T7:E31 • Autodescobrimento • Triunfo sobre o ego (parte 2)
No episódio 31, encerrando a sétima temporada da série "Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis", Gelson Roberto, Guadalupe Amaral e Adriana Lopes concluem o estudo da obra "Autodescobrimento: Uma Busca Interior", de Joanna de Ângelis. Na segunda parte do capítulo final, "Triunfo sobre o ego", os itens "Conquista do si" e "Libertação pessoal" são analisados. Este episódio destaca o processo de autotransformação e o alcance da liberdade interior, propondo reflexões profundas sobre como vencer as limitações do ego para viver de forma plena, consciente e em harmonia com a essência divina. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #autodescobrimento #ego #conquista #libertaçãopessoal
Alô a todos que nos assistem amigos irmãos em Cristo nosso agradecimento por esse momento especial um grande abraço a todos nesse que é o último capítulo do nosso estudo do autodescobrimento capítulo 12 né que é o triunfo sobre o ego e hoje estamos and dos dois subitens finais conquista do si e a libertação pessoal um livro maravilhoso eh profundo com muitos elementos que nos fazem pensar que nos dão uma um caminho interessante né justamente para essa conquista do self né ou do si que a Ben feitura nos propõe no capítulo final então conosco hoje a Guadalupe Adriana para podermos trabalhar esses dois últimos itens então bem-vindas gurias e esse é o a proposta de Joana né essa proposta de de uma psicologia que objetiva conquistar o si Quem sabe a gente trabalha um pouquinho a ideia de si né O que que é o si ou o self né o self o si mesmo né Como Yung coloca né na na tradução em português pra gente poder entender que que conquista do c é esse é Olá é uma alegria muito grande estarmos aqui terminando né mais uma obra tão linda tão profunda da Joana um capítulo muito bonito né a conquista do si o que é esse si o que é que sou eu de Fato né um si com letra maiúscula que ela sempre coloca né então é um capítulo que ela vai falar e colocar dessa Conquista como um grande desafio né Guadalupe ela coloca que conquistar esse Eu maior esse Eu superior eh ela vai fazer toda uma descrição de um desenvolvimento né então em grandes linhas Gerais a Joana coloca o si como o espírito né o espírito milenar espírito que teve um momento da criação que ele teve ele foi criado por Deus simples e ignorante e nessa criação ele vai então se desenvolvendo etapa a etapa e aqui ela vai falar que o grande objetivo é então conquistar a si conquistar o eu né ter esse momento desse desse Triunfo né esse grande eu poder se se sobressair desse ego né ser de fato quem ele é entregando-se essa Fatalidade né de forma consciente do processo de evolução que não cessa nesse sentido do autodescobrimento de realmente olhar
er se se sobressair desse ego né ser de fato quem ele é entregando-se essa Fatalidade né de forma consciente do processo de evolução que não cessa nesse sentido do autodescobrimento de realmente olhar para esse ser para essa personalidade maior que nós somos que está eh além das questões de como nós nos percebemos do ponto de vista imediato então ela vai trazendo Justamente a necessidade de um olhar mais profundo mais comprometido e ao mesmo tempo que eh perceba e contemp a a grandiosidade do que nós podemos ser mas que suporte o quanto nós somos isso no momento isso também fazendo parte dessa Conquista desse desse ser desse eu profundo Então já eu concordo com com a Adriana quando ela traz eh o si né como essa esse ser espiritual né E e aí também queria te ouvisse quando a gente fala né Desse si eu prof mundo porque é o é o ser espiritual que nós somos é o self né centro e totalidade da psique mas eu eu me vem muito e não como uma resposta direta o quanto essa conquista do si é o sentir-se pertencendo ao todo e de alguma forma ela trabalha depois então esse ser maior também centelha divina e e e o Deus em nós né então é deixa eu e ver tu consegue discriminar melhor né porque eu trouxe um monte de coisa misturada é deixa eu provocar um pouquinho maior tô entendendo então que realmente o si ou o self ou si mesmo é esse é o profundo que caracteriza a nossa dimensão espiritual a nossa realidade espiritual mas o ego não é também uma parte do espírito né então se o self é o espírito o ego não é o espírito como é que ficaria o ego dentro dessa realidade já que todos nós também somos ou temos um ego né pra gente poder cerar um pouquinho isso né como é que vocês entendem isso PR gente poder pessoas que que leem que não tem não tão acostumado com essa terminologia mais psicológica poder compreender né e o ego não não faz parte do espírito é acho que é algo que a gente vai aprofundando mas bem importantes que tu tá trazendo para que a gente não pense que o ego é uma coisa e o self
der compreender né e o ego não não faz parte do espírito é acho que é algo que a gente vai aprofundando mas bem importantes que tu tá trazendo para que a gente não pense que o ego é uma coisa e o self outra quando a gente fala de espírito e a gente entra em duas questões self né psicológica o self como centro e totalidade da psique no momento em que ele é a totalidade o ego também faz parte dessa totalidade e quando a gente fala no espírito como um todo o ego a forma que a gente se reconhece nessa Encarnação eh né vamos assim a forma como eu me também faz parte só que daí a gente entra eh eu começo pensando assim eh no fato de quando a gente reencarna né seres espirituais aqui na terra nós vamos ter toda uma fantasia para nos experimentarmos nessa Encarnação E aí o ego vai tá muito vinculado à forma como eu me reconheço mas não vai est separado do ser espiritual e e eh complementando aqui o que eu tô pensando né A gente entra muito naquela naquela questão quando o Jung nos diz que o ego é um é um ótimo servidor do self então ele vai intermediar mas ele faz parte também tanto enquanto psique como enquanto Espírito só que relativizado para uma realidade momentânea que a gente necessita né sei se vocês concordam eu gosto de pensar nessa questão né Guadalupe é é interessante a gente olhar por esse Prisma e fazer até um paralelo com a própria doutrina espírita quando Kardec vai fazer a diferenciação do espírito e da Alma o espírito encarnado né Eh então se nós pensarmos sim faz parte da mesma coisa é como se fosse um diamante né que ele tem as suas várias facetas então Eh o self o si profundo seria esse espírito essa totalidade essa inteligência suprema do universo mas a cada Encarnação H aquela lei do esquecimento do passado né então o espírito precisa esquecer temporariamente o que o que ele é nessa totalidade desde o momento que ele foi criado simples e ignorante ante E aí ao encarnar ele acaba de certa forma esquecendo tudo que ele foi e nessa vida que ele encarna Ele vai construir uma
