T5:E19 • Momentos de Consciência • Consciência e Mediunidade
Neste episódio, Gelson Roberto, Guadalupe Amaral e Adriana Lopes discutem o penúltimo capítulo 19 do livro "Momentos de Consciência", que aborda um tema de grande relevância: a mediunidade. Este capítulo é notável por sua importância na origem da doutrina espírita, destacando o papel fundamental da mediunidade e da consciência. A autora espiritual Joanna de Ângelis inicia este capítulo explorando a complexa natureza do ser humano, estabelecendo uma conexão entre a expansão da mediunidade e as capacidades extrassensoriais. A comparação entre mediunidade e consciência é central nessa discussão, revelando a progressiva evolução dessa dimensão a partir de diversos pontos de vista. A profundidade desse tópico torna difícil conter a relevância da mediunidade e da consciência, cuja importância transcende a narrativa. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #MomentosdeConsciência #Mediunidade
alô amigos bem-vindo e mais um encontro da série psicológica Joana de Ângeles onde convidamos a todos ao estudo da obra da benfeitora para poder descortinar novos horizontes da nossa própria alma né e estamos estudando o livro momento de consciência em especial hoje o capítulo 19 consciência e medidade conosco hoje a Adriana e a Guadalupe bem-vindas mais uma vez aqui no nosso bate-papo para mais esse essa provocação de Joana nesse capítulo interessante que é consciência e mediunidade e acho que a gente podemos começar né Guadalupe adana como é que tá tudo bem com vocês tudo Tudo ótimo principalmente para falar de um assunto tão importante tão rico né quanto a própria mediunidade uhum porque se pensarmos na própria doutrina espírita ela só existe graças à mediunidade que é esse intercâmbio que nós podemos ter com o próprio mundo dos espíritos e agora a Joana Traz esse olhar da importância da consciência para esse exercício como uma faculdade né uhum muito bem alguma coisa Guadalupe para dar início ao nosso estudo acho que esse esse ponto é É bem interessante o principal que é de alguma forma como nós viemos a saber de toda a codificação da doutrina e o fato dessa ponte entre os dois mundos e não fosse a mediunidade como nós estaríamos né então isso claro que é uma pergunta filosófica porque é própria do do espírito e da vivência entre os dois mundos que exista mas tamanha a importância justamente da mediunidade e da consciência que até é de certa maneira difícil de conter o assunto O que é muito bom né porque é muito amplo muito encantador e a própria consciência se a gente pensa que somos justamente consciências né consciências não locais a gente vê também a a importância de se entender a nossa responsabilidade como esses essa transição essa fala entre os dois mundos e com a nossa formação da nossa consciência de self né do Espírito então é é um capítulo pequeno mas encantador e vastíssimo aí ela começa né justamente colocando essa relação né da da da da dimensão
e com a nossa formação da nossa consciência de self né do Espírito então é é um capítulo pequeno mas encantador e vastíssimo aí ela começa né justamente colocando essa relação né da da da da dimensão complexo do ser humano que de fato né Nós temos um nível de realidade de fatores que compõe uma complexidade muito grande e dentro desse processo que envolve essa dimensão do humano toda sua natureza rica e profunda ela fala de se desabrochar então da mediunidade da da da das capacidades extrassensoriais do ser humano e que isso alarga né os horizontes da percepção em relação à nossa realidade Então ela começa fazer esse início de de diálogo e de comparação entre a mediunidade e a consciência e essa dimensão que vai se apresentando a partir da idade que é um campo mais alargado da nossa capacidade de perceber a realidade como é que você vê essa relação aí então que ela tá começando a construir entre mediunidade e consciência Eu acho que aqui ela não ela não ela enfoca muito mais do que o aspecto puro de uma função orgânica da mediunidade como a gente eh costuma às vezes perceber mas aqui ela fala da importância dessa percepção extrassensorial que todos nós né cardec quando define no Livro dos Médiuns o que seria essa faculdade ele fala que toda pessoa sente num grau ou outro é eh a presença né do do mundo dos espíritos e nós somos mente né então como nós espírito Imortal encarnados percebemos esse eh espírito mortal desencarnado e como que a gente se relaciona né então aqui ela convoca para que haja uma uma largamento dessa percepção Eu acho que o mais importante desse Capítulo é que ela traz sempre essa possibilidade da gente conseguir ampliar essa percepção de forma consciente né então ela coloca muito bem essa questão que o ser ele tem eh ele é complexo na vida mas ele pode pode alargar a partir do momento que ele se abre para essas informações maiores dos espíritos e como isso é importante na no na concretude da Vida no dia a dia porque a gente sabe que está Sempre
pode pode alargar a partir do momento que ele se abre para essas informações maiores dos espíritos e como isso é importante na no na concretude da Vida no dia a dia porque a gente sabe que está Sempre acompanhado de irmãos desencarnados e quanto maior for a nossa consciência a nossa Lucidez melhor nós vamos aproveitar Nossa Encarnação num sentido muito amplo né de de realmente aproveitar as as oportunidades que a vida traz como a gente vai se relacionar com o próximo a gente vai então começar a agir ao invés de reagir vai discernir O que que é uma energia que se aproximou do que que é algo nosso que deve ser visto então tá mesmo eh na base de toda a dinâmica do ser espiritual encarnado que nós estamos mas é algo que não é é intangível que nem não é pra gente aprender é algo eh do dia a dia né faz toda a diferença nos momentos mais terrenos que nós temos né então é muito importante é muito importante entender isso e eu acho que tem duas questões importantes a partir disso que estão trazendo eh nessa introdução que a benfeitora nos coloca né do que é que na na medida né que a pressupõe essa noção de espírito e a noção de Espírito ela tá implicado diretamente na ideia de liberdade né Nós temos Então essa essa condição de fazer escolhas né Eh e porque é inerente se existe liberdade e a gente pode pensar Então existe a realidade espiritual então o espírito é um ser inteligente que pensa né e que tem a liberdade e de certa maneira isso implica né o meu ser no mundo também né então o segundo ponto da minha existência como espírito é justamente eu não tô isolado no universo eu não tô sozinho no mundo e é a ideia então de comunicação e informação compartilhada nós Compartilhamos coisas não só ideias a gente compartilha vibrações a gente compartilha sentimentos e aí né na medida que não é não é a matéria o éo que nos nos une mas sim a consciência né isso que agora falou de uma consciência não não local né ou seja eh se a consciência é a base né que fundamenta a existência do
