T6:E16 • O Ser Consciente • A conquista do Self (Parte 02)

Mansão do Caminho 06/02/2025 (há 1 ano) 1:02:46 175 visualizações

Seguindo com a análise do capítulo sete, intitulado "A Conquista do Self", Gelson Roberto, Marluce Renz e Adriana Lopes concentram-se no segundo item deste capítulo, que discute os "Mecanismos de Fuga do Ego". Esse tema é de extrema importância na psicologia. Na obra, a autora espiritual Joanna de Ângelis explora alguns dos mecanismos de defesa do ego, os quais são relevantes para compreendermos nosso comportamento e para evitar sofrimentos. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #serconsciente #Self #Ego

Transcrição

alô amigos mais uma vez aqui reunidos bem-vindos que Jesus abençoe nesse momento especial de mais um encontro da sée psicológica Joana De Angeles estão estudando aqui o ser consciente né que tô com ele aqui juntinho comigo Volume 5 e hoje dando né o Capítulo 7 que é a conquista do self a gente tá desdobrando esse capítulo ent encontos tivemos o primeiro onde falou sobre Justamente a ideia da Conquista do self e hoje a gente tá no segundo item que é os mecanismos de fuga do Ego né que é um um aspecto bem importante psicologia Várias escolas trabalham com esse conceito e na clínica eh isso é algo que nós todos terapeutas lidamos né com essa com essa realidade e hoje vai trabalhar sobre esse tema então eu dou as boas vindas aqui paraa Adriana paraa Marluce pra gente poder conversar um pouquinho sobre essas questões dos mecanismos de defesa ou de fuga do Ego não sei se querem já trazer alguma questão a partir daqui a benfeitora nos coloca espaço aberto PR gente começar então a fazer esse debate aqui sobre esse tema tão importante então Olá realmente é muito importante nós falarmos sobre esse tema porque se realmente quisermos né Essa questão de a conquista do self se realmente quisermos O autoconhecimento que é a proposta da série psicológica de Joana realmente é o primeiro item que nós devemos nos preocupar porque realmente o ego nessa tentativa de se manter no centro da psique ele acaba eh criando essas mecanismos para evitar que o self emerja né evitar esse eh com eh ter consciência desse processo porque realmente na primeira metade da vida a importância assim do Ego Mas a partir desse momento da da da grande crise né da virada da meia idade seria metanóia a importância sim de que o ego aprenda a ceder o l e o espaço para que essa estrutura self possa mergir né marl O que que você acha dessa questão tão importante é né e eu achei tão didático essa essa parte aqui da Joana porque a gente sabe né que tem mecanismos e defesa e tal mas eh aqui ela pega um por um e e de uma forma tão

cha dessa questão tão importante é né e eu achei tão didático essa essa parte aqui da Joana porque a gente sabe né que tem mecanismos e defesa e tal mas eh aqui ela pega um por um e e de uma forma tão didática ela vai explicando e eu acho que uma coisa interessante já para começar trazendo é que esses Mecan ismos todos nós utilizamos né eles são assim universais a gente faz uso deles A grande questão é eh quanto a gente faz uso em maior ou menor escala né e o quanto isso pode eh às vezes se se se se usa sem muita sem nenhuma consciência aquilo vai passando a determinar a forma como eu me relaciono com a vida então nesse sentido eu achei super interessante essa todo o capítulo aqui né mas essa parte assim para quem não tem familiaridade com essa temática né Eu eu acho que a a Joana Nos ajuda muito nessa nessa nessa caminhada Eu Acho interessante a gente poder entender primeiro então porque ela vai falar de alguns mecanismos de defesa ela não se ocupa de todos né ela vai se ocupar mais da compensação deslocamento projeção introspecção e racionalização não são todos os Mecan de defesa a gente pode até falar um pouquinho mais dos outros né mas acho que seria interessante a gente poder entender então exatamente o que que é o mecanismo de defesa ou de fuga né como é que a gente porque ela ela dá uma ideia aqui né que de uma certa maneira tem a ver com a dificuldade do Ego se enfrentar né e há uma de camuflar né Eh em função de não querer esse embate e esse movimento de de compromisso né de responsabilidade de superação de si mesmo mas a gente eu gostaria de esmiuçar um pouquinho mais né a gente entender um pouquinho mais a esse processo ele é consciente ele é inconsciente o que que implica isso vamos pensar um pouquinho alguém quer trazer alguma coisa mais sobre os mecanismos de defesa é é importante a gente frisar sempre que eles são inconscientes né Então realmente o ego ele não tem tanta ele tá camuflando né uma realidade que às vezes ele próprio não quer olhar para

mos de defesa é é importante a gente frisar sempre que eles são inconscientes né Então realmente o ego ele não tem tanta ele tá camuflando né uma realidade que às vezes ele próprio não quer olhar para isso então eu sempre coloco né a pessoa quando tá passando por uma dificuldade tão grande ela fala assim eu não quero nem falar sobre isso e realmente ela não fala e ao não falar ela vai soterrando esse esse objeto de dor né A dor a dificuldade a doença né a morte principalmente a gente vê A negação é um dos mecanismos que ela não coloca aqui mas é importante sempre prisar na negação a pessoa realmente não vê aqui não é que ela nega assim ah eu não tô vendo que que a Marluci tá me perseguindo não é isso que nós estamos falando não é uma negação assim egóica de de não querer olhar para isso mas realmente a pessoa né no no caso do luto A negação seria assim a pessoa fica esperando que aquele ente querido volte mas ela sabe que ele faleceu né Mas por que que ela fica esperando porque é totalmente inconsciente isso então é importante que ela nesse início ela já fala né habituado ao não enfrentamento como self o ego camufla sua resistência a aceitação de uma realidade profunda então ele faz uma resistência um movimento contrário para não aceitar para não ver E aí esses mecanismos vão sendo formados de forma inconsciente Então acho que já daria pra gente partir por esse ponto né Gelson Uhum é a tentativa do pode falar mar não a tentativa do Ego sempre é evitar o conflito né Andre por seja esse conflito seja um conflito real seja um conflito Imaginário então é um mecanismo né pelo qual ele tenta excluir da consciência esses conteúdos que para ele é difícil de lidar ou são eh indesejáveis só que claro a gente falando parece que a gente tá sabendo o que tá acontecendo mas não isso acontece a revelia da consciência né justamente para que não venha à tona só que é como a a a Joana diz ali né então de uma certa forma quer ocultar a realidade né Por porque ainda não tem condições ou