é nessa totalidade desde o momento que ele foi criado simples e ignorante ante E aí ao encarnar ele acaba de certa forma esquecendo tudo que ele foi e nessa vida que ele encarna Ele vai construir uma consciência dessa vida quem ele é se nesse momento ele está num corpo masculino num corpo feminino né Quem são os pais né e assim ele vai adquirindo a consciência dessa vida então ela coloca aqui o ego é uma produção do Estado de consciência transitório E impermanente então a cada Encarnação ele vai assumir uma personalidade ele vai assumir um nome uma carreira uma né enfim uma parte dessa vivência do todo então esse todo é o espírito é o si é o self é esse grande né Essa totalidade como a Guadalupe fala mas a partir do momento em que ele reencarna que ele está com esse corpo né espírito per espírito e matéria aí ele precisa deixar de lado um pouquinho a totalidade e ele precisa mergulhar na carne e esquecer né quem ele já foi para não contaminar nessa vida então para mim esse ego seria essa parte da totalidade que tem conhecimento apenas dessa dessa vida por isso que Jung fala de uma forma tão linda como se o o self o si fosse o grande oceano e o ego é uma ol é uma pequena rhazin boiando que é assim é uma centelha nesse nessa totalidade que fica ali nessa vida até que ele morra que é o que ela coloca né do desenvolvimento desse ser até o momento da da Morte material que ela vai colocando e nessa rização posso só complementar uminho aqui nessa relativização né que a gente fala do Ego me lembro muito de algumas vezes que a gente traz o ego como porteiro né então eu acho que é uma imagem bem interessante para quem tá nos ouvindo também para entender porque ele vai fazer essa intermediação entre o que deve ou não nesse momento chegar a nossa consciência eh consciência eh da não consciência como um todo né consciência de é interessante que a Joana coloca o self como um eu né um eu mais profundo tu fala desse eu profundo e o ego também é um eu né o a tradução de ego ego é eu
o consciência como um todo né consciência de é interessante que a Joana coloca o self como um eu né um eu mais profundo tu fala desse eu profundo e o ego também é um eu né o a tradução de ego ego é eu em latim né então são dois veus né dois centros na personalidade o ego Como o centro da consciência e o eu profundo self como centro da personalidade toda né na nossa realidade na na sua totalidade então o self é imagem de totalidade e ao mesmo tempo a Essência regendo os aspectos que envolvem eh essas facetas da totalidade e o ego uma faceta desse self que como vocês já comentaram aqui juna coloca como uma identidade né um estado de consciência transitório Ou seja quando eu reencarno eu ocupo um lugar uma condição eh relativa de uma consciência que eh tá se constituindo nessa identidade que envolve a adaptabilidade e a construção daquilo que é necessário nesse projeto reencarnatório né mas o ego é uma consciência então mais limitada né tanto é que o Jung eu gosto de de do Tero que chamo self diz que que o esse outro ser que é o self é uma pessoa em nós mesmos que chão de uma uma personalidade maior amadurecendo dentro de nós que ele chama o amigo interno da Alma então né e e só que como a gente tá muito comprometido né com essa identidade egóica que envolve o nosso corpo e as referências que a gente construiu a gente acha que o ego é a personalidade mais verdadeira e não é né o ego é essa Então essa faceta que faz a ponte entre o mundo externo e o mundo interno mas esse amigo da Alma né Essa dimensão mais profunda que é o self que tá de uma certa maneira elaborando assimilando regendo o processo né e de uma certa maneira como diz a prefeitura aqui em algum momento tem que emergir para realizar toda a potência que nos cabe enquanto projeto reencarnatório enquanto consciência daquilo que a gente é verdadeiramente que é a realidade espiritual né gente então acho que essa é o desafio essa conquista do self com a a conquista de uma consciência mais plena e profunda da nossa realidade né E
gente é verdadeiramente que é a realidade espiritual né gente então acho que essa é o desafio essa conquista do self com a a conquista de uma consciência mais plena e profunda da nossa realidade né E aí ela vai tá colocando desse programa né dessas conquistas planificador que foram inciador Joana fala né dos níveis de consciência Então ela fala que esse primeiro nível de consciência é a consciência do Sono sem sonhos né esse primeiro nível onde é aquela consciência como se fosse uma consciência de letargia né tá ali dormindo né praticamente eh é é tá dormecido pros valores espirituais o ser não tem essa compreensão ainda né né Ele tá vivendo praticamente dentro dessa faixa dos instintos né então instintivamente ele só vive então para comer Ah paraas questões físicas instintivas o sexo comer o dormir né então é esse primeiro nível de consciência Depois tem mais quatro níveis E aí é interessante que quando a gente pensa nessa conquista do si a gente vai olhando nesses outros níveis que o se vai adquirindo para poder eh Tom conquistar a si mesmo ele precisa evoluir não apenas enquanto enquanto o ser passando nesses níveis né do mineral do Vegetal passa pelo animal chega no hominal E aí ele vai evoluindo as suas seus estados de consciência aí tem o a consciência de vigília que a consciência desperta onde ele já começa a despertar né paraa maturidade depois vai ter o terceiro que é a consciência moral e ética para no quarto ter a consciência espiritual e finalizar na consciência crística então aqui ela tá falando que é nesse início nessa consciência de sono que ele começa despertar pros outros níveis de consciência e a partir daí ele vai fazendo esse autodescobrimento né então ele precisa passar etapa por etapa E se conendo e se percebendo enquanto ser é mas uma coisa interessante dentro disso né justamente né o ego El ele é importante a juna coló justamente porque ele desempenha papéis relevantes né que é a construção desse dessa casa né onde o Espírito tem essa casa que é o corpo
