T7:E3 • Autodescobrimento • O Ser real (parte 2)
Dando continuidade ao estudo do capítulo um, Gelson Roberto, Adriana Lopes e Marluce Renz debatem o subitem "Interação Espírito – matéria". Neste subitem, a autora espiritual Joanna de Ângelis nos provoca a refletir sobre a visão de totalidade dinâmica entre a mente e o corpo, e entre o Espírito e a matéria. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #autodescobrimento #serreal #espírito #matéria
bem-vindo a todos é uma alegria recebê-los nesse momento especial do nosso estudo da série psicológica Joana de Ângeles nosso abraço nosso carinho rogando que Jesus nos abençoe nesse projeto onde estamos estudando o livro autodescobrimento uma busca interior né começamos Capítulo um né E já trabalhamos complexidade da energia e hoje vamos dar sequência ao capítulo 1 que é o subitem interação espírito e matéria conosco Adriana marlu que vão estar aqui debatendo esse tema tão importante bem-vindas também né E já provocando né Joana ela trazer né Essa interação essa essa visão de totalidade dinâmica né da mente e do corpo do espírito da matéria né achei muito muito interessante aqui a chamada né do primeiro parágrafo né quando ela fala que o ser humano é um conjunto harmônico de energias constituído de espírito e matéria mente pelo Espírito emoção e corpo físico que interagem em fluxo contínuo uns sobre os outros eh a minha percepção né é que realmente joona propõe uma não separatividade né espírito matéria né nessa ideia que tudo é vibração movimento aonde tem o magnetismo a eletricidade né que a gente e a gente não sabe justamente esses domínios né que envolvem a realidade da matéria do espírito e como se dá essa interação né entre essas duas realidades mas me parece né que a gente não não tem como separar uma coisa da outra como é que vocês percebem isso Qual é a impressão da Leitura vamos começar a debater Então esse tema tão atual né tão importante que tem a ver com a psicosomática com as questões né ão da Medicina que trabalha as questões da relação mente e corpo Marluci quer começar Pois é eu eu achei também interessantíssimo né porque eu acho que é um assunto que nos ocupa a todos assim como é essa interação né que ela fala que eu achei bonita essa expressão né um conjunto harmônico Então se é um conjunto harmônico em tese ele vai funcionar de uma forma harmônica salvo coisas que vão desarmonizar esse conjunto E eu quando eu comecei a ler isso eu me lembrei de duas coisas uma é
o Então se é um conjunto harmônico em tese ele vai funcionar de uma forma harmônica salvo coisas que vão desarmonizar esse conjunto E eu quando eu comecei a ler isso eu me lembrei de duas coisas uma é de uma própria citação do Jung lá no no no no eu inconsciente quando ele diz assim né que um funcionamento inadequado da psique pode causar tremendo prejuízo Ao corpo e da mesma forma que invers mente né um sofrimento corporal pode afetar a alma então vejo que na psicologia né Eh também tem essa ideia de de profunda correlação e e de profunda eh interdependência também A grande questão é que quando a gente fala do corpo a gente tende a pensar o corpo né até por um uma série de desdobramentos históricos aí como se fosse uma máquina e aí tem um problema e a gente tem que consertar uma Peça como se a peça fosse aquele problema então eu vou lá troco o pneu e tá tudo bem né e não faz a correlação entre a máquina e o condutor quem tá dirigindo né então às vezes é confuso eu acho isso para nós e eu concordo contigo J eu acho que aqui a Joana estabelece uma relação muito bonita inclusive ela nos dá nome e endereço né ela fala que emoções que afetam a gente né que afetam o corpo e que repercussões isso tem no corpo eu achei encantador o capítulo né dela falando dessa questão e e o que eu achei interessante que para falar do ser real ela começa né para fal falando num um livro todinho de autodescobrimento Ela começa falando do ser real ou seja para que você se conheça primeiramente a gente tem que partir o que que vai ser conhecido e o que é esse né do o que me compõe então eu achei interessante a forma como ela começa então não é por acaso que ela fala eh dessa questão da interação Então ela busca inicialmente falar da energia que a gente viu né na no estudo passado e agora ela fala dessa interação e dessa dualidade né corpo alma né espírito matéria e se a gente pensar na história nós já tivemos em várias outras né em vários outros momentos eh pensamentos que trabalharam A dualidade Então se a gente olhar na
dade né corpo alma né espírito matéria e se a gente pensar na história nós já tivemos em várias outras né em vários outros momentos eh pensamentos que trabalharam A dualidade Então se a gente olhar na filosofia Sócrates e Platão que foram os precursores da doutrina espírita Já trouxeram ideia de dualidade corpo alma aí na ciência decart fala de pensamento e matéria e ele conexão na pineal né então vejam duas coisas que se conectam duas coisas que se interagem Então veja arquetipico a ideia de uma interação Aí a gente vê na psicologia psicossomática como o gels falou espiritismo né Kardec coloca que espírito e matéria são dois elementos gerais e constituintes do universo e a aí ela vem falando desse dualismo interacionista que é exatamente essa essa interação essa união eh e e essas duas coisas corpo e alma se relacionando como se fossem uma coisa só e como a a própria Marluce coloca né não é como uma máquina e eu me lembro que quando eu fiz a minha pesquisa sobre transplante tinha um livro em inglês que chamava spare parts né partes sobressalentes como se o corpo fosse partes e que eu pudesse lá pegar num depósito de peças né que são os outros corpos que não estão sendo mais usados e ali colocado essas peças né então eu acho que ela traz toda essa reflexão pra gente pensar que o ser Não não é esse conjunto de peças mas que essas peças em si que seria a matéria Elas têm uma energia Elas têm uma psique e essa psique é corpo Essa psique é alma e isso tudo se conecta e se relaciona né é interessante tudo isso né porque eh e perguntaram justamente para Emmanuel sobre essa questão da relação mente corpo né E se a questão da dualidade Dom monismo né e ele começa respondendo que que é lícito considerar espírito matéria como estados de uma mesma essência imutável e aí eles estão afirma que que se estabelece a partir disso né uma unidade substancial do universo né então é disso que a Joana tá falando né existe uma unidade substancial do universo aonde Deus é a força criadora