contece a revelia da consciência né justamente para que não venha à tona só que é como a a a Joana diz ali né então de uma certa forma quer ocultar a realidade né Por porque ainda não tem condições ou não consegue dar conta disso é eu acho que é importante a gente poder pensar em dois aspectos aí em relação a a de de defesa tem a a a a questão realmente da fragilidade do Ego né Tem pessoas que realmente tem uma estrutura eh eh emocional uma identidade enraizada e numa condição muito precária né que tem uma tendência então a descompensar muito facilmente né com poder levar a uma uma doença mental uma questão de desestruturação que pode ser muito perigoso Então nesse sentido ela tem que realmente criar uma defesa então tem a defesa que realmente ameaça verdadeiramente o ego porque é um ego com pouco recurso né então isso daí ela necessária né a própria Joana Em outro momento vai dizer que a gente não pode querer romper com as defesas da pessoa de maneira muito abrupta porque isso pode descompensar ela né e tem as defesas que é do Ego preguiçoso do Ego irresponsável do Ego que não quer crescer do Ego que não é porque ele não tenha capacidade enquanto estrutura emocional é porque ele realmente não quer abrir mão né dessa dessa dessa dimensão infantil n e e aí ele realmente acaba eh eh camuflando né Fazendo de Conta que ah não é comigo né ou né deixa mais um pouco assim Vou empurrar com a barriga porque daí assim eu ganho tempo né então a gente tá falando de um ego que realmente não quer né ter esse enfrentamento com selfie no sentido de gerar uma consciência mais responsável e mais comprometida né com com a realidade né então a gente tem esses dois essas duas situações eu acho que é muito presente e no mecanismo de defesa a gente tem que entender né quando é que esse mecanismo de é um efeito tampão necessário que se tu romper realmente cai a casa né é um é um pedaço de Madureira segura na estrutura não pode tirar e quando a pessoa faz de conta né que é que é que é manco para

e é um efeito tampão necessário que se tu romper realmente cai a casa né é um é um pedaço de Madureira segura na estrutura não pode tirar e quando a pessoa faz de conta né que é que é que é manco para passar bem mas pode caminhar né então são coisas diferentes né Essa estrutura ali realmente é parca E se eu tirar aquilo ela cai ou ele tá fazendo de conta né querendo escapar para não se comprometer com a vida e e de qualquer maneira em qualquer situação o ego vai lançar mão realmente desses dessas defesas que ele cria para poder lidar com a realidade né eu me lembrei só para compartilhar de um de uma pessoa que eu atendi há un H uns anos atrás que ela idealizava ela tinha uma idealização assim tremenda com relação a um determinado familiar e era olhos vistos assim que aquilo não podia ter um dado de realidade mas justamente assim eu senti um certo receio em mexer naquilo porque aquilo era fundamental paraa organização daquela pessoa então ela não poderia se deparar com aquela realidade brutal que era de uma hora para outra né e e e esse familiar assim muito comprometido com traços antissociais uma questão bem difícil mesmo então toda aquela aquela aquele cenário que ela criou que ela imaginou aquilo era organizador para ela por outro lado me lam de uma outra pessoa que que Ao contrário a idealização vinha a serviço dela não querer lidar com as dificuldades que tinha naquela relação naquele casamento então aquele marido era maravilhoso e tal mas na realidade ela não queria ver porque ela não queria passar o trabalho de dizer não vamos ver o que que tem aqui que precisa ser ressignificado né então a mesma o mesmo mecanismo de defesa era usado em contextos diametralmente opostos né Uhum é interessante né que que realmente a gente vê assim que e que então todo esse mecanismo ajudam oo ego evitar a dor e o sofrimento né que que que é causado quando gente entra em contato com a nossa verdade íntima né ou seja eles impede a gente de poder eh tomar despertar né para para nossa realidade

go evitar a dor e o sofrimento né que que que é causado quando gente entra em contato com a nossa verdade íntima né ou seja eles impede a gente de poder eh tomar despertar né para para nossa realidade criar um campo de mais amplo de de de de de percepção de consciência de de de conhecimento de si mesmo em algum momento esse sofrimento realmente ele é insuportável né e e eu não quero e não posso ver porque é difícil a gente vê até no plano espiritual que às vezes a espiritualidade Ela não ela não choca o espírito com a verdade de uma hora para outra né muitas vezes P desencarnou né tá lá ou ela acha que é muito boazinha e não tá bom faz de conta que tu boazinha faz de conta que tá viva ainda no corpo de carne e naturalmente eles vão criando elementos para poder né ir despertando aquele espírito paraa realidade né agora quando essa esse impedimento impede o crescimento né daí realmente e em vez de evitar o sofrimento a gente tá querendo sofrimento maior ainda ainda porque mais tarde de qualquer forma a gente vai ter que se confrontar com aquela realidade que a gente não quer ver por isso daquela importância né frequência intensidade e duração então em algum momento é necessário para para essa estrutura egóica essa defesa que como o nome já diz é uma forma dele se defender Mas a partir do momento que ele começa a usar numa frequência enorme prolongada numa dur ação muito grande isso vai se tornando patológico porque ele impede a possibilidade do próprio eixo ego self né o próprio eh eh ele vai impedindo eh do Ego perceber que na psique existe uma Instância maior que ele ele ali é um funcionário da psique ele não é o dono da psique e às vezes nessa uma estrutura muito narcísica que ele quer ser o centro do universo realmente ele vai construir em torno de esses essas defesas muito grandes para realmente não entrar em contato nem consigo mesmo quanto mais com o meio externo né então esse ego que nós vimos que é um centro importante da estrutura psíquica que ele precisa se relacionar

