T6:E20 • O Ser Consciente • A felicidade (Parte 01)
No mais recente encontro da Série Psicológica Joanna de Ângelis, Gelson Roberto, Tiago Rizzotto e Guadalupe Amaral exploraram o nono capítulo "A Felicidade" do livro "O Ser Consciente". Neste episódio, a equipe concentra-se nos dois primeiros tópicos: "Prazer e Gozo" e "A Felicidade em Si Mesma". A autora espiritual inicia a discussão sobre como, mesmo que inconscientemente, buscamos significado e sentido em relação à felicidade, levantando questionamentos sobre sua natureza, que pode ser interpretada de diversas maneiras. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #serconsciente #felicidade #prazeres
bem-vindo amigos a mais um encontro da psicológica de Ângeles um grande abraço a todos que nos assistem hoje aqui com Tiago Gu Lupe para trabalharmos o capítulo n a felicidade do ser consciente hoje em especial Vamos focar nos dois primeiros itens prazer e gozo e em si mesma então meu bem-vindo aí pro Tiago Guadalupe né para esse encontro desse estudo tão interessante aa mais a felicidade que é algo que todos nós almejamos né então é um tema essencial importante Central para todos nós e vamos trabalhar então né em cima desse desse material aqui que J coloca e eonde ela começa né Tiago e Guadalupe trazer Justamente que que que nós nos movemos né de uma certa maneira mesmo que inconscientemente ou seja há uma busca de significado de sentido a em relação à à felicidade né a buscarmos a felicidade a a encontrarmos a felicidade a questão me parece que a benfeitora quer nos trazer aqui nesse primeiro momento é questionar O que é a felicidade n acho que essa é uma grande questão né porque essa dimensão da Felicidade acaba tendo eh várias perspectivas interpretações da qual cada um se move naquilo que é felicidade como é que vocês percebem esse primeiro momento aqui do capítulo em relação a esse tema bom posso começar então compartilhando algumas reflexões felicidade é esse conceito né em que tentamos capturar ou tentamos dar um sentido e antes a gente chegue à interioridade da Alma Vamos fazer uma reflexão em torno de como que é Joana usa o conceito complexo né é uma é complexo a gente entender ou os caminhos e descaminhos que a alma muitas vezes logra e muitas vezes se frustra buscando a concretização eh do sentido né a busca por esse um significado né até o temos aquele livro né A Busca do significado a busca do sentido e que é um movimento que a alma tem e que ela agrega valor a esse conceito eh a ideia da complexidade eh torna de fato árduo esse percurso da jornada humana eh em que busca concretizar e alcançar esse lugar a ideia de que talvez estejamos habituados como coletividade só para começar
ia da complexidade eh torna de fato árduo esse percurso da jornada humana eh em que busca concretizar e alcançar esse lugar a ideia de que talvez estejamos habituados como coletividade só para começar algumas reflexões Então dessa questão da coletividade na contemporaneidade e das sociedades materialistas de que muitas vezes o chegar a algum lugar ou ter alguma coisa ou eh Pronto cheguei e seria felicidade quando na verdade a felicidade pode ser uma construção da jornada então o processo em si Ele tem ele pode ter riquezas e que podem dar valor e sentido para o que apenas um ponto um pto um ponto de chegada então que que tu acha agora lup pois é sim e E agora o que a gente pode perceber muito claramente vendo esse movimento coletivo é como a felicidade é eh vendida entre aspas como ela é apresentada para nós enquanto padrão coletivo nos filmes nas novelas até mesmo em em livros de uma certa superficialidade Claro que não em todos mas ela é justamente colocada nessas eh nessa liquidez de valores e é algo que a Joana começa aqui trazendo essa felicidade quando ela é equivocadamente eh conectada com o prazer e o gozo ligado a às questões impermanentes então é feliz aquele que consegue o sucesso seja material seja ligado a alguma outra questão de poder e de controle é é o aquelas propagandas né do do homem eh estereotipado belza mulher da mesma forma a família da margarina Doriana então isso tudo né eh eh não fazendo propaganda paraa margarina né gente mas assim aquela questão né da família feliz e e uma felicidade que realmente mostra algo muito externo é muito desejado pelo consumidor por nós mas que não mostra o que vai na nossa alma e por outro lado acaba trazendo quando não se trabalha o que a mentora nos convida aqui a trabalhar acaba nos trazendo um grau muito maior de angústia de frustração de culpa se nós não percebemos que ali é uma imagem fugaz e real né Então aí a gente tem muito essa questão eh de onde coletivamente a gente tá entendendo o que é felicidade que não
stia de frustração de culpa se nós não percebemos que ali é uma imagem fugaz e real né Então aí a gente tem muito essa questão eh de onde coletivamente a gente tá entendendo o que é felicidade que não é né que não tem a ver com sentido que não tem a ver com a vida espiritual O que é bom sempre a gente lembrar não quer dizer que que a gente não prec não deva e não e que tenha algum problema de viver na terra de usufruir daqueles bens que existem aqui mas sempre com o caminho do meio e sempre entendendo que valor que é perene Então acho que isso tá muito presente nesse primeiro momento aqui da mentora nos chamar atenção para o que que a gente entende como felicidade se nós não estamos com esse olhar espiritual e para o que é verdade veramente a felicidade que tá ligado ao sentido né Porque daí a gente busca busca busca e e né toma água do mar e cada vez acaba se frustrando mais e e nadando aí no mar de de culpa e de frustrações né Eu acho que não é por acaso que ela usa o termo prazer e gozo né como esse item inicial do capítulo porque o prazer e gozo é esse protótipo Inicial mesmo daquilo que a gente almeja enquanto eh algo que gera Bem Estar Então esse Primeira ideia de felicidade é uma felicidade muito primária ligado às Sensações uma coisa muito das Sensações que que é muito desse atavismo ainda do passado humano ligado a essa dimensão dos impulsos e das Sensações fisiológicas né gratificação né então e a gente pode comparar muito a essa dimensão infantil né tanto espiritual como do ponto de vista do desenvolvimento da da criança né que a criança tá lá né naquele ócio mesmo né naquele estado de paraíso né e passiva recebendo né o o o afeto o calor e a gratificação né do do alimento sem esforço né E ela tá ali nessa né Então essa questão da gratificação que é muito presente ainda na nossa consciência primária né então Eh esse primeiro estágio que é muito concreto né por isso que ela vai colocar de um lado o prazer né que a gratificação do Prazer do gozo do outro lado acomodação né e e o
