T6:E12 • O Ser Consciente • Problemas humanos (Parte 02)
Continuando a análise do capítulo cinco de "O Ser Consciente", Gelson Roberto, acompanhado por Guadalupe Amaral e Tiago Rizzotto, explora a importância da valorização e padrões de comportamento, abordando as mudanças necessárias na segunda parte deste capítulo. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #serconsciente #problemashumanos #GigantesdaAlma #padrõesdecomportamento
queridos amigos bem-vindos a esse momento especial de mais um encontro desse estudo da Tele psicológica Joana de Ângeles nesse debate tão rico e proveitoso em cima dos livros da nossa benfeitora hoje em especial a continuação do Capítulo 5 do ser consciente humanos semana passada a gente trabalhou a questão justamente dos problemas humanos né e todo o processo AD vindo dos conflitos e desafios que geram os Gigantes da Alma né então a gente trabalhou o ressentimento ciúme e inveja né E hoje né junto com a Guadalupe e Tiago vamos estar trabalhando o segundo parte do do Capítulo que é justamente a necessidade de valorização e padrões de comportamento mudanças uma continuidade do assunto da semana passada que não pode eh escutar É bom ir lá dar uma olhadinha para poder pegar a sequência aqui do nosso estudo então bem-vindos Tiago Guadalupe mais esse encontro e estamos aqui com ess desafio né que é a necessidade de valorização alguém quer começar trazendo algum ponto que achou interessante algum elemento que queira que sentiu provocado a partir da Leitura bom eu posso eh começar então e é interessante que a a Joana ela ela prepara o terreno em torno né das ências das relações humanas Ela traz esses Ela traz né os sentimentos ciúmes e invejas como representações de como que a alma se atribula perante a vida como a alma se mostra frágil diante da da existência né do do atrito das relações dos conflitos das necessidades de de valorizada e é justamente em torno desse lugar né Depois de mostrar esse mosaico de representações de como que a alma parece estar sempre em desconforto com o mundo nas relações pelas questões da própria intimidade do próprio ser Ela traz Justamente a proposta de que então como cuidar disso né Como enfrentar esses gigantes né que atormentam esses Fantasmas gigantes que atormentam a alma e ela diz é necessário que a alma encontre caminhos para se autov valorizar né então ela traz um um diagnóstico né do que tá acontecendo no Panorama da alma e das relações e traz
que atormentam a alma e ela diz é necessário que a alma encontre caminhos para se autov valorizar né então ela traz um um diagnóstico né do que tá acontecendo no Panorama da alma e das relações e traz uma questão que é Central que é para enfrentar esse santado é necessário que algo se Estabeleça né ela diz há um fenômeno psicológico que é a necessidade da alma de valorizar-se agora como que a gente pode se valorizar se a gente não se conhece então é Um Desafio né ela faz esse eh esse link trazendo essa relação de maturidade e imaturidade psicológica a partir de um ego que não reconhece de alguma maneira o seu valor né Então realmente né Thiago é bem isso que que estás trazendo vem toda essa construção e agora ela vai nos chamando atenção que existem outros gigantes né e e a partir daí a gente pode botar luz justamente nesses que tem um potencial de nos engrandecer e de e de engrandecer a vida né aí ela ela fala então vou trazer a frase que já é Logo no início aqui do do capítulo terceiro parágrafo do capítulo não do necessidade de valorização né tivesse maturidade psicológica E recorreria então a outros gigantes da Alma daí construtores né a gente falou antes do da do ciúme da inveja e do ressentimento né Ela traz os construtores como o amor o esforço pessoal a conscientização a solidariedade a filantropia desenvolvendo essas possibilidades de enriquecimento interior capazes de planificação só nesse eh parágrafo ela já nos dá aí uma fórmula eh muito concreta de por onde nós devemos caminhar né não não tem subjetividade nas palavras da da mentora ela é muito clara em nos trazer Qual é Então a solução né então isso é muito bom porque trabalha com o nosso potencial e com a nossa pequenez com a nossa inconsciência Ela traz em palavras que todos nós entendemos né amor esforço pessoal e assim por diante Então acho isso muito educativo Uhum é eu acho bem importante tudo isso que estão falando porque realmente é sair desse lugar da pequeneza da infelicidade para esse gigante da alma e como o positivos né
tão acho isso muito educativo Uhum é eu acho bem importante tudo isso que estão falando porque realmente é sair desse lugar da pequeneza da infelicidade para esse gigante da alma e como o positivos né que é o amor a solidariedade e assim por diante mas como o Tiago colocou né Eh esse desafio começa né justamente eh por um processo né que que é o o autoconhecimento né Eu acho que eh eh quando a gente pensa que todos nós carregamos algum nível de Sofrimento né porque esse Grand gigante da Alma negativa o ressentimento os ciúmes a inveja né fala dessa dor do ser humano né que fica numa que tá numa fantasia de abandono de impossibilidade de insegurança que coloca a gente nesse lugar de autoestima baixa desvalorização então de certa maneira esse sofrimento é um portal né pelo qual o ser humano passa quando ele quer se tornar consciente de si mesmo né então isso envolve esse trabalho com com com a nossa Cruz né e e responder né Eu acho que a grande questão é como nós lidamos com o sofrimento e como a gente torna a nossa vida mais sofrido do que deveria né então Eh me parece que esse caminho aqui de valorização não é evitar o sofrimento não é criar um desespero para uma autovalorização que não é mágica ninguém vai se autovalorizam eu vou ser um cara hipervalorizado vou gostar de mim né então então Eh me parece que a imagem da Cruz né quando o Jung trabalha a imagem da Cruz e pega a cruz como um símbolo de colisão mas ao mesmo tempo de reconciliação né e integração dos opostos eu tenho que primeiro aceitar esse oposto dentro de mim esse esse lado que é difícil de eu reconhecer né para poder me reconciliar e fazer esse caminho de de de de de valorização Então esse esse isso isso exige o o me aceitar por inteiro e me conhecer como o Tho colocou né para que essa dimensão mais plena minha possa aos pouquinhos ganhar assento e e e encontrar um caminho realizável né porque a gente tem que começar de algum lugar né para fazer isso é é o ponto que me chama atenção nesse trecho que a foi lido né
