T6:E23 • O Ser Consciente • Conquista de si mesmo (Parte 02)
No último episódio desta temporada, Gelson Roberto, Adriana Lopes e Guadalupe Amaral concluem a análise do capítulo dez "Conquista de Si Mesmo", abordando o último tópico intitulado "A Conquista de Si Mesmo", encerrando assim o livro "O Ser Consciente". Neste capítulo final, a autora espiritual Joanna de Ângelis enfatiza que a conquista de si mesmo é uma batalha interna que está ao nosso alcance, embora o maior desafio seja a aquisição da consciência. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #serconsciente #conquistadesimesmo
bem-vindo amigos nesse momento especial do nosso estudo da série psicológica Joana De Angeles nós estamos estudando no momento último capítulo conquista de si mesmo e hoje vamos trabalhar Justamente esse item o item a conquista de si mesmo que é o último item do Capítulo 10 Estamos aqui com a Adriana Guadalupe para colaborar conosco nessa finalização do livro o ser consciente bem-vindas Então nesse momento especial de encerramento do capítulo do livro eh querem falar algumas palavrinhas an a gente começar o nosso debate acho que é sempre bom né ter fazer o encerramento de um livro e ela tem todo uma classe na escrita né para fazer esse fechamento nessa grande síntese então é um capítulo muito bonito onde ela consegue de uma forma ímpar fazer esse fechamento né trazendo esses eh temas todos que ela trabalha no livro inteiro e aí ela ela vai arrematando né ela vai realmente finalizando aqui o que ela já veio trazendo nesse capítulo mesmo da questão do do ter e do ser e e nos reforçando que é uma luta que depende de nós né mas isso tudo ela veio eh durante todo o livro elaborando Até que ela chega então nessa questão mais pontual da Conquista de si mesmo onde a gente então recebeu elementos para se perceber na vida como instrumento da vida participando ativamente responsável pelos nossos os e ao mesmo tempo sentindo toda essa essa condução essa amorosidade da da criação também nos nos carregando mas com a nossa parte ativa né então é muito é muito bonito o jeito que ela vai trazendo tudo isso e ela vai concluindo não só esse livro mas ela traz lá do início da série porque se a gente lembrar ela inicia o livro juse e atualidade o primeiro capítulo trazendo a ideia né de que o processo de evolução é um grande desafio e aqui ela inicia o capítulo dizendo que o grande desafio do processo de evolução é a aquisição de consciência né Então veja ela transita por esses temas da série e vai trazendo um e ele vai tá conectado com o outro e quando a gente vê é como se ela tivesse
do processo de evolução é a aquisição de consciência né Então veja ela transita por esses temas da série e vai trazendo um e ele vai tá conectado com o outro e quando a gente vê é como se ela tivesse tecendo né um grande fio onde é toda a proposta da série psicológica então aí a gente entende por que a aquisição da consciência demanda tempo e pra gente entender isso eu busquei lá no Triunfo pessoal uma definição dela de consciência porque senão a gente pensa assim ah mas eu tenho consciência como que a consciência vai demandar tempo né ela diz lá no Triunfo pessoal assim ó A consciência é esse altíssimo valor que o se self Conquista integrando todo o patrimônio dos conteúdos psíquicos existentes na realidade do discernimento além do conhecimento dos Sentimentos harmônicos com os instintos na razão bem direcionada Então essa consciência a qual ela tá dizendo que vai demandar tempo que é uma conquista né que é o grande desafio da evolução Exatamente é porque não é essa consciência egóica Mas se a gente parar para pensar é aquela consciência a qual os espíritos responderam né a pergunta 621 quando perguntavam onde tá escrito as leis de Deus na consciência então é dessa consciência eh plena que é a conquista de nós mesmos né Nós só conseguiremos essa conquista a partir do momento que tivermos esse tipo de consciência é ela ela refere aqui também né Adriana eh eu com conselho de consciência quando ela diz o seguinte né Eh quando ela tá trazendo né a a figura de Adão e Eva e o mito Então realmente da consciência né o fruto do bem e do mal então ela vai retomar esse esse mito Cristão que tá lá na Gênese né que Justamente esse momento que Adão e Eva estão no paraíso e tem á cento da qu el não devem comer e acabam eh eh rompendo com com esse pacto de obediência e comendo então da fruta Então ela ela coloca que que que isso é uma visão tem que ser entendida simbolicamente né E que de uma certa maneira esse mito representa justamente o surgimento da consciência e aí ela coloca quando o ser pode identificar o
que que isso é uma visão tem que ser entendida simbolicamente né E que de uma certa maneira esse mito representa justamente o surgimento da consciência e aí ela coloca quando o ser pode identificar o que der daquilo que não se lhe é lícito realizar saindo do automatismo do instinto para a seleção do discernimento racional representados no mito do conhecimento do bem e do mal então realmente né com esse despertar da consciência eh gera a consciência ética né Então dessa consciência dessa capacidade de nós criar um uma uma casa de discriminar discernir refletir e fazer escolhas né e por isso que ela começa a falar justamente desse discernimento do bem e do mal do ser errado no início aqui do item do capítulo que a gente tá estudando né e e uma das questões que ela coloca justamente nesse processo que começa dos instintos regulando o automatismo da nossa vida fisiológica especial mas também criando hábitos mentais a gente vai aos pouquinhos rompendo né e ela trazou uma palavrinha também muito complexa aqui né que é a o conceito de arquétipos Então ela diz herdeiro dos arquétipos remotos dos seus antepassados Acho interessante esclarecer o que que ela quer dizer com herdeiro dos arquétipos remotos dos seus antepassados pra gente poder contextualizar aqui depois no no estudo que ela tá trazendo para nós eh eu posso começar trazendo né que que é um termo que o Jung se utiliza né ele vem construindo esse esse conceito ao longo de um toda uma eh um um uma gama de estudos né influenciado pelas pesquisas dele com os pacientes influenciado por Platão e Kant e chega então na séia dos arquétipos né arqué tipós arqué original tipós padrões originais Então os arquétipos são padrões ligados ao inconsciente coletivo que representam né a capacidade de aprender e assimilar realidade então formas da gente poder aprender sar realidade que governa então e orienta nossos comportamentos e e que são universais no sentido que todos nós temos Eh esses elementos iis aquilo que é fundamental pra vida da Alma né então
