T8:E25 • Desperte e seja feliz • Plenificação íntima
Neste episódio do programa Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis, Gelson Roberto, Guadalupe Amaral e Adriana Lopes refletem sobre o capítulo “Plenificação íntima” da obra Desperte e Seja Feliz. A partir da abordagem da mentora espiritual Joanna de Ângelis, o grupo analisa como a realização interior verdadeira é resultado de um processo de autoconhecimento, amadurecimento espiritual e sintonia com os valores superiores do Evangelho. Uma jornada de plenitude à luz do Espiritismo. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #despertardaconsciencia
Bem-vindo, amigos. É uma alegria estarmos juntos em mais um encontro sobre esse material belíssimo que a prefeitura Joana Andiana nos oferece, que é série psicológica. hoje aqui com a Guadalupe, com a Adriana, pra gente poder dar continuidade nosso estudo do capítulo 25, Plenificação íntima, desperte e seja feliz. Esse é o livro que nós estamos estudando. Então, bem-vindo a gurias também para nosso bate-papo aqui, nosso estudo, eh, que é um capítulo que para mim é uma continuidade do último, né, que que ela vai trazer sobre a questão da inteza moral e agora ela vai se ocupar da planificação íntima, né, onde ela vai trazer questões importantes sobre o processo do trabalho conosco mesmo, nessa caminhada e os desafios que compõem essa busca de planificação íntima. Alguém de vocês quer começar a trazer algum elemento? Como é que percebeu o capítulo? Alguma, algum aspecto que acha interessante para iniciar nosso bate-papo? Eu gostaria de trazer uma curiosidade para mim, que quando eu li pela primeira vez esse capítulo, eh, me lembrou muito o último, praticamente o último trabalho de Kardec, quando Kardec eh, quando foi publicado obras póstumas, né, eh, Kardec tava se debruçando exatamente em cima desse tema, né? E se a gente lê lá no último capítulo 38, quando se chama o Credo Espírita, ele escreve exatamente, né? Eh, eh, esse tema, ele traz de uma forma belíssima. E aqui a Joana traz, retoma, né, a impressão que me deu que ela retoma esse texto e em cima desse retomar o texto, ela vai aprofundando com esse viés psicológico, né? Então aí dá pra gente ver bem Joana educadora, que desde a época de Joana de Cusa ela trabalhou na educação. E é exatamente nesse texto de Kardec que ele diz que é pela educação mais do que pela instrução que se transforma a humanidade, né? Então ele traz algumas ideias muito parecidas com todas as ideias que ela vai tá trabalhando aqui, o quanto que é necessário para que a humanidade possa ser transformada. Primeiro é necessário essa planificação interna, né? Então, se
to parecidas com todas as ideias que ela vai tá trabalhando aqui, o quanto que é necessário para que a humanidade possa ser transformada. Primeiro é necessário essa planificação interna, né? Então, se a gente olhar, a gente vê ela muito presente na codificação, inclusive trabalhando um tema específico que Kardec tava debruçado no momento da desencarnação dele. Então, para mim foi uma curiosidade assim muito feliz quando eu li pela primeira vez e eu quis trazer assim, né, como viés de curiosidade mesmo. >> Muito bem. >> Estamos sempre juntos. >> Uhum. Sim. Guadalup pode falar. >> É, estão sempre juntos em em um só pensamento e ideal. muito bonito. Eu, a primeira questão que que eu gostaria de trazer, de contribuir, é já lá no início, onde onde ela nos traz esse contraponto entre repressão e educação, que é algo que também é muito importante em toda a obra da mentora para que a gente entenda eh do ponto de vista de experiência e também de instrução e de educação, a diferença, né, do desse trabalho eh das paixões perturbadoras. as que ela vai falar lá a seguir, mas esse trabalho em busca de realmente eh ficar num trabalho incessante no bem, o que como agir, como lidar com isso, a diferença de reprimir e de educar. Então isso acho que é muito importante que ela já comece assim e ela traz que a repressão trabalha contra a ordem, né? E aí eu me lembrei muito dos tempos mais medievais, daquela religiosidade eh mais com com aquele golpe mais negativo e e enfim antes disso, né, realmente soterrando os valores e trazendo só uma aparência, mas a repressão trabalhando contra a ordem, o equilíbrio e o progresso, fomentando dissimulação, suborno, indignidade disfarçada de virtude e também, né, né, Adriana, tu troueste Joana de Cuza. Me lembrei muito da época eh de Juana Inês de La Cruz, quando teve então esse tipo de de viés lá, né, ela tentando ir contra um lugar que se dizia educador, mas era muito mais repressor. o quanto ela teve importância ali de romper, de desfazer muitos nós de repressão, eh,
esse tipo de de viés lá, né, ela tentando ir contra um lugar que se dizia educador, mas era muito mais repressor. o quanto ela teve importância ali de romper, de desfazer muitos nós de repressão, eh, disfarçadas, de um moralismo e realmente ali também, como Juan Inês ter um papel transformador e educador, levando, tirando aquela nata, aquele aquele véu da repressão. E aí depois ela fala logo abaixo, né? Somente a educação consegue libertar o ser por fundamentar-se no conhecimento e dever para com a vida, a sociedade e o próprio cidadão. Então a gente aí vê já citando duas vidas das quais a gente sabe, sem falar Clara, né, e e Angélica, né, eh, nesse trabalho do do não reprimir, mas do educar, do educar com amor, de realmente através do amor e da educação, se chegar à planificação íntima. Então, me chamou muito atenção essa questão da nossa educadora ali, né, firme, trazendo eh tudo que ela aprendeu e ensinou nesse livro. é se a marcha da vida, né, isso a gente viu até lá no autodescobrimento, no livro anterior, é essa busca de unidade, né, que que envolve de uma certa maneira compreender o que é o amor e chegar na verdade, né, onde a gente vai agregando valores conquistados sem perder esse valores. A gente vê que a repressão ela trabalha no nível do ego, né? Tu pode até constranger o ego e a gente mudar um um comportamento mais uma superficial, mas por trás do ego fica o quê? Muitas vezes o medo ou a revolta, né? Tu é constrangido ou a negação, porque na repressão o ego também nega a realidade como uma forma de escamotear o confronto contra si mesmo. E a educação não, a educação trabalha o self, né? o self que dabrocha o espírito que realmente se expande enquanto possibilidades de de realização plena de si mesmo. É, então eu vejo que que a que que essa dinâmica da repressão é uma dinâmica muito arcaica, muito ainda baseado no poder e não no amor e muito baseado no na questão do controle e na dominância do ego e no jogo do ego e não realmente tocar profundamente a alma, que é justamente a
