T5:E14 • Momentos de Consciência • Consciência e Dever
Nesta aula, Gelson Roberto, Guadalupe Amaral e Adriana Lopes dão continuidade ao estudo da obra Momentos de Consciência, dessa vez no capítulo 15, que trata do Dever enquanto compromisso com as nossas virtudes. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #MomentosdeConsciência #Dever
pessoal amigos que nos assistem nesse projeto do estudo da benfeitora Joana De Angeles bem-vindos a mais um encontro da série psicológica eh nesse no capítulo de hoje Consciência e dever do Liv momento de consciência e novamente aqui Guadalupe e Adriana repetindo o trio da do encontro anterior então a gente vai dar continuidade né ao capítulo 13 que foi justamente consciência e discernimento E hoje é um passo além né consciência e dever então bem-vinda Guadalupe bem-vinda Adriana e eu já começo né com uma questão que Adriana colocou no encontro anterior sobre essa necessidade de discernimento ela fez uma síntese muito muito bonita né quem não assistiu assiste lá né o o encontro anterior aonde eh ela ela ela trouxe essa questão desse movimento que nos leve às virtudes e e e Justamente a conquista da virtude é a internalização dos valores que começam num primeiro momento com o discernimento que tá aqui no capítulo 13 e aqui no capítulo 14 entra a questão dos do deser que o dever justamente é um um um movimento que nos convoca a nos comprometer com essas virtudes mesmo que a gente ainda não assimilou totalmente elas né então a gente tá de reconhecendo que que essas virtudes são importantes né pra gente e a gente tem esse dever de uma certa maneira então de estar comprometido como um ideal né como uma responsabilidade com um movimento que nos joga em direção a essa conquista que ainda não é algo internalizado automatizado uma conquista nossa né então é isso que a gente começa trazer abrindo aqui o espaço PR gente começar a discutir essa questão do dever a partir da proposta da benfeitora Joana de Anes acho que comear falando aqui né Adri daí depois eh eh para mim vem muito essa questão quando se fala de consciência e dever eh nessa questão do resultado de conquistas Morais mas aí como já a gente iniciou aqui eh esse esforço para que haja esse resultado porque por vezes nós vamos precisar escolher eh em eh fazer escolhas que são muito duras né para nós ir contra questões eh mais questões
gente iniciou aqui eh esse esforço para que haja esse resultado porque por vezes nós vamos precisar escolher eh em eh fazer escolhas que são muito duras né para nós ir contra questões eh mais questões sociais questões que estão mais aí a a vista de todo mundo como corretas Mas que lá no íntimo né da nossa moral de self do ser espiritual que nós somos nós sabemos que não Então nesse sentido é preciso que a gente seja merecedor de uma felicidade que a gente busca e não só busque a felicidade de qualquer jeito no sentido de que a gente busque a conexão com todos e a partir daí uma felicidade de consciência tranquila né porque senão nós acabamos nos perdendo em valores que são eh impermanentes e essa felicidade ela também é ilusória não é realmente aquela Plenitude que nós buscamos mas a partir de escolhas equivocadas que não vão ao encontro do dever realmente aquele dever com a humanidade aquele dever com princípios universais nós acabamos nos perdendo nessa caminhada então eu gosto muito de de pensar nisso quando se fala no dever não é uma obrigação né é uma oportunidade justamente de nos testarmos e de seguirmos aquilo que a gente acredita mas no que que eu acredito né que caminho eu vou seguir eu tenho que ser o responsável pela minha escolha mas que escolha é essa a minha felicidade ela é fugaz ou ela é permanente eu estou cooperando com o mundo ou estou competindo com o mundo e assim por diante a gente vai se colocando nesse lugar do dever verdadeiro do dever de consciência do dever de de uma busca de plenitude e é interessante né Guadalupe que quando eu tava lendo eh eu pensei exatamente nessa questão que você fala do dever verdadeiro né então o que será que Joana quis dizer verdadeiramente com essa palavra consciência e dever quando a gente pensa em dever a gente vai pensar nas nossas obrigações né para com o outro as nossas obrigações né E aí eu fui procurar no evangelho segundo espiritismo a aquele aquela instrução que Lázaro nos traz no capítulo 17 que tem esse título o dever né é belíssimo
é para com o outro as nossas obrigações né E aí eu fui procurar no evangelho segundo espiritismo a aquele aquela instrução que Lázaro nos traz no capítulo 17 que tem esse título o dever né é belíssimo eu acho que vale a pena a gente reler e até no nosso grupo de estudo essa semana eu falei gente eh Lázaro Foi brilhante porque ele coloca assim que dever é a obrigação moral da criatura para consigo mesma primeiro então não é tanto com o outro mas primeiramente é algo que a gente se compromete conosco mesmo e em seguida para com os outros então quando eu eu achava que era o que eu preciso fazer em relação ao outro eh o Lázaro nos convoca a a prensar primeiro no na nos nas no que a gente precisa se fazer com a gente mesmo e aí a gente sempre coloca né que essa é a proposta da Joana e aí a gente percebe o quanto esses espíritos que trabalharam juntos na codificação tem toda uma linha de raciocínio muito parecida né ou seja ela está falando desse mesmo dever que que Lázaro nos coloca ele fala que dever é a lei da vida com ele deparamos com as ínfimas particularidades como nos atos mais elevados é o resumo prático de todas as especulações Morais E aí ele faz toda uma construção maravilhosa e que a Joana vai fazer nesse capítulo mostrando essa construção do que seria esse dever primeiro conosco mesmo no sentido de isso não é egoísmo né porque eu acho que a grande eh o grande erro que nós espíritas pensamos Eu acho que pelo menos aqui na minha região é que a gente pensa assim ah pensar primeiro em mim é egoísmo e não é isso que a espiritualidade disse não nós temos deveres para conosco mesmo E isso não é egoísmo ao contrário é um dever né então é muito bom a gente desconstruir algumas ideias para poder ver como esses espíritos vão construir novamente toda uma série de conhecimento que talvez a gente tenha entendido equivocadamente eles não disseram a gente que entendeu de forma equivocada é interessante que a gente pode eh eh usar a no lugar da da palava dever responsabilidade Então pegando esse
