essa Instância do mal e aí lá nesse Zem a Vesta tinha elas eram personificados no ormuz que Ero bem e o arimã que era o mal e nessa luta incessante em que o mal deveria ser eliminado aí Ela traz a questão da Bíblia que o bem são as deidades Angélicas e o mal são as demoníacas e Deus então tem o controle dos dois e aí ela chega na metafísica depois na interpretação chinesa E aí que é o bonito da interpretação chinesa porque ele já sai dessa conotação do bem e do mal e já vai para uma questão forças cósmicas que T que estar em harmonia e aí que é a beleza quando a gente entra nessa concepção a gente sai desse condicionamento da negação do mal que o mal tem de ser eliminado né então quando eu vejo o o you como uma força masculina positiva seca e automaticamente é um bom e o feminino como o IM como feminino úmido negativo E o frio eu não fico entre um em detrimento do outro ou eu preciso eliminar o mundo mas eu preciso integrar Então esse pensamento chinês esse pensamento oriental é onde Joana busca para que a gente possa trabalhar essa

co entre um em detrimento do outro ou eu preciso eliminar o mundo mas eu preciso integrar Então esse pensamento chinês esse pensamento oriental é onde Joana busca para que a gente possa trabalhar essa questão da sombra né a necessidade de integração da sombra e eliminação da som então O condicionamento ele vai se dando a partir desses pensamentos e aí a gente vê no hinduísmo forças antagônicas né onde vno ele é o conservador um elemento que eh são forças de conservação ou construção e Chiva como Esse princípio destruidor e aniquilador que tenta nessa perem união e aí a gente pensa em Kardec quando fala da lei da destruição E aí a pergunta contado para ele se a violência faz parte da lei da destruição E ele fala que não que a a destruição ela é necessária porque é um movimento cíclico da natureza mas não é necessário é preciso que haja violência Então olha que bonita a evolução pra gente pensar nessa questão dos condicionamentos E aí entra isso que foi dito né que filosoficamente o bem é tudo que fomenta a beleza o ético e o mal é o oposto logicamente é o que contribui pro Progresso e o mal é o oposto e aí vem a questão da Psicologia que o bem são as aspirações do crescimento e elevação Nobre equilibrado e o mal é um atavismo é um instinto agressivo que ainda nós carregamos em nós que precisa ser eh intelectualizado né ele precisa ser integrado então é muito bonito essa construção que ela vai fazendo um uma rede uma um é como se ela tivesse crescendo uma malha um fio e E aí ela vai trazendo o quanto que essas ideias e que nós que perpassam vida após vida nesses contextos a gente foi mantendo isso condicionado no nosso inconsciente né Eh é interessante né Que que isso de volta essa questão da dicotomia que você falavam né dessa dessa fantasia de achar que que a gente não tem sombra ou que a gente tá num esforço né descomunal né inflado de se tornar mais do que a a gente é né que na mitologia grega né Eh o não existe guerra entre os deuses pode ver disputa mas não guerra justamente

que a gente tá num esforço né descomunal né inflado de se tornar mais do que a a gente é né que na mitologia grega né Eh o não existe guerra entre os deuses pode ver disputa mas não guerra justamente porque os deuses e as deusas eram sábio demais para se prenderem bons porque na mitologia grega também tem essa essa questão chinesa aí que força da natureza né E a Su da natureza são atributos não são qualidad não é nem bom nem mal então os deuses não são bons nem ruins né e de uma C representam essas forças que que arquetípicas que habitam a nossa natureza que a gente tem que aprender a lidar e e e a gente poder reconhecer que elas estão dentro da gente né e aceitar Então essas sombras como partes desconhecidas ou negligenciadas que se tornam malignas porque Justamente não foram Integradas né E então essa qualquer pretensão de uma bondade que que que obrigue nós a esconder eh esse lado negligenciado dito mal vai gerar daí sim a malignidade que é a divisão e a oposição dessas forças que vão est lutando e num jogo dentro de nós provocando eh ruptura desgastes ou processos eh mais e destrutivos né e por isso que talvez Jesus dizia né quando o jovem rico chamou ele bom mestre né e ele falou porque me chamas de bom bom mesmo faz ise Deus né Jesus fala Então olha só a humildade de Jesus né bom é nosso nosso pai que está no céu né então então Eh então eu acho que eh aí eh de uma certa maneira eh é uma convocação que pra gente poder realmente superar qualquer tipo de eh movimento destrutivo ou eh caminhos né que impeçam a gente do bem a gente tem que fazer um ato de humildade nossa pequeneza qu dizer bom mesmo nosso Deus se eu tiver perto de Deus vou est perto do que é bom mas para isso primeiro tem que aceitar que eu sou pequenininho né E que eu sou limitado Mas eu posso buscar então a partir do do Divino do amor do pai e dos valores que ele me me me entregou né tá mais perto dessa Bondade e isso despertar em mim também esse movimento de me comprometer né com o belo com que com Harmonia com o

