T5:E13 • Momentos de Consciência • Consciência e Discernimento
Neste encontro, Gelson Roberto, Guadalupe Amaral e Adriana Lopes se ocupam do capítulo 13 da obra Momentos de Consciência, de Joanna de Ângelis, no qual a autora espiritual discorre a respeito do discernimento, buscando diferenciar o termo do conceito de consciência. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #MomentosdeConsciência #Discernimento
alô amigos bem-vindos mais um encontro da série psicológica Joana de Ângeles Estamos aqui com a Guadalupe com a Adriana para mais um encontro em cima do livro momentos de consciência hoje em especial Capítulo 13 consciência e discernimento Obrigado Guadalupe Adriana Por estarem aqui conosco sempre colaborando cooperando com esse projeto tão bonito né e temos esse tema que nos desafia que é consciência e discernimento eh uma das questões que eu acho que a gente pode se ocupar né não neamente agora mas é poder entender o que que Joana de antes quer dizer com discernimento então eu começo trazendo essa questão e abrindo espaço para você começarem a pensar um pouquinho a proposta da benfeitora Olá então muito bom estarmos aqui para discutir esse termo esse tema tão a princípio parece tão eh eu quando eu comecei a pensar a diferença entre consciência e discernimento eh parece que é tão próximo é tão parecido né de a capacidade de discernimento e e a consciência a princípio parece tão similar mas aí a Joana vai fazer fazendo toda uma construção e aí a gente vai est percebendo né a diferença entre os termos e a importância e aí eu fui lá no no dicionário então pra gente entender o que realmente quer dizer a palavra discernimento né E aí nós vemos que discernir é possuir a faculdade de julgar as coisas Claras e sensatamente é ter critério capacidade de avaliar Entre várias possibilidades elegendo a mais adequada viável e positiva é intimamente ligada à Lucidez o discernimento permite que se pondere e reflita antes de agir consegue perceber com clareza o que se apresenta a cada momento escolhendo a melhor opção e discernir ainda é compreender a diferença entre o correto e o errado o adequado e inadequado o verdadeiro e o falso o que der o que não deve ser feito o momento de agir de esperar de falar de calar de avançar e recuar então aí a gente vê que discernir é algo muito importante também nesse processo de consciência né porque é exatamente o que faz a gente discriminar
gir de esperar de falar de calar de avançar e recuar então aí a gente vê que discernir é algo muito importante também nesse processo de consciência né porque é exatamente o que faz a gente discriminar uma coisa da outra né ou separar o joio do trigo aquele que vai olhar que vai discriminar que vai ponderar que vai refletir Então embora a gente pareça dois termos parecidos Mas eles têm uma diferença bem interessante essa questão é por aí Que Se Vai pensando acho que é bom trazer do dicionário porque Ajuda também a a a raciocinar né de uma forma mais clara essa questão do quando se fala do da forma de de do julgamento tá se trazendo a questão do juízo de valor né O julgamento como uma escolha né Por que que eu tô tô trazendo assim aí Claro a gente pode ir ampliando Exatamente isso depois porque na questão do discernimento quando eu fui lendo aqui esse capítulo me veio muito a o discernir entre o que que é uma opinião que que é o conhecimento e o que que é julgamento quando a gente está Então se relacion com essa possibilidade de ampliar a consciência a partir de discernir né porque às vezes a gente acha que tá nesse processo e tá dando opinião às vezes está julgando no sentido né de de realmente um juiz quando que isso nos traz conhecimento Quando que o discernir tá ligado com o conhecer é claro que tem momentos que é interessante nós darmos opinião Tem situações em que um julgamento né dentro da das questões das leis terrenas é necessário mas quando que tá ligado a um conhecimento mesmo e aí eu acho muito bonito eh que em outros momentos também já foi trazido o conhecer com me parece muito relacionado a esse capítulo de discernir como é que isso vai acontecendo como é que a mente vai nós mente não local né Vamos nos posicionando nesse discernimento nessa capacidade de escolher de ir optando pelos valores realmente eh importantes e isso para mim é muito ligado ao conhecimento né se afasta da opinião e do julgamento que são questões que estão ali no conceito mais puro de discernir
optando pelos valores realmente eh importantes e isso para mim é muito ligado ao conhecimento né se afasta da opinião e do julgamento que são questões que estão ali no conceito mais puro de discernir também é é interessante tudo que estão trazendo porque ouvindo você falar né sobre o tema eh me parece que é claro que de uma certa maneira o discernimento é uma forma né de distinguir né as coisas através do raciocínio porque Joana começa justamente trazendo isso no capítulo que o homem é um animal racional e para que para e e que para alcançar o pleno desenvolvimento deve utilizar-se da razão e aí ela apresenta que esse processo da Razão essa conquista da razão ela faz a partir de um esforço e de um método ordenador e aí que entra o discernimento O discernimento então é um é uma uma metodologia que a mente tem que o intelecto que a inteligência tem de poder eh se desar sobre seu próprio pensamento sobre as coisas para poder discernir Como diz né ou seja distinguir avaliar com critérios como Adriana falou né E e a Guadalupe Trazer isso trazer pra questão do conhecimento ou seja de uma certa maneira nós temos que ter um processo mental né que nos habilite a poder justamente perceber a realidade e discriminar a realidade e valorar a as as coisas né então de uma certa maneira o discernimento é esse processo metodológico né que o próprio Paulo né na carta aos Coríntios né na no Capítulo 12 Versículo 20 ela Ele vai falar de do discernimento de espíritos né n que que segundo dele é um dom dado pelo Espírito Santo né Eh eh eu não sei até onde vai essa questão da intuição da da da da espiritual de maior né que ele chama de Espírito Santo né mas justamente né que que eh a gente a gente pensa quando ele fala em discern do Espírito discernir Espíritos é é acaba de saber a fonte de onde se se obtém os pensamentos os os atos e as palavras numa comunidade é se is procede de Deus se procede do homem ou se procede os espíritos ignorantes ou superiores Então olha só né essa essa essa distinção não
