T7:E28 • Autodescobrimento • Os sentimentos: Amigos ou adversários (parte 2)
No episódio 28 da sétima temporada da série "Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis", Gelson Roberto, Guadalupe Amaral e Tiago Rizzotto dão continuidade ao estudo do capítulo 11 da obra "Autodescobrimento: Uma Busca Interior", de Joanna de Ângelis. Nesta segunda parte de "Os sentimentos: Amigos ou adversários", o item "Os sofrimentos" é analisado. O episódio traz uma reflexão profunda sobre o papel dos sofrimentos na jornada evolutiva, mostrando como enfrentá-los pode fortalecer o espírito e abrir caminhos para o autoconhecimento, transformando desafios em oportunidades de crescimento e sabedoria. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #autodescobrimento #sentimentos #sofrimentos
bem-vindo a todos nosso abraço carinhoso a vocês que estão conosco nesse estudo da série psicológica Joana deangelo né hoje conosco a Guadalupe e o Tiago nesse mais um encontro eh que estamos estudando autodescobrimento Capítulo 11 os sentimentos amigos ou adversários então estamos dando continuidade ao encontro anterior divou sobre o amor e hoje né Guadalupe Thiago nós vamos trabalhar um tema também muito presente né Sempre atual para todos nós e Fundamental que é os Sofrimentos né tema que a benfeitora já trabalhou no livro plenitude e agora ela retoma dando uma nova ênfase a esse tema e trazendo novos elementos paraa gente poder refletir né um tema Então realmente que eh importa a gente voltar já que grande parte da experiência humana se faz a partir da dor né Essa dor que desperta que faz refletir que pesa né E que de uma certa maneira obriga a nós a se dobrar sobre nós mesmos e buscar novos caminhos para superar a dor então de uma certa maneira o que que a benfeitora tá colocando aqui que as dores né ou seja o sofrimento são ocorrências naturais do processo evolutivo né então a gente tem uma tendência de ver a dor só como uma questão cármica né e a gente vê que não né que de uma certa maneira a dor é um mecanismo eh um grande Agente né evolutivo do Espírito já que Desapega liberta dos dos Apegos dos Desejos das Sensações provocando rupturas em padrões viciados ajudando a gente aí arrancando né a nossa animalidade e despertar Nossa consciência Pelo menos é o que me parece que ela deixa Claro aqui nesse item não sei como é que vocês tão percebendo aqui a a proposta da benfeitora né Vamos falar um pouquinho sobre esse assunto então podemos então né Compartilhar algumas impressões eu acho que existe uma grande Pergunta eh que a doutrina espírita traz que é em relação do por sofremos mas a a a a a benfeitora ela parece que faz uma jornada nesse esse subtópico mostrando um lugar em que os Sofrimentos eles são parte da natureza da vida então a vida parece que se organiza e se estrutura também por meio
itora ela parece que faz uma jornada nesse esse subtópico mostrando um lugar em que os Sofrimentos eles são parte da natureza da vida então a vida parece que se organiza e se estrutura também por meio das faixas em que dores e Sofrimentos eles vêm como input né eles vêm como como elementos que circunscrevem e inscrevem-se na experiência e E desde as faixas primárias ela cita isso né no sentido de outras faixas em que o princípio espiritual é experimentado pela matéria então quando a gente pensa então que os Sofrimentos eles são ocorrências naturais da evolução nós podemos pensar então que a dicotomia bem e mal no sentido de valoros do que é a experiência do sofrimento ela tem que ser relativizada em relação a um lugar de como que os Sofrimentos então eles fazem parte disso fazem parte desse é mais um componente que organiza a experiência do princípio inteligente né pro processo de evolução do Espírito então a gente não pode a gente não pode perder isso de vista porque isso é um isso é um eixo estruturante muito importante em relação a compreensão do porquê do sofrimento na jornada do Espírito eh isso acho bem interessante porque ela já vem quebrando a forma de de nós vermos o sofrimento dentro da religiosidade mais antiga já traz como natural né o sofrimento são ocorrências naturais do processo evolutivo como né o Thiago já tava elaborando e a partir daí já vem esse convite para que a gente Olhe eh desse lugar de que vem como um educador de que vem como uma oportunidade de nós refazermos o caminho quando necessário e perceber que existe um sentido por trás Então esse é o primeiro ponto que me chama atenção nesse subitem aqui né trazer o quanto é natural e o quanto é faz parte da vida que evolução e o sofrimento vai então fazendo esse esse movimento esse movimento de atrito esse movimento de contraste de escolhas e assim por diante e outra questão que que me chama atenção aqui também nessa forma que ela tá nos trazendo é o quanto apesar de ser extremamente sintética na na fala e em
nto de contraste de escolhas e assim por diante e outra questão que que me chama atenção aqui também nessa forma que ela tá nos trazendo é o quanto apesar de ser extremamente sintética na na fala e em poucas palavras trazer muitas informações ela também nos ajuda e traz de forma didática formas de nós nos relacionarmos com Sofrimentos então ela vai subdividindo físicos Morais emocionais e espirituais e claro que a gente sabe né que acabam não não são tão estratificados assim mas isso eu achei interessante porque nos ajuda muito a pensar a partir do nosso da nossa evolução né e onde é que nós estamos e o que que nós conhecemos mais na parte física moral onde é que as questões se mesclam para que a gente vá fazendo esse exercício de trazer paraa nossa vida toda essa dinâmica todo esse questionamento a respeito do sofrimento Então acho que é bem bem educativo né esse esse subito é interessante que ela coloca o sofrimento logo depois do sub subtítulo do tem amor né Então realmente né o amor como a dor tem essa função fundamental né de conservação Coesão e renovação da vida né então é parte integrante do funcionamento orgânico do universo né então Eh e assim como o amor tem escalas né que envolvem condições espirituais de quem ama né também o sofrimento aqui eh eh fala de um de um tipo de consciência de um estilo de consciência né ou seja eh tem lá no evangelho né um bem e o mal sofrer então a gente pode dizer que o sofrimento é a forma como a gente vive a dor a gente podia até fazer uma uma uma distinção entre a dor como aquilo que é parte das limitações do enfrentamento e das imposições que a vida nos coloca que são desagradáveis e e e e que geram né então desconforto e o sofrimento é a capacidade é a condição de viver a dor ou seja o sofrimento é a subjetividade como cada um vai viver essa experiência da dor né E aí vários tipos de Dores vários tipos de de sofrimento e vários níveis e forma de sofrer como ela vai desenvolver aqui ao longo desse item né eh tem algo que me chama atenção nesse