tenha entendido equivocadamente eles não disseram a gente que entendeu de forma equivocada é interessante que a gente pode eh eh usar a no lugar da da palava dever responsabilidade Então pegando esse conceito do Lázaro é uma responsabilidade conosco mesmo né do homem para consigo mesmo e de todos para com a humanidade né então né esse dever implica justamente isso e e e Inter que Kant para ele o dever era o princípio Supremo de toda a moralidade né E porque para ele eh eh a a ação né a ação ação certa né ou seja ação de uma moral adequada era movido por um sentimento de dever e e isso né para ele não tem a ver com a experiência pessoal né porque a a a razão sendo uma condição a priori da vontade né E ela tem que independer da experiência ou seja né a liberdade consiste Justamente na decisão que leva em consideração os padrões universais né então na medida que eh e que que eu tô comprometido com o dever não é o que eu quero não é a as minhas necessidades egóicas né por isso que a falou não é o o o o dever consigo mesmo né Como como apenas uma gratificação mas essa responsabilidade de fazer pelo melhor né então a gente afirme para can a gente afirma a nossa individualidade na meda que a gente usa a nossa liberdade para de uma certa maneira optar né Eh a a a e reconhecer a necessidade de fazer uma ação por respeito a uma ordem maior a uma lei que ajuda fala de escalas de valores prioritários né então a gente assume que tem valores universais que são prioritários valores que de uma certa maneira são estabelecem a harmonia coletiva né E aí eu tô comprometido de de fazer valer esses valores essa essa harmonia coletiva e opto por isso né assumo para mim essa condição de me comprometer eh com com esse com esse legado aí com esses princípios espirituais é interessante que tu eh do cante até onde eu me lembro quando ele traz essas questões né E aí me corrija se eu se eu tiver equivocada quando ele traz dentro do do imperativo categórico eh ele traz o dever como se fosse uma chance da
até onde eu me lembro quando ele traz essas questões né E aí me corrija se eu se eu tiver equivocada quando ele traz dentro do do imperativo categórico eh ele traz o dever como se fosse uma chance da gente superar os nossos instintos de não nos deixarmos arrastar Pelas nossas paixões pelos instintos atávicos e isso vai ao encontro do que a Adriana falou lá lendo o Lázaro Então como nós temos todas essas questões faladas de uma forma um pouquinho diferente mas trazendo essa lei universal né essa lei que deve ser respeitada e que devemos ter a responsabilidade em relação a ela e e a nossa vivência espiritual porque é bem isso né Não não é um egoísmo claro que Nós ainda somos seres egoístas vaidosos orgulhosos mas não é o egoísmo eu olhar para mim primeiro não é justamente para eu olhar eu tenho dever de olhar para mim para que eu não me movimente de uma forma né como aqueles bonequinhos de posto lá de uma forma eh equivocada né aquele João Bobo que vai pro que que eu olhe para mim que eu tenha esse dever justamente para não me deixar ser arrastada por uma parte que também sou eu para daí então Eh comungar com o outro dentro dessa lei que não muda né dessa lei que é universal como o Gelson trouxe então não tem nada de egoísmo a gente que se equivoca na hora de de interpretar Ô Guadalupe e e colocando isso eu achei interessantíssimo que você acabou de dizer porque é exatamente o que Lázaro fala né Essa questão do cant porque O Lázaro fala assim né que na ordem dos sentimentos o dever é muito difícil de cumprir-se por achar em antagonismo com as atrações dos interesses do coração que aí entra os interesses do coração são os instintos né então quando tem essa ação e os interesses do coração porque a Joana inicia falando exatamente desse ponto né que Ah seria mais ou menos assim a consciência está diretamente proporcional ao nível do dever Então aquela pessoa que está no instinto ainda o o a consciência do dever dela ainda é instintivo então aí Lázaro vai construindo uma ideia de que
ência está diretamente proporcional ao nível do dever Então aquela pessoa que está no instinto ainda o o a consciência do dever dela ainda é instintivo então aí Lázaro vai construindo uma ideia de que exatamente no ponto em que ameaça a felicidade do ser e a felicidade de uma outra pessoa que aí ele entra nessa questão aí do interesse do coração que é essa questão mesmo né do do do desejo dessa questão aí entra o dever como algo que vai balizar o ser então até aqui vai onde eu quero mas a partir daqui está onde eu posso então o dever acaba sendo uma a uma Âncora que vai nos ajudar muito a a segurar realmente a refrear as paixões né então é é muito bonito o pensamento do do do Lázaro quando ele vai tá dizendo que é exatamente essa pontinha né Ele fala esse aguilhão da consciência O Guardião da probidade interior que adverte sustenta mas muitas vezes te mostra impotente diante do sofismas das paixões então no momento que o ser se coloca a se perder nessas paixões vem a o dever como essa bússola organizadora e que vai faz fazer com que ele eduque né intelectualizou o instinto é interessante que o o o cant