T9:E4 • Vida: Desafios e Soluções • Significado do ser existencial (parte 01)

Mansão do Caminho 09/01/2026 (há 2 meses) 1:01:59 138 visualizações

Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis • Temporada 9 Temporada 09 – Vida: desafios e soluções Episódio 04 – Significado do ser existencial (cap. 2, parte 1) Neste episódio, iniciamos o estudo do capítulo 2 do livro Vida: desafios e soluções, abordando os itens 2.1 – Objetivos da vida humana e 2.2 – Conflitos pessoais. As reflexões propõem uma compreensão mais profunda do sentido da existência e dos desafios íntimos que acompanham a trajetória evolutiva do ser. 📘 Obra estudada: Vida: desafios e soluções, de Divaldo Franco, pelo Espírito Joanna de Ângelis 🎙 Apresentação: Gelson Roberto 👥 Convidados: Guadalupe Amaral e Tiago Rizzotto #JoannadeAngelis #PsicologiaEspírita #DivaldoFranco #Espiritismo #VidaDesafiosESoluções #Autoconhecimento #ObjetivosdaVida #ConflitosPessoais #TVMansaodoCaminho #EspiritismoPlay *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Alô, amigos. Muito bem-vindos a mais esse momento especial no nosso estudo da série psicológica Joana de Angeles, volume 8, trabalhando então o livro Vida, desafios e soluções. Estamos aqui com a Guadalupe, o Thago, para podermos dar entrada ao estudo do capítulo dois. Hoje a gente vai trabalhar o significado do ser existencial, que é o título do capítulo, especificamente objetivos da vida humana e conflitos pessoais. Mas é interessante que vocês possam ir lendo os capítulos, o material, né, pra gente poder eh eh que a gente não tem como fazer um estudo eh frase a frase pelo tempo que é escasso. Então, a gente faz um uma reflexão em cima do material que a Jana oferece, ampliando um pouquinho, eh, esclarecendo alguns elementos, eh, criando um debate dinâmico a partir das provocações e conteúdos que ela nos oferece. É muito importante que você possa também ir lendo e assim ter elemento para irem eh se ocupando eh desse momento especial do nosso estudo, né? E então, dando início a esse estudo de hoje, temos esse foco nos objetivos da vida humana, né? E realmente a gente vai ver que muitos psicólogos, né, vão colocar essa questão como questão central no processo psicológico, como construto psicológico mais importante. A gente sabe que Freud coloca o desejo como o consulto psicológico mais importante, né? A gente sabe o quanto o desejo move o mundo, ele é importante, né? Mas outros eh pensadores como Vittor Frankel e o Jung coloco como a busca de sentido, né? Eh, como algo mais fundamental ainda, né? Ou seja, uma força que impulsiona e que move a nossa alma e até os nossos desejos também, né? né, que alguns deveres podem estar de uma maneira comprometidos inconscientemente em busca dessa finalidade, de um significado maior, de um sentido que sustenta a nossa vida. Então, a gente pode começar eh colocar exatamente eh e essas esses elementos que a prefeitura tá trazendo, né? Eh, que ela diz que ninguém se encontra reencarnar na Terra. tem uma finalidade superior. E aí, Guadalupe, Thago,

çar eh colocar exatamente eh e essas esses elementos que a prefeitura tá trazendo, né? Eh, que ela diz que ninguém se encontra reencarnar na Terra. tem uma finalidade superior. E aí, Guadalupe, Thago, >> para mim, a palavra superior, uma finalidade superior é um componente muito importante dessa dessa premissa que ela vai trazer. Mas eu queria começar, amigos, porque eu lembrei disso, né? Eh, eu lembrei os verges com música, né? Existe um músico brasileiro chamado Marcelo Genessi. E olha que interessante o que ele fala nessa música chamada Feito para acabar. Ele diz assim: "Quantas são as dores e alegrias de uma vida jogadas na explosão de tantas vigas vezes tudo que não cabe no querer?" vai saber se olhando bem no rosto do impossível, o vé, o vento, o alvo invisível se desvenda o que nos une ainda assim. A gente é feito para acabar, a gente é feito para dizer que sim, a gente é feito para caber no mar e isso nunca vai ter fim. essa dimensão cíclica de movimento, de conquista, de ascensões, quedas e num processo que parece que é governado por um sentido. >> Então essa palavra poderosa e que eu acredito que filosoficamente ela reúne um valor importantíssimo para filosofia e propostas psicológicas, né, estadas por ti, né, Gelson? é uma questão central e uma chave psicológica que me parece que é estruturante sobre o viver e o existir. Então, queria começar nisso. esse objetivo com uma finalidade superior, me parece ser uma governança central do campo da alma, algo necessário para que a gente possa pensar nos porquês e nas razões e nas possibilidades do que o nosso ser tem dentro de si e para onde onde a gente vai, né, buscando sentido, né? É, eu eu acho interessante que a o Jung e a Joana, cada um de uma forma e eu trazendo aqui de de uma forma livre, trazem que o que o grande sentido da vida é a tomada da tomada de consciência, né? em alguns momentos eu tenho uma frase do Jung que que ele diz assim e e a gente começa a pensar que nós somos consciências não local, então se entende

da vida é a tomada da tomada de consciência, né? em alguns momentos eu tenho uma frase do Jung que que ele diz assim e e a gente começa a pensar que nós somos consciências não local, então se entende que essa frase traz no final das contas algo muito maior que é justamente a gente se desenvolver na plenitude do que nós somos eh feitos, criados em semente, né? Então, acho que que é uma frase que para mim resume muito, né? O sentido e a tomada de consciência de certa maneira é se a gente for pegar consciência como esse conceito muito amplo, né? Mas, eh, na prática eh aí a gente se atrapalha um pouco. Então, acho muito importante eh que vocês trouxeram, que tu trouxeste por último, Thago, o quanto isso é estruturante, o quanto o sentido da vida ele ele estrutura e ele baliza toda todo o nosso caminhar espiritual e nessa encarnação, né, e também nas outras. E só que nem sempre a gente consegue traduzir em palavras. E talvez aí seja algo que que seja interessante a gente trazer um pouco o quanto existe um tanto de entender também mistério, entender também essa força eh criadora e entender que muito é também estar na vida de uma forma ali cuidadosa e e cooperativa dentro desse amor e tudo que significa, né, realmente. é também o sentido do ser existencial, porque me parece que é muito mais a gente eh nós vivenciarmos o sentido do que definirmos o sentido. E para isso eh me parece muito importante na minha trajetória o exemplo do do Víctor Franco, né? porque ele não tava ali procurando definir nada. Então é é um exemplo ímpar, mas onde onde a gente vê alguém que buscou sentido em locais que são extremamente áridos para nós. Então, cada um dentro da sua realidade que a gente procure vivenciar ah, e também tentar definir, mas que veja como isso, ao mesmo tempo que é algo que nos une, é muito peculiar e é muito de tu conseguir te entregar eh de corpo e alma, como se diz, a um movimento da vida, muito mais do que definir, né? Não que a parte intelectual não seja importante, né?

