T7:E6 • Autodescobrimento • Equipamentos existenciais (parte 2)
Neste encontro, Gelson Roberto, Guadalupe Amaral e Tiago Rizzotto continuam o estudo da segunda parte do capítulo dois do livro "Autodescobrimento: Uma Busca Interior", intitulado "Equipamentos Existenciais". Eles abordam os itens "Conflitos e Doenças" e "Distonias e suas Consequências". A autora espiritual Joanna de Ângelis acompanha esse tema, oferecendo uma análise profunda sobre a dinâmica do pensamento e sua conexão inseparável com a realidade material. A partir desse processo, que envolve o perispírito como elemento mediador, é possível entender como essa dinâmica se reflete no comportamento, nos estados internos e no corpo físico, e como esse arranjo se estabelece de maneira diversa ao longo do processo reencarnatório. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #autodescobrimento #conflitosedoenças #distonia
bem-vindos meus irmãos ao nosso estudo da psicológica Joana De Angeles é uma grande alegria abraçamos a todos nesse momento que nos assistem para dar continuidade ao nosso estudo e hoje aqui conosco a Guadalupe e oago para colaborar né Eh nesse capítulo que estamos estudando que é o Capítulo dois que e equipamentos existenciais já viu o primeiro item que é o pensamento e hoje vamos trabalhar conflitos e doenças e distonias e suas consequências ão bem-vindo também Guadalupe Tiago e vamos dar início então né a nosso momento de estudo eh Joana vem acompanhando com com com esse tema né trazendo nós para ess para esse olhar profundo em relação à dinâmica do pensamento e o vínculo né inseparável com a realidade material para justamente né começar a pensar a partir dessa desse processo que tem o per espírito como elemento mediador como é que se dá essa dinâmica que vai se refletir no comportamento nos Estados internos no corpo físico e e como esse arranjo né vai sendo estabelecido de maneira diversa da próprio processo reencarnatório então a gente vê assim que quando ela começa a trazer esse item aqui conflitos e doenças ela vai mostrar que apesar do do processo da vida ter uma lógica que é perfeita justa né E que a lei Divina Então se manifesta de maneira automática em toda e qualquer dinâmica conforme o grau de de consciência conforme o projeto reencarnatório o merecimento os compromissos esse processo ele vai sendo melhor eh e acompanhado melhor elaborado eh tendo processos outros que não só o automatismo da lei Mas a colaboração né de espíritos responsáveis Também com esse por esse processo eh para que vai ser refleti daí então de uma certa maneira em toda a dinâmica psíquica seja no própria formação do meu corpo e da minha personalidade como no arranjo né Eh familiar que também vai se refletir consequentemente na minha vida psicológica então a gente Ela tá de uma certa maneira apresentando to Essa realidade né Para justamente começar a pensar nessas consequências como é que vocês vê isso
ir consequentemente na minha vida psicológica então a gente Ela tá de uma certa maneira apresentando to Essa realidade né Para justamente começar a pensar nessas consequências como é que vocês vê isso aí né como é que eh como é que chega em vocês esse movimento que tá fazendo bom posso Vamos começar com algumas ideias né A primeira é a ideia dessa unidade né quando a gente pensa no processo reencarnatório nós temos conceitualmente uma Tríade que anelada integrada né espírito per espírito e o corpo físico mas que articula um dinamismo que é numa unicidade na forma como a vida Acontece como a vida se exterioriza e como muito bem já foi estudado no início desse Capítulo o o pensamento é esse é esse damo que vai imprimindo né em processos de ondas né de partículas o processo pelo qual nós sentimos como nós representamos Como Nós pensamos o mundo e refletimos seja nós no mundo e o mundo em nós eh é interessante que na simbologia do Evangelho quando Jesus dizia que se a nossa mão fosse motivo de escândalo e PR linguagem a tinta carregada em que ele fala essa passagem se a tua mão for motivo de escândalo arranca é claro que a na literalidade pra época era importante impressionar os ouvidos daqueles né que estavam aprendendo e compreendendo e buscando entender as a mensagem de Jesus mas para nós a gente compreende que toda vez que as nossas ações os nossos pensamentos eles se exteriorizam pra vida eles também como se imprimisse eles tingem o tecido per espiritual né com a memória com os afetos com os acontecimentos diversos da vida e ali tá plasmado E todas as consequências relacionadas a conflitos doenças seja orgânicas ou doenças no campo psicossomático ou doenças no campo Clínico mental todas elas são repercussões de processos Pelos quais nós malv esta faculdade do pensar e como que a gente se relaciona com a vida então talvez a gente possa pensar de que a vida nesse constante movimento e a alma no constante movimento né de relação com a vida relação com o outro e consigo
omo que a gente se relaciona com a vida então talvez a gente possa pensar de que a vida nesse constante movimento e a alma no constante movimento né de relação com a vida relação com o outro e consigo mesma ela vai imprimindo as marcas as impressões de uma história intransferível da qual nós somos chamados a seu tempo a prestar contas né Nós entramos nesse nesse local de pensar onde se muda toda a forma de ver a medicina a doença os doentes onde a a causa última acaba sendo a nossa realidade espiritual então é como vocês estão trazendo né Eh nós temos essa nossa nós somos energia pensante e o nosso pensamento é que vai imprimindo nas nossas células que também têm essa capacidade eh São vivas por si só nessa nessa unidade e a partir daí as doenças vão aparecendo eh da mesma forma que as doenças vão aparecendo e o nosso corpo aí o o a gente tem assim que que o corpo acaba expressando né Essa realidade espiritual algo que a gente né vai falar um pouco mais é da mesma formma que elas vão expressando a gente também vai conseguindo reverter esse toda essa dinâmica