T7:E9 • Autodescobrimento • Consciência e vida (parte 2)

Mansão do Caminho 12/02/2025 (há 1 ano) 1:02:31 145 visualizações

Neste encontro enriquecedor, Gelson Roberto, juntamente com Adriana Lopes e Guadalupe Amaral, dedicam-se ao estudo do capítulo três do livro "Autodescobrimento: Uma Busca Interior", intitulado "Consciência e Vida". Eles exploram os últimos itens deste capítulo: "Consciência e sofrimento" e "Exame do sofrimento". Este trecho aborda um tema essencial, pois a vida é a base que sustenta a existência, e o sofrimento é uma questão central na realidade do Espírito, nos acompanhando ao longo da jornada. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #autodescobrimento #consciência #vida #sofrimento

Transcrição

alô amigos bem-vindo a todos nesse momento especial onde nos reunimos para estudar a cé psicológica Joana deante é uma alegria estarmos juntos nesse convite de Jesus em favor do nosso processo de transformação íntima né E esse material oferecido pela benfeitora é mananci íssimo para todos nós então hoje conosco está a Adriana e a Guadalupe para podermos trabalhar né o capítulo 3 no item consciência e sofrimento e exame do sofrimento os últimas itens desse capítulo que traz um tema fundamental para todos nós né já que a vida é a base que sustenta a existência e o sofrimento é uma questão central na realidade de todo espírito e que nos acompanha ao longo da nossa jornada seja espiritual seja nas várias encarnações que realizamos então eh podemos nos ocupar disso agora né Adriana e guadal como é que vocês percebem essa temática trazida por jo Capítulo 13 Olá amigos eh a primeira questão que me veio relendo esse capítulo e foi justamente o quanto ele é rico de informações que cada vez que a gente lê vão vão se ampliando e o quanto é atual e e a partir daí eu me lembrei de uma frase do Jung eh que diz que a tomada da consciência é o o fardo o sofrimento e a bênção da humanidade né E como essa frase eh nos conecta com esse capítulo porque a gente justamente eh percebe essas situações que a mentora vai vir a desenvolver nesse assunto como um fardo como um sofrimento e se pode até colocar em uma linha do tempo espiritual né Essa frase porque do fardo vai para sofrimento um sofrimento ali com sentido no sentido de transformador e vira uma bênção né então eu eu eu trouxe essa frase do Jung que eu gosto muito porque ela quase que resume uma linha do tempo espiritual quando a gente trata com essas questões e isso que eu gostaria de de começar trazendo porque é o que a mentora nos diz né parte da nossa percepção das situações que nos chegam e da nossa inconsciência e o quanto existe bênção desde sempre e nos colocar nesses lugares que a gente percebe como dor como sofrimento sem sentido mas que nos

percepção das situações que nos chegam e da nossa inconsciência e o quanto existe bênção desde sempre e nos colocar nesses lugares que a gente percebe como dor como sofrimento sem sentido mas que nos traz uma oportunidade ímpar maravilhosa de uma bondade infinita de um despertar da consciência porque afinal das contas a gente pode ver todo o o nosso processo de individuação de autoconhecimento justamente como essa oportunidade de tomar consciência consciência Imortal que nós somos então eu gostei muito dessa frase porque eu não tinha pensado nela né na na frase essa do Jung como como uma frase que eu sempre gostei muito mas não como um resumo né do que a mentora tá trazendo fardo sofrimento e bênção Hum então queria trazer essa primeira impressão eh é uma alegria novamente estarmos juntos né para eh nos debruçarmos por um tema Tão Profundo tão importante para nós todos a questão da consciência e aqui é interessante que ela coloca né esses dois pares quase que eh diretamente relacionados né porque quando a gente fala em consciência não tem como falar nesse sofrimento e é interessante que nesses dois capítulos finais ela vai abordar até essa temática né então ela já disse lá no no Triunfo pessoal sobre a consciência ela falou todo o processo da consciência que inicialmente essa consciência tá mergulhado no inconsciente e que gradativamente né aos pouquinhos ela vai se tornando Consciente e aí nós vamos tomando essa autoconsciência E aí vem essa frase que ela coloca lá no no Triunfo que a consciência é um parto né Eh dorido do inconsciente E aí muito bem lembrado né Guadalupe essa frase do Jung porque a gente vê como os dois eh estão trabalhando dentro de um mesmo de uma mesma linha de raciocínio então a consciência nasce do inconsciente então o inconsciente tem que Paria essa consciência e aqui nesse texto ela vai abordar duas coisas eh importantes né quer dizer ela eh eh ela vai abordar profundamente uma mas eu eu eu gostaria de trazer né como contribuição essa primeira que e a partir dessa desse

texto ela vai abordar duas coisas eh importantes né quer dizer ela eh eh ela vai abordar profundamente uma mas eu eu eu gostaria de trazer né como contribuição essa primeira que e a partir dessa desse parto né acontecem duas coisas a consciência traz né a diferenciação dos os então só por isso já é um sofrimento porque quando o ser consegue se deparar porque quando ele tá inconsciente ele não sabe o que é certo e errado né ele não sabe o que é bem e mal ele não tem consciência o nome já diz Mas a partir do momento quando essa consciência vai nascendo vai trazendo pro ser essa diferenciação esses opostos e isso já é um sofrimento porque ele é obrigada a escolher né então a gente vê essa dificuldade né que eh na psicologia a gente fala que toda escolha tem o luto pela Não escolha então eu sou obrigado a escolher uma coisa e aí fica a a outra eu fico em luto porque eu gostaria de ter ficado com a outra também e isso por si já é um sofrimento mas aqui ela vai abordar uma coisa importantíssima que aí vai entrar dentro dessa questão que a Guadalupe trouxe que eh conforme o ser né o nível da consciência eh o a a forma como ele olha esse sofrimento é é diferenciada então Eh aqui é um texto muito bonito muito profundo onde ela vai trabalhando devagarzinho essas questões de uma forma bem didática bem clara para que a gente possa compreender bem a fundo essas questões é interessante tudo isso né que estão colocando porque realmente esse capítulo que a Joana tá trabalhando essa jornada da consciência essa excursão né que o espírito vai construindo Enquanto essa caminhada de despertar e ela realmente retoma eh nesse no início desse item né esse desabrochar da consciência como um trabalho lento e contínuo né então Eh eh a gente vem de um caminho né Muito condicionado pelas forças da vida que imperam muito por muito tempo na regulação da do nosso comportamento então né desde lá que a gente vem da Mona divina e passa né Por milhões de experiências que vão eh preparando né o processo para