riência da dor né E aí vários tipos de Dores vários tipos de de sofrimento e vários níveis e forma de sofrer como ela vai desenvolver aqui ao longo desse item né eh tem algo que me chama atenção nesse conjunto dos dois parágrafos iniciais em que ela inicia esse subtópico em que ela mostra esse escalonamento da complexação ou a condição mais complexa que o o princípio inteligente vai adquirindo a partir das experiências em que por exemplo a experiência né vegetal animal ela sem dúvida tem uma expressão de como esse atrito essa né esse entrechoque material provoca uma sensibilidade provoca dor nos animais mas ela avança para um campo que é um campo eh essencialmente humano que a capacidade de perguntar sobre o que é a própria dor né esse sofar sobre a dor por que que eu sofro um cachorro quando sofre uma agressão um gato quando é ferido ele não fica elucubrando sobre porque ele está naquela condição ele reage é o que ela fala em torno dessas condições em que as dores físicas são muito ainda eh o princípio inteligente não tem ainda eh funções Vamos colocar assim que ele consiga de fato compreender o que são esses processos e que ela diz é essas percepções emocionais as percepções Morais em que a gente valora isso e Esse aspecto tu traz Gelson de que o sofrimento então é uma espécie de uma como que subjetivamente nós vamos vivenciando a experiência de dor faz todo sentido porque a própria Joana De Angeles espírito que tá presente lá no Evangelho Segundo espiritismo como um espírito amigo ela escreve sobre isso dizendo que a dor é uma bênção que Deus envia aos seus eleitos Uhum E essa frase é muito poderosa porque ela diz assim existem almas que já estão Preparadas subjetivamente para compreender as dores e passar por certos processos de Sofrimento em que elas compreendem moral emocionalmente como processos que são do processo evolutivo são experiências que vão fortalecer a alma como novas compreensões mais profundas do ser e do e do e do do sentir então quando a gente
moral emocionalmente como processos que são do processo evolutivo são experiências que vão fortalecer a alma como novas compreensões mais profundas do ser e do e do e do do sentir então quando a gente pensa em eh essas subdivisões que ela nos traz ela também tá dizendo que essas transmutações experienciais Elas têm a ver com a condição que o princípio inteligente se encontra de como é capaz de compreender de codificar de expressar essas reações e na condição humana se torna muito complexo isso né pregando valores intelectivos eh fatores cognitivos fatores emocionais sentimentais e até os últimos espirituais uhum com certeza é interessante isso né thago que justamente né é como se fosse realmente uma uma uma interação de forças né como falou em atrito em embate né e a gente vê assim como o artista né ter que martelar a pedra parair a sua beleza e da forma né então de uma certa maneira a dor eh envolve muito esse plasmar né esse desvelar dos do do do que tá dentro da gente impotência então é como se a dor pudesse tocar realmente profundamente a nossa alma né e e e de uma certa maneira promover a evolução né e na medid que a evolução vai se dando a gente vai progressivamente superando a dor Então ela desperta a nossa sensibilidade desperta as questões e e e elementos que habitam o nosso ser e faz a gente movimentar energia para depois a gente lidando com ela aprender a superar e eh ter uma relação mais muito diferente do que a gente tinha lá no início da nossa caminhada né Eu acho acho tão bonita assim a a perfeição da obra porque voltando para essa dor mais inicial do ser bruto mas que de alguma forma também faz parte de nós mais ligado às questões físicas mesmo eh o quanto a dor ela é protetiva a ponto de que se nós não sentíssemos dor nós teríamos uma vida muito complicada nos machucamos eh enfim né É uma doença né a gente não sentir dor é uma doença bem grave então o quanto ela protege já a priori E isso nós poderíamos levar essa questão da dor no corpo físico Todos nós temos em maior ou menor
é É uma doença né a gente não sentir dor é uma doença bem grave então o quanto ela protege já a priori E isso nós poderíamos levar essa questão da dor no corpo físico Todos nós temos em maior ou menor grau cada um dentro do seu grau de tolerância levar PR as questões então Morais emocionais e espirituais entendendo se eu entendo que que a dor no meu corpo ela ela é ruim né ela não é prazerosa mas ela me protege da mesma forma essas dores da alma também tem esse fator eh protetivo de nos nos alertar de de nos eh eh convidar a mudar o caminho a olhar melhor ou mesmo criar consciência por outras questões Então acho muito bonito isso que que é é algo que só vai se repetindo de uma forma cada vez mais depurada a mesma dor ali instintiva reflexa ela vai se elaborando mais e vai se tornando então um mecanismo de evolução cada vez mais é puramente espiritual né até que ela eh já pode até continuar existindo Mas sem o sofrimento né Então realmente só com aquela vivência da educação e do seguir adiante olhando pro passado analisando que aconteceu ali mas prospectando no futuro percebendo que ampliou a consci ccia e e e questões assim nesse sentido Então acho acho bem interessante essa analogia né a gente sabe que botando o dedo no fogo queima né e assim por diante Mas às vezes não entende né esses esses outros fogos que queimam os gelos que queimam né Eh emocionais E então Acho interessante fazer essa analogia é interessante né e ela começa falando realmente daí da da dor física né no campo físico né que que é natural que realmente como tá falando né Guadalupe de que em função da organisação celular que vai envelhecendo da fragilidade do corpo frente à invasão de alguma bactéria de algum vírus as transformações inerentes né da da dinâmica da vida né e e assim né essa esse encontro de naturezas né A minha natureza de repente é sensível a um veneno que o outro animal não é sensível à aquele veneno Então nesse momento eu vou conhecendo a minha natureza então a dor física ajuda de um lado a conhecer a