ém os pensamentos os os atos e as palavras numa comunidade é se is procede de Deus se procede do homem ou se procede os espíritos ignorantes ou superiores Então olha só né essa essa essa distinção não tá só em relação a nós ao nosso mundo interno né de serini eh Será que o meu pensamento adequado Será que eu tô eh realmente me movimentando por critérios adequad mas é já ter esses critérios né para poder de uma certa veea avaliar e até poder perceber se o que tá se passando em mim é meu ou de uma influência espiritual né então distinguir de ter esse discernimento né para poder se posicionar de maneira adequada né porque ela vai Na continuidade colocar que o pensar por si só né é um ato que pode ser tanto positivo como negativo Ela diz que o pensamento dependendo do do dos Estados internos que envolv nossos sentimentos emoções vontade né ou seja inclinações né se pelas paixões pelos impulsos pelas tendências que carregamos pode gerar pensamentos positivos né tornando o céu ou negativo do Inferno para nós diz a benfeitora e por isso a necessidade do discernimento e ela inicia esse capítulo eu achei interessante que ela inicia quando ela fala que o homem é um ser racional um animal racional ela fala da antiguidade clássica né para falar da razão e se nós pensarmos na antiguidade clássica eles tinham a questão da filosofia né que sabemos que a psicologia ela deriva da filosofia quando ela se torna ciência ela deixa de ser Filosofia mas até então ela era parte da filosofia né então a filosof que esse amor a sabedoria ele vai estar calcado ele tem por base a questão da razão né então Eh o discernimento ele base parte da da base que é a razão a razão para discernir é isso que a Guadalupe fala né na questão do julgamento não é um julgamento de valor mas é um é um julgamento baseado na razão de certo errado bem e mal não é um juízo de valor mas é fruto de uma reflexão filosófica por isso que ela traz lá a antiguidade clássica que os gregos até Falavam do mundo das ideias né então esse mundo das ideias
do bem e mal não é um juízo de valor mas é fruto de uma reflexão filosófica por isso que ela traz lá a antiguidade clássica que os gregos até Falavam do mundo das ideias né então esse mundo das ideias seria o verdadeiro fonte de todo esse capacidade né racional de julgamento então de lá parte todo e a terra o ser material É uma cópia imperfeita desse mundo das ideias então a capacidade racional de discernimento seria quase que uma dessas ideias que chegam e que precisam ser plasmada e para poder pensar o belo a ética e todos os desdobramentos que a própria filosofia vai Trazendo com base nessa razão Com base no discernimento né então eu gostei quando ela volta lá e traz né A questão da Grécia Antiga é não é um julgamento subjetivo né de não parte do nosso Capricho do nosso ego da nossa fantasia é uma avaliação criteriosa como tá dizendo que Equador também colocou né a partir de princípios e valores realmente da alma ou seja das virtudes que nos movem né da Lei natural como propõe lá o Livro dos Espíritos a partir dos questionamentos que Kardec fez a eles e muito ligado a essa questão de da moral moral de self que aí ultrapassa qualquer lei humana que pode ser deturpada por nós e essa questão de de da Educação de se escolher o que pensar também me parece muito presente nesse capítulo ela nos trazendo essa responsabilidade de Educar a gente fala em educar os sentimentos muito né mas o quanto se precisa educar o pensar optar pelo que vai se estar pensando isso também como ali o Gelson trouxe quando ela fala que a mente torna-se céu ou inferno de cada criatura conforme o direcionamento que deu seu pensamento a frase da Joana isso também tá muito presente nessa nessa nossa responsabilidade nessa nossa eh sair dessa questão mais infantil né de de realmente escolher o que pensar usar da vontade para ir direcionando o pensamento e e se afastando de questões então mais ligadas a a instintos atávicos a padrões já eh também eh que não nos dizem mais nada de adequado então a educação do pensamento achei
direcionando o pensamento e e se afastando de questões então mais ligadas a a instintos atávicos a padrões já eh também eh que não nos dizem mais nada de adequado então a educação do pensamento achei interessante porque a gente num na se área Espírita é muito comum que fale da Educação do sentimento que é ótimo né mas como o pensamento também faz parte dessa eh desse complexa questão das forças da alma e ela quando cita isso né guadalup ela fala da necessidade desse esforço né para pelo uso da mente então Eh é como se ela nos colocasse de uma forma ativa para educar esse macaco louco que segundo os orientais ao nosso pensamento né os orientais Dizem que o nosso pensamento é um macaco louco que Paula pula de galho em galho né E nós precisamos manter o esforço para para de alguma forma segurar um pouco esse pensamento eh através de um método porque por isso que ela Traz essa questão né do próprio discernimento a importância de Educar o esforço que a gente precisa se ter nessa questão E aí quando ela fala do céu e do inferno que é seria essa essa forma do direcionamento do pensamento eu me lembrei muito lá no céu inferno quando Kardec coloca uma frase linda de Claire espírito né o espírito Claire ele ela quando vai falar do mal e do bem ela diz que o mal não está fora de mim Cler diz que eh o mal reside em mim devendo Eu né eu me que me transforme e não as coisas exteriores em nós e conosco trazemos o céu inferno Então olha que lindo na própria codificação são espíritos vieram já na época da codificação nos colocar que esse céu ou esse inferno não é fora mas é uma é fruto de de uma forma de pensar de uma forma de agir e estar no mundo eh Então me lembrou muito eh essa questão e eu gostei muito também ainda no no código penal da vida futura no céu e inferno a gente pode ler Kardec falando né que o inferno está em toda a parte em que haja almas sofredoras e o céu igualmente onde houver almas felizes né E e aí a Joana completando esse pensamento integrando porque ela é um espírito que participa