o afirma que que se estabelece a partir disso né uma unidade substancial do universo né então é disso que a Joana tá falando né existe uma unidade substancial do universo aonde Deus é a força criadora de tudo né e e o FR do Cosmo Universal como a matéria e o espírito né a outra realidade forma então né Essa essa realidade que é universo dentro dessa Essência imutável n há um ponto de contato entre espírito e matéria que dev ser procurada que para nós ainda é um mistério mas que estabelece né Essa correlação aqui que ela tá estabelecendo que tu tá trazendo né Adriana onde ela fala realmente de maneira muito clara né Ela é muito objetiva aqui qualquer ocorrência e um deles no seu correspondente assim como né a mal também tava comentando antes né E que e e então há uma um um uma interação há um reflexo entre uma realidade e outra e é uma comunicação também né É porque a Joana vai em outros momentos falar que quando essa essa comunicação quando não há o entendimento das do corpo onde o Espírito por algum motivo ou rejeita ou não não reconhece né o corpo isso vai gerar uma série de dificuldades do ponto de vista da formação da estrutura egóica então é tão importante essa relação essa interação espírito matéria mente e corpo que a construção da nossa identidade psicológica que é o ego se dá a partir justamente do corpo isso a psicologia vai dizer o vai dizer e a Joana vai dizer também que a nossa imagem psicológica começa a partir das experiências eh primárias do bebê a pelas Sensações corporais então a gente vê como essas duas dimensões estão interligadas são essenciais na construção não só da do equilíbrio saúde eh física e mental mas da própria construção da nossa identidade psicológica né Eu acho importante isso né para ver como essas duas realidades tão muito realmente presentes como uma totalidade né E e essa questão que estão trazendo aí de quanto uma influencia e perturba a outra né é sem dúvida eu tava pensando né que lá na antiguidade lá na Grécia antiga no templo de epidauro né do ascp que é
E e essa questão que estão trazendo aí de quanto uma influencia e perturba a outra né é sem dúvida eu tava pensando né que lá na antiguidade lá na Grécia antiga no templo de epidauro né do ascp que é considerado um dos Pais da Medicina já falava dessa relação de do corpo da mente né porque no templo dele que as pessoas iam para para receber a cura se curava o corpo e a alma e a mente né Então tinha não só a parte das terapêuticas né do do corpo mas também tinha a biblioteca tinha o lugar da música tinha o lugar dos esportes e na entrada do templo tinha uma frasezinha que dizia sim ó eh puro deve ser aquele que entra neste templo perfumado e pureza significa pensamento sadios e aqui a Joana começa a dizer que uma das coisas que promove essa desarmonia entre a matéria né e o Espírito são os pensamentos né ela começa trazendo assim né que os efeitos perniciosos no corpo causados pelos pensamentos em desalinho pelas emoções des nadas pela mente pessimista e inquieta né na aparelhagem celular então essa profunda relação né já tava trazendo que o nosso corpo compõe né a a nossa própria identidade né aquilo que a gente pensa né E vai gerando vai afetando diretamente né a nossa o nosso organismo né provocando não só doença mas também provocando saúde se a gente pensar na atitude quando a gente muda a nossa atitude o quanto o nosso corpo reage né Trabalhando diretamente nosso sistema imunológico inclusive e aqui tá colocando das emoções fortes né e o quanto que realmente a gente percebe quando você tem uma forte né Eh por exemplo você passa por um assalto então você sente a descarga de adrenalina a boca seca né E você sente o coração palpitando Então veja né então ela coloca que determinadas emoções fortas né o medo a cólera a agressividade o ciúme provoca uma alta descarga de adrenalina na corrente sanguínea Graças às glândulas suprarrenais por sua vez ação emocional reagindo no físico nele produz um aumento na taxa de Açúcar forte contração muscular em fase da volumosa
de adrenalina na corrente sanguínea Graças às glândulas suprarrenais por sua vez ação emocional reagindo no físico nele produz um aumento na taxa de Açúcar forte contração muscular em fase da volumosa irrigação do sangue na sua capacidade de coagulação mais rápida e aí a gente vai ver né artrite diabete hipertensão causada exatamente por essas questões dessa alta descarga né Eh no corpo da dessas desses neurotransmissores enfim né desses elementos que vão afetar no nosso sentimento e vão eh frequência e duração se eu tiver apenas um lapso de agressividade de irritabilidade tranquilo mas se o meu dia for todo permeado por estas emoções né numa alta descarga de adrenalina aí eu posso estar lesando esse corpo e eh é interessante isso tudo né porque a gente vai ver essa esse degradê né que o Yung vai trabalhar quando ele trabalhar a noção de psico né que tem a ver com a ideia de corpo Sutil né e a Joana vai trabalhar muito essa ideia de corpo Sutil né Eh aonde essa essa interação se dá nesses vários níveis né do mais mais físico mais material ao mais Sutil e vice--versa né então a gente tem realmente de um lado a o pensamento enquanto Campo mental onde o pensamento é essa força vibratória né que que envolve não só o pensamento enquanto forma Então mas sim a vontade eh o sentimento né e e aonde a emoção acaba tendo esse espaço intermediário né então Eh nesse Campo pel espiritual onde a realidade tanto tem uma faceta virado para o espírito como uma faceta virado para para o corpo para de material então Eh as emoções eles transitam de maneira a eh eh fazer a muito essa ponte né entre uma uma realidade e outra né e e a Joana ela vai colocar que justamente as emoções fazem parte do nossa natureza animal e e que não pode serem destruídas né E por fazerem parte da natureza tem que ser canalizadas foram eh digamos assim serve para ser canalizada em favor do engrandecimento da Alma da cultura da arte e assim por diante então tu vê assim né a tudo que que toca a emoção toca eh diretamente a
