T3:E5 • Plenitude • Caminhos para a Cessação do Sofrimento
Neste quinto episódio, Gelson Roberto, Adriana Lopes e Guadalupe Amaral analisam o quinto capítulo da obra Plenitude, da mentora e autora espiritual Joanna de Ângelis, o qual versa sobre os caminhos para cessação do sofrimento. Neste capítulo, a mentora se concentra no pensamento budista, apresentando, nas entrelinhas, os oito passos para a superação do sofrimento. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #Plenitude #CessaçãodoSofrimento
alô amigos bem-vindo a mais um encontro do nosso estudo da série psicológica Joana De Angeles estudando o livro Plenitude hoje aqui com a Adriana e a Guadalupe e para a gente poder refletir um pouquinho sobre o capítulo 5 né o capítulo 5 ele vai versar sobre os caminhos para a cessação do sofrimento a prefeitura começa né trazendo essa esse tema que é um tema que que realmente é a causa a busca de todos nós né que tá lá no capítulo primeiro Onde Ela diz que toda a busca do homem é uma busca para superar o sofrimento né então aqui ela começa falar sobre isso e falar desse desconcerto né em muitos momentos a adante vai falar da da harmonia né a Deus como esse campo de beleza de harmonia e de perfeição E nós como nos distanciamos dessa Harmonia ou seja nos distanciamos de nós mesmos e de Deus e consequentemente da perfeição a gente chega então ao desconcerto ao sofrimento e o caminho então para a gente poder buscar superar né cessar esse sofrimento então eu convido Agora a Adri e a Guadalupe pra gente poder pensar um pouquinho sobre isso né e ver o que que a Joana nos oferece Nessa proposta desse caminho para sensação do sofrimento é uma alegria estarmos aqui para um capítulo tão importante e ao mesmo tempo tão longo né Eu acho que do livro é um dos maiores onde ela vai dissertar exatamente sobre esse tema e e e é aqui a gente a gente vê ela muito eh centrada no pensamento budista né porque Buda ele também concentrou o seu estudo nessa busca da superação do sofrimento né da doença e da morte o Buda ele ele ele faz né uma construção onde a construção dela do capítulo é muito semelhante à construção dos oito passos né os oito caminhos para Superação do sofrimento de Buda se a gente for olhar assim né olhando bem o capítulo nós vamos eh encontrar esses oito passos nas Entrelinhas que Joana coloca né então aqui ela vai dizer que o espírito ele é a causa né os o nosso sofrimento ele está baseado ele tem como base como causa os causa os nossos desconcertou termine então nós
inhas que Joana coloca né então aqui ela vai dizer que o espírito ele é a causa né os o nosso sofrimento ele está baseado ele tem como base como causa os causa os nossos desconcertou termine então nós precisamos a atingir a causa que é a auto iluminação né Guadalupe O que que você acha um pouquinho disso é tão eh longo mas ao mesmo tempo tão profundo esse tema é verdade eh ela um pouquinho antes da gente iniciar o capítulo né no livro Claro tem a questão 132 Qual o objetivo da Encarnação dos espíritos e ali então vai se lendo né do Livro dos Espíritos dessa questão eh de o espírito é suportar a parte que lhe toca na obra da criação então isso também me vem muito quando eu vou lendo esse capítulo de desse aprendizado de que o caminho paraa sensação do sofrimento ele acaba passando por entender o que que nós estamos fazendo aqui e dá o nosso contributo e a partir daí então suportando as nossas questões contribuindo para pra obra como um todo e e eu me lembro um pouco do Jung que uma carta uma senhora que que eu não vou lembrar o nome eh não era uma senhora era era um homem né tá no Volume um mas não me lembro ele falava disso né que que ele eh tinha que se preocupar com as questões dele que ninguém era responsável pelo sofrimento dele que ele tava muito à vontade claro que são palavras totalmente minhas né mas que ele tava muito à vontade em viver a vida dele e suportar aquilo que fazia parte da vida dele e que ninguém tinha nada com isso não no sentido de excluir as pessoas mas que ele sabia que tinham tanto que ele devia viver e isso me lembra muito essa essa questão dos caminhos paraa sensação do sofrimento eh da gente entender enquanto ser espiritual que é a partir de de olhar nas ent linhas do que está acontecendo é que o sofrimento vai cessando porque a partir do momento em que a gente vai entendendo o que tá por trás de toda essa dinâmica de tudo que acontece tudo vai ficando Claro até que chega uma hora que a gente percebe olhando para trás mas naquele momento que o sofrimento nem
vai entendendo o que tá por trás de toda essa dinâmica de tudo que acontece tudo vai ficando Claro até que chega uma hora que a gente percebe olhando para trás mas naquele momento que o sofrimento nem era sofrimento era uma educação de Um ser espiritual informação né então isso é a primeira a primeira questão que que me vem assim de nós aprendermos a suportar né mas não suportar com eh de uma forma pesada mas justamente carregar Nossa Cruz com muita vontade com muita certeza de que tudo ocorre pro nosso melhor até que a gente olhe para trás e entenda que o que cessou que a gente via como sofrimento a gente vai ver com um sofrimento que até a alegria traz né porque ele ensina educa lapida e nos torna os diamantes que um dia a gente vai ser do ponto de vista simbólico nessa questão da plenitude do ser é interessante né que eh que a Adriana começou a falar sobre os oito caminhos de buda que na verdade ela vai se ocupar depois no capítulo oit né no Capítulo 8 ela vai falar de cada um dos caminhos propostos de buda a gente vai ter a oportunidade de poder analisar cada um desses caminhos e aqui ela ela já ela real ente todo o livro é baseado na proposta de buda ela trazendo a colaboração dela e do Espiritismo mas aqui me parece que ela vai eh vai focar mais né na questão arquetípica básica que fundamenta todo o processo desses oito caminhos e tem dois pontos que que eu acho importante que um é O Desamor né que ela fala que então ela de um lado ela fala desse desse momento né que ela que a gente chama de desconcerto do espírito que é o termo que ela usa né e depois ela fala ela chama esse desconcerto de desamor né eh e e ela fala que esse desamor é um é um tipo de doença né uma doença eh que vai se manifestar né na nossa vida né seja de maneira imediata ou em algum momento ou posteriormente que e vai refletir esse processo então de desconcertante né que vai se apresentar ou no corpo físico ou em padrões emocionais assim priante então ela parte dessa dessa dessa realidade para falar do sofrimento né