des para realmente não entrar em contato nem consigo mesmo quanto mais com o meio externo né então esse ego que nós vimos que é um centro importante da estrutura psíquica que ele precisa se relacionar com os conteúdos internos e externos a partir de um determinado momento ele para evitar né A dor para evitar o sofrimento ele foge eh de uma forma até infantil né porque um dos mecanismos é a própria regressão Então a gente vai ver que a regressão A negação anulação supressão né Eh eh a a Joana não comenta aqui ela não fala por porque ela vai trazer esses cinco mais comuns eh como a compensação deslocamento projeção a introjeção e a racionalização porque primeiro são os mais utilizados e aqueles que são mais fáceis da gente identificar e e e a importância da gente já começar a perceber né em que momento eu eu introjeta né e isso é tão automático porque aí assistimos na televisão aí o super herói E aí o quanto eu introjeta desses desses conteúdos para poder me sentir mais forte enfrentar a vida né então interessante como que as pessoas precisam eh disso eu me lembro que tinha um paciente que tava indo para Um transplante E aí ele pegou toda a liga da justiça e assisti todos os filmes de superhero possíveis antes Deli pro transplante né então a importância que esse ego precisou de tirar forças de todo lugar para ele poder eh eh entrar em contato com uma realidade eh e e desse enfrentamento então quando ela vai falar dessa introjeção é importante em alguns momentos a pessoa buscar essa força né é igual o modelo e guia quem é o modelo e guia da humanidade é Jesus Mas a partir do momento que ela só olha e acha que ela é esse eh Esses são esses super-heróis Aí sim é algo é É um mecanismo de defesa porque aí ele deixa de ser realmente quem ele é perde noção do limite de quem ele é para ele assumir algo que não é dele né algo que escamoteando a realidade dele próprio é a gente já pode entrando Então realmente né Adriana no mecano de defesa e tu falou na na negação né que eu acho que

ele assumir algo que não é dele né algo que escamoteando a realidade dele próprio é a gente já pode entrando Então realmente né Adriana no mecano de defesa e tu falou na na negação né que eu acho que um dos eh muitos mecanismos de defesa né começa com A negação tem então eh acho um um processo aí bem básico né que é de um lado a repressão e A negação e de outro lado A projeção então A negação tá por trás de muitos mecanismos de defesa primeiro tu nega né ou tu reprime na no recalque ou na repressão tu eh Há um um é uma algo insuportável daí tu impede que aquele impulso venha à tona que então algo que que cause ameaça seja desejo ou algum conflito pensamento chegue à consciência e então ess é uma repressão e na negação tu tu tenta esquecer né tenta eh jogar para para pro tapete a sujeira ou ou por lugar in do inconsciente é algo que tu não quer reconhe em você então de uma certa maneira A negação ela tá muito presente né porque tu nega para projetar tu nega para poder de uma certa maneira fazer uma formação reativa ou uma idealização e assim por diante então A negação acaba sendo um mecanismo muito básico da gente na forma de lidar com a com com a realidade né Eh que é o que faz a criança a criança Fecha os olhinhos faz de conta que ninguém tá tá vendo ela né então a gente a gente faz fecha os olhos faz de conta que que que que que isso não não existe em mim né então isso é um mecanismo bem comum bem presente em nossa vida né e eu achei tão bonitinho como ela começa falando né da compensação porque ela traz um dado até para mim eu achei interessante porque eu não sabia né que foi o próprio Adler que olhou isso na fisiologia quando ele então fala né ele percebe que o corpo ele mais uma compensação então quando tem um órgão duplo né rim que que um está com uma deficiência o outro faz movimento compensatório e aí eu pensei também né nos neurônios quando de repente eh uma área do cérebro ele é eh ele tem uma uma certa problemática uma outra faz uma plasticidade e compensa aquilo né se a

mento compensatório e aí eu pensei também né nos neurônios quando de repente eh uma área do cérebro ele é eh ele tem uma uma certa problemática uma outra faz uma plasticidade e compensa aquilo né se a gente olhar o caso do Herbert Biana foi um dos casos de maior eh eh eh plasticidade cerebral que houve no mundo os médicos inclusive nos Estados Unidos citam o caso dele porque arrancou a área de brocar que era a área da fala e um outro hemisfério desenvolveu essa área da fala inclusive para cantar né então ele canta sem a área da fala então Eh Adler percebe isso no corpo físico Mas também como psicólogo ele vai falar que nós temos e né no nosso aparelho psíquico também essa tendência de de repente eh quando eu tenho um conflito aí el cita alguns atletas né que no campo eh psicológico esse esse atleta um artista um cientista ele procura compensar uma fragilidade orgânica alcançando a sua meta em outra né então ele vai se tornar um grande atleta tendo alguma outra questão então é bonito como ela faz a introdução desse mecanismo mostrando que o que até certo ponto pode ser normal considerado uma coisa corriqueira pode se tornar patológico quando ele se esconde um conflito então quando esse conflito está ele apresenta um conflito isso então pode ser de certa forma olhado como um mecanismo eh de defesa realmente é E aí ela fala ali né Adre da desse por exemplo ela dá o exemplo né o de devotamento a uma causa ou ideia é a compensação ao medo inconsciente de sustentá-lo Olha só né a gente às vezes pensa eh Nossa a pessoa super devotada tá lá né tá sempre na lida e pode ser que por trás eu não sei o que me move porque não quer dizer que eu não possa ser uma pessoa com devotamento estar realmente engajada naquilo né A grande questão é o que está me movendo inconscientemente a agir daquele jeito né isso eu achei muito interessante e também essa questão do fanatismo que ela traz que é uma coisa que tá muito presente hoje né o fanatismo de eu me apegar a alguma ideia de eu me apegar a algum projeto de

eu achei muito interessante e também essa questão do fanatismo que ela traz que é uma coisa que tá muito presente hoje né o fanatismo de eu me apegar a alguma ideia de eu me apegar a algum projeto de alguma coisa né E isso tá vindo com uma compensação de algum conflito que tá dentro de mim né então que eu não tô dando conta daquilo eu me aferro numa ideia num ideal em alguma coisa reprimo aquele conflito não tenho condições de refletir sobre aquilo e aí isso se manifesta no meu comportamento que daí isso vai gerando uma série de desdobramentos né de intolerância de exclusão e assim por diante e a gente vê que é um mecanismo que ele eh pode Em algum momento ser interessante né não ser tão destrutivo porque de uma certa maneira a compensação não é só de defesa é um é um processo regulador da vida toda visão do Jung é compensatória né a gente vê que a vida é compensatória se eu fico cego o meu tato vai compensar a deficiência da da minha visão então a vida se eu lesa o cérebro numa parte a outra parte cria recursos para compensar aquela parte que tá realmente lesionado então o inconsciente também compensa o ego do do que é unilateral do ego num processo de autorregulação então a compensação é o mecanismo da própria vida e é inerente né na na dinâmica o problema quando ele começa a ser usado né como vocês colocaram aí de uma maneira a a a a exprimir como joona fala né Essa Dominação e essa e essa esse escamoteamento do do Ego né que muitas vezes forma um outro mecanismo de defesa que é a formação reativa né eu me comporto de maneira oposta ao que eu sinto ao que eu sou Então eu tenho uma lava dentro de mim mas eu me comporto como uma uma religiosa Car Carola que critica todo mundo que enxerga tudo que é feio mas na verdade eu tô compensando e negando a a sombra que existe dentro de mim como a Mar Falou então e tem a formação reativa que que que que a gente faz quando criança né com até quando educação com os filhos a criança tá com tá com né que que a leitura dos heróis