aos pouquinhos ganhar assento e e e encontrar um caminho realizável né porque a gente tem que começar de algum lugar né para fazer isso é é o ponto que me chama atenção nesse trecho que a foi lido né Eh É que na verdade quando fala né solidariedade filantropia as pessoas quando estão em sofrimento elas tendem a um recolhimento né Elas tendem se afastar na verdade isolamento como um lugar até de manejo do conflito não relação com o mundo e muitas pessoas às vezes não entendem essa terapêutica da do da filantropia do Cuidado social de engajamento uma atividade que a questão não é o engajamento na atividade filantrópica em si é o contato com a realidade eu vejo que a alma entrando em contato com o mundo e se permitindo se reconhec valorizada sendo útil mas é esse contato que pode permitir justamente o enriquecimento que ela se vê ainda constrangida por não se perceber nesse lugar né de e infantilmente ela se vê esvaziada ou sem uma representação de propósito né não tem uma idealização de uma de aspirações que vê eh que possam ser possíveis de serem conquistadas então a ideia de ir para o mundo é uma ideia também da Alma Se permitir o o constrangimento da relação ou das relações para Que ela possa viver a experiência E como você disse né Eh ela entender que o sofrer os conflitos as dificuldades elas são inerentes da própria existência e que é não há como escapar desses processos né Eu acho é importante isso que vocês estão trazendo e isso que tu trouxeste né thago A Experiência porque como eu comecei ali a lá trás toda essa diretriz mas na verdade é isso não adianta o comportamento externo é é experienciar é ir a fundo de nós mesmos é claro que a mudança do comportamento ela é benéfica Ela é um começo né mas é é essa essa interiorização daquilo que a mentora trás é que vai realmente nos colocar num lugar onde nós estamos nos eh naturalmente nos sentindo valorizados né Eh e muito me parece que ainda Alguns de nós se Nisso porque acaba repetindo padrões externos sem uma transformação
s colocar num lugar onde nós estamos nos eh naturalmente nos sentindo valorizados né Eh e muito me parece que ainda Alguns de nós se Nisso porque acaba repetindo padrões externos sem uma transformação interior maior mais profunda um um para né então a gente vai fazendo fazendo dentro do Meio Espírita que é o que a gente vive mas de outros também fazendo fazendo fazendo e Que bom né Estamos fazendo mas naquele padrão de que não eu não posso parar né porque se eu parar eu vou entrar em contato comigo mesmo então essa questão de nós irmos pro mundo é importante de né de nos doarmos mas concomitantemente desse olhar interior de ter um tempo para nós né Para realmente poder estar inteiro com outro de corpo e alma não só de corpo por maior que seja por melhor que seja a nossa boa vontade e intenção é interessante né que todas as pessoas que consegue se sacrificar pelos outros né que tem uma atitude de conseguir né sair de si né para para poder cooperar eh a gente percebe que esse sacrifício sempre é precedido de um ato de autoexame porque o que a gente sacrifica é o ego em favor do que é maior do que o cé da dimensão profunda na nossa alma e a mesma coisa ao contrário né se a gente quiser de uma certa maneira eh eh chegar a nós né independente do outro não tem como fazer isso em outo exame aí essa proposta que estão trazendo né que na medida que eu saio de mim né e reconheço a dimensão do sofrimento da vida que não é só eu que sofro mas o mundo também sofre e que as pessoas passam por questões TZ muito mais complexas do que a minha realidade né eu começo a ar né E poder de uma certa maneira suportar aquilo que eu não quero ser a minha sombra né e e de outra maneira também conseguir eh não projetar no outro aquilo que eu na minha fantasia infantil projetava né para que nesse movimento né eu possa realmente fazer do sacrifício um ato de libertação de Recon que eu tô sacrificando não é a minha vida que vai continuar limitada em muitos aspectos eu tô sacrificando justamente é esse ego
né eu possa realmente fazer do sacrifício um ato de libertação de Recon que eu tô sacrificando não é a minha vida que vai continuar limitada em muitos aspectos eu tô sacrificando justamente é esse ego onipotente infantil que não suporta a ideia que eu possa carregar a minha cruz né E poder eh eh não e e e poder fazer dela um ato de engrandecimento de alma porque a questão é essa na medida que eu fico nesse nessa infantilidade e não consigo reconhecer o valor da minha vida e conseguir do meu valor eu troco essa fuga do Ego que gera o ressentimento e ciúmes justamente por esse esse sofrimento Pior que é um sofrimento neurótico substituto né que é justamente esses esquemas emocionais aprisionante que me puxam cada vez mais para baixo né gente então de uma certa maneira né a a joa fala que todo esse movimento eh nos convoca a humildade e essa humildade começa a reconhecer sim né eu posso ver na minha pequeneza não o terror de não ser amado não o terror de uma fragilidade não o terror de uma insegurança mas a possib de de de reconhecer que sim que na minha pequenez eu posso me entregar e e me aceitar e aceitar também a pequeneza do outro desse movimento de reconciliação de construção de uma caminhada favorável a onde o valor tá justamente nessa condição do pequeno né como diz o plotino eh o detalhe da beleza está no detalhe Então me parece que essa questão da humildade aqui eh atitude né de humildade que não tem a ver com questões sociais com mais ou menos mas de uma atitude interna é fundamental para poder buscar essa valorização parece contraditório né como é que vou buscar a minha valorização me colocando de maneira humilde é É verdade eu eu me lembrei aqui eu queria contar para vocês uma experiência há uns acho que H uns 15 anos uns 20 anos eu tava na Universidade de Brasília e na época el tinha um morador de rua né mandava só de uma com uma bermuda muito suja pelo Campos e diziam que ele era filho de uma pessoa de um professor de alguém mas eu acho que isso era uma