efletir esse processo então de desconcertante né que vai se apresentar ou no corpo físico ou em padrões emocionais assim priante então ela parte dessa dessa dessa realidade para falar do sofrimento né então para cessar o sofrimento a gente tem que ir ao encontro desse amor que durante o capítulo ela vai se ocupar até chegar lá mais no final do capítulo e retomada daí a ideia do amor e mas ela começa apresentando esse caminho de maneira devagar vagarosa a partir da figura de pai e mãe que eu achei muito bonito né porque aí não é o pai e mãe pessoal né mas é o pai e mãe enquanto a imagem arquetípica da vida né porque Deus ele é muito engenhoso né ele e nos deu essas duas figuras que não deixa de ser um tipo de representação dele na Terra como aqueles cuidadores e a base da referência da existência de cada Encarnação então independente do pai e a mãe que a gente tem né se é um pai positivo ou negativo né ele a j tá fazendo ess essa reflexão que esses pais são geradores da vida né claro da vida orgânica mas que é fundamental para que nós espíritos possamos expressar nossa realidade numa numa determinada Encarnação então e como geradores da vida né eles nos acolheram nos deram uma oportunid ade né a a em especial a mãe né com gestando essa nova forma física a nutrição e todo o processo que envolve essa questão básica da nossa existência então Eh Joana tá falando do arquétipo da mãe e do pai ou seja da função paterna e da função materna que é a função de cuidado né e é interessante que tem um filósofo americano que ele que ele comenta que e faz uma crítica à sociedade americana que diz que todos são iguais essa ideia assim do sonho americano de lutar pelo né E que isso é uma é uma uma ilusão que as pessoas não são iguais e ele propõe justamente essa imagem de pai e filha ou mãe e filha que diz que na vida a gente tinha um pouquinho filho e um pouquinho mãe né então ou um pouquinho pai então às vezes a gente sabe mais e pode dar conta do outro outro é filho nosso e às vezes a
e filha que diz que na vida a gente tinha um pouquinho filho e um pouquinho mãe né então ou um pouquinho pai então às vezes a gente sabe mais e pode dar conta do outro outro é filho nosso e às vezes a gente é filho e depende do cuidado do outro então essa imagem da mãe aqui ela cita com uma forma de buscar recuperar né Essa Ideia de que sim existe uma força cuidadora que é o princípio desse sentimento dessa consciência amorosa da vida que nos acolhe que nos sustenta e como diz a Guadalupe reconhecer que às vezes aquele passado lá de dor nada mais foi do que um caminho necessário que nos conduzia amorosamente para aquilo que a nossa alma realmente necessitava enquanto aprendizado enquanto elaboração enquanto construção de caminhos novos em favor da nossa elevação espiritual no capítulo ela eu gosto quando ela vai est trabalhando a questão do sofrimento né E já baseado nos Capítulos anteriores a gente vê que o sofrimento é o desequilíbrio da Alma que se que se encontra é ainda identificado com a impermanência por isso que quando a gente trabalha a mente lúcida então a mente lúcida ela é aquela que vai produzir uma consciência da Saúde real e aí ela se apoia né tanto na sabedoria budista para falar que por meio da meditação é possível instalar essa saúde e cessar o sofrimento e depois em Jesus na lei do amor e O legal é que quando ela trabalha essa questão que o Gelson colocou né como fazer isso né E aí ela fala né que quando agredido pelo próximo a gente deve considerá-lo como se fosse uma mãe num instante de fraqueza cansaço e carente Olha que legal então eu perceber Olha esse ser que está a que tipicamente né esse ser que está ao meu lado que fez isso por mim não foi a mim que ele se dirigiu mas ele fez isso em virtude desse grau do desenvolvimento que ele se encontra Portanto ele fez então quando a gente coloca essa figura arquetípica de mãe né a gente consegue eh eh fazer h não odiar não sentir raiva não né mas sim eh sair dessa condição eh e usar uma coisa que o Jung fala que
ez então quando a gente coloca essa figura arquetípica de mãe né a gente consegue eh eh fazer h não odiar não sentir raiva não né mas sim eh sair dessa condição eh e usar uma coisa que o Jung fala que eu gosto ele diz eh a Persona mite então ele se referia a isso à Persona do médico porque ele era médico eh mas para mim seria se colocar numa terceira pessoa e olhar a cena Aquela pessoa me agredindo mas não eu Adriana agredindo aquela Adriana e eu de Fora olho e aí eu faço essa leitura de um terceiro como se fosse essa mãe num momento né de de cansaço e de fraqueza ao invés de uma reação agressiva aí eu eu vou para uma paciência então eu vou entrando num momento de eh eh sair daquele azedume que há própria eh condição me traria e quando eu entro nesse azedume é aí que a gente vai falando da mente a mente fica impregnada energeticamente com esse fluido e E aí ele não tem mais a Lucidez ele tá contaminado com esse sentimento né então a importância de olhar de fora então a Persona mdit que o Jung diz na Persona né É como se dirigisse a um papel social e não a minha Adriana E aí eu consigo sair da situação afetivamente não ficar impregnado com isso ela ela ela chama atenção para essa questão da da agressividade do agressor do agressivo logo quando ela vai falando ali da das questões de materna e paterna e e desamor e não por acaso né E aí ela fala lá no meu livro é página 57 ela fala assim pessoas agressivas que se comprazem em atormentar produzindo Sofrimentos são portadoras de muitas dores íntimas que buscam disfarçar sobre a máscara da violência da falsa superioridade da alucina e ela segue ali né Então vem muito ao encontro disso que que vocês estão trazendo a a Adriana por último desse olhar eh também mais eh acolhedor mais Maternal paraa pessoa agressiva para conosco e para nós mesmos quando temos atitudes agressivas de olhar o que que tá por trás né Eh Adre como tu traz ali de de se afastar então da situação mais concreta e e perceber né O que que tem por trás desse que me atormento eu