fala de vontade né O que o O Lázaro fala de eh os os caprichos do coração né e o o o c fala da vontade Então essa vontade do Ego né ou essa vontade basiado nas paixões o coração e no sentido de ser levado ainda pel essas inclinações mais primárias da nossa natureza animal né então a o deser eh eh ele ele nos ajuda né a compor de forma que essa vontade e esse coração se adecu a elementos nobres porque de uma certa maneira o amor tem que ter uma forma adequada né uma forma adequada então de uma certa de uma de uma certa maneira o o o dever ajuda a dar uma forma adequada aos nossos sentimentos e a nossa vontade gerando o quê gerando a justiça gerando a honra né então possibilita de uma certa forma que as coisas sejam justas e adequadas realmente ao ideal maior que é justamente esse compromisso com a perfeição com a evolução e com a própria lei do amor né então o dever ele é o
de uma certa forma que as coisas sejam justas e adequadas realmente ao ideal maior que é justamente esse compromisso com a perfeição com a evolução e com a própria lei do amor né então o dever ele é o caminho né Eh é que nos leva ao exercício da virtude mesmo não sendo Virtuoso ainda então isso que é interessante né Eh no dever a gente acha que que é Virtuoso a gente se comporta como Virtuoso Ainda não sendo Virtuoso mas já tá reconhecendo essa virtude como sendo necessária e eh favorável a nós então a gente elege isso como um exercício que regra a nossa vida né que nos conduz Como diz a Joana aqui né que a gente acaba elegendo a impermanência né E daí a gente se perde quando a gente abre mão do dever a gente qu esse atavismo animal primário e se perde num jogo de impulsos e na no que é transitório no que é imediato e transitório e e nessa nessa ânsia né aqui que ela coloca aqui né de eh buscar eh eternizar aquele momento transitório que não vai poder ser eternizado né então Eh essa busca de realização acaba ficando uma armadilha que que nos envolve no nesse redil aí da da da matéria e assim eh a a gente vive não não a nossa natureza essencial não a nossa capacidade de potências espirituais a conquistar a nossa liberdade cada vez maior e o exercício desse dever o dever nos tira dessa dimensão mais primária e nos joga para essa dimensão mais nobre da existência que é a realidade do espírito é a frase Eu Tudo Posso mas Nem Tudo me Convém também vem muito a calhar quando a gente estuda essa questão E que fique na na nossa mente nos atos porque é muito fácil justificar um ato eh equivocado mesmo que não tão impulsivo através de leis do mundo através do comportamento mas e é preciso que e eu acho interessante isso claro que somos todos merecedores da Felicidade né criados a imagem e semelhança de Deus amados por ele da forma que nós somos mas aquele gostinho de sentir que a gente merece o estado que está mesmo que momentâneo mesmo que com esforço e mesmo que não Virtuoso né mas com aquela
a de Deus amados por ele da forma que nós somos mas aquele gostinho de sentir que a gente merece o estado que está mesmo que momentâneo mesmo que com esforço e mesmo que não Virtuoso né mas com aquela sensação de um dever cumprido no sentido de uma escolha né olha eu posso tudo eu tenho meu livre-arbítrio existem muitas opções mas me convém como é que fica essa minha escolha em relação a eu mesma e as pessoas a minha volta em relação a eu mesma e ao coletivo em geral né natureza mundo eh minorias o que for então é realmente uma uma Felicidade Plena ou é algo arraigado lincado com uma impermanência né com uma uma tentativa de alimentar aquele vazio que mais adiante vai retornar dentro do do ser existencial porque justamente Não seguiu essa questão de de um dever ligado às leis imutáveis ligado a ao bem de todos então acho que Tudo Posso mas nada me convém é uma frase linha para lembrar é que tá juntando duas coisas interessantes que realmente agora pensando são inseparáveis que o dever tem a ver com o ideal né aquilo que é ideal que é superior que é nobre então de uma certa maneira a j vai justamente dizer isso que a gente por atavismo a gente acredita que o que o nosso objetivo seja a preservação da espécie e a necessidade de manter a a segurança né os provimentos e nos e a gente eh nós nos perdemos nesses objetivos da existência da terra né E aí como a gente não tem reflexões não tem um processo mais elaborado a Joana fala que os nossos valores ficam daí nesse condicionamento material em juntar em ter segurança material em projeção social em gozo pessoal então dever ele tem a ver da busca de um ideal né Tem um ideal o dever é isso é o que é mais interessante mais importante então a tem esse dever de buscar o esse ideal que são os valores espirituais que são as virtudes E como eu falei então então de uma certa maneira isso nos Tira desse atavismo né Desse condicionamento limitado de uma consciência ainda muito primária para um nível de movimentação que é de elaboração de de engrandecimento