ito arcaica, muito ainda baseado no poder e não no amor e muito baseado no na questão do controle e na dominância do ego e no jogo do ego e não realmente tocar profundamente a alma, que é justamente a dimensão da essência da realidade do espírito, que é o céu. E aí ela propõe, então, olha, a repressão, né, a gente tá acostumado a esse tipo de de esquema. A gente eh eh baseado em violência, em medo, né? A própria religião se usa dos medos para poder coargir as pessoas ou a repressão nos pais, né? a própria repressão da gente que não sabe lidar ainda com nossos impulsos e reprime. Então, a gente veio com uma caminhada de séculos e séculos aonde a tônica do processo eh de do trabalho com o ser humano era repressor, né? E agora que a gente tá acordando para que que a proposta libertadora justamente seja a verdadeira educação. >> E aí ela parte ali logo naquele texto anterior, né, aquele naquele textinho inicial, eh, falando desse conceito equivocado, né? Então, é interessante que aí ela parte dessa ideia geral que é eh realmente a questão, né, da violência, né, que para que eu possa transformar algo, eu tenho que criar leis de eh leis rígidas eh para combater, então, a violência eu tenho que ter leis mais duras, né? Então ela parte desse conceito equivocado que trabalha em favor, né, dessa transformação moral, que seria pela violência, pela punição dos delinquentes. E aí ela fala que para que a gente possa então trabalhar isso de uma forma mais com esse viés da espiritualidade, eh que para que eu possa eh para que haja transformação moral do indivíduo e do mundo, é necessário então a educação, né? Então, a violência ela não é necessária. E aí nós vemos várias, né, vários espíritos trazendo isso. Emanuel trabalhou muito sobre as leis, né? Eu gosto quando Emanuel fala que eh enquanto eh enquanto não houver vigente a lei do amor na Terra, nós precisaremos de leis, né? Por quê? porque ainda precisa conter o instinto, mas a partir do momento que a lei do amor eh ela for uma constante, então a educação educou
gente a lei do amor na Terra, nós precisaremos de leis, né? Por quê? porque ainda precisa conter o instinto, mas a partir do momento que a lei do amor eh ela for uma constante, então a educação educou esses instintos e aí então não é necessário uma lei tão rígida, né? Então, essa conquista dos valores éticos da sociedade, ela sim eh que vai promover essa planificação íntima, tanto do indivíduo como aí do planeta, né, que tá passando por esse momento de regeneração. E também é necessária a educação do planeta. A partir do momento que educamos os nossos instintos internos, também o planeta evolui. E isso tem numa das frases de Kardec, ele coloca lá: "Os males da humanidade provém da imperfeição dos homens", né? Então, veja como eles estão falando e trabalhando o mesmo tema. Então, o planeta só estava naquele momento de provas e e expiações de forma tão densa. Por quê? Porque exatamente as imperfeições do século XIX eram até maiores do que as do momento atual, que já está difíceis, né, mas já está um pouco mais leve. >> E essa primeira frase aqui do texto, né, pessoal? Poderás, se quiseres, transformar o mundo para melhor, desde que te empenh decisão na mudança do próprio comportamento, alterando o conceito sobre os valores que atribui à coisas, assim como as experiências existenciais. Então, trazendo essa percepção, essa essa chamada para que o ser perceba do ponto de vista espiritual e e se relacione com o mundo a partir dessa lente do ego enquanto aquele que vai intermediar isso, mas certo e consciente de uma realidade maior, dentro dessa realidade maior, transformando o seu mundo e e o mundo externo. Então, muito, muito interessante também a forma como ela começou. >> Isso de uma certa maneira reflete, né, Guadalupe, que tá no texto anterior que abre o capítulo, porque ela falou assim: "A doença solicita medicação, a ignorância inveja esclarecimento, o crime e o vício são enfermeiras da alma que devem ser tratad suas origens, não apenas punidos nos nos seus efeitos." Então, essa é esse trabalho
licita medicação, a ignorância inveja esclarecimento, o crime e o vício são enfermeiras da alma que devem ser tratad suas origens, não apenas punidos nos nos seus efeitos." Então, essa é esse trabalho realmente, né, de autoiluminação, essa que ela propõe aqui, que começa justamente no trabal de acolhimento do do outro, do acolhimento de nós mesmos, para que a gente possa reconhecer a necessidade de mudar, porque nem ninguém muda eh pelo outro, nem forçando o outro, ninguém, a gente não tem como agredir ou violentar a consciência de ninguém. ninguém. E o despertar de cada um vai se dar no momento certo do processo evolutivo, quando tiver condições de poder fazer um insight, né, juntar as peças e cair as fichas, poder compreender, assimilar uma realidade que agregue e possa realmente despertar a consciência por uma dimensão mais profunda e maior do que aquela que ela tava vivendo. Então, e aí vem realmente, né, esse momento, né, dizer: "Puxa, eu preciso mudar ou eu quero mudar ou eu tô em condições de mudar, né? Então, de poder assumir isso e reconhecer que pode, porque muitas vezes a pessoa não é que nem que não é que nem que não queira mudar, mas às vezes ela não se acredita que possa mudar." Então tem tantas implicações aí nessa colocação da benfeitora, né? Mas o mais importante é isso, né? Eh, nós podemos transformar o mundo, mas esa aí, vamos com calma. Para transformar o mundo, nós temos que começar conosco mesmo, olhando pra gente, né? é um trabalho conosco. Então esse é o caminho, né, que ela tá propondo aqui no início do capítulo. >> E não é um caminho fantasioso, né? É, desculpa, Adrião, é não é um caminho fantasioso, pelo contrário, é muito muito profundo, né? E e requer muita responsabilidade e comprometimento, mas é possível. Uhum. E aí ela conclui essa parte que o que o que o Gelson trouxe dizendo, ela diz: "É inadiável a autoiminação, ou seja, não tem mais jeito, não dá para esperar mais, né? A partir desse momento, é necessário que a gente trabalhe na nossa autoiluminação e a