o temos atitudes agressivas de olhar o que que tá por trás né Eh Adre como tu traz ali de de se afastar então da situação mais concreta e e perceber né O que que tem por trás desse que me atormento eu enquanto atormento Qual é o sofrimento Vamos né acarinhar Vamos pegar isso e eh como né a gente sempre gosta de frisar não atuando Nem sendo conivente mas olhar que ser é esse que sofre né seja o o nosso irmão sejamos nós mesmos Então isso é é bastante eh forte Ela ela pontua bastante isso nesse caminho pra sensação do sofrimento né de entender que que por trás de tudo tem ali um ser em sofrimento né e de não julgar mas olhar hum é interessante né ag ela realmente reforça muito isso ela inclusive disz que não há que todo indivíduo tem um uma bondade interior né o moror criminoso ama né uma uma pessoa uma um animalzinho né e e se sensibiliza em algum momento né então de uma certa maneira quando ela propõe eh a gente olhar a vida a partir dessa ótica da mãe positiva né comoa deu também exemplo eh é poder realmente trazer Justamente a presença Divina porque Deus é amor Deus é bondade então é reconhecer esse traço Divino em cada pessoa mesmo que ele não tenha consciência ainda dessa Essência Divina né mas todos nós carregamos ela e na medida que que a gente reconhece né que todos são herdeiros do do do do da marca de por sermos filhos de Deus né E e a gente poder penetrar nessa bondade latente que Joa coloca que todos TM né buscando sintonizar com o aspecto positivo da vida e ela fala da natureza vi a natureza também comoessa mãe da divosa nó também cuidar da natureza Então ela começa a trazer essa a bondade né a como um exercício de identificação positiva entre nós os seres que se atravessa nessa linha invisível que é justamente a presença Divina que é todo o amor Todo a perfeição e que traz então o reconhecimento dessa presença de Deus em toda a parte em todas as criaturas e isso é verdade né Às vezes a gente ofendido com alguém né e de repente sabe V que a pessa agi daquela maneira porque
tão o reconhecimento dessa presença de Deus em toda a parte em todas as criaturas e isso é verdade né Às vezes a gente ofendido com alguém né e de repente sabe V que a pessa agi daquela maneira porque tá eh eh com sofrimento muito grande tá com filho no hospital ou porque tá tá tá atasan com uma situação dolorosa que faz ele ficar desatento e quando a gente compreende a situação a gente consegue atenuar essa essa resposta agressiva que a gente tende a pessoalizar em função desse apego dessa impermanência que a Adriana falava que o sofrimento aí tá na base desse apego e dessa impermanência que não deja ser um tipo de egoísmo né Então ela tá começando a mostrar Como desmanchar e esse apego que é um um jeito egoísta e individualista de ver a vida e começar construir um caminho de bondade para poder ir superando esse sofrimento por isso que eu falo que se a gente olhar nas Entrelinhas a gente já vai conseguindo sentir o que ela vai aprofundar depois como os oito passos do Buda porque quando eu faço esse exercício de olhar para as pessoas como uma mãe eu tô desenvolvendo em minha afetividade né e o primeiro passo do Buda e a percepção correta eu vou perceber isso que o Gelson acabou de dizer né que ele é um ser que está reagindo a um sofrimento que ele está enfrentando né Então essa primeira conquista da afetividade depois ela se amplia então aí Joana fala que transpõe da mãe mãe arquetípica mãe pessoal e vai paraa mãe natureza né Então olha como vai ampliando E com isso o ser vai crescendo porque aquele amor que era da minha mãe a meu pai vai passando para a natureza e aí é a mãe natureza as árvores os animais os pássaros e assim vai aumentando essa primeira conquista e vai ampliando essa questão né da da da da afetividade e ele vai entrando na questão do equilíbrio Ecológico então o ser já vai cuidando da da água já vai cuidando do planeta já vai cuidando do lixo né Então olha como a consciência eh que causa o sofrimento ela vai sendo ampliada e vai uma uma consciência
co então o ser já vai cuidando da da água já vai cuidando do planeta já vai cuidando do lixo né Então olha como a consciência eh que causa o sofrimento ela vai sendo ampliada e vai uma uma consciência ecológica a partir desse momento nessa pode falar G eh Eu até vou vou tomar a palavra porque é um pouco assim a gente já tá um pouco mais além mas ainda queria trazer dentro disso que que a gente falou o quanto é importante o o autodescobrimento né nome de de outro livro da mentora mas esse trabalho com com as nossas questões porque vai se sentir agredido pessoalmente aquele que ainda eh está perturbado eh atrapalhado com com questões e não vai perceber ali um ser que tem as suas dores e que como o Jon tava trazendo não não tá no momento oportuno e que nós de alguma forma somos veículos de uma de uma Projeção de uma carga emocional ou de questões internas então para ter essa percepção é preciso que a Gente Se comprometa com a nossa individuação com com todo esse trabalho de de desvelar esse esses outros seres em nós nessa busca de de um espírito eh mais integral mais coeso porque senão a gente realmente só percebe na superficialidade e fica com aquelas eh fica dizendo Pois é aquela pessoa isso julgando né e e não se dando conta que aquela mãe Positiva em nós também não tá sendo acionada nem para nós então não consegue ser pro outro também né E aí por isso que eu digo e a gente vai quando tu percebe voltando a que que a Adriana tava trazendo né Eh aí sim a consciência ampliada vai realmente conseguindo se conectar com questões maiores digamos assim da da mãe natureza e e do coletivo mas sem se separar sem se apartar de si mesmo né de si mesmo self e da sua realidade numa dinâmica onde tudo acontece junto né Eh e esse desvelar que tu coloca né Guadalupe se ao descobrimento é justamente eh a consciência dessa natureza Divina por isso que ela fala que a bondade é um esforço de um lado de retribuir pra vida essa consciência do amor de Deus né das dgas que a gente recebe e também agir