onsciência primária né então Eh esse primeiro estágio que é muito concreto né por isso que ela vai colocar de um lado o prazer né que a gratificação do Prazer do gozo do outro lado acomodação né e e o terceiro ponto poder elementos que são muito básicos e que de uma certa maneira reflete uma autossustentação do Ego num estádio muito limitado e espiritualmente primário da nossa caminhada evolutiva né E vocês conhecem aquele documentário Você é feliz Alguém já já já viu de um americano que fez uma pesquisa sobre felicidade é bem interessante eh não sei agora onde se no YouTube ou no Netflix algum outro plataforma se encontra Mas ele pergunta o que que é felicidade né onde que a pessoa qual é a fantasia de felicidade e aí ele vai anotando e e depois de ele anotar várias ideias do que seja felicidade ele divide em dois grandes grupos aquele o primeiro grupo diz que felicidade é ter saúde bem-estar e e riqueza né né riqueza eh recurso material né então e outro e outro grupo diz que felicidade era uma coisa de ter um significado na vida era relacionamento cooperação e espiritualidade né então ele juntou esses dois grupos dividiu esses dois grupos Daí foi foi daí confrontar então vou pegar pessoas que sejam ricas né que tem um poder que que tem que que são saudáveis né e e tem segurança segurança era um outro um outro item né saudável seguro e recurso econômico bem-estar foram pras pessoas que tinham tudo isso olha Ah tu é rica Tu tem né saúde tu tem segurança Tu tem né bem-estar assim material tu é feliz e aí todas as pessoas que já tinham conquistado essa eh essa posição aí dizer que não era feliz DAE Foi numa comunidade americana Eh que que vivia ali eh numa região de pantaneira com com e e e e e vendiam Cis né eles uma comidade de pobre dos Estados Unidos e aonde se dizia que eram felizes né mesmo numa condição Econômica precária com pouco o recurso e ele perguntou por quees são felizes porque tinham um forte senso de comunidade eles eles faziam almoços juntos eles te
que eram felizes né mesmo numa condição Econômica precária com pouco o recurso e ele perguntou por quees são felizes porque tinham um forte senso de comunidade eles eles faziam almoços juntos eles te apoiavam eles não se sentiam sozinhos né se sentiam eh inseridos né pertencendo a né então ele foi mostrando realmente as diferenças de felicidade e o quanto essa felicidade que o Tiago começou a colocar né do possuir do ter que que Guadalupe foi aprofundando realmente acaba sendo o fictícia do ponto de vista de uma sustentação maior né se a gente vê que tá nesse nessa eh evolução então indo dos instintos E caminhando paraos sentimentos já tentando vivenciar e e em plenitude o amor é é muito interessante que isso que que que a gente tá traz fazendo e a gente vê nos animais principalmente de estimação né o quanto eles têm esse lugar Ah de conseguir ser feliz nesse lugar instintivo e tudo bem É do grau deles né e que nós também que a gente também saiba viver e lidar com os instintos mas nós temos a capacidade de refletir de pensar sobre as nossas atitudes de trabalhar nossas emoções nossos sentimentos eh de como né Nós temos lá no evangelho de toda noite ou a todo momento refletir sobre os nossos atos Então realmente é algo interessante que a gente ainda se depare grosso modo com conosco seres espirituais aqui na terra Vivendo em um período tão instintivo ainda na prática quanto a gente já deveria tem tá entendendo melhor isso que a Joana que a Joana traz né porque a felicidade é isso né Já tu trouxeste a questão da relação da comunidade ela acaba se dando eh nessa vivência justamente da relação de estar no presente de fazer o bem pelo bem Tem um outro momento ali que a gente vai ler um pouco mais adiante quando ela traz isso eh e e esse lado só instintivo também faz parte nossa né mas não no no mesmo grau que os animaizinhos e às vezes a gente parece um um animalzinho né apesar de todo esse potencial enorme que nós energia pensante temos né que eles vão ter um dia né então é é interessante
o mesmo grau que os animaizinhos e às vezes a gente parece um um animalzinho né apesar de todo esse potencial enorme que nós energia pensante temos né que eles vão ter um dia né então é é interessante isso eh o Gelson comentou do documentário eu não podia deixar de lembrar aquela famosa frase do mony em que ele diz que a felicidade verdadeira ela só é verdadeira quando ela é compartilhada e essa frase ela se tornou famosa no mundo por conta de um filme né não sei se vocês conhecem o filme na Natureza Selvagem é um rapaz está em busca de sentido e ele ali nos últimos minutos ou horas de vida dele ele tá com esse livro do tost em mãos lendo e quando ele encontra essa frase ele se dá conta de que clausura a a a Solitude que ele que ele preferiu viver no mundo né de uma maneira quase aparece na tanto na biografia dele do personagem quanto na no filme ele se dá conta que a felicidade de fato é algo que tem que ser construído junto com o outro quando tu traz Gelson de forma muito interessante a essa ancestralidade né o essa ideia desse movimento de uma energia que dá movimento a vida né instinto pulsão na condição humana a gente entende que esses movimentos eles têm os seu sentido para que o o espírito possa ir amadurecendo e conquistando novos degraus na escala evolutiva mas eh existe uma uma dificuldade em que quando muitas vezes nós nos identificamos com esses processos E deixamos muitas vezes de encontrar outras possibilidades daquilo que a gente chama de gozo ou de prazer ou deib de necessidades ou de do que que a gente constrói como ilusões ou fantasias e esse processo no na inserção da inscrição na cultura ele se torna muito mais difícil porque muitas vezes o nosso desejo e o nosso gozo ele tá sendo constituído e modelado por outros então é sempre aquela ideia de tá atendendo um movimento que é exterior então necessidades que não são verdadeiras muitas vezes a a construção né de um Imaginário em torno do qual nós investimos a nossa libido e passamos a eh desejar modelos pass modelos no