a partir da mudança da nossa forma de pensar mas mas aí dentro disso acho importante eh a gente ressaltar a a questão de que não é só o pensar né é a questão do do sentimento e e da vontade também né dentro dessa dessa dinâmica e a partir daí a gente tem então essa essa a possibilidade de trabalhar as doenças do corpo físico os conflitos que externam no corpo físico a partir de pensar nossa realidade diferente e nós também temos essa eh possibilidade de perceber a nossa responsabilidade porque a a as doenças vêm para que a gente aprenda n nos olhar e refazer Então esse nosso caminho e vão chegar com dor né vão chegar com com lições difíceis mas se nós ficamos paralisados presos a um mesmo uma mesma forma de pensar e perceber a realidade nós não conseguimos expurgar essa energia nós não conseguimos mudar esse padrão e e ao invés de nós tratarmos a doença que no final das contas é tratar de ampliar a consciência
e perceber a realidade nós não conseguimos expurgar essa energia nós não conseguimos mudar esse padrão e e ao invés de nós tratarmos a doença que no final das contas é tratar de ampliar a consciência e da nossa realidade espiritual nós vamos perpetuar uma quase que jogando fora uma uma oportunidade de desenvolvimento espiritual e finalizando assim esse primeiro pensamento também é interessante nós lembrarmos que claro a medicina terrena evoluiu muito né se a gente separa da espiritual que são inseparáveis eh e aí se tem a capacidade com de com medicações ou mesmo com cgas tratar uma doença que apareceu ali no corpo físico e Que bom que se tem essa oportunidade mas se não há um ganho de consciência não há uma reflexão isso claro né a gente dentro da da complexidade espiritual de cada um porque as coisas não são tão tão causa efeito tão assim eh sintéticas a doença vai aparecer n outro lugar de novo nos chamando a consciência Então a gente tem que entender que nós somos esse ser único complexo com essa oportunidade de tudo que chega chegando para nos mostrar que a gente pode ter um olhar Interno também vendo que o que nós somos externamente reflete eh a nossa interioridade o nosso ser espiritual eu acho importante dentro disso que estão trazendo né ampliar essa espírito mente corpo para esse corpo maior né que é o corpo eh que a gente já até comentou no no no encontro passado esse corpo que é um tecido social cultural né Eh familiar e que de uma certa maneira nessa Trama né do fios invisíveis que a vida nos une reflete né Justamente esse campo de interação e de movimento do espírito na sua caminhada evolutiva não só sozinho mas sempre interagindo com os outros e com a vida né e pagando o preço por esse processo e paraa gente não ver um Karma muito maniqueísta muito literal né ver que esses processos da vida que que que que nos jogam né para nadar né mesmo a gente não sabendo né é jogado no mar pra gente poder e reconhecer que a gente tem potencial para nandar né a gente não
er que esses processos da vida que que que que nos jogam né para nadar né mesmo a gente não sabendo né é jogado no mar pra gente poder e reconhecer que a gente tem potencial para nandar né a gente não acredita que a gente po a gente pensa que a gente vai se afogar e a vida justamente nos Joga lá pra gente poder realmente buscar recurso e ver que a gente pode de uma certa maneira eh encontrar elementos que a gente desconhecia então Eh Quando ela começa a juntar né né Essa questão que a Gu tá trazendo né da da questão da doença física e junta também eh o choque doméstico né que que que a gente vê assim que que que os caminhos possíveis do adoecimento ou da forma da Alma viver suas dores são muito diversificados até do ponto de vista da caminhada eu sou gêmeo com com o meu irmão né e o Gilson eh a gente tem a mesma base genética né mas a forma de ele ele ele é eh tem alergia a camarão e não tenho né eu desenvolvi alguns limites físicos ele não E assim a gente vê assim como a a vida vai compondo e criando né uma narrativa própria a partir desses desses elementos que estão forçosamente comprometidos no nosso passado e até então assim o que que faz que um caminho eh energético espiritual enquanto processo interno de valores sentimento dramas que permeia nossa vida vai pegar um caminho de uma angústia ou de um sintoma de uma asma por exemplo né Eh o que que faz com que eu tenho um karma com um membro da minha família né né que que eu matei ou que ele me matou mas que eu tenho que tolerar o temperamento chato dele e e suportar também não só as questões literais que envolveu aade do vínculo mas pagar o preço de est de est com ele e e e e assumir tudo que Implica também a natureza dele né então de uma certa maneira a gente vê aí nesse movimento não só uma questão de Justiça né que que fala do compromisso da gente não fugir de nós mesmos num trabalho de superação mas a gente vê aí um movimento de misericórdia amorosidade que envolve que implica cooperação independente da dinâmica
ue fala do compromisso da gente não fugir de nós mesmos num trabalho de superação mas a gente vê aí um movimento de misericórdia amorosidade que envolve que implica cooperação independente da dinâmica cármica e essa cooperação eh Nossa com o corpo do corpo conosco e dos processos de interação espirituais e emocionais que envolv o nosso cenário nosso arranjo né e espiritual familiar vínculos e todos os processos que vão se constituindo a partir daí né então Eh eu vejo assim eh o quanto é plástica Quanto é rico eh as possibilidades mesmo dentro de um circuito eh ordenado regulado e fomentada para partir desse desses vínculos e que a lei de causa efeito noss nos impõe né é e é é a tua fala é muito interessante assim muito precisa porque eh a gente pode tentar às vezes tentar traduzir em categorias como vai ser um processo reencarnatório de resgate Mas isso é tão único isso é tão individualizado que a Joana quando faz Seguindo aqui o texto ela faz uma reflexão em torno de como que o espírito regressando à carne e passando né pelo por esse processo