T8:E20 • Desperte e seja feliz • O médico interno

Mansão do Caminho 28/08/2025 (há 7 meses) 53:56 81 visualizações

No vigésimo episódio, Gelson Roberto, Guadalupe Amaral e Adriana Lopes aprofundam o estudo do capítulo 20 de Desperte e Seja Feliz, intitulado "O médico interno". Uma reflexão sobre a presença do médico interior — a consciência desperta — que orienta o ser humano rumo à autocura, à responsabilidade pessoal e ao equilíbrio integral. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #despertardaconsciencia

Transcrição

Alô, amigos. É com alegria que chegamos ao capítulo 20, o médico interno do nosso estudo da série psicológica, estudando a obra Desperte e seja feliz. Nossa alegria. Um abraço a todos que nos assistem e também, né, já agradecer aqui já de antemão, né, Guadalupe e Adriana por estarem juntos para poder trabalhar esse lindo capítulo que tem um título maravilhoso, né, o médico interno, né? Então, acho tão sugestivo essa proposta de Joana pro capítulo 20. Eu queria já iniciar então trazendo qual é a impressão de vocês, né, em relação a essa proposta, que que suscita, que ideias surgem, né, para onde que leva eh essa esse título, né, o médico interno. E o bonito desse capítulo é exatamente essa questão em que ela nos coloca, né, aquela frase que Jesus nos trouxe, né, vós sois deuses. Então, porque desse nesse momento em que eh essa mente divina cria, nós podemos cocriar a partir do momento que nós podemos nos conectar a ela e utilizar essa energia ativa ao nosso benefício, né? Então, por meio dessa energia divina, podemos ativar esse médico interno. Então, esse capítulo é muito profundo, é muito bonito e muito útil, porque eu acho que todos nós temos corpo físico e esse corpo físico adoece, esse corpo físico precisa de cuidados, de respeito, de carinho. E essa energia divina nos alimenta, né? ou na falta dessa retroalimentação, nós podemos adoecer. >> É, e aí eu acho que uma coisa bem interessante que ela que ela começa a corrigir, né, enquanto construção, crença equivocada, é em relação a a é a imagem que a gente tem de Deus, né? Porque como a gente tá no mundo de prova expiações e a nossa realidade ela em muito se apresenta eh com limitações, né, com dores, a gente vive atualmente guerras, sofrimento, fome, situações nes que reflete, né, um um momento de dor, sofrimento, limitações, a gente tende já colocasse a conta em Deus, né, né? Como se as ocorrências desagradáveis da existência, como a benfeitura coloca, né, resultasse da ação punitiva de Deus, né? Então, a gente vai

ações, a gente tende já colocasse a conta em Deus, né, né? Como se as ocorrências desagradáveis da existência, como a benfeitura coloca, né, resultasse da ação punitiva de Deus, né? Então, a gente vai perdendo a noção do de que realmente é Deus e vai interpretando Deus a partir da visão estreita, limitada da nossa realidade. Eh, e não reconhecendo que se há sofrimento, dor e dificuldades, é, são inerentes a nós mesmos, a nossa a nossa eh própria ignorância. E teimosia, porque se a gente for olhar, ser bem eh, digamos assim, criterioso, né, com com a realidade, a terra é um paraíso, gente. É um terra um paraíso. O que tem de cores, de naturezas maravilhosas, de oportunidades, de recursos, de beleza, não dá para não, né? É incontável, né? Então, mas tem essa essa crença generalizada que ela coloca aqui, né, de eh associar Deus a essa dinâmica punitiva e a imagem de crialdade em relação a ele, né? E isso é algo que a gente traz ainda daquela visão mosaica e mesmo que Jesus veio trazer o Deus de amor e trazer essa lógica de um Deus misericordioso. Parece que a gente insiste a a a colocar ele nesse lugar porque é mais fácil pra gente, né? Porque a gente não a gente não se responsabiliza pela nossa própria caminhada e dá desculpa que o problema é Deus, né? com as suas imposições cruéis. >> E nós podemos ver um texto maravilhoso do Jung, que trabalha exatamente essa projeção em Deus, né? Quando ele trabalha o resposta a Jó, que ele mostra, né? Ele fala desse Deus punitivo, esse Deus vingativo, né? que é retratado no Velho Testamento. E aí ele desce toda uma visão psicológica eh desse mecanismos da gente ter eh um Deus também com essa nossa dualidade de bem e mal, né? Então é todo um retrato de um contexto, né? Eh, e que depois Jesus vem trazendo a lei do amor e vem modificar um pouco essa visão. Mas, infelizmente, segundo Joana no texto, ainda muitas pessoas ainda hoje eh ainda vem esse Deus. Então, que as pessoas não procuram fazer o bem pelo bem, né, mas pelo medo da vingança, pelo medo do