aprender sar realidade que governa então e orienta nossos comportamentos e e que são universais no sentido que todos nós temos Eh esses elementos iis aquilo que é fundamental pra vida da Alma né então quando Joana fala desses arquétipos Rem mostr seos antepassados é que esses arquétipos vão sendo atualizados né ele se reveste sempre de algo novo mas aquele padrão Pode ser perpetuado então junto com os arquétipos tem os complexos complexos familiares culturais da Nação então esses arquétipos são vem lá do inconsciente coletivo né E vão sendo reforçado culturalmente geneticamente assim paraa gente e assim por diante por atavismo que ela coloca também religiosos e culturais que como a consciência de culpa que tá sendo alimentado há centenas de anos né e isso vai ficando no nosso inconsciente consciente coletivo perpetuando esse esquema mental de culpa que ela tá a aqui se referindo por exemplo no livro e essa questão né é da desse principalmente a consciência de culpa né que é arquetípico que a gente traz atavic M vida pós vida desde a dos primórdios né Eh e ele tá pautado nesses atavismos religiosos e culturais e aí a gente até Lembra daquela expressão né minha culpa minha máxima culpa onde o ser atribui a si todas as questões né de erro e aqui achei interessante que além dela trazer a queda do Paraíso Ela traz o tema do fratricídio né que é quando Caim mata Bel E aí me lembra muito de quando Jung trabalha na resposta a Jó essa ideia desse Deus Vingador desse Deus invejoso desse Deus ciumento desse Deus que prefere um filho em detrimento do outro né E aí a gente vê que um dos maiores livros mitológicos que nós temos acesso é a Bíblia né é da mitologia judaico cristã por isso que são verdades universais então quando se quando tem essas pequenas historiazinha que tinha dois irmãos filhos de Adão e Eva que de repente por ciúme um do outro porque o pai gostava mais de um em detrimento ao outro um vai e mata o outro Então veja São pequenas histórias por isso que são histórias
mãos filhos de Adão e Eva que de repente por ciúme um do outro porque o pai gostava mais de um em detrimento ao outro um vai e mata o outro Então veja São pequenas histórias por isso que são histórias mitológicas porque são temas só que eles precisam ser usado um outro tipo de linguagem na sua interpretação que é a linguagem simbólica por quê Porque o inconsciente ele não tem essa linguagem linear que o ego tem o inconsciente ele traz uma linguagem simbólica por isso Jesus falava as parábolas por isso que na Bíblia quando a gente tenta interpretar um texto bíblico concretamente ele não tem lógica alguma né mas quando a gente começa a olhar uma nancial de pérolas que ali tem simbolicamente dá para fazer um tratado em cima dessas pequenas historiazinha que estão ali que a gente acha que ah por acaso mas vejam foram todas transmitidas de forma oral uma né foram sendo contadas contadas até que alguém coloca nesse livro Por isso que é Lógico né então ela traz tanto a consciência de culpa formada E aí entra né a diz adivina punição de Deus pela rebeldia da mulher gente Deus soberanamente bom E justo vai punir a mulher porque ela foi rebelde percebe como é uma Projeção de uma sombra do humano e ele vai olhar esse pai como um pai que pune um pai que que mal trata insensato do homem né que seguiu a mulher no erro veja né então como assim que esse Deus e aí né Jesus vem mudar essa imagem desse Deus de Javé a yavé né Eh de de Jó que é um Deus eh e invejoso orgulhoso paraa ideia do Deus de Amor então Jesus muda a imagem desse ser Divino como aquele pai amoroso né e uma das coisas que vão dificultar a aquisição dessa consciência é exatamente essa consciência de culpa que a gente Guarda né E atavic M no nosso inconsciente e traz até hoje né tudo que acontece de errado no universo então a gente acha que é por erro nosso né Então veja isso é inconsciente arquetípico do ser humano como é interessante a a a riqueza dessa leitura das escrituras quando nós vemos correlacionando aqui com a Joana
e acha que é por erro nosso né Então veja isso é inconsciente arquetípico do ser humano como é interessante a a a riqueza dessa leitura das escrituras quando nós vemos correlacionando aqui com a Joana quando ela traz que cada um estagia no nível de consciência que conquistou então enquanto linguagem simbólica é bem isso que vai acontecendo conforme nós vamos conseguindo adquirir consciência através do autoconhecimento através de tudo que a mentora nos ensina essas histórias saem dessa literalidade pura né pura que muitos de nós ainda hoje interpretam de uma forma literal e vão cada vez mais indo para um mundo simbólico para um mundo onde realmente existe esse ser psíquico esse ser espiritual vendo essas coisas que da forma como né a Adre tá trazendo e vendo aí nessas parábolas nessas histórias uma forma de eh just ente se se autoconhecer se descobrir e diminuindo as projeções trabalhando também em cima delas mas não de uma forma maciça então é todo um caminho de um ser que vai ganhando consciência vai saindo da literalidade Pura