ro disso né justamente né o ego El ele é importante a juna coló justamente porque ele desempenha papéis relevantes né que é a construção desse dessa casa né onde o Espírito tem essa casa que é o corpo né e ter essa casa que é justamente eh de uma certa maneira a a a condição pela qual eu vivencio e e como personagem esse drama atual nessa vida né brasileiro branco ou preto dentro de uma tal família dentro de tal sexo dentro de de Tais e Tais característica Então esse ego ele é importante para poder se construir né e preservar a vida né E poder realmente eh pegar para si essa capacidade de estar no mundo né e dar conta dessa primeira etapa né de poder Então se autoafirmar né mas diz Joana que ela compara né a Encarnação como um vale né a gente tá lá na montanha ou alguns não né a manh de nós estamos num umbral né umbral não é montanha né mas às vees O Vale pode ser ser até Ah um um paraíso diante da realidade espiritual que a gente se encontrava antes mas de uma maneira ela coloca nesse Vale da existência né que a gente acaba se identificando né e e é fundamental porque nesse Vale que a gente tem o contato com os outros a experiência e a dimensão então de estar experimentando várias realidades né Eh nesse processo do viver uma Encarnação né mas que de uma certa maneira a gente acaba ficando identificado ou buscando eh gratificações e com imediata a essa referência do Ego e realmente Como diz Adriana acaba esquecendo a nossa dimensão mais profunda e a consciência de quem a gente é verdadeiramente e do que a gente veio fazer aqui né esse que é o grande problema né Eh gente tá identificado com o ego e tá nessa relação estreita com os papéis que o mundo também nos coloca ligado ao Ego e a Persona né que é uma extensão do Ego que são as máscaras e as e os papéis que a gente assume diante da consciência coletiva não de uma consciência individual e ética que é regida daí essa ética pelo self então tem todo um movimento que vai se constituindo aonde por um lado o ego é é importante Se
te da consciência coletiva não de uma consciência individual e ética que é regida daí essa ética pelo self então tem todo um movimento que vai se constituindo aonde por um lado o ego é é importante Se construir mas chega o momento né que ele tem que ser relativizado né eh e e abrir espaço como como vocês estão colocando para que essa dimensão mais profunda da nossa realidade possa emergir e aí parece que é grande desafio nossos né em relação a a à questão do enfrentamento da vida e dos projetos reencarnatório que tá ligado ao compromisso do Espírito porque até nesse primeiro momento né que o ego ele nesse período primário da emoção que ela fala que é essa consciência de sono é é muito importante uma presença egóica porque ele precisa travar essa luta com os instintos com as paixões né E que é algo que é desencadeada pela matéria a matéria desperta essas paixões na alma né um termo que o descart usa inclusive é um o nome de um livro dele né então é necessário uma estrutura egóica uma consciência eh nem que seja menor né é uma é uma consciência menor do que esse self essa totalidade mas o grande problema é que esse ego ele se compra com essas emoções fortes né que que que são despertadas pelos instintos E aí essa Sensações ele vai se detendo muito tempo ele vai perdendo muito tempo né nesse tempo que passa eh eh a em nome dessas compensações né então o ego ele se ele para ali quando ele tá nesse estágio primário e ele não consegue perceber essas emoções mais sutis né E aí ele ele vai ser necessário para ele essa adaptação a essas novas mudanças para que o próprio eh self possa se expressar e que ele possa conquistar a si mesmo então o é necessário ali mas daí é necessário que ele dê o próximo passo para não ficar preso qu a mentora vai daí trazendo então Eh um pouco depois essa questão da adaptação Ah que precisa Então o esforço e decisão para eleger o que se tem e aquilo que se aspira que pode ser alcançado eliminando os condicionamentos inquiet adores mediante a assimilação de novos que eu
ção Ah que precisa Então o esforço e decisão para eleger o que se tem e aquilo que se aspira que pode ser alcançado eliminando os condicionamentos inquiet adores mediante a assimilação de novos que eu substitui Libertadores então Eh vejam dentro disso que que Adriana tava trazendo eh o quanto nós precisamos eh estar atentos no sentido de buscar conexão responsabilidade com a vida o que não quer dizer falta de alegria e leveza porque pode se perder uma Encarnação inteira né Eh absorto nessas Sensações e e nem sempre elas são eh mas em sua essência né elas realmente elas acabam só distraindo aquele ser que tá em estágio de consciência de sono e e esse esforço e decisão eh ele é melhor conseguido porque também não é fácil Se a pessoa soubesse está fazendo errado né não não faria a priori mas ele ele é conseguido também através de questões que que são da personalidade maior que são esse outro em mim e tem um outro que vai direcionando essa força que impulsiona às vezes por caminhos completamente inusitados né às vezes vai nos arrastando quando a gente não tem ainda uma força de ego de decisão eh mas vai de alguma forma a vida vai eh nos ajudando nesse empreendimento de alto significado só que entra a nossa teimosia entra orgulho entra a nossa eh né Eh ingenuidade né E então é é realmente é um empreendimento lindo mas que a gente tem que ter muito cuidado porque pode se comprometer né e perder um tempo precioso eu me lembro de um casal que procurou o Divaldo em relação a uma questão dos do filho dele filho pequenininho que que tava passando uma por uma condição emocional de perturbação e o dival falou pro pro casal olha ele sabe quem ele é ele sabe eh ele ou seja ele é um espírito lúcido ele é um espírito que não perdeu a dimensão da sua a sua realidade então ele vai superar isso porque aí que tá tem espíritos que reencarnam e não perdem essa consciência daquilo que Ele é daquilo que Ele veio fazer aqui né gente todos nós temos um compromisso reencarnatório mas a grande maiia de nós nos deixa
