T9:E11 • Vida: Desafios e Soluções • Significado do ser integral (parte 2)

Mansão do Caminho 14/01/2026 (há 2 meses) 1:01:59 179 visualizações

Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis • Temporada 9 Temporada 09 – Vida: desafios e soluções Episódio 11 – Significado do ser integral (capítulo 5, parte 2) Dando continuidade ao estudo do Capítulo 05 – Significado do ser integral, este episódio analisa os itens 5.2 Conquistas que plenificam e 5.3 Lições de vida, destacando os aprendizados que conduzem ao crescimento interior e à realização plena do ser. 📘 Obra estudada: Vida: desafios e soluções, de Divaldo Franco, pelo Espírito Joanna de Ângelis 🎙 Apresentação: Gelson Roberto 👥 Convidadas: Guadalupe Amaral e Adriana Lopes #VidaDesafiosESoluções #JoannaDeAngelis #DivaldoFranco #PsicologiaEspírita #Espiritismo #SerIntegral #Autoconhecimento #ConquistasQuePlenificam #LiçõesDeVida #EstudosJoannaDeAngelis #EspiritismoPLAY *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Meus amigos, meus irmãos, é com muita alegria que estamos dando início a mais um encontro do nosso estudo da série psicológica Joana deâeli. Nós que estamos no momento estudando o capítulo cinco do livro Vida, desafios e soluções. hoje trabalhando o item eh o conquistas que planificam e lições, né, deixa eu ver aqui, lições de vida, né, do que eu pensei que é significado ser integral. e conosco, né, para poder cooperar nesse estudo, a Guadalupe e Adriana, que estão aí para abrilhantar nosso estudo a partir dessa proposta abençoada da benfeitora, né? Então, vamos trabalhar um pouquinho, gente, né? Eh, eh, é, é um, um, uma continuação, né, que que ela tá fazendo do capítulo CCO, que começa lá da base para autorrealização. E ela tá então começando agora justamente, né, eh, trazer esses desafios na busca da planificação frente, né, à nossa natureza e a nossa tendência de eh transferir tudo aquilo que a gente não elaborou, não resolveu, seja os conflitos internos, seja desta vida ou de outras vidas para eh a eh projetando no fora de nós, né? Isso interferindo daí na nossa dinâmica eh tanto relacional como existencial. Então a Jana começa justamente isso, falando em especial da infância, né, de elementos que são atualizados dos do aspectos da nossa vida anterior, que não trabalhados se tornam padrões neuróticos, né? E a partir disso, ela começa então a a uma proposta de olhar para isso naquilo que ela chama a nossa criança interna, né? E aí, Guadalupe, Adriana, como é que a gente pode começar a pensar a partir disso, esse item do capítulo? >> Olá, pessoal. Eh, é interessante que sempre tem esse convite da mentora para que a gente se olhe com humildade, mas com essa vontade firme, essa boa vontade de realmente conquistar a plenitude, a plenificação a partir do nosso próprio, do nosso próprio esforço. E e eu achei muito interessante porque ela vai, claro, fazendo toda uma um raciocínio muito profundo a a partir, né, do do que a gente tá falando aí, mas ela traz eh uma frase que é muito contemporânea

e eu achei muito interessante porque ela vai, claro, fazendo toda uma um raciocínio muito profundo a a partir, né, do do que a gente tá falando aí, mas ela traz eh uma frase que é muito contemporânea quando ela diz que a felicidade real independe do que se tem, mas é resultado do que se é. E e eu começo assim trazendo um pouco da minha participação com isso, porque hoje em dia cada vez mais a gente se confunde muito nessas questões e acaba se colocando de uma forma às vezes até sofrida para construir um ser, uma persona, uma uma apresentação ao mundo que a gente até a gente mesmo acredita, mas não percebe que eh nós não somos isso, né? que é uma construção de ego. Então, a partir daí, eh, eu acho interessante como ela vai trazendo que a criança tá no alicerce, né, lá no início, ela traz essa questão lá da infância, trazendo eh esse lugar de alicerce e e o quanto é importante a gente entender esse trabalho interno desde o início, né, desde aí a criança, simbolicamente, independente da nossa criança, mas do início. né, do da da criança espiritual que que nós somos. >> Eh, eu gosto da construção do capítulo inteiro, né? Então, se a gente, claro, já foi feito, né, no na no módulo anterior, mas essa primeira parte das bases da auto realização, eu vou pegar só pra gente entender assim o gancho, né, que ela faz para começar a partir daí, porque no capítulo anterior eu achei interessante porque ela retoma aquela questão de que vós sois deuses, dando pra gente a possibilidade de utilizar por meio da nossa vontade, né, colocarmos a essa vontade a serviço dessa identificação com esse Deus, ou seja, uma capacidade criadora de ir em busca de forma ativa para ativar esses mecanismos, esses valores inconscientes que estão dormindo ali, né, dentro de nós. E aí ela começa falando, né, nesse momento, nessa encarnação, né, esses conteúdos atuais que se tem lá na infância e como é que a gente começa a reprimir. Então veja, então ela tá, ela tá mostrando que para que eu entenda o ser integral, eu

to, nessa encarnação, né, esses conteúdos atuais que se tem lá na infância e como é que a gente começa a reprimir. Então veja, então ela tá, ela tá mostrando que para que eu entenda o ser integral, eu preciso primeiro usar a vontade e aí eu vou identificar o que é que eu vou puxar para consciência. Mas para isso eu tenho que entender o movimento do que foi lá para dentro para mim entender quais serão essas conquistas que planificam e como é que eu vou conseguir usar isso ao desenvolvimento para atingir então eh esse significado desse ser integral, né? Então, quando a gente olha, né, Guadalupe, isso que você falou do ter e do ser, a gente pensa muito na imaturidade, né? Então, ela bate em toda a série psicológica que o indivíduo imaturo e psicologicamente ele busca, né, essa por esse apelo da massa, da mídia, da sociedade, dessa sociedade contemporânea, nessa construção social, a gente busca para ser aceito o ter. é quase que uma necessidade que é imposta pro ser imaturo. E aí ela vai desconstruindo isso e mostrando, né? Então ela começa a mostrar aqui que quando a infância se faz caracterizar por problema e desafio não solucionados, que aí a gente vai reprimindo e qual infância não é, né, gente? Vamos pensar na nossa, né? Quantos problemas, quantos desafios, né? De ordem social, de ordem, enfim, né? familiar, econômica que a gente enfrentou e como que isso é transferido nessa vida atual para para reprimindo, né, criando todo esse mecanismo. é interessante eh gostaria de pegar as duas falas de vocês, né? Tanto esses processos que envolvem eh os desafios e impedimentos que acaba se colocando em nossas vidas em função daquilo que carregamos. E essa ideia que a da Luk falou da criança como imagem, né, como símbolo dependente da criança de, né, de cada um, né, porque quando o Freud ele propõe a ideia da neurótese uma fixação infantil, né, ele vai dizer assim que há uma tendência nossa de fazer o movimento regressivo e ficar preso no princípio do prazer. seja de a gente querer crescer e