une, é muito peculiar e é muito de tu conseguir te entregar eh de corpo e alma, como se diz, a um movimento da vida, muito mais do que definir, né? Não que a parte intelectual não seja importante, né? >> É de mostra maneira, né, Guardup? Eu tô te ouvindo. Eh, nós não definimos o sentido, o sentido que nos define, né? Então, né, é ele que nos move, né, nos nos define de uma certa maneira, né? Eu me lembrei, né, tu falou na na na Joana no Jung, eu me lembrei de uma outra frase do Jung que diz que tudo que tudo que é vivo sonha com a individuação, ou seja, sonha com essa esse caminho, né, se encaminha para a busca da sua própria totalidade, né? Então ele tem também um outra um outro momento que falar que ah, só aquilo que realmente somos tem o poder de nos curar. Então, ou seja, essa visão de totalidade, a busca da integralidade do ser, da expansão, né, da nossa própria natureza essencial, né, e então ele ele vai falar desse caminho que a gente vai construindo ao longo da nossa trajetória de um desenvolvimento psicológico, né, que falcute despertar e desenvolver a, ou seja, realizar as qualidades idades que estão dentro de nós, né? E é isso, é se tornar aquilo que se é. E Joana vai dizer justamente isso aqui no início do do capítulo. O ser é produto de um largo processo de desenvolvimento de infinitos valores que ele dorme em latência, aguardando os meios propiciatórios a sua manifestação. Então, eh, então pulsa dentro de nós uma força que quer se realizar, que é realmente o nosso lado do divino, nosso potencial e angelical, né? a a nossa natureza mais verdadeira que vai desabrochando e e de uma certa forma eh reflete a força desse psiquismo divino que nos sustenta e que nós trazemos a sua marca por ser filho do pai, né? E e reconhecer essa dimensão em nós também. E o que me lembra te ouvindo, sabe, Gelson, uma vez eu uma entrevista com o N Shomsky, linguista, e ele respondendo assim na entrevista: "Eu não sei o que acontece no curso da história humana, mas parece que existe algo que nos guia

be, Gelson, uma vez eu uma entrevista com o N Shomsky, linguista, e ele respondendo assim na entrevista: "Eu não sei o que acontece no curso da história humana, mas parece que existe algo que nos guia ao progresso e algo que nos empurra como coletividades para processos que nos levam a amadurecimento em vários campos. E eu pensei, eu sei que ele tem origem judia, mas eu sei se ele é religioso. Mas é interessante um homem da ciência eh pressentir e antever que existe algo que tá ali mobilizando esse processo de coletividades, como se nós fôssemos de fato banhados num espécie de um sopro, de um hálito que nos vitaliza e nos impulsiona para esse processo. Eu disse assim na Guadalupe, a consciência quase como um processo desabruchar de uma rosa, né, vagarosamente vai abrindo, vai ampliando possibilidades de compreensão em torno do que é o viver. E a Joana, ela vai destacando em todos os próximos parágrafos, né, essa ideia que é um périplo, é uma jornada árdua, encarnação, a encarnação, as dificuldades iniciais, esse florescer, né, do da alma, esse despertar do espírito que em última instância quando alcança, segundo ela, né, um patamar de mais lucidez, Eu eu tendo a pensar que quando se diz que os bem bem-aventurados, os puros de coração verão a Deus, há uma simbologia de que quando é quando nósamos capazes de sermos lúcidos, não só no campo, a consciência envolve a uma dimensão emocional, também de uma experiência emocional mais aprimorada e qualificada perante a vida. E acho que esse sentir a vida com B maiúsculo, sentir o divino, envolve uma dimensão dessa lucidez consciencial também, como nós somos capazes de sentir e de nos conectar com a vida. E ela disse que isso é um momento que vai acontecer para todos nós, mas até lá a essa jornada árdua em que ela usa erros e acertos como os recursos em que essa consciin sendo lapidada. em torno das escolhas e possibilidades, despertando em si próprias, né, as potências do amor, as potências do conhecimento, da inteligência,

ertos como os recursos em que essa consciin sendo lapidada. em torno das escolhas e possibilidades, despertando em si próprias, né, as potências do amor, as potências do conhecimento, da inteligência, para que a gente possa ir se realinhando, gravitando, como fala o espírito Paulo, apóstolo, né, Evangelho, no livro dos espíritos, para que a nossa unidade individual como espírito passe a gravitar em torno do divino, né? Então é um pér majestoso, bonito, épico, mas que envolve um momento a compreensão desse sentido último, o por estamos vivendo e para onde a gente tá indo, né? E tem essa essa também frase da Joana que ela nos traz, né, do nosso deotropismo, que de uma forma ou de outra instintivamente nós buscamos Deus e que então isso está em nós. Mas a questão também, que acho que é algo que a gente vê aqui também, ela abordando de certa maneira, é que essa essa busca ela é longa, essa saga, né, eh, de evolução é longa e por vezes dolorosa, enfim, a gente tem etapas, mas o quanto nesse ímpeto de buscar a Deus, nós acabamos muitas vezes nos nos equivocando nas nossas escolhas. E aí eu volto a a lembrar que se por um lado cada um de nós tem eh uma via que ao mesmo tempo que é única, onde todos estamos interligados, eh ao mesmo tempo, né, só minha e a de todos, a gente também tem muito a questão dos exemplos dos irmãos encarnados ou desencarnados que passaram por nós, que nos auxiliam, que nos mostram quanto é possível mesmo em situações adversas, a gente ir escolhendo um caminho que componha mais pro nosso autoamor e pro amor ao próximo e a Deus. E a gente pode ver, né, não só eh eh Divaldo, Chico, Madre Teresa, eh a gente pode ver nosso Francisco de Assis, podemos ver alguns algumas algumas algumas outras pessoas públicas também não ligadas à religiosidade. E se por um lado a gente não precisa eh imitar, por outro nós temos diretrizes de espíritos que de alguma maneira seguiram na vida buscando o seu sentido, né? Eh, e nem sempre a gente olha por esse lado e se acha incapaz, se acha não