nha natureza de repente é sensível a um veneno que o outro animal não é sensível à aquele veneno Então nesse momento eu vou conhecendo a minha natureza então a dor física ajuda de um lado a conhecer a minha natureza como eu poder me proteger né e e saber que eu passei do limite ou que eu tenho uma certa condição que me faz reconhecer que aquilo é maior do que eu ou que o meu corpo reage mal com aquele elemento e poder aprender a me relacionar n Diferentemente aquela natureza né então esse afetamento de natureza né como o mundo me afeta como afeta o mundo e na dor eu aprender a autorregular isso né poder regular e dentro desse processo da dor física né h a questão do desconforto do desconforto que daí acaba imprimindo né do ponto de vista da minha sensibilidade Sensações né que são desagradáveis né E como eu lido com elas também daí de uma certa maneira com a dor física vem a descoberta da minha capacidade puo é demais ou ou é tranquilo para me suportar isso eu tenho paciência não tenho paciência né daí ela fala do desespero e da Alucinação quando a ainda primitiva que não consegue né acolher E dialogar com isso reagindo com rebeldia né com com né E aí ela começa realmente também aí né a revelação da da nossa condição né da nossa realidade quando a dor aporta assim na nossa vida né é como que se na nessa condição humana surgissem eh eh pelo pensamento pela capacidade de pensar sobre a própria condição eh estágios conscienciais né Eh qualidades de consciência em torno da própria experiência e isso nos ajuda a pensar por exemplo que às vezes alguém ou dois indivíduos que estão vivenciando condições clínicas muito parecidas Vamos pensar por exemplo uma um câncer na região gastrointestinal e que a gente sabe que às vezes produz muit muita dor física eh cada um deles Dependendo da forma como esteja se relacionando com essa doença pensando aqui no campo prático de uma experiência terão reações muito diferentes ela mostra aqui que esse ser humano ainda pouco elaborado pouco
do da forma como esteja se relacionando com essa doença pensando aqui no campo prático de uma experiência terão reações muito diferentes ela mostra aqui que esse ser humano ainda pouco elaborado pouco sensibilizado pouco amadurecido psicologicamente ele tende a reagir pensando numa imagem ele tem a reagir como os animais reagem né quando estão feridos eles num instinto de autoproteção tendem Às vez a atacar ou estão sentindo dores tendem a ferir uma vez curiosamente eu tinha duas dois Dash hounds e eles começaram a se brigar entre eles fui separá-los consegui separá-los eram cachorros pequenos levantei uma para proteger que era Menorzinha a outra veio pulou mordeu essa outra que tava no meu colo e essa primeira coisa que ela viu na frente ela mordeu para se proteger né mas feja uma esquiva para afastar essa dor que ela tava sentindo e ela mordeu as minhas mãos mas eu pensei eu não posso soltá-la porque se eu soltá-la ela pode se machucar mais com essa espand aqui embaixo então ficou aquele dilema eu tenho que sustentar essa dor por mais foi difícil porque ela mordeu todos os meus dedos e eu sustentando aqui eu tive que correr com ela para um outro lugar e é interessante a gente passa em diversas situações de vida em que as nossas dores aqui eu citei dores físicas mas as dores Morais também elas elas são e esse campo de prova e teste até onde a gente consegue ir nesse processo de lidar né a Joana vai prosseguir dizendo daqui a pouco sobre a capacidade como nós mentalmente conseguimos às vezes eh trabalhar como lidar com ess com essas dores o que já mostra como que na condição humana nós somos portadores de uma potencialidade de um manejo que tem a ver com esse ponto inicial que você trouxe né Gelson como que nós subjetivamente lidamos às vezes uma dor de estômago provoca revolta em alguém não aceita durando muito fica irritadiço outros Parece que eles se encapsulam ficam ali né então é muito individual esse processo né é interessante que realmente né a gente pode dizer que é
em alguém não aceita durando muito fica irritadiço outros Parece que eles se encapsulam ficam ali né então é muito individual esse processo né é interessante que realmente né a gente pode dizer que é que a dor constrange né ela provoca né ou seja e ela nunca vai sair da vida né faz parte da nossa realidade então eh a gente não tem como evitar a dor no sentido de que em algum momento alguma situação vai nos constranger essa sensação desagradável ou incômoda né ou ou dolorosa mas o que o que que faz esse constrangimento né a gente tem que lidar com ele tentativas erros acerto mas existe um único caminho né possível que é o progresso do homem né então a dor realmente como no teu caso né Eh tu foi mordido pela cachorrinha Mas tu teve que que tinha um contexto maior ali que tu teve que lidar e superar aquela dor e no do equilíbrio e da solução do impasse que estava acontecendo Então de uma certa maneira é isso que vai acontecendo esse choque de reações né Tem uma elasticidade né que e e que é a nossa capacidade E no caso de Deus a gente chama de misericórdia divina porque ele também nos ajuda a também a lidar com a dor em muitos momentos né pra gente poder realmente né Eh encontrar possibilidades né de poder desenvolver as riquezas que habitam e desvelar a nossa natureza essencial e bela que que a Don nos ensina né Realmente a reconhecer né Lando que no final da das contas são questões nossas mas que envolvem de uma forma ou de outra terceiros como a gente diz na maioria das vezes então a gente precisa ter muito cuidado na nossa postura e nem colocá-la para fora nem tercerizar esse sofrimento e nem nos encastoar a ponto de não eh agir em pró da nossa evolução da da tentativa de buscar uma saída criativa para esse momento e esses são dois são dois comportamentos que a gente precisa cuid D quando tá nessa Nessas questões ligadas à dor que nós de uma forma ou de outra acabamos né sendo visitados que é colocar a culpa no mundo ou achar que a gente não tem eh potência Divina né do
