T9:E10 • Vida: Desafios e Soluções • Significado do ser integral (parte 1)

Mansão do Caminho 14/01/2026 (há 2 meses) 1:00:51 159 visualizações

Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis • Temporada 9 Temporada 09 – Vida: desafios e soluções Episódio 10 – Significado do ser integral (cap. 5, parte 1) Neste episódio, iniciamos o capítulo 5 do livro Vida: desafios e soluções, refletindo sobre o item 5.1 – Bases para a autorrealização. A análise apresenta os fundamentos psicológicos e espirituais que sustentam o processo de realização plena do ser, iluminando o caminho do autodescobrimento e do equilíbrio interior. 📘 Obra estudada: Vida: desafios e soluções, de Divaldo Franco, pelo Espírito Joanna de Ângelis 🎙 Apresentação: Gelson Roberto 👥 Convidados: Guadalupe Amaral e Tiago Rizzotto #JoannadeAngelis #PsicologiaEspírita #DivaldoFranco #Espiritismo #VidaDesafiosESoluções #SerIntegral #Autorrealização #Autoconhecimento #EspiritismoPlay #TVMansaodoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Alô, meus irmãos, meus amigos. Estamos mais uma vez aqui reunidos para mais um encontro do nosso estudo da série psicológica. Hoje aqui junto com a Guadalupe, com Thago, para dar continuidade ao volume 8, Vida, desafios e soluções. Estamos começando o capítulo 5, significado ser integral, o item bases para autorrealização. Então, bem-vindos também Guadalupe, Thago, a todos que nos assistem, que a gente possa ter um momento especial nessa troca. em cima dos elementos que a benfeitura nos traz. E é um capítulo que dá continuidade, né, ao que ela propõe a partir do capítulo quatro, que é essa essa proposta da vida interior, que ela finaliza o capítulo 4 como um caminho eh para o amor e para a plenitude. E aí então ela entra na questão da autorrealização, né? E ela começa falando da figura de Jesus. né? E a afirmação dele forte, né? Vós sois deuses, né? Então ela começa de uma certa maneira com bastante impacto, né? quando ele ela traz Jesus como realmente o maior e mais notável psicoterapeuta que a humanidade já conheceu. E esse entendedor da alma humana, esse o melhor conhecedor de psicologia, o que mais entende dos caminhos da alma humana, da nossa realidade, vai dizer que vó, nós somos Deus. Como é que vocês recebem, né? essa notícia, né, eh, é reforçada pelo prefeitor, que que a gente pode fazer tudo aquilo quanto ele faz, né? E e é um desafio, é uma provocação interessante essa, né? Eu recebo essa boa nova, né, que Joana aqui reafirma Jelson, com uma alegria no sentido de pensarmos psicologicamente o que é isso de divino que há em nós, né? Jesus, de uma certa maneira, ele é uma representação da verdade, uma verdade já realizada no campo da alma e que vem nos mostrar os caminhos para essas perspectivas, né? É como se a nossa alma conspirasse por uma realização, né? Ela fira, ela nos impulsiona. E a ideia de que Jesus traz por meio dos seus ensinamentos, mas por de forma mais profunda, por meio das suas vivências, representações dessa verdade que se materializa na forma como age, como

lsiona. E a ideia de que Jesus traz por meio dos seus ensinamentos, mas por de forma mais profunda, por meio das suas vivências, representações dessa verdade que se materializa na forma como age, como pensa, como reflexiona, como convida, como orienta e por excelência a forma como é capaz de expressar amor nos seus atos. Então, ao pensarmos então nesse tópico bases para uma autorrealização, me vem uma referência que ela traz então Jesus nessa representação para que a gente preste atenção na figura desse amado espírito, né, que cuida do nosso planeta, cuida dos nossos espíritos, como essa representação de alguém que já alcançou uma sublimidade num campo de realização pessoal como espírito e nos indica os caminhos pelos quais, inspirados neles, também podemos buscar a nossa autorrealização. Então, ela começa de forma muito bonita o capítulo, né? e complementando, trazendo também dentro da desse entendimento, eh, essa questão de que, eh, Jesus vem como um exemplo para nós dessa possibilidade, desculpem, como exemplo dessa possibilidade e ao mesmo tempo que ele é grandioso aos nossos olhos daquela época ou dessa, ele se coloca num local onde mostra que nós também podemos. Vós sois deuses. E isso, como tu bem pontuastes, né, Thaago, acho que tem essa grande eh diferença e importância quando ele, em todos os exemplos que ele dá de si mesmo, vivendo enquanto Jesus homem e das das almas que ele toca mais diretamente, ele coloca eh no ser em si a transformação, né? Vaz e não peques mais, né? Você quer mudar, então vem comigo, mas vem agora. Então ele traz essa essa mudança que a gente pode trazer como responsabilidade, mas ao mesmo tempo é como fato de nós nos apropriarmos dos nossos potenciais e não colocar no outro a salvação, porque aí ele vai trazendo o reino de Deus, ele também está dentro de nós. E isso é muito importante porque até hoje tantos de nós e às vezes a gente estuda tanto, né, mesmo quem estuda assim essa área, eh muitos de nós não entendem isso e a gente coloca lá fora algo que precisa