da subjetivação do eu né a construção de uma nova estrutura egóica com nova personalidade e que é esse período da infância que é um período tão sensível aqui é interessante destacar que muito dos elementos da nossa historiografia espiritual até aproveitando o termo que ela Us seja de forma perturbadora ou seja de forma virtuosa eles vão vão se traduzir implicações muito importantes de como o espírito vai estar conseguindo mediar né ou lidar com essa condição às vezes para fora gravosa espinhosa Mas ele já tendo às vezes possibilidades em que ele se fosse mais frágil ou mais perturbado ou revoltado ele poderia cair ir para um caminho de adoecimento então é interessante isso e nós observamos isso com muita riqueza eh em famílias em filhos em sobrinhos né tão diversos e com educações muito próximas né então é interessante a gente pensar sobre o que às vezes para algum pode ser um processo expiatório para outro pode ser um jogo
em filhos em sobrinhos né tão diversos e com educações muito próximas né então é interessante a gente pensar sobre o que às vezes para algum pode ser um processo expiatório para outro pode ser um jogo mais leve mas isso tem a ver com essa historicidade anterior da Alma que já quinou elementos importantes para que não enferme né Para que ela não adoeça então é interessante isso né É É o ponto interessante esse que nós estamos tocando dessa eh dessa falta de linearidade nesses processos e da necessidade da gente entender isso porque muitos dentro da cérea Espírita e a gente tem muita informação que bom acabam se culpando por alguns processos entendendo né reduzindo a sua Encarnação aquele exemplo e todos os exemplos eles compõem nos ajudam mas realmente a gente não tem esse conhecimento Do Motivo pelo qual está passando pelas questões que está e e e o que se precisa é justamente aproveitar essa oportunidade né sair dessa mente racional que quer saber assim ah mas se eu tenho um câncer disso é porque eu fiz aquilo né se eu tenho asma é porque eh Não é disso que se tá falando né é o que que eu como é que eu vou viver essa experiência o que que isso diz de mim como é que eu posso me transformar a partir daí e e esse isso é algo que me parece Fundamental e não sei se eu consegui expressar bem assim a minha ideia mas que Joana traz tanto para nós né olha olha o que tu tem né de de oportunidades né Eu acho ISO muito importante né Guadalupe Eu acho que isso confirma a colocação dela que diz o ser consciente é um indivíduo livre e realizador do bem operante né e e que tem por uma meta que é justamente a própria Plenitude em em favor também da da da da plenificação da humanidade ou seja eh existe essa condição eu sou livre sou livre né Por mais que ve o irão na prisão estava confinado mas a mente dele era livre e ele pode escrever uma obra com 150 personagens de maneira riquíssima complexa confinado né em quatro paredes então isso dá uma noção de que a neurose é sempre um um ato presente a tem voros
ra livre e ele pode escrever uma obra com 150 personagens de maneira riquíssima complexa confinado né em quatro paredes então isso dá uma noção de que a neurose é sempre um um ato presente a tem voros com com o passado porque tem claro essa historiografia aqui que que o Thiago Eh lembrou que Joana coloca mas enquanto manifestação neurose é fruto de uma atitude do aqui e agora do meu da minha atitude enquanto ser livre da qual eu exercito um lugar uma compreensão e uma opção de viver essa realidade idade que eh intercambia o meu mundo interno e a realidade externa né Eu me lembro que uma vez eu era estudante de psicologia e tava muito atere fado e e isso claro é um campo de estressora eu não me alimentava direito eu tinha estágio aula de de manhã de noite estágio de tarde eraa uma correria para para cá e eu fui buscar um uma orientação espiritual uma apoio pra saúde né que eu não me lembro exatamente o porquê né e a entidade que me atendeu Fi meu filho por que que tu tá colocando as coisas no teu corpo eu gostava muito que tu não que antes tu não colocava as coisas no corpo e agora tá colocando as coisas no corpo eh eu falei assim meu Deus mas eu vou saber como é que eu tô fazendo que que me levou a fazer isso né mas claro mesmo que eu não tenha consciência de como está se dando eu espírito com todos os recursos que eu tenho acabei sobrecarregando o meu corpo por não ter capaz de lidar com isso e e eu usei meu corpo como uma bengala Como suporte como amortecedor Talvez o meu sofrimento emocional eu eu não precisava ter ter feito essa opção eu podia ter feito um outro caminho né eu tenho elementos para fazer outro caminho então a minha neurose a minha a a a minha expressão de adoecimento é fruto de uma escolha de uma atitude atual Presente mesmo que eu carregue né um se número de fatores que colaboram nessa dinâmica né E aí eu disse pua se eu fiz caminho eu tenho que saber desfazer o caminho o difícil desfazer o caminho depois né que a ve a gente acaba né preso em pad dois a qual
ores que colaboram nessa dinâmica né E aí eu disse pua se eu fiz caminho eu tenho que saber desfazer o caminho o difícil desfazer o caminho depois né que a ve a gente acaba né preso em pad dois a qual a gente tá identificado né E é isso que é difícil de mudar né são esses movimentos da qual a gente gostou de fazer caminho porque a gente acha que é mais fácil e geralmente parece mais fácil mas é mais longo e mais complicado pra nossa vida então as jo tá trazendo tudo isso aqui né quanto a nossa atitude né falo assim da atitude egoísta que o Thiago falava né às vezes são eh não é não não não não eu não sou vítima da da minha história atual frente a uma crise ecológica energética de valores sei lá o quê Eu não sou vítima da minha família eu não sou vítima do do corpo que que me constituiu a a a minha chegada no mundo eu sou vítima dos meus atavismo que ela coloca aqui vitimado pelo atavismo do desamor pelos Caprichos do egoísmo o eu se festa na rebeldia eu não tô querendo escutar T querendo dialogar não tô