Mas, infelizmente, segundo Joana no texto, ainda muitas pessoas ainda hoje eh ainda vem esse Deus. Então, que as pessoas não procuram fazer o bem pelo bem, né, mas pelo medo da vingança, pelo medo do castigo, pelo medo de ir pro céu ou pro inferno, né? Então aí se criam esses espaços que psicologicamente a o o ser sofre muito com medo de um céu ou de um inferno eternos, né? E aí imaginamos, né? Uma mãe não vai querer ir para um céu sabendo que o seu filho está no inferno. Então, olha como essas questões são delicadas, profundas e trazem um sofrimento psíquico. Então, Joana nos convida a uma mudança até nessa forma de olharmos esse pai criador que é soberanamente bom e justo. Eu tava ouvindo uma uma discussão do ponto de vista filosófico a partir do do viés da mística eh cristã, né, ocidental. E achei interessante o que trouxeram em relação a a Deus. E e trago aqui porque vem muito ao encontro do que a gente tá falando, que da definição de Deus e que na verdade é muito difícil, né, definir Deus e que alguns filósofos então vão pelo viés definir pelo que Deus não é, né? Então, Deus não é punição, Deus não é as guerras, Deus. E aí a gente pode voltar pro nosso texto e perceber isso. A a cocriação nossa é que traz esse essa imagem de punição, essa imagem de de que se afasta do amor divino. Porque Deus, se a gente fosse eh dizer o que é, com certeza é amor em sua perfeição, mas não é todas essas encrencas que a gente vai colocando na na nossa vida, seja de danças físicas, eh psicológicas e assim por diante. E aí eu eu volto à questão do médico interno e é o que vocês estão falando, né? Eh, pelo quanto realmente a gente tem a dificuldade de se responsabilizar só em pensar bem, né? Não, Joana tá dizendo aqui, ela não tá pedindo algo que é tão difícil assim. Claro que na prática é difícil, a gente sabe, não por acaso nós estamos aqui, né, no mundo de transição, eh, mais regeneração, enfim, né, eh, de provas, expiações em transição para regeneração. Então, claro que na prática é difícil, mas é simples

não por acaso nós estamos aqui, né, no mundo de transição, eh, mais regeneração, enfim, né, eh, de provas, expiações em transição para regeneração. Então, claro que na prática é difícil, mas é simples a gente for pensar, é só ir vibrando no bem, procurando se alimentar dessa atmosfera divina que já é e que já está eh ali a nosso dispor. Porque Deus não é guerra, Deus não é doença, Deus não é tudo isso que nós colocamos a conta ali, né? Então, achei interessante eh trazer essa essa perspectiva eh paraa nossa realidade, né? >> É. E realmente, né, Guadalupe, ela coloca no texto, né, que um absurdo pensar que a consciência cósmica, né, como ela tá definindo aqui nesse momento Deus, né, é movida por cios de perversidades e que nós, né, diz, ela diz frágeis criaturas, né, criaturas que recém vão despertando uma consciência ética, que ainda é ignorante. né, da nossa própria realidade, que ainda não temos consciência plena nossa destinação, como é que Deus vai exigir da gente, né? Então, esse tipo de abordagem, de concepção é absurda. Então, tá dizendo, olha, gente, não, não, vamos rever isso aí, né? E aí ele e ela ela ela tá realmente a imagem verdadeira de Deus, né, desse Deus amor e que como fonte de todas as coisas que promovem tudo, né, a beleza, harmonia e e e estimula, né, a a plenitude, a realização da meta evolutiva, né, ele ele é uma força de Joana, né, que se radia como energia vitalizadora e reparadora, ou seja, né? É um convite, olha, lembre que quem vocês são, reparação no sentido, né, de poder nos lembrar a todo momento e que nós somos eh filho dele, a fonte que nos sustenta é ele e que a nossa natureza faz parte da natureza dele, né? E aí realmente poder, né, eh, v em Deus esse e campo que se expressa em perfeição e harmonia, como ela coloca aqui, onde tudo tá em equilípio, mesmo quando aparentemente as coisas parecem desorganizadas, né, desconexas, mas são processos de autorregulação da vida, justamente eh movidas pela força desse reencontro ou desse arranjo harmônico que e marca,

o aparentemente as coisas parecem desorganizadas, né, desconexas, mas são processos de autorregulação da vida, justamente eh movidas pela força desse reencontro ou desse arranjo harmônico que e marca, né, a dinâmica da vida do universo. Então el tá dizendo, olha, esse isso é Deus, né? Então vamos partir daí, né? E e claro, diz ela, a evolução tem altos e baixos, em dificuldades, mas isso é natural. Mas isso não quer dizer que a gente tem que se perder dessa visão essencial da realidade que nos sustenta, que é do que é realmente a nossa verdadeira natureza e manter o equilíbrio também dentro de nós. >> E aí outra coisa que ela nos convoca uma mudança de pensamento é também em relação ao conceito de saúde, né? Porque assim como nós temos uma visão equivocada de Deus, nós, principalmente os espíritas, temos também uma uma visão equivocada desse conceito de saúde ou doença, eh onde muitos, né, eh eh eles acham apenas que a doença, né, seria uma questão eh baseada num num castigo também, né? Quantas vezes no consultório entra muitos espíritas e eles falam assim: "Puxa, eu tô vivendo essa dor, o que será que eu fiz, né?" Então, já parte dessa premissa que todo sofrimento ele está vindo em decorrência de uma punição. Então, ela disse que não, né? Que a saúde, além de decorrer desses compromissos cármicos, ela também resulta dessas ondas mentais elaboradas e mantidas. Então, é importante pensar que se Deus é amor e é essa energia que agrega células, é essa energia de harmonia no universo, a partir do momento que a gente consegue essa conexão com essa energia de harmonia, as nossas células também vão estar se harmonizando e devagarzinho elas podem estar ah voltando a um ritmo da natureza. E aí a gente vai entrar no que o Hermestre Megistos fala do princípio do ritmo, que tudo no universo mantém um ritmo. Se nós temos essa conexão com Deus, que é essa energia mantenedora de um ritmo mental, de um ritmo vibracional, a minha célula vai responder, porque psique, né, eh, corpo é psique e o nosso