so é muito importante porque até hoje tantos de nós e às vezes a gente estuda tanto, né, mesmo quem estuda assim essa área, eh muitos de nós não entendem isso e a gente coloca lá fora algo que precisa começar conosco. Então, essa busca paraa autorrealização que Joana nos traz aqui a partir dessa frase forte, impactante, né, de de Jesus, vós sois deuses e podeis fazer tudo quanto faço e muito mais se quiserdes. Ela vem muito ao encontro do meu da minha perspectiva também é muito atual do ponto de vista do que nós estamos vivendo, né? É, é um momento de transição, é um momento muito denso, mas eh nós conseguimos transformar isso em ondas amorosas se a gente se coloca como um ser interexistencial e a gente vai percebendo que, por mais difícil que sejam as situações, eh, Jesus nos mostra a partir do que Joana traz aqui, que existe uma saída. Então, eh, eu acho muito reconfortante isso, ao mesmo tempo que nos traz a responsabilidade, nos reconforta e diz: "Não, vocês conseguem. Eu tô com vocês, né? E vocês conseguem, porque o reino de Deus tá dentro de nós e vós sois deuses." >> Eh, eu gosto do caminho que ela vai tomando, né? Acho a habilidade da benfeitora ir construindo, né? o pensamento dela e e trazendo, né, uma contribuição importante do ponto de vista da de uma proposta psicológica. Eh, ela começa com a com a proposta do Cristo e salienta, né, se quisermos, né, ou seja, né, eh, vocês tá tá em vocês querer ou não. Então ela a partir disso, dessa fase de Jesus, ela falou: "Ó, trata-se de uma proposta desafio, ou seja, é um presente, é um desafio para seres amadurecidos psicologicamente, ou seja, eh, para mim poder ambicionar, como diz, além do ambiental, eu sair desse lugar infantil, sair desse lugar acomodado, ser desse lugar de então aonde eu ponho as minhas referências no outro fora de mim, onde eu dependo daí do mundo para um lugar que ela diz, né, que envolve fé e autoconfiança. Então, bem, a gente não tá falando de todo mundo, gente, a gente tá falando de uma condição psicológica.

im, onde eu dependo daí do mundo para um lugar que ela diz, né, que envolve fé e autoconfiança. Então, bem, a gente não tá falando de todo mundo, gente, a gente tá falando de uma condição psicológica. eh chegar nesse lugar, né, que é um lugar possível para todos, envolve um amadurecimento e envolve uma consciência de si mesmo, da minha condição como filho de Deus, que posso acreditar em mim, né, e ter fé. E assumi então eh esse esse lugar, esse desejo de ir além. E e aí poder então eh trazer no segundo parágrafo a questão, eu posso então me identificar com o divino, com Deus? Parece até uma heresia, né? Né? Talvez se ela escrevesse isso no século passado, ela ia ser queimada na fogueira, né? Como é que eu quero me identificar com Deus? Parece que que que é uma arrogância, mas não é. É realmente a o reconhecimento da nossa filiação divina. e que nós carregamos sim esse poder dentro de nós, né? É é a confiança que nós depusamos em Deus e reconhecendo que nós somos filhos dele, né? Então Jonas tá dizendo assim: "Vuto de de de dignidade de alto amor. Eu me amo, então eu posso ser que nem meu pai, né? Eu posso, eu tenho em mim a o DNA divino, então eu posso querer me identificar com o pai, porque sou filho do pai, né? Eu sou filho do cara, como é que eu não posso me identificar com ele? Então, acho interessante o caminho que ela vai tomando aqui para trazer essa questão, >> essa ideia desse devir espiritual, né? A ideia colocou muito bem, Gelson, nos conhecermos. Essa é uma pergunta que muitas vezes nós nos fazemos e temos dificuldade de respondê-la. Isso nos mostra o grau de consciência que temos sobre a nossa própria realidade. Quais são as minhas perspectivas? Quais são as minhas virtudes, né? Em que pé se encontram as bem-aventuranças representadas no evangelho do ponto de vista de como me enxergo no exercício dessas virtudes? como ando o meu contato com os meus com as minhas dores, né? Como ando o meu contato com os meus problemas, com os meus aspectos mais sobrios,

de vista de como me enxergo no exercício dessas virtudes? como ando o meu contato com os meus com as minhas dores, né? Como ando o meu contato com os meus problemas, com os meus aspectos mais sobrios, difíceis, né, que todos nós possuímos. E essa chave que ela traz de esse ser já mais maduro, mais consciente de si, ele é capaz de enxergar e é capaz de ambicionar o paralém do habitual, o paralém do vulgar, isso é, do comum humano. Porque do ponto de vista de uma média, amigos, nós estamos todos em um bom lugar em que muitas vezes nós nos diferenciamos das grandes massas. A questão é que se nós tomamos conhecimento da proposta espírita, nós adoramos e amamos Jesus e estamos nos debruçando sobre, por exemplo, a proposta psicológica de João de Angângeles, ela está dizendo: "A sua alma é capaz de entender e é capaz de vislumbrar um para além desse ordinário." Então, é possível sim nesse devir transcendermos o lugar das nossas rotinas, né, de um lugar de enxergarmos a vida muitas vezes sem expectativas. É esse para além desse comum para tá dizendo, nós somos capazes de chegar nesse patamar. E talvez aqui temos certeza que esse despertar do nosso divino, né, do nosso Deus interior, eh, como ela diz, né, amplia as possibilidades de acesso a esses valores ainda desconhecidos em nós, né, talvez dimensões do tesouro interior que todos temos. Essa palavra vai aparecer daqui a pouco, né, tesouro, mas eu gosto da da metáfora que ela vai usar da faísca. O que que tem uma ideia, né, de uma metáfora do próprio espírito, né, tá long do livro dos espíritos, né, uma faísca, um clarão, uma chama que sabe do seu poder de combustão. Eu sei que sou capaz, eu reconheço e me sinto este lugar. E isso me traz muito esta metáfora que o fogo ele tem uma uma ideia muito representativa das transformações, né, das elaborações, das ressignificações daquilo que ela diz, né, vai, nós somos capazes de compreendermos as nossas vícios, as nossas dificuldades, somos capazes de abrir espaços novos para que