Sem trabalho nenhum até uma interpretação um pouco mais rudimentar até começar a simbolizar um pouco mais até perceber e isso é muito eh natural que quando a gente V lendo eh ou né a Bíblia ou o evangelho ou outros livros A Joana né Eh nós cada vez que a gente lê vê um universo novo se abrindo porque nós estamos nos renovando e nós estamos conseguindo de alguma forma entrar em contato com questões que a gente ainda não percebia né então é é muito interessante como esse caminho da Conquista de si mesmo vai se dando é muito profundo do mito né gente ver o quanto a benfeitora vai podero extrair né o entendimento desse primeiro essa primeira imagem né de de de começo de caminhada árdua do casal Adão e Eva que representa o momento né Adão e Eva não é um casal literal como Joana coloca aqui que não tem que literalmente est falando aqui da simbólica representa um momento né da humanidade então Adão e Eva representam um um uma uma parte da da da da humanidade
literal como Joana coloca aqui que não tem que literalmente est falando aqui da simbólica representa um momento né da humanidade então Adão e Eva representam um um uma uma parte da da da da humanidade que começa a Gerar consciência ela ela vai mostrando como esse processo vai se dando né no mito no primiro momento eles inconsciente deles mesmos né então não conhecem a dor nem o sofrimento não sabe que estão nuos e parece um paraíso né Ou seja a inconsciência dá essa sensação que é um paraíso porque é realmente são regulados pelos instintos impulsos e eles não têm ainda essa capacidade de fazer escolhas o livre arbítrio O discernimento quando eles comem a ave do conhecimento vem o mal então há O Despertar da consciência né então estão expulsos do Paraíso são realmente eh rompe essa inconsciência idílica e eles começam a perceber quees são n que eles têm sede que têm fome que tem que trabalhar ou seja uma caminhada de autonomia responsabilidade e consciência consciência que implica então eu poder tomar decisões fazer escolhas e naturalmente ter os efeitos dessas escolhas então quando são esposo do Paraíso chega esse momento de começar a fazer essa caminhada por conta própria né Sai inconsciente de Deus para fazer essa caminhada e depois voltar conscientemente para Deus e aí ela fazem referência né nesse primeira organização social familiar e indiretamente ela ela eh cita né não fala exatamente em Abel caí diretamente Mas ela fala desse momento né do frao né onde um irmão matou o outro representando esse primeiro momento também onde as emoções onde esses vínculos primários começam a ser problematizado e o ser humano começa a ter que se nesse embate né das relações dos esforços das dos ciúme das paixões e e e e e e começar então num trabalho de superar esses impulsos eh emocionais que é uma varia ação dos instintos esses instintos são impulsos esses impulsos mobilizam cargas emocionais e embates que vão criar então uma dinâmica baseado né no no processo que Joana fala que eh Abarca muitas vezes né
dos instintos esses instintos são impulsos esses impulsos mobilizam cargas emocionais e embates que vão criar então uma dinâmica baseado né no no processo que Joana fala que eh Abarca muitas vezes né Eh relações de desprezo de poder que que vai gerando raiva eh cômodos infelicidade desconfiança e todo a problemática né resultante dessa dinâmica primária de relação e que isso de uma certa maneira vai Tero que se superado mas né ela ela fala que que aqu se sentia desprezada né Eh e desenvolvia daí sentimentos perversos Mas isso também de certa maneira é reditado toda vez que a gente reencarna né porque criança quando reencarna também é tomada por ainda não ter essa consciência amadurecida ela ela tá reconstruindo a identidade dela então ela perpassa o mito de Adão e Eva também simbolicamente então todos nós em cada Encarnação não deixamos de ter que refazer né esse processo iniciático de superar inconsciência né da da do bebê ali que tá no Paraíso daquele mundo de inconsciência e cuidado pela mãe né e e aos pouquinhos ele tem que se desprender desse pai e mãe Deus né da vida deles né e começar a fazer caminhada e enfrentar essas emoções e e lidar com esses processos impulsos então de certa maneira o mito continua vivo nossa vida né e e atualizado em cada em cada Encarnação nossa própria questão da da essa imagem que a mentora traz Em alguns momentos da obra da consciência como esse parto dolorido parto dorido também é algo que vem muito ao encontro do que a gente tá falando porque essa questão da consciência que nasce que é bom mas que tem esse esse preço entre aspas a ser pago né eh e e isso nos coloca nessa dinâmica de que para que a gente chegue para que a criança aa né Eh precisa a gestação né como o Sócrates dizia não tem como fazer parto de quem não tá gestando né quando fala da da maiêutica e e isso é muito significativo é preciso que a Gente Se comprometa então né porque senão realmente não não não passa não adianta ficar na zona de conforto né quer evoluir qu É mesmo né então vamos
