T8:E1 • Desperte e seja feliz • O Homem Jesus

Mansão do Caminho 28/08/2025 (há 7 meses) 1:02:14 276 visualizações

Na estreia da oitava temporada, Gelson Roberto, Guadalupe Amaral e Tiago Rizzotto apresentam o estudo do livro "Desperte e Seja Feliz" (volume 7 da série psicológica), de autoria espiritual do Espírito Joanna de Ângelis. O episódio explora o prefácio e o capítulo 1, "O Homem Jesus", iniciando uma reflexão profunda sobre o legado psicológico e espiritual do Mestre. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #despertardaconsciencia

Transcrição

Bem-vindos, amigos, a mais este encontro do nosso estudo da série psicológica Joana de Ângeles. É com muita alegria que aqui estamos, eu, o Tiago, a Guadalupe, para começar essa nova obra, né, o volume sete da série psicológica. Desperte e seja feliz. Olha só que maravilha de título, né? Um título provocativo, tão bonito, né? Esse convite, né? Que o L faz, desperte e seja feliz. Então é isso, né? Vamos despertar, né, paraa vida, pra nossa consciência e ser feliz. Então, hoje a gente começa justamente trabalhando aqui o prefácio, né, da prefeitora, né, e o capítulo um, né, que é o homem Jesus. Então, vamos começar a dar uma ideia, né, da proposta do livro, né, e a partir disso entrar um pouquinho então no capítulo um para ver que elementos maravilhosos Joana tem para nos oferecer a partir desse desse livro. Muito bem, gente. Como é que é isso? Despertar e ser e ser feliz. Que que Joana tá querendo com esse sétimo volume da telepsicológica? >> Bom, posso quer começar, querida? Eu quero trazer uma pequena introdução do que eu pensei e passo para ti. Pode ser, Thaago, porque justamente o que me chama muita atenção é essa esse carinho dela de nos trazer várias formas de chamar atenção paraa necessidade do despertar, né? desperta, ó, tu que dormes. E ela traz, então, a partir daí eh aqui nesse livro várias situações, enfim, mas começa com essa tônica: desperte e seja feliz. Simples assim, no sentido de que tem um mundo para que nós possamos conquistar um mundo interior a partir do despertar dessa consciência de sono, a partir do do olhar internamente pro ser espiritual que nós somos. Então, isso que eu queria começar eh, Thago trazendo é é esse fato da ela não chega nunca a exaustão de ficar aqui conosco nos dizendo desperta, né? Desperte e siga em frente, porque é um mundo de felicidades pequenas e maiores a ser conquistado e e esperando pelo nosso despertar. interessante que tu trouxe assim, eu tinha pensado em algo parecido e um uma não sei para vocês, né, mas quando quando ela

ades pequenas e maiores a ser conquistado e e esperando pelo nosso despertar. interessante que tu trouxe assim, eu tinha pensado em algo parecido e um uma não sei para vocês, né, mas quando quando ela organizou os capítulos, né, e falaremos um pouquinho nessa introdução dessa proposta dela, me vem que ela que ela faz um diagnóstico, né, de conjuntura da humanidade, de um de um tôus comum de como as consciências eh constróem suas ambiências, suas relações, suas significações sobre a vida e traz um diagnóstico que é bastante direto. Eh, estamos adormecidas, né? um adormecimento consciencial que traz consequências muito direta para essa esse conceito, essa ideia que tá presente no título, que é felicidade. Onde que nós humanos temos nessa trajetória multimilenar inscrito ou depositado a nossa expectativa de felicidade? E como nós temos naufragado e apesar dos ciclos culturais, do aperfeiçoamento à tecnologia, das possibilidades na cultura, de alguma forma continuam continuamos ainda que de forma mais sofisticada depositando em certos tipos de gozos e prazeres no mundo que estão muito vinculados na materialidade e E aqui não vamos e cair numa dicotomia muito rasa, superficial, que quer dizer que é uma uma dicotomia que lá na nossa no início da jornada cristã colocou uma dimensão pecaminosa, problemática na experiência material humana. Não, não é isso. É o fim e não o meio. Ao depositar, né, como um construto paraa felicidade humana as dimensões finitas da experiência humana, nós como é que como é que a gente mede uma felicidade a partir de construtos limitados e finitos? Então, me parece que ela diz assim: "Vózs que estão adormecidos, permanecem satisfeitos, permanecem infelizes. Então, vamos buscar um caminho pro despertamento e para sermos mais felizes." Então, me parece que ela é bastante direta nesse diagnóstico e parece que é uma introdução muito importante para que a gente entenda o que é esse movimento em que se encontra nós como humanidade na contemporaneidade.

que ela é bastante direta nesse diagnóstico e parece que é uma introdução muito importante para que a gente entenda o que é esse movimento em que se encontra nós como humanidade na contemporaneidade. >> É impressionante, né, Thaago? num em poucos e nos dois primeiros parágrafos, né, ela consegue dar uma visão muito rica, né, e clara dessa dimensão de quanto a gente avançou. Avançamos muito mesmo, né? Olha só quantas conquistas a gente foi na lua, a gente tá explorando outros planetas, a gente conseguiu quebrar o átomo e que despertar uma potência de energia, né, que foi destruir o planeta. A gente conquistou recurso da medicina, a gente avançou em tecnologia. Hoje a gente conversa com o mundo todo e estamos aqui, né, pela internet, podemos estar junto, né? Então, realmente, né, houve um avanço muito grande, mas a gente continua adormecido. Olha só que que que estranho isso, né? essa esse esse esse aspecto que que dá ilusão que a gente andou muito, né, e muitos aspectos realmente a gente avançou, mas em outros a gente tá ainda numa dimensão muito estreita e limitada da das possibilidades reais da nossa natureza. Então ela começa a falar assim, o quanto esse avanço, né, eh, ficou a serviço dessa gratificação imediatista, né, ilusória de um gozo que não é apenas o gozo material, né, sensório, mas é o gozo desse ego descomprometido, né, que que florou se achando poderoso. Agora eu posso tudo, posso iluminar a natureza, o mundo, explorar e e e põe e até poder perder poder, eh, colocar perder, né, o essa casa que nos acolhe, que é que é o planeta Terra. Então, parece aquela aquele adolescente que que cresceu e acho que que porque agora tá mais velho um pouquinho, né? Pode tudo, né? e não pensa daí e eh vai sai com carro a 1000 por hora, quer quer e quer enfrentar a autoridade dos pais, achando que os pais não tem que sabedoria, que é tem aquela atitude arrogante. Então, a gente tá numa certa adolescência espiritual, né, e muito voltado paraa nossa própria eh eh afirmação de mim mesmo e de um