o inferno está em toda a parte em que haja almas sofredoras e o céu igualmente onde houver almas felizes né E e aí a Joana completando esse pensamento integrando porque ela é um espírito que participa da codificação Onde Ela traz que o céu ou o inferno são estados de consciência né Então essa forma de do pensamento essa forma de Educar esse macaco louco que fica pulando de galho em galho vai nos trazer toda uma construção de poder estarmos em paz com a nossa consciência ou não estar criando em torno de nós um inferno segundo a gente conhece que seria estar longe das leis divinas que essa é a definição de Joana para inferno né interessante que de uma certa maneira sim né que ela parte dess pressuposto que a gente é a mente né que de uma certa maneira a nossa atitude interna reflete daí né nosso próprio cenário nossa paisagem interior que pode ser né trágica e negativa ou de bem-aventurança e paz e alegria e aí nesse discernimento né Adriana que tá colocando que envolve o esforço eh e com certeza é uma conquista que a gente vai exercitando e treinando mas de uma certa maneira eh também é um a dimensão da Liberdade do o poder do Espírito né porque justamente aí isso que agora falando saída do instinto saída das emoções primárias e poder realmente nos realizar como pessoas como seres humanos que podemos sim fazer escolhas e para fazer escolhas nós temos que discernir nós temos que avaliar discriminar ponderar então de certa maneira o discernimento é uma conquista justamente da maturidade do Livre vitro que me dá capacidade de realmente dizer eu tô fazendo uma escolha porque realmente eu tô discernindo a o Essa realidade para mim não apenas me movendo por impulso não só me movendo por um estado emocional não só me movendo porque pelas questões culturais e da moral coletiva então eu consigo né de uma certa maneira olhar para mim mesmo né ou olhar paraa vida e avaliar e poder de uma certa maneira então Eh ponderar as possibilidades os elementos que eu tenho então isso de de certa forma é um tipo
ma certa maneira olhar para mim mesmo né ou olhar paraa vida e avaliar e poder de uma certa maneira então Eh ponderar as possibilidades os elementos que eu tenho então isso de de certa forma é um tipo de liberdade que nós temos temos que saber usar viver essa liberdade e fala também da potência né do poder do Espírito eu posso e e Claro na medida que eu tenho liberdade e posso eu tenho a consequência disso na lei de causa e efeito eu tenho que dar conta da do meu movimento das minhas escolh Mas a gente não tem como fugir disso né cabe a nós fazer uso da nossa razão cabe a nós fazer escolhas e fazer escolhas bem feitas porque querendo ou não a gente vai fazer Vai pagar o preço dos efeitos do nosso movimento e e a gente não vai poder dizer ah mas eu não pensei Ah mas eu não discerni ah mas eu não sabia não adianta né então o me melhor é realmente eh começar a olhar para nós olhar para as questões que nos movem olhar pra realidade e fazer disso o processo de elaboração consciente bem trabalhado para que as nossas escolhas movimentos sejam realmente proveitosos é isso isso me traz também como a Adriana tava falando me lembrou Sócrates e me lembrou todas essas questões também mais da antiguidade de desses importantes professores Ah que também é preciso um tanto de discernimento do nosso Estado atual quando a gente vai por que que eu trago Sócrates porque tem aquela frase que não foi bem assim que ele falou né só sei que nada sei né mas na verdade acho que é meio assim sei que muito ignoro foi de fato como ele falou eh do Trazendo no fato daquela época que as pessoas mais ilustres achavam que sabiam tudo de tudo né e ele então que pelo oráculo era considerado o homem mais sábio né passou a vida à vezes talvez tentando provar que nem era tão sábio assim mas enfim ele tinha aquele discernimento que ele sabia mas ele sabia que existiam coisas que ele ignorava então até Isso faz parte né de de não de ter essa Lucidez de entender que algumas coisas sim conhecemos sabemos outras não e precisamos ter
ele sabia mas ele sabia que existiam coisas que ele ignorava então até Isso faz parte né de de não de ter essa Lucidez de entender que algumas coisas sim conhecemos sabemos outras não e precisamos ter humildade e respeito e reverência para que a gente como né o gesson tá trazendo queira então adentrar nesse mundo interno e se desdobrar em outras partes ainda desconhecidas no sentido de integrar mas com a a humildade com a Lucidez de que sei que muito ignoro O que é diferente de achar que não sabe nada né porque senão se cai lá no de se sai de um sono total para outro sono total né achando que sabe tudo então é é interessante também assim a a isso que o evangelho e que que as a Joana aqui tá trazendo mas o quanto esses precursores né o quanto a filosofia o quanto outras áreas t a nos ensinar e tá tudo ali né nos mostrando e a gente ainda Teima em não se responsabilizar pelas escolhas em não querer escolher em viver no mundo das Sensações ou viver achando que sabe tudo ou que não sabe nada e isso tudo acaba nos colocando fora desse lugar tão eh com tanto tanta possibilidade de tão fértil né que é o lugar que