zadas foram eh digamos assim serve para ser canalizada em favor do engrandecimento da Alma da cultura da arte e assim por diante então tu vê assim né a tudo que que toca a emoção toca eh diretamente a questão fisiológica né então não tem como separar emoção de reações físicas né toda emoção vai ter alguma repercussão física seja positiva ou negativa porque o mundo da emoção é o mundo da fisiologia né É do campo ainda fisiológico né E claro junto com a emoção por tant emoção tem sentimentos tem fantasias crenças que são Mobil que mobiliza essas emoções mas quando a gente mobilizou emoções a gente já tá nesse campo então mais fisiológico né é é b interessante isso que eu tava pensando nisso que A Adria tava falando né Por exemplo do medo né então o medo H tem medos que são reais mesmo né e e por exemplo Fomos assaltados ali ficamos com medo né agora quantos medos que na realidade são imaginários nossos né tem a ver com pensamentos disfuncionais tem a ver com uma forma de olhar a vida né E que a a toda a ideia aqui do livro de autodescobrimento né quando eu começo a conectar então com isso e entender mas que medo é esse a minha vida é permeada pelo medo e daqui a pouco eu vou tão sendo permeado pelo medo que eu vou entrando num estado de estress e o estess que Durava uma semana acaba virando um estress crônico e quando vê eu tô comprometendo todo o meu sistema né porque eu ti Fiquei desconectada em mim e não consegui reconhecer que aquele medo talvez fosse excessivo não consegui né então ao mesmo tempo que a gente é tomado por isso eu fico pensando se também essas emoções fortes assim elas não são uma chave importante de uma busca interior Nossa mas dizer mas espera um pouquinho como é que eu encaro a vida né e sem que a gente perceba ao longo do tempo as coisas vão tendo uma repercussão em nós quantas emoções nós tivemos que passar ao longo da vida para chegar por exemplo a isso eh eh eh se manifestar no corpo como uma hipertensão como um problema cardíaco né Quantas
uma repercussão em nós quantas emoções nós tivemos que passar ao longo da vida para chegar por exemplo a isso eh eh eh se manifestar no corpo como uma hipertensão como um problema cardíaco né Quantas coisas que eu não fui questionando que eu fui vivendo de de uma forma muito automática inclusive desprezando o meu corpo às vezes porque o nosso corpo sinaliza coisas e aí vem uma questão interessante né que o sintoma também é uma forma da gente olhar pra gente né então o sintoma ele diz assim agora tu vai ter que olhar para essa dor de cabeça não tem porque ela fica ali latejando né e a gente né a gente quer trocar a peça né quer trocar a peça e aí a gente olha né marl a doença como um símbolo né Isso que é bonito o que que é essa eh patologia o que essa enfermidade simboliza da minha alma né porque a gente acha que o símbolo é um sonho não né então a doença me diz algo eh que eu não sei de mim e esses eh essa semana ainda eu tava trabalhando com um paciente esquizofrênico na caixa de areia e ele tem muito Delírio persecutório e ele tem um quadro obsessivo muito grande e aí foi tão bonito que o cenário que ele monta todos eles né então ele monta duas eh ele fez toda uma cerca ele queria fazer mas ele não conseguiu aí ele pedia que eu conectasse as cerquinhas né o ego ali o que cerca o que delimita o que separa e aí eh eh depois que eu montei o ego que eu que eu fiz o o o campo aí ele ele coloca duas cenas em que Ah tinha os porquinhos e algo atacava Aí tinha uma outra cena de cachorrinhos e algo atacava então aqui o quanto o medo né um medo eh real Imaginário enfim eh mas a um medo eh desagregando essa psique então aqui quando ela diz que cada enfermidade física traz um componente psíquico emocional ou espiritual correspondente ali foi bem Evidente porque trazia sim um componente obsessivo né aqui diz em razão da desarmonia do espírito e matéria lá no início a A marlu mesmo colocou né que que eh esse conjunto harmônico quando algo quebra essa harmonia isso pode colocar em forma aparecer em forma de
em razão da desarmonia do espírito e matéria lá no início a A marlu mesmo colocou né que que eh esse conjunto harmônico quando algo quebra essa harmonia isso pode colocar em forma aparecer em forma de uma enfermidade né Eh eh tem dois pontos que tá trazendo que eu acho importante né Essa questão da harmonia porque Joana ela vai realmente eh reforçar em vários momentos a ideia do ser humano como o ser ético e estético né e a estética fala da beleza e da harmonia então no universo eh e esse amor divino se revela em beleza em harmonia Tod o universo compõe sempre harmonia e e todo o movimento do universo eh prima por por esse equilíbrio e por essa harmonia tudo que foge ao equilíbrio volta ao movimento natural né de re de buscar retomar essa harmonia esse equilíbrio que constitui de uma certa maneira essas configurações que envolvem a beleza e a e o amor como também uma dimensão ética né porque eh de uma a minha estética como expressão da minha vida também é minha ética também é meu jeito de ser se mostrar enquanto valor e e da maneira como eu me comporto e me relaciono com a vida né Então essas duas coisas estão muito juntas né então quando te traz para essa questão que estão trazendo aí na da da da emoção né da quanto as emoções acabam eh perturbando ou serem também fruto da própria perturbação do espírito né e eu tava procurando lembrar onde é que a Joana fala sobre as emoções de maneira específica naquilo que eu comentava antes é no livro Lições para a felicidade onde ela vai dizer que eh que que essa que que que elas envolvem tudo e que essa que essa força é neutra em si mesmo acho isso interessante porque quando Kardec também vai perguntar sobre as paixões eh ele vai dizer que as paixões não são necessariamente má né é conforme a direção que se dá Então as emoções né elas não são nem boas ou nem nem ruins são são um tempero da vida né e Joana vai falar que elas são tão maleável e são receptivas que vão alterando sua Constituição de acordo com os elementos mentais que estão interpenetrando né no