ue os pais não tem que sabedoria, que é tem aquela atitude arrogante. Então, a gente tá numa certa adolescência espiritual, né, e muito voltado paraa nossa própria eh eh afirmação de mim mesmo e de um projeto de vida, como a benfeitora coloca aqui, eh focado no mundo externo, né, focado numa vida literalizada, né, fora de nós, eh, esquecendo esse cultivo da alma, né, esse movimento que envolve o compromisso com a nossa harmonia interior, como ela coloca aqui, né, no início do do do prefácio. Então, realmente, né, então ela fala que nós estamos distraídos ainda, né? Outro termo que ela usa desse desse tipo assim de sonolência, de inconsciência, ela usa o tempo distraídos, né? Como é que vocês veem isso? Você acham que nós somos distraídos, né? Que que nos distrai, né? que nos faz ficar enredados nesse jogo aí, eh, e não desperte verdadeiramente para felicidades. >> Eu vejo que, né, é um mundo colorido, vamos resumir assim, né? E e a verdade é que eh a gente se distrai com muitas coisas, né? Nós acabamos nos nos distraindo, claro, nessa questão de de se impulsionar paraa vida, de conquistas, como Thago falou, conquistas que t um cunho material também e que são importantes. Não não se está falando que elas não têm o seu lugar, já que nós somos, né, seres encarnados aqui na na Terra. Mas, eh, a partir dessa desculpa, nós vamos nos distraindo praticamente com tudo, né? Então, até mesmo os momentos de lazer, que deveriam ser momentos onde nós conseguíssemos conectar com nosso eu maior, acabam sendo momentos onde nós exaurimos energias em questões eh gazes, desnecessárias muitas vezes, e muitos de nós eh movidos pela vontade do coletivo do outro, né? Alguns fazem porque até tem esse impulso de uma forma mais instintiva, mas outros porque é moda ou porque tá na rede ou e assim por diante. A gente eu eu entendo que a gente vai podendo trazer essas várias formas de nos distrairmos, não só essas mais duras e que a gente precisa cuidar muito, que ela tá traz aqui de uma forma perfeita aqui no no início do

tendo que a gente vai podendo trazer essas várias formas de nos distrairmos, não só essas mais duras e que a gente precisa cuidar muito, que ela tá traz aqui de uma forma perfeita aqui no no início do do livro que nos anestesia mesmo. Mas depois que a gente se dá conta dessas questões, né, ligadas mais a a à volúpia do prazer, a materialidade, a esse ego inflado que conquista e vê o valor só nas questões materiais, também é momento de nós percebermos outras eh questões que podem nos distrair da nossa essência, né? por exemplo, eh, a mídia, eh, a mídia hoje é muito forte, não é ruim em si, assim como a gente usa, né, e se vê muitas vezes, eu tenho visto, eh, quase que competições eh de questões ligadas, seja a espiritualidade como um todo, né, onde nós só deveríamos estar, bom, nos utilizando de uma ferramenta que nós criamos, tendo seu valor, Mas para compor, não para competir. Então, a gente se distrai até mesmo para contar que a gente não deve se distrair, né? Então existem armadilhas que o nosso ego vai trazendo para isso. Eh, então acho, né? Sei como é que vocês veem, mas acho que a gente se distrai mais do que imagina, né? Não é só no em querer o melhor emprego ou ter uma família doriana, como se diz, né? Ou e querer conquistar, né? mundos e fundos, mas às vezes com uma com um discurso de que estamos eh agindo em prol da espiritualidade ou de questões transcedentais, transpessoais, a gente pode se perder também. Eh, existe um existe um livro do professor Norm Schomsky intitulado Ilusões Necessárias e ele diz que a estrutura na qual hoje o mundo é governado economicamente e também o seu o seu esteio cultural, sua expressão cultural, ele reivindica uma forma de apropriação e de exaustão ecológica para poder vender uma possibilidade de felicidade humana. E como pontua muito bem aqui a querida mentora Joana, de de levar a um estado de gozo material a um extremo. é um projeto que em si hoje já é visto como inviável e que pode tornar e impossibilitar recuperações ecológicas.

em aqui a querida mentora Joana, de de levar a um estado de gozo material a um extremo. é um projeto que em si hoje já é visto como inviável e que pode tornar e impossibilitar recuperações ecológicas. Mas ao mesmo tempo em que é é é colocado a primazia de um projeto de felicidade calcado nesses nesses princípios, eh o professor diz assim: "São as ilusões necessárias vendidas para que subsista essa compreensão do que é felicidade e o custo disso é muito alto. Ao mesmo tempo e em que se vende esse projeto ou o nosso amado Eduardo Galeano, né, o poeta uruguaio diz que na verdade usufruto desses gozos permanece reservados a poucos no mundo. Então você vem de uma fantasia de que é possível todos chegarem ao lugar de ter esse gozo, esse deleite material, mas que ao mesmo tempo uma minoria prospera neste campo e é invejada, é desejada. Então, eh temos um problema aí que é de objetivo, de sentido nas coisas. A mentora nos traz, como disse muito bem o Gelson, né, ela traz um segundo adjetivo, distraídos, mas tem um terceiro, anestesiados. Se nós juntarmos essa ideia de adormecidos, eh, anestesiados, distraídos, é como se estivéssemos alienados do objetivo maior da vida. Então, é preciso reencontrar um caminho de sentido e ela é direta. Este caminho que tem sido escolhido, ele na verdade produz sofrimento, né? Porque manter-se num campo anestesiado ou como há muito tempo numa conhecida palestra de Valdo Franco, a rotina dos homens vazios, homens e mulheres vazios e que distraídos, adormecidos, vão vivendo os seus dias, as suas rotinas, as suas vidas. E o e o texto agora passa a entrar nas consequências de quando fenômenos da vida, fenômenos sociais alcançam essas individualidades e testam de fato esses ideários eles sustentam de fato a vida e se de fato eles sustentam uma possibilidade de sermos felizes. E ela começa a dizer, né, pobre e pobre capacidade de consideração e respeito pela vida. Ó, como ela é categórica. Nós estamos, na verdade, iludidos, incapaz de compreender a vida em mais