ões, né, das elaborações, das ressignificações daquilo que ela diz, né, vai, nós somos capazes de compreendermos as nossas vícios, as nossas dificuldades, somos capazes de abrir espaços novos para que a nossa energia de vida, a energia psíquica possa fluir, né, escorrer para caminhos novos e que nos levam a esses elevados potenciais do espírito. Todos nós podemos. A gente precisa fazer esse caminho. >> Interessante isso. Tu trouxeste do do da faísca do fogo. Quando eu li essa parte, eu fiquei pensando, é justamente o quanto é uma questão também de perspectiva do, de um olhar do ser psicológico que se trabalha, porque no anedotário popular, no imaginário, né, em geral, o fogo eh vai para aquele lugar do fogo do inferno, do fogo das paixões e nem sempre do fogo transformador e dessa e do fogo de de uma vontade que move. Então, até nessa forma também, como o Gelson foi trazendo, como ela vai construindo, ela vai trazendo até esse olhar de de que esse fogo, né, na verdade ele é o a força motora que nos movimenta justamente para um para uma transformação. E eu achei muito bonito quando ela traz essa questão da faísca, que se bem, né, usado esse recurso, devora os vícios e abre espaços virgens paraa instalação de elevados potenciais. como, né, trago isso para que a gente reflita assim, como é uma questão eh de perspectiva, de entrega e de querer, né, como eh claro que a gente sabe que isso não é tão simples e que existe toda uma dinâmica espiritual e psicológica por cada um de nós, mas como é preciso que a gente, como ela fala ali, o meu é página 66, que como é preciso que nós eh consigamos não nos deter no pretexto da própria fragilidade, eh, porque no íntimo a gente prefere e como é necessário também que a gente se empenhe em mudar, que realmente a gente acredite que pode. E aí vai aquela questão que acha que é no amor imbatível, amor, não lembro, mas que ela traz não no psicologia da gratidão, eu acho, né? Vocês vão poder me corrigir, é o fato de que a gente eh da nossa ingratidão em relação a Deus,

a que é no amor imbatível, amor, não lembro, mas que ela traz não no psicologia da gratidão, eu acho, né? Vocês vão poder me corrigir, é o fato de que a gente eh da nossa ingratidão em relação a Deus, de não se reconhecer como filho de Deus e criado a imagem semelhança e achar que a gente não pode, que a gente não consegue, que é inferior, né? que os outros são, os outros têm potenciais e nós não. Então, como realmente ela vai nos colocando nesse lugar de que sim, né? A gente pode, nós temos essa fagulha, essa divina em nós, mas que para que tudo isso eh desabroche, é preciso empenho e é preciso optar. E optar nem sempre é fácil, né? Sair da zona de conforto e optar. Não, eu quero, eu quero mudar. Pode ser que eu não consiga, mas eu vou tentar. Então, quero, eu quero viver o que Jesus trouxe, né? Então, essa questão de nós realmente eh procurarmos dar o nosso testemunho a partir da nossa realidade, eh, é muito importante. Muitas vezes a gente eh para antes se dizendo frágil, né? não reconhecendo esse Deus. >> Eh, se por um lado essa imagem da prefeitura é fortíssima, acho belíssima, né, de dessa eh combustão, né, que que incendeia, né, uma faísca gera, mobiliza uma cota de de energia e de transformação tão intensa, como vocês colocaram. Por outro lado, né, eh, como é é difícil, como a agora tá colocando, né, eh, abrir mão do passado, que que acontece nesse jogo, né, entre a riqueza que nos habita e essa marca divina e amorosa que nos sustenta e eh que nos convida para se lançar, né, né? Vai nos convida, vai se entregue, tô aqui, meu filho. Venha, venha que eu te espero, né? Venha que eu que eu tô aqui para para oferecer o melhor para ti. E ao mesmo tempo, né, essa dificuldade de de de abrir mão daquela segurança, entre aspas, que nos identifica um lugar que já é reconhecido por nós e que parece que a gente não acredita que pode ser melhor, né? que a gente não acredita que talvez a gente possa acreditar no amor de Deus, mas a gente não acredita que ele que ele é para nós ainda, né? A gente é

que a gente não acredita que pode ser melhor, né? que a gente não acredita que talvez a gente possa acreditar no amor de Deus, mas a gente não acredita que ele que ele é para nós ainda, né? A gente é merecedor dele, porque eh ela diz, né, que que isso se cria uma lucidez para avaliar as posturas de nossa. Então, realmente, a proposta da psicologia de Joana é uma psicologia muito eh favorável. Olha, se você olhar, né, você acreditar, olhar, o caminho vai se realizar. Então, eh a é uma aposta muito eh clara no nossos potenciais, e na crença que, como a falou, a gente a gente pode conseguir avançar, né, mas tem alguma coisa que esbarra ainda e e tem uma interdição interna que a gente tem que vencer aí, né? Como não é, a gente tem que ter o cuidado para não literalizar isso e e perceber que o avançar às vezes ele eh nós espíritos nos encontramos aparentemente em situações muito difíceis ter olhar externo, mas isso não quer dizer que não se possa estar internamente avançando. De alguma maneira, eu eu me lembrei de um eh um dos capítulos de um livro da Amélia Rodrigues, acho que é Vivendo com Jesus, onde onde Thiago Thiago estudava bastante Thiago, né, estudava bastante, mas né, aquele Thago lá eh então sabia muito das das leis de Moisés, mas não conseguia ainda entender sobre aquele reino de Deus que que Jesus falava. e chegou em algum momento a perguntar: "Ah, mas como é que é isso, né?" Eh, então quer dizer que quando a gente morrer, vai ter um jardim de delícias. Falou algo assim, se baseando na na literatura, né? na no escrito mosaico. E Jesus vai falando então sobre esse reino que tá no nosso coração e vai trazendo justamente isso. E tem pessoas que aparentemente aí, claro, não me lembro, né, para para contar nas palavras lindas da Amélia Rodrigues, que que aparentemente eh estão em grande sofrimento, mas que o reino de Deus já mora dentro delas e vivem de uma forma muito plena com Jesus, com com o reino de Deus no coração. e outras que se dizem eh e em grandes tragédias