e eh a consciência dessa natureza Divina por isso que ela fala que a bondade é um esforço de um lado de retribuir pra vida essa consciência do amor de Deus né das dgas que a gente recebe e também agir com bondade de outra com a pessoa é mostrar para ela que ela também tem isso dentro dela né de não dá não dá não valorizar o lado transitório infeliz ilusório que ela tá naquele momento vivendo porque isso é um processo de alguém que não tá em sintonia com a sua essência né e de uma certa maneira a gente vai de uma certa maneira lembrar tu também é filha de Deus também tem uma coisa boa dentro de ti eu reconheço essa coisa boa e acredito nela Então de uma certa maneira quando tu age com bondade tu evoca também o Divino no outro e responsabiliza ele também com o seu lado Divino né então a gente a gente gera Harmonia a gente gera movimento positivo da vida né a gente estimula daí o melhor da pessoa então é uma corrente positiva que a Joana tá propondo aqui de que favorece eh essa condição de sermos herdeiros de Deus né em aprendizado e poder lembrar que como herdeiros de Deus a gente carrega o melhor dentro de nós e temos que fazer uso desse melhor de alguma maneira então acho bem bonito assim o movimento que é que ela tá fazendo aqui no capítulo né e o interessante que quando ela trabalha né esse despertar da Bondade onde identifica a bondade em todos os seres aí ela vai para um aprofundamento ainda maior que vai possibilitar o despertar da sabedoria no ser que é o despar despertar da Bondade que dorme em todos os seres então ele identifica que existe uma B bondade em tudo mas ele desperta a bondade que há em todos por quê Porque nós sabemos que com a dualidade luz e sombra nós trazemos a luz e sombra mas a princípio nós ainda estamos identificados com a sombra então é necessário como GS falou que o outro às vezes venha despertar em nós esse olhar pro sagrado esse olhar pro Belo pro Divino que h em mim também como a a Guadalupe falou a partir do momento que eu me vinculo com a Ecologia
alou que o outro às vezes venha despertar em nós esse olhar pro sagrado esse olhar pro Belo pro Divino que h em mim também como a a Guadalupe falou a partir do momento que eu me vinculo com a Ecologia eu sou parte dessa Ecologia E aí a gente entende quando Jesus diz eu e o pai somos um né porque nós podemos eh Em algum momento sentir um movimento de integração entre eu e esse ecossistema não adianta eu depredar a natureza porque eu depreda a minha natureza junto é uma coisa só e a gente com essa dualidade né E essa nossa visão unilateral muitas vezes a gente se identifica com a sombra e aí a a gente não tem essa sabedoria que é a segunda conquista Então olha como a Joana faz uma construção maravilhosa né o primeiro O Despertar da afetividade a partir desse momento eu identifico a bondade no outro e desperto a bondade que existe no outro e em mim e com isso eu adquiro sabedoria Olha a evolução uhum e é muito bonito né a noção de amor que ela traz que ela fala que o amor é a vibração do pai expandindo nos se na direção do filho né então a gente é inundado por esse hálito Divino envolvido né nesse amor que que é a própria presença de Deus em nossas vidas né E aí na medida que a gente começa a tomar consciência disso e nos movimentar em favor disso né a gente vai criando os valores espirituais falou assim a coragem o heroísmo todo o sacrifício a a relativização dessa visão pequena do Ego que se expande e compreende de maneira mais profunda a vida nessa ideia de Sabedoria que tu traz né Adriana e aí a gente vai eh a gente vê que ela diz que onde viceja o progresso se manifesta o amor e viversa de amor a Progresso né porque esse amor é sío de saúde moral que diz né ele vai aos pouquinhos eh eh exalando a sua força e vai desmanchando né a desarmonia reintegrando renovando criando saúde criando paz e por isso que ela vai dizer que a vida é impossível sem amor então se a gente tem uma vida perfeita uma vida em harmonia É porque ela sustentada pelo amor aqui eu me lembrei muito da
aúde criando paz e por isso que ela vai dizer que a vida é impossível sem amor então se a gente tem uma vida perfeita uma vida em harmonia É porque ela sustentada pelo amor aqui eu me lembrei muito da passagem de de Francisco de Assis com o irmão Lobo né quando ela fala que mesmo os animais selvagens tornam-se amigos quando tratados com amor mudando o instinto agressivo eh eu me lembrei muito de quando Francisco foi até o irmão Lobo que a cidade inteira estava no encalço né estava tentando eh caçar esse lobo porque era um um representava um risco para aquela sociedade e ele então pede para aquele eles esperarem e ele foi até o lobo e conversa com o lobo Eu imagino a cena dele envolvendo o lobo com esse amor né que ele era todo amor e aí a partir daí ele muda né esse instinto agressivo e a partir daquele momento o lobo se torna um companheiro onde a princípio ele levava alimento a ele depois ele cons começou a acompanhar Francisco inclusive dentro da Cidade e as pessoas não viam mais como como um lobo feroz selvagem mas o amor de Francisco fez com que aquele amor aquele instinto fosse domesticado não domesticado né amarrado essa coisa que né mas que ele pode ser transformado em em afeto né o instinto sendo intelectualizado sei lá mas o amor podendo eh modificar a estrutura desse instinto e vê como a gente pode trazer isso paraa nossa realidade né dos dos instintos que fazem parte né de nós o quanto o o amor transforma né E vai transmutando essas energias que precisam ser elaboradas mas que não são ruins na sua essência né questão de direcionamento de elaboração e e a onda energética amorosa e trazendo junto o Irmão Francisco e trazendo a nossa realidade ela ela que vai formando h e ela fala muito sobre amor aqui né Um pouquinho antes tem uma frase que que é muito simples mas que eu gosto muito que ela diz assim no meu e a página 60 sem o passo Inicial Ninguém vence as distâncias então isso traz muito pra nossa realidade pro nosso mundinho entre aspas da gente entender né que tudo bem