entro de mim como a Mar Falou então e tem a formação reativa que que que que a gente faz quando criança né com até quando educação com os filhos a criança tá com tá com né que que a leitura dos heróis ali que a que a Adriana colocou né a cria tá com medo que tem um bicho papão na embaixo da da cama e chama o pai o pai pega a criança não vamos lá vamos matar o b vamos ver se ele tá ali já já fugiu da a luz ó não tem bicho papel aí então faz uma formação reativa comportamento oposto ao que tá sentindo né então isso é algo que é comum também em termos compensatórios Então dependendo da medida e do lugar que que que essa compensação ocupa ela pode ser eh ser é algo necessário né e e favorável né como ela cita né puxa eu tinha asma e para compensar asma eu fui fazer natação e me tornei um atleta né Eh Olímpico então tem algumas compensações que podem ser uma forma de tu desenvolver habilidades outras que não estavam sendo reconhecida mas quando ela se torna um um jogo de fuga né um uma forma de defesa né aí realmente há essa manipulação do Ego né que de uma certa forma eh evita O Confronto amadurecimento ou sofrimento através daquela daquele jogo compensatório Eu gosto de falar que todo o excesso esconde uma falta então que vem da da teoria psicanalítica né Freud que trouxe esse essa ideia então se realmente a gente olhar para esses três exemplos que ela nos traz né o excesso de devotamento fanatismo e o excesso de pudor né então são realmente compensatórios eh do seu oposto então para esconder o que a criatura tem dentro de si ela fica muito muito brava com o que tá lá fora né então ela se ela vai fazer uma reação exacerbada que aí seria uma formação reativa E aí para esconder dela mesmo quanto foi difícil aquilo né Eu sempre coloco aquela mãe que chega num escola Claro toda a regra tem exceção mas só pra gente tentar exemplificar né e briga briga briga porque ninguém é bom o suficiente para cuidar daquele filho muitas vezes tá fazendo uma reação né uma formação reativa daquele desejo de

ção mas só pra gente tentar exemplificar né e briga briga briga porque ninguém é bom o suficiente para cuidar daquele filho muitas vezes tá fazendo uma reação né uma formação reativa daquele desejo de susto e medo que ela teve ao descobrir-se grávida e aí depois inconscientemente ela sai de uma rejeição o que ela não a princípio poderia não ter eh ter desenvolvido pelo medo da gravidez e aí ela vai super protege numa tentativa inconsciente de aliviar esse desconforto né Então olha como as coisas são tão complexas né E aí vemos o próprio na na questão do nazismo né então na tentativa de matar a a a essa raça impura eu mato aquele meu sangue judeu que está em mim então o Hitler nessa tentativa de de de de matar né o outro eh numa formação reativa de algo que era dele então se a gente olhar na história né são tão eh os quadros históricos muitas vezes escondem tanto disso né dessas desse comportamento exacerbado em detrimento de algo que que é do próprio ser da fragilidade desse ego E aí ele faz coisas horríveis na na própria história é gente vensa muito no jogo político né que o que o que o político realmente joga com isso faz um discurso eh muito moralista muito ético muito que vai fazer vai acontecer para poder realmente encobrir o seu jogo de interesse e mesquinhez né então a a gente vê isso infelizmente muito em todo o jogo político né É ou às vezes por exemplo a gente é tomado por um sentimento que que não é aceitável né eu sinto raiva de alguém que eu não admito que isso seja possível E aí eu atuo ao contr contrário né Fico chamando e queridinho vou agradando vou fazendo aquilo porque é o ego não quer se defrontar com essa com essa com esse conflito com essa realidade né Uhum são coisas que estão presentes na nossa vida o tempo todo né agora isso que AD falou interessante a frequência e a duração né pra gente ter como parâmetro assim o quanto eu utilizo demasiadamente de determinados mecanismos né por isso que eu achei super didático a Joana Trazer isso aqui é com certeza e depois tem o

uração né pra gente ter como parâmetro assim o quanto eu utilizo demasiadamente de determinados mecanismos né por isso que eu achei super didático a Joana Trazer isso aqui é com certeza e depois tem o deslocamento né que ela fala aí alguém quer comentar sobre deslocamento então aqui seria o ciência tem um critério de censura que é o que o próprio Freud dá o nome de superh né então a consciência o ego tem um critério de censura e Quando surge então um impulso eh proibido né esse ego Então vai produzir um deslocamento Então o que seria eh algo num sentido então por exemplo eu tô com muita raiva tô com vontade de lá dar um soco no Gelson mas eu não posso dar um soco no Gelson nesse momento então eu pego um vaso e atiro na parede então eu desloco esse impulso agressivo esse impulso destrutivo para um objeto que é Teoricamente mais aceito eu quebrar um um objeto do que quebrar uma pessoa né então seria isso o o o nós temos uma estrutura interna que vai fazer essa eh avaliação né porque o ego é uma estrutura de avaliação ele vai avaliar o que eu posso que eu não posso e como ele não pode fazer algumas questões ele desloca para outros objetos em grandes linhas Gerais seria mais ou menos isso né ISS é muito pode falar marn pode falar não fiquei pensando né Por exemplo a gente Às vezes tem que não pode atuar no no trabalho né então em casa tu é terrível né mas no trabalho tu consegue manter então tudo que tu vai reprimindo aqui aquilo que vai que tu não consegue eh elaborar no trabalho tu vai tu vai deslocar e vai atuar em casa né então tu vai brigar com a tua mulher tu vai brigar com o cachorro tu vai brigar com o teu marido porque no trabalho tu não pode né então Eh realmente há um deslocamento a não posso naquela situação eu eu entendi assim né então parece aquela coisa assima são duas pessoas como que a pessoa é tão cordata ali no ambiente de trabalho em casa claro ela descarrega tudo lá né sim ali no trabalho tem essa questão que tá em jogo né a o meu meu emprego então eu