que não é não é a matéria o éo que nos nos une mas sim a consciência né isso que agora falou de uma consciência não não local né ou seja eh se a consciência é a base né que fundamenta a existência do espírito né e e esse espírito se move num campo vibratório de interação complexo e a gente começa então a partir da ideia de mediunidade questionar O que é conhecer né e e as possíveis formas de conhecer então Eh de uma certa maneira a mediunidade começa a ver novas possibilidades de conhecimento né de eh veicular também o conhecimento e o que pode ser comunicado de que maneira pode ser comunicado né então há uma riqueza muito grande nessa ideia de mediunidade que vai muito além dessa dimensão da mediunidade em si né mas estrito senso pegar medid Como nessa dimensão mais ampliada nessa relação que Joana faz com a o conceito de ciência a gente vê que isso nos coloca em contato nesse Campo interativo que é da própria vida então o ser humano é um ser conectivo o ser humano é um ser mediúnico por excelência porque é da vida a interação é da vida a relação é da vida permuta nesse Campo cooperativo baseado na lei do amor e e e assim na medida que essa mediunidade essa capacidade exa sensorial essa paranormalidade como a bfa coloca começa a desabrochar esse nível de interação esse nível de complexidade de informação formas de aprender a realidade e poder também expressar realidade começa a se desdobrar em Campos Novos que já existiam já mas a gente não percebia n e isso com certeza eh implica em uma nova eh condição do ser humano enquanto as possibilidade ele poder daí eh explorar ess esse campo mediúnico e que Ele oferece nessa caminhada evolutiva do espírito e a partir dali ela vai falando de como isso se manifesta Como que essa mediunidade pode eclodir que nem sempre como nós temos as nossas diferenças individuais até mesmo a manifestação da mediunidade ela vai ser de indivíduo para indivíduo Então ela começa dizendo que explodindo com relativa violência em determinados indivíduos graças a cuja
nças individuais até mesmo a manifestação da mediunidade ela vai ser de indivíduo para indivíduo Então ela começa dizendo que explodindo com relativa violência em determinados indivíduos graças a cuja manifestação surgem perturbações de várias ordens então no início é comum nós eh termos até nos consultórios p ol olgos pessoas que nos buscam com sintomas n né diversas formas e que quando vai se perceber eh trata--se de do desenvolvimento de uma faculdade né Paranormal uma mediunidade e aí quando o indivíduo não não não sabe então ela vai falar além vai ter o medo vai ter angústia vai ter ansiedade né porque ele começa a perceber a adentrar esse universo e ele não tem consciência disso e ele não sabe do que se trata e a psique ela é inteligente tudo que ele não conhece ela vai ter até como uma forma de proteção o a questão do medo né E aí ela fala que em outras pessoas né vai aparecer Sutilmente favorecendo a penetração em mais amplas faixas vibratórias aquelas de ondas se procede antes do corpo e para cujo círculo se Retorna depois do desgaste carnal então em outras pessoas o aparecimento o surgimento a manifestação dessa faculdade vamos dizer assim ela é natural ela ela é é singela ela vai acontecendo de forma Sutil e gradativamente ela vai conseguindo Então se relacionar com essa essa realidade externa a ela mas que é a externa inclusive da matéria e e ver que é uma uma fantasia nossa né seres espirituais encarnados quando a gente diz que ah eu não quero desenvolver a mediunidade como se isso né fosse nos afastar essa questão então a gente não vai educar Não vai eh exercer com consciência mas por natureza por definição ela vai estar ali é como a gente se relaciona como o Gelson trouxe então é é é bem como né É um mecanismo de defesa é uma inconsciência Mas nós vamos estar de qualquer forma nos relacionando então que realmente seja com consciência e outra questão que que já foi trazida aqui mas que também acho que Vale ressaltar ela não se restringe ao centro espírita não se restringe a
nos relacionando então que realmente seja com consciência e outra questão que que já foi trazida aqui mas que também acho que Vale ressaltar ela não se restringe ao centro espírita não se restringe a mesa mediúnica as obsessões ou não é a todo tempo a todo tempo né Só reforçando nós afetamos e somos afetados nesse nível né então que a gente eh se acolha entende que tem e realmente como a Joana traz aqui que trabalhe isso né Para que não e cloda de qualquer forma e não eh enfim não não atrapalha uma responsabilidade para com o mundo também porque não diz respeito só nós no momento que nós estamos todos interconectados se eu nego isso se eu eu tenho medo ou se eu acho que é só lá no centro espírita se eu não quero desenvolver ela ela não vai embora ela vai est me afetando e afetando também é o que eu acho bonito né na nesse movimento que Joana vai nos falando essa ideia ela que ela que ela dá né que a vida né na sua qualidade vai se expressar de uma de uma dimensão que nunca se esgota de maneira infinita criativa se abrir indo cada vez mais para para esse mistério esse sagrado que a nossa consciência ainda limitada num barca mas que na medida que gente vai evoluindo a gente vai né expandindo Essas possibilidades então E e essa vida que não se esgota enquanto expressão de nós mesmos né abre-se também para para essa condição já que ente é uma consciência que equivale a ideia de espírito de liberdade né e que de uma cer é nós que determinamos a realidade a gente se abre para compor com essa realidade a partir de um de um movimento cada vez mais elaborado né mais refinado então eh a gente a gente a medidade ela abre realmente essa essa noção né que que as formas de conhecimento e as formas de comunicação se dão de maneira diversa em Então isso é uma coisa que a gente já pode partir ser professor não existe comunicação só is eh linear né a comunicação se dá em rede nós estamos num numa numa rede a internet nos deu uma ideia muito precisa dessa mente mundo dessa mente eh eh que tá
