T5:E05 • Momentos de Consciência • Saúde e Consciência

Mansão do Caminho 30/01/2025 (há 1 ano) 1:00:07 271 visualizações

Neste episódio, Gelson Roberto, Adriana Lopes e Marluce Renz estudam o capítulo no qual a autora espiritual Joanna de Ângelis intercala os dois temas centrais do livro Momentos de Saúde e de Consciência. A partir dessa intersecção entre os tópicos, a autora relaciona o conceito de saúde ao processo de consciência. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #MomentosdeConsciência #Saúde

Transcrição

bem-vindo amigos a todos que nos assistem nesse momento especial do nosso estudo da série psicológica Joana de Ângeles estudando nesse momento o livro momento de consciência o capítulo hoje é saúde e consciência então que todos sejam bem-vindos nesse encontro que seja bem proveitoso para todos nós juntamente com a marl que e Adriana que vai est nos acompanhando nesse estudo e aí gurias como você diz no sul né como é que tão mais um momento especial aqui junto com a nossa benfeitora Joana De Angeles nesse capítulo tão interessante né então esse capítulo ele é especial né porque foi feito dois livros A princípio tá foi feito o Liv Liv momentos de saúde e posteriormente momentos de consciência e depois foi publicado né num volume só e esse capítulo ele tem uma coisa que ele faz a interceção dos dois temas né ela vai trabalhar saúde e consciência Então veja a importância porque ela vai eh fazer como se dois temas que se intercalam né dois temas que conversam entre si e eles são duas coisas separados mas pelo esse novo olhar dela ela vai então fazendo essa interceção e toda uma construção lógica de um pensamento né Muito bonito sobre o que seria saúde aí o que seria doença e aqui ela traz um elemento novo quanto que a consciência vai est eh eh ajudando nessa construção né nesse processo Então se a gente pegar pela Série psicológica ela lá no no segundo livro da série né ela vai trazer já Logo no início o conceito de saúde onde ela então vai dizer ela vai conceituar né Que saúde eh São eh todo o estado daquilo eh saúde é tudo estado daquilo que é são e que tem as suas funções eh orgânicas regulares aí Ela traz a o conceito da Organização Mundial de Saúde que seria completo bem-estar físico psíquico e social E aí ela acrescenta né Essa questão da interação do espírito que qualquer coisa que aconteça em uma das partes vai refletir no no seu oposto então o espírito ele atua diretamente na construção desse corpo e essa postura dele vai depender desse processo da Saúde doença então muito importante esse

uma das partes vai refletir no no seu oposto então o espírito ele atua diretamente na construção desse corpo e essa postura dele vai depender desse processo da Saúde doença então muito importante esse capítulo é um capítulo Eh que que nos diz diretamente porque todos nós que estamos vivos adoecemos e o quanto nós somos ativos nesse processo do adoecer é eu também gostei muito eh desse Capítulo porque a Joana começa relacionando né e dizendo que nenhum processo de saúde de busca de bem-estar de bem-estar vai ocorrer sem a consciência né e sem uma atitude de mudança e ela já começa ali na primeira frase que eu abriria paraa gente conversar a primeira frase que ela traz né que ela fala que é imprescindível a conscientização da pessoa né de si mesmo da sua maneira de ser isso é muito interessante né então ela busca através eh de exemplos e de situações ali que ela vai eh colocar ao longo do do Capítulo de situações que todos nós tenho certeza nos identificamos né de alguma maneira ela busca trazer essa consciência sim de como nós atuamos de como somos como Isso demonstra o que vai no nosso mundo íntimo né porque daí ela trabalha toda essa questão dos Pensamentos né esse padrão de pensamentos que vai afetar diretamente na nossa saúde eu acho bem importante isso porque realmente é uma tendência Nossa de ter um pensamento muito cartesiano muito limitado e de uma operação mental muito reducionista então alguns espíritas questionam Puxa mas eu me esforço eu rezo eu eu eu tenho meu pensamento educado por que que eu sou uma pessoa enferma né então em tantas as pessoas que são pessoas de má conduta e que tem um padrão vibratório negativa são saudável então de uma certa maneira parece contraditório né pessoas que são eh raivosas eh controladoras egoísta e tem uma saúde de Ferro como se diz né e outras que são muito boas tem uma uma saúde frágil né um corpo frágil e aqui ela tá trazendo eh a questão da Saúde pros modos de ser né então de uma certa maneira a a saúde e a doença não é tanto

né e outras que são muito boas tem uma uma saúde frágil né um corpo frágil e aqui ela tá trazendo eh a questão da Saúde pros modos de ser né então de uma certa maneira a a saúde e a doença não é tanto eh ligado à enfermidade do corpo mas s a atitude da mente a atitude da Alma Porque daí a gente pode ver a doença tanto a molesta como um um desvio de Rota né um embaraço algo que que fala de conflito algo que tá pedindo reconhecimento da nossa parte né Eh mas também né a gente pode ver a patologia como uma necessidade paraa alma né porque a a a patologia também é uma forma autêntica e verdadeira de da alma se expressar e encontrar significado porque o problema do corpo não é o corpo em si Mas o que aconteceu muitas lá em encarnações muito tempo atrás né então a atitude doentia foi a ação do Espírito ou a conduta dele que vai se refletir muito mais tarde depois de repente numa situação cármica de outras vidas no seu próprio corpo em outras situações então a gente não pode fazer uma relação tão direto assim não que essa relação não exista ela ela existe toda a vibração nossa se reflete imediatamente no perispírito no corpo mas o acúmulo disso e o processo desse desse desse dessa desestabilização pode aparecer muito mais tarde não agora né e assim como a doença pode ser uma forma de recuperar just mente o equilíbrio daquela mente daquela daquela alma que tá eh perturbada sensibilizando aquele coração eh chamando para pra consciência daquele indivíduo então a questão da saúde tem toda a relação com com consciência mesmo aqui como a Joana propõe né e é interessante quando ela fala né onde a marlu leu né Eh a fim de que se adquira o preser a doença então nós podemos eh eh eu gosto dessa forma ativa que ela nos coloca perante o processo né e muitas vezes Ela traz a questão da Liberdade nós somos livres para escolher né Eh esse processo A partir dessa postura então a a por isso ela trabalha da consciência porque a consciência é essa postura ativa diante da Via então é a forma como a pessoa vai colocando