que é exterior então necessidades que não são verdadeiras muitas vezes a a construção né de um Imaginário em torno do qual nós investimos a nossa libido e passamos a eh desejar modelos pass modelos no sentido de representações então e tudo isso gira em torno de um grande eixo que é esse eixo de sentido de felicidade de prazer paraa vida né então Eh essa jornada ela é um processo de fato complexo né então a gente a gente não pode deixar de que a ancestralidade faz presente em nós de que existe dimensões nossas que longe dessa dicotomia pecado e virtude mas uma dimensão um pouco mais né de complexidade da alma de que existe sentido nas coisas e que a gente precisa encontrar um sentido que seja para mobilizar potencialidades superiores né é interessante tudo isso porque realmente a a benfeitora vai colocar né desses vários itos que vão se apresentando né como busca de felicidade o quanto a a cultura vai inserindo né E vai se aproveitando de dessas fantasias né mesmo atávicas ou outras que vão surgindo em torno do consumo né de uma certa maneira eh a todo a gente vive numa sociedade materialista onde a o consumo e a posse e o resultado da da da ânsia disso se torna de o sustento né da da da da dinâmica eh social né então de uma certa maneira infelizmente né muito da nossa cultura materialista se dá a nessa fantasia de que a felicidade tá no consumir né E aí a tem de um lado o consumo né seja ele mais diverso possível E aí esse esse universo do gozo do Prazer se junto né na na nessa nesse discurso Consumista e de uma certa maneira também os valores materiais que envolvem sucesso e poder né que são duas coisas também muito em voga como fantasia de de reconhecimento e de um lugar de destaque de valor que dá uma suposta também felicidade Então realmente a gente acaba criando né Um cenário né da qual a gente contracena assumir papéis eh valorizando e construindo daí significados subjetivos da qual coletivamente isso é alimentado e a gente não questiona isso né acaba eh entrando nessa ansiedade que vai gerando
racena assumir papéis eh valorizando e construindo daí significados subjetivos da qual coletivamente isso é alimentado e a gente não questiona isso né acaba eh entrando nessa ansiedade que vai gerando frustração porque justamente é aqui Joana vai colocar daí um duas grandes questões a partir desse processo todo que envolve ainda a nossa esse estado de imaturidade psicológica espiritual que é de um lado a o a frustração né A não realização desses eh desses objetivos né e o outro é a satisfação dos objetivos e e e é interessante que ela coloca aqui que tanto um como o outro gera decepção né gera um tipo de aqueles que conseguem satisfazer né essas necessidades né a qualquer preço né acabam eh entrando em ansiedade e desconforto e aqueles que não consegu satisfazer essas essas necessidades ficam frustradas ou seja eh ou tanto um caminho como o outro O resultado é a efemeridade da dessa felicidade se constituir realmente como algo consistente em nossa vida né uma porque a frustração tem o perigo também de nos ficar preso ao passado porque se eu sou uma pessoa que tô frustrado porque eu não tenho o recurso que outro tenho não tenho o sucesso que outro tenho não tenho a beleza o dinheiro para fazer as plásticas que o outro fez eu não tenho né o recurso material seja o que for e se eu fico na minha frustração eu fico preso na falta e aí eu não consigo aproveitar o que a vida tem né Isso que é triste né porque de uma certa maneira eu fico daí só nesse lugar desse de dessa desse gosto amargo de algo que infantilmente não foi concretizado né E aí nomear pra vida ou eu eu cair nessa exaustão de de consumir de viver e de e de de realizar coisas mas que não alimenta a alma daí eu eu entro num vazio existencial e numa exaustão que me leva também num estado de de ansiedade desconforto que também é uma armadilha né em nome da tal felicidade que a gente tanto busca posso falar um pouquinho rapidinho quer falar Guadalupe posso aguardar nada que poss aguardar é que eu me recordei que existem alguns estudos
dilha né em nome da tal felicidade que a gente tanto busca posso falar um pouquinho rapidinho quer falar Guadalupe posso aguardar nada que poss aguardar é que eu me recordei que existem alguns estudos contemporâneos que mostram que essa condição que nós chamamos de pós-moderna ela Ela traz uma relativização de várias questões né ela ela ela ela desconstrói certos conceitos certas representações ela rompe a cadeia temporal de Passado Presente e futuro então torna tudo muito imediato e que trazem uma ideia que não é apena não é apenas o imperativo daquilo que nasce da Alma que quer ser entendido o próprio desejo mas que se vive hoje uma certa tirania do gozo você tem que gozar você tem que usufruir você não fazer parte desse processo eh eh é você não se identificar com aquilo ou os pares com os quais você Partilha se lembrarmos por exemplo por exemplo o momento em que Paulo ainda Saulo retorna a Tarso e passa ali né a não ser compreendido louco né miserável e um processo de desconstrução de uma identidade primeira que ele tinha os outros não entendiam esse processo dele mas eu trago a representação Histórica de Paulo porque para todos nós é muito difícil muitas vezes nos descolar de certos processos na cultura de relações que alimentam em nós valores certos certo tipo de valores que Torn imperativo certas práticas certas condutas certas ideias e romper essa cadeia que é essa desidentificação ela é muito difícil mas é como disse o Gelson se eu vou atrás e eu vou com a Volúpia eu acabo Pois me frustrando né ou eu tento fazer um processo de tentar me sair desse lugar também é difícil então não tem jeito né Os Dois Caminhos trazem as suas reivindicações e os seus eh as suas seu fos e as suas frustrações né Ah isso eh também tem a ver com que eu ia trazer mas começar pelo que tu estás falando thago tem essa questão da individuação como essa obra contra natureza né então em algum momento a gente para procurar essa completude relativa essa Plenitude relativa vai ser preciso esse movimento