ue imperam muito por muito tempo na regulação da do nosso comportamento então né desde lá que a gente vem da Mona divina e passa né Por milhões de experiências que vão eh preparando né o processo para despertar do espírito e esse espírito que vai despertando cada vez mais enquanto consciência depois então a realidade material a dimensão animal Ela é algo maravilhoso e e muito reguladora da nossa vida então aí é um jogo de tensão entre essa dimensão instintiva material né e a dimensão espiritual que ainda tá desabrochando que ainda é muito né Eh pouco eh não tem autonomia autod autodireção que o espírito vai vai conquistando né na sua individualidade é muito débil né então há uma luta desse Pass né sólido né que resiste justamente por impulsos de milênios que que a gente vai cristalizando nas formas né E que estabilizou né fixando e conservando as conquistas feitas né E essa necessidade o espírito e e à frente né E aí a Joana fala da importância então da dor né então a dor como esse elemento que vai acomodar a alma né que vai fazer a alma dizer pera aí mas eu não preciso viver assim pera aí isso isso me faz eu pensar me faz eu refletir me faz eu querer me superar dessa coisa que me constrange e me incomoda né então eu não quero ficar então a dor Expressa de uma certa maneira a minha limitação né e ia Justamente a possibilidade de eu romper e ver e conquistar Puxa mas eu posso ser feliz e fazer um caminho por mim né E então de uma certa forma né como Adriana tá colocando e a Guadalupe né assim ela faz a ideia da semente né que tem que romper a casca para emergir do solo né Nós temos que romper essa casca né da da forma condicion por esses milhares de de anos que a gente foi né sendo preparado né Para que um dia né Eh esse esforço começa a ser nosso porque o capítulo é justamente isso né ela vai falando dessa consciência e depois da consciência responsável Ou seja no momento que a gente possa começar realmente né assumir com lutas né e vitórias né para P frente essa essa realidade né material e sobre

dessa consciência e depois da consciência responsável Ou seja no momento que a gente possa começar realmente né assumir com lutas né e vitórias né para P frente essa essa realidade né material e sobre nossa própria condição de equívocos e e ilusões que ainda imperam na nossa realidade então eu gostaria de fazer uma diferença aí né entre dor e sofrimento né porque a dor é natural os cachorros não têm cara mas também sofre aqui na na esente de de Porto Alegre nas situações que a que a vida enfrentam tem muitas situações de de dor né os animaizinhos não têm Karma e também sofrem né então o a dor é um processo da da pedagógico da vida né Divina né A dor e o amor que depois a gente vai comentar aqui que ela vai trabalhar duas forças reguladoras do universo duas forças mobilizadoras das potências da vida né né seja a dor e o amor e o e a dor Então como parte inerente da nossa existência faz com que cada um viva essa dor de seu jeito né que isso que é né as gurias estão comentando E aí de uma certa maneira né a gente tem o sofrimento ou seja como eu vivo essa dor como eu elaboro como é que eu compreendo como é que eu vencio e aí o tipo de dor as condições dessa dor que de uma maneira eh reflete né A minha própria realidade espiritual tem essa questão de que acho importante ressaltar de de que é lento gradual esse processo e isso me lembra muito o fato de que geralmente a gente acaba chegando a exaustão né porque é um condicionamento Então existe uma uma repetição também de de padrões ancestrais e até que realmente como o Gelson estava trazendo o espírito cansa né e cansa pela dor pelo desgaste por tentar fazer sempre a mesma coisa pelos das questões do condicionamentos E aí nesse cansar nessa exaustão é que vem novamente a oportunidade e cabe ressaltar que quando a dor chega a gente ainda vai escolher né e muitos de nós nós perdemos a chance de ver essa dor como Educadora de ver essa exaustão como uma oportunidade como o fato de que nós podemos trilhar o nosso caminho por nós mesmos que nós podemos

né e muitos de nós nós perdemos a chance de ver essa dor como Educadora de ver essa exaustão como uma oportunidade como o fato de que nós podemos trilhar o nosso caminho por nós mesmos que nós podemos ser felizes mesmo que uma felicidade relativa perto do que a gente almeja ou fala mas uma uma uma felicidade verdadeira também né daquele espírito que tá vivendo o seu caminho mas infelizmente muitos de nós a gente perde essa oportunidade e fica na lamentação e fica no enfim cada um dentro daí de de revolta vitimismo e eh invariavelmente nós vamos chegar a Deus mas perdemos múltiplas e múltiplas oportunidades que a todo momento a vida vai nos brindando né com esse momento de mudar ou um momento só de seguir se a gente se sente num caminho certo num caminho conectado com self com a nessa Essência espiritual então a a questão da Escolha tem a ver com a questão da consciência e do sofrimento né não sei como é que vocês veem isso eu vejo isso com bastante importância que porque é um jogo né gente um jogo eh no sentido de que nós podemos escolher nós devemos escolher eh nós precisamos usar da nossa vontade né uma vontade forte mas entender que nós também temos limitações e e entender o que que a gente pode fazer naquele momento né porque sempre naquele momento Existe uma forma de lidar eh com a dor com sofrimento a partir da lei do amor e é interessante pensar né Guadalupe que a própria não escolha né de permitir que esse movimento natural se dê eh aessa não escolhe ela vai gerar um sofrimento porque o ser começa a negar ele começa a fugir ele não quer fica permanece na infância instintiva e isso em si já é o sofrimento porque ela traz aqui nessa parte do texto ó enquanto esse fenômeno não ocorrer ou seja enquanto a a consciência não for brotando surgindo crescendo e se desenvolvendo o indivíduo permanecerá mergulhado em um estado de consciência coletiva morfa é quase uma malma que prende ele nessa totalidade nessa consciência coletiva e ele vai fazer parte desse todo de forma indiferenciada