são duas pessoas como que a pessoa é tão cordata ali no ambiente de trabalho em casa claro ela descarrega tudo lá né sim ali no trabalho tem essa questão que tá em jogo né a o meu meu emprego então eu tenho que eu tenho que eh suprimir aquela emoção né e fico tenso fico estressado mas eu engulo o o sapo né como se diz no dito popular E aí em casa eu desloco a minha raiva para quem não tem nada a ver com isso né daí eu isso é muito comum escar na família né o estés os incômodos aí a família paga o preço né daquelas coisas mal resolvidas lá no mundo então isso é bem comum mesmo uma outra forma de deslocamento também é é buscar um objeto substituto deslocar né Eh eu tenho por exemplo tenho uma carência e desloco essa carência para comida né e e vou E aí tem uma compensação jto porque à vez mecanis de defesa vem junto né vem o deslocamento e vem um outro jun eu penso e desloco ao mesmo tempo algo que para mim eu não sei lidar e eu não aceito aqui Aquilo em mim e aí inconscientemente eu vou conduzir isso e vou buscar isso de uma outra maneira eh Então esse deslocamento né Eh é é é é muito presente nessa questão desse impulso que não pode ser conscientizado e por não poder viver na daquela maneira enquanto um outro caminho para ganhar lugar na minha vida mesmo que daí ou inconscientemente ou justificado daí aquele outra maneira de uma maneira porque aquilo é mais razoável né Eh é mais aceito ou naquele momento ten uma permissão maior para acontecer daquela forma que na na outra forma não poderia acontecer né e e acontece de forma tão Sutil né ela coloca aqui no texto que às vezes um olhar Uma palavra mal posta uma expressão sem aparentemente sem significado algum vai provocar que essa energia da hostilidade seja deslocada para alguma outra função né então às vezes a gente acha que são coisas tão grandes mas de um olhar né ela coloca que só isso já é o suficiente para que a pessoa desloque alguma sentimento né um objeto e eu achei interessante ela falar desse fenômeno de massa ali né quando

ão grandes mas de um olhar né ela coloca que só isso já é o suficiente para que a pessoa desloque alguma sentimento né um objeto e eu achei interessante ela falar desse fenômeno de massa ali né quando ela fala da antiga Arena Romana eh isso eu achei muito interessante né na antiga Arena Romana ou nos atuais ringues de box se traduzem esses sentimentos recalcados contra a vítima momentânea deslocando a fúria oculta que se mant contra outrem nesse ser desamparado então o quanto né a gente acaba Hã Porque isso é uma coisa que me chama muita atenção esses esportes muito violentos assim né E que inflamam as pessoas realmente né E aí tu entra nessa e aqui ela traz dentro dessa ideia do deslocamento né Então essa Fúria Essa raiva que eu não tenho onde escoar ali eu acabo me identificando e e colocando essa hostilidade ali na naquele naquele contexto né e a gente que trabalha com criança né marlu eu vejo muito assim às vezes conscientemente os pais dizendo Vou colocar meu filho num judô Porque lá ele vai pegar todo esse impulso agressivo e vai eh sair de lá cal Então veja como há uma construção até às vezes social e totalmente deslocada né não é essa a função de uma arte marcial mas ali eu ouço alguns pais colocando que vai fazer isso para que a fique mais calma né para ter onde escoar essa agressividade e a irritabilidade da criança uhum vamos adiante ou quer qu mais alguma coisa para colocar do deslocamento Hoje eu tive curiosidade de ver se o Jung tinha falado alguma coisa disso e eu achei um parágrafo né que ele diz assim ó os contadores isso tá no Volume 3 no parágrafo 105 os contadores de piada que são marcados com um travo de amargura quando escondemos a dor em alegrias forçadas que incomodam as pessoas pela artificialidade esses deslocamentos e disfarces podem produzir às vezes personalidades duplas parecem duas pessoas eu achei tão interessante ele trazer né aquela coisa que vem pelo sarcasmo né gente que que é uma coisa meio forçada ali realmente né Uhum Eh aí aí eu acho interessante já marl

as parecem duas pessoas eu achei tão interessante ele trazer né aquela coisa que vem pelo sarcasmo né gente que que é uma coisa meio forçada ali realmente né Uhum Eh aí aí eu acho interessante já marl aproveitar e falar de de uma coisa que a Juana não coloca e que é a dissociação né que a dissociação também é uma mecanis de defesa Aonde a pessoa eh além de negar ela dissocia né então é um processo mais mais complicado de de fazer uma cisão como seão fosse ela né então no deslocamento tu tem um processo mais Brando mas na dissociação começa a ver uma um tal ponto uma ruptura que uma parte não reconhece a outra né Então as pessoas ficam dissociadas totalmente e t vida dupla e uma vida não se não não tem não tem noção da outra ou a pessoa não fazem uma ligação eh e como se realmente ele mudasse a a sua personalidade né Eh eu vivo uma uma vida durante o dia e de noite eu vivo uma outra vida eu tenho duas famílias ou tenho ou tenho um compono dissociado aonde eh eu não não tenho crítica porque não isso não se comunica com o meu ego né então quando eu tô naquele outro comportamento eu viro uma outra personalidade e dependendo do nível de associação isso torna uma patologia grave então a dissociação também pode ser um mecanismo de defesa né Quanto mais tiver pessoas que fizeram traumas né e do se sar o trauma né como se aquilo não existisse e criam ve uma uma subp personalidade daquele trauma que tá lá e mas não se comunica com a minha realidade e quando vem aquela aquele traço ele vem de maneira autônoma dissociado né E porque ficou lá realmente capsulado eh como uma forma de eu evitar qualquer tipo de de confronto e e dor de lidar com aquela realidade que eu vivi por ser traumático então os traumas tende a a a criar movimentos de ruptura dissociativa na personalidade mas num primeiro momento como sentido de proteção né gelon aí depois é que se não é elaborado aí que pode se tornar patológico né e eu eu eu eu acompanhei num documentário de um rapaz que foi preso Um rapaz novo e e e

