T8:E13 • Desperte e seja feliz • Edificações duradouras
No décimo terceiro episódio, Gelson Roberto, Tiago Rizzotto e Guadalupe Amaral analisam o capítulo 13 de Desperte e Seja Feliz, intitulado "Edificações duradouras". Uma reflexão sobre a construção de valores sólidos para o crescimento interior e a plenitude espiritual. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #despertardaconsciencia
Alô, amigos, irmãos. Bem-vindos a esse encontro da série psicólogos deângeles. Nesse momento, nos reunimos novamente para podermos trabalhar o capítulo 13, edificações duradouras do Desperte e Seja Feliz, o volume número sete da série psicológica. Então, uma alegria estarmos com vocês aqui reunidos, juntamente com a Guadalupe e o Thaago, para refletirmos sobre esse tema, o tema que a benfeitora, né, Thago Guadalupe, foca na questão do bem, né, aqui o título é edificações duradouras. E ela vai então trazer vários elementos em relação a esse movimento do bem, a homem de bem, né, que ela vai citar ao longo do capítulo, né, e realmente eh, em de uma certa forma ela vai comentar, né, isso não só aqui, né, nesse momento emanzia psicológica, que toda a essência da vida encontra estabelecida no amor, que é de procedência divina. Então, viver o bem, né, eh, é de uma certa forma reconhecer a nossa procedência divina e expressar na sua gama riquíssima de de manifestação o campo amoroso, né? Então ela começa, né, nesse texto anterior ao capítulo falando que a ação do bem é sempre discreta e contínua, com metas bem definidas. Eh, interessante ela ela trazer isso na primeira frase, né, que que a ação do bem é discreta, hum, mas é uma ação continuada com metas bem definidas. Como é que vocês entendem essa essa colocação de Joan? Eu queria começar com com fazer essa provocação mesmo para vocês, né, nesse primeiro primeira frase que ela anuncia aqui, essa de entrar no capítulo. >> Bom, eu posso começar, minha querida, começar com algumas ideias. Eh, eu gosto muito desses. Ela coloca dois adjetivos, primeiramente, né? a ideia da ação do bem como algo discreto. E se nós lembrarmos, ela de alguma forma tá evocando, né, o a passagem evangélica e possivelmente diversas vezes em que Jesus estimulava, né, os seus companheiros, as suas companheiras de jornada, as almas com quem cruzava, para que o bem que fizessem pudesse permanecer como se oculto da visibilidade do mundo, com uma forma de que a recompensa
seus companheiros, as suas companheiras de jornada, as almas com quem cruzava, para que o bem que fizessem pudesse permanecer como se oculto da visibilidade do mundo, com uma forma de que a recompensa está na descrição, né? A alma dedicada ao bem, devotada a este movimento e que ela entende que eu não preciso do aplauso do mundo, eu não preciso do reconhecimento do mundo, mas eu preciso, na verdade, da conexão nesse ato de ação com a possibilidade de fazer o bem. E a ideia do contínuo, né, é, eu acho que é a dificuldade que nós temos de mantermos a luta, né, o bom combate na palavra evangélica, né, de diante das asperezas. E é que eu gosto muito de recordar uma fala de um parceiro nosso cristão, né, tá no campo católico, mas é uma pessoa importante no Brasil de hoje, que é o padre Júlio Lancelote. E ele disse assim: "Ao cuidar da comunidade vulnerável que mora nas ruas, eu não tô lutando para vencer, né? Eu sei que eu vou perder essas lutas várias vezes contra as forças que não querem que eh essas ações de bem aconteçam, mas eu tô lutando para ser fiel até o fim. Então, a ideia é o quanto a alma consegue sustentando certos embates e que implicam muitas vezes o fracasso, a ideia de que pode não dar certo e a ideia de estabelecemos então metas muito bem definidas me parece que é muito em torno de um campo de fidelidade a sentido, de fidelidade a propósitos e a ideia de que a gente consegemente se mantenha tenho vinculado a esses propósitos e aquecidos por amor, né, um sentido mais transcendente de conexão com a vida. Então, a ação do bem, ela ela é, sem dúvida, uma representação muito importante paraas nossas vidas, mas sustentá-la dia a dia, né, nas relações é um grande desafio, né? Além de disso que o Thiago trouxe, muito muito interessante, muito bonito e verdadeiro, eh me parece que essa questão de uma ação sempre discreta e contínua vai muito ao encontro de um um padrão de consciência, uma forma de perceber e viver a realidade, onde o bem já vai se estabelecendo
eh me parece que essa questão de uma ação sempre discreta e contínua vai muito ao encontro de um um padrão de consciência, uma forma de perceber e viver a realidade, onde o bem já vai se estabelecendo como algo hã natural, como algo eh já como um atributo do espírito desenvolvido e aí sim suporta todas as agruras do caminho do bem que depois ela vai ali trazendo. E por isso tem constância, eh, tem descrição, porque não quer os louros do mundo, mesmo que de uma forma inconsciente, porque vive, né, a vive o bem e assim opera na vida. Então, acho que um um tanto eu entendo assim agora, claro que depois justamente a benfeitora vai trazendo o quanto isso é difícil e quanto, por mais que se tenha boa vontade, às vezes eh nós, né, o o ser vai se perdendo nas questões que chegam no caminho. e e ser discreta e contínua, ela traz até uma serenidade nessa frase da mentora, né? Ação no bem é sempre discreta e contínua, com metas bem definidas. Então, pela energia da frase, pela forma como eu percebi ela, me vem realmente assim um um ser, um espírito que já vive a essência divina em si e por isso entende realmente que é ação no bem, que é algo que a gente pode usar de exemplo a partir daí do dos das advertências de certa forma que ela vai nos trazendo em relação ao que que nós percebemos. temos como ação no bem e quais as armadilhas e quais os lugares onde a gente pode se atrapalhar, né? Então me me vem muito essa questão. >> É interessante, né? Realmente é é fazer o bem pelo bem, né? A gente vai aos pouquinhos pegando o gosto, né, de ser amoroso e bondoso, né? a gente persevera nesse momento contínuo, a gente vai agregando, né, essas qualidades que preenche verdadeiramente a nossa alma. Então, eh eh ela coloca logo em seguida, né, que que a gente não almeja a promoção pessoal, né, ou seja, na vez a gente não almeja a promoção pessoal, né, abdica do ego, a gente tem um ganho verdadeiro, né? É por isso que essa meta, essa meta que ela coloca aqui, né, que é uma meta que de um processo, né, e