põe a ideia da neurótese uma fixação infantil, né, ele vai dizer assim que há uma tendência nossa de fazer o movimento regressivo e ficar preso no princípio do prazer. seja de a gente querer crescer e enfrentar a realidade, porque habita em nós um núcleo mais infantil sustentado pela música de prazer. Então, há essa a tendência ao infantilismo naturalmente, porque está querendo se gratificar como a criança é gratificada lá no filho da mãe, em outras experiências que ela tem que são eh fruto de gratificação. Claro que que a infância não é só isso, tem muita frustração, tem muitas desafios. Então, alguns psicólogos, né, foram pensar em outros aspectos. Claro, isso é verdadeiro, né? Eh, tem espíritos que vêm com tendências já presa a padrões mentais que ela falou aqui no início do livro, né? Condicionados e que não querem abrir mão desse lugar, né? Mas alguns outros pensadores do comportamento humano venham trazer uma outra questão. Será que é a pessoa ela não quer crescer? e fica infantil porque tá presa lá ao passado em função da da busca de prazer. Ou ela não ou ela não não consegue crescer e fica infantilizada porque eh o enfrentamento do desafio da vida foi muito forte e difícil. Eu levei, digamos assim, uma bordoada da vida, né? E aí eu pera aí, não tá, tá complicado. Então deixa eu voltar aqui e ficar nesse lugar protegido, porque a vida é muito difícil, muito desafiante. Então, eh, o que que vem primeiro, né? a minha incapacidade de crescer porque eu tô preso ao prazer e não quero fazer a realidade ou o desafio de adaptação por uma exigência muito grande que faz que eu evite a realidade e e volte para trás para não ter que enfrentar um processo muito eh difícil e ameaçador para mim. E aí entra a questão da imagem da criança, né, que a imagem é a imagem da fragilidade, mas é a imagem do novo também. Então, a a tem um terceiro aspecto da dificuldade de crescer, que é a natural movimento pro futuro, que o self, né, o espírito regido pela lei de evolução, regido peloismo que Jonas coloca, né,

ambém. Então, a a tem um terceiro aspecto da dificuldade de crescer, que é a natural movimento pro futuro, que o self, né, o espírito regido pela lei de evolução, regido peloismo que Jonas coloca, né, atraído pela presença e força da divindade em nossa vida é impulsionado a crescer. Só que quando ele faz esse movimento para algo novo, é óbvio que esse novo é algo ainda a ser conquistado, ou seja, algo desconhecido, é algo que ainda ele não tá, não experimentou de todo, é algo que ainda falta eh recursos. Então tudo que é novo vem vem meio que sem jeito também, vem desajeitado. Então muito da da das das dificuldades de primitivismo nada mais são do que movimentos primários que estão se movimentando na busca de serem elaborados e aprimorados no processo da vida. Então, se a gente juntar tudo isso, né, eh, a gente vai ver o quanto a gente se depara, né, com essas questões aí que, de uma certa maneira tão presente. Mas o que me parece que é mais central no que a prefeitura nos coloca é não é tanto então o a potência do futuro que vem desajeitado, o desafios da vida que nos ameaçam, nos assustam ou a gratificação infantil que nos anestesia e nos faz buscar ficar preso ao passado. É justamente o que tá agregado nessas experiências. E ela fala da da punição, né, da do do do desamor, do do da da experiência emocionalmente marcado eh nesse processo todo que faz com que eu fique de uma certa maneira eh eh com a com um nó não elaborado ou com raio do do mundo, porque o mundo me maltratou, ou achando que eu que que tem alguma coisa coisa errada do comigo, porque o mundo não me acolheu, né? Então, é a interpretação que eu faço. E essa interpretação que eu faço, ela vem a partir do grau de consciência espiritual que cada um já adquiriu da realidade. Então, o o o que o que tá aí interessante, né, é poder realmente a Joana, né, encontrar no teu mundo entanto inconsciente, que são realmente esses elementos que estão por trás do teu julgamento, da tua fantasia, da tua experiência emocional para poder

der realmente a Joana, né, encontrar no teu mundo entanto inconsciente, que são realmente esses elementos que estão por trás do teu julgamento, da tua fantasia, da tua experiência emocional para poder entender e olhar essa criança, não como alguém, como diz que tem que se retirar da do sinal existencial. Mas alguém que tem sido compreendida e trabalhada dentro de si. Eu acho bem interessante aí para que ela ocupe o seu verdadeiro lugar de benfeitora no alicerce do inconsciente, né? Então acho interessante tudo isso, né, gente? E é por isso que é difícil o amadurecimento psicológico, porque esse movimento da criança ou do adulto infantilizado é permanecer nesse comportamento infantilizado para não crescer. Então é um mecanismo de evasão da realidade. Por isso que ele é neurótico, porque ele fica preso ali porque é cômodo. Aí ele fica, né, atribuindo pro outro a responsabilidade, a culpa, né? E aí que vai entrar o que ela chama, né, da primeira conquista que planifica. Então, qual é a maneira de resgatar essa criança ferida aí, maltratada e birrenta que tem dentro da gente, né? Primeira coisa é redescobrir, né, essa criança que tá ali inconsciente, avaliar o seu estado de crescimento. Então ela coloca assim, né, eh, os seus anseios, as suas necessidades, vê até que ponto ela fica transferindo essa responsabilidade paraas pessoas, né, fica projetando. E se isso tiver muito grande, como ela dá o exemplo ali do criminoso, que faz isso numa tentativa inconsciente de punir a sociedade por tudo aquilo que ele viveu de dor, aí sim ela fala: "Então é necessário uma psicoterapia para reconstruir isso, porque o ser ele não consegue o amadurecimento psicológico enquanto ele fica preso nessa criança, né? E e aí entra essa questão que o Gelson disse, né? Não é para estirpar essa criança e sumir com ela, não. Jesus já disse: "Deixai vir a minhas criancinhas que são delas o reino dos céus". Ou seja, essa criança saudável que traz traz o criativo, o novo, é necessário na nossa vida, mas desde que