estão em grande sofrimento, mas que o reino de Deus já mora dentro delas e vivem de uma forma muito plena com Jesus, com com o reino de Deus no coração. e outras que se dizem eh e em grandes tragédias e que na verdade não tem nada demais, né? Só tem uma vida onde não reconhecem a realidade espiritual e aí ou tem algum revés de alguma forma, às vezes até doença, e não se encontram em paz. Então ele vai, né? Não, não sei contar com aquelas palavras bonitas. Jesus vai explicando para Thago isso e falando que realmente é uma questão de postura interna, de reconhecer os valores existenciais e de se entregar a uma vida de realmente servir a Deus no sentido de entender o que que é o reino de Deus no coração. E acho que isso é importante. Eu trago isso porque acho que isso é importante, porque eu fico pensando se às vezes, né, alguém escutando pode pensar eh em coisas externas e e não é disso que Jesus fala, né? na verdade ele fala de de onde tá nosso coração e a gente vê pessoas em situações que parecem muito difíceis, que eu, né, não sei como é que eu me portaria e que vivem plenamente a vida, né, que a gente almeja de Jesus no coração e outras que aparentemente têm tudo e que tem uma grande pobreza espiritual, uma grande inconsciência de sua capacidade. Então, como é importante a gente entender que não é literal isso que ele traz. Tu tava falando do coração, né? E eu lembrei de uns versos, uma canção que dizia assim, né? Vou levando assim que o acaso é amigo do meu coração quando fala comigo quando eu sei ouvir. Nós também precisamos estar dispostos a ouvir a vida. né? Estamos dispostos a reconhecer os sinais que a alma nos dá, as possibilidades de compreensão sobre nós mesmos. E ela diz, né, a fragilidade dessas almas que a pretexto essa própria fragilidade, às vezes preferem serem fogos, né, bastante tênis, frágeis ou que não aquecem ou que não são capazes de brilhar com mais intensidade no campo das realizações. Às vezes eu penso, por exemplo, na poesia de Pablo Neruda ou, por exemplo,

, bastante tênis, frágeis ou que não aquecem ou que não são capazes de brilhar com mais intensidade no campo das realizações. Às vezes eu penso, por exemplo, na poesia de Pablo Neruda ou, por exemplo, no volume de produção de vários autores que a gente conhece na história, seja na psicologia, seja na campo da filosofia. A gente vê que são almas que parece que estão ardendo, são almas que produzem, que encontraram caminhos de significação para si. E ela vai trazer essa ideia, né, que todo ser existencial ele tem um significado, né, na qual se inscrevem, ela traz o futuro, o presente e o passado articulados da forma como o espírito se expressa na compreensão de si e que são alicerces que estruturam a vida. Então, todos nós temos o nosso passado espiritual, todos nós temos as nossas aquisições. Nós não podemos nos eh debelar, fugir dessas circunstâncias, porque elas são estruturantes. a partir delas, sejam conquistas ou sejam ainda desafios ásperos da experiência de um passado, nós temos a possibilidade no presente de pensar se posso ser mais, se eu sou capaz de avançar, de sonhar, de acreditar, porque minha alma busca isso, o futuro pode ser melhor estruturado a partir dessas potências ainda, dessas conquistas que ela fala de perspectivas ainda não compreendidas dentro de nós. Então, o que eu vivi, pensei e senti, o que eu vivo, o que eu penso, o que eu sinto e o que eu desejo viver, né? Eu acho que essas coisas estão muito bem articuladas e muitas vezes os espíritos dizem, né, nós somos capazes, se acreditássemos mais em nós mesmos, de avançarmos passos significativos rumo a essa autoconsciência, essa autorrealização. Há muita timidez, há muito medo, há muita insegurança, mas o caminho de conhecer-se, de avaliar os próprios tesouros, eles são importantes para que a gente possa pensar no que somos capazes de fazer, né? >> É quando Joana no capítulo 4ro trabalha o homem sensório e versus o homem emocional, né? E essas emoções ainda quando vem ainda vem numa numa condição eh não elaborada ainda,

capazes de fazer, né? >> É quando Joana no capítulo 4ro trabalha o homem sensório e versus o homem emocional, né? E essas emoções ainda quando vem ainda vem numa numa condição eh não elaborada ainda, né? Eh, ela e e ela retoma agora, né, com o homem fisiológico e homem psicológico. Eu acho que tem uma questão aí importante que se por um lado essa lucidez, né, que ela propõe aqui, né, de eu poder ter uma meta, como tá dizendo, né, o que que eu quero da minha vida, o que que eu almejo, o que que eu aspiro, né, eu poder realmente reconhecer que isso é viável, né, olha, que tem um um uma direção, né, do que eu quero ser pro futuro, mas eh mesmo que eu almeje uma parte minha intenta, busca, eh, se reconheça nessa essa dimensão emocional e sensó eh é às vezes ela é muito forte ainda. E e então eu tenho realmente essa divisão que ela coloca aqui, né? De um lado eu tô mais consciente de mim mesmo, vislumbando por fila de nova. De outro lado tem meu meu inconsciente, aonde eu tô tomado por marcas do meu passado, né, que estão vivas. E aí eh eh eu tenho a lucidez cognitiva, mas eu não tenho a lucidez emocional, que é mais difícil de poder ter, né? Porque então eu quero, né? Eu eu leio o livro o livro aqui, eu leio eu leio eu leio o Evangelho, eu leio o que os espíritos me colocam e digo: "Puxa, que legal isso, que maravilha". E e mas emocionalmente eu tô ainda preso a às marcas que ou me gratificam ou que de uma certa maneira me paralisam, seja pelo medo, pela falta de confiança. E e eu acho que esse é é o grande desafio, né? eh sair eh de um de um processo que não é só um conhecer, um despertar para um para uma percepção nova, mas um um uma condição emocional. Se a gente não nutrir nossas emoções eh com com esse processo de relacionamento com o divino, se a gente não trazer Deus como uma experiência viva para dentro de nós numa relação mais próxima, fica difícil da gente poder dar esse salto, como tu falaste, né, Thaago? Então, acho importante realmente que a experiência

Deus como uma experiência viva para dentro de nós numa relação mais próxima, fica difícil da gente poder dar esse salto, como tu falaste, né, Thaago? Então, acho importante realmente que a experiência emocional seja trazida para perto a partir da desse contato mais próximo com Div. >> Isso vai muito ao encontro dessa frase que que ela traz aqui de vós sois deuses, né? poderis fazer tudo. Enfim, porque sem esse reconhecimento nosso, reconhecimento vivencial interno dessa realidade, fica difícil de colocar isso no mundo e e de realmente se movimentar. Eu eu fiquei pensando eh quando eu reli aqui a questão dos 60.000 pensamentos por dia, né? Vou vou ler aqui pro pessoal que tá nos ouvindo, né? que que daí o ser então procurando esse caminho vai se identificar com realidades que o fascinarão. Descobrirá que em média o ser humano experimenta 60.000 1000 pensamentos por dia, o que demonstra a grandeza, a majestade da sua organização mental. E assim ela segue. E eu fiquei pensando eh o quanto disso que que vocês estão trazendo, e o Gelson por último, o quanto é realmente difícil a gente eh romper com esses atavismos e com e com todo esse esse mundo, eh essa carga espiritual que a gente traz, carga no bom sentido e também no sentido da do que a gente tem que ultrapassar e transformar, né? Porque de 60.000, tem lugares que dizem 80.000, mas pensamentos por dia, a gente muitas vezes acaba se apegando eh justamente aqueles que nos colocam patinando na encarnação, né, por essas questões que estão sendo trazidas aqui. Então, o quanto é importante esse esse trabalho interno no sentido de reconhecimento mesmo e e o quanto de que a gente pode fazer diferente e o quanto isso, por outro lado, é um trabalho, como a gente costuma dizer, de formiguinha, né, ou como o Dr. Bezerra diz, pequenos passos, mas passos firmes e que a gente precisa começar a se experimentar nesse lugar. Então vamos ver como é que funciona. Mas para isso a gente tem que saber que às vezes vai errar, que às vezes vai ser