do Divino do amor do pai e dos valores que ele me me me entregou né tá mais perto dessa Bondade e isso despertar em mim também esse movimento de me comprometer né com o belo com que com Harmonia com o engrade cment da alma e assim por diante eu acho que ela pensando na na questão da da educação infantil dos primeiros anos e quanto agora eh já tem um outro movimento Mas eh essas questões de colocar tudo em uma forma politicamente correta o que eu acho importante claro acabou eh trazendo uma certa polarização dessa questão eh e tirando a oportunidade das crianças de conhecerem Essa realidade do bem e do mal e tornando assim elas né com todo mal na sombra e e com uma dificuldade imensa de de lidar com essas questões algo que agora se vê que já tem já houve essa percepção e tem todo um movimento na maioria do dos lugares de de educação infantil e alguns né como nós vimos há pouco de uma forma belíssima quando a gente né foi a Sacramento vê lá o trabalho de eurípides mas mesmo na nossa realidade mais mundana digamos assim já existe essa preocupação de levar as crianças Desde de o início o reconhecimento de sentimentos não só bons mas também ruins para que possa discernir e a partir daí realmente se movimentar e se reconhecer porque senão fica uma uma uma sombra imensa um não falado não dito e uma Total incapacidade de lidar com a realidade humana desde pequeno né então isso é é importante que vá desde desde o início já se se falando com naturalidade não é atuar o mal não é exaltar o mal é entender que existe que a gente deve Então a partir daí se trabalhar para que busque a bondade Busque o correto mas que entenda que a gente também tem algumas limitações e que é natural né do ponto de vista aí do do que se trabalha sentir raiva né expressar ela trabalhar para que ela seja elaborada e coisas assim de uma Instância que parece muito menor muito muito mais rudimentar mas que não é só para as crianças né Para nós e eu só ia complementar assim que eu acho bonita essa forma que Joana escreve

as assim de uma Instância que parece muito menor muito muito mais rudimentar mas que não é só para as crianças né Para nós e eu só ia complementar assim que eu acho bonita essa forma que Joana escreve porque ela tem uma forma nesse capítulo específico ela parte do todo ela faz todo um apanhado histórico e ela vem perfazendo e aí ela conclui com com a com ela né como que ela define para sintetizar né e concluir o capítulo ela ela ela diz de forma bem simples que bem e mal são inscritos na consciência bem é tudo que contribui para a paz íntima e o seu desenvolvimento intelecto moral e o bonito é do mal eu adorei essa parte que ela sintetiza do mal ela diz que mal é remanescente atávico do processo de evolução e que será ultrapassado à medida que amadurece psicologicamente Então ela traz o ser imaturo né E ela fala que isso né A partir do momento que ele conquistar a matu idade psicológica isso vai como né o Chico sempre dizia isso também vai passar ou seja isso seria o mal para ela eu achei muito bonito que aqui ela conclui essa parte mostrando que o mal será ultrapassado porque esse remanescente do mal né da eh dos instintos ele vai ser integrado né esse remanescente atávico do processo de evolução é por isso que é o tá associado à ignorância né no sentido de que na medida que eu tô ainda preso numa visão pequena aprisionado ainda naquela estado de ser de inconsciência dos atavismos do passado o meu lado animal eu tô agindo não como humano né tô ignorando a minha natureza Divina natureza humana e tô repetindo padrões nesse proposta do livro de condicionamento que muito bem lembrou né que tô condicionado ainda a uma um padrão de funcionamento que se reflete então em atitudes limitadas e consequentemente equivocadas né negativas que a gente chama de mal mas ela vai justamente ir mostrando que esse mal é transitório que ela é temporal no final ela cita né Eh exatamente essa ideia né que eh que que que que essa coisa trgica aí da evolução Como Tu colocaste né e que com o tempo a gente vai então