ica e e isso é muito significativo é preciso que a Gente Se comprometa então né porque senão realmente não não não passa não adianta ficar na zona de conforto né quer evoluir qu É mesmo né então vamos lá tem uma gestação pela frente tem o parto que vai causar algumas dores mas é possível né então todo esse simbolismo que ela traz eh através também da questão da gestação e do parto eu acho muito bonito muito ilustrativo desse nosso movimento na vida né Se tu não aguentar a gestação não aguentar os eventuais enjoos ou a a porque a gestação é sempre uma surpresa né não se sabe como é que ela vai evoluir né então se não aguentar essa essa questão de não saber o o final exatamente ai vai ser menino ou menina como é que estão os dedinhos tudo isso até chegar ao Nascimento é também uma uma analogia a tudo que a gente vai passando nessa conquista do si mesmo tem que tem que querer tem que confiar tem que fazer movimento tem que saber que tem coisas que o tempo vai levar enfim né É tudo toda essa questão de do próprio parto acho muito ilustrativa dessa Conquista uh e como é bonita como ela é didática porque ela colocou exatamente nesse trecho do mito as cinco etapas para aquisição da consciência né então ela mostra essa fase do do Adão e Eva como a participação Mística que eles estavam que é esse período Inicial que o gels coloca né da indiferenciação onde não existe dor porque não existe consciência então eles estando nus ou né não não não dói não sente nada é inconsciente o ser é indiferenciado ele não percebe ele não toma consciência disso aí depois no início dessa separação entre eu e o outro né e a diferenciação entre o sujeito e objeto que é essa a quando ele começa a reconhecer bem e mal certo errado devo não devo a dificuldade de fazer escolha né Toda escolha tem o luto pela Não escolha Então aí é a Dor Desse parto porque ele é obrigado a escolher ele é obrigado a decidir aí vem o terceiro momento da terceira etapa do processo de evolução que é que são esses conteúdos projetados começa a ser
é a Dor Desse parto porque ele é obrigado a escolher ele é obrigado a decidir aí vem o terceiro momento da terceira etapa do processo de evolução que é que são esses conteúdos projetados começa a ser transferidos para uma dimensão mais simbólica e abstrata que é esse momento que a gente fala nossa mas esse Adão e Eva não é um homem ou uma mulher né um momento existencial um momento onde cada um de nós tem essa tomada de consciência até o planeta terra passa por evoluções passa por momentos conscienciais né Em cada planeta e aí vem o quarto a a quarta etapa da aquisição de consciência que as projeções vão cedendo perante as frustrações e as elaborações de eh possibilitadas pela experiência e o conhecimento aí a necessidade do parto ter dor e aí entra essa questão do quanto a Sexualidade foi colocada em pura como pe Como aquela coisa que é indevida mas Joana fala de uma forma linda não é a Sexualidade em si que é o problema mas o problema é como esse ser transita por esse instinto sexual que é um instinto assim como qualquer outro que precisa ser educado com amor com carinho né Então veja eh também aí entra essa questão de uma projeção então eu projeto na sexualidade a Sexualidade é ruim pecado não pode o ter né Então veja é projeção E aí a Quinta Etapa que inicia essa integração entre Consciente e a consciência Por meio dessa função transcendente tendo essa possibilidade do surgimento dos símbolos que vão unindo né Aí surge a imagem de um Cristo que junta Então veja bem então ela coloca ali todas essas cinco etapas do processo da aquisição de consciência e e implícita no texto né é muito bonito e e é interessante que dentro desse processo todo de consciência né ela fala então de da da da da novamente ela vai sempre se referir né muitas vezes na obra dela da importância da reencarnação como instrumento pedagógico né de amor e de Educação de Deus para conosco e que vai impondo né na própria lei de cas feit na própria dinâmica da perfeita justiça e misericórdia da Lei
da reencarnação como instrumento pedagógico né de amor e de Educação de Deus para conosco e que vai impondo né na própria lei de cas feit na própria dinâmica da perfeita justiça e misericórdia da Lei Divina vai promovendo mecanismos de evolução né Então essa consciência né bem ou mal vai sendo Talhada né pela vida Claro a gente pode como livre habito resistir a esse convite da vida mas o enta que a essa vida vai promovendo né e e provocando eh desafios exercícios constrangimento possibilidades justamente para poder né provocar e cada vez mais essa capacidade Nossa de discernir e superando a a nós mesmos nessa consciência que vai se ampliando pouco a pouco e aí ela ela coloca uma coisa bem interessante né que que de uma certa maneira eh que a pessoa já não tá mais projetando no mundo né suas questões internas porque de uma maneira esse essa consciência que a d colocou dasas de consciência né Eh passa por eu poder muitas vezes não não tá conseguindo perceber a mim mesmo e aí eh isso vem espelhado na projeção do no mundo então o mundo é um espelho de mim né e e e às vezes então eu tô brigando com o mundo né Aí quando eu eu desperto uma consciência mais profunda eu já não luto contra as coisas mas eu luto pelas coisas como diz a Joana né porque eu consigo consciente de mim mesmo justamente avaliar qualificar e selecionar né realidade que isso se dá pela função pensamento e pela função sentimento que avalia e qualifica a experiência né então todo um processo que vai sendo vivenciado aonde vou aos pouquinhos estão fixando os valores espirituais e expandindo os horizontes da minha alma né é muito bonito quando ela traz um pouco antes ali quando estavas falando que eu queria retornar nisso quando ela quando ela traz a a terra examente como sempre no sentido de um de uma escola né até eh não como um hospital sítio Mação e e ela diz eu prefiro ver claro que ela não fala assim com essas palavras como uma escola um grande local de educação isso vai muito ao encontro de toda a mensagem