isa eh imitar, por outro nós temos diretrizes de espíritos que de alguma maneira seguiram na vida buscando o seu sentido, né? Eh, e nem sempre a gente olha por esse lado e se acha incapaz, se acha não merecedor e acaba vivendo dentro daquele raso onde a gente nasce, cresce, se reproduz e morre e põe fora toda uma existência. Eh, por outro lado, eu trago esses exemplos públicos, mas eu também gostaria de de trazer assim essa questão do sentido da vida pro fato de que existem os os anônimos inúmeros que vivem uma vida, essa encarnação de uma forma belíssima, eh, anônima, mas que trazem o seu sentido em questões que a gente pode considerar muito simples. Então, com isso, eh, o que eu quero expressar é que o sentido não tá na grandiosidade do que os outros vêm, mas de tu realmente seguir um caminho que é único e que, por vezes, é muito silencioso e mesmo assim muito eh digno e e importante nessa caminhada, né? Então o tamanho não tá no que os nossos olhos vêm, mas sinto seguir realmente em frente. É >> pouquinho essa questão do sentido, né, Guadalupe, ele ela ela tá além do mito da tarefa e dos temas que a gente vai realizar, né? Tá nesse projeto espiritual que ela tá trazendo aqui, né? A gente vê muito essa em vários textos, em várias autores, e esse esse simbologia da semente, né, de um de um projeto que nem na semente, que tá todo lá já dentro, né, o potencial já tá lá, né, tudo que a semente vai ser já, né, enquanto árvore, enquanto realização, enquanto frutificação, floração, já tá contido nela, né? E então tem esse esse processo realmente de romper com a casca, né, e aos poucos aos poucos através de muito esforço e atingido, né, a sua a sua destinação, né? Então acho que o sentido aqui é de destinação pro pra realização do ser, né, do ser enquanto eh realidade espiritual e não do ego, né, o ser. enquanto essa dimensão realmente essencial da realidade que somos nós, seres inteligentes, né? E por isso que ela vai falar desses processos longos, que o princípio espiritual vai passar, né, até

ser. enquanto essa dimensão realmente essencial da realidade que somos nós, seres inteligentes, né? E por isso que ela vai falar desses processos longos, que o princípio espiritual vai passar, né, até ser despertado como espírito e tomar posse dele mesmo de maneira muito rudimentar, né, eh, num processo ainda muito elementar e que ela vai se falando de de um pensamento primário, né, ou seja, daquilo que vai pulsando enquanto esse despertar de de do deslumbramento do da vida, dos medos, que desperta a consciência, né, e o temor que também desperta a religiosidade. E aí ele começa a operar e começa a exercitar, né, esse livre arbítrio e construir ainda no pensamento mágico, eh processos internos na construção, na experiência cada vez mais consciente dele mesmo, né? Então, tudo uma coisa muito bonita que ela vai aqui eh descrevendo, né, ao longo eh desse item do capítulo. Me chama atenção, amigos, que ela tá fazendo essa narrativa histórica dessa jornada, mas ela começa a escrever aqui, até porque é uma proposta psicológica, né? E ela começa a citar que esses implementos ou esse atrito do princípio inteligente com a matéria vai repercutir na construção seja de movimentos e que no caso ela cita os automotivos relacionados aos instintos. É interessante porque ela vai fazer essa elaboração da maneira como que essa condição instintiva necessária e que constrói, né, os automatismos da vida, o campo biológico, em algum momento vai trazer um componente novo, que é um processo que psicologiza, né, esse ser, ele agrega um valor novo de experiências novas. Então, ao pensar nesse instinto primário, ela diz: "Esse componente, ele é necessário paraa constituição de uma base, tendo em vista que nós viemos de reinos anteriores e a gente agrega valor em torno a vida biológica, eh, nessa complexidade que são os instintos." Mas ao mesmo tempo ela diz que essa saga prossegue e ela vai fazer essa transição cita nos arquétipos e não eh e aqui ela não vai focar em desenvolver o conceito,

a complexidade que são os instintos." Mas ao mesmo tempo ela diz que essa saga prossegue e ela vai fazer essa transição cita nos arquétipos e não eh e aqui ela não vai focar em desenvolver o conceito, mas ela traz uma uma ideia que passa a surgir uma espécie de matriciamento de experiências no campo do da condição humana em que nós vamos uma transição que não é só instintiva, mas também é psicológica. não só instintiva, mas também arquetípica, não só biológica, como também psíquica. Então, ela faz uma síntese muito rápida, mostrando como que essa jornada vai agregando condições novas. Isso que ela chama da saga das evolu a saga da evolução, sendo ela longeva, dolorosa, muitos sofrimentos, muitas dificuldades, muitas angústias, ela diz muitas cenários de violências, de desespero, de amargura, de escassez. Mas pensemos que essas condições vão na condição humana estampando a alma e agregando registros relacionados a essas expressões de experiências. Então ela traz essa ideia de que em algum momento esse imaginário que ele nós sabemos que ele é impulsionado, né, pro campo na cultura, ele vai se constituir a partir dessas experiências o que ela chamou de arquétipos, né? e que vão influenciar, como ela diz a seu tempo, o nosso comportamento psicológico. Aqui não é citado, a gente pode citar, né, a constituição dos mitos, das religiões, das expressões anímicas e todo esse matricamento cultural na qual a psicologia na condição humana ela vai dar personificações, né? Achei muito interessante isso, né? porque ela traz uma gea antropológica em que é uma convergência de instinto e uma condição nova que a gente chama de uma condição psicológico psíquica, né? e que torna mais complexo, né, essa esse ser em desenvolvimento que nós chamamos de espírito. >> Ela usa um termo muito interessante aqui no meu é na página 28, ela fala avançando lenta e seguramente aprendendo com as forças vivas do universo. Entor os recursos preciosos, conhecimento e assim ela vai, né? são forças vivas do universo. Forças