ntão de uma certa maneira isso nos Tira desse atavismo né Desse condicionamento limitado de uma consciência ainda muito primária para um nível de movimentação que é de elaboração de de engrandecimento espiritual e é interessante né que quanto mais nós nos eh aprofundamos nesse processo do autoconhecimento nesse mergulho até onde né onde estão as minh som né reconhecendo os complexos e esse processo do autoconhecimento vai se dando maior é o nosso compromisso com a obra divina né Exatamente porque a partir do momento que vai ampliando a consciência mais vai ampliando também o senso de dever E aí eh nós vamos ter então uma a o senso de dever ele está gravado em nossa consciência eh lá na na questão 621 né ele fala que onde está escrito as leis de Deus na consciência e é nessa consciência também que estão gravados esse sentido do dever então o que que muda de fato é o quanto nós conseguimos desvelar e compreender essas leis divinas por isso que o dever Ele está na ele é diretamente proporcional ao nível de consciência quanto mais consciência a a o ser tem mas ele desvela e ele consegue entender esse movimento divino e o quanto ele precisa retribuir esse movimento Divino essa construção social esse compromisso com a obra divina mas quanto mais ainda eh recém-criado mais primitivo esse ser menos ele consegue ter essa noção de dever então ele pensa ele tá preso nesse egoísmo e aí ele não consegue fazer se desvelar né para poder compreender essas coisas maiores né então a expansão da consciência é diretamente proporcional à consciência do beb se liga muito agora voltando ao nosso Capítulo anterior ao discernimento também né porque muitas vezes eh querendo genuinamente seguir esse caminho a gente pode cair no risco de se prender à forma e acabar dentro de de padrões eh PR estabelecidos optando por questões equivocadas né o exemplo né que que eventualmente se dá assim que que é comum a a maioria de nós essas questões que eventualmente acontecem nos centros espíritas né onde ao invés de de acolher
uestões equivocadas né o exemplo né que que eventualmente se dá assim que que é comum a a maioria de nós essas questões que eventualmente acontecem nos centros espíritas né onde ao invés de de acolher alguém que tá bastante atrapalhado enfim nós acabamos julgando e afastando antes do tempo né a pessoa não afastando para para proteger né mas questões eh eh ligadas a a à disputa de pod enfim que acontecem mesmo no meio mesmo no meio religioso Então isso é muito interessante porque a gente e tá tudo certo né Nós precisamos de disciplina dentro da espiritualidade claro que precisamos mas no momento que a gente vê alguém que tá atrapalhado ali que tá atrapalhando né o andamento Será que nós não deveríamos ah proteger aquela pessoa recolher conversar com ela e depois ir reintegrando se for o caso Será que não seria isso o verdadeiro Dever ou será que o dever é afastar de uma vez por todas porque não condiz com a realidade então é claro que eu tô trazendo um exemplo assim bem geral mas pra gente pensar nessa questão da forma né da gente se colocar ali com amor né e ver o que que pode fazer de melhor sem a a sem continuando cumprindo as leis humanas mas sem deixar de também perceber que nem sempre a forma a regra é aquilo que vai nos dar a verdadeira vivência do dever né Acho que me atrapalhei um pouco para explicar ess forma né é interessante porque realmente o dever eh não tem a ver com com com rigidez nem com com imposições de coisas né que gera o fanatismo daí né ou a ou eh esse emot se o que por a tolerância é também é um dever tolerar o outro é um dever né porque é regida com o princípio Cristão né espiritual que me então de uma certa maneira o dever segue também a máxima do Cristo fazer o outro o que eu espero que ele faça de para mim né então o meu dever é me me projetar realmente né se lá no capítulo anterior a j fala do discernimento como uma Forma de Poder exercitar e operar a mente o dever Coloca esse discernimento a serviço de um ideal né de umal de uma nobreza né de
mente né se lá no capítulo anterior a j fala do discernimento como uma Forma de Poder exercitar e operar a mente o dever Coloca esse discernimento a serviço de um ideal né de umal de uma nobreza né de um movimento de conquista em relação a esses valores então eh e aí entra o respeito entra a compreensão entra a tolerância entra o acolhimento isso também faz parte do dever que o dever é fazer as coisas com amor mesmo que eu não ame ainda né age como se aassa né então a gente tá tendo eh o dever de poder realmente exercitar o amor e as virtudes são justamente o caminho para chegar essa condição máxima que é o amor né é e não só né quando nós estamos sendo vistos né mas em todos os momentos da vida né E aí é no trânsito né então é onde nós estivermos né Não É sai da frente que eu tenho que D passe não é assim que funciona né então isso também é é um exercício interessante né brincando aqui um pouco e trazendo exemplos provavelmente comum a maioria de nós mas porque é em todosos momentos da vida não é no Centro Espírita não é quando nós estamos sendo olhados em todos os momentos os pequenos momentos né que a gente vá Então se olhando não é se cobrando mas olhando para como que nós estamos agindo para realmente conseguir introjetar aquilo e automatizar a ponto de viver né E realmente conseguir Em algum momento eh adquirir essa virtude né enquanto ela é um exercício que ela seja um exercício mas que a gente procure automatizar né e não só em locais onde nós estamos sendo observados né E aqui né Guadalupe Ela começa falando exatamente dessa questão né Ela diz que como consequência esvai-se na luta Então ela tava dizendo dessa questão né da impermanência na questão da matéria e aí a gente vai se esvaindo nessa luta do dia a dia né Eh constante pela preservação do perecível a gente fica preso nessa questão assim como no afã de manter-se em novas buscas esquecendo-se da realização plena que decorre de sua consciência lúcida constatando a conquista de si mesma que entra exatamente o que a gente vinha