eh não como um hospital sítio Mação e e ela diz eu prefiro ver claro que ela não fala assim com essas palavras como uma escola um grande local de educação isso vai muito ao encontro de toda a mensagem de Joana e também de Jesus de de nós tirarmos esse esse peso e esse amargor e essa eh autopiedade em relação à vida e à Encarnação e perceber que tudo tem essa conotação educativa né claro que nós temos podemos ver pelo lado de uma prisão podemos ver pelo lado de um hospital e e não é não é esse o problema mas é é justamente e não não é dorar né a pílula não querer ver o mal que nos habita mas é justamente assim por lente o ego está vendo isso que oportunidades ele está vendo né ele está se vendo ele e nós nós estamos nos vendo num hospital numa prisão ou numa escola né então a gente pode até estar num hospital ou numa prisão né concretamente mas é tudo é uma escola e é muito bonito isso que ela traz porque traz justamente essa chamada para para que a gente se Perceba como um ser que entende que vive que tudo que chega na vida chega para nos educar né A missão é da nossa consciência aí se volta a questão do nível de consciência que cada um habita né cada um se movimenta Enfim no nível de consciência ao qual já já adquiriu Então acho muito muito interessante ela até nessa forma de se manifestar vai formando o nosso pensamento de que não é uma escola tá aqui para aprender quem quer te punir tudo bem errou vamos reparar né então isso isso é muito interessante assim porque também trabalha a nossa culpa trabalha as questões do próprio medo né e e volta para para conquista de si e aí finalizando aqui né voltando aí pro que o Gelson já tava falando que isso aí era eu tava pensando antes ela Traz logo abaixo eh disso que que que o J estava comentando já não luta contra as coisas mas pelas coisas né e percebe-se instrumento da vida essa vida com v maiúsculo achei tão bonito quando a mentora trouxe que é que é essa questão de de caminhar com a vida na vida né Eh então acho isso muito muito bonito
e percebe-se instrumento da vida essa vida com v maiúsculo achei tão bonito quando a mentora trouxe que é que é essa questão de de caminhar com a vida na vida né Eh então acho isso muito muito bonito né essa imagem de escola tão bonita né Guadalupe porque realmente Aí a gente vê a reencarnação com as vidas sucessivas como se fosse esses anos escolares que o aluno vai né e ele eh precisa passar Jardim da infância primeira série segunda série e Assim somos nós e eu gosto quando ela fala que os mecanismos da evolução o progresso é inevitável Então se pensarmos nessa conquista de si Isso é inevitável nós vamos chegar lá mas aí ela vem convocando precisa do esforço precisa de consciência para que a gente possa acelerar o processo eu gosto quando trabalha a imagem do alquimista porque o alquimista é aquele ser eh o artífice do tempo ele acelera o tempo né então se pegarmos essa ideia né que o progresso é inevitável mas eu preciso acelerar esse tempo porque o tempo ele vai né se eu ficar aí perdendo o tempo no Tempo que passa preso nessas coisas pequenas preso na culpa preso em várias coisas que a gente se fica né esses pensamentos conforme a gente viu no livro ela falando muito da da necessidade de se libertar desses pensamentos fixos isso vai atrasando esse Progresso é inevitável mas às vezes vai demorar muito tempo então nós precisamos antecipar abreviar esse tempo né E como instrumento da vida que a Guadalupe acabou de dizer a gente faz parte da Harmonia do universo e eu gosto de olhar a palavra harmonia porque o a harmonia na música Ela tem tempo ela tem ritmo é matemático Então se é matemático ele vai ter uma pulsação ele vai ter uma uma frequência então a gente precisa se integrar nessa frequência do universo porque às vezes a gente tá muito ansioso muito ritmo muito acelerado Então calma eu preciso voltar aí às vezes eu tô deprimido ou seja meu ritmo tá muito a quem então eu preciso me integrar nessa harmonia do universo Aí sim ela fala supera a raiva por ausência de ciúme não
o calma eu preciso voltar aí às vezes eu tô deprimido ou seja meu ritmo tá muito a quem então eu preciso me integrar nessa harmonia do universo Aí sim ela fala supera a raiva por ausência de ciúme não compete para destruir né então a a competição ela pode ser até saudável mas não quando eu penso no na pessoa que eu estou competindo como um adversário não é adversário né mas trabalha para fomentar o progresso no qual engaja se realiza então o trabalho como fruto né A algo que fomenta o progresso e não mais essa ideia pessimista de algumas correntes teóricas que a gente estuda atualmente de que o trabalho é é aquela coisa ruim pesada onde aquele que fornece o trabalho é sempre uma visão de explorar de explorar pelo trabalho o o a pessoa que trabalha veja eu preciso mudar essas imagens que tudo isso são níveis de consciência quando eu me sinto explorado pelo trabalho eu paro de me proporcionar a alegria de poder estar na tarefa né Então veja são todos níveis de consciência que a pessoa pode como ela diz aqui né a conquista de si mesmo resulta desse amadurecimento psicológico né então sem maturidade o ser vai se sentir sempre explorado sempre que precisa fazer por uma coisa pesada ruim então todas essas formas de pensar são níveis diferentes de consciência por isso que ela fala aqui que que o homem é o senhor do discernimento né Então ela tá fazendo Justamente esse processo né de como essa caminhada de consciência vai se construindo primeiro por por esse mecano de responsabilidade da qual nós não podemos fugir que Justamente a gente tem liberdade de escolha a gente tem ISO diante frente as escolhas então tem a responsabilidade que que que se impõe a partir desse movimento e o discernimento né que ela vem falando aqui bastante também que é algo fundamental E se a gente ver a palavra discernimento disere né E que é separar dividir decidir e ment que é ment meio instumento então discernimento É Esse instrumento né é a capacidade né de escolher fazer de separar ou seja avaliar ter critério juízo né para poder