permanecerá mergulhado em um estado de consciência coletiva morfa é quase uma malma que prende ele nessa totalidade nessa consciência coletiva e ele vai fazer parte desse todo de forma indiferenciada Então isso é um sofrimento a gente vê Nessas questões coletivas de massa né quando eh a massa comete atrocidades exatamente por falta de uma consciência então existem né Essas guerras de torcida que eles vão passando e vão devastando tudo então isso mostra o quê uma falta né de uma consciência que coloque isso então o ser quando tá envolto imerso nisso ele precisa eh ele sofre então aí me vem muito aquela imagem do ser se esculpindo né ele um bloco de pedra e ele com o cinzel ali se esculpindo tirando né O que prende esse coletivo e ela continua né além dele tá preso nessa consciência a orfa ela diz ele fica perdido nesse amaranhado dos instintos primitivos então ele é escravo do instinto então é interessante a pessoa falar assim ah é tão bom ser livre poder sair fazer o que eu quero a nível né de todo nível comer à vontade beber à vontade sexualidade exacerbada Aí eu pergunto muitas vezes mas isso é liberdade ou você escrav isso tudo né então que PR gente Então veja a consciência dessa pessoa que ele é livre para fazer mas na realidade ele é presa do instinto que ele fica ali muito tempo sofrendo né ela continua ainda ele é preso da eh pelas paixões primárias em nível de sonos sem sonhos então esse é o primeiro nível de consciência quando o ser não tem ainda eh eh eh o o sonho né o sonho já é uma uma dialética entre consciência e inconsciente ele ainda não tem desenvolveu isso ele tá sem autoidentificação sem conhecimento de sua realidade espiritual e tudo isso já é um sofrimento né né então a Não escolha por si já é um sofrimento por isso que esse parto essa semente tem que morrer para libertar esse vegetal que tá al em latência né então Todos nós temos o germe desse espírito puro dentro de nós mas isso tem que brotar tem que sair tem que se desenvolver tem que crescer e

morrer para libertar esse vegetal que tá al em latência né então Todos nós temos o germe desse espírito puro dentro de nós mas isso tem que brotar tem que sair tem que se desenvolver tem que crescer e E para isso precisa desse parto dorido que mais dorido não não Paria isso tudo é interessante né que que eh parece há uma ilusão né Adriana que nós temos já Lucidez né Essa responsabilidade essa consciência né que J tá falando mas a grande maioria da humanidade Ainda tá nessa dimensão do sono né ou do sono com algum sonho mas não do despertar né Tem uma analista imana a v Fran que fala né que quando a gente chega na vida adulta e passa pela aquele embate da adolescência né que nos faz ficar Rebeldes enfrentar a figura dos Pais da mãe querendo se opor à autoridade como uma forma de se eh se posicionar de se autoafirmar e que passando por essa fase a gente superou o pai e a mãe né e conquistou né nós mesmos e ela diz que isso é uma ilusão né porque a apenas ganhou uma identidade mas não superou a consciência coletiva ela diz aí né porque muitas vezes nessa busca de autoafirmação e identidade própria a gente se perde nesse jogo desse falso eu né desse jogo de uma consciência que não é minha e quando eu vou quando quando eu quando eu vejo eu tô sendo levado me identificando por padrões completamente coletivos sem crítica sem avaliação achando que aquilo é bom para mim como tu falaste né então de uma certa maneira né Eh a consciência não Não envolve só intelecto né porque o intelecto é parte do processo da razão mas não é a razão né essa razão desperta que gera consciência né envolve reflexão envolve consciência profunda de mesmo e dos valores implicados das consequências ou seja uma capacidade de penetrar profundamente em mim e na vida né Para que realmente eu posso trair da realidade as possibilidades que a vida me oferece e a maioria das pessoas querem levar a vida né e e muitas vezes acham que ter consciência é uma falsa atitude do Ego de fazer o que quer como tu estava dizendo E realmente não é

que a vida me oferece e a maioria das pessoas querem levar a vida né e e muitas vezes acham que ter consciência é uma falsa atitude do Ego de fazer o que quer como tu estava dizendo E realmente não é da ela que ela realmente vai trazer aqui né que na verdade é essa dor né e é é é uma forma de eh de purificação mas ela usa muito a a a temática da luz né Tanto do parto e da luz são dois temas que que a gente vê aqui né vocês falaram do parto e agora tem também a de da Luz Ou seja é como se essa essa consciência coletiva esse processo primário do sono é um estado né de de trevas né de de de de de de escuridão né né então e e o despertar da consciência é o raiar né do dia da Luz surja o dia né então a luz então consciência é essa luz né que que ilumina que dá clareza que mostra coisas como são verdadeira né então é como se fosse realmente um Nascimento espiritual né ou seja né um despertar porque o a gente pode est encarnado e tá morto espiritualmente ou seja vivendo de maneira eh como uma máquina como um autônomo movido por essa consciência coletiva tem consciência de si mesmo né E aí não tem vida psicológica então de uma de certa maneira O Despertar da consciência como essa dimensão eh luminar né dessa luz que que vence né a noite é a surgimento do ser psicológico do ser espiritual eu eu eu tava pensando também tocaste nessa questão coletiva e acho isso muito importante porque e eu me tava me lembrando do do livro a criação da consciência do edger que ele nos traz tão bonito a consciência como conhecer com o outro porque quando a gente toca eh em consciência a Lucidez tem que ter muito cuidado na nossa atuação no mundo né ser psicológico ser realmente consciente Porque existe ainda muita eh falta de entendimento de uma forma geral em relação ao ao cooperar e ao Não competir e em relação a se posicionar no mundo que é importantíssimo a gente dá o nossa né o nosso quinhão paraa obra eh no sentido de de colocar todo o nosso lixo mental todas nossas eh imperfeições lá no outro né isso a