asília e na época el tinha um morador de rua né mandava só de uma com uma bermuda muito suja pelo Campos e diziam que ele era filho de uma pessoa de um professor de alguém mas eu acho que isso era uma lenda e um dia eu vi ele cheg passando pela rua e eu fui falar com ele né Qual a intenção Ah eu vou ajudá-lo né eu vou e eu me recordo que eu me aproximei e falei para ele assim você tá com fome e a reação dele foi muito violenta mas não me assustou me irritou eu fiquei irritado E aí depois eu fiquei aqui fi eu fui tentando entender aquilo depois eu pensei eu eu acho que tô pensando assim quem ele pensa que é para negar minha ajuda eu vim tão bem intencionado eu vim tão Generoso e ele tá negligenciando tá ele tá ele tá recusando isso tudo Eu pensei gente que falta de humildade da minha parte né porque eu desconsiderei a condição dele Possivelmente até com uma condição clínica de né e em Saúde Mental e e pensei em mim eu estou ofendido quem pensa que é eu vim oferecer o meu préstimo a minha caridade e ele tá simplesmente jogando isso fora então muitas vezes a nossa humildade o texto traz disso né A Joana fala esconde às vezes mascara falsas intenções ou mascara questões veladas da Alma né E que muitas vezes eh elas são despertadas em situações inusitadas como essa Foi um aprendizado interessante para mim né é interessante né porque realmente há esse jogo né bem intencionado nossso ainda mais nós espíritas né que Lemos e con temas questões mas eh eh esse movimento às vezes fica Justamente na superfície né porque eh não que a gente não tenha uma boa intenção mas essa Boa intenção vem justamente eh mascarando as dificuldades nossas que a gente não quer olhar né então a gente à ve simplifica essa dinâmica a partir de um de um de um rótulo né de uma Persona de humildade mas que no fundo carrega também aa necessidade de ser aceito de ser amado de ser valorizado né como a juna fala essa essa essa perspectiva que é do Ego e não do céu e que que fala da nossa ferida também narcísica né da nossa
também aa necessidade de ser aceito de ser amado de ser valorizado né como a juna fala essa essa essa perspectiva que é do Ego e não do céu e que que fala da nossa ferida também narcísica né da nossa insegurança da nossa fome então se a gente não reconhece isso né Como diz a benfeitora não podemos fugir de de nós mesmos e nem dos fatores arquetípicos coletivo né ou seja eh acho muito profundo essa questão que ela coloca aqui né que tem fatores arquetípicos seja temas que se impõe na nossa vida né e e que representam atualizações do passado temas recorrentes esses arquétipos como temas que vão em volta e que representam padrões difícil de de de se libertar né e que e não tem como mascarar e e evitar e não tem como fugir de nós mesmos então eh eh como é é difícil a gente conciliar esse lado que sim que é verdadeiro né a gente às vezes tá com uma boa intenção mas sem negar né todo esse outro lado que pertence à nossa pequeneza e limitações que tá junto que vai junto com a gente e que a gente não vai poder deixar em casa ó fica em casa que agora eu vou fazer tal coisa né então são questões realmente que nos desafiam de certa maneira eu achei bem interessante quando ela trouxe essa questão da humildade que né com com exemplo fica melhor ainda para que a gente tenha essa essa percepção porque isso é muito frequente nós buscamos isso mas quando eu achei lindo quando ela diz a humildade é uma conquista da consciência que se expressa em forma de alegria e de né não tem desprezo por si mesmo não tem desconsideração pela própria vida enfim né porque daí sinta tá trazendo um lado oculto da vaidade e isso nos chama de novo a razão de perceber como é que nós estamos nos nos relacionando com isso dentro de nós eh e é muito frequente mesmo esse tipo de situação achei interessante que treste uma uma conhecida trouxe uma situação semelhante e que ela também foi na rodoviária oferecer uma comida né para um para um um rapaz que estava ali muito com frio e realmente parecendo passar necessidade ela ela F Olha vou
uxe uma situação semelhante e que ela também foi na rodoviária oferecer uma comida né para um para um um rapaz que estava ali muito com frio e realmente parecendo passar necessidade ela ela F Olha vou comprar um lanche para mim tu qu é um lanche da ele disse ah eu quero eu quero um pedaço de bolo e ela foi lá e e bondosamente ela pensou não vou comprar uma torrada comprar um suco né para alimentar o rapaz e entregou E ele ficou muito bravo porque ele queria um pedaço de bolo né E ele disse isso eu não quero e então daí ela falou também da né de de como aquilo bateu nela e e Mas é isso a gente aprende com essas relações e a gente aprende a se colocar daí num lugar de igualdade e não porque ela disse a mesma coisa el disse puxa vida né eu tava oferecendo então como isso é comum ainda em nós e a gente às vezes não percebe foi para mim uma uma grande lição né Eh você ouvindo você contar essa história eu lembrei desse pequeno trecho que tá no texto que Joana fala de que forma que o ego busca a valorização porque é isso o que que o que que tá acontecendo nesse momento né quando estamos em contato com o outro se a gente tá reivindicando a nossa valorização a maneira como a gente vai est interpretando e lidando com o comportamento do outro é nada mais é do que um reflexo desse processo então quando ela diz né da de que o da das reações equivalentes de que a pessoa reivindica eu amo você esperando que o outro fale necessariamente né Eu eu amo você também e ou quando eh ninguém me ama realmente ninguém me ama então é é um movimento muito muito empobrecido no sentido como por exemplo a gente compreende os estímulos da vida se as intercorrências se as relações se o o movimento que a vida nos traz pelas circunstâncias e as e as pessoas ele sempre trazem algum contributo em relação à processos nossos né então quando ela diz Da Da Da maneira como eh a maneira como a gente reage ao mundo como a gente se comporta por excelência é uma imagem representativa da nossa intimidade de como que a alma na verdade