ue é separar dividir decidir e ment que é ment meio instumento então discernimento É Esse instrumento né é a capacidade né de escolher fazer de separar ou seja avaliar ter critério juízo né para poder distinguir eh entre os vários elementos da vida das coisas e Então realmente a partir disso tomar uma atitude fazer uma decisão né então todo discernimento ele possui eh digamos assim eh vários aspectos que que envolvido né Ou seja eu eu tenho uma percepção da realidade né estabeleço uma avaliação e uma relação entre as várias elementos realidade trazendo dessa realidade então uma experiência uma vivência né fechando uma guest ou seja uma compreensão né então o discernimento seria esse ponto determinante né do curso do do aprendizado Onde eu consigo Então realmente perceber os elementos em volta ou dentro de mim e a partir disso eh fazer um processo de amadurecimento que a j tá pro fundo né de desse despertar da consciência desse compromisso que nós temos com a vida e aí eu me lembrei né gente de dessa caminhada de de de consciência aqui que Jona tá descrevendo aqui no capítulo da das sete moradas da da alma do livro castelo interior da Santa Teresa Dávila que ela fala então ela fala de sete estágios de consciência né que a pessoa vai vai vai construindo nesse processo de libertação né dos atavis do passado e um despertado de de Deus até chegar numa consciência de que Deus habita em mim então dentro dessa morada interior que Teresa D vai vai falando né ela fala da do autoconhecimento da escuta da decisão da presença real de Deus né que envolve oração e Quietude até chegar numa num Estádio de união e de Êxtase com com o Divino que culmina nesse matrimônio Místico né que ela vai falar que ela viveu também na na experiência psicológica e espiritual dela né e e ela e ela coloca né de uma certa forma que eh e que que que o pior miserável é aquele que vive sem Deus né que não podu fazer nada de de bom e de bem sem a a a a relação com Deus né então ela fala que que esse processo
é de uma certa forma que eh e que que que o pior miserável é aquele que vive sem Deus né que não podu fazer nada de de bom e de bem sem a a a a relação com Deus né então ela fala que que esse processo todo de tomada de consciência não não deixa de ser a consciência que nós somos a morada do divino que tem muito a ver com essa visão do Jung né do self que vai sero despertado com a consciência esse ego vai eh eh ampliando a Sua percepção e reconhecendo esse o ní de realidade mais profunda onde ele possa servir o que é maior que é justamente A Essência espiritual e o divino que habita cada um de nós então Joan de uma certa maneira vai falando de todo esse processo de superação dos instintos desse desse ego eh ainda arbitrário egoísta limitado até a conquista do si mesmo de si mesmo que envolve o querer e e e e a Teresa fala que o primeiro estágio das moradas da alma é justamente assumir que a gente quer Deus né assumir que a gente que assumir conscientemente essa busca de Deus em nós e essa consciência maior acima de tudo né amplia O que a gente estava conversando no início da questão da consciência ética porque aí sim né esse discernir e esse assumir e entender a a nem é questão de necessidade né mas o nosso caminho natural que nós eh de estar com Deus querer né vivenciar tudo isso faz com que a gente viva daí de uma forma que que as escolhas a partir desse discernimento vem de uma consciência ética que percebe todas percebe a natureza a si ao outro e aí faz as escolhas eh de uma forma realmente ligada ao self né não egoística não equivocada e sim dentro dessa dessa síntese do que é uma uma consciência vivenciando né o todo e eu só ia trazer essa questão que referente ao querer aí aqui embaixo ela exemplifica né ela fala que Francisco de Assis quis né ele conseguiu Aí ela fala que vários Apóstolos do bem da Ciência da Fé do pensamento e da ação né Principalmente ação quiseram e conseguiram então ela convida ela faz esse convite que a gente possa querer né que a gente possa desejar e ela traz
os do bem da Ciência da Fé do pensamento e da ação né Principalmente ação quiseram e conseguiram então ela convida ela faz esse convite que a gente possa querer né que a gente possa desejar e ela traz Jesus né dizendo que eh se a gente quisesse basta empenhar e se integrar na realização que a gente vai conseguir né aí ela diz que homens e mulheres anônimos entregaram-se aos ideais e lhes vitalizar as existências superando-se e autoc conquistando-o né E essa conquista de si mesmo então está ao alcance do querer para ser do esforçar-se para triunfar e do viver para jamais morrer lembra muito Francisco de Assis né lembra muito a oração do São Francisco né que é morrendo que vivemos paraa vida eterna mas com essa consciência de que realmente nós nós necessitamos dessa mola que é o querer a pessoa pode tentar ajudar mas se a pessoa não quiser ela não segura dessa corda que eu jogo e um ponto importante esse processo todo a Joana coloca que essa postura te tá inteiro na vida né o eh que esse ser né que essa busca do ser que Adriana tá colocando aqui né o querer para ser e o esforço para triunfar começa por esse essa consciência de que eu tô na vida fala fala descobre a vida né que que é descobrir a vida parece uma coisa tão óbvia né descobre a vida Puxa mas que que que ela quer dizer com isso que a gente tá naquela consciência de sono que ela falava anteriormente né uma consciência não desperta e que aí é uma vida fisiológica automática então descobrir a vida é reconhecer todas as dimensões e potenciais da nossa existência e consequentemente como ela disse que nós então se encontramos vivo né E se encontrar Vivo é uma abertura para afetar e ser afetado pela vida né conhecer que too M sou sou afetado pelas várias circunstâncias realidades e possibilidades que estão acontecendo eh junto a mim e que eu também tô afetando a realidade e nesse estar vivo né eu nessa nessa consciência tão desperta né nessa nessa consciência que interage que faz escolha que realmente é senhor do SIM da da do não