a se posicionar no mundo que é importantíssimo a gente dá o nossa né o nosso quinhão paraa obra eh no sentido de de colocar todo o nosso lixo mental todas nossas eh imperfeições lá no outro né isso a gente vê muito assim quando culpa o outro né Por por todas as as questões que acontecem seja políticas seja climática sejam questões mais ligadas ao âmbito familiar então então eu acho importante também nesse nessa tomada de consciência que quando a gente for se posicionar no mundo a gente entenda que não deve ser de uma forma fundamentalista né se se se eu sou azul eu não gosto do vermelho né se se eu sou preto eu não sou branco se eu sou religiosa Eu não não gosto do ateu não é disso que a gente tá tá falando né E mesmo que o discurso ele seja mais elaborado intelectualizado e contemplando todas as questões de cada pessoa a gente tem que ter muito cuidado para ver se tá realmente ligado a uma moral de self e não colocando a nossa verdade enquanto ego como única e absoluta e não eh contemplando a verdade do outro porque a tomada de consciência é conhecer com outro o amor é cooperação e isso a gente precisa entender porque aqui a gente não tá falando de certo e de errado nós estamos falando de crescermos juntos de ampliarmos a nossa consciência o nosso autoconhecimento juntos e de juntos eh rummos a sentir melhor o amor do Criador que já é que já está né E nesse sentido assim grosso modo a gente pode pensar eh nessa questão de que eu afeto e sou afetada a todo o tempo como algumas Às vezes o Gelson já trouxe em outros momentos e eu acho isso muito importante porque quando eu eu critico eu não tô na lei do amor quando eu julgo eu não tô na lei do amor então eu ainda não entendi exatamente né o que queres que eu faça isso não quer dizer ser passivo de forma alguma mas que a gente entenda e use Jesus como exemplo porque ele a todo momento ele foi amoroso e foi firme ele jamais se eximiu das questões do mundo e ele esteve ali mas ele não agia como a maioria de nós julgando apontando o dedo

se Jesus como exemplo porque ele a todo momento ele foi amoroso e foi firme ele jamais se eximiu das questões do mundo e ele esteve ali mas ele não agia como a maioria de nós julgando apontando o dedo eh dizendo eu tô certo tá errado então isso acho bastante importante que a gente entenda que a verdade ela é única e ela é o amor e é isso que a gente deve buscar cooperação eh contemplação da beleza de cada um de nós e da nossa diferença enquanto eh composição de uma realidade única mas nunca julgamento né então isso coletivamente eu eu gostaria de destacar Porque infelizmente a gente ainda vê pessoas que se acham lúcidas eh tendo atitudes que que não são tão interessantes e é importante isso né Guadalupe que a gente eh nessa questão da consciência que Freud já dizia né seríamos bem melhores se não quiséssemos ser tão bons Então nesse começo da da tomada de consciência onde o ser começa a diferenciar certo errado né bem mal há uma tendência a unilateral iação né É isso que você falou quem é vermelho não gosta do azul então eh eh Há uma tendência à unilateralidade na mitologia a gente vê né aqueles seres que TM um olho só né Eh lá na mitologia grega não me lembro nome deles agora mas eles tinham um olhão só né eu falo que atualmente são os minions eles têm aquele um olho só isso é uma imagem né da mitologia para esse olhar unilateral e a e a consciência ela precisa desse olhar pros dois e aí vem a Joana depois quando ela fala do sofrimento que ela dedica uma obra inteirinha sobre o sofrimento ela vai falar dessa questão né que do caminho do meio então o que que seria o caminho do meio eist está entre o bem e o mal eu gosto muito de uma obra que o o título é muito além do bem e do mal então a gente precisa ver ai do mal né tentar ficar nesse caminho do meio de tentar eh né Eh sermos o melhor possível mas mas também olhar para esses aspectos negativos então a consciência é conseguir essa diferenciação e como a gu falou de uma forma muito importante a tendência a unilateralis É também um entrave paraa

s mas também olhar para esses aspectos negativos então a consciência é conseguir essa diferenciação e como a gu falou de uma forma muito importante a tendência a unilateralis É também um entrave paraa tomada de consciência porque aí o ser faz tanta força para ser tão Boom mas critica o irmão diferente vai lá e mata aquele que pessa diferente né então a gente vê essas questões e a partir daí ela vai tá colocando no texto que com esse desenvolvimento da consciência vai mudando Então essa forma né de se olhar pro sofrimento e aqui no Cap no parágrafo 6 e 7 ela diz né que diante da ignorância da necessidade de evoluir que é esse estágio de adormecimento aí da consciência o sofrimento ele vai vir de a ele se apresenta ou seja o ser vai entender isso de forma agressivo brutal gerando revolta e Alucinação Então essa pessoa que tá ali acordando nesse despertar da consciência ele começa de alguma maneira se tornar ele se rebela contra a dor Ele reclama ele só esperneio aquela criança que vai tomar injeção Que Faz birra eu não quero eu não quero essa injeção né então é a gente ali esperneando em muitos momentos e depois a sequência Ela diz que à medida que esse ser se aprimora e ele vai se eh desenvolvendo essa sensibilidade ele faz profundo se faz profundo Sutil fomentador de crescimento e transformador interior interior e aí ele vai mudando a forma de ver o sof sofrimento e vai pensar na função do do do do do da dor ele vai ele ele sai daquela pergunta por isso está acontecendo comigo e ele vai pensar no para qu Qual a função disso em minha vida e ele permite então que o processo se passa né É aquele dobrar do Ego para aceitar o pardo e tendo a certeza que se aquilo está acontecendo Há uma razão de ser e isso então ele vai se tornar Sutil ele vai se tornando um ser mais amável mais doce aceitando as dificuldades que a vida a a a que ele vai se deparando na vida El ele ela usa um termo que eu acho muito eh feliz né que é desidentificação de si mesmo que essa sombra né esse estado de