ntão quando ela diz Da Da Da maneira como eh a maneira como a gente reage ao mundo como a gente se comporta por excelência é uma imagem representativa da nossa intimidade de como que a alma na verdade tá se relacionando e se vinculando com o mundo então a tonalidade afetiva né os sentimentos as emoções que florecem nas nossas reações dizem muito maneira muito apropriada sobre o que se passa dentro de nós né em relação às nossas reações e a nossa leitura perante a vida né é E aí eu acho que é uma coisa bem importante que ela sinaliza a eh que o importante não é a resposta do mundo e nem o que tu tu espera do mundo né mas justamente a tua presença verdadeira ali né como quando a pessoa quis oferecer alguma coisa essa presença que importa não importa se é bolo ou não eu posso chorar junto com outro então não tenho nada para te dar mas a pode chorar junto né então de uma certa maneira e a gente fica muito nesse lugar que que não é da presença amorosa mas que é justamente das necessidades dramáticas de cada um de nós que estão escondida ou se esconde nesse ideal não eu vou dar o melhor para ele né E aí eu tô me colocando como alguém que tá sendo caridoso mas eu não tô enxergando o outro eu tô preso na minha imagem ou eu nego a minha necessidade de outra maneira dizendo assim me colocando como pequeno demais né não merecendo e e aquilo que ela fala assim né que que que esses aspectos da gente né a gente isola né partes nossas como se colocar como vítima e não dá chance para elas também serem reconhecidas num jogo né para evitar o reconhecimento e conflito com essa necessidade Então seja num ponto do outro né ou eu projetando de maneira ideal o eu que me colocando e me apequenando nos dois lado eu tô negando a minha necessidade e se eu nego quem eu sou a minha necessidade eu não tô sendo humilde né e não tô me reconciliando com com comigo mesmo como é que eu vou de uma certa maneira daí poder realmente chegar no outro e verdadeiramente enxergar ele como ele é e ter a humildade então de poder compor com a
me reconciliando com com comigo mesmo como é que eu vou de uma certa maneira daí poder realmente chegar no outro e verdadeiramente enxergar ele como ele é e ter a humildade então de poder compor com a vida dentro dos limites e das condições que cada um pode dar então Eh toda essa questão aí toma né nessa ideia da importância de um de uma relação honesta Então acho que a humildade começa exatamente com isso como a honestidade comigo mesmo eu posso até não não não ter coragem de dizer isso pro mundo ainda mas eu tenho que começar comigo eu se honesto comigo e aí realmente alguma coisa pode começar a se modificar no sentido de que nessa honestidade eu aceito e esse é um caminho realmente de verdadeiro de de um valor real que tá começando a a ser construído dentro de mim eu gostei muito ali quando ela quando ela traz eh esse nosso padrão de ficarmos nos debatendo entre as sombras do passado e o futuro de luz né E aí me vem essa imagem do ser boiando num num num sentimento de nada num num numa pouca percepção do sentido da vida naquilo que existe de mais precioso e de certa maneira de único né que é o presente de único no sentido de ação e e e de vivência e e isso eh para mim é muito importante eh quando ela traz porque é a partir daí que se consegue a transformação a mudança e existe essa tendência para que se fique ou no passado de sombra ou no no futuro de de porv de luz eh não negando a possibilidade né do do Futuro nem nos trazendo junto mas o momento que nós temos é esse e quando a gente vive nesse momento que é o que nós temos aí a relação ela acontece a gente consegue se percebendo no momento presente único perceber melhor a necessidade do outro através até de e principalmente talvez de uma linguagem não falada mas essa comunicação eh não verbal e de Campo mental e de Campo energético porque e é o é o que nós temos né e muitas vezes me vem essa imagem que às vezes parece que se fica ali boiando num nada que deveria ser o nosso tudo eh do momento não sei se a gente já podia
ergético porque e é o é o que nós temos né e muitas vezes me vem essa imagem que às vezes parece que se fica ali boiando num nada que deveria ser o nosso tudo eh do momento não sei se a gente já podia puxando o gancho que ela trouxe da ideia da comunicação como né a linguagem como um um atributo fal PR possibilidade de como que a alma se relaciona com a vida se relaciona com o outro como que ainda mais no mundo de hoje né em torno da mediação das relações por meio de aplicativos redes sociais e não sei se vocês têm essa experiência Mas ouvindo muitos jovens adolescentes de hoje em dia eles têm muita dificuldade de ir a relação Tete a Tete com o outro tudo é muito mediado e é muito difícil para eles externalizar aquilo que a Joana fala é importante uma comunicação interpessoal que seja saudável que seja verdadeira né Eh e em torno disso permanecem conflitos e problemas que H al uma tem dificuldade de externalizar então parece que a tecnologia ela vem como auxílio mas de alguma forma para o algumas almas reforçam o lugar de não conseguir falar explicitamente algo em que consegue às vezes escrever consegue muitas vezes em redes sociais postar uma imagem um texto se referenciando alguém ou alguma coisa que tá acontecendo com ela mas ela não consegue traduzir isso na relação direta e aí quando a gente pensa eh numa ideia de comunicação interpessoal eu a gente precisa reconstruir um lugar do indivíduo se perceber de que ele precisa falar e que ele precisa ouvir também ele tem que ser capaz de ouvir o outro né numa numa sincronia de amadurecer para pro diálogo que é tão difícil né Eu acho que tem uma questão muito importante aí né Thiago que ela já vem trazendo até chegar aí na questão da comunicação né que é vital que é justamente essa relação interpessoal né então ela vai tá falando desde o início do capítulo sobre o quanto as relações né fala assim lá na Insegurança do bebê né que vai enfrentar porque os pais não são perfeitos então el tá sempre falando do como a relação ela é a fonte básica para esses
