T8:E12 • Desperte e seja feliz • Advertência de amor
No décimo segundo episódio, Gelson Roberto, Adriana Lopes e Guadalupe Amaral aprofundam-se no capítulo 12 de Desperte e Seja Feliz, intitulado "Advertência de amor". Um convite à reflexão sobre o papel do amor como guia para escolhas mais conscientes e transformadoras na jornada espiritual. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #despertardaconsciencia
Bem-vindo, amigos, a mais um encontro do nosso estudo da série psicológica Joana deângeles, estudando o livro Desperte e seja feliz hoje com o capítulo 12, Advertência de Amor. É uma grande alegria estar com vocês, rogando que Jesus abençoe e temos o prazer de ter aqui a Guadalupe e Adriana para poderem cooperar nesse projeto maravilhoso e pensarmos juntos o capítulo 12. Então, Adriana Guadalupe, bem-vindas também a esse momento especial do nosso estudo. E esse capítulo que é um capítulo muito atual, né? Porque ela faz menção direta a é esse momento que a gente vive, né? traz uma reflexão e um alerta e alguns elementos, né, práticos para a gente poder, eh, passar por essa situação de transição, de conflito que envolve o nosso planeta, né? Então, vamos pensar um pouquinho sobre o capítulo, como é que foi para vocês a leitura. Nesse capítulo, alguma para onde isso atravessou vocês, que questões você levantam a partir da provocação da benfeitora? >> Eh, olá, pessoal. Bem, o que a primeira questão que me vem é esse é o fato de que já muito tempo a gente vem recebendo essa advertência e eu gostei muito, por isso mesmo, do título advertência de amor. Joana, assim como outros espíritos nos trazem a nossa realidade e o quanto a gente tá eh olhando o que plantou, mas não em um sentido assim de uma punição, pelo contrário, com essa amorosidade onde atenua as questões, mas mesmo assim não impede que sejam extremamente graves, mas dentro de um ambiente ente de transformação, reparador, que é o que a gente tá vivendo. E a gente vem sendo advertido e talvez levando na na brincadeira, mas desacreditando do quanto seriam intensas as transformações e o quanto seriam dolorosas as questões que que chegariam. Eh, muitos de nós a gente foi passeando pela vida. Então agora, nesse momento, reler isso é mais importante ainda para que a gente sinta a gravidade do momento e ao mesmo tempo a a amorosidade, o apoio que sempre existiu, que sempre esteve ali, que agora a gente pela dor eh está
reler isso é mais importante ainda para que a gente sinta a gravidade do momento e ao mesmo tempo a a amorosidade, o apoio que sempre existiu, que sempre esteve ali, que agora a gente pela dor eh está vivenciando isso e aí conseguindo realmente absorver essas palavras que não são de hoje, né? Então, eh isso que que eu acho que é interessante em um primeiro momento prazer. >> Olá, então, muito bom estarmos aqui para estudarmos um tema denso, né? Um tema difícil e que, como a Guadalupe disse, eu gostei muito do título, né? advertências de amor. Porque veja, eu acho que numa num momento de transição planetária como esse que nós estamos vivendo, é muito difícil, né, as pessoas passarem por dificuldades. Nós estamos acompanhando a dificuldade climática, chuvas num determinado local do país, incêndio em outros, né, questões financeiras, questões de saúde muito graves, né? E eu acho que a questão mais difícil que as pessoas têm é a sensação de impotência diante disso tudo, não é? E esse capítulo para mim é belíssimo porque ela nos adverte e nos mostra um caminho de como devemos proceder diante desses momentos de tamanha dor, de tamanha angústia, de tamanha dificuldade que a humanidade está sofrendo, não apenas o Brasil. Mas se nós acompanharmos fora do Brasil também, né, o planeta todo passando por essa transição planetária tão difícil, mas que já foi, como ela disse aqui, anunciada desde Jesus, né? Então, é importante nós olharmos para isso e pensarmos que sim, tudo está certo. E se tudo está certo, nós é que precisamos nos preparar, né? com essa questão da coragem e aqui ela vai elencando como nós devemos proceder para esse momento tão difícil para que possamos ajudar na transição planetária. É interessante que nesse pré-texto, né, que sempre acompanha eh o início eh do capítulo, né, de de começar o capítulo, ela apresenta um texto anterior de introdução ao capítulo. Ela começa dizendo dessas dores que vão se avolumar na Terra, que se avolumam na Terra, né? Então, realmente é um momento
começar o capítulo, ela apresenta um texto anterior de introdução ao capítulo. Ela começa dizendo dessas dores que vão se avolumar na Terra, que se avolumam na Terra, né? Então, realmente é um momento de intensificações, de tensões e crises e e de uma certa maneira a gente vê isso psicologicamente com o aumento da da ansiedade, do estress, da angústia, eh as tensões que mobilizam reações de violência, né? desse processo que te percebe hoje em dia, eh, de de da dificuldade de lidar com os impulsos e mediar, elaborar e e uma e e uma descarga profissional muito grande, né, dos das pessoas, não só adultos, mas também jovens, adolescentes. Então, a Joana coloca que esse momento que vivemos, né, esse sujeito moderno se vê esmagado eh por conflitos que não abrandam de intensidade. ao contrário, como ela coloca aqui, isso vai aumentando num numa dimensão que coloca, né, em em questão vários aspectos eh da nossa vida. E talvez seja essa necessidade, né? Por isso que essa crise e essa advertência que a Ban nos traz é justamente eh para nos orientar a repensar, né, naquela