u é na página 28, ela fala avançando lenta e seguramente aprendendo com as forças vivas do universo. Entor os recursos preciosos, conhecimento e assim ela vai, né? são forças vivas do universo. Forças vivas do universo é justamente os instintos, eh, que é vida que pulsa em nós e e que é a primeiro elemento eh motivador da gente poder existir no mundo e se organizar enquanto né? Então, eh, tanto é que Yun chama o instinto do Deus vivo. Ele é terrível cair nas mãos do Deus vivo. Instinto tem uma força realmente, né, eh, eh, organizadora, determinante. E esse instinto, diz o Yung, ele tem uma finalidade espiritual. Então, a gente começa a trazer a questão do sentido do instinto, né? diz que o instinto ele se move a partir de um de um de um fim último que é espiritual. Mesmo ele sendo instinto e ser algo de cunho mais biológico, ele tem na sua organização e no seu movimento uma busca espiritual. E aí entra os arquétipos, né? Porque o arquétipo também é um instinto. Eh, é a mesma coisa. instinto no seu nível biológico, só que o arquétipo é isso quando isso começa a pulsar e isto se tornar uma imagem para mim. Então quando essas coisas institutivas começam essas atemas, começo a essa matriz, né, Thago Tolate, eu começo a viver os arquétipos, ou seja, imagens psicológicas das experiências instintivas. E aí eu começo a construir, né, e padrões e questões da qual eu me deparo, né, e e emoções, como ela fala desespero, amargura, eh imagens de de de realidade que começam a tomar forma e e e marcar, né, eh, minha existência construindo aí padrões mentais básicos, né, que vão também eh organizar e ser tipo um leito do rio, onde essa água, que é a experiência e a consciência vão se movimentando e despertando para eh uma consciência de si mesmo, né? uma consciência de uma cada vez mais de uma capacidade de em vez de eu ser movidos pelos arquétipos pelo instinto, eu operar sobre eles e ser dono de mim mesmo. De certa maneira, eh, dá pra gente dizer de outra forma. Então, eh, e é uma

de uma capacidade de em vez de eu ser movidos pelos arquétipos pelo instinto, eu operar sobre eles e ser dono de mim mesmo. De certa maneira, eh, dá pra gente dizer de outra forma. Então, eh, e é uma pergunta, né, que essa psiquificação do instinto, esse trabalho psiquificando instinto é de outra maneira essa ampliação da consciência que vai se dando, né? É correto trazer dessa forma a construção? >> É, é, >> não que seja só isso, né? Mas fiquei pensando que se é correto fazer assim, >> o homem vai copiar a natureza, né? Ele vai perceber a natureza, vai perceber essa força instintiva e essa psiquificação do instinto vai ser ritualizada. Então, a magia e o ritual é a primeira forma de organização eh cultural de poder dar direção ao instinto quando as tribos primitivas originárias, né, melhor dizendo, tão lá exercitando eh a sua organização tribal, né, e elas querem fertilizar a terra, elas copiam a imagem do coito, né, do do do instinto, então, eh, sexual. Então, o que que elas fazem naquele período? Os índios se afastam, né, atriam, os homens se afastam da da das suas mulheres. Eles não pode ter contato sexual para manter a energia, né? E aí faz um ritual de fecundação da terra, escavam um burco e fazem uma dança frenética fazem esses com a lança cravando no buraco num ritual de fertilização da terra, achando que estão colaborando para que a terra frutifique melhor na próxima colheita, né? Então eles começam a operar junto com a natureza, né, nos rituais e na magia como uma forma de lidar com essas forças da natureza, com essas forças vivas do universo, como a benfeitura coloca aí. E aí eles começam a se experimentar nisso, né, e se relacionar com essas forças, né, psiquificando então esses instintos. Então é bem interessante esse processo natural que vai se dando ao longo da caminhada da nossa eh nessa caminhada antropológica, como diz o o Thago. >> É muito bonito, né? Eu tenho a coleção, se vocês conhecem conhecer, né? A coleção mitológica do Lev trouxe e ele traz uma mitologia, né, da das

eh nessa caminhada antropológica, como diz o o Thago. >> É muito bonito, né? Eu tenho a coleção, se vocês conhecem conhecer, né? A coleção mitológica do Lev trouxe e ele traz uma mitologia, né, da das comunidades ameríndias, do sul ameríndias. E gente, é muito bonito o tema da criação, né? Por exemplo, ele como é que como é que surge as estrelas? Aí conta um dia as crianças fugindo subiram nos pés de milho e nessa fuga das mães e dos pais essas crianças para não voltarem se tornaram estrelas. É bonita a representação, mas como disse o Gelson, é um movimento que parece psicológico como forma da representações ao que tá posto na natureza e como que eles integram isso com experiência psicológica para eles e que vai se modando nessa poética do que é a cultura que eles estabelecem, né, e suas expressões anímicas e religiosas. E Joana diz que nesse percurso, nós sabemos que ele é multimilenário, chega um momento em que ela diz assim: "E agora esse mesmo indivíduo no dado ponto da jornada, ele começa a se interrogar a respeito da finalidade de todo esse curso de crescimento, né? Para que para que tudo isso? Para que essa jornada? Para que esses processos? E aí eu acho que vem novamente o tema carregado de sentido que nós estamos trabalhando, que é a ideia do sentido último das coisas, né? Eu tava lendo um livro recente de uma antropóloga de origem, né, indígena e ela dizendo que sem sonho as comunidades ameríndias não vivem, elas não conseguem viver sem sonho. O sonho é um portal de conexão com verdades, com aqueles que já partiram e ele é estruturante na governança do que é o viver quando luz, quando despertos, né, em vigília. E é interessante a descrição que ela faz, como que certas representações dão sentido paraa organização da vida coletiva deles, em especial no caso sonho. Quando Joana traz aqui a ideia do interrogar a respeito, eu penso muito num homem contemporâneo quando ele, por essa o construto da razão, leva a um lugar ou levo a um certo lugar como se é um questionamento