stão assim como no afã de manter-se em novas buscas esquecendo-se da realização plena que decorre de sua consciência lúcida constatando a conquista de si mesma que entra exatamente o que a gente vinha dizendo na na semana passada né quando o Gelson falou que ela usa esse termo consciência lúcida né para tá dizendo desse nível eh de consciência que a pessoa já tem discernimento que ela já tem noção de do dever que já tem essa consciência ampliada né E aí ela vai tendo eh eh o ser vai adquirindo essa noção de que é importância se as questões materiais igual você fala né Guadalupe a gente tem que ir lá no centro da Paz e aí a gente no trânsito se perde todo e como é que fica isso então nós temos estamos na matéria e temos que viver na matéria Mas a questão é que essas ambições materiais elas já não podem ser mais as únicas né a gente precisa desenvolver esse novo Eh esse novo olhar inclusive para com o nosso corpo né com compromissos com deveres também para com esse veículo do espírito que nos foi dado por empréstimo e que é um instrumento de progresso de crescimento de Sabedoria e amor mas que ele não é nosso e nós não podemos desprezá-lo Então nem ir para aquele eh máximo extremo de cuidar do corpo a qualquer curo eh custo com medo da morte e da Doença então eu vou cuidar extremamente desse corpo ou ou por outro lado da moeda eu vou esquecer desse corpo então eu não vou dar comida não vou dar alimento não vou dar água vou expor esse corpo um trabalho excessivo ou um excesso de não fazer nada né então esses excessos também eles são prejudiciais e é importante então que a gente tenha consciência inclusive desses nossos limites então quando ela coloca que a gente se esvai na luta então é importante ter e o dever nos vai dando esse parâmetro de limite eh nem de um lado numa polaridade nem a outra nem o cultro exacerbado para esse corpo com medo que ele morra e nem o a a completa Ah eu vou cuidar só do Espírito porque o que vale é o espírito Mas e esse objeto Esse instrumento que nos é dado para eh
o cultro exacerbado para esse corpo com medo que ele morra e nem o a a completa Ah eu vou cuidar só do Espírito porque o que vale é o espírito Mas e esse objeto Esse instrumento que nos é dado para eh viabilizar o nosso Progresso também tem que ser olhado é interessante que ela retoma também daí a a questão do do pensamento né não como só operacionalidade mas como como aquilo que a gente nutre né justamente ela vai a partir disso eh trazer essa reflexão que a gente é o que a gente pensa no sentido daquilo que a gente anseia né então aquilo que nos move internamente enquanto Anseio enquanto inclinação enquanto desejo enquanto interesse o que qual é o nosso o que nos apetece espiritualmente apetece aquelas vibrações inferiores apetece coisas nobres que nos alimenta espiritualmente em favor do Nossa da nossa Conquista espiritual então de uma certa maneira né Eh a gente vai construindo uma realidade naquilo que ela diz que a gente eh eh Expressa o que a gente elabora de nós mesmos enquanto aquilo que a gente nutre né então Eh o dever para mim é uma forma de educação das nossas aspirações dos nossos impulsos do nossos Anseio eu consigo dizer assim puxa que gente faz mais ou menos isso de uma certa maneira todos os dias né A minha vontade é comer doce né mas aí eu digo não mas né então ten um sou sou dividida né entre aquele que quer o doce e aquele que diz ah mas eu tenho que cuidar da minha saúde Eu tenho um deser eu quero aspirar algo melhor porque o doce gratifica mas deixa um estrago Né É momentâneo mas a saúde ela é necessária como um bem permanente para mim então eu tenho o dever de abdicar e buscar um alimento mais saudável no certo momento então e esse jogo que a todo momento a vida nos provoca né entre o nosso homem antigo que ainda vive em nós e o homem novo que quer se realizar e ainda não tem ainda não conseguiu chegar lá enquanto uma conquista e o dever nos ajuda então a a projetar esses anseios essas expirações íntimas em nome de algo que pode que é mais elevado né que é que que
não tem ainda não conseguiu chegar lá enquanto uma conquista e o dever nos ajuda então a a projetar esses anseios essas expirações íntimas em nome de algo que pode que é mais elevado né que é que que é mais favorável a nós então Acho interessante isso que ela coloca aqui em relação aspirações íntimas que nos uma coisa que eu fiquei pensando quando eu li esse capítulo é é o fato de que nós também temos que ter o dever de ser nós mesmos né de de de bancar quem somos de nos descobrir e não nos tornarmos uma imitação ou aceitar assim que não tem mais jeito e nessa vida não dá mais então esse dever esse isso para conosco mesmo também me veio muito à mente quando quando eu li né porque a gente Claro é muito interessante olhar os exemplos é muito produtivo eh mas a gente não pode ser uma imitação de de outras pessoas né Por melhor que elas sejam e por mais que elas nos estimulem Então esse dever de ser nós mesmos nessa nessa busca da individuação da plenitude também acho que é bem bem interess an quando a gente eh pensa um pouco a respeito de consciência e dever é por isso que quando que a gente fala né que tá diretamente proporcional ao nível de consciência Porque conforme o ser vai tendo autoconhecimento ele já vai conseguindo discernir O que é dele e o que é um desejo que ele gostaria de ter Então o que é uma Persona e o que realmente ele tem enquanto um atributo pessoal dele que ele não é uma personalidade a ser seguida copiada mas ele é um espírito milenar né que foi criado simples ignorante e tá nesse processo então muito importante isso que você tá dizendo né Guadalupe porque às vezes a pessoa tem como uma meta né seguir exemplos e ser uma cópia fiel e imperfeita de outra pessoa não mas nós temos o dever de realmente ser o que de fato nós somos né A dor e a delícia de ser o que é né Então esse é o nosso dever de Desc obriga cada dia mais né O que eh para que de fato nós estamos aqui e e qual a nossa tarefa né enquanto ser não que seja melhor ou pior mas que seja