muito que ela diz assim no meu e a página 60 sem o passo Inicial Ninguém vence as distâncias então isso traz muito pra nossa realidade pro nosso mundinho entre aspas da gente entender né que tudo bem Tem um caminho longo mas existem apesar de de equívocos na nossa nas nossas escolhas existe tem também muitas muitos acertos e o que a gente precisa é dar o passo inicial de onde está para realmente conseguir eh se inundar dessa lei amorosa na na vivência do Cristo em nós né mas esse passo precisa ser dado senão a gente fica ali voltando um pouco quando ela fala mais no início da da projeção enfim fica projetando o outro pode ou o outro é bom e eu sou ruim ou o outro é ruim e eu eu sou bom e não é disso que tá se falando quando se fala de realidade espiritual e de evolução e de criação da consciência né mas sim de de vivenciar realmente o o amor do Cristo eh a todo momento né é interessante que ouvindo vos falar eh a gente vê que o amor é uma forma de razão né não razão da cabeça mas razão do coração então envolve compreensão envolve entendimento envolve uma compressão profunda do que a alma necessita por isso que ela vai dizer que que que a a pessoa que ama né que o amor possibilita justamente eh o todo o movimento dinâmica da da vida porque ela fala que esse amor eh não nunca inerte quem ama eh eh não não fica parado que que o amor não é inerte e que sendo o amor é a própria dinâmica da vida ele precisa de movimento e esse movimento é não é o amor do Ego né que tá ligado a aquela ideia de apego do individualismo Mas é da compreensão do que a alma necessita né porque o ego diz que ama mas geralmente o amor do Ego é uma justificativa eh de querer eh colocar em palavras bonitas o nosso egoísmo em prática né então né seja uma mãe por um filho ou entre casais entre a amigos mas esse amor do Ego geralmente é uma necessidade minha e não do outro que tá em questão e ela fala que Justamente esse amor eh vai por não ser inerte vai gerar essa compreensão real do que da necessidade do outro e o movimento né em
uma necessidade minha e não do outro que tá em questão e ela fala que Justamente esse amor eh vai por não ser inerte vai gerar essa compreensão real do que da necessidade do outro e o movimento né em direção a essa necessidade seja pela Piedade seja pela compaixão seja pela atitude né de paciência e tolerancia e tantos outros entos porque o sentimento é o que dá o valor pra experiência né é ele que identifica e qualifica a experiência e o amor sendo o sentimento no seu nível mais nobre elevado então a tua capacidade de qualificar de compreender e dar uma resposta adequada aquela compreensão se manifesta justamente nessas nessa nobreza espiritual que o amor nos leva e na sequência ela vai falar de descobrir a presença de Deus em toda parte Então olha que interessante sai da mãe pessoal vai pra mãe natureza aí evoca o bem que há em todos e aí descobre a presença de Deus em toda a parte e todas as criaturas Mas é interessante que ela vai trabalhar a questão do intercâmbio consciente com todas as criaturas porque ela fala o intercâmbio existe tudo está em tudo né Há uma conexão com as coisas as pessoas né Tem uma teoria fala que pode cair uma folha lá do outro lado do universo que de alguma forma vai repercutir em mim esse essa queda da folha então há uma troca um intercâmbio aquela teoria das redes fala um pouco sobre isso mas aqui ela trabalha essa questão de forma consciente então eu vou estabelecer um vínculo emocional de intercâmbio e troca consciente com todas as criaturas Então tudo está em mim e eu estou em tudo conscientemente Então olha a evolução do pensamento e aí ela fala que é necessário aí entra uma grande questão que é descobrir a presença de Deus no sofrimento porque aqui é o ponto onde ela muda aquela visão de olhar a terra como um Vale de Lágrimas nã e agora olhar a terra como planeta escola porque quando nós olhamos para Deus no sofrimento uma intervenção divina em minha vida eu vou aceitar eh conscientemente essa dor e vou agradecer essa dor porque graças a ela eu me torno
laneta escola porque quando nós olhamos para Deus no sofrimento uma intervenção divina em minha vida eu vou aceitar eh conscientemente essa dor e vou agradecer essa dor porque graças a ela eu me torno um pouco melhor pelo menos eu estou tendo a oportunidade de me tornar Pode ser que eu não consiga porque somos humanos mas nós estamos tendo a oportunidade então eh eu acho belíssimo essa parte quando ela fala que a gente precisa descobrir ir a presença de Deus no sofrimento e descobrir a sua bondade Então olha o tema bondade perpassando por todos esses tópicos e nessa ampliação então a bondade de Deus presente no sofrimento aí vai saindo né Gelson do Ego que é esse ego sofrendo pela IMP permanência e vai passando aí pro self onde esse self compreende a importância da dor e o sofrimento nessa experiência a ser vivido e e a vai dar esse deslocamento do Ego para cé cé e a mim passa por por isso que ela também nos nos ensina e traz de uma forma tão bonita e tão profunda de que Deus é vida e vida é amor e e o quanto eh esse amor e a vida Deus né é movimento então é é preciso esse movimento que impulsiona eh não existe estagnação eh não existe não relação então vida e Amor eles nos chamam a ação ao movimento e a contribuição né Essa questão de de contribuir de de aprender a servir no sentido de estar consigo mas estar com próximo e de entender toda essa dinâmica da vida que é amor e que é movimento né movimento contínuo e a integração contínua e a partir daí volto a essa questão que que a mim parece tão importante que a gente vai entendendo que o sofrimento e a forma como a gente vê as oportunidades que a vida traz né E na verdade eh é uma educação de nós mesmos dentro da Bondade Divina que nos proporciona situações que os nossos olhos de ego vem como sofrimento como né mas que que estão ali nos educando e nos impulsionando para que a gente se mova para que a gente não fique parado não fique eh às vezes numa situação que a gente acha que é muito boa mas que tá sendo extremamente