proposta que a gente vê às vezes na nas cidades, né, quando tem uma rua sendo consertada, né, e diz: "Olha, descobre o transtorno, mas eh o o incômodo dura pouco, mas a melhoria serão para sempre, né? seja, né? Então, o que a gente vive nesse momento, talvez seja isso, um momento de transtorno, mas transitório para uma dimensão maior. Tanto é, né, que no homem integral, que a gente já trabalhou homem integral, mas eu lembro que num dos capítulos ela coloca que é justamente eh neste homem atribulado dos dias atuais que a divindade deposita a confiança em favor de uma renovação, em favor de um mundo melhor. Então, de uma certa forma, o que a gente percebe aqui na proposta da benfeitora é que, apesar de toda essa dimensão pesado, difícil, delicada, a postura dela é muito positiva, né? muito no sentido, olha, vamos não vamos nos perder, né, nesse nesse momento difícil e mais sombrio e vamos nós temos condições, vocês têm
esado, difícil, delicada, a postura dela é muito positiva, né? muito no sentido, olha, vamos não vamos nos perder, né, nesse nesse momento difícil e mais sombrio e vamos nós temos condições, vocês têm condições de superar, desde que se comprometos, né, que que envolvem o cuidado de de desse momento. Então, é um momento de que exige cuidado da nossa parte. Não sei como é que você vê isso, né, em relação ao que ela vem trazendo aqui no capítulo aqui. Eu eu achei bonito quando ela coloca aqui nesse pré nesse pré-texto, né, a eh que o sofrimento a todos alcança sem exceção. Então é isso que é importante de pensarmos, né? Todos nós, de uma forma ou outra, carregamos as nossas dores, as nossas aflições, né? Mas aqui ela ela continua, né, convidando o gorilamento e a vitória sobre as imperfeições morais. Então, eh a dor eh ela vai trazer uma uma forma bela de olhar paraa dor e o sofrimento como um convite para o aperfeiçoamento pessoal. E ela diz que essa é uma questão moral. Então esse eh eh esse sofrimento que o planeta passa é um convite para que eh de forma coletiva, né, o planeta seja trabalhado com essas questões eh morais, né? Tudo isso, porém, foi amorosamente anunciado por Jesus, que não ignorava o primitivismo da criatura humana. Então nós vemos Kardec falando, né, de do planeta de provas e expiações, onde há o predomínio do mal. Então, se há o predomínio do mal, esse primitivismo ele iria e eh evoluir a ponto de culminar como estamos hoje atravessando, né? Então, eh, Kardec e ele já falou, né, na questão da transição, eh, planetária, que se pegarmos lá em André Luiz, ele já fala que naquela época, né, muitos espíritos que naquela época já desencarnavam, já estariam sem indo para outros locais. Então veja, essa transição, ela ela ela foi lenta, né? Ela já começou de forma lenta e agora está intensificada em virtude desse primitivismo que ainda reina em nós. E o interessante é pensarmos que num planeta de regeneração ainda vai ter dor, né? Mas não é mais o predomínio da dor. Isso
ora está intensificada em virtude desse primitivismo que ainda reina em nós. E o interessante é pensarmos que num planeta de regeneração ainda vai ter dor, né? Mas não é mais o predomínio da dor. Isso que é importante da gente pensar, né? Então, que isso, essa transformação é lenta. >> Eu acho que tem um ponto que tu destacaste na voz, né, assim, e que eu acho bem importante é a questão da da moral, né, da transformação moral. Eh, porque é claro que isso nos deixam muito claro que a questão da transformação é espiritual, é moral, o quanto nós temos o intelecto já bastante desenvolvido e e as questões éticas e morais do espírito precisam ser mais lapidadas. Mas no mundo que nós estamos vivendo, eh, será que as pessoas já perceberam isso, né? Então isso é isso é algo que eh tem que tá sempre se questionando, porque são muitas atribulações que impactam, é claro, nas questões físicas, sejam quais forem, né, as as guerras, as doenças, as dificuldades de toda parte. Quem quem vive, quem vivencia eh em um primeiro olhar é o ser encarnado que tá num corpo, né, de carne. Mas esse olhar de que é uma experiência e de que a vida não acaba, ele precisa est sempre muito no alicerce da nossa forma de viver, porque a gente não se desespera, né? E o que me parece que existe muito e é da nossa humanidade, né, mas é isso, é é se perder a noção do que que tá acontecendo. Como o Gelson trouxe a Joana de Angeles, a mentora nos traz muito claro, não é difícil, mas olha realmente com olhar mais profundo, mais espiritual pro que tá acontecendo, porque o amor tá presente e é uma transformação. E nesse se perder no no nas questões da vida, é que vem daí realmente o desespero, a desesperança, aquela sensação de que tudo tá errado, de que nós estamos sendo punidos, né? Então a gente, muitos de nós fica naquela religiosidade extremamente primitiva, né, punitiva e esquece que Jesus veio nos trazer a religião do amor. E ela é muito clara em realmente hã eh ressaltar a questão da lapidação das imperfeições morais, né? E e isso