querendo pagar o preço eu me fecho na revolta no egoísmo e aí eu começo a complicar possibilidades ricas para mim mesmo difíceis e às vezes mesmo coisas boas um dom um presente que a vida me deu possa pode ser um um um fator de desgraça da minha vida Justamente a partir do da forma como eu encaro e lido com aquela realidade muito interessante porque talvez frente a cenários semelhantes cada um de nós vai aproveitar ou não aproveitar às vezes escuto até de amigos espíritas que eu acho que não entenderam o espiritismo eles dizem assim ai como vida é difícil né como é ruim às vezes asas situações mas vai suportando vou suportando que isso vai passar logo só que eu percebo que não está aprendendo com a situação então não adianta estar reencarnado ou às vezes reencontrando no ambiente doméstico e um relacionamento eh as possibilidades de reajuste com aquele que chega a nós ou como filho como pai ou mãe é como a gente aproveita de forma qualitativa a experiência porque você pode exar uma Encarnação
elacionamento eh as possibilidades de reajuste com aquele que chega a nós ou como filho como pai ou mãe é como a gente aproveita de forma qualitativa a experiência porque você pode exar uma Encarnação inteira com os mesmos as mesmas murmurações os mesmos queixumes e a alma não se eh se desenvolveu a alma não se não amadureceu frente essas asperezas que são provas da da existência então a ideia da rebeldia e a Joana destaca isso almas que talvez pela condição consciencial ainda restrita que se encontra elas vão permanecer dormindo elas não vão reconhecer quais são os deveres perante a vida permanecerão sendo para si eh construtores de novos processos de adoecimento e de sofrimento e muitas vezes pro outro que acompanha ele na marcha mas em algum momento ela coloca que a alma desperta para algo que é singular na experiência humana que é o que ela chama no livro compromissos de amor da aquisição de uma afetividade amorosa para si e também na relação com o outro e parece que isso é algo estruturante para aquisição de consciência para crescimento espiritual e a gente conseguir como ela diz né ir ao encontro da nossa dimensão Divina mais íntima e profunda que aguarda né o florescimento o despertar e que essas florações possam continuar se desenvolver vendo mas para chegar nesse lugar ela diz Em algum momento no Pedregulho da experiência humana temos que encontrar as representações da amorosidade em nós Para vivermos mesmo que ainda como fala o espírito m né os pés sangrando o choro abundante mas prosseguirmos buscando caminhos em que o amor possa ser instrumento para nós e pro outro né nesse subitem que nós estamos vendo e que ela traz muito a questão do desamor na infância e e faz essa ligação com a nutrição eh acho que é muito importante a gente entender o quanto de uma forma ou de outra nós temos esses comportamentos que a gente não aprendeu a se nutrir né E aí acaba não conseguindo também levar essa essa nutrição esse Amparo eh pro outro e e dentro disso eh como é um assunto que
tra nós temos esses comportamentos que a gente não aprendeu a se nutrir né E aí acaba não conseguindo também levar essa essa nutrição esse Amparo eh pro outro e e dentro disso eh como é um assunto que que eventualmente eu estudo enfim cada vez mais aumenta o nível de transtornos alimentares né a gente tem mais de 70 milhões era alguns anos 3S 4 anos atrás de pessoas no mundo aumentando em adolescentes e crianças em idade eh precoce e em outros grupos também né como como os grupos de eh eh que que tem tem alguma alteração eh mais segregados enfim isso tudo ligado a a esse momento onde a gente não aprende a se olhar claro né Eh aí a gente pode falar do Lar da da questão do desamor e tudo isso é muito complicado mas como o Gelson trouxe Nós também somos livres né então se por um lado a gente tem que ter muito cuidado com o ambiente que leva paraas crianças e adolescentes por outro quando s os adultos né mais ainda a gente tem que entender que pode escolher né e e os transtornos alimentares Eles são muito frequentes e muito aceitos né nesse mundo pós-moderno então para não tanto a bulimia anorexia como as compulsões alimentares para não falar de outras cada uma acaba sendo aceita de uma forma de uma forma muito perversa pela sociedade né e e isso acaba eh colocando pessoas que não acham o seu sentido o significado de viver em lugares em valores perenes muito atrapalhadas levando inclusive à morte principalmente na questão da anorexia que é uma uma desnutrição eh eh material né Não simbólica mas também simbólica uma negação da vida de certa forma uma uma né um controle dentro de um descontrole Então como nós E aí se a gente pega essas doenças a gente sabe esses transtornos né a gente sabe que a esmagadora maioria tem outros eh transtornos eh junto né de humor enfim mas como nós Enquanto essa grande teia né enquanto sociedade coletivo estamos adoecidos e adoecendo pela perda desses valores de sentido existencial maior e claro que isso vai mudando eh para melhor mas também a gente tem que
a grande teia né enquanto sociedade coletivo estamos adoecidos e adoecendo pela perda desses valores de sentido existencial maior e claro que isso vai mudando eh para melhor mas também a gente tem que ter essa noção de que é uma situação muito complicada nós não podemos fechar os olhos para isso né a seletividade alimentar a mãe que quer a filha muito magra para ser modelo né a a menininha que não é aceita e e tem o bullying ali porque é mais gordinha e mulheres de 40 50 60 anos que provocam vômito que querem ter o corpo eh deantes e e e um distúrbio crescendo em homens Então como a necessidade de amor ela é facilmente confundida com as questões literais da comida né E a comida acaba se tornando um bode expiatório para esse tratamento e esse olhar de todas as emoções na verdade eh estão na nossa sombra né são S complexos ali que a gente acaba engolindo ou deixando de de comer né interessante né que quando ela ela cita né Guadalupe o exemplo da anorexia