estão ali nos educando e nos impulsionando para que a gente se mova para que a gente não fique parado não fique eh às vezes numa situação que a gente acha que é muito boa mas que tá sendo extremamente perniciosa para pra nossa evolução e e pra evolução eh do de todos né Então para mim é muito a mim muito me toca essa questão de que Deus é vida vida e amor e tudo é movimento e relação é por isso que ela coloca que que a vida responde con de acordo com a gente inquere ela né então isso fala justamente de quanto mais tu tem amor mais compreensão tu tem e mais isso resulta em em atitudes e movimentos positivos né uma retroalimentação favorável Harmonia a saúde éo bem e ao contrário né se tu tá distante dessa bondade da tua consciência essencial do self preso né nessa degica avesso a a confiança no amor do pai aesso da confiança do teu poder espiritual de superar tudo isso daí tu tá justamente no sofrimento como tu falaste agora então a postura existencial né o sofrimento uma postura existencial de um jeito de te posicionar de lidar com a vida enquanto que o amor gera compreensão gera Lucidez gera verdade e gera Então essa consciência do Divino e consequentemente todas coisas positivas que advém disso o contrário leva justamente ao oposto dela ela começa a falar da ilusão a ilusão com uma oposição ao amor né na página que na minha página começa na 64 né ela faz falando da Paixão do Cristo né E toda por todos nós né e e a dedicação dele o sacrifício dele por nós que na medida que que a gente vai reconhecendo né a nossas limitações e também a dinâmica da vida a gente vai quebrando com a nossa imaturidade né e e poder realmente alcançar uma uma atitude mais positiva que é movida pela compaixão e ela diz que que que a ilusão eh é responsável pelo sofrimento né enquanto que a que a compaixão desnuda isso né desnuda tanto sofrimento como desnuda também a a ilusão e essa ilusão é fruto né dessa atitude infantil desse ego dessa imagem infantil que a gente fica muito no literal né muito na coisa
nuda isso né desnuda tanto sofrimento como desnuda também a a ilusão e essa ilusão é fruto né dessa atitude infantil desse ego dessa imagem infantil que a gente fica muito no literal né muito na coisa reativa muito na coisa desse dessa dessa visão pequena ainda de nós mesmos que tá ligado justamente essa transitoriedade das formas na busca da gratificação imediata nessa dimensão que não rompe com essa limitação egóica e expande para um Horizonte mais profundo mais alargada da vida então a importância de gente poder realmente romper com essa ilusão e ela vai ser muito clara né nessa atitude né que a morte da ilusão fere aqueles que lhe confiaram a existência né E aí a gente de uma certa maneira começa né a poder se entregar verdadeiramente pra Vida Sem reserva né e e e porque ela vai dizer que que a ilusão é um tipo de anestésico do Espírito pessoa na ilusão vai ficar acomodada encarcerada anestesiada na inconsciência no nas limitações de uma vida não vivida E aí entra uma coisa interessante que ela fala do dever retribui vio ela usa esse termo dever retribui é um pouquinho antes aí da ilusão quando ela fala da necessidade de retribuir a bondade recebida Então veja Deus nos dá com bondade até a dor né E aí nós precisamos nós temos o dever de retribuir essa Bondade e a primeira coisa que ela coloca é desenvolver a a alegria a alegria diante do sol da lua das estrelas do firmamento do ar da água dos vegetais lembra um pouco o lado druida de Kardec né aquele aquela questão da natureza integração Como aquela coisa arquetípica mesmo né de pertencimento a estas questões da matéria desse reino vegetal e e e interconectar também com o reino mineral e vegetal e animal para que nós possamos nos reconectar com o nosso reino interno né então a a importância da Alegria ela pontua isso e ela fala da questão da Bondade que ela cresce por meio do exercício isso é fantástico quando ela fala que ele torna-se um hábito de vida e desaparecimento desaparecendo por falta de amores então Eh é por esse
da questão da Bondade que ela cresce por meio do exercício isso é fantástico quando ela fala que ele torna-se um hábito de vida e desaparecimento desaparecendo por falta de amores então Eh é por esse exercício que nós vamos fazendo de bondade que ele vai crescendo ou se nós nos eh eh separarmos o universo ficarmos eh ilhado lá né como numa ilha a gente não vai né vai vai eh cada vez mais essa ação da Bondade vai diminuindo então é um exercício mesmo né ação e reação e na verdade isso tudo ela vai desenvolver depois no psicologia da gratidão né Adriana toda essa alegria e essa bondade na verdade resulta da atitude graduat nóa da gratidão Esse reconhecimento né que tudo Deus em tudo da assinatura de Deus a sua obra dessa união dessa dessa unificação né da conexão com a natureza como tu falou conosco mesmo com o próximo com o Divino e aí fica nesse estado de conun né de comunhão esse arquétipo que da unidade né onde todos nós somos coparticipantes e fazendos parte de uma única realidade dentro desse amor divino que sustenta todos hoo tão tão bonito esse movimento né Essa questão da da ilusão traz muito a a questão da que ela começou ali no capítulo do de da imagem de pai de mãe e e de alguns de nós né da gente ter esse cuidado porque às vezes fica ali o espírito desnutrido se sentindo desnutrido se sentindo desamado e e vivendo de uma forma ilusória uma vida onde é onde existem muitas possibilidades Mas onde ainda tá preso lá questões muito rudimentares né que não foram trabalhadas onde h terceiriza seu sofrimento para outro onde quer receber na boca um alimento que já tem condições de de batalha ar para receber e todas essas dinâmicas que que a gente de uma forma ou de outra acaba eh estando exposto mas precisa perceber né sen não vive vive uma ilusão ali numa infância eh espiritual querendo que os outros façam por nós achando que que questões materiais vão suprir essa fome interna né Então tudo isso eh também é muito importante que se tenha a vista para eh para olhar para isso né para