os, mas passos firmes e que a gente precisa começar a se experimentar nesse lugar. Então vamos ver como é que funciona. Mas para isso a gente tem que saber que às vezes vai errar, que às vezes vai ser difícil para ultrapassar essas barreiras desses atavismos, de dessas eh desses comportamentos que a gente tem e e pelo menos procurar se experimentar em outro lugar, romper com essa zona de conforto desses 60.000 1 pensamentos, a gente daí tenta puxar um que é melhor e ver como é que age, né? E claro, quando eu falo pensamento, a gente tá falando das forças da alma como um todo, pensamento, sentimento e vontade e e sair do da questão só do racional. Então, se por um lado, né, a gente traz essa questão pouco acima ali que ela fala que que fica então eh pendendo, né, entre esses se debatendo entre o ontem e o amanhã, é, se por um lado é difícil, por por outro lado, vamos usar aqui a a parte do pensamento, vamos supor, a gente tem 60.000 chances por dia, né? Então, que a gente aproveite de uma forma figurada 60.000 mil chances, né? Mas que que aproveite e vá se experimentando noutro em outro lugar, por mais difícil que seja. E e nem sempre a gente faz isso. Mas aí finalizando aqui minha minha digressão, né? Que a gente use de novo a Joana, né? Começa de onde está e vamos tentar então com o que a gente tem para agora. Não, não vamos pensar no que a gente errou, não vamos pensar lá na em onde exatamente a gente quer chegar. Vamos ver o que que nós temos de elementos hoje, sendo hoje e agora, essa horinha aqui, seja a hora que for, e usar disso para começar, mesmo que daqui a meia hora a gente, né, se atrapalhe de novo, vamos nos puxar de novo para essa esse nosso compromisso conosco mesmo e continuar nos empenhando, né? Me parece que essa é uma forma mais prática da gente realmente tentar romper com essas questões que são difíceis para todos, né? Eh, a interessante que ela que Joana nesse momento do texto ela vai dizer que de uma forma e tá ali, tá no subtexto, mas tá óbvio que é um desafio e não não

s questões que são difíceis para todos, né? Eh, a interessante que ela que Joana nesse momento do texto ela vai dizer que de uma forma e tá ali, tá no subtexto, mas tá óbvio que é um desafio e não não é uma tarefa simples. E ela fala dessas realidades com as quais nós podemos nos identificar e que podem nos seduzir. Elas podem ser fascinantes, porque toda experiência que temos em vida, ela pode ter um potencial de capturar a nossa a nossa atenção, né, de nos fazer bem, né, de nos agradar, de estimularmos a busca pela repetição da experiência, né? Então, como disse muito bem, né, querida, a ideia de um pensamento e pensar numa perspectiva de memória, muitas vezes nossas memórias eh, né, que aglutinam pensamentos, ideias, mas que traz uma representação afetiva emocional, elas são muito marcantes. Então, quando nós eh nos permitimos viver a vida, ela diz: "Olha, vocês terão um desafio que é tá vivendo um mundo material. com as suas perspectivas, suas necessidades e que envolve a ideia do ser fisiológico, mas que tá em relação com esse ser psicológico que sente, né, que pensa, que tem desejo, né? E e ela diz, é preciso buscar uma compreensão, então, do que é um tesouro que permanece pro espírito, que qualifica a experiência de consciência pro espírito, para experiências que têm o seu valor, mas elas são um caminho para realizações mais profundas. E nesse processo de buscarmos essa análise do que é importante, o que que realmente é necessário, o que que realmente permanece ou o que às vezes muitas vezes se tornam hábitos, vícios, necessidades que deveriam ser transitórias ou ter uma utilidade num processo do nosso crescimento se tornam estruturantes. Elas se tornam muitas vezes as nossas o nosso sentido significação de vida. Ela diz assim: "É claro que isso pode acontecer de que muitas vezes nós vamos identificar então com certas experiências e realidades que são marcantes e fascinantes, mas ela reforça a perspectiva. É importante que se faça essa avaliação, que passe a

e que muitas vezes nós vamos identificar então com certas experiências e realidades que são marcantes e fascinantes, mas ela reforça a perspectiva. É importante que se faça essa avaliação, que passe a compreender a vida, né? Que se faça uma leitura analítica do que do que que nós estamos pensando, para onde somos atraídos. o que que mobiliza as nossas emoções. E a partir disso a gente ir pensando filosoficamente o que que tem sentido para nós, porque ela tá dizendo, nós estamos buscando as bases paraa construção desse processo de nos realizarmos como espírito. E eu acho que esse processo de autoanálise, de autoleitura, de autocompreensão, ele é fundamental para que a gente possa compreender primeiro o que eu desejo, o que eu quero, né? Onde está o meu tesouro, onde onde onde eu aloco a realização da minha vida, né? É claro que isso é muito, isso é desafiador para todos nós e isso o que nos aproxima da nossa humanidade comum. Não é uma tarefa simples, não é ler esses textos aqui com e achar que o processo vai se dar com a rapidez que se espera, mas nós precisamos fazer essa análise reflexiva sobre por onde anda o nosso coração, por onde é que anda o nosso desejo, por onde é que anda nossas expectativas, que que a gente quer paraas nossas vidas. e a partir daí fazer essa separação entre o que fascina a alma, mas que muitas vezes é um é um fascínio vazio, né, como um fogo de artifício, ou aquilo que é significativo e mais profundo no campo dos sentimentos e das aquisições do espírito, né? E acho que tem duas coisas que estão falando em especial isso que tá trazendo agora, né, que tu falaste antes também, Thaago, que é a questão da insegurança e da autoafirmação de uma identidade, porque nós buscamos o reconhecimento, ou seja, esse ser que tá se construindo, ele parte de referências. Então, tu se constitui uma identidade a partir de coisas que tu reconhece que são você, né? Então, eh, abrir mão de do passado pode gerar o medo de abrir mão desse lugar que tu te reconhece.