Joana traz aqui a ideia do interrogar a respeito, eu penso muito num homem contemporâneo quando ele, por essa o construto da razão, leva a um lugar ou levo a um certo lugar como se é um questionamento que não encontra eco naquilo que é construído, né, pelo conhecimento do mundo de agora. Não que existam respostas, mas a ideia de se questionar a respeito de que para que tantas descobertas, né? Porque temas descobertas quais são os sentidos? Construção de novos sentidos, construção de novas reflexões, novas percepções de realidade, novas formas de sentir, novas formas de viver. Então, a ideia de buscar sentido reivindica necessariamente que a alma seja capaz de ir para além de si mesma. daquilo que ela tem hoje, que governa sua vida, os seus valores, as suas ideias, para que a gente possa encontrar então essa ampliação de possibilidades do que a gente sente, no que a gente pensa, que a gente possa dar mais sentido as coisas. Essa eh, continuando aqui o meu na página 29, eu achei interessante também quando ela trouxe o significado existencial. Esse significado existencial somente é descoberto quando atinge um grau de elevada percepção da realidade. Então essa elevada percepção da realidade, vou terminar a frase, que transcende o limite da forma física, transitória e experimental, que todavia pode e deve ser cultivada com alegria e saúde integral. Então, também essa questão de como a gente percebe a realidade e o quanto a realidade vai se transformando, eh, ampliando, modificando, conforme esse trabalho interno de autoconhecimento e essa conexão com o self e esse romper da casca e desabrochar, né, dessa da árvore na teoria do fruto da da semente de carvalho, né? E e como isso é interessante, porque esse caminho vai se dando todos nós. Em algum momento a gente, né, vai chegar, né, é a nosso destino à plenitude, como diz Joana, mas a percepção da realidade ela vai se alterando conforme eh a trajetória espiritual de cada um. Então isso é um aspecto que eu acho bem interessante,

, é a nosso destino à plenitude, como diz Joana, mas a percepção da realidade ela vai se alterando conforme eh a trajetória espiritual de cada um. Então isso é um aspecto que eu acho bem interessante, porque nós vivenciamos eh a princípio, né, olhando de em primeira instância uma mesma realidade, mas mas não, né, na verdade são cada um de nós experiencia, vive e percebe o mundo de uma forma muito peculiar, de acordo com a nossa trajetória espiritual como um todo. E e isso é muito interessante também, né, se pelo menos ter consciência disso, né? É, agora é interessante tudo isso falando, tudo isso que a Joana tá falando em termos de de uma caminhada espiritual é reproduzido ainda nos dias atuais, conforme nossa consciência psicológica. Então, eh, de uma certa maneira, a gente reedita essas fases e estamos mais presos a uma fase ou outra desse processo de despertamento da consciência. Então, quando ela fala do da dimensão eh do pensamento mágico, que é muito comum na criança também, né? Eh, então quando a gente reencarna, a gente refaz esse caminho evolutivo, não só na gestação, né, do ponto de vista filogenético, mas ontogenéticamente também quanto não se Mas tem certas pessoas que, apesar do verniz cultural, da intelectualidade, espiritualmente ainda tão lá, né, na fase do pensamento primário, né, são pessoas que não simbolizam, são pessoas pessoas que são não são reflexivas, são reativas, são pessoas que também tm um pensamento muito mágico, muito dependente. Então tem toda uma questão que é interessante, o que que a J tá trazendo, mas que é interessante pra gente poder reavaliar também em nós que tipo de padrão mental e condição espiritual que a gente eh tá vivendo do ponto de vista do nível de consciência de cada um, né? E e quando o Thiago falava do sonho, né? Eh, e os sonhos realmente são eh questões fundamental, né, pro pro para todas as as os as comunidades indígenas, originárias, né, eh eh dão muito valor aos sonhos, como realmente essa visão transcendental

e os sonhos realmente são eh questões fundamental, né, pro pro para todas as as os as comunidades indígenas, originárias, né, eh eh dão muito valor aos sonhos, como realmente essa visão transcendental de forças, né, que que nos dão aviso, que nos guiam, né, e aí eh naquele livro a queda e a queda do céu, né, que é a história de um chamã, né, ele faz uma crítica aos homens brancos, digamos assim, que chama do o povo da mercadoria, né, que os homens brancos desvalor foram perdendo a relação com seus sonhos, né, numa relação de autofascinação e que isso faz com que eles não mais dis não tem mais a capa de discernir eh o que é importante, né? E que eles ficam tão preso eh ou sonhando apenas com aquilo que não tem sentido, né? Em vez de sonhar com outro, seja o outro os a natureza, os animais, os espíritos ou a comunidade, ele sonha só com ouro, né? São presos na gan. Então é interessante, né? Então, eh o quanto nós realmente estamos aprisionados a esses arquétipos ainda do passado e preso em temas que tão a serviço ainda da inconsciência na autoafirmação do ego e não no despertar do self, né, de uma consciência espiritual e o reconhecimento do sentido amor da vida. Então, qual é o sentido que nos move, né? Eh, essa é a questão é o sentido ainda primário de um pensamento pouco elaborado, preso no ter e no usufruir das sensações fisiológicas, hoje já despertou e já tem essa consciência maior de um sentido muito eh espiritual e de uma meta que sustenta e dão valores à nossa existência. Então isso tudo de uma certa maneira é importante a gente refletir a partir do que a prefeitura traz aqui no capítulo. É como se quando ela fala, quando passamos a compreender a grandeza do amor, é quase como uma redescoberta do que é o sentido do viver >> e perpassa uma dimensão, ainda que não citada diretamente, mas com certeza inimente ligada à perspectiva ética da proposta de Jesus, que é a ideia do encontro com o outro como um lugar de descoberta de verdades, de sentido. E a Joana diz isso, né? O significado