e aceitando as dificuldades que a vida a a a que ele vai se deparando na vida El ele ela usa um termo que eu acho muito eh feliz né que é desidentificação de si mesmo que essa sombra né esse estado de inconsciência de sono né é uma é uma é um estágio de desidentificação de si mesmo e que reflete isso que eu estão falando né seja porque eu não me identifico ainda com a minha Essência eu não sei quem eu sou então eu me revolto como Adriana tá falando né Eu acho que é que a vida é injusta que alguém que Deus é mal que eu não fui reconhecido né que eu não sou um filho amado e assim por diante ou eu tô identificado com o padrão coletivo parcial né em função da da raça da religião preso nesses rótulos né porque eu ainda não encontrei essa dimensão essencial então no fundo tanto no movimento de Fora quanto na revolta que não que não tem ainda o sentido maior da existência tem essa eh falta de reconciliação consigo mesmo é como se tivesse que se voltar de novo para nós mesmo e pro Divino também dentro de nós e se identificar com realmente a o nosso self a nossa potência como espírito que também tá criando né Eh que a gente gera vida pela mente e movimenta as forças do universo eh gerando a todo momento realidades novas então Eh quando a gente começa realmente ver que que que nós temos essa potência criativa e que nós somos seres inteligentes né E E reconhecemos então que isso nos dá um poder e uma capacidade de se sobrepor às dificuldades né Nessa proposta que AD colocou de ficar acima do além né das dificuldades como também os estóicos falavam na imperturbabilidade na impermanência Ou seja eui que tudo é imper ente tá tudo tudo é transitório e que o essencial são realmente os valores espirituais ela fala da questão ética e estética né nesse despertar nesse nesse processo né de de de de de saída brutalidade para uma sensibilidade maior e essa consciência vai encontrando as inspirações éticas e estéticas para a felicidade ou seja o belo a verdade o O que é bom né então esses valores que

saída brutalidade para uma sensibilidade maior e essa consciência vai encontrando as inspirações éticas e estéticas para a felicidade ou seja o belo a verdade o O que é bom né então esses valores que reflete daí uma identificação com a nossa realidade essencial que é Divina né É É só complementando essa questão que o Gelson falou da da questão do Belo Nobre O bom que é despertado só trazendo um conceito Platônico que eu acho que é muito importante pra gente entender Por que que ela fala aqui da questão do Belo né pros neoplatônicos eh O amor é despertar pela beleza olha interessante né então o belo de alguma maneira ele desperta ele nos desperta para o amor então esse conceito Platônico para mim Eh é muito importante tem um neoplatônico importante que é o arcílio pitino tem uma frase que ele diz assim ó a beleza que eu vejo no mundo é uma forma de despertar o amor e me faz relembrar a minha origem Divina Então veja então para que a gente consiga desenvolver o amor o belo né como ela diz aqui o belo o Nobre e o bom vai nos despertando de que nós somos filhos desse pai que nos ama e que nos dá a o sofrimento como uma oportunidade de nos lembrar da nossa identidade o que estamos aqui fazendo e para que viemos né então só esse complemento isso vai muito eh ao encontro da questão da cocriação porque também o painel mental quando a gente vai conectando com essas questões do do bom do Belo da da realidade espiritual como um todo vai se alterando né também não mas é é outra forma de de ver essa questão mas o que eu ia eh trazer é que eh de novo a mentora nos coloca a importância do trabalho com a culpa e trazendo a harmonia com a ausência de culpa né então isso também acho bem interessante porque às vezes a sensação o sentimento de culpa não é tão eh eh visível né não é tão consciente para nós e esse trabalho ele é importante né E aí exige realmente um um autoencontro então Eh ela fala assim né como luz nos refolhos da consciência Adormecida o que deve ou não deve fazer cabe-lhe

te para nós e esse trabalho ele é importante né E aí exige realmente um um autoencontro então Eh ela fala assim né como luz nos refolhos da consciência Adormecida o que deve ou não deve fazer cabe-lhe aplicar com correção os impulsos que o propel ao avanço de acordo com o que deve ou não realizar de forma a conseguir Harmonia ausência de culpa então ela traz a prova e a expiação toda vez que se equivoca ou propositadamente erra repete a experiência até corrigi-la provação e se insiste teos no desacerto espo em mecanismos de dor sem alternativa ou escolha expiação e tudo isso dentro daquele propósito que é o propósito maior da lei do amor então essa percepção Nossa eh de muitos de nós da prova da expiação como castigo como um aprisionamento ela é muito ainda infantil do ponto de vista de consciência né porque vem justamente para nos ajudar né crianças espirituais que muitas vezes nós somos principalmente a questão das expiações né então elas vêm ali como essa oportunidade de de mudar né Eh a gente pode ver assim fazendo um um paralelo né meio grosseiro Mas põe a criança de castigo né para ela pensar sobre o que fez e aí a criança tem a oportunidade de né de de Puxa vida trabalhar ali sua culpa e e e e fazer de forma diferente Ou ela pode né continuar ali o castigo da criança vai restringindo mais né então o que a gente vê como piorando na verdade é restringindo o livre arbítrio para que a gente seja protegido de novo pela bondade Divina né então eh não é castigo são são coisas que a gente plantou e tá colhendo e sempre a mão de Deus ali essa energia nos guia and e nos protegendo de nós mesmos nos guiando e educando a nós mesmos né E essa restrição essa às vezes constrangimento nosso perante a vida dentro das situações que nos é imposta é de Novo o Amor Divino nos proporcionando que a gente não se equivoque mais que a gente reflita mais que a gente Perceba como foi trazido que a gente pode mudar né eu me lembro aí de de Vittor Frank novamente que é um exemplo riquíssimo