tremamente primitiva, né, punitiva e esquece que Jesus veio nos trazer a religião do amor. E ela é muito clara em realmente hã eh ressaltar a questão da lapidação das imperfeições morais, né? E e isso acho que precisa sim ficar muito muito evidente quando a gente tá transitando pela Terra. >> É realmente ela ela apresenta aqui no início, né, e que há necessidade de uma revisão de conceitos morais e de comportamento que estão estão trazendo aqui no debate, né? Mas e aí eu fico pensando porque e mais adiante ela fala do do esforço pessoal, da necessidade de ter a claridade da fé e ter a lucidez, né, de do discernimento e a persevera dessa convicção e a coragem para seguir em frente. São elementos que ela vai ir trazendo aqui ao longo do do capítulo. Então, de um lado, nós temos essa revisão de conceitos morais e comportamentais como necessário, onde ela promove a necessidade da da lucidez. De outro lado, nós temos esse homem aturdido que muitas vezes é incapaz de de discernir e que tende a a a fazer movimentos regressivos, né? Como ele tá perdido, o que que faz? a a energia psíquica regrede nesses atavios do passado que surgem, né, de maneira a dar respostas mais eh agressivas, eh mais rígidas, eh mais eh unilaterais diante de um contexto de incerteza e temor. Então a gente vai perdendo a representação psíquica dessa imagem interna essencial do self, né, da imagem divina. e da nossa conexão com a nossa própria essência, né? E de uma certa maneira as explosões de ódio, de vingança, as reações eh intempestivas, essa eh esse indivíduo que fragmentado, né? Eh, e a gente vê todo esse movimento acontecendo de jogos, de tensões entre as pessoas. E então como como eh trabalhar, né? Qual é qu como é que vocês entendem essa proposta de Joana de buscar essa lucidez? de que maneira, né, a prefeitura nos oferece eh um caminho para que essa claridade, né, da razão e da fé, eh, possa gerar justamente esse discernimento necessário pra gente poder ir avançando diante de um cenário tão confuso
efeitura nos oferece eh um caminho para que essa claridade, né, da razão e da fé, eh, possa gerar justamente esse discernimento necessário pra gente poder ir avançando diante de um cenário tão confuso e e tenso que a gente vive. Eu acho que a primeira forma que eu vejo é tá dentro daquela máxima de Cristo, né? Conhecereis a verdade e a verdade te libertará. Então, se nós compreendermos e tivermos essa certeza, essa fé de que nada está errado, né, que isso tudo é necessário pro nosso aprendizado, já vai dar aquela calma, né, aquela paz interna e a possibilidade de pedir forças e se vincular, como ela diz aqui, né, na oração. Então, ela diz que o esforço pessoal é indispensável. auxiliado pelo combustível da oração. Então, nesse momento, o ser compreendendo da necessidade dessa reforma. E aí quando a gente reforma a casa, é tudo tão bagunçado, né? Imagina um planeta todo sendo reformado. Então, a necessidade dessa compreensão da finalidade, o para que dessa reforma e a a essa vinculação a Deus pela prece, vai dando no ser essa calma e essa confiança que existe um paraquê, que existe uma finalidade na dor, no sofrimento e e o escândalo há de vir, mas ai daquele que seja motivo de escândalo, né? Então, sabermos que sim, a dor é necessária, mas não provocarmos a dor ainda mais. Isso me faz pensar muito quando eh Jung foi questionado sobre a questão da guerra mesmo, né? Eh, que como lidar com essa impotência diante de uma guerra. e ele diz que a gente vai colaborar muito eh para lidar com essa sombra coletiva. Eh, eu de certa forma trabalhar, né, esse esforço pessoal de trabalhar com a sombra pessoal. Então, é dessa forma, né, nos trabalhando, olhando para nós e tentando eh de alguma maneira contribuir com a prece, com essa pensamentos de alegria, de positividade, né, nós estaremos contribuindo de forma muito pequena, mas é uma contribuição importante para para que possamos nós dar, né, ficarmos em pé e darmos um pouco de força para aquele que está ao nosso lado diante da dor. do
ontribuindo de forma muito pequena, mas é uma contribuição importante para para que possamos nós dar, né, ficarmos em pé e darmos um pouco de força para aquele que está ao nosso lado diante da dor. do sofrimento. >> Eu eu entendo que algo que parece tão simples de falar é tão é basilar nesse sentido que é a oração realmente. E a questão é que claro esse homem atribulado às vezes, né, não consegue nem sair da consciência de sono, mas precisa realmente um esforço pessoal. Não existe aquela bala de prata que vai de uma hora para outra, né, matar todos os males e trazer o bem. Então, realmente a oração, aquela conversa, né, que todo mundo pode fazer, me parece eh algo essencial. E ela vai trazendo a questão da paciência, né, cultiva a paciência, mantendo alto e nobre o ideal da fé espírita. E isso também eh me traz muito a questão de do quanto nessa realidade líquida, né, ou enfim, eh a gente eh perdeu essa capacidade de aprender a suportar, de ter paciência, de entender que as coisas não são descartáveis, que as pessoas precisam ser vistas como elas são e elas têm muito valor para que a gente se aceite como é e não pare de se trabalhar. Tá? Então, nesse mundo super corrido, eh, a paciência também é importante, né? Eu fico me perguntando, claro, eh, como que esse start se dá e nesse homem atribulado seão pela dor, porque geralmente é num momento limite que aí aquele que tem a semente da fé no seu coração, mas que acha que não crê, é que começa realmente a despertar. Então, a maioria de nós acaba sendo assim. E aí a gente volta pra questão desse mundo em transição, desse alvorecer da regeneração, que até isso, né, essa casa que tá sendo arrumada, essa casa que a gente de certa maneira, né, ajudou a deteriorar, eh, ela tá sendo, ã, arrumada e tá trazendo justamente a oportunidade nessa bagunça da gente se olhar, né, da gente realmente aproveitar a oportunidade, né, mas eh eh me parece que geralmente ente vem, né? A gente vai orar no início, vai ter paciência quando não tem saída, né?