s com certeza inimente ligada à perspectiva ética da proposta de Jesus, que é a ideia do encontro com o outro como um lugar de descoberta de verdades, de sentido. E a Joana diz isso, né? O significado existencial e como você colocou em Guadalupe, ele precisa ser descoberto, mas e parece que ele envolve uma dimensão também da presença do outro como um lugar de partilha. Em seguida, quando ela contrapõe a ideia, como disse muito bem o Gelson, né? Esse fruir do mundo que esgarça a nossa, fragiliza a nossa relação com o humano e mercadori a representação do que é felicidade, do que é sentido, leva a uma, o que é chamado hoje pelos ecologistas, uma economia da exaustão da natureza. e nós perdemos contato. Perceba que há um há um uma espécie de uma ruptura com vários paradigmas que são necessários para que a vida tenha mais sentido. Então ela diz, é muito importante sim que nós qualifiquemos o espaço da cultura, das realizações sociais, econômica, né? uma dimensão solidária da vida, a ideia artística, cultural e religiosa que engrandece e qualifica aquilo que é a fome do pão material e a fome de beleza do espírito, congregada nessas representações que ela traz aqui no parágrafo, né? Mas ela diz: "Estes são meios para alcançar objetivos maiores do espírito." Hoje a gente tá num labirinto em que, como diz o Milton Santos, né? a métrica humana, que é qualificar a felicidade, que é um bem infinito pro espírito, é uma métrica finita, mercadorizada, o que é uma equação que não pode ser respondida e alcançada. Então, quando ela diz buscar apenas nesse recurso, na ideia de que, ah, vamos construir o paraíso material na Terra como fim último tem levado ao desastre que nós temos hoje, né, no campo geopolítico e das coletividades que governam o mundo. Mas ela fala, se formos capazes de compreender, então que esses objetivos são caminhos de perspectiva para alcances muito mais elaborados no campo individual e coletivo, nós estamos de fato implementando um sentido mais profundo e verdadeiro do que é a proposta de Jesus

vos são caminhos de perspectiva para alcances muito mais elaborados no campo individual e coletivo, nós estamos de fato implementando um sentido mais profundo e verdadeiro do que é a proposta de Jesus em última instância no seu sentido ético, né? É, é interessante que ela é muito bonita essa primeira parte aqui que nós nos propusemos a a falar hoje, objetivos da vida humana e um tanto filosófica, apesar de totalmente prática, mas interessante que o subtítulo seguinte é conflitos pessoais, né? >> Uhum. Então ela nos puxa assim para prática, né? Nos puxa realmente paraas questões do dia a dia, né? E e já vai nos trazendo eh essa questão do dos complexos perturbadores, enfim, e nos trazendo logo adiante que nóscemos aqui, o meu é página 31, né? E vou pular um pouco o início do do subtítulo, mas já vai nos nos deixando muito claro, né? ali no meio do parágrafo. É certo que o espírito renasce onde se lhe torne melhor pro processo da evolução. E aí já nos também nos traz, né, que como ninguém vem à Terra para sofrer, senão para reparar, eh, adquirir novas experiências, desenvolver aptidões, crescer interiormente. Todos esses empecílios que defronta fazem parte da sua proposta de educação. Então ela já vai fazendo esse contraponto entre a questão dos conflitos, da necessidade de lidar com eles, entre o fato de que nós estamos no lugar necessário pro nosso processo de evolução e e o fato de que sim, nós precisamos reparar, mas que não estamos aqui para sofrer e que a através das experiências vem então eh a parte educativa da existência. Então, esse segundo item, ele nos nos eh nos, eu digo eu, né, no caso, traz, sai um tanto da parte filosófica importantíssima do sentido da vida e da necessidade do sentido para algo que é muito do do dia a dia. Bom, agora vamos lidar com os conflitos, né? Vamos ver como é que a gente faz então eh na prática. E e acho muito interessante essa didática da mentora que ela vai, né, ao longo da obra dela nos nos brindando. Ela ela realmente nos dá uma uma panorama muito rico de

a gente faz então eh na prática. E e acho muito interessante essa didática da mentora que ela vai, né, ao longo da obra dela nos nos brindando. Ela ela realmente nos dá uma uma panorama muito rico de como esse processo se dá. Se por um lado ela diz assim, eh, por a gente não ter ainda, né, recurso interno e tá identificado com padrões do passado, tu fica mais suscetível dos elementos que estão à tua volta, porque claro, a gente precisa ser amado, a gente tá fragilizado, a gente tá eh eh tomado por fantasias e e e estados internos que habitam a nossa natureza, fruto dessa caminhada espiritual. Então, a gente tá num num campo de afetamento, de afetar o mundo e ser afetado pela vida, né? E aí ela então quanto mais evoluído o espírito, mais livre ele é e menos se ele vai se perturbar com os condicionamentos do mundo. Mas nós ainda somos seres condicionados. E esses condicionamentos se dão tanto pelas questões internas, né? Ela fala da da dos compras perturbadores na área da emoção e do comportamento, a questão da da família, a questão eh das pressões sociais econômicas. falou, a gente tá sendo sendo atravessado por estímulos e e condicionamento, mas ela diz que esses condicionamentos são condicionados ao nosso condicionamento interno. Existe um condicionamento maior que é fruto justamente do caminho que eu venho construindo e que me compromete com essa série de realidades, que é a minha família, o meu momento histórico, a sociedade do qual eu faço parte e assim por diante. Então, eh, é uma coisa sincronística, né? seja uma correlação de correspondência entre o dentro e fora que ajuda, né, tensionar e e fazer esse jogo necessário, né, para poder o quê? Avançar e fazer consciência, né? E ela diz assim: "O papel da psicologia é justamente apenetar no âmago do seu". Ou seja, tudo isso, né? na verdade ter um papel educativo, né? Por mais que a gente tenha neurose, que a gente pode justificar, ah, porque a minha mãe foi castradora, porque a sociedade foi injusta comigo e fui punitiva e não me ensinou a