n trouxe dizendo, ela diz: "É inadiável a autoiminação, ou seja, não tem mais jeito, não dá para esperar mais, né? A partir desse momento, é necessário que a gente trabalhe na nossa autoiluminação e a transformação moral de cada qual que irradiarão no rumo do indivíduo mais próximo. Então veja, a partir do momento que eu trabalhar, me educar, educar esses instintos, educar esse mal que existe em mim, educar e não reprimir, aí entra bem aquilo que a Guadalupe disse, né? a necessidade de entender, conhecer e aí com amor. Então, eh o eh os crimes e os vícios e das nossas enfermidades precisam ser tratadas e tratadas com amor, que é a educação, né? A educação é um ato do de amor para com esses elementos que precisam ser eh trabalhados. E a autoiluminação não dá mais. É necessário que seja agora. E dentro do que a Guadalupe disse, quando ele fala, né, Guadalupe, como ela inicia, ela diz assim: "Poderás, se quiseres Deus transformar o mundo". Então, é necessário a gente parar hoje e pensar, mas será que eu tô querendo mesmo mudar alguma coisa? Será que tudo isso que eu reclamo tanto? Eu tô realmente incomodado com isso e quero mudar isso? Então, olha como ela nos tira dessa zona de conforto e traz a gente para para refletir, mas em que ponto que eu tô, eu já quero, eu já tô incomodado, né, ou tá bom assim mesmo e vamos embora assim do jeito que tá, né? Então ela convoca primeiro para uma autoinação necessária, inadiável, e aí ela coloca: "Se quiserdes vocês podem mudar o mundo, mas é um mundo interno que a gente pode, né? Nesse mundo todo é realmente impossível olhar para isso tudo e falar: "Não, não dou conta". >> É, eu eu dividi esse capítulo didaticamente em seis etapas, seis processos, né? Porque ela começa assim bem, eh, a a como tu tá falando, né, Adriana, a é inadiável a autoiluminação. Então, tá, então vamos propor aí essa transformação moral em favor da planificação íntima da ela começa justamente com a a o querer, o querer e depois o se se empenhar. Então eu fiquei
autoiluminação. Então, tá, então vamos propor aí essa transformação moral em favor da planificação íntima da ela começa justamente com a a o querer, o querer e depois o se se empenhar. Então eu fiquei pensando que a primeira momento do nível de transformação é uma predisposição, né? O indivíduo tem que apresentar uma consciência que a cura ou a transformação é possível. Hum, né? Eh, ou seja, e para isso, para poder ter ver uma predisposição a ser curado ou se transformar, que paraa Joana começa se aceitando e reconhecendo sua própria realidade nesse processo de se aprimorando sem cessar. Depois tem um segundo aspecto aí, né, que é estar consciente e e que a sua cura, que o seu caminho, que a sua transformação faz parte de algo maior que ele, que é justamente essa dimensão que tá inserido numa realidade maior, divina, né, e reconhecer essa dimensão espiritual da realidade que dá um novo sentido, né, e aí manter eh amente nessa meta, né, que é sintonizado com a fonte do de todos nós que é Deus, né, numa entrega, né, total ao self também, né, na nessa visão de um movimento que tem um sentido maior para que depois chegue a terceira eh etapa do processo, que é justamente a transformação. E essa transformação envolve vários vários padrões, né, cognitivos que a gente tem que mudar, padrões cognitivos, a forma como a gente pensa, que a gente concebe a realidade, padrões afetivos, né, eh, padrões automáticos de afeto, mal estruturados, de emoções da qual a gente se viciou e e chegada aí no no na transformação comportamental. né? Então esse processo, né, é um processo de dentro para fora, né, que envolve essa consciência que nós precisamos mudar, né? Eh, então o que tem em jogo aí não é só a dor, o o a o sintoma, o o os sintomas do mundo, mas o modo de ser de vida da gente, né? Eh, então a experiência de transformação é uma experiência de totalidade, onde esse processo opera em múltiplos níveis da nossa realidade, né? E aí dentro dessas três etapas eu fiquei envolvendo que que isso isso envolve
cia de transformação é uma experiência de totalidade, onde esse processo opera em múltiplos níveis da nossa realidade, né? E aí dentro dessas três etapas eu fiquei envolvendo que que isso isso envolve também um procedimento, ou seja, quais são os elementos e instrumentos que eu vou operar em favor dessa cura, né? Que envolve as as técnicas que J nos coloca, né? técnicas de imaginação, a prece, meditação, o autoamor, né, a questões de de a reflexão, o relaxamento, ou seja, todo essa gama de recursos são possíveis para que a gente possa movimentar esse caminho de transformação. Depois há um processo, uma caminhada dentro disso, né, que é justamente a gente reconhecer a natureza da nossa experiência. né, em relação a nós, ao outro, como ela vai se colocar aqui, e ao sagrado, que envolve esse trabalho realmente de insight, né, de poder compreender, de mudar nosso pensamento, esse processo que é de se perceber, de poder se reconhecer, descondicionando sub o inconsciente, que vai liberando, né, a esses estados mal resolvidos e sendo substituído por processos de elaboração e elementos que a gente agrega, né, através de conteúdos positivos, de uma atitude nova e assim por diante. E essa disposição aqui, né, que é o esforço e atitude positiva, né, ou negativa, frente a esses fatores que a vida nos coloca e esses fatores eh que também implica o embate conosco mesmo. E aí a disposição que a que a benfeitora coloca é de não retroceder, né, e de buscar realmente esse caminho de aprofundamento, de autodescoberta, onde envolve confiança, perseverança, né, e esse diálogo daí constante comigo e com a vida, né? Então, eu pensei nisso como eh que tudo que ela tá falando aqui é o mundo, né? envolve vários eh aspectos e etapas desse processo de planificação íntima. Eu acho acolhedor que ela diz que todo o empenho aplicado na reforma moral dos hábitos perniciosos, enfim, é um passo decisivo. Então ela traz que qualquer coisa, né, assim, qualquer pedacinho tenta, né, não não não pensa em grandes eventos,