da bulimia né como fatores de disfunções transtornos eh ela ela dá essa dimensão simbólica né do do alimento né o alimento como nutrição como a própria mãe o aquo da mãe do afeto da qual eu busco ou ou rejeito né e faço o caminho de tentar sair da e se opor a matéria que é mãe né ir buscar o pai idealizado e consigo suplantar o instinto de sobrevivência a ponto de não querer comer né numa teimosia ou numa raiva interna né ou eu fico na compensação de buscar isso no excesso de comida seja vomitando ou não mas eu fico dep ente né de de de de compensar e e preenchendo aquele vazio e e e aí eu acho que tem uma questão bem importante que a benfeitora coloca ali né e em em dois momento né que é a questão da atitude injustificada nossa né e de outro lado o amor como alimento para a vida né então de uma certa maneira todos nós eh dependemos dessa Experiência Amorosa seja em que grau for em que condição em que contexto se dê né Isso é uma questão e e talvez A grande questão central né de todos os dramas nossos vão se resumir
eh dependemos dessa Experiência Amorosa seja em que grau for em que condição em que contexto se dê né Isso é uma questão e e talvez A grande questão central né de todos os dramas nossos vão se resumir nessa grande temática que é a temática amorosa né E aí ela fala então nessa atitude justificada desse movimento regressivo né então Eh ela fala dessa que eh quando o indivíduo se identifica desamado há um quadro inconsciente regressivo né então eu acho interessante formular uma uma compreensão eh dessa dinâmica então Eh o movimento do espírito é aquilo que chama de progressão da libido e um fala também regressão eão libida então a libida energia ela quer acender como a a planta busca a luz do sol né que é que é aquilo que é melhor para ela então a progressão da libido é dar conta dos projetos dos anseios das necessidades da vida quando a gente é a gente esbarra num desafio numa dificuldade numa questão desconhecida que que a gente faz a gente regride então a regressão é tentar e eh tentar dar um passo para trás para avançar melhor a regressar é uma forma de buscar lá trás algo que tá tá precisando agora a regressão é uma forma de voltar num estádio segura diante de um momento de insegurança agora então a regressão é um movimento natural e quando a gente regride o espírito Tem que olhar para ele bem que que eu tô me dando frente a esse desafio que me que me me desafia a deudo a mim mesmo e quando eu faço a regressão eu tenho que tomar então uma atitude ou eu fujo continuo regressivo ou eu busco do jeito que eu que eu sei ou eu mudo eu assimilo alguma coisa eu acredito na vida ou não acredito na vida ou eu consigo eh eh eh usar de aluma capacidade minha de resiliência de paciência ou de pedir ajuda de humildade seja o que for mas de uma certa maneira o movimento da vida Vai forçar naturalmente né que frente aquilo que no desafia uma um impasse ou aquilo que a chama de conflito seja consciente ou inconscientemente E aí né a juna fala a tem esses vários possibilidades de
i forçar naturalmente né que frente aquilo que no desafia uma um impasse ou aquilo que a chama de conflito seja consciente ou inconscientemente E aí né a juna fala a tem esses vários possibilidades de caminho ou tu compensa ou tu fica tu se opõe ou tu fica edido Tu faz uma uma uma cisão neurótica daí tem as várias formas né da gente adoecer neuroti como forma de tentar eh encontrar possibilidades né e e e todas elas são tentativas mesmo né desse mundo criativo que é que a alma opera e que nem sempre dá resultado né e o problema não é não dar resultado o problema é de gente eh ficar teimando né e e não dá chance pra gente e aí eu vejo que A grande questão do amor é a questão do autod desamor porque D chance pra gente é poder dizer puxa eu eu eu posso errar eu posso não saber eu posso eu posso merecer um pouquinho mais eu posso né Eh buscar ajuda porque eu sou amado eu mereço essa ajuda ou seja eh de uma certa maneira essa questão do amor eh se faz pelo desamor do mundo mas de uma certa maneira reflete o meu desamor porque Joana vai falar em outros momentos aqui da da da t psicológica que o amor quece de dentro para fora começa um um processo de autoamor não adiant gente quer o amor do mundo se a gente não se ama a gente querer dar amor pro mundo se também a gente não se ama então de uma certa maneira acho que o grande desafio é chegar Nossa consciência que nós somos filhos de Deus filhos desse amor e poder Se permitir se reconhecer nesse lugar para começar fazer um caminho que seja mais útil e proveitoso muito bom muito bom amigo acredito que a ideia da culpa e a dificuldade de lidar com a nossa rigidez a forma como a gente se cra como a gente se pune e como isso são obstáculos difíceis pro autoperdão né como é difícil às vezes pensarmos em às vezes Fizemos alguma coisa ou não conseguimos nos perdoar diante de certos fatos né da nossa história ou quando não perdoamos os outros mas essa inscrição de nos sentirmos culpados por aquilo que não fizemos adequadamente ou de sermos
conseguimos nos perdoar diante de certos fatos né da nossa história ou quando não perdoamos os outros mas essa inscrição de nos sentirmos culpados por aquilo que não fizemos adequadamente ou de sermos muito rígidos por padrões que assimilamos no curso da nossa história eh a Joana ela destaca né a as condições orgânicas elas não são poucas aquelas que são um reflexo da trama e dos problemas relacionados ao ao manejo inadequado das nossas emoções e dos nossos sentimentos e é interessante que quando eu foli um pouquinho para esse nosso encontro a ideia de uma de uma relação entre a nossa vida psicológica o nosso sistema imunológico nosso Sista neurológico né a gente pode imaginar que a não expressão das emoções ou uma educação em que nós não fomos habilitados e educados para podermos expressar o que a gente sente leva constrições de uma inabilidade de lidarmos com essas questões que são estruturantes na nossa vida então podemos até dizer que