um ritmo. Se nós temos essa conexão com Deus, que é essa energia mantenedora de um ritmo mental, de um ritmo vibracional, a minha célula vai responder, porque psique, né, eh, corpo é psique e o nosso corpo é constituído de células. E essas micropartículas vão responder a esse todo harmônico que é a nossa mente, né? E aí então entra essa questão da prece que foi falado no início, da importância da gente num momento da prece fazermos essa conexão com Deus e devagarzinho estarmos voltando a esse a essa harmonização. Então, nem sempre uma doença é uma eh é um castigo, como muitas vezes a gente pensa, mas como oportunidades, né, de nos reconectarmos mesmo, né? E a gente sabe que a nossa mente, nosso pensamento, quando está em oração, o inclusive as ondas dos do pensamento, eles vão adquirir uma um outro comprimento de ondas, que são as ondas médias, né? E se estivermos ainda numa súplica, num momento muito difícil, ele vai atingir as ondas curtas, né? Então, vejam como que eh o pensamento ele é onda e nós emitimos ondas, né? Assim como Deus também ele tem a a gente pode se conectar com essa energia de criação. >> É, e essas ondas, né, Adriana, que tá falando, eh, pode ser curtas e intensas, né, na fé ou na súplica e pode ser longas e fracas em função também do pensamento inferior. E por isso que ela vai reforçar, isso tá dizendo que as enfermidades não são só cármicas fruto do das nossas encarnações passada, mas justamente de padrões vibratórios, né? Então ela tá falando aqui, né? Eh, da mesma forma há ocorrências que são consequências da invigilância, da irresponsabilidade, do desamor ser consigo mesmo, eu diria, né? Então, né, ou seja, a nossa atitude, né, ela reflete, né, um campo ou que gera saúde ou que gera desarmonia e consequentemente doença. Então, nem toda enfermidade é uma resposta do passado que foi feito lá, mas é uma uma expressão dinâmica, situacional eh do do da postura e do grau de consciência de cada momento da nossa vida, >> de cada momento, né? Eu acho importante

sposta do passado que foi feito lá, mas é uma uma expressão dinâmica, situacional eh do do da postura e do grau de consciência de cada momento da nossa vida, >> de cada momento, né? Eu acho importante isso porque a cada momento a gente também pode buscar a mudança desse padrão eh de comportamento e e vibracional, vamos eh dizer assim. Então, sejam as doenças cármicas ou não, ao invés da gente ficar perdendo tempo pensando por que, né, essa doença tá aqui, por que não tá, e isso é muito relativo dentro do processo espiritual de cada um de nós, que a gente vá vibrando no bem, na bondade, no otimismo, na confiança, como ela vai nos trazendo aqui. E aos poucos aí toda todo esse eh essa estrutura física e espiritual vai se modificando. E muitas vezes a gente perde muito tempo tentando entender como a Adriana trouxe o mas por, né, que que eu fiz e enfim, e perde minutos preciosos de ir alterando aquela realidade. Porque se a todo momento nós somos cocriadores da nossa realidade, não só espiritual, no sentido de que espiritual em última análise, sim, mas o que a gente mais percebe e mais eh se se abala é do corpo físico, né, já que nós estamos encarnados, é onde a gente sente, né, que a gente vá vibrando em otimismo a cada momento. E e acho interessante esse, esse nosso ciclo de sono e vigília. que imita, né, já as as de alguma maneira as nossas várias vidas, nos mostrando que sempre é esse momento de recomeçar. Então, nessa própria perfeição da da bondade divina de nos mostrar que todo momento é momento, que a gente vá fazendo isso e como ela aqui vai trazendo o quanto cada pensamento positivo, vou trazer o positivo, mas a gente poderia falar do pessimista negativo, desencadeia uma cascata de acontecimentos no nosso corpo físico e espiritual, na liberação de de neurohormônios, de de eh substâncias químicas, enfim, chegando na célula e e assim por diante. Então, cada pensamento, ele tem toda uma cascata de repercussão a todo momento, né? >> A gente faz, >> acho bem interessante

de eh substâncias químicas, enfim, chegando na célula e e assim por diante. Então, cada pensamento, ele tem toda uma cascata de repercussão a todo momento, né? >> A gente faz, >> acho bem interessante >> do céu pro inferno. Rapidinho a gente sai >> céu pro inferno e vice-versa, né? É uma gantorra emocional, né? É, é muito. E e nessa e nesse sentir essa gangorra, a gente sente muito, né, na maioria de nós, quando nós vamos pro inferno, né, tava tudo bom, mas o que que aconteceu? Mas essa essa mesma gangorra, ela também vai pro outro lado. Então, que a gente vá aprendendo, se educando a corrigir isso através desse potencial cocriador que nós temos. E isso que é bonito, né? Sabermos que aí que entra essa questão de nós somos deuses. Deuses no sentido que essa nossa onda mental ela pode criar saúde ou ela pode contribuir paraa instalação do processo do adoecer, né? Então, o nosso pensamento é matéria e essa matéria pode ser trabalhada para que a gente possa construir a nossa alegria, né, ou felicidade ou ou desharmonia interna. E isso é importante porque através desses pensamentos, da vibração, da oração, da sintonia com uma música elevada, a gente pode ativar esse processo que ela chama autorreparador em nós, né? Então, nós temos um processo e é bonito quando ela vai falar aqui, né, desse organismo que é toda uma máquina que tem os seus eh delicadíssimos, né, equipamentos e que com o nosso padrão mental eles podem ser, né, ativados ou desativados, né, e aí entra a carga deletéria do pessimismo, ressentimento, mas também o quanto que o otimismo ele pode mudar. Então, para quem tá passando por um processo muito difícil de uma doença séria, severa, então até mesmo colocar músicas tranquilas, né, fazer exercícios respiratórios, o quanto isso vai fazendo com que esses eh complexos mecanismos, esses órgãos, né, possam ser então dessensibilizado e entrando numa outra sintonia mental. E aí então é capaz então de ativar no nosso sistema circulatório. Eu me lembrei muito que o animal quando