m ela, não. Jesus já disse: "Deixai vir a minhas criancinhas que são delas o reino dos céus". Ou seja, essa criança saudável que traz traz o criativo, o novo, é necessário na nossa vida, mas desde que ela esteja saudável, porque essa criança adoecida precisa de tratamento. Então, primeira grande conquista que vai planificar é tratar essa criança ferida que só quer colo, né? Ela só quer ser amada, ela só quer ser aceita pela gente em primeiro lugar e depois pelas outras pessoas, né? Eu queria só pegar uma questão tua, né, Adriana, que eu acho importante. Isso é uma fantasia, né, que a gente faz. A gente acha que eh enfrentar vida, superar, sair do comodismo é uma tarefa muito difícil, né? Então, a gente prefere ficar eh neuroticamente preso, fixado nesses padrões do passado ou em questões emocionais da qual a gente não quer se libertar, porque a gente acha que é mais fácil. Então fica, a gente fica acomodado, mas na no fundo ficar paralisado e preso dá muito mais trabalho do que crescer. É uma falsa ideia que a gente tem, né? A gente não cresce não porque é mais difícil crescer, é porque a gente não acredita na gente, que a gente não reconhece o nosso valor. Porque a Juna vai colocar, não me lembro agora qual é o capítulo aqui que a gente já trabalhou, né? Eu acho que é nos primeiros, acho que é no terceiro capítulo que que a criatura nasceu para ser livre, né? e e e que isso se dá através do dos do do do amor, né, que é o sentimento que liberta. Então, a a a de uma certa maneira, ninguém pode evitar o movimento evolutivo do espírito. Então, evitar o movimento eh evolutivo acaba sendo um sofrimento maior do que a coragem e o preço de crescer. É uma falsa ideia que que que é mais penoso enfrentar a vida, né? Porque o preço que a gente paga por ficar paralisado e neuroticamente eh recusando o o convite da vida é muito maior para a gente não ter noção disso e a gente acha que é mais fácil >> e é uma escolha também, né? Então é essa falsa ilusão de que eu vou ficar assim

mente eh recusando o o convite da vida é muito maior para a gente não ter noção disso e a gente acha que é mais fácil >> e é uma escolha também, né? Então é essa falsa ilusão de que eu vou ficar assim parada aqui, porque isso eu já conheço, é uma escolha. Então, quando a gente não escolhe, eh, é ilusório também tá escolhendo esse lugar neurótico e se despotencializando eh das possibilidades. Eu acho interessante que também aqui ela traz um outro ponto seguindo que é a questão do relacionamento social. E quantas pessoas, quantos de nós acabam então se isolando para evitar se trabalhar com as se trabalhar, vamos usar esse termo, né? eh crescer, planificar com as mais diversas desculpas para esse isolamento. E ela traz um bom relacionamento social, é fator de relevância paraa planificação do indivíduo. E e aí ela fala da tolerância e de superar a prepotência. E como é difícil, né, o relacionamento quando nós já temos dificuldades conosco, como é difícil se colocar no relacionamento social. desenvolvendo a tolerância, desenvolvendo a humildade, porque aí fica aquela aquele núcleo, vamos usar o núcleo infantil ali projetando tudo, realmente. Então, eh, é, acho que é um, para mim também é um ponto muito importante de alerta para que a gente olhe para isso, né? Como diz a Adre, né, em outro momento, né, ninguém individua no Monte Evereste, né? Então, como é importante esse relacionamento, porque a partir daí a gente vai realmente se trabalhando e não naquela ilusão, eu vou ficar aqui sozinha, vou ficar aqui orando, eu me sinto melhor sozinha, OK? Que bom que a gente se sente bem na solitude, mas que se sinta bem também no meio social. E é isso que ela fala, que é esse equilíbrio entre saber transitar entre essas diversas eh faces nossas e e do coletivo é muito importante para esse trabalho de planificação. Achei muito interessante, muito claro como ela trouxe essa dinâmica do do coletivo e do sozinho, né? Não sei que que como é que vocês viram isso, mas achei muito elucidativo.

trabalho de planificação. Achei muito interessante, muito claro como ela trouxe essa dinâmica do do coletivo e do sozinho, né? Não sei que que como é que vocês viram isso, mas achei muito elucidativo. >> É. É interessante que, de uma certa maneira a a relação justamente implica em revelar que a gente é, né? Porque, né, o mundo nos desafia, né, e e e de uma certa maneira eh desvela o nosso ser, né, porque esse ser real, né, justamente tá oculto pelo ego, pelos nossos condicionamentos, né? Então, na medida que a gente evita o relacionamento e fica fechado em nós mesmos, a gente não se conhece, a gente não tem o autoencontro também, né? E aí na medida que a gente começa se a abrir pro outro, a gente circula o afeto e é exigido de uma certa maneira, né, a a olhar justamente para para para tudo que implica a nossa condição interna, seja o que tem de melhor e também o que tem de limitações, né? Mas a gente vai expandindo a nossa própria condição a partir do relacionamento, né? e construindo, né, uma identidade, né, que pode começar a irradiar, né, irradiar espiritualmente eh uma inteereza maior, né, e e e nessa relação com o outro, né, eh, hum, eh superando também o apego e o condicionamento que a gente eh projeta no outro, porque a gente põe Foi justamente essa responsa do amor no outro, né? O outro que tem nos amar, o outro tem que confirmar a gente. A gente vai de uma certa maneira sendo devolvido para nós mesmos, não é? E aí podendo eh realmente encontrando eh novas possibilidades de recursos dentro de nós. >> E se formos olharmos no no na construção do texto, esta seria a segunda conquista que planifica, né? a partir do momento que o ser consegue ter esse bom relacionamento social, porque é nesse jogo eh da relação eh quando o ser se relacione com o outro, que ele vai e eh identificando quem ele de verdade ele é, né, nessa nessa nesse jogo com o outro, no sentido de ele vai reconhecendo as suas projeções, ele vai reconhecendo as suas necessidades, ele vai reconhecendo