m ruins são são um tempero da vida né e Joana vai falar que elas são tão maleável e são receptivas que vão alterando sua Constituição de acordo com os elementos mentais que estão interpenetrando né no nosso campo eh daí interno e emocional então eu vejo já a emoção né como um resultado uma resposta né da nossa eh da nossa forma de lidar com a vida né então o medo já é uma resposta né A raiva é uma resposta alguma coisa acontece e aciona a minha emoção e a minha emoção né é uma resposta do espírito né porque eu posso sentir medo eu posso sentir tranquilidade eu posso sentir compaixão eu posso sentir raiva eu posso né tem Tem tantas respostas que eu posso dar então de um lado né A essa emoção enquanto veículo da almen neuta e pega o tempeiro a cor eh ligada a a a nossa dimensão interna né produto do nosso Estado interno e consequentemente essa emoção retorna pro nosso corpo ou seja há uma descarga né uma descarga de várias eh elementos né da que que que vão afetar daí o equilíbrio do corpo e ela vai colocar nesse nesse livro né lições para a felicidade né que ninguém pode bloquear as emoções ou viver sem elas né E que toda a emoção recalcada toda emoção reprimida eh reaparece como vigor Em algum momento imprevisto né então de uma certa maneira eh ela também tá dizendo assim olha Eh vamos ter que tentar resolver isso de uma outra maneira porque a emoção faz parte da nossa natureza né Eh como uma energia fluídica que recebe a vibração mental assimilando né o conteúdo emocional né E que de uma certa maneira repercute então no nosso corpo reprimir a emo eh não resolve porque a Joana falou que a gente não pode não tem como blocar as emoções e aí então ela vai trazer né A partir disso várias possibilidades né de quant essas emoções não trabalhadas ou reprimidas né que tu reprimes só naquele momento mas o corpo acaba se funcionando como um amortecedor daí D suas emoções e que vai se refletir então em essas nessas várias nesses vários sintomas que ela cita aqui né é profundo isso né Gelson E aí pensando
corpo acaba se funcionando como um amortecedor daí D suas emoções e que vai se refletir então em essas nessas várias nesses vários sintomas que ela cita aqui né é profundo isso né Gelson E aí pensando nessa ideia da Adre né da da da doença como um símbolo assim eh quem trabalha um pouco essa ideia é a que cham de Medicina arquetípica né Tem um livrinho eh que não me lembro acho que é medicina arquetípica o nome mesmo né que vai trabalhar essa ideia da de de nós né como seres do e que existem então traços né da da que que saudáveis que a gente valoriza existem aspectos nossos né que são sombrios escuros que a gente não admite que ficam escondidos né que ficam no inconsciente o que que acontece Então isso que vai pro nosso inconsciente aquilo que a gente ao longo da vida não consegue lidar não pode lidar em algum momento ele diz assim ó tem uma tendência curiosa de decair no corpo Então vai pro corpo né E aí o que que qual é a ideia nessa disso né é que o corpo chama atenção então ali não tem como tu fugir daquilo tu vai ter que olhar para aquilo e aí por exemplo né uma pessoa vamos pegar então um como a depressão por exemplo a depressão tu vai ter uma série de de de parâmetros de sintomas para dizer não essa pessoa tá com depressão então tem algo que é comum assim né que tem a ver com sintomas mas a por qual é a razão que eu deprimo ela é diferente da razão porque a Adre vai deprimir que o Gelson vai deprimir e aí é que tá então vem esse sintoma pra gente poder entrar em contato Talvez né com emoções que eu não pude trabalhar né uma pessoa por exemplo que tem um sentimento Assim de impotência né nunca posso dizer não nunca posso nunca tenho voz nunca e aquilo vai indo ao longo da vida então esses sentimentos vão gerando e desorganizando até que vem então a doença né então nessa profundidade que tu tava trazendo já S eu fiquei pensando se os nossos sintomas então também é uma via de acesso ao nosso campo emocional né fazendo com contrário Exatamente é eu esqueci de dizer isso porque tudo o meuo
tava trazendo já S eu fiquei pensando se os nossos sintomas então também é uma via de acesso ao nosso campo emocional né fazendo com contrário Exatamente é eu esqueci de dizer isso porque tudo o meuo é para chegar na Adriana na questão do símbolo né E aí tu complementou porque se essa energia fluídica é neutra né e e ela pode ganhar cor e a e as possibilidades justamente É porque ela né simbolicamente né a aos nossos estados mentais e espirituais então de uma certa maneira a emoção é veículo né dessas condições Que Nós criamos enquanto realidade interna né vibratória nossas eh e e aí entra toda a a a complexidade que a Joana apresenta ali no capítulo de n energias e fatores internos que estão interagindo em maior ou menor conflito e em desarmonia mobilizando essa descarga toda emocional que já é uma uma mensagem já é uma comunicação né já é uma resposta nesse nível mais arcaico mais fisiológico né então de uma certa maneira a própria emoção em si já é já fala algo né E quando é o corpo Ancora né porque ele ele eles né e recebe a carga emocional e reflete no sintoma daí tu tem uma imagem você toma com uma imagem que daí eh dá uma uma eh uma expressão mais exata né do que está simbolizando que tá significando aquele processo que tá escondido lá que não posso não ter consciência mas que tá com como tu falou né marúcia se refletindo de igual maneira na minha vida né E aí a gente vê a importância de Kardec quando fala da questão do intelectualizar o instinto porque é isso que o Gelson coloca não o instinto Não dá para ser arrancado né na na Gênese ele fala que quanto mais sobe quanto mais a gente vai vai intelectualizado o ser vai se intelectualizado a gente usa menos um instinto mas ele está ali né ele está e ele se mantém Então esse instinto ele precisa ser apenas intelectualizado e aqui ela vai falar né que esses impulsos primitivos do corpo são exatamente esses instintos aqui ela coloca ó não disciplinado então o problema não é o instinto em si que é isso que o gels fala ele é neutro né
vai falar né que esses impulsos primitivos do corpo são exatamente esses instintos aqui ela coloca ó não disciplinado então o problema não é o instinto em si que é isso que o gels fala ele é neutro né então nós teremos instinto de luta Sim nós teremos instinto de fuga Sim nós temos o instinto sexual o instinto né todos eles instinto materno que há uma grande debate na psicologia muitos psicólogos falam que não existe o o instinto materno Mas isso não vem ao caso né Mas o importante não é tê-los mas sim eles precisam estar disciplinados por aqui que ela vai colocar uma vez que esse instinto me toma né não sou eu não eu não eu posso pelos mas eles não podem tomar a mim Eh de sobressalto e eu ser eh vítima né desse meu instinto aí eles vão ela ela complementa quando esse impulso tá indisciplinado aí vai gerar o estado ansioso ou depressivo Então veja né muitas vezes uma depressão uma ansiedade tendo como base num instinto não disciplinado a sensação de inutilidade né aquilo que vai gerar lá na frente o vazio existencial o receio ou inquietações que se expressam ciclicamente Então veja aqui até a questão do bipolaridade né então ciclicamente eu fico eh deprimido de repente ciclicamente eu fico em Mania Então veja tudo isso né ao longo prazo podendo virar uma neurose uma psicose uma perturbação mental então a importância do auto descobrimento de entendermos que sim nós somos seres duais temos corpo temos espírito que esse corpo e espírito tem a questão do perispírito que é no perispírito que fica alojado todas essas questões né e de repente como essa interação acontece E como que eu posso ir formando a enfermidade que são estes símbolos de que eu não estou em Harmonia comigo mesmo como universo né já que o universo tem um ritmo que é outra lei do Hermes que eu adoro que então tudo tem um ritmo tudo tem um movimento e quando eu saio desse movimento do todo eu então posso criar essa enfermidade como é que a gente poderia chamar de outra forma isso isso de impulsos não disciplinados né porque eh