os, esses órgãos, né, possam ser então dessensibilizado e entrando numa outra sintonia mental. E aí então é capaz então de ativar no nosso sistema circulatório. Eu me lembrei muito que o animal quando ele vai para uma briga, quando ele vai para um enfrentamento entre inimigos, dois cachorros, por exemplo, né? Então as patinhas eh eh paralisam automaticamente a circulação, porque se um ou outro cachorrinho morder a pata e arrancar fora, o próprio sistema circulatório vai fazer o que ela coloca. aqui, né, de ativar essa fibrina, que é um tipo de proteína que vai fazer com que impeça esse animal de morrer por por sangramento. E é engraçado que nós, né, que passamos pelo reino eh animal, ainda guardamos os instintos. Quando nós nos expomos a situações que nós nos sentimos ameaçadas, a primeira coisa que o nosso corpo faz é ficar com a mão fria, né? Então, a mão fica fria porque já é um reflexo desse estímulo, desse eh instinto de autopreservação, né, autoraração de que o próprio organismo se prepara para mecanismo de luta e fuga. Então, olha como é interessante, né, toda essa interação, corpo, psique, alma, pensamento, emoção e sensação. >> É, agora ela entra muito aí realmente no campo emocional, assim como cortisol, né? que te libera em momentos de sentir ameaçado, de estress, né, porque ele vai ajudar a cicatrizar e dar uma resposta necessária nessa eh memória ancestral que a gente tá em perigo. E eu tem que vibrar o corpo então para aquele momento de embate de e de ameaça que ele tá vivendo. Só que no excesso isso se volta contra a gente, né? que aí que entra daí a essas questões do campo emocional que representa ainda nosso mundo animal, porque as emoções ela é do campo ainda da instintividade e e da animalidade que precisam ser trabalhadas pro espírito, né? Então a gente tem aí realmente, né, um manancial de recursos que ainda a gente não sabe eh trabalhar em nós, né, mas que eh se movimenta nessa dinâmica automática que reflete justamente o nosso campo emocional. E aí ela fala

lmente, né, um manancial de recursos que ainda a gente não sabe eh trabalhar em nós, né, mas que eh se movimenta nessa dinâmica automática que reflete justamente o nosso campo emocional. E aí ela fala eh de uma condição que eu achei fantástico, que é fundamental, que é a nossa propensão, ou seja, qual é a nossa disposição interna da nossa natureza. Então, todos nós temos uma disposição que reflete um jeito de funcionar e que tem a ver com aquilo que o André Luiz e o Manuel Filand chamam de de desejo central. Não existe uma condição básica que nos sustenta a partir de uma lente, de um padrão emocional, de uma lente que eh faz a intermediação entre eu e o mundo. Como é que eu vejo o mundo, como é que eu reajo ao mundo. E aí ela ela coloca aqui, se a nossa propensão é para o pessimismo, né, o ou o o ressentimento ou desamor, como ela fala, a gente vai tá mobilizado a partir dessa fantasia, desse padrão, e vamos naturalmente responder com cargas emocionais e vibratórias ligadas a essa a esse funcionamento, né? Ou seja, nesses nessas respostas encarregadas, como tu falaste, né, Adriana, da preservação da vida a partir de uma visão eh de meia ameaçado a todo momento, porque o meu pessimismo faz que eu não consiga relaxar, que eu não consiga confiar, que eu não consiga ter esperança, né? Então eu vivo, né, a nesse lugar emocional e a e o meu corpo, né, vai enrejecer, vai se, né, vai ficar tenso, vai ficar preparado se a todo momento para esse mundo que eu construí, né, e que eu faço de mim e da vida como um todo, né? E aí ela fala, se for, se o movimento for o contrário, se a minha disposição é uma disposição otimista, né, a favorável, né, aberta, né, com coração confiante, né, então eu vou criar um campo favorável de troca de energia, de vitalização, de refazimento, né, que vai ajudar, equilibrar e recompor qualquer é o processo que esteja em desarmonia no meu corpo físico ou no meu meu estado psicológico. Então, ela tá dizendo que é essencial a nossa postura interna, né? E a nossa postura externa envolve de