ser professor não existe comunicação só is eh linear né a comunicação se dá em rede nós estamos num numa numa rede a internet nos deu uma ideia muito precisa dessa mente mundo dessa mente eh eh que tá interagindo simultaneamente para além do espaço físico né E que de uma certa forma envolve também níveis de realidade simultâneas né então nesse momento tô a gente tá conversando aqui racionalmente sobre um assunto mas tem muitas outras coisas sendo perpassadas em consentimentos por nós e também nós somos interagindo como mentes espirituais que nesse momento a gente pode não estar percebendo né mas tem ter algum benfeitor eu espero que se né intuindo a gente né e nos ajudando a poder colocar em prática os objetivos que nos unem aqui nesse então a gente vê quanto há um um campo rico tanto é que o André Luiz vai trazer a mediunidade e a a a a própria doutrinação no no dep de comunicação lá no nosso lar então a vê que o de comunicação ele é realmente um campo muito mais vasto e profundo da qual Joana tá aqui também explicitando para nós Então como agora falou não é só a medidade ostensiva na casa Espírita ou formal é realmente o campo né refletindo coisas que não são só nossas uma angústia uma reação emocional uma atitude de um pensamento que nos assalta e que de uma certa maneira pode não ser nosso né até a capacidade de lúa de poder perceber discriminar e e e aproveitar esses recursos de uma maneira salutar e benéfica para nós e para o mundo então a gente vê assim quantas possibilidades e existe a partir disso e aqui é interessante que ela coloca né a a questão de como se nós fôssemos uma uma antena psíquica porque ela fala que irradiando-se como ap percebimento da própria alma Olha que definição linda de mediunidade Então o que seria a mediunidade essa forma que nós apercebemos que nós apreendemos a própria alma e também o mundo que nos rodeia então aqui cabe de ser perir bastante fazer uma diferenciação de que até mesmo na faculdade mediúnica nós precisamos diferenciar O que é nosso né
endemos a própria alma e também o mundo que nos rodeia então aqui cabe de ser perir bastante fazer uma diferenciação de que até mesmo na faculdade mediúnica nós precisamos diferenciar O que é nosso né porque muitas vezes o complexo ele tem eh ele é autônomo ele tem uma personalidade muito diferente da personalidade egóica e ele traz informações que às vezes nos possui e não é espírito né então o quanto que eu preciso de uma consciência elaborada um ego que possa a separar o joio do trigo para falar não realmente essa esse afeto esse pensamento é meu né é uma coisa anímica é uma coisa da minha alma ou isso vem de uma inteligência externa é um ser que está aqui me passando uma intuição ou então até mesmo um uma sensação negativa uma um um pensamento de rancor de ódio que me vincula a uma faixa de um desenvolvimento até primitivo de ódio de rancor de inveja de mágua então nós somos como se fosse essas antenas que capta e transmite essas impressões do do dos Espíritos né na mediunidade dos Espíritos que nos propõe mais equilíbrio por quê Porque ela vai tá passando para nós que a que vida e morte eh são são duas fases de uma mesma coisa né então a vida que há na Morte e a morte que há na vida por quê Porque eles estão ali provando para nós que eles estão vivos né então vai trazendo uma forma de da gente lidar com questões existenciais de forma mais lúcida com mais equilíbrio essa questão da A tá acho tu tá microfone pode falar essa questão né tocaste na vida e na morte também me vem a a que que muitas vezes me parece que junto com esse medo a as a gente fica com a ilusão de que tem um um controle e que a mediunidade se aproxima da perda do controle Mas se a gente for olhar bem pra vida né que é esse movimento e essa conexão estatisticamente a gente até pode saber mais ou menos o que vai acontecer no momento seguinte mas só do ponto de vista racional estatístico a gente não controla né isso e e é uma oportunidade que se perde justamente de eh ampliar todo esse potencial que a gente tem enquanto ser
omento seguinte mas só do ponto de vista racional estatístico a gente não controla né isso e e é uma oportunidade que se perde justamente de eh ampliar todo esse potencial que a gente tem enquanto ser espiritual porque as coisas vão acontecer né nossa mente não somos Deuses né Assim somos né Deuses minúsculos só e a gente perde essa chance de realmente progredir eh de uma forma muito mais eh eh genuína muito mais apropriada de nós mesmos por medo de perder o controle que é um controle que nós nem temos E lembrando que se a fé acaba sendo esse salto no escuro que parte desse de de aceitar esse mistério que fé é essa então que que nós temos que a mediunidade Em algum momento pode dar medo em alguns né Ela é um presente é eu acho que tem realmente toda uma questão aí né Guadalupe de que a gente não tá só lidando com uma realidade objetiva tá a gente projeta no mundo espiritual nos Espíritos as nossas eh a nossa sombra Desc então é o medo desse desconhecido que é o confronto com a nossa própria verdade e por isso que ela que ela usa o termo a percepção né porque percepção eh remonta uma algo objetivo e a nossa percepção nunca é objetiva né quem sabe lá adiante né na condição de espírito puro a gente consiga uma percepção exata da realidade por isso que ela fala de ap percebimento porque tem um fator subjetivo ou seja fator anímico que que tá implicado na nossa forma de receber informação né Mesmo que a gente seja um bom médium né a gente vai de uma certa maneira sempre filtrar em maior ou grau a partir das condições do nível de consciência do nível evolutivo e dos recursos que a gente tem enquanto habilidade né mediúnica Então tá em jogo sempre uma percepção que nos rodeia como a benfeitora coloca aqui mas a partir de um dado de realidade dessa que dessa antena que a Adriana falou que que que sou eu né e por isso que ela é muito assim enfática quando ela diz assim além das manifestações peculiares aos seus atributos Olha só ou seja cada um tem uma manção peculiar conforme seu