tem espíritos que reencarnam e não perdem essa consciência daquilo que Ele é daquilo que Ele veio fazer aqui né gente todos nós temos um compromisso reencarnatório mas a grande maiia de nós nos deixa entorpecer por essa pela matéria pelos apelos da vida e das paixões da qual a gente fica inebriado identificado e perdemos a conexão com a nossa essência né Essa é a grande eh questão aí né de de de e a gente perda esse movimento Como diz a Joana dessa propósito da vida que é mar para unidade né Para que o ego possa emergir e se desenvolver enquanto o o o ego se dilui nessa totalidade integrado né nesse todo maior e e muitas vezes o que acontece é é é oposto né o ego eh toma gosto da coisa o ego enquanto tá essa consciência transitória eu eu acredito que eu sou isso só isso né o a acho que que eu sou tudo isso na verdade que tudo isso é a ilusão que eu criei e acabo eh construindo uma relação de controle ou identificação querendo determinar e vivendo essa fantasia transitória dessa vida né esquecendo desses compromissos maiores E aí o ego se torna tirando diz Joan né controlador e Sufocando a minha dimensão mais profunda e gerando uma tensão entre esse ego que se acha o dono e o senhor da da da casa e o verdadeiro senhor e rei que é o self né que quer emergir para realizar Justamente a nossa própria natureza nessa dimensão de totalidade E aí eh o Jung até vai vai trazer isso né que essa experiência da relação do self com o ego vai ser do amigo que é o self em direção ao ego mas do Ego em direção ao self né é visto como inimigo que o ego quer não quer aceder espaço mais profunda e essa esse movimento que que emerge como uma necessidade maior do espírito é sentido como ameaça e o ego vê os movimentos do self como algo que ameaçar sua integridade egóica como inimigo né porque justamente essa experiência de ser tocado profundamente pelo si pelo self pela dimensão espiritual da da Alma eh não deixa de ser um tipo de derrota pro ego né ou na derrota momentânea porque o ego
ue justamente essa experiência de ser tocado profundamente pelo si pelo self pela dimensão espiritual da da Alma eh não deixa de ser um tipo de derrota pro ego né ou na derrota momentânea porque o ego também cresce depois né transforma e nossa consciência se amplia mas a gente tá muito identificado com essa dimensão Menor da nossa consciência a gente não quer abrir mão daquele controle e aquilo é visto como realmente uma ameaça e esse self se torna daí o inimigo né Não porque ele é o inimigo é porque nós não queremos abrir mão desse lugar que a gente tá preso e fixado e teimosamente né buscando eh justamente isso que a juna coloca né as gratificações a a uma uma vida imediata e não uma vida profunda de crescimento e realização que envolve a conquista dos valores da Alma então tem tudo isso né gente eu eu quero retomar uma um outro item importante nesse processo todo que quando ela diz assim ó o desconhecimento dos potenciais que podem ser movimentados para o tentame para a realização é que constitui ento para os indivíduos inábeis e imaturos psicologicamente então aqui vai entrar a importância eh do autoconhecimento né por isso que ela fala muito do autoconhecimento eh Porque a partir do momento que esse ser o próprio ego vai entrando em contato com esse ser maior essa esse centro e totalidade dele ele vai poder conhecer até onde ele vai o seu tamanho e ele vai e descobrir e sentir que existe um potencial muito maior dentro eh do que ele acha que é dele mas dentro da totalidade que ele pode Tá acessando né então na realidade o que impede é o próprio falta do conhecimento e aí a gente vai lembrar em Delfos né Eh que tá lá o primeiro item né da importância do conhece-te a ti mesmo e então esse verdadeiro impedimento para as pessoas para os indivíduos inábeis e imaturos psicologicamente é a falta do autoconhecimento então que voltei lá atrás mas eu acho algo importante da gente tá vendo que nesse processo nesse esforço de autoconhecimento o ser vai descobrindo principalmente o seu
te é a falta do autoconhecimento então que voltei lá atrás mas eu acho algo importante da gente tá vendo que nesse processo nesse esforço de autoconhecimento o ser vai descobrindo principalmente o seu potencial mas ao mesmo tempo o que é importante o seu limite né até onde ele pode ir o seu veradeiro tamanho para que esse Eu maior mostre que realmente ele que é o dono da casa e o ego é apenas um um funcionário né é uma coisa importante em cima disso tá trazendo Adriana é que a Joana vai colocar logo mais adiante né é a capacidade de eleger eh entre o que se tem naquilo que a gente acha que é apenas e aquilo que aspira enquanto esses potenciais e objetivo da evolução que é ir além né Muito Além nos nossos recursos e possibilidades né enquanto eh valores enquanto conquistas criativas inteligência sensibilidade sentimento entre outras coisas então ela fala que nesse processo de tu poder realmente te abrir por uma consciência mais alargada e reconhecer os potenciais né que que estão ali para serem desenvolvido também tem o desafio de eliminar os condicionamentos inquiet adores que ela chama né Eh Então porque a gente acaba realmente se fechando nesses condicionamentos do passado de tendências ou daquilo que a gente cria ao longo da nossa Encarnação e e ficamos presos né nesses condicionamentos que ela chama de inquiet adores né em vez de eles apaziguar em vez de serem realmente movimentos que possam satisfazer é só na ilusão que eles satisfazem que no fundo eles geram conflitos e geram uma instabilidade realmente porque a nossa finalidade é realizar aquilo que a gente é verdadeiramente não aquilo que a gente é transitoriamente né naquilo que a gente nesse momento e isso é realmente eh eu acho o grande desafio do mundo porque o ego às vezes não a gente não não há uma recusa Nossa de querer mudar a gente está ficar muito acomodado né Muito identificado com uma sensação que parece a melhor que a gente pode ter e esquece que tem coisa muito melhor adiante né E aí a gente fica Resistindo