e que eu também tô afetando a realidade e nesse estar vivo né eu nessa nessa consciência tão desperta né nessa nessa consciência que interage que faz escolha que realmente é senhor do SIM da da do não se movimenta de maneira lúcida né Eu vivo por inteiro o meu presente né então que é que é algo que que dioniso né o deus dioniso da mitologia nos ensina que não basta eh ser né que fazer eh ter e fazer eh é um caminho para a descoberta do ser Mas para ser verdadeiramente tu tem que estar inteiro então estar presente estar verdadeiramente para que o nosso fazer ganhe sentido para nós E aí justamente joas vai colocar então que a partir disso né Essa dimensão do passado e do Futuro vão perdendo a importância no CT temporal que que vive a oportunidade presente a coração aberto grato responsável eh aproveitando cada momento da existência até essa busca de integração com a consciência cósmica né quea tá aqui referindo a consciência cósmica como realmente essa essa dimensão Divina daquela morada que Teresa fala né de que Deus eh mora dentro do nosso coração então essa coisa integração com Deus eu o pai somos um só e o Jung vai colocar isso de uma outra palavra né vai dizer que o homem é a casa onde Deus quer fazer sua morada E aí então eh a gente chega Nessa dimensão né que Paulo fala não é não é mais eu que vivo em mim mas que Jesus né que que que vive e Jesus em relação a Deus eu e o pai somos um só e assim por diante né e que culmina todos os exemplos que a colocou né de de de Francisco de Assis né aqui que ela comentou mas que eh tá ofertado a todos nós né que tenhamos força e coragem de assumir isso né E realmente dizer eu quero eu quero assumir isso eu quero realmente para a minha vida eu quero realmente pagar o preço e tá inteiro e fazer da da minha existência algo sentido e bem vivido porque se muita gente não quer muita gente como diz a j aqui ainda foge da vida e Foge de si mesmo detalhe ali né Eh nessa nessa parte que estavas lendo Gelson é uma consciência a sua é uma consciência
orque se muita gente não quer muita gente como diz a j aqui ainda foge da vida e Foge de si mesmo detalhe ali né Eh nessa nessa parte que estavas lendo Gelson é uma consciência a sua é uma consciência atual fértil e rica de aspirações que busca integração na cósmica que já desfruta então nós já estamos nós podemos não sentir né então o detalhe que já desfruta nós já já estamos e somos parte dessa consciência cósmica na sua plenitude do amor Como regra né e e e como alicerce nós que temos dificuldade de sentir em plenitude e ela nesse que já desf luta deixa isso sem dúvidas né então é é que a gente se volte para nós para realmente sentir na plude e isso que que o Gelson tava trazendo é tão importante de de nós eh entendermos com coração que é o presente o momento que nós temos para para agir para fazer para viver e quando se entrega então pra vida para esse presente o tempo aí fica real intemporal e relativo né então é claro que uma coisa É nós entendermos pelo intelecto coisa é vivenciarmos isso a todo tempo mas ela traz de uma forma muito didática como disse a Adri Anes e muito clara essa oportunidade ímpar que nós estamos tendo e só um elemento que eu acho que não foi colocado mas que ela colocou de forma tão importante que essa conduta que a né Guadalupe tá se referindo agora vai proporcionar alegria né então a importância da alegria que provém da Tranquilidade da realização considerando que é sempre sempre é tempo de reparar e postergação lhe é prejuízo pra economia da sua planificação então a alegria é um sentimento tant tissimo que a pessoa precisa Se permitir sentir a gente vê muito nos enlutados né a dificuldade quando eles se percebem alegres eles se autof flagelam quase né uma autopunição porque eles sentem assim ah eu não posso mais eh ser alegre depois de uma grande perda não ela convoca né que essa sensação de consciência ela produz no ser essa alegria então a aceitação também desse sentimento que é espontâneo da Alma né se permitia isso é interessante a propósito de Joana é
convoca né que essa sensação de consciência ela produz no ser essa alegria então a aceitação também desse sentimento que é espontâneo da Alma né se permitia isso é interessante a propósito de Joana é extremamente otimista né positiva no sentido de nos convocar justamente paraa gente Para gente viver né esse caminho que Jesus nos nos aponta né que todos nós temos condições de fazer esse caminho e então ela ela tá sempre sugerindo e demonstrando pra gente o o quanto a vida ela é eh amorosa e regeneradora né a vida compõe em favor da Reconciliação conosco mesmo compõe em favor do do nosso crescimento compõe em favor de superar aquele atavismo religioso de antigamente manipulado pelas tradições eh religiosas que queriam poder ou que não compreendiam o sentido da da menagem do Cristo que fizeram da terra um Vale de Lágrimas né e Joana quer romper com essa visão negativa como se a a terra fosse só para sofrimento ali não a Terra é um é é é a morada abençoada né onde nós somos hóspedes do Criador E ele nos acolhe como todo hóspede quer ser acolhido na na casa de alguém né Com todo amor carinho e nos oferece os mais diversos recursos em benefício de todos né então de uma certa maneira a j fala assim que a gente tem que recuperar justamente ess de prazer não o prazer hedonista superficial e da da inconsciência que tá inda na na questão fisiológica mas o prazer da vida da vida espiritual da vida lúcida e plena de poder compor com esse campo de realização do espírito né e a e a e a terra é uma paisagem abençoada para todos nó nesse sentido ela é muito clara na questão da Alegria do bom humor e e de alguma e de forma nenhuma isso ela é trazido de uma forma ingênua porque ela traz as questões de somb as nossas dificuldades mas realmente já passou do tempo de nós entendermos que se Deus é puro amor né como é que a gente vai estar aqui penando nós estamos aprendendo né Nós estamos é aprendendo é uma escola é um é um pai amoroso e firme né mas mas é uma escola e ela deixa isso muito muito