nós estamos de possibilidades de discernir de crescer mas olhando com humildade com responsabilidade e com de uma forma genuína para nosso o nosso movimento né Sei que muito ignoro também acho que é importante nesse momento e aí quando você fala né Guadalupe desse mundo das Sensações ela na sequência Ela diz que o cultivo das ideias que se derivam das paixões induz a distúrbios que alienam e brutaliza dificultando o predomínio do discernimento então aqui ela tá dizendo uma coisa muito importante eh que a partir do momento que nas minhas ideias eu cultivar as paixões eu vou estar de alguma maneira eh eh interferir isso vai dificultar o meu discernimento porque as paixões o descart ele teve um livro Fantástico que Ele publicou em 1649 que se chama as paixões da alma e nesse pequeno livro de filosofia ele faz uma distinção muito profunda do que é sentimento e do que é paixão isso a
e teve um livro Fantástico que Ele publicou em 1649 que se chama as paixões da alma e nesse pequeno livro de filosofia ele faz uma distinção muito profunda do que é sentimento e do que é paixão isso a filosóficamente é belíssimo porque ele diz sinteticamente em rápidas pinceladas Que Sentimento É quando parte do Espírito então o espírito sente então ele sente amor e aí ele obriga esse corpo a algo seria em grandes né rápidas olhadinho e o que é PX decar paixão é o oposto é quando a o corpo sente e obriga a alma a fazer algo então por exemplo a fome para decarte é uma paixão porque o corpo necessita de alimento e ele precisa se nutrir E aí ele obriga esse espírito a buscar esse alimento se ele é um espírito mais evoluído ele vai pro trabalho e em cima do trabalho ele vai ter meios de manter o organismo alimentado dependendo do seu da sua evolução ele vai roubar ele vai matar mas de alguma forma ele vai suprir essa paixão Então as paixões olhando por essa né Essa essa definição de decar ele vai prejudicar o discernimento Porque é meu corpo meus instintos falando mais alto e aí eu fico eh obnubilado eu fico embotado É como se eu não conseguisse ter direitinho é clareza do que realmente é necessário eu não consigo separar porque o ego ele vai enxergar erradinho né ele ele usa óculos e vai embaçar de vez em quando então quando o o o selfie envia uma informação o ego interpreta às vezes de forma equivocada se ele tá preso nas paixões Então olha o quanto aqui é importante e a Joana nos convida né a a a no discernimento tentar um pouquinho sair dessa questão da paixão é Kardec questiona os espíritos sobre a questão das paixões eles são claros dizer que as paixões não são nem boas nem más né são impulsos E aí a Joana Ela completa isso em outro momento né dizendo que as paixões por serem parte da natureza animal não pode serem eliminadas Nossa mas tem que mas são impulsos que podem ser direcionados para construções da arte da sabedoria da Cultura então Exatamente isso né Adriana
serem parte da natureza animal não pode serem eliminadas Nossa mas tem que mas são impulsos que podem ser direcionados para construções da arte da sabedoria da Cultura então Exatamente isso né Adriana eu eu não vou me deixar levar pela paixão então a paixão não é o fim e nem é o condutor a paixão o impulso da qual eu tenho que operar Justamente a razão vai operar e daí dá uma direção né para aquele impulso que seja construtivo né então se deixar levar pela paixão realmente tu tá se movendo para um estado mais primário de funcionamento né que que é pouco elaborado e E aí que leva daí nesse processo aí a a a a estados né emocionais e comportamentos que acabam sendo eh desorientador perturbadores e Perigosos até né em função dessas D desse desses impulsos serem cegos né e e Kardec usa a metáfora do cavalo né que apai então é como um cavalo né que ele quando tá bem dirigido ele leva ao Progresso a partir do momento que ele tá desgovernado ele traz a ruína então é esse Corcel que não é bom nem mal mas depende do condutor então novamente trazendo ao Espírito essa capacidade e esse poder que ele tem de escolha sobre os seus próprios pensamentos o que pode levar a uma paixão eh que aliena e brutaliza ou ele vai trazer de alguma forma o discernimento que liberta então de novo a questão do pensamento e a forma como a gente elege aqui é é é difícil porque ela tá dizendo a todo momento nós temos o poder de escolha sobre o que pensamos e esse pensar gera uma reação uma uma consequência que é a nossa psique né ela exterioriza esse pensamento indo lá pro outro não extremo mas de de certa forma eh tem a questão da indiferença também perante a vida né o quanto isso também acaba sendo pernicioso porque a pessoa acha então que tá escolhendo mas tá sendo levada e e isso é Ela traz de outra forma não como indiferença mas foi aqui que eu me lembrei dessa questão quando ela diz ali né indispensável lutar contra a preguiça mental geradora da desatenção da sonolência da dificuldade de concentrar-se e volta a fazer aquela
foi aqui que eu me lembrei dessa questão quando ela diz ali né indispensável lutar contra a preguiça mental geradora da desatenção da sonolência da dificuldade de concentrar-se e volta a fazer aquela chamada para eleger nossos pensamentos Então realmente essa questão da da força da vontade da potência de agir tá todo momento presente eh nesse nesse livro que a gente tá lendo não só nesse capítulo mas nos mostrando quanto consciência é algo muito muito mais complexo e importante do que em primeira vista algumas pessoas poderiam pensar né porque vai movimentando tudo vai se movimentando somos consciências eh Imortais né consciências não locais Então a partir daí precisa sempre esse movimento né A vida é o movim é movimento e esse movimento do ser do ser pensante do ser espiritual que não não deve né Eh se deter na preguiça na sonolência né O que é bem diferente de ter seus tempos de de resguardo e de descanso que Em outro momento Joana também fala que que