er mudar a gente está ficar muito acomodado né Muito identificado com uma sensação que parece a melhor que a gente pode ter e esquece que tem coisa muito melhor adiante né E aí a gente fica Resistindo a essas potências e recursos novos que a gente desconhece mas que estão ali à espera de serem reconhecidos e desenvolvidos da gente e toda vez que a gente recusa o crescimento e esse processo de ir além A gente gera conflito dentro de nó vocês tocaram num num ponto interessante porque eu conecto isso muito com a questão da necessidade da experiência então e o fato de que a gente né como Joana e e demais já nos trouxeram né de uma forma bem contundente nós sabemos muito mas não conseguimos ainda alcançar do ponto de vista prático ou né moral Enfim tudo que a gente sabe eh e e isso na prática eh também traz esse perigo né de nós termos muita teoria mas não partirmos paraa prática ou de acharmos que a prática são coisas assim elab íssimo e É nesse dia a dia que vai se dando essa essa experimentação E que esse ego que também faz parte de nós como um todo né mesmo que momentaneamente aí como a gente falou hã em uma personalidade parcial ele precisa se frustrar também então vai muito ao encontro disso que o Gelson tava trazendo agora por último né a gente também não quer sair dessa zona de conforto e a gente fica ã aí numa né achando que que não pode ou enfim usando de desculpas porque tanto Joana indiretamente e Jung eles trazem algo que eu acho muito forte na na obra que é a necessidade de viver né de experienciar então isso eu acho que também a gente tem que ter muito em mente quando a gente se compromete com a nossa Encarnação e o experienciar cada um vai ter uma forma de fazer isso né mas a necessidade de de colocar realmente na prática onde nós estivermos esse estar na vida esse às vezes se frustrar às vezes se maravilhar às vezes se assustar o o estar na vida para que conquiste o si né o eu profundo E para isso né a Guadalupe ela vai dizer aqui da da importância que ó disciplinando se
e frustrar às vezes se maravilhar às vezes se assustar o o estar na vida para que conquiste o si né o eu profundo E para isso né a Guadalupe ela vai dizer aqui da da importância que ó disciplinando se a mente e a vontade Então eu preciso estar no mundo vivenciar isso mas ser o o o o ator e autor da história né não me entregar né atavic M aos instintos mas disciplinar essa mente e a vontade vou ler no todo compreendendo-se que a proposta da vida é a marcha da unidade isso é arquetípico né então não tem jeito Realmente isso é uma e é o resultante a vida estamos fadados a ir pra unidade né né Nós podemos nos deter nos instintos ficar preso nas paixões mas o movimento arquetípico é marchar para esse um né Sem perda de quaisquer valores conquistados Olha que lindo o si desenvolve-se enquanto ego agrega-se então é é como se fosse uma né um vai se abrindo vai desabrochando como uma flor enquanto o ego vai assumindo o seu espaço e vai permitindo esse Eu maior que assuma Esse controle então a necessidade de a de uma disciplina da Mente sem que isso mais uma vez falando né se torne uma repressão se torne algo que a gente vai eh reprimir excluir da vida mas eu vou apenas dar um campo dar um espaço dá uma contenção Uhum E a juna fala da relação do do a juna e Krishna aqui né nos pandavas usando essa essa essa luta entre primos e parentes né que é justamente esse movimento que não pode eu tenho que ver sou sou convidado a enfrentar né não tem como não enfrentar porque a krisna eh questiona a juna mas eu a juna questiona a crna mas eu tenho que lutar contra os meus parentes e primos e e kristna disse sim né não tem como então eh a gente tem que chega o momento que a gente é chamado a a dar conta desse desse movimento a gente vê na na figura de Paulo né que é uma figura emblemática pro cristianismo que a gente vê isso que às vezes não é só questões dos instintos né na própria visão de Paulo que acreditava tá no lugar certo fazendo as coisas certa mas tá fechado no dogmatismo de um de um fanatismo
ue a gente vê isso que às vezes não é só questões dos instintos né na própria visão de Paulo que acreditava tá no lugar certo fazendo as coisas certa mas tá fechado no dogmatismo de um de um fanatismo religioso né como doutor da Lei eh eh de uma certa maneira mascarando também o seu orgulho com uma forma deliberada de achar que tá fazendo o melhor né Eh que é salvar a as tradições judaicas desse movimento terrível que era o cristianismo na época né então a gente vê que a gente à vees fica tomado por vários processos psicológicos como verdades que na ver e que na que e que realmente eh escondem né Eh esse jogo do Ego des escamotear e não querer se comprometer com a mudança e com a transformação né então Eh muitas vezes né Como diz assim né A Joana aqui a a emergência do self faz que a gente reaja eh de uma maneira eh violenta né como a gente não quisesse abrir mão porque a gente STI ameaçado assim como o Paulo se sentia ameaçado como com o Cristo né e e depois Ele foi ferido de morte quando quando Cristo falou né apareceu para ele e diz eu morri para o Cristo né então a gente vê assim que esse jogo bonito né de que o ego tá ali lutando e se degradando mas o self tá ali como um amigo da Alma Como o próprio Ino disz na espera mas confrontando o ego ao mesmo tempo para que ele possa de uma certa maneira eh se libertar dessa dessa identificação limitante e Reconhecer essa dimensão mais profunda da sua realidade enquanto Essência né e o legal disso tudo é que na em todos nós n nossas vidas vamos ter que fazer esse confronto e vamos ter elementos né que nos ajudam também a encontrar nosso caminho a gente não tá desamparado nesse processo né e e iludidos pelo mundo há né Eh movimentos internos e o próprio movimento da espiritualidade né com o nosso protetor com o nosso amigo familiar espirituais que tentam de uma certa maneira também despertar nos intuir nos ajudar a encontrar o caminho né que exige também da nossa parte essa esse comprometimento e a Jona fala também aqui