h identificando quem ele de verdade ele é, né, nessa nessa nesse jogo com o outro, no sentido de ele vai reconhecendo as suas projeções, ele vai reconhecendo as suas necessidades, ele vai reconhecendo endo a sombra, ele vai reconhecendo aquilo e nesse atrito que normalmente as as relações eh fazem com que o ego sofra de desse desejo do outro, o meu desejo, o que eu posso, o que eu não posso, o que eu vou, né, tolerar essa questão da minha própria prepotência. É nesse embate, nessas forças que a consciência vai se ampliando e se desenvolvendo, né? Como Jung dizia, é com Cristo crucificado no meio de dois ladrões, né? Então o o o ego, ele vai ficando nesse embate, nessa tensão dos opostos e ele vai desenvolvendo nele a consciência e a partir do momento que ele fica isolado sozinho, é outro mecanismo de fuga. Então, enquanto o primeiro mecanismo de fuga ia para uma imagem da criança, ia nesse mundo infantil, agora ele foge paraa solidão, né? Então, veja como que realmente são fugas que vai fazer com que aos poucos ele vai se perdendo dele mesmo, né? Então, aquilo que o Gelson disse, é muito mais fácil pegar lá, ter essa vontade de que somos deuses e enfrentar isso e entender que o outro só me incomoda, porque em mim existe essas questões, eh, me entregando paraa relação do que eu tentando ficar como a Guadalupe lembrou, né? Guadalupe em cima do monte Evereste querendo individuar que jeito? Não tem o outro, né? aquele que vai fazer o eco dessas minhas projeções. Então, esse mecanismo todo é um um uma forma eh que vai me planificar a partir do momento que eu me entregar de forma consciente para essas relações e olhar o resultado disso. Eu me lembro que esses dias eu tava na terapia muito brava com alguma questão e aí eu tava assim até meio chorando, né? E aí eu, né, meu analista falou assim: "Mas quem é ele que tá chorando, né?" Aí eu pensei, né? E veio aquilo bravo. Não, isso daí sou eu de verdade. Aquela lá boazinha não é Adriana de verdade, né? Então veja, uma parte minha quase 60

sim: "Mas quem é ele que tá chorando, né?" Aí eu pensei, né? E veio aquilo bravo. Não, isso daí sou eu de verdade. Aquela lá boazinha não é Adriana de verdade, né? Então veja, uma parte minha quase 60 anos nas costas que tá tão primitiva ainda que vem toda a troncha exigir um espaço. Por quê? Porque consciência não deu esse espaço, né? Então veja como é importante nessa relação até mesmo analítica de você conseguir sentir essas estruturas para formar então o autoconhecimento, né? E isso vai me planificando a partir do momento que eu vou olhando isso com coragem, né? Eu tenho que ter coragem, que é agir com o coração, né? Core de coração, agem ação, agindo de forma, né? com esse coração acolhendo essas estruturas que estão se sentindo sim à margem, né, da psique. E aí a gente vai podendo trazer e integrar então essa o bom relacionamento social com o fora, mas também com essas estruturas internas que precisam desse amor nosso, né, a nossa dedicação e consciência. posicionando, né? Posicionando. A gente pode até pensar muito em movimento externo, mas internamente e e nos pequenos momentos, né? Então, por que que eu escolhi ficar calada? Por que que eu escolhi falar? da onde veio, né, essa essa pessoa eh raivosa ou eh inconsequente ou desajustada ou fragilizada nesse momento. Então é ao mesmo tempo que tu vai na relação do dia a dia, não é? é do dia a dia, te olhando, te posicionando, vai conseguindo então fazer esse trabalho interno em todas em todos, né, como um grande caleidoscópio em todos os lados, né? Então a gente fala da sombra e mas tá falando da fragilidade, como tá falando, né, do lado desajeitado, como tá falando de inúmeras questões, dependendo da da dinâmica espiritual e psicológica de cada um. E isso eu acho interessante porque muitas vezes se espera grandes efeitos ou se espera o momento de olhar, como no caso da da terapia, da análise, que claro que é o momento da gente se olhar com maior profundidade, ou quando se está no centro espírita, sim, é um momento de de comungar e e aproveitar

olhar, como no caso da da terapia, da análise, que claro que é o momento da gente se olhar com maior profundidade, ou quando se está no centro espírita, sim, é um momento de de comungar e e aproveitar toda aquela egrégora, mas todos os momentos são os momentos de se fazer esse trabalho. Então, que a gente vá se olhando, não de uma forma neurótica e fique se analisando, mas se olhando, né, como naturalmente, como tu trouxeste o exemplo, ah, mas de onde é que veio isso, né? Eh, então isso também é muito interessante, que é a própria vida se fazendo movimento da vida, da relação o tempo inteiro, né? Então tem sempre a oportunidade, né? >> É, esse processo tá falando de descobrir quem se é, né? que justamente nesse movimento de interação com o outro, a gente vai descobindo valores que não eram conhecidos, começam a a habitar o nosso nossa mente, a preencher lacuna do sentimento e a gente vai desenvolvendo aptidões ignoradas, né, e ao mesmo tempo reconhecendo aquelas que têm que ser trabalhadas dentro da gente. Então é um campo riquíssimo o relacionamento. E aí entra a o próxima etapa que é a humildade. A gente começa também ajuda a falar da fazer parte da de um processo de eh tomada de consciência do que a gente é. que a pessoa que é orgulhosa, ela se fecha numa imagem falsa de si mesmo, né, onipotente. E aí ela não se ela não pode despertar para para esse crescimento íntimo em busca da plenitude de si mesma, né? Então, eh, não tem como fazer esse caminho sem também esse trabalho de tomada de consciência da nossa pequenez, dos vários aspectos que que envolve a nossa vida, aquela que chora, né, Adriana, aquela que ri, aquela que que tem que tem um lado da gente que tem fantasias mórbitas, a outra que confia, a outra que teme, né? Então, a gente é formado de de tantas partes e realidades que que e poder aceitar isso, ter a humildade, né, de poder reconhecer, né, que eh que a gente não precisa ficar preso no medo de amar, de não ser amado, né, e ser humilde. Puxa, né? Eh, na