são necessários mas o quanto ela Traz essa questão da preguiça mental e e da ah da indiferença né do do pouco caso perante a vida que vai passando eu acho que tem duas coisas aí em relação a isso né porque a a preguiça mental tem a ver com a operacionalidade do pensamento né porque ela vai dizer Justamente que o discernimento ele se dá em dois níveis né que que é um método né é um trabalho né uma metodologia que para para o desenvolvimento da razão e que envolve então dois aspectos o primeiro é realmente a a a mente operacional Ou seja eu pensar né então eu eu tem que realmente exercitar a reflexão ou pensar constantemente sair dessa acomodação né Guarda contto fala e realmente fazer uso dessa minha capacidade né e outro aspecto é o que se deve pensar que é o conteúdo o pensamento como conteúdo o que que eu elejo como valor agregado ao meu pensamento então eu tenho não basta eu só pensar eu tenho que avaliar ó o tipo vibratório de pensamento que eu imito por exemplo eu posso ter um pensamento eh negativo frente as coisas não me
o ao meu pensamento então eu tenho não basta eu só pensar eu tenho que avaliar ó o tipo vibratório de pensamento que eu imito por exemplo eu posso ter um pensamento eh negativo frente as coisas não me perceber disso eu tenho um olhar negativo essa lente embaçada que Adriana coloca né E não me dou conta que a minha forma de se mover no mundo de se relacionar de avaliar as coisas eh se dão a partir desse Tom negativista né mais vitimo mais eh feliz então eu tô e E se eu não não questiono né se eu não olho para mim esse desejo Central que que que sustenta o meu movimento eu não vou poder Reconhecer essa armadilha da qual eu tô aprisionado de certa maneira alimentando né porque gera O condicionamento então Eh eu tenho que exercitar o processo do pensar enquanto operação mas eu tenho que também discernir avaliar o tipo de conteúdo e de estados mentais e de pensamento que eu nutro e que me movo na minha relação com o mundo ela é bem clara nesse sentido e acho que a acomodação fala mais desse processo de operacional aí e a indiferença fala mais de um tipo de de de padrão interno né que optou por não por desprezar a vida por algum motivo e se se move nesse nesse conteúdo nesse nesse valor que é a indiferença enquanto uma condição que a pessoa se se se se o culpo ou se deixa levar verdade G só para para complementar tu tu falando eu fiquei me lembrando como também eh esse discernir né importante o que a gente tá falando aqui porque o estrago que faz um pensamento mal direcionado né pra própria pessoa e pro coletivo Então realmente a a importância de usar de uma forma adequada essa essa operacional operacion abilidade mas é É tem razão e aqui entra na sequência eh uma frase que me chocou muito né que ela diz que ninguém vive sem pensar e afirmação é equivocada eu falei Como assim né aí ela diz que todos transitam nas faixas primárias da evolução pensa um pouco ou quase nada aí eu parei e fiquei nessa afirmação e fiquei fiquei falei Como assim né a gente fica os seres que estão
né aí ela diz que todos transitam nas faixas primárias da evolução pensa um pouco ou quase nada aí eu parei e fiquei nessa afirmação e fiquei fiquei falei Como assim né a gente fica os seres que estão nessas faixas primárias não pensam E aí eu comecei pensar e comecei eh me lembrar de exemplos Em que momento a gente pode ver um ser que não pensa porque a gente pensa o tempo inteiro inteiro a gente fica né com no nosso mundo mental e às vezes se perde quem é tique pensamento então ele se perde no pensamento fica lá ruminando seus pensamentos diariamente mas eh eu me lembrei muito eh na obra libertação de uma cena em que André Luiz tá com o gúbio o instrutor e uma outra pessoa transitando né Por uma região umbralina onde ele encontra uma senhora desfalecida no chão e aí é é é interessante porque ele tá falando de um espírito né então ele encontra um espírito desmaiado no chão desfalecido no chão e aí o gúbio convida Eh que que André Então aus cute aquela alma que ele observe que ele eh reflita e e e e e adentre naquela atmosfera psíquica para entender o que que tá acontecendo com aquela senhora e o que que ele percebe ele percebe a presença de três irmãos né Eh eh eh junto a ela quase que assim eh grudadinho né em forma de ovoides E aí ele vai então a escutando ele vai percebendo essa atmosfera mental dela e ele vai fazendo aquilo e ele percebe que ela na terra foi uma senhora de escravos e aqueles três espíritos foram eh três pessoas do passado Dessa senhora de escravos que ela muito perseguia e que ela foi foi até que eles morreram de uma forma muito muito ruim e que Ficaram presos no desejo de raiva de Vingança de ódio né naquela mono ideia de Vingança e de vingança e de vingança E com isso veja e eles ficaram presos na mono ideia e eles foram perdendo a capacidade de pensamento e aí o que que pôde se perceber nesse quadro que quando gúbio conversava com André luí eh eh eles estavam ali mas eles não estavam nem ouvindo Então olha como eu peguei como um exemplo de que realmente quando