a cuid D quando tá nessa Nessas questões ligadas à dor que nós de uma forma ou de outra acabamos né sendo visitados que é colocar a culpa no mundo ou achar que a gente não tem eh potência Divina né do Deus que habita em nós para ultrapassar isso Lembrando que é claro e Que bom que a gente tenha pessoas que nos auxiliem né E é claro que muitas vezes nós vamos ficar mais introspectivos mas que que o nosso padrão de de ação de comportamento seja de confiança de fé de perseverança de realmente entender que existe um motivo para que aquilo aconteça de entender sobre o amor né o capítulo anterior aí e o capítulo de sempre né sobre o amor que acaba embalando essas situações para que a gente realmente não não coloque nem no mundo e nem achea que não tem como ultrapassar né então isso acho bem importante nessa dinâmica do sofrimento porque a gente pode talvez não possa agora Talvez não possa nessa Encarnação Talvez possa sim nessa Encarnação mas se essas questões vão nos chegando a gente tem possibilidade de lidar com elas Por mais difícil que sejam por menos prazeroso a gente vive numa eh em geral numa sociedade que preza muito a questão do do prazer né então daquelas daquelas questões mais volar Não exatamente da Felicidade da Alegria Mas são coisas que a gente tem como lidar né cada um no seu tempo mas que dizem respeito a nós pode pedir ajuda sim né mas não podemos colocar nossa vida na mão dos outros e e nem eh perdermos a confiança em Deus Uhum é eu acho que uma outra questão que realmente vai muito além então da dor física né em Guadalupe que essa complexidade que falando que que é a dor né e o sofrendo vai ganhando aí outros estatus né Muito Além da dimensão física que envolve essa dimensão moral e emocional né E aí a gente vê que tudo pode causar dor Dependendo da forma e da nossa nossa forma de compreender a realidade né mesmo Quando a pessoa não nos fazem mal né porque a gente pode gerar dor no outro né a gente pode gerar dor no outro e a gente é responsável aí
rma e da nossa nossa forma de compreender a realidade né mesmo Quando a pessoa não nos fazem mal né porque a gente pode gerar dor no outro né a gente pode gerar dor no outro e a gente é responsável aí por essa dor que a gente gera mas às vezes a nossa atitude é mal compreendida pelo outro e o outro se incomoda com a gente e acha que a gente gerou dor para ele né E aí né a gente como se a gente culpasse a gente Pelo mal que ele tem como falou a gente começa a culpar o mundo né Às vezes as pessoas se rebelam e culpa mãe culpa pai culpa a a economia culpa o mundo e aí para em questões que vão muito além da realidade em questão e que envolve eh questões na verdade da própria pessoa então a gente começa a ver essa Trama que que começa a acontecer na dinâmica eh do nosso mundo interno e relacional aonde a a esses vários Sofrimentos e dores começa a constituir uma um tecido né de narrativas de histórias que permeiam eh a nossa forma de sentir e de se relacionar com a vida então tem pessoas que buscam a dor que estão presos na dor e viver uma grande dor porque elas acabam criando né uma um campo de de percepção aonde eh por por impressões padr representações internas ela acabam construindo daí essa essa fantasia e vivendo dentro dessa fantasia então nós estamos falando né amigos começamos com as dores físicas e estamos agora ind para um campo que é o campo psíquico né um campo que é psicológico que é o campo do Imaginário das imagens e das expressões mor emocionais relacionadas a essa condição que é essencialmente humana e eh quem nunca sofreu moralmente por alguma coisa né acuse né Porque isso é uma condição do estágio que a gente vive né E que nós acabamos sendo machucados ou a gente machuca e essas marcas elas vão ficando e é interessante porque a ah como muitas vezes certas experiências são muito dolorosas no campo da alma e muitas vezes as pessoas parece que ficam presas em certas condições elas não conseguem sair né de um labirinto de imagens e e como isso é um é um lugar
eriências são muito dolorosas no campo da alma e muitas vezes as pessoas parece que ficam presas em certas condições elas não conseguem sair né de um labirinto de imagens e e como isso é um é um lugar difícil e no campo da moralidade que envolve dimensões de dar qualidade dar valor às experiências muitas vezes nós percebemos eh a expressão né fui ferido dos meus sentimentos eu fui ferido nas minhas emoções e isso é algo essencialmente Como disse muito bem o Gelson é da experiência relacional acontece de nós com mundo do mundo com a gente e é Joana fala que nessa Trama desse movimento né da alma em torno de Sofrimentos Morais é preciso que a alma construa caminhos de suportar de ir tolerando esses processos para Que ela possa amadurecer pra experiência que tá ali a experiência que ainda é um cravo né que lacera que machuca que penetra eh então a seu tempo vai ter que ter uma transmutação uma transformação da compreensão do que é essa dor né o perdão por exemplo é um processo psicológico importante de quanto dores Morais muito Profundas relacionadas a uma experiência que nos foi muito dolorida a seu tempo a gente se percebe ressignificando e aquela dor ela deixa estar impregnando a nossa experiência nos machucando diariamente para ser apenas uma memória de algo que assimilamos e conseguimos tirar as tintas carregadas né das emoções associadas a uma experiência específica então a ideia de que é preciso fortalecer o espírito para que ele resista esses processos me faz lembrar algo interessante que um amigo do rio me disse uma vez e disse assim Nem todos os cristãos que eram levados para as Arenas pereciam resolutos Corajosos muitos entravam chorosos com medo e muitos não tinham desencarne né como a gente vê desses espíritos mais Excel Então essa diversidade de como cada alma é é tocada pela dor revela a nossa singularidade do estágio que a gente se encontra da forma como nós nos relacionamos os nossos Sofrimentos eh pegando essa questão da moralidade das Dores Morais né e de natureza