u que que que sou eu né e por isso que ela é muito assim enfática quando ela diz assim além das manifestações peculiares aos seus atributos Olha só ou seja cada um tem uma manção peculiar conforme seu atributo né en feja o intercâmbio mediúnico com os seres desencarnados além dessa desse dessa interação que é própria e que respeita a minha eh própria condição ela também seja o intercâmbio com os des encarnados então quando desencarnado é um dos elementos desse Campo mediúnico E aí eu posso falar também de uma mediunidade minha comigo mesmo dos vários eus né das várias almas que habitam em mim né Eh as personalidades de outro tempo que querem se manifestar agora Hum E insistem em em em trazer né esse passado que ainda tá vivo dentro de mim então a gente pode falar de uma comunicação verticalizados outros níveis de consciência inconscientes que são os núcleos da minha subp personalidades que habitam a minha a minha natureza e que estão interagindo entre si não só nesse mundo intenso de conflito de dinâmica de afetações múltiplas mas também desse universo todo com o mundo seja telepaticamente seja na troca vibratória um com o outro né Tem esse alimento espiritual que envolve esse intercâmbio de energias que a gente pode eh expressar energias vibratórias positivas de calma de paz de alegria ou ao contrário de enfermidade de ódio de rancor então a gente tá sempre interagindo dentro desse Campo rico de de comunicação né afetando e sendo afetado pelo mundo e aí é a importância dessa consciência né Para que não só a gente não seja veículo dos Espíritos eh mais comprometidos né Eh mas também de nós mesmos né a gente age de maneira impulsiva e culpa o espírito mas é um outro eu dentro de mim que também se manifesta para além da do meu controle egóico então é muito complexo essa dinâmica né entre a questão anímica e a questão mediúnica e como essas coisas todas estão ali de uma certa maneira inseparáveis né a gente não tem como separar o anímico do mediúnico são duas coisas que sempre estão muito
uestão anímica e a questão mediúnica e como essas coisas todas estão ali de uma certa maneira inseparáveis né a gente não tem como separar o anímico do mediúnico são duas coisas que sempre estão muito juntas e quando eu era adolescente que tinha aqui os encontros da Juventude eu me lembro que vinha o José Raul Teixeira né do Rio de Janeiro nosso querido Raul e ele uma vez disse sobre a mediunidade que é que era como se fosse como se nós fôssemos potes de Barro de argila e que no início quando a água entrava que sairia um pouquinho de argila ainda mas que ao entrar em uso esse pote vai sendo limpo e fecha-se esses forrozinhos né N E aí vai se tornando cada vez mais eh a mensagem dos Espíritos vai se tornando cada vez mais pura com menos eh menas influências anímicas né Então essa minha alma eh se vai vai vai se calando para que eu consiga realmente captar esta esses eflúvios espirituais e traduzi-los tal qual eles vem porque a gente com como o ego tem as suas ilusões né a gente vai contaminando muitas vezes esse conteúdo que nos coloca então eu gosto muito dessa imagem do vaso de argila né que com o passar do tempo ele vai produzindo uma água pura uma água limpa sem os nossos resíduos né de argila até no livro dos dos Médiuns né quando quando é perguntada a a questão do de qual seria o médium perfeito e a resposta traz que que não não não o perfeito né Mas aquele que cuidando das suas questões Morais e de si mesmo tô né Trazendo com as minhas palavras o que melhor consegue traduzir aquilo que vem né e isso é a partir justamente do seu grau de consciência da sua Lucidez que de alguma maneira é isso eh né Adriana que tu trouxeste nessa eh nessa alegoria nessa metáfora né então é é é muito isso a gente também tem que ter essa consciência de se espelhar naqueles que estão mais evoluídos que a gente vê que são nossos exemplos mas entender que nós precisamos cuidar da nossa evolução e da nossa nosso desenvolvimento da caridade e de todas né da lei do amor para que realmente a gente possa da melhor forma
são nossos exemplos mas entender que nós precisamos cuidar da nossa evolução e da nossa nosso desenvolvimento da caridade e de todas né da lei do amor para que realmente a gente possa da melhor forma possível fazer esse intercâmbio entre os dois mundos porque não esperam de nós a perfeição mas esperam o comprometimento com tudo que significa estarmos reencarnados e eh comprometidos com a obra do Criador e com o momento que a gente tá e tanto é que a benfeitora vai colocar né Guadalupe eh do de como essa medid Pode ser aprimorada né Ou seja a gente desenvolve e educa Med dignidade as duas coisas né E ela fala então que existe ferramentas né que existe condições que sejam favoráveis a gente poder aprimorar esse campo Sutil a gente tá falando de algo muito refinado de uma natureza da gente né que que transcende aão grosseira do corpo fala desse Campo per espiritual que se expande fala de dessas antenas mais sensíveis a gente né então o quanto a gente tem que se dedicar para ir criando né Eh esse corpo eh que se glorifica Como diz assim né Mesmo que a carne envelheça o globo picão esse corpo Sutil esse que é o per espírito que a gente tem que educar ele e abrir e educar nosso psiquismo para gente poder refinar né a nossa capacidade de percepção de comunicação de assimilação dessas realidades todas E para isso a benfeitora diz então que existe né Eh vários medidas que se desdobram e podem ser utilizadas para fazer esse trabalho eu acho importante isso tu pode citar alguma dessas medidas aqui sim Coloca ela coloca Adri só complementar a e te passar para as medidas se tu me me permite porque isso vem muito ao encontro da do que a Joana nos pede para que a gente extrapole o Centro Espírita viva ali né a mediunidade o espiritismo então eh é isso é viver a todo momento esse comprometimento não é cuidar da onda mental só no dia do mediúnico ou do trabalho a é média 24 horas né Guadalupe 24 horas e nós somos espíritos 24 horas né então é isso é importante Passou o tempo né a gente tem graus de evolução mas é a