vez a gente não almeja a promoção pessoal, né, abdica do ego, a gente tem um ganho verdadeiro, né? É por isso que essa meta, essa meta que ela coloca aqui, né, que é uma meta que de um processo, né, e de uma educação da alma, né, que vai ajudar a descobrir as nossas potencialidades individuais e desenvolver essa particularidade que envolve a nossa forma genuína de amar, né, um processo. meta é um é um caminho e o processo e a própria vida, né? A vida é essa caminhada que é oferecida. E aí de um lado a gente tem essa tomada de consciência que me leva a ter uma insatisfação com comigo mesmo e e querer mudar, né, e me dedicar conscientemente a esse processo de crescimento de mudança. Mas ao mesmo tempo a Joana vai falar em vários momentos do delropismo, né? gente atraído naturalmente pelo amor divino, a o anseio de reencontrar, né? Então, de uma certa maneira, essa meta bem definida envolve um ato consciente, mas uma entrega também, né, a esse, a não resistir a esse convite que tá presente dentro e fora de nós, da presença realmente de Deus, a nos convidar a ser, né, essa a viver a realidade como filhos que somos dele, que trazemos essa marca divina e e sinalizada por essa capacidade de amar, né, de fazer o bem, de promover o melhor, promover eh o que a vida, engrandecê-la, né, e aos nossos irmãos também que compartilhem conosco a existência. E essas tuas palavras, Gelson, me recordam o trecho do capítulo 11, Vida Social, em que a mentora nos descreve almas já conscientes e mais lúcidas dos seus compromissos perante a vida. E são almas que se debruçam sobre o tecido social, que acolhem almas enfermas. E ela descreve um conjunto comum de almas que são capturadas por estigmas, por preconceitos sociais, que são detestadas, né? Então é um tem um lugar quase uma devoção e que se eh conecta com a ideia que você traz de uma entrega. Então, para além de uma capacidade de compreendermos racionalmente, há uma inserção, uma inscrição dessa necessidade da experiência com uma entrega de vivências, né? Eu gosto só de
raz de uma entrega. Então, para além de uma capacidade de compreendermos racionalmente, há uma inserção, uma inscrição dessa necessidade da experiência com uma entrega de vivências, né? Eu gosto só de citar porque eh eh não com manifestação de autoexposição, mas uma partilha de um de um trabalho coletivo do qual eu faço parte com apenas mais um, que é ser psicólogo de adolescentes infratores, sejam aqueles que traficaram drogas, sejam aqueles que praticaram roubos, sejam aqueles que mataram outras pessoas. Eu sempre busquei traduziram a seguinte ideia que eu sempre compartilho com eles. Eu não sei o que vai acontecer, amigo, mas eu vou estar com você até o último dia. E até o último dia que estivermos juntos, eu vou acreditar na possibilidade de que é possível construir uma outra jornada, né? Ela ter dificuldades, cansaços, desafios, mas é um ideário importante em que a gente converge o esforço genuíno, em que a gente estabelece metas bem definidas em torno do que a gente é capaz de oferecer, capaz de trocar, mas que se alicerce uma capacidade de amar esse outro, por mais difícil que seja, na condição em que ele se encontra. Então, eh esse capítulo é o quanto nós somos capazes de edificar de forma duradoura ou de forma às vezes superficial e que são os desafios do ego, né? O desafio da alma frágil ainda que não compreende os desafios maiores e a potência do sentido que a vida pode ter no seu sentido de realização, né? interessante tudo isso, né? E realmente, né, a benfeitora vai então falar que que esse esse processo a qual todos nós somos comprometidos, né, nesse nessa rede de cooperativa do bem, quanto maior a nossa compreensão, né, do bem e quanto mais eh mais consciente e mais sabedores da realidade de nós mesmos espiritual, mais a a gente realmente toma contato na necessidade de realmente satisfazer os impositivos da cooperação em favor do progresso universal, né? E aí a Joana vai colocar aqui que todos nós temos nesse projeto de bem um compromisso, né? Um compromisso, seja no
ealmente satisfazer os impositivos da cooperação em favor do progresso universal, né? E aí a Joana vai colocar aqui que todos nós temos nesse projeto de bem um compromisso, né? Um compromisso, seja no sentido do trabalho conosco mesmo ou seja da relação com algumas pessoas. familiares ou não, ou de algum projeto, uma tarefa, né, um compromisso, onde se bem vai ser nutrido, onde esse bem vai ser exercitado, onde se bem vai ser desafiado. E ela fala que e então é perigoso, né? Eu diria assim, não é interessante, né? Ficar num jogo frenético de busca, né? Eh, de anseios que que que de projetos, interesses, atividades, porque isso eh pode nos eh tirar verdadeiramente daquilo que é mais essencial. e e da qual eu sou mais comprometido, né, e e que acaba virando um passatempo, né, viver, né, onde a gente vai buscando daí preencher um vazio ou buscando novidades e que isso é resultado, na verdade, de um desequilíbrio. Então, é interessante que ela vai juntar essas duas coisas, né? A busca, a questão do bem com a a questão da edificação enquanto um projeto da qual nós estamos comprometidos. >> Dá para ver como uma gincana, né? a vida, como foi falando, eu fui me me vendo muito essa imagem e e isso é interessante porque realmente perseverança, constância, comprometimento que que ela nos chama ali que é necessário, nem sempre aparecem quando vem esse esse furor inicial de de trazer algo eh pro mundo, né? Então, como é que fica? qual é a nossa responsabilidade a cada movimento que a gente faz. Então, o Thiago trouxe um muito profundo, muito bonito, né, que ele que ele sustenta, né? Então, no momento que eu digo, e não foi assim, né, Thago, mas assim, eu acredito em ti e eu vou contigo até o final. Eh, claro que, né, eh, a gente traz isso do do ponto de vista também simbólico, mas ali tu plantou uma grande semente do bem, né? Quantas pessoas eh talvez não precisem de só um que diga assim: "Eu acredito em ti" e sigam em frente, mas que seja de alma, né? Usando o exemplo que tu trouxeste e que