ela dor revela a nossa singularidade do estágio que a gente se encontra da forma como nós nos relacionamos os nossos Sofrimentos eh pegando essa questão da moralidade das Dores Morais né e de natureza emocional e trazendo para nossa realidade mais próxima de ser encarnados ela nos lembra ali também eh o fato de que esses sentimentos acabam refletindo no corpo físico em doenças psicossomáticas e às vezes eh muito mais do que psicossomáticas no sentido de realmente muito bem estabelecidas e diagnosticadas e isso acho importante tocar aqui por dois motivos né porque olhando os órgãos que geralmente nós somos afetados a gente pode também ter uma boa ideia de nós mesmos lembrando claro que isso eu tô falando de uma forma muito geral porque isso é extremamente complexo e às vezes são questões que enfim tem outras relações espirituais Mas a gente pode sim né ver o nosso órgão de choque e conhecer um pouco mais sobre as nossas dificuldades eh de uma forma simbólica e e outra questão é é justamente o quanto a partir daí a gente pode eh perceber que existe já possibilidade de eh mudar esse padrão de consciência como n o Gelson trouxe lá no início puxa se eu já tô percebendo que tem um órgão meu de choque que adenta mais que tá relacionada com tal eh sofrimento emocional ou moral eu já tô conseguindo eh elaborar mais o meu pensamento né psiquico meu instinto Então a partir de algo que é extremamente material coagulado que eu enxergo já existe também uma possibilidade de eu me olhar e e de forma que eu consiga mudar esse padrão porque aqui é algo que ela fala também quando ela fala das questões de Sofrimentos Morais somente uma forte compleição espiritual se lhes poderá opor ensejando energias próprias para suportá-los e superá-los falando desses distúrbios Então até no próprio corpo que acaba sendo esse Mat borrão de alguma forma a gente também tem indícios e possibilidades de se olhar de um outro lugar e e e o conflito moral né na verdade sofrimento moral é quando há uma divisão
que acaba sendo esse Mat borrão de alguma forma a gente também tem indícios e possibilidades de se olhar de um outro lugar e e e o conflito moral né na verdade sofrimento moral é quando há uma divisão interna né entre a gente tá dividido entre duas forças e aí mostra realmente o a dor moral é um choque seja com a consciência interna da gente seja com a consciência coletiva porque algumas doas Morais são produzidas de maneira equivocada né digamos assim se a cultura diz que tem que fazer tal coisa e tu não faz mesmo que tu deja certo Às vezes a força da Cultura Prim en ti né um sentimento eh de dor e de incerteza né Será que eu tô errado se o mundo faz assim né então eh a gente tá então a gente tá no campo dessa polarização né de forças de valores que habitam né seja na dinâmica social ou ou coletiva e que por a gente não saber dialogar né Guadalupe a gente acaba muitas vezes eh eh contendo esse conflito e isso indo pro corpo né porque tudo que não pode ser trabalhado elaborado gera outro sofrimento então tu vê de um sofrimento eh moral né tu pode decorrer outros Sofrimentos também né que advém disso justamente para poder haver esse confronto com essas questões que estão ali e em em oposição né então tem esse conflito moral que a juna fala né que que é são impalpáveis né muitas vezes el fal ass as causas né porque envolve padrões verdades né conceitos valores que habitam dentro da gente e que muitas vezes estão estão em choque né então tem esse tipo de sofrimento assim como o sofrimento emocional que ela ela ela refere muito a aos às experiências do passado né padrões emoções do passado marcas né de Dores seja de rejeição eu eu fui morto por alguém eu fui Tive uma experiência dolorosa e fiquei impregnado aquela experiência traumatizado né ou seja matrizes né Eh paisagens que habitam a nossa alma que não foram elaboradas e que Ressurge então nessa nova vida nessa nova Encarnação né fazendo dúbios psicológicos segundo ela Então essas seriam as dores de natureza mais
ens que habitam a nossa alma que não foram elaboradas e que Ressurge então nessa nova vida nessa nova Encarnação né fazendo dúbios psicológicos segundo ela Então essas seriam as dores de natureza mais emocional que são estados de almas e padrões emocionais que não tão ainda elaborados não foram resolvidos da gente também são um tipo de conflito diferente da moral mas também é um tipo de conflito né Eh quando ela passa a discorrer sabe amigos em torno dos Sofrimentos emocionais E ela diz que nesse tecido da Alma tem os fios das experiências passadas e que pela natureza da própria alma é necessário mecanismos e meios para que hajam Reparações e o corpo traz consigo essas marcas né sistema nervoso plasma certas disfunções que vão se expressar como ela diz né Em certas sensibilidades e certas distonias ou em certos quadros clínicos diversos Ela traz um elemento muito interessante não sei se vocês perceberam assim mas é uma reflexão que eu quero fazer e de que essa condição que chega nova que pode ser a minha pode ser a nossa e que se expressa em vida ela tem um efeito em Cadeia no tecido social das relações o indivíduo adoecido reflete aflições junto ao grupos social e agregamos a loqu ao grupo familiar que também acolhe essa alma e também passa a ver a experiência dessas questões quem já teve a experiência de ter em casa ou conhecer uma família que possui né um membro com alguma condição Clínica por exemplo psicopatológica um pouco mais grave sabe como é desafiadora esta experiência que une esses espíritos e isso esse essa alma que renasce nessa condições traz então né essa esse joio mais profundo da Alma das experiências passadas e ela fala as ressonâncias que alcançam também os aspectos psicossociais dimensões que são socioeconômicas olha como ela vai ampliando e espargindo e alcançando inclusive as questões das interferências obsessivas Olha a complexidade de um fenômeno que tá no indivíduo mas no tecido e na Teia maior da vida vai alcançando várias outras dimensões E se