ental só no dia do mediúnico ou do trabalho a é média 24 horas né Guadalupe 24 horas e nós somos espíritos 24 horas né então é isso é importante Passou o tempo né a gente tem graus de evolução mas é a todo momento né então isso essa consciência é importante não é só no dia que eu tenho trabalho aí se se né se a casa Espírita não abre eu posso fazer não né gente parece que a gente tá brincando mas a gente sabe que no no dia a dia algumas Alguns de nós se perdem se tem trabalho eu sou de um jeito se não tem eu sou de outro desculpa Adriana eu eu te interrompi mas é que eu eu queria só fazer esse complemento a fala dele é eu só ia colocar aqui essa primeira medida seria a capacidade do Silêncio interior e aí me lembrou muito aqui o Divaldo contando né que uma vez a Joan o convidou a fazer em desdobramento uma visita de alguém que havia desencarnado e que eles iam recepcioná-lo no momento que ele estaria acordando no plano espiritual e ela diz para ele ficar quieto né E aí ele chegou e ele se emocionou tanto com aquela cena que ele com a emoção né ele foi tomado E aí ela fala eu disse para ficar em silêncio e ele disse mas eu estou em silêncio ela falou não você não está em silêncio Então esse silêncio interior é algo muito maior do que só não falar não é porque os orientais falam que o nosso pensamento é um macaco louco e que esse Macaco Louco vai pulando de Gal em Gal então eu tô aqui agora de repente eu penso Nossa amanhã tá o dia do mês eu vou ter que pagar conta de água pagar conta de luz e aí esse Macaco Louco pula num outro galho Ah então depois que eu faço sabe então o pensamento ele vai pulando de galho em galho como um macarro louco e nós precisamos para conseguir esse intercâmbio seguro a primeira grande ferramenta é é essa capacidade de aquietar a alma aquietar o pensamento aquietar esse m mento eu gosto Joana usa um termo que é o pulular dos pensamentos e aquilo imagino assim um caldeirão fervendo né aquilo borbulhando que são as nos a nossa mente os nossos pensamentos Então como é que
mento eu gosto Joana usa um termo que é o pulular dos pensamentos e aquilo imagino assim um caldeirão fervendo né aquilo borbulhando que são as nos a nossa mente os nossos pensamentos Então como é que eu vou conseguir captar alguma coisa à minha volta se eu não faço silêncio interior Então eu preciso é importantíssimo essa primeira questão para que a gente possa captar essas interferências sutis e é isso como a Guadalupe falou de forma muito importante né Guadalupe nós somos médios 24 horas por dia e muitas vezes a gente precisa né dessa orientação eu nunca esqueço quando eu fui quando eu tava começando eh coordenar os estudos da série psicológica que tinha coisas que eu não entendia E aí eu lia eu lia não conseguia entender e aí na hora que eu tava né desdobrando com o grupo eh eu começava a falar e aí a explicação saiu inteirinha e eu falava para mim mesmo que eu eu estava dizendo E aí eu pensava Nossa era isso né então Ou seja a gente precisa aquietar para que essa voz que não é interna que ela é externa possa falar e o ego possa fazer essa diferenciação Então a primeira grande medida é esse silêncio interior para que ele possa permitir a a Até que a gente eh capte esse pensamento que tá chegando para mim então do silêncio né Adriana de um lado é parar Esse envolvimento ruidoso com o mundo porque tá tá a gente é muito ainda mais no mundo ocidental é cheio de estímulo né A vida é um fazer constante nesse mundo muito heróico do realizar produzir produzir produzir a gente não consegue parar né então tem que tem esse essa parada necessária para poder eh se desligar um pouquinho dos estímulos externos e esse trabalho de educação interna que é o silêncio interior que tu falava são dois níveis tem gente que não consega nem parar fisicamente que Dirá né silenciar internamente né É é é um é um desafio para nós hoje em dia eu lembro de um documentário que eu vi de uma região do México que era dominado por cartéis das drogas né e além da violência que que aquela comunidade enfrentava as meninas
safio para nós hoje em dia eu lembro de um documentário que eu vi de uma região do México que era dominado por cartéis das drogas né e além da violência que que aquela comunidade enfrentava as meninas eram raptadas na puberdade na adolescência e se tornavam escravas sexuais eram vendidas né dentro desse universo eh que se vivia Então as mães elas tinham dois dois movimentos elas rapam as cabeças das meninas para não se parecer com menina e ajudar a confundir um pouquinho e não serem eh tão facilmente por esses homens que invariavelmente invadiam a aldeia de vez em quando e elas educava as crianças a a silenciar e refinar o ouvido então durante a noite elas levavam as filhas para fora e faziam elas prestar atenção em tudo que era ruído da Mata da natureza e aguçar o ouvido Então porque se tivesse qualquer MOV estranho ela já reconhecesse e pudesse se esconder quando se por acaso eles invadisse a aldeia Então a gente tem que realmente refinar né esse ouvido espiritual a nossa percepção espiritual e para isso a gente tem que realmente aprender a silenciar e para poder porque se a gente consegue parar e nos educar e seen internamente a gente começa a perceber cois que estão ali e a gente não conseguia perceber então quanta coisa em nossa volta de realidades espirituais chegam até nós e a gente não percebe quanta coisa a gente podia eh ajudar e ser ajudado Se a gente pudesse realmente refinar a nossa capacidade perceptiva através do nosso silêncio então é uma é algo fundamental que a gente possa realmente buscar esse tipo de exercício para nós né e a segunda vai lá Desculpa agora eu que te cortei agora desculpa guardalupe eu ia falar que nos momentos difíceis tem a oração é porque às vezes é bem difícil né mas tem oração então não serve muito segue lá tô gostando de ouvir não eu ia colocar aqui a segunda grande medida é a prática meditativa Então a primeira eu silencio capto e a partir daquilo que me vem por essa antena psíquica eu vou filtrar por meio da Prática meditativa eu vou tentar