do tem um movimento e quando eu saio desse movimento do todo eu então posso criar essa enfermidade como é que a gente poderia chamar de outra forma isso isso de impulsos não disciplinados né porque eh de uma C mana quando a gente fala em não disciplinados a gente remete a algo que perdeu o controle ou que tá exagerado ou que ganhou um caráter né como tu tá falando né Adriana eh mais compulsivo né mas o que seria esse indisciplinado porque de uma certa maneira tem a o ego né nossa consciência que tem que lidar com essas tendências né mas essas tendências já é né como a gente vê no Livro dos Espíritos né na própria Joana a colocar na própria Gênesis também né um reflexo da da dos valores e da natureza do espírito né então é indisciplinado é porque eu de uma certa maneira psiqui o instinto de maneira a a me identificar e tirar do instinto algo que que e tornou ele exagerado né e compulsivo né Por exemplo o animal ele não come mais do que deve comer né E se ele é regido pelo instinto ele vai ter o c sexual quando e sentir o cheiro da fêmea que tá no cio né Nós humanos subvertem o instinto né então quando a gente tá num excesso de por exemplo nas nos transtornos alimentar numa compulsão alimentar né quando el Fala em como disciplinar essa compulsão alimentar Então essa compulsão alimentar já é uma parte minha como a Mar falou desconhecida né e a j fala isso aqui no livro não no parágrafo anterior ao que Adriana colocou né conscientizar-se dessa realidade é despertar para valores ocultos que que não interpretados continuam produzindo equilíbrio somatizando doença ou seja esse inconsciente né que então eu enquanto espírito Eh condicionei meu instinto e de maneira subjetiva né Ou seja eu fui buscando prazer Sensações preencher minha carência na no alimento e quando vê aquele impulso se tornou mais forte do que a minha capacidade de dominá-lo porque a minha dimensão espiritual eh se inclinou a distorcer ele e em busca da Sensações e dos processos emocionais e psicológicos da qual ele me
nou mais forte do que a minha capacidade de dominá-lo porque a minha dimensão espiritual eh se inclinou a distorcer ele e em busca da Sensações e dos processos emocionais e psicológicos da qual ele me serviu naquele momento então eu de uma certa maneira construo esse caminho da qual depois eu tenho que lidar dizer puxa eu desix o né aticei meu animal interno né ele tá correndo que nem doido agora como é que eu faço para parar né mas isso já é fruto desse processo que tá falando de uma psiquica do instinto né a gente vai intelectualizado o instinto mas essa interação do instinto pode não ser eh favorável né pode ser próprio de um processo que a gente use mal esse processo que tá tá subjetiv já criando valores sentido a partir de desse impulso instintivo que pode ser direcionado de maneira favorável se utilizado e e vai sendo então Eh elaborado por processos mentais refinados ou não né a gente vai num processo de de aprisionamento né Desse campo instintual porque o grande risco é de se cair exatamente nessa tentativa de de de intelectualizar o instinto e pra repressão do instinto e essa repressão gera sintoma também então olha como isso é Sutil e delicado e teno essa barreira entre intelectualizar o instinto e reprimir o instinto porque o instinto eh ele tem que ter Eu gosto da imagem que o que o Marlon coloca no livro cultivo das emoções que ele fala assim que a que as emoções são como plantas que precisam ter um espaço adequado no jardim e que até o mato ele precisa estar no Jardim eh num local certo né eu preciso deixar ele num local que ele não cresça o suficiente que mate as outras plantas mas eu não preciso acabar com o mato porque o mato faz parte do jardim também Então veja então Eh por isso que é muito delicada essa questão de saúde e doença Porque nessa interação aí entra a frase do do Freud quando ele diz que nós seríamos bem melhores se não quiséssemos ser tão bons porque na tentativa de intelectualizar o instinto né dessa psquica desse instinto a gente tem uma
entra a frase do do Freud quando ele diz que nós seríamos bem melhores se não quiséssemos ser tão bons porque na tentativa de intelectualizar o instinto né dessa psquica desse instinto a gente tem uma tendência a reprimir isso e falar não isso não é meu Isso não existe em E aí a gente tá excluindo uma parte significa cativa da psique que ela enquanto corpo vai reagir e vai eh e vai trazer algo é aqui que entra essa questão do sentido da doença né que a Joana fala aqui que a harmonia entre espírito e matéria deve verger em favor desse equilíbrio do ser que desperta para atribuições e finalidades elevadas né só que a enfermidade então ela vai ser considerada um processo de purificação então existe uma finalidade Mas ela precisa ser né e a partir do momento que eu reprimo o instinto eu Gero algo maior aí que eu vou est gerando uma ansiedade uma depressão porque eu estou arrancando algo precioso pra psique eu fiquei pensando no que vocês dois estão falando né que quando eu eh ou reprimo ou se fico demais o instinto de qualquer maneira eu perco essa harmonia que ela tá dizendo ali eu perco a conexão com o corpo porque quando né Eu me eu me desconectei do meu instinto eu já perdi aquilo que era necessário então ou eu como demais ou eu não como né ou eu reprimo o instinto sexual ou aquilo vai no excesso né então é muito interessante essa questão da da e a gente e é engraçado né que nesse momento que a gente tá vivendo ao mesmo tempo né que o corpo parece ter uma primazia a há também uma desconexão das necessidades reais do corpo porque a gente tende a um excesso muito grande com o corpo né ou é um cuidado excessivo ou a gente desgasta demais esse corpo né E aí a gente tem todas as enfermidades lá da ansiedade da dificuldade das pessoas de dormir de regular né o nosso ritmo e e e aqui né Adri quando tava lendo ali da enfermidade como processo de purificação eu eu eu fiquei muito nessa imagem da Purificação e fiquei pensando como é que a gente vai purificando algo né purificando uma água né é um processo