do thago tem essa questão da individuação como essa obra contra natureza né então em algum momento a gente para procurar essa completude relativa essa Plenitude relativa vai ser preciso esse movimento e aí que né isso nossa sabemos na teoria e aí que vem essa questão que que atrapalha e que às vezes traz muita culpa frustração que é nós assumirmos o nosso tamanho as nossas potencialidades e fragilidades e conseguir levar o homem encarnado conseguir levar essa vida eh sendo quem é e dando conta externamente de pagar o preço por sei quem é né ser interna e externamente essa essa unidade isso como tu estavas trazendo Claro que não é fácil traz um grau de sofrimento mas aquele sofrimento que vem desse conflito que proporciona que se ganhe consciência então ao mesmo tempo que é um movimento difícil conseguir essa harmonia entre o que nós somos e como a gente se movimenta na vida é o que vai proporcionando essa felicidade enquanto um fim né de de de realmente estar nesse lugar de eh de valores que não vão embora né O que não quer dizer né volto a trazer isso porque senão a gente traz a imagem daquele solitário que né USA eh trapinhos e que né que que vive enfim apartado da vida porque a acha que isso é a felicidade e pode ser né olha o exemplo que a gente tem de de Francisco de Assis mas estar no mundo o corpo se movimentando nos seus trabalhos nas atividades eh não necessariamente quer dizer estar desconectado de si mesmo e isso é importante para que as pessoas entendam Não nós vamos trabalhar vamos ter Essas atividades todas que estão aí nesse esse mundo terreno Mas tudo vai ter um outro valor um outro sentido que é do homem psicológico que é do ser espiritual então é muito a nossa atitude perante a vida que conta e volto ao que tu tava trazendo para completar essa questão de de pagar o preço por ser quem é e realmente contra né Essa obra contra a natureza no sentido de romper com alguns padrões que não são saudáveis n Então esse é o caminho da felicidade que que Joana tá
de pagar o preço por ser quem é e realmente contra né Essa obra contra a natureza no sentido de romper com alguns padrões que não são saudáveis n Então esse é o caminho da felicidade que que Joana tá trazendo aqui né quando tu traz né guard Lupo essa questão da da condição né de cada um né E como cada se reveste desse movimento né a gente vê a gente vai ver que que todo esse movimento humano né que seja a partir da perspectiva eh mal compreendida de Freud da Felicidade como a busca do prazer ou da evitar a dor né seja essas configurações todas pós-modernas né que que se sustentam no hedonismo no culto ao prazer ao corpo e essa fragmentação superficial da vida a gente vai ver que no fundo por trás de todos esses anseios de felicidade temas de autoafirmação né porque a Joana vai falar que esse Ego e mascara né E todos esses movimentos como sendo uma forma de mascarar o Anseio mais profundo do Ego que que eu acho que é ser reconhecido e ser amado né No Fundo daí são São Francisco justamente São Francisco ele ele ele abdicou desse jogo de interesse coletivo aonde autoafirmação Recon Estava eh nessas eh nessas projeções seja materiais ou falseadas do jogo de interesse do mundo e colocou acento Justamente na gratidão e no reconhecimento da Experiência Amorosa né seja entre nós eh humanos ou entre eh a própria divindade com toda a sua eh manifestação né amorosa em favor de de todos nós então eu eu penso assim ó quando a pessoa busca o poder busca a gratificação ela tá sen tô afirmando e aí pegando essa questão do Tiago né do do do de que não há felicidade sem relação a gente quer o reconhecimento a gente precisa do Olhar do outro a gente precisa que alguém me confirme né então a a a a a a felicidade é um tipo de consciência eh mesmo que essa consciência Como di Joana vem mascarada de representações enganosas Mas eu acredito que em tentando por esse caminho eu vou ser reconhecido e vou encontrar essa substancialidade amorosa que me alimenta e me sustenta seja na na no na na marca
e representações enganosas Mas eu acredito que em tentando por esse caminho eu vou ser reconhecido e vou encontrar essa substancialidade amorosa que me alimenta e me sustenta seja na na no na na marca de roupa seja no poder seja no no sucesso seja em outros fantasias que a gente de uma CTA maneira vai reforçando e e buscando enquanto eh essa ideia de felicidade né e e porque não tem como des evitar a dor e como então como ser feliz né para além né do prazer e da dor né Essa me parece a grande questão de um novo de uma nova estágio né que que se mas que se sustenta esse praze ador numa tentativa de autoafirmação de mim mesmo só recordando eh rapidamente Thiago mas o Francisco de Assis nosso né o quanto ele foi chamado de louco né então se ele parasse ali naquele momento né como é que seria ele estaria retroagindo ali pro uma vida belíssima claro que a gente sabe que é um espírito que né não faria isso mas então esses movimentos realmente acontecem a gente a todo momento é testado agora eh Eu sempre gosto de de trazer essa questão de que não é onde a gente está né a felicidade ela pode ser alcançada Independente de como o espírito tá se movimentando na terra porque a gente está ali num lugar que que precisa mas é o que que a gente vai fazer com isso como é que vai viver porque não existe assim a tem que ser como Francisco de Assis tem que ser como né que a gente não confunda isso nós estamos aqui no lugar certo e o que que nós vamos fazer com essa com essa Encarnação né eu tava lendo um material sobre pecado do Tomás ja Aquino e ele dizia que a ideia do do do pecado é é tem a ver com aquilo que sobe a cabeça né que nos faz perder a cabeça e aí é interessante porque é quase como se fosse uma é quase como se fosse assim né a a sociedade de consumo ou sociedade materialista que nos incute e nos demanda essa ideia de consumir de gozar de gozar materialmente ela é uma espécie de uma religiosidade as avessas porque se a gente pegar por exemplo os pecados capitais pensar como eles se polarizam