mos felizes. E ela começa a dizer, né, pobre e pobre capacidade de consideração e respeito pela vida. Ó, como ela é categórica. Nós estamos, na verdade, iludidos, incapaz de compreender a vida em mais profundidade e em desrespeito ao aos objetivos mais significativos e importantes para o espírito, que é esse ente em trânsito, em processo de amadurecimento que passa pelo corpo. Nós não somos o corpo. O corpo é o nosso veículo, né, temporário. Então, me parece que esse cenário, ele é importante para que a gente entenda qual é tanto a dramaticidade do que nós estamos vivendo, quanto um diagnóstico parece muito preciso do que é o momento em que nós vivemos nesse eh num uma conjuntura muito dramática que alcança alcança essa esse lugar em que nós nesse chamado antrop oposeno, né, a condições em que o homem chega e o e como ele alcança a a as transformações do nosso planeta, como as nossas como como repercute o efeito da humanidade, do humano no planeta. Nós esquecemos que nós e a Terra, nós e a natureza, nós somos um. Isso até uma dicotomia interessante, né, de como isso foi rompido quando, na verdade nós fazemos parte de um todo. Mas voltando ao texto, né, eu não sei se tô falando bastante, né, mas a ideia então de uma consideração em torno, de uma ressignificação sobre quais são os nossos objetivos e me parece que nos capítulos ela vai trazer elementos importantíssimos em relação a como encontrar um caminho de despertamento da alma. Me parece, né, Thago, que essa pobre essa falta de consideração, né, essa pouca consideração e respeito pela vida que caracteriza, né, a nossa dimensão desse desse homem ainda, eh, alienado, como tu colocaste aqui, né, eh tem a ver com três questões que elas finalizam também aqui no prefácio, né, que é a gente eh eh esquece que a vida passa, né? Então a gente, ela fala da própria transitoriedade dos planos biológicos, mas a gente faz de conta que a gente vai eh nessa fantasia de manter o corpo sempre impecável e uma eterna adolescência e um horror envelhecimento

ala da própria transitoriedade dos planos biológicos, mas a gente faz de conta que a gente vai eh nessa fantasia de manter o corpo sempre impecável e uma eterna adolescência e um horror envelhecimento e a morte, né? Na ilusão que a gente possa abortar, né, impedir esse movimento, né? Então a gente age, nega, né? a gente nega que a gente tá envelhecendo, que a vida é transitória. Por outro lado, a gente também esquece da nossa realidade maior que é espiritual, né? Ou seja, que a morte vai nos adentrar a uma dimensão mais ampla, que é a realidade do espírito, né? Eh, e aí a gente de uma certa forma esquece a razão da nossa existência, que são os valores espirituais e e fica tão iludido nessa gratifão imediatista, que é o terceiro ponto, né? A gente não lança luz em olhar para um projeto mais alargado de uma existência que se constrói ao longo da nossa caminhada evolutiva e fica no plano do imediato, que é bem uma atitude infantil. Então o que a Joana tá colocando aqui são todas atitudes muito infantis ainda do ponto de vista espiritual e psicológico, né? a gente não. Então, esse essa esse essa proposta de um despertar é o despertar para uma dimensão desse homem lúcido, já adulto e já responsável, que daí vai poder se comprometer com a vida, reconhecendo, né, que ele não só eh eh tem um compromisso com a vida, mas como ele é um cooperador da divindade em prol dessa vida, né, em prol dos seus irmãos também. Então, eh isso ainda não caiu a fichinha da gente, né? vai reforçando essa questão da que multiplicam-se as glórias da inteligência, mas também os conflitos do sentimento, trazendo esse vazio eh existencial como um todo. E depois quando nós formos vendo os capítulos também vai nos mostrando que existe um um potencial em nós para ir ultrapassando essas limitações que nós mesmos vamos eh nos impondo. Mas realmente é um um livro muito importante, é um chamado muito importante para se despertar, sair dessas distrações e e anestesia, como nós falamos aqui, porque existe muito sofrimento, né? Então, se

as realmente é um um livro muito importante, é um chamado muito importante para se despertar, sair dessas distrações e e anestesia, como nós falamos aqui, porque existe muito sofrimento, né? Então, se tem essa inteligência, mas se tem esses conflitos múltiplos e e muitas vezes eh escamoteados por nós de uma alma que tá em sofrimento, porque tem ali a consciência inscrita em si mesmo, essa consciência maior de que alguma coisa tá errada, pode não saber conscientemente, mas existe esse espírito imortal, existe esse ser que de uma forma ou de outra, né, que que é a nossa essência e que nos conduz, que nos traz a partir da nossa vivência egóica, né, a sensação de que eh é preciso mudar, que tudo que nós conquistamos não tá preenchendo o nosso vazio, que toda essa inteligência que fez maravilhas, eh, não tá sabendo lidar nos sentimentos, tá cada vez mais. E isso não é uma crítica, esse desenvolvimento da inteligência, que claro que é muito bom, mas quando nós deixamos esse outro lado descoberto, é como se nós estivéssemos cada vez mais tomando a água do mar, tentando matar essa sede e que ela fala um pouco acima dessa frase que eu trouxe. Eh, não fala assim, né? Mas que é uma sede de amor em última instância. Então ela vai trazendo um pouco mais acima a lap a lapidar lição do amor largamente repetida e pouco experimentada bastaria para alterar a paisagem moral dos seres, facultando-lhes felicidade, né? Então tá aí a resposta, né? que que esse amor seja experimentado. Só que aí eh vem a Joana nos auxiliar, a mentora, nós nos perdemos de nós mesmos. Como é que tu experimenta esse amor? Como é que tu sente esse amor que já é e já está, né? Então, eh, realmente, ela vai trazendo de uma forma muito bonita essas eh questões de desafio, como ela chama, para nos trazer esse despertar. Eh, é muito interessante que quando ela traz a imagem da experiência das almas que estão aí habituadas, condicionadas, como muito bem colocou, né, né, Gelson, de uma experiência muito imatura, né,