ndo ali da enfermidade como processo de purificação eu eu eu fiquei muito nessa imagem da Purificação e fiquei pensando como é que a gente vai purificando algo né purificando uma água né é um processo lento assim que vai passando né por várias etapas e e e eu fiquei pensando como que vai purificar né daí eu fiquei imaginando é realmente uma doença ela ela vai botando um monte de coisa em jogo ali né Então aquela a a ten uma dificuldade muito grande por exemplo de de ser cuidada né de depender de alguém aí vem uma enfermidade e eu vou tendo que e trocando né aquilo ali daquele orgulho trocando por uma resignação por uma certa obediência né eu achei muito bonita essa imagem de purificação onde eu fico pensando que é uma troca lenta de coisas né e por isso que às vezes pode levar uma Encarnação inteira né ela inclusive né mar Lu fala que é é imprescindível uma frase que eu achei genial dela é imprescindível um constante ser do indivíduo então de uma certa maneira essa Purificação é um processo né que envolve compreensão elaboração novas experiências ressignificar E assim a gente vai né observando e drenando esses fluídos do passado pelo corpo né então a gente purifica tanto eh trazendo paraa consciência trazendo pro corpo e ao mesmo tempo trazendo elementos novos que a gente vai elaborando para que a gente possa ir compreendendo né Eh conseguir dar uma outra conotação aquele impulso que antes estava voltado para uma outra na outra necessidade né por isso que na na questão 907 do Livro dos Espíritos quando Kardec pergunta se é substancialmente mal princípio originário da da da das paixões né mesmo estando na natureza o espírit o espíritos responde que não né a a poa da paixão tá no excesso que se acresceu à vontade né então o elemento aí já tá é o nosso Liv é a vontade já é a nossa natureza enquanto espírito né que vai provocando essa distorção do instinto né E aí a Joana também vai dizer mais embaixo né Eh a a a neade de criar a nós mesmos né Eh E aí que que ela vai retomar essa ideia
a enquanto espírito né que vai provocando essa distorção do instinto né E aí a Joana também vai dizer mais embaixo né Eh a a a neade de criar a nós mesmos né Eh E aí que que ela vai retomar essa ideia que nisso colocaram do quanto o homem né Eh eh é o que acalenta no íntimo né a gente é o que a gente nutre intimamente seja consciente inconscientemente através do nosso pensamento né Então tudo isso vai se refletir então assim como o universo é é um espelho da da do espírito né o o corpo é o espelho da nossa intimidade claro que muitas vezes esse espelho demora para refletir a nossa realidade mas ele vai refletir Em algum momento sim seja algo mais antigo ou mais novo mas ali tem alguma coisa que fala de nós né Eu gostei aqui onde ela coloca né E esse Você tinha dito do constante renas do indivíduo e ela fala pelo renovar da consciência Então ela fala que a gente tem que Renascer né Desse indivíduo mas como renovando a consciência né porque se a gente vê eh a a eu acho que dois capítulos à frente vai tá falando da questão das da consciência e sofrimento né onde a A consciência é é um parto dorido né da da da da Alma da a pessoa do ser e e ao mesmo tempo aprofundando-se nessa consciência vai levando um autodescobrimento que é o que ela coloca aqui né que jeito avaliando O que é como se está né Eh eh como que eu posso me tornar melhor E aí o ser vai ficando inteiro porque aí ele vai olhando o que de fato ele é vai tirando Vai se despindo das ilusões daquelas falso eu daquela sensação de que ele né do que ele acha que é E vai chegando realmente no que ele é E aí ele vai se descobrindo ele vai ficando inteiro né ele vai se tornando ele mesmo interessante aqui né quando ela diz que essa seleção de objetivos dilui a ilusão né A Miragem perturbadora elaborada pelo e é muito comum a gente ouvir pessoas né que daqui a pouco recebem um diagnóstico super difícil assim e e passam por vários processos né primeiro porque eu e depois né se tem tempo e condições né de de se renovar de
a gente ouvir pessoas né que daqui a pouco recebem um diagnóstico super difícil assim e e passam por vários processos né primeiro porque eu e depois né se tem tempo e condições né de de se renovar de consciência e um aprofundamento né a pessoa começa a se dar conta Puxa vida mas a forma como eu vivi a minha vida inteira né Eh ela começa a questionar uma série de coisas vai eu me preocupei com tanta coisa que agora eu vejo que não é tão importante então a a doença o sintoma vai trazendo uma outra forma que de alguma maneira eh eh quase que obriga a pessoa dizer tu vai ter que olhar isso aqui né só que claro como a gente tem o livre arbito a gente também pode entrar num num coisa de não querer olhar de entrar num pensamento mais vitimista mas de alguma maneira eh ela ela estimula aqui como a Joana diz né o emergir do si que rompe as camadas do inconsciente a ignorância da sua existência para assumir o comando das suas aspirações né então às vezes é por essa forma mesmo que a gente diz né que é pela dor que a gente consegue olhar e redimensionar as coisas que são realmente importantes na vida é agora é interessante né gente eh pensar assim algumas pessoas questionam Puxa mas por que que tem tem tem tanta gente ruim né que é saudável né fisicamente né que é salar como um touro né não adoece nunca e é mar né e tem gente que é boa e é doentinha né né é que a gente não pode fazer uma relação tão eh literal da complexidade desse processo todo né porque essa pessoa que como a Joana diz fomenta Vingança que é Rido por mágua por raiva ela é uma bola de enfermidade né por si só talvez ela eh o corpo não esteja ainda registrando isso né Porque isso pode isso pode aparecer daqui algumas encarnações depois não é uma coisa mesmo que a descarga emocional é imediata no corpo né porque tem duas questões aí umas pessoas não colocam no corpo porque uma de comunicação então tem algumas pessoas que que que tem uma eh tem espíritos perversos que são muito frios e equilibrados do ponto de vista de uma