erências. Então, tu se constitui uma identidade a partir de coisas que tu reconhece que são você, né? Então, eh, abrir mão de do passado pode gerar o medo de abrir mão desse lugar que tu te reconhece. E eu não me reconheço lá ainda, então eu não sou aquele futuro, eh, mas não tenho força de abrir mão ainda desse passado que tá vivo na minha memória, como tem elementos emocionais afetivos. Então, eh, me parece que uma das grandes questões aí que contrapõe essa busca amorosa e de confiança, de fé, que Joana coloca aqui no sentido de tu poder realmente se de se se te permitir ter a a autoconfiança e a fé é o medo. contra todo o amor tão o medo. O medo e o amor são antagônicos aqui. E então e eu eu tenho aqui garantia que eu tenho uma coisinha lá que me gratificou. Puxa, né? né? É uma coisa eh aí, mas eu ainda não tô convencido porque apesar da exaustão que você me deu, do sofrimento que isso me dá, do trabalho que você me dá, que é isso, que isso ainda não é mais vantajoso, que tem outro caminho que seja melhor. Eu ainda tô tomado para aquela sensação boa e do reconhecimento de um caminho que eu já conheço, que eu já sei e que me confirma quem eu sou, né? bem ou mal, o mundo me reconhece a partir desse lugar. Então, essa desconstrução, e a vida exige isso porque o mas a vida é um processo dinâmico de morte e vida, de mudança, né? A vida tá, o universo tá sempre em mudança, em transformação, mas essa consciência transformadora da da lagarta que vira borboleta, né, que é uma imagem que tá presente em nossa vida, né, parece que a gente não consegue ainda eh eh assimilar que a gente tá em transformação, querendo ou não, né, eh, evitando ou não isso. A gente tá sendo afetado. a gente tá mobilizado, tem um anseio que nos move internamente, então a transformação vai acontecer como como tá lá, né, no na proposta eh trazendo por causa há uma lei de evolução. A gente não pode estancar essa lei, mas a gente não começa surfar nela ainda, né? por esse medo, essa desconfiança ainda aqui em relação

é, no na proposta eh trazendo por causa há uma lei de evolução. A gente não pode estancar essa lei, mas a gente não começa surfar nela ainda, né? por esse medo, essa desconfiança ainda aqui em relação a esse amor, tem essa essa questão de de transição, de travessia e transformação, como né, tá sendo trazida aqui desse momento, né, que eu já não me reconheço, mas já tô em crise. ser interexistencial. Estou em crise, já não, já vejo que existem outros valores e que eu quero muito, mas eu preciso fazer um movimento para chegar até aquele lugar. E e essa transição eh é que é muitas vezes difícil e paralisa, né? Então, eh, essas pontes que a gente precisa criar entre quem eu já não me reconheço mais e como eu gostaria de ser, elas às vezes têm que ser tecidas nesses nesses pequenos momentos mesmo, pequenos gestos que vão nos nos colocando num lugar aos poucos de transformação, porque é bem como o Gelson trouxe, a gente vai ser arrastado ou vai com consciência. Então é da lei que a gente vai evoluindo, mas nessas crises, o o homem, né, o nós em em plena crise, nessas crises, realmente é pra gente perceber que é um momento de muito ganho, de uma mudança que é positiva. É preciso que a gente entre em contato com valores que são do ser espiritual e psicológico, que não são valores externos, senão a única coisa que resta é aquilo que a gente já conhece mesmo, né? E aí a tendência é retornar para aquele local eh conhecido. Então, eh vai chegar o momento da morte, que, como ela diz aqui, a grande devoradora da vida, que a gente vai se dar conta que o que é devorado, na verdade são questões que de uma forma ou de outra passariam. Então, vai chegar um momento em que a gente vai precisar lidar com essa questão de que a verdadeira doença, verdadeira pobreza e assim por diante, ela tá ligada à não percepção desses valores espirituais, né? Eh, e aí eu fico pensando, né, como é que como que seria menos difícil a gente fazer isso e parar, por exemplo, eh usar as outras pessoas como exemplos, mas não

rcepção desses valores espirituais, né? Eh, e aí eu fico pensando, né, como é que como que seria menos difícil a gente fazer isso e parar, por exemplo, eh usar as outras pessoas como exemplos, mas não como comparação, né, e realmente seguir um caminho que ao mesmo tempo que que é de cooperação é único, né? Eu eu lembro eh Teresinha de Jesus, que eu gosto muito, que com 24 anos já tinha não só escrito tudo que ela deixou para nós e todo esse legado de amor, mas também a época que ela tava desencarnando. E aí eu fico pensando, me comparando com os meus 24 anos, né, o quanto não tinha consciência nenhuma. E e não é assim que a gente também tem que pensar, né, que eh agora é outra geração, mas enfim, eh pensar que cada um tem seu caminho, que a gente aprenda então com os espíritos, mas entenda que são exemplos e não fique usando fatores de comparação para conosco, né? Trouxe a Terezinha porque me lembro que quando eu vi a idade dela e me comparei comigo, eu pensei: "Nossa, não vai dar certo", né? Aí na verdade cada um tem seu caminho mesmo, né? >> A Joana vai trabalhar três signos, né, querida, no final desse texto, que são muito importantes para que a gente possa pensar ou viver o que é se realizar. E são circunstâncias que ela traz. A doença que lá no início desse livro trabalhamos, lembra? Questão de doenças e saúde como o fenômeno da vida. o processo do envelhecer e a questão da morte, como você citou, a doença aqui, ela vai estar reafirmando, a doença faz parte da vida, seja em condições provacionais, que intercorrências que possam, né, chegar a nós, seja também por meio dos dramas expiatórios. mesmo assim, ela tá fazendo um convite a uma reflexão sobre nova forma, novas formas de entendermos e lidarmos com o adoecer, né, para que a gente possa, porque muitas vezes, né, amigos, eh lidar com doença não é fácil, não é não é uma situação, é desafiador pro espírito em certas condições, né? Então, e que levam às vezes a conflitos, a dificuldades, a estagnações, né, a processo até de adoecimento