agunça da gente se olhar, né, da gente realmente aproveitar a oportunidade, né, mas eh eh me parece que geralmente ente vem, né? A gente vai orar no início, vai ter paciência quando não tem saída, né? E aí nós somos convidados a bom, é isso, como foi com a pandemia, né? É isso. Então, nesse limite tem essa oportunidade também. >> É claro, né, Guadup? que realmente a gente está num momento de saturação, esse colapso, né, eh ele tem que vi, ele é necessário, né, a gente, né, o Mafessoli, eh, que é um intelectual francês que trabalha essas questões atuais da sociedade moderna, ele fala sobre essa saturação. É interessante que ele relaciona essa saturação não como uma crise econômica, mas uma crise espiritual da sociedade, justamente por falta espiritual causado pela abundância de consumo. Então, o consumismo, eh, segundo ele, né, eh, cria essa falta espiritual, porque não, quando não há nada necessário, tudo tu, tu pode ser preenchido pela fantasia consumista, o superfo se torna importante. E aí, de uma certa maneira, o que vai a gente vai construindo é uma vida superficial e esvaziada. Então essa persona, esse esse homem luzório, ele tem que ser desmantelado, realmente, né? Então, por isso que por isso que é uma advertência de amor. É, e pensando no que vocês estão falando, eu acho que no título da Joana também não esquecer realmente eh da experiência amorosa da qual nós fazemos partes e ter eh realmente eh perto de nós essa ideia que eh tudo isso não é por um castigo, como estão colocando, não é por uma puni Isso é para um despertar amoroso em favor de que a experiência que é vio muito fora, né, muito para fora, possa ser trazido para dentro e a gente buscar realmente isso que tu tá falando agora, essa casa interna, né, esse Cristo como homem interior a ser realizado dentro de cada um de nós, né? E aí, eh, aqui no no início do capítulo, a, a benfeitora fala do Martirilógio, né, que ela mesmo viveu na na época de Jana de Cuza, quando ela e seus filhos foram jogados na arena
cada um de nós, né? E aí, eh, aqui no no início do capítulo, a, a benfeitora fala do Martirilógio, né, que ela mesmo viveu na na época de Jana de Cuza, quando ela e seus filhos foram jogados na arena para ser devorados pelas feras, né? E ela diz que hoje em dia, né, o cílico aumentou suas dimensões e o suplício agora são de outras formas, mas todos nós somos convocados a esse testemunho da verdade. Então, eh, é um momento realmente de desse momento de separação do joio e do trigo, aonde cada um é chamado, então, a esse confronto consigo mesmo e e essa posição que eu eu acredito nesse amor divino, eu assumo minha responsabilidade, minha capacidade de de me transformar e passar por esse processo ou eu vou infantilizar ou eu vou negar e vou buscar subterfúgios cada vez mais primitivos e ilusórios para não ter que olhar para essa realidade. E é importante quando ela diz aqui, né, na simbologia profética, ele caracterizou as horas terríveis, vestindoos de alegoria e e a gente viu muito, né, a alegoria do fim do mundo, né? Então, eh, as pessoas acreditavam: "Ah, o mundo vai acabar, né? O mundo vai acabar". E aí tinha uns filmes, eh, onde tinha aquelas, eh, realmente vinha aqueles cataclismas e o mundo acabava. eh uma série de filmes e aí vinha na arte, na pintura, na na, né, imagens retratando esse fim de mundo. Então isso tudo é uma alegoria a esse momento de o final de uma era, né? Então, não é um final concreto, mas simbólico, em que cada um de nós vai viver o fim de um processo em nós para que um novo processo possa dar a entrada, por isso, da necessidade desse eh eh eh eh de forma pessoal esse esforço para que cada um lide em si com as suas dificuldades. E aí isso refletirá fora, lidando com essas questões dessa violência externa, como eu quero diminuir a violência fora se eu ainda reajo. Ela coloca muito essa questão, né, que nós devemos agir e não reagir. Então, a reação ela está sempre baseada, calcada no instinto ainda, né? Nós somos muito reagentes. Uma pessoa
a se eu ainda reajo. Ela coloca muito essa questão, né, que nós devemos agir e não reagir. Então, a reação ela está sempre baseada, calcada no instinto ainda, né? Nós somos muito reagentes. Uma pessoa fala uma coisa, pronto, eu já reajo, eu já eh de forma instintiva eu vou emitir um comportamento a esse nesse nível. Então essa alegoria, ela mostra sim essa necessidade de uma mudança vibratória do planeta, mas o planeta reflete os seus moradores. Então cada um de nós deve se esforçar para manter a nossa vibração, né, também elevada, por isso da questão da oração. Porque quando eu estou conectada com Deus, com os espíritos superiores, eu me conecto fora. Ao mesmo tempo, eu me conecto com essa agudi, com esse Deus em mim. E a partir daí a minha vibração é diferente do que aquela só estar no mundo, só nesse movimento externo do mundo e para o mundo, né? Então, precisa algo encerrar em nós para que esse mundo acabe em nós, para que o novo possa eh iniciar um novo momento de de evolução em nós. é um e é um momento nós também enquanto eh trajetória individual, mas ligados coletivamente, como ela diz, como se fosse um grande, enorme corpo psíquico, espiritual, onde um impacta eh no outro. Então, essa questão da vibração, ela é tão importante e eh eu acho interessante porque já não é de agora, mas cada vez mais isso tá sendo colocado na mídia, que também tem um lado nefasto, mas tem um lado muito bom, né? E a gente precisa saber usar. Então, cada vez mais se vê esse movimento também do quanto é importante o pensar positivo, do quanto os pensamentos negativos impactam nas doenças do corpo físico. E a partir dessas questões do próprio corpo físico, que é o nosso instrumento aqui, as pessoas vão despertando para algo que antes era tido eh como até uma uma forma pejorativa de ver a ciência, seja psicológica, eh médica. Então isso já tá disseminado. Eh, nós precisamos ter esses olhos de ver, porque por todos os lugares vão existir ainda espíritos vibrando, né, uma animosidade, enfim, ainda um pouco