uma grande semente do bem, né? Quantas pessoas eh talvez não precisem de só um que diga assim: "Eu acredito em ti" e sigam em frente, mas que seja de alma, né? Usando o exemplo que tu trouxeste e que realmente a pessoa esteja ali a todo momento da dentro das proporções. Claro, porque a nossa tendência é ir criando várias frentes, como se diz, em nós mesmos e não dando conta, né? né? E aí uma imagem eh que o Gelson traz para outras situações, mas que eu acho interessante da criança cheia de bala, né, em outro momento do process e a gente não consegue nem comer, nem mesmo dividir. Ou seja, tu te enche enche de coisas e tu não consegue lidar com nenhuma dela, não consegue sorver nenhuma daquelas daquelas fronteiras que tu vai criando no bem. Isso acho que acontece muito, não sei como é que vocês veem, porque a gente na empolgação que até pode ser muito genuína, né, e se faz várias coisas, mas não consegue ir adiante, né? Outras pessoas fazem realmente só por uma questão abertamente mais de ego, mas que a gente tenha esse cuidado, porque cada vez que eu lanço algo no mundo, eu me comprometo também, né? E esse bem, eh, também depende da minha ação no mundo. E isso a Joana em outros momentos traz para nós, né? Enquanto a gente deve pensar bem ali, dar passos firmes, sólidos, mas do nosso tamanho, né? Então, acho que que isso é importante também. E ela vai trazendo, né, eh, a gente sobre a as desculpas que a gente vai dando para ir abandonando, né, tudo pelo caminho, né? Então, eu acho muito interessante isso, né? a gente vai largando tudo porque o incomodou, porque não é bem assim, porque eu me desiludi, porque eu não consegui tal verba para tal coisa, porque o meu trabalho me chamou não sei aonde. Então, eh eh a gente tem que ter muito carinho com cada coisa com a qual a gente se compromete. E por isso que eu volto aquela primeira frase, ação do bem é discreta e contínua com metas bem definidas. Acho que é uma frase muito eh basilar pra gente entender essa esse capítulo três. É interessante que a
so que eu volto aquela primeira frase, ação do bem é discreta e contínua com metas bem definidas. Acho que é uma frase muito eh basilar pra gente entender essa esse capítulo três. É interessante que a gente vê isso que é muito comum de ver isso antes de reencarnar, né? Lá eh tá lá cheio de de esperança, de motivações e tem aí os benfeitores, os amigos, a família espiritual, né? Aí a gente tem consciência, né, dos equívocos. nosso e estamos assim, eh, tomados daquele desejo de se transformar, né, estimulados por aquele ambiente favorável, daquele ambiente que onde todos somos numa horizontalidade, né, ligados por vínculos de afeto. E aí é mais fácil viver também aquele momento até que a gente desce, né, a gente reencarna e aí quando vê a toda aquela aquele entusiasmo, como diz a Joana, os começos são auspiciosos e rutilantes, assim ela pelo entusiasmo com emoção exacerbada, a gente começa e aí, né, tá lá, a gente já começa a ser anestesiado pelo corpo, ser entorpecido pelas questões da vida. já frustrados, porque a vida não é aquele campo tão suave como lá no plano espiritual tava, né? Desafios, embates, provocações. E aí vem um chamado, né? Um chamado. Alguns nem ouvem o chamado, nem tão já tão perdidos que nem reconhecem. Outros ouvem chamado e despertam novamente. Puxa, que legal, é aqui mesmo. Eu reconheço que esse é o meu lugar, esse é o movimento que tem que fazer. Aí vem de novo aquela aquela alegria, aquela motivação, mas tem a grande luta, o grande desafio que não são o mundo, não são as pessoas, não são as dificuldades, mas né minhas limitações que tem que vencer o medo, né, preguiça, vício, né, tendências que me afastam. E aí que realmente começa toda essa esse embate que nos dispersa daquilo que realmente é o nosso caminho, é a nossa trajetória do bem, do compromisso em relação a algo que a gente pode realizar aqui na vida, né? É por isso que eu acho que todos nós, se pegarmos os nossos livros de vida, acho quando a gente for embora, é bom que as atividades, os compromissos
a algo que a gente pode realizar aqui na vida, né? É por isso que eu acho que todos nós, se pegarmos os nossos livros de vida, acho quando a gente for embora, é bom que as atividades, os compromissos estejam feitos, né? Vamos colocar assim os deveres de casa aí, vão contemplar. É, aqui você polou, aqui você não fez, aqui você não quis se enfrentar. Eh, acho que a gente tá buscando reflexões e que a gente possa compreender conscientemente as possibilidades que aquilo que Jesus disse a Tiago, né, em João, né, quando a mãe deles os conduz a Jesus, tá lá no evangelho de João, e Jesus pergunta aos dois os contemplando que buscais, que que vocês querem, né? E se a gente tentasse encontrar um caminho de estabelecer uma coerência mais verdadeira entre o nosso ideal e o nosso esforço, entre o que nós prometemos, né, Gelson, e a a real realização e buscássemos sempre no núcleo, no desenvolvimento dasas atividades, trazemos essa pergunta de Jesus, né, e que é uma pergunta da própria alma para nós, né, que que vocês estão buscando nessas nessas atividades? qual o sentido desses processos. Eh, acho que o texto nesse momento, faz uma reflexão muito verdadeira em torno das nossas dificuldades, até como espíritas, de lidarmos com as constrições, com as desavenças, com os conflitos e que, na verdade, parece ainda um um eco muito claro da nossa imaturidade espiritual e lidar com a diferença. Vamos lembrar que primeira chegada de Paulo pensando lá no na casa do caminho em que ele entra em atrito com Thiago, filho de Alfeu, Emanuel comenta que por muito pouco aquela iniciativa não foi implodida e foi necessário uma intervenção de Pedro que pega o evangelho de Mateus, já os a uma cópia que ele tinha e chama o entendimento. Esse entendimento diante das dificuldades é o que nos faz ter força de conseguir e prosseguir mesmo diante de cenários difíceis. O comum é a gente se desvincular, é a gente não querer continuar, é a gente não acreditar, é a gente perder a esperança, às vezes se tornar pessimista. O texto é