do que os outros façam por nós achando que que questões materiais vão suprir essa fome interna né Então tudo isso eh também é muito importante que se tenha a vista para eh para olhar para isso né para para nada mais do que olhar e a partir desse olhar de onde cada um está e se relacionando e se utilizando de um outro padrão de de vida outra forma de viver menos ilusória e mais conectada com com self né Uhum eu fico pensando nas pessoas né Eh que que que não confia no amor tem tem tem gente vê assim eh mães que sacrificam os seus filhos Eles são super egoístas exigentes o mesmo em quadros patológico um psicopata né que que que controla o outro com seu poder que mata que exige e nunca chega né Essa infelicidade daquela pessoa que como tu disse né Guadalupe e não é que a vida não nos dá a vida nos dá e nos dá muito né e a gente fica preso nos detalhes pequenos Ah porque aquela pessoa fez isso com a gente porque não tive uma mãe tão boa porque a minha família era pobre então a gente fica preso nessas reforçando esse olhar negativo e não e não acredita na bondade do pai né então tem dois duas coisas que a gente tem que superar uma Essa ilusão de que a vida não seja boa né a gente tem essa ilusão que a vida é sempre menos o que a gente é vítima o que a gente não tem o que a gente necessita e achando que a vida sempre é madrasta né o não quanto os madrastas mas uma força de expressão né porque a madrasta pode ser tão boa quanto a mãe biológica mas essa visão de que é uma uma uma uma figura postiça né que não é verdadeira e a gente fica negando Amor Divino o amor do pai né que se manifesta em tudo em todo e de outro lado eh a gente não acredita que a gente pode ser amado também né então às vezes a gente recebe recebe e recebe Mas a gente não aproveita também o que a gente recebe não então às vezes a gente não acredita que que o pai é amoroso à gente pode até acreditar não o pai pode nos amar mas será que eu acredito que eu sou merecedor desse amor até que ponto eu tô realmente aberto Será que eu não crio
o acredita que que o pai é amoroso à gente pode até acreditar não o pai pode nos amar mas será que eu acredito que eu sou merecedor desse amor até que ponto eu tô realmente aberto Será que eu não crio também o sofrimento com uma forma de autopunição por não me perdoar por não me acreditar que eu posso ser amado e aí eu torno a minha vida infeliz e das pessoas a minha volta ela me infeliz estão eu acho de uma certa maneira a gente poder suportar também a ideia que por mais que a gente Ache que não mereça a gente é amado e poder suportar esse amor que vem para nós e e se abrir para ele não se não pode ser não mereço ou não mas se Deus tá tá me dando então eu vou fazer o melhor uso disso né e vou aproveitar essa oportunidade E aí a evolução disso né oi só uma frase Adri se tu me permite para finalizar essa como isso é forte que quantos e quantos de nós desencarnam e continuam nesse lugar né então como é difícil isso né de de realmente entender do ponto de vista vivencial né e o quanto isso gera sofrimento né Guadalupe imagina a pessoa desencarnar nessa condição ela vai sofrer por muito tempo quantas encarnações ainda né e na e na sequência a gente vê que esse amor né no texto Joana coloca que esse amor ele vai evoluindo e ele leva o comportamento de compaixão e aí ela vai fazer uma diferenciação de dois tipos de compaixão mas a gente vê lá embaixo um terceiro tipo né então ela fala que existe uma compaixão perniciosa que não é resultado dessa dinâmica do amor profundo eh e que lamenta o sofrimento vendo como uma punição injustiça que é isso que a Guadalupe acabou de falar então Eh eh a pessoa nesse caso no exemplo que a Guadalupe deu ela vai desencarnar achando que tudo naquela existência foi uma punição uma injustiça que ele é um coitado que ele é uma vítima do do do do do destino e ele vai ficar com uma compaixão negativa perniciosa porque ele vai se colocar no arquétipo da vítima o coitado aquele que não merece ser amado aquele que não tem direito ao amor e nem amar e nem ser amado mas aí ela fala que
mpaixão negativa perniciosa porque ele vai se colocar no arquétipo da vítima o coitado aquele que não merece ser amado aquele que não tem direito ao amor e nem amar e nem ser amado mas aí ela fala que há uma compaixão pelo bem que esse sim é uma compaixão Fruto do Amor né é aquela que muda a estrutura do sofrimento é essa que mudou a estrutura né de Francisco quando quando conversa com o lobo muda a estrutura até do do instinto do Lobo então aí que a gente vê nessa hora que o amor supera uma multidão de Pecados porque esse amor que transforma né ele ele muda essa estrutura do sofrimento e leva eh a ações úteis que vai ser o que ela chama da caridade que planifica aquele que recebe não é aquela caridade que humilha aquela a caridade né mas aquela que coloca o ser né numa condição de da eh sem humilhação porque ela tem por base essa questão do amor e aí culmina com a compaixão por si mesmo não no sentido negativo mas que a gente possa facultar essa visão realista da vida impulsionando pro amor ao próximo então ela é uma alavanca propulsora de progresso eh pessoal social e coletivo né cultural enfim para aquele contexto que a pessoa vive e ela comenta né Adriana que se a pessoa tem essa compaixão se ela consegue realmente trabalhar nesse campo de de atitude de sentimento eh ela vai começar a construir um uma inteireza no seu comportamento eu me lembro daquela frase alquímica a arte requer o homem inteiro então ah começa a ver uma inteireza de atitude de postura que vai levar à abnegação a transformação eh cada vez mais enobrecedor da vida então essa inteireza de uma pessoa que tá ali realmente vivendo mais plenamente a sua existência né e e aberto para se relacionar e aberto para aproveitar qualquer experiência seja ela agradável desagradável desafiadora ouvor ável facilitadora Mas enfim a gente entra no homem criativo que a Joana coloca em em algum outro momento né da existência em contraponto ao homem astuto que parece inteligente mas é homem ainda preso aos instintos acomodados e que se mimetiza