alcançando inclusive as questões das interferências obsessivas Olha a complexidade de um fenômeno que tá no indivíduo mas no tecido e na Teia maior da vida vai alcançando várias outras dimensões E se expressa que a gente compreende como a vida humana né em coletividade e essa ideia de ressonância eu acho bem importante que ela traz né Thiago Eh porque a gente é um campo realmente de conexões gente não tá separado né então a minha dor e o meu sofrimento eh todo mundo paga esse preço né Há uma dívida de amor entre Todos nós né E essa dívida de amor envolve justamente essa essa ressonância que ecoa em né em vários planos eu tava um tempo atrás vendo a situação de uma de uma mulher que casou e tinha uma relação muito infantilizado com o pai e reped DIU esse padrão infantilizado e ela daí tinha muita exigência uma exigência descabida em cima do esposo ele ela tinha muita intolerância em relação a filha competia com a filha infantilizada pelo pelo carinho do do marido e aí começou a ficar muito eh ter ter ataques né Eh descompensar né T eh aquela aquela carência e padrão emocional e se refletindo em comportamentos que desestabilizam podendo colocar até em risco né a própria estrutura do casamento e da família Então realmente né A como a gente tá implicado né um um na dor do outro sofrimento do outro e quando a gente tem que aprender a a a compreender né para não para que a doença do outro não só não não nos adoeça mas desperte a nossa doença também que fica uma cadeia de doentes daí né Eh criando uma vida insuportável tiv as guerras e caminhos destrutivos em função dessa incapacidade de administrar essas limitações que é de cada um né nos ambientes eh profissionais em geral quando são maiores né é muito comum porque tem aquela convivência diária e na verdade cada pessoa traz toda a sua família e muitas gerações junto então realmente é um lugar ali um laboratório de muitas experiências onde a gente pode realmente eh trabalhar muito em prol de uma de um campo vibratório melhor de nos
família e muitas gerações junto então realmente é um lugar ali um laboratório de muitas experiências onde a gente pode realmente eh trabalhar muito em prol de uma de um campo vibratório melhor de nos conhecer reconhecer o outro e e questões assim mas se nós não estamos nesse nesse comprometimento com a nossa vida realmente a gente é nós vamos ser mais um a vibrar em uma energia que não é interessante como um todo e a colocar ali eh algo que não é tão produtivo e claro vez ou outro a gente vai acabar eventualmente caindo nesse padrão mas que a gente esteja sempre também tentando se perceber né porque nessas coisas do dia a dia a gente tem esse essa oportunidade né de de de tá se olhando e realmente aí junto né então assim na área na área da saúde né que que é uma área que nós pertencemos aqui mas quando trabalho em locais maiores aí junto com aquelas equipes Grand grandes em hospitais ou enfim tem mais os pacientes então tem os profissionais com as suas famílias os pacientes com as suas famílias com as suas doenças mas todo aquele aquele eh imensidão de irmãos desencarnados e por uma questão ou outra estão ali então vejam o quanto isso se torna Eh vamos dizer assim uma bola de neve onde a gente tem essa interferência mas não precisa eh compactuar com algo que não tá sendo bom para ninguém então se por um lado eh eu vejo que isso é um ambiente onde a gente tem que ter muito cuidado eh por outro é uma oportunidade única também de conseguir ali botar uma sementinha né ter uma vibração melhor e realmente ir mudando naquela Nossa Gotinha de oceano Mas mudando eh como um todo nessa nessa complexidade nessa Deia que nós todos fazemos parte e o que se reflete também nos nos da natureza espiritual quando ela fala né porque é realmente a gente fal também desse Campo de ressonância e de conexão de de influência de um psiquismo ao outro né que ela fala dos est dos processos obsessivos aí né que também reflete quanto os espíritos interferem em nossa vida né e e uso também da nossa
e de conexão de de influência de um psiquismo ao outro né que ela fala dos est dos processos obsessivos aí né que também reflete quanto os espíritos interferem em nossa vida né e e uso também da nossa fragilidades né Sabendo dos nossos desejos centrais sabendo nossas questões internas eh provocando né Eh rupturas desagregação culpas medos ou fortalecendo e reforçando padrões negativos dentro da gente então tem aí também toda essa interação que dá não só no campo social mas no campo espiritual também aqui que ela tá tá trazendo também né É como se estivéssemos enxergando né amigos camadas ou dimensões que vão se interpondo e se entrelaçando em relação à expressão do que é o sofrimento seja ele individual seja ele familiar seja ele comunitário seja inclusive como Kardec estudou a época né Eh a as manifestações de obsessões coletivas né coletividades inteiras de cidadelas a época são tomadas por processos de interferência obsessiva e que tudo tem a ver com a inscrição desses Sofrimentos também né que se expressam eh em nós e na coletividade e a Joana ela vai reforçar eh alguns eixos de de de leitura desses processos né que ela foi sintetizando nos parágrafos anteriores ela vai dizer que em qualquer manifestação esses Sofrimentos eles são efeitos do mecanismo evolutivo então há um sentido nesse processo né a gente precisa resgatar essa palavra para que a gente compreenda uma finalidade desses processos e que até um algum parágrafo um pouco atrás nós acabamos não falando mas ela diz assim procuremos aceitar como esses processos de Sofrimento com processos transitórios eles não são para sempre é claro que às vezes Nossa subjetividade como nós na nossa interioridade enxergamos nosso sofrimento Às vezes a leitura é que sofrimento não passará ou que ele não passa mas ela diz assim tudo isso é transitório tudo isso tem um objetivo tudo isso atende a um atende a um movimento né de aprendizagem de experiências que chegam que testam experimentam o espírito e que por Excelência é é fazer com que a alma