qui a segunda grande medida é a prática meditativa Então a primeira eu silencio capto e a partir daquilo que me vem por essa antena psíquica eu vou filtrar por meio da Prática meditativa eu vou tentar separar isso é meu Isso é do mundo da onde tá vindo né da onde tá vindo essa esse pensamento esse sentimento essa emoção porque às vezes ela não vem em forma de palavra né a gente acha que a a comunicação ela vai vir sempre em forma de uma de uma frase de uma palavra mas às vezes vem Uma emoção um sentimento né então é importante a prática meditativa para poder então fazer esse refinamento fazer essa eh decodificação disso que foi captado por via mediúnica por uma via mais sensível e aí eu acho que ia tomar outra questão importante que é que a Dora trá né Adriana que não tá separado dessa escuta dessa meditação que ela fala da consciência de responsabilidade o nome né que é importante essa consciência de responsabilidade porque vai realmente Reconhecer essa realidade espiritual e estar atenta a isso tudo né dá essa atenção esse cuidado né essa esse devido valor cuidadoso para essa eh capacidade esse recurso que nós temos então Acho interessante isso né que de uma certa maneira olhar paraa mediunidade e nos responsabilizar para ela é incluir esse campo mais vasto espiritual na nossa vida de maneira Consciente e integrada né e não dissociada parece que o espiritual só tá lá como agora falou quando tô na casa Espírita não eu tô tô a realidade espiritual é um fato Então eu acho que a Med divinidade realmente é um presente de Deus que veem nos ajudar a não esquecer isso a não esquecer que a nossa vida não se não tá restrita não tá limitada não tá constrangido a vida material porque senão a gente fica entorpecido numa realidade cada vez mais reduzida e infeliz então a mediunidade abre um p tal e nos faz lembrar Olha tu não é só um corpo não é uma consciência eh constrangida a dar conta da das exigências do mundo e da vida fisiológica então o espírito que tá aqui para para eh aproveitar a vida em favor
embrar Olha tu não é só um corpo não é uma consciência eh constrangida a dar conta da das exigências do mundo e da vida fisiológica então o espírito que tá aqui para para eh aproveitar a vida em favor dos valores espirituais então eu vejo que a mediunidade é um tipo de recado também né um tipo de de oportunidade a gente não esqueça quem que a gente é um ser psíquico e isso representa a a dimensão espiritual por Excelência Então acho tão bonito isso e a importância de nos responsabilizarmos diante dessa dessa realidade né e de sermos nós nós mesmos esses educadores da própria mediunidade porque é da nossa natureza que a gente vá muitas vezes nesse mundo né Eh vá fugindo dessa onda que a gente consegue manter dentro do do melhor de cada um de nós mas que a gente se policie se responsabilize vigie para nos puxar de volta a um eixo que nos coloque em conexão com aquilo que existe de melhor nesse intercâmbio porque muitas vezes a gente vai n eh escorregar ali junto né Juntando os complexos mas que a gente se se dê conta e não se deixe Levar né porque senão é realmente fica difícil de manter essa Constância E aí volto ao que a Adriana trouxe da da da necessidade da gente realmente fazer esse treino que a Joana traz da do uso da meditação do uso do do de de de que seja uma Constância se aquietar interiormente né de de policiar ali quando eu falo Poli não acho que seja a melhor palavra mas de de realmente buscar assim não ter aquele macaquinho a todo o tempo pulando com carinho né a gente vê que até que em algum momento a gente já não vai mais precisar fazer isso porque vai conseguir através do nosso próprio esforço automatizar um hábito muito saudável e virar já parte de nós mas a gente precisa realmente ter comprometimento ter responsabilidade para que consiga ser esse melhor veículo e só quem ganha somos nós né quem mais ganha e eu lembro muito né Guadalupe Quando nessa da citação de Jesus quando ele fala do vigiar e orar Então não é vigiar o o outro a vida do outro o que que o outro
quem ganha somos nós né quem mais ganha e eu lembro muito né Guadalupe Quando nessa da citação de Jesus quando ele fala do vigiar e orar Então não é vigiar o o outro a vida do outro o que que o outro tá fazendo mas vigiar os pensamentos a fim de conseguir parar um pouquinho né então eu preciso vigiar Nossa eu tô muito agitada eu tô muito né então eu tem que fazer vigiar e a prece nos conecta a esses benfeitores né E quando a gente fala dessa consciência da responsabilidade eh é importante retomar Kardec Olha como a Joana ela vai lá em Kardec ela vai em Jesus traz uma máxima e ela vai em Kardec Traz algo e na Revista Espírita de 1859 eh uma mensagem que intitulada escolhos dos Médiuns né Ou seja a a escolho é é a dificuldade né que esse médium enfrenta ele fala da consciência de responsabilidade e ele diz assim a consciência de responsabilidade pode promover o desenvolvimento e aperfeiçoamento adquirindo a companhia de mentores amigos que acompanharão o intercâmbio seguro então Kardec já fala da importância dessa consciência de responsabilidade nesse momento em que eu 24 horas por dia sou médium E aí é importante porque até é num momento de discussão né olha como isso é sério porque quando nós estamos bravos Nós também somos médiuns e aquela multidão que está ao nosso lado né porque quando Jesus pergunta Qual é teu nome né Eu sou Legião Então essa legião que está à nossa volta eh aproveitam sim também dessas nossas antenas psíquicas E no momento em que eu tô agitado ele se manifestam também Então olha a importância aqui dessa consciência de responsabilidade para que o possa dar vazão ou não esse pensamento intruso que me vem inclusive não só num momento bonito mas 24 horas por dia né então a responsabilidade é algo que nos que nos é muito importante como uma bússola e isso reflete né Adriana a a o a dinâmica pedagógica de Deus né porque assim como na vida material nós temos uma eh multiplicidade de realidades evolutivas né então tem essa diversidade né de de formas culturas