o o existe um grande drama na contemporaneidade de de uma juventude por exemplo que não consegue lidar com as emoções não consegue representá-las não consegue expressá-las e muitas vezes vão pro vaso físico se machucando se ferindo como uma forma de dar vazão para aquilo que tá contido e há uma dificuldade de ser de se expressar o que poucas pessoas entendem é que é esconder as próprias emoções ou não conseguir expressar as próprias em ões ela leva problemas de ordem psicossomática como a própria mentora diz e que tá de acordo com os estudos contemporâneos e é interessante que quando a gente permite a expressão das nossas raivas dos nossos ressentimentos das nossas tristezas né Eh isso produz um efeito que na ciência eles tratam que você ativa o sistema linfático né que é o a parte da estrutura de Defesa do nosso corpo e esse processo de ativar Pela expressão das emoções estimula a produção de linfócitos que tá relacionado com células de defesa que nos protegem Então olha que interessante permitirse experienciar as emoções falar
so de ativar Pela expressão das emoções estimula a produção de linfócitos que tá relacionado com células de defesa que nos protegem Então olha que interessante permitirse experienciar as emoções falar sobre elas expressá-las é um caminho de cura é um é um é um caminho de um processo que a gente é um processo né que a gente se encaminha para esse autocuidado né para esse movimento que ela diz de uma cuidadosa autoanálise é é Um Desafio numa num momento de eh Uma sociedade de controle desempenho de de que mostra perfeição em em redes sociais né E que então é um é um Desafio agora eh volto a a ressaltar o que vocês já disseram né é possível é para isso que nós estamos aqui né justamente para nos experienci armos e e conseguirmos descobrir por nós os nossos verdadeiros valores então h eu vejo que essas que as crianças os jovens de hoje muitos já são muito diferentes do ponto de vista positivo apesar de ser uma minoria então a gente também tem esse esse Alvorecer do mundo de regeneração empurrando esse processo mas realmente precisa uma tomada de consciência urgente porque grosso modo a maioria das pessoas ainda está em um lugar onde não conecta-se com si ah por tá mais preocupado com que os outros vão pensar com né questões é muito assim da realmente externas né e é preciso que que todos que percebem diferente dentro disso que a gente tá falando tenham voz né também falem também mostrem eh porque realmente eh seão prevalece aquilo que vende né na nas grandes mídias que que não é a gente falar eh de amor e de autocuidado por mais que isso esteja mudando graças a Deus né E e a gente lembrando assim que que não é ã a doença em si que a gente tem que olhar né mas mas o que que tá por trás dela Qual é a ferida psicológica que tá ali o que que eu posso fazer mesmo que eu não eh explique porque nós nós estamos falando de entendimento puramente irracional né mas como é que eu posso viver a minha vida de uma forma mais livre optando a todo momento por ir mudando isso né então acho que isso são coisas bem eh
s falando de entendimento puramente irracional né mas como é que eu posso viver a minha vida de uma forma mais livre optando a todo momento por ir mudando isso né então acho que isso são coisas bem eh Gerais mas bem importantes e eu acho que tem um parágrafo aqui da Joana que de uma certa maneira dá conta do que o Tha colocou que tá colocando também né porque ela falou fal coloca aqui no meu na página 35 eh no perto já do pinal do do do item eh conflitos e doenças é assim mediante uma autoanálise honesta na qual se dispense o elogio a condenação e a justificação o indivíduo deve permitir-se a Identificação do erro do problema e sem consciência de culpa digerir o acontecimento buscando os meios para a reparação e a libertação do sentimento perturbador então achoo muito bonito essa eh essa proposta da benfeitora né E esse trabalho de poder realmente se reconciliar consigo de nesse encontro verdadeiro com nos com mesos nessa eh nessa A análise honesta que ela coloca aí e numa identificação com o erro ou seja eu reconhecer que eu que eu tenho limite reconhecer que eu não sou perfeito ainda né E que eu tô eh de uma certa maneira construindo então uma caminhada e o que o legal é eu ter essa interza de poder então olhar para isso tudo né e eh e sem e sem uma exigência descabida como ela coloca aqui nem condenatória né ver possibilidades né de poder encontrar caminhos de de no desejo de aprender de se recuperar de poder de uma certa maneira ir construindo um processo de superação né então acho bem bem interessante essa passagem dela né E aí ela daí eu eu vejo que ela introduz a partir disso a a dificuldade de diálogo de diálogo com a vida e conosco mesmo e e ela vai de apontar de uma certa maneira o erro de comunicação entre a consciência e o corpo então Eh quando ela começ a falar da distonias e suas consequências ela fala que há uma dificuldade Nossa de se comunicar e e que a gente não consegue eh e ela fala em outro momento da obra ela que muitas vezes a gente não consegue reconhecer a naidade do corpo