ar. Eh, é muito interessante que quando ela traz a imagem da experiência das almas que estão aí habituadas, condicionadas, como muito bem colocou, né, né, Gelson, de uma experiência muito imatura, né, psicologicamente, né, crianças psicológicas, né, no sentido egóico, né, da reatividade, da impulsividade, da referência a si próprio em torno da vivência desses prazeres, né, da das conquistas mais imediatas. Eh, isso eh, ela traz a consideração o que acontece quando a vida apresenta algo que desafia, que constrange esses espíritos, que lhes trai essa ilusão na qual eles estão ambientados a viverem suas vidas. E me parece muito a ideia das almas que são despidas, né? cai uma máscara que emocionalmente é muito frágil no sentido, né, da estrutura de ego e que não tem a maturidade do campo da resiliência diante de frustrações, das dificuldades, dos fracassos. Todos nós temos dificuldades também de lidarmos com os fracassos. E ela traz então a essa imagem de que como se o mundo se cai, a máscara se cai. E aí a alma precisa lidar com essas circunstâncias que lhe traem a fantasia na qual ela tá em bebida e na qual ela imagina que é a vida. Só que a vida é muito mais do que aquilo que ela imagina que seja, né, no campo da fantasia. Então, as dificuldades, as asperezas, os espinhos, elas eh confrontam e a e a mentora nos diz a resposta para essas almas frágeis e vulneráveis. eh, infantil, ou ela vai se amargurar no sentido do constrangimento, ou ela vai reagir com a revolta de não aceitar esse lugar. E ela vai descrever um conjunto de movimentos dessas almas, que são caminhos escapistas para não ter que lidar com as intercorrências que fazem parte da vida. Não é a primeira obra que a Joana comenta. As dores fazem parte do movimento da vida. Elas fazem parte da conjuntura existencial e temos que aprender a lidar com elas. Há alguns anos, amigos, só para contar para vocês um episódio que é uma imagem, parece desse trecho aqui da nossa introdução. Eu ouvi uma história que foi me narrada

mos que aprender a lidar com elas. Há alguns anos, amigos, só para contar para vocês um episódio que é uma imagem, parece desse trecho aqui da nossa introdução. Eu ouvi uma história que foi me narrada assim: casal muito bonito aqui na cidade onde mora, muito bonito. O casal instangramável, né? Casal muito bonito, socialmente reconhecido, muito bem, né? eh trabalhavam em instituições, pessoas com recursos, viajavam esteticamente muito bem cuidados. Então, uma imagem de si contemplada e desejada por aqueles que não tinham aquilo, né? Eles trazem uma representação desse ideário de sucesso estético financeiro. Aí ele engravida expectativas, né? Vi uma criança, talvez mais um componente para esse imaginário. Só que nasce uma criança com problemas graves, físicos, cognitivos. O mundo desaba. O casal se separa, a conta é fechada e nunca mais apareceram. É interessante como a alma é frágil muitas vezes quando ela é confrontada pelas asperezas. pelas dificuldades. E é interessante que foi necessário que a vida a vida trouxesse um convite a um desafio. Será que esse casal consegue lidar com o fato de vir uma criança, um filho com toda com todas com todas as características que fogem aquilo que eles estão projetando pro mundo? Eles não sustentaram essa imagem. Então, eh, me parece que uma característica importante em relação a esse locus psicológico em que a alma adormecida, anestesiada, não desperta eh a vulnerabilidade psicológica de não dar conta de lidar com as intercorrências que são promotoras do desenvolvimento psicológico, né? são promotoras do do fortalecimento do espírito para jornadas novas. Então, alguns dizem que a geração Y, que está aí, ela ela tem características de seres de almas muito frágeis, tem dificuldades, né? Uma geração, como diz, a geração Y vai dar conta, né, da vida, talvez por um momento da cultura, de almas muito frágeis. Mas isso é outra discussão. Mas é interessante pensar então esse exemplo singelo como uma radiografia de um momento de como a alma tá desconectada

ez por um momento da cultura, de almas muito frágeis. Mas isso é outra discussão. Mas é interessante pensar então esse exemplo singelo como uma radiografia de um momento de como a alma tá desconectada de sentidos mais duradouros e verdadeiros do que é o existir, né? >> É interessante que essa eh essa sensação de vulnerabilidade, esse estado de vulnerabilidade também uma fantasia, né? Eh, tem essa dupla fantasia, né? Tem a fantasia onipotente, né? Que a gente põe essa coraza nessa imagem arrogante, onipotente, que a gente pode tudo, né? que a gente tá no controle da situação ou no centro do mundo. E quando isso é frustrado, vem essa outra fantasia, né, de que a gente não dá conta e vem se lá vulnerável. Mas a vulnerabilidade também é fantasia, porque Deus acredita na gente. A Joana todo mundo fala que a gente tem um potencial adormecido, a espera de ser reconhecido, desenvolvido. Então há uma um universo lindo e tem muitos muitos recursos e capacidade que habita dentro de nós, mas isso exige o quê? compromisso, responsabilidade. Então, de uma certa maneira, né, eu vejo assim aquelas situações bem da quando a gente fala da dessa noção de de infância psicológica, espiritual, daquele bebê que aquela criança pequena que quer brincar, quer abrir o brinquedo com uma chavezinha, tá ali a chavezinha, o buraquinho, ele não pode, ele fica bravo com o pai e com a mãe porque ele não consegue, começa a gritar como se o pai e a mãe tivesse que acorrer ele, tendo ele, tendo ele capacidade de explorar aquele universo. e aprender a abrir abrir a abrir ali, né, o mecanismo do brinquedo, né? Ou aquela criança que com medo, né, fica pegado o pai e a mãe não quer se aventurar, né, mesmo que a vida fazendo esse convite, né, provocando ele a explorar as possibilidades em sua volta. Então tem várias características, né? Ou aquela aquela criança onipotente que quer exigir a sobremesa e comer o alimento antes, né? Que que é exige a só o prazer da da da gratificação sobremesa sem o alimento