nando que a gente não se equivoque mais que a gente reflita mais que a gente Perceba como foi trazido que a gente pode mudar né eu me lembro aí de de Vittor Frank novamente que é um exemplo riquíssimo que mesmo em situações de de extrema eh dificuldade e e eh e agora eu me lembrei né por isso que me fugiu me lembrei da frase do Edgar mas de de extrema dificuldade a gente pode mudar pode fazer diferente né a frase e eu tenho quase certeza que é do edinger se não for me corrijam quando ele diz que que o limite do homem é a oportunidade de Deus né então esse limite é oportunidade né então isso eu acho muito muito me encanta né claro que é difícil quando a gente tá vivendo ali mas mesmo assim é encantador hum é interessante né porque aqui nesse nesse momento da do capítulo ela vai dando um passo importante né Guadalupe porque enquanto a dor antes é esse incômodo né que tem tá muito ligado no nível fisiológico ao desagrado né aquilo que gera mal-estar na gente né ou que de uma desacomoda a todos nós né então é um sofrimento de uma alma que tá despertando nessa fase aqui né onde entra a questão da culpa já há então eh eh tu sai e dessa desidentificação que te leva a a ficar no mundo ilusório já começa a tá então num diálogo com a tua consciência né interna ou seja né com esse com o self o espírito já começa regular a existência né e o ego então né começa de uma certa maneira ser um reflexo desse diálogo comigo mesmo né E aí o sofrimento se torna psicológico né daí entra a culpa entra a questão da dimensão que o sofrimento começa a ter para cada um de nós como Adriana colocou né na medida que eu vou vivenciando e amadurecendo a minha percepção da realidade vai se ampliando E aí como ela vai colocar aqui a benfeitora j deana ess sofrimento vai se estruturando nos painéis da consciência conforme o nível ou patamar de Lucidez que se expressa daí quanto mais eh sente responsável mas né peso e comprometimento tem nos teus atos né então e o per espírito acaba sendo Então esse espelho né esse

orme o nível ou patamar de Lucidez que se expressa daí quanto mais eh sente responsável mas né peso e comprometimento tem nos teus atos né então e o per espírito acaba sendo Então esse espelho né esse espelho da minha realidade né então aquilo que de uma certa maneira eu ajo né Por já ter uma consciência né você reflete no perispírito que vai devolver para nós em termos em termos de conflito a Joana vai colocar né esse conflito seja físico ou psicológico né vai refletindo esse meu equívoco refletindo o meu desacerto refletindo da meu desencontro gerando daí seja eh um um ma entendimento ainda desse processo que reflete a culpa né ou refletindo a capacidade de eu poder aceitar meus limites e me responsabilizar por ele daí eu não preciso da culpa né eu posso daí realmente começar um caminho de autoconsciência né de de de assumir a responsabilidade pelos meus atos e dizer realmente me perdi me equivoquei Vou Assumir vou trabalhar e vou me me melhorar e indo em frente n na minha jornada espiritual a culpa ainda é fruto de uma sério de de de de de inconsciência Nossa né que representa aind uma infantilidade espiritual então também é é é é parte de um sofrimento que vem pela inconsciência né a Cula e a partir daí ela traz o antídoto né então ela bate o martelo gosto dela porque ela traz mal e o remédio Então ela traz a dor e aí o que o que a gente cura isso então ela fala que o antigo para todos sofrimento é o amor né então isso é muito bonito é muito importante e aí ela traz Jesus né então a gente vê que em toda a série psicológica ela vai trazendo conceitos temas que já foram trabalhados pela doutrina espírita E aí Ela traz Jesus com essa lei maior que a lei do amor como antídoto de todo o sofrimento e aí ela vai fazer como se fosse assim uma evolução desse sentimento Então ela tá falando de consciência Então como que esse sentimento vai evoluindo como a gente vai adquirindo a possibilidade de amar então ele diz que no primeiro estágio desse amor ele é ele se confunde com o

tá falando de consciência Então como que esse sentimento vai evoluindo como a gente vai adquirindo a possibilidade de amar então ele diz que no primeiro estágio desse amor ele é ele se confunde com o desejo com as paixões né E aí ela dá eu achei interessante né e é o sentimento do queijo para baixo então é o amor do queijo para baixo aquela coisa instintiva aquela coisa mais física aí ela no segundo momento à medida que a consciência se desenvolve Então olha a relação consciência dor e amor né então a medida que a consciência vai se ampliando você vai adquirindo essa consciência esse amor se torna psicológico Olha que lindo do queixo para cima ou seja mantém o idealismo diminui a necessidade da Posse e o ser vai superando o egoísmo ele vai pensando né no seu antídoto que é o altruísmo ele pensa no outro na solidariedade no acolhimento do irmão Seja se acolhimento material ou espiritual ou moral ou psicológico enfim é esse momento que o ser vai despertando pro altruísmo vai despertando um para o outro e aí no terceiro nível do amor ela diz que é esse amor em escala superior que o ser vai se tornando humanitar né Libertador altruísta favorece o progresso e altera os Sofrimentos futuros né previne os Sofrimentos diminui os Sofrimentos e se liberta dos Sofrimentos então ela dá aqui uma noção de continuidade e toda uma relação dessa libertação do sofrimento pela aquisição da consciência então é muito importante e o que é eh eu eu acho brilhante no na na no pensamento de Joana é que ela traz uma possibilidade né porque quando a gente estudar a lei do amor meu Deus é tão longe eu não consigo amar como que eu faço isso né e aqui ela vai mostrando C vai vivendo um dia por sua vez começa de onde você está e aí você vai tentando se localizar nesse né nesses estágios que claro que a gente tá ali bem no início ainda né do amor do queijo para baixo ainda mas que a gente sabe que isso é possível né E aí a gente vai Despertando para essa realidade maior que é uma consciência mais