tões aí umas pessoas não colocam no corpo porque uma de comunicação então tem algumas pessoas que que que tem uma eh tem espíritos perversos que são muito frios e equilibrados do ponto de vista de uma capacidade psicológica de se manter né Eh distante de não se deixar afetar emocionalmente então muitas vezes isso não vai se refletir no corpo mas vai se refletir em em perturbações psíquicas depois porque nem tudo vai pro corpo né gente então esses conflitos eles podde pegar o caminho do corpo ou ele pode pegar um caminho de um processo mental de um conflito que vai se tornar depois Em algum momento um transtorno mental numa Encarnação então eh eh toda a energia vibratória ela pode tanto ir pro corpo como ela pode acender né porque quando o Yung coloca a questão do arquétipo né e o arquétipo e o instinto é a mesma realidade né e fala do code ele fala de um de uma dimensão infravermelha que é física e uma dimensão psíquica ou espiritual ele vai dizer que o arquétipo ele pode se manifestar tanto numa polaridade como outra então essa eh essa engrenagem toda complexa depende também de como se dá esse campo de de de comunicação aonde uma coisa pode se manifestar tanto no nível psíquico ou no no nível físico né e muitas vezes essas pessoas que já tão já passaram por processo de de tomada de consciência né E já tão num nível de elaboração eh Às vezes a doença do corpo não é mais um um um um aceno de um de um equívoco já é para eliminar uma carga fluídica que tá lá e e e e apressar o processo de de de superação né então a gente não pode ver porque para mim o sintoma já é processo de cura porque a doença tá lá na atitude da pessoa na raiva na Vingança no ódio né na maldade que eu fiz esse é o é é a doença né Então isso que a chama de doença né a doença porque Como diz na na proposta oriental não existe doença existe doente né então a doença não é de um reflexo que muitas vezes já é um processo de cura de de de como a j fala de purificação de renovação de drenagem de de de busca de Harmonia né
existe doença existe doente né então a doença não é de um reflexo que muitas vezes já é um processo de cura de de de como a j fala de purificação de renovação de drenagem de de de busca de Harmonia né então a gente tem que ter esse Cuidado para não ter um pensamento muito reducionista né E aí que entra né Gelson o o que ela conceitua como a saúde integral né que então a saúde integral Não é esse corpo não ter doença mas é exatamente como a pessoa lida com o processo do adoecer e da morte em si né porque exatamente essa doença como ela já trouxe vários exemplos né Helen Keller e mesmo né todas as pessoas né ela que ela ela cita vários exemplos eh colocando como missionários que vieram com uma tarefa de pela doença trazer um ensinamento Então a gente tem um até julga né nossa aquela pessoa tá doente o que que ela fez para que ela tenha essa doença então eh eh parar com esse pensamento também eh reducionista da doença e olhar que a verdadeira saúde integral não é a ausência de doença mas é exatamente a a ausência do Ódio exacerbado do desejo de Vingança porque é isso que ela fala né da ação aqui do pensamento sobre o corpo então é esse pensamento sobre o corpo que vai lesando E aí ela fala da importância do pensamento salutar e edificante Então se tem esse pensamento que que adoece também eu tenho o pensamento edificante que vai chegar nessa corrente sanguínea revigorar o tônus muscular né celular que vai passar por todas essas células gerando Harmonia ritmo finalidade né que é eh O Despertar da da do processo do desse corpo para uma saúde né Então veja então Eh o pensamento né então o que para mim nesse nesse capítulo fica importante né que para mim Eh eu sintetizei bem seria primeiro essa questão né na primeira parte a questão da saúde e a interação espírito matéria a segunda ação do pensamento sobre esse corpo e a terceira exatamente a ação da vontade né porque muitas vezes e aí eu me lembro quando a gente estava fazendo aquela pesquisa da gratidão num dos textos que eu tava lendo traduzindo né
e esse corpo e a terceira exatamente a ação da vontade né porque muitas vezes e aí eu me lembro quando a gente estava fazendo aquela pesquisa da gratidão num dos textos que eu tava lendo traduzindo né do inglês trazia a pesquisa de um uma pesquisa americana eh de pacientes que entravam no hospital com o covid pessoas que entravam com uma postura já eh que tinha se entregue né para doença eles dificilmente saíram mas as pessoas que entraram com otimismo tendo uma visão no futuro se vendo lá na frente curadas eles auxiliavam psiquicamente no processo e a maioria saiu vivo né Então veja uma pesquisa americana mostrando a importância da vontade nesse processo eh saúde e doença e nessa interação Corpo e Alma então eh o quanto essas alavancas da Alma ajudam a impulsionar ou pro adoecer de Fato né ir culminar a mor E aí entra aquelas pessoas que ficam se colocando como coitadas a vitimização ou então essa vontade gerando uma tirando a pessoa daquele quadro e fazendo com que ele possa de certa forma sair desse quadro clínico tão difícil né É e ela traz aqui né gente ressentimentos ódios vinganças ideias não digeridas ela usa essa imagem de dardos né coisas que vão bombarde E aí tem um texto do no Palavras da Vida Eterna que ele fala do Perdão como remédio Santo né eu achei tão bonito isso né porque quando eu fico no ódio no ressentimento na vingança é uma dificuldade muito grande de entrar e Entender esse processo do Perdão n às vezes é o aut perdão é né porque essas coisas de ideias não digeridas gente nós ficamos remoendo coisas isso é mais comum separ do nosso dia a dia e às vezes a gente nem se dá conta que passo ficar remoendo aquilo né Então essa esse convite da Joana de autoconsciência assim de de olhar pra gente né de Tá mas para por que que eu tô sentindo isso que que tá acontecendo aqui que pensamento é esse que eu tô dando Guarida né e tô tô ficando aqui né então eu acho muito queixas ela fala aqui também né que coisas do nosso dia a dia mesmo que todos nós passamos né é interessante