lógica, eh médica. Então isso já tá disseminado. Eh, nós precisamos ter esses olhos de ver, porque por todos os lugares vão existir ainda espíritos vibrando, né, uma animosidade, enfim, ainda um pouco aturdidos com tudo isso, mas muita coisa tá sendo dita em um momento que a gente já tem essas duas realidades convivendo, né? E aí para que lado a gente vai olhar? Então, realmente, eh, é muito interessante o quanto o quanto tem saído na mídia, né? Eh, até saiu esses dias, foi agora em agosto, uma pesquisa de uma de uma americana, de uma revista que fala sobre sério, do córtex, sobre estudo sobre as diferentes formas de amor e como elas impactam na saúde das pessoas, né, mental. Então, que olha que que coisa linda, quanto que se teria isso na ciência, entre outras coisas. E realmente o vibrar positivo, ele não traz nada de ruim, mas por outro lado ele traz muitas coisas boas para nós pelo impacto que tem em nós e no mundo. E parecem coisas tão simples, mas não são simples, né? E e uma uma questão que ficou um pouco para trás, mas que eu queria contribuir quando o Gelson trouxe ali a questão dos padrões, a questão da da realidade que a gente vive, do consumismo, para que a gente se alerte, né, que que não se consome só bens materiais. O o B fala um pouco disso também, acho, né, muito, mas ele traz ali na na no livro dele, Realidade Líquida, o quanto a gente consome padrões, né, e o quanto a gente acaba querendo. E aí eu volto para um lado que não é legal da mídia, mas o problema, né, eh, é é como nós vemos, a gente acaba querendo eh consumir até padrões de comportamento. E isso muitas vezes quem quem tá mais ligado à religiosidade, espiritualidade e e abre mão de muitos bens materiais, eh, de um viver mais simples, muitas vezes não percebe que se conecta em um outro lugar que também não é interessante, tentando consumir padrões e ainda perdido ali, né? Então, realmente, essas armadilhas que nós colocamos em nós eh de ego, né, elas muitas vezes elas são um pouco mais elaboradas e a gente acha que abriu mão
do consumir padrões e ainda perdido ali, né? Então, realmente, essas armadilhas que nós colocamos em nós eh de ego, né, elas muitas vezes elas são um pouco mais elaboradas e a gente acha que abriu mão de um carro melhor, de uma casa isso, do emprego aquilo e tá consumindo um padrão que é coletivo e que não compõe porque ele não é interno, né? >> É interessante essa questão da liberdade, né? Porque realmente eh eh acho que a gente não conseguiu lidar com essa liberdade, né? eh com o nosso livre arbítrio, exercício do livre arbítrio e a expansão do indivíduo nessa busca de autonomia, a gente foi assentando a nossa vida eh muito a nessa nessa ânsia que todos nós temos, né, de ser feliz e e no fundo todos nós queremos ser amados, mas não compreendemos esse caminho, esse caminho que Jesus nos deixou. esse caminho de de verdadeira libertação e e o significado maior do amor. Então, é essa o resultado que essa liberdade e essa busca de de felicidade foi realmente socado para a cultura do do consumo, como tu falou, né? Não só consumo de bens materiais, mas consumo de padrões, onde o individualismo eh eh se tornou cada vez mais presente, né? o o individualismo e o hedonismo é o culto do corpo, do prazer. E isso realmente me parece que chega a esse momento, né, que de indefinições incerteza, porque a gente foi fez muito esse movimento e onde a gente chegou, né, chegou num momento aonde eh nós não sabemos como lidar com a realidade, com a vida, né? A gente tá realmente confuso. E e aí que nem criança botando a culpa um no outro, né? Foi fulano, não, foi o ciclano, ó, né? Quando as crianças fazem arte, né? E aí veio o pai chamar atenção, ninguém quer assumir a culpa e um fica empurrando a culpa para outro. A gente acaba fazendo isso, né? Em vez de assumir essa proposta da benfeitora, né? de realmente eh reconhecer a nossa responsabilidade, né, e e buscar essa e esse roteiro seguro do Cristo nessa dimensão espiritual que o Espiritismo nos oferece, né, que que é o o processo dos valores espirituais, morais que vão
nossa responsabilidade, né, e e buscar essa e esse roteiro seguro do Cristo nessa dimensão espiritual que o Espiritismo nos oferece, né, que que é o o processo dos valores espirituais, morais que vão realmente me dar o norte, né, um fio de areiade nesse labirinto que é esse momento da vida social e moderna que a gente que a gente tem tá enfrentando agora, né? E aí uma das coisas que ela fala é a paciência. Então, quando eu começo a falar cada ponto aqui, a paciência, não reagir pelo hábito de das reações e eh intempestivas, não, cuidado para não perder a fé. O que que eu acho que ela tá propondo pra gente, né, gente? Eh, eh, é um compromisso com a vida, né? Eu acho que tem aí, né? Mas é uma ética do cuidado, porque amar é cuidar. E e a gente não sabe eh a gente percebeu que a gente não sabe cuidar um do outro. A banalização da vida, né? Ah, eh, a gente se coloca nesse excesso de risco, né? uso abusivo de substância, a violência, a vida que tá tão assim, eh, não vale nada, né? As pessoas matam umas outras, é um assalto já a pessoa já atira, às vezes é para roubar uma coisinha de nada, né? Ou porque a pessoa é infeliz que vai matar o outro, ou porque ou vai abortar, né? simplesmente porque o corpo é meu. Ou seja, todo esse discurso eh que que sustenta esse essa esse delírio individualista e que aponta na nossa incapacidade de viver essa ética do cuidado. Então, para mim, o que a Juna propõe aqui no capítulo é: vamos aprender a cuidar, a cuidar um dos outros, a cuidar de si. e ela oferece alguns elementos eh para que esse cuidado possa ser realmente efetivado na nossa vida. Não sei o que parece para vocês, mas eh me veio essa ideia, né, dessa ética do cuidado aqui. >> Eu achei tão bonito, eu não tinha pensado assim, né, tão verdadeiro e tão tão bonito. Realmente é algo que a gente precisa precisa aprender para nós e pros outros em geral. Mas muito interessante mesmo. >> E e aí que entra a questão da coragem, né? Porque se pegarmos o sentido etimológico da palavra coragem, seria