lo sobre o quanto as relações né fala assim lá na Insegurança do bebê né que vai enfrentar porque os pais não são perfeitos então el tá sempre falando do como a relação ela é a fonte básica para esses processos todos deur de transformação de humildade então só chegamos nesse nessa questão da comunicação a ess esse desafio da comunicação se charmos junto ou antes no desafio de como nos relacionamos conosco mesmo e com o outro então eu acho que esse encontro nessa dificuldade de se perceber de se encontrar enxergar o outro como ele é de realmente se abrir né para poder estabelecer vínculo né Eh é é fundamental para poder começar a partir disso criar um espaço de troca de comunicação de de de confiança de se expressar e de de uma certa maneira aí encontrando esse caminho de familiaridade né de de Irmandade de de esse caminho de de encontro que a comunicação nos possibilita e enquanto movimento libera energias cria entendimento nos dá essa esse lugar da da da intimidade que afetivamente nos cura e assim por diante né então é um um desafio enorme porque agora a gente encontra muito essa dificuldade com as mídias mas sempre teve né quando não era a mídia era as relações de poder nos casamentos onde homem pode tudo e a mulher não pode nada e a mulher não pode falar ou ou das relações sociais e econômicas então a questão da comunicação sempre tem uma questão problemática aí né thago agora tem a questão da da mídia que da da internet que acaba sendo um impecílio né já que facilita um outro forma de de vínculo que tu pode se esconder por trás dela né mas acho que um desafio que tá lá ó há muito tempo presente na nossa vida né eu posso fazer um pequeno comentário sobre isso eh parece que sempre o mascaramento de quem somos acho sempre acompanhou a trajetória de como a gente se relaciona com a vida né o quanto a gente não consegue ser de fato autêntico mas não quer dizer não ser ético Mas de fato a gente gente mostrar quem a gente é e esse mascaramento de quem somos parece que na contemporaneidade assumiu um
gente não consegue ser de fato autêntico mas não quer dizer não ser ético Mas de fato a gente gente mostrar quem a gente é e esse mascaramento de quem somos parece que na contemporaneidade assumiu um lugar de que o a aparência ou o simulacro ele ele se ele ele se intensificou ele se amplificou de uma forma em que ah as pessoas a gente tenta ser uma coisa que a gente não é tentamos parecer aquilo que nós não somos só que isso na ura do Olhar do outro eh vincula produz admiração reconhecimento mas que na verdade é uma aparência não é o real né não é o ser na Essência nas suas necessidades e que se comunica por aparências é muito curioso esse fenômeno né Ah tava pensando nisso que o thago trouxe e e o que estavas falando da complexidade de algo que verbalizar é simples que é o o autoconhecimento e e desses jogos que a gente faz hã e como e como eh Hoje em dia a gente percebeu a relatividade até da da questão da mídia né porque tem tem vezes que se consegue uma escuta ativa a partir mesmo de uma fala eh do zoom do do streamyard enfim de de de uma fala eh via online né mas às vezes nós estamos Cara a Cara Corpo a Corpo e ali está totalmente desestruturada a relação então claro que grosso modo é é óbvio concordo plenamente que que essas questões da mídia eh acabam matando entre aspas algumas questões da relação mas o que eu tava pensando é isso como Às vezes a cara a cara seja na família seja no trabalho naqueles lugares que de novo eu volto à questão do presente que é onde mais se tem a chance de escutar né Eh Nós perdemos essa chance e aí a gente não tem a desculpa de que tá num num meio virtual a pessoa está ali mas quando ela tá falando eu já tô pensando no que que eu vou responder eu não tô ouvindo n então estavas falando aí eu concordo com isso mas o que eu tava pensando e refletindo é isso o o quanto se perde nesses pequenos e recorrentes encontros do dia a dia onde que bom que a gente vá mudando mas grosso modo Ninguém escuta ninguém né a pessoa tá falando eu já pensa o que que
é isso o o quanto se perde nesses pequenos e recorrentes encontros do dia a dia onde que bom que a gente vá mudando mas grosso modo Ninguém escuta ninguém né a pessoa tá falando eu já pensa o que que eu vou responder então isso também é é um lugar que que a gente não percebe que é uma grande chance né não é só quando quando senta ali quando tá com amigo não é é é é no trabalho é na é na fila enfim né e e a gente perde essas oportunidades eu acho que tem eh eu acho que na questão da comunicação tem esse desafios todos que ela trabalhou antes no capítulo né a nossa insegurança o nosso medo o medo de ser aceito ou ser rejeitado o jogo do Ego que quer impressionar o outro e não quer revelar sua fragilidade não quer se colocar vulnerável então Eh na questão da comunicação tem Justamente esse movimento né da Persona da máscara social ou das limitações que neuróticas que é inerente a cada um de nós mas eh independente disso né todas as relações humanas tem e algum tipo de pacto mesmo que inconsciente né então a comunicação vai acontecer se eu não der espaço para uma condição honesta e e afetivamente eh convidativa né Eh a a ao subentendido né então né e e o comportamento fala e nesse comportamento que fala tu assume papéis num pacto inconsciente com o outro então se eu sou aquele cara que eh sempre imponho por exemplo né minha necessidade e o outro sempre aquele que acata então há uma comunicação aí sendo estabelecido Onde eu posso abusar e o outro vai se sentir sempre na condição daquele que tá querendo preencher e da conta desse abuso né então os papéis vão se constituindo nessas comunicações veladas e inconscientes que é determinado naturalmente pelo comportamento e por isso que justamente poder realmente trazer expressar o que vai é a possibilidade da gente quebrar esses papéis da gente poder autorizar novas possibilidades de de de de compreensão e de recursos mas o quanto isso é difícil né gente quanto isso é difícil porque Justamente a gente já tá eh acostumado né a um padrão da qual a