uir mesmo diante de cenários difíceis. O comum é a gente se desvincular, é a gente não querer continuar, é a gente não acreditar, é a gente perder a esperança, às vezes se tornar pessimista. O texto é um é uma é uma reflexão em torno de um diagnóstico que se percebe em relação o que é a vida diante dos desafios, mas os nossos compromissos e responsabilidades são inadiáveis. Então, amadurecer paraa vida no campo de estarmos mais conscientes e nos entregarmos mais às relações envolve por excelência uma entrega relacional com esses mesmos espinhos, >> porque nós também podemos ser espinhos, né? Então a gente tem que amadurecer nesse processo. >> É, eu tenho uma amiga que ela já passou por todas as casas despesas da cidade e e ela não consegue ficar sempre há um há uma justificativa. Ah, porque lá não não há amor suficiente. Porque lá aquela outra casa não dá oportunidade, porque aquele outro local eh o dirigente tem uma um estilo muito eh limitador, opressor, castrador e assim ela vai justificando e e não fazendo nada, né? Não se comprometendo. Então, e ela tem um potencial enorme, né? Eu me lembro da frase de Aristóteles que diz que são as características que dão aos homens as suas qualidades, mas são seus atos que se que os tornam felizes ou miseráveis. Então tem muita gente que tem um potencial bonito, podia realizar muita coisa, né? E e acabam desperdiçando, né? Então tem esses dois lados de de um lado a gente pode ser realmente um infeliz do outro, né? que como tu fal a gente tem também tem o espinho que fere, que que impede muitas vezes que não oportuniza, né? Mas também tem eh muitas vezes nós somos também aquele manancial que em vez de escoar para poder fertilizar, né, a terra e e dar de bebê aos que estão, né, os animais, as pessoas que passam, a gente fica fechado em nós mesmos. e e realmente não damos oportunidade para que a natureza, né, nossa possa se expressar, né? Tem um mantra eh indiano que é o sor que liga o sou aquele ran eu sou, né? Então, se aproximado que é aquele que eu
lmente não damos oportunidade para que a natureza, né, nossa possa se expressar, né? Tem um mantra eh indiano que é o sor que liga o sou aquele ran eu sou, né? Então, se aproximado que é aquele que eu sou ou sou o que sou ou eu sou a suprema realidade, naquela ideia que aquele que habita meu interior, eh, o ser supremo, né, que é o meu ser. Então, tem tanta gente que já tem uma certa consciência de que o que habita em mim é é o divino, né? e compreender que esse dia tá em nós e pode, de uma certa maneira se espelhar, se expressar e se reconhecer em atitudes, mas por algum motivo não consegue eh fazer valer isso. E e é uma judiaria, né? tanta, tanto potencial que a gente desperdiça, tanta pessoas belas e boas que podiam tá eh sendo melhor aproveitadas e se reconhecendo nessa ação junto ao mundo, mas que se perdem, né, pelas justificativas pequenas. é, é uma área onde a gente acaba se comprometendo muito, né, se não se não cuida, porque realmente alguns de nós com grandes potenciais e com muitas promessas quando nós estávamos, né, no plano maior e a gente se perde aqui, né? Eh, e aí a Joana diz um pouco mais abaixo ali no livro, eh, não são sensatos aqueles que abrem novas portas cerrando os antigos acessos, edificam ou pretendem executar programas novos em detrimento de outros que se encerram. E aí me vem muito essa imagem também que foi trazida do do semiar, né, e da e da terra devastada, porque muitas vezes a gente vai então, né, alguém com uma capacidade, né, um pouco eh maior de fazer algum empreendimento espiritual, de edificar uma obra no bem. Muitos espíritos podem se unir ali pela oportunidade, necessitando aquela diretriz que a gente foi lá semear e daqui a pouco, por seja o motivo que for, eh eh essa pessoa que tem a capacidade resolve que ali não quer mais, pega, né? Vai mudar de, como é que a gente diz? Aquela muda de de de plantação, né? muda, queima a terra, queima tudo e segue. Então isso a gente tem que ter muito cuidado, porque quando tu tens uma capacidade,
Vai mudar de, como é que a gente diz? Aquela muda de de de plantação, né? muda, queima a terra, queima tudo e segue. Então isso a gente tem que ter muito cuidado, porque quando tu tens uma capacidade, eh, também tem um um compromisso e que a gente pediu. E é tão bom quando a gente pode, então, seja maior, menor, capacidade pequeninha, né, dentro do nosso tamanho muito grande, mas que se honre, que se tenha então aquele aquele amor e aquela reverência por um por algo que a gente ganhou e que a gente realmente dê de graça e compartilhe com esse cuidado, né? Aqui eu semeiei aqui, então eu vou regar. Aqui eu vou ficar, não que eu precise ficar como uma pedra criando limo, né? Vamos então trabalhar aquilo e quando já tiver perna, como se diz, seguir para um novo, uma nova edificação no bem, mas não devastando a terra onde a gente semeou, né? Aí que eu que eu quero chegar. A gente não pode semear e devastar. Então é é um compromisso muito grande. Por menor que seja a nossa capacidade, ela existe, né? Então, quando a gente for semear, que a gente se comprometa ali. >> Eh, eu não sei se vocês também interpretaram assim, mas quando esse último, né, parágrafo que você leu, né, querida, ele me lembrou muito a questão da repetição dos nossos relacionamentos ou de como nós repetimos padrões. Então, quando se busca novas possibilidades, né, uma nova casa espírita ou novas relações e parece que novamente a gente tá reencontrando eh os mesmos problemas, quando na verdade talvez muito tem a ver com a nossa atitude, com a forma como a gente tá lendo os processos, as pessoas, os relacionamentos. Então, de alguma forma, nesse parágrafo, me parece que ela chama a atenção para que não adianta você prosseguir se você não tá aprendendo com as experiências que anteriormente as você estava vinculado. Então, eh, a questão não é você mudar, porque às vezes pode acontecer, né? É, é, não condição humana, >> mas é a questão do aprendizado nesse processo, porque você é é como se o broto novo começa a florescer e aí você