precisa precisa aprender para nós e pros outros em geral. Mas muito interessante mesmo. >> E e aí que entra a questão da coragem, né? Porque se pegarmos o sentido etimológico da palavra coragem, seria cor que vem de coração e agem que vem de ação. Então esse a esse cuidar de si, cuidar do outro, ele pressupõe esse agir com o coração. Então eu vou cuidar com o coração, eu vou cuidar com o meu amor, com o meu carinho, como se fosse uma planta que precisa, né, da água, que precisa do do adubo, que precisa desse dessa energia mesmo, né? Então essa consciência da fé, ela proporciona essa harmonia da paz e aí ela vai gerar felicidade, porque ninguém consegue realmente ser feliz sozinho, né? Ele precisa do outro. Então, eh nós, é nesse momento de transição que, eh, eh, cuidando de si com essa amorosidade, nós estaremos, então, fazendo esse exercício de conexão entre as criaturas, entre os seres, entre os animais, as plantas e e com essa consciência eh da natureza, consciência ecológica, consciência da água. Então a gente precisa, né, dessas questões para poder então exercitar o que a Joana nos coloca, que é realmente essa advertência de amor. Então o amor como essa energia de conexão que nos conecta uns aos outros, principalmente ao planeta, né? Ela e ela traz tão tão bonito quando vai dizendo então abaixo, né, que nenhum tesouro se equipare ao bem-estar da consciência reta e pacificada em harmonia com os decretos divinos. E vai daí trazendo eh essa frase abaixo que eu achei linda, amando o bem no lar, nos grupos sociais de trabalho religioso e na comunidade, o cristão é uma carta viva de Jesus. Então é muito eh isso na prática lá, aquilo que a gente perguntou, mas como é que como é que faz, né, para que a gente seja essa carta viva e vá realmente cada coisinha que vai aparecendo na vida, cada momento, né, realmente estando ali naquele presente, eh, muitas vezes em uma resignação ativa, como a mentora traz, outras vezes realmente mente usando mais de impulso e e coragem, mas
o na vida, cada momento, né, realmente estando ali naquele presente, eh, muitas vezes em uma resignação ativa, como a mentora traz, outras vezes realmente mente usando mais de impulso e e coragem, mas estando ali e percebendo o que que a vida quer me dizer com isso, como é que eu vou me relacionar com essa situação, o que que eu vou absorver disso, o que que eu vou dar de mim, quando eu vou pedir ajuda, quando eu vou ajudar, será que eu posso fazer isso tudo junto? Porque na verdade tudo acontece ao mesmo tempo. Então é esse estar, né, ali naquele momento no mundo, né, mas sem, como né, a gente diz, a individuação, sem se identificar com o mundo, mas agindo e sorvendo, né, aquela coisa, aproveitando da vida, mesmo quando quando é duro, porque sempre vai ter aquela amorosidade, sempre vai ter aquela mão nos acolhendo. e alguém olhando por nós. >> Eu queria chamar atenção para dois elementos que ela traz. O primeiro é avançar é a meta. Ela coloca aqui seguir sempre a diretriz. Então essa aqui toda a coragem, né, que que a Adriana colocou. E eu vejo realmente um dos grandes perigos essa onda, né, de eh desamparo, esse desânimo, né, as depressões, o suicídio, o medo, né, que o Balmon coloca, né, que o medo é um dos sintomas mais presentes da nossa sociedade atual, né, nas patologias do vazio, entre outros sintomas, né? Então, eh, então de um lado a gente tem essa, eh, essa atmosfera, né, de um, de, de de falta de perspectiva, desse mundo que parece não oferecer, né, uma saída. E muitas pessoas vão caindo nesse pessimismo, né, nessa nesse padrão de de negativista. E e a gente vê as pessoas realmente num estado de que de existência, né? de de que indiferença ou de eh ou de se de autoabandono. Então, e aí a questão da importância dessa frase de Joana de do avançar como meta, né, de não perder o nosso foco e o nosso compromisso de adiante. E outro ponto que ela coloca aqui que ela fala da da importância de renunciar à presunção e ser simples, né? Então, e interessante ela trazer isso, né? O que que ela quer
nosso compromisso de adiante. E outro ponto que ela coloca aqui que ela fala da da importância de renunciar à presunção e ser simples, né? Então, e interessante ela trazer isso, né? O que que ela quer dizer em em e na de realmente renunciar essa eh essa presunção, o que que ela quer dizer em buscar a simplicidade, né? Eu fiquei pensando nesse nessas fras nessa colocação da benfeitora, né? é que realmente nesse momento de da pessoa se aturdir e perdida, né, eh, na busca dessa anseio de preenchimento, né, seja por amor inconsciente, de reconhecimento, né, eh eh meio que também nesse gostinho amargo de buscar tantas coisas de consumo e não sentir de realmente uma consistência interna, né? Eh, esse homem atual se se vê vitimado pelo conflito. E aí, em vez de de assumir essa derrota, né, e buscar essa simplicidade, porque as coisas do Cristo são simples, ele se mascara mais ainda, né? ou se mascara, ou busca essa fantasia de poder e de sucesso, ou estado narcisista na contemplação de uma hipervalorização da sua imagem. Então, a gente vê que que que a saída que o ser humano tá tá buscando muitas vezes se distancia realmente de um processo que vai resultar no autoencontro e na transformação. Então, e buscando essa fuga e se alienando cada vez mais. Eu acho bem importante essa colocação aqui da de Joana, né, da da da da de renunciar à presunção. Puxa, vamos assumir que eu tentei e não deu certo, né? E vamos abrir mão do orgulho, da onipotência, de achar, de que ficar teimosamente sentindo que o caminho é esse, né? E aí essa simplicidade de coração de reconhecer, né, que que são coisas simples, né, que a gente foi perdendo de olhar melhor o outro, de uma conversa sincera, de um momento para parar, né, de realmente buscar certos sabores da vida que são também simples e que a gente vai e abdicando em nome de uma fantasia irreal. que que é essa ilusão para nós, né? >> E Jung já dizia, né? E como é difícil ser simples, né? Então ele, a gente viu que no final da vida dele, ele tira até