familiar espirituais que tentam de uma certa maneira também despertar nos intuir nos ajudar a encontrar o caminho né que exige também da nossa parte essa esse comprometimento e a Jona fala também aqui da do esforço né Desse ego poder superar Então os desafios da vida em favor dessa dimensão mais profunda então é um jogo Rico Esse e que de uma certa maneira todos nós enfrentamos né esse esse item ela finaliza ali trazendo essa questão do do diamante carvão né o do carvão diamante né do do carbono né do carbono e o si profundo pleno é semelhante à transparência que o diamante alcança após toda depuração transformadora que sofre no silêncio da sua su utilização muscular Eh desculpa eu tô pensando que eu queria corrigir que era que era carbono e né molecular libertando-se de toda a imperfeição interna porque passa e de toda a gang que o reveste essa conquista é imenso desafio da evolução dos seres E e essa questão do do da sutilização molecular de uma estrutura extremamente Rude a a outra extremamente dura né mas ao mesmo tempo dentro de uma perfeição simbólica me lembra também muito a nossa caminhada evolutiva que tem né tem toda uma lapidação não é da noite pro dia tem processos enfim tem né Tem tem as questões da da natureza agindo se a gente né fizera comparação até né chegar a Diamante Então acho muito bonita essa essa correlação que ela faz porque Traz essa ideia também do quanto o caminho é longo eh para que a gente não pense no imediatismo Mas para que a gente se dê conta que que na verdade o sentido tá no caminho né Tudo bem que vamos ser diamantes Mas cada cada ação né que a gente vai sofrendo e vai eh eh impelindo ao outro né colocando no outro faz parte também disso tudo né não é só a chegada acho bem bonito e ela vai passando paraa libertação pessoal né e é legal que ela coloca aqui dessa libertação né guardalupe a libertação do eu profundo ocorre à medida que se desinf desinfe xa dos desejos Raga as paixões do conceito budista a fim de alcançar a realização interior então a
aqui dessa libertação né guardalupe a libertação do eu profundo ocorre à medida que se desinf desinfe xa dos desejos Raga as paixões do conceito budista a fim de alcançar a realização interior então a gente já pode fazer isso conscientemente né Então a partir do momento que eu vou ok nós temos os instintos mas eu vou eu eu preciso ir além né porque quando eu fico fixada aos instintos eu perco aqueles a sutilidade das outras coisas então se eu conseguir dar esse passo né A próxima vai ficando mais leve mais leve e aí a gente vai libertando esse eu profundo da desse dessa questão das paixões né dessa dessa carga atávica de vida após vida a gente cometer as mesmas questões e ficar preso ali por muito tempo e trazendo conosco né a Adriana e Gelson trazendo conosco os instintos só que psiquicos né Para que não fique essa fantasia de que a gente tem que aniquilar com eles mas elaborados né de de uma outra maneira só que ela dá faz uma ressalva né e o processo de um caminho lúcido né Ou seja quando a o o self né o eu profundo vai arrebentando como ela diz as camadas do inconsciente para emergir né se tu tem essa maturidade né E essa capacidade de confiar e enxergar os valores esp espais né então tu vai conseguindo né e encontrando um caminho favorável a esse processo mas quando o ego fica nessa atitude unilateral Prisioneiro dessas paixões ou limitado a essa visão canhes ca né pequena Eh aí então esse movimento do self ele é vivido como conflito como ela coloca aqui né que que casa não caso não haja sido libertado de forma lúcida estabelece tormentosos conflitos na área do psiquismo ou no complexo espiritual de que se constitui energia pensante que é né então e a a se esse encontro vai ser um encontro transformador de maneira favorável de um ego que eh reconhece né e e se coloca a serviço do que é maior ou se isso vai se dar de maneira eh tormentosa e conflitiva depende de cada um daí né de poder realmente eh Se permitir estas mortes são necessárias que todos nós temos que
ca a serviço do que é maior ou se isso vai se dar de maneira eh tormentosa e conflitiva depende de cada um daí né de poder realmente eh Se permitir estas mortes são necessárias que todos nós temos que viver essa dimensão de um heróico que consegue se superar que é desafiado e consegue se autoafirmar lutando superando Os desafios da vida mas ao mesmo tempo o processo iniciático é o processo de morte do Ego né então se em algum momento da vida a vida pede que a gente possa se se reforçar Nossa identidade e construir acima de tudo a potência do nosso eu de outro lado a gente tem que ter a sabedoria para poder abrir mão do controle e se entregar e fazer essa morte psicológica em favor dessa dimensão mais profunda da nossa natureza né então a vida é feita né de vários momentos de desafio superação Mas também de morte que é abrir mão dessas visões eh que a vida nos coloca reconhecendo uma uma aspiração maior uma dimensão mais profunda uma realidade mais Ampla que nos convida então paraa gente poder reformular a nossa percepção da vida e reconduzir o nosso caminho naquilo que é mais profundo e