ue que pôde se perceber nesse quadro que quando gúbio conversava com André luí eh eh eles estavam ali mas eles não estavam nem ouvindo Então olha como eu peguei como um exemplo de que realmente quando o ser está preso num desejo de Vingança num desejo primitivo num desejo de morte ele vai perdendo a capacidade de discernir a capacidade de refletir inclusive o pensamento vai ficando tão fixado numa ideia única que ele para de pensar né então para para mim essa frase de que ninguém vive sem pensar mas isso é equivocado para mim foi a grande Pérola desse capítulo onde ela traz né trouxe toda uma ampliação de coisas que a gente já sabia mas que a gente não tinha consciência né por isso que é importante consciência e discernimento pra gente entender nos livros que a gente lê na na doutrina espírita o quanto que esses espíritos trazem exemplos né E se a gente olhar próprio André luí traz muito exemplo de tudo isso e a Joana vai trazendo isso de uma forma muito paraa nossa vida e aí a gente se pergunta né Em que momento que eu paro de pensar no sentido de refletir no sentido de discriminar de de refletir sobre ou eu fico preso numa ideia única com um desejo de Vingança num desejo preso a uma paixão então aí eu acho que esse exemplo dá muito assim eh ele exemplo fica a questão de uma Paixão que seria ali um desejo Vingança eu acho interessante essa questão que tu coloca porque realmente há uma diferença entre ideia que tu tá falando que a ideia é a produção da mente do espírito e que envolve o estado emocional o sentimento a vontade né e o próprio pensamento e aí como ideia nós estamos sempre pensando então é é que o tem um pensamento eu tem várias conotações então eh eh Ninguém deixa de pensar no sentido que tá que a gente tá sempre produzindo alguma coisa mentalmente né mas a Joana tá falando exatamente disso Muitas pessoas não pensam Porque estão ainda vibrando e agindo de maneira automática Então esse pensar automático ou esse pensar quase do animal que é um pensar não
a Joana tá falando exatamente disso Muitas pessoas não pensam Porque estão ainda vibrando e agindo de maneira automática Então esse pensar automático ou esse pensar quase do animal que é um pensar não sistemático né que são ideias que surgem ou padrões de condicionamento mental então quando ela diz que que que que que a gente tem que romper o a condição de sermos vítimas do do impulso animal né E poder se ocupar Então ela tá falando justamente desse pensar enquanto operacionalidade ou seja né eu tenho que sair da fase simplesmente do da mente que registra Sensações e responde automaticamente ou do apelo do desejo da emoção simplesmente ou dos condicionamentos da vida e poder realmente né pensar verdadeiramente né por isso que ele fala que ela fala Nem todos pensam porque nem todos fazem uso de maneira Consciente e de maneira efetiva desse processo que é justamente eh esse movimento que se dá pelo discernimento que fazendo aqui então o discernimento é justamente o exercício desse processo de de de de avaliação de elaboração e percepção da minha realidade interna e externa e poder realmente eh fazer um um um refletir né um um trabalhar com a mente para poder eh conseguir reconhecer e e e distinguir e e e ter clareza do que tá em jogo nesse movimento todo aqui eu eu eu peguei também o que a eh coloca como o que é pensamento pra gente fixar bem né Gelson Então ela diz que pensamento são processos cognitivos conscientes por isso que quando eu tô maquinando um desejo de vingança né Eu tô aqui presa num desejo num né um desejo sexual um desejo enfim né Qualquer fruto de uma Paixão exacerbada eh então eh não é pensamento por quê Porque o pensamento são processos cognitivos conscientes que podem acontecer independentemente da estimulação sensorial por quê Porque o pensamento procede do Espírito quem pensa é o espírito e não o corpo né e as suas formas mais paradigmáticas são o juízo não o juízo de valor mas a reflexão a razão o raciocínio a formação de conceitos a resolução de problemas e
to quem pensa é o espírito e não o corpo né e as suas formas mais paradigmáticas são o juízo não o juízo de valor mas a reflexão a razão o raciocínio a formação de conceitos a resolução de problemas e a deliberação então por isso que muitas vezes o ser ele está pensando mas não é esse pensamento que a Joana coloca né o pensamento ele é fruto consciente de algo de uma reflexão né é o pensamento é uma função né uma função da mente e não o conteúdo né É é a função justamente de fazer todo esse processo aí que tu citou né então na medida que eu penso eu tô agindo conscientemente operando sobre os conteúdos sobre as outras funções como o sentimento a vontade então aí a o pensamento é uma função operacional da mente lúcida consciente deliberada né E ela fala ali também o o discernimento propicia ao ser pensante o amadurecimento psicológico e por extensão de natureza afetiva e vai correlacionando então com a importância do grupo social também eh não só na na Nível individual e isso é outra questão o quanto a existe essa necessidade desse trabalho conosco para que seja então de uma forma adequada levado ao mundo né então vai o discernimento propiciando ao ser pensante o amadurecimento psicológico e por extensão o afetivo que vai nos eh levar nos relacionarmos de uma forma mais adequada com o grupo social e assim por diante então é uma é uma construção né é uma construção esse esse trabalho de aprender a discernir e assim ir se encaminhando nesse nesse encadeamento de de amadurecimento psicológico como um todo né então é muito bonito assim a a síntese que ela vai fazendo é interessante Guadalupe que quando ela fala que esse discernimento propcia eh o psicológico por extensão né da natureza afetiva ou seja né Eh é é como se o discernimento fosse importante também para operar na nossa natureza afetiva ou seja nós somos seres afetivos que afetamos somos afetados pelo outro que sentimos somos sensíveis somos Então mobilizados por forças nes né de caráter afetiv e relacional e de uma certa maneira essa