no homem criativo que a Joana coloca em em algum outro momento né da existência em contraponto ao homem astuto que parece inteligente mas é homem ainda preso aos instintos acomodados e que se mimetiza que se aproveita porque não se acredita e porque falta essa compaixão que tu falava aí de que dá essa abertura para vir e a possibilidade então de eu poder me sensibilizar com o outro com a vida e ser atraído n né Por esta eh dinâmica Divina que permeia a nossa existência e essa compaixão é aí ela faz cessar o sofrimento porque exatamente ela que parte da emoção para ação então é É nesse momento que o ser aprende silenciar an as ofensas ele perdoa as agressões esquece o mal que praticou porque ele compreende que isso já é eh ele ele que necessita dessa ação não mais pelo outro mas por ele mesmo né eu gosto ali quando ela fala na iluminação né é um pouquinho antes ali AD se tu me permite eu gosto ali quando ela fala eh que o campo mental defeso eh ele faculta que as farpas do mal aí proliferem então o quanto é importante a gente eh ter essa noção de de responsabilidade de eh maturidade para orar e vigiar simples assim de falar né mas na na no dia a dia não é tão simples porque senão a gente realmente fica em defenso né psicológica espiritualmente e e isso é muito complicado né muito complicado e muitos de Nós realmente acabamos sendo vítimas de nós mesmos no sentido de de se deixando levar por como se fosse uma uma folha ao vento né Então aí usa o termo detergente do amor né olha só é que esse desenho de amor vai desmanchando essas forças negativas né E se a gente não se a gente não não se ocupa disso né se libertando através desse detergente do amor Tu realmente Tu abre campo para essa dinâmica frágil né dessa mente indefesa não cuidadosa que por sua vez eh favorece todas essas tanto pela sintonia espiritual né na guard pelos processos nossos que gente carregam que começam a minar nossas forças né E aí a gente não tem defesa para elas Mas tu ia falar do do homem iluminado né
tanto pela sintonia espiritual né na guard pelos processos nossos que gente carregam que começam a minar nossas forças né E aí a gente não tem defesa para elas Mas tu ia falar do do homem iluminado né Adriana é que aí essa questão aí nesse nível da compaixão onde a emoção chega na ação é aí que atinge a iluminação né a auto iluminação E aí ela ela ela conclui o capítulo dizendo que somente iluminando-se o homem supera suas dores Então ela começa o capítulo falando né que o sofrimento é geral por este né desconcerto que existe no homem e somente nessa evolução que ele vai desenvolvendo e vai se desenvolvendo Eu gosto da palavra desenvolver ou seja saindo do envolvimento né da estrutura egóica que ele vai permitir que esse self se realize ele se Mostre então aí ele vai erradicando as causas do sofrimento e e ela é então o esforço na busca íntima do self em relação ao ego né então e esse é o o fator chave então o a auto iluminação pelo amor que vai superar uma multidão dos nossos pecados né é um processo longo né que exige esforço como a benfit coloca mas que nos leva esse homem superior esse homem que gera atos incomuns né nessa natureza que a gente ainda tá cobrindo que ela coloca ligado a essa chama Divina Então essa Auto iluminação é fazer que essa chama Divina que dá dentro de nós Acenda né Essa presa imanente de Deus possa realmente eh se eh resplandecer né e chegar no seu esplendor daí que é esse homem iluminado né E a e homem da iluminado né promove também com certe né a o bem a verdade a iluminação em volta dele então eh e e aí a gente tá a gente supera o sofrimento né consequentemente não que não não vai continuar existindo dor e limitações na vida mas eu não tô mais nesse lugar da tristeza do Lamento da pequenez da Revolta da da da vítima que a gente falava ali eu tô eh superando isso naquela proposta de Jesus comigo o jogo é leve da o jogo se torna leve e eu posso fazer o amor sacrifício que empreende tarefas difíceis mas eh eh acima dessas pequenas coisas
eu tô eh superando isso naquela proposta de Jesus comigo o jogo é leve da o jogo se torna leve e eu posso fazer o amor sacrifício que empreende tarefas difíceis mas eh eh acima dessas pequenas coisas porque eu eu tô em sintonia com o que é essencial que é realmente verdadeiro e tô planificado nesse pensamento Divino que me envolve da qual me sinto Unido e e a ponto de dizer como Jesus né eu o pai somos um só quem sabe um dia a gente chega Nessa condição né gente tem uma frase dela que eu gostaria de ler que ela diz o indivíduo já não necessita da dor para alcançar as metas pois o amor lhe constitui a razão do existir em sintonia com pensamento Divino Então isso é maravilhoso né a gente ainda necessita da dor como esse despertador para fazer esse convite né Esse chamado para que a gente Saia Desse comodismo e que faça esse movimento de auto iluminação muito bem gente a Guadalupe alguma colocação a mais antes de gente encerrar o nosso estudo de hoje não então fica o convite né pra gente poder realmente trazer a bondade para perto das nossas vidas né e o convite pro próximo encontro enro nosso que é justamente o altruísmo né um caminho natural naquela proposta do evangelho que sem caridade nossa salvação então o pó seis a gente vai adentrar um pouquinho mais nesse universo do altruísmo e poder refletir mais sobre esse tema um grande abraço a todos Nossa Alegria de estarmos juntos estudando esse maravilhoso universo que a bentur nos oferece através da série psicológica
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