essencial na nossa Encarnação né Ela traz muito e ela Traz essa questão da Juventude da maturidade da velice Então traz muito esse nosso ciclo vital no corpo que habitamos e e o quanto isso Isso já é motivo para que esse conflito seja vivido de uma forma saudável ou não quanto a partir dessa experiência realmente né já podem surgir esses conflitos eh no próprio ciclo da vida porque isso né que que o Gelson tá trazendo não necessariamente precisa acontecer em uma idade específica né claro que aí a gente pode entrar emem momentos em que sim é muito mais eh comum que aconteça essas essas questões como né se fala ali do mito do Herói de de dar conta das coisas da vida e depois então voltar eh voltasse né para essas questões mais transcendentais Eh mas grosso modo muitos chegam na velice pensando que só vão ser feliz Se tiverem o corpo da Juventude né e e não se dão conta da da beleza que existe
sse né para essas questões mais transcendentais Eh mas grosso modo muitos chegam na velice pensando que só vão ser feliz Se tiverem o corpo da Juventude né e e não se dão conta da da beleza que existe também essa queda eh quando o corpo cai o quanto também se pode olhar para outras questões né e e é muito comum na nossa na nossa sociedade a gente vê assim não um cuidado que sempre é bom cuidar né do do corpo e mas essa busca desenfreada de coisas que já passaram já se esvaziaram né E então ela Ela traz muito isso aí o quanto a gente a gente se ilude né mas chega um momento que exaure nem que esse momento seja a morte do corpo físico e aí sim se a gente não enfrentou a realidade antes vai enfrentar agora né no momento da morte do corpo e é interessante quando ela Ah desculpa Pode falar Pode quando ela quando ela já adentrando o outro capítulo quando ela vai falar da libertação pessoal dessa questão eh que ela vai fazendo essa analogia né que quanto eh de do indivíduo que vai subindo na montanha e quanto mais ele vai subindo né ele faz ela faz analogia com com a superação do Ego é como se quanto mais ele subisse eh eh e psicologicamente ele vai se permitir essa identificação com esse eu profundo para que possa perceber essa manifestação da da procedência Divina dentro dele próprio né então a importância de olhar para essas fases do desenvolvimento nessa vida que como a a Guadalupe falou né da juventude que tá ali com os hormônios a flor da pele depois a questão da maturidade que ainda quer gozar essa energia em Plenitude depois vai para uma velice que já com o desespero de da depressão e amargura de não poder mais gozar isso eh e a própria criança interior que vai tendo essa a questão da da ilusão né o quanto que tudo isso é uma ilusão e aí como a Guadalupe fala né Guadalupe a morte chega e mostra que sim agora não tem mais como agora eu preciso de alguma forma olhar para essas questões quem realmente sou como eu sou para que eu possa ter essa liberação né não apenas
lupe a morte chega e mostra que sim agora não tem mais como agora eu preciso de alguma forma olhar para essas questões quem realmente sou como eu sou para que eu possa ter essa liberação né não apenas na hora da morte da da questão do corpo físico mas que o meu espírito Minha Essência possa se libertar desse dessas né lentes embaçadas do Ego que vai olhar para essa matéria de uma forma tão eh de com certa Utopia né acreditando em tantas coisas como como importantes e aí vem a morte e mostra que não então aí precisa dessa visão transpessoal que mostre que que existe né uma vida além que existe a a a continuidade e graças a isso a gente pode ter esse processo né de nos desidentificar dos instintos para subir nessa montanha e poder então permitir que esse ego eh que esse self possa eh se manifestar esse eu profundo possa emergir é interessante que essa subida na montanha Realmente cada vez mais alto tem uma visão de totalidade 360º né a gente tem uma visão realmente do todo na montanha e ela faz essa relação dessa dessa subida né Adriana mais tarde ali nesse último item do capítulo quando ela faz a relação com o São Boaventura das várias etapas né de de de percepção tem várias três formas de olhar né a realidade como ela coloca aqui né é esse olhar pelo do corpo né da Carne né que que tá presa ao mundo material aos esquemas concretos da vida de maneira externa apenas né que tende a ficar preso toas aparências na relação de um tempo relativo né e imediato né Depois tem essa dimensão da razão e Da Lógica que nos também que nos leva a a um olhar para além então da da da Visão Estreita e concreta literal da existência física e a abre Nossa percepção para a beleza para a arte para a cultura eh ampliando Então a nossa capacidade de perceber a realidade né e entr a reflexão a filosofia até chegar nessa último aspecto aí do São Boaventura que é o olho do espírito né que que ele chama da contemplação né que é essa dimensão oculta e transcendente da realidade Divina espiritual
ilosofia até chegar nessa último aspecto aí do São Boaventura que é o olho do espírito né que que ele chama da contemplação né que é essa dimensão oculta e transcendente da realidade Divina espiritual extrafísica e que tá ligado à intuição E aí a Joana Faz um uma uma conexão muito bonita né genial entre o a o corpo o per espírito e o espírito em si né o corpo dentro dessa dimensão concreta o per espírito dessa percepção mais subliminar né psíquica né de captar a realidade inconsciente e e e Abir uma uma percepção mais mais Ampla da realidade que regista o mundo mental segundo a benfeitora e a dimensão do espírito tá ligada à intuição né Desse Canal direto né com com o Divino e que de uma certa maneira também tá ligado àquela noção que a gente fala do Paulo né quando esse germe Divino Como diz a benfeitora Em outro momento vai crescendo no nosso interior né E se expande eh compreendendo Então essa dimensão profunda da alma do espírito que na figura de Paulo tá Nessa proposta né que não é mais ele que vive né mas que o Cristo que vivia nele né então cheg esse momento né Eh o Cristo como esse símbolo