u seja nós somos seres afetivos que afetamos somos afetados pelo outro que sentimos somos sensíveis somos Então mobilizados por forças nes né de caráter afetiv e relacional e de uma certa maneira essa extensão afetiva que nos dá a experiência né E tem que ser agregado o discernimento aí também né porque é justamente nesse nessa natureza afetiva que nos move que a gente vai ajudar com a mente a poder avaliar a poder eh poder também sintetizar as experiências tirar proveito delas e fazer disso processo como tu falou de de busca de maturidade de crescimento psicológico e espiritual é para aí se liga muito com a com a questão que eu trouxe no início que daí é é uma relação que não é uma opinião e não é um julgamento é um conhecimento Então realmente está em relação ali com outro a partir do da da aprendizagem de discernir pensarse se relacionar então é é é muito interessante a forma como a mentora sintetiza em uma única frase toda uma uma dinâmica que a gente deve buscar uhum e e entra daí o amor né ela vai complementar né que Justamente na medida que a gente vai fazendo esse discernimento e vamos elegendo valores né e e comprometidos com o dever que isso isso nos move eh a gente vai alargando a nossa consciência e e e esse porque a gente vai compreendendo o significado da existência a gente vai eh compreendendo o sentido que nos move a gente vai fazendo escolhas favoráveis e isso abre para duas coisas Joana fala abre para o amor né que de uma certa maneira vai vai despertando o amor como possibilidade de poder ter essa consciência existencial e também abre campo para a intuição né como uma como essa noção da transcendência da vida então é é um processo natural né da própria inteligência que vai se engrandecendo e tendo uma complexidade mais profunda mais Ampla e e assim com isso a nossa sensibilidade amorosa vai sendo despertada e a intuição também vai sendo com isso desenvolvida e aqui ela vai falando no finalzinho né que desse modo a conquista do discernimento Então olha é uma conquista
bilidade amorosa vai sendo despertada e a intuição também vai sendo com isso desenvolvida e aqui ela vai falando no finalzinho né que desse modo a conquista do discernimento Então olha é uma conquista né a conquista do discernimento e da consciência brinda a criatura humana com a Plenitude então por isso que aí o ser vai se tornando pleno vai se tornando integral vai se tornando individuado né a espera e tem sido decantada pelos Mártires e e Apóstolos pelos Santos e sábios de todos os tempos de todas as culturas e de todas as épocas Por que que ela traz aqui os sábios os santos né porque eles já atingiram essa esse grau de plenitude e diante do martírio diante ali da da possibilidade até de uma morte eles compreendem né pelo discernimento que aquele momento seria um breve momento então a verdadeira vida é a verdadeira a vida espiritual que ele poderia estar né Depois daquele enfrentamento então eles iam para para pro martírio felizes cantando porque eles tinham a consciência e o discernimento de que realmente é a a aquilo seria um eh é uma cópia imperfeita desse dessa verdadeira vida que é a vida espiritual né É É o que ela chama Em alguns momentos né de consciência lúcida né ela vai falando em algumas partes da obra dela sobre os níveis de consciência e ela fala dessa consciência luz que é justamente esse despertar que o discernimento nos nos proporciona paraa gente poder realmente tirar proveito da nossa Encarnação né e e assim de uma certa maneira ir buscando essa Plenitude que tu que tu coloca aí né que na medida que tem essa Lucidez né da Razão do discernimento a gente vai realmente fazend esse vínculo mais profundo e mais itos na vida que consequentemente vai despertando os potenciais os tesouros escondido na dentro de nós e aí realmente eh favorecendo essa conquista de realização de felicidade que todos nós buscamos de alguma maneira né Eu acho que nessa parte aí eu eu lembrei muito dos upanichades né quando eles falam que há milhares de anos nos edas em uma
ista de realização de felicidade que todos nós buscamos de alguma maneira né Eu acho que nessa parte aí eu eu lembrei muito dos upanichades né quando eles falam que há milhares de anos nos edas em uma parte final do panades foi escrito que o que for a profundeza de teu ser assim será o teu desejo o que for o teu desejo assim será a tua vontade o que será a tua vontade assim serão os teus atos e o que foram os teus atos será o teu destino então aqui nessa construção que ela vai fazendo da Consciência do processo de discernimento do processo da Razão nessa chegada ao amor e e nessa questão de que Deus é Amor então aí ele vai tendo intuitivamente essa presença de Deus na vida dele e atingindo essa Plenitude eu acho que essa construção upan Chad para mim não sei porque conforme eu fui lendo aqui me lembrou essa passagem eh dos upanichades e que aí mostra que não é fruto por isso que é uma conquista né Ele é fruto de um processo ele não é algo que se dá do dia para noite ele é algo que se vai construindo vida após vida vida né Eh num momento existencial pós momento existencial e que é fruto de todo um trabalho espiritual né não é assim uma conquista tão rápida é uma conquista mais é uma construção Uhum E ela fala em dignidade né Eu acho que que isso é bonito de de ver a benfeitora né que isso dá dignidade dignifica a nossa vida ou seja realmente né na medida que eu eu me coloco nesse lugar lúcido opero de maneira consciente eu me comprometo daí com a vida tem uma dignidade que é fazer realmente valer a minha natureza espiritual né E fazer valer que eu sou filho de Deus reconhecer E e essa dimensão e poder realmente usufruir dessa condição e ter essa postura realmente que não deixa de ser uma postura amorosa né de poder eh valorizar isso que me pertence né e fazer bom uso disso então eu acho interessante essa palavra dignidade que ela coloca aqui né que que que a a discernimento gera a dignidade aquele que possui e também né promove a realização ou seja né isso impulsiona nós pro crescimento