de ser o que é né Então esse é o nosso dever de Desc obriga cada dia mais né O que eh para que de fato nós estamos aqui e e qual a nossa tarefa né enquanto ser não que seja melhor ou pior mas que seja a nossa né então isso é um dever também e aí ela diz que o êxito de um empreendimento Depende por certo do empenho de que alguém que se aplica na sua execução e ela já falou do empenho quando ela falou do do discernimento né no capítulo passado então a importância isso que eu gosto em Joana ela sempre nos coloca numa atitude ativa de algo a fazer eu preciso me empenhar nisso é é difícil mas é é algo que eu preciso gradativamente executar E ela diz que todavia projeto programação e o método de trabalho são indispensáveis para o tentame da realização então enquanto o discernimento é era um uma sistematização um método para atingir o dever também ele é algo que vai fazer com que a gente vai tendo uma né um direcionamento e uma forma até de de de pensamento que aqui ela tá dizendo do pensamento e pensamento de alguma forma é matéria então quando eu planejo eu não vou construir uma casa do nada vou pensar assim ah vou construir uma casa chamo lá a equipe dos construtores e vamos construir não antes de eu chamar a equipe de ter o terreno eu vou pensar Aonde isso daí para que lado vai tá voltado onde é que tá o sol né então eu vou pensar eu vou planejar eu faço projeto dessa construção então na vida eu sempre coloco assim no consultório a vida é uma grande empresa né Então essa empresa serve para quê então e é importante esse projeto a programação o método que eu vou usar para que eu possa est entendendo e e colocando esse dever a serviço primeiro da do meu progresso e também dessa questão social né e moral na construção né e na contribuição da obra do do Criador né de Deus então muito importante essa questão do empenho que a gente possa ter na tarefa Ach que a gente pode juntar né Adrian isso que tá colocando como o que foi colocado diante ser aquilo que a gente é né porque de uma certa maneira né Eh eh ter
empenho que a gente possa ter na tarefa Ach que a gente pode juntar né Adrian isso que tá colocando como o que foi colocado diante ser aquilo que a gente é né porque de uma certa maneira né Eh eh ter um projeto uma programação e um método justamente pressupõe eu partir de mim mesmo onde eu tô Ou seja eu tenho que me reconhecer lá no ser consciente a Joana fala que o ser consciente eh começa onde se está né nem mais nem menos então eu tenho que realmente ter o dever de eh olhar para mim né de me reconhecer de partir de mim mesmo e aí aonde eu quero chegar né aonde quero chegar e ver justamente é esse movimento que nos nos coloca em relação então a um projeto de vida a um compromisso a uma programação E aí claro todo se de trabalho e por isso que a Joana vai colocar aqui né mais embaixo e que a que a consciência do dever não é resultado dos arquétipos mitológicos e sim das conquistas Morais que promovem a criatura libertando-a dos instintos agressivos da libid das paixões ass elaj Então acho isso interessante porque de uma certa maneira é aquilo que estavam comentando antes né a a con do dever não é dos arquétipos mitológicos não tem a ver com as fantasias coletivas arquetipos são alimentados pelo pelo mundo né Eh a gente tem que romper e se voltar para nós né como um compromisso conosco mesmo né não é não é uma obrigação no sentido de um peso mas sim de um compromisso amoroso né eu eu posso ser mais do que eu sou eu posso ir além eu posso chegar num lugar interessante né e assim promovendo com disso essa libertação dos atavios do passado desses instintos agressivos da libido enquanto Anseio mais primário do gozo eh carnal e das paixões que ainda nos nos aprisiona então eu eu eu acho interessante isso né que de que o dever mais do que nos comprometer com uma consciência coletiva nos compromete com uma consciência Divina né Sai do coletivo aqui porque muitas vezes o dever coletivo né a moral coletivo eh é muito perversa né então o dever é o dever com a minha consciência
letiva nos compromete com uma consciência Divina né Sai do coletivo aqui porque muitas vezes o dever coletivo né a moral coletivo eh é muito perversa né então o dever é o dever com a minha consciência né acima de tudo né e e sabendo que eu vou ter que dar conta disso em alguma medida o Emanuel no livro pensamento e Vida capítulo 21 ele fala do dever de uma forma tão linda né Ele diz que o papel do dever é dizer o que lhe compete fazer na manutenção da Ordem da criação sustentando Essa ordem Então é isso que você coloca né Gelson é algo como um pensamento criador né Qual é o meu papel perante isso né não é ele não precisa ser grande mas é o meu então por isso que ele é importante Porque para mim ele faz a diferença né nessa manutenção dessa ordem com com esse pensamento Divino né e ele ainda diz mais eh eles são os o dever é os olhos que enxergam o caos o fim e a ordem que há no caos e nos mostra o que devemos melhorar então o dever mostra o calcanhar de Aquiles né O que o que Aonde é o ponto que eu preciso est reforçando e est conhecendo pro pro autoconhecimento para que eu possa eh me melhorar e crescer Uhum eu acho que de uma certa maneira isso envolve uma certa confusão também entre papel que a gente ocupa no mundo e o nosso dever né porque de uma certa maneira a gente acha que a gente quer sempre ser mais do que a gente é naquilo que que agora falou que a gente tem que ser nós mesmos né então eh muitas vezes o dever não é uma coisa extraordinária né mas o dever é um princípio de fazer bem o que nos cabe né Mesmo que seja a tarefa aparentemente mais simples né então meu dever como mãe é nutrir é educar é calentar eu não preciso me tornar né um a a a rainha da Inglaterra Presidente né da da da de um país isso é muito bom Mas de repente não não cabe a mim então às vezes eu eu abdico do meu dever enquanto papel que o mundo me coloca a partir do destino enquanto mito pessoal enquanto de uma certa maneira a minha e programação espiritual reencarnatória né e o Anseio por outras coisas e