empenho aplicado na reforma moral dos hábitos perniciosos, enfim, é um passo decisivo. Então ela traz que qualquer coisa, né, assim, qualquer pedacinho tenta, né, não não não pensa em grandes eventos, vai no que tu consegue. Todo, todo empenho ele é válido. Então isso também é importante nesse caminho do burilamento, né? Chamando atenção de que não são até ela, acho que é é nesse aqui que ela fala ali no início, né? Voltando um pouco, não te preocupes em liderar uma revolução. E vai trazendo então esse, né, essa essa lógica de de pensar de cima para baixo. Não, a revolução ela tá ali em qualquer empenho que você vá fazendo, que aos poucos a semente tá ali, vai germinar e assim aos poucos vai haver essa essa mudança e essa planificação íntima. Então isso eu também achei achei interessante de destacar. Eh, eu me lembro uma frase do Bezerra de Menezes que ele diz: "Passos pequenos, mas firmes, né? Não adianta a gente querer avançar ou querer mudar o mundo, né? Fazer um movimento muito grande, sem consistência. Então, passos pequenos, mas um passo de cada vez bem cuidado, bem feito, bem trabalhado, que vai consolidando realmente esse caminhar de maneira consistente e verdadeira. >> É porque normalmente quando a gente pensa, né, nessa questão de uma eh uma liderança e uma revolução social, econômica, né, cultural, ética, el lembra muito essa questão de ego, né? Então, o ego é aquele herói que ele quer dominar o mundo, ele quer mudar tudo, ele quer fazer aquela revolução científica, cultural, moral, religiosa. E ele, por ser uma uma instância dessa totalidade que é o o self, que é essa totalidade que é o espírito, ele ele vai muito afoito, né, querendo do macro pro E aqui a proposta, ela vai falando, não, calma, né? é um dia por vez, num passo de cada vez, começando por dentro, começando por si mesmo. Então não é egóico. Ele não não que não precisa mudar todo o sistema filosófico, cultural, científico, não. Ele precisa partir do autoconhecimento mesmo. Mas por que será que eu quero tanto
si mesmo. Então não é egóico. Ele não não que não precisa mudar todo o sistema filosófico, cultural, científico, não. Ele precisa partir do autoconhecimento mesmo. Mas por que será que eu quero tanto conquistar o mundo? Por que que eu quero dominar esse mundo, né? Então, partir dessas coisas do dia a dia. E nesse parágrafo me lembrei muito eh no templo de Delfos que tá lá escrito, né? Eh, conhece-te a ti mesmo, pois conhecendo-te conhecerás os deus e o universo. Então, lá em Delfos já tinha essa ideia de que não é de eu não vou conhecer os deuses e o universo para me conhecer, não é o contrário. Eu preciso, pelo autoconhecimento, eu vou conseguir conhecer o fora e o todo, porque dentro de mim é uma é uma miniatura desse todo, né? É uma correspondência. a minha unidade corresponde a essa macro, esse macro, essa totalidade. Então é muito bonito ver essa como a gente encarnado a gente muda tudo, né? A gente parte de uma perspectiva materialista ainda egóica e a gente acha que é por aí. E aí a gente vê todos esses espíritos que trabalharam sempre essa temática, né? tentando, fazendo com que a gente, olha, não é por esse viés, por esse olhar egóico, mas é algo eh do selfie, é uma mudança muito maior e e portanto é gradativo, é todo dia, né, um processo. >> É, com certeza é um trabalho de lucidez, né, que ela propõe aqui de uma de uma consciência lúcida, né? Então, por isso que ela fala aqui numa parte, achei tão bonita essa parte aqui, né? Por essa razão, até insuperável para esse momento, é de autobrulamento da revolução íntima, ou seja, começa por dentro da gente, né, Adriana? a revolução íntima, porque eh eu me lembro uma vez que que eu conversava com o Divaldo, tava muito em voga a a proposta pedagógica do Saibaba lá na Índia, o trabalho bonito dele. O Divaldo foi lá, conheceu e e e tentou implantar na Mação do Caminho. E aí eu perguntei: "Ah, Divaldo, como é que tá lá o projeto e pedagógico da mansão lá a partir da da proposta do Saib?" Ó, Gelson, aqui no na mansão não deu certo pela pelo tipo da
a Mação do Caminho. E aí eu perguntei: "Ah, Divaldo, como é que tá lá o projeto e pedagógico da mansão lá a partir da da proposta do Saib?" Ó, Gelson, aqui no na mansão não deu certo pela pelo tipo da cultura e mentalidade eh da das crianças brasileiras. Então, eh não adianta tu querer forçar um projeto sem considerar a natureza das pessoas. Então eu posso porque a realidade do mundo reflete a a unidade do pensamento de todos. Então lá aquele projeto lá na Índia em função da cultura indiana era aplicável aquele ambiente já, mas já naquele já não já não era. Então eh tem que haver realmente um movimento que possa reconhecer esta condição que que implica a realidade interna. E por isso que ela diz, a revolução começa a partir dessa revolução íntima para o encontro com a consciência lúcida e responsável que poderá qualificar a paisagem evolutiva do ser. Então eu acho que isso que é esse despertar de consciência, né? A Joana vai falar em outro momento da consciência de sono. Então, é é é fundamental que a gente saia dessa consciência de sono, entre nessa consciência lusta para que a gente possa assumir a responsabilidade e assim começar esse caminho realmente verdadeiro de modificação, de trabalho conosco mesmo. E aí consequentemente do mundo. Tô aqui pensando, pensando o quanto, né, nesse mundo que que nós estamos, a gente acaba se perdendo enquanto humanidade nessas questões do egoísmo, da violência, o amor próprio, orgulho, a ediondez moral que ela vai trazendo ali e perdendo essas oportunidades de planificação. Eu tava pensando aqui o quanto nós e dentro desse lugar onde o ego se coloca como um todo que não é, eh queremos ser servidos, né? Queremos submeter. E e isso indo contra justamente o que é esse entendimento de do quanto é bom servir e quanto o trabalho no bem planifica. E o servir é estar em em plena harmonia. com a lei do amor. Então, como a gente ainda tá caminhando nessa dinâmica de entendimento da nossa realidade interna, tanto quanto espíritos encarnados, né, mais de uma