a escolher né Eh esse processo A partir dessa postura então a a por isso ela trabalha da consciência porque a consciência é essa postura ativa diante da Via então é a forma como a pessoa vai colocando frente a essas questões né da vida até se colocar diante de um processo do adoecer né que o adoecer às vezes é esse momento que nós precisamos para entrar em contato com o nosso eu para parar com essas questões egóicas da vida de trabalho para que a gente possa fazer esse movimento de recolhimento né Então essa consciência o desvendar de si mesmo né de quem nós somos Onde nós estamos o que viemos fazer aqui né então a a esse processo de consciência ele é um fator extrafísico ele não é produzido no cérebro mais de fora né por isso que no dois no parágrafo dois ali logo na sequência onde a a marlu se coloca ela diz ó normalmente por hábito vicioso prefere e aceita os estados negativos Olha o verbo que ela usa Nós preferimos Nós escolhemos né aceitamos um um padrão de pensamento negativo e ficamos mantendo e ficamos vibrando naquela sintonia né E aí eh eh os estados negativos e alterados do comportamento com os quais a consciência anseia abrindo espaço para as doenças permite-se desse modo a raiva o ciúme a queixa a ansiedade e Tom inde depressões injustificáveis que são portas de acesso a enfermidades variadas Então veja sentir raiva sentir ciúme sentir ansiedade sentir medo isso tudo são sentimentos humanos nós todos sentiremos mas permanecer nessa frequência da raiva permanecer na frequência do ciúme naquela ideia né de que eu estou sendo traída que estou sendo enganada ou que um amigo está né pensando coisas ou fazendo coisas contra mim então permanecer essa frequência vai gerando né A minha consciência vai ficando obnubilada vai ficando assim eh é como se tivesse repleta de pensamentos ideias Sensações e Emoções E aí esse hábito V vicioso vai fazer com que eu aceite o processo de adoecer Então veja como é uma construção ativa e uma construção onde ela coloca nós nos

a de pensamentos ideias Sensações e Emoções E aí esse hábito V vicioso vai fazer com que eu aceite o processo de adoecer Então veja como é uma construção ativa e uma construção onde ela coloca nós nos permitimos o adoecer às vezes porque Kardec nos coloca muito bem né no capítulo 5 do Evangelho as causas atuais das aflições e as causas anteriores das aflições até à frente nós vamos eh estudar sobre o Karma né então o Karma Seria algo que realmente tem muito a ver com um pretérito mas nesse caso ela tá enfocando aqui agora como que nós a partir desse momento da postura que a gente se coloca vamos aceitar e escolherem um uma patologia a um comportamento eh de saudável né Eu acho que isso nos coloca aquela grande diferença entre estar doente e ser doente né muitas vezes a pessoa eh e por isso que eu achei muito interessante ela relacionar a saúde com o modo de ser da gente né porque às vezes a pessoa se identifica Ela não ela não é uma pessoa doente ela está temporariamente doente mas muitas vezes a gente vê esse padrão onde a pessoa se identifica totalmente com com o que tá acontecendo com ela com a doença e ela passa então a vibrar e é como tu estavas explicando né vem uma tem isso tem uma série de consequências né muitas vezes claro que é uma postura existencial né de se sentir doente de achar que é doente porque ali também pode ter vários ganhos né ganhos secundários como ganhar atenção né Eh chamar eh receber aquele carinho aquela coisa de de uma forma torta né mas eu acho que é isso que ela coloca assim e aí ela traz questões muito eh pontuais ali muito práticas de como a gente percebe em atitudes do nosso dia a dia que a gente tá desequilibrado em algum sentido assim lendo a vida ou lendo alguma coisa de uma maneira eh equivocada né onde a gente vai tropeçando assim coisas que pare tão pequenas Pedrinhas tão pequenas no nosso caminho né como ela diz ali a primeira questão né não consegui pedir desculpas né uma coisa que acontece com muita frequência assim e ali é Então isso que

tão pequenas Pedrinhas tão pequenas no nosso caminho né como ela diz ali a primeira questão né não consegui pedir desculpas né uma coisa que acontece com muita frequência assim e ali é Então isso que eu achei mais interessante nesse capítulo assim que ela faz nessa nesse nessa busca de nos ajudar a ter consciência com pontos bem práticos assim onde a gente olha e diz Nossa aqui eu me reconheço né e o que que eu não tô enxergando aqui e isso como no sentido de nos ajudar a Como diz ali no início né A adquirir ou preservar a nossa saúde é é interessante isso que estão trazendo né gurias porque de uma certa maneira eh realmente e e esses sintomas emocionais como ciúmes raiva né queixa assim como esses padrões ali de comportamento aparentemente simples muitas vezes não reconhecido porque permeio o nosso cotidiano e a gente não se dá conta né é fácil a gente não tomar consciência na verdade isso tudo são elementos que englobam uma uma dinâmica muito maior né e por isso que são muito importantes porque não é queixa em si apenas enquanto estado vibratório não é só a a raiva em si não é só o não pedir desculpa né depente outro nem vai ser importar de repente Mas não é isso que tá em jogo é a a dinâmica por trás disso porque é por trás da queixa tá uma pessoa frustrada muitas vezes eh que tem inveja do outro né atrás da pessoa que raivosa uma pessoa controladora orgulhosa né a pessoa que não pede desculpa muitas vezes tem aí um jogo de de de fraqueza humana ligado com autoestima baixa mais orgulho quer tudo isso implica numa série de de de questões internas muito mais profundas né então quando a gente para para ser ocupar de desses padrões seja em termos de de Emoções ou de atitudes elas eh reflete na verdade todo um campo de Hábito ábito como como você estão falando e que esse campo de Hábito tem a ver com eh e e fantasias e crenças percepções e modelos que a gente tá de uma certa maneira aprisionado né então olhar para essas questões práticas que a Joana coloca é é fundamental né porque é um