s demanda essa ideia de consumir de gozar de gozar materialmente ela é uma espécie de uma religiosidade as avessas porque se a gente pegar por exemplo os pecados capitais pensar como eles se polarizam com as virtudes a gente consegue entender que apontam para nós a felicidade tá para Norte masade tá out tá pro outro lado e é interessante que ele faz a ideia de por exemplo né a soberba ela exalta o ego e nos afasta da humildade a inveja ela nos lança em competições destrutivas e desejar sermos o que nós não somos a ira Ela implica a ruptura das bordas éticas da tolerância e a preguiça nos afasta das responsabilidades e compromissos perante a vida já a avareza nos torna pessoas amargas diante do imperativo da partilha e da Solidariedade a gula nos faz nos faz nos conduz ao ritmo de engolir e gozar sem sobriedade e a Luxúria ela superficialização a alma aparece est numa Cadência em que ela precisa encontrar aqui no sentido mais E aqui estamos falando dos pecados como representações de movimentos da Alma né Mas como que de fato a a ideia de como certas representações para onde a alma se governa ela se dirige ela muitas vezes como tu muito bem diz Guadalupe ela vai buscar sorver elementos que sejam suficientes que abasteçam que as engrandeça mas não são e eu tu foi falando Gelson eu não tinha como não lembrar daquela da da história muito bem contada pela espírito Amélia Rodrigues né de que o moço rico dizia não eu vou seguir você mas eu tenho que ler rapidinho espera só um pouquinho eu tenho um compromisso que eu não posso faltar aí o Jesus já tendo no cenário olha vai T demais me não mas eu eu prometo eu vou voltar não naquela vida né e é interessante né que realmente e não é uma questão de imitação né como falando não vai imitar o Fulano não que porque a questão do do do do Francisco não é uma questão de de um estilo de vida que se faz a partir de uma performance é um estilo de vida enquanto consciência de alma né então o que se quer é chegar num tipo de consciência
o do Francisco não é uma questão de de um estilo de vida que se faz a partir de uma performance é um estilo de vida enquanto consciência de alma né então o que se quer é chegar num tipo de consciência que te possibilita viver plenamente né E aí essa questão que o tiag falou do pecado né a gente pode lembrar que pecado é errar o alvo também né tu então tu tu a tirou esse para essa direção né de de e e errou alvo foi pra soberba né em vez para humildade então o alvo eh tá equivocado né da nossa parte né e e e A grande questão que eu que eu acho que que gostaria de provocar provocar vocês né que que por que que a gente erra o alvo né porque que que de uma certa maneira eniste por esse caminho que é um descaminho né que que e apesar de tantas eh idas em vindas né da nossa dessa movimentação e quantas a gente já já bateu a cabeça na parede a gente acaba de uma certa maneira ainda repetindo né Eh esse movimento que acontece aí né que que Joana nos pode nos trazer em relação a a esse processo que a gente vive que a gente às vezes fica correndo que nem cachorro atrás do próprio rabo sobre eu vou vou começar aqui enquanto a gente pensa né Tiago essa questão do correndo como um cachorro atrás do próprio rabo tem um um continho um ditado que diz né dois cachorrinhos e aí um olhando outro mas por que que você tá né correndo atrás do próprio rabo não é porque eu quero né Me disseram que a felicidade é como correr atrás do próprio rabo então eu tô tentando alcançar a felicidade e daí o outro cachorrinho diz tá mas então quem sabe você faz assim só caminha que a felicidade lhe segue né ela vai atrás então às vezes é é é isso a gente também não percebe que seguindo o movimento né ã mas eu eu acho gelso assim acho é uma questão complexa né para mim o que tu perguntou que perg contaste e tem essa questão da gente eh ter essa tendência a repetir padrões Justamente que são aqueles que são difíceis de nós ultrapassarmos pelas outras encarnações Então essa tendência de repetir esse padrão que justamente é o que a gente
r essa tendência a repetir padrões Justamente que são aqueles que são difíceis de nós ultrapassarmos pelas outras encarnações Então essa tendência de repetir esse padrão que justamente é o que a gente veio aqui para conseguir romper porque nós conseguimos né mas quando a gente adentra a atmosfera terrestre com Com todas essas questões que a gente sabe do Peso pelos nossos próprios pensamentos e fica mais difícil isso é eu acho que é algo que tá muito presente nessa questão da gente buscar no mesmo lugar o que a gente já sabe mesmo que intuitivamente instintivamente eh não esteja ali eh por outro lado tem essa questão também que que a gente pontuou aqui né o Thiago também trouxe da dos padrões coletivos que vão aplaudindo né eh e aí quando a gente rompe com esse pacto né com com o coletivo às vezes vezes se assusta e dá medo e acaba retornando a uma a um padrão já conhecido né então isso isso é o que me vem primeiro assim de pensar agora se por outro lado a gente tem essa tendência a a repetir padrões Justamente que a gente vem aqui para fazer a história diferente por outro lado nós temos todo o potencial toda a força eh de realmente cri consciência de realmente romper com isso e é por isso que nós estamos aqui né encarnados Eh concordo contigo e fiquei pensando muito Veio muita palavra também assim de que o campo da experiência é necessário para que a alma às vezes prove para que ela saboree para que entra em contato com outros tipos de experiências no campo emocional no sentimental e enquanto ia contando essa foii fazendo a tua narrativa Guadalupe eu fiquei pensando muito percebam que em toda a obra de André Luiz ou de Manuel Fernand Miranda quando eles vão ao encontro de um espírito que tá muito impido né na sombra no sofrimento na perseguição na maldade e qual o recurso que eles se utilizam né eles aproxima um espírito que é familiar aquele espírito mas não é apenas o espírito familiar é alguém que algum momento vivenciou com aquela alma que tá ali endurecida brutalizada uma experiência com alguma