uro amor né como é que a gente vai estar aqui penando nós estamos aprendendo né Nós estamos é aprendendo é uma escola é um é um pai amoroso e firme né mas mas é uma escola e ela deixa isso muito muito claro bate na mesma tecla e é mais do que hora da gente viver isso né Jesus olha Jonatas Jesus e o exemplo que foi Jesus em todos os momentos né de firmeza de fé mas de de alegria de de leveza sem sair da sua profundidade então é muito é muito reconfortante realmente transformador E e reconfortante esse esse ser consciente que ela nos convida a ir né Eh toma a a liberdade aqui de repetir né Eh aí como voltando lá pro início né o ser consciente deve trabalhar-se sempre partindo do ponto inicial da sua realidade psicológica aceitando-se como é e aprimorando-se sem cessar né e assim a gente vai seguindo nessa introdução do ser consciente mas também esse convite dela que é muito claro começa de onde está né olha o teu tamanho eh temos conquistas mas temos questões ainda para olhar então é é é simples eh leve né o julgo mas com comprometimento e responsabilidade é eu acho Fantástico trazido a introdução né do do ser consciente que a gente tá fechando o livro né E e aí ag nos remete a introdução que para mim é UMS um dos textos mais belos da Joana mais rico e completos onde ela começa a falar justamente desse processo todo né que que guard citou agora né que desse trabalho constante da qual Somos convidados a realizar e desse esse ponto inicial que é o encontro a reconciliação com nos com mos com as várias partes da gente e na introdução né Depois que guardal colocou essa passagem do do livro ali Joana continua né dizendo a importância de de desse enfrentamento desse processo de de disposição desse querer como ela colocou no final do livro né de se encontrar sem mácara né daí ela vai dizendo que o ser consciente não se julga nem se justifica não se acusa nem se culpa apenas descobre-se olha só que que Fantástico né essa proposta de Dee desabrochado ser na medida que a gente abre espaço para
e o ser consciente não se julga nem se justifica não se acusa nem se culpa apenas descobre-se olha só que que Fantástico né essa proposta de Dee desabrochado ser na medida que a gente abre espaço para esse diálogo né para esse encontro conosco mesmo para essas várias instâncias da nossa natureza e poder assim a partir disso e né Eh rompendo com padrões antigos e buscando essa identificação a partir da imagem de homem que Jesus deixou né esse homem lúcido pleno amoroso da qual Todos nós somos então convocados a viver né e em aprofundar e explorar na nossa vida muito bem mais alguma algum elemento pra gente poder ir fechando então o Capítulo e o livro é o meu convite é que quem eh está nos ouvindo nesse momento retorne e Releia essa introdução que ela é realmente linda e e ela e essa questão da do nosso desenvolvimento em espiral né Ela é uma introdução mas ela também nos traz um fechamento do livro eh muito interessante né começa de onde está tem o alto amor enfim eu gosto muito dessa parte é e lembrando aqui no final do livro quando foi citado o nosso estudo de hoje né Cada um a cada um conforme o seu ato né C no de consciência então não gente querer eh nos exigir ou criar uma uma ideação que nos afaste de nós mesmos Então a primeira condição esse processo todo é a gente poder reconhecer a nossa própria realidade nem mais nem menos nem negligenciar nossos potenciais numa autoestima baixa no desprezo por nós mesmo nem querer falsear nós mesmos querendo ser mais do que a gente é então a proposta é Seja verdadeiro Seja honesto consigo mesmo a gente não Deus não Tá exigindo uma perfeição de um dia para noite Tá exigindo essa inteireza de alma esse momento de gente assumir a nossa realidade e dizer puxa tenho tantas coisas boas tantas as coisas ainda não não trabalhadas né mas isso é minha matéria prima né Isso é quem eu sou então eu começo da onde eu estou desse nível de consciência desses recursos que eu tenho mas que é justamente o suficiente e o necessário para que eu
s isso é minha matéria prima né Isso é quem eu sou então eu começo da onde eu estou desse nível de consciência desses recursos que eu tenho mas que é justamente o suficiente e o necessário para que eu possa começar então a criar essa jornada de alma de maneira cada vez mais profunda porque a questão não há não é o que que eu tenho o que eu sou mas o que eu faço com isso N Gente de qual eu me ocupo de mim mesmo nessa minha caminhada evolutiva a sugestão da Guadalupe de retomar uma introdução é muito legal porque agora a todo o livro deu subsídio para uma compreensão mais aprofundada daquilo né então foi lido antes e agora reler vai fazer com que a pessoa aprofunde né esse todo tudo que ela entendeu E aprofundou no livro ela pode agora fazer a conclusão na e desse Capítulo eu pensei né O que era eh importante assim eu gosto de fazer assim no fechamento do capítulo eu coloquei né que lograda então diante a consciência ela é lograda diante do querer a a conquista de si mesmo resulta desse amadurecimento psicológico superando os mecanismos de fuga de transferência de responsabilidade para enfrentar-se e autocon quistar se então aquisição de consciência demanda tempo e esforço para sair desse estágio do instinto e adentrar a razão ao discernimento entre o bem e o mal e assim então se tornar esse ser consciente que é tão importante n necessário paraa transformação do planeta né é maravilha né temos aí um uma jornada bonita com a nossa benfeitora né Então vamos continuar ess estudo né No próximo livro convidando a todos nós a avançar né nesse caminho rico que ela promove em favor desse autodescobrimento desse desse ser consciente que começa então a expandir seus horizontes espirituais então nosso grande abraço a todos nosso eh carinho nossa gratidão à nossa querida Joana de Ângeles e até então no nosso próximo encontro um grande abraço a todos
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