a ver com eh e e fantasias e crenças percepções e modelos que a gente tá de uma certa maneira aprisionado né então olhar para essas questões práticas que a Joana coloca é é fundamental né porque é um exercício mais do que mudar apenas o comportamento Ah então eu vou pedir desculpa eh colocar em cheque as questões que estão em jogo na minha dificuldade de pedir desculpa e aí esse trabalho é fundamental por isso que essa questão da consciência tá tão presente aqui no capítulo saúde e consciência e e é interessante essa parte aqui porque a gente vê por trás dessa construção das frases eh já um comportamento de divisão uma cisão entre o desejo e a ação né então onde ela coloca como sinais de alarme então eu quero pedir desculpa mas por uma reação infeliz Eu não fao eu não peço Então eu fico que eu quero então alguma parte minha deseja o perdão a desculpa mas outro aspecto contrário e aí a gente vê Jung falando dos deuses do Olimpo né Joana coloca sub personalidades que são aquelas ideias contrárias que eu tenho né então uma parte minha deseja outra odeia outra quer outra não quer então aí que vão formando as a a cisão né e a o que que seria a tomada de de consciência seria esse ego conseguindo juntar toda essa subp personalidades e ter um olhar próprio né uma consciência eh por isso que Conhecereis a verdade a verdade te libertará toma consciência do teu Desejo mesmo que você não consiga agora porque aí você vai integrando essas partes cindidas você vai integrando essas partes que foram para uma neurose porque o que seria a neurose senão a cisão da da das minhas partes em em questões autônomas né vão se tornando personalidades autônomas então ali eu Recomeço uma tarefa mas por raiva eu desisto daí eu não quero pegar mais então uma parte minha queer continuar a tarefa mas aí uma parte orgulhosa que ficou brava que se sentiu ofendida foi e me obrigou a deixar para trás um projeto às vezes muito bom eu tenho desejo de abraçar alguém mas eu tenho alguma alguma questão minha leva a não fazer

osa que ficou brava que se sentiu ofendida foi e me obrigou a deixar para trás um projeto às vezes muito bom eu tenho desejo de abraçar alguém mas eu tenho alguma alguma questão minha leva a não fazer isso então aqui a gente vai vendo ela vai colocando né sempre um um desejo versus um comportamento contrário eh discutir um assunto desagradável quando a gente precisa mas eu sou tomada por aquele silêncio aí eu não consigo dizer nada então uma Então esse movimento interno de querer algo e não ter consciência desse desejo é que vai lesando e vai provocando né uma uma atmosfera que vai adoecendo mas é que sabe e isso que é interessante a essas essas situações a gente tende né Eh a a a a passar batido como a gente diz na gíria né e eu acho que essa é a proposta de se questionar de da gente investir e perder tempo entre aspas com a gente mesmo né esse é o grande caminho do autodescobrimento que ela coloca ali porque ela vai dizer né ali que se a gente aceita essas circunstâncias e a gente pode aceitar uma coisa de uma forma inconsciente né sem sem saber que eu tô aceitando Ela diz que a gente tá preferindo então a infelicidade a harmonia e aí eu fiquei pensando né Por exemplo esse nesses itens ali que tu estavas lendo AD né Quantas vezes a gente se sente com dificuldade de quebrar Essas barreiras né isso acontece muito em todas as relações de de eh ali ela fala né abraçar alguém na mist e ver se impedido né isso acontece o tempo todo a gente vai colocando Barreiras porque nós temos medos né Nós temos muito medo de mostrar as nossas vulnerabilidades a gente tem medo do que é diferente mas a gente nem se dá conta que por trás dessa barreira de abraçar Alguém tem todo esse nosso mundo íntimo né que muitas vezes é sair dessa zona de conforto nós se questionar não mas por que que tá tão difícil para mim me relacionar com essa pessoa por que que eu começo uma conversação e e daqui a pouco eu perco o interesse não quero mais escutar né fica tudo muito projetado no outro como se o outro fosse

l para mim me relacionar com essa pessoa por que que eu começo uma conversação e e daqui a pouco eu perco o interesse não quero mais escutar né fica tudo muito projetado no outro como se o outro fosse o problema fosse a pessoa desinteressante ou tal e e falta esse recolhimento Então eu acho que essa A grande questão aqui é a gente investir em nós esse tempo de tentar descobrir esses padrões Eh que que estão definindo e fazero com que a gente atua eh nesses conflitos que tu estás trazendo né dos complexos Com certeza o que tem aqui tudo que ela tá levantando de de elementos é uma interdição né uma interdição Nossa eu não consigo abraçar eu não consigo pedir desculpa eu não consigo levar adiante a tarefa porque fui tomado por uma emoção eh eu tenho medo de falar o que eu sinto eu tô não consigo acolher pressar atenção no outro Então são todas questões eh de interdições que aparecem de deprimido deante de alguém que parece superior né Eh ou no meio social eh não não não conseguir ser gentil e dirigir palavras positivas paraas pessoas tem algo em mim que me peça me impede de do Meu Melhor VM à tona né de poder fluir de ser espontâneo né de de poder realmente eh reconhecer ser eh o aquele estado e poder de uma certa manira refletir de maneira adequada aquele momento Então essa interdição para mim ela ela reflete justamente isso né Eh uma aceitação e essa aceitação eh eh eh do ponto de vista psicológico é uma incapacidade de outro lado de aceitar o meu lado inferior então eu não aceito eh me reconhecer nesse lugar e aí eu acabo me acomodando e aceitando essa condição de interdição né Eu me acomodo eu me me deixo levar nisso que aqui Jona coloca assim que tu vai bloqueando a consciência Então ela diz que esse tipo de aceitação né de de levar né do jeito que dá fugindo de de si mesmo né é um bloqueio de consenso né que vai cada vez mais entorpecendo a pessoa tirando energia e gerando mais conflito interno porque daí S vai ficando nessa cisão entre uma parte e outra então de uma