roxima um espírito que é familiar aquele espírito mas não é apenas o espírito familiar é alguém que algum momento vivenciou com aquela alma que tá ali endurecida brutalizada uma experiência com alguma cota de amor e eu acho que são essas gotas experienciais que fazem com que nas narrativas aparece o espírito no momento el se percebe sendo tocado por algo que é comum partilhado por aquele espírito e ele não sustenta então parece que eh a a luminescência da experiência do amar ela abre janelas e possibilidades para que o espírito faça assim Hum interessante quer dizer que é possível sentir prazer dess dess Ah é possível sentir prazer por exemplo indo numa casa Espírita numa comunidade e oferecendo um pão um copo de leite a Ah quer dizer que eu posso sentir prazer sendo bom E justo Então são dimensões outras ou faces de possibilidades do que é sentir felicidade ou sentir prazer que é necessário o contato com o mundo mas é como se a experiência fosse algo que desse substância nova porque exigir de um espírito que nunca teve uma experiência dado do campo é exigir às vezes uma pedra muito bruta ainda pouco trabalhada né né é dimensões que ela não alcançou ainda então não sei se min se as minhas reflexões ajudam né essa pergunta difícil do Gelson eu acho bem importante isso tudo que estão colocando e e acho muito rico o que vocês trá que realmente a Joana ela ela vai falar de um lado dessa inconsciência né em especial dessa inconsciência amorosa que faz que a gente busque fora né fora da gente então tem uma inconsciência que é o não conhecimento de si mesmo e e dentro desse jogo de inconsciência onde está perdido mesmo a gente tá né buscando experienciar para poder eh né Eh começar a discriminar né E poder eh encontrar caminhos e ampliar nossas possibilidades dos horizontes do ser né então que a gente tá aos pouquinhos despertando como ela vai falar no Capítulo oito e e e aí eu vejo que que ela fala das inibições também né então há há um jogo aí né Por um lado a gente busca e e busca erradamente busca em
pouquinhos despertando como ela vai falar no Capítulo oito e e e aí eu vejo que que ela fala das inibições também né então há há um jogo aí né Por um lado a gente busca e e busca erradamente busca em Pecado então a gente não acerto o alvo a gente anseia por uma dimensão exagerada e e e pouco compreendida né do que seja realmente algo essencial e substancial paraa alma e por outro lado nesse movimento de busca para fora eh onde a gente não consegue olhar para nós e insiste né H secretamente essa busca de amor e aí tem a questão da de não acreditar que a gente pode ser amar né de não de não confiar realmente no amor de Deus de Não Se permitir nisso seja por culpa seja por por por outros processos aí se cria um jogo de enredamento psicológico a onde aquilo que a gente mais quer a gente mais teme e quanto a gente tenta mais buscar mais se afasta realmente daquilo que nos move que é justamente esse Anseio amoroso né aonde vai a gente vai encontrar felicidade porque nesse amor a gente vai encontrar Deus a gente vai encontar o outro encontar aquilo que chama ch dessa consciência cósmica né integrador orora numa unidade né de pertencimento e de planificação né então Eh isso que é o grande desafio é quebrar com esse jogo né que que a gente faz né e e chegar a essa felicidade que ela fala que é a felicidade em si mesma que é justamente né que ela coloca no no no início do item o mononit te o ego e cé que a gente é um ego né a gente tá aqui encarnado está vivendo uma identidade transitória necessária uma fantasia que nos foi dada enquanto um personagem né que que está aqui a gente tem que dormir comer a gente tem que se movimentar no mundo a gente tem que de uma certa maneira conquistar o nosso espaço no mundo também e assim por diante né E essa dimensão essencial e maior do self tá ali enquanto esses valores divinos enquanto também uma um um um papel né eu diria um compromisso né uma tarefa da qu a gente tá comprometido nessa Encarnação para realizar né que é um chamado né uma
á ali enquanto esses valores divinos enquanto também uma um um um papel né eu diria um compromisso né uma tarefa da qu a gente tá comprometido nessa Encarnação para realizar né que é um chamado né uma vocação um chamado profundo de alma em algo que a qual eu tô comprometido e e e o e o e e e como realmente equilibrar essas duas coisas né como poder de uma certa maneira integrar isso para que não fique dissociado e neurótico né e a gente perdido nesse jogo entre uma uma dimensão e outra é esse isso que tu trouxestes né G acho tão importante e eu tinha separado aqui pra gente né tocar nesse assunto e pro pessoal que nos acompanha que o meu é edição comemorativa tá na página 143 eu só vou ler o o finalzinho que é bem isso que que tu falas mas que vai vai falando da culpa e do temor então a pessoa crê que não merece desfrutar né Toda essa felicidade e esse prazer ligado ao bem né e ao justo enfim e o indivíduo receia viver não se permitindo experienciá-lo surge o temor de que algo mal sucederá então é uma forma que a Joana vai trazendo isso que que o Gelson tava colocando e acho isso uma dinâmica tão importante de de ser reconhecida né só reforçando essa questão de que puxa vida né Nós nós estamos aí com o criador nos embalando e nos amando do jeito que nós somos nos acolhendo então que a gente Acredite e acho interessante eh Gelson também quando trouxeste essa questão me lembra muito do do Platão com o Diamond né então Justamente esse esse nosso sentido essa Nossa vocação e a questão de Aristóteles também da eu Daimon Então desse Diamond satisfeito né E isso tudo do meu ponto de vista vai muito ao encontro da questão do autoconhecimento né porque eh Se Eu me conheço e percebo meus valores me conheço enquanto Um ser espiritual encarnado aqui na terra com né e reconheço os valores o sentido da minha vida e não não em palavras mas em sentir naquela razão do coração ação e percebo né Às vezes tem pessoas mais Racionais que querem então escrever a sua enfim é uma percepção é uma
s o sentido da minha vida e não não em palavras mas em sentir naquela razão do coração ação e percebo né Às vezes tem pessoas mais Racionais que querem então escrever a sua enfim é uma percepção é uma percepção por uma via de uma razão que faz essa ciên de tudo que está acontecendo e de toda essa realidade então aí a gente tem a daimonia tem esse diamon né satisfeito tem esse ser que aceita o seu tamanho e que gosta do jeito que é né no sentido de de se aceitar e não de de ficar passivo frente às questões da vida então isso tudo é muito bonito porque nos traz para esse momento de que a felicidade tem a ver com a relação tem a ver com viver o momento no sentido de que é o presente que transforma né Não não é pela pelas mágoas do passado nem pelas ansiedades do Futuro mas é o presente que transforma e que né Como diz eu não lembro bem da da frase mas não existe nada pior nada mais nocivo do que a gente não eh se bancar sendo nós mesmos né Então esse é o