r é estar em em plena harmonia. com a lei do amor. Então, como a gente ainda tá caminhando nessa dinâmica de entendimento da nossa realidade interna, tanto quanto espíritos encarnados, né, mais de uma forma mais eh reducionista, assim, não percebendo toda a nossa realidade, mas na realidade espiritual como um todo, porque ainda predomina essa ideia de ser servido e não de servir, né, de querer que as coisas cheguem, não de ir ao encontro de uma forma geral e o quanto a gente sabe da alegria dos dos espíritos em em servir, em contribuir, em estar ali realmente eh podendo dar algo de si paraa obra do Criador. o quanto eles são gratos por isso, o quanto eles são gratos. E nós, eh, enquanto encarnados, às vezes somos, eh, nos achamos injustiçados por coisas, né, pequenas e que vão justamente contra toda essa beleza que Joana vem nos ensinar aqui. E é tão bonito, né, Guadalupe, porque olha que interessante como é sutil a diferença, porque quando ela diz nessa parte que você leu, né, eh, isso, porém, quando a civilização conseguir expulsar dos seus quadros o egoísmo e seus afamados companheiros, que é a presunção, a violência, o amor, o orgulho. Olha que interessante. A gente tenta, pensa assim: "Não, eu não sou orgulhoso". E aí eu tento expulsada da minha consciência. Só que por isso que tem que ser a educação, porque quando a gente tenta expulsada da consciência, como a gente fez até hoje, não deu certo, vida pós-vida, desde que a gente foi criado, a gente cai naquilo que você mesma disse, né, Guadalupe, de reprimir. Então eu não quero mais ser egoísta. Então eu vou reprimindo, eu vou fazendo o mecanismo de defesa e vou excluindo da minha consciência toda a possibilidade de presunção, toda eh aquela questão da violência do meu amor próprio, meu orgulho. E isso vai ficando escondido de mim, eu vou, eu não vejo mais, né? E aquilo é o sol do meio-dia. Se eu não vejo, ele não existe não. Mas se o sol no meio-dia tiver, se for meio-dia, o sol vai estar em cima da minha cabeça,
ondido de mim, eu vou, eu não vejo mais, né? E aquilo é o sol do meio-dia. Se eu não vejo, ele não existe não. Mas se o sol no meio-dia tiver, se for meio-dia, o sol vai estar em cima da minha cabeça, portanto eu não vou ter sombra mesmo. E aí é perigoso. Então para esse trabalho de autoconhecimento, de autoeluminação, é necessária a educação, porque aí eu vou parar de reprimir e vou educar. E se eu olhar o sentido o que é educar, vem do educar e educere, que é tirar de dentro, né? Então, a tradução eh etimológica da palavra educação é tirar de dentro. Então, eu vou olhar para mim e vou tirar de dentro a minha violência, vou tirar de dentro o meu orgulho, vou tirar de dentro a minha idodez, né, a minha presunção. E aí vou colocar todo mundo aqui embaixo, né, das minhas azinhas e vou educar. Então é isso, eu preciso ver, eu preciso tirar de dentro de mim isso e tomando consciência gradativamente, porque até agora o movimento nosso foi a gente negou achando que tava educando. Na tentativa, eu gosto do Freud, Alis, na tentativa da gente ser tão bom, a gente acabou reprimindo uma parte nossa. Isso é a proposta da Joana. A gente precisa educar, ou seja, olhar com amor para esses aspectos meus. e poder devagarzinho com amor, podendo transformando isso, eh, pelo menos assim, deixando com que eles vivam, né, mas que eles, eh, possam estar alimentados, contidos e amados. É dessa forma que a gente transforma, porque senão a gente cai naquilo, a gente volta e reprime, volta e reprime. E aí a gente lembra do físico, né, com aquela pedra que quando ele tá chegando lá em cima, ela roda e cai, rola e eu vou lá e busco de novo. Então aí entra a verdadeira educação. Eu preciso olhar pros meus aspectos presunçosos, violentos, orgulhosos. E somente dessa forma, com essa coragem que ela convoca, a gente pode então eh mudar essas paixões perturbadoras que ela diz, né? Nos perturbam, porque a gente não quer ser assim, mas a gente ainda é assim. Isso me lembra a passagem onde Jesus eh nos dá essa imagem, né, que o reino dos
ssas paixões perturbadoras que ela diz, né? Nos perturbam, porque a gente não quer ser assim, mas a gente ainda é assim. Isso me lembra a passagem onde Jesus eh nos dá essa imagem, né, que o reino dos céus, o reino de Deus ou dos céus, né, é semelhante ao grão de mostarda, né? Então acho bonitos qual é a fina da semente, que essa imagem da semente que justamente, né, para mim essa imagem que começa na intimidade e termina no coletivo, né? Então, a semente ela arrebenta a partir de dentro, né, desse processo que começa dentro, né, na intimidade e se realiza e ganha lugar no mundo para frutificar, né? Então, né, aí e e também aquela outra passagem, né, que que tá em Lucas, né, onde Jesus coloca o reino de Deus tá dentro de vós, né? Então, e o Jung vai dizer isso, né, que a finalidade única da existência humana é a de acender uma luz na escuridão da onde? do ser. Então, o nosso compromisso com a paz no mundo, o nosso compromisso com a verdade, nosso compromisso com a justiça, começa acendendo luz na escuridão da nossa sombra pra gente poder realmente trabalhar a nossa violência, trabalhar a nossa injustiça, trabalhar nossas contradições, trabalhar aquilo que a gente nega, trabalhar daí as projeções do outro, o que a gente faz do no outro. de coisas que a gente não lida bem com a gente. Então essa reconciliação pro nosso mesmo, né, para que a gente possa a partir disso fazer esse caminho de reforma e revolução a nível coletivo. A a Adre falando, me veio a imagem dessa desse dessa sala de aula, né, desse lugar de estudos, onde nós somos ao mesmo tempo alunos e professores de nós mesmos nesse complexo das nossas várias facetas, né, para eh sub personalidades. Mas então essa esse esse aprender, educar em conjunto, porque nós nos autoeducamos e educamos uns aos outros, mas nesse lugar realmente de colocar tudo para fora, não do ponto de vista atuante, mas trazer luz ao que tá na sombra, botar todo mundo ali sentadinho. Agora vamos conversar, né? né? E todo mundo sentadinho a nós somos