m várias características, né? Ou aquela aquela criança onipotente que quer exigir a sobremesa e comer o alimento antes, né? Que que é exige a só o prazer da da da gratificação sobremesa sem o alimento nutritível. Então tem vários facetas da nossa natureza que reproduz ainda esse nível de funcionamento infantil nosso, né? Só que, né, a visão de Deus é muito mais profunda e é muito além da nossa capacidade dessa consciência ainda muito limitada a nossa parte e que fica mascarada, né, fica comprometido com um jogo, né, como diz aqui a Joana, né, de de negatividade, né, de de querer de uma certa maneira eh escapar desse confronto. Porque no fundo há esse vazio existencial, né? falta por uma falta de significado, mas que é negado por nós a partir dessa necessidade de se gratificar compensatoriamente com esses ruídos, como diz a Joana aqui, né, e campeonatos de gozos, né, que que move a sociedade. Então, realmente, eh esse despertar, que é uma grande bênção, na verdade, né? É um grande momento de libertação, é visto para por nós como um castigo, como uma dor, né, com uma imposição eh eh de um Deus que não nos ama. E ao contrário, né? Eh, a gente não quer realmente progredir porque se exige justamente se despertar também não só do amor, como ela coloca aqui, mas do dos valores do espírito eterno, né? E é e a partir disso o exercício e o compromisso de realmente fazer valer esses valores. >> Espiritismo chegando, como ela, esse livro tem um pouco menos de 20 anos e sempre atual, né? Mas ela também referindo justamente ao espiritismo que que chega como resposta a à terra aflita, do céu a terra aflita. E aí eu destaco isso por para lembrar que nós temos as diretrizes, as informações, não só do ponto de vista de de um acolhimento mais intuitivo, mas também do ponto de vista racional, o qual a nossa inteligência, já que desenvolvida, pode usufruir. Então, não nos faltam recursos para que a gente consiga eh ferramentas para se colocar nesse lugar. que a mentora nos chama, nos convida, né? Eh, então tem essa

ia, já que desenvolvida, pode usufruir. Então, não nos faltam recursos para que a gente consiga eh ferramentas para se colocar nesse lugar. que a mentora nos chama, nos convida, né? Eh, então tem essa parte mais intuitiva, mais ligada a desenvolver os sentimentos, que nem toda a leitura do mundo eh vai ser o suficiente se nós não formos nos experienciar, se nós não formos realmente fazer esse olhar interno, honesto, comprometido. Mas tem também, né, toda essa parte realmente da literatura, né, e por assim dizer, não só o Espiritismo, eh, desculpa, não só o Evangelho, enfim, mas todo o Pentateu que os livros que vieram depois e não só dentro do espiritismo, na espiritualidade como um todo, porque a nossa religião é o amor, né? O espiritismo de alguma forma profess. Então tem muita, muita, muita ferramenta para nos auxiliar. E mais uma vez daí eu volto ao título, né? Que a gente desperte e seja feliz. Eu sempre me lembro da frase que a gente tanto já leu e ouviu, desperta, ó, tu que dormes, que a gente saia realmente dessa consciência de sono, desse dessa anestesia, que a gente cuide as distrações. Ã, mas tá tudo ali, né, para que a gente então eh comece essa caminhada. Não sei se perceberam, mas esse livro segue uma estrutura parecida com o primeiro, Jesus de Atualidade. capítulos curtos, temáticas, né, muito bem agrupadas e interessante porque não só a estrutura, Joana agora vai fazer questão de ao trazer as 30 questões desafio, ela traz dois, me parece traz um elemento chave que me parece que é eh o o título do livro não é Deus vai te despertar e te fará feliz. né? É desperte, há uma indicação de uma responsabilidade que é nossa, né? Então, uma ideia de um protagonismo, de uma responsabilidade que é dirigida à nossa intimidade, dizendo a tua divindade interior, a tua cota, né, como centelha divina destinada, né, a a à plenitude, tem que ser desenvolvida, tem que ser despertada, tem que ser desenvolvida, tem que ser florescida e você vai ser o responsável encontrar a

ta, né, como centelha divina destinada, né, a a à plenitude, tem que ser desenvolvida, tem que ser despertada, tem que ser desenvolvida, tem que ser florescida e você vai ser o responsável encontrar a tua felicidade. Claro que isso envolve uma dialética da vida, né, da relação com o outro, mas há uma noção de um protagonismo importantíssimo aqui que diz respeito a nós. E esse é um ponto filosófico que eu oferido ser central na doutrina espírita, né? A nossa responsabilidade porque em nós tá inscrita essa lei e cabe a nós descobrirmos isso. E ela inicia com o primeiro capítulo, quem né? A atualidade do nosso amigo, né? Jesus. Então ela faz questão de iniciar o primeiro capítulo referenciando na majestade dessa alma. Então não, acho que não é à toa, mas eu acho que ela já busca, parece que ela tá reconectando com elementos de estrutura textual, mas reverenciando essa atualidade de Jesus paraa nossa contemporaneidade. O que que vocês acham? Com certeza, Thaago. Acho que realmente, né, ela esse esse o a escrita de Joana, ela tem uma certa circularidade, né? Ela ela não não assim, ah, ela escreveu sobre tal coisa e deu não, ela retoma tema mesmo que seja um um tema específico como o último psicologia da gratidão. Na gratidão ela retoma todos os temas da série psicológica e vai dando um encadeamento onde a gratidão é é o é o elemento diálogo para esses temas todos em nome da individuação. Então ela nessa circularidade ela ela repassa conceitos, temas, acrescenta uma nota, aprofunda um ponto, traz uma outra perspectiva, né, num processo de aprofundamento e de ampliação do que ela tem para nos oferecer enquanto essa série psicológica. Então aqui de novo, né, ela eh se lá no Jesus e atualidade ela tem Jesus como o elemento central, né, para todas as questões que surgem, né, agora é o homem que tá despertando, né, e tá sendo desafiado com esses 30 capítulos que chamam de questões de desafio justamente, né, e ela começa com Jesus, que é o centro, né, e o regente, né, como um próprio símbolo do próprio