é o grande mal né Eh no sentido reencarnatório então isso tudo vai se moldando dentro do que a mentora vai trazendo que essa conexão com o eixo ego self e que é a questão de nós estarmos aqui nesse corpo e tá tudo bem mas tudo bem não quer dizer que a gente não vai usar de toda a nossa vontade para evoluir de todas as questões de caridade e de bondade né mas entendendo que tem esse ser maior em nós que é o self que é quem vai est regendo né Toda a nossa Encarnação E acima de tudo esse esse lugar em que nós estamos e somos dentro do Cosmo dentro da criação n e toda essa percepção ela vai ser and por outras vias que a gente para desenvolver basta eh se entregar no sentido de se entregar a a viver uma fé verdadeira que também é um salto no escuro eu eu eu particularmente eu gosto muito de estudar sobre o período em que a psique Cristã ela foi capturada por uma condição muito particular em que pecado culpa e medo se entrelaçam em torno do que era viver a existência então Eh é muito difícil a gente pensar numa época em que buscava se mortificar o
rada por uma condição muito particular em que pecado culpa e medo se entrelaçam em torno do que era viver a existência então Eh é muito difícil a gente pensar numa época em que buscava se mortificar o corpo e suas representações do que se sentia né do que impulsionava em nós para exaltar uma condição espiritual assim né e que não em se esquecie do corpo só que é um período se a gente for pensar que perdurou muito tempo São muitos séculos eu acho que Joana não traz à toa essa questão da dificuldade do homem ou do ser humano melhor eh Se permitir entendeu vivenciar o prazer porque o prazer ele tava associado a própria corrupção do Espírito tendo em vista que era algo que era vivenciado na carne no corpo Então se a gente for pensar nesse processo assim de uma culpabilização a partir do pecado na nossa história porque a nossa história cristã é essa né nós né a gente não pode deixar de que eh tudo o que se tudo que se percebia era era um movimento individual e coletivo e que os estudos mostram que era uma mentalidade obsessiva de se auto-observar constantemente se autorre regulando evitando pensamentos né percebendo alguma coisa em si pedindo perdão buscando uma concilia são no confecciono e percebam a as experiências relacionadas ao prazer aqui no seu sentido mais amplo elas eram negligenciadas em torno de um ideal de salvação só que a gente pensar hoje século XX talvez muito de nós ainda se sente constrangidos em Se permitir experienciar certas experiências e aqui num campo ético num campo de saúde né mas o que a gente precisa pensar é que eh a chamada construção de uma consciência moral a partir desse processo que foi eh vários autores falam sobre da presença Cristã na moralidade das nossas consciências ela ela ela foi para um para um caminho muito eh obsessivo né E que trouxe problemas em relação a uma autocastração muito violenta então é preciso retomar um lugar de autoconhecimento e apenas para usar uma palavra recuperando uma uma coisa que o que o Gelson disse é como se
problemas em relação a uma autocastração muito violenta então é preciso retomar um lugar de autoconhecimento e apenas para usar uma palavra recuperando uma uma coisa que o que o Gelson disse é como se nós muitas vezes com muito inconscientes estamos constantemente gravitando em torno do Ego das necessidades transitórias que o ego acredita serem a realidade maior da sua própria felicidade e aí Paulo Apóstolo lá no Livro dos Espíritos ele diz assim gravitar para a unidade Divina aí já está se referenciando Claro a Deus mas aqui no sentido psicológico ao self Então as possibilidades da Alma seu sentido mais mais pleno envolve isso né sair deste lugar tanto quanto ainda muito egóico para dimensões que se desdobram pro espírito de sua magnitude maior é é interessante né porque realmente eh juntando essas duas questões que estão trazendo né a ideia do do antigo grego né e daimonia né o Daimo como o guia da a alma né o Regente da que vem o nosso tutor que vem lembrar o que a alma veio fazer aqui que felicidade grego antigo é justamente e daimonia fazer um Daimon feliz nos traz para essa ideia de significado né Ou seja a felicidade se move a partir de um sentido e um significado existencial aí aí pegando o que tá falando né thgo né que que que é essa questão da negação do corpo né ou do prazer para mim Eh é é é é é um jogo projetivo que que que que perde o sentido o significado essencial da vida que não tá na na na na na na na na na na negação do objeto ou na identificação do objeto porque é isso que acontece né que já tá colocando Aqui ou tu se identifica com o mundo e diz que a felicidade é tá viver as Sensações do mundo né outro nega o mundo né e e e aí vai para esse caminho né da da da da falta do Prazer da culpa da da da dessa dessa impossibilidade de poder tá integrado ao corpo e ao mundo mas os dois são projeções tá projetando no mundo né ou tá prando no mundo a o a malignidade né no corpo e no no mundo ou tá fazendo no mundo a felicidade e problem não é o mundo não é o corpo né É
ndo mas os dois são projeções tá projetando no mundo né ou tá prando no mundo a o a malignidade né no corpo e no no mundo ou tá fazendo no mundo a felicidade e problem não é o mundo não é o corpo né É É de uma certa maneira justamente eh essa noção de um Daimo que existe uma uma dimensão mais profunda da minha alma que é que dá um significado da minha existência e que envolve eu interagir com o mundo que envolve eu poder estar no mundo sem me perder nesse mundo né E poder realmente usufruir da vida de uma maneira eh inteira né tá inteiro aqui né Nessa proposta nitian do amor F né de poder viver por inteiro tá aberto com o coração aberto aceitar a vida como ela é e tirar o melhor que do que que eu posso viver na vida mesmo experiências que possam ser dolorosas ou prazerosas reconhecer que tem um sentido significado ali que pode me extrair um sabor uma sabedoria né e eu poder ter temperar a vida a partir da minha capacidade de dialogar com a vida e não fugir do corpo ou negar o corpo ou evitar né a experiência da carne ou tá preso identificado completamente de manea literal a essa realidade concreta e material então São dois equívocos que na verdade são para mim Eh dois lados da mesma moeda né o tá de um lado ou de outro mas tu tá projetado projetando isso fora de ti É só compartilhar com vocês porque eu lembrei aqui fica a dica para quem tá em casa também existe um filme chamado chocolate quem não viu vai ver pequena Cidadela francesa controlado por um pensamento religioso muito arraigado e chega uma mulher que é uma mãe solteira e abre uma loja de chocolate ela ela ela vai ela vai conquistar as pessoas mas vai provocar o o ressentimento e o ódio da figura eclesial da eclesiástica da cidade que acha aqu um absurdo porque é pecado é prazer e um dado momento ele passa em frente à loja de madrugada com raiva ele quebra a loja e quebrando tudo as estatuetas de chocolate um pedacinho de chocolate bate aqui na boca dele e quando ele toca ele começa a devorar o chocolate então é a ideia como você