quer é o processo que esteja em desarmonia no meu corpo físico ou no meu meu estado psicológico. Então, ela tá dizendo que é essencial a nossa postura interna, né? E a nossa postura externa envolve de uma certa forma padrões de sentimentos e construções de ideias, né? O nosso pensamento. E aí ela fala da mente como esse centro de controle. e gerador de mensagens que o corpo vai responder automaticamente. dentro disso, eu acho interessante que essa relação em última análise conosco, né, nosso mundo interno e como tá trazendo, mas também eh tem tido alguns resultados ainda, não são guidelines, enfim, mas eu acho interessante dentro da medicina terrena em relação ao relacionamento eh com os outros. Então tem um tem um estudo e como eu acho muito bonito quando isso chega, né, no que a gente chama academia. Então se fala muito do do vinho, né, como um fator assim de proteção até um cálice por dia, enfim, alguns estudos. E agora já se está questionando isso, porque começaram a ver que nesses lugares que se chama blusones, onde as pessoas então são mais longevas e têm uma qualidade de vida, de saúde física e mental muito melhor e bebem vinho, muitos estudos estão estão questionando se é realmente o vinho, porque começaram a perceber que na verdade são as relações, né? Então isso ainda, por isso que eu digo, é é estão é questionável, né? Mas começaram a ver, a afastar o Vini e ver que mesmo aqueles que não bebiam, né, que tem aquele fator de proteção então da da uva também tinham todas aquelas qualidades. E aí começaram a ver que é na relação entre as pessoas, que eram pessoas que conversavam mais, que aquela coisa de que a gente chama cidade do interior, né, enfim, né, mas que não necessariamente. Então, que que começaram a ver que é na relação eu com o outro que está um grande fator de proteção para doenças do corpo físico e doenças mentais. E isso eu achei também muito interessante estarem trazendo à tona, que é algo que a Joana, né, já nos fala, mas que não é o o que se vê por

de proteção para doenças do corpo físico e doenças mentais. E isso eu achei também muito interessante estarem trazendo à tona, que é algo que a Joana, né, já nos fala, mas que não é o o que se vê por aí, né? Então, achei achei muito bonito assim isso tá surgindo agora também, né? Porque é muito verdadeiro, né? É, é o que ela nos traz. Olha, a individuação, né, se dá na relação minha, né, com o mundo e com o outro e dentro de eu reconhecer uma atitude amorosa e e otimista e assim por diante. Então, é interessante como agora os estudos estão mostrando o que já nos dizem há tanto tempo. E ela vai colocar então justamente isso, né, que que a que a emoção eh eh produz uma descarga de adrenalina, né? Então, eh a gente é um um feixe de de emoções e de químicas, né? As endorfinas, né? Encefalinas que ela coloca aqui, né? que vai gerando vários tipos de sensações e estados, né, ou de bem-estar ou de mal-estar, que reflete justamente a nossa condição interna, a nossa ordem mental, como ela vem expriga aqui no capítulo. E e a gente lembrando também de toda essa questão da do quanto a essa mudança reflete, né, na na no desfecho das nossas doenças com também a a questão da epigenética e tudo que isso traz. E aí eu eu volto paraa questão do simples, né? Aqui eu tô trazendo algumas questões da medicina, enfim, mas do simples, porque na verdade é só a gente vivenciando cada momento, se colocando ali disponível, tentando olhar para onde que se pode melhorar, tentando eh cultivar confiança, eh a oração, a meditação que a Joana nos fala tanto da meditação e o quanto ela ela pode entrar aqui nesse capítulo do médico interno e da e da cocriação. Mas quantos de nós consegue manter um tempinho para realmente ficar nesse lugar de uma conexão maior conosco mesmo e em contraste ao tempo que muitas vezes a gente gasta em outros locais, né, achando que, né, não não gosto muito de falar de gastar em mídia, né, em Instagram e afins, porque não são, não são eles o problema, o problema é como a gente usa,

a gente gasta em outros locais, né, achando que, né, não não gosto muito de falar de gastar em mídia, né, em Instagram e afins, porque não são, não são eles o problema, o problema é como a gente usa, mas como a gente tem tempo para algumas coisas e não tem para outras. Então, a todo momento a medicina interior ela está aí, né? Mas até que ponto a gente se responsabiliza por essas questões ou a gente prefere dizer que é um processo cármico e não tem o que fazer, então eu vou ficar sentadinha aqui e eu vou espiar porque meu destino é sofrer, né? o destino de ninguém a sofrer. E como Gelson trouxe, né, esse essa Terra, esse esse planeta lindo que que nos nos sustenta, nos mostra isso a todo momento, né? Então, o nosso destino é a plenitude, é o amor e é a gente aprender através das lutas justamente a a lidar com isso, percebendo que a todo momento a gente pode vibrar no bem, no amor, né, na no belo, na caridade. Tem uma parte tão linda no texto que ela diz assim: "Também ocorre o mesmo em referência às enfermidades". Porque ela tava dizendo lá em cima do aparelho circulatório, né? Então, também quanto às enfermidades, né, aí ela cita o câncer, né, HIV, paralisias, enfermidades cardíacas e outras, essa parte, né, que sob o comando mental correto, vitaliza o sistema imunológico, produzindo diversas células com poder quimioterápico. Aqui eu achei fantástico. Então veja, se a minha célula por acaso enlouqueceu, porque o câncer nada mais é do que uma célula que enlouquece e começa a reproduzir, né, reproduzir incessantemente e ele vai formando aquela massa, né, que é o tumor. E, eh, eh, dependendo do nosso comando mental, nós também podemos e eh gerar as células com exppoder quimioterápico, que automaticamente ele vai isolando essas células e vai tratando. Olha que coisa mais linda, né? Então, confiar nessa sabedoria do próprio corpo, que o corpo ele também tem todo um sistema eh eh inteligente, né? Corpo matéria, corpo ele tem uma memória para quem faz exercícios físicos, né? Às vezes você