lmente de colocar tudo para fora, não do ponto de vista atuante, mas trazer luz ao que tá na sombra, botar todo mundo ali sentadinho. Agora vamos conversar, né? né? E todo mundo sentadinho a nós somos nós com com as com esse povo, mas também depois levando adiante e relacionando com os demais. Então tu foi falando, eu fui imaginando ali todo mundo, né, conversando que é isso que a gente tem que fazer, né? Lembrando que essa conversa a gente traz simbólica, mas é esse trabalho interno mesmo de de entrega a querer se conhecer, a enfim, cada um dentro da sua dinâmica espiritual. E aí ela exemplifica, né, ela traz o exemplo aqui dos mártires, né, dos lutadores da ciência, os heróis, que todos eles, olha, ela usa sempre verbos de ação, né? Então, os mártires eh, inicialmente trabalham a própria integração. Então, ó, eles trabalham, é o verbo de ação. Aí os lutadores da da ciência enfrentam as vcisitudes, não é? Os heróis executam os planos. Então, sempre eh um verbos de ação, né? É uma renovação e renúncia. Então, eles trabalham, se renovam, renunciam. Então veja, né, como que todos eles, mártires, né, os cientistas e os heróis de que a gente teve no passado como grandes modelos da humanidade, todos se esforçaram e se empenharam, né? Então é sempre que ela nos coloca como esse convite, né? Olha, vai mais um pouquinho, se esforça um pouquinho mais, você consegue, né? eh se empenhe, porque essa reforma moral ela é necessária. E aí a gente lembra muito, né, o o eh Santo Agostinho que nos mostra como, né, ao deitar, né, repassa o teu dia, vê aonde que você foi agressivo, onde você foi orgulhoso, onde você foi rúdio, onde realmente, né, se equivocou, errou, esqueceu, enfim, o que você fez que pode ser modificado. E a partir desse rever, a gente consegue fazer aquilo que tá lá em cima, que ela fala de qualificar. Quando a gente estuda mitologia, todos os, eh, os os heróis gregos e, enfim, de qualquer herói que a gente fale, né, de qualquer mitologia nórdica, grega, romana, não importa, eles têm o, eh, a
ficar. Quando a gente estuda mitologia, todos os, eh, os os heróis gregos e, enfim, de qualquer herói que a gente fale, né, de qualquer mitologia nórdica, grega, romana, não importa, eles têm o, eh, a gente chama de epípetos, né? Eles são, eles têm eh algo que o qualifique. Então, se eu pegar lá, né, eh eh Atenar olhos de coruja, né? Então, e que é esse olho de coruja atribuído a ela? Ah, eu só te ver esse epíteto, essa qualificação, esse nome, eu já começo a entender. Ah, porque veja, ela é filha de Zeus. Zeus é aquele que é o olho que tudo vê. Então, veja, então quando a gente qualifica, a gente começa a ter consciência. a gente tá entrando em contato. Então, se eu parar paraa minha ação do dia e pensar, não, hoje, hoje eu fui agressiva com o Guadalupe, veja, eu disse tal coisa, então eu começo trazer dentro de mim e aí que eu vou fazendo esse movimento de pensar em mim, no meu comportamento. Mas e aí a partir daí, o que que eu senti? Então, em cima desse comportamento, vem um sentimento e aí eu vou qualificando, eu vou dando o nome e eu vou conseguindo então entrar nesse mundo interno, né, e poder eh eh aumentar o meu conhecimento. Então, veja, ela traz esse exemplo, né, desses mártires, dos lutadores da ciência e os heróis para que a gente possa ter eh é como se fossem arquétipos, né, como fazer. E aí a gente consegue olhar como foi feito e partindo daí também pensar no processo nosso. E uma e uma questão que ela coloca aqui que eu acho bem importante, que dentro desse processo todo eles não ficam preso no trabalho a ser feito ou nas dificuldades ou ou na no discrédito do mundo, né? Eles estão focado no compromisso deles. Não importa se o mundo acredita ou não acredita, não importa se o mundo apoia ou não, não apoia. Não importa se o mundo me favorece ou, né? Eu sou eu tô. Então é uma uma é uma certeza, né? e um compromisso já com com essa com esses valores e com essa esse esse ideais que ela coloca aqui, né, que né, e aí realmente, né, tu vai e, né, não importa o tempo,
ntão é uma uma é uma certeza, né? e um compromisso já com com essa com esses valores e com essa esse esse ideais que ela coloca aqui, né, que né, e aí realmente, né, tu vai e, né, não importa o tempo, não importa a dificuldade, importa que eu tô comprometido com essa proposta, com esse trabalho comigo mesmo, de oferecer pro mundo também o meu exemplo. a minha dedicação, a minha cooperação e aí, né, eu me mantenho, né, fiel a esse princípio. Então, né, isso que é importante. Eles não se desviam, né, da rota e do compromisso dele. E isso acho tão bonito, né, porque é tão fácil de se perder, né, a gente é tão eh movido ainda por por devaneios, por e por interesses diversos. a gente se atrapalha, a gente se encanda com uma ilusão lá e perde tempo, a gente põe em dúvida a a mensagem divina ou põe em dúvida a nossa, o nosso merecimento, né, a nossa a nós mesmos. A gente cria necessidades para poder fazer um movimento, né, e diz que a gente não pode avançar sem preencher essa necessidade, né? Então, a gente vai querendo tanta coisa que que a gente se perde nesse caminho e fica que nem eh correndo em ciclos, fechado, né, no num movimento e em vez de avançar, a gente às vezes se complica e complicamos também as pessoas que estão em nossa volta. é um é uma época que é também desses movimentos sem o aplauso, né? Porque o mundo que a gente vive, onde esse reforço positivo acaba sendo visto como necessário, não é? Mas acaba sendo visto então também seguir cada um no seu caminho de planificação íntima, eh, confiante, né, de coração aberto, eh, realmente procurando dar o seu melhor, mas não aguardando o a resposta vinda de um outro, que o outro também tem as suas questões também, né? E muitas vezes isso acaba fazendo com que algumas pessoas paralisem esperando o aplauso do mundo, ainda mais nesse nessa época rápida, líquida, né, de que a gente pisca já mudou o motivo de êxito da humanidade. Então isso também é importante de se lembrar. Não, eu acredito, né, em mim. Eu tô com um