e abdicando em nome de uma fantasia irreal. que que é essa ilusão para nós, né? >> E Jung já dizia, né? E como é difícil ser simples, né? Então ele, a gente viu que no final da vida dele, ele tira até a luz elétrica da casa. Para quê, né? Não é porque ele queria economizar eletricidade, não, mas é que ao lidar com esse exercício, né, de tirar a água do poço novamente, era uma forma de nessa simplicidade ele se conectar com seus valores internos. E às vezes a gente por essa astúcia, né, que o momento atual nos convoca, a o ser ele ele eh ele ele vai por um movimento de fuga, então ele fica perdendo tanto tempo no que que ele vai usar, o que ele vai comer, que carro que ele tem para não pensar em si mesmo, né? E aqui entra uma questão muito importante que ela fala: "Não te permitas contaminar pelo bafio pestilento da loucura que nos atinge, né?" Então, ó, isso daí, essa contaminação psíquica, ela vem exatamente porque nós perdemos essa simplicidade, porque nós perdemos essa capacidade de parar, contemplar um pô do sol, ouvir uma música de forma inteira, né? Eu ouvi a música, não é ouvir com ouvido, é ouvir com a alma, com os poros psíquicos e vou poder sentir a música em minha alma. Então, veja, nós perdemos isso. E aí, ao eh, em vez de nos contaminarmos com o amor, com alegria, com a caridade, que é essa carta viva, olha que interessante, uma carta traz em si uma mensagem escrita. E quando nós somos o cristão, né, a carta viva de Cristo, nós, pelos nossos comportamentos e sentimentos, eh, propiciamos que o outro se contagie com esse sentimento de amor. Isso é ser carta viva, é que a pessoa possa se contagiar com a minha atmosfera, assim como eu possa me contagiar com a atmosfera do meu irmão, daquele que tá ao meu lado. Então, veja, né? Então, que a gente consiga nesse momento de parar, de respirar, de contemplar, sair dessa contaminação psíquica que a sombra coletiva desperta em nós, né? A gente deixa de ser indivíduo e se torna massa. Por isso que aí vem a questão da perda
e parar, de respirar, de contemplar, sair dessa contaminação psíquica que a sombra coletiva desperta em nós, né? A gente deixa de ser indivíduo e se torna massa. Por isso que aí vem a questão da perda de sentido, o suicídio e tanta coisa que nos atinge, que nos atropela. Ela usa aqui o verbo atropelar, né? Nós somos atropelados por essas questões que estão ao nosso lado no dia a dia, estão ao nosso lado e nós estamos sujeitos a também ser visitados, né? Então isso tem muito a ver com essa com essa questão de de termos ali a a humildade junto com a fé para perceber que a gente não tá fora disso, não é lá nele, né? Não, nós fazemos parte disso. E isso me me vem muito eh ao encontro dessa frase que ela traz. Eh, vigia, quando ela traz para orar, né, ora e ora mais, né, e mais um pouco, trazendo a questão da da simplicidade. Mas quando ela nos diz para vigiar mais, advertido quanto ao rolo compressor que avança inexorável, esmagando os distraídos. Então, também precisa eh essa vigilância, eh que a gente fuja da ingenuidade, que a gente entenda então eh saiba transitar entre esses polos, né? Eh, uma coisa é tu trabalhar procurando o bom, o belo, a caridade. Outra coisa é ter uma ingenuidade que não percebe eh a complexidade do mundo e inclusive o quanto tu pode ser atingido por ela, né? Eh, que daí não é só ingenuidade, a gente traz arrogância junto, essas questões, mas que é esmagando os distraídos, né? Então, que a gente não se distraia. Uma coisa é relaxar, ouvir uma música, como a Adriana trouxe. Quanto mais a gente tiver conectado com isso, menos distraído a gente vai tá, né? Porque eh isso não é uma distração, é uma conexão, não é desse tipo de distração que se fala, mas porque senão nós vamos ser esmagados, né? Que a gente não se iluda que tá pronto, né? Nós estamos juntos e de mãos dadas que a gente vai paraa frente, mas um puxa o outro. Nós nós não não estamos nessa missão de salvar a terra, né? Nós fazemos parte, eh, como eu trouxe antes, de um grande corpo eh psíquico,
e mãos dadas que a gente vai paraa frente, mas um puxa o outro. Nós nós não não estamos nessa missão de salvar a terra, né? Nós fazemos parte, eh, como eu trouxe antes, de um grande corpo eh psíquico, espiritual, onde tá todo mundo ali envolvido. E nesse processo, né, de de do receio, de se contaminar, né, e de vigiar, né, para gente não ser tomado pela por essa onda, né, pesada. Uma das coisas que é importante nessa ética do cuidado é realmente parar, né? Porque tem tem tá em excesso eh os próprios as crianças e adolescentes hoje em dia a todo momento, né, na nas mídias sociais, na na no computador ou no celular, consumindo consumindo imagens, informações, mas não digerem, não elaboram e se vinculam só nesse mundo virtual. e não sabe se relacionar nem consigo nem com o outro. Então a gente vai perdendo eh realmente essa capacidade de parar, de realmente se vincular verdadeiramente a outra vida naquilo que é essencial, né? Então por isso que Joana vai falar uma série de de de afirmativas aqui, né? de de não não tá no jogo da agressividade do mundo, eh de não querer ficar preso no jogo também dessas forças eh geradoras de malignidade, né, que se a gente for sucumbir, é para sucumbir na vivência, né, do amor para a glória do serviço a Deus, diz a prefeitura. Ou seja, né, que a gente possa, né, realmente eh, nos mantermos comprometidos com a caridade e com o bem, né, nessa carta viva aí que que a Adriana eh sublinhou, né? Então, eh, é importante, eh, a gente tá com isso sempre muito presente, muito atento, porque é fácil a gente se perder nesse jogo todo que acontece no mundo, né? Eh, e porque a benfeitora vai falar, né, que os tempos estão aí, né, são chegados, mas que a gente tem que realmente tomar consciência, recordar que Jesus está conosco. ele vai à frente iluminando o nosso caminho, nos dando suporte, iluminando assim os passos e eh dando também a motivação, né, de de de avançar na certeza da vitória, né, como diz ali, como comente, avançar é a meta, seguir sempre