ença não é fácil, não é não é uma situação, é desafiador pro espírito em certas condições, né? Então, e que levam às vezes a conflitos, a dificuldades, a estagnações, né, a processo até de adoecimento psicológico. Então o convite dela é que nessa jornada da alma, em busca de realização, uma das bases de referência é que a nossa relação, embora seja com doença, o nosso envelhecer, com a própria morte, possa passar por um processo de ressignificação dessas experiências em vida. Porque se nós formos pensar, doença, envelhecimento e morte são signos hoje na nossa cultura condenados. né? Eles são vistos como condições negativas, seja em contraposição à felicidade, seja uma contraposição que seja um sucesso de realização em vida, seja uma contraposição sobre o que é saúde, quando na verdade a própria Joana já nos falou que às vezes a própria condição da doença não evita que nós tenhamos saúde no sentido espiritual. Então o esse essa parte final do texto, ela é muito importante e singular quanto às reflexões que ela faz sobre importantes componentes da experiência humana, que às vezes são ásperos, tão difíceis, mas eles estão necessários ponto de vista do que é o viver, né? Agora, interessante nessa história toda, eh, como ela tá mostrando que esse embate do ser fisiológico com o ser psicológico, ele realmente é algo difícil e profundo, porque como a gente tem essa busca de identidade, a gente tá preso essa concretude que é a matéria, né? Uma matéria ainda ela ganha um valor e ela tem um valor muito grande mesmo do ponto de vista da experiência humana, mas como ela nos confunde, né, ela nos entorpece e a gente acaba pegando ela como referência do ser. Isso que o João diz, olha, tá dizendo assim, então já que a gente tem 60.000 1 pensamentos por dia, procure orbitar nessa ideia de tu questionar alguns pensamentos. Por que que tu tem medo de envelhecer, de empobrecer e de morrer? Porque são mesos que realmente são muito comuns na vida da gente, né? Eh, por que que eu tenho

ia de tu questionar alguns pensamentos. Por que que tu tem medo de envelhecer, de empobrecer e de morrer? Porque são mesos que realmente são muito comuns na vida da gente, né? Eh, por que que eu tenho medo de de envelhecer? Por que que me dá pavor a ideia de de de de empobrecer? Então, eu acho que e é um uma proposta muito rica e sábia dela de questionar essa identificação com esse com com ess com essa dimensão concreta e literal da da da nossa realidade material, né? Porque eh com certeza se eu fazer se eu me fazer perguntas eu vou chegar em resposta. Mas só só vou chegar em respostas se eu me permitir perguntar. Como é que eu vou ter resposta se eu não se eu não se não perguntar? Então J olas querem ter resposta, mas primeiro tem que saber perguntar, né? Então, direcionem o pensamento de vocês, né, para avaliar isso, para relativizar isso. Mas Gelson, tu não tu tá com medo de envelhecer, cara, mas não é o corpo. O que que tá aí então nessa história toda, né, que tu tá botando no corpo aí, né? Tu tu acredita ou não que tu é um espírito, que o teu corpo é transitório? Então, por que que isso tá ganhando uma dimensão de tamanho valor a ponto de te gerar ansiedade, né? E e se a gente vai avançando, a gente vai indo, vai indo. Então, acho que a proposta aqui, né, é reconhecer realmente que há uma necessidade. E a Joana diz bem lá no no quando ela começa a introduzir o assunto, ela reconhecerá a necessidade de ser pessoa e não máquina. Então, tem uma necessidade dentro de mim. E que necessidade é essa? É de ser confirmado na minha identidade e que essa identidade passa pela pelo meu corpo pelo por fazer eu sair envelhecendo e me e me parecer menos atraente ou menos poderoso ou menos capaz, né? E aí poder olhar para isso e poder entender onde tá minha minha minha meu o meu lado interessante, a minha capacidade, meus recursos verdadeiros. E porque de uma certa maneira aí a gente entra nessa questão do quanto eh a a gente troca o amor por nós mesmos e o amor de Deus pelo amor dos outros.

e, a minha capacidade, meus recursos verdadeiros. E porque de uma certa maneira aí a gente entra nessa questão do quanto eh a a gente troca o amor por nós mesmos e o amor de Deus pelo amor dos outros. E e e e na a gente faz e ela propõe lá no capítulo 4 a a viagem interior, que a gente começa a fazer essa viagem interna, a gente vai realmente encontrando o caminho essencial do amor e da consciência do ser, que nos dá liberdade capaz de transcender daí todas essas dimensões aqui que ela tá colocando da morte, da pobreza e do envelhecimento. E ela vai ser enfática. Olha, tem medo da da pobreza, mas a a pior pobreza, a mais a verdadeira é a interior, né? Aí ela dá um chacoalhaço na gente. >> Bem importante e essa essa frase quando ela traz lá no final eh desse parágrafo, os verdadeiros pobres perderam a razão de viver e entregam-se honestamente aos prazeres perturbadores, gozos desgastantes, aos jogos da ilusão cansativa. E não só esses são os verdadeiros pobres, aquele que abandona a si mesmo, Às vezes mesmo em um jogo, eh, outro que não esse tão abertamente também, eh, está em uma grande pobreza espiritual justamente por perder a conexão com Deus, que é conexão consigo mesmo também, né? Então, acho isso importante lembrar, porque os verdadeiros pobres não são só aqueles que se entregam aos prazeres perturbadores, gostos desgastantes. E esses são sim, mas muitas vezes a gente faz jogos, o nosso ego, né, faz jogos conosco mesmo e a gente usa de justificativas para se afastar de de um de um processo de autodescobrimento, autorrealização e de e de comunhão conosco e com o divino, como se estivesse a serviço de Deus. E se a gente for olhar com mais afinco, com mais cuidado, entendendo melhor a mensagem real que Jesus nos trouxe, não é bem assim. Então a gente é eh eu acho muito importante que esse esse questionamento ele seja contínuo nosso para conosco mesmo e as nossas atitudes, porque nem sempre esse jogo é tão escrachado assim de de pobreza espiritual, né? Talvez essa seja um das umas um dos