tando, né, e tá sendo desafiado com esses 30 capítulos que chamam de questões de desafio justamente, né, e ela começa com Jesus, que é o centro, né, e o regente, né, como um próprio símbolo do próprio self como a gente até trazia isso no último encontro do capítulo final do autodescobrimento. aqui ela ela retoma, né, a a figura do Cristo, lembrando, né, justamente eh qual é o papel dele, né, e nesse nesse capítulo especial para dizer que nós não compreendemos ainda eh toda dimensão e riqueza e o lugar de Jesus em nossa vida que a própria psicologia ela vai trazer aqui, não consegue, né, né? Eh, dá conta da dimensão da personalidade do Cristo diante da complexidade e da transcendência e do e da riqueza eh espiritual que ele que ele apresenta, né, em relação a nós. Então, então ela vai começar realmente, né, trazer, mas ao mesmo tempo, uá você, a gente não consegue ter uma noção do que quem é Jesus, a gente não tem como ter, mas ao mesmo tempo ele é essa figura que se fez pequeno para ser a porta, né, o caminho, o pão da vida, né, o bom pastor. Vamos buscar, já que a gente não qu compreender eh as várias dimensões dessa dessa mente, né, que tá num outro patamar, nós podemos compreender o que o que ele ele o que que ele nos propõe, né? Então, eh o capítulo é muito muito bonito, acho um capítulo belíssimo de uma candura, né, de uma beleza e de uma eh amorosidade, né? eh que que se manifesta para mostrar que que nessa figura grandiosa que constitui o nosso governador planetário, tem alguém que estende as mãos para fazer esse caminho do despertamento, que é o compromisso nosso, mas de não tá sozinho mesmo. E ela vai trazendo essa, ao mesmo tempo, essa grandiosidade de Jesus, mas esse carinho por nós, né? E e Jesus, homem, Jesus quando entre nós, trazendo toda essa eh essa via cruzes e nos mostrando então como chegar ao Pai. E isso me lembra muito de comentar o o fato de que eh quando traz, né, que cada um o que é imitar Cristo, né, então de cada um, de que a gente entenda

cruzes e nos mostrando então como chegar ao Pai. E isso me lembra muito de comentar o o fato de que eh quando traz, né, que cada um o que é imitar Cristo, né, então de cada um, de que a gente entenda realmente que isso é cada um carregar sua cruz no sentido de viver a sua vida, mas usando eh Jesus ali como exemplo, mostrando que é possível e entendendo que cada um de nós tem um caminho muito muito particular, muito complexo, mas que leva ao mesmo fim, né? ao mesmo fim, vamos usar assim, ao amor. E acho muito bonito mesmo quando ela vai trazendo essas questões de que não dá para limitar Jesus nas linhas psicológicas e traz ali da ânima e do ânimos, mas que mesmo que a gente não consiga, como ali foi frisada pelo Gelson, de forma alguma compreender grandiosidade dele, mesmo assim ele pode ser um modelo, né? porque ele também está entre nós, eh, no nosso coração. Então, ele é um modelo e guia para toda a humanidade. Mesmo quem o nega, isso eu acho interessante, porque mesmo quem de alguma forma nega Jesus, acaba vivendo a sua vida dentro daquilo que ele vem ensinar. Mas isso também, né, Thago, daí já é motivo para para um outro momento. Eh, mas tamanha presença de Jesus, homem, Jesus Cristo em nós. Então, acho realmente um capítulo tocante, eh delicado e forte ao mesmo tempo, porque aqui a mentora traz essa esse nosso amigo de alma de alguma forma, mas essa eh grandiosidade e ao mesmo tempo ah a lição e a resposta pros nossos maiores desafios na vida, né, que Jesus faria. E eu não vou fazer igualzinho, né? É um é um símbolo, né? Então, que a gente entenda também essa linguagem simbólica que está por trás das nossas questões de desafio. É muito bonito. Eu acho que importante, Guardalupo já que citou ânimo ânimos, esclarecer um pouquinho, né, o público que nos assiste, que ven a ser esses dois conceitos que a que a Joana tá trazendo essa comparação, né, com a proposta psicológica, falando dessa dimensão mais eh eh da proposta do arquétipo e da libido, né, como visões

ue ven a ser esses dois conceitos que a que a Joana tá trazendo essa comparação, né, com a proposta psicológica, falando dessa dimensão mais eh eh da proposta do arquétipo e da libido, né, como visões possíveis de entender a natureza do humano, né, e que tanto tanto uma como outra não contempla, né, a a o que representa a dimensão humana e mais ainda a natureza do Cristo, né? a gente não pode reduzir Cristo a uma questão de de libido e teoria da da da sexualidade e das heranças eh instituais, dos impulsos, né, dos arquétipos do impente coletivo. E ela chega na ânima e no ânimos, né, como eh essa duas forças da alma. Porque quando Jung apresenta ânima e ânimos, ele apresenta como um arquétipo que nos conduz ao selfie, né? Quando a gente tá num processo de crescimento psicológico, supera a sombra, né, que representa esses conteúdos não trabalhados ou negligenciados e e potencialmente negativos. Por causa disso, a gente chega numa dimensão que vai além do pessoal paraas questões de uma ordem mais profunda que é orientado segundo Yung, conduzido pela ânima e pelo ânimos, como se fosse guias do ego, da alma em direção ao que é de mais profundo essencial da nossa natureza. Então, a ânima representa o aspecto feminino da natureza humana, que representa o EOS, o mundo da vinculação, da vida interior, das expressões ligad ao mundo da fantasia e da dimensão tão eh que envolve a experiência e a fé. E o ânimo representa o logos, né? Um princípio masculino rejeentam o espírito no sentido do das questões que nos nos levam a a horizontes mais largos e mais amplo do significado da vida e da existência, né? Então então são as forças da alma, a força masculina, força masculina que todo espírito carrega dentro de si. Então, Joana tá trazendo eh a figura do Cristo como uma síntese perfeita e desenvolvida dessas duas forças que regem, na verdade, todo o universo, né? que de uma essas polaridades, né, positivas e negativas, ativas e passivas, são presente em toda a natureza, no movimento dos astros, na