realidades que que e poder aceitar isso, ter a humildade, né, de poder reconhecer, né, que eh que a gente não precisa ficar preso no medo de amar, de não ser amado, né, e ser humilde. Puxa, né? Eh, na medida que eu sou humilde, eu me aceito, me aceito e possa compor aí de maneira mais eh verdadeira e mais rica comigo mesmo, né? Então a a Juna fala da importância dessa humildade, né, como forma de conscientização de si mesmo. >> Essa parte onde ela fala isso é é muito bonita, né, que ela fala ali. Então é no finalzinho da 70, no meu. Essa humildade começa na conscientização de si mesmo, observando que faz parte do universo, cuja grandeza demonstra-lhe a pequenez em que ainda se acha e quanto deverá crescer para entender a majestade e a harmonia do mundo no qual vive. Só finalizando, né, que é bem bonito, não se ensoberbece com o que sabe, nem se entristece pelo muito que ignora. é simplesmente humilde diante da vida e reconhece a necessidade de crescer mais e tornar-se melhor. Então, é um convite também para quem nos escuta para para reler agora refletindo a partir de uma outra profundidade no sentido de colocar isso eh na sua vida mesmo, no dia a dia, mas o quanto é amorosa a proposta da mentora e as palavras dela nos clareando, nos trazendo à luz o que já tá posto e a gente não enxerga. E aí, olha que lindo, né, Guadalupe? Aí a gente vê três níveis de relação, né? Então, quando ela falou ali atrás que é dessa saudável nessa boa relação, então eu me relaciono com o outro, com o ser à minha frente, eu me relaciono com as minhas estruturas internas e agora ela fala, e aí olhando pro universo, olhando a imensidão das estrelas, da lua, né, do do dos satélites, enfim, eu reconheço a minha pequenez, mas eu não me perco nisso. Então, veja que lindo. Então o ser ele precisa se relacionar com cada com o animal, com a planta e aí nessa relação ele vai crescendo, né? Então essa é a conquista, a terceira conquista que planifica a humildade, porque aí ele vai ter a humildade de se reconhecer

m cada com o animal, com a planta e aí nessa relação ele vai crescendo, né? Então essa é a conquista, a terceira conquista que planifica a humildade, porque aí ele vai ter a humildade de se reconhecer pequeno, mas ele já vai ter a consciência que mesmo esse pequeno ele pode compartilhar entre as pessoas e todo mundo crescendo junto, né? Então, a necessidade do pouco que eu tenho eu dividir, mas também aprender com outro, porque todo mundo tem o que ensinar e todo mundo tem o que aprender. Então, olha, é maravilhosa essa forma eh de aprender e de certa forma ir evoluindo, porque ela fala que aqui que é um processo, né? Isso, essa conquista da humildade faz parte do programa de crescimento interior, né? Então isso é muito lindo. Então a gente vai ver que na conscientização de cada uma dessas partes, o universo é uma parte, né, que ele faz parte do todo, mas eu também faço parte do todo. Aí eu me relaciono com Deus. Então, ao me relacionar com o outro, com as minhas estruturas e com o universo, eu estou me relacionando com o Deus. Isso é muito bonito. >> Dá um dá um uma consciência e uma espécie de pertencimento, né? a humildade eh agrega, né, justamente eh nessa condição eh da tua do reconhec tua realidade, tu consentiza que tu é envolvido nessa dimensão mais profunda e mais ampla da realidade, né? Então eu acho que a humildade realmente é o primeiro convite que a gente consegue construir de uma caminhada não solitária, né? Eu posso, imagino que que eu aceito minha condição, eu me permito existir como eu sou e tá integrado na vida e aí eh poder então eh aproveitar o recurso e ser visto verdadeiramente para ser ajudado, para crescer, para aprender com outro, né? Então, acho bem importante esse tópico que a benfeitura traz aqui, né, sobre a humildade. >> E aí se chega no quarto ponto, que seria a quarto conquista que planifica, que é eh a partir desse momento se conquista o que ela chama de felicidade real, né? Quando ela diz que a felicidade real impede impede daquilo que se tem, que é

eria a quarto conquista que planifica, que é eh a partir desse momento se conquista o que ela chama de felicidade real, né? Quando ela diz que a felicidade real impede impede daquilo que se tem, que é aquilo que a Guadalupe falou no início, impede daquilo que se tem, mas é resultado daquilo que se é, né? Então, de certa forma, eu eu quando eu começo a me preocupar e a desenvolver os os valores da alma, eu vou para a questão do ser, eu vou me tornando, atingindo essa quarta conquista que me plenifica, que é a possibilidade de ter uma felicidade verdadeira e não essa falsa eh felicidade que a gente compra na farmácia, né, como medicamento para depressão. Tem um livro que um texto que eu achei muito bonito que é prosac, a felicidade que se vende nas farmácias, né? Então essa não é uma felicidade real, essa é uma felicidade química que favorece que o indivíduo tenha um comportamento feliz, mas ele não é uma felicidade real. Então qual é a felicidade real? E aí ela traz dois grandes exemplos, né? Ela vai trazer o exemplo de uma pessoa que sorri pelo hã por profissão e depois é uma pessoa que sorri eh pela questão do ter, que é a questão do Gand, quando ele olha lá na na vitrine do aeroporto e ele sorri. Eh, e aí ele diz que ele sorri porque ele não mais precisa daquilo. Aquilo é lindo, maravilhoso. Ele tá admirando, mas ele não deseja posse daquilo, né? Então, olha que lindo e a diferenciação daquela primeira pessoa que que era contratada com esse com essa necessidade de sorrir. Ela era paga para isso, mas ela realmente não, talvez, né? Não, aqui não diz, mas talvez ela não tivesse a felicidade real do que Gand tinha, dessa leveza de admirar o belo, mas não precisar ter esse belo como uma posse, né, de acorrentar aquilo como dele e ficar morrendo de medo de alguém vir e roubar aquela posse, né? Então, olha que como é linda. A a Joana é sutil, ela vai construindo o texto de uma forma muito didática, muito bonita, até poética. E aí ela vai exemplificando de forma tão bonita para que a gente enxergue e

lha que como é linda. A a Joana é sutil, ela vai construindo o texto de uma forma muito didática, muito bonita, até poética. E aí ela vai exemplificando de forma tão bonita para que a gente enxergue e entenda, né, o que ela tá querendo dizer nessas palavras. Eu acho que é uma das coisas mais complicadas da vida moderna é justamente esse apego dessa necessidade de poder eh sustentar um falso eu, né, essa persona, essa imagem coletiva para poder ter muleta para afirmar o ego, né? Esse ego ainda inseguro, que não se reconhece podendo amar e ser amado, né? Então, esse esse possuir, né, e esse jogo de valores externos, né, de buscar no mundo externo eh algo para preencher e reforçar e essa imagem que vai ser conquistada só internamente. Então, eh, como a gente vai poder conquistar felicidade se eu tô prisioneiro de necessidades que o mundo cria e cria essa armadilha de ter que ser espelhado pelo mundo e espelhar o mundo para poder eh ter algum tipo de gratificação e reconhecimento daquilo que eu sou. Então, eh, realmente, né, a gente acaba criando necessidades que, em vez de nos libertar, nos aprisionam e nos afastam da verdadeira conquista que planifica, que é o self, que é a vida imortal, em vida imperecível. E aí a gente fica realmente hum gerando um campo neurótico, né? Porque se a gente perde o poder, perde o dinheiro, perde a beleza, perde o reconhecimento, né? Vai, né? a gente acaba ficando a deriva e cada vez mais preso a essas necessidades para manter esse falso eu que em vez de nos libertar acabam criando mais necessidade e mais conflito interno. Então é um jogo neurótico, né, que impede a vida saudável, que é a proposta da benfeitora, né, na sua expressão profunda aqui de poder realmente eh ser essa pessoa humilde, inteira, que pode eh se permitir experienciar a vida de maneira mais direta e tirar proveito daquilo que a vida nos oferece. Eh, então a gente tá aí bem nesses dois aspectos que o evangelho coloca, né? O espiritismo coloca que os dois grandes maros da humanidade, o egoísmo e