e mal é transitório que ela é temporal no final ela cita né Eh exatamente essa ideia né que eh que que que que essa coisa trgica aí da evolução Como Tu colocaste né e que com o tempo a gente vai então apertando para sensibilidade a gente vai eh aflorando a nossa capacidade Nobre pelo sentimento amoroso a gente vai alargando a nossa função intuitiva que a consegue reconhe ser um significado nas coisas a gente vai desol a nossa razão que que nos dá novos elementos para poder abrir os horizontes do nosso entendimento a nossa E aí a nossa sensação que era muito né vai se dando por uma Lucidez né uma capacidade de de avaliar de maneira mais precisa as coisas então eu acho que a gente vai realmente começando nessa ideia deiv ação né de inteireza e totalidade do ser assimilando todas ess essas natureza e ao mesmo tempo integrando esse lado ainda inferior limitado que habita em nós para que ele possa ir sendo direcionado né dando uma direção porque tem certas coisas que não vão mudar de uma hora para outra né a gente vai ter que aprender a conviver e suportar mas a gente pode dar uma direção positiva né compor aqu elemento de forma que aquilo não seja mais trágico e limitante na nossa vida mas que possa encontrar nessa integração com a com o resto da natureza um lugar de existência e uma finalidade mais favorável a nossa caminhada e e a visão que as tradições trazem de Jesus e a visão que Jesus quer que nós tenhamos dele e e Joana reforça Então acho que também é bem bem importante o quanto é Libertador trazer né essa esse Jesus alegre e eh vencedor no no mundo interno onde que a gente vê como sofrimento né na verdade tem aí uma uma mensagem para nós de de Fortaleza de fé de de vivência daquilo que realmente importa né e e e que é a hora da gente ver esse Jesus descu né no nosso coração e viver essa essa beleza que é a vida de Jesus enquanto homem e a a potência de Jesus Cristo que nos que nos ampara e eu ia colocar bem isso mesmo que ess questão do condicionamento né o quanto

oração e viver essa essa beleza que é a vida de Jesus enquanto homem e a a potência de Jesus Cristo que nos que nos ampara e eu ia colocar bem isso mesmo que ess questão do condicionamento né o quanto né Guadalupe quando a gente olha se Jesus Cruz ficado a gente olha pra Paixão de Cristo com essa coisa trágica essa ideia de culpa né que ele vem salvar a humanidade então é minha culpa por você percebe então isso emocionalmente gera um tipo de condicionamento muito complicado porque ele fica preso isso E aí é a proposta dela é é fazer a gente mudar o olhar olhar para esse lado que essa cena também teve um objetivo assim como toda a vida de Jesus ela foi trazendo temas que nós pudéssemos enfrentar na vida e ela diz que o objetivo dessa passagem da vida de Jesus é propor uma releitura Olha que lindo do comportamento individual e coletivo dos seres oferecendo resultados positivos nas reflexões mentais né E aí ela fala que a psicologia propõe a libertação dos conflitos eh a fim de que a responsabilid impulsione o avanço crescimento e maturidade Então ela fala que quando a gente olha para essa cena da vida de Jesus é para olhar né a a importância das mulheres que acompanharam Jesus durante toda a trajetória elas praticamente Foram as únicas que foram lá assistir a crucificação a importância do próprio José de arimateia que cede o túmulo né Para que o corpo de Jesus Vá para lá a a a importância do trabalho de João e também é o único discípulo que presencia a crucificação Então veja ela ela propõe uma mudança de olhar para cena e com isso a mudança de olhar nas coisas porque é assim se eu tenho uma folha branca e tenho um pontinho preto nós temos uma tendência atávica a olhar para aquele pontinho preto e aqui nessa parte da Paixão ela muda essa ela Traz essa releitura desse momento para que a gente possa sair desse condicion e poder partir para essa questão mais eh essa libertação psicológica do sofrimento e desru é isso que eu acho lindo Ela traz Jesus desru vivo ao nosso