mo né é um bloqueio de consenso né que vai cada vez mais entorpecendo a pessoa tirando energia e gerando mais conflito interno porque daí S vai ficando nessa cisão entre uma parte e outra então de uma certa forma né quando o Jung ele propõe o trabalho de como médico terapeuta ajudar um ser humano e ele tá refletindo na imagem do Cristo como arquétipo da totalidade como o modelo né para todos nós daquilo que a gente vai conquistar na nossa humanidade superior ele diz que o primeiro passo para ajudar alguém é aceitá-lo aceitá-lo como é então se a gente não conseguir fazer isso e começa se aceitando a nós mesmo também se eu não aceitar minhas falhas e não me aceitar como é que eu vou lhe dar com o outro né então a projeção não é só das coisas desagradáveis que eu projeto no outro é a da minha não aceitação eu não suporto me reconhecer e eu não suporto lidar também com aquilo que é difícil no outro e que também me incomoda por consequência né então de certa maneiraa eh eh a todo o processo de transformação ele Exige uma uma Reconciliação com nosco mesmo e aceitar não é compactuar com a nossa lado infantil o nosso lado mais primitivo é reconhecer que ele existe que ele faz parte da nossa natureza para que assim eu posso fazer consciência compreender e encontrar caminhos para que possam me libertar dessa interdição da qual tô aprisionado Então essa consciência é um processo de encontro comigo mesmo né por isso que quando Jesus curava ele fazia pergunta né Eh eh ele dizia assim vá e não peques mais primeiro ele perguntava o que queres que eu faça né Ou seja você quer ser curado Então tinha que ter uma atitude interna para essa mudança e depois ele falava vai e não tornes a pecar então ele mostra né a gente analisando essa fala de Jesus o quanto que eh se a pessoa permanece nesse processo que o Gelson coloca agora né de não se conhecer de projetar no outro sempre né eu estou doente porque eh me fizeram uma né tô com ma olhado estou com isso sempre algo vindo de fora né ou então Deus é terrível ele está me

agora né de não se conhecer de projetar no outro sempre né eu estou doente porque eh me fizeram uma né tô com ma olhado estou com isso sempre algo vindo de fora né ou então Deus é terrível ele está me punindo com uma grande doença Então essas ideias essas fantasias é muito parecido com o pensamento mágico da criança onde a criança é sempre vítima e nós estamos à merced de uma vida de um Deus sádico que quer nos punir sempre né se a gente pensar era aquele Deus yavé né do do do velho testamento que era um Deus orgulhoso que punia né então se a gente pensar no nosso pensamento mágico o quanto a gente ainda se coloca como uma vítima desse processo do a do do do adoecer e o quanto aqui a Joana vai desconstruindo esse pensamento infantilizado de um pensamento mágico primitivo nosso de um desenvolvimento né que a gente traz até hoje repetindo atavic M vida pós vida E aí ela vai colocando que não que que existe uma liberdade de escolha e eu preciso ter consciência porque aí eu escolho livremente porque senão eu vou fazer as escolhas De forma inconsciente mas é escolha igual estou escolhendo esse padrão e esse padrão vai bloqueando a minha consciência porque eu vou me tornando cada vez mais vítima né Desse inconsciente o Jung dizia assim que quando a gente não toma cência o inconsciente ele vai aparecer como destino né então por destino eu tenho uma úlcera que vai me levar a morte mas o que né como eu me coloco nesse processo Sim pode ser uma expiação E aí ela vai falar depois do Karma e vai fazer essa diferenciação toda mas o quanto a consciência nos liberta dessa postura que está por trás né Essa um comportamento atávico milenar que a gente vai repetindo vida pós via né Eu acho que ela traz muito aqui eh porque ela fala muito aqui das ansiedades também que é um uma característica né bastante presente assim na vida de hoje né permanecer acordado sem libertar-se de uma ideia em tranquilizadora continuar ansioso mesmo quando não há razão que justifique aqui tem uma série de coisas envolvidas né do

te assim na vida de hoje né permanecer acordado sem libertar-se de uma ideia em tranquilizadora continuar ansioso mesmo quando não há razão que justifique aqui tem uma série de coisas envolvidas né do que tu tava falando ali com relação por exemplo aos medos que nós trazemos aí ainda muitas vezes a gente não tem eh não consegue dar uma imagem uma forma para esse medo mas esse medo tá ali né isso aparece em formas de ansiedade né atrapalhando o sono aí já traz então essa questão da falta também de de autoconfiança Então são situações bastante complexas assim e que eh eu acho que todos nós de alguma maneira podemos nos reconhecer aqui né e identificar né não ela fala não conseguir dirigir palavras gentis a uma pessoa querida né quanta dificuldade a gente tem ainda nesse Campo afetivo né de demonstrar afeto de demonstrar eh a vulnerabilidade quanto a gente precisa do outro então temos um campo muito vasto aqui para desbloquear essa consciência aí que ela tá trazendo né É E isso tem a ver com com com essa questão que a Adriana tava colocando né porque que de uma certa maneira eh sair desse lado infantil é é poder realmente fazer uso como a Joana falou da nossa liberdade então se a gente tem consciência eh de agir se a gente traz paraa consciência tu tá realmente eh exercendo a tua humanidade ou seja eh quando tu reage simplesmente ou age inconscientemente tu tá na consciência de sono tu tá numa dimensão eh infra humana mais animal mais instintiva mais primitiva menos elaborada então de uma certa maneira se nós temos o livre arbítrio e e de uma maneira eh profunda a gente faz escolhas mesmo que sejam inconscientes então que a gente possa assumir de maneira plena e essa consciência e realmente reconhecer Qual é a nossa atitude frente à Vida conosco mesmo e com os outros porque de uma certa forma isso é a primeiro passo da nossa libertação ela mesmo que ainda eu digo eu não consigo fazer diferente né mas a medida que eu tome consciência e reconheço isso e começo a dialogar com