nosso caminho, nos dando suporte, iluminando assim os passos e eh dando também a motivação, né, de de de avançar na certeza da vitória, né, como diz ali, como comente, avançar é a meta, seguir sempre é a diretriz. Então eu acho que é muito bonito esse texto, né, da prefeitora. Parece um texto muito assim comum, né, mas a ao momento da atual, um texto que que a gente vê em outros autores, mas se a gente lê com cuidado, né, a gente vê assim é realmente um um elementos fundamentais e e que nos ajudam realmente a ter esse norte e essa clareza diante desses tempos de incerteza e de confusão que a gente vive. E aí, Adriana, mais alguma coisa, né? >> É, eu acho que ele é um texto tão profundo que realmente tem hora que a gente fica, né, prestando atenção no que ela traz e e eu o que eu acho muito bonito é a possibilidade de ação que ela nos convoca, né? Nós temos uma possibilidade de contribuir num momento de dor. E às vezes a gente acha que não, né, que tá tudo tão tão difícil. E eu vejo muito, né, o suicídio que tá tão, né, os números a muito muito elevados do suicídio. Realmente o ser perde, né, essa capacidade de de olhar para si e pro outro. Então ele não consegue olhar para isso de forma simbólica, que algo nele precisa morrer, mas não ele, né? E aí a pessoa literaliza o suicídio. Então, às vezes, esse suicídio é simbólico, ele precisa matar em si algumas coisas, mas simbolicamente, e nós ainda hoje temos uma tendência muito a literalização, né? ficamos preso a a coisas literais e perdemos eh a fé, a convicção de que Jesus está conosco e eu gosto de olhar ele realmente como um modelo e guia, porque ele fez o processo da individuação, né? Ele integrou a sombra, ele colocou, né? integrou essa questão de ânima, ânimos, ele, as personas foram integradas, então ele fez o movimento, então ele está ao nosso lado. Por quê? porque ele nos convoca diariamente a seguirmos o modelo dele, de que com a nossa vida particular nós possamos ter essa imitácio Cristo, que é uma imitação de Cristo, mas vivendo a
nosso lado. Por quê? porque ele nos convoca diariamente a seguirmos o modelo dele, de que com a nossa vida particular nós possamos ter essa imitácio Cristo, que é uma imitação de Cristo, mas vivendo a nossa própria vida, a vida que nos convoca a ser vivida e não a vida dele. Porque eu acho que isso é a grande dificuldade do cristão, né? Ele quer ser tão bom quanto Cristo. Não, nós temos que viver a nossa vida. Esse é o convite e essa advertência, né? Que possamos, sim, passar pelas dificuldades, dores e aflições, mas vivendo a a vida que nós, né, o mito que nós temos para ser vivido aqui na Terra. E esse processo de agir >> que a prefeitura coloca, né, ela realmente não dá muita alternativa. Ou a gente ou vai o esforço até o fim, né, como ela coloca aqui, ou a gente fica na retaguarda. Então não tem não tem nem o termo mais, né? ou tu fica na retaguarda e aí tu vai ter que pagar o preço dessa opção, desse de de dessa condição, ou tu vai realmente se comprometer de fazer esse esforço até realmente a gente conseguir romper, né, esse esse esse momento e realmente romper também a a própria escuridão que habita dentro de nós. Sim, Guadalupe ter comentar alguma coisa. >> Quer dizer que chega de terceirizar, né, que nós somos eh auxiliados sim desde sempre para sempre, né? Eh, essa lei do amor, né? Deus é vida e vida é amor, tá ali conosco, mas nós temos que fazer a nossa parte. Então, eh, não dá para colocar no outro algo que é nosso, que é a nossa vida. E viver a nossa vida é viver em caridade, é viver em auxílio ao próximo, é tudo que Cristo nos ensinou e como como Jesus viveu, ele ele não se deixou de lado. Então, como a trouxe, ele ele mostrou que isso é possível, né? Mas como é que a gente faz isso na nossa vida, no nosso mundinho, né? Então, não dá para terceirizar, não dá para dizer que, né? H, alguém vai tomar conta disso, a gente vai tomar conta, né, pegar as rédias da nossa vida, que é justamente honrar eh o amor divino, a obra da criação e entender que isso é é
dá para dizer que, né? H, alguém vai tomar conta disso, a gente vai tomar conta, né, pegar as rédias da nossa vida, que é justamente honrar eh o amor divino, a obra da criação e entender que isso é é cooperar, é agir em benefício de todos e em uma comunhão realmente, néum? Uhum. É, ela ela tem um outro momento da obra dela que falou, não é porque tá um surto de gripe que o normal está gripado, né? Então aqui é a mesma coisa, né? Aquilo que parece normal e comum é patológico. Então ela fala assim que que o momento é é de loucura, né? E os dias, né? São de loucura. Ela comenta aqui no capítulo, e que a gente não se deve deixar enlouquecer. E não vão, não vão faltar, diz a benfeitora, provocações e tentações diante desse cenário, né, que nos atravessa de várias maneiras, então que a gente possa realmente se fortalecer na fé, como ela coloca aqui na oração, como a sinalizou nesses processos todos que que a gente comentou aqui, né, que vai poder fazer valer esse essa caminhada, esse esforço eh necessário, mas que vai redundar em grandes conquistas para todos nós. Então vamos, né, perseverar firmes, com paciência, com confiança, com dignidade, né, sabendo, como diz a benfeitora, que Jesus está conosco. Muito bem, com isso a gente vai encerrando o capítulo 12 e já também convidando vocês a estarem conosco no próximo encontro para trabalhar o capítulo 13 com o tema edificações duradoras. Dando continuidade então a nosso estudo aqui da série psicológica. Eu agradeço a Guadalupe, Adriana por estar aqui cooperando. Agradeço a todos vocês que nos acompanham, nosso abraço e a rogativa que Jesus nos fortaleça cada vez mais em favor, então, dessa caminhada, dessa jornada da alma que todos são convidados a realizar. Até a próxima. Então, meus irmãos.
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