ências ela fala que há uma dificuldade Nossa de se comunicar e e que a gente não consegue eh e ela fala em outro momento da obra ela que muitas vezes a gente não consegue reconhecer a naidade do corpo ou às vezes a gente se nega Ao corpo e né isso acaba criando processo difícil de reencarne que vão dar estruturas bordeles ou esquizotípica ou seja o encaixe corpo e espírito não se deu de maneira adequada né E essa comunicação ela é vital então né e se ela não ocorre de maneira favorável vai desorganizando seja do ponto de vista celular né do né seja do ponto de vista de eh de sustos e impossibilidades que vão ser projetados no corpo ou que vem do corpo da qual eu não consigo lidar também né então ela vai falando dessa distonia do espírito né que vai se refleti a enfermidade e esse campo de fluxo de energia né que acompanha a nossa realidade e que de uma certa maneira também nunca vem sozinho da Ela traz um outro ponto que eu acho essencial né trazer para vocês refletir comigo né que essa questão quando uma pessoa cai muita gente cai com ela e quando uma pessoa eh se ergue muita gente também acaba eh usufruindo desse movimento porque ela fala daí nesse Campo vibratório e nesse mundo relacional essa esse esse campo da sintonia seja dos vínculos de parceria seja dos vínculos eh de oposição dos espíritos contrários a nós que se aproveita também de toda essa dinâmica então a gente vê assim eh o quanto a nossa vida importa enquanto ela tá implicada com outras vidas né e e fazendo um um jogo aí complexo de forças da qual e como diz a guardalupe eu sou levado se eu não consigo questionar e de uma certa maneira eh assumir que eu sou ess ser eh livre né e Ou eu levo as pessoas também né nesse jogo né porque na cidade de ser amado Eu repito o padrão coletivo e acabo também sendo exemplo as pessoas que vê junto comigo né então criando esse ciclo vicioso e de impossibilidade muitas vezes de transformação eu eu esse trecho em que ele que a joa passa a trazer uma perspectiva sistêmica de como que nós
e vê junto comigo né então criando esse ciclo vicioso e de impossibilidade muitas vezes de transformação eu eu esse trecho em que ele que a joa passa a trazer uma perspectiva sistêmica de como que nós estamos interconectados a partir do pensamento já é complexa a compreensão da individualidade e você traz o contexto no qual nós estamos interc ados então Eh os processos obsessivos mais graves a gente entende do intrincado movimento que se encontra alma às vezes né individada com problemas e já cuidar dela né en quando está encarnada já é um desafio seja pra ciência especializada e seja até mesmoos acompanhamentos de casas espíritas né que tratam disso né pelas suas terapeut mas A Joana tem uma uma fala muito interessante Não me recordo foi a obra que ela comenta isso que há o ditado popular que fala assim né diz-me com quem tu andas eu te direi quem és esse ditado ele é fáil porque não quer dizer que você tá andando com alguém que em tese é mal visto socialmente Você também está na mesma condição mas ela fala assim diz-me o que tu pensas eu direi com quem tu andas porque de fato o nosso pensamento ele é desnudo do ponto de vista com que ele sintoniza com quem ele se vincula a quem nós nós atraímos porque a nossa Persona né a nossa representação ou o nosso silêncio não tá falando da nossa interioridade de forma direta Mas a nossa interioridade por meio do que a gente sente e pensa ele é por excelência a nossa mais límpida realidade e com a qual nós estamos interconectados com aqueles que são afins a nós Eu me recordo na obra entre a terra e o céu de André luí em que a obra começa com uma oração de Uma menina pedindo intercessão da genitora que havia desencarnado em auxílio à casa que estava passando por muitos problemas a questão é que quem estava provocando espiritualmente a perturbação na casa era a genitora a qu ela pedir auxílio e a gente pensa bom se ela orou a mãe ela se ela pediu com amorosidade com sinceridade o auxílio da mãe e a mãe não estava em condições de
e a perturbação na casa era a genitora a qu ela pedir auxílio e a gente pensa bom se ela orou a mãe ela se ela pediu com amorosidade com sinceridade o auxílio da mãe e a mãe não estava em condições de atendê-la quem sintonizou com ela e a obra revela isso que todo apelo toda Súplica feita de coração através do pensamento ao alto alguém vai colher isso e oportunamente virar em nosso auxílio então ao mesmo tempo em que Joana traz e nos recorda sobre a gravidade de como que nós articulamos a pensamento e como isso pode nos libertar Como pode nos aprisionar existe essa dimensão da amorosidade sempre presente dos bons espíritos né que vem em nosso socorro para nos auxiliar porque a lei Divina não é só Justiça Ela também tem um componente que aquece que adorna que é o que é o pedaço do Fio né que adorna a lei com amorosidade com calor com cuidado com proteção então Eh que a gente possa pensar sobre essa Nossa essa nossa responsabilidade porque ela é intransferível não adianta dizer assim né ô querido mentor me ajude né a gente faz muito isso né ele vai responder assim primeiro você vai se cuidar minha filha minha filha né porque você vai se cuidar para ver se você se coloca em disposição para rece receber o concurso e o concurso pode ser o suporte sustente aguente firme né Então seja isso essa forma de pensar em todos os momentos da vida e que a gente traga para nós né porque não é assim ai meu Deus me ajuda a conviver nessa família porque eu estou aqui em missão e o ambiente está perturbado né ou Ah me ajuda a me manter nesse trabalho porque aqui todo mundo não aí a gente não tá entendendo né então que que a gente que nós voltemos para nós pro nosso trabalho interior pro nosso autoencontro e como ela diz aqui nunca será demasiado propor-se elevação moral e renovação Espiritual do ser humano autor do próprio destino eh tá no final da 37 no meu considerando-se que de acordo com aquilo que Aspire faça proporcionar a si mesmo proporcionará a si mesmo hoje ou mais tarde o resultado da sua escolha porque