e tirar proveito daquilo que a vida nos oferece. Eh, então a gente tá aí bem nesses dois aspectos que o evangelho coloca, né? O espiritismo coloca que os dois grandes maros da humanidade, o egoísmo e orgulho, né? Então tá aí essa essa proposta da gente poder superar esses dois monstros que impedem a nossa caminhada evolutiva. >> E assim, junto com a cegueira espiritual, né? inconsciência que não nos faz perceber que o egoísmo e o orgulho aí fica só lá no outro, né? Mas acho que a gente ia passar para lições de vida. É isso, Gelson? >> Podemos seguir, né? >> Sobre lições de vida, ela já começa trazendo essa questão de que a beleza da vida está nas experiências que propõem o desenvolvimento do ser integral. Então isso vem eh para mim é o encontro do que eu trouxe um pouco antes, me adiantando, de que realmente a todo momento a gente vai recebendo essas oportunidades de de observar as lições que a vida nos traz. E agora no momento que a gente tá eh que sim, já estamos no mundo de regeneração, isso, né, me corrijam, né, mas eh é de transição também. Então, não deixa de estar num momento de transição do ponto de vista de vivência na na minha perspectiva, quando eu trago que eh todos nós estamos passando por algum tipo de dificuldade ou a esmagadora maioria de nós nesse momento tão ímpar que o planeta tá vivendo e e nós como uma realidade espiritual, eh, mesmo fora do planeta Terra, mas são sempre oportunidades, né, oportunidades psicológicas. aí nesse momento de uma grande magnitude, mas de uma grande magnitude pro bem, né? Pro bem, por mais difícil que elas sejam. Então, se a gente tá tendo essas oportunidades agora, e eu não tô dizendo que elas são fáceis, para alguns, muito mais difícil do que a gente possa talvez imaginar e e para nós, cada um dentro, né, da sua perspectiva, elas são grandes oportunidades de iluminação, da gente se descobrir e de sentir e viver de uma forma mais plena a amorosidade da da criação. Então, acho que é muito importante a gente olhar para isso nesse momento

des oportunidades de iluminação, da gente se descobrir e de sentir e viver de uma forma mais plena a amorosidade da da criação. Então, acho que é muito importante a gente olhar para isso nesse momento também. E a beleza, né, Guadalupe, dessa mudança do olhar, né, de olhar paraa dificuldade como um método para alcançar essa meta meta que é o desenvolvimento do ser integral, né? O que antes talvez a gente pudesse olhar com aquela coisa dura de que não, todo efeito tem uma causa, então se eu errei eu vou ser punido, né? E é claro que eu eu me vejo nesse nesse nessa situação que eu acho que eu projetava essa punição, não tava lá no espiritismo isso, né? Mas eu interpretava algo muito duro, como um castigo mesmo. E hoje, conforme eu fui estudando, Joana, eu fui percebendo, olha que beleza, ela ela ela tira essa projeção nossa, porque não tá Kardecolo dessa forma de que olha são oportunidades para que esse ser integral que tava ali soterrado embaixo dessa criança, que tava ali soterrado atrás do meu isolacionismo lá em cima do Monte Evereste. Aí, conforme eu vou tirando, que eu vou desenvolvendo a minha humildade, eu vou encontrando então, né, lá dentro essa pérola, né, que tá lá soterrada. Então, a dificuldade é esse método que eu vou escavando e tirando, né, a possibilidade de tirar de dentro. Isso é a palavra educação, que ela vai terminar esse texto falando da educação. O verdadeiro sentido da palavra educação é tirar de dentro. Então, quando o Kardec fala que é pela educação que nós vamos transformar a humanidade, ele tá falando de é pela educação que a gente vai tirando, né, esses essas coisas que soterram o nosso eu maior, o selfie, e aí a gente vai nos planificando. Então, olha que lindo, né? a gente vai tirando essas coisas que nos soterram, que a gente que impede com que a gente não se veja para que eu possa transformar a humanidade. Então, não é a educação do outro, mas é até que ponto esse tirar de dentro é diretamente relacionado a nós mesmos. >> É, é interessante que a vida ela é

eja para que eu possa transformar a humanidade. Então, não é a educação do outro, mas é até que ponto esse tirar de dentro é diretamente relacionado a nós mesmos. >> É, é interessante que a vida ela é potencialmente bela, né? Porque nós estamos inseridos no háito divino que é amoroso. Eh, ela sempre tem um um núcleo, um sentido, né, que que se apresenta. Então, ela sempre tem um significado favorável à construção da nossa caminhada evolutiva. Então, de uma certa maneira, a vida sempre compõe em favor da gente, mas do ponto de vista eh existencial, do ponto de vista do que de concreto, a vida não é boa nem ruim, ela é o que é, né? Então, eh a gente que interpreta a vida a partir das fantasias, valores e condições do nil de consciência que cada um tem, né? E a e a proposta da Joana é poder realmente romper então com essa visão eh parcial da nossa consciência e góica enxergar para além, né, para além desse sentido maior e realmente ver em cada experiência, naquilo que pode ser eh bom ou agradável ou ruim desagradar pro ego, algo valioso, né? Porque de uma certa maneira tudo é muito relativo. Tem aquela história que eh muita gente já conhece daquele senhor que tinha um filho jovem, era o único, ele era um senhor já idoso e o único filho que ele tinha para ajudar na no seu meio e em cortar lenha e e sustentar e ajudar no trabalho pesado do dia a dia era o filho. E o filho quebra o braço e não consegue mais cooperar por um bom tempo. Ele vai ter que ficar com o braço imobilizado. E o e o pai, né, senhor idoso e lamenta. Puxa, meu único filho que eu tenho e agora eu tô aqui numa situação deplorável, tá com dificuldade e não pode eh me ajudar como a vida é ruim, né? Aí tem uma guerra e todos são convocados. guerra menos o filho, porque o filho tá impedido, né, de de ir ao fronte. Daí diz: "Ah, como a vida é boa, né?" né? Então, se do ponto de vista eh externas que já são relativas conforme o contexto, isso do ponto de vista interno é mais ainda, né, complexo. E aí que a Joana tá nos tirando dessa