rio tudo isso tem um objetivo tudo isso atende a um atende a um movimento né de aprendizagem de experiências que chegam que testam experimentam o espírito e que por Excelência é é fazer com que a alma disperte que a alma amadureça que a alma se engrandeça então ela vai finalizando vai chegando agora né no no rumo final desse subtópico trazendo elementos que são finalísticos em relação as razões porque os Sofrimentos existem na natureza e existem na experiência humana eu acho que ela coloca dois ponto bem importante você chama atenção um é justamente esse né thago que que el fala que o sofrimento e ela e ela dá o exemplo da desorganização celular né orgânica desperta o self então o sofrimento tem a finalidade de da derrota do Ego né então no meu sofrimento eu reconheço a minha impotência eu me torno mais humilde eu reconheço que eu preciso do outro eu quebro meu orgulho então de o sofrimento como uma transição para derrota do Ego e ascensão do self uma consciência eh renascida né mais madura a partir do sofrimento né Então aí tem realmente essa finalidade importante né De quanto eh momento de dor desperta em nós uma uma fase de morte renascimento de padrões né e e de de de de uma de uma trans formação brutal né Tem pessoas que relatam experiências muito fortes que depois delas elas ressignificam a vida dela né então isso isso acaba acontecendo mas ela fala também da do sofrimento que gera sofrimento né que sofri que leva a outro tipo de sofrimento no EGO imaturo Então se de um lado o sofrimento é um despertar do self do outro lado é tem o quadro neurótico do Ego imaturo Então as pessoas que acabam neuroti a partir de um sofrimento elas criam mais sofrimento para elas Ah eu tenho uma vida difícil material e daí aquele sofrimento transformo numa num num num drama né porque eu sou um prio coitado porque eu sou eh eu sou rejeitado pela vida e eu vou gerando Sofrimentos e mais sofrimento a partir daquele primeiro sofrimento daí eu vou construindo um campo neurótico aonde eu
u sou um prio coitado porque eu sou eh eu sou rejeitado pela vida e eu vou gerando Sofrimentos e mais sofrimento a partir daquele primeiro sofrimento daí eu vou construindo um campo neurótico aonde eu vou me liando e me emaranhando em mecanismos de evasão né de não me responsabilidade eh me identificando com aquele estado num jogo perigoso para mim então ela fala de desses dois processos que pode acontecer aqui né no no texto né Eu acho bem interessante esses elementos que que lá traz padrões que muitas pessoas eh perpetuam e e se perdem essa mania de reclamar eh perdem a vida não sabem nem como se movimentar perde identidade neurótica per identidade esses transtornos psicológicos que a pessoa se estrutura a partir da da da neurose né e acabam vivendo isso como o sentido da vida delas né infelizmente né uma vida examente limitado para elas mesmas e PR os outros então se o céu tá azul Pois é mas tá quente né então é É deve ser né a gente aqui eu tô né brincando um pouco mas deve ser uma vida extremamente eh difícil no sentido de uma perda de oportunidade de um vazio de de realmente uma anestesia em relação aos valores que que poderiam est sendo ali usufruídos e outra coisa que eu achei também que que vale a pena a gente eh lembrar aqui é quando ela Traz essa questão também ligada a isso né quando ela traz a questão do do masoquismo e do sadismo e trazendo isso paraa cultura religiosa né então isso também é importante porque Jesus nos trouxe sempre esse hino de alegria de louvor a vida eh nunca nos disse que a gente precisava se machucar e coisas assim nós entendemos tanta coisa errada né tanta coisa errada e Joana vem aqui de novo nos lembrar disso né não não não era disso que se tava falando então Eh isso acho importante a gente também trazer né em pleno né quantos mais de 2000 né E nós estamos aqui em 2024 né ainda lembrar isso porque ainda tem irmãos nossos que se equivocam nesse sentido né de de não entender que a vida é para ser vivida com com alegria com responsabilidade mas não se tá falando
m 2024 né ainda lembrar isso porque ainda tem irmãos nossos que se equivocam nesse sentido né de de não entender que a vida é para ser vivida com com alegria com responsabilidade mas não se tá falando de de de machucar corpo de de solidão eh por falta de relacionamento silícios e nada nada assim pelo contrário sim pequeno comentário sobre isso eu gosto muito de um Historiador chamado é o Jean de lumet e ele ele estuda muito a questão da confissão do perdão da culpa Cristã de alguma forma a confissão né nessa trajetória da psique cristã a confissão católica que é o foco dele né era de alguma forma uma vivência de uma coersão você vai ter que confessar né vai ter que espiar esse processo e de alguma forma isso alcança um grau de de concretude que macerar e ferir o corpo constranger o corpo físico adquire a uma lógica de quanto mais se fere quanto mais se sente quanto mais se machuca quanto mais se fere seria uma espécie de uma mensagem de uma alma vista como pecaminosa e que busca por meio dessas angústias interiores e e e os suplícios né angustiantes caminho de libertação desta falta desses processos né em que ela se via eh se acusando acusada de pecadora de alguma forma quando Kardec lá no último item de Evangelho Segundo espiritismo Capítulo sede perfeitos ele fala cuidai do corpo e do espírito ele vai abordar essa questão Nós não precisamos ferir e macerar o corpo porque o discor sinar de homens e mulheres novos ele perpassa por meio do amor como você disse muito bem querida né as transformações da nossa interioridade elas são mais os são processos que não reivindicam o que a gente mutila o nosso corpo isso não é a Joana ela é bastante categórica nesse sentido dizendo que isso não tenho ve de saúde mental isso é um processo de uma crueldade consigo próprio e aqueles que aplicavam esses métodos contra outros ou infringiam os outros ou estimulavam esses processos ela chega a dizer que isso é um processo de sadismo Então nós não precisamos desses processos para que