da com raiva ele quebra a loja e quebrando tudo as estatuetas de chocolate um pedacinho de chocolate bate aqui na boca dele e quando ele toca ele começa a devorar o chocolate então é a ideia como você disse né de eh tão ido tão contido né tão projetado o ressentimento que ele tem em relação a aquilo que ele não conseguia nem controlar em si próprio que em um ato pequeno ato de um pequeno pedaço de chocolate faz com que ele perca aí a ideia da Volúpia né de de da da sofreguidão que vem no momento em que algo é eh em que algo é liberado de um processo reprimido por tanto tempo né então a gente tem que ter buscar um equilíbrio nesse processo de como diz Kardec Olha que interessante o último item do do do capítulo sede perfeitos é cuidar do cor e cuidai do espírito Nós temos que ter essa esse cuidado relação a essas duas dimensões da existência né e e a gente sabe quanto mais tu nega uma coisa mais força e mais sedução ela provoca em nós né então que nem esse personagem do filme quanto mais ele rejeitava e negava Mas ele foi possuído pela força do Sabor do o chocolate que não do ele naquele momento né porque era toda uma vida reprimida ali né e acho que exatamente isso por isso que Jona propõe muito de gente fazer consciência né eh e e poder realmente como consciência Reconhecer essa essa dimensão livre do Espírito livre para poder experienciar livre para tirar da experiência algo de útil né e e e reconhecer como isso parte dessa unidade Universal como ela coloca aqui né e e e aí poder tá aberto né a usufruir da vida né A partir dessa dimensão transpessoal né eu transitar no mundo e me relacionar com ele né mas não de maneira narcisista né E como diz Joana né poder realmente apreciar a beleza apreciar as possibilidades e fazer desse movimento né um processo de me deixar afetar e afetar a vida para aquilo que seja um projeto realmente de crescimento de engrandecimento e claro dentro das limitações e equívocos que a gente pode pode ter ainda do ponto de vista dessa caminhada da qual a gente tá
ra aquilo que seja um projeto realmente de crescimento de engrandecimento e claro dentro das limitações e equívocos que a gente pode pode ter ainda do ponto de vista dessa caminhada da qual a gente tá ainda despertando né como realidade mais profunda dos valores e do que representa tudo isso né então é um processo todo mas que só se faz vivendo de uma certa forma Deixa eu só compartilhar com vocês uma coisa que eu que eu fiquei pensando e encontrei um Eco numas palavras do querido Frei Beto de quem eu sou grande Admirador e ele dizia que existe um manancial de possibilidades na cultura do mundo para que a gente possa se conectar interessante que J falar a mesma coisa J no dado momento do texto ela valoriza Olha o campo do mundo de possibilidades para que você possa encontrar sentido a qualidade substância qualidade da cultura tá aí de possibilidades basta que a gente encontre e d vazão a esses processos de alguma forma é a valorização do mundo também como espaço para crescimento do Espírito mas o freb disse uma coisa que eu achei muito bonita ele fala assim que a experiência da felicidade ela é uma experiência de existência real nós podemos vivenciar isso nós podemos construir isso agora com perspectiva espiritual e ele continua dizendo né que é uma experiência de Plenitude que é uma experiência de espírito e ele continua a felicidade é uma busca interior então a gente sabe onde que a gente tem que estar mergulhando né Depende muito a felicidade do sentido que você imprime a sua vida quem tem uma vida altruísta e solidária é mais feliz do que do que do que aquele que não tem uma vida assim então a gente volta a ao ao movimento né Evangelho é movimento Evangelho é o contato Evangelho é a relação então a gente precisa consolidar essa representação de que está só muitas vezes é importante mas a construção da Alma ela se dá com outro se D com o mundo e a gente tem que buscar isso porque viver um ato de cor N E aí de uma certa maneira isso vai ao encontro do do que do do que ela encerra
mas a construção da Alma ela se dá com outro se D com o mundo e a gente tem que buscar isso porque viver um ato de cor N E aí de uma certa maneira isso vai ao encontro do do que do do que ela encerra aqui o item né que ela fala que que que a felicidade não depende do Prazer mas né Eh o prazer bem estruturado el caminho né que seja e vamos ter prazer bem estruturado Ou seja que essa capacidade de tirar prazer de qualquer situação da vida né e eu acho que is eh tem a ver com esse convite de Joana e e de esses vários autores né que que estão trazendo aqui de realmente eh tá inteiro na vida participando da vida se relacionando verdadeiramente né com o outro e com as possibilidades que ela nos oferece que a gente possa realmente ter um prazer bem estruturado então fica esse convite e esse desafio para todos nós né que é realmente algo fascinante da qual a gente tá aí né tendo convidados a descobrir os caminhos da Felicidade muito bem nós estamos com o nosso tempo esgotado e mas Lembrando que no próximo encontro a gente vai continua justamente no capítulo nove né que é poder trabalhar aí a partir disso os outros itens do Capítulo que é a planificação pela felicidade e as condições de felicidade então nós convidamos a todos a continuar conosco nessa caminhada de reflexão em cima da proposta da benfeitora eu agradeço ao Thiago Guadalupe por mais esse momento e um grande abraço a todos que nos assistem até o próximo encontro Então pessoal
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