justamente do self né o Cristo interno da gente né o a dimensão crítica de uma consciência realizada na sua plenitude superando o homem animal superando o homem fisiológico superando a dimensão eh da da de uma racionalidade intelectiva indo pro mundo do sentimento do do afeto do amor até chegar nessa dimensão da intuição que é esse nível último da inteligência e da capacidade de compreensão nessa relação de unidade né criatura e criador eu achei linda essa parte né quando quando fala de São Boaventura e ela vai fazendo essa conexão muito muito bonita e bom Boaventura também escreveu sobre Francisco de Assis depois né o Franciscano mas eh continuando né ela ela segue trazendo que essa libertação pessoal recupera percepção profunda por Superação do Ego e dilatação do self com o consequente Triunfo do espírito sobre a matéria sem anular qualquer um dos olhos né Eh então aí que né eu queria
ação pessoal recupera percepção profunda por Superação do Ego e dilatação do self com o consequente Triunfo do espírito sobre a matéria sem anular qualquer um dos olhos né Eh então aí que né eu queria chegar facultando-lhe seja peculiar conforme a circunstância então também essa essa flexibilidade e essa consciência que lúcida e intuitiva e por isso mesmo percebe que cada coisa tem o seu lugar e que não nega nem nenhuma delas num num movimento em que compõe que não é uma questão de um olho né Sem anular nenhum deles então achei muito bonito também como ela como ela foi trazendo né Essa totalidade como realmente totalidade Mas ela fala do desafio né que essa visão eh da de esperar carne tá muito associada hoje em dia a tecnologia e a ciência né Eh materialista né que nos fecha e oblitera impede né Essa visão eh da contemplação e essa visão eh até da razão né Então essas três coisas T que coexistir né mas o problema é quando eh a gente fica preso só numa visão e oquanto a a nossa sociedade eh atual contemporânea presa ainda n esse individualismo no hedonismo nessa questão eh de uma tecnologia que facilita muito a nossa vida mas que vai desumanizando perdendo a sensibilidade do encontro e dos valores espirituais Então me parece que a gente quando a gente avançou numa área essa área que que nos libertar e e abrir possibilidades não acontece pelo contrário reforça uma visão Estreita porque o O homem ainda tá Prisioneiro desses valores imediatistas e e onipotente de um ego que quer Eh tá sob o controle achando que ele é o dono de tudo e de todos matando Deus e querendo se além e ser um ser eh que eh que transcende né que que tá além da natureza desconhecendo que ele também é natureza né então isso eu acho que é um grande desafio aente do nosso dias e aí ela já vai concluindo né dizendo que a doutrina espírita vem sintetizar né as ambas visões ou seja as visões da Psicologia individualista do ocidente e espiritualista do oriente então o espiritismo com essa capacidade de síntese né não excluindo nenhuma mas
vem sintetizar né as ambas visões ou seja as visões da Psicologia individualista do ocidente e espiritualista do oriente então o espiritismo com essa capacidade de síntese né não excluindo nenhuma mas mas eh sinteti and eh interpretando os enigmas do ser e capacitando-o a superação do ego na gloriosa conquista do eu profundo mediante a libertação pessoal das paixões perturbadoras anestesiantes e escrav escravizadoras E aí ela Traz né de a a a pérola do texto que é nasce Então nesse momento o homem pleno que rumo para o Infinito imagem e semelhança de Deus então ela traz assim uma síntese do livro né com essa frase maravilhosa que nós Sim estamos fadados a encontrar essa imagem e semelhança de Deus em nós Porque nós trazemos a imag dei nós trazemos essa imagem de Deus em nós então é por isso que é necessário o autodescobrimento porque a partir do momento de se olhar e se diz descobrir a gente encontra essa imagem de deus escrito na nossa consciência não na consciência egóica mas nessa consciência espiritual que está ali dentro né Então para mim essa eh esse homem pleno é o o grande ser né o grande eh si mesmo que precisa ser desvelado com certeza né é uma imagem linda que ela traz aqui né e que é o nosso destino né justamente o Cristo veem nos autorizar né e nos mostrar o caminho que a gente possa realizar também como ele realizou essa condição de estar Uno com Deus eu o pai somos um só como ele dizia então fica esse convite aqui que a gente possa confiar e acreditar né E nessa nossa capacidade de chegar lá né porque a Joana tem uma psicologia muito otimista muito favorável que nos impulsiona a realmente crescer e levar esse objetivo adiante na nossa na nossas vid Então acho bem bonito esse final do capítulo que encerra também o livro né gente e com isso a gente gente encerra então o nosso estudo né na verdade e a nossa proposta não é esgotar né Cada cada obra porque é dar uma pincelada amplificar um pouquinho trazer alguns elementos porque eh o material de Joana vai muito além né
nosso estudo né na verdade e a nossa proposta não é esgotar né Cada cada obra porque é dar uma pincelada amplificar um pouquinho trazer alguns elementos porque eh o material de Joana vai muito além né Então vale a pena a gente retomar né sempre né E e reler e refletir para extrair novas possibilidad de entendimento né mas é a nossa pequena contribuição pra gente poder levantar alguns pontos eh interessantes daquilo que ela tá trazendo para todos nós a fim de compreender essa em auto de autodescobrimento como diz o livro né essa busca interior eh no objetivo dessa Plenitude tá bom gente eh e e a partir do próximo encontro então a gente já vai pro volume 7 né desperte e seja feliz então vamos fazer esse convite né para a felicidade a partir desse Despertar de nós mesmos então fica o convite de continuarmos agora no do volume 7 esperto seja feliz no próximo encontro já tá bom obrigado Guadalupe Adriana e até a próximo encontro um grande abraço que a paz de Jesus nos abençoe que assim seja então
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