que aplicavam esses métodos contra outros ou infringiam os outros ou estimulavam esses processos ela chega a dizer que isso é um processo de sadismo Então nós não precisamos desses processos para que a gente encontre saúde e libertação dos nossos processos mais sofridos é é e ela vai reforçar isso quando ela diz que que Jesus propõe sua psicoterapia ia né que é o amor né então o amor como uma resposta à dor né desde que que que fiz a forma de amor que possível amor compreensão amor cuidado amor proteção amor zelo e assim por diante né então esse amor é que vai superar as dores e não essa autopunição que a gente vem eh vendo ao longo dos anos sendo usado né pelas culturas religiosas dessa época toda né então ela realmente vem vem alertar nós em relação a isso né E então ela ela vai dizer né Tem uma frase que eu acho ótimo aqui que ela diz assim né a vida são as expressões das grandiosas harmonia na variedade de todas as coisas Olha só variedade de todas as coisas né E essa variedade de todas as coisas que eh antes ela coloca aí na beleza né dos Lírios no hino de louvor à vida também se dá nas várias formas de amar e de sofrer né e dentro dessas várias formas de amar e sofrer a gente vai buscando né possibilidades novas de expressão da Alma nessa busca de Harmonia né e e o Petro Bal tem uma imagem muito bonita que eu acho né que ele fala assim que que no gol no momento que o Cristo estava sendo crucificado eram três Cruzes iguais né Jesus e mais dois ladrões né com ele né E aí ele diz dizei-me como sabei sofreis sofrer e vou direr queem Sis né ou seja cada um sofre Diferentemente de acordo com o seu nível evolutivo né um amaldiçoando outro pedindo perdão e resgatando e Jesus abençoando né então né para eh cada sofrimento revelando né Eh condições diferentes né de de consciência e grandiosidade de alma né então assim é cada um de nós né Eh cada um tem a sua cruz cada um tá suspenso né nos seus opostos né suspenso nos seus conflitos e tem que lidar com sua cruz e suportar ela e ecoar né alguma coisa né
então assim é cada um de nós né Eh cada um tem a sua cruz cada um tá suspenso né nos seus opostos né suspenso nos seus conflitos e tem que lidar com sua cruz e suportar ela e ecoar né alguma coisa né que grito é esse que ecoa da nossa Cruz né é um grito de revolta é um grito de reconciliação conosco mesmo ou um grito que abençoa Como Jesus fez enquanto estava sendo crucificado Então acho forte essa imagem né que representa realmente essa necessidade de poder canalizar qualquer experiência na nossa vida em favor do bem né do crescimento da realização da nossa alma Essa é a proposta da benfeitora aqui né Acho muito bonita né bonita essa imagem né dessas desses padrões de de consciência e a forma que a gente pode levar isso paraa nossa vida realmente muito bonito eu gosto muito sabe Gelson desta imagem última que você traz do martirológio de Jesus antes da Ressurreição porque é um momento em que ainda hoje os pouc as pessoas que não talvez não tenam um estudo um pouco mais aprofundado não entendem por exemplo que quando ele fala né ele lança as palavras aos céus né ao pai dizendo eh pai porque me abandonastes né as pessoas acham isso que coisa mais estranha por que ele falaria uma coisa dessa e na verdade n sabedoria cósmica desse espírito ele tava recitando um Salmo que é um Salmo Se não me engano Salmo 22 em que na verdade ele tá dizendo lá no Salmo 22 que começa com essa com esse verso é descrito o servo humilde que tem a ver com essa expectativa Messiânica de como seria o Messias E ele fala o Messias é esse ele vai se entregar ele vai ser humilde ele vai ser bom e ele vai ser martirizado mas ele vai acolher essa experiência como testemunho último do que a alma é capaz de fazer em favor de uma vontade e de um sentido maior então eu gosto muito desse momento e gostei de F são três Cruzes iguais mas como que cada alma reflete respira aquele momento e é capaz de externalizar o que de fato sua consciência é capaz de compreender sobre aquele momento né É fantástico isso né e
o três Cruzes iguais mas como que cada alma reflete respira aquele momento e é capaz de externalizar o que de fato sua consciência é capaz de compreender sobre aquele momento né É fantástico isso né e acho que a gente pode encerrar com os últimos parágrafos dela aqui né E que ela diz o ser humano existe fado para a conquista Estelar olha só que imagem bonita né a saúde plena e não o sofrimento são as metas que o aguardam no processo de conquista pelos longos caminhos de sua evolução a ação da mente para o bem o ideal o amor é o antídoto para todos os sofrimento porquanto do pensamento para ação me dei apenas o primeiro passo Então é isso que a gente possa dar esse passo né movido pelo amor mesmo que o nosso amor seja meio capenga meio limitado mas já é o início desta Aurora aí em favor desses Horizontes amplos para a conquista Estelar que a benfeitora nos coloca aqui né então é uma imagem bonita que ela nos traz cheia de esperança em favor dessa caminhada em busca da nossa Plenitude muito bem muito bem obrigado então thago Guadalupe por esse momento precioso aí em cima desse material mais precioso ainda né que a Ben feitura nos oferece e convidamos a todos a manter né esse contato do nosso estudo com o próximo item do Capítulo que é justamente dois últimos itens que é estar e ser e a benegação e humildade então tem material interessante pela frente ainda uma um abraço a todos e até o próximo encontro então
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