confiar nessa sabedoria do próprio corpo, que o corpo ele também tem todo um sistema eh eh inteligente, né? Corpo matéria, corpo ele tem uma memória para quem faz exercícios físicos, né? Às vezes você fica lá um ano, dois sem atividade física. De repente, quando você retorna, retorna em um mês, o teu corpo tem a memória muscular que ele vai então eh retomar tudo aquilo que ficou no passado. Então, se até o corpo tem memória, e nós podemos também desenvolver um poder quimioterápico que vai então tá eh isolando, né, as outras células doentes, favorecendo então a capacidade de restaurar a saúde e aumentar talvez a sobrevida, né? Então, o quanto que esse médico interno precisa ser ativado sobre o nosso comando, isso é muito importante e ele é muito, ele nos tira de uma postura de todo, de uma completa passividade, como a Guadalupe falou, de ficar esperando a o tempo passar e a morte chegar, ou então podemos eh trabalhar ativamente com a nossa mente eh para que receba inclusive a medicação. Esses dias eu tava conversando com uma pessoa que tá fazendo um tratamento sério de quimioterapia e ela me dizendo dos efeitos que essa quimioterapia causa nela. E aí eu falei: "Mas você já conversou com esse medicamento?" Aí ela me olhou assustada: "Como assim conversar com medicamento, né?" Aí eu falei, "não, no momento que você tá fazendo a quimioterapia, vai vibrando, né? Agrade uma posição receptiva para essa medicação, né? Agradecendo aos cientistas que trabalharam na descoberta dessa desse medicamento, quanto que esse medicamento automaticamente ele é forte, mas que é aquilo que vai te manter bem. E aí eu encontrei ela essa semana e ela falou que foi uma das primeiras vezes que ela não passou tão mal, né? Então veja, a nossa postura receptiva em relação à medicação pode alterar inclusive na forma como essa medicação age no nosso corpo. Porque se a pessoa já com o medo, né, a Joana fala muito do medo no livro Conflitos Existenciais, ela já se coloca numa posição eh contra a medicação, porque ela não quer uma

cação age no nosso corpo. Porque se a pessoa já com o medo, né, a Joana fala muito do medo no livro Conflitos Existenciais, ela já se coloca numa posição eh contra a medicação, porque ela não quer uma quimioterapia. eh se ela mudar essa postura mental na receptividade dessa medicação, ela também vai trabalhar, né, na questão inclusive da redução do dos efeitos colaterais dessa medicação. Então, a a importância da gente desenvolver esse e eh essa forma de aceitação e o acolhimento desse medicamento em nós. Eu me lembrei, >> ele não é mágica. Desculpa a gente, >> mas eu me lembrei de uma de uma conversa do com o Chico, né, que ele é o já falando sobre a questão da sexualidade, dos impulsos, né, do corpo. E o Chico eh trouxe essa preocupação pro Emanuel. Emuel conta uma historinha de um rei que não sabia lidar com seus súditos, né? E e aí toda essa história de buscar essa essa direcionalidade e essa compreensão que representava de maneira simbólica eh o o reio, a mente e o súdio da célula, que cada célula é uma consciênciazinha, né? Então, eh, o Chico comenta do Jerso, com a nossa céa, né? e poder dizer, né, ajudar que essas consciências, miniconsciências, né, possam eh, estar a serviço da gente e eh corresponder, né, se aliar eh mesmo que tenha um impulso natural aliado, deix tô com fome, né? Então, pera aí, calma. Daqui a pouco vai terminar aqui o nosso nossa atividade, eu vou poder me alimentar, né? Então, de uma certa maneira, não ficar ansioso ou mobilizado ou ou vor, porque eu não tô me saciando agora fisicamente em função eh da da fome que me abate. Então, todo esse processo dialógico que tu tá falando, né, de poder realmente conversar com não só com o nosso corpo, as nossas partes internas, porque realmente, né, há ela é tudo são aspectos vivos em nós e com personagens, elementos que t uma certa autonomia, mas que respondem ao nosso comando central, que é a mente. Eu eu ia trazer que que eu ia eu ia trazer que não é que não é mágica, né, isso que a que a Adre tava falando também porque

certa autonomia, mas que respondem ao nosso comando central, que é a mente. Eu eu ia trazer que que eu ia eu ia trazer que não é que não é mágica, né, isso que a que a Adre tava falando também porque eh de acordo com a forma como a gente vai conseguindo se relacionar, é o tipo de substância que o cérebro, né, aí a parte matéria vai liberando. Então, se a gente precisa de uma explicação científica, existe, né? Eh, então é o tipo de substância que vai sendo liberada agora a partir do quê? a partir da forma como a gente se relaciona com as situações. Então, a gente volta eh de novo para essa questão da medicina espiritual no sentido da cocriação e e de aí eu acho interessante a os animaculos infinites e mais domesticáveis, né, as célulazinhas, que é a forma que o André Luiz chama, o o quanto realmente eh existe essa submissão, entre aspas, das células ao nosso comando, né? Então, existe essa consciência individual de cada célula, mas que tá, de certa maneira submetida ao comando de um de uma estrutura maior, que é a nossa mente enquanto direcionadora das energias de comando para todo o funcionamento. Então, é realmente é interessante isso que tu trouxeste do medicamento, porque é algo que é muito é muito palpável, né? é uma, é algo que tu teve a devolutiva e que pensam: "Ah, mas como assim?" Não, mas eh sim, é uma mudança de postura, né? Não é que o medicamento foi bonzinho, não tem medicamento bom nem ruim, não. A questão não é o medicamento, a questão aqui sou eu e como é que eu me relaciono com com as com as coisas em geral. Então, acho bem bem interessante mesmo. >> Agora, nesse sentido, a gente tem que cuidar com como parlamentar numa armadilha, né? Tem tem pessoas, por exemplo, que chegam na casa espírita e diz: "Ah, eu quero ficar bom, por amor de Deus, me dá uma ajuda, que Bezerra possa me curar". E pede o apoio da casa espírita e diz que vão orar. E claro, tudo isso são movimentos muito importantes da pessoa, dessa atitude consciente de orar, de buscar, mas