r autorizar novas possibilidades de de de de compreensão e de recursos mas o quanto isso é difícil né gente quanto isso é difícil porque Justamente a gente já tá eh acostumado né a um padrão da qual a gente habitou ser aquilo que a gente é né E mesmo que neuroticamente tenha esse desafio que a juna coloca do quanto mudar é an gênico também né né o quanto mudar eh eh põe põe em cheque né a estrutura egóica e que é de uma certa maneira ameaçador pro ego então bem ou mal é um caminho que eu já conheço e aí que ela coloca a importância daí né da do quanto essa comunicação desempenha um papel essencial e da gente poder trabalhar nessas dois tipologias introvertido e extrovertido para entender então esse esquema né que que que de padrões de que que fala não só a comunicação mas o padrão que é compal que é via como a gente comunica as nossas questões eu fui te ouvindo e eu me lembrei de uma pequena história eh uma é um Eu imagino que foi um é um encontro reencarnatório de um pai e uma filha em que a mãe faleceu a irmã morreu cedo e sobrou os dois ele já idoso acamado e quem sobrou para cuidar foi a filha e ela sempre muito né uma relação conflitiva nunca conseguiam conversar no gosto da história familiar então sobrou justamente os dois para tentar um caminho conciliatório por um ano cuidou dele numa cama ele consciente mais acamado e ela dizia para mim eu eu querei até o último instante el pedir perdão por tudo que ele fez contra mim mas ele não falava nada pedia comida pedia alguma água mas não falava mais nada comunicação interrompida né só que aí no última na última noite antes del ele entrar num quadro cianótico e ser hospitalizado ir embora ela disse que ele não pediu perdão mas disse algo para foi Libertador disse assim eu quero te agradecer por tudo que você fez por mim nesse ano sem você eu não sei o que seria de mim foi o perdão ela acolheu como perdão Então é ele uma comunicação disse foi uma conversa assim de meia hora mas que parece todo aquele passado foi ressignificado então e vendo o pai
o que seria de mim foi o perdão ela acolheu como perdão Então é ele uma comunicação disse foi uma conversa assim de meia hora mas que parece todo aquele passado foi ressignificado então e vendo o pai partir e ter saudade daquele daquele pai que havia machucado muitas vezes em vida mas uma comunicação que permitiu que ela se libertasse de questões muito profundas e o poder da palavra né e a maneira como ele conseguiu externalizar para ela o valor que ela tinha na vida dele tendo os dois últimos de Uma Família residindo no interior do Brasil e sem cuidado sem condições materiais mas ela diz assim quando ele agradeceu a mim foi grato a mim por ter feito tudo tudo aquilo para ela para ele eu percebi que tava me libertando de alguma coisa muito dissolveu em mim uma coisa muito profunda eu achei essa história muito bonita Mas tu vê né eh como é complicado como a gente espera a formalização da palavra né porque tu vê eh ela criou uma expectativa de ouvir isso né mas talvez eh a a atitude dele de fragilidade e submissão a ela já era uma forma de de de busca de perdão mas a gente não consegue E aí que começa uma complicação porque se a pessoa é introvertida como a juna coloca tem uma pessoa que que é muito tímida né é mais voltado para dentro a libida energia tá lá dentro a relação com objeto então é uma uma relação não tão favorável não tão disponível como objeto o quão difícil a pessoa vai poder expressar as suas coisas já o extrovertido tem muita facilidade de de de ter ter uma relação mais positiva com o objeto né mas às vezes estorna superficial né ali fala né mas não faz contato né com com a sua existência e falar Pode ser fácil mas é uma fala às vezes inconsistente Então essa essas questões são muito comp por isso que eu acho que de uma certa maneira eh tem uma grande uma um grande Savio na na comunicação que que que impõe a todos nós poder falar realmente tem um poder enorme dizer né Trazer isso pra consciência assumir Isso realmente é transformador Mas se a gente conseguir
nde Savio na na comunicação que que que impõe a todos nós poder falar realmente tem um poder enorme dizer né Trazer isso pra consciência assumir Isso realmente é transformador Mas se a gente conseguir realmente eh se abrir para entender o outro para receber o outro e aceitar que essa comunicação às vezes é difícil ser feita pela de uma maneira formal assim eh pela fala né e enxergar que a alma tá ali com toda a dor dificuldade ela tá falando de uma certa maneira isso também vai ser um um grande progresso para todos nós né porque eh eh falar realmente é é é uma conquista né E nem sempre as pessoas conseguem chegar nesse lugar ela ali fala eh um pouco para mim um pouco sobre isso quando se repartem informações no interrelacion pessoal compartem emoções e e quando eu li isso me veio muito essa questão eh justamente dessa comunicação não verbal né de de tu estar ali com outro e o quanto isso através dos dos Campos de interação acaba realmente passando muito além da palavra às vezes através do Silêncio às vezes através eh da palavra eh atravessada da fala mais superficial mas o que tá ocorrendo por dentro como o Gelson tá trazendo daquela alma de alguma forma tentando se debatendo às vezes né para tentando comunicar ou eh tentando verbalizar suas questões o quanto a escuta atenta no caso estar ali volta ao presente né estar ali com a pessoa e estar conosco mesmo e naquela relação o quanto isso é transformador o quanto isso faz parte dessa mudança de padrão de comportamento e mesmo que aquele que necessite mudar naquele momento seja o nosso interlocutor o acolher sem palavras o eh já é já deixa a semente ali de que a pessoa de alguma forma consegue eh suplantar as questões egóicas né então eu eu acho muito importante isso a nossa essa questão das forças da Alma né pensamento sentimento e vontade de nós cuidando de cuidando da do nosso né cuidando de nós como o jesson trouxe a gente também leva pro outro né volta aí a questão que nós precisamos É nos melhorar para eh é a