tão não é você mudar, porque às vezes pode acontecer, né? É, é, não condição humana, >> mas é a questão do aprendizado nesse processo, porque você é é como se o broto novo começa a florescer e aí você é uma imagem um pouco dura, né, mas você não cansei, você pisa, vou começar o semeador em outro lugar e você vai fragmentando possibilidades em que a mentora chama atenção. É preciso que isso seja mais duradouro, que a experiência ela de fato fortaleça a alma para esse campo da ação do bem. E aí em seguida que ela chama atenção perseverança. Tem que perseverar, tem que prosseguir, porque não há um outro caminho. Eu percebo que a fragmentação também acho que revela a superficialidade com que muitas vezes nós não sustentamos as questões internas nossas de intolerância, de impaciência e até mesmo de lidarmos com as entrecorrências da vida que estão presentes na condição humana comum, partilhada por todos nós. Então Jesus dizia que o campo é o mundo. Então se eu não quero ir pro campo, o que que eu tô fazendo no mundo, né? É, é interessante que muitas vezes esse excesso de mudança ou de abandono de projetos em nome de algo novo, eh, ele tem muitas implicações que a pessoa não consegue reconhecer, perceber, porque ela criou uma necessidade, né? Eu eu ecoei algo no mundo, dei um grito, o mundo olhou para mim, né? Eu criei uma necessidade para mim, para as pessoas, criei expectativas, mobilizei pessoas, energia, eh tem ações, tem um tem uma dimensão espiritual que acompanha a dimensão materal, ou seja, foi regimentado, né, forças espirituais ali e de repente eu, por algum motivo, não quero mais, né? Então, olha só e quantas consequências pode ter, né, né, nessa nossa atitude, né, e por isso que realmente questão da perseverança, né, Thago, é fundamental. E a gente vê daí que é esse caminho da virtude, da de ser virtuoso, que envolve o fazer o bem, o ser bom, né, envolve realmente discernimento e dever, né, gente? Eh, há há que haver esse compromisso eh em nome do que é maior e não eh um apelo individualista,
virtuoso, que envolve o fazer o bem, o ser bom, né, envolve realmente discernimento e dever, né, gente? Eh, há há que haver esse compromisso eh em nome do que é maior e não eh um apelo individualista, porque o grande problema que eu vejo aqui no que a prefeitura coloca é que os nossos interesses pessoais, nosso individualismo falam mais alto e se e se adiantam em relação a a a um projeto transpessoal, ou seja, para além dos meus capítulos Goques em favor do que é maior do que esse bem a mim e e e ao outro, né? E tanto é que ela fala do do ressentimento aqui da do milindre, né? Pessoa milindrada, né? Que é o nosso orgulho de se milindrar, de pegar pessoalizar, de ser mobilizado e ficar preso em questões que na verdade são as nossas necessidades internas. não satisfeitas, não realizadas, não contempladas. E aí a gente fica nesse lugar, né, eh, caprichoso, exigente, infantilizado, do milindro, do ressentimento. E aí, em nome de uma dignidade que não é verdadeira, né, a gente abandona, né, o projeto achando que o outro nos fez mal, mas na verdade é nós que não conseguimos suportar, né? Eh, o convite, o convite não é eh o convite de um caminho asfaltado, né? Às vezes a gente até pode ter, né? Alguns que já vieram antes e abriram para nós facilitando e mesmo assim há que haver um movimento da nossa parte, mas muitos caminhos são de abrir clareiras, né? de começar realmente uma empreitada que exige tempo, que exige paciência, que exige perseverança, que exige eh essa riqueza de ter que lidar com as diferenças que nos nos acresce muito e a gente não consegue reconhecer, né, o quanto o outro em nos desafiando é um grande mestre para nossa alma. Então não vale a pena abrir mão, como disse o Thiago, né? Porque o mundo tá cheio de mestre, né? Gente que quer diicar de ontem, vai contar o outro, né? Então a vida ensina, né? E e ela então ela insiste aqui no capítulo o momento, leve adiante a tua tarefa por mais queela se a ti presente, né? Então olha só que bonito, né? que ela fala assim, gente, tem tem um algo
sina, né? E e ela então ela insiste aqui no capítulo o momento, leve adiante a tua tarefa por mais queela se a ti presente, né? Então olha só que bonito, né? que ela fala assim, gente, tem tem um algo que foi dado, né, que é precioso, né, vamos se ocupar disso da melhor maneira possível. E é interessante que é é algo que que nós pedimos, que nós exultamos quando recebemos, né, no nosso planejamento reencarnatório ou ou quando a gente tá mais eh ligado assim a conectado com a espiritualidade, mas aí na primeira na primeira dificuldade a gente não quer mais brincar, né? E isso traz muito o o grau de evolução espiritual de algumas partes nossas, né? Então essa nossa dualidade também, eu quero, mas tem que ser do meu jeito, né? Eu eu quero, mas eh ninguém tá me entendendo. Então eu não e isso é algo que que só nos trabalhando a gente vai conseguir realmente fazer o bem pelo bem. Então, é muito claro que o que vem vem justamente para que a gente consiga seguir adiante, né? E se cada vez a gente foge, a gente tá fugindo de nós mesmos, né? Além de deixar esse lugar devastado de eh usando assim uma palavra forte, mas por um comprometimento coletivo, nós também estamos nos abandonando uma chance de perseverar e e de realmente nos tornarmos esse esse homem de bem. >> Eh, os parágrafos, né, que são que seguem, né, a prosseguirmos, irmos adiante na tarefa. E é interessante ela trazer a ideia de que às vezes ações das mais singelas elas cooperam para um bem maior coletivo. Muitas vezes eu sempre cito exemplo aqui em Brasília de uma casa espírita que tem um jardim aqui belíssimo. E eu sei que para cuidar desse jardim tem que ter alguém ou um grupo de pessoas. Mas uma cidade como Brasília, que é muito seca, muito calor, e manter a qualidade da beleza de flores, de plantas, né, do gramado, tem que ter alguém dedicado ali, debruçado naquela terra, né? E a gente pensa, é um servidor anônimo e normalmente não é visto trabalhando, né? Mas ele tá cooperando. Eu acho isso bonito, né? Pensando o que cada um de nós é capaz de