ajuda, que Bezerra possa me curar". E pede o apoio da casa espírita e diz que vão orar. E claro, tudo isso são movimentos muito importantes da pessoa, dessa atitude consciente de orar, de buscar, mas muitas vezes ela não percebe que por trás desse movimento egóico existe um padrão emocional e mental mais forte. Ela tá pedindo oração, mas ela tá desacreditando. Ela tá rogando a Bezerra de Menezes, mas é super pessimista, né? ou ou tem um autoestima baixa. Então isso das pessoas, ah, não funciona. Não funciona porque a gente tem que entender que nós somos uma contradição interna, que não é só um lado que tá pesando, né? Então às vezes eu eu tô empurrando para cá pro lado direito de maneira consciente, mas tem uma força muito maior inconsciente empurrando pro lado esquerdo. E eu não me dou conta que eu empurro pro lado esquerdo, né? O que eu, o que eu semeio com uma mão, eu destruo com meus pés. E as pessoas, como não fazem consciência, ela diz: "Ah, mas eu tô semeando e não nasce nada". Mas não sabe o quanto estão pisoteando, né? Em cima daquilo que ela semeiou. Então isso que a gente tem que cuidar, porque se a mente cria, ela cria também por padrões internos automáticos da qual a gente tá identificado e e muitas vezes a gente não percebe. Então, é fundamental que a gente possa fazer consciência realmente desses padrões internos e assumir de maneira lusta essa dinâmica para poder entender o que tipo de vibração e de pensamento eu realmente tô gerando dentro de mim. Senãoente não tem transformação, né? E é e é bem por isso que ela vai tá concluindo aqui quando ela fala, né? Esse médico interior pode e deve, então ele não só pode, mas ele deve ser orientado pelo pensamento seguro. E aí entra isso que o Gelson falou, né? Pelas disposições de um ânimo equilibrado. Mas olha, esperança de vitória irrestrita fé em Deus. E aí na oração que estimula células. Então veja, se eu não acreditar, não adianta eu pagar a missa, eu ir lá na casa espírita, eu fazer promessa, né? Mas a irrestrita fé

vitória irrestrita fé em Deus. E aí na oração que estimula células. Então veja, se eu não acreditar, não adianta eu pagar a missa, eu ir lá na casa espírita, eu fazer promessa, né? Mas a irrestrita fé em Deus, que Deus é soberanamente bom e justo, há uma justiça nessa que essa lição tem um ensinamento, ele é necessário e também a esperança de vitória. Então, a pessoa precisa manter viva essa chama, essa esperança, porque se ela não manter isso vivo, né, ela ela é como assim? Ela desiste, ela teria condição de lutar ainda, mas ela pega o exército e põe retirada antes da hora. Então, olha como é importante, né? A Joana nos coloca eh eh ela coloca, eu gosto dos verbos, né? Pode e deve ser ativado. Então, é necessário que a gente pense o quanto a gente pode estar contribuindo pro nosso processo de adoecer ou podemos estar trabalhando na nossa cura. E eu gostei muito quando ela fala que a morte é inevitável e constitui uma bênção. E aqui eu gosto muito de olhar pros filmes quando eh ele existe, né, um filme de 1986 que é o Railander, né, o guerreiro imortal. E naquele filme ele traz uma coisa que eu nunca havia pensado, né? O quanto que uma pessoa sendo imortal num local onde todos são mortais, o quanto isso causa dor, né? Então aqui de certa forma eu fiz essa imagem, né, de da porque eu fiquei pensando, olha só, a morte como uma bênção, né? E aí em relação à experiência física, porque sabemos que a doutrina espírita fala da imortalidade da alma, mas o corpo biológico ele perece, né? que nós temos para essa encarnação uma vestimenta e esse corpo ele ele ele ele inevitavelmente, como ela coloca, ele vai morrer. Mas nós precisamos trabalhar a todo custo para que a gente possa manter pela mente o maior tempo possível, que é uma oportunidade que nós já estamos tendo, né? É interessante que ela fala justamente isso na Adriana que existe um médico interior. Ponto. Mas esse médico anterior interior tem que ser orientado. Então olha, olha só que estranho. Mas se o médico é um

teressante que ela fala justamente isso na Adriana que existe um médico interior. Ponto. Mas esse médico anterior interior tem que ser orientado. Então olha, olha só que estranho. Mas se o médico é um médico, então a gente tá falando de um lado curador, né? que que cura, que oferece recurso, por que que ele tem que se orientar? E aí aí eu fiquei pensando realmente, né, que existe uma força eh autorreguladora de nós e autocurativa, né? A gente vê assim que que muitas vezes o inconsciente eh revela sonhos que dão saída, que dão dicas em relação aos processos da vida, as questões internas e neuróticas da gente. a gente vê que um sintoma é uma forma muitas vezes de tentativa de saída, que no sintoma também já tá ali algumas diretrizes e uma mensagem, né, na sua própria forma de de de expressar eh também simbólica de de de do que que tá em questão. Então, a gente vê que realmente há um movimento natural eh baseado no self, na nossa essência divina e espiritual, que tem um movimento autorregulador que nos impulsiona em favor de uma saída da criatividade, da da reparação e assim por diante. Assim, assim como existe uma lei que de evolução, né, que nos impulsiona para para superação e para crescimento, mas a gente tem que aliar a essa força autorreguladora, que é esse médico interno, uma atitude consciente, né? Então, eh, para poder realmente potencializar isso que já em nós é um mecanismo natural. Então esse médico interior, ele existe, existe essa força reguladora, existe essa força que busca saída, mas o ego, né, a nossa consciência, ela tem o comprometimento e a responsabilidade de se relacionar com esse médico interior, de promover, de de uma certa maneira destacar, né, privilegiar ele, né, dar um espaço para ele, né? Então é isso que ela tá dizendo aqui quando ela fala que deve ser orientado pelo pensamento seguro, seja dessa disposição. Sim, meu médico interno, eu confio em ti. Sim, eu quero te ouvir. Sim, tu tu merece um lugar especial na minha vida. Então é disso que ela tá falando, né?