inda mais nesse nessa época rápida, líquida, né, de que a gente pisca já mudou o motivo de êxito da humanidade. Então isso também é importante de se lembrar. Não, eu acredito, né, em mim. Eu tô com um coração pleno de certeza, de amorosidade, de confiança. Eu vou, né? Eu vou. Bom, daqui a pouco vem algo, algo mais intuitivo que me mostra que o caminho é mais para lá, né? Tão para cá, eu vou, né? Mas sem aquela aquela questão que é muito em vog, a gente vê tantas pessoas se perdendo ou por ausência ou por excesso de de aplauso e de reconhecimento, né? Tent esse cuidado eh no mundo de hoje, né? >> É interessante que nós temos aí uma grande um grande auxílio, né? que é justamente o nosso amigo da alma, o Cristo Jesus, né, que Joana chama ele do diamante que se tornou estelar, né? A estrela que irradiou seu brilho interior, eh, e não se permitiu buscar para menos clarear nossa consciência e ser o estímulo amigo que nos sustenta, né? nos amou verdadeiramente, trouxe um mundo de esperança, de compaixão, de auxílio e mostrando através do seu próprio exemplo como fazer essa caminhada para nós. Então ele realmente a gente tem um roteiro seguro, né? A gente não nos falta, né? A partir do Cristo uma um desconhecimento do caminho, né? e o quanto ele eh tinha uma capacidade de penetrar, né, a o nosso coração, né, a nossa mente sem humilhar, né, e e trazer, né, sempre a palavra segura, o esclarecimento, o consolo ou o desvelando a própria natureza da pessoa, seja o seu equívoco, seja seus potenciais, e estimulando a cada um a prosseguir, né, alcançar justamente essa planificação íntima que que a prefeitura nos nos propõe. Então, nós temos agora condições de de de fazer esse caminho, porque ele veio antes e mostrou isso pra gente, né? E e olha que lindo como que nesse capítulo o credo espírita que das obras obras póstumas, como que Kardec fala a mesma coisa e ele diz assim: "Olha sobre o esforço, ele diz: "O homem que se esforça sinceramente por se melhorar assegura para si a felicidade já nessa
as obras obras póstumas, como que Kardec fala a mesma coisa e ele diz assim: "Olha sobre o esforço, ele diz: "O homem que se esforça sinceramente por se melhorar assegura para si a felicidade já nessa vida e garante a sua felicidade na vida futura". Então, quando ele fala dessa vida, ele vai elencando, ele elenca vários como que a gente vai eh se tornando feliz agora. E aí ele vai falar da vida futura, né, que aí também é vida futura, porque quanto mais se elevará na hierarquia dos seres inteligentes e cedo abandonará abandonará a terra de provações por mundos superiores, porque o mal que haja reparado nessa vida não terá que o reparar nas outras existências. Então vejam, aqui já não é mais falado na prática do mal, mas na possibilidade da reparação daquilo que já foi feito. Porque a gente que trabalha em consultório, a gente vê muito a culpa de algo praticado, mas poucas vezes a gente vê as pessoas falando eh como elas podem fazer para reparar esse mal praticado. E o espiritismo é maravilhoso, né? Eh, o espiritismo volta a Jesus, né? Mas tanto Jesus quanto o Espiritismo nos traz essa possibilidade e esse caminho para poder reparar essas esses equívocos, né? E esse movimento de autoiluminação vai fazendo com que a gente vai conseguindo, né, burilar esse diamante bruto que tá aí. Eh, e um dia ele pode ter esse brilho, né? Mas é muito bonito esse pensamento tanto eh de Kardec, né, falando que há uma possibilidade de reparação e da construção da felicidade, porque aí a gente vê, né, Jesus já disse, a felicidade não é desse mundo. Claro, desse mundo como nós estamos, mas pode ser, porque essa felicidade é uma conquista, é um trabalho interno que a gente vai fazendo dia após dia. >> Bonito, né? Com certeza, né? a gente vê realmente sabedoria de Kardec, essa essa visão, né, dele alargada, né, e sob orientação também dos espíritos, né, e a benfeitora podendo aprofundar essa proposta de Jesus e de Kardec, né, trazendo elementos práticos pra gente e podendo desdobrar isso enquanto
argada, né, e sob orientação também dos espíritos, né, e a benfeitora podendo aprofundar essa proposta de Jesus e de Kardec, né, trazendo elementos práticos pra gente e podendo desdobrar isso enquanto compreensão da dinâmica que nos envolve, né, e e ela fala aqui, né, né? Eh, que que a gente não espera encontrar ouvidos que no que que nos escutem, né, e mentes que possam, né, nos nos acolher em favor do bem, né, e mas que a gente possa realmente ir eh eh confiante justamente nessa proposta que tu leste, né, Adriana, e que Joana também nos traz. Porque o mundo tá esvaziado intimamente, diz a Joana, né? E é um pessimismo que ronda ao nosso planeta tipo de a frustração, o desespero, o engano que traz de novo a revolta, a violência, o atavismo do passado, o hedonismo com seu culto exagerado ao prazer e ao corpo. Então, tá enfrentando, né, um momento delicado no mundo, né, que parece tão difícil de de de acreditar que o mundo tá indo ao encontro dessa planificação íntima, né? Mas justamente tudo isso que tá acontecendo é porque é um confronto do nosso castelo de areia que a gente construiu essa de ilusão que tá desmoronando. E aí quem não tem essa consciência espiritual, que não tem essa e eh já essa visão mais alargada da realidade, tá vivendo essa crise terrível aí, né? E por isso que ela fala, se tu te se todavia se te renovas e te iluminas interiormente, mantendo otimismo e a bondade em todos os momentos, tornasse ter motivo de interesse enquanto os impregnarás com os títulos de enobrecimento, irradiando saúde e felicidade que os farão mais pleno. Então aí a nossa a nossa ajuda pro mundo que tá perdido, mundo de que tá desorientado, encontrar no nossa atitude, no nossa postura, no nosso exemplo, eh esse eco do Cristo em nós, né? E eu reencontro com a paz, com o porto seguro, com caminhos que eles se que eles perderam ao longo da sua caminhada. Ela traz ali no final dessa parte, trabalha-te, pois, sem cessar, despreocupado pelos resultados imediatos. E eu fiquei pensando aqui e aqui, claro, o trabalho