óprio destino eh tá no final da 37 no meu considerando-se que de acordo com aquilo que Aspire faça proporcionar a si mesmo proporcionará a si mesmo hoje ou mais tarde o resultado da sua escolha porque essa questão de no presente no momento nós irmos refazendo a nossa história e nos percebendo e trabalhando as questões do do amor do autoamor e da da elevação né Eu acho também bastante importante para que a gente não fique naquele pensamento mágico de quando tá no centro espírita isso de quando tem um problema aquilo né não né a todo momento da nossa vida aqui a gente precisa ir se puxando para nós né no nosso centro eh ou nosso self né Eh eu acho que de uma certa maneira né ela ela é é isso é uma continuação justamente dessa dessa ideia que tudo é sintonia né então com que que a gente vai sintonizar né e e e quando a gente pergunta com quem a gente vai sintonizar a gente tá também cons fazer uma outra pergunta é eh que que eu quero ser de maneira de que maneira eu quero me me colocar no mundo porque onde tá teu coração tá teu tesouro né ou seja aonde que que que tesouros né o que quero eh recolher aonde eu quero botar e o o sentido da minha alma né O que move minha alma o que dá substância o que dá significado para minha existência Então tudo isso tem a ver com com esse campo que envolve a sintonia né E aí que que essa proposta justamente né Eh de que a gente faz escolhas né então Eh que escolha Então ela ela ela fala né que que o resultado que tudo isso é o resultado da sua escolha né que é aquilo que de uma certa maneira né Eh ag estava trazendo né então Eh e pode demorar gente chegar lá mas há uma opção a eu quero ser feliz eu quero amar eu quero realmente a a minha força eu quero me reconhecer essa dimensão plena como espírito Então e e a escolha tem que ser consciente tem que ter trazida para nós né Eh Ou seja essa consciência tem que estar sendo alimentada como um ato deliberado da nossa meta enquanto existência né mas a gente faz escolhas né a todo momento a gente faz escolhas
azida para nós né Eh Ou seja essa consciência tem que estar sendo alimentada como um ato deliberado da nossa meta enquanto existência né mas a gente faz escolhas né a todo momento a gente faz escolhas né E nessa escolha Então se alimentar de um movimento que ela fala né a introspecção a alegria a reflexão o cultivo de ideias né E se questionar puxa eu tô eu tô aqui na minha preguiça chateado mas eu quero escolher isso eu posso escolher outra coisa nesse momento eu consigo escolher cois nesse momento né veja não consegue né mas a gente podesse permitir né de olhar para isso e e e de uma certa maneira nos desafiar como um parte desse processo né de de transformação que não vem não vem eh aos saltos né nosso irmão bez fala Passos pequenos mas firmes né que a gente possa ir n nesse processo projeto da jo do ser consciente né que não se acusa e nem se justifica se descobre né Então essa é a ideia de uma certa forma que nós sejamos honestos conosco quando fizer essa pergunta e eu não consigo ou eu não quero n porque muitas vezes a gente diz eu não consigo verade não quer sair né Por comodismo ou enfim questões verdade a gente pode né mas é muito mais fácil dizer que não consegue é e na verdade se não consigo né Guadalupe é justamente fruto desse dessa desse conflito interno eu não consigo porque eu tô atravessado por forças antagônicas né Eu posso até querer e posso num lado não querer e às vezes demora mesmo né Eh porque às vezes a gente tem que experimentar muitas vezes a a toxicidade dos efeitos de uma caminhada longa de de de de de caminhos que a gente foi fazendo né e leva tempo para refazer isso né Então mas nem sempre esse esse retom essa tomada né desse eu quero né Eh se faz de um dia para outro então a gente tem que também ter paciência e tolerância e saber que é que muitas vezes esse caminho eh leva tempo né é bem importante isso que tu trouxeste Gelson é porque é bem isso não é mágico né não é uma coisa eu consigo e e nós né mudamos não mas essa vontade sincera e de se trabalhando né e
o eh leva tempo né é bem importante isso que tu trouxeste Gelson é porque é bem isso não é mágico né não é uma coisa eu consigo e e nós né mudamos não mas essa vontade sincera e de se trabalhando né e de ter tolerância conosco né então eu acho muito importante isso que tu treste ag muito bem alguma coisa mais thgo tu quer trazer eu vou só sugerir uma terceira frase aí que eu fiquei matutando aqui a gente tem o não consigo que é uma articulação às vezes engenhosa de medo AC covard momento acomodação e a ideia do ímpeto do que eu quero pensei muito no campo do Perdão no campo do luto que é a ideia de que eu quero mas ainda não consigo que é o reconhecimento do alcance do que sou capaz de fazer na vida em relação a certos processos que são muito difíceis então talvez no meio de campo aí tem um não consigo ainda mas desejo muito realizar para que a gente não se cobre em excesso para que a gente no exija ser alguém em que nós não somos capazes de ser ainda e que leva processos sérios também né de sofrimento e também não nos entregarmos né a um lugar de Sofrimento de falta de esperança de plena descrédito sobre nós mesmos e acolhermos uma vida às vezes vazia uma vida com pouco tempero com pouca cor com pouca amorosidade Então ainda não consigo mas estou no caminho né então eu fazendo essa brincadeira eu vou transformar a tua frase num numa outra afirmação eu quero mas eu devo pisar devagarinho né porque o meu querer não seja também uma precipitação voraz e e e mal formulada né que muitas às vezes leva a impulsividade infantil de um querer pouco elaborado né porque eh não basta querer né Eu acho que tem tu tem que realmente te colocar em condições né então acho que tudo isso tá em jogo aí essas colocações que a gente vem trazendo a partir da do material aqui da nossa querida Joana de anel muito bem isso aí amigos Tá certo minha gente então ok encerramos encerramos em parte né encerramos enquanto esse momento né esse item mas são questões sempre a serem pensadas e voltar aqui à leitura sempre
bem isso aí amigos Tá certo minha gente então ok encerramos encerramos em parte né encerramos enquanto esse momento né esse item mas são questões sempre a serem pensadas e voltar aqui à leitura sempre é bom retomar a leitura para poder trazer mais uma um elemento né e semana que vem então a gente continua nosso estudo finalizando o o capítulo né dois com o item o ser emocional que também é um muito maravilhoso então convidamos a todos a continuar conosco nesse projeto maravilhoso que a prefeitura nos deu um grande abraço que possamos seguir em frente aí nesse nessa sintonia com o que temos de melhor naquilo que move o nosso o nosso lugar né como filhos de Deus obrigado Guadalupe Tiago e até a próxima inte
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