sse questionamento ele seja contínuo nosso para conosco mesmo e as nossas atitudes, porque nem sempre esse jogo é tão escrachado assim de de pobreza espiritual, né? Talvez essa seja um das umas um dos grandes paradoxos filosóficos se fomos pensar da vida, né? Eh, o que fazemos da vida é o que qualifica o que é o que qualifica o brilhar da nossa alma, né? Então, a ideia de que não é se você reencarna em uma situação de miserabilidade social ou se você reencarna na condição de ter riqueza material ou acesso a bens com mais facilidade. É a forma como você experiencia essa experiência. É a forma como de fato o espírito tá sendo lapidado nesse processo, né? Eu me recordo de uma experiência que, se não me engano, uma experiência que o Chico narrava de duas senhoras muito pobres, muito miseráveis socialmente, que dava assistência. E se quem olhasse para elas, talvez o mundo não daria nada para elas, não daria valor nenhum para elas. Mas parece que quando elas desdobravam espiritualmente eram espíritos alegres, espíritos com uma certa lucidez, mesmo encravados em uma experiência de pobreza material, né? Então, a ideia de que o que de fato está acontecendo no campo da alma eh não significa que é a posição que se ocupa no mundo, né? Então, as posições elas são transitórias e elas podem no campo experiem muito importantes, né? Então, eh, talvez aquilo que o Sart dizia, né? É mais o que você faz com aquilo que te acontece, que transforma você num potencial de ser uma pessoa nova, uma pessoa melhor, mais consciente. Então é a ideia de qualificarmos, porque às vezes os grandes ricos do mundo, né, eles possivelmente podem chegar no mundo espiritual com uma pobreza espiritual imensa. Por acaso, amigos, compartilhar com vocês. Hoje estava lendo um pouco sobre a história de Oscar Schindler e é interessante que o filme não mostra isso, mas quando acaba a guerra ele ele sai da Alemanha e ele vai pra Argentina, onde ele viu uma situação de muita quase pobreza, não tinha nada. E ele novamente

é interessante que o filme não mostra isso, mas quando acaba a guerra ele ele sai da Alemanha e ele vai pra Argentina, onde ele viu uma situação de muita quase pobreza, não tinha nada. E ele novamente começa um processo de tentar ter condições materiais. E aí que vem, né, a riqueza da experiência de ter assistido e dado eh salvaguarda a tanto judeus, fez que ele fosse uma pessoa que sempre fosse protegido e buscado pelos judeus. Então ele era uma pessoa que era auxiliada. Mas assim, as intermitências ou os reves da vida no mostra também em ocasiões em que nós estamos sendo testados do campo da alma sobre, vamos ver quanto a gente consegue assimilar dessas experiências, né? A escassez, a abundância, o amor, a traição, né? O abandono, né? O apaixonamento. Acho que tudo aquilo que nos faz nos possibilita contato com a realidade, com a vida, com o outro. pode ser de fato impulsionador ou não, depende da nossa posição perante a vida, como a gente de fato ou constrói possibilidades, né? >> É, isso tá muito bem eh colocado eh no último parte aqui do do item, né? Quando a benfeitura traz o último parágraf diz: "É indispensável estar acordado, desperto para a realidade do ser. consciente das suas responsabilidades e objetivos reais nos desafios existenciais, encontrando todos os significados e desenvolvendo-se. Então acho que é bem isso, né, da gente poder lembrar em cada experiência da vida, né, a dimensão do ser ali presente e extrair aí a partir da partir do ser o que a vida pode nos dar e poder a partir disso também dialogar eh de forma a que a realidade do ser, né, nessa dimensão então psicológica, espiritual, possa ser o lugar central da experiência, né? Mesmo que seja atravessada pelo corpo, pela pobreza, né? Como tá dizendo a Thago, independente da da situação que nos coloca, a beleza ou a feiura, a riqueza ou a pobreza, são estados e experiências e condições da alma poder experimentar, mas a gente não pode estar preso, identificado literalmente com essas imagens. são imagens

eleza ou a feiura, a riqueza ou a pobreza, são estados e experiências e condições da alma poder experimentar, mas a gente não pode estar preso, identificado literalmente com essas imagens. são imagens do campo existencial da qual nos atravessam como forma de realmente mobilizar processos internos. Mas gente, não é isso, né? Então, eu acho que é bem interessante esse final aqui da benfeitora, porque é como se a gente tivesse que realmente eh ter essa lucidez, né, esse estar acordado que ela coloca assim, né, dessa consciência da nossa dimensão e trazendo ela para cada momento e cada situação para que isso possa realmente margear e fundamentar a nossa caminhada evolutiva. né? Mais alguma, alguma questão, mais alguma colocação para finalizar o nosso encontro? Eh, rapidamente eu gostaria de lembrar que a gente falou, nós falamos bastante no no âmbito pessoal e começa conosco. Eh, mas até a frase é um pouco lugar comum, mas assim, se nós queremos realmente um mundo melhor, com outra vibração, esse mundo precisa começar em nós. Então, a gente precisa entender que essa transformação começa em nós e que sempre é possível fazer alguma coisa, né? Então, se a gente quer realmente outra realidade, eh, tem que começar conosco sempre, né? >> Muito bem. É isso aí. Então, agradecemos a ti, Guadalupe, a também Thaago, por esse momento aí que é brilhante. esse material trazido pela prefeitora e que vocês possam continuar conosco. A gente agradece a colaboração também de vocês, porque esse projeto que a mansão oferece não existe sem a colaboração das pessoas que estão aqui nos assistindo, lendo, estudando Jana junto. Então, que possamos construir esse caminho de reflexões, que isso pode redundar também realmente em uma vida mais rica para todos nós. Um grande abraço a todos e até o próximo encontro. Ah.

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