dessas duas forças que regem, na verdade, todo o universo, né? que de uma essas polaridades, né, positivas e negativas, ativas e passivas, são presente em toda a natureza, no movimento dos astros, na química dos elementos e assim por diante. Então, a aí ela tá nesses dois conceitos eh nos apresentando uma dimensão muito profunda do que pode significar o Cristo na sua vida, né? E e aí ela fala como a síntese dessas duas polaridades numa harmonia emocional e perfeita de equilíbrio, né? os vários aspectos da sua vida, fisiológico, racional, intuitivo, como ela traz também no final do autodescobrimento. Então, Jesus como realmente a a dimensão plena da realização do que pode chegar humano, né? Então, acho que é isso que ela quis trazer quando ela equipara, né, Cristo a essa a esse equilíbrio dessas duas forças da ânima e do ânimos. Muito bom, amigo. Gostei de ter te ouvido, até porque eu acho esses temas desafiadores, ânimos e ânima, né? E é interessante que acho que Joana faz um comentário importante nesse capítulo em torno de como que a as ciências diversas do mundo, as filosofias tentam se aproximar dessa figura histórica, né, desse espírito e tentam dar contornos muitas vezes que na verdade são imagens à vezes muito imprecisas para chegarmos de fato o que é a intimidade desse espírito, né? Então, eh, não é difícil uma aproximação de uma dimensão mais concreta, de fato, de quem seja, mas a as aproximações elas nos ajudam a a vislumbrar cenários, vislumbrar características. a própria Joana vai fazer a partir desse acervo, né, temos um ser incomum, né? E ao trazer reflexões em torno de características de Jesus, ela faz uma aproximação que me parece ser importante em relação a a um projeto pessoal de autodescoberta, que é um movimento de conhecermos quem quem somos, né? né, no campo das virtudes, no campo das dificuldades, no campo das limitações, nos campos das possibilidades. É interessante que esse livro ele ele tem uma a estrutura do capítulo, mas é um capítulo que é antecedido de um

udes, no campo das dificuldades, no campo das limitações, nos campos das possibilidades. É interessante que esse livro ele ele tem uma a estrutura do capítulo, mas é um capítulo que é antecedido de um pequenino prefácio, né? Cada cap tem um pequeno prefácio e particularmente esse, ela escreve eh direcionando para quem tá lendo. Interessante isso, né? E ela diz, né? O espírito se desenvolve. Tá implícito aqui a etapa etapa que são as reencarnações, eh, são oportunidades. Aí vem, né? se testa a inteligência, o sentimento, as possibilidades na cultura, na arte. E ela vai mostrando que de passo a passo a alma vai sendo experimentada num conjunto dimensões interiores a serem descobertas. fala sobre os desafios, as dificuldades. Ela é categórica dizendo que toda aquisição da alma é resultado de afanoso trabalho. Então, eh, mostra que é necessário um amadurecimento diante da do esforço, do prosseguimento, de não desistir. A meta como uma plenitude de patamares superiores para o espírito. E é interessante que ela em que ela qualifica assim, se você deseja esse desafio, fica aqui para você leitor uma referência, né? Fica uma estrela que vai guiar o teu caminho, que é o teu modelo, que é Jesus. E ela inicia o capítulo trazendo Jesus pro pro palco, né, da nossa contemplação de quem foi esse homem, esse espírito. E é interessante que quando ela trabalha dicotomia, energia, brandura, bondade, pieguismo, coragem e temor, né, sabedoria e ignorância, ela vai mostrando, vamos colocar assim, né, polaridades de expressão da, né, da da da experiência humana em que nós nos percebemos inscritos também nesse movimento com a vida. Então, de alguma forma, eu acho que esses pequenos parágrafos, ela começa a delimitar algumas características de Jesus, nós podemos fazer uma avaliação nossa em relação à nossa interioridade de como que nós estamos eh nos percebemos neste movimento, né? E ela, depois eu falo isso, né? Temos uns minutinhos ainda, mas me parece que ela já traz algumas importantes reflexões em

interioridade de como que nós estamos eh nos percebemos neste movimento, né? E ela, depois eu falo isso, né? Temos uns minutinhos ainda, mas me parece que ela já traz algumas importantes reflexões em torno de características psicológicas e atitudinais de Jesus, que são referências importantes para nós em relação à nossa própria conduta, aos nossos pensamentos e os nossos sentimentos, né? Eh, na verdade, Thaago, quando ela apresenta essa essa introdução do capítulo ali, que ela vai sempre uma um texto introdutório, como tu falaste, eh ela propõe justamente o tema central aqui do capítulo um, na figura do Cristo, que é essa integração, essa integralidade do ser, né, em perfeita harmonia, né, que ela vai falar, vai falar eh sua energia eh vinha com brand sua bondade se peguia, sua coragem como valor moral nada temia, o amor eh sem sentimentalismo e assim por diante. Então ali quando ela inicia a texto final do texto introdutório, assim buscando a harmonia, né? Então, eh, nós temos que buscar a integração das nossas partes, a harmonia. E daí se segue aquilo que tu falou, propõe-te o desafio de prosseguir seguindo Jesus, o modelo ideal da humanidade que tinha guarda gentil. dela mostra para nós no capítulo um, porque a busca da harmonia tem Jesus como guia, porque ele ele realmente sintetiza, né, essa harmonia, né, a integração, porque aí a a João tá falando os passos da individuação, né, que é justamente esse diálogo e integração das nossas partes dissociadas na busca depois da da plenitude, né? Tanto é que o capítulo um começa com com Jesus como o o o a condição máxima desse estágio de de harmonia e de plenitude e depois parte para pro conflito, pro litígio, que é o homem ainda dividido, dissociado. Então, no capítulo um, ele apresenta, né, a proposta da de quem a gente tem que seguir. Depois ela ela volta pra gente, olha, e se é Jesus, né? Agora você é o homem dividido, o homem em conflito, em litígio. Então, no segundo capítulo que a gente não vai ver hoje, né? Mas no