debruçado naquela terra, né? E a gente pensa, é um servidor anônimo e normalmente não é visto trabalhando, né? Mas ele tá cooperando. Eu acho isso bonito, né? Pensando o que cada um de nós é capaz de oferecer. Às vezes alguém tem uma boa habilidade, uma capacidade dialógica de acolher e receber os espíritos um trabalho mediúnico. Outros têm uma capacidade de oração, de dedicação. Então, é como se há uma sinfonia sendo construída quando todos cooperam a um movimento comum. Eh, é interessante que prosseguirmos, eh, a mentora parece sempre chamar atenção, cuidado com aonde tá alocadas suas aspirações, né? De que forma você realiza o bem, né? E a ideia de que precisamos sempre estar analisando o que nós estamos fazendo, observando o que nós estamos dizendo, porque quando a gente medita, muitas vezes as nossas apitações mais ocultas, elas podem estar nos traindo por estarem revelando questões aí muito egoístas, né? Então, que a gente esteja atento como que esse movimento de alma na dedicação ao bem, se de fato é ao bem ou tá atendendo a algo que pode ser escuso. E nós precisamos ser honestos em relação a esse lugar. Então, eh, nunca esmorecer, mas estarmos e sempre refletindo sobre esse lugar em que a gente exercita, participando participando da construção do bem, né? >> Já pensou que se Jesus diesse para Deus, né? Ah, paz, quero tocar de planeta. Cansei desse povo aqui da Terra, né? é muito enjoado, são muito eh duros, né? Eu tô aqui, né? Milhares, né? Acompanhei todo o projeto, mas, né? Não, né? Ele ele assumiu o compromisso, né? Como diz Joana aqui no no capítulo, confiando em Jesus que nunca nos abandona, né? Ele realmente nos ama e e e asseverou. para todos nós que nenhuma de suas velhas se perderia. Olha só, né? É mais ou menos o que o Thago também disse pro seu jovenzinho lá. Olha, eu tô contigo, né? Vamos adiante. Não vamos. Então, a gente não desistir um do outro, né? Como Jesus continua lutando por nós, né? eh assumindo por nós o compromisso e organizando recursos, mas que cabe a
ô contigo, né? Vamos adiante. Não vamos. Então, a gente não desistir um do outro, né? Como Jesus continua lutando por nós, né? eh assumindo por nós o compromisso e organizando recursos, mas que cabe a nós a a acolher e fazer a nossa parte. E a e a prefeitura é bem clara, né, que a gente não pode se afligir pelo outro, pelas pessoas ou com eles, né, em função das dificuldades, do caminho, da situação que cada um apresenta, que a gente possa realmente fazer nossa parte, a compreendo, aceitando que nem sempre os que também estão conosco também vão continuar. Porque assim como a gente pode desistir, os outros também desistem, né? Mas que a gente possa realmente levar adiante aquilo que nós somos comprometidos, né? E e fazer a nossa parte. E como o mundo seria maravilhoso, a terra já poderia ser um paraíso se cada um, né, fizesse a sua parte, né? aquela que cuida do jardim, aquela que ora, aquela que dá o passo, né? Se todo mundo fez a sua parte nesse compromisso do bem, na tarefa que lhe é confiada, puxa, né? Seria uma maravilha. Bezerra de Menezes, esse exemplo que a gente tem também, né, de de estar aí conosco, mesmo podendo alçar outros voos. e não só ele, a própria benfeitora, né, que tá aqui conosco. E assim a gente pode ir trazendo todos esses espíritos que que realmente vivem o que a gente tá lendo aqui, né? Eles levam adiante a tarefa, eles semeiam e ficam aqui, eles não abandonam, eles não não enchem o saco de nós, né? Agora não quero mais hoje, né? Guadalupe não tá me escutando. Então a gente a gente eh não é abandonado também naqueles que eh abraçam essas causas, né? Então que a gente use esse exemplo, né? E ele tá por toda parte. Se por um lado a gente pode usar eh de uma retórica para dizer: "Ah, mas tal pessoa também fez isso, tal pessoa também fez isso" e largar eh no caminho, seja o que for, né? E tudo é importantíssimo, né? Eh, como os exemplos que a gente trouxe também tem esse outro lado que nos mostra o quanto perseverar, o quanto tem responsabilidade, cuidado, reverência
a o que for, né? E tudo é importantíssimo, né? Eh, como os exemplos que a gente trouxe também tem esse outro lado que nos mostra o quanto perseverar, o quanto tem responsabilidade, cuidado, reverência para para toda a obra do criador traz esses frutos que que são frutos de um amor sentido por nós. A gente sente, né, o o amor da espiritualidade por nós. Então, que a gente multiplique isso, multiplique o que a gente tá recebendo e na verdade a gente nunca vai conseguir, né, chegar aos pés do tanto que recebe, mas não tem problema, né? Não é uma competição, é que a gente dê o melhor de nós. Realmente, puxa, eu tô ganhando isso, eu vou multiplicar isso, isso me faz também. Ninguém, né? eh, não desistiram de mim, eu também não vou desistir, seja em que plano for. E então o exemplo do bem não falta, né? Que a gente não olhe pro lado que e comece a usar então de desculpas, ah, mas tal pessoa fez isso, outra fez aquilo nos abandonos, não, né? Mas e esse mar de benfeitoria que tem à nossa volta, nos embalando, nos carregando, né? Então acho que isso é importante, eh, também, né, e que a gente siga, né, não se aflija e siga, né, como a Joana traz, aitora traz. Bonita a mensagem. >> É, é uma, é um estímulo. E eu não sei se é uma coincidência boa, né? Eu eu acordei esses dias de madrugada assim, sem sono, e aí eu falei pra minha esposa que acordou junto: "Olha, eu vou ver um filme ali porque eu não tô conseguindo dormir." E aí eu fui assistir aquele filme Dias Perfeitos, não sei se vocês assistiram, né? Do cineasta alemão, >> Win Wenders. E amigos, o filme, para quem não conhece, é uma epopeia de uma alma que acorda de manhã contemplando a natureza pela janela da sua sala diminuta, do apartamento pequenino em que mora. E você vê que ele vi condição muito modesta, muito simples, né? Ele acorda e olha quando contempla a luz do sol batendo nas folhas, nas árvores, ele sorri. E eu penso, ele tá contratando algo importante ali, ele tá conectando com algo importante que dá sentido a