uma certa forma isso é a primeiro passo da nossa libertação ela mesmo que ainda eu digo eu não consigo fazer diferente né mas a medida que eu tome consciência e reconheço isso e começo a dialogar com isso né com com com esse padrão com esse aspecto de mim eu começo realmente pegar para mim ou seja eu tô fazendo um processo de empoderamento e autonomia da minha capacidade espiritual que isso é uma coisa importante de uma certa maneira para essa caminhada de eh responsabilidade e de eh criação de recursos internos para supera superar aí as limitações que isso não é de uma hora para outra né é uma ilusão achar que por eu tomar de um aspecto meu no outro dia eu já mudei né porque de uma certa forma eh como a gente comentou aqui antes a gente é um ser dividido tem várias partes uma parte minha quer outra não quer uma não sabe outra né então a gente tem que encontrar e esses movimentos todos que estão em jogo nessa dinâmica né para poder aos pouquinhos trazendo elementos novos novas informações novas experiências novos movimentos né eonde Joana fala fala que que é fundamental minha atitude né ou seja assumir que eu quero mudar assumir que eu posso mudar assumir que eu quero me amar e me amar é eh não me acomodar e não me não compar com erro mas poder realmente ficar mais perto da minha natureza essencial que é Divina né e me permitir espiritualmente então eu começo realmente um trabalho de mudança e transformação mesmo que isso leve um tempo e aí a pergunta que ela faz indiretamente é como então fazer isso E aí a partir do parágrafo nove ela começa dando essa forma de como a gente tem que fazer eh para essa tomada de consciência em relação à saúde e ela diz assim começa por te desfazer dos padrões mentais antigos negativos que te condicionaram a aceitação dos comportamentos do antigos Então olha a importância dessa análise disso bem disso que o Gelson acaba de dizer o quanto que eu preciso olhar para mim o que eu fiz o que eu senti porque esse sonho Porque essa imagem né E aí eu vou

ntão olha a importância dessa análise disso bem disso que o Gelson acaba de dizer o quanto que eu preciso olhar para mim o que eu fiz o que eu senti porque esse sonho Porque essa imagem né E aí eu vou tentando separar o joio do trigo né separar Olha esse padrão já não é mais necessário esse pensamento eh ele que permanece e é um padrão mental antigo que eu posso mudar e aí eu vou separando e vou na sequência né o treinamento de novas maneiras de pensar baseada na ordem no bem geral na superação das próprias possibilidades criará automatismos e reflexos que trabalham pela tua harmonia e saúde então é interessante porque se a gente pensar no cérebro nós temos aqui na base do cérebro a parte que é eh que comanda o sistema autônomo do corpo né respiração batimento cardíaco que a gente não toma não pensa para Ah eu preciso que o meu coração bata não coração bate porque é um movimento automático Então a partir de um momento que eu pego um valor e negativo e substituo por um valor positivo e isso com o tempo não é é isso que o gs disse não é de um dia para noite ah eu quero mudar vou mudar não eu preciso de um esforço uma dedicação uma tarefa né ela coloca com uma tarefa árdua difícil mas eh eu posso ir trocando por novas maneiras de pensar Olha só por isso que é vigiar e orar não é vigiar e orar vigiando o comportamento do outro mas é vigiando o que eu penso Olha que interessante eu tava aqui conversando com com a Marluce de repente me vem um pensamento uma ideia e por que que isso surge nessa hora por que que surge no momento Onde nós estamos falando tal tema isso é vigiar um pensamento para me perceber né que valor é esse que eu tenho porque são tão inconscientes os nossos sentimentos que nós já já o nome já diz é inconsciente Porque nós não temos consciência deles né então é necessário fazer essa substituição de uma coisa velha né Por um comportamento uma nova maneira de pensar e tá aberto ao novo né porque a gente se apega tanto uma ideia preconcebida porque meu pai foi assim

sário fazer essa substituição de uma coisa velha né Por um comportamento uma nova maneira de pensar e tá aberto ao novo né porque a gente se apega tanto uma ideia preconcebida porque meu pai foi assim meu avô foi assim então eu preciso Ok eu posso respeitar e ser fiel a esses antepassados Mas eu posso estar né como no final ela vai dizer das tecnologias novas que são inseridas nós podemos também ir atualizando esse comportamento familiar e ir trabalhando pro nosso benefício do de uma tomada de consciência é eh essa grande questão né de como que a gente troca esses padrões né e a primeira questão é como quando a gente consegue identificar um padrão isso aí é genial né quando eu identifico que eu tendo a reagir eh de determinada maneira em várias situações né E aqui quando ela diz o treinamento de novas maneiras de pensar treinamento me veio o que os atletas fazem né O que que é um treinamento se nós pensar nessa imagem ver a imagem do Atleta né eles têm que investir né eles têm que investir tempo vontade determinação são coisas repetitivas que eles vão fazer todos os dias sabendo que o resultado vai est lá na frente porque não vai adquirir aquela forma e eu me lembrei das atletas olímpicas que elas primeiro imaginam como vai ser o movimento que elas vão fazer existe todo um treinamento mental primeiro para depois elas irem pra prática ali e treinar o corpo né então eh eh só que às vezes a gente tá tão inconsciente que nem sabe onde quer chegar né fica tão identificado com aquela raiva com aquilo que não tá mas o que que tá acontecendo aqui né E aí eu me lembrei de uma historinha né que diz que um um discípulo chegou para mestre lá e queria aprender coisas novas e o mestre começou a a ser servia a xícara de chá dele até que começou a derramar e o discípulo pergunta mas Escuta aqui por que que o senhor não para de botar o chá que tá derramando ele disse não porque assim é a tua mente enquanto não esvaziar eu não vou ter o que te ensinar querendo dizer né vai precisar ter uma mudança aí né Só