vida é boa, né?" né? Então, se do ponto de vista eh externas que já são relativas conforme o contexto, isso do ponto de vista interno é mais ainda, né, complexo. E aí que a Joana tá nos tirando dessa tendência de julgar e reagir a partir da nossa eh visão infantil ilimitada, né? Então el não, vamos abrir a consciência, vamos expandir, né? E que eh existe momentos maravilhosos de aproveitamento, sempre há, mas tem momentos mais especiais ainda que pode serem eh profundamente transformador, se a gente puder aproveitar esses momentos. Isso que ela tá trazendo aqui, né? Ela ela traz aí o exemplo, né, de Luís X. E e é interessante esse exemplo. Daí convido o pessoal a ler, mas eh que ele em uma eh em uma frase, em um momento, né, ele tomou uma decisão que operou muito em favor dele, né, da evolução dele espiritual, por mais que ele tenha se equivocado em outros aspectos da vida. Então isso é é outra questão que que foi a frase quando ele disse, né, em relação ao delator, enfim, não os posso condenar porque daí vinha marcado com uma cruz, né? Eh, não os posso condenar porquanto estão marcados pelo instrumento com quem eh com que mataram o inocente, né? Mas então isso a gente vê que que às vezes que a gente tem que ter muita responsabilidade também nas atitudes que a gente vai tomando, porque em um momento a gente pode eh dar um salto do ponto de vista de de conquistas ou pode eh cair um pouco mais, né? Não não eh retroceder. Exatamente. Então é muito importante que a gente vá cuidando isso. E eu acho que essa história do do Luís X traz esse exemplo de uma forma bem clara, né? Porque todo mundo esperava então que ele, né, mandasse matar, cortar, enfim, né, aquelas coisas eh da época. Ele disse: "Não, não, não vou fazer isso". Então ele foi inspirado ali e se aproveitou daquele momento. Quantos momentos nos inspiram, né? Só falta nos nos soprar. mais ainda no ouvido e mesmo assim a gente escolhe um caminho que não é tão interessante, que não é legal. Então, quanto mais a gente se

to. Quantos momentos nos inspiram, né? Só falta nos nos soprar. mais ainda no ouvido e mesmo assim a gente escolhe um caminho que não é tão interessante, que não é legal. Então, quanto mais a gente se comprometer no sentido de ter boa vontade, né, ter uma boa vontade, não estão nos pedindo eh nada demais, né? Só assim que tu te entregue realmente, né, e pergunte: "Senhor, que queres que eu faça?" né? Eh, e como isso é importante, essa entrega despretenciosa, humilde, mas ao mesmo tempo diretiva no sentido de assumir as rédias, né? E e ali, né, nesse exemplo aqui, poderia ele não mandando punir, né, quem deveria ser punido, ele poderia também sofrer represálias do ponto de vista político, né, mas ele nem pensou nisso, né, eles podia ser, enfim, né, a gente pode ficar aqui elocubrando, ele simplesmente se agiu ali, agiu, né, de uma forma muito muito correta, né? Então é muito interessante como em um minuto, né, um segundo é vê as coisas vem a ver de uma maneira inesperada e espontânea, né? Como se existisse movimentos internos que a gente não percebe de amadurecimento ou de encontros especiais de sensibilizando a alma que é oportunizado e e despertado por esses momentos da vida, né? Então um o X, né? O a cruz foi um símbolo que ele viu, que ele associou, né, a figura do Cristo que morreu de maneira inocente e que ele podia tá matando pessoas também inocentemente em nome da paranoia dele e dos do dos súditos de quem poderia estentando contra ele, né? Então ele vi assim: "Puxa, tem tanta gente que pode eh querer meu mal, eu vou matar todo mundo". Então, aquela cruz foi suficiente para ele poder eh sensibilizar o coração dele. Então, realmente, se a gente tem eh uma abertura, uma sensibilidade, né, de poder eh ser tocado pela vida favoravelmente, ou seja, sem o julgamento, sem a e essa eh essa insistência de se autoafirmar e ficar cego diante da realidade. algo surge um convite da vida através de uma intuição, através de um benfeitor que nos acolhe e assopra pra gente, através

essa eh essa insistência de se autoafirmar e ficar cego diante da realidade. algo surge um convite da vida através de uma intuição, através de um benfeitor que nos acolhe e assopra pra gente, através de uma alma querida que nos atravessa, através de um de uma leitura, através de de algo que se apresenta como um bálsamo, como um presença positiva. Então, a vida vai sempre ter caminhos que o self, né, a o nosso espírito sempre tá buscando de maneira criativa novas saídas pra gente. E a própria vida também no amor divino compõe, como eu falei, em favor de nós. Eh, mas desaj aqui, né? Ninguém foge de si mesmo, né? Então, a gente vai sempre tá carregando por atrações, né? encontrando aquilo que a gente aspira, diz a benfeitora, e as nossas necessidades, né, que que a gente acaba criando e e envolvido nela. Então, eh, a gente tem que aprender realmente a abrir mão do nosso ego, né, e e para que a gente possa eh permitir ser salvo, né? Ou seja, quando fala ser sal, é que a alma possa encontrar aquilo que ela necessita e não aquilo que o ego quer. Eu só quero falar, fazer uma uma um parênteses nesse segundo exemplo dela, que ela fala que é um antigo coan. Não sei como pronuncia, se é coan mesmo que pronuncia, >> mas o que seria isso, né? seria assim, é uma pequena histórizinha do zem budismo que tem um fundo moral para fazer com que aquela coletividade pense, né, e vai atingir iluminação eh espiritual. Então, se a gente pensar, ela trouxe um exemplo pessoal do Rei Sol, né, do Luís X, um fato pessoal. E agora ela tá trazendo uma questão arquetípica que o próprio, né, aquela própria construção histórica que a gente sabe que o conto, o mito, eh, ou mesmo a parábola, ela tem um fundo coletivo que é baseado num padrão arquetípico. Então, ela tá mostrando que arquetipicamente, né, ela traz uma uma historiazinha, eh, onde no final, eh, vai ter aquela grande, né, eh, o entendimento de que a vida é muito mais preciosa do que qualquer questão material. Então aí ela vai eh sintetizando a questão do ter e