momento como sentido de proteção né gelon aí depois é que se não é elaborado aí que pode se tornar patológico né e eu eu eu eu acompanhei num documentário de um rapaz que foi preso Um rapaz novo e e e foi seduzido por um psicopata na prisão que abusava dele sexualmente mas é como se fosse um amor né mas não era amor era abuso Mas como ele tinha um núcleo fragilizado né para hisória pessoal dele ele criou um vínculo mágico com esse com esse psicopata e daí quando ele saiu da prisão ele foi proibido de ter contato com o psicopata mas o psicopata foi atrás dele depois da prisão e ele não conseguiu resistir e e tinha uma vida dupla então ele conheceu uma jovem casou com essa jovem montou uma padaria né E era uma vida totalment dissociada ele era ele amava a esposa Ela tinha uma relação de de amor mas aquele núcleo eh patológico era vivido dissociado naquele lugar mágico e que não não até que o psicopata ligou paraa esposa para provocar para destruir com ele com ela e ela confrontou ele ele F ele começou a ligar ele viu que o cara começou a ligar disse para ela não não atenda o telefone e ela atendeu o Caraí provou com ela DAE culpou ela como se ela tivesse eh gerado aquela dor e aquele aquela realidade que era necessária ela ela ela ela dá conta né começou a ficar violento com a com a esposa proibir ela de sair eh mentiu para ela que ele tinha sido abusado mas que não tinha contato com o cara e continuou com o cara aquilo foi num processo cada vez mais eh tenso para ele porque não conseguia eh abrir mão da esposa que Ele amava e não não conseguia abrir mão da relação com o cara que é o lado infantil regressivo e vai uma criança abandonada e e manipulada pelo psicopata e ele não conseguia integrar as duas coisas a ponto de que o que que o confronto e a atenção foi tão grande que ele mata a esposa e mata O Psicopata não não consegui lidar com com a situação então a gente vê esses casos realmente muito eh núcleos de muita dor de muita assisão fica daí aquela aquele ser dentro de mim

ata a esposa e mata O Psicopata não não consegui lidar com com a situação então a gente vê esses casos realmente muito eh núcleos de muita dor de muita assisão fica daí aquela aquele ser dentro de mim que busca uma vida né num lugar deslocado e dissociado da minha realidade né então e às vezes realmente a pessoa tem uma vida dupla né e o desfecho horrível desse ego que não conseguiu integrar né Essas duas sub personalidades aí que foram criadas e dissociadas né foi uma dissociação é por isso que a gente fala que são casos muito extremos que a gente vê na história né É E aí a gente vai pro terceiro que é a projeção né então a projeção ela é a natural tendência humana de ignorar tendências suais e projetá-las nos outros transferindo essa qualidade negativa que o ego não reconhece como sua pro outro e eu brinco e digo assim ah a culpa é minha eu jogo ela onde eu quiser porque ela não reconhece aquilo como dela então ela joga onde ela acha que deve projetando né levando pro outro aquilo e o que é pior nessa coisa do espelho né ela acaba combatendo exageradamente também porque é uma forma do Ego não reconhecendo aquilo que é dele ele vai se eh rebelar contra o que é o próprio conteúdo dele né Eh e esse é o nosso rão com arroz né que projeção é algo que de todo mundo e não existe relação objetiva por exemplo vai sempre projetar alguma coisa no outro e outro vai sempre projetar alguma coisa em nós não tem como a gente tem uma a nossa consciência ela é ainda muito limitada muito pequena então a projeção acaba sendo um movimento eh muito corriqueiro né E aí o o Jung eu acho que é legal porque ele amplia a noção de projeção porque não é só um evitar ver né o projeto porque eu não quero ver daí eu jogo pro mundo algo que eu não que que é incompatível comigo né então eu tenho raiva E eu nego minha raiva e aí eu fico incomodado com as pessoas que são raivosas e começa a dizer ah como aquele cara é raivoso aquilo mexe comigo né Aquilo me incomoda me incomoda porque eu tô vendo algo que

nego minha raiva e aí eu fico incomodado com as pessoas que são raivosas e começa a dizer ah como aquele cara é raivoso aquilo mexe comigo né Aquilo me incomoda me incomoda porque eu tô vendo algo que eu não gosto em mim que tá projetado no outro mas o Jung ele vê a projeção não só como uma defesa mas como um movimento pedagógico do inconsciente de aproximar uma realidade aos pouquinhos de mim mesmo né uma tentativa de fazer consciência naquela ideia que a gente não pode fugir de nós mesmos Então como a gente não pode fugir de nós mesmos aquilo vai nos acompanhar de uma certa maneira então a projeção não deixa de ser esse espelhamento da vida né como forma de começar a olhar ah existe isso ah mas que estranho né que coisa feia aquilo ali né daí tu chega mais perto Ah mas é isso existe D até que tu vê que aquilo é teu né né então de uma certa maneira a projeção é uma forma de nos acostumarmos com uma realidade para que a gente possa aos pouquinhos dar conta disso mas ela pode funcionar como defesa mesmo né Eu não quero realmente ver eu não tenho eu tenho eu tenho né não sei tenho noo Quem sabe né ou seja aquela coisa assim que realmente eu fico nessa nessa atitude realmente mais obstinada da projeção com uma defesa e aí realmente ela nos pega diretamente mais emocionalmente nesses casos né então tu já deu uma ótima dica né gela aquilo que nos perturba pode ter certeza que tem coisa nossa ali e eu me lembro que esses dias eu tava na academia e uma pessoa ficou passou outra pessoa assim eu observando de longe né E ela que que tá me olhando a pessoa ficou perturbada e eu disse nossa O que será que ela projetou ali né ela ficou completamente perturbada com o olhar do outro né fiquei pensando Nossa quanta coisa que pode tá envolvida ali né talvez até a a sentimento dela em relação ao corpo dela questão de autoestima vou eu saber o que que é né mas isso que nos perturba assim então já tá dando uma boa dica né então é um mecanismo que se se é o feijão com arroz a gente também começa a poder

la questão de autoestima vou eu saber o que que é né mas isso que nos perturba assim então já tá dando uma boa dica né então é um mecanismo que se se é o feijão com arroz a gente também começa a poder identificar melhor né É E com isso acho que a gente pode também já dar uma olhada em dois elementos que vem que que fazem parte da projeção tamb também que é a identificação projetiva e a e a transferência que são coisas bem comuns também né porque na projeção tu projeta algo que tu não gosta em você né na projeção tu de uma certa maneira tu eh evita reconhecer E aí tu então tem uma negação também na projeção tu nega E aí tu com uma forma de deslocamento tu dirige para fora e atribuir ao outro aquele traço de caráter que é teu né atitudes conteúdos emoções que são tua na identificação projetiva tu se identifica como uma coisa inconsciente então eu tenho uma criança abandonada e aí de repente eu eu não reconheço e esse Meu Abandono aí toda criança abandona na rua eu quero cuidar né ou ou vejo alguém que é muito carente eu me identifico com aquele cara carente né E às vezes at vem uma compensação também né à ve vem junto com a identificação projetiva uma Compensação eu quero ser mãe de todas as pessoas que são carentes porque como eu não consigo cuidar da minha carência e não consigo reconhecer todas aquelas pessoas que são t a mesma dor que que que que eu me toca profundamente eu quero cuidar do outro de mim através do outro então como é complexo esse jogo de projeção né Tem identificação tem compensação então pode tá identificado tô projetando e ao mesmo tempo tô identificado com aquela pessoa então essa identificação projetiva e na transferência tu projeta uma figura afetiva tua né E tu reatualiza na projeção do outro papéis e relações que tu viveu anteriormente então por exemplo se eu tenho uma relação ma mal resolvida com meu pai eu posso transferir para figura de autoridade né projetar neles aquela imagem do meu pai e atualizar na relação com essa f de autoridade questões mal resolvidas com