que seguir. Depois ela ela volta pra gente, olha, e se é Jesus, né? Agora você é o homem dividido, o homem em conflito, em litígio. Então, no segundo capítulo que a gente não vai ver hoje, né? Mas no vosso encontro, justamente ela vai retomar então da nossa condição que é um homem dividido. Então aqui tá falando da harmonia e da figura do Cris como símbolo, né, da harmonia e da integração da personalidade. Vejo que ela vai ela vai trazendo, reforçando, depois disso traz o sermão da montanha e a a situação no Gólgata, mas ela vai justamente reforçando essa questão de que faltam parâmetros para que a gente consiga penetrar nessa totalidade do que é Jesus, né, de de entender tudo o que ele vivenciou e mesmo assim o quanto é rico, né? E eu complemento, tá trazendo o quanto é rica essa mensagem e que se passaram mais de 2.000 anos, né, 2000 anos, enfim, e a gente ainda muitas vezes entende ela no raso. Então, o quanto é eh necessária e simbolicamente a gente ainda tem muito a aprender com tudo que Jesus nos passou quando esteve aqui. E então realmente é que bom que começa com ele mostrando que bom, né? É possível ter, desculpem, é possível ter um modelo, né? Mesmo que não seja possível ser Jesus, é possível ter um modelo, realmente um modelo que nos guie, né? Para que a gente não acabe se guiando muitas vezes por por pessoas de carne e osso como nós. E que bom que a gente as use como exemplo quando são exemplos legais, mas a gente às vezes deixa de entender que elas também tão numa caminhada, né, semelhante à nossa. E aí ou a gente se desilude ou nós acabamos eh seguindo diretrizes que não são tão interessantes, porque eh a verdade está em nós e o autoconhecimento, não por acaso tem esse nome, mas Jesus é um modelo substancial para que a gente tenha ali uma diretriz. Eh, é interessante ao final assim, eu tava aqui lendo e tentando, né, relendo, relendo e tentando encontrar. E eu acho que tem algo que fez muito sentido para mim quando ela tá encerrando o texto e que ela diz que para além de entender,

u tava aqui lendo e tentando, né, relendo, relendo e tentando encontrar. E eu acho que tem algo que fez muito sentido para mim quando ela tá encerrando o texto e que ela diz que para além de entender, definir e estudá-lo, ela traz uma dimensão de deixar-nos penetrar pela sua realidade. E aqui vem que parece que é uma dimensão que ela é experiencial, né? Tem algo que parece que é transcende uma racionalidade apenas de entendimento de quem seja. e ao trazer as palavras dele, né, em máximas importantes dele ser o pão da vida. E eu associo isso aqui no a ideia de que o lugar do pão da vida como um amor, um alimento da alma em seu sentido mais profundo, como encontrar esse despertar do amor em nós e como é que isso se expressa em nós e paraa vida? a dimensão de porta como permitirse atravessar, encontrar portas e permitir descobrir dimensões novas sobre nós mesmos. a dimensão de que sermos caminho, no sentido de que caminho prosseguir, para que a gente possa inspirados por ele, eh, entender, sentir a vida e experienciar caminhos de realização. E a ideia de ser ele, esse grande pastor, não há como não tirar uma ideia aqui, amigos, da ideia de que a nossa alma, o nosso céu, filha, é uma representação de Jesus no sentido, né, de de almas, de uma alma que se realizou, de uma alma, né, num estado de plenitude e de que de alguma forma penetrar a realidade do Cristo não seria de alguma forma de penetrarmos a nossa própria realidade. de alma, entende? De descobrir em profundidade quem somos. Então, me parece que há uma dimensão de uma experiência mais profunda que transcende apenas uma análise das bibliotecas e bibliotecas dentro descrever quem ele é. Quando João tá nos dizendo para além dos textos, veja o lugar do que é sentir a vida, experienciar a vida inspirados em quem foi este homem. Talvez seja uma mensagem importante para quem tá hoje conosco, iniciando a jornada desse nosso livro, né? É sentir o nosso Cristo interior, inspirados no nosso amado Jesus e deixar que a gente em contato e

z seja uma mensagem importante para quem tá hoje conosco, iniciando a jornada desse nosso livro, né? É sentir o nosso Cristo interior, inspirados no nosso amado Jesus e deixar que a gente em contato e sinta essa realidade, né? >> Com certeza, Thago. Acho bem bonito essa esse final, né? Que essa compreensão, né? que não é definido de maneira racional e e e não limita pelo estudo, se dá justamente pela experiência, né, como eu colocar aqui, quando a gente deixa ser tocado pelo Cristo. Então, a proposta de de Joana é vivencial, né? trazer esse Jesus paraa nossa vida de maneira clara, trazer consciência da sua presença em nossa vida e deixar ele nos tocar profundamente. Esse é o caminho para que a gente possa realmente encontrar um processo de compreensão. Muito bem, com isso a gente então encerra esse primeiro momento do nosso estudo e aí no próximo encontro a gente vai paraa nossa realidade, né, que é o capítulo dois. litígio, né? Então, ah, que a gente possa continuar esse estudo tão lindo, tão profundo, tão rico que a Bitor nos proporciona. Agradecendo o Thago e a Guadalupe pela presença e convidando a todos para estarmos juntos então no próximo encontro. Um grande abraço, nossa gratidão a todos que nos assistem. Que Jesus nos abençoe e até a próxima vez. Ah.

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