elo pensamento seguro, seja dessa disposição. Sim, meu médico interno, eu confio em ti. Sim, eu quero te ouvir. Sim, tu tu merece um lugar especial na minha vida. Então é disso que ela tá falando, né? >> Porque o Stevenson trabalhou de forma linda na literatura quando ele trabalha o médico e o monstro. Então, ah, de um lado nós temos um médico interno e do outro lado nós temos um monstro. Então, ah, para que lado minha mente vai? Em que momento que eu ativo o médico e até que momento eu vou ativar esse monstro em mim, né? Então, eh, em nós trazemos também a dualidade e é importante trazer paraa consciência a possibilidade que a gente tem de trabalhar em nosso próprio benefício e pensar, né, que o próprio eh Menguel foi um médico e e olha, né, a serviço de que que foram os seus trabalhos. Então, eh todas essas questões são importantes que nós possamos refletir, né? Nesse momento eu estou eh sendo o quê? Qual, que tipo de médico está sob o comando da minha mente? Aquele que cura ou aquele que gera atrocidades? Eu queria ressaltar a importância dessa questão que já foi levantada e que tem da das forças da alma, do pensamento, sentimento, vontade, o quanto realmente sem um comprometimento com a a todas as nossas questões, fica complicado de seguir essa medicina espiritual, esse médico interno e realmente eh conseguir captar tudo isso que a mentora traz. Porque muitos, como foi trazido, tens pensamento muito adequado, mas sem aquele sentimento de igual valor e e uma vontade que impulsiona a execução, a realmente aquilo acontecer. Então isso acho que tem que ficar muito claro na nossa mente quando a gente tá tentando buscar esse lugar de sermos o nosso médico interno, de sermos cocriadores, de realmente se responsabilizar, né? Eh, não é só assim, ó, eu quero, eu quero, mas eu preciso olhar mais de perto para isso, porque dentro de mim tem um médico e tem um monstro e cada um às vezes, né? Então, realmente é um olhar mais profundo, menos ingênuo, mais maduro e menos inconsciente a partir dos elementos que

isso, porque dentro de mim tem um médico e tem um monstro e cada um às vezes, né? Então, realmente é um olhar mais profundo, menos ingênuo, mais maduro e menos inconsciente a partir dos elementos que a mentora nos traz aqui. Porque se é possível, é possível, mas é preciso que a gente entenda que existe uma complexidade na execução disso que é muito que vai muito além daquele nosso pensamento raso, né, de de que eu vou eu vou pensar e a coisa vai acontecer. Não é bem assim. Como é que tá esse pensamento? Que sentimento que tá envolto? As mãozinhas estão indo, nós estamos de mãos dadas conosco mesmo ou tá cada um fazendo um cabo de guerra? né? E e assim por diante. Então, acho que isso é muito importante a gente sempre eh ter muito muito afresco, né? >> Com certeza, né? E aí realmente, né? Ah, o que tá em jogo aí quando ela finaliza aí, como a Dena colocou, né? é realmente a nossa identificação com com a parte de vida, não na inflação do ego que acha que pode tudo, mas no reconhecimento dessa dessa potência criadora que ela falava ali no início do capítulo, né? Vós sois deuses, né? Como foi colocado antes, né? Então, que a gente possa eh reconhecer que independente de nossa vontade ou não, de nossa consciência ou não, da nossa disposição eh lúcida ou não, a gente tá gerando vida a todo momento, porque nossa minha mente cria a todo momento. Então, já que a nossa mente cria todo momento e a gente vai ter o efeito da nossa criação, que a gente possa então assumir isso, que nós somos criadores de vida incentemente e que a gente possa então se se comprometer com o que a gente cria e se responsabilizar por isso e dar uma direção assim positiva em favor de nós, em favor também do bem de todos. Então essa é a proposta da benfeitora e que a gente possa fazer uso então dessa capacidade inerente a cada um de nós. Nosso tempo já tá finalizado. Alguém quer fazer mais algum comentário final? Guardalupe Adriana, alguma questão? Não. Então tá, gente. Então é uma alegria estarmos juntos, né, nessa

a cada um de nós. Nosso tempo já tá finalizado. Alguém quer fazer mais algum comentário final? Guardalupe Adriana, alguma questão? Não. Então tá, gente. Então é uma alegria estarmos juntos, né, nessa proposta da benfeitora e fica o convite pro nosso próximo encontro que é o capítulo 21, dor reparação. Agradecemos a todos que nos acompanham. Obrigado também Adriana Guadalupe. E um abraço a todos. Até o próximo encontro. Ah.

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