elação ma mal resolvida com meu pai eu posso transferir para figura de autoridade né projetar neles aquela imagem do meu pai e atualizar na relação com essa f de autoridade questões mal resolvidas com meu pai então eu vou me sentir uma criança frente aquela figura de autoridade eu vou ter medo vou ter dificuldade de me relacionar porque aquela pessoa me faz enxergar né aquele pai que que eu lido mal e a criança medrosa que eu tenho dentro de mim então eu tô nessa relação de são transferindo e reatualizado sistemas de relações de papéis emocionais da qual eu ainda não resolvi que eu tô em conflito então a transferência é uma forma é uma tentativa também de de poder eh reexperimentar aquela situação em figuras que parecem com aquele com aquela pessoa da minha infância um pai uma mãe né Pode ser né depois um professor um um colega um amigo né ou a gente vai transferir isso pra esposa né tem uma relação de maternal muito grande com a minha mãe e não quero abrir mão daí vou buscar outra mãe na minha vida então vou projetar mãe na minha esposa e vou transferir para ela ao mesmo tempo aquela figura materna eh atualizando aquela dinâmica da qual eu tô preso então isso é a questão transferencial E se nós olharmos o Emanuel no livro pensamento e vida ele começa o livro com essa frase né a mente é um espelho e aí ele vai trazer esse desdobramento do quanto que a princípio né é algo natural realmente tudo que passa na frente do espelho ele é refletido então aí Jung tirando o o o papel apenas né da psique como a projeção como um mecanismo de defesa apenas mas como uma coisa natural Projetada ali no outro então o outro eu vejo o outro e me reconheço enquanto humano então por isso que nós precisamos da relação e precisamos Somos animais gregários para poder na relação com o outro desenvolver questões nossas mas isso sim pode ir para um mecanismo de defesa quando isso é utilizado de forma também para evitar um conflito e aqui ela traz o exemplo dos paranoicos né na paranoia eu vou

envolver questões nossas mas isso sim pode ir para um mecanismo de defesa quando isso é utilizado de forma também para evitar um conflito e aqui ela traz o exemplo dos paranoicos né na paranoia eu vou projetar essa animosidade sobre a a a ligação de não ser estimado de não ser amado de não ser olhado né então ela Traz essa essa questão da paranoia aí como tudo aquilo que eu tenho medo e que que é algo tão então sempre a questão do exagero né então eu acho que o que que vai diferenciar uma postura eh natural né nossa do de algo de no mecanismo a o exagero na na nessa nesse comportamento então a paranoia é algo super exagerado né Então aí a gente pode ver o mecanismo de defesa e aqui ela termina dizendo né A projeção é facilmente identificável e pode ser combatida mediante honesta aceitação de si mesmo de como se é trabalhando-se para tornar-se melhor então as nossas relações são um ótimo Oratório um ótimo espelho pra gente ter notícias de nós mesmos Né desde que esse ego esteja disposto a trabalhar né então é interessante Sim vamos pro próximo a introjeção alguém quer falar da introjeção a introjeção é legal porque ela é o oposto da projeção né enquanto a projeção eu é meu e eu jogo para fora na introjeção eu injeto essa essas características do objeto em mim né então ah o indivíduo introjeta as características de outra pessoa como se fosse sua assumindo então formas hábitos trê jeitos né modo de falar e de se comportar e aí a gente vê a moda né a gente vê tantas eh questões culturais de de desses eh momento histórico então agora teve o filme da Barbie Então tá todo mundo de Rosa né Então veja como a gente acaba introjetando coisas de um filme de um astro de aí entra a questão dos superherois ela fala das telenovelas o quanto que esse personagem todo eh sofredor todo Sombrio Pode acarretar sim nas pessoas é um modelo né de introjeção eh negativo vamos dizer assim que vai exacerbar ainda mais esse comportamento depressivo das pessoas né então isso é um movimento de introjeção é e a

retar sim nas pessoas é um modelo né de introjeção eh negativo vamos dizer assim que vai exacerbar ainda mais esse comportamento depressivo das pessoas né então isso é um movimento de introjeção é e a introjeção também teve com a identificação porque de uma certa maneira eu mimetiz o outro né eu eu copio aquela qualidade né ou copia aquele comportamento achando que magicamente eu vou me sentir importante que nem aquela pessoa então o artista tá fumando ou pintou o cabelo de uma cor daí na outra na outra semana todo mundo vende todas as tintas daquela cor da farmácia desaparece né que todo mundo quer ficar bonita e e acho que pintando o cabelo vai ficar interessante e poderosa que nem aquela aquela artista do do cinema ou da novela Então a gente vai quer introjetar aquela qualidade né E e aí é uma identificação também ali também só que tu quer engolir outro uma coisa antropofágica né quer engolir aquela qualidade copiando né o comportamento daquela pessoa como se aquilo fosse te dado aí aquele aquelas qualidades da Qual tu inveja ou se identifica ou tu admira de uma certa maneira né é aí é o que disse né e tudo vai depender do excesso porque às vezes a gente faz isso né nesse movimento de grupo para se identificar ali mas tem as vezes casos extremos né de pessoas que vão ao extremo de cirurgias de processos Dolorosos assim e aí a gente vê que realmente é essa fuga aqui né que que esse mecanismo de fuga né extremo daí né onde a pessoa começa a ficar completamente alienada de si mesmo né longe de si mesmo né ela quer assimilar aquele aquelas características aqueles objetos mas eh na realidade ela acaba se distanciando dela né Uhum é e por último tem a racionalização né também é uma coisa bem comum ainda mais no nosso mundo ocidental eh e aí que que vocês acham da racionalização aqui eu me lembrei daquela frase os fins que a gente ouve sempre os fins justificam os meios me veio essa frase né que é onde a gente busca justificativas porque porque é injustificável muitas vezes né num caso