eles perderam ao longo da sua caminhada. Ela traz ali no final dessa parte, trabalha-te, pois, sem cessar, despreocupado pelos resultados imediatos. E eu fiquei pensando aqui e aqui, claro, o trabalho material, né, eh, enfim, também tá relacionado, não exclui, mas o quanto ainda muitos de nós levam as palavras paraa literalidade, né, e acham que é só o fazer, o fazer sem perceber que é um chamado para um trabalho interno. aqui porque a gente tá estudando sobre o viés psicológico, um grupo que, né, já tem, já estamos em aqui, né, mais passamos vários livros, isso nos parece claro nesse momento, mas quantos ainda na humanidade acham que a saída tá lá fora, né? Não que que o trabalho externo não tenha valor, seja ele qual for, dentro da do bem, mas o o quanto não houve ainda esse essa percepção, né, que tá lá dentro, é no mundo interno que que ocorre a transformação de como a gente percebe as coisas ao nosso redor. Então isso também é é algo que fica muito às vezes destoa, né? Por outro lado, como também o Jaon de de certa maneira trouxe, também existe dentro desse turbilhão que nós estamos vivendo, muitos que estão sim percebendo. E isso é sempre é bom a gente lembrar que existe esse movimento também em favor, em prol de um mundo mais amoroso e pleno, né? Mas ainda me impressiona quantos literalizam, né? levam a a do ponto de vista literal apenas a fala de Joana, de Jesus. >> É, >> e aqui eu acho que ela conclui, né? Eu gosto da da forma da escrita dela, porque ela numa frase ela diz tudo. Então ela diz: "Ilumina-te desse modo". Amando, ou seja, a proposta de Jesus, educando, ou seja, a proposta de Kardec, consciente de que se quiseres, aí ela coloca a gente. Veja, ela traz o amor, que é essa energia que tudo une, que é Deus, que é Deus é amor, Deus é uma energia de conexão. Aí ela traz pela a educação que transforma aquilo que ainda não está conectado e ele vai integrando e aí a entra a nossa possibilidade de eh se quiser, né? Então, o nosso movimento de busca. E esses dias eu vi uma coisa
educação que transforma aquilo que ainda não está conectado e ele vai integrando e aí a entra a nossa possibilidade de eh se quiser, né? Então, o nosso movimento de busca. E esses dias eu vi uma coisa tão bonita. Ele disse assim: "Sabe aquele, aquela estátua, aquele, aquela pintura de Michelângelo que tá lá na Capela Cistina, que mostra Deus e o homem com o dedo, com a falange um pouquinho encolhida, né, na no no homem, né, que seria o dedo de Deus, quase tocando no dedo de eh do homem. Então, diz que a falange ela está assim dobradinha, porque o homem tem que ter o direito de querer, né? Então ele pode esticar o dedo para atingir até Deus. Então é isso, né? Se quiseres a gente pode modificar, se quiseres a gente pode abrir a mão, a gente pode pedir ajuda. E aí, né, no evangelho, batei e dar-se a buscai e achareis, ou seja, faça a tua pergunta, faça, né, coloque o teu desejo, faz faça, né, peça que o céu te responderá. Então, é linda essa proposta de que você tem a possibilidade de ir até Deus e ele está em toda parte, mas nós precisamos desse movimento de ida, de conexão, uma atitude de amor para nós e automaticamente para o mundo. >> Com certeza, né? E aí a gente vê aqui a Joana realmente acreditando em nós, assim como Jesus acredita em nós. Olha, vocês podem, né, vocês já não estão mais na fase da infância espiritual, tem recursos, não só a inteligência que foi dada lá no começo da da evolução espiritual enquanto espíritos, né, a criatividade, mas já tem aí já uma uma compreensão da realidade, já tem caminhos e experiências realizadas, né, e tem esse amor amor que estão descobrindo que é a marca divina que Jesus trouxe para reconhecer que o caminho é cooperativo, né? Então, né? Aí é que ela ela coloca Jesus planejando a construção do reino dos céus, na terra, esse modelo de amor, né? Então, justamente, né? Então vamos nos impregnar desse amor, vamos acreditar na nossa capacidade amorosa, na nossa consciência lúcida. Vamos não ter medo da vida. Vamos abandonar o medo, a culpa, ah, a
ntão, justamente, né? Então vamos nos impregnar desse amor, vamos acreditar na nossa capacidade amorosa, na nossa consciência lúcida. Vamos não ter medo da vida. Vamos abandonar o medo, a culpa, ah, a teimosia, né? E e vamos abrir nosso coração verdadeiramente, vamos eh se colocar nessa postura positiva diante da vida de nós mesmos. Então essa é a mensagem da benfeitora, né? Acho tão bonita, né? E e que cada um seja essa célula, como coloca aqui, né? Que forma a base do conjunto em favor da harmonia e de uma sociedade também plenificada. Então, se cada um de nós faz sua parte, naturalmente a sociedade toda vai mudar, né? Então, cabe a nós esse compromisso, né, de de reconhecer isso. E como a gente comentou lá no início do do estudo a capítulo, a a decisão de de mudança, né, de comportamento, de acreditar, de querer acreditar e se empenhar para isso. Essa é, né, a proposta da benfeitora, né? Alguém quer algum finalizar com alguma outra colocação paraa gente encerrar nosso estudo do capítulo? Tudo certo? Então é, então vamos, eu eh recomendo que as pessoas podem reler esse capítulo com mais calma, né? que vale a pena ir repassando cada parágrafo e meditando, né, absorvendo para elaborar melhor tudo isso que a prefeitura nos coloca. E já fazendo o convite para o nosso próximo capítulo, que é o capítulo 26, Conserva-te em Harmonia. Então, é interessante você já ler em casa o capítulo, já posso trabalhar pra gente poder ir trocando aqui, né, entre nós e vocês aí. refletindo a partir também do próprio estudo da e da leitura que vocês estão fazendo. Capítulo 26, Conserve-te em Harmonia. Então, até o próximo encontro. Obrigado, Guadalupe, Adriana, um grande abraço a todos que nos acompanham e que Jesus nos abençoe nessa caminhada, essa jornada da alma tão interessante e tão desafiadora para todos nós. Até lá, então.
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