ue pensamento é esse que eu tô dando Guarida né e tô tô ficando aqui né então eu acho muito queixas ela fala aqui também né que coisas do nosso dia a dia mesmo que todos nós passamos né é interessante porque ela ela fala conscientiza e responsabilidade né então tudo que a gente traz para luz e se responsabiliza tu tá dando um passo importantíssimo para se reconciliar contigo e gerar uma mudança né criar uma coisa nova agora se tu deixa na sombra né Essas mágoas essas eh Memórias dolorosas da Qual tu não resolveu e e tudo que fica na som né cai no inconsciente ganha força lá dentro né e e vai agregando outros elementos né E vai se condensando E aí e formando um complexo patológico que quando vê te arrasta né porque aquilo vai ganhando né que nem a formação de um tumor né aquilo lá tá lá latente Mas tu pode não desenvolver né o tumor né out tu pode desenvolver né vai depender então eh a importância dessa dessa relação eh verdadeira conosco mesmo né para que a gente possa de uma certa maneira e pelo menos em parte eh não precisar eh lidar dessa forma né de enfrentamento né não que elas não sejam válidas mas existe caminhos talvez mais favoráveis pra gente poder gerar essa transformação e não essa da dureza né da vida vi da da da do da do sacrifício do corpo ali que que tem que gritar pra gente poder perceber e ouvir né E ela diz ali né ninguém jamais sai da vida né quando ela fala da responsabilidade né então não não tem jeito no sentido de que a gente tá aqui para dar conta das coisas mesmo né Não então na medida que a gente consegue não botar tanta coisa embaixo do tapete né isso vai se refletindo nossa saúde mental na nossa saúde do nosso corpo né E nessa questão que ela coloca ali né Empreendimentos idealistas eu tava pensando como é difícil mesmo a gente se ver como espírito né por isso talvez essa nossa forma tão literal mesmo de ver a vida né e mas enfim eu eu acho que a grande questão aqui é é estar na vida né é e pagar o preço né entender também né marl que muitas doenças é a também da
essa nossa forma tão literal mesmo de ver a vida né e mas enfim eu eu acho que a grande questão aqui é é estar na vida né é e pagar o preço né entender também né marl que muitas doenças é a também da própria vida vamos ver o são frano de Assis né ele teve ele foi ele teve câncer ele teve lepra mas ele botou o corpinho dele né o sacrifício ele não comia direito ele passava frio né ele tinha uma constituição física já frágil né então de uma certa maneira né Eh eh o corpo pagou o preço com ele né então né então de uma certa forma né algum uns processos de adoecimento é inerente a própria processo da vida né com tudo aquilo que envolve e nós temos um estilo de vida atualmente né Muito doen seja pelo estress seja pela poluição seja pela pelo excesso de hormônio no alimento e tudo isso também são formas de adoecimento nosso que vão nos afetar tanto do ponto de vista físico como emocional porque também isso afeta a nossas emoções então o nosso estilo de vida e formas do mundo se apresentar faz a gente pagar um preço por isso né então eu tô trazendo isso para mostrar a complexidade que é essa essa dimensão aí da relação né espírito matéria e quanto também a gente é afetado a todo momento né assim como a gente afado pelos raios solares e magnetismos e energias né a gente é afetado a todo momento por eh radiação ular né de eh aqui foi feito um um uma pesquisa do Guaíba né para ver a composição da água e o grau de de remédios para depressão de residos tá presando na águaas vão vão tomando então né tomar água do Guaíba ia tomar já um pouquinho de do da do que sobrou né dos antidepressivos da população toda né então a gente vê o quanto a gente vai pagando o preço também por estar no mundo e se a gente não olhar para isso então essa consciência envolve esse diálogo também com a nossa realidade com que a gente faz e por isso que ela vai dizer a cada um conforme suas obras seja o que a gente faz da vida também como é que a gente se relaciona né em termos não só de de atitude né de caridade mas
om que a gente faz e por isso que ela vai dizer a cada um conforme suas obras seja o que a gente faz da vida também como é que a gente se relaciona né em termos não só de de atitude né de caridade mas também dos efeitos naturais do nosso estilo de vida então é um é um tema bastante profundo e complexo esse né porque o nosso estilo de vida fala do que tá dentro de nós né Então essa profunda correlação entre o individual e o coletivo né Uhum com certeza teria muito mais que a gente pudesse né aprofundar né e pensar essas relações das emoções com a enfermidade né mas o nosso tempo ele é curto né fica a sugestão das pessoas pesquisarem refletirem né acho sempre bom reler né Eh de novo meditando assim sobre as palavras que Joana traz pra gente porque na medida que a gente lê com calma né para as vezes a gente quer ler muito e às vezes é melhor é ler devagarinho um pouquinho de cada vez e meditar pra gente poder assimilar a riqueza dos conteúdos que ela oferece né alguma coisa mais para terminar o nosso estudo de hoje eu gostaria de pegar uma frase já que foi tão pesado né assim olhar pra gente como a gente vai criando as nossas doenças pelos nossos sentimentos voltar lá na página 11 pegar uma frase assim para mim é uma poesia que ela nos trouxe só pra gente encerrar assim né pensando nessas palavras dela ela diz assim uma fagulha pode atear um incêndio um facíl suaviza a aflição uma palavra sábia guia uma vida um gesto de amor inspira esperança e doua paz né então era isso que eu queria falar né que dessa questão né Desse que o fogo da transformação que que seja necessário pro nosso Progresso né espiritual e moral então que a gente possa com esse Gesto de Amor de certa forma inspirar esperança para nós mesmos né que a que o nosso corpinho não sofra tanto com esses dardos nossos e que se o ódio ele pode adoecer o amor é aquilo que nos cura né é e Qualquer gesto né positivo de bondade de tomada de consciência qualquer movimento da nossa mente que a gente vai educando e gerando em favor do
dio ele pode adoecer o amor é aquilo que nos cura né é e Qualquer gesto né positivo de bondade de tomada de consciência qualquer movimento da nossa mente que a gente vai educando e gerando em favor do bem já é realmente um grande passo nesse nessa caminhada né com certeza eh mesmo que a gente não veja ainda os frutos né que não apareçam pra gente mas tá ali algo acontecendo em nosso favor Muito bem gente então fica esse capítulo ainda em aberto a gente vai ainda avançar Em Mais Um item né que é o item eh eh problemas da evolução né então semana que vem a gente continua no capítulo um e para terminar esse subitem agradeço aqui a marlu e Adriana pela presença nosso carinho abraço a todos rogando que Jesus nos fortaleça cada vez mais em nossa caminhada
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