lembrei daquela frase os fins que a gente ouve sempre os fins justificam os meios me veio essa frase né que é onde a gente busca justificativas porque porque é injustificável muitas vezes né num caso extremo assim é ela é interessante que ela coloca como o mecanismo maior de maior gravidade do Ego né porque Justamente na racionalização tu acaba te permitindo o comportamento a partir de uma justificativa que não é legítima né tu cria uma desculpa para poder gerar os mais diversos comportamentos terríveis né como a deram o exemplo do do Hitler né ah eu quero racionaliza eu quero uma raça feita e isso me justifica matar um mundo de gente porque o meu interesse né é algo Positivo né vou e na verdade tá é uma coisa monstruosa mas que ele racionaliza para negar né de uma certa maneira a a o traço ali monstruoso dele né então ali tem então às vezes um comportamento tem vários mecanismos de defesa junto tem negação tem racionalização tem compensação muitos muitos comportamentos em envolve vários mecanismos na na na dinâmica da pessoa e os dois grandes exemplos assim mais eh difíceis por isso que ela coloca que é que é é de maior gravidade aí a gente pode ver na eutanásia e a defesa ao aborto né porque na eutanásia Às vezes a família tá super cansada de cuidar daquele ente querido aí vai fazer todo um discurso né humanista Nossa ele precisa descansar porque olha só o sof ento que causa e aí a gente vê a doutrina espírita falando da importância desses últimos momentos de vida para uma tomada de consciência né para uma questão mais espirit da do próprio espírito crescer em relação à sua realidade psicológica e espiritual e aí vem essa esse mecanismo de defesa trazendo essa toda essa apologia a uma a algo só para esconder o quanto ele tá cansado de cuidar e quer mesmo que esse familiar morra de verdade né ou na defesa ao aborto então ah eu tenho direito sobre o meu corpo eu tenho direito né mas eu não estou olhando o direito à Vida que é o primeiro direito que nós temos né então a criança tem sim

de né ou na defesa ao aborto então ah eu tenho direito sobre o meu corpo eu tenho direito né mas eu não estou olhando o direito à Vida que é o primeiro direito que nós temos né então a criança tem sim o direito de existir então é são dois eh grandes exemplos eh que para mim são muito difíceis a termos sociais que é a eutanásia e a e o aborto em nome de uma racionalização então é um mecanismo de defesa que socialmente vai trazer eh questões muito sérias socialmente falando né e a gente vê esse pacto n de mediocridade onde as pessoas reforçam o corpo da mulher ela que decide né quer dizer há todo um um cuidado né Hoje em Dia em relação à ética dos animais que é bem importante né se tu fere uma animal na rua isso da cadeia né mas matar um feto expulsar ele do teu ú isso isso não é problema né então a tiv essa incoerência né de de de cuidados as minorias e essa racionalização violenta né de que justifica uma morte de um de de um de um inocente de uma vida que tá querendo surgir Então realmente essa racionalização acaba sendo algo terrível do ponto de vista ético eu me lembrei de outros exemplos né que aparecem nos filmes Onde por exemplo acho que é naquele filme Jardineiro Fiel que faz pesquisas com um grupo de comunidades pobres mas justifica isso né porque é para um bem maior né antigamente que se usava muita violência né na educação dos filhos não mas eu tô batendo porque é pro bem dele né então se justifica atos complicados e nós muitas vezes né diante do sofrimento de alguém a gente também vem com essa fala racional não mas isso ele tá no caminho dele ele merece isso ele né a gente acaba eh racionalizando trazendo esse discurso mas na realidade eh justificando algo complicado né a gente não quer lidar com a nossa culpa responsabilidade né agora é muito comum também racionalizar p desculpa né a gente sempre racionaliza ah e para não aceitar Nosso Erro né a gente tem uma tendência orgulhosa de não ter humildade então a gente sempre usa uma racionalização Ah gelso tu fez aquilo

p desculpa né a gente sempre racionaliza ah e para não aceitar Nosso Erro né a gente tem uma tendência orgulhosa de não ter humildade então a gente sempre usa uma racionalização Ah gelso tu fez aquilo errado ah não não mas não fui eu é não é que o seguinte o cara passou na minha frente e aí né aconteceu tal coisa que eu não pude fazer direito Ah não eu não pude não tive tempo Ah porque aconteceu tal coisa na minha vida o brasileiro é campeão da desculpa né ah eu me atrasei Ah eu me atrasei por causa do trânsito Então já tá incorporada a gente tá sempre racionalizando criando uma mentirinha uma justificativa para poder nos desculpar frente à nossa responsabilidade frente à questões da vida então isso acaba sendo um vício né de comportamento a racionalização e acaba sendo algo bastante comum na dinâmica das pessoas bem já tempo já tá esgotado passa muito rápido né gente tem esses são os mecanismos que a Joana trouxe como a Adriana colocou tem outros né né sublimação eh isolamento idealização eh regressão que foi como citado né então mas a gente não tem como dar conta de todos os mecanismos fica o convite né para quem quiser pesquisar aprofundar né esse tema porque realmente é algo eh muito pertinente né a ao estudo do nosso comportamento desse jogo que ego faz para poder eh realmente evitar não só o sofrimento mas evitar a consciência de si mesmo então né fica esse convite gente poder prestar atenção nesses mecanismos na nossa vida que tipo de mecanismo a gente realiza né alguma coisa mais Adrian marl eu queria terminar com o Yung que diz assim que o homem não que não atravessa o inferno de suas também não a supera Então dessa necessidade do enfrentamento da realidade interna e externa sem camuflar sem esconder né esses Sofrimentos os conflitos porque isso causa realmente eh a necessidade de olhar para si e se reconhecer e Joana ela complementa esse pensamento do Jung quando ela diz que é preciso reconhecer-se imperfeito como realmente se é portador de ações e de cicatrizes Morais é um ato de humildade

e se reconhecer e Joana ela complementa esse pensamento do Jung quando ela diz que é preciso reconhecer-se imperfeito como realmente se é portador de ações e de cicatrizes Morais é um ato de humildade real que se deve manter com dignidade Então realmente o ego Ele vai tentar camuflar escamotear mas nós temos que ser ter a dignidade de ser quem somos como somos e do tamanho que somos né É verdade bonito tudo isso né gente mas mais alguma coisa quer colocar muito bem então encerra essa etapa do capítulo Lembrando que temos mais um item que é medo e morte uma um tema também fundamental essencial né um uma das questões mais presentes direto indiretamente nossa vida e que nos mobiliza muito que é realmente o medo e a questão da morte então que possamos no próximo encontro estarmos juntos para continuar Esse estudo maravilhoso que Joana de nos oferece um grande abraço a todos com carinho rogando que essa luz divina nos acompanhe durante as nossas semanas Obrigado Adriana marl e até a próxima vez gente

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