? Ele acorda e olha quando contempla a luz do sol batendo nas folhas, nas árvores, ele sorri. E eu penso, ele tá contratando algo importante ali, ele tá conectando com algo importante que dá sentido a vida dele. E aí você vê, ele se prepara, ele sai, ele vai trabalhar, se dedica com afinco, né? Ele ele faz aquilo almejando, oferecer o melhor que ele pode no trabalho dele. E você vê sempre nessa relação com natureza. Ele registra com fotografias, ele contempla natureza. tem algo de belo e profundo acontecendo nesse contato. Eu chamaria de uma ação do bem. O que chama atenção no filme é que estamos falando de um homem que trabalha na história com a limpeza de banheiros públicos em Tóquio. E a gente pode, né, há um contraste entre o que ele realiza e o lugar a disposição dessa alma a estar servindo. Então, me parece que servir de alguma forma é descobrir o amor. E ele encontra um sentido profundo nesse lugar de dedicação, trabalho. E é interessante que no curso do filme a gente vê ele chorando, a gente vê ele ali em momentos, né? Eh, cuidou de uma sobrinha, se vê desafiado com uma situação de vulnerabilidade, mas os o filme ele ele resgata e fortalece essa ideia. Prossiga. E eu não vou dizer o novo filme, mas a mensagem é essa. Prossiga. E como diz Meimei, né, espírito Meimei, mesmo que tu estejas com teus pés sangrando, com coração dorido, prossegue caminhando, prossegue amando, prossegue trabalhando. E para quem não viu o filme, assista, porque no dia seguinte, quando eu acordei, eu fui deitar depois, a minha esposa, tu te lembra que hoje era o dia da nossa faxina? O banheiro é contigo. Eu não sabia que eu tinha visto esse filme. Vamos lá, vamos à obra. Mas eh, né? Sim, amigo. >> Aí no filme a a a vida dele é muito rotineira, né? Porque ele passa, né, um circuito de banheiros, né? Em caros locais são agradáveis, alguns que é perto de parque, né? Mas tu vê, sempre tem alguma coisa que ele tira desse dessa rotina. uma criança, né, que tá ali perto do banheiro, né, e a mãe tá tá
? Em caros locais são agradáveis, alguns que é perto de parque, né? Mas tu vê, sempre tem alguma coisa que ele tira desse dessa rotina. uma criança, né, que tá ali perto do banheiro, né, e a mãe tá tá procurando uma situação da natureza, como tu falaste. Então, apesar da rotina eh ser constante, dia após dia, a é o mesma procedimento bem mecânico assim, do ponto de vista da tarefa, mas tem a esse esse essa postura, né, esse se apresentar na relação com o mundo que faz a diferença, né, Thaago? E aí a prefeitura coloca aqui justamente isso, né? É que para chegar realmente a uma a no final de uma empresa, né, de uma meta, de uma realização, que é um grave compromisso, que é algo realmente importante, a gente só consegue se eh os os somamos honestos e consciente daquilo que sustenta a nossa vida, né? E no caso desse filme, ele tinha algo que naturalmente sustentava ele, né, que na sua forma de ser, na forma de ouvir música no rádio. Ele tem aquelas fitas antigas que valem muito porque é algo que eh virou, né, um eh um preciosismo e querem até vender e, né, e para ele que não é importante, porque para ele realmente importante é aquele momento musical. Então a gente vê assim desse eh desse fervor, né, dessa atitude eh que se mantém, né, fiel, adequado, rico, né, e simples ao mesmo tempo, né, e e que é uma que é um grande luxo, né, simples não é uma coisa fácil, né? Na verdade, a simplicidade é uma grande conquista e aí a gente quer ser o primeiro, né? A gente quer ser, a gente tá pensando no melhor lugar. Qual é o melhor lugar para mim, né? Quando a mãe pergunta para Jesus, ah, eu quero que meus filhos fi à sua direita, mestre, né? Que tu promete, tu pode deixar, né? Pediu de mãe, né? Falou: "Meu, aí ele vai ensinando a gente que se que ser o primeiro, tem que ser o último, né?" e e e assumir, né, aceitar o que a vida coloca como algo sagrado, algo que aquilo é realmente o lugar certo, o a tarefa ideal e o compromisso da qual tu pode realmente viver o melhor de ti e da e e também
e assumir, né, aceitar o que a vida coloca como algo sagrado, algo que aquilo é realmente o lugar certo, o a tarefa ideal e o compromisso da qual tu pode realmente viver o melhor de ti e da e e também adequar as necessidades espirituais, aquilo que tu veio trabalhar no teu projeto do reencarnatório, né? Então tem uma sabedoria aí, né? E a gente não consegue enxergar isso. Vindo vocês, eu não vi esse filme, né? E mas ouvindo vocês, eu fiquei pensando eh também dessa questão de desses pequenos momentos, essa responsabilidade também, se o quanto a gente impacta na vida das pessoas, querendo ou não, e as pessoas em nós. Então, cada ato nosso vai ter esse impacto positivo ou negativo, né? E e isso também é preciso muito, muito cuidado, como pelo que vocês estão dizendo, né, esse personagem eh acabou atravessando a vida de várias pessoas, seja pelo pensamento, pelo contato. Eu e eu não a não vi o filme, mas com boas energias, com impacto positivo, justamente nessa simplicidade de viver o momento ã assim que eu fiz o filme na minha cabeça, apesar de não ter visto, né? Mas mas o quanto isso é importante, porque às vezes do nada alguém, né, vai nos dizer: "Puxa, aquela vez que tu me falou tal coisa ou fez tal coisa, como foi bom, né?" Mas muitas vezes as pessoas não vão nos dizer geralmente como a gente impactou negativamente, né? Eh, por razões, né? Por educação, né? Então, que a gente tenha essa percepção também de que a gente pode não ter um dia eh tão legal assim, mas que a gente pode dar o melhor de nós a todo momento, porque eh isso fica e como é bom quando do nada, né, a gente recebe eh um sorriso, né, eh uma palavra amiga. Isso às vezes vem, marca eh uma vida de uma forma positiva, uma encarnação inteira. A gente não sabe, né? Então a gente não sabe então que a gente eh realmente eh opere no bem, né? Queira realmente ser aquele homem de bem que a todo momento que vai errar, né? Mas que a todo momento procure ser melhor, que se não tiver nada para dar, que dê um sorriso, né? ou