mento para que a gente possa sair desse condicion e poder partir para essa questão mais eh essa libertação psicológica do sofrimento e desru é isso que eu acho lindo Ela traz Jesus desru vivo ao nosso lado nos ajudando dia a dia nas nossas dores Ela traz uma frase que eu achei também muito bonita de tantas sem paradigmas fixos toda a sua doutrina se constitui de otimismo e Tude linda né a gente não pode esquecer que pecado é é é errar o alvo né E que a palavra escândalo é escandal palavra que obstáculo ou impecílio né T nóa maneira a a tá dizendo assim é justamente trazer essa ideia né de que em vez de de ficar se torturando e se culpando a gente possa reconhecer que nós erramos o o alvo que tem obstáculos ainda dentro de nós e reconhecendo essas personagens do Evangelho né esse movimento de desse dessa desses homens honestos e e e e integrados ali na na na na situação no proco da vida vivendo né vivendo talvez por isso que ele vai relativizar né esse Jesus especificado que que também é sábio né quando eu questiono ele que eh eh cri é um mal homem eh eh eu curasse no sábado né E aí Jesus falou assim mas pergunta se do sábado é perm de fazer o bem ou o mal salvar uma vida ou arruiná-la então ele vai começando a quebrar essa lógica coletiva né e TZ o mal para uma outra dimensão né quando ele fala das Crianças eh que vão eh ter eh recebidas no reino de Deus né no meu nome né aquele que recebe uma criança com essa por causa eh do meu nome recebe a mim diz o Cristo né mas se alguém escandalizar essa criança né E e aí né eh e e e ele compara daí a essa situação é é melhor pendurar o pescoço numa pesada mó e seja precipitado né na nas profundezas do mar né então ele vai falando assim que que de uma certa maneira o o que tá em jogo e e quando ele fala da criança né que impede a minha criança também é meu lado eh puro e e e e e e frágil de encontrar esse caminho né então se eu colher minha criança eu tô acolhendo a Jesus e tô sendo abençoado por ele agora se eu impedir a minha criança né e de Que ela

u lado eh puro e e e e e e frágil de encontrar esse caminho né então se eu colher minha criança eu tô acolhendo a Jesus e tô sendo abençoado por ele agora se eu impedir a minha criança né e de Que ela possa ter contato com e ser acolhida então eu tô de uma certa maneira fazendo algo que é que é terrível então eu vejo muito aí eh a questão da atitude do Ego e talvez por isso que a Joana também nesse próximo item vai falar eh de dessa disponibilidade com compar a criança dessa abertura paraa vida né Eh e de não ficar na ansiedade do do do do Futuro ou ou ou ou das vigências ou ou ou das questões da eh eh da da necessidade do mundo mas abrir o nosso coração como uma criança para vida para que a alegria né ela vai falar da Alegria possa se tornar algo presente em nossa vida né Eh que que uma alegria que que extrapola o sorriso Diz ela né E que é uma uma uma postura interna né uma atitude interna de leveza de disponibilidade de integração com a vida e de uma consciência realmente desse Cristo não crucificado desse Cristo Libertador que que pega a nossa mão e diz vamos também consegue Então acho que isso que que é bonito nesse nesse em aqui que ela diz que os cristãos não se utilizaram de Fugas psicológicas mas de uma livre opção sem ressentimento ou ódio A pois aceitar a realidade transcendente contidas nas palavras de Jesus então aqui é mais um ensinamento para nós né quando a dor nos bater na porta eh e não não utilizar os mecanismos de fuga Porque é importante aceitar a realidade eh como ela vem nua e crua tem umas uma um quadro muito lindo da verdade nua e crua saindo do de um poço né de um de um tanque eh e a importância de olhar para essa realidade e e entender que se Deus me colocou essa essa questão nesse momento é porque eu já tenho condição de suportar eh eh dói é difícil ten dificuldade mas eh não não usar mais a fuga psicológica Então como ela traz a cena e e e traz pra nossa vida então ela tá integrando Jesus em nossa vida então que a gente possa aceitar essa realidade que contida nas