e a gente tá ali bem no início ainda né do amor do queijo para baixo ainda mas que a gente sabe que isso é possível né E aí a gente vai Despertando para essa realidade maior que é uma consciência mais criada é interessante né o amor aí como esse impulso fundamental da vida né ela vai dizer que várias o papel do amor né na vida de todos nós fazendo essa eh papel de de é uma como uma força de coesão que rege o universo e dessa potência Divina de eterna reconstrução Então esse amor né Eh eh engrandecendo né porque na verdade o impulso não se destrói mas ele vai sendo trabalhado né o desejo não se mata mas vai sendo guiado e e e utilizado como a benfeitora coloca né em eterna elevação Então e o amor é o é o processo que movimenta isso a partir de um estágio então a gente vê que tanto o amor como a dor tem uma função fundamental na dinâmica da conservação Coesão e renovação da vida e parte integrante Então dessa dinâmica eh do universo né e e quando a gente começa então se a dor faz aí evolução a evolução superadora através do amor então o amor é o esse estágio aonde eu começo a sair do sofrimento não da dor porque a dor é inerente como a gente viu né E aí como tá falando esse amor me dá capacidade né de viver né A minha realidade por uma por um sentido existencial mais profundo e aí a gente pode de uma certa forma eh eh questionar né dizis como tu sofre que eu direi quem tu és né porque lá na cruz nós temos do três exemplos né Jesus e os dois ladrões e cada grito que sai deles representa um estágio de consciência né daquele ladrão revoltado né que está preso e fica dessa dor surda né Eh eh que ele não compreendeu né e desse outro que se arrepende e pede a Jesus que eu leve junto né né e e né dessa desse que compreendeu a dor né E se responsabilizou por si mesmo e e a dor de Jesus que diz perdoa pai eles não sabem o que fazem né que esse essa dor amor aí né Desse sofrimento que ele assumiu nessa condição de de excelência de uma consciência amorosa em plena sintonia com o pai que

ue diz perdoa pai eles não sabem o que fazem né que esse essa dor amor aí né Desse sofrimento que ele assumiu nessa condição de de excelência de uma consciência amorosa em plena sintonia com o pai que se doa em favor de nós e aí a dor se torna a oportunidade abençoada de servir né e de nos ensinar nesse terceiro estágio que Adriana colocou queria juntar o que a que a Adre colocou e o Elson Para para que a gente lembre né que começa de onde está quando a Joana nos fala isso e desse ladrão que lá na cruz teve então uma né um arrependimento e para frisar para para deixar assim mais e mais claro que sempre é momento de mudar né Joana Jesus eh não não estão nos questionando o que que tu fizeste ontem nem no minuto passado então nunca é tarde mesmo nos momentos derradeiros né ou Que bom que seja bem antes sempre é o momento e é a oportunidade e e eu gostei muito da imagem que ela traz ali da Flecha né até lembrei um pouco de do do Gibran quando quando fala dos filhos né Mas que que as nossas eh todas as nossas atitudes elas elas acabam sendo essas flechas que depois que liberadas a gente não controla o destino então que sejam flechas de amor né lembrando aí um pouquinho o nosso Heros culpido e lembrando o Heros como energia amorosa como energia de correlação como relacionamento que a gente traga essa imagem que ela traz de de que né A Flecha depois que liberada o Arqueiro não controla o destino para que a gente então seja esse lugar de de relação de estar com outro é dentro do que a gente consegue mas que a gente tenha a consciência e a responsabilidade de sempre procurar Se melhorar né Hã e bom tem lá no final né do do do nosso último capítulo uma frase que eu achei né linda que é o que fecha mas eu eu vou deixar daqui a pouco a gente pode até encerrar com isso né porque como a gente já tem uns minutos eh não sei se né Vocês querem trazer alguma outra coisa mas para mim o final do do capítulo que a gente tá estudando já é uma lição por si só né é que de uma certa maneira nesse

nte já tem uns minutos eh não sei se né Vocês querem trazer alguma outra coisa mas para mim o final do do capítulo que a gente tá estudando já é uma lição por si só né é que de uma certa maneira nesse último item né do do capítulo né Guadalupe ela vai falar do exame do sofrimento né ou seja o papel do sofrimento é é poder realmente criar um diálogo conosco mesmo então o sofrimento é o convite né para essa essa Lucidez essa consciência e e e e as dores e dificuldades que enfrentamos então é um espelho da nossa própria alma Então ela J juda fala de um processo compensatório que o Jung também vai falar né nessa lei de que os efeitos né que as coisas T de ser Compensados para poder eh criar um processo autorregulador então a a o sofrimento é esse mecanismo autorregulador quer dizer né como se fosse um uma uma um Leme que a gente precisa né se a gente não tem a vontade que esse Leme Central ainda não desenvolveu a capacidade de autodirecionamento a dor baliza a gente olha olha aí para aí Gelson olha melhor isso aqui olha o que tu tá fazendo né ó cuida melhor disso aqui né não te perca nisso aqui olha como isso atras a tua vida porque tu olha como isso atrapalha Olha como isso gera infelicidade isso é interessante para ti tu que é isso na tua vida né então a a o sofrimento acaba sendo essa possibilidade psicológica no ser psicológico né de poder eh eh olhar essas impressões que a Jona fala que ficam nas telagem mais sutis da Alma tanto no per espírito mas que emerge né Eh na nossa dimensão psíquica e e física como esse movimento realmente de diálogo então a vida é um diálogo né tudo dialoga em favor desse movimento de superação e crescimento né para que a gente possa aos pouquinhos eh reconhecer que existe caminhos melhores ou reconhecer que existe elementos mais interessantes dentro de nós ou alegrias mais mais profundas e e perenes do que essa que eu tô supostamente elegendo nesse momento como a melhor né então eh todo movimento muito bonito né da de Deus deixar que nós possamos ir

nós ou alegrias mais mais profundas e e perenes do que essa que eu tô supostamente elegendo nesse momento como a melhor né então eh todo movimento muito bonito né da de Deus deixar que nós possamos ir despertando se responsabilizando e encontrando nesse Campo amoroso que é a própria vida né as possibilidades de de nos realizarmos plenamente na conquista também desse amor dentro de nós como já foi citado aqui hoje né a interessante dessa primeira partezinha que ela diz que a sensibilidade da dor Depende do nível de consciência segundo o grau de evolução do ser e quanto mais ele progride e adquire essa responsabilidade mais perceptivo ao sofrimento e ele se torna mais resistente E aí eu me lembrei muito né dos cristãos primitivos inclusive dela própria eu acho que aqui ficou muito assim a imagem dela e e eu pensando enquanto eh ela enquanto mãe Eh V do filho Clamar abjura abjura esse Cristo AB jura esse esse esse segor que você tá aí né E aí ela não né Então veja ela dividida entre o amor de mãe e o Amor a Jesus Amor à doutrina amor a causa a responsabilidade que ela tinha diante disso tudo então ela teve uma resistência infinita de não abjurar então perceba né então a gente vê nesses exemplos que a humanidade nos trouxe próprio o Jesus os grandes né E até essas pessoas surdas né assim surdas que eu digo né que a gente não ouve que a gente não vê que no dia a dia passa por tantas dores e que aceitam de forma resignada então essa parte da sensibilidade a dor é interessante né porque ao mesmo tempo que ele vai adquirindo a consciência e sabendo da responsabilidade ele se torna mais forte para suportar E aí a gente vê o próprio Cristo né os os seus discípulos depois que um a um foram sendo mortos de forma de formas assim muito difíceis né eh e aí o quanto que que é uma verdade Então veja eh é um sentimento que vai eh habilitando ser para passar pela vida e adquirindo a responsabilidade sobre si muito bem Vai criando isso pode falar ah a eu ia eu ia vou trazer o final ia eh