senhor não para de botar o chá que tá derramando ele disse não porque assim é a tua mente enquanto não esvaziar eu não vou ter o que te ensinar querendo dizer né vai precisar ter uma mudança aí né Só que essa troca não é assim a gente joga tudo fora começa tudo de novo não é uma troca que vai acontecendo gradativamente né e a e a Joana vai falando Quantas vezes a gente leva uma Encarnação inteira para mudar um padrão mínimo ali que vai ter uma repercussão imensa por exemplo numa outra Encarnação né e eu Gostaria de reforçar uma questão dentro do estudo que foi falado porque tu só pode responder uma questão se tu assumir que a questão existe se tu não aceitar a pergunta como é que tu vai ter resposta então Eh de uma certa maneira se tu não te permitir realmente te reconhecer então que eu tô chamando dessa aceitação básica né esse treinamento esse processo de mudança mental esse exercício de de eh compreensão dinâmica não não não vai acontecer então a Joana em vários momentos da s psicológica propõe o autoencontro né e esse autoencontro sem julgamento sem condenação mas um alo encontro objetivo né o não fugir também não reprimir não escamotear não esconder por baixo do tapete eh então e aí quando ela diz é necessário assumires o controle de ti mesmo é tá dizendo que é o controle do Ego assim agora eh o controle do Ego agora eu vou fazer como eu eu tô planejando Controlar se mesmo é justamente essa conscientização ela diz do estáo Superior na qual eu quero conduzir a minha emoção né Ou seja eu tô me reconhecendo onde eu tô na minha pequenez né como eh a falou por que que eu tenho que ficar nesse lugar por que que eu tenho que redir esse pão por que que eu tô não ten uma necessidade de me comportar de maneira infantil carente ou ou me sentir inadequado porque eu tô me sentindo rejeitado por que que eu tenho que ficar nesse lugar mas para isso eu tenho que também reconhecer o lugar que eu posso tá e me conscientizar também ess está superior da qual a emoção vai me conduzir para

eitado por que que eu tenho que ficar nesse lugar mas para isso eu tenho que também reconhecer o lugar que eu posso tá e me conscientizar também ess está superior da qual a emoção vai me conduzir para uma outra dimensão do meu ser que eu não tô podendo abrir espaço na minha vida por algum motivo então de uma certa maneira eu começo um diálogo aquilo que o Yung chamou de função transcendente né eu começo a dialogar com o meu aquilo que ainda tá lá do meus complexos da minha subp personalidade meus conteúdos ainda não transformado e aquilo que eu quero me transformar aquilo que eu Anseio e começo um trabalho então de poder de uma certa maneira eh movimentar minha energia nesse sentido então e aí com certeza né na medida que eu tô colocando eh novos elementos positivos mas eu não tô apenas dissociado numa tensão de conflito que apenas vai reprimir e potencializar mais conflito ainda né naquela proposta Quanto Mais Eu Rezo mais assombração aparece Então não é um controle do Ego Ah não eu não posso pensar nisso ah ten que rezar não eu quero trazer de maneira consciente um momento de paz momento de Harmonia Mas tem uma parte minha aqui que tá viva incomodando Então tá bom ela tá ali eu então não vou combater ela diretamente né eu vou acolher aquela parte mal resolvida mas focar minha atenção nesse movimento de buscar novas saídas novos movimentos e de vez em quando querer compreender porque que ela insiste naquele lugar ainda né E com o tempo como diante né a repetição do processo né E a gente vai não só reforçando nesse treinamento que a ma colocou né do mas também eh nesse diálogo compreendendo melhor os aspectos que estão ali e até entender que muitas vezes não é o o conteúdo que é negativo que às vezes a gente pensa que tem um conteúdo equivocado Ó tem tem tem coisas ruim mim emoções negativas sentimentos destrutivos mas não às vezes não é o conteúdo mas é o funcionamento da gente que tá equivocado e por funcionamento equivocado eu compreendo o mal e ajo mal e dou uma direção que acaba sendo

entimentos destrutivos mas não às vezes não é o conteúdo mas é o funcionamento da gente que tá equivocado e por funcionamento equivocado eu compreendo o mal e ajo mal e dou uma direção que acaba sendo negativo em relação a aquele comportamento e aquela dinâmica por isso que de uma certa maneira Esse controle de si mesmo é eu vou me conscientizar de mesmo e assim eu posso focar em favor de uma meta superior e a interessante que ela fala que essa aquisição eh de valores e padrões de felicidade vai além do querer né Por quê Porque o querer é do Ego o ego quer as coisas né mas ali é uma compreensão maior é um movimento de integração é um movimento de comunhão entre si né onde as minhas partes cindidas as minhas partes esquecidas as minhas partes não tão eh que estão à margem mesmo né elas precisam ser amadas porque é o amor né que Jesus nos dá que é a lei maior é essa lei que une tudo então vai unir inclusive essas minhas sub personalidades e vai formando essa integração do eu por isso que ela fala né que pode parecer muito difícil sair dessa situação mas aí eu vou repetir e a para poder fixar esse conteúdo então é é dinâmico hoje não deu levanta e continua novamente né novamente repete me lembra muito aquela questão de Freud né que é o repetir para elaborar né então se você pensar dessa forma você vai tentar substituindo essas questões ainda primitivas nossas eh compreendendo que eu posso fazer diferente né esse movimento de tomada e aquisição de consciência Eu vou eh batendo né nesse nesse choque dos opostos eu vou fazendo então essa função transcendente que é a capacidade de ir além né tem aquele livro do niet muito além do bem e do mal então eu só consigo ir além quando eu consigo ultrapassar Quando eu consigo permanecer no conflito e permanecer nessa nessa nessa condição por isso que é muito além desse querer e aí a gente precisa então eh desse movimento ativo desse treinamento do Atleta né Marlúcia onde esse atleta com muito muita transpiração e pouca inspiração ele vai é dia após dia até

lém desse querer e aí a gente precisa então eh desse movimento ativo desse treinamento do Atleta né Marlúcia onde esse atleta com muito muita transpiração e pouca inspiração ele vai é dia após dia até que eh ele vai conseguindo né esse movimento acho que é uma combinação de coisas né porque tava escutando Gelson falar ali como a gente tem medo ainda de lidar com as nossas emoções a gente se assusta às vezes com o que a gente sente né E esse querer aí eu já estão na metáfora dos atletas né fiquei pensando nos alpinistas né que tem que se preparar muito para escalar às vezes lugares eh perigosos desafiadores e eles têm que fazer a parte deles que é verificar o equipamento ter o treinamento físico adequado só que quando eles chegam lá tem coisas que tão além da vontade deles então eles podem ter feito uma programação de querer né escalar em uma semana mas aí vem uma tempestade vem Neve eles têm que parar eles têm que esperar né o os filmes mostram muito isso assim então essa combinação entre o desejo a vontade de eu não quero me identificar mais com esses padrões né isso que o Gus estava colocando e mas ao mesmo tempo então tem uma parte que é minha que vem do Ego né dessa decisão de querer mudar mas reconhecer também que tem coisas que o ego não entende que ele vai ter que suportar aquilo ali por isso que ela diz né Pode parecer difícil saires de uma situação desgastante para outra agradável e é realmente Olha que amor ela dizer isso é difícil não é assim Ah tá então agora vou treinar saiu lá escalando o Everest não meu filho é difícil esse negócio né mas mas dá dá só que a gente vai ter que vencer né esse esse medo aí e lidar com esse mundo emocional nosso né muitas dessas questões ali me chamou muita atenção nessas nessas nesses itens práticos que ela colocou que tem a ver com essa dificuldade de lidar com os afetos mesmo né que eu acho que é um grande desafio nosso porque são as as emoções né que que que vão nos nos prender ali em padrões né que se a gente não consegue