o sentimento e vontade de nós cuidando de cuidando da do nosso né cuidando de nós como o jesson trouxe a gente também leva pro outro né volta aí a questão que nós precisamos É nos melhorar para eh é a única solução né o autoconhecimento conhece a ti mesmo eh parece estamos falando de uma ética relacional muito muito bela e que eu ouvindo vocês assim eu lembrei eh de quantos encontros Jesus não teve né com quem quer que fosse mas sempre um lugar de uma escuta Generosa né de acolher quem quer que fosse está ali presente para aquela alma muitas vezes pelas intercorrências do mundo quantas vezes nós nos percebemos eh desatentos né estabelecendo contatos superficiais preocupados com outras coisas e a nós não estamos presentes naquele lugar ouvindo de fato o que a pessoa tem a nos dizer porque quando há de fato a conexão né E até na Perspectiva que o buber fala né do esse eu e tu que se conectam num movimento muito singular de reconhecimento mútuo eh ao processo que por meio desse diálogo né A Joana fala né um Se auto Analisa se se troca se identifica e e facilita por desse intercâmbio a compreensão de si próprio e do que tá acontecendo em relação a na ao sofrimento à necessidades do outro né então mas me vem muito uma ideia de não julgamento de cuidado de escuta uma escuta Generosa aberta Franca e aí ela vai para uma dimensão transpessoal né de que na medida que a gente toma consciência dessa realidade espiritual né a gente pode exercitar né Essa fala com Deus né E ela fala da importância então da oração desse diálogo eh facilitado pelo pai que nos ama né E que que essa é uma fonte que ela sugerem te buscar né como uma forma de poder destravar liberar e ter nesse nesse pai né o exercício né do do amoroso que nos acolhe e que pode e que tá nos escutando que a gente não tá sozinho né Eu acho que isso é uma coisa importante ninguém tá sozinho nesse mundo né e poder reconhecer isso e ter no vínculo com Deus essa prática né da da prece dessa conversa aberta eh profunda sincera é algo realmente muito
é uma coisa importante ninguém tá sozinho nesse mundo né e poder reconhecer isso e ter no vínculo com Deus essa prática né da da prece dessa conversa aberta eh profunda sincera é algo realmente muito salutar paraa nossa vida que ela coloca aqui né vou complementar aqui rapidinho ela Ela traz essas ferramentas e E aí eu gosto de lembrar sempre da importância além da prece Claro da da da meditação das leituras edificantes da própria questão da Solidariedade Porque a partir daí a gente vai vai se envolvendo com um outro padrão vibratório vai abrindo o campo para se entender a partir das relações e e a meditação é é importante para que a gente consiga ficar conosco consiga aprender a serenar e e realmente eh se Transform né Então vale lembrar já que só ler não vai nos transformar só meditar não vai nos transformar Mas se a gente se instrui medita hora e tem muito boa vontade humildade a gente tá no caminho né caminho que é tem que ser sólido mas que ele é vagaroso mesmo né O que a gente precisa é seguir E aí tem uma questão que ela coloca né que a vida se renova por si mesmo então é da vida né é Da Lógica amorosa esse movimento né da vida da energia circular dessa troca desse intercâmbio que envolve né trabalho cooperação e E aí essa consciência que ela traz para todos nós que somos seres em mudança né Nós estamos aí né sempre nos movendo né para um novo para a uma nova perspectiva Um Novo Olhar integrar algum elemento descobrir uma faceta nova e e e poder daí dentro disso né Guadalupe na nesse movimento de tá aberto né pra vida né mesmo com a nossa dificuldade né e quebrando os padrões do passado que são muito difíceis né ela fala aqui né Essas contenções impostas pelos arquétipos né são padrões que a gente que que então lá que começa lá nos instintos que vão ajudando nós a nos organizarmos e estruturarmos a nossa caminhada mas depois vão se tornando hábitos arraigados que em vez de ajudar vão impedindo o nosso movimento na medida que a gente se identifica Por demais esses padrões né e e é muito
urarmos a nossa caminhada mas depois vão se tornando hábitos arraigados que em vez de ajudar vão impedindo o nosso movimento na medida que a gente se identifica Por demais esses padrões né e e é muito difícil mudar então se a gente não não se permite né a a reconhecer que a gente precisa renovar né que a gente precisa eh que a gente não tá pronto aceitar que a gente não tá pronto né E poder então ter esse ato de humildade que ela que ela coloca lá anteriormente eh não tem como é muito difícil mesmo daí é realmente a gente deixar pra vida e a vida tem que bater muito para poder ir quebrando daí essas amarras que a gente eh se se agarrou né pro por por por por esse condicionamento de identidade da qual a gente tá aprisionado então eh e essa e e e refletir sobre isso acho importante né ela ela fala puxa nossa célula se renova a todo momento a vida se renova a natureza se renova a o universo né Tem estrelas nascendo estrelas morrendo então a vida tem esse inspirar e inspirar esse movimento né de contração de de introversão e extroversão e que a gente possa fazer essa dança né tá aberto esse convite da vida eh e sem a exigência neurótica da perfeição mas no esforço sincero de querer ser melhor né acho que isso foi importante né que que que eu queria reforçar aqui em cima dessa colocação aqui de deixa fazer um pequeno comentário tem uma obra do Espírito Pastorino né O querido Carlos Pastorino chamado impermanência e imortalidade Joana trabalha o conceito de impermanência no sentido da renovação de tudo na vida e que a essência o espírito é que vai agregando valor para essa imortalidade ele passa por constantes modificações Então esse trecho final desse Capítulo ela ela impulsiona essa ideia Olha é um é uma continuidade né a a muitas vezes tomamos certas verdades com absolutas ou o espírito humano Dependendo da forma como ele compreende a vida ele toma para si certas verdades depois se tornam cálices muito amargos em torno das escolhas que se faz e como nosso próprio querido André luí né se vê