meu dever enquanto papel que o mundo me coloca a partir do destino enquanto mito pessoal enquanto de uma certa maneira a minha e programação espiritual reencarnatória né e o Anseio por outras coisas e achando que é o dever o fazer coisas grandiosas e esqueço que de uma certa maneira nesse equilíbrio do que o mano coloca né nesse esforço de manter harmonia e e colaborar para para para PR perfeita Justiça da do momento da vida eu posso dar conta daquilo que me cabe também como pessoa né então a gente chega numa casa Espírita a gente quer a gente quer ser dirigente a gente quer ser presidente a gente quer ser né e e e não cumprir o dever né então a gente não quer cumprir o dever a gente quer a gente anseia pela pela gratificação onipotente do Ego né e não pelo dever então o o o o dever ele supera o capricho do Ego o dever por isso que o cant fala que o dever supa a vontade e e o Lázaro supera as coisas do coração mas é essas coisas do coração e da Vontade que é muito ligado aos Caprichos do Ego né então o dever tem que suplantar os ancos do Ego em nome do que é maior em favor do self não em favor da nossa consciência mais limitada e aqui ela coloca né pode-se medir o estágio da evolução do ser pela consciência do dever isso é muito interessante Então ele é um instrumento inclusive de mensuração do estágio de evolução do ser E aí ela explica como a ausência ou seja a falta Total completa aus do do da Consciência do dever indica o primarismo mesmo que haja realizado conquistas intelectuais enquanto a a manifestação revela todo o processo de armazenamento de valores éticos Morais então o dever ainda como um instrumento de mensuração que a falta do dever ele mostra que ainda o ser está nesse estáo inicial do desenvolvimento Nem melhor nem pior mas ainda mais próximo ao ignorante né Ele é criado simples ignorante então ele não sabe ele não conhece e quando o ser já manifesta o dever a gente já começa a ver o quanto que ele tem E aí é a quantia né de da do do desenvolvimento que ele já que ele já
ples ignorante então ele não sabe ele não conhece e quando o ser já manifesta o dever a gente já começa a ver o quanto que ele tem E aí é a quantia né de da do do desenvolvimento que ele já que ele já consegue né que ele já desenvolve né então de acordo com esse grau de consciência ele pensa ele sente ele fala de acordo com esse nível que ele se IMP e por isso que ela faz a diferença entre inteligência e e consciência né el fala ele fala ela fala que a inteligência é um movimento ligado ao cérebro né ao processo intelectivo né mas que não tá comprometido com os valores espirituais tu Posso usar a inteligência e ter um bom intelecto Mas tu tá acomodado porque a falta de dever para mim representa um tipo de fraqueza espiritual ainda né de que o esforço que o dever demanda e a capacidade de ir ao encontro dele reflete uma capacidade realmente de de eh vontade superior de força espiritual de comprometimento com comigo e com a vida que isso que ainda é consciência porque justamente você vai dizer que a consciência ela promana do espírito né então posso ter um bom intelecto mas sem consciência ainda no sentido que a consciência pressupõe essa ética né Esse princípio ético da qual eu me alio ao dever em favor do do meu compromisso Então para mim tem essas duas coisas realmente dever tá muito eh eh associado a à consciência e e e essa consciência né que o dever promove tá muito associada uma força realmente espiritual de que de poder eh superar a mim mesmo né entre o meu eu que ainda tá ainda identificado com essa com elementos eh do passado que já não sustentam a minha vida mas que ainda me me geram um tipo de gozo Ou de ou de inclinação Ou de ou de padrão condicionado em termos de comportamento e o dever que me impulsiona então para ir além mas que precisa né desse desse esforço desse comprometimento desse grau de responsabilidade que já que dá Exatamente isso né o estádio evolutivo da Qual tu se encontra quando ela fala que eh fase da tua existência terrestre um patrimônio de eternas bênçãos nessa
esse grau de responsabilidade que já que dá Exatamente isso né o estádio evolutivo da Qual tu se encontra quando ela fala que eh fase da tua existência terrestre um patrimônio de eternas bênçãos nessa frase bonita ela também vai reiterando essa relação da inteligência e e da consciência que vem do Espírito porque pode existir uma uma tendência né não é causa efeito da inteligência racionalizar e trazer como dever questões que estão completamente afastada das leis do amor e da caridade então ela é muito clara quando ela vai trazer e não é dis não é desse dever que tá se falando né então mascarar né Guadalupe pode mascarar com intelig né achar que o teu dever convém aos teus interesses e não realmente as virtudes Então são duas coisas que ela coloca essa coisa do do mascarar pela inteligência e de outro lado amargura o cansaço e o tédio também né que essa parte mais emocional gente não lutar e ficar preso ao tédio amargura porque a gente tem que tem que buscar algo maior porque já tenho consciência Eu já li aqui na J De Angeles que eu sou espír tal e o que eu tenho que que crescer mas tem um lado infantil meu que não quer E aí eu fico na amargura na na na no no tédio porque no fundo eu tô fazendo contra a minha vontade real né e não realmente identificado com esse movimento maior então ão são questões que ela coloca aqui né verdade dentro da linha de pensamento do Emanuel é interessante que num determinado momento ele coloca assim né que né Nero não é perseguidor dos cristãos aos olhos de Deus né era um irmão mais necessitado que carece da Luz dos mais evoluídos que tinham para dar então o dever de quem alcançou determinada patamar seria de Dar aqueles que estão a né atrás como no caso Nero eh eles precisam ser iluminados por essa luz nem que seja pequeno então por isso que ele vai sendo um instrumento de Progresso porque aquele que conseguiu um pouquinho ele já pode dividir esse pouquinho com aqueles que ainda não atingiram né então isso mostra um compromisso com a grande solidariedade