ete né Adriana a a o a dinâmica pedagógica de Deus né porque assim como na vida material nós temos uma eh multiplicidade de realidades evolutivas né então tem essa diversidade né de de formas culturas conhecimento e de condição espiritual ão espíritos que estão aqui em missão né que já estão evoluídos tem que vem nos ensinar espíritos que estão sofredores que estão em espiação outros que estão aqui numa condição de serem né testados né ou ou de ou provas e expiações ou as provações então a interação onde eu eh suporto o que tá atrás de mim e e e na minha consciência um pouco mais elevada e amorosa eu ajudo eles a a aprender alguma coisa e também aprendo na medida que tenho que conviver com eles e ao mesmo tempo eu recebo daqueles que estão numa consciência maior e mais amorosa o estímulo o apoio e E testo também a a a fidelidade deles a Deus né E então há toda uma troca e a nível espiritual também há essa interação diversa a gente convive simultaneamente com o bom e com o ruim com aquele irmãozinho que nos persegue aquele que são contar da Lei Divina é aquele que nos estimulam e nos envolve do seu abraço espiritual então de uma certa maneira né a medado é um campo interativo que eh realmente elimina essa falsa ideia de ser preparação e mostra o quanto essa esse esses vários níveis de realidade evolutivas também estão implicadas na lei do amor num jogo de cooperação né onde ela fala assim que a mediunidade então eh eh são como dizer aqui por ela transitam as energias libertadoras do conhecimento do amor e da razão mas que se desgovernadas geram aflição e dor né e e ela daí vai dizer que a importância de poder ter ter essa presença para nós trazer para nossa consciência né a essa dimensão da realidade espiritual porque a gente sabe disso né a gente lê a gente tem mas a gente não vive isso né a gente eh Passa despercebido então e isso é uma coisa fundamental não deixar eh que essa eh condição de reconhecer a espiritual se perca no nosso dia a dia né Porque é ela que vai
te não vive isso né a gente eh Passa despercebido então e isso é uma coisa fundamental não deixar eh que essa eh condição de reconhecer a espiritual se perca no nosso dia a dia né Porque é ela que vai possibilitar né as as várias vai vários campos de de de enriquecimento pro Espírito a gente tem isso de maneira muito presente em nós isso dá um uma riqueza e isso possibilita um desenvolver de habilidades muito grandes não não só no campo mediúnico né mas sim na própria dimensão do Espírito enquanto exercício das suas habilidades tava lembrando de São Francisco de Assis A que ponto chega como como nós temos né possibilidades e a interação e a integração dele com toda a questão do reino animal e e e o nível de conexão e de Lucidez que ele que ele nos mostrou que é possível então é muito lindo esse nosso esse nosso porv né Eh a gente é é encantador assim quando se vê a vida de São Francisco de Assis do ponto de vista que a gente tá conversando hoje e até olhando a Encarnação dele enquanto João Evangelista né n e na ilha de ptim que ele ficou exilado lá ele desenvolve esse trabalho né Guadalupe de conexão com os peixes com as aves com com a natureza então ali já era um exercício de conexão e de amor então ele estava e foi uma forma que ele se preparou para iniciar a tarefa dele muito bonita essa que ele tá isolado na ilha né Adriana ele vai recebendo o Apocalipse que também já é né eh a manifestação da mediunidade a serviço da humanidade onde ele dá e eh traz então para para para para todos nós os alertas pro Futuro através do livro do apocalipse e ele continua essa jornada ali como Francisco de Assis eh mostrando toda a riqueza dessa mente amorosa comunicativa daí E aí a juna Realmente reforça isso quandoa coloca que aidade é um campo novo de ação para nós né E que ela é uma conquista eh que nos oferece um universo fascinante de possibilidades né E realmente se a gente for pensar eh a O que que significa a mediunidade né é algo muito muito rico e muito profundo eh que vai muito além do ciclo fechado
um universo fascinante de possibilidades né E realmente se a gente for pensar eh a O que que significa a mediunidade né é algo muito muito rico e muito profundo eh que vai muito além do ciclo fechado de um intercâmbio formal da mediunidade como você estava comentando antes né então eh eh eh por isso que ela vai vai trazer a mediunidade como um campo né que de Sabedoria de iluminação e de e de crescimento constante para nós porque ela realmente abre as possibilidades para muito além da dimensão restrita da vida e da percepção física por um lado ela coloca isso mas olha a importância também ela fala do outro do contraponto né então por outro lado ela fala que também não é sinônimo de evolução porque senão a gente se perde né nessa questão né de inflação egóica Nossa eu sou um médium grande coisa todos os outras pessoas também são né mas quando a mediunidade tem essa consciência a consciência da responsabilidade ela é um instrumento olha aqui de um Carreiro de aflições purgador é o que a Joana coloca e um instrumento de ajuste moral então a importância desse Instrumento que trabalha a nosso favor quando a gente se coloca a acolher a dor alheia a gente pode então Eh abreviar o nosso tempo né de de até de sofrimento na terra porque a gente se coloca a a serviço né então por um lado é um campo riquíssimo mas ela também faz um convite para que a gente possa entender que também não é um privilégio único e exclusivo que a gente precisa cuidar como um jardim né um uma planta que precisa de cuidados de podar as arestas precisa de água precisa de do da minha energia psíquica para Que ela possa Florescer né a é bem lembrado isso Adriana porque uma coisa é a faculdade mediúnica como instrumento que tá falando outra coisa é essa essa dimensão da da sintonia né que a gente tá falando então é uma porque a gente tá sempre sintonizado com alguma coisa porque é a lei da vibração né da atração da simpatia então uma coisa é a mediunidade enquanto interação de forças e da da qual a gente tem que tá Atento e e