eh opere no bem, né? Queira realmente ser aquele homem de bem que a todo momento que vai errar, né? Mas que a todo momento procure ser melhor, que se não tiver nada para dar, que dê um sorriso, né? ou que no mínimo não reaja, né? Isso, isso é importante, né? >> Ela comenta aqui que é uma frase da do do capítulo, ela diz: "Não deixes ruir a tua construção e empenha-te para concluí-la". Então isso implica muita coisa, gente, implica não valorizar em demasia pequenas ocorrências de sabores sucessos aparentes que fazem parte desse da dinâmica, né, de poder realmente lidar com as pessoas que são diferentes da gente e que muitas vezes parecem complicar, mas na verdade elas podem nos ajudar de uma outra forma, né? Então, a a o a questão de tirar o o personalismo dos atos que a gente realiza e e poder tá atento das dissimulações que a gente faz em nome nos caprichos e nestidades internas. Então, há um trabalho enorme aí que que vai se realizando em nós junto com esse projeto de de da qual a gente tá comprometido a realizar, né? >> E ela é muito honesta, né, amigos? No parágrafo seguinte, ela vai dizer: "Não vão faltar os companheiros entusiasmados, vamos fazer, né? vou participar quando tudo é muito novo, quando ainda tá todo mundo de lua de mel na relação, se conhecendo, conhecendo um projeto, conhecendo as ideias e que amanhã quando as talvez as personas, as máscaras forem caindo e as pessoas forem de fato se revelando, apresentam-se os desafios de prosseguir, apesar dessas asperezas. É interessante que na edição aqui que eu tenho, que eu acredito que seja o penúltimo parágrafo do capítulo, ela chama atenção para esses homens e mulheres aparência, né? Pessoas que às vezes tem uma são vistas socialmente ou pelo grupo, pela comunidade, com pessoas muito quistas, muito queridas, né? Eh, mas que às vezes eh estão numa superficialidade, né? uma aparência que camufla às vezes outros interesses, interesses escursos, de visibilidade social, de reconhecimento, que apenas estimula um
é? Eh, mas que às vezes eh estão numa superficialidade, né? uma aparência que camufla às vezes outros interesses, interesses escursos, de visibilidade social, de reconhecimento, que apenas estimula um ego em relação a um lugar de um gozo muito pessoal em relação a essas posições que ocupam. Isso existe em qualquer gramiação religiosa, isso existe em qualquer movimento social, isso existe em qualquer instituição, eh, é porque é do humano. Agora, ela diz, apesar de tudo isso e que é parece que a síntese desse desse capítulo, né, vá adiante. A tua edificação é duradora e compete muito a você manter-se fiel nesse propósito. É claro que existem certas elaborações e construções que elas reivindicam ao participão de coletivos, mas aquilo que for possível nós fazermos que a gente faça, que a gente construa, né? Ah, mas não vai ser possível fazer tanto quanto eu gostaria. Vamos acolher também. Ela comenta no início, né, a ideia de não fugir às bases, que aqui tem várias significações, mas a ideia de primeiro uma base primeiro de sermos humildes e compreendermos até onde conseguimos ir. E também temos uma compreensão objetiva e clara sobre as bases onde nós estamos nos relacionando e das possibilidades individuais e coletivas. Então, eh, evangelho é compromisso, né? Evangelho é trabalho por excelência, né? em que a gente possa fazer cada vez mais, né, amigas? >> Com certeza. Alguma coisa mais, Guadalup queira colocar. Eh, queria trazer a questão de que evangelho é compromisso e servir, né, o que os espíritos mais querem, mais gostam eh de fazer, porque servir é viver na lei do amor. Então, que a gente entenda que essas edificações elas são uma bênção quando a gente consegue eh seguir nesse caminho, né? E a gente tem que ter essa gratidão pela oportunidade e e não olhar de uma forma atravessada, como a gente às vezes olha, né? Então, que fique assim da nossa parte a gratidão por ter a oportunidade de colocar uma sementinha em algum lugar, de servir, porque a gente tá aprendendo
a atravessada, como a gente às vezes olha, né? Então, que fique assim da nossa parte a gratidão por ter a oportunidade de colocar uma sementinha em algum lugar, de servir, porque a gente tá aprendendo a partir daí a amar de uma forma plena. >> Eu queria Oi. >> Sim. Não, só compartilhar uma coisa que eu lembrei. Eu eu tenho uma amiga que o os o pai é militar, então ela sempre morou por várias várias regiões do Brasil. E ela conta em toda a casa espírita que a nossa família se vinculou. No penúltimo dia, antes de irmos embora para um novo local, para uma nova jornada, a minha mãe, ela plantava um jardim, ela fazia um jardim novo pra casa espírita. Eu achava isso tão bonito no sentido de deixar a memória, deixar algo especial, né, para como uma saudade que vai ficando, né? >> É, eu queria terminar com aquele palavra que que começa com homem de bem, é perseverante e sempre disposto ao laboretado. Continua a benfeitura. Mantém-se discreto e silencia as suas ações benéficas. evitando alardear os os feitos e e os não executados. Fomenta a esperança e não transfere cargas para o seu próximo. Atua e seu exemplo sensibiliza outros que passam a ajudá-lo. Não abandona o campo onde semeia e a pretexo algum. Então que a gente possa ser esse homem de bem, né? e que que o nosso compromisso possa despertar, né, pelo exemplo, o interesse de outros também, assim como a gente possa também reconhecer de os momentos que eh somos chamados a ao confronto com as vacilações, vigilância que também em algum momento pode surgir na nossa caminhada. Tá bom, gente? Então fica essa recadinho da benfeitora. Lembrando que no próximo capítulo, capítulo 14, é sobre comportamento. Então, estão todos convidados a continuar no nosso estudo. Agradecemos ao Thiago Guadalupe esse momento precioso junto ao material que Joana de Anjo nos oferece e o nosso grande carinho, abraço a todos e a nossa gratidão por estarmos juntos nesse projeto. Até o próximo encontro. Ah.
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