com essa dificuldade de lidar com os afetos mesmo né que eu acho que é um grande desafio nosso porque são as as emoções né que que que vão nos nos prender ali em padrões né que se a gente não consegue reconhecer difícil é e até o atleta né marluc se ele não consegue respeitar um ritmo e quiser eh acelerar o processo o efeito pode ser ao contrário pode fazer um estiramento muscular e ser impedido né por muito tempo de poder exercitar o corpo então de uma certa maneira né Eh porque compreender o meu limite e poder ir num ritmo adequado também faz parte desse esforço isso me lemba uma história de São Francisco que quando os Frades os freis se dividiram em dois grupos os intelectuais queram organizar de uma maneira mais estruturada mas de acordo com a consciência coletiva da eoca a igreja e os anteriores dos dos Frades menores que continuam permanecer naquela proposta mais autêntica de de São Francisco ficaram divididos e e quando ele viajou eh o pessoal intelectual tomou a posse né e Começou a organizar sem o consentimento dele ele ficou num momento de muita dor e conflito desde essa situação de como lidar com isso e ele começou a ficar muito ansioso e ele dizia pros irmãos dele meus irmãos eu para que a ansiedade grudou em mim como uma camisa molhada né e eu não consigo me libertar dela e dizia assim então você ver olha a humanidade de Francisco apesar da natureza Divina dele como espírito ele tem o lado humano dele né vivendo e assumindo de maneira humilde Olha tô no momento que eu não sei e né não sei lidar tudo uma ansiedade e ele foi perdendo alegria começou a ficar meio deprimido e ficou naquele impasse e não sabia como resolver aquilo até porque ele não era um uma autoridade que tinha uma liderança de de de de determinar de maneira muito deliberada ele era muito aberto afetivo E aí Clara chamou ele chamou ele para uma conversa né e e e explicou para ele mas eh eh Francisco tu tá sofrendo tu porque tá pegando para ti a responsabilidade e o cuidado dos homens é de

rto afetivo E aí Clara chamou ele chamou ele para uma conversa né e e e explicou para ele mas eh eh Francisco tu tá sofrendo tu porque tá pegando para ti a responsabilidade e o cuidado dos homens é de Deus né então serve a Deus e não aos homens e essa colocação de Clara já foi o suficiente para ele mudar pro mesmo bem intencionado porque a a proposta dele era fazer o melhor e tentar uma ção mas ele estava prisionado numa obrigatoriedade numa condição que era maior do que a dele que ele queria controlar todo aquele povo dá uma direção mais adequada onde de um lugar que eu não tem controle né E que assim onde tá Deus daí quando disz não a coisa não é para mim nem por Mas é para Deus eu nada Deus tudo ele voltou à paz automaticamente né e ele conseguiu daí delegar para monto Frei poder repensar não ficou tudo sozinho para ele né então de uma certa maneira né às vezes né O que tá em jogo é uma atitude pequena mas por não saber estarmos consciente dela ela acaba criando né interferindo nessa rede no sistema todo né e e perturbando o sistema todo de uma maneira eh muito complicad então eh eu acho que que Francisco ele tem duas coisas bonitas ele poder ter consciente reconhecer né a ansiedade né E poder aceitar né o o movimento da vida através de clara e eh chegar na conscientização né quando ele conscientiza ele abertamente né acole como um ato de Generoso né de Clara amoroso dela e consegue Então se aliar a uma nova postura mudando então o comportamento e consequentemente se libertando daquela angústia que tava tão aprisionante para ele muito lindo né nossa é e aqui ela vai tá dizendo de não medir esforços né porque se a gente olhar nessa história de Francisco né Eh o quanto ele tava se esforçando para chegar numa resposta né ele tava fazendo todo um esforço e aí e é preciso que Clara chegue e traz essa um outro ponto né então isso mostra pra gente que a saúde né que se a gente voltar lá na definição Ele também é um fator social né não é apenas só uma questão única né

iso que Clara chegue e traz essa um outro ponto né então isso mostra pra gente que a saúde né que se a gente voltar lá na definição Ele também é um fator social né não é apenas só uma questão única né por isso dessas eh eh a união dessas esferas por isso que é tão difícil né a união da esfera biológica onde vai entrando a parte genética circulatória neurológica a psicológica que vai entr as em ses pensamentos traumas cognições significado atribuído aos eventos da vida capacidade de resiliência mas aí a social que é isso que que essa história do Gelson traz que é diz respeito à sociabilidade e essa rede de apoio familiar e fraternal e a capacidade de se relacionar então ali Francisco nessa relação com a com a Clara né ela pode trazer para ele um elemento eh inconsciente eh porque na maioria das vezes nós só vamos reconhecer esses fatores que estão muito longe da consciência então a tomada de consciência ela pode surgir por meio do do outro que é um espelho para mim né então eu preciso que o outro mostre para mim coisas que eu não tô conseguindo ver né e isso é muito importante eu me lembro que uma vez eu tava me debatendo com uma questão e meu filho muito pequenininho olhou para mim e falou uma coisa assim não mas você não percebe que você é assim e aquilo que ele disse eu não tinha a menor ideia do que eu era daquele jeito né Então olha que lindo uma criança né podendo mostrar para mim um aspecto que realmente tava muito inconsciente que eu não via Então as nossas relações por isso desse eh a dificuldade de sermos saudáveis uhum Porque até mesmo uma emoção uma sensação um sentimento vai fazer com que a gente não esteja vivenciando esse processo de saúde né e E aí a questão final eh 912 quando pergunta Kardec pergunta qual o meio mais eficiente de combater o predomínio da natureza corpórea ele responde à prática da abnegação E aí eu fiquei pensando né fiquei olhando para isso e e e e e um grande grilinho gritava na minha cabeça como assim né E aí eu fui pesquisar o que que é