ente tá sempre sintonizado com alguma coisa porque é a lei da vibração né da atração da simpatia então uma coisa é a mediunidade enquanto interação de forças e da da qual a gente tem que tá Atento e e avaliando com quem a gente tá sintonizando E que isso é constante outra coisa é a faculdade Enquanto alguns atributos específicos que pode ser bem ou não utilizados e que independe da minha evolução que tá ali muitas vezes como uma oportun dade expiatória né ou mesmo uma aprovação em deter momento para que eu possa me redimir frente a ao meu passado então né o fato de ser médium não quer dizer muita coisa né do ponto de vista evolutivo a questão toda é o que tu faz com isso né E qual é o teu e como é que tu tem consciência desse Campo de interação tomar consciência dessa dessa dimensão mais Ampla né e tanto vertical como horizontal da vida e poder eh avaliar isso no teu teu movimento né de poder educar de poder perceber de poder ter isso Consciente e tirar o melhor proveito dessa interatividade mais alguma coisa gente eu acho que que dá para pegar aqui desse finalzinho quando ela fala hora de início e a escuta a consciência né porque eh ao escutar a própria consciência pra gente encontrar outros entraves que Kardec nos coloca que ele diz que esses outros entraves das imperfeições Morais é o orgulho egoísmo a inveja ciúme ambição a cupidez a dureza de coração ingratidão a sensualidade né que tudo isso também vai aparecer impregnando né né essa faculdade e que então por isso da necessidade de desdobrar Então essa percepção psíquica eh a serviço então de um bem maior e e nos auscultando né Então isso que eu achei muito bonito aqui desse final que é uma conquista né Eh ter essa mediunidade lúcida e os grandes exemplos Edivaldo Franco Chico Xavier que foram né grandes são grandes exemplos para nós de luta de de dedicação eh de uma vida dedicada à humanidade né que a gente pode ter como modelo também uhum muito bem Guadalupe tu quer trazer mais alguma coisa e eu gostei da
andes exemplos para nós de luta de de dedicação eh de uma vida dedicada à humanidade né que a gente pode ter como modelo também uhum muito bem Guadalupe tu quer trazer mais alguma coisa e eu gostei da dessa frase aqui mais no final que é o que nós falamos quanto maior O discernimento da consciência tanto mais amplas serão as possibilidades do intercâmbio mediúnico Então essa frase como um convite para quem ainda fantasia um pouco a respeito da mediunidade no sentido de né ficar um pouco com receio para que entenda que é um um mundo vastíssimo e que só tem a a a compor no sentido positivo desde que desenvolvida estudada com responsabilidade então é é algo que é natural nosso e nós vamos ter com medo ou não negando ou não então que a gente tenha essa Lucidez para realmente eh poder ser aquele espírito no máximo da potencialidade que nós temos nesse momento é eu gostei muito dessa frase dela também né dessa relação O discernimento da consciência e as possibilidades de ampliar a nossa nosso recurso mediúnico né como essas duas coisas estão juntas quanto mais eu tô comprometido e tenho essa capacidade de poder no silenciar no meditar no poder de uma certa maneira eh Estar atento né Eh eu vou discernindo e vou percebendo mais vou eh entendendo melhor vou compreendendo as implicações disso tudo e vou criando também mais recursos e dessa faixa alargada que é esse campo de troca psíquica né que envolve não só as afinidades mas também os exercícios de caridade que a medidade nos impõe no sentido da dessa troca com nossos irmãozinhos infelizes e nós também seros recebendo também o Amparo dos benfeitores divinos Então a gente tem um campo tão bonito né de amor de trabalho de possibilidades realmente de enriquecimento de alma que é importante a gente poder realmente refletir um pouquinho mais sobre esse tema do quanto ele é significativo e faz parte da nossa vida enquanto eh eh condição né condição de existência Nossa então acho que isso que é importante né a gente poder reforçar muito bem então chegamos em
quanto ele é significativo e faz parte da nossa vida enquanto eh eh condição né condição de existência Nossa então acho que isso que é importante né a gente poder reforçar muito bem então chegamos em mais um final de um encontro desse livro momento de consciência eh e na próxima semana então teremos o último capítulo que é o capítulo 20 consciência e Plenitude então convidamos a todos a continuarmos unidos nessa troca nesse convívio e trabalhar então essa proposta do último capítulo que é consciência e Plenitude um grande abraço a todos que Jesus nos abençoe e até então o próximo encontro h
Vídeos relacionados
T7:E31 • Autodescobrimento • Triunfo sobre o ego (parte 2)
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Guadalupe Amaral, Adriana Lopes
T8:E25 • Desperte e seja feliz • Plenificação íntima
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Guadalupe Amaral, Adriana Lopes
T3:E5 • Plenitude • Caminhos para a Cessação do Sofrimento
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Adriana Lopes, Guadalupe Amaral
T6:E23 • O Ser Consciente • Conquista de si mesmo (Parte 02)
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Adriana Lopes, Guadalupe Amaral
T5:E14 • Momentos de Consciência • Consciência e Dever
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Guadalupe Amaral, Adriana Lopes
T5:E13 • Momentos de Consciência • Consciência e Discernimento
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Guadalupe Amaral, Adriana Lopes
T5:E07 • Momentos de Consciência • Maturidade e Consciência
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Adriana Lopes, Guadalupe Amaral
T6:E7 • O Ser Consciente • Problemas e desafios (Parte 01)
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Adriana Lopes, Guadalupe Amaral