Dependendo da forma como ele compreende a vida ele toma para si certas verdades depois se tornam cálices muito amargos em torno das escolhas que se faz e como nosso próprio querido André luí né se vê defrontado com uma realidade pela qual ele não havia se preparado e acaba se refugiando justamente naquilo que fazia sentido para ele né ou a família as os condicionamentos que ele tinha então a esse movimento em permanência eh ele é um chamamento para que a al seja sempre se renovando buscando caminhos novos né para que possa conquistar a si mesmo e aí essa noção de imortalidade é fundamental né ela ela reforça isso né esse esse jogo entre o que é transitório né impermanente dos papéis das experiências do Ego dessa conjuntura que é importante né porque a gente precisa dela né o corpo eh a cor de pele a questões sociais a profissão tudo isso faz parte da da nossa caminhada mas não deve a gente não pode ficar identificado Ou seja a gente tem que através de a partir desse olhar de imortalidade né que sustenta a nossa vida como esse jogo da fantasia que a vida nos coloca né nesse drama nesse teatro onde nós Assumimos novas personagens eh refazendo os temas importantes pra gente né aonde o espírito pode se experimentar mas é isso que tá em jogo é justamente o desvelar da nossa alma para que essa Essência que nos habita enquanto imagem Divina possa florecer ser cada vez mais né na totalidade do nosso ser né Então essa questão da imortalidade da impermanência são questões bem importante mesmo né e e assim como a complexidade de de cada ser existencial Onde Ela traz ali mais no final que nós somos diferentes Ninguém é igual e que não não se tem como fazer comparações a partir da das aparências né Por mais que a gente se perceba um pouco melhor o que tá vendo aqui é esse momento da vida espiritual e é nessa complexidade dessa diferença que Justamente a gente aprende a eh na Irmandade evoluir né porque somos diferentes complexos eh de certa forma misteriosos porque a gente não se
vida espiritual e é nessa complexidade dessa diferença que Justamente a gente aprende a eh na Irmandade evoluir né porque somos diferentes complexos eh de certa forma misteriosos porque a gente não se conhece como um todo né conhece o potencial enfim mas ao mesmo tempo nós temos esse lugar lugar comum de de busca de plenitude e de comunhão com o criador então é é muito é muito bonito isso que ela traz né pra gente não se comparar e e e também a nossa unidade unidade com o minúsculo na unidade com o maiúsculo né É É importante da singularidade e do quanto se conhecer é difícil D é que quanta surpresa a gente tem quando quando desencarna eu não tenho consciência realmente do da da minha real condições do que realmente é é verdadeiro em mim né Eu acho que E aí gente se vai desencarna às vezes é um susto né em relação à imagem que a gente tem de nós mesmos né e aquilo que realmente habita o nosso coração e às vezes é uma distância grande entre uma coisa e outra mesmo parecendo tudo aquilo muito verdadeiro é Então realmente esse desafio constante né que a j fala de autorrealização e que de uma certa maneira se dá por esse processo de abertura né uma abertura de percepção uma abertura de de de reconhecimento uma abertura de prestar atenção né respeito né respeitar um olhar com cuidado um olhar cuidadoso conosco mesmo e para com a vida para que a gente possa realmente tirar de cada momento o melhor e para nós e também dar o melhor que a gente pode dar também em relação a nossa nosso papel no mundo né Então esse é um grande desafio no no no no final do do do item inveja né que tivemos oportunidade de ter estudado anteriormente o grupo tem uma coisa que é muito profunda que ela diz assim é o cultivo da Alegria pelo que é é muito difícil a gente ser alegre e feliz com aquilo que a gente tem e que a gente é né porque a gente sente às vezes suficiente a gente se acha feio a gente se percebe sem virtudes a gente se percebe sem qualidades então cultivar alegria pelo que nós somos né mas sem
e que a gente é né porque a gente sente às vezes suficiente a gente se acha feio a gente se percebe sem virtudes a gente se percebe sem qualidades então cultivar alegria pelo que nós somos né mas sem deixar de ter antiv visão né de quais são os recursos próximos a serem alcançados né Para que eu alcance novos patamares eu acho que é é a base aquilo que o nosso querido Sérgio Lopes dizia né a base da montanha é humildade Você quer granar os degraus acima que levam você a esse lugar mais pleno compreenda o lugar que você se encontra no mundo veja Qual é a dimensão do seu alcance do que você pode estar fazendo agora e sinta-se feliz por estar nesse lugar com as virtudes que eu já já aqui e ela diz ela termina dizendo assim né Eh emj despertar do Amor a si próprio eh o amor ao próximo e o amor a Deus que é uma visão muito bonita né dessa nossa jornada da Alma com certeza muito bom né gente bem fica então esse convite paraa gente poder fazer essa comunicação verdadeira conosco mesmo né E nesse exercício que Joana nos coloca né de de buscar esse esse conhecimento e essa essa alegria de ser o se é eh na responsabilidade de sermos melhor cada vez mais né Eh no próximo encontro Então já avançamos para o capítulo se condicionamentos que a gente ve justamente as questões dos arquétipos E como eles estão presentes na nossa vida então fica o convite estarmos juntos novamente no próximo encontro obrigado a thgo guardal lupe um grande abraço a todos que Jesus os abençoe e até a próxima aula tchau
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