eressante essa palavra dignidade que ela coloca aqui né que que que a a discernimento gera a dignidade aquele que possui e também né promove a realização ou seja né isso impulsiona nós pro crescimento impulsiona para novas conquistas impulsiona pro processo de eh elaboração e e e e com isso ganhos de recursos internos na medida que a minha mente opera de maneira produtiva através do discernimento e assim com certeza eu vou tirar muito mais proveito da realidade em favor desse processo de realização que é justamente essa conquista da plenitude que ela tá propondo aqui né E aí Ela traz a questão né de 189 do livro dos Espíritos que é maravilhosa que vai fazendo toda a Cerejinha do bolo né vai culminar nessa questão que cardec pergunta né desde o início da sua formação goz o espírito da plenitude de suas faculdades E aí essa esse capítulo no consciência e discernimento eh de certa forma está girando em torno dessa construção de como se dá essa Plenitude E aí eh a resposta dos benfeitores é não pois para o espírito como para o homem também é uma infância em sua origem a vida do espírito é apenas instintiva ele mal tem consciência de si mesmo e de seus atos a inteligência só pouco a pouco se desenvolve e o desenvolvimento da inteligência e do sentimento dá origem à consciência ao discernimento Então olha que lindo a própria espiritualidade explicando esse processo de construção que inicialmente esse espírito é criado simples e ignorante né ele não necessariamente precisa passar pela fieira do mal mas ele sim passa pela ignorância ele nasce ignorante e ele precisa desenvolver toda essa consciência né e eh e isso é processo que vai se dando pouco a pouco então eu eu achei muito bonito que ela traz você vê que ela vai trazendo todos esses capítulos que ela ela coloca nesses livros né Principalmente no no consciência eh momentos de consciência essa ela vai resgatando partes da obra né kardequiana E vai trazendo isso elucidando a luz da doutrina espírita mas trazendo Jesus
livros né Principalmente no no consciência eh momentos de consciência essa ela vai resgatando partes da obra né kardequiana E vai trazendo isso elucidando a luz da doutrina espírita mas trazendo Jesus como esse modelo de amor né É É interessante né que de uma certa maneira a gente vê a a dor né como sendo um despertar de de desse dessa consciência o medo e a dor ajuda coloca em algum momento a dor gera evolução e a evolução eh supera a dor para em favor do amor né então e aí o Yung fala que no instinto né na nossa base instintiva já um princípio eh que um sentido espiritual Então como se o instinto tivesse um movimento em direção realmente a essa finalidade maior que é a consciência né que é o próprio reencontro com Deus né então há todo um movimento ali mas chega o momento que que que nós temos que superar a matéria né a matéria tem uma força porque ela é realmente uma força ordenadora daí diz a Jo mas o discernimento também é ordenador né então tem uma hora que nós não podemos viver na força ordenadora da natureza porque a gente não é mais instinto e temos que buscar uma outra força ordenadora superar anterior que é o discernimento e assim fazer esse caminho de expansão da consciência e do desenvolvimento da nossa inteligência da nossa capacidade nossos recursos e consequentemente também da nossa afetividade né então tem um caminho Grande por aí né E aí a Joana tá ali nos propondo Então olha gente se vocês quiserem aproveitar Encarnação duas dicas né Eh avalie que tipo de pensamento vocês cultivam que que vocês elegem e segundo não deixe de refletir né de discernir Então são dois elementos importantes do discernimento né operar refletir não não não não agir de maneira apenas automática reativa mas poder realmente eh olhar avaliar eh eh operar com os elementos que a gente tem e a a mesmo tempo né Tá vigilante em relação ao que a gente cultiva em relação ao tipo de pensamento que a gente nutre dentro de nós então essas duas coisas que são bem importantes são muito práticas né e e e
smo tempo né Tá vigilante em relação ao que a gente cultiva em relação ao tipo de pensamento que a gente nutre dentro de nós então essas duas coisas que são bem importantes são muito práticas né e e e muitas vezes a gente não consegue eh eh eh são óbvias até em algum sentido mas não que é muito óbvio né a gente não dá bola né até a a gente vê a árvore mas não vê que ela tá sustentado por um chão né E esse chão aí tem que ser olhado porque ele é a base de sustentação da árvore então a j tá nos dando uma base aqui importantíssima para sustentar a coluna da nossa rel espiritual e poder construir um caminho mais proveitoso para nós né então fica essa dica aqui da benfeitora em relação à proposta de discernimento alguma coisa mais da lup Adriana em relação a ao capítulo eu fiz uma síntese Zinha né pra gente levar assim no suprassumo né então eu coloquei que o discernimento ele é essencial para que se possa primeiro fazer melhor o bem que se deseja realizar depois para evitar a manifestação do mal que ainda Expressa em diversas circunstâncias para orientar mente a utilização das energias criativas rumo aos propósitos superiores para Que Se eduque até que as virtudes sejam expressões espontâneas a brotarem da alma purificada e para colaborar com segurança na melhoria do mundo aproveitando as oportunidades que a vida a todos oferece Então ela só faz isso né então que coisa linda né esse pensamento de Joana eh enquanto nós não desenvolvemos outras virtudes ela nos é algo que vai fazer com que a gente possa eh ter uma Âncora né uma meta segura Até que a gente possa eh deliberadamente ter a nossa luz né brilhar a nossa luz Até lá a gente tem o discernimento como algo que nos ajuda muito a errar um pouco menos seria isso com certeza alguma coisa mais Guadalupe não não achei gostei do que de como Adriana bonito esse final né é Tá certo então fica o convite para todos né para continuarmos nesse projeto maravilhoso da benfeitora Joana de Ângeles eh estudando no próximo encontro então o nosso Capítulo 13 aqui
o esse final né é Tá certo então fica o convite para todos né para continuarmos nesse projeto maravilhoso da benfeitora Joana de Ângeles eh estudando no próximo encontro então o nosso Capítulo 13 aqui 14 quer dizer 13 foi hoje 14 que é consciência e dever um grande abraço a todos que Jesus nos abençoe e vamos seguindo a nossa jornada espiritual
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