Então veja eh é um sentimento que vai eh habilitando ser para passar pela vida e adquirindo a responsabilidade sobre si muito bem Vai criando isso pode falar ah a eu ia eu ia vou trazer o final ia eh complementar com a Adre brincando um pouco nessas minhas analogias vai criando calinho na pele de bebê né E aí a gente vai caminhando melhor e E aí é preciso ter muito carinho né trazendo de novo essa imagem como um pé calejado ter carinho com os calos também né então Eh entender que que tudo compõe para para essa beleza da vida de um de um ser que se lapida né naquela imagem que a que a Adriana trouxe também mais no início né da gente ir se esculpindo né Eh mas o que eu queria compartilhar ao final né que que achei muito lindo eh os princípios que regem o macrocosmo são os mesmos para o microcosmo e o homem é a manifestação da vida sintetizando as glórias e as imperfei do processo de evolução que lhe cumpre desenvolver para atingir o ápice da destinação a que está submetido então é lindo e traz essa ideia de cooperação de união de de nós afetos um ao outro e dessa unidade né que desde desde já existe né que a gente busca sentir mas que já é achei muito lindo e a ideia da lapidação que né que do esculpir daação né que foi falado que a Jona traz aqui desse diamante né que tem que ser lapidado então no fundo né tudo isso né a e a e e a dor e o amor tem essa essa finalidade justamente né é que essa manifestação da vida que é o homem possa brilhar né despertar sua luz né né e e e descobrir que ele é um ser luminoso né E aí e eh tudo isso faz parte da dessa pedra bruta que ao ser lapidado vai eh reconhecendo a sua verdadeira natureza né e na alquimia a gente tem essa ideia né que é que que é liberar o espírito da matéria né Os alquimistas entãoa como tinha uma intuição interessante né que a matéria era viva né e o papel do alquimista é libertar o espírito da matéria e e o espírito é ligado à luz para eles né então na medida que essa luz ela supera a matéria ela se revela a a dimensão espiritual tá

a viva né e o papel do alquimista é libertar o espírito da matéria e e o espírito é ligado à luz para eles né então na medida que essa luz ela supera a matéria ela se revela a a dimensão espiritual tá ali acontecendo e e isso é uma imagem muito bonita né que que fecha com com com esse último parágrafo que que a Guadalupe leu né que realmente né é a nossa destinação né E que e e se a gente poder ajudar né é melhor do que deixar pra vida né Porque se deixar pra vida o caminho é mais longo e a vida vai lapidar do jeito que que pode né então a gente possa pegar os instrumentos para nós mesmos né que nós temos em mãos e fazer esse processo de maneira mais eficaz alguma coisa Adriana que queira colocar pro encerramento eu eu gostaria de encerrar com o nosso poeta Leon Deni eh no livro problema do sero destino dor que eu para mim ele trouxe uma pérola que fecha esse pensamento dessa outra Pérola Joan de Ângeles né ele diz assim se nas horas da A provação soubéssemos observar o trabalho interno a ação misteriosa da dor em nós em nosso eu em nossa consciência compreender melhor a sua Sublime Gu educação sua obra Sublime de educação e aperfeiçoamento diamos que ela fere sempre a corda sensível a mão que dirige o cinzel é de um artista incomparável que não se cansa de trabalhar enquanto não tiver arredondado polido devastado as arestas de nosso caráter para todo e sob a ação das marteladas repetidas forçosamente arrogância e a sonalidade excessiva hão de cair nesse indivíduo a moleza a apatia a indiferença desaparecerão em outro a dureza a cólera e o Furor num terceiro para todos terá processos diferentes infinitamente variados segundo os indivíduos mas em todos agirá com eficácia de modo a provocar o desenvolver a sensibilidade a delicadeza a bondade a ternura e fazer sair das dilacerações e das lágrimas alguma qualidade desconhecida que dormia silenciosa no fundo do ser ou então uma nobreza nova Adorno da alma sem para sempre adquirido Então eu acho que ele nesse parágrafo ele sintetiza todo esse

mas alguma qualidade desconhecida que dormia silenciosa no fundo do ser ou então uma nobreza nova Adorno da alma sem para sempre adquirido Então eu acho que ele nesse parágrafo ele sintetiza todo esse capítulo da Joana e nos coloca né a observarmos a dor o sofrimento e e aprendermos com ele é é um convite né que que le tá fazendo que reforça né Todo esse capítulo da benfeitora nesse processo né longo e paciencioso como ela nos coloca aqui para modelar esse novo ser que somos nós mesmos né então fica esse convite para todos nós né de poder refletir sobre esse tema tão essencial né E se esse capítulo trabalhou cons cência e Vida no próximo encontro a gente vai para o capítulo quro que é o inconsciente e a vida né onde ela vai então trazer né aprofundando esse processo da dinâmica psíquica falando dessa realidade para além da consciência egóica trazer então uma dimensão profunda da Alma que é o inconsciente então que possamos continuarmos juntos que Jesus abençoe e um grande abraço a todos até o nosso próximo encontro Obrigado Adriana Guadalupe por esse momento juntos h

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