um papel educativo, né? Por mais que a gente tenha neurose, que a gente pode justificar, ah, porque a minha mãe foi castradora, porque a sociedade foi injusta comigo e fui punitiva e não me ensinou a compreender a realidade. Tudo isso são reflexos também do meu mundo interno, da da das condições que habitam a minha realidade, da qual eu tô me deparando também fora de mim. Então, e eu acho muito interessante essa essa visão que ela tá colocando, né, de fatores eh intrapsicos e interrelacionais na na dinâmica psicológica do indivíduo. Eu eu tenho dois sobrinhos por parte da minha esposa e eu lembro quando o primeiro nasceu desde pequenininho, era um uma um espírito muito frágil, sabe? muito desmilinguido, chorava por tudo. Passou dois anos, veio o segundo. Desde criança, o bebê já tinha outra atitude. E isso foi se confirmando no curso da história hoje da adolescentes. Eu me recordo que esse mais novo, sempre uma espécie de uma segurança, uma espécie de uma certa, um equilíbrio emocional desde pequeno, uma uma maturidade em comum em crianças. que eu pensava, onde é que vem isso? Que tendências são essas que parecem tão vibrantes, com cores tão, né, contrastantes entre dois irmãos que estão tendo a mesma educação praticamente? Então, de fato, essa a maneira como nós construímos esse, né, uma família vai se planeja a reencarnação, cada um vai ter uma maneira de se relacionar com esses fatores, porque tem a ver como cada um tá subjetivamente em relação nesse processo também. Eu me recordo lá no início da obra Renúncia, né, de Emanuel, que o espírito Silic tá num outro, tá num outro, né, sistema de de estrela num outro planeta, é dito a ela, olha, você tem que entender que você vai reencarnar na Terra e a Terra tem um conjunto de questões, de fatores que agregam questões diversas, é a cultura, a densidade da matéria. Tem muit várias que você vai sentir isso. Você tem certeza você quer reencarnar na Terra? Quero. Vi com uma missão, compromisso. Porque é isso? São fatores que demarcam

ultura, a densidade da matéria. Tem muit várias que você vai sentir isso. Você tem certeza você quer reencarnar na Terra? Quero. Vi com uma missão, compromisso. Porque é isso? São fatores que demarcam influências poderosas. E aí como cada alma vai estar reagindo nisso? naquele livro Porquê da Vida do Leão Deni, o último capítulo se não sei se conhecem esse esse esse livro, o último capítulo é a história de Giovana, que é um espírito feminino que tá ali no final do século XVI, X e você vê ela na Itália lidando com costumes muito rígidos em relação à mulher e ela tendo uma uma mulher altiva, uma mulher presente. Onde é que vem isso? Então, as circunstâncias sociais, econômicas, culturais, familiares que vão escrevendo em nós e vão agregando o valor pra gente se subjetivar uma nova experiência também tá mesclado, né, Gelson, com os elementos próprios meus, com as minhas tintas. Eas são as minhas tintas que de fato vão tá imprimindo às vezes maior vulnerabilidade, né? Maior fragilidade ou mais temperança, ou mais reatividade ou mais carência. Então é de cada alma esse lugar na maneira como nós vamos retornando para ter que lidar com esses conflitos pessoais, né? >> Uhum. que ela vai citando alguns padrões que podem se apresentar na na nossa realidade atual, né, trazendo eh os quadros fóbicos, depressivos, compulsivos e e mesmo dentro desses padrões, existe uma grande diversidade de motivo pelo qual eles se apresentam, né? Então, realmente isso vai ao encontro da questão da subjetividade, de como a gente vai desenvolvendo a nossa eh trajetória espiritual. Não tem a ver com eh uma ser melhor ou pior do que outra, mas tem a ver com as com a como a gente vai experienciando mesmo, né? Então isso também acho acho bem interessante nesse jogo em que nós vamos jogo da vida, né, que nós vamos compondo eh dentro nós conosco mesmo e com o meio e nos tornando seres realmente únicos, né? Voltando lá ao início desse capítulo, onde cada um realmente tem o seu processo de individuação muito peculiar, muito único

ro nós conosco mesmo e com o meio e nos tornando seres realmente únicos, né? Voltando lá ao início desse capítulo, onde cada um realmente tem o seu processo de individuação muito peculiar, muito único e mesmo assim estando em conexão com os demais. Então, até mesmo esses quadros que ela descreve e se a gente for pegar as nossas inúmeras encarnações, né, em um momento ou outro a gente ou já passou ou está passando ou pode passar, eles mesmo assim eles têm cada um as suas cores, o seu tempero dentro de um de um lugar em que eh realmente o sentido pode ser, né, o nosso deotropismo e é, mas ele é muito único de cada vivência espirit espitual também. Eh, então o que a gente pode dizer assim com as colocações da benfeitora, que nós somos herdeiros de nós mesmos, né, de uma certa maneira, até porque essas configurações atuais muitas vezes são repetições também já de padrões do passado. umas coisas eh mudam um pouco e outras coisas mudam para permanecer igual, né? Ou seja, a gente tem uma tendência a a ficar preso, né? E o passado querer tomar o lugar do presente, apesar que o presente sempre essa oportunidade abençoada que Deus nos coloca para o novo, né? Mas a gente às vezes teimosamente quer ficar ligado aos padrões antigos do passado, né? É por isso que a vida tem que fa jogo. Então ela realmente coloca o quanto alguns pradões psicológicos refletem dinâmicas inconscientes do passado, né? Então como nosso inconsciente ele é vivo e presente no momento de agora. Então eu eu tenho uma realidade que eu tô construindo neste momento, conversando com vocês, né? Mas junto com isso tem um um fantasias, estados internos e jeito de ser eh de do Gelson, personagem que me habita ao longo dessas encarnações anteriores e que insistem, né, e que vão tá ali me assaltando ou determinando o meu jeito de reagir e de perceber a realidade. Então ela fala do compra de ético, né, com gualupe cita, né? Então acho bem bem legal, interessante que a benvetura vai dar exemplos concretos. Olha o Édre