riazinha, eh, onde no final, eh, vai ter aquela grande, né, eh, o entendimento de que a vida é muito mais preciosa do que qualquer questão material. Então aí ela vai eh sintetizando a questão do ter e do ser, mostrando que isso é uma questão arquetípica que o self vai nos trazer em algum momento uma lição de vida para que a gente possa ter esse insight ou não, né? Eu posso passar por isso e não ver igual, né? Guarda falou inconsciente, ele vai mostrando com setinha neon e às vezes a gente passa assim tão perdido no tempo e no espaço, preocupado com a conta que para pagar que perde, né, uma possibilidade maravilhosa que a vida nos dá, eh, como uma possibilidade de aprender uma lição de vida tão importante que nos chega. Então, eu achei legal ela trazer essa essa esse exemplo eh coletivo aí, essa construção, eh, onde ela fala, né, que as mais a as lições mais severas da vida oferece eh oferece convidando-nos à reflexão. Então, às vezes a gente passa por uma doença grave, um quadro sério, né, financeiro, moral, espiritual, alguma questão tão grave e ao invés da gente parar e tentar entender o o né, que que convite esse que eh que é que a vida vem me ensinar, que lição é essa? E às vezes a gente perde o tempo fugindo, né, usando mecanismo de defesa, não querendo olhar para isso, empurrando para debaixo do tapete. Então aí a gente fecha, vai fechando com o primeira parte, por isso que eu retomei, né, a a a anterior, aquela primeira parte do capítulo 5, quando ela traz a questão da vontade. É necessário ter essa vontade de olhar e fazer isso de forma consciente para que a gente possa então conseguir perceber, olhar quem tem olhos para ver, né, esses convites que a vida nos oferece e que muitas vezes a gente pode passar despercebido. É, e é interessante, né, que que ela vai desenvolvendo essa ideia, né, e relativizando então o que é externo material para chegar na vida como bem mais essencial, né? E aí ela chega e diz assim: "O que se possui de mais precioso é a oportunidade

nvolvendo essa ideia, né, e relativizando então o que é externo material para chegar na vida como bem mais essencial, né? E aí ela chega e diz assim: "O que se possui de mais precioso é a oportunidade existencial, ou seja, né, eh, da gente poder realmente reconhecer quão rico é a vida de cada um de nós, independente da situação que se apresenta, não é? E que uma existência bem vivida é um grande ganho, né? E quando a gente joga fora o impede ou rejeita a vida em nome do nosso capricho, da nossa infelicidade, da nossa, né, exigência infantil, que a gente comentava antes, né, e perde realmente, né, eh, as oportunidades abençoadas que a vida nos coloca como um caminho e e uma e um momento especial de despertar de nós mesmos, né? Porque a gente acaba sempre achando que na nossa onipotência infantil, né, no nosso orgulho e nosso egoísmo, achando sempre que a vida é injusta com a gente, que Deus errou conosco. Pode não ter errado com ninguém, mas conosco errou, né? a gente tá sempre desconsiderando, desprezando, desqualificando e muitas vezes criticando a realidade em vez de reconhecer que que algum problema não é com a vida, mas com a gente, né? E se aquilo nos nos se nos trouxe aquela questão, é porque alguma tem um sentido. Eu vi uma uma uma mãe que que era que ela era uma pessoa religiosa e depois que o filho nasceu com problema genético, ele teve um parto eh precoce e ficou sequelado. E ela falou assim que depois disso ela deixou de acreditar em Deus, né? Porque como é que Deus permite uma criança, né? Que não tem que a receita surgir na vida, passar por necessidade, né? E e sofrer tanto com o que ela sofreu, né? Para ela não existe Deus. E então, eh, ela encheu a boca para dizer isso. E e quanto mais ignorante a gente é, mais onipotente é nossas afirmações diante da vida, né? Então, eh, e por que que a gente não consegue dizer, puxa, eu não consigo entender? Eh, deve ter algum sentido aí, né? Eh, talvez, mas eu não consigo aceitar, mas eu sei que que talvez seja maior do

? Então, eh, e por que que a gente não consegue dizer, puxa, eu não consigo entender? Eh, deve ter algum sentido aí, né? Eh, talvez, mas eu não consigo aceitar, mas eu sei que que talvez seja maior do que eu e eu posso um dia encontrar um entendimento, mas eu não vou desqualificar e nem negar a priori porque eu não entendo isso, né? Então, porque não porque fugiu o meu capricho pessoal? É esse cuidado que nós temos que ter, né, para que realmente o processo da vida seja um processo de educação da alma e que cada momento seja realmente eh proveitoso para nós. Então, essa é o que a Jana nos oferece aí no capítulo 5. Mais alguma questão aí pra gente encerrar esse momento, gente? Eu quero trazer só uma frasezinha dela que ela coloca aqui encerrando que ela diz assim que quanto mais lúcido o ser é, ele torna-se parte integrante do universo no qual se encontra e que o convida a conquistá-lo. Olha que lindo. É como se ele então aceita que ele, né, como ela coloca antes, ele floresce onde ele se encontra. Eu achei isso tão bonito, né? Ou seja, é uma aceitação, ou seja, não tem nada errado. Eu tô no lugar certo, no momento existencial certo. Então, se tá tudo certo, então eu sou parte desse universo, portanto, eu preciso colaborar com ele, porque eu ajudando o universo eu me ajudo. Então, olha que lindo, né? Então, é é a que isso é o fechamento muito bonito que ela nos traz. É, e a fala que a gente se torna livre, né, acima das injunções. Quer dizer, às vezes vai continuar sendo o que ela é, mas a gente tá livre porque a gente não se deixa afetar tanto por essas questões eh pequenas e limitadas e consegue tirar o melhor de cada momento, né? Muito bem. Então, a gente com isso a gente tá encerrando o capítulo cinco e já convidandoos a todos, agradecendo por esse momento de estarmos juntos aqui, né, nesse estudo, a todos que nos acompanham. a no próximo encontro começar a o capítulo seis, aspecto da vida. Então é interessante que vocês possam ler antes em casa, já refletir para que nesse movimento da leitura de

todos que nos acompanham. a no próximo encontro começar a o capítulo seis, aspecto da vida. Então é interessante que vocês possam ler antes em casa, já refletir para que nesse movimento da leitura de vocês e o nosso exercício aqui de reflexão, podemos aprofundar e vocês terem elementos para poder também refletir melhor sobre esse material que a benfeitura nos oferta. Um grande abraço a todos. Que Jesus abençoe e até o próximo encontro.

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