instrumento de Progresso porque aquele que conseguiu um pouquinho ele já pode dividir esse pouquinho com aqueles que ainda não atingiram né então isso mostra um compromisso com a grande solidariedade Universal que é consoladora aos nossos corações porque de certa forma a gente sabe então realmente Nós também vamos ser né os espíritos que estão né os os superior vão nos dar esse colo porque realmente também nós estamos atrás Então olha como isso é de certa forma consoladora e ele vai mostrando uma solidariedade então o dever sendo também impulsionando ao Progresso mas ao mesmo tempo olhando para aqueles que ainda não conseguiram com amor né então o amor ele vai fazer toda essa eh esse movimento então eu vou mas eu não deixo para trás aquele que que não conseguiu estar o meu né no meu patamar assim como os espíritos de luz também nos abandonaram né não nos abandonad estão nos nos buscando a cada momento Então olha que bonito esse movimento do universo de de dar aquele que não tem e ao mesmo tempo eh ele ele nunca fica sozinho né abandonado é interessante que no final do do capítulo ela pega o imento da da do tema anterior E junta com a consciência do dever né porque ela cita Santa Agostinho né a proposta dele que tá lá no Livro dos Espíritos do comentário da questão 1919 né que quando ele propõe né então um exercício eh de avaliação do cotidiano né E ela cita aqui né a proposta dele fazer o que eu fazia quando Vivi na Terra ao fim do dia rogava a minha consciência passava revista aos ao que fizera e perguntava a mim mesmo se não faltara algum dever se ninguém tivera motivo para de mim se queixar foi assim que cheguei a me conhecer e a ver o que em mim precisava de reforma então de uma certa maneira esse discernimento de Santo Agostinho né de avaliar de interrogar a consciência dele de revisitar as atitudes dele mas pautada no dever né ou seja o dever como um elemento ali junto do descendimento para poder realmente balizar minha conduta e a partir disso realmente reconhecer o que tá em falta na minha
des dele mas pautada no dever né ou seja o dever como um elemento ali junto do descendimento para poder realmente balizar minha conduta e a partir disso realmente reconhecer o que tá em falta na minha vida e que eu devo mudar então descendimento dever ando juntos em favor da Consciência em prol da minha reforma em prol da minha transformação interna acho bem interessante isso que esse final que Joan coloca aqui no capítulo muito bem Estamos chegando ao final do nosso encontro né Eh alguma coisa mais Guadalupe que tu queira trazer Adriana uma frase pequenininha do Chico né que ele diz assim aos outros dou o direito de ser o que são mas a mim dou o dever de ser a cada dia melhor então que nós possamos pensar nessa frase e pensar o quanto que nós precisamos nos dar esse direito né de de ser o dever de ser quem n um pouco melhores que já fomos eu lembro dival também comentando né que que nos projetos dele nas viagem que ele não se dava né o direito de de passear descansar né enquanto não tinha o compromisso de dar conta daquilo que cabia junto a às tarefas dele então acho que esse espíritos que já tem muita consciência né da do que representa o trabalho espiritual ou nós num nível mais limitado mas temos consciência do quanto a gente tá comprometido com o nosso passado quanto a gente já desperdiçou né do pelos Caprichos do nosso eu nosso ego a gente começa a ter essa consciência do dever né realmente de aproveitar o máximo a nossa Encarnação de poder realmente fazer valer né e e claro isso não não se faz de uma maneira fácil que é uma luta interna né a gente tá num processo realmente de de embate conosco mesmo mas pelo menos a gente já tem essa essa consciência nessa Lucidez que a gente comentava antes desse dever como algo necessário justo e bom para nós né E poder realmente nos comprometer com ele porque ele é uma segurança ele é ao que dá uma certa direção estruturadora em relação à nossa vida né E aí a gente vai trabalhando as nossas dificuldades né Puxa não tou não consegui né Ah aqui eu
ele porque ele é uma segurança ele é ao que dá uma certa direção estruturadora em relação à nossa vida né E aí a gente vai trabalhando as nossas dificuldades né Puxa não tou não consegui né Ah aqui eu ainda me me me perco Nessas questões e assim a gente vai de assim como Santo Agostinho né interrogando a nós mesmos repensando as experiências mas tendo de da nossa frente do nosso lado aí né se eu algum dever da qual eu não será que eu tô em falta com algum dever frente a tudo isso que eu vivi ao movimento da minha vida ou esse dia que que tá findando então esse é realmente né o nosso grande exercício né do que esse nosso pensar né que envolve projeto programação e método possa est integrado ao dever para que ele possa nos ajudar a ter êxito na nossa caminhada Adriana mais alguma coisa da Guadalupe que veio a partir disso nada então estamos encerrando mais um momento de encontro agradeço a Guadalupe Adriana por estar aqui conosco e a todos vocês também a nossa gratidão por nos acompanhar por esse estudo maravilhoso da benfeitora e que pamos continuar juntos então pro pro próximo encontro que é o capítulo 15 consciência e caráter então fica essa provocação já vão lendo lá o capítulo já vão pensando para depois a gente poder ir trocando umas ideias aqui em grupo aqui e provocar vocês aí que estão nos assistindo um grande abraço que a presena de Jesus possa presente cada vez mais em nossos corações
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