u jeito de reagir e de perceber a realidade. Então ela fala do compra de ético, né, com gualupe cita, né? Então acho bem bem legal, interessante que a benvetura vai dar exemplos concretos. Olha o Édre reconhece que existe, né? Essa atração do menino com a mãe e a disputa com o pai tem nuances de ligações passadas, de vínculos afetivos, sexuais do passado, que muitas vezes tu não memória ou de sintonia ou de afinidades, ou de repulsa, de ódio na dinâmica familiar que mesmo a criança eh não podendo reconhecer, o espírito tá lá eh preso naquela memória e inconscientemente os pais e a crianças se reconhecem nesses estados vibratórios, né, de de e organizando as dinâmicas relacionais. As fobias, como ela coloca, são eh muitas vezes padrões do passado, né, de memórias negativas que são deslocadas pra vida de agora, que geram reações fóbicas. E assim ela vai falando do quanto essas coisas não tão separadas, né? a culpa que pode gerar padrões de adoecimento, de depressão e assim por diante. Então, eh é muito rico a forma como ela vai mostrando, né, que a nossa formação psicológica atual, ela e invoca o confronto com o nosso mesmo. E aí que tá a grande questão, que para mim não é os conteúdos da nossa alma que é a questão mais desafiante pra gente, mas sim a nossa atitude. Ou a gente foge, ou a gente tem uma atitude madura de olhar pra gente e encarar os conteúdos de maneira positiva. E ela fala daí dos mecanismos de fuga, né, que a gente cria, né, e criando, né, processos eh desfavoráveis. Então, a questão toda é bem, o que eu fui no passado, tá lá, tá aqui, mas o que que eu vou fazer disso agora? Então, a Joana convoca a uma postura existencial, né? Qual é a minha minha meu lugar no mundo e qual é a minha a minha forma de me posicionar nesse mundo enquanto atitude para lidar com a realidade? Isso é o mais importante. Não importa se eu se eu tenho um passado pesado, importa o que o que eu faço com isso, né? Então essa é que ela convoca, que é justamente o processo de de falaram já

alidade? Isso é o mais importante. Não importa se eu se eu tenho um passado pesado, importa o que o que eu faço com isso, né? Então essa é que ela convoca, que é justamente o processo de de falaram já em outros momentos de responsabilidade e compromisso com nossa própria realidade. >> Me chama atenção um comportamento eh que eu vejo que desloca ou projeta a responsabilidade que é assim. conseguir um diagnóstico. Enquanto eu não conseguir o diagnóstico que eu tenho, eu não vou sossegar. Não diagnóstico clínico seja importante, mas às vezes ele pode ser um lugar de justificação para algumas coisas estão acontecendo com a gente. E essa problematização, tá? O que você pretende fazer a partir de agora, muitas vezes as pessoas não cogita a respeito disso, né? porque é um lugar de certo conforto, uma certa passividade. E o outro processo é muitas vezes deslocamento por uma causalidade espiritual. eh, pode ser um processo obsessivo, eh, a causa não está em mim ou muitas vezes, eh, não se percebe forte o suficiente para pensar em possibilidades de renovação de si próprio. Então, eh, me vejo que a a mentora, a querida Joana, ela é bastante propositiva e direta em relação a isso. A responsabilidade é nossa, é individual, nós precisamos encontrar caminhos, claro, nos irmanando, nos fortalecendo, mas que ela diz, sem esse construto, a ideia de que nós somos homens e mulheres integrais ou espíritos integrais, conceito de totalidade, é muito difícil, não é difícil melhor, é por este caminho que a gente encontra o sentido verdadeiro de quem somos e a partir daí encontrar os caminhos edificantes, possibilidades renovadoras a partir desse sentido encontrado. Então, apesar de que nos nos parágrafos anteriores a ter descrito vários quadros clínicos e a gente percebe como que passado e presente estão interconectados na expressão daquilo que nós estamos vivenciando, ela diz assim: "Precisamos ser propositivos, nós precisamos cé o que está acontecendo para encontrar um caminho novo de resolução que nós estamos passando." Eu

são daquilo que nós estamos vivenciando, ela diz assim: "Precisamos ser propositivos, nós precisamos cé o que está acontecendo para encontrar um caminho novo de resolução que nós estamos passando." Eu lembro o professor que eu ti na faculdade, professor Helena, ele dizia assim que ele atendia uma uma mulher, só que ele era ele era freudiano. E ele dizia assim: "Ela já está comigo há muitos anos e ela já é capaz de escrever todas as questões dela, só que ela não quer fazer nada com isso. Ela se compreende muito bem, mas parou aí, descreve em detalhes todas as questões que ela tem. Mas ela não quer fazer nada com isso. Curioso, né? Nós precisamos fazer. A proposta é essa, coragem, avançarmos, irmos do passo no no movimento que a gente dá conta, mas a gente precisa fazer esse movimento, né, amigos? É, então acho por isso que realmente, né, essa questão do item do desse capítulo aí que é conflitos pessoais, que realmente o conflito não é uma coisa ruim, né? O conflito ele é necessário no sentido que ele problematiza as nossas relações, as nossas questões. A questão é se a gente vê a vida como problema ou o conflito é visto como um desafio de crescimento, né? Então de novo, né? E aí como o T falou, tem pessoas que conseguem compreender tudo racionalmente, mas não fazem consciência. Fazer consciência é muito mais do que entender racionalmente uma realidade. Fazer consciência é justamente assumir esse lugar eh dessa dimensão que é o ser psicológico. Então, quando a gente fala de um ser psicológico, é um ser que já nasceu por a realidade de significado, de sentido que a benfeitura tá trazendo aqui, a que nos aponta para além das reproduções e dos condicionamentos da vida, né? Então, a proposta é a gente ser livre e para ser livre, a gente tem que ser responsável e comprometido com a nossa própria vida. >> Queria rapidamente, Gelson, assim, eh, finalizar aqui a minha minha contribuição, lembrando o que Joana diz, né? Porque a gente lê tudo isso e pensa e agora, né? E aí, lembrando o que Joana

a vida. >> Queria rapidamente, Gelson, assim, eh, finalizar aqui a minha minha contribuição, lembrando o que Joana diz, né? Porque a gente lê tudo isso e pensa e agora, né? E aí, lembrando o que Joana diz, começa de onde estás, né? Então, que que quem tá se dando conta agora dessa problemática e dessas questões, começa de onde está, só começa, né? Então é é isso que ela nos pede, segue, né? >> Uhum. Muito bem. Já fica o convite então para o próximo item do capítulo dois, o último item que é mitos, ilusões, ilusão e realidade. Um tema bem interessante. Então a gente agradece o convívio de todos que interagem com as suas vibrações, com as suas emoções, com suas reflexões, porque mesmo a gente não podendo ter esse esse espaço de debate, né? Com certeza, eh, nesse nível mais sutil, nós estamos aqui interagindo e aprendendo com os outros e com, acima de tudo, com a prefeitora Jana de Anes. Eh, obrigado Thago, obrigado Guadalupe e até o próximo encontro. Um grande abraço a todos.

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