za corpórea ele responde à prática da abnegação E aí eu fiquei pensando né fiquei olhando para isso e e e e e um grande grilinho gritava na minha cabeça como assim né E aí eu fui pesquisar o que que é abnegação eh e e tava assim que é a caracterizada pelo eh despreendimento e altruísmo o altruísmo segundo Joana é o antídoto do egoísmo Então por meio do altruísmo eu consigo eh também fazer um processo de saúde né em que a superação das tendências egoística em benefício de uma pessoa de uma causa ou princípio é uma dedicação extrema né e o altruísmo é esse antídoto pro egoísmo então Eh sempre eu consigo eh adquirir sair dessa postura de um pensamento negativo de um pensamento vicioso ficar preso numa raiva num desejo de Vingança quando eu paro de pensar em mim e volto pro outro é essa questão do altruísmo a ação no bem a ação de uma causa a ação de uma ideia coletiva vai fazer com que a gente desenvolva e Saia Desse comportamento egoísta do eu e vamos pensar nesse todo né sabe que eu fui fazer a mesma coisa Adre fui pesquisar abnegação e aí eu achei uma frase tão linda do Emmanuel que tá no pensamento e vida que ele diz falando de abnegação né pela Fidelidade Ao desempenho de suas obrigações o homem melhora si mesmo e pela abnegação o Anjo aproxima-se do homem melhorado aprimorando a vida e o mundo aí eu pensei na clara com esse anjo né se aproximando de Francisco ali ele numa abnegação extrema né E aí recebendo todo esse auxílio assim eh encaminhando né pro pro pro pro de uma outra maneira assim é agora isso tudo faz pensar né que eh o esforço e a benegação né envolve uma ciência né E não uma teimosia do Ego porque tem aquele esforço teimoso quero abrir a porta e fica empurrando a porta empurrando a porta insistindo num esforço vão de repente o esforço é de pensar não pera aí de repente eu eu mexo uma uma a maçaneta e abre com facilidade né então o esforço eh não é eh ficar preso num padrão numa tentativa de solução é é reavaliar também né porque a Joana ela é muito assim de de de de

eu eu mexo uma uma a maçaneta e abre com facilidade né então o esforço eh não é eh ficar preso num padrão numa tentativa de solução é é reavaliar também né porque a Joana ela é muito assim de de de de trazer da importância de usar a inteligência né A reflexão os recursos que já temos e buscar recursos novos também para administrar a as novas nossas questões então quando ela fala desse esforço eh constante não me di esforço ela bem clara consciência do dever e poder enfrentar sabendo que tu vai Em algum momento mas pequenas peças de sacrifício não tá dizendo para eh esforços como Ah então tu vai ter que te entregar totalmente não não adianta querer se atirar se não tem recurso para isso então pequenas peças de sacrifício aí e nesse movimento ela dá assim esse pulo do gato né junto com esse esforço né sair de si se abrir pra vida se afetar pela vida amorosamente tá disponível para o mundo para o outro se eu esqueço um pouquinho de mim né da minha neurose ficar né minhocando né e vai e vou ajudar um irmão Vou Colher alguém que sofre e eu tô fazendo um trabalho terapêutico também para mim né Eu também tô superando né Como diz aqui né O Livro dos Espíritos a minha natureza corpórea e expandindo a minha natureza espiritual abrindo Campos Novos paraa minha consciência e para Novos Valores da minha alma então de uma certa maneira eh muitas vezes o o que a vida pede é é um pouquinho de eh viver também a a dor do outro fazer nossa parte de cooperar porque se a gente não pode mudar nós mesmos talvez a nossa ajuda pode mudar o outro e como diz aqui né vocês falaram um anjo nos acolhe no nosso esforço e nós somos também tocados pela sua força que mo novos eh eh estruturas novos nosas noas novas forças internas em favor da nossa própria transformação né Então aquela proposta do evangelho que fora da caridade realmente não há como haver transformação elevação evolução né Muito bem acho que tem muita coisa bonita aqui que que Joana nos traz teria mais algum elemento que teram sublinhado

que fora da caridade realmente não há como haver transformação elevação evolução né Muito bem acho que tem muita coisa bonita aqui que que Joana nos traz teria mais algum elemento que teram sublinhado o capítulo eu tenho eu coloquei ainda então que para ela né saúde é o quê é esse estar em paz com a vontade de Deus em consonância com o selfie é estar integrado com os compromissos do passado e ele envolve uma consciência de si mesmo e de encontrar um significado paraa existência que é a vivência do altruísmo né então eu acho que essa seria a síntese de de como ela vê esse processo tão complexo por isso que nós estamos longe disso mas nesse sacro Ofício gosto desse sentido pro sacrifício né como um ofício sagrado que a gente faz de tentar dentro do possível estar em consonância né com as nossas verdades e a vontade do pai é e como a vida dinâmica né aqui só para terminar G Ela diz que o nosso cérebro tem a capacidade de fixar 10 novos fatos por segundo então nós temos muito recurso né de mudança acho que isso é um alento para nós tá sem áudio Gelson Eh vamos usar o cérebro então né Vamos né fazer uso já que ele existe Então essa capa maravilhosa que a gente possa realmente fazer valer né esse recurso para nós muito bem então fica o convite para todos de permanecerem conosco semana que que vem o o capítulo seis né culpa e consciência e o nosso grande abraço nossos melhores votos que Joana os benfeitores E acima de tudo nosso mestre Jesus nos dê condições força para levar adiante a nossa caminhada transformativa um grande abraço a todos

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