eh não não usar mais a fuga psicológica Então como ela traz a cena e e e traz pra nossa vida então ela tá integrando Jesus em nossa vida então que a gente possa aceitar essa realidade que contida nas nas palavras de Jesus pro nosso dia a dia não para algo que eu vou ler e vou achar lá longe não ele tá aqui dentro né porque a conquista da consciência ela ela se dá a cada dia enfrentando essas pessoas né enfrentando mesmo na dor pode ser superada por meio da reflexão por isso que a consciência ajuda na no mecanismo de dor a reflexão vai ajudando e vai o ser vai conseguindo força para superar aquilo vai botando que é passo por passo de alguma maneira começa ali cada passo da sua vida leva o a metas a brevemente programada sem rotina mas também sem com a vivência de cada momento sem preocupação Pela manhã pois que para ele a cada dia basta suas próprias preocupações Então essa questão de estar no presente não é a questão eh de não perceber que tem que ter um cuidado também com com o futuro um Cuidado com a vida como um todo mas é de estar ali e que se pode como vocês estão falando falou agora que que se pode fazer nesse momento né nesse momento e a gente tem essa tendência da da ansiedade né de estar tentando antecipar e né Essa essa frustração pelo que não se sabe o que vai acontecer aí Oi Não uma outra coisa que é rápida aqui que eu queria chamar atenção O livro é de 1993 E ela diz enquanto rumem na consciência da Terra as condutas punitivas e as evocações deprimentes na área das religiões o pensamento de Jesus permanecerá em sombras conflitos perturbações né 1993 e nós não vivemos só isso nós vivemos um momento belíssimo também mas como isso ainda existe é e eu acho interessante que o Paulo mostra essa maturidade né porque justamente A grande questão aqui que é Jonatan falando éa liberado dessa imposição temerária da culpa que que acaba criando um um uma carga que impede de justamente de olhar as coisas de maneira mais honesta para nós mesmos né e o Paulo como ele ele era sábio

iberado dessa imposição temerária da culpa que que acaba criando um um uma carga que impede de justamente de olhar as coisas de maneira mais honesta para nós mesmos né e o Paulo como ele ele era sábio nisso né quando eh ele fala né que que eu se se faço que eu não quero eu reconheço que a lei é boa mas não sou mais do que eu pratico a ação dele começa a falar que que que que que ele sabe que ele tem um bem na hora de praticar o bem ele não consegue e pratica o mal que não quer né Ora se eu faço o que não quero diz ele né já não sou eu que estou agindo e sim o pecado que habita em mim então ele consegue eh reconhecer que que ele não é perfeito e que e que que tem um uma parte dele que é genuína que quer fazer o bem que é honesta Mas tem uma parte dele que quando se coloca não reflete ainda aquela a intenção e que ele vai ter que est ali convivendo né com esse pecado que habita nele que diz ainda né mas que faz parte do exercício eh da da da da caminhada dele e não é fugindo disso que ele vai resolver então ele tá assumindo essa realidade né como algo que é inevitável que faz parte né e de uma certa maneira aprendendo então né não essa sombra mas poder estar com ela pertinho reconhecendo quando acontece para poder entender compreender e buscar daí novas possibilidades para que esse bem que ele quer possa Realmente cada vez mais alcançar o seu êxito Então eu acho que e com toda a grandiosidade do Paulo ele soube eh né Eh n nessa ética dele né a a capacidade de poder suportar essa esse lugar né que ele ainda Sabia que não encontrava que era lugar de perfeição que não era del eu acho que aqui no finalzinho ela fala uma coisa que sem essa semana ultrajante ainda se referindo à paixão né sem os conteúdos da ingratidão que foi apresentada durante toda a história eh a gente não teria Então olha outra coisa importante daa gente fixar a a morte estóica de Jesus demonstrando a consciência dele e da imortalidade da Alma então olhar para essa cena tirando toda essa questão eh difícil da Paixão

ha outra coisa importante daa gente fixar a a morte estóica de Jesus demonstrando a consciência dele e da imortalidade da Alma então olhar para essa cena tirando toda essa questão eh difícil da Paixão mas a a um hino eh da imortalidade Então ela diz que foi um hino A solene eh solene a vida por meio da Ressurreição do retorno ao Convívio com os amigos e com a humanidade arrenda que ele veio libertar amando paciente e Alegre a importância da alegria né conhecer os limites as deficiências dos que marchavam na retaguarda então Eh isso para mim também nos dá uma uma outra questão Quando a gente tiver passando Pelas nossas paixões e Pelas nossas crucificações como Cristo ficado entre os dois pares de opostos entre o que é certo o que eu devo fazer o que eu não devo entre essas questões que nos rasgam ao meio a importância da gente pensar que apesar de tudo isso apesar da dor existe sempre algo de aprendizado né então é importante olhar a serviço de que essa dor Vem então para mim essa eh esse olhar de mudar o olhar da paixão é mudar o olhar das da nossa forma de olhar para dores que a gente ainda traz né Muito bem gente então lembrando para você que a gente continua no capítulo TR E então dando continuidade a Capítulo a gente vai trabalhar o item infermidade e cura agradeço aí a Guadalupe e Adriana e convido a todos a permanecer conosco no próximo encontro para continuar o nosso estudo um grande abraço a todos que Jesus abençoe nos em favor dessa nossa caminhada

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